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As crianças começam a aprender coisas sobre o universo da linguagem desde que entram em contato com o mundo social

e começam a elaborar hipóteses sobre a escrita. A função da escola é de favorecer o desenvolvimento da competência lingüística e comunicativa das crianças. Nosso movimento para construção do conhecimento da leitura escrita parte das hipóteses dos alunos. Dessa compreensão, as crianças partem para a apropriação das estruturas e convenções gráficas utilizadas na escrita. O aluno é sempre solicitado a participar como leitor-autor. Para isso, temos os seguintes objetivos principais: • Diferenciar o desenho da escrita, das marcas gráficas que são para ler daquelas que não tem essa função; • Descobrir que a escrita é um sistema gráfico, isto é, uma representação da linguagem e do que se fala; • Expressar-se em diferentes situações. Em caráter privado, ou seja a família e os amigos, ou em público, apresentação de um trabalho escolar; • Saber expressar-se de diferentes maneiras, ou seja, usar uma linguagem adequada para cada ambiente; • Reconhecer que as letras combinam entre si e formam um conjunto com significado, representando nome dos objetos e pessoas; • Percebam a unidade sonora das letras, compreendendo sua função fonética para construírem a escrita através dos sons; • Desenvolver ritmo e sonorização através de rimas, músicas e instrumentos; • Ser capaz de identificarem a linguagem como instrumento de divulgação de valores, raça, credo, etnia ou classe; • Fazer competência dos seguimentos falados com os seguimentos escritos da Língua Portuguesa; • Conhecer competências básicas gráficas e gramaticais; • Ouvir com atenção, sabendo ser coerente com o assunto em discussão, respeitando as opiniões alheias; • Narrar fatos, respeitando a estrutura de uma história com começo, meio e fim; • Descrever cenários, objetos e personalidades; • Possibilitar o acesso à diversidade de textos: histórias em quadrinhos, parlendas, canções, poesias, quadrinhas, trava-línguas, contos de fada, mitos e lendas, textos populares, dicionários, rótulos, jornais, revistas,e outros,

A matemática está presente na vida da criança desde muito cedo. Logo que nascem elas estabelecem relação entre objetos, suas semelhanças e diferenças e distinguem suas características. Mesmo antes de entrar para a escola, aprendem matemática, a partir de suas próprias ações, à medida que buscam soluções para resolver situações do cotidiano. O papel do professor é promover situações nas quais as crianças possam por em prática os conhecimentos que já têm e ajudá-las a organizar melhor suas informações e estratégias, proporcionando também condições para construção do novos conhecimentos. Para isso foi determinado alguns objetivos principais:

• Estabelecer aproximações a algumas noções matemáticas presentes no seu cotidiano, com contagem, relações espaciais, etc; • Reconhecer e valorizar números, as operações numéricas, a escrita e valores desses números como ferramentas necessárias para seu cotidiano; • Comunicar idéias matemáticas, hipóteses, processos utilizados e resultados encontrados em situações-problema relativa às quantidades, ao espaço físico e • Á medida, utilizando linguagem oral e a linguagem matemática; • Ter confiança em suas próprias estratégias e na sua capacidade para lidar com situações matemáticas novas, utilizando seus conhecimentos prévios.

“ O ser humano cresce em um ambiente social e a interação com outras pessoas é fundamental para seu desenvolvimento”
Levy S. Vigotsky

