Profa. Msc.

Carolina Doranti Tiritan Claretiano polo de Rio Claro-SP

 Importância do tema

 Principais conceitos:
 Relação Homem x Natureza  Desenvolvimento Econômico  Produção de Energia  Impactos Sócio-ambientais

 Uma breve conclusão.

 Sabemos que a geografia é a ciência que estuda as

relações do homem com o ambiente que o cerca, seja ele natural ou artificial.  Na natureza, há uma forte relação de dependência entre as espécies, sendo ela direta ou indireta

luz solar. nutrientes do solo etc. (indireta) . A sobrevivência das formigas não depende apenas das folhas das arvores mas também de outros fatores que ajudarão na decomposição das folhas dentro do formigueiro (direta)  Alem disso a roseira também depende de fatores externos para sua sobrevivência. como água.

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 Contudo esse domínio do homem sobre a natureza tem trazido conseqüências catastróficas para ele mesmo  Grandes catástrofes tem sido causadas principalmente pelo desenvolvimento econômico desenfreado. o que tem feito com que o homem se conscientize dos problemas ambientais. O homem é considerado uma espécie impar por ser o único a dominar a natureza. . como o fogo e a eletricidade entre outras coisas.

SC. foto: wordpress Vale do Itajaí . em Ilha Grande-RJ. decada de 60.Blumenau-SC. foto: G1 Rio de Janeiro. Foto: James Tavares 26.nov. Foto por Jadson Marques/AE .2008/Secom Pousada Sankay.

Poluição do Ar .

Poluição dos rios e do solo fonte das fotos: wordpress e ambientevrsa .

nos planos e programas governamentais bem como em tratados internacionais. os impactos ambientais foram se ampliando em interatividade e extensão. .  A medida que o homem começa a desenvolver novas tecnologias e amplia seu domínio sobre os elementos e a natureza em geral. via de regra. é abordada nos discursos políticos. Hoje em dia a questão do desenvolvimento.

 E os países desenvolvidos objetivam manter o desenvolvimento alcançado ou aumentar ainda mais seu poder econômico. A promoção do crescimento econômico é a aspiração geral da grande maioria da população nos países em desenvolvimento e o desempenho das lideranças políticas é julgado por seu sucesso em consegui-lo. .

 As agressões do homem ao meio ambiente intensificaram-se devido ao aumento populacional e ao grande aumento no consumo per capita. principalmente nos países industrializados. . No passado as mudanças causadas pela ação do homem eram insignificantes até a Revolução Industrial no final do século XIX e XX.

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 Os principais problemas ambientais resultantes desse crescimento: ESCALA PROBLEMA PRINCIPAL CAUSA Poluição Urbana do ar uso dos combustíveis fósseis para o transporte LOCAL Poluição do ar em ambientes fechados Uso de combustíveis sólidos pra aquecimento e cocção REGIONAL Chuva ácida Efeito Estufa Emissões de enxofre e nitrogênio. matéria particulada. e ozônio na queima de combustíveis fósseis Emissões de CO2 na queima de combustíveis fósseis Produção de lenha e carvão vegetal e expansão da fronteira agrícola GLOBAL Desmatamento Degradação costeira e Transporte de combustíveis fósseis marinha .

agricultura e até mesmo turismo. De modo geral todos os problemas tem várias causas tais como o aumento populacional. indústria.  As principais fontes de poluição e emissões são:  Produção de eletricidade  Transporte  Indústria  Construções  Desmatamento . além das mudanças no padrão de consumo. transporte.

. pois muitas das formas de produção causam ou podem causar muitos danos ao meio ambiente. é uma das grandes preocupações. O consumo de energia.

*TEP: Toneladas equilaventes de petróleo .

. A produção de eletricidade é responsável por aproximadamente um terço do consumo de energia primaria mundial  e as tendências indicam que essa contribuição vai aumentar nas próximas décadas.

chegando a representar. no início dos anos 70. . e deverá manter-se expressiva por várias décadas.  Embora declinante ao longo do tempo. sua participação nesse consumo ainda representa cerca de 43%. segundo a Agência Internacional de Energia (2003). Petróleo  Durante muitas décadas. o petróleo foi o grande propulsor da economia internacional. quase 50% do consumo mundial de energia primária.

