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V

e.

ESTUDIO TÉCNICO
A C E R C A D E L A APLICACIÓN D E L A S R E G L A S PARA LA

DE
I ESPECIALMENTE DEL LIMITE LA CORDILLERA DE LOS ANDES, SEGÚN S E HALLA INTERNACIONALES ESTIPULADO EN LOS CONVENIOS ENTRE

Chile i la República Arjentina
POR

ALEJANDRO BERTRAND
J e f e d e l p e r s o n a l t é c n l o o de l a s c o m i s i o n e s chilenas

CON

SIETE LÁMINAS I PLANOS

SANTIAGO

DE

CHILE

IMPRENTA
1895

CERVANTES

BANDERA, 73

ESTUDIO TÉCNICO
DE LA

DEMARCACIÓN DE LÍMITES

O 0 . fl 7 7

ESTUDIO TÉCNICO
A C E R C A D E L A APLICACIÓN D E L A S R E G L A S PARA LA

1 ESPECIALMENTE DEL LIMITE EN LA CORDILLERA DE LOS ANDES, SEGÚN SE HALLA INTERNACIONALES ESTIPULADO EN LOS CONVENIOS

ENTRE

Chile i la República Arj entina
POR

ALEJANDEO BEETRAND
J e f e S e l p e r s o n a l t é c n i c o de l a s c o m i s i o n e s chilenas

MARZO

D E

1895

SANTIAGO

DE

CHILE

IMPRENTA
1895

CERVANTES

BANDERA, 73

,465, —IMPRENTA

CERVANTES,

BANDERA,

ÍNDICE
(El texto i los Documentos tienen cumpajinacion separada)

PÁjs. INTRODUCCIÓN F É D E ERRATAS ix XIX

I . — F r o n t e r a s naturales i c o n v e n c i o n a l e s I I . — D e m a r c a c i ó n d e las fronteras I I I . — C o n c e p t o s fundamentales del T r a t a d o d e límites d e 1 8 8 1 I V . — C o n c e p t o s fundamentales del P r o t o c o l o d e i.° d e m a y o de 1 8 9 3 V . — E s t u d i o técnico d e las estipulaciones relativas a la línea andina '..

5 13 17
27

30 73 78 94 96 111 113
123

V I . — L a aplicación del T r a t a d o V I L - L a ubicación del lindero d e San F r a n c i s c o . L o s a n t e c e • d e n t e s jeográficos V I I I . — L a erección del lindero d e San F r a n c i s c o I X . — L a revisión del lindero d e San F r a n c i s c o X . — E s t e n s i o n i valor d e los terrenos c o m p r e n d i d o s en la zona d e litijio X I . — L a d e m a r c a c i ó n d e límites en la rejion central a n d i n a
RESUMEN

D O C U M E N T O S

A . — T r a t a d o d e límites e n t r e Chile i la R e p ú b l i c a
(1881)

Arjentina
3

B . — C o n v e n i o e n t r e Chile i la R e p ú b l i c a Arjentina p a r a el nomb r a m i e n t o d e Peritos i comisiones d e m a r c a d o r a s ( 1 8 8 8 ) . . . 7

VI

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

PAJS. C—Protocolo d e i . ° d e m a y o d e 1 8 9 3 D — N e g o c i a c i ó n del T r a t a d o d e límites c o n la R e p ú b l i c a Arjentina ( 2 2 piezas) E.—Capítulo " C h i l e » d e l a M e m o r i a d e R e l a c i o n e s Esteriores d e la R e p ú b l i c a Arjentina en 1 8 9 2 , suscrita por el d o c t o r don Estanislao Zeballos ( a n o t a d o p o r el autor) F.—Acuerdos d e los Peritos para fijar los p u n t o s iniciales d e la demarcación G-I.—Bases para instrucciones a los ayudantes, p r e s e n t a d a s p o r el Perito arjentino 2.—Comunicación d e l Perito chileno, acerca d e la interpretación jeográfica del T r a t a d o 3.—Contestación del Perito arjentino H-I.—Informe i relación del comisionado chileno, relativos a la demarcación en el Paso d e San F r a n c i s c o en 1 8 9 2 2.—Acta d e erección del lindero d e S a n F r a n c i s c o K-I.—Instrucciones impartidas a la subcomisión mixta revisora del hito d e San F r a n c i s c o en 1 8 9 4 2.—Informe i relación del c o m i s i o n a d o chileno respecto a la revisión del lindero d e San Francisco 3.—Actas d e la subcomisión revisora del límite en el paso d e San F r a n c i s c o (marzo d e 1 8 9 4 ) L-i.—Primer b o r r a d o r d e instrucciones p r e s e n t a d o por el Perito de Chile 2.—Instrucciones definitivas firmadas por los peritos 3.—Declaraciones d e los Peritos, relativas a las instrucciones M-I.—Acta del lindero del paso d e las D a m a s 2.—Acta d e l lindero d e l paso d e S a n t a E l e n a 3.—Acta d e l lindero d e l paso d e Reigolil 4.— Acta del lindero d e l paso d e las L e ñ a s 5-—Acta d e cesasion d e trabajos d e la 2 . s u b - c o m i s i o n mixta
a

11 17

41 99 101 103 114 117 123 127 128 132 135 137 139' 143 144 145 146 146

A P É N D I C E S

P-I.—Definiciones topográficas. E s t r a c t o d e la Topografía d e Suarez I n c l a n (con la lámina 1 A) 149 2.—Estracto d e la Topografía d e Giol i Soldevilla (con la
lámenaiB) 156

ÍNDICE

VII

PÁjS. P - 3 . — E s t r a c t o d e la Topografía d e Gallego C a r r a n z a (con la
lámina 1 C) i6r

4.—Estracto de la introducción al curso d e topografía en la U n i v e r s i d a d de Chile (por el a u t o r ) , Q-I. —Estratigrafía d e los A n d e s (Pissis) 2.—Orografía d e los A n d e s ( M o u s s y ) 3.—La cordillera chileno-arjentina ( B r a c k e b u s c h ) 4.—Monografía del paso d e San F r a n c i s c o (Burmeister) R - 1 . — O r o g r a f í a e hipsometría. J e n e r a l i d a d e s (por el a u t o r ) 2.—Conjuntos hipsométricos del macizo a n d i n o (por el autor)
(con las láminas I í i III)

167 171 179 199 211 221
229

3. —Los macizos a n d i n o s del M e r c e n a r i o , del A c o n c a g u a i del T u p u n g a t o (por el a u t o r ) (con la lámina IV) 4. — H i p s o m e t r í a preliminar d e la rejion a n d i n a del San Francisco (por el autor) (con la lámina V) S-I.—La divisoria continental a c e p t a d a p o r jeógrafos arjentinos. U n p o c o d e orografía ( E m i l i o B. G o d o i . ) P r i m e r artículo S e g u n d o artículo T e r c e r artículo. Casos d u d o s o s 2.—Límites con Chile ( J e r ó n i m o de La Serna) T . — L í m i t e s arjentino-chilenos ( F r a n c i s c o P. M o r e n o ) ( a n o t a d o p o r el a u t o r )

233 237

243 247 253 259 267

INTRODUCCIÓN

La sidad.

publicación

del p r e s e n t e estudio o b e d e c e a

una

nece

L a d e m a r c a c i ó n en el t e r r e n o d e l d e s l i n d e c h i l e n o - a r j e n t i n o , p a c t a d a en 1888 i e n t r e g a d a a los P e r i t o s en ció v e r d a d e r a m e n t e d e la r e d a c c i ó n hasta 1890, n o se inimotivo

1 8 9 2 , en c u y a é p o c a i c o n

d e i n s t r u c c i o n e s p a r a los c o m i s i o n a d o s , se re-

v e l ó c i e r t a d i v e r j e n c i a e n t r e los P e r i t o s r e s p e c t o a l a i n t e l i g e n cia q u e c a d a u n o d e ellos d a b a a a l g u n o s t é r m i n o s i e s p r e s i o nes del T r a t a d o . L l e v a d o s a e f e c t o , s i n e m b a r g o , los a c u e r d o s c e l e b r a d o s p o r los P e r i t o s marcación tiempo en 1890, r e l a t i v o s a los p u n t o s iniciales d e la d e d e l F u e g o , al mismo de

p o r el N o r t e

i e n la T i e r r a fácilmente

q u e se z a n j a b a n

pequeñas

dificultades

d e t a l l e r e f e r e n t e s a e s t e ú l t i m o , u n o d e l o s P e r i t o s i su G o b i e r n o i n s i s t i e r o n en exijir la revisión del p r i m e r p u n t o i n d i c a d o

e n el N o r t e . A c o r d a d a e s t a r e v i s i ó n p o r u n P r o t o c o l o e n 1 8 9 3 , i p r a c t i c a d a e n 1894, al m i s m o t i e m p o q u e s e p r o s e g u í a n p o r otros puntos i sin m a y o r tropiezo las o p e r a c i o n e s d e d e m a r -

c a c i ó n , i s i e n d o d e n o t a r e n t o d a s c i r c u n s t a n c i a s la c o r d i a l i d a d nunca interrumpida e n t r e el p e r s o n a l d e las Sub-comisiones

mistas, h a e n t r a d o a t e r c i a r la p r e n s a d e la v e c i n a r e p ú b l i c a , i n c i t a n d o la n u e s t r a a u n a violenta polémica cuyos rasgos do-

X

E S T U D I O D E L LÍMITE CHILENO-ARJENT1NO

m i n a n t e s h a n s i d o las r e p e t i d a s i m p u t a c i o n e s

de

m a l a fé

al

P e r i t o c h i l e n o i a sus a y u d a n t e s , las e x a j e r a c i o n e s m a s a b u l t a d a s r e s p e c t o a los d e s a c u e r d o s r e a l e s , s i n r e p a r a r e n f a l t a r a la v e r d a d , i las c o n t i n u a s d i v a g a c i o n e s s o b r e la i n t e r p r e t a c i ó n del Tratado i del Protocolo, con prcscindencia absoluta de

t o d a r e g l a d e lójica i d e t o d o e s t u d i o serio s o b r e la m a t e r i a . C o n increíble i n t e m p e r a n c i a d e l e n g u a j e se repite t e m e n t e q u e "el P e r i t o d e C h i l e v i o l a el p a c t o G o b i e r n o , n e g á n d o s e a la revisión firmado constanp o r su

d e la dilijencia d e m e n s u r a

r e l a t i v a al h i t o d e S a n F r a n c i s c o n ; q u e e s t e m i s m o p e r i t o " s e s o b r e p o n e a lo p a c t a d o n , i q u e " i m p r i m e u n a d i r e c c i ó n t o r c i d a a la e j e c u c i ó n d e los s o l e m n e s c o n v e n i o s , etc.n S e a g r e g a q u e uno de los a y u d a n t e s de este Perito, señaló como jeógrafo

cierta ubicación cador ha

del cordón andino, i q u e ahora, c o m o d e m a r p r i m e r l i n d e r o d e la línea m u i

c o l o c a d o el

lejos

de

aquel cordón. S e h a l l e g a d o a d e c i r q u e la c o m i s i ó n d e m a r c a d o r a h a c o l o c a d o el l i n d e r o d e S a n F r a n c i s c o e n " p l e n o c o r a z ó n d e la p r o vincia de Catamarcaii, o t o r g a n d o a Chile " d e p a r t a m e n t o s en-

teros d e esa tierra arjentina.n Se asegura que las comisiones chilenas han p r o c e d i d o sin

e s t u d i o previo, " a p u r a d a m e n t e n , i h a s t a se h a d i c h o q u e hicieron viajar "de nochen a alguna comisión arjentina para pracencadenamiento

ticar así un v e r d a d e r o e s c a m o t e o del principal andino. Se publican cuales cada uno "nuevos mapasn

d e e s a s r e j i o n e s en l o s a su g u s t o i sabor, i

traza

"límites a

fijarn

se d e m u e s t r a g r á f i c a m e n t e demos consagrar.

la " e s p o l i a c i o n i n í c u a n q u e p r e t e n -

P e r o el r a s g o p r e d o m i n a n t e t i n a se esfuerza por dar

en

el j i r o q u e l a p r e n s a a r j e n -

al d e b a t e , e s la c o m p l e t a a u s e n c i a d e

m é t o d o i d e c r i t e r i o c i e n t í f i c o e n el e m p l e o d e los t é r m i n o s jeográficos, así c o m o la aplicación de una hermenéutica de

m a l a lei q u e c o n s i s t e e n e s c o j i t a r

en los T r a t a d o s i P r o t o c o l o s

INTRODUCCIÓN

XI

espresiones

aisladas,

secundarias

o

puramente

referenciales

p a r a c o n v e r t i r l a s e n e j e d e a r g u m e n t a c i ó n , r e l e g a n d o al o l v i d o los p r e c e p t o s f u n d a m e n t a l e s teriores a la c e l e b r a c i ó n d e los p a c t o s , p r e c e p t o s m u i a n en t o d o t i e m p o de

de éstos i aceptados

p o r los h o m b r e s a m b o s países.

p ú b l i c o s i los j e ó g r a f o s

mas distinguidos

E s verdaderamente doloroso constatar

que tales apreciacio-

nes i p r o c e d i m i e n t o s no son t o d o s a n ó n i m o s ; esforzados esploradores, directores tos de cierto de e s t a b l e c i m i e n t o s científicos, j u r i s c o n s u l i aun negociadores mismos firma de los

renombre,

t r a t a d o s , n o h a n v a c i l a d o e n a u t o r i z a r c o n su

conceptos

i a f i r m a c i o n e s q u e n o resisten a la e x h i b i c i ó n d e los d o c u m e n t o s i a la p r u e b a d e l o s h e c h o s . E n e s t a e m e r j e n c i a , al m i s m o t i e m p o que no podíamos me-

n o s q u e a p r o b a r la d i s c r e t a r e s e r v a d e la p r e n s a chilena, c r e í m o s también que no siendo posible q u e é s t a se p r o l o n g a s e indefi-

d a m e n t e , se h a c i a n e c e s a r i o s u m i n i s t r a r l e d a t o s e x a c t o s i c o m probados para que pudiese ilustrar al p a i s c o n pleno conoci-

miento de causa. Para cumplir con este objeto, t o d a anónima, toda esplicacion parcial habrían autorizados por

refutación

d e ser ineficaces; i esta circunstancia i

nos hemos

considerado

otras que luego

mencionaremos a practicar un

estudio técnico

i c o m p l e t o , e n el c u a l s e r e f u t a r a n d e p a s o d o s i se d e s c a r t a r a n las e s p r e s i o n e s

los c o n c e p t o s e r r a -

vacías d e sentido, con las

q u e se p r e t e n d e d e s v i r t u a r tado.

la c o r r e c t a i n t e r p r e t a c i ó n del T r a -

E s t a e s p o s i c i o n se h a c i a n e c e s a r i a a d e m a s p o r o t r a s

d o s cir-

c u n s t a n c i a s : la p r i m e r a es q u e d e s d e 1 8 9 2 la c o n d u c t a i a c t i t u d del señor Perito de Chile, del personal de nuestras comisiones, i especialmente un del que suscribe, habían la s i d o c o m e n t a d a s en de de Relaciones ese ramo, párrafos

d o c u m e n t o oficial

arjentino,

"Memoria el Ministro

Esteriorcs.i

suscrita aquel

año por

doctor don Estanislao

Z e b a l l o s . C i t á b a n s e allí c i e r t o s

XII

ESTUDIO D E L LÍMITE C H I L E N O - A R J E N T I N O

de comunicaciones inéditas; entrábase

en ciertos

detalles q u e

a l g u n o s p o d r í a n j u z g a r pueriles, al p r o p i o t i e m p o q u e se g u a r d a b a silencio acerca d e algunos d o c u m e n t o s d e primordial i m p o r t a n c i a ; se c o n c i b e q u e e n e s t a f o r m a n o e r a difícil producir

i m p r e s i o n e s e q u i v o c a d a s sin faltar d e l i b e r a d a m e n t e a la v e r d a d . L a s e g u n d a circunstancia a q u e h e m o s a l u d i d o e r a la creencia a r r a i g a d a en nosotros d e q u e , n o solo en Chile sino t a m Arjentina, habrian de existir la v e r d a d , i bastante numerosas indepen-

bién en la R e p ú b l i c a personas deseosas dientes

d e conocer

para, u n a vez i m p u e s t a s

d e ella, r e n d i r s e a la r a z ó n i
r

ponerse resueltamente d e parte del buen sentido en un debate en que nuestros adversarios se h a l a g a n talvez con la creencia

de perseguir u n a ventaja material, q u e resultaría, p o r lo menos, mui problemática. H e m o s b o r a d a la e x a c t i t u d este Nación d e esta tenido la satisfacción de ver corroel c u r s o d e La

idea nuestra,

durante

t r a b a j o , c o n la p u b l i c a c i ó n i La Prensa

en los diarios

arjentinos

d e varios artículos

suscritos p o r los inje-

nieros señores Emilio B . Godoi

i Jerónimo de L a Serna quie-

nes d e m u e s t r a n con a r g u m e n t o s q u e parecerían c o p i a d o s d e los n u e s t r o s ( o a la i n v e r s a ) , si n o h u b i e r a n s i d o e s c r i t o s s i m u l t á n e a m e n t e , q u e la l í n e a
p u e d e s e r o t r a q u e la l a divisoria continental

fronteriza
separación de las

p r e s c r i t a p o r los t r a t a d o s n o
de aguas las cuencas oceánicas por el o sea Perito

mantenida

de Chile. L a creencia

q u e manifiestan

estos escritores,

espe-

c i a l m e n t e el s e ñ o r L a S e r n a , d e q u e C h i l e p r e t e n d e a l g ú n o t r o divortia aquarum q u e " a q u e l q u e e s t a b l e c e la s e p a r a c i ó n n a hidrográficas principales del conambos

tural entre tinentcn

las d o s cuencas

demuestra

la n e c e s i d a d

de dar a conocer a

pueblos q u e este m i s m o de

e s el c r i t e r i o d e C h i l e , d e s u P e r i t o i otro, i de hacerles saber n o es o t r a cosa q u e la precisas

su c a n c i l l e r í a , q u e n u n c a h a s i d o pretenden

q u e lo q u e C h i l e i s u P e r i t o

traducción d e este criterio en reglas d e d e m a r c a c i ó n e inequívocas.

INTRODUCCIÓN

XIII

J u s t i f i c a d a d e e s t a m a n e r a la n e c e s i d a d d e s u m i n i s t r a r b a s e s s ó l i d a s a la o p i n i ó n pública, en c a d a u n o d e los d e t a l l e s d e espara llevar a c a b o nuestro estudio fuera posible

te asunto, nos propusimos

seguir u n m é t o d o r i g u r o s o i d e s c a r t a r en c u á n t o la apreciación

personal. N u e s t r o p l a n h a sido c o n c r e t a r n o s en

el t e x t o a u n a m e r a e s p o s i c i o n d e p r i n c i p i o s o d e h e c h o s , r e s e r v a n d o justificar i por medio de los a n t e c e d e n t e s en anotaciones aisladas

r e f e r e n c i a s a los i m p o r t a n t e s d o c u m e n t o s q u e

f o r m a n l a s e g u n d a p a r t e d e la p r e s e n t e p u b l i c a c i ó n . D e la m i s m a m a n e r a , si b i e n h e m o s t o m a d o e n c u e n t a , d e n -

t r o del t e x t o , p a r a r e f u t a r l a s , las o b j e c i o n e s q u e se h a n s u s c i t a d o acerca de las o p i n i o n e s i p r o c e d i m i e n t o s del P e r i t o chileno mencionarlas

i de sus comisiones, h e m o s d e j a d o t a m b i é n para

en a n o t a c i o n e s las m ú l t i p l e s i e s t r a v a g a n t e s formas q u e h a n rev e s t i d o a m e n u d o l a s t a l e s o b j e c i o n e s , c o n el fin d e q u e s e p u e d a n c o n f r o n t a r f á c i l m e n t e c o n los a r g u m e n t o s d e la v e r d a d , d e la lójica i d e l a c i e n c i a . A q u e l l a s piezas q u e por su estension n o h a b r í a n t e n i d o cabid a en l a s n o t a s h a n s i d o p u b l i c a d a s c o m o A p é n d i c e s a c o n t i n u a ción d e los d o c u m e n t o s a q u e h e m o s h e c h o referencia. Hemos creído necesario comenzar p o r e s p o n e r la clasifica-

ción racional de las fronteras i n t e r n a c i o n a l e s , p a r a discernir con c l a r i d a d los casos en q u e l a aplicación d e un t r a t a d o requiere previa de sus cláusulas.

indispensablemente una interpretación

N o s ha p a r e c i d o c o n v e n i e n t e , en seguida, p a r a evitar confusion e s d e p a l a b r a s , e s t a b l e c e r la d i f e r e n c i a q u e e x i s t e e n t r e l a d e marcación material demarcación Hemos en el t e r r e n o d e u n a l í n e a f r o n t e r i z a , i su

jeográfica.

p r o c e d i d o en s e g u i d a a p r a c t i c a r u n a a n á l i s i s m e t ó resaltar primeramente sus

dico de nuestros pactos, haciendo preceptos fundamentales

que no han de perderse d e vista j a m á s i q u e se d e s p r e n d e n con q u e les die-

en l a s o p e r a c i o n e s d e d e m a r c a c i ó n ,

c l a r i d a d d e la j e s t i o n m i s m a d e l a s n e g o c i a c i o n e s

XIV

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

r o n o r í j e n . N o s h e m o s e s c u s a d o , en e s t a p a r t e , d e e n t r a r e n m u c h o s d e t a l l e s , p o r c u a n t o el s e ñ o r B a r r o s A r a n a p r e p a r a b a s i m u l t á n e a m e n t e una esposicion majistral en se habia de hacer p l e n a l u z s o b r e e s t o s a n t e c e d e n t e s , i c u y o e s c r i t o , s a l i d o a la p u b l i c i dad antes que estas pajinas, gozaría a d e m a s del actractivo q u e

h a b i a d e d a r l e la a v e z a d a p l u m a d e l h i s t o r i a d o r , i d e la a u t o r i d a d i prestijio inherentes al n o m b r e d e u n o d e los iniciadores

del pacto mismo cuyo sentido se discute. P a s a n d o d e s p u é s al a n á l i s i s p a r t i c u l a r d e c a d a u n a d e l a s e s t i p u l a c i o n e s d e los p a c t o s , n o s h a s i d o fácil e v i d e n c i a r q u e t o d a s i cada una de e l l a s e n c u a d r a p e r f e c t a m e n t e c o n el e s p í r i t u d o -

m i n a n t e q u e l a s h a d i c t a d o , i q u e p o r el c o n t r a r i o s e c o n v e r t i r í a n en o t r a s t a n t a s f r a s e s discordantes si s e les pretendiera

d a r u n s e n t i d o e s p e c i a l , b a s a d o en la a c e p c i ó n r e s t r i n j i d a d e a l g ú n t é r m i n o aislado. H e m o s n a r r a d o b r e v e m e n t e la p r i m e r a faz d e la d e m a r c a c i ó n dejando hablar los d o c u m e n t o s p u b l i c a d o s p r i n c i p a l m e n t e en anotar

la R e p ú b l i c a A r j e n t i n a , q u e n o s h e m o s c o n t e n t a d o c o n i completar.

L l e g a n d o al c a s o e s p e c i a l d e l a l i n d e r a m i e n t o e n la r e j i o n s e tentrional del deslinde, hemos espuesto declaró los a n t e c e d e n t e s del fronterizo el

a c u e r d o d e los p e r i t o s q u e Paso de San Francisco,

como punto

los q u e d e s m u e s t r a n

superabundanteconocimien-

m e n t e q u e el p e r i t o A r j c n t i n o p r o c e d i ó c o n p l e n o to, aun d e aquellos rejion aparecía mapas i planos en

q u e el l í m i t e e n d i c h a él

d i s e ñ a d o al o c c i d e n t e d e a q u e l p a s o , i q u e

n o p u d o m e n o s d e c o n s i d e r a r e r r a d o s en ese particular, en vist a d e los n u m e r o s o s d a t o s q u e p e r m i t í a n e s t a b l e c e r q u e el p u n to denominado Paso de San Francisco era el q u e r e a l m e n t e

s e p a r a en e s a r e j i o n l a s v e r t i e n t e s c o n t i n e n t a l e s . N o s h e m o s referido a n u e s t r a p r o p i a narración del a ñ o 1892, i n s e r t a d a e n t r e los d o c u m e n t o s , p a r a d a r a c o n o c e r la e s p e d i c i o n q u e t u v o p o r r e s u l t a d o la c o l o c a c i ó n d e l l i n d e r o d e S a n F r a n c i s c o .

INTRODUCCIÓN

XV

Hemos dado

después

los detalles relativos a las dilijencias

d e revisión de aquel vadas a cabo por una h a s t a completa

h i t o e x i j i d o s p o r el P e r i t o a r j e n t i n o i l l e Subcomisión mista e n m a r z o d e 1894,

satisfacción

del personal d e a m b a s n a c i o n a l i d a -

des, i hemos estimado oportuno agregar una breve apreciación a c e r c a del valor i estension m a y o r diverjencia d e las t i e r r a s a q u e se e s t i e n d e la del deslinde, p a r a d e s v a n e c e r

de ubicación

la e x a j e r a d a i m p o r t a n c i a q u e u n a p r e n s a d e c l a m a t o r i a h a d a d o a e s t o a s u n t o , i n c i t a n d o a s í al p u e b l o a r j e n t i n o a u n a a n i m o s i d a d n o c o r r e s p o n d i d a p o r el n u e s t r o i a d e m á s e n t e r a m e n t e a r tificial. H e m o s creído interesante para e s t a d o a c t u a l d e la d e m a r c a c i ó n

ambos

p a í s e s d e c i r c u á l es el

en los A n d e s , i d a r a c o n o c e r

l a s v e r d a d e r a s c a u s a s q u e la r e t a r d a n . Presentamos' por fin, un resumen de todos nuestros argu-

m e n t o s i c o n c l u s i o n e s , p a r a q u e se p u e d a a b a r c a r t o d a la c u e s tión d e un solo g o l p e d e vista. N o s h e m o s e s m e r a d o e n el c u r s o d e n u e s t r a b r e v e e s p o s i c i o n e n n o a f i r m a r c o n c e p t o ni h e c h o a l g u n o sin p r o b a r l o . P a r a lo-

g r a r este ñn, h e m o s a g r e g a d o a nuestro trabajo a l g u n o s docum e n t o s c u y o c o n o c i m i e n t o se h a c i a n e c e s a r i o d i f u n d i r . Ademas de los su p a c t o s m i s m o s q u e se refieren a demarcación, cuya las líneas o

fronterizas 1 a

letra muchos ignoran

a p a r e n t a n i g n o r a r a u n , se p u b l i c a n t a m b i é n

las piezas c o m p l e -

t a s r e l a t i v a s a la j e s t i o n d e l T r a t a d o d e 1 8 8 1 , d e s p u é s d e c u y a lectura no puede quedar duda alguna acerca del espíritu d e

a q u e l p a c t o e n lo r e l a t i v o al l i m i t e a n d i n o . I n s e r t a m o s en seguida t o d a la p a r t e d e l a c i o n e s E s t e r i o r e s d e la R e p ú b l i c a a 1892, p r e s e n t a d a cual hemos p o r el D r . don la M e m o r i a de Re-

Arjentina, Estanislao

correspondiente Z e b a l l o s , a la E n al-

hecho ya

referencia en esta

Introducción.

g u n a s n o t a s i en otros D o c u m e n t o s s u b s i g u i e n t e s , d o necesario completar la documentación

h e m o s creí-

d e la M e m o r i a d e l

XVI

ESTUDIO D E L LÍMITE CHILENO-ARJENTINO

Dr. Zcballos con a l g u n a s piezas Ministro, entre Chile las cuales enero de figura

i n t e r e s a n t e s o m i t i d a s por eae la n o t a oficial del Perito d e ha sido en-

fecha 18 d e

1892, q u e solo a h o r a

t r e g a d a a la p u b l i c i d a d . Hemos podido establecer a s í la j e s t i o n d e l a s a c t u a l e s i n s -

t r u c c i o n e s d a d a s p o r los P e r i t o s a sus a y u d a n t e s , i en vista d e las cuales h a q u e d a d o fijada la f ó r m u l a d e l a s A c t a s d e e r e c -

ción d e linderos i n t e r n a c i o n a l e s , q u e t a m b i é n se a c o m p a ñ a n . P a r a q u i t a r t o d o p r e t e s t o a la i g n o r a n c i a d e m a r s e el t r a b a j o d e los q u e , sin t o -

a v e r i g u a r el s e n t i d o p r e c i s o d e los t é r m i embargo en estos d e b a t e s ; c o m o la i m p u t a c i ó n que

nos q u e e m p l e a n , t e r c i a n sin

t a m b i é n para desvanecer una vez por t o d a s s e n o s h a c e d e c o n t i n u o d e inventar de que nos servimos, hemos acudido gunos tacharán producir como

las e s p r e c i o n e s c o r r e c t a s al a r b i t r i o , q u e q u i z a s a l -

de pedantería u otros de superfluidad, de reApéndices algunos capítulos de Topografía,

t o m a d o s d e v a r i o s t e s t o s d e e n s e ñ a n z a d e e s e r a m o en n u e s t r a m a d r e patria común. Para demostrar límites, de la c o m p l e t a i n u t i l i d a d , e n e s t a c u e s t i ó n d e o jeolójicas, así como

l a s d i v a g a c i o n e s orográficas

p a r a e v i d e n c i a r q u e l a c o r d i l l e r a d e los A n d e s e s t á l o s u f i c i e n tementes estudiada en sus rasgos jenerales, i a u n el P a s o d e S a n Francisco), en m u c h o s h e m o s re-

detalles (^especialmente producido en

otro Apéndice

las d e s c r i p c i o n e s

comprensivas

d e Pissis, de M o u s s y , de B r a c k e b u s c h i B u r m e i s t e r . C r e e m o s q u e b a s t a la e x h i b i c i ó n d e e s t o s e s c r i t o s , en q u e e s o s j e ó g r a f o s a s i g n a n su v e r d a d e r a e s t e n s i o n al macizo p r o d u c i r el c o n v e n c i m i e n t o en t o d a ociosa i anticientífica la p r e t e n s i ó n distinguidos andino, para

persona sincera d e l o c a l i z a r el

de q u e es encadena-

miento principal a n d i n o en u n a c a d e n a orográfica especial. H e m o s c o l o c a d o t a m b i é n e n t r e los A p é n d i c e s , b r e v e s dios propios de h i p s o m e t r i a estu-

andina, precedidos de algunas nos

c i o n e s j e n e r a l e s q u e p e r m i t e n p r e c i s a l el s e n t i d o d e los t é r m i n o

INTRODUCCIÓN

XVII

u s a d o s en

orografía, i a c o m p a ñ a d o s de algunos m a p a s en que

se h a n d i s e ñ a d o los rasgos p r i n c i p a l e s í a l g u n o s especiales del relieve andino. U n a simple m i r a d a sobre estos diseños q u e resum e n las l a b o r e s d e v a r i o s j e ó g r a f o s d u r a n t e m u c h o s a ñ o s , r e v e l a c o n c l a r i d a d q u e el p r o b l e m a d e la d e m a r c a c i ó n internacional que

en las cordilleras tiene por única solución n a t u r a l , a q u e l l a le d a n el T r a t a d o d e 1 8 8 1 i el P r o t o c o l o d e
continental de las aguas.

1 8 9 3 , la

divisoria

C o m o confirmación i contraprueba de esta aseveración, presentamos arjent¡nos
;

en o t r o emitidas

Apéndice

las o p i n i o n e s

de dos

injenieros

al m i s m o t i e m p o q u e e s t a b a

e n p r e n s a el

p r e s e n t e estudio, i en c u y o s escritos aquella identidad de conceptos

s e a d v i e r t e sin e m b a r g o con los q u e

i hasta de formas

e n el n u e s t r o s e l e e r á n , q u e b a s t a

p o r sí s o l a p a r a q u e s e l e s

r e c o n o z c a c o m o e m a n a d o s d e la m i s m a i ú n i c a v e r d a d . Habiendo reproducido la espresion de aquellas opiniones

q u e c o i n c i d e n c o n la n u e s t r a , u n d e b e r d e l e a l t a d n o s i m p o n í a t a m b i é n elejir e n t r e las c o n t r a r i a s a q u e l l a q u e las resumiera

p o r d e c i r l o a s í , p o r l a e s t e n s i o n d e l e s c r i t o i p o r l a f u e n t e oficial d e sus informaciones. Al a s i g n a r l e el ú l t i m o lugar en la y a .

l a r g a serie d e los A p é n d i c e s , h e m o s facilitado la i rectificación d e las afirmaciones breves anotaciones i referencias que

comparación

contiene, por medio de

al t e s t o d e n u e s t r a e s p o s i c i o n

o a los d o c u m e n t o s q u e l a a c o m p a ñ a n .

S a n t i a g o , A b r i l 7 d e 1895

T E X T O

PÁ.T

LÍNEA

DICE

DEISE

DECIR

9 21 23 y> 25 3°
))

19 (nota) 4 desde abajo 3 (nota 1 9 ) 4 desde abajo 13 notas título del § V 1 (nota 2 7 ) 1 (nota 3 2 ) 1 (nota 3 3 ) 1 (notas) 20 (id) 2T (id) última (id) 1 1 (notas)
6
2

»

4

»

Elise Reclus véase nota 1 tratado i los datos a que nos hemos... como tantas fueron formados
RELATIVO A

Elisée Reclus véase nota 3 tratado i de los datos a que no nos h e m o s . . . como en tantas fueron formadas
RELATIVAS A

37 39

» » »
54 55 56 60 90 91 96 117 119

(id)

3 (¡d) 8 (id) 4

1 (nota 88)

3 del § IX

8 desde abajo
4

que, el adjetivo en la nota ( 1 ) ta es cuales Moreno. Como Bodedahue Aizen Apéndice S, notas. Apéndice R - 2 i las cumbreras antidinal Apéndice Q-5 Hornof.ren iniciase trata 76 mapas i otros (§ 1 del texto) contrario

que el adjetivo en la nota ( 2 ) tales cuales Moreno, como Bodudahue Aysen Notas 30 i 3 1 i Ap. T . Apéndice Q-i i en las cumbreras anticlinal Apéndice Q-3 Hornopiren i iniciarse trata la nota 76 mapas i otros documentos (§ V del Texto) contrarios

XX

ERRATAS

DOCUMENTOS l'ÁJS LÍNEA

I

APÉNDICES DEBE DECIR

DICE

64 132 157

3 (nota 1 4 ) titulo 7 desde abajo

hallaban

\

hollaban 3.—ACTAS. . . cimas i depresiones

4.—ACTAS. . . cimas de depresiones

193 225 244 281

1 13 5 3 desde abajo, notas

Tinagasta para algo (como para dice en 1858

Tinogasta pasa algo (como parece dice en 1 5 5 8

ESTUDIO TÉCNICO
D E L A

DEMARCACIÓN DE LIMITES
I
FK0NTE11AS NATURALES I CONVENCIONALES

L a s fronteras de las naciones son de dos g r a n des categorías, naturales i convencionales. Entre las primeras figuran las costas o riberas de m a r e s , los lagos i los rios, el curso de éstos, las cumbres de serranías. L o s deslindes de esta clase, por su naturaleza m i s m a , se prestan a ser definidos por una sola espresion o frase: la cresta de los P i r i neos, la ribera del Mediterráneo etc. B a s t a señalar los dos estreñios de una frontera natural para que quede definida en toda su estension. E s t o implica la condición de continuidad, estas líneas. característica de

6

ESTUDIO D E L LIMITE CHI LENO-AR J E N T I N O

L a s fronteras convencionales

pueden ser de m u -

chas clases, según se refieran a puntos materiales del terreno, en cuyo caso son compuestas por partes de líneas naturales, o por líneas rectas; o bien líneas imajinarias como meridianos, paralelos u otras rectas jeográficas, en cuyo caso sus puntos pueden ser designados por u n a cifra o nominalmente. A s í se dice el paralelo de ¿2 latitud sur, el meridiano del cabo Espíritu Cabana. natural to, una línea recta que una la cumbre del caur con la del volcan a p a g a d o P o r mas que las líneas de frontera su situación precisa en el terreno,
o

de San-

Licau-

queden determinadas por sus puntos estreñios, sobre todo tratándose de fronteras internacionales, no queda perfectamente fija sino a virtud de convenios j e nerales o especiales, debido a que en la naturadel mar oscila entre leza no hai propiamente líneas, sino zonas mas o menos a n c h a s . A s í la ribera i sus s e q u í a s ; la arista la alta i baja marea; la de un rio entre sus creces de una serranía es en m u chas partes aplanada en forma de meseta, u ofrece relieves cuyos crestones m a s visibles no coinciden con la cumbre propiamente tal. P a r a que la situación de la línea fronteriza en tales casos se considere perfectamente fija, hai que atender a convenios jenerales (o definiciones técnicas) u m versalmente adoptados, respecto a l o q u e se entiende, ^ox playa, ribera, curso, cumbre, etc.; i en caso

FRONTERAS NATURALB.S I CONVENCIONALES

7

de no ser éstos suficientes, hai que apelar a convenios especiales que precisen el deslinde dentro del curso de los rios o de las cumbres de las montañas, especialmente para a s i g n a r jurisdicción entre éstas, o a las de a las l a g u n a s que se hallen islas que obstruyan aquél. S o n tales i tan indiscutibles las v e n t a j a s las fronteras naturales sobre las convencionales, que no hai ejemplo de que se hayan preferido éstas sino por razones positivas; principalmente la población (elemento etnolójico o político) i la a u s e n cia o desconocimiento de accidentes naturales (elemento jeográfico). E n el primer caso la frontera es política gráfica (Béljica i H o l a n d a ) ; en el s e g u n d o jeo(Canadá i E s t a d o s U n i d o s ) . A m b a s tie-

nen sus inconvenientes. L a primera requiere m u cha prolijidad en la enumeración en los tratados de los puntos fronterizos: la s e g u n d a entraña operaciones científicas jeneralmente delicadas i costosas (i). En ausencia de estas razones, sea cuando la

( i ) E s p e c i a l m e n t e , t r a t á n d o s e d e d e m a r c a r un paralelo, c o m o el q u e separa el C a n a d á d e los E s t a d o s U n i d o s . E n esa d e m a r c a c i ó n se hicieron numerosísimas observaciones d e latitud, para calcular cuyos resultados el célebre a s t r ó n o m o Mr. Lewis Boss ( n u e s t r o h u é s p e d en 1 8 8 2 c o m o m i e m b r o d e la comisión del paso d e V e n u s ) , hizo u n catálogo e s p e c i a l m e n t e correjido d e 5 0 0 estrellas. (Reports upon ike Survey of the Boundary Possessions of Great between Britain. the Territory Washington, of the United Stales and the 18/8.)

E l trazado d e un meridiano

es m a s fácil, p o r q u e la dirección d e esa

8

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

zona fronteriza tiene accidentes do no está poblada, de frontera natural.

naturales

i cuanlínea

i no hai intereses radicados E n efecto, aun entre países

en ella, queda indicada la elección de una

densamente poblados desde a n t i g u o , al modificar 0 rectificar las fronteras se prefieren siempre las líneas naturales; i entre éstas, las que separan las hoyas o rejiones hidrográficas (2).
línea se d e d u c e d e observaciones m a s sencillas, i p u e d e rectificarse a breves intervalos. L a línea jeográfica m a s difícil d e trazar es la línea recta q u e u n e dos c u m b r e s distantes e inaccesibles en t e r r e n o a c c i d e n t a d o , c o m o seria p o r ejemplo, la q u e se ha i n d i c a d o c o m o solución, según la teoría de las cumbres mas elevadas (?), entre el cerro d e A c o n c a g u a i la mayor d e las c u m b r e s d e la R a m a d a . E n los 65 kilómetros q u e separan a m b a s cimas, hai m u c h o s trechos d e s d e los cuales n o se divisa ni la una ni la otra, i seria necesaria u n a costosísima triangulación por un t e r r e n o casi impracticable, para o b t e n e r el trazado de la línea m a s a n t i - n a t u r a l 1 m a s i n c o n v e n i e n t e c o m o deslinde divisorio. ( 2 ) P a r a no buscar ejemplos s i n o en los casos análogos al n u e s t r o , citaremos el t r a t a d o ajustado el 2 d e d i c i e m b r e d e 1 8 5 6 entre la F r a n cia i la E s p a ñ a , cuyo artículo 8.° dice: 11 D e s d e este p u n t o hasta C h a p i t e l c o a r r i a , situado en la ribera » d e r e c h a del B i d a s o a , i un p o c o mas abajo de Andarlasa, la fron11 tera seguirá casi siempre la línea que separa las vertientes de las 11 aguas, por un lado hacia las cinco c i u d a d e s d e N a v a r r a , i por el 11 otro hacia Saint J e a n d e Luz. n A s i m i s m o el protocolo d e 2 7 de j u n i o d e 1 8 6 0 entre la F r a n c i a i la C e r d e ñ a , dice en el a r t í c u l o i.° " L e s plateaux du M o n t - C e 1 nis qui a p p a r t i e n e n t á P a r r o n d i s s e m e n t d e M a u r i e n n e , resteront á 1 11 la Sardaigne, et sur ce point la limite suivra la grande créie des Alpes,
1 soit ¿a ligne 1 de partage des eaux.w

El límite a c o r d a d o en los preliminares de paz entre la F r a n c i a i e] I m p e r i o J e r m á n i c o en Versalles en 26 de febrero d e 1 8 7 1 , para las frontera de A l s a c i a - L o r e n a , q u e sigue líneas d e deslindes c o m u n a l e s

FRONTERAS NATURALES I CONVENCIONALES

9

C u a n d o se estipula

un deslinde meramente

convencional, se gasta, como hemos dicho, m u cha prolijidad en la enumeración de s u s p u n t o s ; m á x i m e cuando se trata de rejiones densamente
en las l l a n u r a s , t o m a en gran parte la c u m b r e d e los V o s g o s : . . . . " D e
" là, elle suit la crête des montagnes, entre les sources de la Surre

" b l a n c h e et d e la Ve/.ouze, etc

n lejislativa

Por fin, del Relatorio p r e s e n t a d o a la a s a m b l e a jeneral comenzada en 1 8 8 0 , estractamos :

del Brasil en 1 8 8 4 , acerca d e la d e m a r c a c i ó n de límites c o n V e n e z u e l a , " E l p u n t o d e salida d e la línea d e d e m a r c a c i ó n era la fuente del " rio M a m a c h i , afluente del M a q u i e n i q u e se r e ú n e c o n el G u a i n í a " Superior. E s t e p u n t o está s i t u a d o en latitud 2 " jitud 6 8 ° 1 2 ' 2 2 , " 6 5 al oeste de G r e e n w i c h . " D e ahí continua " etc., e t c . " D e s d e la catarata d e Hiía corre el límite tres leguas hasta el cerro
" C u p u y , c o n el cual p r i n c i p i a la gran linea divisoria de las aguas de
0

1 ' 2 7 . " 0 3 N . i Ionentre los por el s u r ,

el límite por el divortium

aquarum,

" afluentes del rio G u a i n í a por el norte i del Cuyari

" la sierra P a r i m e q u e separa el sistema hidrográfico 11 del del Orinoco.i> U n o de los sabios m a s e m i n e n t e s , el jeógrafo mas universales entre los c o n t e m p o r á n e o s ,
calificar d e violación de los límites naturales el

del A m a z o n a s

de conocimientos
por

M. Élise R e c l u s , llega a
desconocimiento

c o n v e n c i o n e s políticas d e la frontera Pirenaica i Alpina :

natural de las c u e n c a s hidrográde las fronteras

ficas, c o m o p u e d e verse p o r los siguientes ejemplos " E n t r e les massifs d e granit qui forment

le squelette de la c h a î n e ou se r a m i -

orientale et ceux a u t o u r desquels se sont déposées les formations d e la chaîne occidentale s'ouvre un large détroit géologique fient des m o n t a g n e s a p p a r t e n a n t toutes à la période d e transition. français et les
t. H ,

C e t t e zone intermédiaire est le véritable c e n t r e d e s Pyrénées. L e val d ' A r a n , qui e n o c u p e la plus g r a n d e p a r t i e , est en entier par Vécoulement de ses eaux, aussi bien q u e par la langue
( R E C L U S , Geogr. Uuiv.

c o u t u m e s de ses h a b i t a n t s ; il n'est espagnol q u e par ses cols d e conm u n i c u t i o n et les conventions politiques."

páj. 8 0 , )

IO

ESTUDIO D E L LIMITE CHILENO-ARJENTINO

pobladas en que las referencias a caminos, edificios, etc., son claras i sin a m b i g ü e d a d . E n estos casos, los tratados pueden aplicarse sin necesidad de un estudio ni de una interpretación previa. B a s t a ir al terreno i, con las cláusulas del tratado i el mapa que jeneralmente se a c o m p a ñ a , buscar uno por uno los p a n t o s d e s i g n a d o s , para unirlos en seguida por líneas jeométricas. Pero no sucede lo m i s m o en paises poco esplorados, donde se han estipulado como límites líneas naturales de grande estension. E n t o n c e s hai que hacer un estudio previo de la forma práctica en que podran aplicarse en el terreno las líneas pactadas. E n una palabra, es necesario interpretar

• il Les autres massifs des Alpes italiennes, qui se dressent isolément au sud de la crête m é d i a n e , sont b e a u c o u p moins élevés q u e le G r a n d Paradis. Il es vrai q u e , d a n s cette partie d e son p o u r t o u r , l'Italie a été privée, par la Suisse et par le Tirol a u t r i c h e n , des districts consid é r a b l e s que le versant des eaux, aussi bien q u e le langage et les m œ u r s des h a b i t a n t s , semblerait devoir lui attribuer. T o u t e la h a u t e vallée d u T e s s i n , et m ê m e q u e l q u e s - u n e s des celle qui versent leurs eaux d a n s l ' A d d a , sout d e v e n u e s terres h e l v é t i q u e s ; le haut bassin d e l'Adige, j u s q u e par le travers du lac de G a r d e , appartient politiquement â l ' A u t r i c h e ; de m ê m e la haute B r e n t a . Les d e u x seuls fleuves alpins du versant méridional d o n t les eaux coulent presque en entier sur le sol italien sont la Piave et le ' r a g l i a m e n t o . P a r suite de cette violation des limites naturelles, n o m b r e de m o n t a g n e s aux s o m m e t s chargés d e glaciers, quoiques situées g é o g r a p h i q u e m e n t au sud de la chaîne centrale des A l p e s , s'élèvent n é a n m o i n s soit en A u t r i c h e , soi sur la frontière. T e l s sont, parmi les géants de l ' E u r o p e C e n t r a l e , l'Orteler la M a r m o l a t a , le C i m o n della Pala, aux e s c a r p e m e n t s verticaux, n o n moins grandioses q u e ceux de Cervin.n ( R E C L U S . Geog. Univ. 1 8 8 7 , t. I, pâj. 3 3 6 , 3 3 9 ) .

FRONTERAS N T A U R A L E S I CONVENCIONALES

con relación a las formas especiales que puede afectar el terreno en la zona del límite, las definiciones jenerales del tratado. D e este estudio o interpretación, se derivarán las reglas de comisionados. A l definir u n a línea por sus caracteres jenerales, puede suceder, i sucede con frecuencia (como con toda definición), que no se prevén ciertos casos escepcionales, en los cuales no concurren ni pueden concurrir todos los términos del enunciado. E s llegado el caso entonces de discernir entre las condiciones enumeradas cuáles son las esenciales racterísticas i cuáles las secundarias, cuáles las cai cuáles las comunes. H e c h a la clademarcación que deben constituir las instrucciones de los

sificación con arreglo a la metodolojía jeneral de las ciencias (3), se hará desaparecer toda contradicción aparente eliminando lo común i secundario para atender solo a lo esencial i característico. S i en último término apareciesen dos o m a s condiciones igualmente esenciales e importantes, habria que atender forzosamente al espíritu jcne-

( 3 ) E s decir u n a clasificación » turelle
11

natural. nales classifications naturelles sont etc. des lois naturelles, les
Dict.—(Classification).

" E n p r a t i q u e , on divise toute CLASSIFICATION en classification et classification artificielle:

" celles q u i s'appliquent à d e s objets où à d e s êtres rangés d ' a p r è s les principes qui c o n s t i t u e n t leur n a t u r e intime, " L e s unes sont
a autres

fondées sur la connaissance
e t c . . . . L A R O U S S E ; Gr.

sur la fantaisie,

12

ESTUDIO D E L LÍMITE CHILENO-ARJENTINO

ral del pacto i a los antecedentes de la negociación (4). S e lia dicho, en el caso de la demarcación de límites entre Chile i la República A r j e n t i n a , que los demarcadores no deben abrir discusiones teóricas antes de levantar planos del terreno (5); que deben esperar que las dificultades se produzcan, para resolverlas; i que la misión de los peritos era operar, no disentir. Parece que esto entraña un olvido de que nuestras cordilleras no son una tierra incógnita, i de que, si bien los planos que poseemos no son tan exactos i prolijos como los de los A l p e s , son suficientes para dar a conocer la índole jeográfica de sus accidentes, que no son tan ignorados ni tan variados como se pudiera creer desde lejos. N o se d i v i s a , pues, inconveniente a l g u n o para que los peritos, teniendo a la vista los mapas existentes

( 4 ) Ejemplo de una solución de esta clase ha d a d o C h i l e , con m o tivo de la aplicación del artículo 3 . del tratado de i S 8 r . Se estipula allí u n a línea que d e b e pasar por el c a h o de Espíritu Santo i coincidir con el meridiano occidental de Greenvieh de 68° y . / .
0

A h o r a b i e n , c u a n d o llegó el caso de aplicaren 1 8 9 0 lo p a c t a d o n u e v e años a n t e s , se vid en las nuevas cartas hidrográficas que el m e r i d i a n o d e 6 S ° 3 4 ' pasaba al oriente del cabo Espíritu Santo a c e r c a n d o la frontera chilena a las playas del Atlántico. A m b a s condiciones parecían igualmente esenciales; la n u m é r i c a favorecía a C h i l e , la topográfica a la República Arjeniin t. No h u b o discusión sin e m b a r g o ; el Perito c h i l e n o , inspirándose en el espíritu del Tratado, p a c t a d o en vista d e las cartas náuticas de la época, 11,1 vaciló en declarar e s p o n t á n e a m e n t e e l i m í n a l a la condición n u m é r i c a , i aceptar la jeográfica, ( 5 ) D o c u m e n t o E, páj. 8 1 .

DEMARCACIÓN

D E LAS

FRONTERAS

!3

i entrando en detalles jeográficos a que no podían descender los negociadores del tratado, determinen previamente las reglas jenerales de demarcación para los casos de que hemos hablado, especialmente cuando prevean que pueda existir a l g u n a falta de concordancia entre los términos del tratado que habrá que aplicar. P o r el contrario, las discusiones esencialmente técnicas a que diera lugar la interpretación de esos prescindencia términos,

dejarían resueltos de antemano muchos casos, con del interés individual que podría prestarles después el conocimiento concreto del terreno, que indica en cada caso cuál es la parte favorecida i cuál la perjudicada por una solución determinada.

II
DEMARCACIÓN DE LAS FRONTERAS

H a i que distinguir la demarcación en el no i la demarcación jeogrdfica.

terre-

L a demarcación en el terreno consiste en poner marcas o señales que indiquen materialmente el los deslinde en determinados puntos. E s t a d e m a r cación material es indispensable en todos deslindes meramente convencionales no señala-

14

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

dos por accidentes naturales o artificiales.

Es

conveniente en los deslindes naturales en que los accidentes del terreno no son bastante precisos para evitar toda a m b i g ü e d a d . L a demarcación jeográfica es el trazado de la línea fronteriza en un mapa. C u a n d o se celebra un tratado de límites entre dos potencias cuyos territorios están prolijamente planificados, las cláusulas que especifican el deslinde se acompañan con un plano detallado en el cual se ha demarcado la línea fronteriza (6). E n este último caso, la demarcación jeográfica precede a la demarcación en el terreno i sirve de g u í a para efectuarla. P o r el contrario, cuando se estipula una frontera natural entre d o s p a i s e s cuyos mapas jeográficos son imperfectos i carecen de detalles, los demarcadores m i s m o s son jeneralmente los encargados de recojer los primeros datos precisos acerca de la verdadera configuración de la línea divisoria. E n este caso la demarcación jeográfica es posterior al alinderamiento material, completamente independiente de él, i en ración. En efecto, la demarcación material de un rigor enteramente inútil para perfeccionar dicha ope-

(6) E n el tercero de los convenios citados en la nota 2, u n a d e las cláusulas se refiere a la línea trazada sobre el plano q u e se le a c o m paña.

DEMARCACIÓN

D E LAS

FRONTERAS

J

5

deslinde tiene por objeto dar a conocer a los habitantes i transeúntes los puntos por donde se pasa de un pais a otro, por medio de señales m a teriales. L a correcta ubicación, la v i s i b i l i d a d , la p r o x i m i d a d , la solidez de esas señales, serán las que caractericen la bondad o eficacia de la operación. E l conocimiento de la situación jeográfica de cada lindero, es un elemento puramente científico, útil para la formación de mapas, en los cuales se puedan medir ble de la frontera. S i en j e n e r a l , aun respecto de fronteras naturales, se trata de ejecutar simultáneamente las dos operaciones, de demarcación en el terreno i de demarcación jeográfica, es solo porque los gobiernos de los países civilizados se hacen un deber de aprovechar toda circunstancia favorable para el adelanto de las ciencias i para el conocimiento del suelo patrio, sin que esto entrañe la obligación o necesidad indispensable de emprender complicados o costosos levantamientos. L a convención de 20 de agosto de 1888 entre C h i l e i la R e p ú b l i c a A r j e n t i n a (7) dice espresamente en su cláusula 3 . que 'dos peritos deberán
a

líneas i superficies; pero que

no desempeña papel a l g u n o en la ubicación v i s i -

ejecutar en el terreno

la demarcación

de las líneas
Documentos

( 7 ) E l testo de este c o n v e n i o está insertado e n t r e los bajo la letra B.

16

ESTUDIO D E L LÍMITE CHILENO-ARJENTINO

indicadas en los artículos i . , 2. i 3 . del tratado
0 0 0

d e límites. 11 E l protocolo de i.° de mayo de 1893 agrega que las comisiones recojeran los datos necesarios para fijar en el papel la línea d i v i s o r i a , pero previene que los trabajos jeográficos no han ele " i n terrumpir ni retardar la demarcación cial, etc. 11 N u e s t r o s pactos prescriben, pues, como esencial i principal objeto, la demarcación fronterizaen el terreno; de la línea i obedeciendo al espíritu i topográficos exacde límites, perique es el objeto principal de la comisión

de progreso que a n i m a a ambos g o b i e r n o s , ordenan recojer los datos jeográficos titud posible, para diseñar en el papel esa línea, con la

es decir sin emprender operaciones

que entorpezcan i retarden aquel objeto principal. A l buen sentido de los demarcadores toca fijar el límite de precisión i exactitud que debe perseguirse, dentro del objeto ilustrativo de esos levantamientos, i hacer la elección de procedimientos rápidos que permitan avanzar sus trabaj o s topográficos al propio tiempo i sin m a y o r demora que la demarcación en el terreno (8).
(8) Las personas ajenas a esa clase de trabajos, difícilmente p u e d e n apreciar el desproporcionado cosió i d e m o r a de un a u m e n t o de precision en ciertas operaciones jeodésicas. U n a latitud, con un b u e n instrum e n t o de reflexion, p u e d e d e t e r m i n a r s e en una n o c h e con una aproxim a c i ó n de m e d i o m i n u t o , o en cifra r e d o n d a ,un kilómetro; en dos o

CONCEPTOS D E L TRATADO D E L 8 l

17

III
CONCEPTOS FUNDAMENTALES DEL TRATADO DE LÍMITES W DE 1881

L o s límites estipulados por el T r a t a d o de 1881 tienen diverso oríjen; el límite andino q u e , por lo menos en la parte en que separa las rejiones pobladas de a m b o s países, no habia sido j a m a s
tres n o c h e s , c o n 2 0 0 m e t r o s . Si se desea u n a aproximación d e un segundo es necesario llevar i n s t r u m e n t o s m a s p e s a d o s i consagrar u n
gran n ú m e r o d e n o c h e s , i a u n así no se eliminan otras causas de error.

P a r a d e t e r m i n a r u n a lojijitud con a p r o x i m a c i ó n m u i inferior a la d e la latitud, se necesita esperar ciertos dias d e la lunación i correr el riesgo d e perder la observación d e u n f e n ó m e n o i n s t a n t á n e o por u n a n u b e o niebla cualquiera. P a r a hacer u n a triangulación p o r serranías d o n d e n o hai senderos, la d e m o r a será diez veces mayor q u e para practicar u n r e l e v a m i e n t o espedito p o r el c a m i n o del valle. C o m o ejemplo ilustrativo p o d e m o s decir q u e la comisión chilena del T e ñ o i Tinguiririca, en el verano d e 1 8 9 4 , en solo q u i n c e dias levantó p o r m e d i o d e 3 8 líneas cerca d e 1 0 0 kilómetros d e valles, d e t e r m i n a n d o la latitud d e 7 p u n t o s i los azim u t e s verdaderos suficientes para u n a b u e n a c o m p r o b a c i ó n . U n a triangulación d e esa estension n o se habria h e c h o d u r a n t e t o d a u n a t e m p o rada d e c u a t r o m e s e s . L a mera operación d e d e m a r c a r en el t e r r e n o los p u n t o s d e u n deslinde n.itural tan fácil d e ubicar c o m o u n a divisoria de aguases m a s rápida todavía. D e s d e el dia i.° d e e n e r o del corriente a ñ o hasta el 1 6 del m i s m o m e s , el q u e suscribe ha r e c o n o c i d o , en las cordilleras d e C a u t í n i Valdivia, los seis pasos d e los A n d e s c o m p r e n d i d o s e n t r e los 3 9 i 3 9 4 5 ' d e latitud, en n i n g u n o d e los cuales cabia vacilación para fijar la línea fronteriza.
o o

(9) El texto d e este t r a t a d o está r e p r o d u c i d o en el D o c u m e n t o A . 2

l8

ESTUDIO D E L LÍMITE C H I L E N O - A R J E N T I N O

discutido (10); el límite austral

objeto de larga

controversia, i del cual u n a buena parte se convirtió en límite andino en virtud de ese pacto. Estudiaremos esas líneas. L o s pueblos chileno i arjentino se han considerado siempre separados por un límite natural, las "cumbres de los A n d e s u ; i durante largos siglos no ha habido ni ocasión ni necesidad de concretar o precisar el significado jeográfico de esa frase. P e r o desde el momento en que se hizo sentir esa necesidad para dar una solución comseparadamente las ideas fundamentales que inspiraron el trazo acordado para

( l o ) N o c o n c e p t u a m o s necesario d e t e n e r n o s e n el texto e n p r o b a r esta aseveración, q u e q u e d a c o r r o b o r a d a con la lectura d e las notas u , 1 2 i 1 6 . Acerca d e este p u n t o i del significado jeográfico del tratado del 8 1 , n o p o d e m o s sino referirnos u n a vez por todas a la majistral esposicion h e c h a por el P e r i t o chileno d o n Diego Barros Arana, e n su n o t a al Perito Arjentino, d e fecha 1 8 d e e n e r o d e 1 8 9 2 , n o t a q u e se p u blica e n t r e los D o c u m e n t o s anexos bajo la letra G. Solo r e c o r d a r e m o s aquí las espresiones vertidas p o r u n a d e las autoridades jeográficas m a s decisivas, citadas en la m e n c i o n a d a n o t a oficial. S o n las siguientes: " L a frontière occidentale (de la R é p u b l i q u e A r g e n t i n e ) est m i e u x fixée. Elle est la m ê m e q u i existait d u t e m p s d e s espagnols e n t r e la v i c e - r o y a u t é d e la Plata et le g o u v e r n e m e n t d u Chili. E n c r é a n t la nouvelle v i c e - r o y a u t é , on choisit avec intelligence la séparation des bassins hydrographiques c o m m e limites politiques et l'on a t r i b u a à l'état d e la Plata t o u t le pays et toutes les m o n t a g n e s d o n t les e a u x c o u l e n t à l ' E s t ; le Chili, au c o n t r a i r e , eût tout le réseau h y d r o g r a p h i q u e qui s'écoule à l ' O u e s t , M ( B U R M E I S T E R . Description la République Argentine, 1876.) physique de

CONCEPTOS D E L TRATADO D E L 8l

R

9

pleta a la cuestión límites (por m a s q u e la controversia solo afectase a la estremidad austral del continente americano), las personas i los gobiernos que por a m b a s partes formularon opiniones acerca de la redacción i alcance de las cláusulas del pacto proyectado, entendieron siempre que aquella frase significaba la línea- divisoria aguas El o divortia aquarum. de las

M i n i s t r o A r j e n t i n o en C h i l e , don F é l i x

F r i a s , aludia a los convenios i definiciones jenerales de que hemos hablado, al esplicar en s u s notas oficiales la verdadera ubicación de la frontera natural chileno-arjentina. E s t e que aquélla era. fiara todo el mundo diplomático la interpreinsistió v a r i a s veces en dejar constancia oficial de tación jeográfica del límite oriental de Chile ( 1 1 ) ; i

( n ) " S u G o b i e r n o (el d e Chile) convino en q u e los A n d e s eran el límite oriental d e C h i l e ; i c u a n d o h a b l a b a d e d e m a r c a c i ó n d e frontera, aludia a la operación d e señalar en los m i s m o s A n d e s el divortia aquarum, esto e s , la línea divisoria d e los d o s países, operación d e peritos q u e n o se ha practicado. " L a s palabras d e su mensaje ( a l u d i e n d o a u n o del G o b i e r n o d e Chile) s o n éstas, q u e habia ya citado en mi n o t a del 1 2 d e d i c i e m b r e : " E r a u n a necesidad imperiosa la d e u n m a p a e x a c t o , q u e , c o n la " descripción jeolójica i mineralójica d e Chile, señalase t o d o s los p u n " tos notables del pais, sus varias alturas sobre el nivel del m a r , i la
" línea culminante de la cordillera arjenlinas entre las vertientes el territorio que descienden chileno, n a " las provincias Has qu; riegan

" I si desea V. E . u n a nueva prueba de q u e los A n d e s eran a los ojos del G o b i e r n o d e C h i l e , en la época a q u e m e refiero, su límite oriental, c o m o lo h a n sido para todo el mundo, en todo tiempo, basta q u e

fije V. E . su atención en las instrucciones q u e se dieron al señor

20

ESTUDIO D E L LIMITE CHI LENO-AR JENTINO

el gobierno de Chile por su parte no ponia en duda lo correcto de esta interpretación (12). P o r otra parte, ella era fundada en el dictamen de los tratadistas de mas autoridad, entre los cuales bastará citar a B e l l o (13), de los jeógrafos, como B u r m e i s t e r ( 1 4 ) , i correspondía, como lo probaremos m a s adelante, a la única solución de una línea continua dentro de un encadenamiento

Pissis, al encargarle levantar la carta topográfica del pais. L a contrata d e 1 0 de o c t u b r e de 1 8 4 8 c o n t i e n e esta cláusula: " E l señor Pissis d e d i c a r á una particular atención a la cordillera d e 11 los A n d e s , q u e e x a m i n a r á del m o d o mas prolijo q u e le sea p o s i b l e , 11 a fin de señalar con precisión el filo o línea culminante 11 vertientes 11 territorio que van cliileno.it a las provincias arjentinas que separa las al de las que se dirijen

( M e m o r i a de R e l a c i o n e s E s t e r i o r e s i de ColonizaE s t r a o r d i n a r i o i M i n i s t r o Plenipotendon Félix F r i a s , el 2 0 d e setiem-

ción de 1 8 7 4 , páj. 4 9 . — N o t a dirijida al Ministro d e R e l a c i o n e s E s t e riores de C h i l e , por el E n v i a d o ciario d e la R e p ú b l i c a Arjentina bre de 1 8 7 3 . ) ( 1 2 ) "Si la línea divisoria e n t r e las dos R e p ú b l i c a s estaba tan claram e n t e m a r c a d a , no habia n e c e s i d a d alguna de celebrar un t r a t a d o en q u e se estableciese el arbitraje, pues bastarla fijar con arreglo a las pres cripciones jenerales del d e r e c h o d e jentes el divortia aquarum en a q u e llas m o n t a ñ a s , acto m e r a m e n t e pericial, para q u e la separación definitiva q u e d a s e r e a l i z a d a . 1 1 ( M e m o r i a de R e l a c i o n e s Esteriores i Colonización d e 1 8 7 4 , pajina 1 4 0 . — N o t a dirijida al E n v i a d o E s t r a o r d i n a r i o j Ministro P l e n i p o t e n c i a r i o d e la R e p ú b l i c a Arjentina don Félix Frias, p o r el M i n i s t r o d e R e l a c i o n e s E s t e r i o r e s de C h i l e d o n Adolfo I b a ñ e z en 2 8 d e e n e r o d e 1 8 7 4 . ) ( 1 3 ) "Si el límite d e u n e s t a d o es u n a cordillera, la línea divisoria corre por sobre los p u n t o s mas e n c u m b r a d o s de ella, pasando los mauanlia/es ( B E L L O . Principios de derecho internacional, parte I, cap. I I . ) por entre de las vertientes q u e d e s c i e n d e n a un lado i al otro, n

( 1 4 ) Véase la nota núin. r o .

