Riva Moutinho
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Crônica da Matrix
‐ O Reino Heu´s – 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
E‐Book 

 
Editoração: 
Riva Moutinho 
 
Revisão:  
Henrique Willer 

 
BH – novembro e dezembro / 2007 

 
 
 
 
 

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AGRADECIMENTOS
Agradeço a Deus por ter me feito um ser tão inadequado e por me
contemplar, diariamente, com um olhar tão cheio de Graça.
Agradeço a minha esposa pelo incentivo para que
eu expusesse meus manuscritos e por ser
uma esposa/mãe tão dedicada.
Agradeço ao meu filho, que mesmo sem falar uma palavra ainda,
tem me ensinado muitas lições apenas sorrindo.
Agradeço aos meus pais e a minha irmã pela paciência durante
esta jornada da vida e, inclusive, pela falta dela,
pois em ambos tenho aprendido lições.
Agradeço ao maninho Henrique que revisou várias vezes,
com tanto zelo, paciência e amor este texto
para que ao final, nascesse este e-book

NOTA DO AUTOR
Nasci e cresci na RELIGIÃO, mas foi à leitura da Bíblia que me gerou dúvidas sobre a
veracidade de tudo aquilo que tentavam me ensinar dos púlpitos.
Tentei segui-la, mas a FALTA de sustentabilidade das regras pronunciadas e a
exposição das minhas opiniões frente a isto me transformaram num rebelde.
Caminhei por um bom tempo sem saber se em algum momento encontraria pessoas
que buscariam apenas conhecer A VERDADE e conscientizar-se dela.
O Reino Heu´s existe e possui bilhões de pessoas vivendo nele.
Separar a verdade de DEUS entre as sandices dos HOMENS é simples:
Basta ler o EVANGELHO.
Crer na verdade que ALI ESTÁ, é mais difícil,
pois requer que o indivíduo se LIVRE de todo fardo religioso que carrega.

Dedico este E‐Book 
a minha esposa e  
ao meu filho 

CRÔNICA DA MATRIX – O Reino Heu´s 
A verdade em ficção

 

INTRODUÇÃO 
Enquanto o mundo real conta seus dias para o fim, uma estrutura muito
bem organizada, dividida em vários segmentos e com diversos nomes, levanta
a bandeira da salvação eterna por meio dela.
Em dado momento da história, brigas internas dentro da estrutura,
originaram outras que proliferaram com a força de uma epidemia. E vivendo
num tempo comandado pelo poder e dinheiro, perceberam que o
aprisionamento de milhões de pessoas, através do redirecionamento da fé,
gerava lucros cada vez maiores e status de ídolos que forneciam cada vez
mais poder terreno.
No centro do egocentrismo humano, Dhevilh encontrou a fórmula ideal
para criar seu novo fruto, que, sem esforço algum, seria amplamente
devorado. Assim surgiu Heu´s, uma realidade virtual que comanda
comportamentos, opiniões, idéias e vontades de seus seguidores.
Heu´s é dirigida por nababos regionais que têm suas forças ampliadas
diariamente mediante a adulteração de verdades. Transvestem Dhevilh, em
God; a fim de manterem sob seus domínios o maior número possível de
crédulos e, assim, disseminam regras e métodos que precisam ser seguidos
para que o Paraíso seja alcançado.
Nababos pregam o engodo da realização de sacrifícios humanos para
recebimento de bênçãos celestiais, classificam erros em maiores e menores,
se autodenominam como vozes de God na terra e, enquanto engordam os
cofres, adoecem milhares de vida com a culpa, o medo e mentiras que se
maquiam em verdades.

