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ELES PRECISAM DE CRISTO A PAZ QUE LIBERTA MIQUÉIAS 5.4B E 5A (NTLH)

I – PORQUE EM CRISTO RENASCE A ESPERANÇA 1. A vinda de Cristo foi para o seu povo o renascer da esperança; se o seu primeiro povo não aceitou a paz que liberta, o seu segundo povo, os gentios, soube muito bem valorizá-lo. 2. A profecia inicial, ou, o povo da profecia é realmente Israel; mas Deus não deixou de fora os demais povos do alcance da esperança (Mt 28.19). 3. O povo rebelde seria entregue para sofrer entre as nações (v.3 a), mas em seu tempo, viria da mulher Aquele que traria esperança. 4. A esperança trata do retorno: “Então os israelitas que estão no cativeiro voltarão a se reunir com os seus patrícios na Terra Prometida” (v.3b) (NTLH). A volta do povo aconteceu em momentos sucessivos: Zorobabel, Esdras, Neemias, ONU. 5. A paz não é privilégio apenas do povo da promessa, mas é uma promessa para todos os povos.

II – PORQUE EM CRISTO RENASCE A TRANQUILIDADE DA ALMA 1. O retorno para casa é também o retorno da tranquilidade da alma; como é bom retornar para casa, seja depois de um dia de trabalho ou de um dia de lazer. 2. A vinda do Messias seria para dar tranquilidade ao seu povo sofrido: “O rei virá e será o pastor do seu povo” (v.4 a). Depois de sofrer entre os povos o povo retornaria a ser apascentado pelo seu pastor. 3. O povo poderia, com alegria, voltar a recitar o salmo davídico. O povo poderia dizer e cantar: “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará (...) refrigera a minha alma”. 4. O Pastor do seu povo o apascentaria com força e doçura. Na força da autoridade do Senhor, mas na doçura de Alguém manso e humilde de coração. 5. O povo do Senhor passaria a viver em segurança; a segurança proporciona tranquilidade à nossa alma. A tranquilidade da alma faz a

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igreja cantar: “Que segurança, sou de Jesus, e já desfruto o gozo da luz”. 6. É este gozo, é esta tranquilidade da alma que precisamos transmitir para os povos. Os povos precisam também da tranquilidade que já alcançamos.

III – PORQUE EM CRISTO RENASCE A PAZ É POSSÍVEL

1. Paz e tranquilidade eram o que Jesus queria proporcionar a Jerusalém: “Jerusalém, Jerusalém (...) quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas” (Mt 23.37). 2. O profeta fala de um tempo de paz: “E ele trará a paz” (v.5). Jesus disse aos seus discípulos: “A minha paz vos dou”. 3. A igreja sabe que Jesus é lugar de segurança e paz; por isso canta: “Abrigado em meu Jesus, Há descanso e paz; Tenho paz e perdão e prazer” (320 CC). Canta ainda: “Se paz a mais doce puder desfrutar” (HCC). Cantar 347 CC 4. A paz que Jesus oferece e a paz que excede todo o entendimento. Paulo soube muito bem como expressar esta paz (Fp 4.4-13). 5. A paz que liberta é a proposta de paz que a igreja oferece; não que a igreja concede a paz, mas a igreja para o mundo é o canal de paz. Assim foi com os discípulos, assim é com a igreja (Mt 10.12,13). 6. A igreja faz missões porque sabe do sofrimento dos povos e das nações; a igreja sabe que ELES PRECISAM DE CRISTO, A PAZ QUE LIBERTA.

Amém

Pr. Eli da Rocha Silva 29/04/2012 – Igreja Batista em Jd. Helena – S. Paulo -SP