CONCEPTOS D E L TRATADO D E L 8 l

21

de m o n t a ñ a s , según lo reconocen todos los j e ó grafos modernos ( 1 5 ) . P o r esto, desde que se trató de definir el límite andino en los preliminares de un tratado, los negociadores acordaron inspirarse en la definición de B e l l o a que hemos hecho referencia (16).
( 1 5 ) Casi es u n a r e d u n d a n c i a tener q u e afirmar q u e la continuidad de una línea divisoria de aguas estriba e n q u e n o sea cortada por rio, arroye, vertiente ni curso a l g u n o d e agua. Para evitar d e s d e luego confusiones a este respecto, t r a d u c i m o s a continuación el siguiente bosquejo jeneral, t o m a d o d e u n a enciclopedia c o n t e m p o r á n e a : " S i e n d o el e s t u d i o d e las c u e n c a s fluviales i d e los sistemas o r o g r á ficos q u e los circunscriben, la base de la jeografia descriptiva, conviene p r e c e d e r esta esposicion con algunos detalles tecnológicos necesarios para la intelijencia d e las esplicaciones hidrográficas de las cuencas. " L a s cuencas marítimas c o m o las fluviales q u e d a n s e p a r a d a s por cadenas hidrográficas q u e es esencial n o c o n f u n d i r c o n las cadenas orolb-

jicas. Estas últimas, en efecto, se prolongan al través d e los rios i d e los mares, según la dirección d e las m o n t a ñ a s o d e las g r a n d e s asperezas del globo c o n s i d e r a d a s bajo el p u n t o d e vista jeolójico, mientras
q u e las cadenas fluviales hidrográficas son los lí'uites de las meneas marítimas o formadas por la C O N T I N U I D A D D E LAS MONTAÑAS I D E LAS

COLINAS cuyas p e n d i e n t e s vierten sus aguas en el m i s m o " L a línea c u l m i n a n t e d e u n a cadena
divisoria de las aguas; ( L A R O U S S E . Gratid Dict. Bassins.)

receptáculo. línea
divortium.w

hidrográfica

se d e n o m i n a

es la q u e C i c e r ó n l l a m a b a aquarum

E s t e carácter esencial de continuidad es el q u e t é c n i c a m e n t e nos servirá para identificar la divisoria continental de aguas c o m o el único deslinde natural, en las cordilleras; al mismo t i e m p o q u e c o m o principio íntimo d e clasificación, caracteriza c o m o principal, e n t r e los diversos e n c a d e n a m i e n t o s d e los A n d e s , a aquel sobre cuyo dorso corre d i c h a divisoria, i n d e p e n d i e n t e m e n t e d e su altura o dirección. (Véase la nota 1.) ( 1 6 ) E n el tratado firmado e n B u e n o s Aires por los plenipotenciarios de Chile i la R e p ú b l i c a Arjentina, e n 1 8 d e enero d e 1 8 7 8 , se lee: " A R T Í C U L O PRIMERO. L a R e p ú b l i c a Arjentina está dividida d e la

22

ESTUDIO D E L LÍMITE CH1LENO-ARJENTINO

A s i m i s m o en 1 8 8 1 , cuando se reanudaron las jestiones que dieron por resultado el tratado v i jente en la actualidad, por intermedio de los s e ñores ü s b o r n , ministros residentes de los E s t a d o s U n i d o s en S a n t i a g o i B u e n o s A i r e s , quedó entendido de una i otra parte, desde que se cambiaron los primeros telegramas, divortia aquaruiii
11

que quedaría

reconocida como línea divisoria de norte a s u r el de las Cordilleras de los A n des, hasta el g r a d o 52 (17). A s í , pues, la primera idea dominante, tradicional, no discutida, del T r a t a d o de 1881 fué la identidad del límite andino con la divisoria aguas de de esas montañas. L a forma propuesta por

Chile " l a s cumbres mas elevadas que dividan las aguasn (18) parecia implicar una coincidencia j e neral entre las cimas de las montañas i el tium aquaruiu. divorE s interesante tomar nota de

que el Ministro A r j e n t i n o don B e r n a r d o de I r i -

R e p ú b l i c a d e Chile por la Cordillera d e los A n d e s , corriendo la línea divisoria por sobre los p u n t o s mas e n c u m b r a d o s de ella pasando por
entre ¿os tnanantiales de las vertientes q u e se d e s p r e n d e n a u n lado i

al otro. Las dificultades q u e p u d i e r a n suscitarse por la existencia d e ciertos valles d e cordillera en q u e no sea perfectamente clara la línea divisoria de las aguas, se resolverán siempre a m i s t o s a m e n t e por m e d i o d e p e ritos, n ( 1 7 ) I n s e r t a m o s entre los D o c u m e n t o s , bajo la letra D , veintidós telegramas i notas, q u e forman los a n t e c e d e n t e s relativos a esa jestion La frase citada está en la pie/.a 4 d e ese D o c u m e n t o , páj. 2 0 . ( 1 8 ) D o c u m e n t o D páj. 2 6 .

CONCEPTOS D E L TRATADO D E L

8l

23

góyen fué quien primero reparó la omisión de la fórmula ubicativa que es la que viene a salvar hidrográficos, por lado a un toda d u d a en caso de contradicción entre los relieves orográficos i los deslindes entre las vertientes mediante el a g r e g a d o de la frase, i pasará que se desprenden

i otro, que habia sido y a aceptada por a m b o s g o biernos en los preliminares de ajuste en nitiva (19). 1877 i 1878, i con la cual se completó la redacción defi-

( 1 9 ) D o c u m e n t o D páj. 3 0 P a r e c e v e r d a d e r a m e n t e increíble q u e en presencia d e las espresiones del t r a t a d o i los datos c o n t e n i d o s en las notas 1 0 , 1 1 , 1 2 i 1 3 i d e otros .innumerables a q u e nos h e m o s referido por ser s u p e r a b u n d a n t e s , h u b i e ra quien se atreviese a afirmar q u e la frontera estipulada entre los d o s
países no es la división de las aguas.

Las citas siguientes p r u e b a n , sin e m b a r g o , q u e ciertos órganos d e la prensa arjentina n o trepidan en t o m a r c o m o base d e su a r g u m e n t a ción un p u n t o d e partida reñido con el espirita, con la letra i con la historia del T r a t a d o d e 1 8 8 1 . " L o s A n d e s , no las ascuas, delimitan los d o m i n i o s d e los d o s p u e b l o s , según la naturaleza, la razón i los pactosn (La Prensa). " N a d i e nos ha dicho, e n t r e t a n t o , q u e el divortium aquarum n o es ni m u c h o m e n o s lo q u e se p r e t e n d e v u l g a r m e n t e , es decir el c u r s o d e vertientes, arroyos o rios. C a y o J u l i o César, q u e si n o vive tiene t o d a vía m u c h o s q u e lo han c o n o c i d o a fondo, establece en sus C o m e n t a r i o s "de Bello Civile» q u e el divortia se refiere a las aguas pluviales i q u e se dividen a u n o i otro lado d e las c u m b r e s . N o se trata d e vertientes, ni de rios, ni d e arroyos, c o m o ya h e m o s t e n i d o el h o n o r d e decirlo. " E n esto, p u e s , c o m o tantas otras cosas, se dicen t o n t e r í a s . . . . "
(El Tiempo).

E s t a última frase es del articulista, n o nuestra. C o n tales falsedades i d e s p r o p ó s i t o s se p r e t e n d e ilustrar a los p u e b l o s .

24

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

L a otra idea jeneral, que se referia al estremo austral de A m é r i c a , i que aparece en todas las fórmulas de transacción propuestas con relación a esa rejion del límite, era que ese límite no saldría del continente (20); idea que se resume en un aquarum continental (21). en la solo concepto fundamental con la anterior bajo la fórmula del divortium E n la cláusula 3 . continente el divortium
a

del tratado de 1881

cual se define el límite de la parte austral del al sur del g r a d o 52, se dice que la aquarum de los Andes. E s t o era línea divisoria coincidirá con ese paralelo, hasta suponer que la cordillera no salia del continente, como efectivamente se la dibujaba en la m a y o r parte de los mapas anteriores a esa época. (22).
( 2 0 ) D o c u m e n t o D páj. i 8 , 2 1 , 2 4 , 2 5 i 2 7 . ( 2 1 } E s t a espresion es idéntica con la d e divortia
ceánico.

aquarum

intero-

El señor M o r e n o , en La Nación d e 4 d e febrero, habla d e "la nueva teoría d e la división interoceánica d e las aguasn i el señor Lista en el mismo diario de 1 . ° d e marzo, dice q u e "este c o n c e p t o ha sido inventado por la cancillería d e Chilen. E n otras notas e n t r a r e m o s en algunos detalles al respecto. La importancia de una divisoria continental es sin e m b a r g o b i e n conocida de los jeógrafos. P u e d e verse m e n c i o n a d a con frecuencia en las publicaciones relativas al m a p a d e los territorios federales en Estados U n i d o s , bajo el n o m b r e de "Continental Dividen (U. S. Geographical Report upon the Survey West 0/the ioo
th

meridian,

1889,

pp.

3 0 1 , 3 0 2 , etc.)

( 2 2 ) A este propósito nos conceptos i rectificar algunas d e relaciones esteriores d e Zeballos, en la " M e m o r i a n

i n c u m b e p e r s o n a l m e n t e aclarar algunos apreciaciones emitidas por el e x - m i n i s t r o la R e p ú b l i c a Arjentina, don Estanislao de ese r a m o de 1 8 9 2 , cuyo capítulo re-

CONCEPTOS D E L TRATADO D E L 8l

25

E s evidente, sin e m b a r g o , para quien sigue con atención las diversas jestiones de m a y o a j u n i o de 1 8 8 1 , q u e los negociadores de la R e p ú b l i c a
lativo a Chile está insertado entre los D o c u m e n t o s anexos bajo la letra E.
L é e s e allí (páj. 6 0 ) q u e " e n u n a Memoria sobre la rejion central de

las Tierras Magallánicasn, "el p r i m e r a y u d a n t e del P e r i t o chilenon h a c e la crítica del tratado, s o s t e n i e n d o q u e , al celebrarlo, los negociadores d e Chile olvidaron los h e c h o s jeográficos...n M a s a d e l á n t e s e refiere a esto m i s m o en los t é r m i n o s : "esta actitud del primer a y u d a n t e . . . n¡ "el g r a d o ( 5 2 d e -latitud) en q u e su primer a y u d a n t e o p o n í a serias dificultadesu; "aconseja a b a n d o n a r la cláusula t e r m i n a n t e del tratadon, etc. A h o r a bien, si se presta atención a la fecha d e mi citada "Memoriaii ( 1 8 8 5 ) i se r e c u e r d a q u e la Convención para d e m a r c a r la frontera d a t a del a ñ o 1 8 8 8 i q u e las comisiones d e límites fueron formados en 1 8 9 0 , se c o m p r e n d e r á q u e n o p u d e escribir dicha M e m o r i a en mi carácter d e a y u d a n t e , lo cual si bien n o c a m b i a r í a en n a d a los h e c h o s q u e yo espresé i cuya exactitud e r a i n d e p e n d i e n t e d e mi opinión, en c a m bio podría esplicar el q u e yo m e h u b i e s e p e r m i t i d o criticar el t r a t a d o o censurar a sus negociadores. P e r o n o h a h a b i d o tal crítica ni censura, c o m o p o d r á persuadirse aquel q u e lea mi " M e m o r i a n . C o m i s i o n a d o a fines d e 1 8 8 4 por el m i nisterio d e relaciones esteriores para esplorar la Patagonia chilena austral con el objeto d e estudiar las bases d e u n a hijuelacion fiscal, i de informar acerca d e las condiciones del terreno p o r d o n d e d e b i a trazarse la línea fronteriza, m e limité a cumplir e s t r i c t a m e n t e mi c o m e t i d o . Al d a r c u e n t a d e l r e s u l t a d o d e mi esploracion, dejé constancia d e un h e c h o jeográfico i m p o r t a n t e , d e s c u b i e r t o m a s d e tres siglos antes, pero ignorado del m u n d o jeográfico hasta q u e el capitán P a r k e r K i n g lo c o m u n i c ó a la Sociedad Jeográfica d e L o n d r e s en 1 8 3 1 ; i era q u e la cordillera continental c o m o c a d e n a orográfica t e r m i n a b a al norte d e l paralelo d e 5 2 .
o

Al establecer este h e c h o dije q u e "parecía h a h e r sido olvidado e n la redacción del t r a t a d o d e 1 8 8 1 1 1 , sin referirme e s p e c i a l m e n t e a los negociadores d e Chile o a los arjentinos. Sin ciarle mayor importancia a esta omisión, agregué q u e el
aquarum del continente (o si se q u i e r e , d e la cadena hidrográfica,

divortia
según

26

ESTUDIO D E L LIMITE CHILENO-A R J E N T I N O

A r j e n t i n a j a m a s pretendieron q u e el límite s a liera del continente al norte del estrecho (23), mientras que tenia forzosamente q u e salir de la cordillera en esa rejion para avanzar hacia el este por cualquiera de las líneas propuestas en 1 8 7 2 ,

la espresion d e Larousse) debia buscarse en las vegas d o n d e se forma el afluente occidental del rio Gallegos, c o m o a 1 0 millas al oeste d e l m e r i d i a n o d e 7 2 d e Greenwich. R e p e t i r e m o s aquí q u e d e s d e q u e el artículo 2 . del t r a t a d o del 8 1 dice q u e " e n la parte austral del CONTINENTE el límite será, e t c . e t c . . . hasta el divortia aquarum d e los A n d e s n , estipula d o s c o n d i c i o n e s a p a r e n t e m e n t e contradictorias, e n t r e las cuales n o es mas difícil discernir la esencial d e la s u b o r d i n a d a , d e lo q u e p u e d e ser decidir la i m p o r tancia relativa entre un c o n t i n e n t e i u n a serranía, i cuál seria la fron tera m a s natural, la q u e divide aguas oceánicas o la q u e atraviesa brazos d e m a r . N o h e aconsejado, pues, " a b a n d o n o del tratadon, sino que, c o m o informante acerca d e las condiciones del t e r r e n o por d o n d e debia correr la línea fronteriza, previ su ubicación en conformidad a las reglas d e mi profesión i al criterio aconsejado p o s t e r i o r m e n t e por el m i s m o ministro Zeballos en sus instrucciones al perito señor Pico ( D o c u m e n t o E, pájs. 8 7 i 8 8 ) . A u n q u e t é c n i c a m e n t e , la omisión en el t r a t a d o d e la cláusula c o m plementaria relativa a la cordillera insular, inserta d e s p u é s en el P r o t o colo d e 1 8 9 3 , n o p o d í a producir vacilación en n i n g ú n d e m a r c a d o r verd a d e r a m e n t e jeógrafo, el h e c h o d e la interrupción d e la cordillera, p o r lo m i s m o q u e era poco divulgado, era digno d e llamar la atención, c o m o se ve p o r las siguientes palabras del capitán P a r k e r K i n g en la c o m u nicación d e q u e h e m o s h e c h o m e n c i ó n : " T h e termination of " O b s t r u c t i o n S o u n d n is o n e of t h e most remarcable features in t h e geography of this part of S o u t h A m e r i c a . I n this
o 0

e x a m i n a t i o n the southern

extremity

of the cordillera

was

ascertainedw

Agregaremos q u e en 1 8 8 8 fué enviado el capitán d e fragata señor Serrano M o n t a n e r , e s p e c i a l m e n t e a practicar u n estudio d e la zona fronteriza en la parte austral del continente, e n t r e los paralelos d e 5 1 i 5 2 . E l capitán Serrano fué p o r el seno d e la O b s t r u c c i ó n e hizo u n lev a n t a m i e n t e prolijo d e la divisoria d e aguas continental, q u e , c o m o lo había d i c h o yo en 1 8 8 5 , corre m u i cerca d e la costa. L a m á x i m a depresión en esa parte, u n poco al N del paralelo d e 5 2 , a p e n a s alcanza a 1 0 0 m e t r o s sobre el nivel d e los canales marítimos. ( 2 3 ) D o c u m e n t o D pájs. 1 8 , 2 1 , 2 4 , 2 5 i 2 7
o o o

CONCEPTOS D E L TRATADO

DEL

8l

27

1876,

etc. A s í , pues, el continente era allí lo

esencial i la cordillera lo secundario. A s í lo ha reconocido también el protocolo de 1893 en su cláusula 2. , de que trataremos en detalle m a s
a

adelante. A l definir la línea convencional
a

de la

Tierra caracque

del F u e g o en la cláusula 3 . , se incurrió en lo que llamaremos un pleonasmo jeogrdfico, terizando esa línea por dos circunstancias

podían llegar a ser contradictorias, su paso oblig a d o por el cabo de E s p í r i t u S a n t o , i su coincidencia con un meridiano dado. Y a hemos hecho notar cómo las miras elevadas del Perito chileno no le permitieron aprovecharse de la contradicción de hecho que realmente se p r o d u j o , para suscitar una dificultad, i cómo por el contrario optó espontáneamente por la línea m a s conforme al espíritu del T r a t a d o aunque favoreciese a la R e p ú b l i c a A r j e n t i n a . (Véase la nota número 4).

IV
CONCEPTOS FUNDAMENTALES DEL PROTOCOLO DE 1.° DE MAYO DE 189:5

E l Protocolo de 1893 i.
a

puede resumirse en las al T r a -

declaraciones fundamentales siguientes: Que este nuevo Pacto no modifica

28

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

tado de 1881, en cuanto al límite a n d i n o , puesto que se dice en la cláusula procedimientos i.
a

que los peritos i invariable de sus

comisiones tendrán por norma culo i.° de aquel T r a t a d o . 2.
a

el principio establecido en el artí-

H a corroborado el carácter continental
a

del

límite al norte del E s t r e c h o de M a g a l l a n e s , declarando en su cláusula 2. que la costa de los canales en esa rejion pertenecerá a C h i l e , aunque la cordillera se aparte del continente. 3 . Que se mantiene, como condición
a

jeogrdjica

esencial de la demarcación, la línea divisoria de las a g u a s , i que, cuando no sea clara (es decir aparente), se hará buscar en el terreno
0

por ope-

raciones topográficas (art. 3. ) L a s otras estipulaciones del Protocolo se refieren a puntos de detalle (24). S i n e m b a r g o , a la

( 2 4 ) R e c o r d e m o s aquí q u e el Protocolo de 1 8 9 3 no d e b í a ser en su oríjen sino un simple a c u e r d o e n t r e los Peritos para salvar las dificultades orijinadas en los d o s p u n t o s iniciales de la d e m a r c a c i ó n . El nuevo Perito arjentino señor Virasoro deseaba, por u n a parte, datos mas completos para a p r o b a r "con pleno c o n o c i m i e n t o de causan la demarcación del límite h e c h a en el P a s o de S a n F r a n c i s c o . P o r otra se hacia necesario el a c u e r d o a l u d i d o , respecto d e la designación precisa del cabo del Espíritu Santo, oríjen del meridiano-límite en la T i e r r a del F u e g o ; p u n t o q u e el m i s m o señor Virasoro, c o m o jefe d e

CONCEPTOS D E L PROTOCOLO D E L 9 3

29

declaración con que comienza el artículo 2° (25) se le ha dado al otro lado de los A n d e s la importancia de u n a derogación del artículo i.° del T r a tado de L i m i t e s de 1881, diciéndose que el divortium del nuevo "encadenamiento principal aquarum habría de los A n d e s 1, allí

mencionado ha venido a reemplazar al hecho abandono en virtud

de esas cordilleras, de cuya línea Chile

Pacto (26). B a s t a , en verdad, imponerse en conjunto del Protocolo para convencerse de que no se ha p o dido pretender derogar allí en el artículo 2. , lo
0

que en el i.° se ordena variable;

seguir como norma

in-

que la mencionada declaración, relativa

la respectiva comisión d e m a r c a d o r a , habia hallado indeciso p o r su configuración. T a l es el oríjen d e las cláusulas 4 . i 8 . del pacto mencionado.
a a

Si lo q u e d e b i a ser u n simple a c u e r d o se convirtió en un protocolo d i p l o m á t i c o , fué p r i n c i p a l m e n t e p o r q u e el Perito chileno n o se consid e r a b a autorizado para acceder a la revisión del límite en el p u n t o inicial del N o r t e , cuya operación c o n s i d e r a b a definitiva. (25) Documento C , páj. 1 2 . ( 2 6 ) E n u n artículo d e La Prensa d e B u e n o s Aires titulado "el d i vortium a q u a r u m del señor B a r r o s A r a ñ a n , se lee: "Ese divortium d e las aguas es el q u e se llama continental, q u e el señor Barros Arana viene s o s t e n i e n d o d e s d e h a c e años i q u e nuestra
cancillería entendió que „ Chile abandonaba al firmar el p a c t o Quirno

Costa-Errázuriz.n E d i t o r i a l m e n t e habla el m i s m o diario, con fecha 1 2 de febrero, d e " u n divortium aquarum q u e h e m o s t e r m i n a n t e i c a t e g ó r i c a m e n t e rec h a z a d o u ; i con fecha 1 3 dice q u e las "recientes estipulaciones!! d e l Protocolo h a n sido "sujeridas por el m i s m o G o b i e r n o chileno c o n la mira d e satisfacer nuestras objeciones".

ESTUDIO D E L LIMITE C H I L E N O - A T J E N T I N O

al dominio

i soberanía

de cada nación, es una fraa

se preliminar i forma parte integrante de la que hemos clasificado como 2. de las fundamentales, i que se refiere litoral a la calificación de la soberanía faltar suponer términos de a m b o s paises. N o se podría sin
0

a las reglas de lójica mas elementales, que se hubiera insertado en el art. 2.

derogatorios de un tratado solemne cuyo cumplimiento se recomienda enfáticamente en el art. i.° D e todas maneras, si tal objeto se hubiera tenido en vista,, no seria dable lograrlo, aplicando el criterio jeográfico, como lo haremos, a cada uno de los términos que hemos citado (27).

V
ESTUDIO TÉCNICO DE LAS E S T I P U L A C I O N E S 11ELATIV0 A LA LÍNEA ANDINA

S i el estudio de las jestiones preliminares del T r a t a d o de 1881 nos demuestra que el concepto fundamental del límite andino corresponde al di( 2 7 ) D e s d e luego c a b e observar q u e , el adjetivo PRINCIPAL no tien e valor absoluto sino relativo: " D í c e s e d e t o d o aquello q u e tiene u ocupa el primer lugar entre otros objetos de su especie, de su clase; q u e es m a s estimado, mas distinguido, m a s n o t a b l e en su línea, en su j'enero, etc Esencial, capital, f u n d a m e n t a l ; por contraposición d e accesorio o cosa semejante, e t c . . . n (Diccionario). Así, pues, déjase ver q u e , a u n q u e se quisiera restrinjir la discusión

ESTIPULACIONES SOP.RE LA LÍNEA

ANDINA

31

vortium

aquaruní,

el examen técnico i analítico por decirlo a s í , discordantes

de las estipulaciones de ese pacto va a hacernos ver que cada una de ellas calza, respecto a cualquiera otro. S i g u i e n d o las reglas de clasificación en que se inspiran las ciencias modernas, v e m o s según los T r a t a d o s vijentes que la línea andina está definida: i.° P o r su dirección jeuer al, que es de norte a sur la de las cumbres mas elevadas de las cordilleras que dividen las a g u a s (art. del T r a t a d o i i.° del Protocolo); 2.
0

con ese concepto, así como serian

P o r su condición precisa

de ubicación;

que

es la de pasar por entre las vertientes que se desprenden a uno i otro lado (art. i.° del T r a t a d o ) ; 3.
0

P o r la solución de los casos

dubitativos;

esto es, que cuando no sea clara la línea d i v i s o r i a de las a g u a s se ha de buscar en el terreno (art. i.° del T r a t a d o i 3 . del Protocolo).
0

E n t r a n d o de lleno al terreno científico, precia esta fórmula del " e n c a d e n a m i e n t o principal", para hallar su significado técnico o jeográfico, seria necesario basarla en u n a clasificación previa d e los e n c a d e n a m i e n t o s d e cordilleras. El principio d e clasificación q u e se a d o p t a r a en vista del espíritu i la letra d e los t r a t a d o s indicaría la circunstancia fundamental o esencial q u e h u b i e r a d e caracterizar la importancia de los e n c a d e n a m i e n t o s . T e n d r e m o s ocasión d e insistir acerca d e este p u n t o en otras partes del texto.

32

ESTUDIO D E L LÍMITE CHILENO-ARJENTINO

sernos el significado topográfico de las espresiones usadas en las definiciones anteriores, i clasifiquemos su importancia relativa. S i para el que de lejos contempla u n a cadena o g r u p o de montañas, se presentan sus c u m b r e s como una cresta o filo continuado que marca con la intersección de sus laderas opuestas la separación de las a g u a s , para el topógrafo que las recorre dista mucho de revestir este aspecto de sencillez la configuración del terreno; los filos i crestas son múltiples; las cumbres en vez de enfilarse en línea, están diseminadas en u n a ancha zona. L a s espresiones "los puntos m a s encumbra" l a cresta dos!,, "las cumbres mas elevadasn,

dominanten, etc., pierden entonces su v a l o r a b soluto para referirse a la única base de clasificación reconocida por la topografía, el curso de las aguas. " T o d o continente o isla, dice un testo oficial de enseñanza (28), " p u e d e considerarse que, e7i jeneral, como constituido por dos grandes planos de pendiente contraria o vertientes, se reúnen por sus puntos superiores en una arista dirijida en el sentido de la mayor estension de la isla o

(28)

S U A R E Z I N C L A N , Tratado

de

topografía.

El capítulo q u e c o n t i e n e estas definiciones está r e p r o d u c i d o los A p é n d i c e s d e este folleto bajo la letra R - i .

entre

ESTIPULACIONES SOBRE LA L Í N E A

ANDINA

33

continente, i cuyo arista recibe el nombre de divisoria de aguas, w P r o s i g u i e n d o con la clasificación de las d i v i sorias de a g u a s en principales, s e c u n d a r i a s , etc., se hace v e r que " u n valle principa j e n en la divisoria de primer f tiene su oríorden i su fin en la

costa m a r í t i m a . u D e manera que puede definirse la d i v i s o r i a de a g u a s de un continente como a q u e lla línea que separa cipales aguas
11

los oríjenes
11

de los valles la dirección de

prinlas jenea la

u

oceánicos. el relieve de las tierras» i aunque

E n rigor, pues, aunque indica la intersección

de dos vertientes mas elevados,

sigue en

ral sus puntos

el trazo de una di-

v i s o r i a de a g u a s

se ciñe esclusivamente

ubicación de los oríjenes de los v a l l e s , i no g u a r da dependencia o b l i g a d a a l g u n a respecto a las cumbres o cimas absolutas. " L a existencia de las divisorias Suarez formas, ii E n otros t é r m i n o s , los contornos hidrográficos escluyen completamente a los r a s g o s orográficos en cuanto a clasificación topográfica del terreno. E n la j e o l o j í a , en el arte, en la v i a b i l i d a d , o en la estratejia puede suceder a v e c e s lo contrario, pero no en topografía. L a s d i v i s o r i a s de a g u a s son siempre del m i s m o
3

de a g u a s

i vaguadas,

dice

todavía fisonomía

Inclan,

"imprime

particular

al terreno, caracterizando,

por decirlo a s í , sus

34

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-AKJENTINO

orden de los valles que separan; a s í , la importancia de una divisoria de a g u a s es independiente de la altura de las serranías que recorre i solo depende de la importancia de los valles que tienen en ella su oríjen. L a adopción de estas reglas universales de topografía no está basada en el capricho; obedece a un espíritu estrictamente científico. E n efecto, los accidentes orográficos mas notables a la v i s t a , como cimas a g u d a s , crestones fantásticos, macizos imponentes, no obedecen en su disposición a regla a l g u n a segura: sea que se tome como punto de partida la altura, la dirección, la masa, ninguno de estos caracteres, tomados i vagua-

aisladamente o en conjunto, permite basar una clasificación análoga a la de las divisorias das(2c¡). E x a m í n e s e cualquier mapa de los A l p e s ,

Pirineos, H i m a l a y a , A n d e s , i se verá que las cadenas mejor formadas se interrumpen, desvian i bifurcan; unos ramales predominan por la m a s a , otros por la altura i aquéllos conservan la dirección, etc. E n s u m a , las lineas drográficas orográficas, se caracterizan por su discontinuidad'así se caracterizan por su como las hicontinuidad.

I este contraste esperfectamente lójico si se atiende a sus causas: las fuerzas eruptivas que han
( 2 9 ) Esplicaciones detalladas acerca d e ésto se e n c o n t r a r á n en el Apéndice R - i

ESTIPULACIONES SOBRE LA LÍNEA A N D I N A

35

orijinado los relieves orográHcos son por esencia irregulares e intermitentes; mientras que la acción erosiva de las a g u a s q u e bajo el impulso de la g r a v e d a d abren el surco de los valles i d e termina el dorso de las divisorias es t a m b i é n , p o r esencia, persistente i continua. M a s todavía. Contrariamente a lo q u e muchos creen (30), la configuración orográfica es harto

de

( 3 0 ) El capitán R o h d e en La Patria Arjentina de 5 de diciembre 1 8 8 3 i el d o c t o r M o r e n o en La Nación d e 4 d e febrero d e

1895.

Las teorías del capitán R o h d e fueron c o m e n t a d a s por el q u e esto escribe en La Época d e 2 7 d e d i c i e m b r e d e 1 8 8 3 . C o m o m u e s t r a d e la a r g u m e n t a c i ó n e m p l e a d a d e s d e el principio en defensa d e la teoría de las mayores alturas, reproducimos a continuación algunos trozos del escrito del capitán R o h d e : " E n la e n m a r a ñ a d a r e d d e valles de un nivel inferior i d e valles sucesivos, q u e se estienden a a m b o s lados d e la línea d e alturas, p u e d e haber i hai siempre todos los declives posibles, i p u e d e n mui bien c o rrer los arroyos p e r p e n d i c u l a r m e n t e a lo q u e h e m o s l l a m a d o el espinazo^ dirijiéndose en mas o m e n o s t i e m p o hacia el é>te.n (El trozo citado es tan solo un preludio para d e m o s t r a r q u e si n o hubiera sido por u n a c c i d e n t e jeolójico, el arroyo q u e se dirije hoi a
R e l o n c a v í , "hubiera acabado por dirijirse francamente al este,u etc.)

" S u p r í m a s e el fallo, el h u n d i m i e n t o d e u n pedazo d e los A n d e s , i 110 hai cuestión, por m a s q u e u n a porción d e arroyo corra algún t i e m po al oeste. L.o que tiene que llamarse la línea d e la frontera, o la línea divisoria línea de las aguas, es s e g u r a m e n t e i, sin discusión posible, la de las mayores alturas.»

"Es cierto q u e s u p r i m i e n d o el h u n d i m i e n t o d e u n trozo d e los A n d e s , se s u p r i m e p o r lo m i s m o la bahía d e Reloncaví i las ventajas q u e ofrece para el desarrollo del c o m e r c i o i d e la colonización en aquellos parajes. "Se ve por lo q u e a c a b a m o s d e indicar, q u e el m o d o m a s correcto i racional d e e n t e n d e r la línea d e fronteras, es la línea de mayores alturas, i m p o r t a n d o p o c o , en los casos en q u e ha h a b i d o q u e b r a d u r a del espi-

ESTUDIO D E L LÍMITE CHILENO­ARJENTINO

mas mudable i accidental que las cuencas hidro­ gráficas; de manera que es ésta i no aquélla la preexistente ( 3 1 ) . Queda, pues, establecido que la línea divisoria de las aguas en una serranía es la única e inequívoca, sistente. L a elección de la divisoria de a g u a s como l í ­
nazo d e la montaña, q u e haya corrientes d e agua q u e se dirijan al oeste i q u e se pierdan en un brazo de mar, por decirlo así, accidental.» H é aquí a lo q u e c o n d u c e el olvido d e las nociones m a s e l e m e n t a ­ les d e topografía, erijido en regla d e d e m a r c a c i ó n : a convertir en ma­ raña un sistema hidrográfico; a suponer quebraduras del espinazo, p a r a suprimirlas en seguida, i a deducir d e t o d o esto q u e la línea divisoria
de las aguas es la d e las mayores alturas.

continua

i es al mismo tiempo la m a s per­

Agreguemos todavía q u e el capitán R o h d e dejaba en territorio ar­ jentino, fuera d e su línea de mayores alturas, el volcan Laanin i el T r o ­ nador, q u e son precisamente las dos mayores alturas d e t o d a la zona a q u e él se refiere. Véase todavía sobre este particular la n o t a siguiente. ( 3 1 ) Quelle est l'origine des vallées, d e s gorges, d e s ravins et d e s toutes autres dépressions des saillies terrestres? p r e g u n t a el e m i n e n t e jeógrafo R e c l u s . C'est là u n e question qui n'en fait q u ' u n e avec l'ori­
gine des montagnes elles m mes,­ ê et sur laquelles les g é o l o g u e s sont

encore bien loin d e s'entendre. D ' a b o r d , si é t r a n g e q u e c e t t e affirma­ tion paraisse avant d e s'imposer au géologue p a r l ' é t u d e d e s t e r r a i n s ,
il est certain que des courants d'eau dépassent en ancienneté les montag­

nes qu'ils traversent. D a n s toutes les régions d e la terre où d e s rangées de monts parallèles a p p a r t i e n n e n t à d e s é p o q u e s d e formations diffé­
r e n t e s , comme descepidaienl dans LES A N D E S et d a n s de montagne, l'Hymalaya, les rivières la qui nais d'un versant nouvelle, ANTÉRIEUREMENT à le

sanee de la saillie qui s'élève

с о м U N U E N T D E COULER à travers cours; à mesure que

barrage

au travers

de leur

le sol d e s assises se

reploie au devant d'elles, les eaux font effort p o u r m a i n t e n i r leur p e n ­ te: au travail d e poussée qui traverse les roches c o r r e s p o n d u n travail constant d'érosion et c'est ainsi q u e p e n d a n t la d u r é e d e s siècles, le

ESTIPULACIONES SOBRE LA LÍNEA A N D I N A

37

nea de frontera natural (32) en una zona montañosa, elección q u e es de práctica universal desde mui a n t i g u o , se encuentra, p u e s , perfectamente
flot mobile scie des cháines de montagnes entures, sans avoir modifié son

premier niveau ( i ) . M Igual i m p o r t a n c i a al curso i trabajo d e las aguas concede el t o pógrafo en jefe del l e v a n t a m i e n t o j e o l ó j i o d é l o s E s t a d o s U n i d o s M r . H e n r y Garnett, en su reciente t r a t a d o ( 2 ) d e los m é t o d o s e m p l e a d o s
en ese l e v a n t a m i e n t o . E n el c a p í t u l o n o t a b l e t i t u l a d o Origin graphic forms, oj topod i c e : " T h e principal agencies in s h a p i n g t o p o g r a p h i c

forms is a q u e o u s erosion (3).'!

I especialmente

acerca

del caso q u e

nos o c u p a : " W h i l e u n d e r certain c i r c u m s t a n c e s t h e c o u r s e s of s t r e a m s are u n s t a b l e s , u n d e r other c o n d i t i o n s streams maintain their course with
great p e r t i n a c i t y ; ranges flowed are before strikings of t h i s , water results. or Where ridge ¡>aps existed. and canyons range across mountain the river risen such a canyon The is found,

the range

must have

across its c o u r s e , in which
rose (4). 11

case t h e river, like a circular
the canyon

saw, m a i n mountain

t a i n e d its c o u r s e by c o r r a s i o n , cutting

as the

Este

mismo

autor

insiste a u n en la diferencia

de

importancia

topográfica entre los p u n t o s en q u e estos valles cruzan u n c o r d o n d e c e r r o , i los v e r d a d e r o s p u n t o s d e division a b a n d o n e d water gaps from which
by a m o r e powerful n e i g h b o r .
passes or low points in mountain

d e a g u a s : " W i n d gaps a r e h a s been d r a w n away
7vith
away

t h e stream
should
ranges,

These

not be confounded
t h e eating

c a u s e d by

of divides

at t h e h e a d of streamsn ( 5 ) .

( 3 2 ) E j e m p l o s citados en la nota ( 1 )
(1) E R e o . u s , La Terre, edición de 1883, páj. 158. (2) I-I.GARNP.TT, Manual oj Topographic methods. p. 1 1 6 , Washington, 1893. (3) El principal ájente plástico de las formas topográficas es la erosion ácuea. (4) Mientras que, bajo ciertas circunstancias, el curso de las aguas es inestable, en otras condiciones las corrientes mantienen su curso con gran persistencia; como resultados notables de este hecho pueden citarse los desfiladeros i cañones (cajones, quebradas barrancesos) que atraviesan cordilleras. Donde existen esos cortes, es seguro que el rio ha corrido Antes que existiera la serranía. Esta se ha levantado al través de su curso, i el rio, como una sierra circular, ha mantenido su curso por corrosion, abriéndose camino a medida que los cerros se solevantaban. (5) Falsos portezuelos son antiguos tajos de los cuales se ha retirado la corriente, atraído por un vecino mas poderoso. Estos no deben confundirse con los pasos o depresiones de las cordilleras, producidos por el desgaste de la cumbrera divisoria en el oríjen de los valles.

38

ESTUDIO D E L LÍMITE

CTIILENO-ARJENTINO

justificada por consideraciones meramente técnicas i topográficas. A g r e g u e m o s todavía que este carácter de deslinde natural encuentra una confirmación todos arrieros, los práctica en la opinión aceptada entre montañeses andinos, campañistas, vaquéanos, que no han leido los T r a t a a la otra banda allí

d o s , ni las obras de ciencia i señalan sin e m b a r g o al viajero el paso de una donde se apartan las aguas. no está

U n a línea de frontera convencional

sujeta a condición alguna de enunciado j e n e r a l , desde que hai que estipularla punto por punto. N o sucede lo m i s m o con una línea de frontera natural nuidad; cuya definición debe aplicarse a toda su contifaltándole ese carácter quedarían trechos estension, es decir imprimirle carácter de

sin deslindar; o l a línea pudiera quedar interrumpida por un accidente natural, mas allá del cual no habría cómo discernir su verdadera prolongación con arreglo a la definición jeneral. La clasificación topográfica establece, como

hemos dicho, que la única línea que posee ese carácter de continuidad tañas es su divortium de aguas continente. ¿Cuáles son entonces las objeciones que se leen una cadena de m o n aquarum o sea la divisoria si se trata de un

principal; continental,

ESTIPULACIONES

SOBRE

LA L Í N E A

ANDINA

vantan en contra de la interpretación de la frase
del Tratado las cumbres mas elevadas
des que dividan las aguas,

de los An-

como divisoria con-

tinental? Son tres: i. Que el espíritu del Tratado es que el deslinde vaya por las cumbres mas elevadas; que no es admisible que se pretenda trazar la línea divisoria por un simple cordón de cerros bajos cuando hai al lado empinadas cordilleras que se imponen como frontera natural (33); que este mismo concepto lo corrobora el Protocolo del 93 donde dice que la soberanía de cada pais se estiende hasta el encadenamiento principal de los Andes; finalmente que cuando el Protocolo dice en su artículo i.° que el dominio de cada pais se
a

(33) " A h í están los h e c h o s ta es cuales s o n : p o r el oeste p r ó x i m o s al m a r , el e n c a d e n a m i e n t o principal d e la cordillera, con una serie continua de cerros e(ername?ite nevados; p o r el éste, fuera d e la cordillera,

con u n a serie d e colinas en u n a p a r t e i en altas p a m p a s en otra, el divortia aquarum continental.n (Artículo d e La Nación, marzo i . °
de .895).

E n la frase s u b r a y a d a , salta el sofisma a la vista; ¿cómo p u e d e llam a r s e serie continua la d e esos cerros n e v a d o s (separados u n o s d e otros p o r intervalos d e 3 0 , 4 0 o m a s k i l ó m e t r o s ) s i e n d o q u e es cortada por los valles d e los rios q u e nacen en aquella otra serie de colinas, a la altura d e 8 0 0 a 1 , 0 0 0 m e t r o s sobre el m a r , i atraviesan la s u p u e s t a serie continua de nevados a u n o s p o c o s m e t r o s sobre el nivel d e l océano? D i g a m o s t a m b i é n q u e e n t r e las colinas d e q u e ¡-e habla hai cerros d e 1 , 5 0 0 i m a s m e t r o s ( c o m o el pico T h o m a s ) , los q u e a p a r e c e n menos altos, p r e c i s a m e n t e p o r q u e su zócalo, o sea el macizo jeneral q u e c o n t i e n e la divisoria c o n t i n e n t a l d e las aguas, es m a s elevado q u e la base d e los volcanes aislados p r ó x i m o s al Pacífico.

ESTUDIO

DEL

LÍMITE CHILENO-ARJENTINO

estenderá también sobre las "partes de rios.i que quedan a uno i otro lado de la línea de cumbres 11 que divide las aguas 11 ha de cortar esos rios (34). 2. Que no dice el Tratado "que dividan las aguas continentales., i por consiguiente que toda cumbre que divida aguas cualesquiera conviene a esta definición (35).
a

( 3 4 ) H a b l a n d o de los rios q u e desaguan en el Pacífico al sur de N a huelhuapi, dice el d o c t o r F . P . M o r e n o . " E s a s vertientes no p u e d e n ser c o n s i d e r a d a s por ningún jeógrafojeólogo c o m o chilenas, pues se d e s p r e n d e n del lado arjentino r a b l e m e n t e bien lo q u e sobre "partes de riosn dice el (Apéndice T . ) ( 3 5 ) El doctor M o r e n o dice en el artículo q u e r e p r o d u c i m o s el a p é n d i c e dividen T , q u e en las aguas en 1 8 8 0 cruzó las p e q u e ñ a s o n d u l a c i o n e s q u e del e n c a d e n a m i e n t o principal, al oriente, i en esa rejion se aplicará a d m i protocolon.

del T e c a (Atlántico) de los afluentes del rio P a l e n a

(Pacífico) i q u e dio aviso al G o b i e r n o Arjentino " d e la existencia d e esas aguas, q u e n a c i e n d o en plena llanura P a t a g ó n i c a d e s a g u a b a n hacia el Pacíficon. Agrega q u e d i c h o G o b i e r n o " s e g u r a m e n t e t u v o e n cuenta ese fenómeno al resolver q u e la línea fronteriza con Chile c o rriera por "las c u m b r e s mas elevadas d e dichas cordilleras q u e dividan las aguas i por entre las vertientes q u e se d e s p r e n d e n a un lado i otro.ir " J a m a s pensó (dice todavía), q u e se equiparara el oríjen de los rios citados con el divorlia aquarum de las altas c u m b r e s q u e m e n c i o n a el art. i . ° del t r a t a d o de I 8 8 J . Si h u b i e r a e n t e n d i d o q u e la línea d e b i a pasar por entre las fuentes de los rios o arroyos q u e se dirijen hacia el Atlántico i hacia el Pacífico, lo h u b i e r a consignado.n el honor de suministrarle, (Apéndice T . ) Agrega por fin q u e el d o c t o r Irigóyen, en vista de los datos que tuvo"resolvió q u e la línea pasara p o r las c u m b r e s de las mas altas de la cordillera q u e dividen las aguas, la ligne de faite tico i al Pacífico, n Los hechos d e s m i e n t e n c a t e g ó r i c a m e n t e las aseveraciones del d o c t o r

c a d e n a s de m o n t a ñ a s i nó por entre las corrientes q u e corren al Atlán-

ESTIPULACIONES

SOBRE

LA LÍNEA

ANDINA

41

3. Que la idea jeneral de dividir aguas no implica una división actual, que puede ser accidental, sino la división natural según los grandes rasgos de la cordillera, división que puede haber sido alterada por algún accidente eruptivo moderno (36).
a

En orden ala primera de estas objeciones, heM o r e n o . C o m o p u e d e verse c o t e j a n d o las fórmulas citadas en las notas 1 1 , 1 3 i 1 6 , d e las q u e la d e 1 8 8 1 n o es sino u n a lijera variante d e palabras. A d e m a s esa fórmula fué propuesta por Chile*
(Documento en esa estension D - 1 1 , p á j . 2 6 ) en la forma: ¡¡La por las cumbres mas elevadas línea fronteriza cordilleras correrá que dide dichas

vidan las aguas» i el d o c t o r Irigóyen, al pedir el agregado d e »una breve adición q u e la c o m p l e m e n t a n ( D o c u m e n t o D - 1 4 , páj. 3 0 ) esto
es: >>i pasará por entre las vertientes que se desprenden a un lado i a

otro» hizo notar q u e "las palabras a d i c i o n a d a s fueron ya a d m i t i d a s p o r a m b o s gobiernos en las anteriores negociaciones d e 1 8 7 7 i 1 8 7 8 . » ¿En q u é intervinieron e n t o n c e s los d a t o s del d o c t o r M o r e n o , d e
1880?

D e j a n d o a un lado esta s u p u e s t a intervención, ¿ q u é significaría u n
divortium aguarían de las altas cumbres», s u p o n i e n d o (lo q u e n o es

exacto) q u e el t r a t a d o m e n c i o n a r a tal espresion? E s necesario q u e los q u e leen tales divagaciones se p e r s u a d a n bien
d e q u e u n a divisoria de aguas, un divortium aquarum, para ser u n a

línea c o m í n u a d e b e pasar constantemente entre vertientes que se desprenden a un lado i otro d e ella; ahora bien, s u p o n i e n d o q u e se trazara tal línea al p o n i e n t e d e los oríjenes d e los rios Puelo, B o d e d a h u e , P a t e na, Aizen, etc.,¿cómo cumpliría c o n su c o n d i c i ó n esencial d e separar vertientes en los p u n t o s en q u e cruzara estos rios? E l atribuir significados antagónicos a espiesiones q u e son sinónimas, c o m o ligne de faite i divisoria continental de aguas (véase R E C L U S , Nouv. Géogr. Univ. t. X V I , páj. 5 3 1 ) n o se p u e d e calificar d e otro m o d o q u e c o m o un absurdojeográfico. E s t o m i s m o piensan algunos injenieros arjentinos (Véase el final d e la nota 4 3 . ) ( 3 6 ) A p é n d i c e S ; notas

42

ESTUDIO

DEL

LÍMITE

CHILEÑO-ARJENTINO

mos espuesto ya que la altura absoluta de las cumbres no es base de clasificación topográfica. La situación de las cumbres se caracteriza por su colocación respecto a la divisoria de aguas; por esto al decir que se trazará una línea por "las cumbres mas elevadas que dividan las aguasn queda implicada la eliminación de todas aquellas cumbres por elevadas que sean, que NO dividan las aguas. La elevación de las cordilleras según hemos manifestado, e insistiremos mas adelante en ello, no se presta por sí sola, por la irregularidad con que está distribuida, para determinar una línea con precisión i continuidad. Dado caso que el Tratado diera igual importancia a la elevación de las cumbres i a la circunstancia de que dividan aguas, en caso de no coincidir ambas circunstancias, habria que optar forzosamente por aquella de las dos que reviste mejor forma de definición topográfica e imprime a la línea definida carácter de continuidad. Notemos al mismo tiempo, sin embargo, que los tratados no dan igual importancia a las dos condiciones de que hablamos, puesto que al paso que el calificativo accidental mas elevadas aplicado a las cumbres es mencionado una sola vez, la línea divisoria de las aguas es mencionada dos veces en el artículo i.° del Tratado, especificada una vez mas por la separación de las vertientes; vuelta a mencionar con mas precisión bajo la fórmula divortia aqua-

ESTIPULACIONES

SOBRE

LA

LÍNEA ANDINA

43

rum en el artículo 2. i calificada de condición
0

jeo0

grdfica

de la demarcación

en el artículo 3. del

Protocolo. Igual observación cabe hacer respecto de la espresion accidental o referencial (37) "el encadenamiento principal de los Andesu, que por el lugar mismo que ocupa en la cláusula 2. del Protocolo, no desempeña otro papel que el de una referencia a la línea ya definida en el artículo i.° del Tratado i confirmada por el artículo 1.° del Protocolo. Como lo haremos ver mas detenidamente al tratar de las bifurcaciones de la cordillera, nada puede caracterizar mejor lo "principalde un encadenamiento, que su continuidad. Creemos que así como a nadie se le ocurriría designar como principal, entre varias cadenas de metal, una simple hilera de eslabones desligados, en comparación de una verdadera cadena larga i continua, aunque todos sus eslabones no fueran de igual grueso, el mismo criterio se ha de aplicara las cadenas de montañas, i que no se puede llamar principal, ni siquiera encadenamiento, una serie de cerros, por elevados que sean, interrumpida por valles de primer orden. Al hablar de un solo "encadenamiento principaln se entiende, por el contrario, que hai efectivamente uno (38) que
a

{ 3 7 ) L é a s e la nota 3 9 . ( 3 8 ) E l d e c i r q u e es " u n h e c h o existente i tínico el e n c a d e n a m i e n t o p r i n c i p a l en la cordillera d e los A n d e s u ( D o c u m e n t o L.-3), implica

44

ESTUDIO

D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

contiene todas las cumbres divisorias, i que es en jeueral el mas elevado, lo cual no quiere decir que no tenga trechos mas bajos que ciertos grupos aislados, En cuanto a las "partes de riosn, si efectivamente se quiso decir partes de rios cortados i no
partes de rios interrumpidos por falta de colorien-

te (39), ¿cómo se esplicaria una contradicción tan monumental como la de agregar a renglón seguido que esas "partes de riosn quedan a uno i otro lado de la línea "que divide las aguas?n ¿cuál de

necesariamente q u e se trata d e un e n c a d e n a m i e n t o continuo, q u e j e o gráficamente no p u e d e ser otro q u e el divisorio de las aguas continentales, q u e es la interpretación sostenida p o r el P e r i t o chileno ( D o cumento L-3). (39) E n un escrito d e caiácter técnico c o m o el presente n o n o s i n c u m b e hacer hipótesis acerca d e las intenciones c o n q u e se hayan insertado en los pactos espresiones incidentales c o m o la citada. Los d e m a r c a d o r e s d e b e m o s a t e n e r n o s a las estipulaciones terminantes d e los tratados.
E l t r a t a d o del 8 : estipula c u a n d o dice q u e la línea fronteriza

claras i
correrá

por las cumbres q u e dividan las aguas; estipula al o r d e n a r q u e pasará por entre las vertientes q u e se d e s p r e n d e n a un lado i otro; el p r o t o colo del 9 3 estipula todavía c u a n d o m a n d a buscar en el terreno la línea divisoria d e las aguas, condición jeográfica d e la d e m a r c a c i ó n . Mientras tanto se refiere a la línea ya estipulada, el m i s m o p a c t o , c u a n d o e n u m e r a las tierras i aguas q u e q u e d a r á n al o c c i d e n t e i al oriente d e la misma línea. Se refiere t a m b i é n a ella al calificar d e "absolutan la soberanía d e cada E s t a d o sobre el territorio c o m p r e n dido entre el e n c a d e n a m i e n t o principal d e los A n d e s i su respectivo litoral. Si alguna d e las espresiones rcferenciales llegase a chocar c o n las estipulativas, las reglas m a s elementales d e lójica harán prevalecer estas últimas, como lo h e m o s h e c h o notar en el testo.

ESTIPULACIONES

SOBRE

LA LÍNEA

ANDINA

45

las dos acepciones cuadra mejor con los antecedentes, el testo i el espíritu del Tratado? Si se investiga esta última condición basta observar que el dar una definición jeneral, implica que se trata de una línea de límites natural i continua, con ninguna de cuyas condiciones cumpliría una línea convencional tirada de cima a cima; mas evidente es esto todavía cuando se recuerda que la línea mas fácil de trazar i menos sujeta a ambigüedades es al mismo tiempo el límite tradicional. La segunda objeción supone el abandono de lo principal por lo secundario. Cuando al tratar de un continente se dice las aguas, se entiende las aguas continentales, porque son las únicas que no necesitan especificarse, i son las únicas que por la separación de sus vertientes determinan una línea continua dentro del continente. La idea de dividir aguas i la de cortar aguas se escluyen una a otra; toda divisoria de aguas secundaria, terciaria, etc., en una palabra que no sea principal no podría prolongarse como frontera continental sin cortar aguas (40) i dejar de ser por consiguiente divisoria de aguas.
( 4 0 ) Según la aplicación d e los p r e c e p t o s d e lójica a la jeometría, para q u e u n a línea q u e d e r i g u r o s a m e n t e definida, es i n d i s p e n s a b l e q u e
cada uno de sus punios c u m p l a c o n la condición esencial d e su definición.

Sujeta u n a línea topográfica a la c o n d i c i ó n d e separar vertientes q u e

ESTUDIO

D E L LÍMITE

CHILENO-AKJENTINO

La elección de una divisoria de aguas única acarrea como consecuencia forzosa que ésta sea la continental con esclusion de todas las divisorias secundarias, i sin atender a la elevación de los cordones o crestas respectivas sino a su orden de clasificación topográfica. Obsérvese que seria una verdadera simpleza especificar que las cumbres de la línea fronteriza hubieran de dividir aguas, si no se refiriera a las principales, es decir continentales; pues de otra manera toda cumbre divide aguas, ya sean secundarias, terciarias, etc., desde que en sus faldas nacen necesariamente valles o quebradas. Por fin, la tercera objeción casi no merece tomarse en cuenta, pues la topografía, a diferencia de la jeolojía, no discurre sobre estados remotos e hipotéticos del terreno, i donde el Tratado dice "que dividan las aguasu no es posible entender de buena fé "que hayan dividido las aguas antes del diluvion sino que las dividen actualmente.
se aparten a u n o i otro lado de ella, ¿cómo cumpliría con esa condicionen los puntos en q u e cruza un valle o un rio? T o d o aquel q u e tenga nociones jenerales d e jeometría i sepa lo
q u e se llama lugar jeométrico, comprenderá q u e la divisoria contitien-

tal no es otra cosa q u e el lugar jeométrico d e la separación d e las vertientes dentro del c o n t i n e n t e ; q u e c o m o tal es la única q u e c u m ple constantemente i en toda su estension con la c o n d i c i ó n d e dividir
aguas.

ESTIPULACIONES

SOBRE

LA

LÍNEA

ANDINA

47

Pero ademas del defecto de abandonar una verdad actual i tanjible para ir en busca de una hipótesis remota, hemos demostrado ya que esa hipótesis misma es inaceptable, i que el curso actual de las aguas es su curso jeolójico mas probable desde una remota antigüedad. Así, la línea divisoria de aguas estipulada en el Tratado es la que separa las aguas que se dirijen actualmente hacia ambos océanos, con esclusion de toda línea, filo o cordón donde se pueda suponer que se apartaron antiguamente las aguas. Hemos hecho notar que la línea divisoria de las aguas es la mas fácil de ubicar en el terreno. En efecto, toda la regla de ubicación está comprendida en la frase del Tratado: pasará por
entre i otro. las vertientes que se desprenden a un lado

Veamos que la interpretación técnica de esta regla está perfectamente de acuerdo con la definición jeneral de la línea divisoria. El término VERTIENTES tiene dos acepciones; la mas amplia i correcta, o topográfica, según la cual es el declive o sitio por donde se desliza, corre o puede correr el agua (Diccionario), i la mas vulgar i restrinjida, o hidrolójica que se aplica a las fuentes de los manantiales mismos o arroyos. Por lo demás, la misma aplicación del Tratado podria hacerse en virtud de cualquiera de ambas acepciones, salvo el caso en

48

ESTUDIO

D E LLÍMITE

CHILENCvARJENTINO

que no existan manantiales o arroyos de curso continuo, del cual trataremos por separado. Sin embargo, tratándose de la aplicación de reglas topográficas, hai que atenerse únicamente a las definiciones topográficas; según ellas, como hemos visto, las vertientes de una isla o continente son dos grandes planos (o superficies) de pendiente contraria cuya intersección constituye la divisoria de aguas de primer orden de la isla o continente. (Suarez Inclan). Esta definición establece la conexión estrecha que existe entre la división de las aguas i las vertientes, de manera que el empleo simultáneo de ambas espresiones en el Tratado del 81 no deja lugar a duda acerca de que la línea allí establecida es la divisoria de aguas continental (ya que se trata de un continente) i los lados hacia los cuales se desprenden las vertientes son los de uno i otro pais; puesto que los de un cordón aislado o secundario, cualquiera que fuera, necesitarían definición especial. Aunque consideramos irrefutable la lójica que enlaza todas las consideraciones anteriores, vamos a reforzarla todavía con otras razones de carácter mas esperimental i práctico, precisando al mismo tiempo la significación técnica de varios términos que, aunque no los menciona el Tratado, figuran constantemente en las discusiones que se le refieren.

ESTIPULACIONES

SOBRE

L A LÍNEA

A N D I N A

49

En los tratados de Topografía mas conocidos (Suarez Inclan, Giol i Soldevilla, Gallego etc.) se lee que "la divisoria o intersección de dos vertientes sigue en jeneral sus puntos mas elevados,!; que "la línea tirada por las cimas i depresiones de una cordillera es una divisoria de primer o r den 11; que "las depresiones de una divisoria de aguas reciben el nombre de puertos o pasosu, etc. Dedúcese de aquí que cuando se habla en jeneral
de las cumbres, de las depresiones, cimas i puntos mas elevados o boquetes i portezuelos de una

cordillera, se entiende esclusivamente las cumbres, cimas i puntos mas elevados, las depresiones, boquetes i portezuelos que pertenecen a su divisoria de aguas de primer orden. Cada uno de estos términos, en su sentido topográfico, no se podría aplicar a un cordón secundario por mas que fuera mas elevado, mas macizo, mas derecho que el principal o divisorio de las aguas continentales, sin especificarlo como secundario, terciario, etc. Dejemos establecido también que las palabras cresta o arista de una cadena de montañas, cuando se le quiere dar un significado concreto i topográfico, no se refieren a la cresta mas aparente o al conjunto de las cumbres sino a la divisoria misma de las aguas, según las definiciones de los citados testos, i las esplica4

5<D

ESTUDIO

DEL

LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

•dones mas autorizadas todavía del gran jeógrafo Reclus (41). Hagamos constar, sin embargo, que solo hacemos estas referencias para establecer la concordancia que hai entre las líneas jenerales consideradas por los jeógrafos con la que define el Tratado del 81. Para penetrarse bien de la precisión que comporta el artículo i.° de este último, basta hacer la suposición de que, espresada la intención jeneral de los negociadores por
( 4 1 ) " U n e s e c o n d e anomalie, qui se retrouve du reste dans presque tous les systèmes m o n t a g n e u x , dice R e c l u s , consiste en ce q u e
les plus hauts sommets ne sont pas situes sur la crête elle mime.» En otra

parte es aun mas esplicito este a u t o r : » Varete qui sépare les deux versants, la ligne sinueuse de c h a q u e côté de laquelle les eaux c o u l e n t en sens o p p o s é , affecte dans son d é v e l o p p e m e n t les formes les plus diverses... En certains e n d r o i t s , on est m ê m e obligé de mesurer la h a u t e u r du sol (o sea h a c e r una nivelación) pour connaître e x a c t e m e n t le point de partage, ce lieux sacré, où les anciens aimaient à dresser leurs autels et où n o m b r e de populations sauvages é èvent encore d e grossiers m o n u m e n t s . D'ailleurs m ê m e dans les m o n t a g n e s , la crête ou ligne de plus g r a n d e élévation et loin de coïncider uniformément avec le faite des terres qui limitent les deux versants et où se fait le divorce des eaux.» Así R e c l u s , para mayor précision, a d m i t e hasta tres líneas jenerales en las c a d e n a s de m o n t a ñ a s : las de la altas c u m b r e s , la cresta de mayor elevación, i la cresta de division de aguas (ligne de faite), atribuyendo a esta ultima un significado i definición m a s precisas, únicos aceptables en Topografía. Compárese la cita anterior con la siguiente: "El Tratado de i 8 8 r dice que la línea divisoria pasará por la ligne de faite de las cadenas de m o n t a ñ a s , pues esto significan en este caso las altas c u m bres del " e n c a d e n a m i e n t o principaln i "las vertientes q u e se d e s p r e n d e n a un lado i o t r o . . . P E R O las aguas de los rios que, naciendo
en plena Patagonia van al Pacífico, N O P U E D E N ser chilenas. (F. P.

M o r e n o , en La Nación,

Febrero 4 de 1895.)

ESTIPULACIONES

SOBRE

I.A L Í N E A

ANDINA

51

la frase "las cumbres mas elevadas délos Andes u , se hubiera tratado de concretar su significado, i hubieran surjido tres opiniones, la de fijar la línea por la dirección dominante, la de atender a las mayores alturas, i la de ceñirse a la caida de las aguas. ¿Cómo se habrían traducido estas opiniones en la redacción del artículo? La primera, dando la orientación de la línea jeneral (42). La segunda, nombrando las cumbres o determinando su situación de alguna manera i dando las reglas para unirlas unas con otras (43).
( 4 2 ) L o q u e llama Pissis el eje de la cadena principal de los Andes.