 

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CRÔNICA DA MATRIX – O Reino Heu´s 
A verdade em ficção

Em meio ao estado caótico, movimentos surgiram com o propósito de
devolverem as pessoas à realidade, buscando conscientizá-las que a verdade
do Evangelho de God não condiz com as leis ensinadas em Heu´s. Tais
movimentos foram considerados como rebeldes pelos nababos que passaram a
intimidar qualquer crédulo que tentasse falar sobre os ensinamentos destes
movimentos em seus Templos.
Crédulos de Heu´s que se rebelam são conduzidos à sala do nababo
regional a fim de serem amedrontados ou, então, são perseguidos, com o
propósito de não continuarem disseminando a lucidez.
O movimento mais crescente foi chamado de Cathedral. Localizado fora
de Heu´s, Cathedral, apesar do nome, não é um lugar físico. É uma
consciência da realidade, sustentada sobre a proposta inegociável do
Evangelho de God. O aumento crescente deste ajuntamento tem gerado a ira
dos nababos que buscam, através de todos os meios, impedirem este
crescimento e, por conseguinte, a manutenção de Heu´s.
Em algum momento de nossa época, uma publicação afixada em
Cathedral gerou o ódio de um dos nababos regionais, chamado Linesh. As
poucas palavras existentes naquela publicação foram suficientes para causar a
ira de Linesh, que mostraram com clareza a face real-asquerosa que se
esconde por trás da máscara de uma piedade tão hipócrita quanto as que
existiam em Jerusalém a dois mil anos atrás.

 

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CRÔNICA DA MATRIX – O Reino Heu´s 
A verdade em ficção

EPISÓDIO I

Caçando sem máscara
Sollo era um dos habitantes de Heu´s considerado rebelde. Suas
opiniões sempre causaram mal-estar aos nababos. Há pouco tempo, passou a
visitar um dos templos de Heu´s, este dirigido por Linesh. No entanto
encontrou ali a mesmice de outros templos: o mal maligno, o cinismo
descarado, a hipnose eficiente.
Poucos dias após a publicação em Cathedral, um dos capangas do
nababo Linesh, chamado Pelegoh, visualizou-a e, prontamente, avisou seu
chefe que, analisando o cadastro no sistema, encontrou os dados de Sollo.
Sollo estava de passagem pela casa de seus pais quando foi
surpreendido com o telefonema do nababo. Do outro lado da linha um homem
totalmente diferente do que estava acostumado a ver sobre os palcos. Com
altivez e presunção, gritava querendo explicações sobre a publicação
encontrada por seu fiel bajulador.
Intimidava Sollo dizendo que outros nababos, citados naquela
publicação, estavam furiosos e, que, estavam atrás dele também. “Olha, o
nababo Suithcaseh é diferente de mim. Quando ele vai contra uma pessoa ele
arranca até as cuecas.” No meio da conversa, exigia que Sollo escrevesse
outra publicação com as palavras “eu menti” e a enviasse ao seu Templo para
que pudesse ser publicada em Heu´s, e que comparecesse a sua sala,
impreterivelmente, naquela noite.
Pouco mais tarde, os capangas Pelegoh e Kpaxoh ligam para Sollo a fim
de pressioná-lo. Sollo, no entanto, não atende as pressões: não faz uma nova
publicação, e tampouco confirma se irá à sala do nababo.

 

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A verdade em ficção

As horas passam e o nababo não consegue uma confirmação sobre a
presença de Sollo em sua sala. A publicação continua causando estardalhaços.
O Templo de Linesh em Heu´s corre perigo. Se nenhuma atitude for
demonstrada, crédulos poderão escapar de Heu´s, enfraquecendo o poder de
Linesh perante os outros nababos.
Custe o que custar, Linesh não deixará que Sollo continue falando sobre
Heu´s impunemente. Custe o que custar, Linesh não perderá sua posição de
Totem perante seus crédulos.
Linesh fecha os olhos... clama pela presença do Arquiteto de Heu´s.
Relata todos os feitos realizado por ele, até o momento, para o expansionismo
de Heu´s, mostra dados numéricos de seu Templo, sua posição perante os
outros nababos e pede a Dhevilh uma maneira de pressionar a Sollo.
Dhevilh é o Arquiteto que coordena a todos os nababos. A subserviência
a ele vem em troca de status, poder, dinheiro. Uma vez rendido a Dhevilh,
estabelece-se um santuário de devoção no interior do, então, servo e,
finalmente, o servo torna-se um nababo, ajudando na manutenção e na
proliferação da Matrix Heu´s.
O coração de Linesh arde. Seus olhos se abrem fixando o nada. A
mensagem foi compreendida e, agora, sua mente encontra o caminho que
faltava.
Com o plano traçado na mente, Linesh pega o telefone.