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o petróleo ainda é responsável por aproximadamente 7.9% de toda a eletricidade gerada no mundo . Além de predominante no setor de transportes. o petróleo ainda é o principal responsável pela geração de energia elétrica em diversos países do mundo.  Apesar da expansão recente da hidreletricidade e da diversificação das fontes de geração de energia elétrica verificadas nas últimas décadas.

Consumo de Petróleo no mundo em 2004 (milhões de toneladas) .

 Aproximadamente 47% da energia elétrica gerada em usinas termelétricas . turbinas e motores de combustão interna. que utilizam derivados de petróleo. estão concentrados em seis países.  A utilização de caldeiras e turbinas é similar aos demais processos térmicos de geração e se aplica ao atendimento de cargas de ponta e/ou aproveitamento de resíduos do refino de petróleo. . A geração de energia elétrica a partir de derivados de petróleo ocorre por meio da queima desses combustíveis em caldeiras.

Capacidade instalada das plantas termelétricas a derivados de petróleo e parcela da geração de eletricidade nos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) .

o carvão ainda é uma importante fonte de energia.9% de todo o consumo mundial de energia e de 39. Carvão  Em termos de participação na matriz energética mundial.  No âmbito mundial. o carvão é atualmente responsável por cerca de 7. apesar dos graves impactos sobre o meio ambiente.1% de toda a energia elétrica gerada. segundo o Balanço Energético Nacional (2003). .

relativamente a outros combustíveis .  distribuição geográfica das reservas. As principais razões para isso são as seguintes:  abundância das reservas.  baixos custos e estabilidade nos preços.

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em relação a outros combustíveis fósseis. CO2 hidrogênio. . os baixos índices de odor e de contaminantes.  Ainda. em comparação a outros combustíveis fósseis. Gás Natural  As principais propriedades do gás natural são a sua densidade em relação ao ar. o gás natural apresenta maior flexibilidade. o ponto de orvalho da água e dos hidrocarbonetos e os teores de carbono. oxigênio e compostos sulfurosos. tanto em termos de transporte como de aproveitamento. o poder calorífico. rápida dispersão em caso de vazamentos.  Outras características intrínsecas importantes são os baixos índices de emissão de poluentes.

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3% de toda a eletricidade gerada no mundo. 2003) . sendo responsável por cerca de 18. a participação do gás natural no consumo mundial de energia é atualmente da ordem de 16.3%.  A participação do gás natural na matriz energética brasileira ainda é pouco expressiva. Segundo a Agência Internacional de Energia. da ordem de 5.6% do consumo final (MME.

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seja no atendimento das diversas demandas da economia – atividades industriais. comerciais e de serviços – ou da própria sociedade. devidamente acopladas a um gerador  A contribuição da energia hidráulica ao desenvolvimento econômico do País tem sido expressiva. agrícolas. seja na melhoria do conforto das habitações e da qualidade de vida das pessoas . Energia Hidráulica  O aproveitamento da energia hidráulica para geração de energia elétrica é feito por meio do uso de turbinas hidráulicas.

 A contribuição da energia hidráulica na matriz energética nacional. Brasil. Estados Unidos e Rússia.  Em termos absolutos. . China. é da ordem de 14%. participando com quase 83% de toda a energia elétrica gerada no País. respectivamente. segundo o Balanço Energético Nacional. os cinco maiores produtores de energia hidrelétrica no mundo são Canadá.