Esta es, en verdad, u n a espresiun e n t e r a m e n t e teórica, pues no se refiere en realidad a u n a línea continua, sino a un sistema d e líneas d e ruptura paralelas, q u e son las q u e constituyen un sistema estratigráfico* E n la práctica, para ceñirse a un sistema de direcciones, suponiendo q u e se lograra d e t e r m i n a r con precisión en el t e r r e n o los filos o crestas d e los diversos c o r d o n e s paralelos q u e forman un m i s m o sistema, quedaría por arbitrar otro sistema d e líneas q u e cruzaran a éstas p a r a formar u n a línea poligonal c o n t i n u a . Basta, por lo d e m á s , el m a s s o m e r o e x a m e n d e la teoría d e los sistemas estratigráficos. ( A p é n d i c e R - 2 ) para c o n v e n c e r s e d e q u e , p o r una parte, su aplicación en n u e s t r a cordillera n o descansa sino s o b r e h e c h o s en gran p a r t e hipotéticos; i por otra, q u e es u n a teoría m e r a m e n te/^/¿/¿rar, q u e p o d r á ser mui útil para basar u n a clasificación d e l a s formaciones d e las rocas, p e r o q u e n u n c a p o d r í a suministrar líneas de d e t e r m i n a c i ó n c l a r a m e n t e definida. ( 4 3 ) U n a línea d e frontera formada por la unión d e los punios culminantes d e u n a c a d e n a , seria e m i n e n t e m e n t e artificial; n o se c o m prendería su elección sino en a u s e n c i a d e u n a línea natural bien d e t e r m i n a d a , o d e un d e s l i n d e provisorio c o m o en el caso del P a c t o d e Tregua chileno-boliviano d e 1 8 8 4 . A d e m a s , si las c u m b r e s m a s elevadas d e u n a cordillera n o están

5

2

ESTUDIO

D E LL Í M I T E

CHILENO-ARJENTINO

La tercera, estipulando que la línea fronteriza divida las aguas i pase por entre las vertientes que se apartan a uno i otro lado. Estas últimas espresiones, que son las que consigna el Tratado, manifiestan pues por sí solas que en el cumplimiento de ese pacto internadodispuestas en una fila, sino diseminadas ( c o m o s u c e d e en los A n d e s ) , habría q u e enumerar aquellas q u e hubieran d e formar el deslinde, so del Instituto geoalturas;

pena de incurrir en contrasentidos c o m o el del capitán R o h d e , q u e en un pianito publicado en el t o m o V I del Boletín
gráfico Arjentino traza una que llama línea

de /as mayores

sin embargo, deja al oriente d e ella (en territorio arjentino) los volcanes Laanin (el q u e llama Quetrupillan) i T r o n a d o r , a m b o s m a s elevados q u e todos aquellos por d o n d e hace correr la línea. H e m o s h e c h o notar en otra parte q u e el doctor Seelstrang, cartógrafo del atlas nacional Arjentino, llamó la atención del I n s t i t u t o J e o gráfico de Buenos Aires acerca de la diferencia entre el trazo por las c u m b r e s mas elevadas d e la cordillera i la verdadera división de las aguas, tratándose del mapa del C h u b u t (Bol. Inst. J e o g . Arj. t. V I I I , páj. 7 0 ) . La Redacción del citado Boletín (t. X I I ) , hace notar la ubicación desfavorable para la R e p ú b l i c a Arjentina, d e la línea fronteriza, según la supuesta teoría délas mas altas cumbres, entre los macizos a n d i n o s del Aconcagua i d e la R a m a d a . (Véase para mas detalles el A p é n d i c e R - 3 ) . Las personas que, en la República Arjentina, h a n estudiado este asunto con verdadero criterio jeográfico n o h a n vacilado en c o n d e n a r el sistema de las altas c u m b r e s : El injeniero arjentino d o n J e r ó n i m o d e L a Serna, en un reciente escrito (Apéndice S - 2 ) califica d e " m o n s t r u o s a " la idea d e trazar la línea fronteriza por rectas entre los vértices del e n c a d e n a m i e n t o . Otro injeniero arjentino, m i e m b r o del I n s t i t u t o Jeográfico i d e la comisión especial del Atlas de la República Arjentina, en 1 8 8 4 , el señor Emilio B . Godoi, lia manifestado t a m b i é n p o r la prensa las m i s m a s ¡deas (Apéndice S - l ) , en los siguientes t é r m i n o s : ••La noción d e las altas c u m b r e s introducidas c o m o condición para buscar los p u n t o s d e la línea divisoria, es peligrosa p o r q u e c o n d u c e a

ESTIPULACIONES

SOBRE

LA

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ANDINA

53

nal solo debemos atender a la división de las aguas, prescindiendo por completo de la dirección de los cordones i de la altura de las cumbres aisladas. Hechas las aclaraciones anteriores, nos queda todavía que insistir en los puntos singulares de una divisoria de aguas, sus cumbres i sus puertos: las primeras son jeneralmente el punto de partida de los contrafuertes laterales o de bifurcaciones orográficas cuyas cimas suelen elevarse a mucho mayor altura que las cumbres de las divisorias. Los puertos (pasos, boquetes, portillos, portezuelos, etc.,) tienen mayor importancia práctica, como que "indican el punto de paso natural de una a otra vertiente.! (Suarez Inclan), i son puntos obligados de los caminos que atraviesan una cordillera; i son también, en razón de su fácil acceso, aquellos que se elijen para colocar los linderos en la demarcación de límites. Los tratados de Topografía (44) enseñan la manera de determinar gráficamente la posición de los pasos en un plano hipsométrico, es decir

i n d e t e r m i n a c i o n e s d e h e c h o q u e n i n g u n a discusión h a r á cer, etc. » E s peligroso
jero, etc."

desapareventa-

sustituir al criterio d e la c e r t i d u m b r e , el criterio

(44) Apéndices P - I ; P - 2 , P - 3 .

54

ESTUDIO

D E L LÍMITE

CHILENO-A R J E N T I N O

en el cual están marcadas las curvas de nivel o de igual altura. Examinado un plano de esta clase (45) podrá notarse: i.° Que los puntos de mayor curvatura de las
curvas de nivel son en las vaguadas o thalwegs

i las cumbreras o divisorias de aguas; que en las vaguadas, la concavidad de las curvas está vuelta aguas abajo, i que en las cumbreras está vuelta hacia arriba; 2. Que la curva de menor nivel (o cota) que pasa de un valle a otro concurrente, indica la confluencia de esos valles; i que la curva de menor cota que pasa de un valle a otro opuesto, indica el punto de paso por la divisoria de aguas entre esos valles (46); que ese punto de paso goza de la propiedad de ser el mas bajo entre las dos cumbres adyacentes i el mas elevado entre las vaguadas que tienen en él su oríjen (47). 3. Que esos puntos de paso pueden considerarse como la intersección de dos jeneratrices o
0 0

líneas de thalweg descendentes

i continuas

desde

la divisoria hasta el mar. Estas propiedades matemáticas permiten al demarcador caracterizar sin vacilación alguna los
( 4 5 ) Véase cualquiera d e los anexos a los A p é n d i c e s R - 3 ; R - 4 . ( 4 6 ) Id., id. i a d e m a s , R E E D , Topographical Drawing, páj. 4 3 . E s esta la definición q u e h e m o s c o n s i g n a d o en el acta d e erección del hito de San Francisco. ( D o c u m e n t o H-2.) ( 4 7 ) Apéndice P - 3 .

ESTIPULACIONES

SOBRE

LA

LÍNEA

ANDINA

55

puntos de la divisoria de aguas, i especialmente los pasos i portezuelos donde se han de erijir los linderos. Pueden presentarse en la practicados casos: el primero cuando el curso de las aguas sea constante i no interrumpido en ambos sentidos, desde la separación de las vertientes hasta las costas marítimas de ambos océanos. En este caso las jeneratrices de que hemos hablado coinciden con el curso de las aguas, i son por consiguiente aparentes en el terreno, sin que pueda suscitarse diverjencia alguna al respecto, desde que esa circunstancia se revela a la simple inspección ocular. No se presentarán, pues, mas dificultades que aquellas de orden material, como los bosques o los precipicios que se opongan a dicha inspección ocular, i que no exijen para ser vencidas mas que esfuerzos i tiempo. Sucederá con frecuencia que los demarcadores tengan que ascender a alturas mucho mayores que la cumbre de la línea topográfica cuya inspección practiquen, porque esa línea no ha de ser siempre traficable, así como sucederá que habrán de cruzar divisorias de aguas de segundo orden i aun de orden inferior, cuyos boquetes sean mas elevados que los de la divisoria principal, a uno u otro lado de ésta (48); pero si al( 4 8 ) E s t e caso es mui frecuente en los A n d e s : " L a altura d e la línea a n t i d i n a l d e la cordillera del éste, dice R r a c k e b u s h , refiriéndose a la d e

ESTUDIO

DEL

LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

gima duda se orijinare a este respecto, no podrá ser sino temporal, i las falsas soluciones que se presentaren tendrán que irse eliminando a medida que se vaya reconociendo el carácter secundario de las vertientes o valles cuyas aguas fueran a reunirse con las ya examinadas. El segundo caso es aquel en que el curso de las aguas en alguna de las dos vertientes sea intermitente o discontinuo; preséntanse entonces fracciones o partes de rios o aguas estancadas, i la simple inspección ocular no es suficiente a determinar la dirección que seguirían las aguas en un punto dado si tuviesen caudal bastante para indicar con su curso la línea topográfica jeneratriz de la vertiente principal. Una simple nivelación bastará, en este caso, para salvar los puntos dudosos i establecer el sentido de las pendientes del terreno (49); nivelación que se prolas provincias de San J u a n i Mendoza, es en parte mayor la cordillera del oeste, o cordillera soria de las aguas.11 ( A p é n d i c e cundaria de ese n o m b r e , P u e d e citarse, entre otros, el paso q u e el paso divisorio limítrofe, Q-S-) del E s p i n a c i t o , de la cadena en el mismo c a m i n o , sesolo Arjenuna mientras q u e la de

q u e forma la línea divi-

cuya altitud es de 4 , 4 0 0 m e t r o s

de Valle H e r m o s o ,

tiene 3 , 5 0 0 metros; el thalweg

por d o n d e se escurren las aguas

tinas d e s d e el paso de Valle H e r m o s o forma un valle traficable, i el viajero viaje d e Güssfelt.) (49) Escrito lo anterior,

hacia el

valle de los Patos, n o a subir

se ve así obligado

gran altura para seguir el único sendero q u e existe. (Véase el m a p a det nos es grato corroborar Prensa q u e lo racional

d e esta solución se c o m p r u e b a por haber t e m e n t e en un artículo publicado en La

sido indicado

independien-

de B u e n o s Aires p o r

ESTIPULACIONES

SOBRE

LA

LÍNEA

ANDINA

57

longará lo suficiente en ambos sentidos para tener la certidumbre de que en ella está comprendida la cumbre o punto culminante de la doble jeneratriz. Llegamos ahora a la dificultad prevista por el Tratado: la bifurcación de la cordillera en que
NO SEA CLARA la línea divisoria de las aguas.

Hagamos constar ante todo que esta previsión del Tratado es una confirmación categórica del concepto de que la línea divisoria de las aguas es verdaderamente la fronteriza, puesto que prevé como tínica dificultad que pueda suscitarse, el caso en que no sea clara esta línea. Hagamos constar igualmente que la vijencia de ese concepto está corroborada nuevamente i con mayor énfasis, por el Protocolo de 1893, que nos ordena buscar en el terreno la línea divisoria de las aguas, en los casos en que el Tratado prevé que pueda haber alguna dificultad en discernirla. Hai bifurcación en una cadena de montañas cada vez que esta cadena se divide en dos ramales; la bifurcación es orogrdfica o aparente cuanel ¡njeniero señor La Serrín, i q u e r e p r o d u c i m o s bajo la letra S - 2 . D i c e el señor La Serna: " O bien p o d r á s u c e d e r q u e la tinuación de la línea de cumbre, depresión con sea sin agua, en cuyo caso, para e n c o n t r a r el b o r d e m a s e l e v a d o , conh a b r á q u e apelar a una nivelación i n s t r u m e n t o s jeodésicos o b a r o m é t r i c o s . n entre los A p é n d i c e s ,

58

ESTUDIO

DEL

LÍMITE

CHILENO ARJENTINO

do uno de los ramales se prolonga como encadenamiento conteniendo la divisoria de aguas principal, i el otro continuando cierto trecho como divisoria secundaria es cortado después por un valle de primer orden. La bifurcación es por el contrario hidrográfica cuando ambos ramales vuelven a reunirse después de cierto trecho, encerrando así una cuenca sin desagüe visible; en este caso hai una bifurcación de la línea divisoria de las aguas. El caso dubitativo del Tratado, no se refiere, pues, a las bifurcaciones orográficas en que es clara la línea divisoria de las aguas, sino a las hidrográficas, en que no hai desagüe visible. Por sencilla i lójica que nos parezca la eliminación de las bifurcaciones puramente orográficas de los casos en que el Tratado i el Protocolo exijen un levantamiento del terreno, es tanta la insistencia con que se nos objeta que en esas bifurcaciones es donde se debe buscar el encadenamiento principal de los Andes mencionado en el artículo 2." del Protocolo; que la divisoria de aguas del Tratado no es sino la de ese encadenamiento principal i,, i que si la divisoria de aguas continental cae fuera de ese encadenamiento ha11

brá que buscar Id. especial que le corresponda,

que

nos creemos obligados a tratar detenidamente este punto, corriendo el riesgo de incurrir en repeticiones.

ESTIPULACIONES

SOBRE

LA

LÍNEA

ANDINA

59

Cuando se trata de aplicar definiciones con-, •cretas, las cualidades esenciales tienen que sobreponerse a las secundarias o incidentales; i, tratándose de hacer esta aplicación, la importancia i prioridad de los caracteres hidrográficos, sobre los orográficos para caracterizar las formas del terreno, han sido ya demostradas. Hemos dicho también que las divisorias de aguas no derivan su orden de la elevación o importancia aparente de los encadenamientos a que pertenecen, sino única i esclusivamente del orden de los valles que separan; las que separan valles de primer orden u oceánicos por mas bajos que sean sus boquetes son también de primer orden o inter-oceánicas (50), i aquellas que separan valles
( 5 0 ) T e n e m o s q u e insistir en estos c o n c e p t o s , por mas q u e los cons i d e r e m o s e l e m e n t a l e s , p u e s parecen ser c o m p l e t a m e n t e i g n o r a d o s por a ' g u n o s esploradores arjentinos q u e se c o n s i d e r a n jeógrafos. El señor R a m ó n Lista, en carta dirijida a La Nación el 1 1 de feb r e r o p a s a d o , dice q u e no c o m p r e n d e q u e se p u e d a - d i b u j a r un acordonamiento principal d o n d e solo hai d o s c a d e n a s paralelas de sierras bajasn, refiriéndose a las q u e separan las vertientes del C h u but d e las del rio Falena: uno p r e t e n d e m o s negar, agrega, q u e dichas c a d e n a s dan orijen a un sub-sisiema hidrográfico d e p e q u e ñ o s rios q u e se diriien en rumbo opuesto ai meridiano; pero se trata d e un fe?ibmeno local relacionado tan solo con una estribación d e los Andes
propiamente dichos, etc. TI

E s de l a m e n t a r q u e quienes han t e n i d o tan b u e n a s o p o r t u n i d a d e s d e estudiar el terreno en sus interesantes viajes, n o hayan c u i d a d o d e p o n e r en o r d e n sus c o n o c i m e n t o s d e topografía. N o se e s p o n d r i a n en tal caso a llamar subsistema u n valle principal, pues sabrían q u e los d o s sistemas de valles q u e se orijinan a u n o i otro lado de un c o r d ó n divisorio d e aguas, son de u n m i s m o o r d e n , i si las vertientes d o n d e

6o

ESTUDIO

D E L LIMITE

CHILENO-ARJENTINO

secundarios o terciarios, por mas que sean inaccesibles por su altura, son también de segundo o tercer orden. El Tratado, al hablar de LA línea divisoria de las aguas, no puede referirse a ninguna de las secundarias que son numerosísimas, sino a la única que tiene el carácter de unidad i continuidad: la interoceánica o continental. Si alguno de los negociadores del Tratado hubiera querido referirse a una línea divisoria de aguas heterojénea, que fuese a trechos principal, i a trechos secundaria, no se le habría ocultado que era indispensable indicar, aunque fuera de un modo jeneral, en qué casos se abandonaría la línea principal para seguir la secundaria, i a qué arbinace el Palena son solo un subsistema, las opuestas del C h u b u t serán otro subsistema, i como a m b o s subsistemas van a desaguar a o c é a n o s opuestos, tendríamos el fenómeno de un c o n t i n e n t e c o m p u e s t o d e subsistemas hidrográficos. T e n d r í a m o s algo mas singular todavía
ta, los sistemas hidrográficos principales

Sin d u d a para el señor Lis-

serán los q u e se orijinan en las

laderas de l a q u e él llama "Cordillera Real', d o n d e se "hierguen a l t u r a s c o m o el Hornofiren Michinmávidan; pues bien, los esploradores d e esas rejiones, o los q u e las estudian en los mapas recientes d e Ezcurra o de Steffen, saben m u i bien q u e todas las aguas q u e caen a l r e d e d o r de las cumbres citadas se vierten al Pacífico, juntas todas con las que nacen mas al oriente hasta tocar las fuentes del C h u b u t en la cresta divisoria de las aguas. D e m a n e r a q u e estos sistemas principales serán subdivisión d e un m i s m o subsistema hidrográfico. Todavía se llama fenómeno ¿ocal el curso d e las aguas d e s d e su oríjen hasta el mar. ¿Cuáles serán entonces los fenómenos completos? Lo repetimos: n o es permitido hoi, q u e cada ciencia tiene su m é t o do, i q u e los testos d e enseñanza son accesibles para todos, divagar d e esta manera. (Consúltense los a p é n d i c e s P i R ) .

ESTIPULACIONES

SOBRE

LA

LÍNEA

ANDINA

6l

trios se recurriría para unir los trozos inconexos de éstas, donde fueran cortados por valles de primer orden. Pero se ha objetado, como lo hemos dicho ya, que en ciertas bifurcaciones de la cordillera en que existe un desagüe visible, la divisoria de aguas interoceánica corre por el cordón menos elevado i que la cordillera nevada es la cortada por el desagüe, i que en presencia de esas majestuosas montañas, no es posible aplicar a un simple cordón de cerros la denominación de "cumbres mas elevadas de los Andes, H Esta objeción es puramente sentimental; en términos de rigurosa clasificación hipsométrica, no le es mas difícil al topógrafo reconocer en el cordón divisorio (por mu i bajo que sea) la cordillera de los Andes, de lo que puede serle a un naturalista reconocer un mamífero en la ballena, ni a un químico un metal en el potasio. Por mas que este último cuerpo esté desprovisto de las propiedades mas conocidas de los metales, como la tenacidad i sonoridad; por mas que aquella tenga todas las apariencias esteriores de un pez; por mas que a trechos la cresta divisoria de aguas en los Andes se vea pequeña al lado de los grupos nevados que la flanquean, tan cierto es que ésta demarca allí nuestra frontera con la misma unidad que donde domina todos sus contrafuertes ; como que es tan metal el potasio como el

62

ESTUDIO

D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

fierro i el cobre por formar óxidos básicos; como que es tan mamífero la ballena, como la cabra i la vaca por amamantar a sus hijos (51). Así como el químico busca para clasificar un cuerpo las condiciones químicas, cuando no le son suficientes los caracteres visibles; así como el naturalista optará por la condición fisiolójica a despecho de las apariencias esteriores; así el topógrafo demarcador, para practicar sus operaciones técnicas, debe única i esclusivamente
preocuparse de la condición
marcación;

jeográfica

de la de-

esa condición es la línea divisoria de las aguas impuestas por el Tratado en el inciso que resuelve los casos dubitativos i corroborada por el Protocolo del 93 en su artículo 3 . que estipula que en esos casos los Peritos la "harán buscar en el terreno, n Hemos refutado ya la objeción de que los demarcadores no podrán buscar la línea divisoria de aguas fuera del "encadenamiento principal de los Andes.1 porque el artículo 2. del Protocolo del 93 establece el dominio de los Estados colindantes hasta ese encadenamiento por ambos lados; haciendo observar' que ese artículo define carácter de soberanía i no estension ni límite de territorios, siendo su principal objeto, bien os0
0

( 5 1 ) H e m o s r e c o r d a d o las bases d e una clasificación

natural

en la

nota 3 .

ESTIPULACIONES

SOLIRE

L A LÍNEA

ANDINA

tensible, dirimir toda invasion de dominio litoral de un pais por el otro. Pero aun el análisis aislado de la espresion "encadenamiento principal de los Ancles., nos conduciría al mismo resultado. En efecto, el calificativo de "principal equivale a esencial, capital, fundamental, sorio, etc.» POR CONTRAPOSICIÓN de acce-

(Diccionario); la relación entre "principal n i "accesorio!, depende esencialmente del punto de vista especial que se considera: para el viajero lo "principal u es lo que mas atrae su atención; para el jeólog'o la formación predominante (52), para el minero lo mas rico en vetas metalíferas, para el botánico lo mas poblado de plantas, etc. La acepción especial de este calificativo está, pues, subordinada al carácter de la definición a que se haga referencia. En este caso no hai duda ni ambigüedad posible desde que el Protocolo empieza por acatar el principio establecido en el artículo i.° del Tratado del 8 1 , se( 5 2 ) Así dice el señor Pissis ( A p é n d i c e Q-l): " S i g u i e n d o en el mapa jeolójico d e Chile la distribución d e l a s rocas sien/ticas, se ve q u e en varias localidades siguen la m i s m a orientación q u e los granitos; pero en el mayor n ú m e r o de casos están dispuestas p a r a l e l a m e n t e al eje principal de los A n d e s chilenos... I mas lejos agrega: " s o b r e estas lineas se hallan situadas t a m b i é n las Prmcipales minas d e C h i l e " i t e r m i n a d i c i e n d o : "Así es c o m o se d e b e hacer referir a la época d e la arenisca colorada, n o solo el oríjen d e os A n d e s C h i l e n o s , sino t a m b i é n la p a r t e n o r t e d e la cordillera marítima, así c o m o los principales rasgos q u e caracterizan el relieve d e Chile...

ESTUDIO

D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

eun el cual el carácter distintivo de la línea de
o

altas cumbres que divide las aguas, es de pasar por entre las vertientes que se desprenden a un lado i a otro. Finalmente, dado caso que en éste o en cualquiera de los artículos del Tratado o Protocolo, hubiera alguna espresion que se hallara en contradicción con la ubicación del límite en un caso dado, el demarcador, repetimos, no puede atenerse sino a la condición jeogrdfica que es la única que no puede fallar i que imprime carácter a la línea fronteriza. Podría desearse, en verdad, como lo hemos deseado nosotros mas de una vez, que los tratados, protocolos i contratos que celebran las naciones i los individuos, previesen toda contradicción posible de una manera esplícita, solucionasen de antemano toda dificultad científica i prácticamente; pero a falta de esos pactos ideales, sepamos guiarnos en la interpretación de los que hemos de cumplir por las reglas de la ciencia i de la lójica sin argüir con la sonoridad de las palabras o el efecto de las imájenes (53).
( 5 3 ) D e esta última categoría son los argumentos (así los c o n s i d e r a n sin d u d a ) que leemos dia a dia en los artículos sensacionales d e la prensa del Plata. Ya revisten la forma axiomática i sentenciosa c o m o la frase "¿os
Andes, nó las aguas dividen nuestros pueblos»; ya la d e u n a i n t e r p r e t a -

ción dogmática c o m o c u a n d o se n o s dice q u e el tratado resolvió q u e la línea fronteriza pasara "por la ¿igne de faite, d e las c a d e n a s d e m o n -

ESTIPULACIONES

SOBRE LA

LÍNEA

ANDINA

65

En la práctica de las cosas, surjirian dificultades de otro jénero para el demarcador que estuviera dispuesto a abandonar el cordón divisorio de aguas, tan pronto como los caracteres orográtañas i N Ó por e n t r e las corrientes que corren al Atlántico i al P a c í ficon; ya la d e un d i c t a m e n sin apelación, " la división de las aguas interoceánicas tiene q u e ceder a n t e el texto de los tratados, n O bien se apela a un falso tecnicismo, i se nos habla d e un "divortium aquarum de las altas c u m b r e s n , o de "subsistemas hidrográficos" i de "sierras bajas petro i fitográficamente distintas d e la cordillera limítrofe." T a n p r o n t o se funda alguno en la " a d m i r a b l e sencillez d e las g r a n d e s líneas d e las c a d e n a s lonjitudinales s u d - a m e r i c a n a s n , c o m o otro llama nuestra a t e n c i ó n hacia el "laberinto i n t r i n c a d o " i la " e n m a r a ñada red d e valles sucesivos" o hacia "los cursos d e agua caprichosos q u e parecen contrariar las leyes físicas." O se nos presentan pasmosos c u a d r o s d e "cataclismos jeolójicos q u e desarticulando la vértebra d e los A n d e s han s e m b r a d o c e n t e n a r e s d e leguas con sus restosn, d e "volcanes q u e se han s u c e d i d o d u r a n t e u n largo período con actividad c o n s t a n t e , l a b r a n d o altos i bajos con su potentísima enerjían i se insinúa q u e el c o n o c i m i e n t o d e t o d o esto es indispensable para la delimitación con Chile. N o h a faltado t a m p o c o u n esplorador q u e ha visto el mar Pacífico " p e n e t r a r furtivo" e n t r e las cordilleras, etc., etc. Se a c u d e p o r fin a las metáforas m a s a s o m b r o s a s : h a c i e n d o saber al p u e b l o Arjentino " q u e el P e r i t o d e Chile, s o b r e p o n i é n d o s e a lo
p a c t a d o , interpone su poderosa personalidad entre las dos Repúblicas,
ABIERTA

i m p i d i e n d o su a r m o n í a en el p u n t o del límite, i p o n i é n d o s e en
L U C H A CON E L COLOSO ANDINO.it

¡I los mismos órganos de publicidad q u e se esfuerzan así en desfigurar el p r o b l e m a elemental d e la d e m a r c a c i ó n de nuestra frontera c o m ú n , son los q u e invitan a la p r e n s a d e Chile a salir de su silenciosa tranquilidad i a q u e "levante el nivel d e la cuestión, elevándola a h rejion en que los pueblos c a m b i a n ideas acerca del f u n d a m e n t o d e sus b u e n a s i sólidas relaciones"; son los q u e nos notifican q u e "en la actualidad^ cuestión es científica i jeográfica, d e hechos claros i tanjibles, n o de suposiciones arbitrarias!" E s t a n d o este trozo en compajinacion, ha llegado a nuestras m a n o s 5

66

ESTUDIO

D E LL Í M I T E

CHILENO

ARJENTINO

fíeosle inclinaran a considerar algún "cordón lateral de una bifurcación orográfica como "encadenamiento principal.,. ¿Qué criterio tendría para clasificar tal o cual encadenamiento como principal? ¿Desde que ángulo u orientación dejaría un cordón de ser contrafuerte para figurar como bifurcación? ¿Cuál seria la base de clasificación para determinar lo principal de un encadenamiento, entre los dos de una bifurcación, si se rechaza la divisoria de aguas continental? Suponiendo que se hubiese llegado a reconocer como "encadenamiento principal i. un cordón que contuviera una divisoria de 2." orden, que se ramifica después en otros de 3. , etc., ¿dónde i cómo abandonaría ese cordón la línea fronteriza? ¿a qué punto de qué otro cordón lanzaría una
0

un libro recientemente publicado en Buenos Aires por el doctor a b o gado O. Magnasco. E n esta obra bailamos una nueva r e m e s a d e esas espresiones exóticas con las cuales se lograría introducir confusión en el asunto mas claro. Allí se nos acusa de desmembración de la fórmula
del T r a t a d o (p. 3 1 ) ; se recusa la doctrina del vértice aislado ( p . 3 3 ) ; se

nos aconseja no tomar en cuenta las aparentes difusiones del macizo (p. 9 2 ) ; se nos dice q u e la verdadera línea d e frontera es la arista
norte-sud media de la montaña sistemada (p. 9 4 ) i se establece p o r fin q u e el enjeolbjicas que constituye ijeneral lo

cadenamiento principal de los A n d e s tiene por definición clara i precisa: la sucesión dillera (p. 1 9 3 ) . de prominencias mismo en lo austral que en lo boreal el concepto resultante de cor-

I sin embargo el señor M a g n a s c o sostiene al m i s m o t i e m p o q u e »los jeógrafos;estan oscureciendo ¡ e n r e d a n d o la cuestión.n I n t r o d u c c i ó n , p. 1 1 .

ESTIPULACIONES

SOBRE

LA

LÍNEA

ANDINA

6

7

espía en busca de un punto de amarra? ¿por qué ficción se terraplenaría el valle de primer orden para que pasase por encima ese "encadenamiento
principal 11 cortado?

Si una comisión trabajando de norte a sur sigue cierto cordón orográfico i otra de sur a norte viene por otro que le sea paralelo, i guiándose solo por su importancia aparente i su dirección, prosiguen la demarcación sin fijarse en la división de las aguas continentales ¿cuáles serian los puntos de arranque i de unión de las líneas jeográficas o imajinarias, según las cuales iríamos a sustituir con la tenuidad de la visual óptica, la tanjibilidad de una cumbrera divisoria principal (54)? Bastan estas interrogaciones sin respuesta lójica posible, dentro del espíritu jeneral de los pactos internacionales, dentro del criterio científico i jeográfico del demarcador; bastan i sobran para dejar ver lo que significaría el abandono de la única regla segura i aplicable en todos los casos; regla que el último Protocolo nos impone como condición jeográfica de la demarcación.
( 5 4 ) P a r a c o m p r e n d e r bien lo a b s u r d o de la idea de unir c u m b r e s aisladas por líneas rectas, i señalar éstas c o m o límite definitivo e n t r e dos paises, basta trazar cualquiera d e tales rectas en un p l a n o hipsométrico c o m o el q u e a c o m p a ñ a al A p é n d i c e R - 3 . (Pl. I V ) , i observar q u e semejante línea iría c o r t a n d o rios i valles, i violando a cada paso, c o m o lo espresa el P e r i t o de Chile ( A p é n d i c e G 2 . , páj 1 1 2 ) el m i s m o T r a t a d o q u e se p r e t e n d e ' c u m p l i r .

68

ESTUDIO

DEL

LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

El espíritu de clasificación rigurosa a que nos sometemos en esta discusión nos lleva, pues, a considerar como bifurcaciones en que no sea clara la línea divisoria de las aguas, solo las verdaderas bifurcaciones de esa línea, que encierran una cuenca sin desagüe, propiamente bifurcaciones hidrográficas. • El mismo espíritu nos va a conducir fácilmente ala reducción de este caso al caso jeneral, resolviendo la dificultad con arreglo al Tratado i mas especialmente a la cláusula 3. del Protocolo del 93, es decir buscando en el terreno la línea dia

visoria

de las aguas,

por

medio

de

operaciones

topográficas.

En efecto, para el topógrafo, la existencia o no existencia material de las aguas no es mas que una circunstancia meteorolójica, ajena a la configuración del terreno. Topográficamente el desagüe de una laguna es el mismo, ya sea que el agua se evacúe materialmente por ese desagüe o que, bajando su nivel, quede estancada; el distintivo topográfico del desagüe se espresa diciendo: que es el mas bajo de todos los puertos
de una cuenca.

En un plano hipsométrico, en que aparecen trazadas las curvas de nivel, la primera curva (viniendo de abajo hacia arriba) que sale de la cuenca indica su desagüe (55).
( 5 5 ) E n el plano hipsométrico de la rejion d e P ^ S a n Franciscon

ESTIPULACIONES

SOBRE

LA

LÍNEA

ANDINA

De esta propiedad se deduce que para encontrar el desagüe topográfico de una cuenca que no da salida a sus aguas, basta practicar una nivelación de todos sus puertos, o sea de los puntos de comunicación de esa cuenca con las vecinas; en la práctica esa nivelación se ceñirá a aquellos pasos acerca de los cuales la simple inspección ocular sea deficiente para revelar el desnivel relativo. Hallada la salida topográfica de las aguas, nada mas fácil que hallar las divisorias con las demás cuencas, clasificarlas, i discernir entre ellas la principal, con arreglo al orden de los valles que separan. Este procedimiento técnico, tan sencillo, tan lójico, es también el único que nos suministra la topografía para encontrar en el terreno la condición jeográfica de la demarcación impuesta por la cláusula 3 . del Protocolo de 1893. Se observará que no hai en él nada de arbitrario, nada dejado a la apreciación, nada que exija complicadas, costosas, i a veces impracticables operaciones de triangulación, de medidas de cumbres inaccesibles, de estimación de masas, edades o composición de las rocas; nada mas
a

que

la

medida

del desnivel

de algunos

pasos,

( A p é n d i c e R 4. P l . V.), esa curva está c o m p r e n d i d a e n t r e 4 , 3 0 0 i 4 , 4 0 0 metros sobre el mar, para la hoya d e L a g u n a V e r d e ; c o r r e s p o n d e allí a la curva q u e h e m o s t o m a d o c o m o b a s e del macizo jeneral andino e n esa rejíon.

7o

ESTUDIO

DEL

LÍMITE CHILENO-ARJ ENTINO

es decir puntos siempre accesibles, situados jeneralmente en las vías mismas de comunicación. El procedimiento que hemos espuesto, para localizar el desagüe topográfico, será el que nos revele la existencia de casos verdaderamente dudosos: aquellos en que una misma línea de nivel se salga de la cuenca por vivios plintos de paso a. la vez. En la práctica, este caso correspondería al de una o varias lagunas comunicadas que tuvieran desagües hacia ambos océanos (56); al de estensas marismas con desnivel imperceptible i cuyas aguas brotan en las opuestas vertientes, mas bien por filtraciones que por un curso aparente (57); al de mesetas o parameras con declives indecisos cuyas intersecciones con las vertientes laterales tengan desniveles imperceptibles (58);
( 5 6 ) En su esploracion d e las nacientes del C h u b u t i del Senguel, el tenor F o n t a n a menciona la leyenda de q u e el lago al cual se le dio su nombre, i q u e da on'jen al rio Senguel, da t a m b i é n salida p o r el Oeste al rio Aysen. {Bol. Inst. Jeogr. Arj. t. V I I ) . U n hecho semejante no ha sido c o r r o b o r a d o hasta a h o r a en ninguna parte de los A n d e s , a pesar de existir d e s d e antiguo estas leyendas respecto a varias otras lagunas, especialmente la de Lacar o Lajara, de d o n d e sale el rio Valdivia. Parece que este fenómeno del doble desagüe es mas c o m ú n en las planicies; un ejemplo es la laguna I b e r a en la provincia d e C o r r i e n t e s q u e desagua a la vez al P a r a n á i al Uruguay. ( R E C L U S , La Terre, t. I.,
p. 5 6 9 : Nouv. Géog. Univ. t. X I X p. 624.)

( 5 7 ) E s probable q u e este caso se presente, pero, en mui p e q u e ñ a escala, en algunos pasos aplanados de los A n d e s . ( 5 8 ) C o m o el caso anterior, es probable q u e se presente en p e q u e ñ a

ESTIPULACIONES

SOBRE

LA

LÍNEA

ANDINA

71

al de dos cursos de agua tributarios de distintos océanos, i comunicado uno con otro (59). Si llegara a presentar el terreno cualquiera de estas anomalías jeográficas, que son afortunadamente escepcionales, seria llegado el caso de arbitrar una solución amistosa teniendo a la vista un plano completo de la localidad, tal como lo disponen el Tratado de 1881 i el Protocolo de 1893. En resumen, terminado el examen detallado i analítico de todas las estipulaciones que determinan la línea fronteriza en los dos Pactos de 1881 i 1893, arribamos a las dos conclusiones fundamentales siguientes: Primera.—Los antecedentes, la discusión preliminar, el espíritu jeneral i cada cláusula por
escala, especialmente en la rejion del N o r t e , d o n d e en la cima de las m o n t a ñ a s se hallan a veces mesetas o n d u l a d a s cuyo desnivel n o se a c e n t ú a sino a cierta distancia de su medianía. ( 5 9 ) Caso v e r d a d e r a m e n t e escepcional i c o n s i d e r a d o por Reclus c o m o el único en que una divisoria de aguas ofrece una solución de continuidad: " P l u s i e u r s bassins fluviaux offrent un curieux p h é n o m è nes. Les lignes de faite, h a u t e s chaînes d e m o n t a g n e s , plateaux ou marécages qui séparent d e u x bassins h y d r o g r a p h i q u e s sont interrompues par des b r è c h e s á travers lesquelles les eaux peuvent s ' é p a n c h e r d'un bassin dans l'autre. E n arrivant à cette b i ê c h e , le cours d'eau, sollicité par u n e d o u b l e pente, se bifurque en d e u x rivières coulant en sens inverse, et parfois vers d e u x mers o p p o s é e s . " ( R E C L U S , La Terre t. I, p. 3 6 0 . ) U n c o n o c i d o caso d e esta anomalía ofrece el rio Cassiquiare q u e lleva al A m a z o n a s parte del caudal del O r i n o c o , p r o d u c i é n d o s e allí una v e r d a d e r a bifurcación hidrolófica. ( R E C L U S , obra citada i t a m b i é n
Nouv. Géog. Univ. t. X I X p. 1 2 6 . )

ESTUDIO

D E LLÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

separado, conducen al concepto jeográfico único de la divisoria continental de agitas como frontera andina. Los tres términos incidentales "cumbres mas elevadasn, "las partes de rios,,, "el encadenamiento principal,,, a las que tanta importancia se quisiera conceder, no tienen en sí, ni separadamente, ni en conjunto, un significado jeográfico o topográfico preciso; no lo tienen por su colocación secundaria en las frases como términos enumerativos o referenciales o fuera de las cláusulas que definen la línea fronteriza. Segunda.—El Protocolo de i.° de mayo de 1893 no modifica ni deroga el Tratado de julio de 1881, en lo que respecta al límite andino. Aun cuando la segunda i tercera de las espresiones incidentales que hemos citado, que algunos podrán considerar defectuosas, otros inútiles, quisieran interpretarse como contradictorias a los conceptos fundamentales derivados del espíritu i de la letra de los pactos, ¿se deduciría allí que son bastantes a derogarlos? ¿Se invertirían las reglas de la lójica para sobreponer cuatro palabras diseminadas en otras tantas frases a los convenios solemnes fundados sobre la tradición de varios siglos? (60)
(60) Véanse las notas 1 0 i n .

ESTIPULACIONES

SOHRE

LA

LÍNEA

ANDINA

73

Nó, el Protocolo del 93 no ha podido simultáneamente venir a modificar el Tratado del 8 1 , i a imponer como "norma invariablen el principio establecido en éste; no puede ordenarnos cortar rios por una línea "que divida las aguasH¡ no viene a hacer prevalecer las condiciones orográficas para caracterizar un "encadenamiento principalH cuando nos envia "buscar en el terreno la condición jeográfica de la demarcación, la línea divisoria de las aguas.n VI
LA APLICACIÓN DEL TRATADO

El 20 de abril de 1890 se reunieron por primera vez en Concepción los Peritos designados por Chile i la República Arjentina, para proceder a la demarcación de la frontera internacional estipulada en el Tratado de 1881. En las conferencias siguientes que tuvieron lugar en Santiago en los últimos dias del mismo mes de abril, se celebró el acuerdo de iniciar la demarcación por el norte "en la cordillera de los Andes, en la provincia de Atacaman (61); que el punto inicial seria "el Portezuelo o Paso de San Francisco H i se declaró terminantemente que éste era punto de la frontera.
( 6 1 ) D o c . E , páj. 5 8 i D o c . F , páj. 99.

74

ESTUDIO

D E LL Í M I T E

CHILENO-AR JEN TINO

También se acordó iniciar la demarcación en la Tierra del Fuego, principiando por el cabo de Espíritu Santo (62). Dejemos constancia de que el primer acuerdo fué tomado a instancias del Perito Arjentino, porque el Gobierno Arjentino consideraba que "el texto del Tratado,, lo ordena así (63); que eran allí "mas conocidos i practicables los puntos que han de determinar el límite i el terreno por donde han de correr los líneas que les unen.., El Perito Arjentino traia "Instrucciones., para "guiar su acción., (64), i debia ceñirse aun procedimiento eficaz i. indicado en aquellas por el respectivo Ministerio de Relaciones Posteriores. Dicho procedimiento permanece sin duda reservado, pues los artículos I, V i VIII, únicos que han sido publicados de las mencionadas "Instrucciones., privadas, del Gobierno Arjentino a su Perito, solo contienen recomendaciones jenerales de inspirarse "en el espíritu de amistad i de concordia., i de "buscar en el terreno soluciones que satisfagan los derechos i el decoro de sus propias naciones.,,
11

El Perito de Chile, por su parte, se limitó a concurrir en dichos acuerdos i promover ademas

( 6 2 ) Doc. E , páj. 5 9 . ( 6 3 ) D o c . E , páj. 4 5 . ( 6 4 ) Doc. E , páj. 6 3 .

LA

APLICACIÓN

DEL

TRATADO

75

el comienzo simultáneo de los trabajos en la Tierra del Fuego. Siendo mui avanzada la época (mayo) para empezar los trabajos antes de la primavera siguiente, se acordó, por fin, que la reunión de las comisiones tendria lugar en octubre de 1890. En el intervalo, en el siguiente mes de junio, el Perito de Chile invitó al Perito arjentino a proceder a la preparación de las Instrucciones que según la cláusula IV de la Convención de 1888 tenían que impartir a los ayudantes. En la comunicación dirijida al efecto (65), se manifestaba la necesidad para traducir en reglas prácticas de ubicación las definiciones jenerales del Tratado, o sea de hacer la interpretación técnica de sus cláusulas (66). Esta necesidad, que hemos demostrado ya, era, ajuicio del Perito chileno, imperiosa; el Tratado define las líneas en jeneral por varios caracteres, unos principales, otros secundarios; lo primero era cerciorarse de que ambos Peritos estaban de acuerdo en cuanto a los caracteres esenciales que permitieran discernir la línea fronteriza entre las otras. Era evidente que, en ausencia de este acuerdo, las dificultades o discusiones, si bien
( 6 5 ) D o c u m e n t o E , nota 2 5 páj. 7 9 . (66) E s t a necesidad h a b i a sido ya r e c o n o c i d a implícitamente por el señor Perito Arjentino, c o m o lo h a c e m o s observar en la nota 3 4 del Documento E .

7

6

ESTUDIO

DEL

LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

quedarían evitadas en la Sala de Conferencias, tendrían que tener lugar entre las comisiones i en el terreno. El Perito Arjentino se manifestó sorprendido de esta proposición (67); contestó que consideraba cerrado el debate desde que se habia celebrado el Tratado, i que a los Peritos solo "les quedaba la tarea técnica, pericial de operar sobre el terreno para trazar los límites, interpretando a la letra aquella escritura internacional „, i agregaba: "estudiar los hechos, levantar el plano que los contenga en todos sus detalles, consignando en él cuidadosa i principalmente aquellos rasgos exijidos por el Tratado para caracterizar el límite i fijarlo sin vacilaciones, hé ahí a mi juicio, el deber del Perito: operar, no discutir, u En suma, el Perito Arjentino i su Gobierno, creían que no era posible dictar reglas topográficas jenerales para trazar los deslindes fijados en el Tratado, i que toda demarcación en el terreno debía ir precedida por una demarcación jeográfica. Hemos visto ya (68), i la esperiencia lo corrobora cada dia, que ambas operaciones son enteramente independientes: si la definición del Tratado para el limite andino conviene a una línea, natural única i continua, los planos mas
( 6 7 ) D o c u m e n t o E , nota 26, páj. 8 1 . (68) Pajina 1 0 del texto.

LA

APLICACIÓN

DEL

TRATADO

77

0 menos prolijos solo servirían para conocer sus sinuosidades; de ninguna manera ayudarían a encontrar una línea contenida en el terreno mismo, i cuyos puntos quedaran determinados por circunstancias visibles i tanjibles, independientes de las distancias medidas. No habiendo tenido lugar la reunión de los Peritos en octubre de 1890, primero por perturbaciones políticas en Buenos Aires (69), i mas tarde por el estado de lucha civil en Chile, solo se reanudaron las jestiones para iniciar la demarcación en setiembre del siguiente año de 1891, debiendo reunirse los Peritos en Santiago en el mes de octubre. El Perito i Comisión Arjentina del norte llegaron a Santiago en los primeros |dias de 1892, 1 desde las primeras conferencias se notó que no habia acuerdo entre los Peritos acerca de la base topográfica de las instrucciones que se habían de impartir a los Ayudantes que debían demarcar el límite andino. El Perito chileno, apoyándose en las razones detalladas en su nota oficial del 18 de enero, propuso la base del divortium aquarum continental, como interpretación única del límite andino estipulado en el Tratado.
(69) D o c u m e n t o ¿ E , n o t a 1 9 páj. 7 0

78

ESTUDIO

DEL

LÍMITE

CHTLENO-ARJENTINO

El Perito Arjentino, de acuerdo con las instrucciones de su Gobierno (70), calificaba esta base de anticipación a los hechos jeogrdjicos i propuso como único procedimiento pericial el levantamiento de planos de la cordillera (71). Después de algunas transacciones (72) cuya narración seria ajena al espíritu i objeto de este escrito, i aunque era de prever la poca eficacia del procedimiento, se convino en impartir a las Sub-comisiones las Instrucciones concebidas en términos jenerales, i que han sido publicadas (73). Las comisiones partieron de Valparaiso hacia Copiapó i hacia Punta Arenas el 12 de marzo de 1892. VII
LA UBICACIÓN DEL LINDERO DE SAN FRANCISCO LOS ANTECEDENTES JEOGRÁPICOS

El Tratado de límites chileno-arjentino de 1881, cuyos preliminares databan de 1873,110 se referia sino a los antiguos límites territoriales de Chile. Ese pacto no podia tomar en cuenta las alteraciones provenientes del estado de gue( 7 0 ) D o c u m e n t o E , páj. 8 3 .
( 7 1 ) I d . id. id. 8 9 . ( 7 2 ) I d . id. id. 90 i 9 1 .

( 7 3 ) D o c u m e n t o E , páj. 9 5 .

ELECCIÓN

DEL

PASO

DE

SAN

FRANCISCO

79

rra, ni considerar como chilenos los territorios bolivianos de la cordillera de Atacama ocupados militarmente desde 1879. Así lo entendieron también los Peritos i sus Gobiernos en 1890; el punto inicial de la delimitación de ambas jurisdicciones por el norte tenia que encontrarse sobre el antiguo límite meridional arjentinoboliviano. El Perito Arjentino i su Gobierno, al proponer como punto inicial el paso de San Francisco, entendían que este punto estaba a "corta distancian hacia el sur de dicha frontera (74). Veamos ahora cuáles eran los antecedentes jeográficos i los "prolijos estucliosn (75) que pudieron tener a la vista los Gobiernos i los Peritos, para proponer i aceptar dicho punto como inicial i declararlo "punto de la frontera.!, El mas antiguo de los trabajos jeográficos que conciernen especialmente a las cordilleras de Copiapó data de 1855, época en que don Guillermo Wheelwright, empresario del primer ferrocarril sucl-americano, hizo estudiar por algunos injenieros el trayecto entre aquel pueblo i el de Fiambalá, de la provincia arjentina de Catamarca, con el objeto de averiguar la posibilidad de
( 7 4 ) D o c u m e n t o E , páj. 5 8 .
( 7 5 ) I d . páj. 5 6 .

8o

ESTUDIO

D E L LÍMITE

CHILENO-A

R J E N T I N O

prolongar en dirección al Rosario de Paraná, al través de los Andes, el ferrocarril, terminado poco antes, de Caldera a Copiapó. El señor Wheelwright envió una interesante comunicación acerca de los trabajos de sus injenieros a la Sociedad de Jeografía de Londres, comunicación que se publicó, acompañada de un mapa i de un perfil lonjitudinal, en el anuario de dicha Sociedad para 1861 (76). Ni en el informe,
( 7 6 ) " P r o p o s e d Railway route across t h e A n d e s , from Caldera in Chile to Rosario on the P a r a n á via C ó r d o b a ; with R e p o r t of M r E. A. F l i n t ' s Survey By Mr. W. Wheelwright, E s q . F . R. G. S." (Journal
of the Roy al Geographical Society, Vol. X X X I , i 8 6 r páj. 155-162.)

El estudio del señor Flint ha sido d a d o a c o n o c e r con mayores d e talles por el doctor Burmeister en u n artículo titulado el Paso de San Francisco, publicado en los Geogr. Mitlh. d e P e t e r m a n n en 1 8 6 4 , del cual h e m o s d a d o algunos estractos en nuestra " M e m o r i a sobre el Desierto de Atacaman, i cuya traducción d a m o s íntegra en el A p é n d i c e Q-4. E n adición a los datos altimétricos del texto, agregaremos q u e según Burmeister, "el valle dei rio Losas, es mas corto, pero mas p e n o so por la p e n d i e n t e mas rápida del suelo i por la mayor altura del punto de paso ( P A S O D E L O S A S ) por sobre las serranías." El paso de R i o Losas es, pues, mas elevado q u e el de San F r a n c i s . co, al contrario d e lo q u e afirma el d o c t o r M o r e n o en La Nación de febrero 5 último. El Flint, entre carril trazo de ferrocarril sujerido por Wheelwright i e s t u d i a d o p o r ha sido objeto d e l e v a n t a m i e n t o s posteriores m a s minuciosos, otros u n o de los señores Sayago i Williams, injenieros del ferrode C o p i a p ó .

Algunos de estos estudios han sido p u b l i c a d o s ; escusado es decir q u e no tienen mas valor jeográfico q u e lo q u e p u e d a darles el perfil jeneral de la línea, q u e corrobora los primeros datos d e Flint. E l señor Santiago M u ñ o z , i n j e n i e r o - a y u d a n t e q u e fué del señor San R o m á n , ha p u b l i c a d o en La Lei d e febrero 2 4 último,- interesantes i detallados datos sobre este perfil.

ELECCIÓN

D E LP A S O

D E S A N FRANCISCO

8l

ni en el plano se mencionan los límites entre las vecinas Repúblicas; haremos notar sí que la designación de la cordillera "The Andes,1 se estiende en el mapa a medio camino entre la laguna de Maricunga i las Vegas de San Francisco, i que el mayor relieve del dibujo lo tienen las cumbres de Tres Cruces (Las Llamas) i los cerros de San Francisco i las Losas. Ese relieve corresponde con las alturas inscritas en el perfil:
Subiendo d e Chile Subiendo d e l a Arjentina

Copiapó Maricunga Cuesta chilenos Laguna Verde

1,214

pies
n n "

l

10,118 13,781 4,9 ^
2

Fiambalá Casadero VegaS. Franc .
0

5,164
I I

pies
11

>735 13,468

C u m b r e P a s o San F r a n c i s c o . . .

16,023

El doctor en medicina M. Martin de Moussy publicó en Paris en 1860, el tomo I de su Description fédération Géographique Argentine et Statitisque de la Con(77). En la p a j i n a 51 trata

en los siguientes términos de nuestros límites con la Confederación: "Avec le Chili, la ligne de faîtes la plus occidentales a été aceptée sans difficulté pour frontière, quoique ce ne soit pas la plus élevée. Cette démarcation donne à la Confédération Argentine
( 7 7 ) E n el A p é n d i c e Q-2 h e m o s t r a d u c i d o t o d o s los trozos d e la obra de Moussy q u e tienen alguna atinjencia con el t e m a de este escrito, ya se refieran a delimitación, orografía o jeolojía. 6

82

ESTUDIO

D E LLÍMITE

CH1LENO-ARJENTINO

la totalité des plateaux arides et glacés des Andes, présent onéreux, puisqu'il met à sa charge la construction du plus grand nombre de maisons de refuge (casuchas) qu'il est nécessaire d'élever sur ces cols dévastés pour sauver la vie des voyageurs qui les traversent dans les mauvais temps, u El doctor Moussy al aceptar como divisorio el cordon occidental no cita precedente alguno en que se apoye esta afirmación. En la pajina 2 1 1 del citado volumen se halla una breve descripción
del Passage par la cordillière de San Francisco

que el autor no habia reconocido personalmente. El mapa de las provincias de Catamarca i Tucuman de Moussy, publicado en 1866, trae señalado el itinerario de aquel paso, indicando los mismo puntos, con las mismas altitudes que el estudio de Mr. Flint, de donde fueron copiadas. Con mas detalles aparecen estos puntos en dos perfiles trasversales de los Andes, que bajo los números 2 i 3 aparecen en la lámina XXIII del mapa de Moussy. Titúlase el primero "Coupe de les Cordillère des Andes entre 26 et 2 7 de latitud sur la route de Copiapó à Fiambalá par le col de San Francisco», i el segundo "Coupe Ouest et Est Nord Est de la Cordillière des Andes (partie Argentine), depuis "le col de San Francisco jusqu' à l'embouchure du rio San Francisco dans le rio Verni ej o. H
o o

ELECCIÓN

D E LPASO

D E S A N FRANCISCO

83

Se notará cierta contradicción entre la leyenda de estos perfiles, que parece indicar que imparte arjentina principia en el paso de San Francisco, i la definición jeneral i trazo del límite según el mapa i el texto. Esta contradicción se hace mas notable si se consulta la descripción particular de la provincia de Catamarca en el tomo III, publicado en 1864, pajina 365. Dice allí: "Les limite au nord, et avec la province de Salta, sont une ligne qui traverse les cimes des Nevados de Calchaqui, la Sierra Medanosa, celle de Chango Real, et passant au nord de la vallée de la Laguna Blanca, va toucher au Paso
de San DU Francisco, où elle de Bolivie, rencontre au nordouest, la frontière CHILI, H et à F Ouest CELLE

Se observará, finalmente, que en su mapa de .Catamarca, Moussy denomina cordon central (arête centrale de la cordillière) el que pasa por el cerro de San Francisco, i que su .trazo erróneo del límite se debe esclusivamente al concepto erròneo también e infundado, de que éste debia de ir por el cordon occidental. El injeniero chileno don Enrique Fonseca visitó en 1873 las borateras de Maricunga, i decia en una comunicación a la Facultad de Ciencias Físicas i Matemáticas (78):
( 7 8 ) Anales de la Universidad, febrero de 1874.

84
11

ESTUDIO

D E LL Í M I T E

C H I L E N O - A R J E N T I N O

La laguna de Maricunga está situada al noreste de Copiapó, en las vertientes occidentales de los Andes, en una ensenada formada por los cerros del Toro, Azufre i Tres Cruces, H Citamos esta opinión de un esplorador anterior a la aprobación del Tratado del 8 1 , para dejar constancia de que la cresta occidental que figura como divisoria en el mapa de Moussy no era aceptada en Chile por los conocedores del terreno. Los trabajos del señor Pissis en Chile fueron de carácter puramente jeolójico i jeodésico; en su Jeografía Física no enuncia siquiera los límites de la República, i los que aparecen en su "Mapa Topográfico 11 indican mas bien los de sus triangulaciones que los del pais. Este Mapa solo principia por el norte en los 27 20' de latitud sur i no podia suministrar luz alguna acerca del punto inicial de la demarcación, cuya rejion no habia visitado tampoco el autor de aquel trabajo (79). En 1875 se publicó en Gotha un mapa de las Repúblicas Arjentina i de Chile, compilado por el doctor Petermann sobre muchos otros. En la
o

pajina 3 2 7 de su Jeografia Física, dice el señor Pissis: " L a s provincias q u e p r e c e d e n son las solas sobre las cuales se est i e n d e la triangulación: :para las provincias de Atacama, Arauco, Val(.79) E n la

ELECCIÓN

D E LP A S O

D E S A N FRANCISCO

85

rejion de San Francisco se copió el trazado trasandino del injeniero Flint, i los límites se indicaron según el mapa de Moussy. Calcado sobre este mapa parece estar el que viene agregado a un libro, La República Arjentina, publicado por don Ricardo Napp en 1876. Ningún dato orijinal suministraban, pues, estos trabajos. En 1883 el infrascrito fué encargado de efectuar una esploracion en la Puna de Atacama, i aunque no alcanzó, hacía el sur, hasta el antiguo límite boliviano, buscó los datos necesarios para establecer el trazo de ese límite en el plano de la esploracion, los que están mencionados (80) en la pajina 299 de la "Memoria sobre las cordilleras del Desierto de Atacamau (1885). Entre ellos figura una nota oficial del señor Manuel Sola,

divia i L l a n q u i h u e , la línea de vertientes ser fijada con ¿a misma precisión, n

de la cordillera

no ha

podido

Se recordará q u e en las I n s t r u c c i o n e s impartidas al señor en 1 0 d e o c t u b r e d e 1 8 4 8 , se le r e c o m e n d a b a provincias arjentinas, d e las q u e se dirijen (Nota 1 1 . ) fijar

Pissis

con la precisión

posible "la línea c u l m i n a n t e q u e separa las vertientes q u e van a las al territorio c h i l e n o . n —

(So) El señor doctor F . P . M o r e n o , en su citado artículo d e La Nación, dice, h a b l a n d o del q u e suscribe: " E s t e jeógrafo traslada el los m a p a s e n la línea Cerro razón (límite) q u e hasta entonces indicaban que apoye su proceder.

Bravo, Volca C o p i a p ó , al cerro d e San Francisco, sin la menor tras razones en la obra q u e allí citamos.

C o m o lo decimos en el texto h e m o s d a d o n u e s -

86

ESTUDIO

D E LL Í M I T E

CHI LEÑO-A RJ

ENTINO

informante de la Comisión Compiladora de los documentos relativos a los límites de la provincia de Salta, dirijida al Gobierno de dicha provincia con la fecha 6 de febrero de 1884, i publicada con el respectivo informe en el diario La Reforma de Salta, fecha 15 del mismo mes i año. Léese en el informe:
"LÍMITES ACTUALES ENTRE SALTA I CATA-

MARCA.—Catamarca limita con Salta al norte por una línea que atraviesa las cumbres de la Sierra Calchaqui, la Sierra Medanosa, la de Chango-Real, i pasando al sur de la Laguna Blanca va a caer al PASO DE SAN FRANCISCO,
donde encuentra al noroeste la provincia chilena de A tacama i al oeste la frontera (81)..,

El señor Dalence, en su Estadística de Bolivia, menciona sin dar nombre un Portezuelo "que sirve de límite a la provincia de Catamarca i nuestro canton de Antofagasta.n Dicho portezuelo no puede ser sino alguno de los de San Francisco, San Buenaventura, o la Hoyada. En 1885 el doctor Luis Brackebush publicó un "mapa del Centro de la República Arjenti-

(81) Se notará q u e esta línea, a u n q u e es traducción casi literal de la q u e hemos citado de Moussy, no ha sido copiada i n c o n s c i e n t e m e n te, puesto q u e deja en Salta la L a g u n a Blanca, que según Moussy pertenecía a Catamarca.

ELECCIÓN

DEL

PASO

DE

SAN

FRANCISCO

87

ñau, en el cual se indica como punto de intersección de las líneas fronterizas chilena, arjentina i boliviana, el cerro Bravo en el cordón occidental de la cordillera. La "Jeografía de la República Arjentinaii del señor Latzina (1888) asigna a la provincia de Catamarca los siguientes límites: "Con Chile i el Desierto de Atacama i Antofagasta (antes de Bolivia) linda la provincia por la línea divisoria de las aguas que bajan al Océano Pacífico i a la gran altiplanicie central. Esta línea pasa por los cerros de San Buenaventura, las cumbres de la Hoyada, el cerro Azul, el portezuelo del Pasto de Ventura, la cumbre de la Sierra de Laguna Blanca, las lagunas del Durazno i del Diamante i las nacientes del rio de los Patos. 11 (Siguen los límites con Salta.) En el plano de la provincia de Catamarca, dado a luz en 1890 por el Instituto Jeográfico Arjentino, no señala línea fronteriza, pero se indica como límite a fijar el cordón occidental (82).
( 8 2 ) E s t e m a p a , g r a b a d o antes de 1 8 9 0 , tiene un grueso letrero D E C H I L E q u e atraviesa o b l i c u a m e n t e el territorio d e la P u n a a t a c a m e ñ a , p a s a n d o por Antofalla; i otro letrero límite a fijar entre los cerros de San B u e n a v e n t u r a i el cerro Azul. D e v u e l t o sin d u d a al taller, antes de su publicación, se quiso agregar a la segunda d e las inscripciones las palabras entre provincias, que han quedado sin conexión alguna. A d e m á s se estendió el color de la Provincia d e C a t a m a r c a en forma de cuña hasta d o n d e alcanzó el márjen, lo q u e es incongruente con el primer rótulo m e n c i o n a d o .
REPÚBLICA

88

ESTUDIO

D E LL Í M I T E

CHILENO-ARJENTINO

Mientras tanto, en Chile se habia emprendido la esploracion sistemática del Desierto de Atacama i sus cordilleras bajo la dirección del injeniero don Francisco San Román. Acerca de esta esploracion i sus resultados jeográficos, se publicaron numerosos datos en la Revista de Obras Públicas (núms. i a 5), 1890; pero el plano jeneral del señor San Román permanece hasta hoi inédito (83). Los estudios hipsométricos practicados durante la esploracion han permitido fijar con bastante precisión el encadenamiento de cumbres que separan las vertientes continentales, atribuyendo a cada una de ellas las cuencas secundarias según su desagüe topográfico (84). Por fin, en 1890, el injeniero don G. Lange hizo el levantamiento topográfico de las estancias Cazadero i Chaschuil, levantamiento que se estendió por el poniente hasta el cerro de la Gallina, Ciénaga Redonda i Cerro Bravo, incluyendo por el norte la Laguna Verde i el paso i vegas de San Francisco; el plano fué dibujado a grande escala (1:200,000) i contiene numerosos detalles de cuya exactitud hemos podido cerciorarnos,
( 8 3 ) La Dirección de O b r a s P ú b l i c a s d e Chile, ha h e c h o c o o r d i n a r i completar por su sección d e Jeografía i J e o d e s i a los datos recojidos por el injeniero San R o m á n . El p l a n o jeneral así formado está actualm e n t e en litografía, i saldrá a luz poco después de este folleto. (84) Véase especialmente el § 1 6 : sistemas orográficos en " E l M a p a Jeográfico del Desierto i Cordilleras de A t a c a m a por F r a n c i s c o J. San R o m a m r , pajinas 1 0 3 - 1 0 8

ELECCIÓN

D E LP A S O

D E S A N

FRANCISCO

8

9

junto con los comisionados Arjentinos, durante la espedicion de delimitación del año 92. Toda la topografía de este zada para formar el que acaba de publicar el diario El Tiempo (85) de Buenos Aires, tomado según lo espresa dicho diario, de uno publicado
en los Anales del Museo de la Plata (86).

( 8 5 ) i.° de febrero último. E s t e p'.ano se estiende hacia el n o r t e i el oeste mas q u e el del señor Lange i c o n t i e n e a d e m a s m u c h o s d a t o s altimétricos de q u e este último carece. (86) E s t a n d o en prensa este trabajo, h e m o s o b t e n i d o el p l a n o public a d o por el Museo de la Plata,
o

q u e a b a r c a el macizo a n d i n o d e s d e los Tiempo, i al cual nos referimos en el de B u e n o s Aires, de 4 d e un tanto

2 2 ° : 4 o ' hasta l o s . 2 8 de latitud. Este plano, a la escala de 1: 1 . 2 5 0 , 0 0 0 no es el q u e ha r e p r o d u c i d o El texto; es otra pieza de orografía, casi c o m p l e t a m e n t e fantástica, cuya reducción en p e q u e ñ o publicó La Nación E n el plano d e El Tiempo, febiero, a c o m p a ñ a n d o los escritos del D r . M o r e n o . es fácil al ojo del cartógrafo esperto discernir la parte del dibujo correspondiente a verdaderos

levantamientos topográficos, c o m o los del injeniero Lange, de algunos brochazos d a d o por la m a n o de un c o n v e n c i o n a l i s m o pueril, c o m o el q u e arranca hacia el n o r t e del cerro de la Gallina
r o t u l a d o límite internacional a fijar.

i q u e el dibujante h a es otra cosa. Allí los

El m a p a de los Anales

del Museo

de la Plata

jeógrafos de gabinete han trazado a regla i Compás, c o r d o n e s de serranías-modelos, cuyas uniformes fragosidades revelan a primera vista la obra de u n a misma m a n o Creadora. Allí el b o q u e t e q u e i n c o m o d a b a ha sido s u p r i m i d o ; sin cuidarse a veces de borrar n o m b r e s , q u e c o m o el de paso de Maricuñga, a p a r e c e c o m o un e n i g m a en lo m a s e m p i n a d o q u e - s e estienden al N o r t e i Sur d e l ' Tres Cruces i paso San Francisco, de un ríjido crestón. Igual p r o c e d i m i e n t o se ha seguido con las serranías trasversales, q u e c o m o l a s trazo del camifio t r a s a n d i n o entre

hubieran p o d i d o destruir' la " a d m i r a b l e sencillez de las g r a n d e s líneas de las c a d e n a s lonjitudinalesn; esas serranías han sido e l i m i n a d a s , viéndose en su lugar Harturas con levísimas o n d u l a c i o n e s . Asimismo las profundas depresiones q u e marcan el b o r d e occidental del.grari m a -

y

o

ESTUDIO

D E LL Í M I T E

CHTLENO-ARJEN.TINO

Tales fueron los datos i antecedentes (87) que tuvieron a la vista el Perito i la Comisión Chilena de Límites para el estudio jeográfico de la rejion setentrional donde debia iniciase la demarcación. Estos datos permitían establecer: i.° En cuanto a la elección de punto inicial; que el primer atravieso de los Andes al sur del antiguo límite austral Boliviano era realmente el camino entre Copiapó i Fiambalá por San Francisco. 2. En cuanto a deslindes anteriores al tratado del 81, que los mapas arjentinos indicaban jeneralmente el cordón occidental; pero que los injenieros chilenos que habían esplorado la rejion calificaban la pendiente que se estiende entre el cerro de San Francisco i las borateras de Maricunga de "vertiente occidental de los Andesn. Estos datos solo podian tomarse en cuenta como
0

cizo andino, c o m o la del Negro Francisco, han sido s i m p l e m e n t e rellenadas con unos c u a n t o s cerros dispuestos con t o d a simetría. E n pocos dias m a s verá la luz el plano d e las cordilleras de A t a c a m a i Antofagasta iniciado bajo la dirección del señor San R o m á n , i e n tonces una simple c o m p a r a c i ó n revelará q u e el plano del Museo de la Plata no es c u a n d o mas sino un modelo de hachurado, i n o merece el h o n o r d e una crítica seria c o m o trabajo jeográfico. ( 8 7 ) Con escepcion del último, o sea el p l a n o d e Lange, q u e las s u b - c o m i s i o n e s conocieron en Copiapó. P o r lo d e m á s a u n q u e los d e talles de este plano nos fueron mui útiles, n a d a venían a cambiar ni modificar en los datos jeográficos anteriores; solo a corroborarlos i ampliarlos.