 

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A verdade em ficção

EPISÓDIO II

Pelo lado mais frágil
Com enxofre na corrente sanguínea, Linesh procura a esposa de Sollo a
fim de satisfazer a perversidade que o contamina. A tática sórdida se opõe
aos ensinamentos que são passados nos templos de Heu´s: enquanto
discursam, para seus crédulos, sobre o cuidado que precisam ter pela parte
mais frágil da criação: a mulher; por outro lado, a fim de satisfazerem seus
desejos nocivos, planejam seus ataques sobre o mesmo lado frágil, na busca
maligna de desestabilizar o homem e conseguir seus propósitos... sejam eles
quais forem. E para se conseguir tais propósitos não importa o nível de
parentesco ou a idade do alvo. Importa que os resultados esperados sejam
alcançados e que Heu´s permaneça a salvo.
É com esta malignidade no coração que, por telefone, Linesh, lança sua
linha de ataque: “Seu marido é um maníaco.” “Você não conhece a pessoa
que dorme com você.” E segue com os tormentos psicológicos com o único
objetivo de desestabilizar Sollo e tê-lo em sua sala.
Os ataques de Linesh surtem efeitos e, diante do estado em que se
encontrava sua esposa, Sollo não tem outra opção a não ser ir à sala do
nababo, em um dos Templos em Heu´s.
Espaçosa e confortável, a sala do nababo Linesh possui duas partes
separadas por uma porta de vidro corrediça, que impede a visão da mesa do
escritório, quando está fechada. No segundo cômodo, sofás caros e
confortáveis, e um magnífico banquete compõem o ambiente.
Alguns capangas começam a entrar na sala: um deles é Haragon que
busca informar a Sollo sobre o tipo de maldição a qual estaria sujeito por ter
escrito tal coisa. Em Heu´s, os crédulos vivem sobre a tutela ameaçadora 

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pseudo-celestial dos nababos. A desobediência as regras dos nababos, que
supostamente seriam as de God, mas que não passam de desejos
egocêntricos-gananciosos maquiados com a pseudo verdade de um dogma
adulterado, enfurece-os, fazendo-os lançarem sobre o desobediente toda
sorte de maldade para a alma, revelando a total ausência de misericórdia e da
Graça que é tão presente em God.
Pelegoh e Kpaxoh chegam à sala; o aprendiz Xantlher inicia suas
observações e a chefe de segurança maquiada de sacerdotisa, Phandha,
finaliza o grupo.
Enquanto o nababo finaliza uma conversa do outro lado da sala, Sollo
recebe as “carícias” preliminares do que estaria para vir: Intimidações,
ameaças, maldições...
Pelegoh parece ser o mais novo entre todos, mas já aprendeu a utilizar
a dose certa da maldade. Senta-se no sofá, próximo a Sollo, com ar de
soberania. Se diz profundamente decepcionado e numa troca de conversas
maquiavélicas com Kpaxoh, sugere que Sollo tem alguma coisa contra Linesh.
A atmosfera da sala é densa.
O nababo adentra a sala.