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 Energia Nuclear
 A energia nuclear ou nucleoelétrica é proveniente da

fissão do urânio em reator nuclear. Apesar da complexidade de uma usina nuclear, seu princípio de funcionamento é similar ao de uma termelétrica convencional, onde o calor gerado pela queima de um combustível produz vapor, que aciona uma turbina, acoplada a um gerador de corrente elétrica

com capacidade nominal da ordem de 600 MW. o Governo Brasileiro decidiu ingressar na geração termonuclear.  Na época. cogitava-se a necessidade de complementação térmica para o suprimento de eletricidade no Rio de Janeiro. então. No final dos anos 1960. visando a conhecer melhor essa tecnologia e a adquirir experiências para um futuro supostamente promissor da opção nuclear. que hoje opera em 1365 MW. que essa complementação ocorresse por meio da construção de uma usina nuclear (Angra I).  Decidiu-se. na cidade de Angra dos Reis – RJ.  Em 2000 foi inaugurada a usina de Angra II. a exemplo do que ocorria em vários outros países. .

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. para a geração de eletricidade. Energia Eólica  Denomina-se energia eólica a energia cinética contida nas massas de ar em movimento (vento).  Seu aproveitamento ocorre por meio da conversão da energia cinética de translação em energia cinética de rotação. ou cataventos (e moinhos). com o emprego de turbinas eólicas. também denominadas aerogeradores. para trabalhos mecânicos como bombeamento d’água.

é que houve interesse e investimentos suficientes para viabilizar o desenvolvimento e aplicação de equipamentos em escala comercial. Assim como a energia hidráulica.  Para a geração de eletricidade. mas somente com a crise internacional do petróleo. moagem de grãos e outras aplicações que envolvem energia mecânica. . a saber: bombeamento de água. a energia eólica é utilizada há milhares de anos com as mesmas finalidades. as primeiras tentativas surgiram no final do século XIX.

estratégias de controle e operação das turbinas etc.) têm reduzido custos e melhorado o desempenho e a confiabilidade dos equipamentos  O custo dos equipamentos. . Recentes desenvolvimentos tecnológicos (sistemas avançados de transmissão. que era um dos principais entraves ao aproveitamento comercial da energia eólica. melhor aerodinâmica. reduziu-se significativamente nas últimas duas décadas.

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contribuindo para o processo de universalização do atendimento. estas têm potencial para atender uma significativa parcela do Sistema Interligado Nacional (SIN) com importantes ganhos: . A geração de energia elétrica por meio de turbinas eólicas constitui uma alternativa para diversos níveis de demanda.  As pequenas centrais podem suprir pequenas localidades distantes da rede.  Quanto às centrais de grande porte.

 Diminuindo a necessidade da construção de grandes reservatórios. à luz da complementaridade citada anteriormente.  E reduzindo o risco gerado pela sazonalidade hidrológica. Contribuindo para a redução da emissão. de poluentes atmosféricos. pelas usinas térmicas. .

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a participação da energia eólica na geração de energia elétrica ainda é pequena. No Brasil. .

a biomassa é uma forma indireta de energia solar. base dos processos biológicos de todos os seres vivos. biomassa é todo recurso renovável oriundo de matéria orgânica (de origem animal ou vegetal) que pode ser utilizada na produção de energia  Assim como a energia hidráulica e outras fontes renováveis.  A energia solar é convertida em energia química. . para fim de outorga de empreendimentos do setor elétrico. através da fotossíntese. Biomassa  Do ponto de vista energético.

classificação. corte/quebra etc. de processos termoquímicos (gaseificação. por intermédio da combustão em fornos. compressão. liquefação e transesterificação) ou de processos biológicos (digestão anaeróbia e fermentação . Uma das principais vantagens da biomassa é que. pirópirólise. seu aproveitamento pode ser feito diretamente.  O aproveitamento da biomassa pode ser feito por meio da combustão direta (com ou sem processos físicos de secagem. embora de eficiência reduzida. caldeiras etc.).

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combustíveis fósseis e energia dos oceanos – são formas indiretas de energia solar. a radiação solar pode ser utilizada diretamente como fonte de energia térmica. por meio de efeitos sobre determinados materiais. Energia Solar  Quase todas as fontes de energia – hidráulica. entre os quais se destacam o termoelétrico e o fotovoltaico . para aquecimento de fluidos e ambientes e para geração de potência mecânica ou elétrica. eólica.  Pode ainda ser convertida diretamente em energia elétrica. biomassa.  Além disso.

denominado aquecimento solar passivo. as necessidades de iluminação e aquecimento. reduzindose. um melhor aproveitamento da radiação solar pode ser feito com o auxílio de técnicas mais sofisticadas de arquitetura e construção .  Assim. com isso. decorre da penetração ou absorção da radiação solar nas edificações. O aproveitamento da iluminação natural e do calor para aquecimento de ambientes.