ELECCIÓN

D E LPASO

D ES A N FRANCISCO

CI

esplicacion de que mapas posteriores al Tratado, formados con datos altimetri eos deficientes, continuaran indicando un deslinde erróneo. 3. En cuanto a ubicación actual del deslinde en el trayecto de Copiapó a Fiambalá por San Francisco; que tanto los prolijos planos de San Roman, como los perfiles de Flint, Naranjo, Sayago i otros, no dejaban la menor duda acerca de que la intersección de las vertientes continentales opuestas era el punto denominado "Paso de San Franciscon, i que dicho paso pertenecía a la línea fronteriza según la interpretación técnica i rigurosa del Tratado del 8 1 , única base que debia tomarse en cuenta para la demarcación.
0

En efecto, la circunstancia misma de que el trazo de una vía férrea busca siempre las pendientes mas continuas (88) i los puntos de paso mas bajos, concurría a confirmarlos datos jeográficos jenerales, mientras que las cifras especiales de altitud establecían los desagües topográficos de la cuenca de "San Francisco.1 por el lado arjentino i de las de "Laguna Verdeu i "Laguna

(88) El injeniero Flint, en el informe d e q u e trata 7 6 ( p . 80), dice: » I would call attention to t h e fact that from t h e Pass of S a n F r a n c i s c o to C o p i a p ó , the force of gravity could be used as the motive powern; esto es q u e d e s d e el paso d e San F r a n c i s c o hasta C o p i a p ó , podria usarse la gravedad como fuerza
1

motriz,

lo q u e implica n e c e s a r i a m e n t e u n

descenso continuo.

9

2

ESTUDIO

D E LLÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

Salada o Maricungau por el lado de Chile, según los principios espuestos en el § V (89). Estos datos i antecedentes eran conocidos del Perito i Comisión chilena; es de suponer que el Ministro de Relaciones Esteriores de la República Arjentina, doctor don Estanislao Zeballos, ex-Presidente del Instituto ¡eográfico Arjentino, aludia a ellos cuando mencionaba los "detenidos i prolijos estudios ejecutados en la parte norte de la frontera (90)11, i que el Perito Arjentino que ya en 1890 traia Instrucciones de dicho Ministro para proponer que se iniciaran las operaciones en esa rejion, no descuidara tampoco de imponerse de ellos durante el largo intervalo (cerca de dos años) trascurrido entre el acuerdo de abril de 1890 i.la salida de las comisiones en marzo de 1892. Solo agregaremos que desde su llegada a Chile, tanto el Perito Chileno como el personal de su dependencia nos complacimos en suministrar al Perito e injenieros Arjentinos cuanto mapa o documento manifestaran el deseo de conocer o adquirir. Durante el período de dos meses que trascurrió desde la llegada a Santiago del Perito Ar(89) Son también los mismos que e n u n c i a el señor J e r ó n i m o L a Serna en Là Prensa de B u e n o s Aires. Véase el A p é n d i c e S - 2 . La aplicación gráfica de estos principios está indicada en el plano V, q u e a c o m p a ñ a al A p é n d i c e R-4. (90) D o c u m e n t o E . páj. 5 6 .

ELECCIÓN

D E LPASO

D E S A N FRANCISCO

93

jentino i personal de la Sub-comision Arjentina del norte, hasta la partida de la Comisión, ellos concurrieron con frecuencia a la Oficina de Límites en cuya instalación se les habia reservado un departamento, i tuvieron allí oportunidad de completar todos los estudios jeográficos previos que juzgaron necesarios, tanto sobre el gran mapa de Pissis, colocado en la muralla del salón de Conferencias, cuanto en los demás del archivo de nuestra oficina que estuvieron a su disposición. Trasladado a Copiapó el personal de la Sub-comision mista, tuvimos allí ocasión de examinar el plano detallado de la rejion del San Francisco, levantado en 1890 por el injeniero Lange, del cual se sacaron copias para ambas comisiones (91).
( 9 1 ) D i c e el doctor M o r e n o en La Nación de febrero 4 ú l t i m o : , que los m a p a s de Moussy i de P e t e r m a n n no m e n c i o n a n otro nombre jeográfico al Oeste del Paso d e San Francisco, i q u e el perito señor Pico (a quien califica sin e m b a r g o de distinguido jeógrafo) n o conocía el gran m a p a d e Pissis, pues en él habría e n c o n t r a d o el portezuelo de Maricunga. El señor M o r e n o c u e n t a s e g u r a m e n t e con la desidia de la jeneralidad de los lectores para c o m p r o b a r la veracidad de los h e c h o s q u e se afirman d e una manera tan categórica, pero observaremos q u e es hacer mui poco favor a una causa defenderla con tales a r g u m e n t o s . • E l m a p a de Moussy m e n c i o n a al P o n i e n t e del Paso
cisco ^<5 73 , el
> m

de San
laguna 4?jo .
m

Fran
Verde;

Portezuelo
m

de las 4412"\

Tres

Cruces

4540"';

Maricunga
Pass 4Hjg :
m

3Q54 .
Tres

E l m a p a de P e t e r m a n n m e n c i o n a , San
Cruces cuesta de Mariamga

Francisco
El

m a p a de Brackebush de 1 8 8 5 m e n c i o n a a d e m á s el Cerro Bravo como p u n t o del límite. E n el gran m a p a de Pissis, no habría hallado el señor Pico, por m a s q u e lo hubiese buscado, el -paso de • Maricunga, por la

94

ESTUDIO

D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

VIII
LA ERECCIÓN DEL LINDERO DE SAN ERANCISCO

La demarcación de la línea fronteriza en el paso de San Francisco se hizo sin tropiezo alguno. La inspección ocular practicada en el terreno,
m u i sencilla razón d e q u e este paso se halla por los 2 7 ° 6 ' d e latitud Sur, i aquel m a p a ÍO'O alcanza por el N o r t e hasta los 2 7 ° i o ' , es decir q u e habría q u e alargar el plano d e Pissis 24 centímetros D e s p u é s agrega el señor M o r e n o : " C o n estas instrucciones (las q u e se publican en el D o c u m e n t o E , páj. 9 5 ) el a y u d a n t e jefe d e la Comisión del norte se trasladó al P a s o d e S«n Francisco, c o m o estaba c o n v e n i d o , para iniciar la d e m a r c a c i ó n , i
d e s g r a c i a d a m e n t e ( i . ° ) , sin averiguar que debia ele/irse como pinito dicación jeneral (3. ),
0

hacia el N o r t e

para q u e tuviera cabida en él el portezuelo d e M a r i c u n g a .

antes
0

si ese punto

era realmente

el

de partida,

a p u r a d o por la estación a v a n z a -

da, colocó allí un mojón provisional ( 2 . ) , tomando
i sin que para esta

como orden
mediara

una inla mas

operación

insignificante

investigación

sobre los alrededores d e ese p u n t o . El sede noche, desde antes de

ñor Diaz, q u e llegó a San F r a n c i s c o d e s d e C o p i a p ó a c o m p a ñ a d o por la Comisión Chilena (4.°)i hizo su cruzada llegar a T r e s Cruces. Si la h u b i e r a h e c h o d e día, s e g u r a m e n t e n o c o m e t e la equivocación q u e tantos trastornos h a traído.n Las dos primeras aserciones subrayadas q u e d a n contestadas con la lectura del A c t a a q u e se refiere el paréntesis, las dos restantes con los datos m e n c i o n a d o s en el texto i con el h e c h o q u e afirma el q u e esto escribe i q u e p u e d e n c o r r o b o r a r nuestros colegas arjentinos, q u e la
travesía desde antes de llegar a Laguna Verde hasta las vegas de San

Francisco

se hizo de dia, cruzando el P a s o a la una de la tarde

i concuyas

sultando de c o n t i n u o un plano r e d u c i d o del señor San R o m á n indicaciones e n c o n t r a m o s correctas.

A d e m a s cabe aquí p r e g u n t a r q u é a c c i d e n t e orográfico o hidrográfico i g n o r a d o , no marcado en nuestros mapas, h a b r í a m o s visto d e dia, en la parte cuyo trayecto se hizo d e n o c h e . I todavía p o d e m o s

LA

ERECCIÓN

D E LL I N D E R O

D E S A N FRANCISCO

95

las observaciones al ti métricas que se hicieron, comprobaron la suficiente exactitud de los planos i datos hipsométricos que estaban en nuestra posesión. Después de atravesar la cordillera i bajar a las vegas de San Francisco, donde se estableció el campamento común, a m b a s Sub-comisiones aprovecharon el primer dia de buen tiempo para proceder a la erección del hito, cuya ubicación no d i o lugar a discusión alguna (92). No habiendo sido posible, por falta de elementos de trasporte, acarrear las piezas de fierro que debían componer los linderos, se erijió MWOprovisorio de piedra, entendiéndose que este calificativo de provisorio, se referia no a la ubicación del hito sino al material de que se componía, como lo deja entender el acta respectiva. Al labrar el acta de erección, se dejó sentir la falta de Instrucciones categóricas acerca de las reglas de ubicación de la línea fronteriza: la Comisión Chilena se apoyó en el Tratado i en las definiciones topográficas que caracterizan los puntos de paso de una cordillera (93); los comisiona-

agregar (i el señor M o r e n o p u e d e rejistrar las efemérides) q u e nos a c o m p a ñ ó la luz de la luna d e s d e el R i o L a m a s hasta Barrancas Blancas, dos horas antes d e a m a n e c e r . ( 9 2 ) D o c u m e n t o s H-I i H-2. ( 9 3 ) E n los A p é n d i c e s P - I a P - 4 se hallarán las nociones teóricas necesarias para la perfecta intelijencia d e este p u n t o , especialmente

ESTUDIO

D E LL Í M I T E

CHILENO-ARJENTÍNO

dos Arjentinos aludían sin concretar sus fundamentos, a la conveniencia del punto elejido (94). No habiendo aceptado el jefe de los ayudantes arjentinos la continuación de las operaciones hacia el sur (95), quedaron suspendidos los trabajos de demarcación en la frontera norte, en la temporada de 1892, al mismo tiempo que la Subcomisión mista recibía en la cordilleea la noticia del fallecimiento en Santiago del Perito Arjentino, señor Octavio Pico.

IX
LA REVISIÓN DEL LINDERO DE SAN FRANCISCO

En febrero de 1893 el nuevo Perito Arjentino, don Valentín Virasoro, haciendo valer los mismos datos, mapas i otros que habia tenido a la vista su antecesor para convenir en el acuerdo de 29 de abril de 1890, manifestó el deseo de que una comisión mista de límites levantara nuevos planos en la cordillera de Copiapó, antes de prestar su aprobación al hito colocado en el Paso de San Francisco.
en el N . ° 2 8 del estracto d e Suarez Inclán i los N . 4 3 i 4 4 del estracto d e Gallego Carranza. ( 9 4 ) Véase el Acta. D o c u m e n t o H, pájs. 1 2 4 i 1 2 5 .
o s

( 9 5 ) El Tiempo d e B u e n o s Aires, febrero i." ( R e p o r t a j e del injeniero señor Diaz.).

LA

REVISION

D E LL I N D E R O

D ES A N FRANCISCO

97

Entre los documentos a que nos referimos figuraban algunas descripciones orográficas (96) que no tenían sino una importancia descriptiva;
( 9 6 ) L a s del señor S a n R o m á n i del autor del p r e s e n t e e s t u d i o . E n esas citas, t a n t o el señor Virasoro c o m o los D o c t o r e s M o r e n o , M a g n a s c o i otros q u e las repiten, o m i t e n c o n s t a n t e i s i s t e m á t i c a m e n t e t o m a r en cuenta la siguiente declaración preliminar e s t a m p a d a en la páj. 1 9 6 d e n u e s t r a " M e m o r i a sobre las Cordilleras d e A t a c a m a n : " E n jeneral, es difícil asimilar la orografía d e la rejion q u e v a m o s a describir, sea a la neta separación d e A n d e s i Cordillera R e a l del señor R e c k , sea a los c o r d o n e s paralelos del señor Moussy. Sin e m b a r g o ,
como es necesario introducir '-cierto orden en nuestra
o

exposición,
o

dividiré

1

mos en cinco zonas orográficas paralelas al m e r i d i a n o el trozo de cor-, dilleras c o m p r e n d i d o e n t r e los paralelos d e 2 1 i 2 7 d e latitud sur. Estas diversas zonas no forman cordones p r o p i a m e n t e tales, sino m a s bien a g r u p a m i e n t o s d e cimas, i n o establecemos nuestra clasificación t a n t o sobre la altura d e ellas, c o m o sobre la altitud encima del mar d e l t e r r e n o m a s o m e n o s plano q u e les sirve de base.n Al describir en detalle las cinco zonas orográficas en q u e consideramos divididas las cordilleras, h e m o s d i c h o q u e la s e g u n d a d e ellas
era la que con mas propiedad podía asimilarse en esta rejion al cordón

andino; d e allí se p r e t e n d e d e d u c i r q u e las otras zonas no forman parte d e los A n d e s (*), olvidándose d e q u e e n c a b e z a m o s nuestra descripción c o n las m a s a u t o r i z a d a s p a l a b r a s d e Moussy q u e considera c o m o parte del macizo andino t o d a s las cordilleras al occidente d e la de F a m a t i m a ( A p é n d i c e Q-2.). B r a c k e b u s c h t a m b i é n lo considera así, i h a b l a n d o d e las serranías q u e forman el límite tradicional al oriente d e la entre Bolivia i la R e p ú b l i c a A r j e n t i n a , dice: " H a s t a los nevados d e la L a g u n a Blanca, esta gran c a d e n a d e s d e Bolivia es típicamente andina; i p o r eso en adelante la l l a m a r é cordillera principal

oriental del Nortea ( A p é n d i c e Q-3. páj. 2 0 0 ) . Se h a h a b l a d o t a n t o últim a m e n t e d e lo q u e está en los Andes i fuera de los Andes q u e h e m o s creído c o n v e n i e n t e r e p r o d u c i r p o r e n t e r o esas descripciones (Apéndices Q).
(*) En su libro La cuestión del Norte el señor O. Magnasco, dice en la páj. 147 que mi testimonio "es claro i categórico como la cuestión lo necesitan, i que "bastaría por sí solo para mostrar que los Andes están en los Andes i rió en San Francisco. 1, 7

9

8

ESTUDIO

D E LLÍMITE

CHI L E NO-A R J E N TI NO

la di venencia de denominaciones, respecto a la designación de cordón central, cordón occidental, etc., que se nota entre los diversos jeógrafos que describen esa rejion, es una razón mas i de las mas poderosas, como lo hizo observar en esa ocasión el Perito de Chile, para acatar la previsión de los autores del Tratado del 8 1 , al no subordinar la línea fronteriza a las designaciones mas o menos caprichosas de tal o cual cordón, sino atenerse únicamente a la división de las
aguas.

Sin embargo, habiendo otros puntos de diverjencia, mencionados ya en la nota oficial de 18 de enero de 1892 (97), ambos Gobiernos, después de oir a los Peritos, convinieron en celebrar un Protocolo en que se zanjaran estas cuestiones (especialmente la del dominio litoral). Como prueba "de cordialidadu por parte de Chile, se estipuló también en ese Pacto la "comprobación o rectificación 11 del punto de partida de la demarcación, señalada por el lindero de San Francisco; se espresó que esta revisión se hada para que el Perito Arjentino pudiera "firmar el Acta de 25 de abril de 1892, con pleno conocimiento de causan, i que si habia error en la ubicación del hito, se trasladaría al lugar que le correspondía "según los términos del Tratado
(97) D o c u m e n t o G-2 páj. 1 1 4 .

LA

REVISION

D E LL I N D E R O

D E S A NFRANCISCO

99

de Límites,!, no viniendo así a innovar Tratado.

sobre ese

La razones que existían en 1890 para designar el Paso de San Francisco, como punto de la línea fronteriza definida por el Tratado de 1881 continuaban existiendo en 1893 i 1894. Los datos jeográficos en vista de los cuales se habían ubicado los desagües topográficos de las cuencas desprovistas de derrame natural, no habían sido siquiera impugnados por el Perito señor Virasoro, ni lo fueron tampoco por el nuevo Perito Arjentino señor Quirno Costa, en 1894. Desde que Chile habia accedido a la revisión por espíritu de cordialidad, i desde que ella no se dirijía a verificar la única circunstancia que según el Tratado corresponde averiguar, la separación de las vertientes, no le cabia al demarcador chileno otro papel que el de auxiliar pasivo, i así se convino en la conferencia de i.° de enero de 1894, en la cual quedó acordado que, para la "revisión de lo ejecutadon en la rejion del San Francisco: "El Perito Arjentino impartirá a la Comisión de su dependencia las instrucciones al respecto, debiendo esas instrucciones ir firmadas también por el Perito Chileno, a los efectos de que la Subcomisión de este pais me necesario para coadyuve en cuanto se estila mejor espedicion.n

IOO

ESTUDIO

D E LL Í M I T E

C H I L E N O A R J E N T I N O

Las instrucciones del Perito Arjentino a sus ayudantes (98) espresan que se harán los estudios de reconocimiento i verificación en la rejion en que está colocado el hito provisorio i en las partes de la cordillera donde crea conveniente o necesario para determinar el punto de partida de la demar11

cación con arreglo al Tratado
Protocolo de i.° de mayo de

de Límites
1893.»

i al

Tomemos nota de que las últimas líneas de estas Instrucciones confirman que, para el Perito Arjentino como para el Perito Chileno, el Tratado del 81 i el Protocolo del 93, estipulan i se refieren al mismo límite andino; puesto que si respecto de algún punto ordenaran cosas contradictorias, habría que optar por el uno o por el otro, lo cual no preven las instrucciones, ni podrían preverlo sin ser contrarias a la parte final de la cláusula 8. del Protocolo. Para el comisionado chileno de 1894, el único hecho que podia tener ínteres en hacer constar era que la base topográfica espresada en el Acta de la Comisión de 1892 de la cual él formaba parte, i que la Comisión Arjentina habia rehusado suscribir (en esa parte), era exacta. En efecto, el acta parcial de la Sub-comision Arjentina espresaba
a

que se habían rentemente
(98)

encontrado iguales

varios puntos condiciones

que de

apaeleji-

reunían

Publicadas íntegras en el D o c u m e n t o K-I, páj. 1 2 8 .

LA

REVISION D E L L I N D E R O

D E SAN FRANCISCO

IOI

bilidad

(99), sin dar las razones de la

convenien-

cia por que se habia elejido el sitio del hito. Cumplía, pues, lograr que la nueva Sub-comision Arjentina corroborase que el punto elejido era topográficamente un punto de paso (100) de los Andes. Obtenida esta comprobación (101), la labor de los comisionados chilenos se limitó a coadyuvar al levantamiento de un plano o croquis que se estiende desde la vega de San Francisco por el oriente hasta la de Maricunga por el poniente. Los levantamientos practicados por las Subcomisiones de estudio, no hicieron sino confirmar la exactitud i suficiencia de los datos que se habían tenido a la vista en 1892, que eran los planos de San Román i Lange, i los perfiles de trazos de vía férrea (102). El jefe de la comisión chilena, habia previsto este resultado desde el principio de la nueva espedicion, como se deja ver en el informe pasado al Perito chileno (103).
(99) D o c u m e n t o H-2, p á j . 1 2 4 . ( 1 0 0 ) V é a n s e las definiciones topográficas d e un plinto de paso en los A p é n d i c e s P - i a P - 4 . ( 1 0 1 ) Documento K-4, páj. 1 3 3 , ( 1 0 2 ) T e n e m o s t o d o s esos planos a la vista i n o e n c o n t r a m o s u n a diverjencia d e un kilómetro en la totalidad d e la distancia entre los pasos d e M a r i c u n g a i San Francisco, ( 9 6 a 9 7 kilómetros). R e s p e c t o a las alturas, las diferencias relativas, a u n q u e d e alguna consideración, n o c a m b i a n en n a d a la hipsometría del t e r r e n o . ( 1 0 3 ) E s tan i n c o m p r e n s i b l e c o m o injustificable q u e , siendo los h e chos tales c o m o los e s p o n e m o s en el texto, i c o m o lo c o m p r u e b a n las actas del D o . u i m e n t o K , pajinas. 1 3 3 i 1 3 4 , tengan todavía el atrevim i e n t o algunos órganos d e la prensa arjentina d e repetir d i a a día q u e el

102

ESTUDIO D E L LÍMITE CHI LENO-ARJENTINO

Sin embargo, se dice ahora que la Sub-Comision Arjentina de estudios ha comprobado el error del punto de partida fijado en 1892 (104) i
Perito chileno se niega a la revisión del hito de San Francisco. E s doloroso constatar q u e afirmaciones tan categóricas c o m o falsas sean a c e p t a d a s por personas d e b u e n a fé q u e , c o m o el injeniero señor La Serna, lian llegado hasta decir q u e " L a negación por parte d e Chile a resolver este incidente por medio del estudio d e la rejion en q u e este mojón ha sido planteado, descubriría q u e esta operación fué h e c h a por sorpresa, inspirada p o r la m a s refinada mala fé". ( A p é n d i c e . S - 2 . ) Es necesario q u e esas personas sepan q u e lo único a q u e Chile se ha negado es a la prosecución de esludios que la sub-comision arjentina conceptuaba suficientes i habia dado por terminados, p o r q u e esos estudios no tienen por objeto buscar en el terreno la condición jeográfica de la demarcación, o sea la línea divisoria de las aguas, c o m o lo o r d e n a el artículo 3 . del Protocolo d e 1 8 9 3 . Esa co?idicion jeográfica es la única q u e han b u s c a d o i buscarán siempre las comisiones d e Chile, porque a ella se reduce t o d a la d e m a r c a c i ó n . La s u b c o m i s i ó n arjentina ha reconocido implícitamente q u e el lindero colocado en San Francisco c u m p l e con esa condición jeográfica, al declarar q u e "el m o j ó n colocado por la sub-comision mista en abril d e 1 8 9 2 está en lo q u e d e b e llamarse topográficamente " P a s o o Portezuelo d e San F i a n c i s c o n . ( D o c u m e n t o K . 4, páj. 1 3 3 ) , puesto q u e un paso d e u n a c a d e n a d e m o n t a ñ a s n o es otra cosa q u e una depresión d e la línea divisoria de ¿as aguas (Apéndices P - I a P-4), condición jeográfica d e nuestra d e marcación d e límites. N o se nos objete q u e los pasos o portezuelos d e Maricunga, T r e s Cruces, etc., cumplen t a m b i é n con dicha condición jeográfica, p o r q u e la simple inspección del p l a n o híposométrico a n e x o al A p é n d i c e R - 4 , hace ver q u e esos pasos o portezuelos secundarios, si bien se presentan c o m o tales para el viajero, n o son topográficamente mas q u e umbrales de derrame, cuya apariencia actual d e pasos, se d e b e única i esclusivamente a la circunstancia meteorolójica d e n o a c u m u l a ' s e el agua en c a n t i d a d suficiente para q u e rebalsen las c u e n cas q u e se desaguarían p o r esos p u n t o s ; circunstancia q u e en n a d a influye sobre las formas topográficas del terreno, únicas q u e p u e d e n servir de guia al d e m a r c a d o r . E l mismo plano hace ver q u e el Paso de San Francisco es v e r d a d e r a m e n t e tal, i q u e cualquier a c u m u l a c i ó n d e aguas, por g r a n d e q u e fuera, dejaría siempre en ese p u n t o un istmo q u e establecería e n t o n c e s c o m o ahora la continuidad d e las m o n t a ñ a s , i la d e nuestro deslinde continental.
0

( 1 0 4 ) " C u a n d o visité este p u n t o en abril d e 1 8 9 3 , confirmé lo q u e suponía, d e s d e un principio, b a s a d o en materiales q u e poseía, es decir,

LA REVISIÓN D E L LINDERO D E S A N FRANCISCO

I03

se agrega que pretendemos mantener ese punto fronterizo, "forzando para ello la argumentación jeográfica.n Se insiste en que el cerro San Francisco i otros "cerros eruptivos relativamente modernos, no son las altas cumbres que dividen las aguas. 11 Veamos, sin embargo, lo que dicen los hechos; sigamos con la vista sobre el mapa hipsométrico formado con los datos altimétricos antiguos i modernos (105), cuál seria el curso de las aguas naturales que se apartarían en el paso San Francisco, si las filtraciones o la evaporación no las consumieran en el trayecto, i pudieran tomar el nivel de sus desagües topográficos. Los declives del terreno llevarían las aguas que cayeran en las vertientes orientales del paso, por unas insignificantes depresiones que hai un poco al norte del camino, a vaciarse a las actúalas vegas de San Francisco, cuya altitud, según el mapa, es de 3,890 metros sobre el mar; esas vegas no tienen actualmente desagüe, pero lo hallarían (según el plano siempre) en un portezuelo al noreste, a la altitud de 3,930 metros,
q u e se habia errado el punto de partida d e los trabajos a ejecutarse para iniciar el trazado d e la línea d e frontera, i esto t a m b i é n fué comprobado u n a ñ o m a s t a r d e por la subcomisión arjentina de estudios q u e se trasladó allí para c o m p r o b a r o rectificar la operación por m e d i o d e la cual se d e t e r m i n ó en 1 8 9 2 ese p u n t o d e p a r t i d a . " ( F . P. M o r e n o , en La Nación i A p é n d i c e T ) . ( 1 0 5 ) E l p l a n o V a n e x o al A p é n d i c e s R - 4 .

104

ESTUDIO D E L LÍMITE C H I L R N 0 - A R J E N T I N 0

esto es después de subir 40 metros formando una laguna de cierta estension. Este nuevo derrame no encontrada ya mas obstáculo que la somera cuenca de las Peladas cuyo umbral hacia el sur está a 3,900 metros sobre el mar, i daria por consiguiente pronta salida al caudal al Rio de las Losas, el que juntándose mas abajo en el actual Cazadero, toma sucesivamente los nombres de Guanchin, Fiambalá i Colorado, para perderse en las llanuras de la Rioja, a 200 metros sobre el mar. Por la otra parte, las aguas de la vertiente occidental del San Francisco irian, por el cauce de las quebradas actuales, a vaciarse a la cuenca bastante considerable de la Laguna Verde (4,157 metros), de la cual sale actualmente el camino por una planicie a la altura de 4,320 metros (106), o
( 1 0 6 ) Aceptamos ad homitiem, para trazar el curso d e las aguas, la cifra mas baja d e las q u e se han asignado al paso d e S a n Francisco, que, según Flinl, mide 4 , 8 7 0 metros d e altitud. El señor M o r e n o dice en La Nación de febrero 5, q u e nel portezuelo e n t r e los d o s jigantes, el San Francisco i el I n c a g u a s i , es m a s bajo, i q u e el d e las Losas, situado al sur del s e g u n d o , m i d e solo 4,200 metrosn. Si así fuera, el d e sagüe topográfico d e la L a g u n a V e r d e seria al valle d e las Losas, i esa cuenca seria Arjentina. L a verdad es q u e el señor M o r e n o c o n f u n d e el punto llamado Ojo de Losas c o n el paso d e este n o m b r e ; basta fijarse en que, según la m e d i d a mas baja, la altitud d e L a g u n a V e r d e es 4 , 1 6 7 metros; de m o d o q u e bastaría u n a subida ( m á x i m a ) d e 4 3 metros p a r a ascender al paso de las Losas. L a simple inspección ocular d e s m i e n t e la posibilidad de tan breve desnivel, sin dejar d u d a alguna a este respecto. Para q u e la cuenca d e L a g u n a V e r d e tuviera su d e s a g ü e topográ-

LA REVISION D E L LINDERO D E SAN FRANCISCO

I05

sea próximamente 300 metros mas bajo que el paso i 160 metros sobre el nivel actual; sin embargo, las aguas tendrían una salida algo mas baja por una quebrada al norte del camino por donde se vaciarían al campo de las Tres Cruces i a varias hondonadas secundarias cuyo nivel actual varia entre 4,050 i 4,200 metros. Un ancho umbral a la altitud de 4/100 metros daria en seguida salida a esas aguas al valle del Rio Lamas cuyo curso las llevaría a la laguna de Maricunga cuyo nivel actual es de 3,800 metros sobre el mar. Este nivel tendría que subir 150 metros para que las aguas se derramaran a la quebrada de Paipote, por el paso actual del camino a 3,950 metros sobre el mar; desde allí, por la mencionada quebrada, la de Puquios i el cauce del Rio Copiapó, su curso seria continuo hasta el mar. Basta haber recorrido una vez el camino de San Francisco, i examinar atentamente los planos existentes para persuadirse de que ninguna de las cuencas intermedias de Laguna Verde,
fico al valle de las Losas, c o m o se infiere d e la cila anterior, seria necesario q u e el paso d e las Losas fuera 3 3 0 metros por lo m e n o s , mas bajo q u e el de San Francisco, lo cual es i n c o m p a t i b l e con los estudios de Flinl, q u i e n lo reconoció i d i c e q u e , n a u n q u e p r a c t i c a b ' e , no es t a n favorable" c o m o éste; i Burmeister, a q u i e n el señor W h e e l right c o m u n i c ó los estudios d e t a l l a d o s d e Flint, dice p o s i t i v a m e n t e q u e esa inferioridad del paso de las Losas para ubicar un ferrocarril

proviene d e »la mayor elevación del punto de paso por encima de ¿as
montañas.» A p é n d i c e Q - 4 .

106

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILEÑO-ARJENTINO

Campo de Tres Cruces, Laguna de Maricunga, tiene desagües topográficos laterales mas bajos que los citados, i que el trayecto que acabamos de describir es obligado (107). Sin embargo, en vez de este estudio de desagües topográficos tan sencillo i concluyente, el único que nos revela el verdadero "encadenamiento principaln de las cumbres que dividen las aguas continentales por medio de sus pasos o portezuelos de primer orden (que no son cruzados por ningún desagüe); en vez de este estudio decimos, se nos quiere engolfar en estensas disertaciones (108), en la que se toman en considera( 1 0 7 ) El diario El Tiempo d e B u e n o s Aires d e i.° d e febrero pasado llama "demostración esperimental fantástican al pintoresco c u a d r o q u e presenta el injeniero San R o m á n en u n artículo publicado pocos dias antes (enero 2 i ) e n í / Constitucional d e esta capital, d e la formación de la serie de lagunas q u e m e n c i o n a m o s en el testo, en la hipótesis d e un diluvio ácueo en la cordillera d e San F r a n c i s c o . Se a d m i r a El Tiempo d e q u e el q u e eso escribe pretenda ser u n h o m b r e científico; m u c h o mas digno d e a s o m b r o es q u e p r e t e n d a n calificar el valor d e argumentos basados en m e d i d a s del terreno, aquellos q u e d e m u e s t r a n n o saber lo q u e es un mapa hipsométrico, ni darse c u e n ta d e que, para el topógrafo, la existencia o n o existencia material del agua en las cuencas no cambia en nada el trazo d e sus c o n t o r n o s . ( 1 0 8 ) P o r vía de ejemplo r e p r o d u c i m o s a continuación algunos t r o zos del informe d e la sub comisión arjentina d e estudios, d e junio 2 6 de 1 8 9 4 : " D e s d e el cerro del F a m a t i n a , a los 2 8 4 7 ' sud p r ó x i m a m e n t e , i siguiendo siempre el m e r i d i a n o 6 8 ° oeste d e Greenwich, corre al n o r t e una m o n t a ñ a d e mas d e c u a t r o mil metros d e elevación, p e r f e c t a m e n t e definida i d e voluminoso macizo, hasta la latitud 2 6 " 4 5 ' d o n d e se u n e con la gran altiplanicie atacameña por el cerro del " N e g r o M u e r t o n i la sierra q u e d e s d e este sigue al occidente, q u e viene al parecer a
o

LA REVISION D E L LINDERO D E SAN FRANCISCO

I07

cion la elevación, la macicez, la continuidad i las direcciones de los cordones de cordillera, como también la composición de las rocas i la edad jeoíormar el b o r d e s u d d e esa altiplanicie, c o n t i n u a n d o su e n c a d e n a m i e n t o principal al norte por el " P e i n a d o " i " C u e r o s d e Purullasn i e n s a n c h á n d o s e d e s d e aquí en gran altiplanicie. " T a n t o el S a n F r a n c i s c o c o m o los cerros q u e lo r o d e a n son de oríjen volcánico, levantados s e g u r a m e n t e en época mui posterior a la d e la formación d e la real cordillera a n d i n a . " E l " S a n Franciscoii m i s m o i el " I n c a h u a s i n , su j e m e l o , son g r a n d e s volcanes aislados, cuyo a s p e c t o n o se difetencia casi del " N e g r o Muerton, t a m b i é n volcan, al parecer, i q u e está e n c l a v a d o en la Cordillera del F a m a t i n a ; pero, estos cerros, n o se u n e n e n t t e síjeolójica-

mente.
" A q u í parece ha h a b i d o erupciones parciales q u e h a n h e c h o levantar esos t e r r e n o s a colosales alturas. " E l cerro d e " S a n Franciscon n o solo n o está en el e n c a d e n a m i e n t o principal d e los A n d e s , sino q u e ni siquiera pertenece a cordón o e n c a d e n a m i e n t o c o n t i n u a d o alguno. Elévase d e s d e el valle d e la vega q u e l l e \ a su n o m b r e i sus faldas se confunden c o n las d e la gran altiplanicie, a cuyo b o r d e oriental, j u n t o c o n el " I n c a h u a s i n , parece los colocó la naturaleza, así altísimos, c o m o dos i n m e n s o s n u d o s con q u e t e r m i n a r a el insignificante e i n t e r r u m p i d o c o r d ó n q u e por e s ' e lado limita la cordillera d e los A n d e s . " I efectivamente, a la vista aparece q u e el " S a n Franciscon perteneciera a u n o d e los tantos cerros bajos q u e se alinean d e norte a sur desde m a s allá del d e la "Coipan, t o d o d e igual aspecto i formación, entre los q u e se e n c u e n t r a n el del " M a t a m b r e n , " A g u a s Calientes*', el " T a m b e r o n , los cerros d e " L a s Losasn i otros. Si t o d o s estos cerros se e n c a d e n a n e n t r e sí, ese e n c a d e n a m i e n t o seria insignificante, c o m o lo h e d i c h o antes, e i n t e r r u m p i d o a la vez; pues su línea es c o r t a d a por todas las corrientes q u e caen a las vegas del " C a z a d e r o n , i forman el rio G u a n c h i n , i por los n a c i m i e n t o s del rio d e " L o s J u m e s n o d e " L a Troya.n " M a s , en caso d e existir el tal e n c a d e n a m i e n t o , seria una razón m a s para rechazar, p o r ese solo h e c h o , el mojón colocado por los señores

Io8

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

lójica de las formaciones. Estas disertaciones son verdaderos ejemplos ilustrativos de los resultados que se podrían esperar de una investigación
Diaz i Bertrand; puesto que n u n c a podría e n c o n t r a r s e m e d i o alguno para considerar esa línea d e cerros por cordillera d e los A n d e s . "Aislado el San Francisco o formando paite del c o r d ó n ya descrito, no puede jeolójicamente e n c a d e n a r s e con la sierra del " N e g r o M u e r to», pues en el segundo caso, el mas favorable, t e n d r í a m o s un c o r d ó n corriendo de norte a sur, e n c a d e n á n d o s e por el centro d e otro q u e corre d e este a oeste, por un a n c h o valle, i esto no puede suceder. "Si consideramos ahora al "San Franciscon c o n relación a los cerros grandes i elevados macizos del " M u e r t o n i "Ojos del Saladon, p o dríamos establecer un cordón c o n el " V e t e a d o n , el "Frailen e " I n cahuasin i "San Franciscon; pero e x a m i n a n d o los niveles en q u e se levantan estos cerros, van decreciendo hacia el " I n c a h u a s i n , q u e su dirección no corresponde con la d e la altísima c a d e n a q u e viene del B o n e t e (?), i la insignificancia de los volúmenes del " V e t e a d o n i " F r a i len con relación a los otros "Boneten (?), " N a c i m i e n t o s " , "Ojos del Saladon, "Sierra Granden i " T r e s C r u c e s " q u e se u n e n entre sí i tienen igual aspecto i dirección jeneial, relegaríamos ese c o r d ó n a la simple categoría d e un contrafuerte. "Voi a ocuparme, a u n q u e lijeramente, d e la divisoria de aguas continental i de las pequeñas cuencas q u e se e n c u e n t r a n en el c a m i n o del "San Francisco" a "Santa R o s a . " " E n la estension q u e abarcan los reconocimientos, las corrientes q u e se dirijen al oriente, todas nacen mas al oeste d e la zona q u e p o r el este borda la gran altiplanicie i a la cual creo ( c o m o el señor B e r trand) q u e pertenece al "San F r a n c i s c o . " "Estas aguas son las nacientes del rio G u a n c h i n , q u e empiezan p o r el norte en la "Vega de las P e l a d a s " , i las del rio " J a g ü e l . " "Las corrientes del occidente, i en esa m i s m a estension, son todas vertientes d t l rio J o r q u e r a , q u e d e s e m b o c a en el Pacífico en la m i s m a latitud de C o p i a p ó , i todas nacen d e la vertiente oeste d e l c o r d ó n "Azufren, "Santa Rosan i " C e r r o Bravo.n

"Luego la divisoria de aguas continental está al occidente de la zona a que pertenece el San Francisco i al oriente del encadenamiento mas occidental.

LA REVISION D E L L I N D E R O D E SAN

FRANCISCO

I09

basada en condiciones tan variadas: cada una de ellas puede conducirnos a un "encadenamiento
mas elevado

" A lo largo del c a m i n o se e n c u e n t r a n cinco hoyadas o p e q u e ñ a s cuencas, sin salida alguna, q u e el capricho d e la naturaleza ha colocado para servir de recipiente a las aguas de los deshielos, q u e n o desaparecen por filtraciones o evaporaciones. " E s t a s son de oriente a o c c i d e n t e : la vega de San Francisco, L a g u n a Verde, una p e q u e ñ a i a gran altura e n t r e "Sierra G r a n d e " i " B a r r a n cas Blancas", otra entre " T r e s C r u c e s " i " B o r d o Negron i la laguna de Maricunga. " D e estas solo voi a considerar las tres principales, q u e son a las q u é afluyen corrientes en t o d a época i q u e m a n t i e n e n agua p e r m a n e n t e , vega d e San Francisco, L a g u n a V e r d e , i L a g u n a Maricunga. "A la primera n o cae corriente de altura alguna. N a c e n sí, allí mism o , varias cuya t e m p e r a t u r a elevada h a c e ver q u e son d e aguas subterráneas i no d e vertientes de alturas venidas por filtraciones; i u n a solamente q u e viene del noreste es de filtraciones del N e g r o M u e r t o . " T o d a s estas corrientes se reúnen en una laguna q u e q u e d a al sur de la vega. " L a segunda, L a g u n a V e r d e , solo recibe aguas d e los deshielos q u é se p r o d u c e n en los n e v a d o s del " M u e r t o n , "Ojos del Salado», "Sierra Granden i " B a n a n c a s B l a n c a s . " " L a divisoria de aguas entre esta hoya i la anterior está en él Portezuelo de San F r a n c i s c o ( d o n d e se colocó el mojón provisorio.) " L a última L a g u n a de Maricunga, recibe solo en épocas n o r m a l e s una corriente, el rio L a m a s , q u e es p r o d u c i d a por los d e r r e t i m i e n t o s de las neveras de las " T r e s C r u c e s » . E s t e rio s e pierde en los boratales de la h o y a d a antes d e llegar a la laguna p r o p i a m e n t e dicha. Su divisoria de aguas con la " L a g u n a V e r d e n está en el e n c a d e n a m i e n t o que pasa por "Sierra G r a n d e » i " B a r r a n c a s B l a n c a s . " " N i n g u n a de estas tres c u e n c a s tiene importancia alguna, pues c o m o he dicho antes, son solo p e q u e ñ o s recipientes sin salida alguna. " T e n g o e n t e n d i d o q u e , c o m o estos, se e n c u e n t r a n otros en la parte inesplorada, i q u e están e n c e r r a d o s por los dos c o r d o n e s en q u e , al parecer, se divide la gran cordillera real andina.» Los trozos q u e h e m o s s u p r i m i d o en la cita anterior son referencias a las n u m e r o s a s vistas fotográficas q u e se a c o m p a ñ a n al informe. E s t e ,

no

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

no será el mas antiguo, ni el que está en la dirección jeneral, o bien (como allí sucede), la sucesión de las cumbres que se enfilan se halla cortada por pasos mas bajos que los de otro corc o m o se ve, es una simple disertación orográfica, sin relación alguna con el tratado d e Límites; no se hace referencia a ' g u n a a la condición jeográfica d e la línea divisoria, para buscarla en t i terreno; se a l u d e a los "caprichos de la naturalezan c o m o si esta espresion pudiera tener algún significado técnico en una operación pericial, i a pesar d e h a b e r s e declarado suficientes los estudios, no se arriba a conclusión alguna. L e e m o s u n a i otra vez el informe cuyos estractos h e m o s r e p r o d u c i d o i nos preguntamos q u é relación guardan con la ubicación d é l a línea fronteriza estipulada en los tratados la anterioridad o posterioridad

de los solevantamientos, las uniones jeolbjicas, la parcialidad o totalidad d e las erupciones, c ó m o p u e d e pertenecer a unos cerros bajos el de San Francisco q u e apaiece en el plano d e la Sub-comision c o m o uno de los mas elevados d e esa rejion; nos p r e g u n t a m o s por q u é no puede suceder q u e un cordón se e n c a d e n e por el centro d e otro, i q u é atinjencia tiene todo esto con nuestra frontera. Respecto a la divisoria continental d e las aguas, la afirmación d e q u e está al occidente de la zona a que pertenece el San Francisco, está en flagrante contradicion con el plano m i s m o formado por la Sub-comision arjentina, i se p r e t e n d e deducirla de algunas vagas consideraciones p u r a m e n t e descriptivas q u e parecen implicar q u e u n a divisoria de aguas es algo sujeto a la apreciación i a la creencia, c u a n d o es en realidad un lugar jeométrico suceptible d e ser definido i u b i c a d o c o n t o d a precisión. E n suma, así c o m o la Sub-comision chilena cree i ha p r o b a d o q u e el camino d e Copiapó a F i a m b a l á por San Francisco corta la divisoria continental d e las aguas, precisamente en el p u n t o mas elevado d e su trayecto, d o n d e se ha colocado el lindero; si la Sub-comision arjentina no cree q u e sea ese el p u n t o preciso d e intersección ¿por q u é n o nos dice con precisión d ó n d e cree q u e está? Si cree q u e la condición d e dividir las aguas no basta para caracterizar el e n c a d e n a m i e n t o principal de los Andes, q u e el San Francisco no forma parte d e ese encadenamiento ¿por q u é no nos dice de un m o d o concreto cuál es la condición o condiciones q u e lo caracterizan, i d ó n d e corta ese e n c a d e n a m i e n t o el camino a q u e nos referimos?

LA REVISION D E L L I N D E R O

D E SAN FRANCISCO

III

don, que por esta consideración se halla mejor
encadenado con los anteriores, i es por consiguiente principal bajo este punto de vista (109).

Por estas razones ningún estudio orográfico o jeolójico podrá conducir a conclusión alguna relativa a fijación de los puntos de la línea fronteriza andina, desde que ésta no depende de la precisión ni del número de las triangulaciones, de la uniformidad, aspecto ni composición de los agrupamientos de cerros, sino única i esclusivamente del divorcio de las aguas continentales que, en el caso mas mas complicado, puede hallarse con unos cuantos golpes de nivel. Por eso Chile no ha podido seguir colaborando con dispendiosas espediciones a la estension de estudios jeógráficos cuya relación con el cumplimiento del Tratado no se divisa.

X
ESTENSION I VALOR DE LOS TERRENOS COMPRENDIDOS EN LA ZONA DE LITIJIO

Recordemos una vez mas que el Tratado de Límites de 1881 no tiene aplicación sino al sur
( 1 0 9 ) Bastará observar q u e las clasificaciones orográficas publicadas en los diarios arjentinos ( t o m a d o s en gran parte d e los informes d e la subcomisión arjentina d e estudios) i las apreciaciones jeolójic as correspondientes, n o g u a r d a n c o n f o r m i d a d con las del d o c t o r B r a c k e b u s c h en el i n t e r e s a n t e e s t u d i o jeolójico d e los A n d e s , p u b l i c a d o en la Revista de la Sociedad Jeográftca de Berlín, i cuya traducción p u e d e leerse

112

ESTUDIO D E L LÍMITE C H I L E N O - A R J E N T I N O

de la antigua frontera boliviana, la que une las serranías de Negro Muerto (al noreste del Paso San Francisco), con las de la Hoyada, Cerro Azid i portezuelo de Pasto de Ventura (i 10). Al norte de esa línea, la puna atacameña actualmente ocupada por Chile, no tiene mas límite que el tradicional i los que le fijen los tratados. Considerando esa línea por el norte, i por el poniente la línea occidental del Azufre i Cerro Bravo, por la cual dibujan el límite algunos mapas Arjentinos, la estension de tierras comprendida entre ambas líneas i la divisoria continental de las aguas hasta su intersección con la primera de ellas al norte del paso de San Francisco, afecta la forma de dos rectángulos. El primero de ellos, que comprendería las cuencas de Mandinga i Negro Francisco, mediría una superficie que puede estimarse en el máximum de 4,000 kilómetros cuadrados; el segundo formado por los campos de Tres Cruces, Barrancas Blancas i la cuenca de Laguna Verde, no abarca mas de la mitad de la superficie del primero, sea 2,000 kilómetros cuadrados. En cuanto al valor e importancia presente o futuro de estos terrenos, no creemos que se le pueda atribuir otro que el que tengan las boraen la entrega c o r r e s p o n d i e n t e al mes d e febrero d e 1 8 9 4 d e los Anales de nuestra Universidad. ( A p é n d i c e Q - 3 ) . ( 1 1 0 ) LATZINÁ.—Jeografia de la República Arjenlina, páj. 4 1 9 .

LA DEMARCACIÓN E N LA REJION

CENTRAL

teras de Maricunga, cuyos productos tendrían •que esportarse forzosamente por Chile. La aridez de esa rejion se colejirá del hecho de que en el trecho de camino de cerca de 100 kilómetros entre los portezuelos de Maricunga i San Francisco, no hai mas agua dulce que la del rio Lamas. En verdad, si, como demarcadores, la única interpretación técnica i rigurosa del Tratado de Límites nos conduce a incluir en el territorio patrio la zona desolada que tan repentino interés inviste ahora como objeto de litijio; como chilenos no podemos menos de considerarlo como el jeógrafo Moussy, un presente oneroso (i 11).

XI
LA DEMARCACIÓN DE LÍMITES EN LA REJION CENTRAL ANDINA

Cuando a fines de 1893 se trató de acordar entre los Peritos las Instrucciones que debían impartirse a los ayudantes de común acuerdo, según la cláusula IV de la Convención de 1888, el Perito chileno presentó un proyecto de Instrucciones (112) basado en los cinco puntos fundamentales que a continuación se espresan:
( 1 1 1 ) M o u s s v : La Rep. Arg., t. I, páj. 5 1 . ( 1 1 2 ) D o c u m e n t o L-I, pájs. 1 3 5 a 1 3 7 .
8

ii4

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILEÑO-ARJENTINO

i.° Oue en conformidad al nuevo Protocolo de 1893, las Sub-comisiones que hubieran de operar en la rejion andina tendrían por "norma invariable de sus procedimientos!! el principio establecido en el artículo i.° del Tratado de 1881, esto es: que "la línea fronteriza corre por las cumbres mas elevadas que dividen las aguas, pasando por entre las vertientes que se desprenden a un lado i a otrou; 2. Que tanto la aplicación de esta norma a las operaciones de demarcación como la investigación en el terreno de la situación de la línea divisoria de las aguas, en los casos previstos por el artículo 3. del Protocolo, habrían de hacerse en conformidad a las reglas de la Topografía. En consecuencia, las Instrucciones que se redactasen habían de espresar con precisión los caracteres topográficos a que hayan de atender los comisionados para dejar establecido sin ambigüedades que la línea que vayan demarcando es la que define el Tratado i cumple con la condición jeográfica espresada en la citada cláusula 3. 3. Que estas Instrucciones hubieran de prever sucesivamente los diversos grados de claridad que pueden ofrecer en el terreno dichos caracteres, espresando en cada caso las operaciones que hubieran de efectuar los comisionados, desde la simple inspección ocular hasta el levantamiento completo de un plano, i limitándolas en cada
0 0 a a

LA

DEMARCACIÓN

EN 1 A

REJION CENTRAL

TI 5

caso a aquellas que fueran indispensables para dejar constancia de que se habían tomado en cuéntalas condiciones déla línea divisoria establecidas por el Tratado i por el Protocolo; 4. Que se limitada la colocación de linderos a los pasos de la línea divisoria que sirven o pueden servir de puntos de comunicación entre ambos países; 5. Que la estension i alcance de los trabajos jeográficos que hubieren de efectuar las Comisiones se fijaría en conformidad al artículo 7. del Protocolo, de tal modo que "no interrumpa ni retarde la demarcación de límites, n
0 0 0

El Perito Arjentino, manifestando su opinión de que no entraba en las facultades de ¡os Peritos establecer las definiciones de los términos técnicos empleados porlos Tratados, propuso a su vez un proyecto de Instrucciones (113), en el que, emendóse a la forma jeneral de las nuestras, se eliminaba toda mención del Tratado de Límites, i se clecia que en conformidad al Protocolo, los comisionados habían de buscar la "principal cadena de los Andesn i "sobreella la línea divisoria de aguas que le fuere peculiaru (114).
(r 1 3 ) D o c u m e n t o L-3, p á j . 1 4 0 . ( 1 1 4 ) " L a s cláusulas principales d e ese proyecto de instrucciones eran las siguientes: " 4 . C a d a jefe d e sub comisión t e n d r á u n a copia del P r o t o c o l o d e
A

1 I6

ESTUDIO

D E L LÍMITE CHILENO-AR J E N T I N O

El Perito de Chile, para quien la principal i mas elevada misión de los peritos es precisamente la de establecer el verdadero significado o
i.° d e mayo d e 1 8 9 3 , publicado en el Boletín Oficial d e la R e p ú b l i ca Arjeniina i en el Diario Oficial d e Chile, para q u e se ciñan estrict a m e n t e en sus piocedimientcs a lo q u e se estipula en dicha convención internacional, q u e es Lei d e a m b a s repúblicas; d e b i e n d o , en consecuencia, hacerse las investigaciones necesarias para asegurarse d e la situación de la principal cadena de la cordillera de los Andes i sobre ella buscar la línea de separación d e las dos vertientes laterales d e esa cadena, o sea la línea divisoria de aguas que le fuere peculiar. " D o n d e el e n c a d e n a m i e n t o principa] d e la cordil'era sea perfecta m e n t e claro, la simple inspección del terreno permitará a los comisionados fijar con precisión los puntos d e separación d e la frontera internacional, colocando los hitos definitivos, a u n q u e siempre sujetos a la confirmación d e los Peritos.n " 5 . C u a n d o la cadena principal d e los A n J e s se desarrolle en valles altos i mesetas estendidas, d j n d e la línea divisoria d e las aguas d e dicha cordillera principal no sea clara, se procederá a levantar un plano d e la zona dudosa, con todos los datos precisos, para preparar la decisión amistosa d e los Peritos.u La idea d e u n a línea divisoria d e aguas peculiar a u n a c a d e n a d e m o n t a ñ a s , idea q u e no tiene significación jeogiáfica c u a n d o dicha cad e n a sea cruzada o cortada por cursos d e agua, i s decir, siempre q u e n o sea la divisoria continental, era la misma c o n t e n i d a en las siguientes bases q u e para la redacción del Protocolo d e 1 8 9 3 envió el G o b i e r n o arjentino a su representante en Chile, bases q u e han sido recien teniente publicadas en el libro del D r . O. M a g n a s c o . "Bases francas i amistosas.—La línea divisoria entre las dos repúblicas correrá por las cumbres mas elevadas que dividan ¿as aguas e?i el macizo dominante de los Andes, con arreglo al espíritu del T r a t a d o de 1881. "Si en algunos puntos, el límite cortara valles situados al oriente d e d i c h a dirección jeneral, la línea será i n t e r n a d a p o r los peritos en el macizo central para salvar dichos valles i sus alturas inmediatas cuyo d o m i n i o pertene> e a la R e p ú b l i c a Arjentina. "Si la línea cortara brazos del mar Pacífico o diera puertos en d i c h o o c é a n o a la República Arjentina, será internada en el macizo domia

I.A DEMARCACIÓN E N LA REJION CENTRAL

117

definición de las espresiones de los Tratados, como base fundamental de las Instrucciones que tienen mayor ranante para saivar dichos puertos i brazo< d e mar con sus alturas inmediatas, cuyo d o m i n i o c o r r e s p o n d e r á a la R e p ú b l i c a d e Chile. Si los brazos d e mar se internaran al oriente del macizo d o m i n a n t e d e los A n d e s , formando puertos sobre la Patagonia oriental, el d o m i n i o d e esas aguas c o r r e s p o n d e r á a Chile hasta el límite d e las m a s altas mareas. nSi al trazar el límite d e la T i e r r a del F u e g o , la línea diera a Chile un puerto en el A t l á n t i c o en la b a h í a d e San Sebastian, el límite será i n t e r n a d o al o c c i d e n t e para salvar la soberanía arjentina sobre d i c h o p u e r t o , d e a c u e r d o con lo establecido por los peritos en su acta d e fecha de 1890. nSi la línea divisoria hallara ríos q u e nacidos en la Patagonia, desaguaran en el Pacífico, esos rios serán divididos e n t r e los d o s países

por la línea de intersección del plano vertical que pase por el eje jeneral de la demarcación llevada; i se declara q u e c o r r e s p o n d e r á a la soberanía de Chile la parte d e rio al occidente d e d i c h o plano, i q u e c o r r e s p o n d e r á a la R e p ú b l i c a Arjentina la parte situada al oriente del macizo. nSi los peritos e n c o n t r a r a n dificultades q u e estas declaraciones no prevén, se aplicarán los p r o c e d i m i e n t o s conciliatorios i amistosos q u e el T r a t a d o d e 1 8 8 1 h a establecido i ratificado la convención adicional de i 8 8 S . i i ( O . M A G N A S C O , La cuestión del Norte, B u e n o s Aires, 1 8 9 3 , pajinas 3 4 i 3 5 . ) El espíritu d e estos dos d o c u m e n t o s es el m i s m o : a b a n d o n a r el límite natural i continuo q u e prescribe el T r a t a d o para ir en b u s c a d e un límite convencional i discontinuo, sin reparar en q u e para poder d e m a r c a r u n a frontera d e esta clase hai q u e estipularlo p u n t o por punto, o por direcciones jeográficas (§ 1 del texto). Basta a d e m a s u n a ojeada a los planos I I i I I I , ( A p é n d i c e R - 2 ) para ver q u e n o hai ni p u e d e haber en los A n d e s mas tnacizo dominante q u e aquel q u e c o n t i e n e la divisoria continental, p u e s un macizo no d o m i n a solo p o r las cimas d e sus cerros, sino t a m b i é n por la altitud d e sus pasos, portezuelos o depresiones. Sin d e t e n e r n o s en el análisis detallado d e estos d o s d o c u m e n t o s , p o d e m o s afirmar c o m o injeniero, q u e como reglas de demarcación son

1)8

ESTUDIO D E L LÍMITE CHILENO ARJENTI NO

zon la introducccion de términos ajenos a ellos i aun desprovistos de significado jeográfico o topográfico, pues una línea divisoria de las aguas
es peculiar a. las dos cuencas que separa, i no a

Obedeciendo, sin embargo, al propósito de evitar todo obstáculo que se opusiera a la prosecución de las operaciones de demarcación, retardada ya por varios años, hubo de aceptar la supresión de todos los preceptos técnicos que no fueran una repetición casi literal de los contenidos en los Tratados. Hubo ademas de insistir en dejar constancia en el Acta de la conferencia en la cual quedaron aprobadas las Instrucciones, del significado jeográfico que él i sus ayudantes atribuyen al término jeneral empleado en esas Instrucciones para designar el cordón divisorio. En suma, las Instrucciones aprobadas el i.° de enero de 1894 (115), se limitan a encarecer el cumplimiento del Tratado de 1881 i del Protocolo de 1893, sin entrar a fijar los preceptos en
una cadena de montañas.
incomprensibles e inaplicables. Si bien se nota la coincidencia jeneral entre "la linea divisoria de las aguas peculiar a la principal c a d e n a d e los Andesn con la línea q u e haya d e correr por "las c u m b r e s m a s elevadas que dividan las aguas en el macizo d o m i n a n t e de los A n d e s n , en cambio hai c o m p ' e t o a n t a g o n i s m o entre la idea m i s m a q u e va envuelta en estas definiciones i la de una "dirección jeneraln o de un "eje jeneral de la demarcación llevada", i declaramos en el m i s m o carácter profesional q u e m sabríamos discernir cuáles son los " d a t o s precisos" por medio d e los cuales pudieran d e t e r m i n a r s e tales líneas. ( 1 1 5 ) D o c u m e n t o L - 2 , páj. 1 3 7 .

LA DEMARCACIÓN E N LA REJION

CENTRAL

II

9

el modus operandi, n í a precisar la significación topográfica de los términos jenerales. Con arreglo a estas Instrucciones, no es posible fijar puntos de deslinde contrario a los Tratados, no es posible cortar rios con la línea divisoria, puesto
que las Actas de erección de los linderos opuestos que deben

tienen allí su oríjen (art. 7); pero es i será siempre posible argüir la necesidad de estudiar el terreno para retardar o demorar las operaciones de demarcación. Acordado, después de aprobadas las Instrucciones, que una de las Sub-comisiones mistas iniciaria la demarcación hacia los oríjenes del Rio Tinguiririca, se puso en marcha i llegó al pié del Paso de las Damas el 10 de febrero. El jefe de la Sub-comision Chilena se manifestó dispuesto a efectuar la demarcación i colocar el lindero en esa misma fecha; el acuerdo necesario para esta operación se obtuvo el 8 de marzo. En el Acta labrada en esa circunstancia (116) se deja constancia de que el lindero de las Damas está colocado en el encadenamiento principal que divide las aguas entre las vertienmencionar los valles tes del Arjentino Rio Chileno Tordillo. Tinguiririca i las del Rio

Consagrados algunos dias al' levantamiento de
( 1 1 6 ) D o c u m e n t o M - I , páj. 1 4 3 .

1

SO

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

los planos de los vallesdel Tordillo i Rio de Santa Elena, se llegó al paso de este nombre, situado a 30 kilómetros al sur del de las Damas i separado de éste por serranías nevadas inaccesibles, en cuyo intervalo no fué posible determinar las inflexiones de la línea divisoria. El lindero del Paso de Santa Elena, fué erijido con fecha 18 de marzo, labrándose una Acta semejante a la relativa al paso de las Damas (117). Habiéndose llevado medidas trigonométricas hasta el siguiente paso llamado de Tiburcio, 4 kilómetros al sur del de Santa Elena, nuestra Comisión estuvo dispuesta a colocar allí el lindero con fecha 21 de marzo. No fué dable, sin embargo, obtener para esta operación el concurso de la Sub-comision Arjentina, la que pocos dias después, el 25 de marzo, propuso la suspensión de los trabajos por la temporada. La Sub-comision Chilena prosiguió sus estudios i levantamientos hacia el Planchón, en cuyas vecindades practicó el examen de dos puntos de atravieso: el denominado paso de Vergar a i paso de las Lagunas de Teño, que habrían podi^ do ser alinderados sin inconveniente en la misma temporada. Retirándose a Chile, nuestra Sub-comision completó sus levantamientos por la parte supe( 1 1 7 ) D o c u m e n t o M - 2 , páj. 1 4 4 .

LA DEMARCACIÓN D E LA R F J I O N

CENTRAL

121

rior de los valles de Vergara, Teño, Las Damas, hasta cerrar un polígono en el paso de este nombre. Unió por fin estos trabajos con el valle bajo de Tinguiririca llegando a las proximidades del valle central el 6 de abril, en cuya fecha el mal tiempo obligó a suspender todo trabajo. El alinderamiento iniciado a principios de 1894 en las nacientes del Tinguiririca i del Teño se prosigue en la actualidad en las del Cachapoal, del Teño i Lontué i del Rio Tolten en el grado 39. En la presente temporada (1894-1895) han trabajado tres Sub-comisiones mistas demarcadoras en la cordillera de los Andes. La Sub-comision número 2 ha colocado un lindero en el Paso de las Leñas, suspendiendo luego sus trabajos de demarcación, por pedido del jefe arjentino (118). El personal chileno ha continuado el levantamiento de los valles de cordillera tributarios de nuestro Rio Cachapoal, tiene reconocido ya el paso de Molina, al norte del anterior, i estiende en este momento (principios de abril) su poligonal hacia el valle de Maipo. La tercera Sub-comion mista, reunida desde fines de diciembre en las vecindades del Planchón, no ha colocado lindero alguno, por ausencia del
( 1 1 8 ) D o c u m e n t o s M - 4 ¡ M - 5 , pajinas 1 4 6 i 1 4 7 .