 

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EPISÓDIO III

Seja cego, surdo e burro... ou morra
Nababo Linesh não cumprimenta. Inicia a conversa lendo, linha a linha,
o texto escrito por Sollo. A cada frase lida surgem novas ameaças, a cada
parágrafo uma nova ostentação é proferida: “Eu dei uma palestra na
formatura de policiais federais... olha bem, FE-DE-RAIS!!!” diz o nababo
Linesh. “Temos pessoas aqui das forças armadas.” diz o capanga Kpaxoh. “Há
advogados e até juízes aqui”, diz outro capanga.
Relatos transcritos por Sollo e que foram reportagens em jornais locais,
são, agora, afirmados como mentiras segundo o nababo. Até o que a Justiça
disse ser verdade, Linesh afirmava ser mentira. “Eu que sou uma pessoa
tranqüila, senão eu já tinha partido pra cima de você e te quebrado a cara.”
Continua o nababo: “Eu poderia armar pra você. Colocar alguém esperando
você na porta da sua casa pra te dar uma surra. Você nem iria saber.”
Para que nenhuma maldade acontecesse e o perdão de Linesh fosse
concedido, Sollo precisaria se submeter e aparecer publicamente com Linesh
em seu Templo em Heu´s e, perante os crédulos da Matrix, teria que afirmar
ser mentira tudo o que havia sido escrito por ele. Sollo ainda precisaria
escrever um texto que, obrigatoriamente, precisaria conter as palavras “eu
menti” para que Linesh o divulgasse por toda Heu´s.
Tamanha “generosidade” foi contestada pela segurança-sacerdotisa
Phandha: “Ah meu nababo, o senhor é muito bom! Se fosse comigo seria
diferente.” Olhando para Sollo ameaça-o: “Mandaria um pessoal te pegar e
faria um negócio tão perfeito que ninguém iria saber”.
Sollo ouve a tudo em silêncio, enquanto resguarda sua mente de toda
malignidade lançada. Ele fecha os olhos de sua alma, enquanto seus
 

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CRÔNICA DA MATRIX – O Reino Heu´s 
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pensamentos trazem conselhos: “Não revide” “Deixem crer, em seus
corações, que suas perversidades alcançaram seus propósitos.”
Sollo não se omite quando perguntado sobre a autoria da publicação.
“Você escreveu isso”, pergunta Linesh após terminar a leitura. “Meu nome
está aí. Claro que fui eu.” responde Sollo.
Em dado momento, o nababo Linesh, reproduz uma provável conversa
com o nababo Suithcaseh, pela manhã, para o capanga Pelegoh, em alta voz:
“Quem é esse cafajeste que escreveu isso. É membro do seu Templo, Linesh?”
Sollo permanece em silêncio. Não está amedrontado depois de passar
por tantos tormentos psicológicos... Seu comportamento incomoda a todos.
Linesh levanta-se do sofá.

 

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EPISÓDIO IV

No banquete dos piedosos
Vestindo ainda o terno que usara no culto no seu Templo, Linesh retira
sua gravata, guarda-a no bolso do paletó e senta-se à mesa do banquete e,
mesmo em meio a mordidas em mini-sanduiches e salgados, continua sua
busca em causar medo em Sollo.
Xantlher reinicia a leitura da publicação, pedindo a confirmação da
autoria de cada parágrafo a Sollo, enquanto o resto do bando se delicia com o
banquete.
Surras. Armadilhas. Atentado. Morte. No banquete dos piedosos o
lanche mais saboroso é o da hipocrisia, da máscara, do engodo...
Buscaram disseminar o medo. Buscaram intimidar com toda sorte de
perversidades. Buscaram atingir a parte mais frágil. Agora, no entanto,
reúnem-se em círculo na sala para render uma oração ao seu God
transvestido, e não poderia ser a outro, pois God não aceita a máscara
perversa que busca apenas expandir o reino de Heu´s, iludindo corações e
mentes, e adulterando o Evangelho.
No outro dia que se inicia as paredes não confessarão as sandices e
tampouco os crédulos saberão a verdade. E se souberem... crerão?!
Nos dias que se seguem, Linesh e sua assistente continuam a
pressionar, através de ligações telefônicas direcionadas a esposa de Sollo,
para que ele escreva o texto e apareça publicamente no Templo em Heu´s.
Diante das recusas de Sollo, Linesh, do seu Templo e sob o seu palco de
vanglória, perante todos os crédulos, profere palavras afirmando ser Sollo
 

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uma pessoa má, um rebelde que encontrará a ira de God (aqui entenda-se:
God transvestido).
Excluem Sollo do Templo em Heu´s, mas apenas para demonstrar aos
crédulos o que acontece quando “alguém se levanta contra um ungido de
God” (aqui entenda-se: Dhevilh), como eles dizem. Assim, os crédulos
permanecem alienados a Matrix, acreditando ser esta realidade virtual, a
porta de entrada para o Paraíso Sagrado.

