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FBN

Com o aumento populacional crescente e a necessidade da produção sempre maior de alimentos, torna-se cada vez mais necessário o aumento da produtividade das culturas aliado a uma maior economia e à sustentabilidade dos sistemas agrícolas. A fixação do nitrogênio pela associação entre rizóbios e leguminosas preenche esses requisitos. A fixação biológica do nitrogênio (FBN) é um processo bioquímico em que o nitrogênio atmosférico é incorporado diretamente às plantas, após ser transformado em amônia. Essa reação ocorre em estruturas facilmente destacáveis das raízes das plantas, os nódulos, formadas por bactérias da família Rhizobiaceae, denominadas comumente de rizóbios, e plantas da família das Leguminosas. Na Microbiologia do Solo a FBN é a área que tem recebido maior atenção da pesquisa no mundo todo, devido ao fato de a aplicação prática do processo estar ao alcance de importantes leguminosas cultivadas e aos benefícios econômicos, ambientais e ao retorno à sociedade. O exemplo geralmente citado como benefício econômico é a soja, em que a inoculação das sementes com a bactéria específica substitui totalmente a adubação nitrogenada, trazendo para o Brasil uma economia de divisas em torno de 1bilhão de dólares. Outras leguminosas, como o feijão, amendoim, ervilha, lentilha, leguminosas adubos verdes, forrageiras e arbóreas, também podem receber inoculantes, mas não existem estatísticas de ordem econômica semelhantes às realizadas para a soja. Outra vantagem econômica refere-se ao total aproveitamento do nitrogênio fixado, não existindo perdas como as que podem ocorrer quando se utilizam fertilizantes. No que diz respeito aos aspectos ambientais, a FBN preenche os requisitos exigidos para uma agricultura sustentável. Considerando a sustentabilidade da agricultura como sendo o manejo correto dos recursos que satisfaçam as mudanças necessárias ao homem, aliado à manutenção ou melhora da qualidade ambiental, nota-se que a FBN faz parte de um dos principais componentes dessa sustentabilidade: o processo não despende energia, não polui e enriquece o solo com nitrogênio, o qual será aproveitado pela cultura seguinte. Como se beneficiar do processo? Por meio da inoculação das sementes com as bactérias apropriadas, denominadas de estirpes selecionadas é que a planta entra em contato com o microrganismo para formar a simbiose. Simbiose é o nome técnico da associação íntima que se forma entre as bactérias e a planta. Embora existam estirpes selecionadas para produção de inoculantes para muitas leguminosas de importância econômica, a ocorrência de rizóbios nativos, já presentes no solo, capazes de associar-se a essas culturas, faz com que a maioria dos agricultores não pratique a inoculação. Estirpes são populações diferentes de bactérias. Inoculação vem a ser, portanto, a maneira de pôr as sementes em contato com os rizóbios. Inoculante é o veículo que contém as bactérias. No Brasil o veículo mais utilizado é a turfa, mas estão sendo estudadas outras formas de inoculantes. Os inoculantes são produzidos por firmas registradas pelo Ministério da Agricultura. Existem atualmente no país cinco firmas, sendo duas no Estado de São Paulo, duas no Paraná e uma no Rio Grande do Sul. Em 1997 o Brasil comercializou 10.550.778 doses de inoculantes e importou 1.094.400.