122

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

jefe arjentino, i por haber espresado el injeniero que lo reemplazaba que no estaba autorizado para ello (119). El personal chileno de esta Subcomisión ha estendido sus levantamientos en todo el contorno andino de la hoya del Rio Lontué, de manera que ademas del paso del Planchón, tiene estudiados dentro de dicha cuenca los siguientes:
El Desecho de valle Grande Montañesit Puerta El Los San Peñas o Montañés de Yeso Anjeles Francisco o Mora

Puerta Fierro Devia Las

Potrerillos

La cuarta Sub-comision mista ha iniciado sus tareas bajo el paralelo de 39 , en cuyas inmediaciones ha fijado un hito fronterizo en el Paso de Reigolil, entre las vertientes del Tolten i las del
o

( 1 1 9 ) N o deja d e ser curioso lo q u e respecto d e esa S u b - c o m i s i o n dice el diario La Tribuna d e B u e n o s Aires d e 2 7 d e marzo último, c o m e n t a n d o una comunicación oficial del Perito doctor Q u i r n o Costa a su gobierno: " 3 . ° Dice el Perito Arjentino q u e "en c u a n t o a la S u b - c o m i s i o n n ú m e r o 3 no tengo c o n o c i m i e n t o hasta a h o r a d e falta d e a c u e r d o c o n la sección chilena." " P u e s LM Tribuna si lo tiene, i ya lo ha espresado en otra ocasión, reservando, c o m o corresponde, el detalle del asunto, para c u a n d o se coloquen los mojones intermediarios entre el Paso d e Santa E l e n a i el Planchón. E n t o n c e s hablaremos d e la nota del señor M i n i s t r o . "

RESUMEN

123

.Aluminé,

i cuya Acta, así como la de las Leñas, sigue la misma fórmula que las anteriores (120). Los otros pasos, al sur del de Reigolil, reconocidos por el personal chileno, son el de Coloco, que tal vez alcance a quedar alinderado i los de Rilul, Trancura, al pié del volcan Laanin, i el de Paimun, al poniente del mismo volcan.
RESUMEN

En el curso de este estudio, no hemos citado sino autoridades de indisputable peso, no hemos invocado hechos que no sean "claros i tanjiblesn, i sucesivamente hemos ido deduciendo conclusiones que consideramos irrefutables, i cuyo resumen es el siguiente:
i.
a

La

divisoria

de aguas

continental

es

la

única línea natural continua que existe dentro de las cordilleras (121); 2. Es por consiguiente la única frontera natural en esas cordilleras (122); 3. Esta línea es susceptible de una definición topográfica rigurosa (123) i fácil de aplicar en el terreno (124);
a a

( 1 2 0 ) D o c u m e n t o M - 3 , pajina 1 4 5 . ( 1 2 1 ) Pjs. 24, 3 3 , 4 5 , 60, 66, 7 2 .

i Ap. S-I, p. 2 5 0 . ( 1 2 3 ) N o t a 4 0 , p. 4 3 i A p é n d i c e P., pjs. 1 5 1 , 1 5 7 , 1 6 3 , 1 6 8 i A p . S-I, páj. 2 4 9 .
( 1 2 2 ) Pjs. s, 8, 3 8

( 1 2 4 ) Pjs. 3 8 , 5 3 , 5 5 , 5 7 i A p é n d i c e S-I., páj. 2 4 7 .

124
a

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

4. Sus depresiones o puntos mas accesibles son los puertos naturales (125) entre las dos vertientes oceánicas, i los que mejor se prestan al alinderamiento (126); 5. Estos puertos corresponden a lugares jeométricos perfectamente definidos sobre la divisoria de aguas (127); 6. Estas depresiones caracterizan la divisoria de aguas, por no interrumpir su continuidad (128), a la inversa de lo que sucede con las depresiones de cualquiera otra línea; 7. Por consiguiente, dicha línea es la única que, topográficamente hablando, puede corresponder a la idea de un encadenamiento principal (129), desde que es condición mas esencial e íntima (130) para clasificar los encadenamientos
a a a

según su importancia, la continuidad

de

conexión

entre sus eslabones, que cualquiera condición individual de éstos; 8. Por otra parte, tanto en el lenguaje jeográfico (131) como en el de la jurisprudencia internacional (132), i según laintelijencia que se les
a

(125) (126) (127)
(128)

(129) (130)
( 1 3 1)

(132)

P. 49P. 5 8 i Ap. S-I, páj. 2 4 9 . Ap. P - i . , p . 1 5 3 i A p . P - 3 . , p . 1 6 5 . Ap. R - i . N o t a 1 5 , p. 2 1 ; p. 4 3 i A p . R - I . Nota 3, p. 1 1 . P. 49. Nota 1 3 , p. 20.

RESUMEN

dio en las jestiones chileno-arjentinas (133) (18731881), las espresiones jenerales: las cumbres mas
elevadas, anticlinal, los puntos la arista mas encumbrados, dominante, latinea

i cualesquiera otros semejantes, no tienen sino un significado jeográfico cuya espresion universal desde los tiempos mas remotos (134) es el divortium
a

aquarum;

9. Considerando aisladamente el artículo i.° del Tratado del 81, establece por medio de tres frases distintas (135) la identidad de la línea fronteriza con la divisoria de aguas. Especialmente la calificación de único caso dudoso aplicada a aquel en que no sea clara la divisoria de aguas, implica forzosamente el reconocimiento de que no son dudosos aquellos en que sea clara; apreciación que seria enteramente inconducente si esa misma línea no hubiera de ser la frontera; 10. La estipulación (art. 2. del Tratado) de que el límite por el paralelo de 52 termina (o
0 o

principia) en el divortium

aquarum

de los An-

des, corresponde enteramente con nuestra interpretación del artículo i estaría en contradicción con cualquiera otra; 11. El Protocolo del 93, mui lejos de derogar, a la letra o según su espíritu, el límite andino
D-5,
( 1 3 3 ) N o t a s t i i 1 2 , p. 2 0 i n o t a 1 6 , p . 2 2 , D o c u m e n t o D-4, p. 2 0 ; p . 2 1 ; D-14, p . 3 0 i D-ló, p. 3 1 . ( 1 3 4 ) N o t a 1 0 , p . 1 8 i n o t a 1 1 , p. 1 9 . ( 1 3 5 ) P . 4 2 i D c c . A . , pájs. 3 i 4 .

126

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-AHJENTINO

definido por el Tratado del 81, establece una vez mas como norma invariable para demarcarlo, los principios de aquel pacto (136); corrobora que la divisoria es continental (137); le asigna al carácter de dividir aguas el calificativo distintivo de condición jeogrdfica de la demarcación (138), i ordena que debe buscarse esa condición en el terreno, implicando así que se haya de ubicar en conformidad a las reglas de la topografía; 12. Las tres conclusiones 9. , 10. i 11. , están enlazadas por una lójica tan rigurosa con la consideración 8. i con las condiciones de carácter técnico, i. a 7. , que no dejan punto de acceso a la menor discordancia.
a a a a a a

En suma, la hermenéutica del derecho de jentes i la jeográfica concurren en atribuir a las espresiones de nuestros pactos, el mismo significado que se deriva de su interpretación meramente técnica; esto es a designar como línea de frontera la única natural, la mas fácil, rápida i económica de trazar en el terreno: la divisoria
continental de las aguas.

Queremos, sin embargo, suponer que nuestra esposicion deje de producir el convencimien( 1 3 6 ) D o c . C., p. 1 1 i texto p. 2 8 . P. 28. ( 1 3 8 ) D o c . C , p . 1 2 i texto p. 2 8 .
(•37)

RESUMEN

127

to en los que creen o manifiestan creer que Chile, al sostener como línea fronteriza la división de las aguas, pretende pasar "al oriente de los Andes 11 i ocupar ambas faldas de su "encadenamiento principal.11 A éstos les preguntaremos tan solo: si ese "encadenamiento principaln no es el divisorio de las aguas, ¿QUÉ COSA ES, I DÓNDE ESTÁ? Los testos de topografía (139) i hasta las enciclopedias que están hoi al alcance de todos en las bibliotecas públicas (140), nos dan con toda precisión las definiciones matemáticas de una divisoria de aguas i la de sus puntos singulares, o pasos; el modo de ubicarlos en un plano hipsométrico i en el terreno, por complicada que sea aparentemente su configuración. Cualquiera puede deducir de esas definiciones, reglas seguras para reconstituir sin solución de continuidad el curso topográfico de rios fraccionados por la falta de pendiente, las filtraciones o la evaporación; para ubicar los desagües topográficos de las cuencas cerradas. ¿Podrá alguien en cambio ciarnos la definición precisa de un encadenamiento principal; enseñarnos a localizar sus puntos en un plano o en el terreno; decirnos en qué ciencia debemos buscar las reglas para conectar sus es-

( 1 3 9 ) Apéndices P - I a (140) Nota 1 5 , p. 2 1 .

P-4.

128

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

labones desligados, que pueden ser separados por rios o valles de primer orden? Cualquiera puede aplicar sin temor de equivocarse la base de clasificación (141) de las cadenas hidrográficas o divisorias de aguas, atribuyendo a cada divisoria el orden délos valles que separa. ¿Qué base de clasificación de los encadenamientos se nos propondrá en lugar de esa? ¿Será la de los sistemas estratigráficos de Beaumont i de Pissis (142)? ¿Será la de agrupamiento por direcciones, por macizos, por zonas orográficas, por cumbres dominantes, o la de líneas anticlinales jeolójicas? ¿Se buscará un punto de apoyo en la antigüedad de los levantamientos según las teorías de D'Orbigny (143) o se acudirá al examen petrográfico de las rocas, pretendiendo ceñirse así mejor al progreso científico? Cuando se pide el levantamiento de planos, cuando se nos insinúa que habremos de buscar "en el terreno la solución que satisfaga los derechos i el decoro i, de ambas naciones (144), ¿se cree acaso que de la combinación de medidas angulares, de distancias cenitales i de observaciones astronómicas practicadas en nuestros campamentos andinos, ha de surjir ese encadena( 1 4 1 ) N o t a 1 5 , p . 2 1 , A p é n d i c e P - i , p á j . 1 5 0 i A p é n d i c e S-I, páj. 2 4 5 . ( 1 4 2 ) A p é n d i c e Q-i., p. 1 7 1 i Ap. R - i . ( 1 4 3 ) Nota 1 6 del A p é n d i c e Q - I . ( 1 4 4 ) D o c u m e n t o E , pajina 4 7 , i nota 4.

RESUMEN

129

Seria, en verdad, manifestar un espíritu tan reñido con la ciencia como el que guiaba a los alquimistas, en sus esperanzas de ver surjir la piedra filosofal de las mezclas mas heterojéneas que hervían en sus crisoles.
miento principal?

Hagamos, sin embargo, un último esfuerzo para buscar una respuesta a tales interrogaciones, para hallar algún sentido preciso en el caos de palabras i frases con las que se pretende espresar ideas antagónicas a la de una división interoceánica o continental de las aguas. Observemos ante todo que mientras Chile, su Cancillería, su Perito i sus demarcadores defienden una línea de límite natural, continua, bien definida i sujeta a reglas matemáticas de demarcación material i jeográfica, los impugnadores de esta línea distan mucho de estar entre sí de acuerdo siquiera en el concepto fundamental que le quieren oponer. En primer lugar, existen los partidarios de la que el doctor Magnasco llama "teoría del vértice aisladou (145) esto es aquellos que, mediante el sofisma calificado por el mismo jurisconsulto de "desmembración de la fórmula del Tratadon (146), sostienen que la línea de frontera debe tirarse por "las cumbres mas elevadas de los Andesu
( 1 4 5 ) O. Magnasco. L a cuestión del norte, p. 3 3 . (146) Id. id., p. 3 1 .
9

!3°

ESTUDIO D E L LÍMITE CHILENO-AR J E N T I N O

sin tomar en cuenta ninguna división de aguas. La interpretación jeográfica de esta supuesta "doctrinan ha sido aplicada en tres ocasiones que hemos señalado en el curso de este estudio (147) por el Instituto Jeográfico Arjentino, i se ha demostrado con toda evidencia que es materialmente imposible jeneralizar esa aplicación, ostensiblemente contraria al Tratado, en toda la estension de la cordillera (148), sin convertirla en frontera convencional señalada punto por punto. Vienen en seguida los que abrigan la ilusión de que existe en el seno de las cordilleras, separadamente de la arista divisoria de las aguas, un "cordón jeneral andinon (149) un "espinazo centralu o un "macizo dominante,! (150); que la montaña tiene "una arista norte-sur median (151), una "sucesión sistemada de prominencias jeolójicasn, i que la demarcación ha de llevarse según un "eje jeneraln (152). Pero nadie, lo repetimos, entre ellos nos dice: en qué hemos de conocer
que un cordón o un eje es jeneral lar; que un espinazo es central i no particusi i no lateral;

un macizo es dominante
( 1 4 7 ) N o t a 4 3 , p. 5 2 . (148) Id., id.

por sus cumbres, por

i A p . S-I, i>áj. 2 4 4 .

( 1 4 9 ) Dr. M o r e n o en el A p é n d i c e T. Véase t a m b i é n la crítica q u e hace el señor G o d o i d e tales d e n o m i n a c i o n e s . A p . S-I, páj 2 5 5 . ( 1 5 0 ) Bases francas i amistosas. Magnasco, p. 3 4 . ( 1 5 1 ) Magnasco, p. 9 4 . ( 1 5 2 ) Magnasco, p. 3 4 i A p . R . 2 . , p. 2 3 0 .

RESUMEN

sus depresiones o por su volumen; qué cosa es
una arista norte-sud media, ni a qué sistema

obedecen las prominencias jeolójicas. Parece que no han mirado, antes de emplear éstos términos, un mapa o croquis de los Andes, puesto que no saben que si se busca en cada paralelo la parte dominante del macizo, la reunión de esas partes 110 constituye arista, cordón ni eje alguno. Se ha creido, por fin, encontrar una solución en espresiones eclécticas, diciendo que se ha de buscar: "en el encadenamiento principal, la línea divisoria de las aguas que le sea peculiarn (153); o bien "las cumbres mas elevadas que dividan las aguas en el macizo dominante de los Andes M (154); o mas acomodaticia todavía "la separación de las aguas, relacionada con la línea de las cumbres altas, o con la que constituye la concatenación andinai, (155). Todas estas frases carecen en absoluto de sentido jeográfico, como lo hemos probado ya (156); su empleo proviene tan solo de tomar el carácter frecuente i visible, pero relativo i accidental, de altas cumbres, como esencial e inherente a la línea divisoria de las aguas. En suma, confrontando esas diversas ideas, hai que persuadirse de que no corresponden a
( 1 5 3 ) P . p . 40, 5 8 i n o t a . . . ( 1 5 4 ) Bases francas i amistosas. Magnasco, p . 3 4 . ( 1 5 5 ) Magnasco, p. 3 2 . ( 1 5 6 ) § V del texto i notas c o r r e s p o n d i e n t e s .

132

ESTUDIO D E L LÍMITE

CHILENO-ARJENTINO

ningún concepto real i que por consiguiente no les seria posible a los Peritos, aunque lo desearan, traducirlas en reglas de demarcación o instrucciones precisas a sus ayudantes, ni podrían éstos encontrar en el terreno, cualquiera que fueran esas instrucciones, líneas que correspondieran a conceptos viciados de antemano por las contradicciones que encierran. Seríamos en verdad dos pueblos dignos de causar asombro al mundo entero (157) si fuéramos a abandonar la única regla de demarcación precisa i segura que nos prescriben nuestros Tratados i que reconoce la jeografía, para lanzarnos en el terreno de las conjeturas, de las hipótesis i de las contradicciones. Terminamos invitando a los mas calurosos adversarios de la línea divisoria délas agitas, a que examinen detenidamente los diseños hipsométricos que acompañan este estudio, vean allí la ubicación de aquella línea, i que declaren con lealtad si al defenderla puede impugnársele de buena fé a Chile el designio de desbordarse
al ORIENTE DE LOS ANDES.

( 1 5 7 ) L é a n s e los acápites 9 , 1 0 1 1 1 del i . ' artículo del injeniero arjentino don Emilio B. Godoi. A p é n d i c e S - I , páj. 2 4 4 .
r

FIN

DOCUIEHTOS I APÉNDICES

DOCUMENTO

A

Tratado de límites entre la República de Chile i la República Arj entina

(Año

d e 18811

EN

NOMBRE D E D I O S T O D O P O D E R O S O :

A n i m a d o s los G o b i e r n o s d e la R e p ú b l i c a d e Chile i d e !a R e p ú b l i c a Arjentina del propósito d e resolver amistosa i d i g n a m e n t e la controversia d e límites q u e ha existido e n t r e a m b o s paises, i d a n d o cumplimiento al artículo 3 9 del T r a t a d o de Abril del a ñ o 1 8 5 6 , h a n resuelto celebrar un T r a t a d o d e L í m i t e s i n o m b r a d o a este efecto sus Plenipotenciarios, a saber: S. E. el P r e s i d e n t e d e la R e p ú b l i c a d e Chile, a d o n F r a n c i s c o d e B . Echeverría, C ó n s u l J e n e r a l d e aquella R e p ú b l i c a ; S. E. el P r e s i d e n t e de la R e p ú b l i c a Arjentina, al D o c t o r d o n B e r n a r d o d e Irigoyen, M i nistro Secretario d e E s t a d o en el D e p a r t a m e n t o d e R e l a c i o n e s E s teriores. Q u i e n e s d e s p u é s d e h a b e r s e manifestado sus plenos p o d e r e s i enc o n t r á n d o l o s b a s t a n t e s para celebrar este acto, h a n c o n v e n i d o en los artículos siguientes: A R T Í C U L O PRIMERO. E l límite e n t r e Chile i la R e p ú b l i c a A r j e n t i n a es d e N o r t e a Sur, hasta el paralelo c i n c u e n t a i dos d e latitud, la cordillera d e los A n d e s . L a l í n e a f r o n t e r i z a c o r r e r á en esa estension por l a s c u m b r e s m a s e l e v a d a s d e dichas cordilleras q u e d i v i d a n

las a g u a s i p a s a r á por e n t r e l a s v e r t i e n t e s q u e s e d e s p r e n den a u n l a d o i otro. L a s dificultades q u e p u d i e r a n suscitarse p o r

4

DOCUMENTO A

la existencia d e ciertos valles formados p o r la bifurcación d e la cordi-

llera i en q u e n o s e a clara la línea divisoria d e l a s a g u a s ,
serán resueltas a m i s t o s a m e n t e p o r d o s peritos n o m b r a d o s u n o d e c a d a p a r t e . E n caso d e no arribar éstos a un a c u e r d o , será l l a m a d o a decidirlas un tercer perito d e s i g n a d o p o r a m b o s G o b i e r n o s . D e las operaciones q u e p r a c t i q u e n se levantará un acta en d o b l e ejemplar, firmada por los dos peritos, en los p u n t o s en q u e h u b i e r e n e s t a d o d e a c u e r d o i a d e m a s por el tercer perito en los p u n t o s resueltos por éste. E s t a acta producirá pleno efecto d e s d e q u e estuviere suscrita p o r ellos i se considerará firme i valedera sin necesidad d e otras formalidades o trámites. U n ejemplar del acta será elevado a c a d a u n o d e los G o b i e r n o s . A R T . 2 . E n la parte Austral del C o n t i n e n t e i al N o r t e del Estrec h o d e Magallanes, el límite e n t r e los d o s paises será u n a línea q u e p a r t i e n d o d e P u n t a D u n g e n e s s , se p r o l o n g u e por tierra hasta M o n t e D i n e r o ; d e aquí c o n t i n u a r á hacia el Oeste, siguiendo las mayores elevaciones d e la c a d e n a d e colinas q u e allí existen hasta tocar en la altura del M o n t e A y m o n d . D e este p u n t o se prolongará la línea hasta la intersección del m e r i d i a n o setenta c o n el paralelo c i n c u e n t a i dos d e latitud i d e a q u í seguirá hacia el O e s t e c o i n c i d i e n d o c o n este último paralelo hasta el divortia aquarum d e los A n d e s . L o s territorios q u e q u e d a n al N o r t e d e dicha línea p e r t e n e c e r á n a la R e p ú b l i c a Arjentina; i a Chile los q u e se e s t i e n d a n al Sur, sin perjuicio d e lo q u e d i s p o n e respecto d e la T i e r r a del F u e g o e islas a d y a c e n t e s el artículo 3 . .
0 0

A R T . 3 . E n la T i e r r a del F u e g o se trazará u n a línea q u e , p a r t i e n d o del p u n t o d e n o m i n a d o C a b o del E s p í r i t u S a n t o en la latitud c i n c u e n t a i d o s grados c u a r e n t a m i n u t o s , se prolongará hacia el Sur. c o i n c i d i e n d o con el m e r i d i a n o occidental d e Greenwich, sesenta i o c h o grados treinta i c u a t r o m i n u t o s , hasta tocar en el Canal d e Beagle. L a T i e r r a del F u e g o , dividida d e esta m a n e r a , será chilena en la parte o c c i d e n tal i arjentina en la p a r t e oriental. E n c u a n t o a las islas, p e r t e n e c e r á n a la R e p ú b l i c a Arjentina la Isla d e los E s t a d o s , los islotes próximam e n t e i n m e d i a t o s a ésta i las d e m á s islas q u e haya sobre el A t l á n t i c o al O r i e n t e d e la T i e r r a del F u e g o i costas orientales d e la P a t a g o n i a ; i pertenecerán a Chile todas las islas al S u r del C a n a l Beagle hasta el C a b o d e H o r n o s y las q u e haya al o c c i d e n t e d e la T i e r r a del F u e g o .
0

A R T . 4 . L o s m i s m o s peritos a q u e se refiere el artículo p r i m e r o fijarán en el terreno las líneas indicadas en los dos artículos anteriores i p r o c e d e r á n en la m i s m a forma q u e allí se d e t e r m i n a .
0

TRATADO D E

l88l

5

A R T . 5 E l E s t r e c h o d e Magallanes q u e d a neutralizado a p e r p e t u i d a d i a s e g u r a d a su libre navegación para las b a n d e r a s d e todas las N a c i o n e s . E n el interés d e asegurar esta libertad i n e u t r a l i d a d n o se construirán en las costas, fortificaciones ni defensas militares q u e p u e d a n contrariar ese p r o p ó s i t o .
o

A R T . 6.° L o s G o b i e r n o s d e Chile i d e la R e p ú b l i c a Arjentina ejercerán pleno d o m i n i o i a p e r p e t u i d a d sobre los territorios q u e respect i v a m e n t e les p e r t e n e c e n según el p r e s e n t e arreglo. T o d a cuestión q u e , por desgracia, surjiere e n t r e a m b o s países, ya sea c o n motivo d e esta transacción, y a s e a d e c u a l q u i e r a o t r a c a u s a , será sometida al fallo d e u n a P o t e n c i a amiga, q u e d a n d o en t o d o caso c o m o límite inconm o v i b l e e n t r e las d o s R e p ú b l i c a s el q u e se espresa en el presente arreglo. A R T . 7 . L a s ratificaciones d e este T r a t a d o serán canjeadas e n el t é r m i n o d e sesenta dias, o antes si fuese posible, i el canje t e n d r á lugar en la ciudad d e B u e n o s Aires o la d e Santiago d e Chile.
0

E n fe d e lo cual los Plenipotenciarios d e la R e p ú b l i c a d e Chile i d e la R e p ú b l i c a Arjentina firmaron y sellaron c o n s u s respectivos sellos i por d u p l i c a d o el presente T r a t a d o en la c i u d a d d e B u e n o s Aires, a los veintitrés dias d e l m e s d e J u l i o del a ñ o d e N u e s t r o S e ñ o r mil ochocientos o c h e n t a i u n o . — ( H a i u n s e l l o ) . — F i r m a d o : FRANCISCO D E
B. ECHEVERRÍA.—(Hai un sello).—Firmado: BERNARDO DE IRI GOYEN.

DOCUMENTO

B

Convenio entre Chile i la República, Arjentina para ñjar el modo i forma en que habrá de nombrarse la Comisión de Peritos a que se refieren los artículos 1.° i 4„° del Tratado de Límites de 23 de Julio de 1881.

Los G o b i e r n o s d e la R e p ú b l i c a de Chile i de la R e p ú b l i c a Arjentina, a n i m a d o s del c o m ú n deseo de d a r ejecución a lo estatuido en el T r a t a d o c e l e b r a d o p o r a m b o s en 23 de J u l i o d e 1 8 8 1 , con relación a a d e m a r c a c i ó n d e los límites territoriales entre u n o i otro pais, h a n n o m b r a d o sus respectivos Plenipotenciarios, a saber: S. E . el P r e s i d e n t e d e la R e p ú b l i c a de Chile, al señor d o n D e m e t r i o Lastarria, M i n i s t r o d e R e l a c i o n e s E s t e r i o r e s ; i S. E . el P r e s i d e n t e d e la R e p ú b l i c a Arjentina, al señor d o n J o s é E . Uriburu, su E n v i a d o E s t r a o r d i n a r i o i M i n i s t r o P l e n i p o t e n c i a r i o en Chile; Quienes, d e b i d a m e n t e autorizados al efecto, h a n a c o r d a d o las estipulaciones c o n t e n i d a s en las cláusulas siguientes: I. El n o m b r a m i e n t o d e los dos peritos a q u e se refieren los artículos i.° i 4." del T r a t a d o d e L í m i t e s d e 1881 se hará p o r los G o b i e r n o s signatarios d e n t r o del t é r m i n o d e dos meses, c o n t a d o s d e s d e el canje de las ratificaciones d e este C o n v e n i o . I I . P a r a auxiliar a los peritos en el d e s e m p e ñ o ayudantes. El n ú m e r o d e estos p o d r á a u m e n t a r s e en p r o p o r c i ó n idéntica por una i otra parte, siempre q u e los peritos lo soliciten d e c o m ú n a c u e r d o d e sus funciones,

cada u n o d e los G o b i e r n o s n o m b r a r á t a m b i é n en el m i s m o plazo c i n c o

DOCUMENTO E

I I I . L o s peritos d e b e r á n ejecutar en el t e r r e n o la d e m a r c a c i ó n d e las líneas indicadas en los artículos i.°, 2 . i 3 ° del T r a t a d o d e Límites.
0

I V . P u e d e n , sin e m b a r g o , los peritos confiar la ejecución d e los trabajos a comisiones d e a y u d a n t e s . Estos ayudantes se n o m b r a r á n en n ú m e r o igual p o r cada parte. Las comisiones ajustarán sus procedimientos a las instrucciones q u e les darán los peritos d e c o m ú n a c u e r d o i por escrito. V. L o s peritos d e b e r á n reunirse en la c i u d a d d e C o n c e p c i ó n d e Chile cuarenta dias después d e su n o m b r a m i e n t o , para p o n e r s e d e a c u e r d o sobre el p u n t o o p u n t o s d e partida d e sus trabajos i acerca de lo d e m á s q u e fuere necesario. Levantarán acta por d u p l i c a d o d e todos los a c u e r d o s i d e t e r m i n a ciones q u e tornen e n esa r e u n i ó n i e n el c u r s o d e sus operaciones. V I . Siempre q u e los peritos n o arriben a a c u e r d o en algún p u n t o d e la fijación d e límites o s o b r e c u a l q u i e r a otra c u e s t i ó n , lo c o m u n i c a r á n respectivamente a sus Gobiernos para q u e éstos p r o c e d a n a designar el tercero q u e ha d e resolver la controversia, según el T r a t a d o d e Límites d e 1 8 8 1 . V I I . L o s peritos p o d r á n tener, a voluntad del respectivo G o b i e r n o , el personal necesario p a r a su servicio particular, c o m o el sanitario o cualquiera otro, i c u a n d o lo estimen c o n v e n i e n t e para su seguridad, p o d r á n pedir u n a p a r t i d a d e t r o p a a c a d a u n o d e los d o s G o b i e r n o s , o ú n i c a m e n t e al d e la nación en cuyo territorio se e n c o n t r a r e n : en el primer caso la escolta d e b e r á constar d e igual n ú m e r o d e plazas p o r cada parte. V I I I . L o s peritos fijarán las épocas d e trabajo en el terreno, e instalarán su oficina en la c i u d a d q u e d e t e r m i n a r e n , p u d i e n d o , sin e m bargo, por c o m ú n a c u e r d o , trasladarla d e un p u n t o a otro, s i e m p r e q u e las necesidades del servicio así lo aconsejaren. C a d a G o b i e r n o proporcionará al perito q u e n o m b r e i a sus a y u d a n t e s los elementos i recursos q u e necesiten para su trabajo i a m b o s pagarán en c o m ú n los gastos q u e ocasionen las oficinas i el a m o j o n a m i e n t o d e los límites.

CONVENIO D E

l888

9

I X . S i e m p r e q u e q u e d e v a c a n t e alguno d e los puestos d e perito o ayudante, el G o b i e r n o respectivo d e b e r á n o m b r a r el r e e m p l a z a n t e en el t é r m i n o d e d o s m e s e s . X. L a p r e s e n t e c o n v e n c i ó n será ratificada i el canje d e las ratificaciones se h a r á en la c i u d a d d e Santiago o e n la d e B u e n o s Aires e n el mas b r e v e plazo posible. E n fe d e lo cual, los Plenipotenciarios d e a m b o s G o b i e r n o s firmaron el presente C o n v e n i o , e n d o b l e ejemplar, en Santiago d e Chile, a los veinte dias del mes d e Agosto d e mil ochocientos o c h e n t a i o c h o .
— ( H a i un s e l l o ) . — F i r m a d o : — F i r m a d o : JOSÉ E. D E M E T R I O L A S T A R R I A . — ( H a i un sello). URIBURU.

DOCUMENTO C
Protocolo de primero de M a y o do 1 8 9 3

E n la c i u d a d d e Santiago d e Chile, a primero d e M a y o d e mil o c h o c i e n t o s n o v e n t a i tres, r e u n i d o s en la sala d e d e s p a c h o del M i n i s terio d e R e l a c i o n e s E s t e r i o r e s ; el Ministro d e G u e r r a i Marina, d o n I s i d o r o Errázuriz, en su carácter d e P l e n i p o t e n c i a r i o ad Iwc, i d o n N o r b e r t o Q u i r n o Costa, E n v i a d o E s t r a o r d i n a r i o i M i n i s t r o P l e n i p o tenciario d é l a R e p ú b l i c a Arjentina, d e s p u é s d e t o m a r en consideración el estado actual d e los trabajos d e los Peritos e n c a r g a d o s d e efectuar la d e m a r c a c i ó n del deslinde e n t r e Chile i la R e p ú b l i c a Arjentina, en conformidad al T r a t a d o d e Límites d e 1 8 8 1 , i a n i m a d o s del deseo d e hacer d e s a p a r e c e r las dificultades con q u e aquellos h a n t r o p e z a d o o p u d i e r a n tropezar en el d e s e m p e ñ o d e su c o m e t i d o , i d e establecer entre los d o s estados c o m p l e t o i sincero a c u e r d o q u e c o r r e s p o n d a a los a n t e c e d e n t e s d e confraternidad i gloria q u e les son c o m u n e s , i a las vivas aspiraciones d e la o p i n i ó n a u n o i otro lado d e los A n d e s , h a n c o n v e n i d o en lo siguiente: P R I M E R O . — E s t a n d o d i s p u e s t o p o r el artículo p r i m e r o del T r a t a d o d e 2 3 d e J u l i o d e 1 8 8 1 , q u e "el límite e n t r e Chile i la R e p ú b l i c a Ar» jentina es d e N o r t e a S u r hasta el paralelo 5 2 d e latitud, la C o r d i > llera d e los A n d e s , i q u e la l í n e a f r o n t e r i z a c o r r e r á por l a s c u m • » b r e s m a s elevadas d e d i c h a Cordillera, q u e d i v i d a n l a s a g u a s , i
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q u e p a s a r á p o r e n t r e l a s v e r t i e n t e s q u e se d e s p r e n d e n a un lado i a otron, los Peritos i las s u b c o m i s i o n e s t e n d r á n e s t e principio

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por n o r m a invariable d e s u s p r o c e d i m i e n t o s . Se t e n d r á , en consecuencia, a p e r p e t u i d a d , c o m o d e p r o p i e d a d , i d o m i n i o a b s o l u t o d e la R e p ú b l i c a Arjentina t o d a s las tierras i todas las aguas, a saber: lagos,

DOCUMENTO C

lagunas, rios i partes d e nos, arroyos, vertientes q u e se hallen al O r i e n t e d e la línea d e las m a s elevadas c u m b r e s d e la Cordillera d e los A n d e s q u e dividan las aguas, i c o m o d e propiedad i d o m i n i o a b s o l u t o d e C h i l e todas las tierras i todas las aguas, a saber: lagos, lagunas, rios i p a r t e s d e rios, arroyos, vertientes, q u e se hallen al O c c i d e n t e d e las m a s elevadas c u m b r e s d e la Cordillera de los A n d e s q u e dividan las aguas. S E G U N D O . L O S ¡nstrascritos declaran q u e , a juicio d e sus G o b i e r nos respectivos, i según el espíritu del T r a t a d o d e L í m i t e s , la R e p ú blica Arjentina conserva su d o m i n i o i soberanía sobre t o d o el territorio q u e se estiende al o n e n t e del e n c a d e n a m i e n t o principal d e los A n d e s , hasta las costas del Atlántico, c o m o la R e p ú b l i c a d e Chile el territorio occidental hasta las costas del Pacífico; e n t e n d i é n d o s e q u e , por las disposiciones de dicho T r a t a d o , la soberanía d e c a d a E s t a d o sobre el litoral respectivo es absoluta, d e tal suerte, q u e Chile n o p u e d e p r e -

t e n d e r p u n t o a l g u n o hacia el Atlántico, c o m o la R e p ú b l i c a Arjentina n o p u e d e p r e t e n d e r l o hacia el Pacífico. Si en la
parte peninsular del S u r , al acercarse al paralelo 5 2 , apareciere la C o r dillera internada entre los canales del Pacífico q u e allí existen, los Peritos dispondrán el estudio del t e r r e n o para fijar u n a línea divisoria q u e deje a Chile las costas d e esos canales; en vista d e cuyos estudios, a m b o s Gobiernos la d e t e r m i n a r á n a m i g a b l e m e n t e . T E R C E R O . — E n el caso previsto por la segunda parte del artí ulo primero del T r a t a d o d e r 8 8 r , en q u e pudiera suscitarse dificultades " p ir la existencia d e ciertos valles formados por la bifurcación d e la " Cordillera, i en q u e n o sea clara la línea divisoria d e las a g u a s n , los peritos se e m p e ñ a r á n en resolverlas a m i s t o s a m e n t e h a c i e n d o

buscar e n el t e r r e n o e s t a c o n d i c i ó n j e o g r á f i c a d e la d e m a r c a c i ó n . Para ello d e b e r á n , d e c o m ú n a c u e r d o , hacer levantar por los injenieros-ayudantes un p l a n o q u e les sirva para resolver la dificultad. C U A R T O . — L a demarcación d e la T i e r r a del F u e g o c o m e n z a r á simult á n e a m e n t e con la d e la Cordillera, i partirá del p u n t o d e n o m i n a d o C a b o Espíritu Santo. P r e s e n t á n d o s e allí, a la vista, d e s d e el mar, tres alturas o colinas d e m e d i a n a elevación, se t o m a r á por p u n t o d e partida la del centro o intermediaria, q u e es la mas elevada, i se colocará en su c u m b r e el primer hito d e la línea d e m a r c a d o r a q u e d e b e seguir hacia el sur, en la dirección del m e r i d i a n o .

PROTOCOLO D E J 8 9 3

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Q U I N T O . — Los trabajos derán en la primavera los A n d e s i en la T i e r r a del

d e d e m a r c i o n s o b r e el t e r r e n o se e m p r e n F u e g o , con la dirección convenida ante, Norte Al

p r ó x i m a s i m u l t á n e a m e n t e en la Cordillera d e d e la rejion del

riormente, por los P e r i t o s , es decir, p a r t i e n d o efecto, las c o m i s i o n e s d e injenieros arregladas i firmadas

de aquélla y del p u n t o d e n o m i n a d o C a b o E s p í r i t u S a n t o , en é s t a . al trabajo el 1 5 d e O c t u b r e p r ó x i m o . E n esta fecha p ) r los Peritos las i n s t r u c c i o n e s Estas estarán que,

a y u d a n t e s e s t a r á n listas p a r a salir también según e\

artículo c u a r t o d e la C o n v e n c i ó n d e 2 0 d e Agosto d e 1 8 8 8 , d e b e n llevar las referidas comisiones. en c o n f o r m i d a d tocolo. S E S T O . — P a r a el efecto d e la d e m a r c a c i ó n , los Peritos, o en su l u g a instrucciones serán formuladas Procon los a c u e r d o s c o n s i g n a d o s en el p r e s e n t e

r

las comisiones d e injenieros a y u d a n t e s , q u e o b r a n con las i n s t r u c c i o n e s q u e aquellos les dieron, b u s c a r á n en el t e r r e n o la l í n e a divisoria i h a . rán la d e m a r c a c i ó n por m e d i o d e hitos d e fierro d e las condiciones a n t e r i o r m e n t e c o n v e n i d a s , c o l o c a n d o u n o en c a d a paso o p u n t o a c c e sible d e la m o n t a ñ a q u e esté s i t u a d o en la línea divisoria, i l e v a n t a n d o un acta d e la operación, en q u e se señalen los f u n d a m e n t o s fijado, a u n c u a n d o el hito h u b i e r e d e s a p a r e c i d o d e ella i las indicaciones topográficas para r e c o n o c e r en t o d o t i e m p o el p u n t o p o r la acción d e l tiempo o los a c c i d e n t e s atmosféricos. S É T I M O . — L o s Peritos o r d e n a r á n q u e las c o m i s i o n e s d e injenieros

a y u d a n t e s recojan t o d o s los d a t o s necesarios para diseñar en el papel, de c o m ú n a c u e r d o , i con la e x a c t i t u d posible, la línea divisoria q u e vayan d e m a r c a n d o sobre el t e r r e n o . Al efecto señalarán los cambios de altitud i d e azimut q u e la línea divisoria e s p e r i m e n t e en su c u r s o ; el oríjen d e los arroyos o q u e b r a d a s q u e se d e s p r e n d e n a u n lado i otro d e ella, a n o t a n d o , c u a n d o fuere d a d o conocerlo, el n o m b r e d e éstos, i fijarán d i s t i n t a m e n t e los p u n t o s en q u e se c o l o c a r á n los hitos de d e m a r c a c i ó n . E s t o s planos p o d r á n c o n t e n e r otros a c c i d e n t e s j e o gráficos q u e , sin ser p r e c i s a m e n t e límites, c o m o el curso necesarios en la d e m a r c a c i ó n d e visible d e los ríos al d e s c e n d e r a los valles

vecinos i los altos picos q u e se alzan a u n o i otro l a d o d e la línea divisoria, es fácil señalar en los lugares, c o m o i n d i c a c i o n e s d e u b i c a c i ó n . Los Peritos señalarán en las i n s t r u c c i o n e s q u e dieren a los injenieros ayudantes, los h e c h o s d e carácter jeográfico eme sea títil recojer, siem-

pre que ello n o i n t e r r u m p a ni retarde la d e m a r c a c i ó n d e lími-

DOCUMENTO C

t e s , q u e es el objeto principal d e la comisión pericial, en cuya pronta i amistosa operación están e m p e ñ a d o s los d o s G o b i e r n o s . O C T A V O . — H a b i e n d o h e c h o presente el Perito arjentino q u e , p a r a firmar con pleno c o n o c i m i e n t o d e causa el acta d e 1 5 d e Abril d e 1 8 9 2 , por la cual u n a s u b c o m i s i ó n mista, chileno-arjentina, terreno el p u n t o d e partida d e la d e m a r c a c i ó n señaló en el d e límites en la Cordiagre-

llera d e los A n d e s , creia indispensable hacer un nuevo r e c o n o c i m i e n t o de la localidad para c o m p r o b a r o rectificar aquella operación, g a n d o q u e este r e c o n o c i m i e n t o no retardaría la continuación d e l trabajo q u e podria seguirse s i m u l t á n e a m e n t e por otra s u b - c o m i s i o n ; i h a b i e n d o espresodo, por su parte, el Perito chileno, q u e a u n q u e creia q u e esa era una operación ejecutada c o a estricto arreglo al T r a t a d o , no tenia inconveniente en a c c e d e r a los deseos d e su colega, c o m o u n a prueba d e la cordialidad con q u e se d e s e m p e ñ a b a n estos trabajos, han c o n v e n i d o los infrascritos en q u e se p r a c t i q u e la revisión d e lo ejecutado, i en q u e , caso d e e n c o n t r a r s e error, se trasladará el hito al p u n t o d o n d e debió ser colocado, según los t é r m i n o s del t r a t a d o d e Límites. N O V E N O . — D e s e a n d o acelerar los trabajos d e d e m a r c a c i ó n i, crey e n d o q u e esto p o d r á conseguirse c o n el e m p l e o d e tres s u b - c o m i s i o nes en. vez d e las d o s q u e h a n funcionado frascritos a c u e r d a n hasta ahora, sin q u e haya necesidad d e a u m e n t a r el n ú m e r o d e los injenieros a y u d a n t e s , los inq u e , en a d e l a n t e , i mientras no se resuelva crear otras, habrá tres sub-comisiones, c o m p u e s t a cada u n a d e c u a t r o individuos, d o s por parte d e Chile i d o s p o r parte d e la R e p ú b l i c a Arjentina i d e los auxiliares q u e , d e c o m ú n a c u e r d o , se c o n s i d e r a r e n e cesarios. DÉCIMO.—-El c o n t e n i d o d e las estipulaciones anteriores n o m e n o s caba en lo mas m í n i m o el espíritu del T r a t a d o d e L í m i t e s d e 1 8 8 1 , i se declara, p o r consiguiente, q u e s u b s i s t e n e n t o d o s u v i g o r l o s r e c u r s o s c o n c i l i a t o r i o s para salvar cualquiera dificultad, prescritos por los artículos i.° i 6.° del m i s m o . UNDÉCIMO.—Entienden i declaran los Ministros infrascritos q u e ,

t a n t o p o r la naturaleza d e algunas d e las p r e c e d e n t e s estipulaciones, c o m o para revestir las soluciones alcanzadas d e un carácter p e r m a n e n t e , el presente P r o t o c o l o d e b e s o m e t e r s e p r e v i a m e n t e a la c o n s i d e r a c i ó n

PROTOCOLO D E

1893

de los C o n g r e s o s d e u n o i otro país, lo cual se h a r á e n las p r ó x i m a s sesiones ordinarias, m a n t e n i é n d o s e l e , e n t r e tanto, e n reserva. Los Ministros infrascritos, e n n o m b r e d e sus respectivos G o b i e r n o s , i d e b i d a m e n t e autorizados, firman el p r e s e n t e P r o t o c o l o e n d o s e j e m plares, u n o para c a d a parte i le p o n e n sus sellos.

(L. S . ) (Firmado).— ISIDORO ERRÁZURIZ

( L . S . ) ( F i r m a d o ) . — N . Q U I R N O COSTA

DOCUMENTO

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Negociación del tratado de límites con la República Arjentina

1. El Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile al Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires
TELEGRAMA

Santiago, Abril 25 de 1881.—He recibido su carta d e 5 d e Abril ú l timo i a c e p t o sus ideas. E l G o b i e r n o d e Chile n o tiene i n c o n v e n i e n t e e n q u e U d . i yo nos o c u p e m o s del a s u n t o para b u s c a r u n m e d i o d e arreglo. Si hai alguna b a s e q u e aceptan a m b a s partes, n o hai i n c o n veniente en q u e Chile la p r e s e n t e c o m o U d . i n d i c a . ¿Podría U d . p r o p o n e r m e alguna b a s e ? — T H O M A S A . O S B O R N .

2. El Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires al Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile
TELEGRAMA

Buenos Aires, Mayo 2 de 1881.—Señor S a r r a t e a dirijió al d o c t o r Saenz P e ñ a proposiciones q u e constan del telegrama q u e va a c o n tinuación.—Valparaiso, M a r z o 8 d e 1 8 8 1 . — - T e n g o su carta por G a licia i telegrama d e ayer. — H u b i e r a preferido n o d a r paso a l g u n o antes d e t e n e r contestación a mis cartas d e 8 , 1 0 , 1 4 i 2 4 del p a s a d o i c o n o c e r las ideas del señor I r i g ó y e n . — C o r r e s p o n d i e n d o a sus deseos m e atrevo a participarle ios t é r m i n o s d e arreglo q u e si c o n t a s e n c o n la a p r o b a c i ó n ' d e ese G o b i e r n o , creo q u e la t e n d r í a n • d e ' p a r t e d e é s t e . — T r a n s a c c i ó n s ó b r e l a s bases p r o p u e s t a s e n 1 8 7 6
DOCUMENTOS 2

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DOCUMENTO D

por el señor Irigóyen a Barros A r a n a i q u e e n t o n c e s este Gobiernodesechó.—Arbitraje limitado. Dividir el e s t r e c h o i T i e r r a del F u e g o e n t r e los dos países en c o n f o r m i d a d a dichas b a s e s d e transacción del señor Irigóyen, d e j a n d o c o m o materia d e arbitraje, en el estrecho, el territorio al oriente de B a h i a Posesión i e n el c o n t i n e n t e el territorio al sur del g r a d o 5 2 d e latitud sur, q u e seria el límite r e c o n o cido entre los d o s paises d e s d e las cordilleras al Atlántico. D e N o r t e a Sur las cordilleras serian el límite r e c o n o c i d o hasta el g r a d o 5 2 d e latitud, el E s t r e c h o m a r libre.—Si s o b r e estas bases cree el s e ñ o r Irigóyen aceptable la transacción o arbitraje l i m i t a d o con su c o n t e s t a c i ó n , a d e l a n t a r é mis jestiones oficiosas, hasta p o d e r c o m u n i c a r l e u n result a d o definitivo.—Los m o m e n t o s son propicios para llegar a u n a c u e r d o tan j u s t o c o m o los a n t e c e d e n t e s i el estado d e las cuestiones lo p e r m i ten i en t o d o caso decoroso para a m b o s paises.—Si mi viaje a esa fuese necesario o c o n v e n i e n t e , lo e m p r e n d e r é i n m e d i a t a m e n t e o e s p e r a r é su contestación.—(Firmado.)—MARIANO E . D E SARRATEA.—El Doctor Saenz P e ñ a c o n t e s t ó h a c i e n d o otras proposiciones q u e c o n s t a n d e este t e l e g r a m a . — B u e n o s Aires, M a r z o 1 0 d e 1 8 8 1 . — - A M a r i a n o E . d e S a r r a t e a . — R e c i b í su telegrama d e a y e r . — C r e o posible arbitraje limitado, c o m o U d . indica, con aclaraciones c o n v e n i e n t e s a los d o s paises, q u e si t e r m i n a n cuestión p e n d i e n t e d e b e n seguir en perfecta c o r d i a l i d a d . — A c l a r á n d o s e serian: P r i m e r o , Estrecho neutralizado i para hacerlo

efectivo ambas partes se obligan a no levantar fortificaciones en sus costas..
— S e g u n d o , establecer en t é r m i n o s claros la indicación d e U d . s o b r e materia de a r b i t r a j e . — P a r t e del e s t r e c h o s o m e t i d o a arbitraje desde M o n t e D i n e r o hasta P u n t a D e l g a d a en B a h i a d e P o s e s i ó n . — C o s t a d o occidental, carta d e Fitz-roy 1 8 7 8 . — Q u e d a d e Chile t o d a la p a r t e d e l E s t r e c h o a! o c c i d e n t e d e P u n t a Delgada, i d e la R e p ú b l i c a desde Monte Dinero a Monte Aymond i d e este p u n t o Arjentina en línea al oriente d e M o n t e D i n e r o ; territorio firme se s o m e t e r á a arbitraje recta hasta el g r a d o 5 2 al sur i por este círculo hasta c o r d i l l e r a . — T i e r r a del Fuego, c o m o p r o p u s o I r i g ó y e n . — ( F i r m a d o ) . — L u i s S A E N Z P E Ñ A . — E s t u d i a d o s a m b o s telegramas, diferencias son p o c o i m p o r t a n t e s — P a r e c e fuera d e d u d a q u e P r e s i d e n t e P i n t o t u v o c o n o c i m i e n t o d e la proposición Sarratea i q u e Ministro Irigóyen t u v o c o n o c i m i e n t o d e la proposición Saenz P e ñ a . — I n d i c ó l e a usted lo siguiente.—Si G o b i e r n o chileno m a n t i e n e proposiciones c o n t e n i d a s en telegrama Sarratea d e 8d e Marzo arriba trascrito, el G o b i e r n o A r j e n t i n o m a n t e n d r á p r o p o s i ciones c o n t e n i d a s en telegrama Saenz P e ñ a d e 1 0 d e marzo q u e t a m bien va arriba trascrito i como no hai diferencia sustancial U d . y yr>

NEGOCIACIONES D E r 8 8 1

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p r o p o n d r í a m o s reunión d e d o s P l e n i p o t e n c i a r i o s en esta c i u d a d c o n nuestra intervención amistosa i m e atrevo a pensar q u e en conferencia p r o m o v i d a por nosotros i a q u e asistiríamos los d o s o u n o , la cuestión seria arreglada e s t a b l e c i é n d o s e d e a c u e r d o las bases d e arbitraje s o b r e los dos telegramas i n d i c a d o s . — S i en ese G o b i e r n o hai b u e n a disposición, a q u í t a m b i é n existe.— Pero es preciso p r o c e d e r p r o n t o pues l o s Congresos q u e luego se reunirán en Chile i a q u í quizá se hagan s e n t i r
en o t r o c a m i n o . — T H O M A S O . O S B O R N .

3. El Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile al Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires
TELEGRAMA

Santiago, Mayo 8 de 1881. — E l G o b i e r n o d e Chile se d i s p o n d r í a a t e r m i n a r t o d a cuestión bajo las siguientes bases: D e s d e el divortia aquarum d e los A n d e s g r a d o 5 2 d e latitud se tiraría una línea hasta e n c o n t r a r el M e r i d i a n o 7 0 lonjitud i d e s d e el p u n t o de intersección d i c h a línea oblicuaría al S u r hasta llegar al c a b o Vírjenes. L a rejion al Sur d e esta línea, m e n o s la isla d e los E s t a d o s que seria Arjentina, c o r r e s p o n d e r í a a Chile, i la rejion al n o r t e a la R e p ú blica Arjentina. E s t e arreglo q u e d a r i a a firme, pero si una d e las partes o a m b a s exijiesen el arbitraje, se procedería a n o m b r a r un solo Arbitro, q u i e n tom a n d o en c u e n t a los títulos d e una i otra parte, estimaría en d i n e r o las c o m p e n s a c i o n e s que la una d e b a a la otra, d e m a n e r a que si la R e pública Arjentina ha c e d i d o a Chile por la transacción territorio que resulta n o ser d e Chile, éste a b o n a r í a a aquella la s u m a q u e el Árb itro estimase c o m o c o m p e n s a c i ó n del territorio c e d i d o i la recíproca si resulta que Chile h u b i e s e c e d i d o territorio a la R e p ú b l i c a Arjentina.

Se estipularía la neutralización de la libre navegación del Estrecho, i ti compromiso de no ¿eiwntar fortificaciones que pudiera?i impedirla.—
THOMAS A . OSBORN.

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DOCUMENTO D

4. El Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires al Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile

TELEGRAMA

Buenos Aires, Mayo 12 de 1881.—Recibido su telegrama d e 8 del corriente. Se m e ha h e c h o notar q u e la proposición contenida en él es mui diferente d e la q u e hizo señor Sarratea en telegrama d e 8 d e Marzo con c o n o c i m i e n t o d e ese G o b i e r n o . A pesar d e esto i con el espíritu amistoso d e q u e U d . i yo estamos a n i m a d o s , h e conferenciado d e t e n i d a m e n t e i participo a U d . r e s u l t a d o . — E s t e G o b i e r n o se dispondrá a terminar cuestión p e n d i e n t e bajo las siguientes bases: E s t r e c h o d e M a g a l l a n e s . Quedará estipulado como Ud. propo?ie la

neutralización i libre navegación del Estrecho en beneficio del comercio del mundo no pudiendo levantarse en ninguna de sus costas fortificaciones ni establecimientos militares. — Q u e d a r á r e c o n o c i d a c o m o perteneciente a Chile la península d e Brunswick, t o d a la parte del E s trecho al occidente del grado 7 0 d e lonjitud i t o d o s los territorios e islas situados al S u d del E s t r e c h o i al occidente del m i s m o g r a d o 7 0 . Q u e d a r á reconocida c o m o línea divisoria entre Chile i la R e p ú blica Arjentina d e norte a sud el divortia aquarum d e las cordilleras d e los A n d e s hasta el g r a d o 5 2 i d e este p u n t o el divortia aquarum d e la línea divisoria seguirá por el grado 5 2 d e latitud hasta la intersección con el grado 7 0 d e lonjitud i d e s d e el p u n t o d e intersección la línea oblicuará al s u d hasta llegar a P u n t a D u n g e n e s s . — L a Isla d e los E s t a d o s q u e d a r á arjentina c o m o U d . p r o p o n e . — S e s o m e t e r á inmediat a m e n t e al fallo arbitral del presidente d e los E s t a d o s U n i d o s el dominio d e toda la rejion del sur d e la m e n c i o n a d a línea, g r a d o 5 2 al g r a d o 7 0 i D u n g e n e s s . — E l presidente d e los E s t a d o s U n i d o s q u e d a r á facultado, al p r o n u n c i a r su fallo, para acordar c o m p e n s a c i o n e s territoriales d e n t r o d e la parte sometida al arbitraje o c o m p e n s a c i o n e s pecuniarias entre los estados c o m p r o m i t e n t e s , si juzgase q u e este m e d i o facilitara la resolución e n c o m e n d a d a a su ilustración.—El m e r i d i a n o d e G r e e n wich es el p u n t o d e partida d e estas p r o p o s i c i o n e s . — E m p e ñ a d o p o r mi parte en facilitar la resolución q u e b u s c a m o s , h e p e d i d o i o b t e n i d o u n a fórmula m a s i seria a c e p t a d a la siguiente transacción definitiva q u e pondría término final a todas las cuestiones: E s t r e c h o neutralizado c o m o U d . propone. Isla d e los E s t a d o s arjentina c o m o U d . t a m b i é n

NEGOCIACIONES D E

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p r o p o n e . Se admitirá c o m o línea divisoria u n a q u e p a r t i e n d o del divorcia aquarum en los A n d e s , g r a d o 5 2 , venga r e c t a m e n t e hasta P u n t a D u n g e n e s s . — L a T i e r r a del F u e g o e islas serán divididas e n t r e las d o s repúblicas con arreglo a las bases a c o r d a d a s e n t r e los señores Barros A r a n a e Irigóyen en J u l i o d e 1 8 7 6 . — T H O M A S O . O S B O R N .

5. El Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile al Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires
TELEGRAMA

Santiago, Mayo 18 de 188'/.—Recibido su telegrama del 1 1 . Al dar c o n o c i m i e n t o d e la transacción c o n t e n i d a en la última parte, se m e ha o b s e r v a d o q u e trazando u n a línea c o m o se propone, d e s d e el divortia aquarum d e los A n d e s , g r a d o 5 2 , i p r o l o n g á n d o l a r e c t a m e n t e hasta P u n t a D u n g e n e s s , esa línea tendría q u e pasar en algunos puntos sobre el agua, estableciendo asi confusiones. Si U d . e x a m i n a la configuración del terreno, en la parte norte del E s t r e c h o , n o t a r á o n d u laciones m u i p r o n u n c i a d a s q u e confirman la exactitud d e la observación q u e se m e ha h e c h o . A q u í se considera q u e hai algún error

en el telegrama i q u e la m e n t e del G o b i e r n o Arjentino d e b e s e r q u e e s a l í n e a v a y a s i e m p r e por tierra firme, fijando
algunos p u n t o s , a cierta distancia d e la costa, en la p a r t e i n m e d i a t a a P u n t a D u n g e n e s . Se necesita d e aclaraciones q u e establezcan con claridad el p e n s a m i e n t o del G o b i e r n o arjentino sobre este particular. R e s p e c t o a la T i e r r a del F u e g o el G o b i e r n o d e Chile d e s e a n d o alejar t o d o m o t i v o d e d e s a c u e r d o ulterior p o r la i n d e t e r m i n a c i ó n d e d e s lindes q u e resultaría d e la forma propuesta, considera q u e se p o dría llegar a u n a p r o n t a solución reservándola entera para este pais. L a división q u e se indica introduciría, a juicio d e Chile, confusiones d e j u risdicción e n lo futuro q u e p o d i i a turbar la b u e n a a m i s t a d q u e d e b e unir a las d o s R e p ú b l i c a s . T e n g o motivos para a g u a r d a r q u e d e j a n d o la Tierra del F u e g o para Chile i s e ñ a l a n d o en la costa norte del E s t r e c h o , inmediata a P u n t a D u n g e n e s s , una faja razonable d e tierra, la cuestión entre a m b o s países p u e d e llegar a u n a pronta i satisfactoria solución.—
T H O M A S A. OSBORN.

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DOCUMENTO D

6. El Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires al Mi nistro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile
TELEGRAMA

Buenos Aires, Mayo 20 de 1881.—He conferenciado s o b r e teleg r a m a d e U d . del r 8 . E s t e G o b i e r n o sostiene la división d e la T i e r r a del F u e g o e Islas, proyectada c o n Barros A r a n a en 1 8 7 6 i n o p u e d e alterarse en u n a transacción: tocante a la d u d a q u e U d . tiene sobre la línea q u e partirá d e l grado 5 2 0 r e c t a m e n t e hasta D u n g e n e s s , es posible q u e si los mapas representan c o n exactitud las sinuosidades del terreno, la línea salga en su prolongación al agua en la i n m e d i a ción d e Watering Place. Si asi fuera, ese p u n t o será en u n a transacción el p u n t o divisorio; n o seria arjentina la parte del territorio firme al n o r t e i al este d e d i c h o p u n t o . Si la línea recta pasa t o d a sobre territorio firme, toda la parte sur d e la línea q u e d a r í a a Chile. E l r e sultado lo d a r á la traza científica d e s d e q u e aguas i costas del Estrec h o q u e d a n neutralizadas. P e n s a n d o en las proposiciones c a m b i a d a s , veo q u e las d e arbitraje se aproximan m u c h o ; según t e l e g r a m a d e U d . del 2 8 , G o b i e r n o d e Chile se d i s p o n d r á a terminar e n t r e g a n d o al arbitraje toda la rejion al sur del grado 5 2 hasta e n c o n t r a r el g r a d o 70 i d e éste a C a b o Vírjenes. P e r o p o n e por condición q u e d a r a firme con esa rejion, c o m p r o m e t i é n d o s e a indemnizar p e c u n i a r i a m e n t e si resultase q u e el t o d o o parte d e esa rejion fuera arjentina, i este G o bierno está conforme e n someter la rejion indicada a arbitraje, pero sin d e s p r e n d e r s e ahora d e ella i a m p l i a n d o las facultades p a r a establecer c o m p e n s a c i o n e s territoriales o pecuniarias. E n c u e n t r o , pues, q u e ambos Gobiernos están conformes en admitir arbitraje i en la rejion q u e d e b e someterse al arbitro. Ú n i c a diferencia es la siguiente: G o b i e r n o d e Chile indica q u e el arjentino d e b e d e s p r e n d e r s e ya d e la rejion en arbitraje para recibir c o m p e n s a c i ó n pecuniaria si tiene d e r e c h o a t o d a esa rejion o a parte d e ella. G o b i e r n o arjentino contesta q u e t o d o eso lo resuelva el arbitro. P a r e c e difícil se r o m p a u n a negociación e n q u e han llegado t a n cerca. A q u í n o se cree posible modificar las proposic i o n e s d e mi t e l e g r a m a del 1 1 . — T H O M A S O . O S B O R N .

NEGOCIACIONES DE

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23

*}. El Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile al Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires

TELEGRAMA

Santiago, Mayo 21 de
Mayo.

I88T. — R e c i b i d o su t e l e g r a m a d e l 2 0

de

S i e n d o h o i dia d e fiesta n o c o n s u l t a r é a este G o b i e r n o hasta P r o c u r é e s p r e s a r m e en t é r m i n o s haya sido m a l e n t e n d i d o . Dije

el lunes. A n t e s d e esto deseo llamar la a t e n c i ó n d e U d . a mi teleg r a m a d e l 9 relativo al arbitraje. claros, pero t e m o q u e mi lenguaje

q u e este G o b i e r n o estaba d i s p u e s t o a aceptar u n a línea perpetua d e división entre los d o s países en la intelijencia d e q u e u n o o los d o s podían pedir q u e se sometiese a un arbitro la cuestión d e títulos i los territorios r e c l a m a d o s p o r a m b o s , i q u e el arbitro determinaría el m o n t o d e los d a ñ o s q u e a l g u n o h u b i e s e sufrido p o r el establecim i e n t o d e esa línea. E n r e s u m e n , la proposición n o limitaría la materia del arbitraje a los territorios situados al sur d e la línea d e división fijada, sino q u e incluiría t o d o s los territorios r e c l a m a d o s p o r a m b o s países. Sírvase i n f o r m a r m e
A. OSBORN

si es esta la intelijencia d a d a allí i si es

esa proposición a q u e ese G o b i e r n o está d i s p u e s t o a a d h e r i r . — T H O M A S

8 . El Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires al Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile
TELEGRAMA

Buenos

Aires,

Mayo

23 de 1881.—He

recibido su telegrama d e

a y e r 2 2 . L a proposición c o n t e n i d a en el telegrama d e 9 d e M a y o n o ha p o d i d o ser e n t e n d i d a a q u í d e la m a n e r a q u e ha sido e n t e n dida allí. Se ha c r e í d o q u e tenia un sentido diferente. Sírvase leer el telegrama d e l señor Sarratea, fecha 8 d e Marzo, q u e trascribí e n entre esta mi telegrama d e 3 0 d e Abril. Sarratea p r o p u s o en él d o s m o d o s d e arreglo: P r i m e r o : u n c o m p r o m i s o s o b r e las bases c o n v e n i d a s Barros A r a n a e Irigóyen. •conformidad S e g u n d o : un arbitraje limitado en

forma: dividir el E s t r e c h o i la T i e r r a d e l F u e g o e n t r e los d o s países d e con las referidas bases d e c o m p r o m i s o I r i g ó y e n - B a r r o s i dejar c o m o m a t e r i a d e arbitraje en el E s t r e c h o el territorio al e s t e

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DOCUMENTO D

d e Bahía Posesión i, e n el c o n t i n e n t e , el territorio al sur del g r a d o 5 2 q u e seria el límite r e c o n o c i d o entre los d o s países d e s d e la cordillera al Atlántico. C o m o U d . vé el arbitraje e s t a b a limitado al g r a d o 5 1 al sur. T i e r r a del F u e g o i E s t r e c h o debían ser divididos. D e s d e q u e existia este paso previo i d e s d e q u e el telegrama d e U d . del 9 n o decia u n a palabra r e s p e c t o d e los territorios al n o r t e del g r a d o 5 2 , se e n t e n dió q u e la rejion q u e d e b i a ser s o m e t i d a a arbitraje era la q u e se e s t i e n d e al sur del e s p r e s a d o g r a d o 5 2 . N o podia esperarse q u e se h i c i e sen proposiciones d e c e d e r definitivamente t o d o el E s t r e c h o , la península d e Brunswick, T i e r r a del F u e g o , t o d a la costa n o r t e del E s t r e c h o hasta el g r a d o 5 2 i s o m e t e r en seguida a arbitraje t o d o lo q u e h a s i d o materia d e discusión en a m b a s partes. Se ha l l a m a d o mi atención al h e c h o q u e d e s e a n d o este G o b i e r n o q u e si algún arreglo llega a efectuarse, sea éste claro, sin t é r m i n o s oscuros q u e susciten dificultades ulteriores, e n c o n t r ó m u i esplícitas las d o s proposiciones c o n t e n i d a s en mi telegrama d e 1 1 d e m a y o . E s t a s n o p u e d e n ser modificadas s e g ú n ya lo espuse en mi telegrama d e 2 0 del q u e rije, i son m a s favorables a C h i l e q u e la q u e hizo S a r r a t e a . — T H O M A S O . O S B O R N .