 Entre os vários processos de aproveitamento da energia solar. . os mais usados atualmente são o aquecimento de água e a geração fotovoltaica de energia elétrica.

 Todas as formas de produção de energia geram ou podem gerar algum impacto ambiental  O impacto pode ser direto ou indireto. seja no carregamento marítimo do petróleo. ou ate mesmo um vazamento numa usina nuclear por falta de manutenção nos equipamentos. . seja na emissão de poluentes na queima de combustíveis fósseis.

 Os mais problemáticos são o dióxido de carbono (CO2). principalmente os chamados gases de efeito estufa (GEE). o metano (CH4) e o óxido nitroso N2O. Petróleo:  Os principais impactos da geração de energia elétrica a partir de derivados de petróleo decorrem da emissão de poluentes na atmosfera.  A principal consequencia da emissao desses poluentes na atmosfera é o aquecimento global .

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 Soluções técnicas:  Existem. como os filtros cerâmicos e de mangas. tecnologias e processos que permitem a remoção desses poluentes e a redução de seus efeitos nefastos. 2001).  Esses equipamentos podem ser combinados com dispositivos mais eficientes. que podem remover até 99% do material particulado (KOMPAC. a melhor solucao é a manutencao dos navios que transportam o oleo. .  Os equipamentos mais usuais são os ciclones e os precipitadores eletrostáticos. mais eficientes na remoção de partículas mais grosseiras.  No entanto é bastante dificil controlar o derramamento de petroleo nos oceanos.

óxido de nitrogênio. o solo e o relevo das áreas circunvizinhas. que afeta principalmente os recursos hídricos.  A abertura dos poços de acesso aos trabalhos de lavra. feita no próprio corpo do minério. monóxido de carbono e outros poluentes da atmosfera . Carvão:  Os maiores impactos socioambientais do carvão decorrem de sua mineração. e o uso de máquinas e equipamentos manuais. escarificadores e rafas. como retroescavadeiras. provocam a emissão de óxido de enxofre.

as águas sulfurosas são lançadas no ambiente externo. provocando a elevação das concentrações de sulfatos e de ferro e a redução de pH no local de drenagem. feita por meio de bombas. . as quais são lançadas em barragens de rejeito ou diretamente em cursos de água. que também são depositados no local das atividades. criando extensas áreas cobertas de material líquido.  O beneficiamento do carvão gera rejeitos sólidos. Durante a drenagem das minas.

das perdas por evaporação e do despejo de efluentes . cujo fluido refrigerante é normalmente a água. em função do volume de água captada. principalmente em relação aos recursos hídricos. Gás-Natural  Um dos maiores problemas é a necessidade de um sistema de resfriamento. isso tem sido uma fonte de problemas ambientais.  Embora existam tecnologias de redução da quantidade de água necessária e de mitigação de impactos.

 No entanto a energia nuclear tem sido vista mais como um perigo de autodestruição do que uma fonte ilimitada de energia. do ar e da água por radionuclídeos. como esperado no início do seu desenvolvimento tecnológico. o aquecimento das águas do corpo receptor pela descarga de efluentes também representa um risco para o ambiente local.  Além de uma remota – mas não desprezível – possibilidade de contaminação do solo. . Energia Nuclear  Não há emissão de consideráveis quantidades de dióxido de carbono e outros poluentes.

estão a busca de fontes mais competitivas de geração e a necessidade de redução das emissões de dióxido de carbono. tanto em países desenvolvidos como em países em desenvolvimento. o uso de biomassa para a geração de eletricidade tem sido objeto de vários estudos e aplicações. Biomassa  Embora ainda muito restrito.  Entre outras razões.  Os principais entraves ao maior uso da biomassa na geração de energia elétrica são a baixa eficiência termodinâmica das plantas e os custos relativamente altos de produção e transporte .