O trabalho com ciências naturais, em muitas práticas, configura-se como busca de informações sobre assuntos relacionados à biologia, em geral seres vivos e o corpo humano. Outras práticas promovem atividades para uma formação moral, estimulando atitudes relacionadas à saúde e higiene. Os objetivos traçados para o ensino das ciências naturais e sociais são: • • • • • • • • • • • • • • • • • Compreender a natureza como um conjunto dinâmico, entendendo que ser humano faz parte desse conjunto e atua sobre ele. Deve também ter atitudes positivas em relação ao ambiente, como evitar o desperdício da água; Utilizar conceitos básicos associados à matéria, transformação, espaço, tempo, sistema, equilíbrio e vida; Formular questões, propor soluções para problemas reais, oferecendo oportunidades para que a criança relacione o conhecimento científico ao mundo real; Valorizar o trabalho em grupo, para aprender a respeitar os demais e saber trabalhar e conviver coletivamente; Entender a saúde como um bem individual que deve ser garantido pela sociedade; Ler e interpretar desenhos, maquetes e fotografias; Estabelecer relações entre identidade individual, social e coletiva, relacionando o particular e o geral, construindo as noções de semelhanças, diferenças e continuidade; Conhecer a família e reconhecer seu papel na comunidade; Reconhecer e valorizar o papel da escola; Desenvolver noções de cidadania, conhecendo os direitos e deveres; Conhecer e comparar diversas formas de moradia; Identificar alguns documentos históricos e fontes de informação, discernindo suas funções; Saber observar sua comunidade lida com diversas manifestações da natureza, como exemplo a direção de um rio; Ser capaz de usar a ilustração quanto a linguagem oral para descrever e observar diversas paisagens; Conhecer e comparar ambientes da cidade: zona rural e zona urbana, suas características e propriedades; Identificar diversas formas de profissão e as funções exercidas por profissionais do nosso cotidiano; Identificar e conhecer as funções dos meios de comunicação e as diversas formas do homem se locomover no espaço. Desde o nascimento, a criança interage com o meio e faz parte das modificações que nele ocorrem.”

A filosofia está presente em nosso dia-dia e é de suma importância para o exercício da cidadania, pois sem reflexão filosófica nossas atitudes podem ser direcionadas por regras impostas e sem sentido, comprometendo nossa consciência com prejuízos inclusive psíquicos. A neurose sem dúvida é um dos reflexos de nossa existência impensada. Dessa forma, a filosofia está cada vez mais viva e deve fazer parte de nosso mundo como ferramenta imprescindível para uma postura crítica perante as situações que se apresentam, aliás cada dia mais complexas e difíceis de se entender, daí porque a popularização da filosofia como ciência e modo de reflexão da vida moderna deve ser incentivada e desenvolvida por todos. Pense nisso. A desestruturação da família, a desestabilização emocional, a permanente ameaça dos vícios, a falta de perspectivas, e outros males do século, têm provocado significativa mudança de valores nos homens e, muitas vezes, conduzido à inversão de valores. À escola, como um dos alicerces e talvez, um dos mais importantes redutos morais da sociedade, cabe a missão de preservar a formação do indivíduo em sua totalidade, visando ao bem-estar coletivo. Apesar das dificuldades, é na educação que a unidade se torna extremamente necessária. Isso porque, para os que trabalham com a educação, tal qual é concebida, unidade não quer dizer homogeneidade, mas resultado da harmonia entre os componentes heterogêneos. O indivíduo, desde a infância, deve aprender que o acesso à liberdade é o caminho a seguir. Entretanto, o homem só pode ser livre se for responsável. A permanência na escola deve oferecer essa lição indispensável. Assim, normas rígidas que impõem a disciplina, dispensam o aluno de assumir as conseqüências de seus atos. Portanto, formar e informar novas gerações exigem, acima de tudo, equilíbrio e maturidade.

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Presente em várias unidades escolares da rede pública de ensino, o laboratório de informática deve servir como fonte de conhecimento, estabelecendo relações entre os diversos eixos da matriz curricular, promovendo a interdisciplinaridade. Assim, estruturado em um ambiente de busca de conhecimento, tem como objetivo encorajar o uso de tecnologias de informação e comunicação, possibilitando a criação de novos relacionamentos nas escolas, instigando a aprendizagem e levando informações atuais e seguras a todos os que participam da vida escolar, colocando o “mundo” no espaço de aprendizagem. O professor de informática deve criar situações educacionais em o aluno possa explorar conteúdos significativos por meio de recursos tecnológicos, possibilitando diferentes formas de abordagem sobre temas específicos relacionados aos assuntos de sala de aula.

Objetivos Na Fase Inicial do Ensino Fundamental (1 ano), a informática educativa busca: • incentivar a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação nas atividades cotidianas; • desenvolver a percepção visual e auditiva, a coordenação motora, a memorização, a convivência em grupo, a inter-relação de pensamentos, idéias e conceitos, a utilização das linguagens como meio de expressão e comunicação. • propiciar, como elemento articulador de conteúdos curriculares, a aquisição de novos conhecimentos. • desenvolver a habilidade para organizar informações, levantar hipóteses e pensar estrategicamente. • desenvolver a capacidade de expressão por meio da criação, edição e exposição dos próprios projetos interdisciplinares, integrando textos, imagens, ferramentas de desenho e pintura, animações, efeitos especiais, recursos de som e vídeo. • ensinar valores importantes para a formação do “Cidadão do Futuro”.