9. El Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile al Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires
TELEGRAMA

Sa?iliago, Mayo 27 de 188/.—Según

resulta d e nuestros

últimos

telegramas hai m u c h o d e s a c u e r d o sobre bases d e arbitraje, p u e s el G o b i e r n o d e Chile n o escluye del arbitraje n i n g u n a porción d e territorio i el G o b i e r n o arjentino lo limita a u n a estension determinada, escluyendo otras. E n mi telegrama del 9 se p r o p o n e u n arreglo a firme i a d e m a s el arbitraje, pero solo para el efecto d e c o m p e n s a c i o n e s pecuniarias en caso d e q u e el arbitro, fijase u n a línea distinta d e la a c e p t a d a en la transacción, es decir, q u e d a n d o ésta firme, la cuestión se reduciría a un d e s e m b o l s o d e d i n e r o . M e parece q u e el G o b i e r n o d e Chile estima preferible p o n e r t é r m i n o a la cuestión p o r m e d i o d e un arreglo directo q u e asegure para siempre la a r m o n í a d e las d o s R e p ú b l i c a s . P r o p e n d i e n d o a este fin creo q u e el G o b i e r n o d e C h i l e a c e p t a r í a las siguientes bases d e arreglo: L a T i e r r a del F u e g o ¡ las Islas se dividirían c o n f o r m e a la proposición del señor Irigóyen h e c h a

NEGOCIACIONES 1>E ] 8 8 l

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a Barros A r a n a e n 1 8 7 6 . P u n t o d e división sobre el E s t r e c h o seria el siguiente: d e P u n t a d e D u n g e n e s s se trazaría u n a lint a q u e iria por tierra firme a Monte Dinero. La línea continuaría d e M o n t e D i De nero siguiendo las mayores elevaciones d e la c a d e n a d e colinas q u e s e estiende hacia el oeste, hasta llegar a la altura M o n t e A y m o n d . este p u n t o seguiría la línea hasta la inter=ec<ion paralelo 5 2 d e latitud con el m e r i d i a n o 7 0 d e lonjitud, i d e este p u n t o seguiría en la d i r e c c i ó n del paralelo 5 2 hasta el divertía aquarwn d e los A n d e s . Se estipularía

la neutralización

i libre navegación del Estrecho i el compromiso de no

levantar fortificaciones que impidan una i otra cosa. C r e o q u e este arreglo aleja dificultades d e u n o i otro lado i p o n d i á t é r m i n o ¡1 toda c u e s tión e n t r e países llamados a m a n t e n e r las mejores r e l a c i o n e s . — T H O M A S
A. O S B O R N .

10. El Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires al Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile
TELEGRAMA

Buenos Aires, Mayo JT de 1&81.—Oficial.—Recibido de 2 8 . E n vista d e las dificultades

su telegrama concertar

q u e U d . e n c u e n t r a para

arbitraje, h e p u e s t o la cuestión e n t e r r e n o arreglo directo. H e t e n i d o larga conferencia, p o r q u e creo será a g r a d a b l e a nuestro G o b i e r n o n o s interesemos en allanar las p e q u e ñ a s diferencias a q u e está r e d u c i d a la cuestión. Se a c e p t a r á la división d e la T i e r r a del F u e g o i las islas c o m o U d . indica, c o n arreglo a la proposición I r i g ó y e n - B a r r o s A r an a, 1 8 7 6 . Se estipulará, c o m o U d . t a m b i é n indica, la neutralización i libre navegación del E s t r e c h o , con el compromiso de no levantar fortificaciones o establecimientos militares. E n t e n d i d o q u e este c o m p r o m i s o es absoluto, c o m o se ha a c o s t u m b r a d o e n t r e las naciones, al establecerse u n a n e u tralización convencional: M a r N e g r o ; t r a t a d o d e Paris; D a n u b i o , tratado S a n Estéfano i el d e Berlín, i así se ha establecido en casos análogos por carecer d e objeto fortificaciones i e s t a b l e c i m i e n t o s militares en las costas d e mares, rios i canales neutralizados. E n c u a n t o a la división q u e U d . p r o p o n e para t i e r r a firme, estoi p e r s u a d i d o d e q u e (¿será a c e p t a d a ? ) en vista d e nuestros b u e n o s oficios para c o n a m b o s gobiernos, si b¡en este G o b i e r n o t i t u b e ó m u i s e r i a m e n t e para a c e p t a r dicha división, he c o n s e g u i d o al fin q u e a c c e d a a ella a fin d e lograr la paz i un p r o b a b l e a r r e g o d e t o d a s las dificultades posibles. L a divi:

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DOCUMENTO D

sion indicada la repito a q u í para mayor claridad: d e P u n t a D u n g e n e s s se trazaría u n a línea q u e irá p o r tierra a M o n t e D i n e r o . L a línea c o n tinuará d e M o n t e D i n e r o , siguiendo las mayores elevaciones e n la c a d e n a d e colinas q u e se estiende hacia el oeste hasta llegar a la altura d e M o n t e A y m o n d . D e este p u n t o seguirá la línea hasta la intersección del g r a d o 5 2 d e latitud con 7 0 d e lonjitud, i d e este p u n t o seguirá e n la dirección del g r a d o 5 2 hasta el divortia aquarum d e los A n d e s . Q u e d a r á n pues a c e p t a d a s todas las condiciones q u e U d . p r o p o n e . Si TJd. p u e d e conseguir q u e esta proposición sea hecha oficialmente p o r el G o b i e r n o d e Chile i m e lo c o m u n i c a p o r telégrafo yo la entregaré al Ministro d e R e l a c i o n e s Esteriores i estoi seguro q u e o b t e n d r é su
asentimiento a ella.—THOMAS O . OSBORN.

11. El Ministro de Relaciones Esteriores de Chile al Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos de Norte América en Chile
(Copia)

Santiago, Junio 3 de 1881.—Señor: L o s nobles i e s p o n t á n e o s esfuerzos q u e V. S. i su honorable colega en B u e n o s Aires han t e n i d o a bien hacer con el fin d e apartar los desacuerdos existentes entre Chile i la República Arjentina con motivo d e la dilatada cuestión d e límites, han d a d o hasta ahora, c o m o V. S. sabe, u n resultado q u e p e r m i t e aguardar u n desenlace feliz. S e c u n d a n d o p o r nuestra p a r t e esos mismos esfuerzos, m e p e r m i t o solicitar d e V. S. su c o n c u r s o amistoso para hacer llegar a c o n o c i m i e n t o del G o b i e r n o Arjentino las siguientes bases d e arreglo, q u e r e s p o n d e n , según creo, a las ideas manifestadas r e c i e n t e m e n t e por u n o i otro G o b i e r n o .
BASE PRIMERA

E l límite entre Chile i la R e p ú b l i c a Arjentina es d e norte a sur hasta el paralelo 5 2 d e latitud, la cordillera d e los A n d e s . L a línea fronteriza correrá en esa estension p o r las c u m b r e s m a s elevadas d e dichas cordilleras q u e dividan las aguas. Las dificultades q u e pudieran suscitarse p o r la existencia d e ciertos valles formados p o r la bifurcación d e la cordillera i e n q u e n o sea clara la línea divisoria d e las aguas serán resueltas a m i s t o s a m e n t e p o r

NEGOCIACIONES D E

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d o s peritos n o m b r a d o s u n o d e c a d a parte. E n caso d e n o arribar éstos s. un a c u e r d o , será l l a m a d o a decidirlas un tercer p e r i t o d e s i g n a d o p o r ambos gobiernos. D e las operaciones q u e p r a c t i q u e n los peritos se levantará u n a acta, en d o b l e ejemplar, firmada p o r los d o s peritos en los p u n t o s en q u e hubieren estado d e a c u e r d o i a d e m a s p o r el tercer perito e n los p u n tos resueltos por éste. E s t a acta p r o d u c i r á pleno efecto d e s d e q u e estuviere suscrita p o r ellos i se considerará firme i valedera sin n e c e s i d a d de otras formalidades o trámites. U n ejemplar del acta será elevado a cada u n o d e los d o s G o b i e r n o s .
BASE SEGUNDA

E n la p a r t e austral del c o n t i n e n t e i al norte del E s t r e c h o , el límite •entre los dos paises será u n a línea q u e p a r t i e n d o d e P u n t a D u n g e ness se p r o l o n g u e p o r tierra hasta M o n t e D i n e r o ; d e aquí c o n t i n u a r á hacia el oeste siguiendo las mayores elevaciones d e la c a d e n a d e colinas q u e allí existen hasta tocar en la altura d e M o n t e A y m o n d . D e este p u n t o se p r o l o n g a r á la línea hasta la intersección del m e r i d i a n o 7 0 c o n el paralelo 5 5 d e latitud, i d e a q u í seguirá hacia el oeste, coinc i d i e n d o c o n este último paralelo, hasta el divortia aquarnm d e los Andes. L o s territorios q u e q u e d a n al n o r t e d e d i c h a línea pertenecerán a la R e p ú b l i c a Arjentina i a Chile los q u e se estiendan al sur, sin perjuicio de lo q u e d i s p o n e respecto d e la Tierra, del F u e g o e islas adyacentes, la b a s e tercera.
BASE T E R C E R A

E n la Tierra del F u e g o se trazará u n a línea q u e p a r t i e n d o del p u n t o d e n o m i n a d o C a b o del Espíritu Santo, en latitud 5 2 4 0 ' , se prolongaría hacia el sur, c o i n c i d i e n d o c o n el m e r i d i a n o occidental d e Greenwich, 68°, 3 4 ' , hasta tocar en el canal Beagle. L a T i e r r a del F u e g o d i vidida d e esta m a n e r a será chilena en la parte occidental, i arjentina en la p a r t e oriental. E n c u a n t o a las islas pertenecerán a la R e p ú b l i c a Arjentina la isla de los E s t a d o s , los islotes p r ó x i m a m e n t e i n m e d i a t o s a ésta i las d e m á s islas q u e haya sobre el A t l á n t i c o al oriente d e la T i e r r a del F u e g o i costas orientales d e la P a t a g o n i a i p e r t e n e c e r á n a Chile todas las islas al sur del canal Beagle hasta el C a b o d e H o r n o s i las q u e hayan al o c c i d e n t e d e la T i e r r a del F u e g o .
O

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DOCUMENTO D

BASE CUARTA

L o s m i s m o s peritos a q u e se refiere la b a s e p r i m e r a , en la misma forma q u e allí se d e t e r m i n a .
BASE QUINTA

fijarán

en el

t e r r e n o las líneas i n d i c a d a s en las d o s bases anteriores, i p r o c e d e r á n

L a s aguas del E s t r e c h o q u e d a n neutralizadas i a s e g u r a d a su libre navegación para todas las b a n d e r a s sin que sta permitido levantar obras

de defensa que puedan impedir o embarazar el libre tránsito marítimopor el Canal.
BASE SESTA

L o s G o b i e r n o s d e Chile i d e la R e p ú b l i c a Arjentina ejercerán plenod o m i n i o i a p e r p e t u i d a d sobre los territorios q u e r e s p e c t i v a m e n t e les p e r t e n e c e n según el p r e s e n t e arreglo. T o d a cuestión q u e p o r desgracia surjiere e n t r e ambos países, ya sea con motivo d e esta transacción ya sea d e cualquiera otra causa, será sometida al fallo d e u n a potencia amiga, q u e d a n d o en t o d o caso c o m o límite inconmovible entre las d o s R e p ú b l i c a s el q u e se espresa en el p r e s e n t e arreglo, n A p r o v e c h o esta o p o r t u n i d a d para ofrecer a V . S los a g r a d e c i m i e n t o s d e mi G o b i e r n o i s u s c r i b i r m e ' c o n la m a s alta consideración.
Su a t e n t o i seguro s e r v i d o r . — M E L Q U Í A D E S VALDERRAMA.

1 2 . El Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile al Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires
TELEGRAMA

Santiago, funio j de 1881.—Hoi h e recibido del Ministerio d e R e laciones Esteriores d e Chile la n o t a q u e le c o m u n i c o j u n t o c o n e s t e telegrama. Sírvase ponerla en c o n o c i m i e n t o d e ese G o b i e r n o i p a r t i c i p a r m e su resultado. A u n q u e c o n s i d e r o q u e las bases c o n t e n i d a s e n el d e s p a c h o del se-

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ñor M i n i s t r o c o n s u l t a n u n a solución satisfactoria, m e e n c u e n t r o sin e m b a r g o p e n e t r a d o d e q u e ese arreglo seria mejor m i r a d o p o r este G o b i e r n o i p o r el pais e n t e r o si a esas bases p u d i e r a agregarse otra en es tos o parecidos términos:
"BASE SÉTIMA

Se reserva a las partes c o n t r a t a n t e s el d e r e c h o d e pedir en el t é r m i n o d e tres a ñ o s c o n t a d o s d e s d e el canje d e las ratificaciones d e l p r e s e n t e arreglo, q u e se constituya un a r b i t r o para el solo i ú n i c o efecto d e d e t e r m i n a r , en vista d e los títulos legales q u e u n a i otra exhibían a los territorios q u e se e s t i e n d e n al n o r t e i al sur, del paralelo 5 2 , las c o m p e n s a c i o n e s pecuniarias q u e u n a d e b a a la otra; p e r o q u e d a n d o siempre i n c o n m o v i b l e s los límites e s t i p u l a d o s para las d o s R e p ú b l i c a s en las Bases a n t e r i o r e s . n U n a estipulación c o m o ésta b a s a d a e n la justicia, seria, a m i juicio, mui propia d e p u e b l o s vecinos i h e r m a n o s , i salvaría las dificultades q u e el arreglo p u e d a e n c o n t r a r e n t r e las personas q u e a q u í i allí exajeran la b o n d a d d e los títulos d e c a d a pais a aquellos territorios. C o n s i d e r o q u e nuestros esfuerzos q u e d a r í a n m a s a m p l i a m e n t e c u m plidos si V . S. lograse o b t e n e r d e ese G o b i e r n o la aceptación d e la Base q u e a c a b o d e i n s e r t a r . — T H O M A S A . O S B O R N .

13. El Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile al Ministro de Relaciones Esteriores de Chile
(Traducción)

Santiago,

Chile, Junio

7 de 1881.—Señor:

H e h e c h o remitir c o n

prontitud, p o r telégrafo, a mi colega en B u e n o s Aires la e s t i m a d a n o t a de V . E . d e 3 d e l q u e rije e n la q u e m e indica ciertas bases p a r a el arreglo d e la cuestión d e límites c o n la R e p ú b l i c a Arjentina, pidiéndole q u e la envié a su vez al H o n o r a b l e M i n i s t r o d e R e l a c i o n e s E s t e riores d e ese G o b i e r n o . I n c l u y o para el c o n o c i m i e n t o d e V . E . copia del telegrama c o n q u e a c o m p a ñ é la trasmisión d e la nota. H e recibido a h o r a u n a respuesta en q u e se m e informa q u e se trasmitió p o r mi colega u n a copia d e mi c o m u n i c a c i ó n al H o n o r a b l e M i nistro, i q u e se recibió en' la' L e g a c i ó n d e los E s t a d o s I j n i d o s u n a ;

DOCUMENTO D

respuesta a esta última, d e la cual se m e ha enviado u n a copia p o r t e légrafo. A d j u n t o u n a copia del telegrama d e mi colega q u e c o m p r e n d e l a contestación del Ministro Irigóyen a la nota d e V . E . Con sentimientos d e la m a s alta consideración tengo el h o n o r d e s e r de V. E. m u i respetuoso i o b e d i e n t e s e r v i d o r . — T O M A S A . O S B O R N .

14. El Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires al Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile
TELEGRAMA

Buenos Aires, Junio 6 de/881.—Oficial.—He

trasmitido al s e ñ o r

Ministro de Relaciones Esteriores d e esta R e p ú b l i c a copia del t e l e g r a m a d e V. E . fecha 3 , i a c a b o d e recibir la nota q u e trascribo a fin d e que, c o n t i n u a n d o nuestros b u e n o s oficios, p u e d a V. E . solicitar la conformidad de ese G o b i e r n o : — B u e n o s Aires, Tunio 4 d e 1 8 8 1 . — S e ñor Ministro: H e tenido el h o n o r d e recibir el telegrama dirijido a V. E . p o r el E x c m o . Señor Ministro d e E s t a d o s U n i d o s en Chile trascribiendo la nota d e S. E. el señor V a l d e r r a m a , fecha 3 del corriente. C ú m p l e m e agradecer los e s p o n t á n e o s i nobles esfuerzos d e V . E. i d e su h o n o r a b l e colega en Chile, q u e son propios d e los dignos representantes del G o b i e r n o a m e r i c a n o q u e m o s t r ó siempre vivo interés por la paz i b u e n a inteligencia d e estos paises. A c e p t a n d o los amistosos oficios d e V. E. m e permito solicitar su c o n c u r s o para hacer llegar a c o n o c i m i e n t o del gobierno chileno la siguiente contestación a las bases d e arreglo trasmitidas en el citado telegrama d e S. E . el señor O s b o r n

a V. E . : Base primera, aceptada c o n una breve adición que la

complementa.

Q u e d a r í a en la forma siguiente: E l límite e n t r e C h i l e

i la R e p ú b l i c a Arjentina es d e n o r t e a sur, hasta el paralelo 5 2 d e latitud, l a c o r d i l l e r a . d e los A n d e s . L a línea fronteriza correrá en esa estension por las c u m b r e s m a s elevadas d e dichas cordilleras q u e dividan l a s

pasará por entre las vertientes que se desprenden a un lado i a otro. T o d o lo d e m á s d e la base primera es a c e p t a d o , p e r m i t i é n d o m e manifestar q u e las palabras adicionadas fueron ya admitidas por ambos gobiernos en las anteriores negociaciones de 1877 i 1878.—Base segunda, a c e p t a d a c o m o se p r o aguas, i

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pone — B a s e tercera, a c e p t a d a c o m o se p r o p o n e . — B a s e cuarta, a c e p tada c o m o se p r o p o n e . Base quinta, aceptada, pero con la siguiente redacción q u e restablecerá a m p l i a m e n t e la confianza e n t r e a m b o s países. S o b r e este p u n t o debo m a n t e n e r la intelijencia i redacción q u e espuse a V . E . en n u e s tras conferencias de 1 0 i 3 0 de Mayo i que V. E . se sirvió d e c i r m e había trasmitido a su h o n o r a b l e colega en telegramas del 1 1 i 3 1 d e mayo. La redacción seria la siguiente: Base quinta. El Estrecho de Magallanes queda neutralizado a perpetuidad i asegurada su libre navegación para las banderas de todas las naciones, sin que sea pertnitido leva?itar en ninguna de sus costas fortificaciones ni establecimientos militares. Aquí termina la base q u i n t a . C o m p r e n d o que esto es el espíritu e interpretación de la b a s e p r o p u e s t a por S. E. el señor Ministro d e Chile; pero e s t e gobierno cree q u e la terminación d e la cuestión d e b e ser a b s o l u t a m e n t e franca i propia para restablecer la cordialidad d e a m b o s países. V . E . se dignará recordar q u e h e sido perseverante en este propósito i en presentar sobre t o d o s los p u n t o s redacciones arregladas a la recta intención de a m b o s gobiernos i q u e n o den lugar a interpretaciones e q u i v o c a d a s o recelosas. C u a l q u i e r a d u d a sobre el p u n t o q u e m e ocupa seria motivo de desconfianza e n t r e los países q u e al p o n e r t é r m i n o a la cuestión pendiente, d e b e n volver i n j e n u a m e n t e a su antigua amistad. A d e m a s la prohibición d e fortificaciones i establecimientos militares es u n a garantía q u e a m b o s g o b i e r n o s d a n al m u n d o en favor d e la neutralización i libertad d e las aguas q u e entregan al comercio de todas las nadones. La redacción q u e p r o p o n g o es t o m a d a del T r a t a d o d e París en lo referente al M a r N e g r o i d e otros tratados análogos. — Base sesta, a c e p tada c o m o se p r o p o n e . En c u a n t o a la adición q u e indica S. E. el s e ñ o r T o m a s A. O s b o r n i q u e podría figurar c o m o base séptima, siento decir que n o es posible aceptarla p o r q u e seria i n c o n v e n i e n t e para a m b o s países. P o r ella d e j a r í a m o s en perspectiva d u r a n t e tres a ñ o s u n a n u e v a cuestión en la q u e se interesarían las susceptibilidades d e la o p i n i ó n en uno i otro l a d o d e los A n d e s . L a cuestión de títulos seguiría divid i e n d o . L o s g o b i e r n o s p o d r í a n e n c o n t r a r s e i m p u l s a d o s a usar del derecho reservado i se renovarían los d e b a t e s con las c o n s e c u e n c i a s inamistosas q u e j e n e r a l m e n t e p r o d u c e n . P o r estas consideraciones n o es posible adicionar las bases propuestas por S. E . el señor V a l d e r r a m a con la i n d i c a d a por el h o n o r a b l e colega d e V. E . E s p e r o q u e la aclaración p r o p u e s t a a la redacción d e la base q u i n t a será a c e p t a d a c o m o propia p a r a dejar signos d e paz i d e confianza e n t r e estos países, d e libertad i d e seguridad para el c o m e r c i o d e todas las naciones, en c u y o

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DOCUMENTO

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beneficio a m b o s gobiernos neutralizamos el E s t r e c h o . — T e n g o el h o n o r d e saludar a V. E . con mi m a s distinguida c o n s i d e r a c i ó n . — B e r n a r d o d e I r i g ó y e n . — A l E x c m o . señor jeneral d o n T h o m a s O . O s b o r n , M i n i s t r o R e s i d e n t e d e los E s t a d o s U n i d o s . — ( F i r m a d o ) . — T H O M A S O. O S B O R N .

15. El Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile al Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires
TELEGRAMA

Santiago,

Junio

10 de i88i.—He

r e c i b i d o el telegrama d e V. S.

fecha 6 del q u e rije en q u e V. S. m e trascribe la respuesta d a d a por el señor Ministro de R e l a c i o n e s Esteriores de la R e p ú b l i c a Arjentina al d e s p a c h o q u e c o m u n i q u é a V. S. del señor Ministro de R e l a c i o n e s Esteriores de Chile. El 7 del presente envié a este G o b i e r n o u n a copia del t e l e g r a m a de V . S. i ayer h e recibido c o n t e s t a c i ó n . D e conformidad con los deseos del señor M i n i s t r o d e Chile e s p r e sados al final d e su d e s p a c h o , m e a p r e s u r o a trasmitirlo a V. S. rogánd o l e se d i g n e hacerlo llegar a c o n o c i m i e n t o del G o b i e r n o Arjentino. Observo con viva c o m p l a c e n c i a q u e nuestros esfuerzos c o m u n e s h a n alcanzado hasta ahora u n resultado satisfactorio i es d e esperar q u e lleguemos p r o n t o al t é r m i n o final, p u e s t o q u e n i n g u n a diferencia sustancial divide ya a a m b o s gobiernos. P a r e c e q u e el p e n s a m i e n t o del G o b i e r n o de Chile, de dar amplia i c o m p l e t a seguridad a la navegación d e todas las b a n d e r a s por el E s t r e c h o se e n c u e n t r a clara i firmemente e s p r e s a d o en su d e s p a c h o . — ( F i r m a d o ) . — T H O M A S A. O S B O R N .

16. El Ministro de Relaciones Esteriores de Chile al Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile Santiago, Junio Q de i8gi.—Señor: H e t e n i d o el h o n o r d e recibir la

n o t a q u e V . S. se h a servido dirijirme con fecha 7 del p r e s e n t e d e s t i n a d a a t r a s m i t i r m e en copia, u n t e l e g r a m a e n v i a d o a V. S. por su h o n o r a b l e colega en B u e n o s Aires, en q u e se trascribe la respuesta d a d a por el G o b i e r n o arjentino a las bases: d e arreglo c o n t e n i d a s en mi d e s p a c h o del 3 d e l q u e rije. D e la c o n t e s t a c i ó n del G o b i e r n o arjentino se

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d e s p r e n d e q u e q u e d a a c e p t a d a p o r su parte la primera de las bases indicadas en mi referido d e s p a c h o c o n u n a lijera a d i c i ó n q u e 110 s u s c i t a Objeción d e n u e s t r o lado. M e es grato constatar qué sobre este p u n t o existe el a c u e r d o d e a m b o s Gobiernos. L a s bases segunda, tercera i c u a r t a q u e d a n tatnbieii a c e p t a d a s . Soló la basé quinta, que se refiere a la n e u t r a l i d a d del E s t r e c h ó , h a süjerido observaciones que paso a t o m a r én consideración. V. S. sabe mui bien que el pensamiento del G o b i e r n o d e Chile h a sido siempre claro i bien definido. E n las diversas conferencias en q u e m e ha c a b i d o el hohof d e hablar con V . S. sobre esta materia, n o h e d e j a d o d e acentuar la resolución en q u e hli G o bierno estaba d e asegurar la n e u t r a l i d a d del canal para todas las banderas del m u n d o . P a r a d a r a esta p r o m e s a t o d a la seriedad debida agregué el c o m p r o m i s o de no construir obras d e defensa que de alguh m o d o p u d i e r a n i m p e d i r o embarazar la libre navegación dé SUS aguas. L o s intereses j e n e r a l e s del c o m e r c i o q u e la neutralización del E s t r e c h o estaba llamada a favorecer, se e n c o n t r a b a n a m p l i a m e n t e garantidos p o r la fórmula sujerida p o r mi G o b i e r h o . E h una palabra, mi G o b i e r n o no h a estado dispuesto a limitar su jurisdicción sobre los territorios q u e la transacción proyectada le reconocía al sur del paraleló 52, en tanto c u a n t o fuese preciso para d a r a los intereses comerciales del m u n d o entero, tranquila i p e r m a n e n t e ruta p o r el E s t r e c h o . L a redacción d e la b a s e quinta o b e d e c e a este p e n s a m i e n t o i consulta, a mi juicio, los resultados q u e se h a n tenido en vista. D e ese m o d o se a r m o nizan las franquicias q u e la civilización m o d e r n a busca para la comunicación libre i segura d e t o d o s los paises, con el d o m i n i o que a Chile c o r r e s p o n d e en los territorios q u e señala la transacción proyectada. Si nuestro G o b i e r n o n o pudiera levantar eh su propio suelo obras de d e fensa q u e sin e m b a r a z a r d e m a n e r a alguna la libre navegación d e las aguas del E s t r e c h o , sirvieran d e a m p a r o i seguridad a las poblaciones de aquella sección a p a r t a d a d e nuestro territorio, crearíamos üfia situación insostenible. L a r e d a c c i ó n q u e indica el G o b i e r n o arjenttno no solo establecería la neutralización d e las aguas del E s t r e c h ó , Sino que vendría a crear para Chile u n a limitación innecesaria de su dominio en los territorios a d y a c e n t e s . L a estipulación del T r a t a d o de Paris, referente a la neutralidad del M a r N e g r o , carece, a mi juicio, d e aplicaeiOh en el presente caso. V. S. sabe m u i bien q u e aquella fué u n a estipulación hasta cierto p u n t o impuesta p o r la fuerza, i q u e no p o d i a subsistir por largo t i e m p o . E n efecto, n o pasaron m u c h o s años sin q u e la R u s i a pidiera la revisión d e aquel t r a t a d o , precisamente en la p a r t e q u e ahora se cita c o m o ejemplo; i los G o b i e r n o s d e Francia, Gran B r e t a ñ a , R u DOCUMENTOS 3

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sia, Austria, A l e m a n i a i T u r q u í a , r e u n i d o s p o r m e d i o d e sus r e p r e s e n tantes, suscribieron el 1 3 d e M a y o d e 1 8 7 1 el T r a t a d o d e L o n d r e s q u e a b r o g ó el artículo X I I I del T r a t a d o d e París d e 1 8 5 6 q u e limitaba el d o m i n i o d e la R u s i a , obligándola a n o m a n t e n e r ni crear arsenales militares m a r í t i m o s sobre el litoral del M a r N e g r o . L a s potencias signatarias del T r a t a d o d e L o n d r e s , a n i m a d a s d e un espíritu d e concordia, hicieron justicia a las observaciones d e la R u s i a i a b r o g a r o n u n a disposición q u e solo podia crear dificultades. E s t o s m i s m o s a n t e c e d e n t e s están manifestando, a mi juicio, la n e c e s i d a d d e m a n t e n e r la r e d a c c i ó n d e la base quinta, tal c o m o ha sido formulada. D e esa m a n e r a alejarem o s t o d o motivo d e ulteriores dificultades i n o debilitaremos, sin causa justificada, el d o m i n i o q u e a u n o i otro E s t a d o le c o r r e s p o n d e en los territorios a q u e se refiere la t r a n s a c c i ó n . Las garantías i facilidades c o n c e r n i e n t e s al c o m e r c i o m a r í t i m o , se hallan franca i a m p l i a m e n t e aseguradas en la redacción p r o p u e s t a . Abrigo la confianza d e q u e el G o b i e r n o arjentino se d i g n a r á a t e n d e r estas observaciones i ello m e m u e v e a solicitar u n a vez m a s el amistoso c o n c u r s o d e V . S . para hacer llegar a su c o n o c i m i e n t o este d e s p a c h o . M e es m u i grato reiterar a V . S . las seguridades d e mi distinguida consideración, con q u e soi d e V . S . a t e n t o i seguro s e r v i d o r . — M E L Q U Í A D E S V A L D E R R A M A .

17. El Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile al Ministro de Relaciones Esteriores de Chile (Traducción) Santiago, Junio

IJ de 1881.—Señor:

V . E . e n c o n t r a r á inclusa copia

d e u n telegrama q u e h e recibido d e mi colega en B u e n o s Aires en resp u e s t a al m i ó d e 1 0 del q u e rije t r a s m i t i é n d o l e la n o t a d e V . E . d e la m i s m a fecha. I n c l u y o t a m b i é n copia d e mi telegrama antes referido. C o n s e n t i m i e n t o d e la m a s alta consideración, ser, señor, m u i r e s p e t u o s a m e n t e vuestro o b e d i e n t e
A. O S B O R N .

t e n g o el h o n o r d e servidor.'—THOMAS

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13. El Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires al Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile
TELEGRAMA

Buenos

Aires,

14. de Junio

de 1881.—Oficial.—Trasmitido

al señor siguiente: doctor

Ministro d e R e l a c i o n e s E s t e r i o r e s d e esta R e p ú b l i c a el telegrama d e V. E . fecha 10, a c a b a Buenos Aires, J u n i o d e serme e n t r e g a d a la contestación 14 d e 1 8 8 1 . — A S. E . el señor Jeneral

T h o m a s O . O s b o r n , Ministro R e s i d e n t e d e los E s t a d o s U n i d o s . S e ñ o r Ministro: h e t o m a d o c o n o c i m i e n t o del telegrama q u e V . E . se ha servido e n v i a r m e dirijido por S. E . el señor T . A. O s b o r n a V . E . contiene la nota d e S. E . el señor Ministro d e R e l a c i o n e s que Esteriores

de Chile, fecha 9, i paso a contestarla. E s t e G o b i e r n o ha d e s e a d o d e s d e el principio d e la negociación, soluciones q u e escluyan d u d a s o interpretaciones diversas. A n i m a d o p o r este propósito h a e s t a d o d i s p u e s t o al arbitraje, c o n limitaciones precisas, s o m e t i e n d o sin c o n d i c i o n e s los territorios d i s p u t a d o s i a m p l i a n d o las facultades del arbitro hasta permitirle establecer c o m p e n s a c i o n e s . H a estado dispuesto t a m b i é n al arreglo directo. V. E . se d i g n ó trasmitir a su h o n o r a b l e colega esa d i s posición en su t e l e g r a m a d e 1 1 de M a y o q u e c o n t e n í a las dos fórmulas q u e este G o b i e r n o admitiría. El h o n o r a b l e colega de V. E . c o n t e s t ó c o l o c a n d o p r e f e r e n t e m e n t e la cuestión en el arreglo directo. A d m i t i d a la indicación h e m o s c o o r d i n a d o s i e m p r e las diversas proposiciones h e chas o a c e p t a d a s i d e s d e u n principio c o n s i d e r é indispensable q u e e\ r e c o n o c i m i e n t o d e la línea q u e se p r o p u s o al norte del E s t r e c h o fuese a c o m p a ñ i d o del c o m p r o m i s o d e n o levantar fortificaciones ni e s t a b l e cimientos militares en las costas del E s t r e c h o . Así lo e s p u s o el d o c t o r Saenz P e ñ a al señor Sarratea en telegrama d e M a r z o 10 ¡ de q u e d e b i ó dar c o n o c i m i e n t o , según datos q u e tengo, al G o b i e r n o d e Chile. Así se dignó manifestarlo t a m b i é n V. E. a su h o n o r a b l e colega en C h i l e p o r telegramas d e fecha n i 31 d e M a y o q u e p u e d e n ser c o n s u l t a d o s e n Santiago. E l señor ministro d e E s t a d o s U n i d o s en Chile c o m u n i c ó á V. E . en telegrama d e 28 de M a y o lo siguiente: " S e estipulará la n e u t r a lizacion i libre n a v e g a c i ó n del E s t r e c h o i el c o m p r o m i s o d e n o levantar fortificaciones q u e i m p i d a n una i otra cosa.11 E s t a contestación fué e n tendida c o m o a c e p t a c i ó n d e la base q u e p r o p u s e en dichos telegramas de 1 1 i 3 1 , i q u e m e veo en la n e c e s i d a d de m a n t e n e r e n ínteres de u n a solución cordial .para a m b a s R e p ú b l i c a s i para t o d a s las naciones"

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Las fortificaciones i establecimientos militares sobre un E s t r e c h o q u e d e b e q u e d a r neutralizado a p e r p e t u i d a d , carecen d e objeto i a u n d e esplicacioii. Así lo h a n e n t e n d i d o las naciones en situaciones análogas. E n el p r e s e n t e caso el c o m p r o m i s o i n d i c a d o n o es limitación i m p u e s t a a u n a soberanía existente o r e c o n o c i d a . E s t a va a crearse por la transacción i se constituye con las limitaciones estipuladas p o r a m b o s Gobiernos en beneficio d e la a r m o n í a i de los intereses jenerales. E s o p o r t u n o t e n e r presente q u e con sujeción a los principios (¿aceptados?) por ambos G o b i e r n o s , n i n g u n o cerraría las aguas del E s t r e c h o . E l de Chile e n c o n t r a r á q u e persisto en q u e hai a n t e c e d e n t e s citados en anteriores telegramas; m e p e r m i t o observar q u e fueron diversas estipulaciones del T r a t a d o de Paris las q u e se r e c o n s i d e r a r o n en L o n d r e s , abrogándose Mar los artículos I I i 1 5 i, siendo el 1 3 u n a garantía del 1 1 , n o p o d i a s u b sistir d e s a p a r e c i e n d o el principal; pero la libre navegación del N e g r o q u e d ó confirmada i garantida por la vijilancia d e las potencias i las comisiones internacionales. E n t r a t a d o s posteriores i especialm e n t e en el de Berlin se rejistran estipulaciones idénticas a la q u e he p r o p u e s t o i a u n mas limitativas si el G o b i e r n o d e Chile está dispuesto, c o m o manifestó S. E . el señor O s b o r n en su telegrama d e 2 8 de Mayo, a c o n t r a e r el c o m p r o m i s o de n o levantar fortificaciones en la forma q u e he p r o p u e s t o i q u e me encuentro que impidan la navegación i neutralización q u e espero n o rehusará c o n s i g n a n d o en pbligado a sostener. C o n v e n c i d o en q u e él se dignara ver en estas observaciones el sincero deseo de establecer la antigua amistad de los dos paises i q u e a n i m a d o s del m i s m o propósito a d m i t i r á u n a redacción q u e está d e a c u e r d o con su intención i q u e sellará p e r m a n e n t e m e n t e la confianza i la armonía. R u e g o a V , E. q u e , p r o s i g u i e n d o sus amistosos oficios, quiera hacer llegar esta contestación a c o n o c i m i e n t o de S. E . el señor Ministro d e R e l a c i o n e s Esteriores de Chile. T e n g o el h o n o r d e saludar a V. E . con mi mas distinguida c o n s i d e r a c i ó n . — B E R N A R D O DE I R I GOYEN.II

E n d e t e n i d a s conferencias q u e he t e n i d o con el señor Irigóyen disc u t i e n d o el a s u n t o q u e n o s ocupa, he a d q u i r i d o el c o n v e n c i m i e n t o de q u e en o b s e q u i o a u n a solución definitiva q u e n o dé lugar a ocuparse mas de estas cuestiones, i t a m b i é n en consideración a n u e s t r o G o b i e r n o cuya política amistosa, mui apreciada aquí, r e p r e s e n t a m o s , ha h e c h o el G o b i e r n o arjentino t o d a s las deferencias q u e han e s t a d o en su posibilidad. T e n g o seguridad d e q u e el deseo d e asegurar la confianza p e r m a n e n t e lo induce a mantener la fórmula propuesta, i estoi cierto de q u e u n a vez resuelta esta cuestión, a m b o s G o b i e r n o s a b u n d a r á n en

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sentimientos i a c u e r d o s amistosos. C o n este c o n v e n c i m i e n t o desearía pudiera V. E. p o n e r t é r m i n o en esta tínica dificultad, i q u e es t a m b i é n la tínica reserva i condición del arreglo, puesto q u e el G o b i e r n o d e Chile declaró en actos anteriores la libre Navegación del E s t r e c h o i su neutralización para el caso d e q u e le fuera favorable un juicio arbitral.
— T H O M A S A. OSBORN.

19. El Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile al Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires
TELEGRAMA

Santiago, Junio 25 de 1881.—Acompaño a V. copia de la nota q u e acabo de recibir del señor Ministro d e Relaciones Esteriores de Chile en respuesta a la nota del señor Ministro arjentino, q u e V. m e trascribió en su telegrama d e 1 4 del presente. M e siento feliz al considerar q u e nuestros c o m u n e s esfuerzos han d a d o un resultado q u e asegura la b u e n a amistad d e los dos países i q u e será muí grato a nuestro Gobierno. Dios g u a r d e a V . — T H O M A S A. O S B O R N .

20. El Ministro de Relaciones Esteriores de Chile al Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile
( E L M I N I S T R O P L E N I P O T E N C I A R I O D E LOS E S T A D O S U N I D O S E N AL MINISTRO RESIDENTE DE LOS E S T A D O S UNIDOS EN CHILE

BUENOS

AIRES.) TELEGRAMA

Santiago, Junio 25 de 1881.—Señor: H e tenido la honra d e recibir con la nota q u e V . S. me ha h e c h o el h o n o r d e dirijirme, una copia del telegrama enviado a V. S. por su h o n o r a b l e colega en B u e n o s Aires el 14 del corriente i en la cual aparece inserta la respuesta d a d a por el Señor Ministro de Relaciones Esteriores de la R e p ú b l i c a Arjentina al d e s p a c h o q u e c o m u n i q u é a V . S. con fecha 9 del mismo mes. E n el deseo primordial d e llegar a algún a c u e r d o con el G o b i e r n o arjentino sobre la cuestión que nos ocupa, a p a r t a n d o toda controversia sobre p u n t o s d e derecho q u e no a t a ñ a n d i r e c t a m e n t e a la cuestión,

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o m i t o d e intento el contestar a los p r e c e d e n t e s históricos q u e r e c u e r d a el señor Ministro i sobre los cuales, si h u b i e r a o p o r t u n i d a d , h a c e r fundadas podría observaciones. E s e m i s m o d e s e o d e alejar t o d o inci-

d e n t e q u e nos apartase d e la cuestión capital, me indujo d e s d e el principio a n o rectificar la insinuación del señor M i n i s t r o arjentino, repetida mas d e una vez i, según la cual, la proposición cimiento i aprobación que trasmitió pues el señor Sarratea en telegrama d e 8 d e M a r z o c o n t a b a con el conodel P r e s i d e n t e d e Chile. V . S. sabe, d e la aceptación del se lo hice p r e s e n t e en la primera ocasión, q u e la indicación del señ o r Sarratea n o iba a c o m p a ñ a d a el cual solo t u v o Señor Ministro arjentino. Presidente, del proun conocimiento de ella por la c o m u n i c a c i ó n pues, en mi anterior a m b o s países

Persistiendo,

pósito i sin otro a n h e l o q u e el d e buscar para d e vecindad

a c u e r d o equitativo i amistoso, q u e estreche en el porvenir los lazos i u n i ó n d e los d o s pueblos, m e p e r m i t o s o m e t e r a la la siguiente B a s e q u e consulta de Magaesta ni de i asegurada su libre navegación consideración del G o b i e r n o arjentino llanes queda neutralizado para las banderas libertad fensas tnilitares i ?ieutralidad, a perpetuidad

las ideas d e u n o i otro G o b i e r n o : B a s e Q u i n t a . El Estrecho de todas las naciones. En ?io se construirán contrariar que puedan el interés

de asegurar

en ¿as costas fortificaciones ese propósito.

T e n g o fundados

motives para a g u a r d a r q u e la fórmula anterior es a c e p t a d a por el Gobierno arjentino i en la confianza d e q u e q u e d a r á resuelta esta cuestión, m e d i a n t e los eficaces i b o n d a d o s o s oficios d e los Representantes A m e r i c a n o s i el b u e n espíritn m a n i f e s t a d o p o r a m b o s G o b i e r n o s , m e suscribo d e V . S. mui o b s e c u e n t e s e r v i d o r . — M E L Q U Í A D E S V A L DERRAMA.—THOMAS.A. OSBORN.

21. El Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile al Ministro de Relaciones Esteriores de Chile Santiago, Chile, Junio 28 de 188 1.—Señor: I n c l u y o a d j u n t a una co-

pia d e un telegrama q u e h e recibido d e mi colega en B u e n o s Aires, en respuesta al mió d e 2 5 del q u e rije, t r a s m i t i e n d o la nota d e V . E . de la m i s m a fecha. I n c l u y o t a m b i é n copia d e mi referido telegrama. F e l i c i t a n d o a V . E . por el feliz r e s u l t a d o d e estas su o b e d i e n t e s e r v i d o r . — T H O M A S A. O S B O R N . negociaciones, ruego a V . E. m e c r e a , con s e n t i m i e n t o s d e la m a s alta consideracioni

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22. El Ministro Residente de los Estados Unidos en Buenos Aires al Ministro Plenipotenciario de los Estados Unidos en Chile
TELEGRAMA

Buenos Aires, Junio 2J de 1881.—Acompaño a V . E . copia d e la nota q u e a c a b o d e recibir del señor Minisiro d e R e l a c i o n e s Esteriores de esta R e p ú b l i c a en respuesta a la del señor Ministro d e C h i l e fecha 25 del corriente q u e V . E . m e trasmite i d e q u e h e p a s a d o copia al señor I r i g ó y e n . — B u e n o s Aires, j u n i o 2 6 d e 1 8 8 1 . — A l señor jeneral don T o m a s O . O s b o r n , Ministro residente d e los E s t a d o s U n i d o s . — Señor M i n i s t r o : H e tenido el h o n o r d e recibir la nota q u e V . E . se h a servido dirijirme a c o m p a ñ a n d o copia d e la q u e S. E . el Ministro d e Chile h a dirijido al h o n o r a b l e colega d e V . E . p r o p o n i e n d o la b a s e quinta q u e se hallaba p e n d i e n t e . A n i m a d o d e los mismos amistosos sentimientos q u e espresa S. E. el señor V a l d e r r a m a , pido a V . E . se sirva hacer llegar a c o n o c i m i e n t o del G o b i e r n o d e Chile q u e q u e d a aceptada la base p r o p u e s t a i q u e r e p r o d u z c o para la claridad conveniente. Base quinta. E l E s t r e c h o d e Magallanes q u e d a neutralizado a p e r p e t u i d a d i asegurada su libre navegación para las b a n d e r a s d e t o d a s las naciones. E n el interés d e asegurar esta libertad i n e u t r a l i d a d n o se construirán en las costas fortificaciones ni defensas militares q u e p u e dan contrariar ese propósito. C ú m p l e m e reiterar a V . E . las e s p r e s i o . nes d e la viva estimación en q u e este G o b i e r n o tiene la n o b l e c o o peración d e V. E . i d e su h o n o r a b l e colega en Santiago i s u s c r i b i r m e con las seguridades d e mi distinguida consideración, su a t e n t o seguro
servidor.—BERNARDO DE IRIGÓYEN.—THOMAS O . OSBORN.

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Capítulo CHILE de la Memoria de Relaciones Esteriores de la República Arjentina en 1SS2.—Demarcación de límites

( L a s notas designadas por un * son del doctor Zeballos)

S U M A R I O . — I . Advertencia.—II. El debate diplomático queda cerrado en 1881.— Mediación oficiosa de los Ministros de Estados Unidos en Buenos Aires i en Santiago.—Negociación telegráfica de un tratado de arbitraje.—Sus dificultades.—El Gobierno de Chile se decide por la transacción directa.—Bases sometidas al Gobierno Arjentino.—Su aceptación.—Modificación propuesta por el doctor Irigóyen a la base I que describe el límite.—Es aceptada por Chile.— Discusión sobre la neutralidad i libre navegación de Magallanes.'—Base convenida.—El tratado, su sanción i promulgación.—III. Sus propósitos jenerales. —Interpretación,—Principio i fin de las operaciones jeodésicas para su trazado en el terreno.—-IV. Los peritos.—Carácter de los mismos.—Naturaleza de sus funciones.—Sus poderes esplícitos.—Su acción conciliadora.—Dificultades previstas en el articulo I del tratado.—Espíritu con que deben ser afrontadas.— Procedimiento para estudiarlas en el terreno,—Medios decorosos de resolverlas, evitando conflictos i sin acudir a terceros.—V. El Gobierno Arjentino promueve en 1883 la demarcación de los límites pactados.—Instrucciones del doctor Plaza al señor Uriburu, Ministro Arjentino en Chile.—El doctor Ortiz reitera las instrucciones en 1884 apremiando la operación.—Chile retárdala negociación definitiva hasta 1888.—Causas esternas e internas de esta demora,—Correspondencia del señor Uriburu sobre el asunto.—Convención de 20 de Agosto de 1888,—Delegación de las funciones de los peritos en loa ayudantes.—VI. Sanción i promulgación del nuevo pacto,—Nombramiento de los peritos señores Barros Arana i Pico.—Preliminares de la demarcación,—Viaje del perito arjentino a Europa para adquirir el material científico,—Su regreso.—Organización de la Comisión arjentina de ayudantes.—Partida del perito arjentino para Chile.—Recepción amistosa de que es objeto.-—Reunión de los peritos en Concepción con arreglo a los tratados.—VII. Proposición arjentina para comenzar la demarcación por el Norte. —Sus fundamentos.—Conformidad del perito de Chile.—Reserva que formula el mismo para casos urjentes e imprevistos.—Comunicaciones del señor Pico,—Fijación del Paso de San Francisco

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como punto de partida.—Declaración sobre el limite desde este punto al Norte, hasta Bolivia.—Cuándo será trazado.—VIII. El perito chileno propone demarcar el límite en la Tierra del Fuego.—El perito arjentino rehusa consentirlo, de acuerdo con sus instrucciones.—Consulta a su gobierno.—Aceptación de éste.—Personal de las Subcomisiones.—La demarcación queda comenzada.— La estación impropia para el trabajo obliga a postergarlo para la primavera.—• IX. Incidente diplomático.—Estudios del Gobierno de Chile sobre la rejion del límite. —Trabajos i publicaciones del injeniero don Alejandro Eertrand.—Su crítica del tratado—Observaciones sobre el límite en los Andes por el grado 52. —Fundación de colonias chilenas en la península del Rei Guillermo i en el rio Palena.—El presupuesto de Chile en 1SS8 i estas fundaciones.—La Memoria del Interior de Chile en 18S9.—Ofrece tierras para colonizar ai Oriente del cordón central de los Andes.—El tratado de 18S1 i este ofrecimiento.—Espedicion confiada al capitán de fragata don Carlos M. Moyano i al injeniero don Pedro Ezcurra.--Reconocimiento de los valles andinos del Oriente.—Comunicaciones al señor Uriburu llamando su atención sobre aquella Memoria.—Se le anuncian instrucciones.—Noticias de la espedicion Moyano.—Contestación de una nota del señor Uriburu.—Indicaciones preliminaressobre.su acción cerca del Gobierno de Chile.—La concesión nacional de tierras a los colonos del Chubut.—Organización en Londres déla Ari¡entine South I.and C."—Reclamación verbal del Ministro de Chile en Buenos Aires.—Nota del Ministro de Relaciones Esteriores de Chile al respecto. — La colonia del Palena i las concesiones arjentinas.—El señor Matta, Ministro de Chile.—Declaración recíproca sobre los hechos producidos en la rejion de los límites.—Los peritos decidirán la soberanía que debe dominarlos.—Sentimientos recíprocamente benévolos.— Comunicación de este incidente al señor Uriburu.—Instrucciones para obtener la ratificación del Gobierno de Chile en la declaración recíproca.—Regreso de a espedicion Moyano.—Noticias satisfactorias.—Esperanzas en la demarcación. —X. El Gobierno de Chile invita al arjentino a proceder en 1890 Reorganización de la Comisión arjentina.— La guerra civil de Chile interrumpe la operación.—XI. Incidente entre el Gobierno de Chile i los peritos.—Orden dada al señor Barros Arana para demarcar el límite en el grado 52.—La comunica a su colega.—Consideraciones que sujiere a éste.— Antecedentes del caso.—Conferencia tenida antes por el señor Barros Arana con el señor Uriburu sobre el punto.—Razones de los peritos para no desviarse de lo convenido en Concepción.—Instrucciones al señor Uriburu.—Nota del perito arjentino a su Gobierno.—Actitud de éste.—El asunto queda librado a la acción de ios peritos.— Cambio de telegramas entre ellos.—Esplicaciones del señor Barros Arana.— Aplazamiento.—Solución satisfactoria.—Suspensión de ¡os trabajos por la situación política de Chile.—Separación del señor Barros Arana.—Su sucesor. —XII. Terminación de la guerra civil.—El señor Barros Arana es repuesto.— Preparativos para acudir al terreno.—Partida del perito i Comisión del Norte para Santiago i de la Sub-comision del Sur para la Tierra del Fuego.—Recepción cordial del señor Pico en Chile.—Primeras conferencias de los peritos.— Redacción i discusión de las instrucciones para los ayudantes.—Interpretación anticipada del tratado.—Criterio jeneral i teórico propuesto por el perito de Chile para resolver las dificultades.—No es aceptado por el perito arjentino.—

MEMORIA D E L D R . ZEBALLOS

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Sostiene la aplicación literal del tratado a cada dificultad resultante del estudio del terreno.—Necesidad de verificarlo.—Desacuerdo definitivo.—Los peritos convienen en suspender los trabajos i someter el caso a sus respectivos gobiernos.—El señor Pico anuncia que regresa a Buenos Aires.—El Gobierno Arjentino lo detiene en Chile. — Acuerdo jeneral de Gobierno de 30 de Enero de 1892.—Resoluciones adoptadas.—La demarcación en la Tierra del Fuego no debe ser suspendida—Instrucciones para insistir en ella.—Conveniencia de reabrir las conferencias de los peritos.—Procedimiento pericial que debe discutirse i aceptarse.—El señor Barros Arana defiere a continuar la operación en la Tierra del Fuego i resiste el procedimiento proyectado.—Promete someter el punto a su Gobierno. — Instrucciones al señor Uriburu para jestionar su adopción por el Gobierno de Chile.—Ventajas i necesidad de aquel procedimiento. —Evita dificultades teóricas i facilita las soluciones amigables en caso de dificultades.—Único camino compatible con la letra de los tratados i con el carácter i funciones de los peritos.—El Gobierno de Chile lo acepta.—El señor Uriburu da cuenta del éxito de su misión.—El Gobierno Arjentino i el de Chile se dan en esta ocasión altas pruebas de cordialidad i benevolencia.—Los peritos reanudan sus interrumpidas relaciones.—El señor Barros Arana se decide por el procedimiento aconsejado por ambos gobiernos.—Resuelven los peritos mandar las comisiones al terreno.—Trayecto de instrucciones.—Limitación a lo convenido en 1S90 en el Norte.—Se da instrucciones al señor Pico i al señor Uriburu para sostener la integridad de aquel convenio.—Acuerdo perfecto de los peritos.—Instrucciones que firman.—Fiestas amistosas.—Partida de las comisiones.—Fallecimiento inesperado del señor Pico.—Testimonios de respeto a su memoria i de amistad a la República Arjentina dados por Chile.—Nombramiento del señor Virasoro en su reemplazo.—Regreso de las comisiones.— Causas.—Su trabajo i los peritos. —Próxima reunión de éstos i de sus ayudantes para continuar la obra.—Auspicios favorables.
I

D u r a n t e los últimos tres años se h a n p r o d u c i d o frecuentes r e n u n cias d e Ministros d e Relaciones E s t e r i o r e s , i a tal circunstancia d e b e atribuirse q u e ni V . H . ni el País, h a y a n sido informados por las M e morias respectivas s o b r e la m a n e r a c o m o ha sido p l a n t e a d a la D e m a r cación d e Límites entre las R e p ú b l i c a s Arjentina i de Chile, con arreglo al t r a t a d o de 1 8 8 1 i a la C o n v e n c i ó n de 1 8 8 8 . Al c u m p l i r este deber, es necesario, para la m a s eficaz intelijencia de mi esposicion, r e c o r d a r los a n t e c e d e n t e s indispensables i fijar la intelijencia d a d a a los p r o c e d i m i e n t o s q u e dirijen la d e m a r c a c i ó n . II E l largo d e b a t e d i p l o m á t i c o entre las R e p ú b l i c a s Arjentina i d e Chile, s o b r e sus límites australes, fué c e r r a d o e n 1 8 8 1 , bajo los auspi-

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cios conciliadores naciones.

de los M i n i s t r o s de E s t a d o s U n i d o s en

las

dos

L a s cancillerías h a b í a n a g o t a d o la discusión d e formas d e arreglo, i a u n q u e el t r a t a d o d e 1856 prescribía el arbitraje para ese caso, su aplicación suscitó nuevas dificultades insalvables. N o c o n c o r d a b a n los negociadores, ni los C o n g r e s o s d e a m b a s repúblicas s o b r e la d e t e r m i nación de la m a t e r i a del arbitraje. L a situación era m u í grave. Chile h a b í a efectuado el a p r e s a m i e n t o d e b u q u e s g u a n e r o s en la costa d e la P a t a g o n i a , i el G o b i e r n o Arjen tino, d e s p u é s de abrir reclamaciones, h a b i a situado en ella u n a estación naval para defender i m a n t e n e r su s o b e r a n í a . La mediación d e aquellos dos diplomáticos, privada i e s p o n t á n e a en su oríjen, a p r o b a d a por el G o b i e r n o de W a s h i n g t o n d e s p u é s , e n c o n t r ó los m e d i o s d e suavizar las asperezas i d e consolidar la a m i s t a d de los d o s pueblos. El t r a t a d o d e 1 8 8 1 firmado rizado. L o s dos jenerales O s b o r n intervinieron d e s d e luego en u n a c o n v e n ción de arbitraje; p e r o en el curso de la negociación supieron q u e el G o b i e r n o d e C h i l e prefiriria un arreglo o transacción directa, q u e d e s pejara rosas. E n consecuencia, el J e n e r a l T o m a s A. O s b o r n , M i n i s t r o d e E s t a d o s U n i d o s en Chile, telegrafiaba el 3 de J u n i o al J e n e r a l T o m a s O. O s b o r n , su colega en B u e n o s Aires, trascribiéndole las bases p a r a u n t r a t a d o definitivo, q u e le p r o p o n í a en nota d e la m i s m a fecha el M i nistro d e R e l a c i o n e s Esteriores del G o b i e r n o d e Santiago, s e ñ o r M e l quíades Valderrama. E s t a s bases fueron a c e p t a d a s por el G o b i e r n o A r j e n t i n o en jeneral, i d u r a n t e el d e b a t e fueron modificadas la primera i la quinta. La prim e r a fijaba la línea divisoria en la Cordillera d e los A n d e s , d e b i e n d o pasar por las c u m b r e s m a s elevadas q u e dividieran las aguas, i la C a n cillería arjentina pidió q u e se agregara esta cláusula: "i pasará por las vertientes q u e se d e s p r e n d a n a un lado i a o t r o . n L a redacción de la base 5 . fué materia d e dificultades i d e estensas
a

fué n e g o c i a d o telegráficamente d e

G o b i e r n o a G o b i e r n o , por i n t e r m e d i o d e aquellos d o s d i p l o m á t i c o s , i en B u e n o s Aires por el M i n i s t r o d e R e l a c i o n e s E s t e r i o r e s docautotor Irigóyen i por el C ó n s u l J e n e r a l de Chile, e s p e c i a l m e n t e

completamente

sus cuestiones

con la A r j e n t i n a ,

fundando i hon-

la leal a m i s t a d

d e a m b a s naciones s o b r e bases definitivas

esplicaciones para fijar el significado i alcance de la n e u t r a l i d a d i d e la libre navegación del E s t r e c h o de Magallanes. A m b o s Gobiernos

MEMORIA

DEL

DR.

ZEBALLOS

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convinieron en Una nueva fórmula, q u e es la c o n s a g r a d a en el tratado ( i ) . III La cuestión de límites entre la R e p ú b l i c a Arjentina i Chile habia c o m e n z a d o p o r la reclamación i protesta d e la primera, c u a n d o en 1 8 4 3 la s e g u n d a o c u p a b a en el E s t r e c h o de Magallanes un p u n t o al Oriente d e los A n d e s . L o s d e b a t e s sucesivos, c o p i o s a m e n t e m a n t e n i d o s hasta T 8 7 2 , revelaron q u e las dificultades mayores d e los límites e s t a b a n c o m p r e n d i das en la rejion a n d i n a situada entre el g r a d o 4 2 de latitud Sur i el E s t r e c h o . E l tratado d e 1 8 8 1 debia allanar p r i n c i p a l m e n t e esta dificultad; pero a m b o s gobiernos le dieron un carácter jeneral, c o m o c o n venia a la estensa frontera internacional. D e esa suerte q u e d a b a t a m bién con plausible tino eliminada la ingrata cuestión de los A n d e s patagónicos i resuelto el d e b a t e con claridad en la d e m a r c a c i ó n d e la línea jeneral, d e s d e Bolivia hasta la T i e r r a del F u e g o .
o

E n consecuencia, el t r a t a d o de 1 8 8 1 no tenia por objeto resolver dificultades o cuestiones en una rejion d e t e r m i n a d a , sino dictar las reglas jenerales i fundamentales para trazar el límite total de N o r t e a Sur, i esta o b r a d e c o n c o r d i a era confiada a dos peritos, cuyas o p e r a ciones sobre el terreno les permitirían saber si existen o n ó las dificultades a q u e refiere el artículo I del t r a t a d o . El límite internacional q u e d a b a t a m b i é n dividido en dos partes, con arreglo al testo de los artículos I, I I i I I I , La primera sección c o m p r e n d e el límite Continental ( 2 ) d e s d e Bolivia hasta el E s t r e c h o de Magallanes (Artículos I y I I ) . L a s e g u n d a sección c o r r e s p o n d e a la división de la T i e r r a del F u e g o e islas australes i p u e d e ser llamada del límite Insular. A m b a s secciones son i n d e p e n d i e n t e s , p u e s las separa el E s t r e c h o . El artículo I, i n t e r p r e t a d o literalmente, c o n t i e n e un principio i un fin de la tarea de los peritos, al proveer q u e la línea correrá por las c u m bres mas elevadas q u e dividan las aguas, de Norte a Sur, hasta el para-

( 1 ) Las piezas relativas a esa jestion forman el documento D. (2) Esta clasificación que hace el doctor Zeballos de límite Continental i límite Insular es perfectamente lójica, i no comprendemos cómo la considerase él compatible con la noción de que la primera de esas líneas (la continental) pudiese cruza brazos de mar, emitida mas'adelante.
r

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lelo 52 de latitud, lo cual espresa c l a r a m e n t e q u e los d e m a r c a d o r e s bajarán d e s d e el N o r t e l e v a n t a n d o los hitos, hasta la intersección del límite con aquel g r a d o (3).

IV

El carácter de los peritos q u e d a b a t a m b i é n definido con claridad en el artículo I . Ellos son, a d e m a s de d e m a r c a d o r e s de la frontera, j u e ces arbitros de las dificultades q u e pudieran surjir en los p u n t o s d o n d e los accidentes previstos e?i el tratado no se presenten con claridad. E n consecuencia, la r e s p o n s a b i l i d a d del trazado de las líneas del límite, es personal de los peritos, i d e b e n a d o p t a r todas las p r e c a u c i o n e s oportunas para evitar los inconvenientes q u e pudieran resultar de la delegación de sus facultades;en los ayudantes, cuya personería n o está reconocida en el p a c t o fundamental. Si las dificultades q u e prevé el artículo I surjieran, los peritos d e b e rán inspirarse al afrontarlas en el espíritu d e amistad i de c o n c o r d i a internacional q u e procuró asegurar para el porvenir el tratado. E n ning ú n caso p u e d e n ellas p e r t u r b a r la paz entre los dos países, ni la a r m o n í a de los peritos, p o r q u e los p r o c e d i m i e n t o s para estudiarlas i resolverlas han sido previstos por el p a c t o . E n tales casos i a fin d e preparar la acción de los peritos, si se e n c u e n t r a n habilitados para resolverlas, o con el objeto de facilitar el a c u e r d o directo de los gobiernos o los p r o c e d i m i e n t o s establecidos por el tratado, d e b e levantarse el p l a n o jeneral de la zona q u e comp r e n d a el p u n t o o p u n t o s en discusión, con un estudio c o m p l e t o d e la dificultad, a g r e g a n d o dicho plano, firmado por las desapartes, al acta q u e o r d e n a el m i s m o artículo I. E l trabajo t e n d r á forma definitiva d o n d e no haya dificultades i los peritos d i s p o n d r á n el a m o j o n a m i e n t o . C u a n d o el trazado fuese i n t e r r u m p i d o por las d u d a s o confusiones p r e vistas, los peritos d e b e n c o n t i n u a r la tarea jeneral, d e s p u é s d e verificada la dilijencia c o m e n t a d a en el párrafo anterior. Si en algunos p u n t o s no existieran los accidentes orográficos e hidro-

(3) Como injenieros, sostenemos que el orden en que se enumeran los términos de un deslinde, no forman precedente para proceder en ese mismo orden sobre el terreno. Mucho menos que cuando se define una línea continua por sus dos estre_ mos, se presuma que el alinderamíento se haya de hacer sin interrupción de un estremo a otro, i nó en varias secciones.