A inoculação pode ser realizada em tambores giratórios ou em máquinas apropriadas.As estirpes que compõem o inoculante são específicas para a cultura e são recomendadas por uma rede oficial de laboratórios (RELARE). A desinfestação inibe o desenvolvimento de outros microrganismos prejudiciais à sobrevivência dos rizóbios. É melhor que a inoculação seja feita em cada plantio. observando a coloração das folhas velhas que se tornam amarelecidas em caso de deficiência do nitrogênio. procede-se a uma adubação de cobertura. sendo obrigatória a utilização de turfa desinfestada. Atualmente a legislação brasileira exige um controle rigoroso na qualidade dos inoculantes. adicionado às sementes e novamente bem misturado. do estado nutricional da planta e do controle de doenças e pragas. O agricultor deve observar se as raízes das plantas estão bem noduladas e se os nódulos estão ativos. A inoculação deve ser feita à sombra. Perspectivas futuras e estudos no IAC. em geladeira mas não no congelador. Deve também ficar atento ao desenvolvimento das plantas. para a planta e para a fixação do nitrogênio. As condições do solo devem considerar a correção da acidez para que não haja disponibilidade de elementos tóxicos. que podem sofrer modificações que interfiram na eficiência da fixação do nitrogênio. Inoculação: como fazer? A inoculação das sementes. Cuidados com o inoculante. indicar as diretrizes para novas pesquisas e recomendar novas estirpes para a fabricação dos inoculantes. Na compra do inoculante. Armazenar em local fresco e. potássio e micronutrientes. requer alguns cuidados que. se possível. além dos cuidados na inoculação. se não obedecidos. O inoculante deve ser bem misturado em uma solução contendo 15% de açúcar. permite bom suprimento de cálcio e magnésio. Fatores que influenciam o sucesso da FBN. O controle de doenças e pragas deve ser realizado para assegurar um desenvolvimento saudável das plantas. Atualmente recomenda-se a dose de 500g de inoculante para 50 kg de sementes. pois além de corrigir a reação do solo. O cobalto é essencial para a fixação do nitrogênio e o molibdênio. o agricultor deve observar a data de validade e não comprar inoculante com prazo de validade vencido. das condições do solo. Se possível plantar no mesmo dia e cobrir logo em seguida o sulco para evitar a incidência de raios solares. conforme as recomendadas por meio da análise do solo. A eficiência da associação vai depender. pois o açúcar pode favorecer o desenvolvimento de microrganismos que causam danos às sementes ou às plântulas. Não se recomenda a adubação nitrogenada em leguminosas. A calagem com calcário dolomítico deve ser preferida. os quais podem comprometer a sobrevivência dos rizóbios e a formação da simbiose. como também a secagem das sementes inoculadas. como alumínio e manganês. Deve se tomar cuidado com sementes não tratadas. Os pesquisadores envolvidos com a seleção de novas estirpes reúnem-se bienalmente para discutir. garantem bom desenvolvimento às plantas. As adubações com fósforo. Os micronutrientes são geralmente fornecidos por ocasião da inoculação das sementes. Sendo a FBN dependente de fatores . Nesse caso. pois assim há maior probabilidade de a planta ser nodulada pela estirpe do inoculante e não as já estabelecidas no solo. podem levar ao insucesso e ao descrédito do processo. o que pode ser feito cortando o nódulo: o nódulo ativo possui a cor vermelha. favorecendo a simbiose. embora simples.