Competências
• • • • • Uso da nomenclatura básica; Uso adequado do mouse e teclado; Uso de sites adequados para complementar as aulas; Uso de atividades lúdicas como forma de aprendizagem; Desenvolvimento da percepção visual e auditiva, a coordenação motora e memorização; Desenvolvimento das habilidades para organizar informações, levantar hipóteses e pensar estrategicamente;

Habilidades a serem desenvolvidas
• Saber fazer uso das tecnologias de informação e comunicação nas atividades cotidianas na escola ou em casa; Fazer uso das nomenclaturas adequadas quando tiver que comunicar sobre o que estiver utilizando no PC; Utilizar de forma autônoma o mouse e teclado; Saber escolher sites para suas pesquisas no seu cotidiano; Usar de forma segura os equipamentos com total habilidades de manuseio; Saber relatar passo a passo os caminhos utilizados para sua pesquisa; Interação com seu grupo de forma cooperativa, trabalhando coletivamente; Valorização das tecnologias; • • • • •

Eixo/conteúdos
O Computador e seus periféricos; Os softwares adequados à pesquisas escolares; A internet e os sites de relacionamentos; Nomenclaturas; Relacionamento em grupo;

• • • • • • •

A metodologia da área de Arte deve levar em conta as fases de desenvolvimento cognitivo de quem vai aprender. Segundo

Piaget, as crianças entre 6 e 10 anos de idade estão saindo do estágio pré-operacional e entrando no estágio representacional, começando assim a se interessar mais pelo mundo a seu redor do que por si mesma. Isso concede-nos parâmetros sobre o que elas são capazes de fazer: • dominar alguns instrumentos de arte; • criar símbolos e representações; • compreender o processo de expressão e criação. A arte deve ser entendida como conhecimento e linguagem. Por meio da arte, temos acesso aos sentimentos e aos pensamentos das comunidades de qualquer época, povo, cultura ou país. A arte é uma linguagem, cujo sistema de representação utiliza principalmente signos não verbais (cor, luz, forma, som, gesto, movimento, etc.) com os quais o artista/aluno, com alguma intenção, compõe uma obra atribuindo significado a esses elementos. Assim, o professor é um alfabetizador artístico/estético, o mediador entre arte e aluno. Seu objetivo maior será tornar seus alunos leitores e produtores de textos visuais, pictóricos, musicais, cênicos e gestuais, conhecedores, portanto, de uma parcela da produção artística realizada desde que o ser humano habita o planeta. Espera-se que os alunos, progressivamente, adquiram competências de sensibilidade e de cognição em Artes Visuais, Dança, Música e Teatro, diante de sua produção e no contato com o patrimônio artístico, exercitando sua cidadania cultural com qualidade. O aluno poderá desenvolver seu conhecimento estético e sua competência artística nas diversas linguagens da área Arte, para que possa progressivamente, apreciar,desfrutar, valorizar e emitir juízo sobre os bens artísticos de distintos povos e culturas produzidos ao longo da história e da contemporaneidade.

O objetivo principal da educação física escolar do 1º ano em nossa rede é dar a oportunidade para que todos os alunos desenvolvam suas potencialidades, de forma democrática e não seletiva, visando a seu aprimoramento como seres humanos. Nesse sentido, cabe ressaltar que os alunos que apresentam deficiências físicas não devem ser privados das aulas de Educação Física. Independentemente de qual seja o conteúdo escolhido, os processos de ensino e aprendizagem devem considerar as características dos alunos em todas as suas dimensões (cognitiva, corporal, afetiva, ética, estética, de relação interpessoal e inserção social). Seja num jogo recreativo, pré-desportivo ou numa dança, o aluno deve aprender, além das técnicas de execução, a discutir as regras e estratégias, apreciá-los criticamente, ressignificá-los e recriá-los. A educação física escolar deve permitir que se vivenciem diferentes práticas corporais advindas das mais diversas manifestações culturais e se enxergue como essa variada combinação de influências está presente na vida cotidiana, contribuindo para a adoção de uma postura não-preconceituosa e discriminatória diante das manifestações e expressões dos diferentes grupos étnicos e sociais e das pessoas de que dele fazem parte. Outro aspecto fundamental é o conhecimento sobre o próprio corpo, seu processo de crescimento e desenvolvimento, que são construídos concomitantemente com o desenvolvimento de práticas corporais, ao mesmo tempo que dão subsídios para o cultivo de bons hábitos de alimentação, higiene e atividade corporal e para o desenvolvimento das potencialidades corporais do indivíduo, permitindo compreendê-los como direitos humanos fundamentais. Sugerimos que o professor adote uma visão ampla da educação física escolar, transitando pelos diversos conteúdos propostos ( jogos, atividades rítmicas e expressivas, conhecimentos sobre o corpo), dentro de um contexto cooperativo, social e de autonomia.