...

Sollo continuará a falar sobre a Verdade que desmascara a todos os
nababos. Infelizmente, mesmo assim, muitos preferirão o prazer humano
gerado pelo carisma manipulador do que a revelação das perversidades dos
corações dos nababos e a verdade inegociável do Evangelho de God.
Assim crédulos deixarão de ser crentes e passarão a ser cúmplices.
Cúmplices da maldade. E por se omitirem ante a verdade, levarão a outros a
viverem na Matrix.
Heu´s continuará a existir.
Porém, ELE, ainda virá e nenhum perverso ou cúmplice, ou crédulo do
engano, ou descrente da verdade escapará de estar face a face com aquele
que é a VERDADE.

 

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“PÓSFÁCIO”
Em Heu´s milagre é natural, Graça é recompensa, fé é tangível,
dinheiro é poder, enganação é status, mentira é pregação, verdade é poeira
que se esconde debaixo do tapete, crédulos que tentam se libertar são
rebeldes, crédulos libertos são inimigos, manipulação é teologia.
Libertar-se do poder dos nababos é perceber que a verdade-mentira
criada não se fundamenta em nenhum concreto da soberana Verdade. É
desacreditar no evangelho do marketing que produz uma aparência piedosa,
utilizando-se de um carisma aproveitador, baseando bênçãos recebidas como
recompensa dos esforços humanos realizados. É compreender que não há
mandingas, que não há santos e profanos, puros e impuros terrenos; antes,
“todos pecaram e destituídos estão da Glória de Deus”, e que o Evangelho
precisa ser lido e não apenas carregado pelas mãos.
Libertar-se de Heu´s é conhecer God (leia-se: Deus) através de seu
Evangelho, lendo-o e guardando-o no coração. O Jesus que o Evangelho
mostra é um Deus inclusivo que, traz para junto de si, a prostituta, o cobrador
de impostos, a mulher samaritana, publicanos, pecadores... Um Deus que não
cobra por seus “serviços”, mas que acolhe a todos com um amor tão infinito e
absoluto que o próprio coração humano não consegue totalizá-lo.
Todas as ações de Deus geram VIDA... e VIDA ABUNDANTE. Em Lázaro,
em Pedro, no endemoniado de Cafarnaum, em Zaqueu, em Davi, em Jonas,
em Paulo...em você... em mim. Por amor, em amor, com amor... só amor.
Por isto que o mundo não o entendeu e nem o entenderá: pois acredita
na lei do faça por merecer, do torne-se digno...

 

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CRÔNICA DA MATRIX – O Reino Heu´s 
A verdade em ficção

A Lei do Amor, só quem é o AMOR pode ensinar e só quem está NELE
pode aprender.
Na cruz, ELE, tornou-se sacrifício... absoluto, e demonstrou a
profundidade deste amor. Para aquele que Nele crê não há maldições a serem
quebradas, e nem correntes de tantos dias a serem cumpridas, bem como
nenhuma sorte de mandingas como caminhar por um vale de sal, ou untar a
casa com óleo, ou carregar rosas ungidas, cajados de autoridade, seguir um
cortejo atrás de uma imagem, acender velas, rezar para almas de mortos... e
tantas outras coisas.
É discernir com a Verdade o sofisma das religiões.
Libertar-se é uma decisão pessoal.
Crer no Evangelho de Jesus também.

***

Seja Feliz Sempre! 
 

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