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gráficos previstos en el tratado, o si sus caracteres no c o n c o r d a s e n con el testo de d i c h o d o c u m e n t o , se h a r á constar tal circunstancia en el acta que labrarán los peritos, de a c u e r d o con el artículo I, i que p u e d e m o t i var los p r o c e d i e n t o s ulteriores, si aquéllos, a n i m a d o s d e recíproco espíritu d e cordialidad, n o p u d i e r a n hallar sobre el terreno m i s m o la solución q u e satisfaga los d e r e c h o s i el d e c o r o de sus propias naciones (4). D e d ú c e s e d e lo espuesto q u e las funciones de los peritos n o son diplomáticas, ni las q u e c o r r e s p o n d e n a arbitros d e d e r e c h o . Ellas son esencialmente técnicas, i por eso el t r a t a d o usa la palabra Perito, en vez del título d e Comisario, a d o p t a d o p o r el D e r e c h o I n t e r n a c i o n a l para o p e r a d o r e s ordinarios d e d e m a r c a c i o n e s de límites c o n o c i d o s . R e s u e l t o por el arreglo Irigóyen-Echeverría el largo d e b a t e diplomático, q u e d ó t a m b i é n t e r m i n a d a la cuestión d e d e r e c h o , i en previsión d e q u e la solución jeográfica s a n c i o n a d a no c o r r e s p o n d i e r a algunas veces a los variadísimos o ignorados accidentes de la c a d e n a principal d e los A n des, su ubicación en el terreno fué confiada a los h o m b r e s d e ciencia, a los jeógrafos, a los Peritos, a quienes se invistió t a m b i é n de potestad para resolver definitivamente las dificultades. P o r consiguiente, ellos n o p u e d e n sostener discusiones teóricas p r e vias a la verificación d e los h e c h o s jeográficos, ni esponer doctrinas, ni interpretar propósitos diplomáticos. Sus funciones son prácticas i sobre el terreno m i s m o . Se les confia u n a g r a n d e operación jeodésica d e las m a s delicadas i cuya prolijidad podría influir t a m b i é n en el progreso d e nuestros conocimientos de la forma real d e la tierra i sobre otros p r o b l e m a s q u e preocupan a las altas m a t e m á t i c a s ( 5 ) . L a m a r c h a progresiva d e la o p e ración d a r á a los peritos la n o c i ó n clara d e los a c c i d e n t e s físicos sobre los cuales d e b e n p r o n u n c i a r s e . E n presencia de esos h e c h o s , uniform e m e n t e verificados i trazados en un plano, los peritos aplicarán el tratado i e n t o n c e s se sabrá si el límite ofrece o nó dificultades. L o tra-

(4) Los^accidentes orográficos relativos al límite andino, previstos en el tratado, son "las cumbres mas elevadas de los Andes que dividan las aguasn. El accidente hidrográfico, "la línea divisoria de las aguasn. Si no existiesen en el terreno esos accidentes, no se podría hallar tampoco en el terreno la solución que se busca. El título mismo de los Peritos indica que esa solución debe basarse en reglas deducidas del conocimiento de la configuración jeneral de la superficie terrestre, es decir reglas topográficas. (5) Se confunden aquí dos operaciones mui distintas: la demarcación en el terreno i la demarcación jeográfica, cuyas diferencias hemos hecho notar en el § 2 del texto.

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zarátt definitivamente si ñ o l a s hai. E n caso contrario, el p r o c e d i m i e n t o q u e d a analizado (6). T a l és la letra del tratado d e 1 8 8 1 , el espíritu de sus cláusulas fund a m e n t a l e s i de los p r o c e d i m i e n t o s para realizarlas. V L a tranquilidad de los á n i m o s i la cordialidad prevista de relaciones políticas entre a m b a s naciones sucedieron a los recelos pasados. N o se o c u p a r o n de límites a m b o s gobiernos hasta 1 8 8 3 . E n el mes d e O c t u b r e , en efecto, el Ministro de R e l a c i o n e s Esteriores de la R e pública Arjentina, d o c t o r d o n Victorino de la Plaza, reabría el a s u n t o para precipitar la demarcación. Sus instrucciones a la Legación Arjentina en Chile, decian: Buenos Aires, Octubre 19 de 1SS3
SESOR MINISTRO:

V. E . sabe que por el articulo i.° del Tratado de Límites celebrado con esa Nación, se estableció que las dificultades que pudieran suscitarse por la existencia de ciertos valles formados por la bifurcación de la Cordillera i en que no sea clara la linea divisoria de las aguas, serán resueltas amistosamente por dos peritos nombrados uno de cada parte; i que en caso de no arribar éstos a un acuerdo, será llamado a decidirlas un tercer perito nombrado por ambos Gobiernos. El señor Presidente cree que seria llegado el caso de proceder al trazado de la línea divisoria para dejar definitivamente arreglado ese punto; i como parece indudable que, para efectuar esa operación, ha de necesitarse la intervención de los peritos, piensa igualmente que podían ser nombrados desde luego por uno i otro pais. En consecuencia, queda autorizado V. E . para hacer insinuaciones en este sentido en la forma que considere mas conveniente. El señor Presidente desea que en esta indicación solo se vea su decidido anhelo por terminar este asunto para dar la debida cjecu(6) El doctor Zeballos prescinde completamente de los planos existentes, sino exactos, mui suficientes para tener "una noción clara de los accidentesn del terreno. Se olvida también de que para aplicar un tratado, como para aplicar una definición cualquiera, se necesita una regla de aplicación, la que debe fundarse en los preceptos de la ciencia en cuyo dominio recae esa aplicación; en este caso, la topografía, i que esas reglas de aplicación (demarcación en el presente caso) son jenerales, i que el conocimiento particular de cada accidente, lejos de ser un auxilio para dictarlas, no haría sino escitar intereses antagónicos porque viene a revelar donde está el interés de cada parte en dicho caso especial.

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cion al Tratado, i que las dos naciones queden en situación de estrechar mas sus relaciones i dar todo impulso al desenvolvimiento de sus recíprocos intereses. Por lo demás, dejo al criterio de V. E . la oportunidad para hacer la insinuación mencionada. Saludo atentamente a V. E .
V. DE LA PLAZA

A S. E. el señor Enviudo Extraordinario de la República Arjentina en Chile.

i Ministro

Plenipotenciario

E n Agosto de 1884 c o n t i n u a b a en el m i s m o estado la negociación e n c o m e n d a d a al Ministro Arjentino en Chile, d o c t o r d o n J. E . U r i buru, i el Ministro de R e l a c i o n e s Esteriores, d o c t o r d o n F r a n c i s c o J. Ortiz, se dirijió de nuevo al señor U r i b u r u , p i d i é n d o l e esplicaciones al respecto. E l Ministro Arjentino contestó a s e g u r a n d o q u e el G o b i e r n o de Chile se sentia a n i m a d o de los m i s m o s propósitos q u e el arjentino; pero q u e la d e m o r a en q u e incurría r e s p e c t o d e la d e m a r c a c i ó n d e límites, le parecia natural, d e s d e q u e el G o b i e r n o chileno a c o r d a b a preferencia a los graves i múltiples negocios conexos con la p a s a d a guerra del Pacífico. Creia, p o r lo d e m á s , q u e la postergación n o seria larga, p u e s el Ministro d e Relaciones Esteriores le h a b i a p e d i d o q u e redactara un proyecto d e P r o t o c o l o . El Ministro Arjentino n o p u d o , sin e m b a r g o , ver realizadas sus p r e visiones. D o s años después, el 26 d e J u l i o d e 1886, decia a su Gobierno: Tiene conocimiento V. E . por mi correspondencia sucesiva de las insinuaciones que, en ocasiones diversas, he dirijido al Gobierno de Chile, con el objeto de buscar su acuerdo para proceder a la organización de la Comisión pericial a quien está deferida, por el tratado de límites de 1 8 8 1 , la demarcación sobre el terreno de los que dividen a estos dos países, según se hallan determinados por las cláusulas respectivas del mismo tratado. Insistiendo últimamente en iguales insinuaciones, el Ministro de Relaciones Esteriores me ha hecho saber, en conferencia particular, que se encuentra autorizado por el Presidente de la República para celebrar el acuerdo propuesto, i en aptitud, por consiguiente, de empezar a tratar de tan retardado asunto, a lo cual he respondido al señor Zañartu con la invitación de entrar desde luego a ocuparnos de esta negociación. Estoi, pues, en el caso de solicitar de V. E . las instrucciones especiales que considere necesario comunicarme para poder llevar a término la mencionada negociación. E l M i n i s t r o d e R e l a c i o n e s Esteriores c o n t e s t ó el 1 4 d e A g o s t o a c o m p a ñ a n d o las bases p a r a u n a C o n v e n c i ó n Adicional al t r a t a d o d e
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1 8 8 1 , i c o m o hasta D i c i e m b r e no recibiera acuse d e recibo, pidió al Ministro Arjentino en Chile los informes o p o r t u n o s . E l señor U r i b u r u c o n t e s t ó el 2 0 de d i c h o m e s lo siguiente: Me toca empezar ofreciendo a V. E. la esplicacion del retardo en el acuse de recibo de la comunicación de 24 Agosto (*) número 1 4 ; esperaba, con fundamento positivo, poder comunicar en mui breve término el curso adelantado de la negociación promovida, i aun quizas su terminación misma, no hallando inconveniente, por esto, el corto aplazamiento de la contestación debida hasta esa oportunidad; i esto se habria presentado bien pronto, en efecto, sin la mediación de accidentes independientes de mi voluntad i que no podia vencer mi dilijencia. El último M i n i s t r o de Relaciones Esteriores de la Administración que terminó en Setiembre, con quien venia acordando los arreglos en cuestión, se encontró con las nuevas indicaciones que le presenté, según las instrucciones recibidas, cuando solo pocos dias de permanencia en su puesto tenia por delante i estos mismos entregados casi por completo a atenciones parlamentarias i de política interna) de manera que mui escaso tiempo o ninguno le quedaba que dedicar a otros. Por esta causa el asunto tuvo que ser aplazado para continuar tratándolo con el sucesor del Ministro saliente. E l nuevo Ministro señor J o a q u í n G o d o i tuvo varias conferencias cordiales con el señor U r i b u r u i prometió tratar d e la materia c u a n d o t e r m i n a s e el arreglo d e las reclamaciones d e los acreedores del P e r ú ; pero u n a crisis ministerial frustró aquellas promesas, i m p o n i e n d o a la iniciativa arjentina u n a n u e v a dilación. E l señor U r i b u r u agregaba: Sin embargo, creo poder contar con que ésta no será larga: el señor don Francisco Freiré, que es quien ha reemplazado al señor Godoi, me ha prometido prestar atención a la negociación pendiente i ponerse pronto en actitud de que nos ocupemos de llevarla a término. U n año m a s tarde, sin e m b a r g o , en 1 8 8 7 , las cosas seguían en el m i s m o estado. E n esa fecha el G o b i e r n o Arjentino estendia i remitía u n a Plenipotencia para q u e el señor U r i b u r u firmara la C o n v e n c i ó n , q u e n o estaba, sin e m b a r g o , negociada. El G o b i e r n o del señor B a l m a c e d a promovió un i n c i d e n t e q u e c o m p o r t a b a el aplazamiento d e la d e m a r c a c i ó n de límites. E l señor U r i -

(*) La nota era de fecha 14 i no 24.

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buru d a b a c u e n t a d e esta nueva faz del negociado en nota de 5 d e D i c i e m b r e de 1 8 8 7 , d i c i e n d o : Santiago, Diciembre 5 de 1SS7.
SEÑOR MINISTRO:

El Gobierno de este pais, a quien represento en toda oportunidad la urjencia de llevar a término la Convención que organicen las Comisiones demarcadoras de los límites entre las dos repúblicas, se muestra ahora vivamente interesado en hacer practicar un reconocimiento en alguno de los territorios contiguos a la línea probable de demarcación, i que, por lo mismo, son de pertenencia dudosa, i asi podrían estar en la de Chile o en la de la República Arjentina; i aunque considera, según me lo espresa, el acto inofensivo i practicable sin agravio de los derechos del vecino, se abstendría de poner en práctica su propósito, si no contase con el asentimiento esplícito del Gobierno Arjentino en tal sentido; quedaría entendido que tal asentimiento seria acordado bajo la condición de la mas perfecta reciprocidad. Propóneme, pues, el señor Amunátegui, en conferencia que acabamos de tener, que el Gobierno Arjentino preste su consentimiento para que los comisionados a quienes encargase de aquellos reconocimientos, puedan practicarlos sin obstáculos de parte de nuestras autoridades, i aun contando con la protección de éstas, si llegasen a necesitarla; en cambio de lo cual, las de Chile, por órdenes oportunas que les serian espedidas, rodearían de toda clase de facilidades i de igual protección a cualesquiera comisiones análogas que, obedeciendo instrucciones del Gobierno Arjentino, pudiesen pasar a territorio chileno. El mismo Ministro señor Amunátegui muéstrase también interesado en obtener dentro del mas breve tiempo posible una contestación a la anterior proposición, insinuándome con este motivo i en vista de las observaciones con que me escusaba de darle la contestación pedida mientras no fuese espresamente autorizado por mi Gobierno, que era conveniente solicitase de V. E . que dicha contestación me fuese trasmitida por telégrafo, sino tuviese para ello inconveniente i sobre todo en el caso de ser ella afirmativa. Parece que la solución de este incidente puede concurrir a aproximar la conclusión de la Convención relativa a la demarcación de limites, i en este concepto, la celeridad de procedimientos insinuada, en cuanto a la trasmisión de la respuesta esperada, seria indudablemente conveniente. Mi propio juicio, respecto a la proposición del Gobierno Chileno que acabo de hacer conocer a V. E., es el de que ella puede considerarse efectivamente inofensiva i no ocasionada a peligros, que no se divisa de donde pudieran sur/ir.

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Aprovecho esta ocasión para renovar a V. E . las seguridades de mi consideración irmi distinguida.
J O S É E. URIBURU

A S. E. ci señor doctor don Norberto Ouirno Costa, Ministro de Relaciones Estertores de ¿a República Argentina. El doctor Q u i r n o Costa, M i n i s t r o d e R e l a c i o n e s Esteriores, contestó en estos t é r m i n o s : Buenos Aires, Diciembre 31 de 1SS7.
SEÑOR MINISTRO:

Por la nota de 5 del corriente i confidencial de la misma fecha, me instruye V. E . que el Gobierno de ese pais se muestra vivamente interesado en hacer practicar un reconocimiento en alguno de los t e n ¡torios contiguos a la línea probable de demarcación, i que, por lo mismo, son de pertenencia dudosa; i aunque considera el acto inofensivo i practicable, sin agravio de los derechos arjentinos, se abstendría de poner en práctica su propósito, si no contase con el asentimiento esplícito de nuestro Gobierno: quedando entendido que tal asentimiento sería acordado bajo la condición de la mas perfecta reciprocidad. S . E. el señor Presidente, a cuyo conocimiento he llevado la referida nota, se ha instruido de ella con la mayor satisfacción, en vista de los deseos que manifiesta ese Gobierno por terminar cuanto antes el arreglo de los límites internacionales, solemnemente convenido por el Tratado de 1 8 8 1 . En tal concepto, me encarga trasmitir a V. E . las consideraciones que paso a esponer, respecto a los reconocimientos parciales que medita ese Gobierno, como un medio de aproximarse a la demarcación. S . E. el señor Presidente cree que, por tal sistema, no se obtendría ninguna ventaja en el sentido de dar cumpliento a las estipulaciones vijentes. Esas partidas esploradoras, penetrando en el territorio vecino, a mérito de una concesión no prevista en el pacto fundamental, serian causa de ajitaciones i alarmas en los pueblos i en la opinión. Ademas, lo fragoso de los territorios i lo estenso de la línea divisoria, haría que las espediciones enviadas empleasen largo tiempo en practicar los reconocimientos que, en definitiva, solo servirían para formar el criterio de una de las partes, i nó como antecedente legal para los deslindes. Penetrado el Gobierno de la inconveniencia que habría en adoptar ese espediente dilatorio, en cuestión de tanta importancia para los dos países, en vez de los reconocimientos aislados que se propone realizar el Gobierno de Chile, i que de poco servirían al objeto que se persigue, V. E. debe insistir en el negociado de la Convención

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proyectada, de conformidad con las instrucciones que le fueron comunicadas en 1886, i la plenipotencia que se le envió en 3 1 de Agosto de último. Como ese Excmo. Gobierno ha espresado su acuerdo para negó, ciar dicha Convención, que debe servir de regla a los peritos nombrados por las dos altas partes contratantes, quedará entonces librada la esploracion previa i la demarcación definitiva a los comisarios internacionales, que procederán unidos a dar cumplimiento i debida ejecución al Tratado de Limites. Si ellos discordasen en algunos puntos, serán éstos sometidos al juez arbitro, que debe resolver tales dudas, según lo preceptuado en el artículo l.° del mismo. De este modo, se ganará evidentemente mucho tiempo, evitándose gastos inútiles en esploraciones de poco provecho, i se eliminarán los tropiezos, que no dudo habrían de resultar, de esos reconocimientos aislados, no obstante las buenas disposiciones i el espíritu amistoso con que proceden ambos Gobiernos. Esperando que V. E. hará presente las consideraciones que preceden al señor Ministro de Relaciones Esteriores, en la misma forma en que le ha enunciado su pensamiento, me complazco en reiterar a V. E. las seguridades de mi mayor distinción.
N. QUIRNO COSTA

A S. E. el señor Enviado Estraordinario i Ministro Plenipotenciario de la República Arjentina en Chile, doctor don José E. Uriburu. El señor U r i b u r u c o n t i n u ó sus jestiones, después de esta acertada i previsora negativa, a u n a operación q u e no siendo final n o convenia emprender, i el G o b i e r n o del señor B a l m a c e d a aceptó r e s u e l t a m e n t e en 1 8 8 8 la d e m a r c a c i ó n . El 2 0 de Agosto d e d i c h o año, q u e d ó Adicional. firmada la C o n v e n c i ó n

Al negociar la C o n v e n c i ó n se trató de u n p u n t o q u e p o d i a c o m p o r tar una modificación al tratado de 1 8 8 1 , sobre el carácter i acción d e los peritos. Se p r o y e c t a b a autorizar a éstos para delegar sus altas furciones en los ayudantes. El señor U r i b u r u , en u n a nota de 1 8 8 8 , estudiaba a c e r t a d a m e n t e el p u n t o i avisó la solución dada, q u e era, sin duda, la única sostenible. Decia: E n cuanto a la delegación en las partidas auxiliares que se constituyan para practicar la demarcación misma de los limites, según se proponía en el proyecto emanado de ese Ministerio que me fué comunicado i que ha servido de base a esta negociación, ha sido ella resistida por el representante de Chile, fundado en que una estipulación

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en tal sentido vendría a introducir, sin necesidad i quizá con peligro, una innovación en el Tratado de 1 8 8 1 , cuyas disposiciones no era discreto alterar, al reglamentar su ejecución; i como por otra parte encontraba ajustada la observación i entendía que debia buscar la primera de mis instrucciones en el texto del Tratado a cuyas estipu laciones se desea dar cumplimiento, no pude tener vacilación en conservar en los peritos la atribución de fijar por sí en el terreno las líneas de demarcación, según perentoriamente lo establece el artículo 4." del Tratado a que vengo refiriéndome. Ha quedado, pues, así acordado, como podrá verlo V. E. en la cláusula respectiva de la Convención concluida. VI U n a ñ o d e m o r ó la sanción d e este arreglo por el C o n g r e s o de Chile, q u e lo a p r o b ó después del Arjentino i en m o m e n t o s en q u e la política interna d e aquel pais se c o m p l i c a b a g r a v e m e n t e i escluia la atención d e t o d o a s u n t o q u e n o fuera de notoria urjencia. E n consecuencia, el G o b i e r n o Arjentino n o m b r ó perito injeniero leógrafo don Octavio Pico, i el d e Chile al señor Diego Barros Arana. E n este p u n t o de la cuestión fui llamado a ocupar la cartera de R e l a c i o n e s Esteriores en 1 8 8 9 i m e recibí de ella en Setiembre, cab i é n d o m e el h o n o r de plantear este nuevo aspecto del asunto. El perito arjentino e n c o n t r ó ciertas dificultades para o b t e n e r en el país t o d o el material científico q u e necesitaba, i fué autorizado para trasladarse a E u r o p a , a fin de adquirirlo. Verificó este viaje con toda e c o n o m í a i rapidez, i h a b i e n d o comun i c a d o al Ministerio q u e estaba p r o n t o para m a r c h a r a Chile, a fin de reunirse con su colega en la fecha estipulada ( 2 0 d e Abril d e 1 8 9 0 ) en la c i u d a d de C o n c e p c i ó n , el P o d e r Ejecutivo t o m ó las m e d i d a s del caso i organizó el personal c o r r e s p o n d i e n t e . El señor Pico se p u s o en m a r c h a con una p a r t e d e los a y u d a n t e s , d e b i e n d o esperar ó r d e n e s en B u e n o s Aires el resto para dirijirse al p u n t o c o n v e n i e n t e de la frontera. F u é c o r t e s m e n t e recibido en Chile i lo participó al G o b i e r n o en los siguientes t é r m i n o s : Concepción de Chile, Abril 21 de 1S90.
SEÑOR MINISTRO:

Por telegrama que dirijí desde Santiago con fecha 1 8 del corriente al señor Sub-Secretario, se habrá informado V. E . de mi llegada a

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aquella ciudad, como asimismo de la partida para Concepción con el señor perito chileno para encontrarnos en esta ciudad el dia 2 0 , época fijada por el artículo 5. de la Convención de 2 0 de Agosto de 1888, a fin de dar principio a los trabajos preliminares de nuestra comisión. Creo deber añadir a aquella noticia la mui satisfactoria de haber sido recibido por el Gobierno de este pais i las autoridades de su dependencia con las muestras mas jentiles de simpatía i consideración. Antes de llegar a la ciudad de Santa Rosa de los Andes, un oficial del ejército, encargado espresamente por el señor Gobernador de este Departamento, vino a saludarme en su nombre i a ponerse a mis órdenes. Una vez en el hotel i apenas el señor Gobernador tuvo conocimiento de mi llegada, vino personalmente a obsequiarme en nombre del señor Ministro de Relaciones Esteriores i en el suyo propio, poniendo a mi disposición, al mismo tiempo, un wagon-salon reservado para mi viaje i un ayudante para que me acompañase hasta casi la mitad del camino. E n seguida tuvo aun la amabilidad de acompañarme hasta la estación del ferrocarril. Mi primera entrevista con el señor Perito chileno, que tuvo lugar el dia siguiente de mi llegada a Santiago, en nuestra Legación, entrevista de saludo solamente, como asimismo mi visita al señor Ministro de Relaciones Esteriores, han sido también mui amistosas, habiendo sido recibido con esquisita galantería i afabilidad por ambas personas. El señor Presidente de la República me recibió perfectamente, mostrándose lo mas afable i manifestándome los buenos deseos i sus mejores votos para el feliz desempeño de mi comisión. Un tren espreso nos condujo desde Santiago hasta esta capital. £ n la estación de esta ciudad, me esperaba el señor Intendente, que por encargo del señor Ministro de Relaciones Esteriores, vino a obsequiarme acompañándome hasta el hotel. Una vez en éste, i al sentarnos a la mesa, una banda de música de un batallón de línea entonó los acordes del Himno Nacional Arjentino. Creo, señor Ministro, que tan amigable recibimiento i tan repetidas atenciones hechas a mi persona, son una muestra de alta consideración que este Gobierno da a nuestro pais i al mismo tiempo un buen augurio para el feliz cumplimiento de la comisión que me ha sido confiada. Dejando así llenado el objeto de la presente, tengo el honor de saludar a V. E . con mi consideración mas distinguida.
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OCTAVIO

Pico Felipe R. del Viso,
Secretario

A S. E. el seño} Ministro de Relaciones Esteriores, doctor don Estanislao S. Zeballos.
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VII E l G o b i e r n o Arjentíno e n t e n d í a q u e , d e a c u e r d o con el texto del tratado, d e b i a c o m e n z a r la d e m a r c a c i ó n p o r el N o r t e , con lo cual a q u é l era fielmente c u m p l i d o i consultadas las conveniencias d e a m b a s naciones. Las rejiones del Sud, en efecto, están casi todas d e s p o b l a d a s en la rejion d e los límites, mientras q u e al N o r t e , la Arjentina i Chile confinan por provincias populosas, ricas en e l e m e n t o s de trabajo, a cuyo desarrollo a b r e n vastos i nuevos horizontes los ferrocarriles c o n c e d i d o s o en construcción, varios d e los cuales, por otra parte, atravesarán el límite i serán internacionales. El a d e l a n t o m i s m o d e las industrias pastoril i minera, exije la mayor claridad en la línea d e límites, para evitar conflictos frecuentes de jurisdicción o el ejercicio de ella por u n o u otro E s t a d o , en territorios d e d u d o s o d o m i n i o . Fijados los límites en la rejion m a s p o b l a d a de las dos Repúblicas, el desenvolvimiento d e la industria i d e la población d e a m b a s se operará sin vacilaciones i con plena seguridad, evit a n d o la sucesión de incidentes que, si n o p e r t u r b a r á n j a m a s la b u e n a a r m o n í a internacional, son causas d e alarmas públicas i d e i n c e r t i d u m bres esternas e internas, q u e recíprocos intereses aconsejan evitar. P o r la proximidad m i s m a en q u e se e n c u e n t r a la parte N o r t e de la frontera d e los centros de población de u n o i otro país, por las frec u e n t e s c o m u n i c a c i o n e s entre éstos, por los mas d e t e n i d o s i prolijos estudios q u e sobre aquellos parajes h a n sido ejecutados principalmente por jéografos de Chile, los p u n t o s q u e han d e d e t e r m i n a r el límite, c o m o el t e r r e n o por d o n d e han d e correr las líneas q u e los unan, son mas conocidos i practicables (7): d e manera q u e m a r c h a n d o de N o r t e a Sur, se irá siempre d e lo mas fácil a lo m e n o s fácil. D e este m o d o , la práctica i la esperiencia adquiridas irán poco a poco, pero lójica e infaliblemente a l l a n a n d o los obstáculos q u e los hechos presenten. D e este m o d o t a m b i é n se o b t e n d r á la i n e s t i m a b l e ventaja d e que, c u a n d o se p r e s e n t e n las dificultades q u e el t r a t a d o prevé, (si ellas ocurren), el p r o l o n g a d o trato, la cooperación c o n t i n u a en trabajos científicos, q u e t a n t o elevan el espíritu, el sufrimiento c o m ú n (7) Llamamos la atención hacia estos conceptos que contradicen palmariamente lo que hoi se afirma, de que la Sub-comision arjentina del año 92 no conocía los parajes donde iba a operar.

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de las privaciones i fatigas inherentes a la vida d e m o n t a ñ a , la prestación d e servicios i de auxilios recíprocos, h a b r á n desarrollado ya e n t r e todos los m i e m b r o s d e la d o b l e Comisión el espíritu d e c o m p a ñ e r i s m o i la amistad, q u e e n j e n d r a n la b e n e v o ' e n c i a , gracias a la cual no hai dificultad q u e n o p u e d a ser vencida. El a c u e r d o d e los peritos sobre estas ideas fué c o m p l e t o . E l P e r i t o de Chile n o opuso observaciones a comenzar los trabajos p o r el N o r t e , limitándose a manifestar q u e a c e p t a b a el p r o c e d i m i e n t o , sin perjuicio de p r o p o n e r la m e d i d a q u e juzgase oportuna, en el caso de que fuese necesario prestar atención por causa imprevista i urjente al trazado del límite en otros p u n t o s de la frontera, en cuya o p o r t u n i d a d i aun c u a n d o se conviniera m a n d a r Sub-comisiones a dichos trabajos, n o se suspendería la d e m a r c a c i ó n c o n v e n i d a de N o r t e a Sur. El P e r i t o Arjentino avisó el resultado d e las conferencias el i.° d e Mayo i en estos t é r m i n o s : Tengo el honor de dirijirme a V E. con el objeto de darle cuenta de las sesiones que hasta hoi hemos tenido con el señor perito chileno, poniéndolo al corriente de lo ya acordado con respecto a la demarcación de limites entre la República Arjentina i esta Nación. Como V. E . tendrá ya conocimiento por mi nota número r, fecha 2 i del próximo pasado Abril, el dia 20 tuvimos con el señor Barros Arana la primera conferencia, en la ciudad de Concepción, como lo comunicamos por telégrafo a V. E., limitándonos a presentar, por ambas partes, nuestros correspondientes nombramientos que nos acreditaban en el carácter de peritos arjentino i chileno, i después de haber hecho la presentación de los ayudantes que nos acompañaban, dimos por instalada la oficina en aquella ciudad, dando principio de esta manera a los trabajos preliminares de nuestra Comisión, según lo estipulado en el artículo 5. de la Convención de 20 de Agosto de 1888. En la segunda sesión o conferencia, tratándose de la estension que debían abarcar los trabajos de demarcación, se acordó que dichos trabajos debian comprender toda la totalidad de las líneas fijadas pollos tratados. Se trató en seguida, bajo mi propuesta, de designar el punto de partida de las operaciones de demarcación, indicando para esto la provincia de Atacama. Pero el señor Perito no quiso pronunciarse al respecto sin consultarlo antes con los ayudantes que le deben asesorar respecto de los trabajos. E n esta misma sesión se resolvió trasladar la oficina a esta capital, no estimando necesario que nuestras conferencias continuasen a celebrarse en la ciudad de Concepción, haciendo uso para esto de la
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facultad que el artículo 8.° de la Convención de 20 de Agosto de 1888 confiere a los peritos. Vueltos a esta capital, i bajo mi proposición, fué acordado i se designó el Paso de San Francisco, en la provincia de Ataca.nia, punto de arranque de los trabajos de demarcación, como asimismo que estos continuarían de Norte a Sur hasta su terminación, siempre que una causa imprevista no nos obligase a suspender tales trabajos para llevarlos a otro punto, lo cual, en tal caso, seria hecho de común acuerdo. E n t r e el P a s o de San Francisco, q u e cruza los A n d e s entre Catamarca i A t a c a m a , i la frontera de Bolivia, q u e d a una parte de límite arjentino-chileno, q u e se trazará, c u a n d o la R e p ú b l i c a Arjentina i la de Bolivia hayan fijado su límite definitivo. E n t o n c e s se prolongará el límite arjentino-chileno al N o r t e d e San Francisco, por corta distancia; hasta ligarlo a la línea arjentino-boliviana (8). VIII D e t e r m i n a d o el comienzo del trabajo en el C o n t i n e n t e , el Perito Chileno p r o p u s o e m p r e n d e r t a m b i é n la división d e las islas. E n la precitada nota lo dice el P e r i t o arjentino en estos t é r m i n o s : Habiendo el señor Barros Arana manifestado la conveniencia que habría en enviar cuanto antes una comisión que trazara la línea divisoria en la Tierra del Fuego, para poner término a los conflictos continuos que allí ocurren, me opuse a esta proposición, fundado en las mismas razones en que fundé mi opinión para que los trabajos comenzaran por el Norte, prometiendo, sin embargo, consultar por telégrafo a V. E., como lo he hecho con esta misma fecha. Espero, pues, la respuesta de V, E. a mi telegrama para dar una contestación categórica al respecto. La renuncia colectiva del Ministerio había d a d o lugar al interinato en la cartera de Relaciones Esteriores en la R e p ú b l i c a Arjentina. La d e s e m p e ñ a b a el Ministro d e Justicia, C u l t o e Instrucción Pública, (8) Obsérvese que esto lo escribió el Ministro señor Zeballos después de que el Congreso Arjentino había sancionado ya, en 12 de Noviembre de 1891, el tratado de límites con Bolivia celebrado en Buenos Aires en 10 de Marzo de 1889, e introducida una modificación en su cláusula primera. El Ministro señor Zeballos espresa claramente que el límite arjentino chileno prolongado hacia el norte de San Francisco, se encuentra con la línea arjentino-boliviana, la cual, por consiguiente, debe cruzar en esa rejion en dirección del paralelo, i nó como lo hemos visto interpretado en recientes mapas arjentinos, en que se le indica en el cordón occidental de los Andes,

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doctor d o n A m a n d o Alcorta, m i e n t r a s llegaba el titular, d o c t o r d o n R o q u e Saenz P e ñ a . El doctor Alcorta contestó a la consulta del señor Pico, sobre la demarcación de la Tierra del Fuego, en el telegrama siguiente: Buenos Aires, Mayo ~¡ de 1800
SEÑOR OCTAVIO

Pico,

PERITO

ARJENTINO:

Concepción (Chile) El señor Presidente no encuentra inconveniente en que se trace la linca en la Tierra del Fuego desde el Cabo del Espíritu Santo hasta el Canal Beagle, al mismo tiempo que se practica la demarcación, empezando por el estremo Norte en la Cordillera de los Andes, lo que trascribo a Vd. a sus efectos. Lo saluda.
A. ALCORTA

El señor Pico acusó recibo de este telegrama, d a n d o c u e n t a

del

arreglo h e c h o sobre el límite en la Tierra del F u e g o . Buenos Aires, Julio 3 de 1S0O
SEÑOR MINISTRO:

Ya en mis notas i telegramas anteriores, dirijidos desde Concepción i Santiago de Chile, he puesto en conocimiento de ese Ministerio todos los acuerdos celebrados con el señor perito chileno referentes a la demarcación de límites entre la República i Chile. Solo me falta dar cuenta a V . E. (para que tenga en su archivo todo lo que con este asunto se relaciona) de lo convenido en la última conferencia que tuvo lugar el 8 de Mayo próximo pasado. En ella se trató del establecimiento de la linea limítrofe en la Tierra del Fuego—punto consultado en mi telegrama de i." de Mayo i al que hago referencia en mi nota de la misma fecha—i fué resuelto, que el el verano próximo se daria principio a los trabajos para fijar dicha linea, la cual debe tener por extremo norte el Cabo del Espíritu Santo i prolongarse al Sur verdadero hasta el Canal de Beagle, siendo amojonada en toda su ostensión con mojones de fierro. Esta resolución concuerda con los deseos del Gobierno espresados en su telegrama de fecha 7 de Mayo i con mi opinión, que manifesté a ese Ministerio en mi citada nota del 1.° del mismo mes. Deseando el señor Perito chileno que la Comisión que deberá operar al Sur, como la que trabajará al Norte, fueran compuestas de tres ayudantes por cada parte, bien que yo no creyera absolutamente necesario un personal tan crecido para la primera, accedí a su pedido, confiando en que el Gobierno hará honor a mi compromiso, nombrando un ayudante mas. Saludo a V . E. respetuosamente.
OCTAVIO PICO

Felipe R. del Viso,
Secretario

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Q u e d a b a , pues, p l a n t e a d a la demarcación, i los peritos consideraron q u e era difícil fijar con precisión la fecha en q u e d e b i a n c o m e n z a r los trabajos d e la p r ó x i m a estación, d e t e r m i n a n d o , de c o m ú n a c u e r d o q u e en t o d o el m e s de O c t u b r e de 1 8 9 0 se reunirían las comisiones arjentina i chilena en Santiago para partir de ella, asi c o m o el estado de la Cordillera permitiera, a dar principio a las operaciones. A s i m i s m o se a c o r d ó t o m a r una casa en Santiago para instalar la oficina de d e m a r c a c i ó n d e límites i sacar a licitación la construcción d e doscientos hitos q u e d e b e n servir en los primeros tiempos del trabajo para m a r c a r la línea divisoria entre a m b a s naciones. IX M i e n t r a s estos p r o c e d i m i e n t o s eran c o r d i a l m e n t e t r a m i t a d o s , ocurrió un incidente diplomático, relacionado con la demarcación i del cual t a m p o c o ha recibido informes el H o n o r a b l e C o n g r e s o d e la N a c i ó n por la causa espuesta en el párrafo primero. D e s p u é s de ratificado el p a c t o de 1 8 8 1 , el G o b i e r n o de Chile hizo practicar estudios del terreno en el cual correría la línea de frontera descrita por aquel d o c u m e n t o . Esos estudios fueron publicados en 1 8 8 4 i 1 8 8 6 con los títulos de Memoria sobre las Cordilleras del Desierto de Atacama i Rejiones Limítrofes i Memoria sobre la Rejion Central de las Tierras Magallánicas, bajo la firma del Injeniero Civil i d e Minas don Alejandro B e r t r a n d , primer a y u d a n t e de la Comisión al servicio del Perito de Chile (9). E n el volumen d e d i c a d o a las T i e r r a s MagaHánicas, el capítulo V se titula: Demarcación de los límites con la República Arjentina. Él hace la crítica del tratado, sosteniendo que, al celebrarlo los negociadores de Chile, olvidaron los hechos jeográficos, c o n o c i d o s d e s d e tres siglos atrás. Sus palabras son estas: El dominio de Chile sobre la Patagonia Austral principia en el paralelo 52 de latitud, en el punto de intersección de ese paralelo con el divortia aquarum de los Andes. Este punto de partida es el que importa conocer i fijar, i era el encontrarlo uno délos principales objetos de nuestra esploracion; pero ella solo ha venido a confirmar un hecho aseverado hace mas de tres siglos, que parece haber sido alindado en la redacción de nuestro tratado de limites; esto es, que la Cordillera de los Andes pierde su continuidad al llegar a la rejion patagónica: sus cumbres se diseminan por las numerosas islas i penínsulas de los canales occidentales; el divortia
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(9) Léase la nota 2 2 del texto.

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aquarum de las corrientes que bajan a ambos océanos se aparta con frecuencia de su dorso fracturado i se traslada mas al Oriente, alcanzando a veces hasia la rejion plana de las pampas. Esto sucede especialmente en las proximidades del paralelo 5 2 , donde la planicie se estiende de tino a otro océano ( 1 0 ) .
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Queda, pues, demostrado de un modo inconcuso que en la latitud de 52°, la Cordillera de los Andes derrama todas sus vertientes en las aguas del Pacifico i que el divertía aquarum del Continente debe buscarse al Oriente de ella, en las estensas vegas que forma el afluente occidental del rio Gallegos. A este mismo lugar llegó por tierra el i.° de Diciembre de 1877 el teniente Rogers, de la dotación de la corbeta chilena Magallanes, partiendo de un campamento próximo a los morros Philippi i Domeyko, i siguiendo mas o menos el paralelo de esa localidad ( 5 i ° 4 5 ' ) , atravesando varios pantanosos afluentes setentrionales del rio Gallegos i los espesos bosques que cubren los últimos ramales de la Cordillera. «Pasada una parte del bosque que había sido quemada i que atravesamos con mucha dificultad i a pié, dice el señor Ibar, joven naturalista que acompañaba al teniente Rogers, comenzamos a subir la ladera de un cerro para poder dominar algún horizonte. E n efecto, desde este sitio, a mas altura que la espesa selva, vimos el canal que buscábamos. Estábamos un poco al N o r t e de la bahía Disappointmcnt, cerca del brazo Obslruction. Al Sur dejábamos las llanuras de Diana (los pantanos, dice el señor Rogers). Teníamos ante los ojos el mar, un ancho canal que se interna al N o r t e i cuyo término veíamos; dos isletas se destacaban de su azulada superficie, desnudas de vejetacion arborescente. Veíamos al Oeste altos picos cubiertos de nieves eternas i a sus pies el mar que se internaba en los canales De allí podia apreciarse cómo la gran Cordillera de los Andes, desviada del continente, se desparrama caprichosamente en el laberinto de islas, que forman un verdadero hacinamiento surcado i subdividido por la red de canales de la Patagonia occidental.» (Memoria sobre la Rejion Central de las Tierras Magul/áuicas, etc., pajinas 132 i siguientes. Santiago de Chile, 1SSG.—El mismo estudio ha sido reproducido en el Anuario Hidro¡rráfico de Chile, tomo XI, pajinas 3 3 2 i 334.) El señor B e r t r a n d aconseja q u e el límite baje a la rejion de las llanuras, abandonando la Cordillera de los Andes i la cláusula categórica (10) Faltan aquí algunos trozos, i está cambiado el orden de los restantes, como puede verse en la obra citada al final.

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del tratado, que prescribe el límite (i i); pero n o espongo los hechos para discutirlos, p o r q u e eso seria e s t e m p o r á n e o en esta M e m o r i a , c u a n d o esa dificultad, c o m o las d e m á s q u e aparezcan, están sometidas a los Peritos, sus jueces, i éstos se e n c u e n t r a n ya en plena acción. Jeógrafos ai jentinos de m e r e c i d o r e n o m b r e habían d i c h o antes q u e el injeniero Bertrand, q u e en el grado 5 2 las c u m b r e s mas elevadas d e los A n d e s que dividen las aguas, o sea la Cordillera Sarmiento, entran al mar Pacífico ( 1 2 ) , orijinando un d e b a t e jeográfico entre los distinguidos oficia'es de marina señores M o y a n o i Serrano M o n t a n e r , d e b a t e q u e cesó con una declaración del primero, a p e l a n d o a la decisión de los Peritos, p o r q u e juzgaba i n c o n v e n i e n t e t o d a discusión, c u a n d o ellos tenian el asunto entre m a n o s . E s t o s a n t e c e d e n t e s se relacionan con la resolución del G o b i e r n o de Chile d e establecer nuevas poblaciones en p u n t o s d e la rejion estu diada, d o t á n d o l a de e l e m e n t o s vitales. U n a población debia ser fundada en la P e n í n s u l a del Reí Guillermo, al Sur del grado 5 2 , con el n o m b r e d e Muñoz G'ranero, d o m i n a n d o el canal q u e pasa por la e s t r e m i d a d de la Cordillera Sarmiento i la entrada a los canales de las M o n t a ñ a s i d e la U l t i m a E s p e r a n z a . L a otra población tenia por asiento el rio Buta Patena, q u e nace al O r i e n t e d e los A n d e s , recibe varios arroyos de importancia, i escurriéndose p o r una rajadura del espinazo a n d i n o , pasa a desaguar en el Pacífico. E s t a fundación iniciada en 1 8 8 8 no d e b i ó ser m i r a d a con indiferencia por el G o b i e r n o Arjentino. E n efecto, el Ministro del Interior d e Chile, en M e m o r i a presentada al C o n g r e s o N a c i o n a l de 1 8 8 9 , al dar c u e n t a del uso de las autorizaciones votadas en el presupuesto del año anterior, decía en las pajinas L V I a L X lo siguiente: La elección de las localidades en que dichas poblaciones debian ser establecidas, ha sido materia de detenido estudio para consultar su porvenir agrícola e industrial i formar al mismo tiempo centros de recursos para la navegación de los mares del Sur.

( 1 1 ) El tratado dice también categóricamente que el límite va por el continente. ( 1 2 ) Llamamos la atención hacia la contradicción flagrante que esta afirmación envuelve. ¿Qué aguas pueden dividir esas cumbres que "entran al mar Pacífico,,?—Las aguas de la península Sarmiento. ¿Habrá alguien que de buena fé, pueda sostener que el precepto fundamental de dividir aguas entre dos países, puede aplicarse a las de una pequeña península, separada del continente por un brazo de mar?

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Las esploraciones practicadas en diversas épocas en el valle del rio Buta Palena, situado a los 43°4o' de latitud meridional i principalmente la que realizó en 1885 el entonces sub-director de la Oficina Hidrográfica, don Ramón Serrano Montaner, en virtud de la Comisión que se le confirió por el Ministerio de la Guerra i Colonización, cuya relación se encuentra publicada en el tomo X del Anuario Hidrográfico, decidieron al Ministerio a elejir este valle como el lugar mas propiado para el estableciento de una población i de una colonia agrícola, que dé vida a la considerable estension de nuestro continente austral, hasta hoi despoblado. Según las informaciones recojidas, el rio se presta por su caudal de agua a ser navegable por las embarcaciones que puedan salvar la barra que existe en su desembocadura, pues es bastante profundo. La Cordillera de los Andes se divide en esta latitud en tres grandes cordones, que el rio atraviesa en su curso ( 1 3 ) , formando entre el cordón central i el oriental un valle lonjitudinal, estensisimo, que recorre al parecer, una zona de latitud considerable al Norte i Sur de la laguna oríjen del rio. Este valle es apropiado para la crianza de ganados i aun para la agricultura. E n cuanto a sus maderas, se diferencian del bosque que cubre toda la costa, i su calidad, mui semejante a la del pino americano o al ciprés, es apta para construcciones por su poco peso, que facilita al mismo tiempo su estraccion, pues flota perfectamente en el agua. A los colonos, aparte del sitio para su habitación, se les dará en la isla (*) una pequeña estension para cultivo i una hijuela, en el valle interior. E n la actualidad existen algunas familias radicadas en la colonia, i se han presentado al Intendente de Llanquihue muchas solicitudes para el mismo objeto, notándose cierto interés por la esplotacion de las maderas del valle i la crianza de ganados. Con el objeto de fomentar la nueva población i de asegurarle una salida para sus productos i para su abastecimiento, el Ministerio se (13) Esto es un simple error de imprenta o de pluma de la Memoria Ministerial citada. Quiso decir eyidentemente: La cordillera se divide en tres grandes cordones, de los que el rio atraviesa dos en su curso, pues solo así es congruente esta frase con la siguiente: formando entre el cordón central i el oriental un valle lonjitudinal. Esto mismo es lo que afirman los hechos: tenemos a la vista el plano del Palena del señor Serrano, donde están dibujados los tres cordones i las nacientes del Palena entre el cordón del centro i el mas oriental. Este último es el que aparece en el plano del señor Steffen con el nombre de cordón divisorio, que es el que topográficamente le corresponde, mientras el que el capitán Serrano llamó central se designa con el de intermediario, que se refiere a su posición entre el divisorio i las alturas aisladas de la costa e islas. (*) Isla de Leones, situada en la boca del rio, en el Pacífico.

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apresuró a celebrar con la Compañía Sud-Americana de Vapores un contrato, aprobado por decreto de Febrero último, para hacer un viaje mensual entre Mellipulli i Palena, con escala en la isla de Chiloé. El ofrecimiento de tierras al O r i e n t e del c o r d ó n central d e los Andes era una flagrante violación del espíritu i d e la letra del t r a t a d o de 1 8 8 1 ( 1 4 ) , q u e debió ser reclamada por el G o b i e r n o Arjentino, p o r q u e la parte citada de la M e m o r i a se refiere, c o m o he dicho, al c u m p l i m i e n t o d a d o por el P o d e r Ejecutivo a las partidas votadas en el P r e s u p u e s t o de 1 8 8 8 , para fundar aquellas poblaciones australes. C u a n d o m e recibí del Ministerio d e R e l a c i o n e s Esteriores, en Set i e m b r e de 1 8 8 9 , conocía estos hechos i la M e m o r i a citada; pero no e n c o n t r é a n t e c e d e n t e s , ni acción alguna iniciada respecto de ellos. M e apresuré, en consecuencia, a llamar la atención del A c u e r d o d e G o b i e r n o sobre el caso i fui autorizado para proceder a los esclarecimientos necesarios en resguardo d e los derechos d e la R e p ú b l i c a Arjentina. E n consecuencia, organicé r á p i d a m e n t e u n a espedicion, a cuya cabeza m a r c h a b a el capitán de fragata don Carlos María M o y a n o , esclarecido jeógrafo i esplorador de la Patagonia, llevando c o m o s e g u n d o jefe al injeniero civil don P e d r o Ezcurra, con el personal i elementos científicos necesarios para verificar d e t e n i d o s estudios. E s t a espedicion debia, entre otros propósitos, llegar al valle del rio Palena, situado al O r i e n t e del C o r d ó n Central de los A n d e s , i verificar si existían en él p o b l a d o r e s de Chile, cuyo h e c h o serviría de base para plantear las reclamaciones amistosas q u e resultaran oportunas. A la vez m e dirijia al señor U r i b u r u , p r i m e r a m e n t e en carta confidencial i después oficialmente. E n la carta de 2 1 de D i c i e m b r e de 1 8 8 9 , le decía: No omita V. E. oportunidad de imponerse detenidamente de las esploraciones i fundaciones de ciudades que hace Chile en el territorio aun dudoso en cuanto al dominio definitivo de la cordillera patagónica ( 1 5 ) . Las declaraciones que sobre la fundación de la ciudad de Buta Palena avanza el Ministro del Interior en su Memoria de 1889, son (14) Sin embargo, el mismo señor Zeballos habia declarado en una sesión del Institutojeográfico Arjentino, que el curso de los rios hacia el Occidente en esa rejion, revelaba que los viajaros hallaban tierras de Chile. (Bol. Inst. Jeogr. t. VII. p. 102.) (15) Conviene tomar nota de que el Ministro Zeballos consideraba dudoso este dominio

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graves i atacan derechos arjentinos, pues se ofrecen tierras al Oriente del cordón central de los Andes El Gobierno se ocupa de estudiar el caso i no tardará mucho sin que Vd. reciba las instrucciones a que hubiese lugar. D e la espedicion M o y a n o s o l a m e n t e s a b í a m o s q u e se había internado en la rejion a n d i n a al Sur del grado 4 2 i era necesario recibir sus informes ciertos para fundar las instrucciones q u e d e b i a recibir el Ministro Arjentino en Chile.
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X Sin e m b a r g o , con el objeto de preparar la acción de éste, el Ministerio le dirijió la n o t a d e 8 d e E n e r o d e 1 8 9 0 , d i c i é n d o l e : H e tenido el honor de recibir la comunicación de V. E., fecha 1 8 de Diciembre, avisando las buenas disposiciones que nota en el Excmo. señor Presidente i en el Ministro de Relaciones Esteriores de esa Repúlica respecto de la Arjentina, asi como la opinión de V. E . de que conviene apresurarse en la ejecución del deslinde internacional, no solamente porque esta operación carecerá de dificultades, sino también porque una demora motivada por nuestro pais causaría recelos perjudiciales. Desde luego, este Ministerio aplaude la actitud de V. E . en cuanto tienda a inspirar confianza a ese Gobierno respecto de los móviles elevados i leales que siente la República Arjentina en sus relaciones con Chile; pero me permitirá V. E . recordarle que este Gobierno h a tenido ocasión de apreciar ciertos hechos producidos por esa República que no concuerdan del todo con la confianza de que V. E. seencuentra animado. La buena armonía que felizmente une a las dos naciones i la lealtad de que no cesamos de dar pruebas para la ejecución del Tratado de 1 S 8 1 , nos autoriza a esperar que ese Gobierno se conserve quieto al occidente d é l a linea de las mas elevadas cumbres ( 1 6 ) , absteniéndose de actos administrativos que den por resultado anticipadamente lo que el Tratado quiere que sea resuelto por los peritos, en su debida oportunidad. Los antecedentes relativos a esploraciones del Buta Palena han sido publicados en el tomo XI del Anuario Hidrográfico de Chile. (16) No hai que olvidar que esa supuesta línea es una ficción irrealizable (Documento G. i Apéndices S I S 2.
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Conviene advertir a V. E. que estas observaciones solamente se refieren a la parte de territorio que se encuentra al Oriente de las mayores alturas de los Andes. Pero, i sin perjuicio de lo que conviene hacer mas adelante, según el jiro de los sucesos, recomiendo a V. E. que no pierda oportunidad de insinuar de la manera mas discreta al señor Ministro de Relaciones Esteriores de ese Gobierno, que conviene abstenerse de toda acción i población, esperando lealmente el fallo de los peritos, que no tardará. Al mismo t i e m p o q u e ponia estos hechos en m a n o s del señor M i nistro Arjentino en Chile i m i e n t r a s e s p e r á b a l a s noticias de la espedicion M o y a n o , para ampliar definitivamente sus instrucciones, ocurrió el h e c h o siguiente: El Ministro Arjentino en I n g l a t e r r a habia c o m u n i c a d o en M a y o de 1 8 8 9 q u e la c o m p a ñ í a Argentine Southern Land Lint, ofrecía acciones e n L o n d r e s para adquirir 2 4 leguas d e tierra sobre el ferrocarril del C h u b u t a Bahía N u e v a i 2 9 8 leguas a ubicar e n t r e los grados 4 1 a 4 4 ° d e latitud Sur i 6 9 i 7 2 de lonjitud Oeste de Greenwich. La ubicación arrancaría del lago N a h u e l - H u a p i al Sur, salvando el g r a d o 7 2 , p u e s u n a sola fracción se interna a la lonjitud de 7 1 i 4 0 i baja luego a la c u e n c a del rio C h u b u t . L o s diarios d e B u e n o s Aires publicaron la nota del señor D o m í n guez, i a p e n a s fué conocida en Chile, el G o b i e r n o o r d e n ó al señor M a t t a q u e reclamara, i así lo hizo, c o m o había formulado reclamaciones a n t e r i o r m e n t e cerca de mi predecesor el doctor Q u i r n o Costa, por otros h e c h o s . L a nota del Ministro de R e l a c i o n e s Esteriores d e Chile al señor M a t t a , decia:
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E n la comunicación del capitán Serrano, que es reproducida por la de este Departamento bajo el número 463, se contiene una referencia que el Ministro Arjentino hace a 298 leguas otorgadas por el Gobierno Nacional a la Arjcntine Souihern Land Company Limited, confiriéndole la facultad de elejirlas entre los grados 4 1 i 4 4 de latitud Sur i 6 9 i 7 2 de lonjitud Oeste de Greenwich (17). Esas tierras
o o o o

(17) Por lo menos un grado jeográfico (unos 80 kilómetros) al Poniente de las nacientes de los rios tributarios del Pacífico; Staleitfií, Corintos, Chaviñique Palla, Carrileufu. (Véanse él plano del territorio del Chulmt, por el injeniero Pedro Ezcurra, 1893 i la "Carta Jeneraln de la espedicion chilena de 1894, inserta en los Anales de la Universidad, Noviembre de 1894.)

MEMORIA

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se encuentran, según el indicado capitán, al poniente del divortia aquarum de los Andes, i están regadas por el rio Palena (Carrilef de los indijenas) i por otros rios chilenos, tributarios del Pacífico. El Gobierno de Chile, tiene, pues, en este momento razón para creer que pertenecen a su jurisdicción la mayor parte, de los terrenos a que alude el señor don Luis L. Domínguez, i en tal caso, se encuentra en presencia de una duda que debe ser esclarecida por los peritos, conforme al Tratado de 1881. En tal situación, ignorando el Gobierno de Chile la exactitud de la afirmación contenida en la nota del señor Domínguez, el Departamento tiene el deber de llamar a ella la atención de V. S., a fin de que V. S., prevalido de la cordialidad que felizmente existe entre uno i otro pueblo, someta la cuestión actual al ilustrado e imparcial criterio del señor Ministro de Relaciones Esteriores. El Departamento abriga la completa seguridad de que, siendo o nó exactas las ideas que se espresan en la nota del señor Domínguez, el Gobierno Arjentino se apresurará, como lo haria el de Chile, a adoptar algún temperamento que aleje toda posibilidad de complicación en el problema de la fijación de nuestros límites. Antes de un año no sera posible que los peritos demarquen en el terreno del rio Palena i los espacios que lo circuyen, i conviene que en el trascurso de ese tiempo no ejecuten en sus cercanías los Gobiernos Arjentino i Chileno ningún acto de jurisdicción. A p r o v e c h é la c o y u n t u r a de creer el G o b i e r n o d e Chile q u e la concesión de tierras a los colonos del C h u b u t podía e s t e n d e r s e hasta el valle del Palena, para tocar este a s u n t o , q u e m e p r e o c u p a b a . N o fué difícil el a c u e r d o con el Plenipotenciario d e Chile. E r a la primera vez q u e tenia el h o n o r de tratar con él sobre nuestros trascendentales asuntos, i e n c o n t r é con viva satisfacción mia, en el señor d o n G u i l l e r m o Matta, un estadista de levantadas i amplias miras, preocup a d o s i n c e r a m e n t e de allanar obstáculos a la fecunda amistad d e las dos n a c i o n e s . D e s p u é s d e analizar los h e c h o s q u e s i m u l t á n e a m e n t e p r e o c u p a b a n a a m b a s Cancillerías, llegamos a u n a declaración recíproca en este sentido: Q u e t o d o acto d e u n o u otro G o b i e r n o q u e estendiera su jurisdicción hasta la parte de la Cordillera de d u d o s o d o m i n i o , por n o h a b e r trazado todavía en ella los peritos el límite definitivo, n o afectaría los resultados d e la d e m a r c a c i ó n q u e se iba a practicar, con arreglo al trat a d o d e i 8 8 r . Agregué, q u e la R e p ú b l i c a Arjentina quería c u m p l i r l e a l m e n t e el T r a t a d o , sin producir ni tolerar actos subrepticios p a r a desvirtuar el r e s u l t a d o d e aquella operación. Q u e n u e s t r o pais i su Gobierno tenían profundo respeto a la b u e n a fe i n t e r n a c i o n a l , i q u e la

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línea q u e resultara de la ejecución del t r a t a d o seria a c e p t a d a i m a n t e nida, a pesar d e cualquier h e c h o p r o d u c i d o por ignorancia d e la s i t u a ción del límite. E l señor M a t t a a b u n d ó en el m i s m o o r d e n d e ideas, i h a b i é n d o m e r e p r e s e n t a d o la alarma q u e reinaba en Chile, p o r q u e se atribuían a la R e p ú b l i c a Arjentina propósitos d e a v a n c e territorial hacia el O c c i d e n t e de los A n d e s , le c o n t e s t é q u e escribiera a su G o b i e r n o reiterándole las declaraciones d e mis p r e d e c e s o r e s i la mia actual, d e q u e el G o b i e r n o Arjentino no creia c o n v e n i e n t e , ni digno, q u e cualquiera d e las dos naciones se a d e l a n t a r a a p r o d u c i r actos, q u e dificultaran el c u m p l i m i e n t o del T r a t a d o de 1 8 8 1 i q u e las infundadas alarmas d e s aparecerían c u a n d o se trazara la frontera, p e r m i t i é n d o n o s esta operación d e d i c a r n o s sin obstáculos a estrechar la noble amistad q u e d e b e unir siempre a las dos R e p ú b l i c a s ( 1 8 ) . Convinimos, finalmente, q u e esta recíproca declaración seria c o m u nicada por el señor Matta a su G o b i e r n o en n o t a oficial, i por mi parte la consigné en la M e m o r i a sometida al A c u e r d o J e n e r a l de G o b i e r n o de 2 4 d e D i c i e m b r e d e 1 8 8 9 , avisándola al señor U r i b u r u en la nota del 8 d e E n e r o citada. El 1 0 d e E n e r o el Ministerio dirijió u n a nueva c o m u n i c a c i ó n al señ o r U r i b u r u , d á n d o l e instrucciones para informar al Ministro d e R e l a ciones Esteriores d e Chile sobre lo c o n v e n i d o con el señor M a t t a i. o b t e n e r del m i s m o la ratificación de las declaraciones recíprocas. El señor U r i b u r u acusó recibo d e estas notas el 3 de F e b r e r o , m a nifestando q u e los frecuentes c a m b i o s ministeriales q u e tenían lugar en Chile dificultaban el resultado d e las jestiones q u e se le e n c o m e n d a b a n ; pero q u e conferenciaría n u e v a m e n t e con el señor M a c k e n n a , Ministro d e R e l a c i o n e s Esteriores. E n Abril dejé el Ministerio, c o m o he dicho, i a u n n o habia regresado la espedicion M o y a n o . E s t a b a a cargo del d o c t o r E d u a r d o C o s t a esta cartera, c u a n d o aquel jefe i el injeniero Ezcurra presentaron los interesantísimos resultados d e su viaje, q u e era satisfactorio del p u n t o d e vista internacional. El valle del Palena, situado al O r i e n t e del cord o n central d e los A n d e s , n o estaba p o b l a d o por Chile. E s t e incidente vigorizó las esperanzas d e los dos paises en los resultados de la d e m a r c a c i ó n , i a m b o s G o b i e r n o s se p r e p a r a r o n p a r a em( 1 8 ) Sin embargo, a pesar de considerarse dudoso el dominio de la Arjentina a esa rejion (nota 1 5 ) , el Gobierno de esa nación ha establecido allí colonias desde el año 1 8 8 7 .

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D E LD R . ZEBALLOS

prenderla en O c t u b r e , d e a c u e r d o con lo resuelto en Abril por los peritos. E l M i n i s t r o Arjentino en Chile dirijió en O c t u b r e d e 1 8 9 0 al d o c t o r Costa, Ministro d e R e l a c i o n e s Esteriores, el siguiente p a r t e : Santiago, 6 de Octubre de 1890 El Ministro de Relaciones Esteriores de Chile represéntame la conveniencia de no retardar demasiado las operaciones de deslinde, confiadas a las Comisiones de peritos, que podrían comenzarse desde el mes próximo. Esta indicación quedaría satisfecha recomendando al perito arjentino señor Pico su reunión con el chileno en el curso del presente mes, como lo tenia proyectado. Someto a V, E . estas indicaciones, Saluda a V. E .
JOSÉ E . URIBURU

E l d o c t o r Costa le c o n t e s t ó el dia 7 en esta forma: Manifieste V. E . a Ministro de Relaciones Esteriores que la Comisión de Límites está organizada i partirá a fines del corriente mes, lo que avisaré oportunamente. Saluda a V. E .
EDUARDO COSTA

E n N o v i e m b r e el Ministro reorganizaba la Comisión d e A y u d a n t e s del Perito Arjentino, en la forma del siguiente d e c r e t o : Buenos Aires, Noviembre 7 de 1890 De conformidad con el Tratado de Julio de 188L i Convención de 2 0 de Agosto de 1 8 8 8 para la demarcación de límites con Chile, i en vista de lo convenido en 2 9 de Abril último por los peritos arjentino i chileno, El Presidente de la República,
DECRETA: A R T Í C U L O P R I M E R O . Nómbrase para acompañar al Perito don Octavio Pico, el siguiente personal: Ayudantes: don Vicente Montes, don Juan A. Martin, don Fernando L. Dousset, injeniero don Anjel Etcheverry, injeniero don Orfilio Casariego i den Eduardo O'Connor, con el sueldo de seiscientos pesos moneda nacional mensuales.— Auxiliares: don Lorenzo Maldonado i don Federico E r m a n , con el sueldo de trescientos pesos —Dibujantes: don Carlos A. García i don Patricio Gutiérrez, con ciento cincuenta pesos.—Comisario: don,. Ricardo Day, con trescientos cincuenta pesos.—Médico: doctor don Honorio P . Gómez, con cuatrocientos pesos.—Reparador de instru-

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mentos: don Carlos Backhausen, con ciento veinte pesos.—Secretario: don Felipe R. del Viso, con cuatrocientos pesos. A R T . 2.° La Contaduría Jeneral liquidará a favor de los nombrados, que sean militares, la diferencia entre el sueldo que actualmente gozan i el que se les asigna por el artículo precedente. A R T . 3 . El sueldo de su clase militar se les continuará pagando en la forma establecida, i las diferencias hasta el completo de lo que asigna el articulo i." se imputarán a la lei número 2,489. A R T . 4. Cuando la Comisión, por la naturaleza de sus trabajos, tenga que residir en Chile, los miembros de ella percibirán sus haberes con un beneficio de cincuenta por ciento sobre el total de sus respectivas asignaciones; quedando derogado en lo que se oponga al presente el Decreto de i.° de Abril último. A R T . 5 . Comuniqúese, publíquese e insértese en el Rejistro N a cional.
0 0 0

PELLEGRINI

Eduardo Costa L o s sucesos políticos q u e ajitaban a Chile hicieron crisis, i las vísperas d e la revolución se presentían. A fines d e D i c i e m b r e fué exoner a d o de su alto d e s t i n o el señor Barros A r a n a , q u e militaba resuellam e n t e a la vanguardia d e la oposición. N o m b r a d o para reemplazarlo el señor D o m i n g o G a n a , M i n i s t r o d e Chile en Alemania, n o p u d o recibirse del p u e s t o de Perito, p o r q u e la guerra civil estalló e n E n e r o . L a d e m a r c a c i ó n q u e d ó así postergada ( 1 9 ) . XI M i e n t r a s el señor P i c o se p r e p a r a b a para c o m e n z a r los trabajos d e d e m a r c a c i ó n en O c t u b r e , recibió i n o p i n a d a m e n t e u n parte telegráfico d e su colega el señor Barros Arana, q u e parecía alterar la forma ya a c o r d a d a para c o m e n z a r la d e m a r c a c i ó n por el N o r t e . N o se h a b i a realizado, e n efecto, n i n g ú n h e c h o urjente q u e hiciera (19) Había quedado acordado entre los Peritos que las Comisiones se reunirían en Santiago durante el mes de Octubre de 1890. (Véase este mismo documento páj.60) La primera causa de la postergación de los trabajos consta del siguiente telegrama omitido por el Ministro señor Zeballos en su documentación: T E L E G R A M A . — 2 9 de Agosto de 1890.—De Buenos Aires.—A Diego Barros Arana, Santiago de Chile.— En vista de sucesos ocurridos, del cambio de Gobierno, i que comisión bajo mis órdenes se encuentra incompleta impidiéndome concluir trabajos preliminares indispensables para partir, rogaria a V. E. postergara nuestra reunión en Santiago a todo Noviembre con objeto indicado.—Esperando respuesta favorable, saluda a V. E.—OCTAVIO Pico.