Competências
• Respeito às diferenças. • Respeito à própria produção, à do outro à produção artística em geral. Desenvolvimento da autonomia na orientação espacial e temporal. • Cuidado na utilização de materiais de trabalho e organização pessoal. Uso do diálogo como forma de resolução de problemas e/ou conflitos. • Cuidado com o próprio corpo e dos colegas no contato com o suporte e materiais de artes. • Respeito e valorização do seu próprio corpo como forma de expressão • Desenvolvimento da criatividade, sensibilidade, atenção e prontidão bem como noções de valores. • Valorização das próprias produções, de outras crianças e da produção de arte em geral. • Valorização, sensibilização familiarização com a linguagem musical. • Valorização dos sons do ambiente, do cotidiano, percebendo o que pode ser mais saudável, levando à qualidade de vida. • Valorização da voz e do corpo como instrumentos de comunicação. • Valorização dos elementos da cultura popular brasileira.

Habilidades a serem desenvolvidas
• Observação das formas produzidas; • Experimentação e utilização de materiais e técnicas diversas (pincéis, lápis, giz de cera, papéis, argila, tintas diversas). • Exploração do espaço, observando proporção. • Exploração das competências corporais e de criação dramática. • Utilização da expressão como forma de comunicação. • Experimentação e articulação entre as expressões corporais e plásticas. • Exploração de texturas observando seus efeitos na produção artística. • Exploração e experimentação de sucatas na criação de montagens tridimensionais. • Observação do fazer artístico por meio do uso de materiais diversos e suas reações. • Uso do movimento do corpo como forma de expressão. • Experimentação de materiais diversificados bem como o conhecimento de suas possibilidades nas produções individuais e grupais. • Exploração e uso das cores nas produções artísticas. • Interação com teatro de fantoches. • Reconhecimento dos diferentes tecidos que constituem o corpo e suas funções. • Experimentação das ações básicas do movimento ( socar, pontuar, sacudir, torcer, deslizar, flutuar, pressionar ). • Interação com músicas de diferentes gêneros, estilos, épocas e culturas. • Audição, observação e demonstração das propriedades do som (duração) por meio de jogos, brinquedos cantados, brincadeiras e sonorização de histórias.

Eixo/conteúdos
TEATRO • Jogos Dramáticos • Expressão corporal, gestual, facial e plástica • Fantoches ARTES VISUAIS • Elementos da composição visual o Cores, texturas, formas bidimensionais e tridimensionais. • Montagem e colagem DANÇA • Percepção corporal • Ações básicas do movimento MÚSICA • Som e silêncio. • Formação de repertório • Manifestações folclóricas: jogos, canções, brinquedos cantados, parlendas, danças, etc. • Identificação da propriedade do som: duração.

Plano de Curso Anual - 1° ano Apresentação, Objetivos Principais, Habilidades, Competências e Eixo/Conteúdos: Linguagem .............................................................................................................................................04 Matemática.............................................................................................................................................07 Ciências Naturais e Sociais .................................................................................................................10 Arte................................................................................................................................................. ........13 Educação física....................................................................... ........................................................... ....15 Informática Educativa............................................................................................................................18 Filosofia .............................................................................................. ................. ................................20

SEDUC Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Lazer

Escola Municipal Andrade Figueira
Ano letivo 2012 Plano de Curso do 1º ano do Ensino Fundamental “Classe de Alfabetização” Autoria: Professora

Luciana de Oliveira Bastos Abreu

Orientação Pedagógica: Aline Direção: Ana Maria, Luciana e Neide