FBN 2 A fixação biológica de nitrogênio consiste na principal fonte de nitrogênio para a cultura da soja. 1998).. sobrevivam e se "naturalizem" (LIMA et al. do maior conhecimento da biodiversidade dos rizóbios nativos com o objetivo de se encontrar estirpes eficientes. quando estas são de menor eficiência. entretanto somente nos estádios de desenvolvimento V2 e V3 é que a fixação de . 1986).relacionados à planta. conseguem quebrar a tripla ligação do nitrogênio atmosférico e provocar a sua redução até amônia (NH3). o que poderá resultar na diminuição dos benefícios posteriores ao processo. com a finalidade de se obterem leguminosas com alto potencial de fixação do N2 . Dentro dos nódulos. salinidade. em seu Centro de Solos e Recursos Agroambientais. abundantes nas células das bactérias. temperatura. presente em apenas alguns organismos procariontes. havendo. provenientes de áreas cultivadas e sob vegetação natural. que serão distribuídos para a planta de soja e incorporados na forma de nitrogênio orgânico (HUNGRIA et al. vem estudando consistentemente a fixação biológica do nitrogênio desde 1971. pois a planta responde ao estímulo da absorção. possibilidades de que algumas das estirpes introduzidas no solo. Alguns fatores que podem limitar a fixação de nitrogênio e conseqüentemente a produtividade em Glycine max. em especial a China. as bactérias por intermédio de uma enzima denominada dinitrogenase. juntamente com as sementes ou através de inoculação artificial. Atualmente as pesquisas estão voltadas para a busca de estirpes mais eficientes e com maior estabilidade genética dentro da biodiversidade dos rizóbios nativos.. toxinas e predadores podem também afetar a nodulação e/ou a fixação do nitrogênio de leguminosas junto às vastas variedades de estirpes de rhizobium (KAMICKER e BRILL. sendo para a soja. muito deve ser feito para que os benefícios do processo sejam otimizados. está diretamente relacionada ao centro de origem fitogeográfico da espécie vegetal. a mesma forma obtida no processo industrial. O Instituto Agronômico. soja e leguminosas adubos verdes têm merecido maior atenção. Comunidades de rizóbios relativas à cultura do feijão. por se constituir numa leguminosa introduzida e uma das poucas espécies que se associam com Bradyrhizobium japonicum. Deste modo. o efeito da rizosfera. (GRAHAN e TEMPLE. relacionam-se a competição por sítios nodulares entre estirpes utilizadas nos inoculantes e os rizóbios do solo. limitando o processo simbiótico. pH do solo. é possível alcançar os objetivos abordados acima. a formação de nódulos. é pouco provável a ocorrência natural dessa bactéria em solos brasileiros. As bactérias do gênero Bradyrhizobium quando em contato com as raízes de soja infectam as mesmas. via pêlos radiculares formando os nódulos. 1997). O IAC mantém um banco de germoplasma que conta com aproximadamente 800 estirpes provenientes de diversas leguminosas. ocorrendo à transformação em íons NH4+. competitivas e com estabilidade genética e de um maior entendimento de fatores ecológicos que controlam o processo. ou seja. Por meio do melhoramento de leguminosas em condições de baixas doses de nitrogênio. tensão da água. 1984). (L. concomitantemente com a inoculação pode diminuir a eficiência da inoculação. ao microrganismo e ao solo. A aplicação de nitrogênio. a esta mesma amônia são incorporados íons H+. Em condições de campo. Condições como baixa fertilidade do solo e elevadas doses de nitrogênio combinado. o continente asiático.) Merrill. Na soja. entretanto.. poderá ser visualizada a partir da emergência (VE). A necessidade de inoculação de uma cultura de grande importância econômica como a soja.

Okon e Vanderleyden (1997) baseando-se em dados acumulados durante 22 anos de pesquisa com experimentos de inoculação a campo. o que parece estar relacionado com o aumento da atividade das enzimas fotossintéticas e de assimilação de nitrogênio. em regiões tropicais e subtropicais. Após isso. O efeito da bactéria Azospirillum spp. Salomone e Döbereiner (1996) avaliando a resposta de vários genótipos de milho à inoculação de quatro estirpes de Azospirillum spp. . fixadoras de nitrogênio atmosférico. Para verificação se os nódulos estão fixando nitrogênio ativamente para a planta. contudo. promove ganhos em rendimento em importantes culturas nas mais variadas condições de clima e solo. tornando-se alvo de estudo por parte de pesquisadores em biologia e fertilidade do solo. Assim sendo. quando se encontram brancos. As possibilidades para a cultura do milho Considerando a cultivo do milho. De acordo com MuñozGarcia et al. contribuir com a nutrição nitrogenada dessas plantas. 1990). isoladas na Argentina e três de raízes de sorgo e milho isoladas no Brasil. Didonet et al. o número de nódulos formados e a quantidade de nitrogênio fixada aumenta aproximadamente até o estádio R5. Por sua vez. e em números ainda maiores na superfície de raízes de cereais e gramíneas forrageiras (DÖBEREINER et al. tais resultados são bastante influenciados pelas condições de solo. quando associadas à rizosfera das plantas podem. concluem que o gênero Azospirillum spp. Por isso. (1991) a inoculação das sementes de milho com Azospirillum brasiliense cepa UAP 77. principalmente na presença de elevadas doses de nitrogênio. ambiente e genótipos de planta. deve-se observar se internamente os mesmos apresentam coloração rosa ou vermelha. quando diminui bruscamente. principalmente da aquisição de fertilizantes nitrogenados (OKON e VANDERLEYDEN.Milho poderá resultar em incrementos de produtividade e em diminuição dos custos de produção. com relação às causas fisiológicas que. 1992). também. variando em diferentes genótipos. a economia em adubos nitrogenados seria igual ou superior àquela verificada com as leguminosas que podem ser auto-suficientes em nitrogênio (DÖBEREINER. constataram aumento de peso de grãos. do local de semeadura e do manejo adotado na lavoura.700 a 7. Essas bactérias. As gramíneas apresentam um sistema radicular fasciculado. Deste modo. na moderna agricultura. (1996) mencionam que são muitas as evidências de que a inoculação das sementes de milho com Azospirillum brasilense seja responsável pelo aumento da taxa de acúmulo de matéria seca. porém. do gênero Azospirillum.5. da ordem de 54 a 86% e de 23 a 64% na matéria seca da parte aérea. e por serem as gramíneas largamente utilizadas como alimento pelo homem. o manejo correto dessa possível associação Azospirillum spp . são necessárias abundantes quantidades de fertilizantes. pela maior efetividade fotossintética. tendo vantagens sobre o sistema pivotante das leguminosas para extrair água e nutrientes do solo. aumentam esse rendimento. mesmo que apenas uma parte do nitrogênio pudesse ser fornecida pela associação com bactérias fixadoras. sabe-se que o rendimento é o resultado do potencial genético da semente. O grande interesse na fixação biológica em gramíneas é devido à maior facilidade de aproveitamento de água das mesmas em relação às leguminosas. ocorrem em números entre 103 a 106 por grama de solo. das condições edafoclimáticas. como o milho. tem sido pesquisado. 1995) as quais.nitrogênio torna-se mais ativa. 1997) que são de uso intensivo na cultura do milho. marrons ou verdes provavelmente a fixação de nitrogênio não está ocorrendo (POTAFOS. 2006). para se alcançar rendimentos máximos nos cultivos de cereais.300 kg/ha. promoveu aumento na matéria seca de raízes. no desenvolvimento do milho e em outras gramíneas. Nos últimos 20 anos foram feitas descobertas sobre o potencial das bactérias diazotróficas microaeróbias. quando em vida livre (BODDEY e DÖBEREINER. não somente quanto ao rendimento das culturas mas. especialmente também os nitrogenados. da ordem de 1. possivelmente..