 Energia Eólica  Entre os principais impactos socioambientais negativos das usinas eólicas destacam-se os sonoros e os visuais. . também conhecidas como fazendas eólicas.  Os impactos sonoros são devidos ao ruído dos rotores e variam de acordo com as especificações dos equipamentos.  Os impactos visuais são decorrentes do agrupamento de torres e aerogeradores. principalmente no caso de centrais eólicas com um número considerável de turbinas.

)  Também a possível interferência nas rotas de aves deve ser devidamente considerada nos estudos e relatórios de impactos ambientais (EIA/RIMA). televisão etc. que podem causar perturbações nos sistemas de comunicação e transmissão de dados (rádio. . Outro impacto negativo das centrais eólicas é a possibilidade de interferências eletromagnéticas.

. a outras fontes. contudo. observa-se que a limitação de espaço não é tão restritiva ao aproveitamento da energia solar.  É necessário o uso de grandes áreas para a captação de energia em quantidade suficiente para que o empreendimento se torne economicamente viável.  Comparada. Energia Solar  Uma das restrições técnicas à difusão de projetos de aproveitamento de energia solar é a baixa eficiência dos sistemas de conversão de energia.

previamente. a inundação de grandes áreas. o que exige. trata-se de áreas produtivas e/ou de grande diversidade biológica. conseqüentemente. Energia Hidráulica  O aproveitamento de potenciais hidráulicos para a geração de energia elétrica requer. a realocação de grandes contingentes de pessoas e animais silvestres. a formação de grandes reservatórios e. muitas vezes.  Na maioria dos casos. .

Vista aérea da usina de Marimbondo no Rio Grande(Fronteira-MG e Icém-SP) .

por sua vez. que esses e outros impactos indesejáveis não são entraves absolutos à exploração dos potenciais remanescentes. .  Porém. provoca alterações no regime das águas e a formação de micro-climas. favorecendo certas espécies (não necessariamente as mais importantes) e prejudicando ou até mesmo extinguindo outras. A formação de reservatórios de acumulação de água e regularização de vazões.

 Esses impactos podem ser evitados ou devidamente mitigados com estudos prévios (geológicos. principalmente na construção de novos empreendimentos. exigidos pelo poder concedente e pelos órgãos legislativos. hidrológicos e socioambientais). .  Os graves e indesejados impactos de grandes hidrelétricas do passado tiveram como efeito positivo a incorporação da variável ambiental e de outros aspectos no planejamento do setor elétrico.

prejudicando nao somente o meio ambiente como tambem a propria humanidade.  Portanto quando mais uma regiao se desenvolve economicamente. . pois as formas mais comuns como a queima de combustiveis fosseis e a hidraulica tem causado grandes impactos ambientais. especialmente a elétrica. diversos paises tem buscado novas formas de producao de energia. O desenvolvimento economico de um país ou regiao depende essencialmente da geracao e distribuicao de energia. e tem consequentemente um grande aumento populacional.  Para suprir essa demanda. maior sera a demanda de energia.

Geógrafos.  Nos países com grande potencial hidroelétrico. e solar como é o caso do Brasil. como a Eólica. a solução a principio. como Ecólogos. Muitas das novas formas de produção de energia.  Esses estudos. Engenheiros entre outros. Biólogos.  No entanto deve-se investir desde que haja um grande estudo de reducao desses impactos. . é o investimento em novas usinas. são possíveis a partir da reunião de pesquisadores de diversas áreas. ainda são pouco utilizadas e algumas vezes não suprem a demanda de energia. a Solar e a Biomassa. Geólogos.

Energia. Atlas de Energia Eletrica do Brasil.. 2005. Rio de Janeiro: Ed Estacio de Sa. 1999.. Sao Paulo: Moderna. S.  Almeida. et.R. Referencias:  ANEEL. Brasilia. L.M. Villanueva.  Branco. O Meio Ambiente em Debate. J.  Goldemberg . 2003 . 1998. Sao Paulo: Ed USP. Planejamento Ambiental. J. Meio Ambiente e Desenvolvimento.D. al.

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