Ainda assim. Neste campo. a exemplo do milho) estudos também mostraram associações com bactérias fixadoras de nitrogênio. ocorre a colonização da superfície e/ou interior das raízes e interior da parte aérea por bactérias do solo que fixam nitrogênio do ar e disponibilizam as plantas. vai mais além do que simplesmente auxiliar na fixação biológica do nitrogênio. conseqüentemente. os resultados de seleção de estirpes inoculantes ainda não atingiram níveis tão elevados quanto à simbiose em leguminosas. entre elas auxinas. o diâmetro médio das raízes laterais e adventícias. entretanto. também. Considerações finais Em resumo. nas plantas. giberilinas e citocininas. sendo necessário testar-se as estirpes de Azospirillum. existem pacotes tecnológicos. o interessante é direcionar estudos relativos à melhor assimilação do nitrogênio. devido à maior facilidade de assimilação do nitrogênio. Tal constatação é justificada pelo fato da inoculação modificar a morfologia do sistema radicular. possam ser atribuídos à produção. ressalte-se a seleção de estirpes adaptadas às condições locais e às culturas e cultivares usadas em cada região. embora.contudo. Foto da implantação de experimento com Azospirillum em milho (CEC-Campinas/SP). interferindo também no aumento da superfície de absorção das raízes da planta e. ou talvez muitos desses efeitos de Azospirillum spp. para possível recomendação em um produto comercial. pela bactéria. selecionando-se aquelas mais adaptadas às situações de clima e do manejo de culturas. mas. utilizando variedades de plantas e estirpes bacterianas eficientes. Pelo menos parte. Nestas plantas. . salientam que o ganho com Azospirillum spp. não havendo a formação de nódulos como acontece nas leguminosas. aumentando não apenas o número de radicelas. no aumento do volume de substrato do solo explorado. que podem suprir mais de 50% do nitrogênio necessário à planta. de substâncias promotoras de crescimento. para outras plantas não-leguminosas. e não somente a fixação biológica de nitrogênio. Entre os aspectos que devem merecer atenção dos pesquisadores.

.Foto da avaliação (sistema radicular) de experimento com Azospirillum em milho (Pólo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios da Alta Mogiana. Colina/SP).

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