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necesario constituir u n a tercera comisión d e a y u d a n t e s p a r a d e s l i n d a r algún p u n t o d e la frontera, ni se referia el P e r i t o d e Chile a o p e r a c i o nes sobre la p a r t e p o b l a d a d e a m b o s países, d o n d e colisiones d e vecinos o d e intereses sobre u n límite incierto exijieran i m p e r i o s a m e n t e la demarcación. T a m p o c o c o m u n i c a b a iniciativas propias, sino u n a o r d e n d e su Gobierno, la cual p r o m o v í a cuestión sobre el carácter d e las funciones periciales. P r o p o n í a s e trazar el límite p r e c i s a m e n t e en la intersección del paralelo 5 2 con los A n d e s , sobre cuyo p u n t o habia formulado dificultades
O

el primer a y u d a n t e d e la C o m i s i ó n d e Chile, señor B e r t r a n d . El p a r t e telegráfico del señor Barros A r a n a , decia: Santiago de Chile, 7 de Octubre de 1890
SEÑOR OCTAVIO

Pico, Perito Arjentino.

Ministerio de Relaciones Esteriores.—Buenos Aires Oficial.—Mi Gobierno me dice lo siguiente: «Deseando el Gobierno normalizar el dominio de la República en la rejion austral de su territorio i evitar que la entrega de terrenos que hoi se hace a la industria privada pueda producir en el porvenir entorpecimientos nacidos de la falta de demarcación de nuestros limites con la República Arjentina, prevengo a Vd. que en la próxima temporada de operaciones en el terreno .deberá trabajarse en la fijación de la frontera desde la intersección del divortia aquarum de los Andes con el paralelo cincuenta i dos grados de latitud, hacia el Oriente, de acuerdo con el articulo 2."del Tratado de Límites de mil ochocientos ochenta i uno. Este trabajo deberá ser hecho sin perjuicio de cumplir lo acordado entre Vd. i el señor Perito Arjentino sobre fijación de los limites en otros puntos del territotio, pudiendo aumentar el número de sus ayudantes, como lo permite la Convención de mil ochocientos ochenta i ocho.» Por correo trascribo a V. S. esta nota i daré contestación a su oficio de veinte de Julio; pero según el encargo del señor Ministro, me apresuro a comunicar a V. S. por telégrafo esta resolución. Saludo a V. S.
DIEGO BARROS ARANA

H a i algunos a n t e c e d e n t e s d e esta iniciativa,

que debo

recordar,

antes d e decir cuál fué la a c t i t u d del P e r i t o Arjentino. A u n q u e el Perito d e C h i l e se referia a u n a o r d e n e m a n a d a d e su Gobierno, él se h a b i a p r e o c u p a d o del m i s m o a s u n t o a n t e r i o r m e n t e . E l señor U r i b u r u , en efecto, c o m u n i c ó por n o t a d e 2 0 d e E n e r o d e 1 8 9 0 una conferencia c e l e b r a d a con el s e ñ o r B a r r o s A r a n a en la cual se ha-

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bian c a m b i a d o ideas jenerales sobre los p u n t o s por d o n d e debiera c o m e n z a r la d e m a r c a c i ó n . El Perito de Chile le h a b l ó en esta o p o r t u nidad d e hacerlo por el g r a d o en q u e su primer a y u d a n t e señor Bert r a n d , oponia serias dificultades, en el libro citado. Esta actitud del primer ayudante de la Comisión de Chile ( 2 0 ) era digna de a t e n c i ó n , p o r q u e se habia n o t a d o , i los h e c h o s posteriores confirmaron la observación, q u e el señor Barros Arana no resolvía, por lo jeneral, las cuestiones en sus a c u e r d o s con el señor Pico sin consultar sus ayudantes, algunos d e los cuales, c o m o el injeniero n o m b r a d o , asistía a las conferencias, acept a n d o este p r o c e d i m i e n t o el Perito Arjentino, a u n q u e ello n o se conform a r a e s t r i c t a m e n t e a los T r a t a d o s , p o r u n a c t o sincero d e cordialidad i de deferencia hacia su ilustre colega ( 2 1 ) . El señor U r i b u r u , de a c u e r d o con el señor Barros Arana sobre el p u n t o discutido, manifestaba al G o b i e r n o Arjentino la c o n v e n i e n c i a de c o m e n z a r la d e m a r c a c i ó n por el Sur. Decia: En cuanto a la constitución de dos comisiones de ayudantes, que hayan de operar simultánea i separadamente en la Tierra del Fuego i en la estremidad meridional del Continente, considero que seria procedimiento acertado, por cuanto respondería a necesidades sentidas. La rejion meridional de nuestros territorios ofrece larga i no liviana labor para su deslinde; pero no presenta esta operación, en la estremidad de los mismos territorios, dificultades que puedan afectar conveniencias nacionales de consideración, ni dar asidero a controversias mas o menos vivas entre las partes interesadas. P o r lo que toca al trazo de la linea divisoria desde P u n t a Dungeness hasta la intersección del meridiano 70" con el paralelo 5 2 de latitud i a la prolongación del mismo trazo por este paralelo hasta el divortia aquaruin de los Andes, será ella tarea laboriosa i duradera, mas igualmente exentas de dificultades de trascendencia, desde que solo se trata de dar ejecución a operaciones perfectamente definidas i determinadas por el tratado de 1 8 8 1 .
o

(20) Véase la nota 22 del texto. (21) El Perito arjentino señor Pico también consideraba conveniente consultar a sus ayudantes acerca de las operaciones en que éstos hubieran de intervenir, i lo manifestó asi en su nota de 20 de Julio de 1890. Respecto a la asistencia de los ayudantes a las conferencias para asesorar a los peritos, recordamos perfectamente que también asistían a ellas los del Perito arjentino, sin que el Perito de Chile creyera necesario llamar la atención de su gobierno hacia esta circunstancia. (Véase también la nota 42.)

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Hemos cambiado algunas observaciones en este sentido con los señores Castellón i Barros Arana; pero en conversaciones particulares, i sin que haya anticipado por mi parte opinión hecha ni promesa alguna. E l G o b i e r n o A r j e n t i n o n o participaba d e estos vistas. Al eliminar esta rejion, c o m o p u n t o d e partida, el perito Arjentino i el d e Chile, lo hacían r e c o n o c i e n d o c l a r a m e n t e las dificultades p r o m o v i d a s por las publicaciones citadas del señor B e r t r a n d , i deseoso de no principiar recelos en la realizada por u n d e s a c u e r d o , en m o m e n t o s en q u e n o faltaban

a m i s t a d d e a m b a s naciones. Creían los Peritos, con acierto i previsión, q u e a f r o n t a n d o las dificultades previstas, c u a n d o la tarea hubiera c o m p r o b a d o la recíproca b u e n a v o l u n t a d para hallar las soluciones conciliatorias i decorosas, n i n g u n a disidencia de los d e m a r c a dores seria a l a r m a n t e o insalvable. E n c o n s e c u e n c i a , el Ministro dirijió al señor U r i b u r u la n o t a d e 1 3 de F e b r e r o , en la cual le trasmitía las instrucciones o p o r t u n a s , elim i n a n d o d e este a s u n t o toda acción diplomática, para dejarlo librado al criterio de los Peritos, c o m o lo d e s e a b a n a m b o s gobiernos, d a d a s las frecuentes declaraciones c a m b i a d a s en este sentido, con el ilustre señor Matta. Decia dicha nota: Buenos Aires, Febrero 13 de 1S00
SEÑOR MINISTRO:

Queda en mi poder la comunicación de V. E. de 2 0 de Enero, a la que acompaña copia impresa del decreto espedido por ese Gobierno nombrando el Perito i demás personal de la Comisión demarcadora de límites con la Arjentina, en virtud de los Tratados de i88r i 88. Impuesto de su contenido, veo que V. E. ha conferenciado con el Ministro de Relaciones Esteriores i con el señor Barros Arana respecto a la manera en que podrán hacerse las operaciones de la demarcación . En este punto, que es indudablemente el mas delicado, el Gobierno no tiene todavía nada decidido i se reserva para el momento oportuno espedir sus instrucciones al Perito ( 2 2 ) , encargado por nuestra parte de entenderse con el de Chile. Teniendo presente esta circunstancia, conviene que V. E. no anticipe ninguna idea al respecto i aun, en el caso de ser invitado por (22) Consta de esta misma documentación que el Gobierno de Chile, si bien ha podido indicar a su Perito la conveniencia de efectuar la demarcación en tal o cual rejion, jamás ha creído conveniente impartirle instrucciones acerca de "la manera cómo podrian hacerse las operaciones de demarcacionn ni para "guiar la acción de 'os peritos.11

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ese Gobierno a tratar de puntos relacionados con la demarcación, deberá escusarse de responder, dando como causa la falta de instrucciones, sin perjuicio de oir todo lo que se le comunique para trasmitirlo a este Ministerio en la forma acostumbrada. Si llega el caso de tener que hacer alguna proposición al Gobierno Chileno en aquello que no estuviere previsto por los Tratados, me apresuraré a remitirle las indicaciones que convenga. Saludo a V . E . con mi distinguida consideración.
ESTANISLAO S. ZEBALLOS

A S. E. el señor Enviado Eslmordinario i Ministro Plenipotenciario de la RepúHica Arjentina en Chile, doctor don José E. Uriburu. D e d ú c e s e c l a r a m e n t e de lo e s p u e s t o q u e el señor Barros A r a n a había r e a c c i o n a d o en Abril, al aceptar, en la conferencia d e Concepción,, q u e la d e m a r c a c i ó n e m p e z a r a por el N o r t e , pues nada dijo al señor P i c o sobre los trabajos en el g r a d o 5 2 . L a o r d e n de su G o b i e r n o , recibida en O c t u b r e , en un s e n t i d o c o n t r a r i o , debió, sin d u d a , sorprenderlo, aun c u a n d o a p o y a b a la idea d e q u e había h a b l a d o el señor U r i b u r u en E n e r o . E l señor Pico conocía estos a n t e c e d e n t e s i d e s p u é s d e examinar la situación, pidió al G o b i e r n o q u e tratara el a s u n t o por la vía d i p l o mática. El G o b i e r n o consideró q u e n o era o p o r t u n o tratar el caso d i p l o m á ticamente, i confiado en las elevadas miras d e los peritos, d e q u e con frecuencia d a b a n recíproco t e s t i m o n i o , dispuso q u e el señor Pico discutiera d i r e c t a m e n t e con el señor Barros A r a n a el caso d e a c u e r d o con las instrucciones recibidas i con las apreciaciones de la nota p r e cedente. E n consecuencia, el señor Pico c o n t e s t ó a su colega d e esta m a n e r a : Buenos Aires, 15 de Octubre de 1S90

SEÑOR PERITO CHILENO, DON DIEGO BARROS A R A N A

Recibí el telegrama fecha 7 del corriente, en que me trasmite V. S. la comunicación de su Gobierno, previniéndole que en la próxima temporada deberá trabajarse en la fijación de la frontera desde la intersección del divorlia aquarum de los Andes con el paralelo de 52 grados de latitud hacia el Oriente. Ha de permitirme V. S. le observe con este motivo que la Convención del 88 deja a los Peritos determinar la manera de dar cumplimiento a su cometido, i que, reunidos en esa, determinamos de perfecto acuerdo cómo debíamos operar sobre el terreno, principiando a la vez por el estremo N o r t e i por la Tierra del Fuego. La resolución que ahora me comunica V. S.

M E M O R I A

D E L D R . ZEBALLOS

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está, por consiguiente, en desacuerdo con nuestro convenio i c ó n ios términos de la Convención citada, i bien podria hacer imposible nuestra misión, puesto que, si el Gobierno de V. 'S. pudiere prescribir a su Perito la manera de proceder ( 2 3 ) , con igual derecho lo podría también el mío, i si las prevenciones de uno i otro Gobierno llegaran a ser encontradas, no habría términos hábiles para que los Peritos pudieran dar cumplimiento al desempeño de su comisión. E s por esto que, colocando este punto fuera de la órbita de la Convención i del Tratado, i, por consiguiente, fuera de mi alcance, he comunicado el telegrama de V. S. a mi Gobierno, i él me previene diga V. S . que entiende que el Gobierno de esa República no está autorizado para resolver por sí solo la manera cómo han de proceder los Peritos, ni menos para modificar lo acordado por ellos. Diré al terminar, a V. S. que las comisiones están ya organizadas i que todos nos aprontamos para marchar a dar cumplimiento a lo acordado. Sigo esperando la contestación a mi nota de fecha 2 0 de Julio que V. S . me ofrece. Saludo muí atentamente a V. S .
OCTAVIO

Pico

El señor Barros Arana telegrafió sosteniendo la c o n v e n i e n c i a del p r o c e d i m i e n t o a l u d i d o en su primer d e s p a c h o ; p e r o en t é r m i n o s q u e podrían hacer s u p o n e r q u e la forma usada en él no h a b í a correspond i d o al propósito. Santiago, Octubre 19 de 1890
S E Ñ O R DON OCTAVIO PICO, P E R I T O A R J E N T I N O

Recibí su telegrama el 1 5 . La determinación de este Gobierno obedece a un principio de indisputable utilidad para ambas partes i se funda clara i naturalmente en n u e s f o acuerdo de 2 9 de Octubre. Mi Gobierno no pretende innovar nada de lo establecido. El trabajo comenzará por el Norte, como está acordado; pero como está también acordado que se pueda emprender simultáneamente la demarcación en los puntos donde, por cualquiera causa, hubiera necesidad urjente de hacerla, el señor Ministro de Relaciones Esteriores me señaló la conveniencia de ejecutarla en el territorio magallánico. Reconociendo el peso de las razones que él me da, he aceptado esta determinación, i para ganar tiempo la comuniqué a V. S. por telégrafo. Repitiéndole que mi Gobierno, inspirado por sanos móviles, no entiende en manera alguna invasión de las atribuciones de los (23) Aquí se hace confusión entre la manera de proceder (acerca de la cual el Gobierno de Chile jamas ha impartido Instrucciones a su Perito), i la designación de puntos o rejiones donde conviniese efectuar las operaciones, cosa que ya había hecho el Gobierno arjentino, sin suscitar la menor objeción por parte de Chile.

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peritos que este Gobierno quiere dejar en toda la latitud establecida por los tratados. Saluda a V.' S. mui atentamente.
DIEGO BARROS ARANA

El señor Pico replicó c o n f i r m a n d o su primera actitud i a p l a z a n d o para la época próxima en q u e d e b i a n reunirse los peritos, el d e b a t e i solución final del incidente. Su d e s p a c h o decia: Buenos Aires, Octubre 31 de 1S90
S E Ñ O R P E R I T O CHILENO, DON D I E G O B A R R O S A R A N A : .

Quedo impuesto del telegrama de V. S . fecha 1 9 del presente. No obstante las esplicaciones i fundamentos que V. S . da en pro de la resolución de su Gobierno, queda subsistente este hecho: Gobierno chileno da orden al Perito de la misma N a c i ó n de efectuar los trabajos de deslinde en determinado punto de la frontera i le encarga de trasmitir esta orden al Perito Arjentino. Quedan en pié también las razones que fundado en los tratados, he aducido para negar, con autorización de mi Gobierno, al de Chile, el derecho de espedir tales órdenes. Porque la afirmación que V. S . consigna de que la disposición de su Gobierno se funda clara i naturalmente en nuestro acuerdo de 2 9 de Abril es, permítame V. S . decirlo, inconsistente, pues si bien quedó convenido entonces que los trabajos de Norte a Sur, que debían seguirse de una manera continua, podrían ser interrumpidos, si una necesidad urjente los reclamaba en otra parte, no se dijo ni podía decirse que quien ordenaría las nuevas operaciones determinando la urjencia que la necesidad i el punto en donde ella se hacia sentir fuera el Gobierno de Chile i nó los peritos, los únicos a quienes los tratados encargan de llevar a cabo sus estipulaciones. Ahora, en consideración a que V. S . me manifiesta lo que era de esperarse, que la resolución en cuestión no importa en manera alguna invasión de las atribuciones de los peritos, que su Gobierno quiere dejar en toda la latitud establecida por los tratados, creo escusado continuar sobre el particular la discusión que, con absoluta independencia i prescindencia de la resolución de uno i otro Gobierno, podremos abrir en nuestra próxima reunión, acerca de la conveniencia o inconveniencia de principiar los trabajos en otro punto, fuera en los ya convenidos. Saludo a V. S. con toda consideración.
OCTAVIO

Pico

L a discusión q u e d ó cerrada en este p u n t o . L a clara interpretación d a d a por a m b o s peritos a la i n d e p e n d e n c i a d e sus funciones, corresp o n d í a a la opinión uniforme de los d o s G o b i e r n o s . R e u n i d o s los peritos en Chile, en 1 8 9 2 , el señor Barros A r a n a n o

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insistió en la actitud q u e le indicara el G o b i e r n o del señor B a l m a c e d a en 1 8 9 0 , i s o l a m e n t e se o c u p a r o n de proceder a la d e m a r c a c i ó n continental por el N o r t e , i a la insular, en la Tierra del F u e g o . XII T e r m i n a d a la guerra civil d e Ghile el ex-perito d o n Diego Barros Arana fué reintegrado en sus funciones i se a p r e s u r ó a c o m u n i c a r l o a su colega de la Arjentina, a g r e g a n d o q u e estaba t a m b i é n reorganizada la comisión de sus a y u d a n t e s i q u e desearía recibir el aviso o p o r t u n o c u a n d o a su vez se hallara listo para r e a n u d a r l a s tareas interrumpidas^ E l señor Pico contestó satisfactoriamente i el 6 de N o v i e m b r e d e 1 8 9 1 se dictaba el siguiente d e e r t t o : Buenos Aires, Noviembre 16 de 1S01 Habiendo comunicado el Perito de la República de Chile al Perito de la Repúbbca Arjentina que ha sido reorganizada la Comisión de limites que preside, i que espera su aviso para prepararse a fin de reanudar ¡a tarea internacional interrumpida a consecuencia de los sucesos políticos de aquel pais, i siendo necesario poner a las órdenes del Perito Arjentino señor don Octavio Pico el personal competente para que se reanuden a la brevedad posible los trabajos de demarcación; El Presidente de la República,
DECRETA: A R T Í C U L O P R I M E R O . — Nómbrase primer ayudante, jefe del servicio técnico, al injeniero jeógrafo don Valentín Virasoro. A R T . 2.° Nómbrase ayudante al injeniero jeógrafo don Julio V. Diaz, a los tenientes de fragata don Juan A. Martin i don Fernando L. Dousset i al injeniero civil, capitán de ejército, don Luis J. Dellepiane. A R T . 3 . Nómbrase auxiliares técnicos al injeniero civil, capitán de ejército, don Dionisio Meza i al teniente de fragata don Federico Erdman. A R T . 4." Nómbrase dibujantes a los ciudadanos don Patricio Gutiérrez i don Carlos A. Garcia. A R T . 5 . Nómbrase jefe del servicio administrativo al capitán de ejército don José M. Castro Sundblad i segundo al ciudadano don Alfredo J. Fernandez. A R T . 6." El Perito propondrá oportunamente las personas que hayan de desempeñar los puestos de secretario i de conservador d e instrumentos.
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A R T . 7." Señálase los siguientes sueldos mensuales: Al jefe de servicio técnico $ 400; a los ayudantes $ 3 5 0 , al jefe del servicio administrativo íg 250 i al segundo $ 200; al secretario i auxiliares $ 200; a los dibujantes $ 100 i al conservador de instrumentos S 50. A los militares de mar i tierra se les ajustará por esta comisión la diferencia entre los sueldos filados por este decreto i el de su grado respectivo. Los sueldos serán pagados en oro cuando los miembros de la Comisión se encuentren en campaña i cuando permanezcan en servicio en la Capital de la República se les abonará en papel, el duplo de los sueldos asignados. A R T . 8." Comuniqúese a quienes corresponda i dése al Rejistro Nacional.
PELLEGRINT

Estanislao

S. Zcballos

Al m i s m o t i e m p o se hacia saber al Perito de Chile q u e se fijaba el dia 2 5 de D i c i e m b r e para la m a r c h a del señor Pico i de la partida del N o r t e , d e b i e n d o zarpar d i r e c t a m e n t e para la T i e r r a del F u e g o el Villarino, con la partida e n c a r g a d a de trazar el límite en la isla. E l señor Pico llegó a Santiago de Chile en los primeros días de E n e r o del corriente a ñ o , i se a p r e s u r ó a c o m u n i c a r q u e , c o m o la primera ocasión, había sido d i s t i n g u i d a m e n t e recibido. Su n o t a decia así: Santiago, Enero 5 de 1S02 Tengo el honor de dar cuenta a V. E . de mi arribo a Chile. Demoras ocasionadas por el retardo del tren que nos condujo a Mendoza, i por los malos animales que nos fueron proporcionados en Rio Blanco, hicieron que, habiendo salido el 25 de Diciembre de esa capital, llegásemos recien el 2 del presente a Santa Rosa de los Andes. Desde alli, con fecha 3, dirijí a V. E . un telegrama anunciando mi arribo a esa villa. Igual telegrama dirijí al señor Ministro Arjentino en ésta i al señor Perito Chileno don Diego Barros Arana. Ninguno de esos telegramas fué cobrado por la administración del telégrafo trasandino, no obstante las instancias del Secretario, que los llevó. El Gobernador de los Andes, comandante Jenneret, vino a saludarme i a ofrecerme sus servicios, por orden de su Gobierno, según me dijo: i puso a mi disposición un carruaje del ferrocarril para mi viaje i el de mis compañeros a Santiago. En la estación de esta ciudad me esperaba el señor Perito Chileno i alguno de sus ayudantes.

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E n el día de ayer, acompañado del señor Barros Arana, pasé a saludar al señor Presidente de la República i al Ministro de Relaciones Esteriores señor Luis Pereira, los que me recibieron con afectuosa consideración. Visité también, en compañía de los ayudantes i del Secretario, conducido por el mismo señor Perito, la Oficina Internacional de Limites, en donde él i sus ayudantes preparan los elementos de trabajo para la próxima campaña. Mas adelante, i una vez que los conozca suficientemente (24), he de hablar a V. E. de esa instalación i de esos elementos. Por ahora, réstame solo llamar la atención de V. E . sobré el empeño que muestran las autoridades i funcionarios públicos, con quienes he tenido ocasión de entenderme, en hacerme fácil i agradable su relación. Saludo a V. E. respetuosamente.
OCTAVIO PICO

Juan

Secretario

I. Ochagavia

A S. E. el señor Ministro de Relaciones Esteriores lao S. Zeballos.

doctor don EstanisPico u n a

E n Julio del m i s m o a ñ o ( 2 5 ) habia recibido el señor comunicación

del señor Barros A r a n a invitándolo a c o m b i n a r , por

(24) Recuérdese que en la prensa arjentina se repite constantemente que el Perito señor Pico no tuvo oportunidad de adquirir datos jeográficos acerca de las rejiones donde se iba a comenzar la demarcación. (25) Por la fecha de los documentos que anteceden, parece referirse al año 1892; no es así, sin embargo; la invitación del Perito chileno de acordar las instrucciones, data de Junio de 1890. Hela aquí: ¡santiago, 14. de Junio de 1890.—SKÑOR PERITO: Habiéndose ya convenido en que al principiar la primavera próxima partirán dos Comisiones mistas de injenieros a demarcar los límites entre nuestros países, una por el norte i la otra en la Tierra del Fuego, creo que es llegado el caso de acordar las instrucciones que, según el artículo 4. de la Convención de 20 de Agosto de 1S88, debemos firmar de común acuerdo i entregar a los ayudantes para que éstos puedan guiarse en el desempeño de su comisión. Habria deseado tratar este punto verbalmente, en conferencias como las que tuve el honor de celebrar con V. S. en Abril i Mayo próximos pasados; pero la imprescindible necesidad en que V. S. se V de partir a Buenos Aires antes de que la cruI O deza del invierno cerrase los pasos de la cordillera, no me permitió promover un acuerdo a este respecto. Como considero que es de todo punto necesario llegar a dicho acuerdo, puesto que, por una parte, los injeñieros-ayudantes no podrán partir al terreno sin llevar sus instrucciones i, por otra parte no conviene que al reunimos en Octubre se de0

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m e d i o de la c o r r e s p o n d e n c i a epistolar, las instrucciones q u e debíanllevar al terreno las comisiones d e a y u d a n t e s . I n s i n u a b a , con este motivo, la conveniencia d e discutir p r e v i a m e n t e la interpretación del tratado, a fin de conformar al resultado o b t e n i d o , sus ó r d e n e s a los operadores. El señor Pico no juzgó fácil el p r o c e d i m i e n t o , p o r q u e el corre r por la vía marítima única abierta en el invierno, era tardío, i contestó al señor Barros A r a n a prefiriendo aplazar la redacción d e las instrucciones para la cercana primavera, d u r a n t e la cual llegaría a Santiago de Chile, c u m p l i e n d o lo c o n v e n i d o . Agregó el señor Pico, en su nota d e 2 0 de Julio d e 1890, q u e le s o r p r e n d í a la invitación a un examen teórico del T r a t a d o , pues e n t e n d í a q u e la cuestión d e límites entre los dos paises había t e r m i n a d o en 1 8 8 1 i, por consiguiente, c e r r a d o estaba el d e b a t e , n o q u e d a n d o a cargo de los peritos *sino la tarea técnica, p e ricial, de o p e r a r sobre el terreno, para trazar los límites, interpretando a la letra aquella escritura internacional. El señor Pico, s o s t e n i e n d o la interpretación d a d a por su G o b i e r n o a los p r o c e d i m i e n t o s q u e los tratados establecen para la d e m a r c a c i ó n , agregaba ( 2 6 ) :

more la partida de ellos, esperando que nosotros las redactemos, me permito invitar a V. S. a que tratemos este punto por correspondencia escrita, con objeto de tenerlo definido antes de nuestra próxima reunión. Al efecto, me seria grato recibir comunicación de V. S. con algún Proyecto de instrucciones a nuestros ayudantes, o siquiera conteniendo las Bases que a juicio de V. S. deberán servir para la redacción de ellos. Por mi parte, i cumpliendo con un deber impuesto por el cargo que desempeño, me he preocupado de redactar un memorándum que contiene la intelijencia que a mi juicio debe darse a las disposiciones del Tratado de limites de 1881 i la manera cómo habrán nuestros ayudantes de entender dichas disposiciones, al fijar en el terreno la línea de frontera entre las dos Repúblicas. Como en este memorándum están tratados muchos de los puntos que podrían servir de Bases para redactar las instrucciones, me haré un honor en trasmitir a V. S. próximamente una copia de él. V. S. podrá aceptar el que las opiniones contenidas en dicho memorándum sirvan de base para redactar las instrucciones, o podrá si lo prefiere, seguir el primer camino que le he propuesto i según el cual seria V. S. quien presentaría las Bases de redacción correspondientes. En cualquiera de los casos nuestro acuerdo, estoi de ello seguro, será fácil i no dará lugar a discusiones. Aprovecho esta ocasión, señor Perito, para ofrecer a V. S. las seguridades de mi mas alta consideración.—DIEGO B A R R O S A R A N A . (26) Se omiten en esta "Memoria.! algunos trozos interesantes de la comunica, cion del señor Pico. Después de un corto preámbulo dice: "No tengo inconveniente, sin embargo, en formular para las Comisiones mistas

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«Estudiar los hechos, levantar el plano que los contenga en todos sus detalles, consignando en él cuidadosa i principalmente aquellos rasgos exijidos por el Tratado para caracterizar el limite i fijarlo sin vacilaciones, hé ahi, a mi juicio, el deber del Perito: operar, no discutir» ( 2 7 ) .

que han de operar sobre el terreno, un proyecto de instrucciones jenerales: bien que como dichas instrucciones han de versar sobre el modus operandi puramente técnico, seria bueno oir a su respecto a los señores ayudantes. "Lo que ha suscitado en mi ánimo una verdadera perplejidad, es la noticia que V. S. me da de haberse "preocupado (en cumplimiento del deber que su puesto le impone) de redactar un memorándum que contiene la intelijencia que a su juicio debe darse a las disposiciones del Tratado de Límites de 1881, ¡ la manera cómo habrán nuestros ayudantes de entender dichas disposiciones, al fijar en el terreno la línea de fronteras entre las dos Repúblicas,!, i el anuncio de envió de una copia que puede servirme de base para redactar las instrucciones ya mencionadas. "Es con relación a esta noticia i a este anuncio, que se hacen para mi mas sensibles i adquieren mayor gravedad los inconvenientes de la comunicación epistolar. "La antigua cuestión de límites entre Chile i la República Arjentina dio lugar a muí largas i enojosas discusiones: i fué con papel escrito que se alimentó durante un cuarto de siglo esta hoguera de discordia. "Las notas diplomáticas eran organizadas i dispuestas como cuerpos de ejército i, armadas de las interpretaciones de los títulos que cada nación encontraba en el arsenal de su archivo, se lanzaban unas contra otras sin llegar al convencimiento. Fueron cuatro palabras (V. S. mismo me ha informado de ello), cuatro palabras cambiadas por telégrafo las que soplaron sobre esta hoguera i la apagaron. "El período de la discusión quedó cerrado con esto. Hoi no hai cuestión de límites. El Tratado de 1881 fué acordado jenerosa i noblemente, cual convenia a dos hermanos que dividían entre si la heredad paterna. "A dos Peritos, nombrados uno por cada nación, atribuye el Tratado la tarea de practicar sobre el terreno las operaciones necesarias a la realización de sus estipulaciones. "El mismo Tratado con toda previsión i sabiduría ha allanado de antemano las dificultades que pueden presentarse a los Peritos en el desempeño de su tarea, pues dice en su artículo i.° que "ellos resolverán amistosamente las dificultades que pudieran snscitarse por la existencia de ciertos valles, formados por la bifurcación de la cordillera i en que no sea clara la línea divisoria de las aguas,,; i añade. "En caso de no arribar estos (los Peritos) a un acuerdo, será llamado a decidir la dificultad un tercer Perito nombrado por ambos Gobiernos, n "Los Peritos son, pues, jueces de los hechos, i es respecto de los hechos i con su perfecto conocimiento, que deben ser tomadas sus decisiones. Las tareas a que están llamados estos funcionarios delinean claramente su carácter i de su carácter surjen sus deberes. 11 (Sigue el trozo impreso arriba de esta misma pajina). (27) Prosigue el señor Pico: "Si en la manera de apreciar los hechos llegara a surjir entre nosotros una rlíver
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Pero mientras el caso no ocurra, en tanto cjue el hecho no motive la diferencia de opiniones, no se presente (si ha de presentarse alguna vez), paréceme por lo menos, prematuro reabrir la discusión sobre el Tratado, esponiendo la interpretación de un texto, sobre cuyo sentido no ha recaido la menor contradicción. Hasta podria to marse esto como un desconocimiento de la eficacia del Tratado. Fijar en un Memorándum la intelijencia que uno de los Peritos da al Tratado, seria, quizas, provocar la contradicción por parte del otro, i anticipar dificultades mas graves que aquéllas, cuya remota posibilidad prevé el Tratado, i anticiparlas en un terreno que éste no ha previsto, ni podido prever, en el terreno teórico. I entonces, yo no sé qué recurso legal podria tener nuestra disidencia en la interpretación del Tratado. Lo que sé es que, ademas del deber, tal como yo lo entiendo, todos mis impulsos me arrastran a esquivar la disidencia, a evitar la contradicción, i a alejar para siempre, si es posible, el conflicto. Este espíritu conciliador i amigable, que guia mi conducta i me sujiere estas previsiones es, por otra parte, el mismo espíritu de confraternidad que anima a mi Gobierno. E n las instrucciones escritas que de él he recibido i que en prenda de lealtad, hice conocer a V. S. sin reserva alguna (28), en la primera conferencia que con vuestra señoría tuve el honor de celebrar, se me hace presente que la principal de mis instrucciones es ajustar mi conducta al espíritu eminentemente conciliador i amistoso que surje del Tratado. Yo me complazco, señor Perito, en reconocer que V. S. abunda en las mismas ideas i en repetir que gracias a esta comunidad de altos propósitos, mi tarea ha sido cerca de V. S. fácil i agradable; tengo especial satisfacción en reconocer las singulares dotes intelectuales i las prendas morales que le adornan; i es confiado en ellas que espero que estas reflexiones i previsiones que dejo consignadas se harán fácilmente camino en su espíritu abierto i benevolente. E n sus primeras entrevistas convinieron los peritos en r e d a c t a r las instrucciones para los a y u d a n t e s q u e iban a operar en el N o r t e i en la jencia tal de opiniones que nuestra buena voluntad fuera impotente a uniformar, recurriríamos al medio que el Tratado nos prescribe: el sometimiento a un tercero.,1 (Se notará que en el trozo de la nota 26, el señor Pico equipara la interpretación de los títulos en la cuestión de límites antes de 1881 con la interpretación del Tratado, o intelijencia que se ha de dar a sus disposiciones, de que le hablaba el señor Barros Arana, i que es cosa muí distinta). (28) Solo se dio conocimiento al Perito chileno de los trozos I, V i VIII de esas instrucciones, que se publican mas adelante.

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Tierra del F u e g o ( 2 9 ) , i el señor Barros A r a n a suscitó la misma cuestión, sobre la cual se había p r o n u n c i a d o en Julio el señor P i c o . T a l fué el oríjen de las dificultades q u e , discutidas in extenso por u n diario d e Chile, con informes q u e parecían e v i d e n t e m e n t e autorizados, llamaron la atención d e a m b a s naciones, d e s p e r t a n d o naturales recelos. E l Perito de Chile proponía establecer, en las instrucciones d e los ayudantes, el criterio teórico i jeneral del divortia aquarum para guiar el límite, aun c u a n d o al seguirlo fuera necesario a b a n d o n a r las m a s altas c u m b r e s d e los A n d e s ( 3 0 ) . E l Perito Arjentino se oponía, d e a c u e r d o c o n sus instrucciones i con las vistas ya c o m u n i c a d a s a su colega, a anticiparse a los hechos jeográficos. L a discusión teórica q u e se promovía, desnaturalizaba las funciones d e los peritos, alejándolas d e su carácter e s e n c i a l m e n t e técnico i práctico, para llevarlo de nuevo al terreno incierto del d e b a t e diplomático ( 3 1 ) , c e r r a d o en 1 8 8 1 i cuya reapertura, lejos d e favorecer, perjudicaría la laboriosa i delicada operación del deslinde. E l señor Pico confirmó su escusacion de discutir a n t i c i p a d a m e n t e las soluciones de dificultades n o conocidas, p o r q u e las operaciones jeodésicas previas n o e s t a b a n realizadas, ni siquiera planteadas en el terreno. E n consecuencia, c o n t e s t ó a su colega negativamente ( 3 2 ) , est a b l e c i e n d o , sin e m b a r g o , por via d e réplica, q u e su criterio para resolver las dificultades en oposición al q u e formulara el señor Barros Arana, seria la aplicación literal del artículo i.° del t r a t a d o d e 1 8 8 1 . N o llegaron a la deseada intelijencia en este incidente, mas diplomático q u e pericial ( 3 3 ) , i el señor Pico avisó por telégrafo q u e h a b í a n c o n v e n i d o s u s p e n d e r los trabajos i p o n e r la disidencia en c o n o c i m i e n t o

(29) El señor Pico presentó las bases de instrucciones que reproducimos mas adelante (Documento G-i). (30) El doctor Zeballos se refiere como de paso a esta cuestión fundamental, i no menciona siquiera la pieza majistral en la cual el Perito de Chile ha espuesto la significación jeográfica del Tratado. Esa nota se hallará entre los documentos bajo la letra G-2. (31) La lectura de la pieza citada en la nota que antecede, demostrará que no se trataba de un debate diplomático; sino por el contrario de establecer reglas categóricas de demarcación sobre una base jeográfica. (32) El señor Pico no fué autorizado por su Gobierno para contestar a la comunicación de 18 de Enero de 1892. Se limitó a acusar recibo de ella; véase documento G-3. (33) Nos referimos a lo dicho en la nota (12).

§4

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de los dos Gobiernos, p a r a q u e ellos p r o c u r a r a n la solución. Agregó q u e consideraba inútil su p e r m a n e n c i a en Chile i la d e sus a y u d a n t e s d e s p u é s del d e s a c u e r d o i q u e se p o n d r í a en m a r c h a para la R e p ú blica Arjentina. El señor P r e s i d e n t e m e autorizó para representar al Perito Arjentino la conveniencia de n o precipitar su viaje, i la necesidad q u e t e n í a m o s de esperar la c o r r e s p o n d e n c i a del correo, para apreciar en su verdad e r a importancia los h e c h o s ocurridos. E l señor Pico resolvió postergar el regreso i esperar la actitud q u e asumieran los dos G o b i e r n o s . C o n o c i d o s los detalles de la desintelijencia producida, el señor P r e s i d e n t e de la R e p ú b l i c a convocó un A c u e r d o J e n e r a l de G o b i e r n o , q u e se reunió el 3 0 de E n e r o del corriente año, al cual tuve el h o n o r d e presentar u n a Memoria, en q u e e s t u d i a b a el caso i las soluciones aconsejadas p o r los tratados i por el espíritu amigable, q u e d e b i a ani mar r a z o n a b l e m e n t e a la R e p ú b l i c a Arjentina i a Chile, para afrontar cualquiera disidencia. F u i autorizado u n á n i m e m e n t e a trasmitir al señor Pico las nuevas instrucciones, q u e recibiría t a m b i é n el Ministro Arjentino, señor U r i b u r u , a fin d e apoyar la acción del Perito, trat a n d o el caso con el G o b i e r n o d e Chile. L a disidencia d e los peritos habia surjido ú n i c a m e n t e al c o m b i n a r las instrucciones para el trazado del límite continental. E l trazado d e la línea divisoria en la T i e r r a del F u e g o , era operación i n d e p e n d i e n t e de la p r i m e r a i n o p r e s e n t a b a dificultad alguna. N o obstante estas circunstancias i la mui a t e n d i b l e de q u e la Comisión d e a y u d a n t e s arjentinos habia esperado un m e s a sus colegas en la T i e r r a del F u e g o , el P e r i t o de Chile e n t e n d í a q u e la suspensión d e los trabajos c o n t i n e n tales debia estenderse t a m b i é n a la isla. E l señor Pico decia en n o t a de 2 0 de E n e r o : Creyendo, sin embargo, que esta disidencia de opiniones no afectaba en manera alguna el limite internacional en la Tierra del Fuego, por ser esta una linea con dirección i puntos de partida bien determinados en el Tratado i en los acuerdos que entre los dos Peritos se habían celebrado sobre ella, mandé al señor Diaz, que habia elaborado un proyecto de instrucciones, a que lo discutiera con el señor Bertrand, como se habia convenido. Se le dijo entonces que en la discusión del proyecto de instrucciones, convendría que tomase parte el jefe de la Sub-comision chilena del Sur, señor Merino Jarpa; pero este caballero hubo de ausentarse de la capital i no pudo tener lugar la discusión Vuelto a Santiago el señor Merino Jarpa, el señor Diaz se presentó nuevamente a la oficina internacional; pero esta vez se le hizo saber

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que la partida de la Sub-comision chilena del Sur dependía de la solución que dieran los Gobiernos Arjentino i Chileno a las dificultades suscitadas con motivo de la interpretación del Tratado (34). El señor Barros Arana, invitado a seguir el trabajo en la T i e r r a del F u e g o , habia c o n t e s t a d o al señor Pico, con fecha i.° de F e b r e r o , lo siguiente: Habiendo comunicado al Ministerio la dificultad suscitada sobre la intelijencia del artículo i.° del Tratado de 1 8 8 1 , se me ha encargado que suspenda todo trabajo hasta no saber si el Gobierno de Buenos Aires acepta o nó aquella interpretación, que vendría a embarazar la marcha de este negocio. E n consecuencia, el primer p u n t o sobre el cual d e b i a p r o n u n c i a r s e el G o b i e r n o Arjentino, se referia al límite en la Tierrra del F u e g o , i las nuevas instrucciones d a d a s a los señores U r i b u r u i P i c o se r e d u cían a invitar al G o b i e r n o i al Perito de Chile, en su caso, a c o n t i n u a r la d e m a r c a c i ó n en la T i e r r a del F u e g o . Las instrucciones relativas a la disidencia misma, tenian por objeto establecer u n p r o c e d i m i e n t o para q u e se desenvolviera sin embarazos la acción d e los peritos. Ellas se inspiraban en la intelijencia d a d a p o r el G o b i e r n o Arjentino a las funciones de los peritos, i en el espíritu del T r a t a d o i d e los procedimientos q u e fluyen lógicamente del m i s m o , i de q u e he informado en las primeras pajinas de esta esposicion. El t r a t a d o d e 1 8 8 1 prevé, en efecto, la posibilidad d e q u e existan valles trasversales, d o n d e , por consiguiente, falten las c u m b r e s mas ele-

, (34) Se recordará que el Perito Chileno, respetando el espíritu del Tratado, había declarado espontáneamente que en la Tierra del Fuego se haria el alínderamiento por el meridiano del cabo de Espíritu Santo, sin tomar en cuenta los grados i minutos de lonjitud mencionados en el Tratado. El señor Barros Arana consideraba ese dato numérico como una circunstancia accidental i una simple referencia a las cartas jeográficas. El señor Perito Arjentino comunicó a su Gobierno el acuerdo celebrado al efecto (Documento F 2) i ni uno ni otro objetaron esta interpretarion que los favorecía. El Perito de Chile creía, pues, tener derecho a esperar un espíritu de reciprocidad, i no pudo menos de esperimentar sorpresa, como lo manifiesta en la nota del 8 de Enero de 1892, que se pretendiese sobreponer la espresion accidental "elevada,, aplicada a las cumbres divisorias, al espíritu evidente del Tratado. Se había reconocido la necesidad de interpretar el Tratado para la demarcación del límite en la Tierra del Fuego, i se objetaba esa necesidad con relación al límite andino; era pues justo i equitativo que no se emprendiese una de estas operaciones hasta restablecer la igualdad de criterio respecto a la otra.

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vadas q u e dividan las aguas ( 3 5 ) , o estos accidentes orográficos n o se p r e s e n t e n con claridad, i ha d e l e g a d o en los peritos la alta i p r u d e n t e potestad d e b u s c a r las soluciones equitativas o d e insinuar las transacciones ( 3 6 ) q u e podría inspirar en cada caso el estudio prolijo del terreno. E s t e p r o c e d i m i e n t o salva el espíritu del p a c t o internacional í os d e r e c h o s q u e ha consagrado, a la vez q u e defiende el d e c o r o i la a r m o n í a d e las dos naciones contra cualquiera e v e n t u a l i d a d peligrosa. L a R e p ú b l i c a Arjentina e n t e n d í a , a d e m a s , q u e tal p r o c e d i m i e n t o , autorizado por la naturaleza de la investidura extraordinaria de los peritos, obviaba la discusión i resolvía el d e s a c u e r d o p r o d u c i d o al r e d a c tar las instrucciones. Sin anticipar el c o n o c i m i e n t o teórico d e las dificultades i sin separarse d e la letra del T r a t a d o , los peritos procurarían resolver cada d u d a o allanar los obstáculos, en el teatro m i s m o d e las operaciones. D e b e r í a n , por lo m e n o s , si les parecía excesiva la responsabilidad política de la solución amigable, informar sobre ella e indicarla a los respectivos G o b i e r n o s . L a diverjencia entre los peritos era, por otra parte, la p r u e b a mas eficaz d e la necesidad de cerrar t o d o d e b a t e i d e llevar el T r a t a d o al terreno ( 3 7 ) , para ofrecer a a m b o s G o b i e r n o s los datos auténticos i recíp r o c a m e n t e c o m p r o b a d o s , respecto de la existencia i significación de las dificultades. ¿ C ó m o podrían juzgar definitivamente los dos G o b i e r n o s la intensidad d e las interpretaciones q u e sostienen los peritos, si no se c o n o c e con precisión la importancia q u e les c o r r e s p o n d e en el terreno? La R e p ú b l i c a Arjentina había previsto i d e s e a d o evitar las compli-

(35) Se hace aquí una lamentable confusión de términos topográficos. Tratándose de un continente bañado por dos mares, no puede faltar la divisoria de aguas, el que esta divisoria contenga cumbres, i éstas sean mas o menos elevadas es una circunstancia meramente accidental que acostumbra mencionarse como referencia al caso jeneral en que así sucede. Ademas, la no existencia de estas cumbres nada tiene que ver con la de valles trasversales i no puede ser consecuencia de la existencia o no existencia de éstos; n habla el Tratado de tales valles en parte alguna, sino de valles formados por bifurcación de la cordillera, i en que no sea clara la linea divisoria de las aguas, sin exijir que ésta contenga cumbres de ninguna clase. (36) El demarcador no puede menos de estrañarse de que se le hable de transacciones cuando no hai intereses concretos en litijio, i se trata de la aplicación de una regla jeneral segura e inequívoca. (37) A juicio de los encargados de la ejecución material de un pacto de límites una diverjencia acerca del principio de la demarcación tiene que ser por el contrario la prueba mas eficaz de que no conviene llevarlo al terreno antes de aclarar bien ese principio. Tales han sido los esfuerzos del Perito de Chile.
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caciones propias de t o d o d e b a t e diplomático, q u e careciera de base clara, i se apartó c u i d a d o s a m e n t e , en las instrucciones d a d a s a su P e rito, d e t o d o e s t r e m o q u e perjudicara la benevolencia internacional i la practicabilidad d e la operación gráfica. P a r a lograr los resultados conciliatorios d e este p r o c e d i m i e n t o , era indispensable q u e pueblos i gobiernos tuvieran el firme propósito d e terminar la cuestión i d e afianzar, sobre la base d e ese espíritu recíp r o c a m e n t e benévolo para considerar las dificultades previstas, la perd u r a b l e amistad internacional. La R e p ú b l i c a Arjentina ha c o n c u r r i d o a la d e m a r c a c i ó n con estas leales i francas t e n d e n c i a s . D e a c u e r d o con ellas el G o b i e r n o a p r o b ó la actitud del señor P i c o i resolvió insinuarle la conveniencia d e reabrir las conferencias con el señor Barros Arana, i de p r o p o n e r l e la a d o p c i ó n del p r o c e d i m i e n t o analizado, para- dirijir la acción pericial: es decir, eliminar toda discusión teórica i d i p l o m á tica i abrir i n m e d i a t a m e n t e las operaciones sobre el terreno, para trazar el límite d o n d e n o hubiera dificultades i para tratarlas, en la forma q u e dejo estudiada, d o n d e las hubiere. Se le autorizaba, a d e m a s , para leer al señor Barros Arana los artículos I, V i V I I I d e sus instrucciones d e 1 8 9 0 , q u e c o n t i e n e n el p r o c e d i m i e n t o eficaz para, guiar la acción de los peritos, i dicen:
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El preámbulo del Tratado espresa que las Repúblicas Arjentina de Chile se sienten animadas del propósito de resolver amistosa i dignamente la controversia de límites que ha existido entre ambos paises, i el artículo i.° agrega que «el límite entre la República Arjentina i Chile es de N o r t e a Sur, hasta el paralelo 5 2 de latitud, la Cordillera de los Andes. La linea fronteriza correrá en esa estension por las cumbres mas elevadas de dichas cordilleras que dividan las aguas, i pasará por entre las vertientes que se desprenden a un lado i otro. Las dificultades que pudieran suscitarse por la existencia de ciertos valles, formados por la bifurcación de la Cordillera i en que no sea clara la línea divisoria de las aguas, serán resueltas amistosamente por dos Peritos nombrados uno de cada parte.» Se deduce de estos textos que la misión de los Peritos es eminentemente conciliadora i amistosa, i que este alto propósito dirijirá todos sus actos al interpretar i aplicar al terreno, el Tratado de Limites, que les atribuye la solución de las dificultades, si ellas ocurren. En consecuencia, el señor Pico procederá de acuerdo con el amigable espíritu que surje de aquel documento, pues su fiel observancia, es la primera de sus instrucciones.
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V Si las dificultades de que habla el articulo i." del Tratado de 1881 surjieran, el Perito señor Pico, se inspirará, al afrontarlas, en el espíritu de amistad i de concordia, que procuró asegurar para el porvenir dicho Tratado. E n ningún caso ellas pueden perturbar la cordialidad de relaciones de los dos paises, ni la armonía de los Peritos, pues los procedimientos para resolver dichas dificultades, han sido previstos en el misino documento que se trata de ejecutar sobre el terreno ( 3 8 ) . E n tales casos, i a fin de preparar la acción de los Peritos, si se encuentran habilitados para resolverlas, o con el objeto de facilitar los procedimientos establecidos por el Tratado, debe levantarse el plano jeneral de la zona que comprenda el punto o puntos en discu sion, con especial estudio de ellos ( 3 9 ) i agregar dicho plano en duplicado, firmado por ambos Peritos, al acta que ordena el articulo 1." del Tratado de 1881. VIII Si en algunos puntos no existen los accidentes orográficos e hidrográficos previstos en el Tratado, o si sus caracteres no concuerdan con el texto de dicho documento, corresponderá hacerlo constar en las actas de que habla el artículo i.° i que pueden motivar ulteriores procedimientos, si ambos Peritos, animados de recíproco espíritu de cordial ami:;íad internacional, no pudieran hallar sobre el terreno ( 4 0 ) una solu :ioii que satisfaga los derechos i el decoro de sus propias naciones. E s t a s insti nociones, q u e tuve el h o n o r d e firmar en 1 8 9 0 , preveían i obviaban las dificultades teóricas surjidas en 1 8 9 2 entre los peritos ( 4 1 ) ; (38) El Tratado de 1881 no prevée ningún procedimiento para solucionar los casos dubitativos; solo indica el principio sobre el cual ha de basarse dicho procedimiento. El protocolo de 1S93 ' ' ° esplícito a este respecto en su cláusula 3. , espresando que la línea divisoria de las aguas es la condición jeográfica de la demarcación, i que cuando no sea clara, se ha de buscar en el terreno. (39) El Tratado no estipula el levantamiento de un plano jeneral; el protocolo solo habla de un plano que sirva a los Peritos para resolver la dificultad, esto es que contenga los datos necesarios para ello; hai una diferencia capital entre ésto i un plano jeneral, que a veces puede llegar a ser irrealizable. (40) Nos referimos a lo dicho en la nota (4). (41) La dificultad de intelijencia, no teórica sino práctica suscitada en 189?. es de carácter jeneral i no aparece prevista en las instrucciones del Ministro señor Zeballos.
n a s c n l a s a

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i el G o b i e r n o Arjentino, q u e hacia h o n o r a los altos móviles del G o bierno de Chile, confiaba en que, llevadas a su c o n o c i m i e n t o por la Legación Arjentina, serian aceptadas, c o m o p r e n d a d e recíproca b e n e volencia i d e la voluntad d e fijar a m i g a b l e m e n t e los límites p a c t a d o s . El señor Pico acusó recibo de las c o m u n i c a c i o n e s en q u e se le avisaba la actitud t o m a d a por el G o b i e r n o Arjentino, q u e se reducía a insistir en sus p u n t o s d e vista orijinarios. Manifestó plena conformidad con ella i se decidió a reabrir las conferencias con su colega. El dia 9 de F e b r e r o se reunieron. E l señor Pico concurría solo. E l señor Barros A r a n a introdujo a la reunión a sus ayudantes, injeniero don Alejandro B e r t r a n d i señor M e r i n o Jarpa ( 4 2 ) . El señor P i c o abrió el acto p r o p o n i e n d o a su colega las reglas d e p r o c e d i m i e n t o pericial q u e dejo estudiadas. E n nota d e 1 0 de F e b r e r o , dirijida al Ministerio, con los a n t e c e d e n t e s del caso, dice: El señor Perito Chileno i su ayudante señor Bertrand, se opusieron decididamente a este proceder, diciendo que el trabajo se haria en estremo largo, i que, por otra parte, no estaba comprendido en las facultades de los peritos, que consistían solo en esclarecer i zanjar las dificultades que ofrecieran ciertos valles formados por la bifurcación de las cordilleras (43). Yo repliqué que lo que proponía estaba dentro de las atribuciones legales de los peritos, i que. el trabajo que exijia la realización del medio propuesto, no era ni mas ni menos que el que tendría que hacer la Comisión Arjentino-Chilena, si partiera de aqui con ideas preconcebidas para fijar definitivamente el limite. Que el plano seria siempre necesario para dar cuenta del desempeño de su cometido i ser guardado en las Cancillerías de una i otra Nación, como documento indispensable de su deslinde. Muí largo seria, señor Ministro, i mui fatigoso para V. E . trascri(42) Hemos pedido al señor Perito, don Diego Barros Arana, que nos dijera si alguna vez hahia asistido solo a las conferencias el señor Pico, i nos ha afirmado terminantemente que jamas sucedió esto, pues ademas de su Secretario el señor Ochagavía, concurría jeneralmente el primer ayudante señor Diaz, i a veces algún otro. Por el contrario, el señor Barros Arana asistió a veces enteramente solo. (43) Lo espuesto por mí en esa ocasión fué lo siguiente: Que, según la Convención de 1 8 8 8 (art. I I I ) los peritos deben ejecutar EN EL TERRENO la demarcación de las lineas indicadas en el Tratado de Límites, para la cual, como injeniero podia asegurar que no se requerían planos. Que, para resolver las dificultades previstas en el Tratado, cuando se presentasen bifurcaciones de la cordillera divisoria de las aguas, podia ser necesario levantar planos parciales de esas rejiones, i que ese era en mi sentir el único caso en que el Tratado imponía la obligación de hacer trabajos técnicos. Agregué entonces que, a mi juicio, eso no obstaba para que en las instrucciones se nos recomendase lomar todos los datos jeográlicos cuya recolección no fuese un entorpecimiento para la ejecución de las operaciones de demarcación; i que por nuestra parte, respondíamos del mas decidido empeño en ese sentido.

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bir aquí todas las objeciones i réplicas que se produjeron de una i otra parte. El resultado fué el siguiente: Habiendo manifestado yo al señor Perito Chileno el sentimiento qne abrigaba por haber visto desechado un medio que a nada comprometía i facilitaba todas las soluciones, el señor Barros Arana dijo qne no lo desechaba; i habiéndole yo preguntado inmediatamente, si lo aceptaba, contestó: que ni una ni otra cosa; que oia, i que daria cuenta a su Gobierno de la propuesta hecha por mi. L a nueva tentativa de a c u e r d o d e los peritos, aconsejada por el Gob i e r n o Arjentino, q u e d a b a , pues, en suspenso i librada toda acción definitiva a la vida diplomática, caso q u e h a b í a m o s previsto t a m b i é n , h a b i l i t a n d o al señor U r i b u r u con amplios informes e instrucciones para proceder. El se trasladó, en efecto, a Valparaíso, d o n d e el G o bierno residía a c c i d e n t a l m e n t e i abrió negociaciones en forma confidencial. Q u e d a b a , e n t r e tanto, un resultado agradable de la conferencia d e los peritos. L a d e m a r c a c i ó n en la Tierra del F u e g o continuaría. El señor Pico invitó a su colega a enviar la comisión chilena a la isla. El señor Barros Arana contestó, dice la nota citada, que, en efecto, estaría dispuesto a ello, con la condición de hacer figurar en las instrucciones que habian de darse a los ayudantes, la razón que se habia tenido en la conferencia de fecha 8 de Mayo de 1 8 9 0 , para desechar la relación que trae el Tratado entre el meridiano de Cabo Espíritu Santo i el meridiano de Greenwich, i atenerse inmediatamente al hecho jeográfico allí citado (44). Encontrando yo justa esta exijencia, accedi sin inconveniente a ella, i el señor Barros Arana se encargó de redactar las instrucciones correspondientes. E l G o b i e r n o d e Chile acojió la misión confiada al señor U r i b u r u con el espíritu amigable i l e v a n t a d o q u e el G o b i e r n o Arjentino preveía i h o n r a b a , al d e m o r a r el regreso del señor P i c o i al confiar q u e el a c u e r d o directo d e las Cancillerías, a l l a n a d a las dificultades teóricas q u e dividían a los peritos. Las c o m u n i c a c i o n e s del Ministro Arjentino en Chile, q u e se d e s e m -

(44) Esta razón era la misma que se estampó después en elartículo 2.° del Protocolo de 1893, esto es, que la soberanía de cada Estado sobre el litoral respectivo es absoluta, etc. En efecto, trazando el meridiano de 68° 34' que designa el Tratado en las cartas hidrográficas mas recientes, esta línea pasaba casi tanjente al fondo de la bahía San Sebastian.

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peñó en esta breve negociación con la actividad i eficacia por las circunstancias, son estas:

reclamadas

Santiago, Febrero 8 de 1892
SEÑOR MINISTRO:

H e tenido el honor de recibir la nota reservada de V. E., fecha 3 0 de Enero último, según lo anuncié por telégrafo a V. E., i quedo enterado de las informaciones que en ella se sirve V. E . trasmitirme, así como de las instrucciones en la misma nota comunicadas, respecto del apoyo que debo prestar ante este Gobierno a la acción del Perito arjentino, señor Pico. Por la Memoria que sobre esta cuestión ha presentado V. E . al señor Presidente de la República en Consejo de Ministros, i que el señor Pico se ha servido comunicarme, he tomado conocimiento detallado del carácter i de las condiciones de la dificultad suscitada entre los Peritos Arjentino i Chileno, como igualmente de la manera con que V. E . encara la situación creada, adoptando a ella procedimientos adecuados, para encaminarla a soluciones legales i conciliatorias; i debe contar V. E. con que en servicio de tales soluciones i de acuerdo con los altos propósitos del Gobierno, mi cooperación será mui decidida i alcanzará a cuanto de mi dependa. N o considero inasequible el fin propuesto, aunque haya que vencer algunas dificultades para llegar a él; ya el señor Barros Arana, según lo comuniqué a V. E. por telégrafo, defirió a la iniciación de las operaciones de demarcación por la parte de la Tierra del F u e go, que antes también habia aplazado. Aprovecho esta ocasión para renovar a V. E. las seguridades de mi consideración mas distinguida.
JOSÉ E . URIBURU

A S. E. el señor Ministro de Relaciones Ester¿ores de la República Arfen lina, doctor don Estanislao S. Zeballos. Santiago, Febrero 27 de 1892
SEÑOR MINISTRO:

Con fecha 2 2 del presente mes, tuve el honor de dirijir a V. E . el despacho telegráfico del tenor siguiente: «Apoyando ante este Gobierno la acción del señor Pico, según V. E. me lo recomienda, he tenido en Valparaíso conferencias confidenciales con el Presidente de la República i sus Ministros, con el propósito de restablecer el acuerdo entre los peritos arjentino i chileno, mediante la observancia de las disposiciones del Tratado de Límites, de las que parecían apartados. Nos encontramos conformes en que los peritos no debían empeñarse en discusiones abstractas,

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sino preparar los elementos para concretar sus juicios en la demarcación sobre el terreno. En este concepto, las comisiones de ayudantes deberían empezar a llenar su cometido, provistas de las instrucciones que les darían los peritos, a cuyo efecto el señor Barros Arana recibió insinuaciones de parte del Gobierno. Espero que en breve esas instrucciones serán acordadas por los peritos, i que las comisiones podrán empezar sus trabajos.» Las conferencias confidenciales aludidas en el despacho trascrito, fueron promovidas por mí, con el objeto de apoyar ante este Gobierno la acción del señor Pico, en conformidad a las instrucciones que V. E. se sirvió comunicarme en nota reservada fecha 3 0 de Enero último. Mi jestion debia encaminarse, pues, i se encaminó a restablecer el acuerdo entre los peritos, mediante el ajustamiento de los procedimientos de ellos a las disposiciones del Tratado respectivo, que de una manera precisa los establece. Debian los peritos, según éstas, no empeñarse en discusiones abstractas sobre interpretaciones del Tratado, sino ponerse en aptitud de fijar sobre el terreno la línea del deslinde que les está cometido, asi como en la de emplear, en la eventualidad prevista, los recursos de amistoso avenimiento, que diesen solución a las dificultades que se presentasen, o si esto no fuese asequible, poder dar a la disidencia formas prácticas i concretas, de manera que ella revista las condiciones en que únicamente debe ser deferida a la decisión del tercero dirimente. La actitud de los peritos dejaba frustradas las provisiones del Tratado. Para prevenir esto, de acuerdo con el señor Pico, i siguiendo las indicaciones de V. E., me puse al habla con el señor Presidente de la República i sus Ministros, residentes en Valparaíso, en quienes no encontré mayor dificultad para adherir a mi propósito. E n consecuencia, fué llamado por el Gobierno el señor Barros Arana, i recibió insinuaciones para volver al acuerdo con su colega, concertándose, al efecto, unas bases para las instrucciones que debian espedirse, desde luego, a las comisiones de ayudantes, i que yo me encargué de trasmitir al señor Pico. Estas bases eran jenerales, concebidas con espíritu conciliatorio, i daban cabida perfectamente a los puntos que el señor Pico se proponía dejar consignados en las instrucciones que acordase. Era, pues, para mí mui asequible el acuerdo de los peritos, i lo esperaba. El señor Barros Arana aceptó, sin observación alguna, la proposición de su colega, de restablecer i poner en ejecución lo que, en relación a los trabajos cometidos a las comisiones de ayudantes, tenian ajustados en 1 8 9 0 . Dentro de breves dias podrán partir estas comisiones a sus destinos respectivos, para dar comienzo a l a s tareas, que debe esperarse continúen i terminen en las condiciones deseables.

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Aprovecho esta ocasión para renovar a V. E. las seguridades de mi consideración mui distinguida.
J O S É E. URIBURU

AS. E el señor Ministro de Relaciones Estertores de la República jenlína, doctor Estanislao S. Zcballos.

Ar-

L o s G o b i e r n o s d e la R e p ú b l i c a Arjentina i de Chile, d a b a n así solemne testimonio d e prudencia i de recíproco a n h e l o por conservar la cordialidad d e las relaciones internacionales, se abrían las o p e r a c i o nes técnicas en el terreno, guiados por p r o c e d i m i e n t o s razonables, bajo los auspicios d e este alto ejemplo d e benevolencia, a cuyo favor las dificultades futuras q u e el e s t u d i o revele, p u e d e n ser equitativa ¡ d e c o r o s a m e n t e transadas.
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R e a n u d a d o s los trabajos d e los peritos, procedieron a redactar las instrucciones p a r a los a y u d a n t e s q u e debían partir i n m e d i a t a m e n t e a sus respectivos destinos. El señor Barros A r a n a , presentó, d e s d e luego, el siguiente p r o y e c t o d e bases jenerales: Para dar cumplimiento a los artículos 2.° 3 . i 4 . del Tratado de Límites de 23 de Julio de 1881, los peritos nombrados por la República de Chile i la República Arjentina, han acordado comisionar a los injenieros ayudantes don para que se trasladen a la zona comprendida entre el paralelos 27" i 3o° i a la Tierra del Fuego, i procedan a demarcar la linea divisoria entre los dos paises, i a levantar en los puntos en que estuvieren de acuerdo, el acta que deben firmar los peritos, con arreglo al articulo i.° del Tratado. Esta delegación se hace para los fines que espresa el artículo 3. , i en virtud de la facultad que confiere a los peritos el artículo 4 . de la Convención de 20 de Agosto de 1888.
0 0 0 0

C o n s u l t a d a s por telégrafo estas bases, c o n t e s t é al señor Pico q u e eran aceptables, siempre q u e el señor Barros A r a n a , defiriera a suprimir la frase: a la zona comprendida entre los paralelos 2J° i 30°, p o r q u e ella limitaba las operaciones de d e m a r c a c i ó n en el N o r t e , a tres grados de frontera, a n u l a n d o así los a c u e r d o s c e l e b r a d o por los peritos en 1 8 9 0 , según los cuales, el deslinde c o m e n z a d a d e N o r t e a Sur, d e s d e el P a s o de San F r a n c i s c o hasta el g r a d o 5 2 ° , sin interrupción, i con las reservas indicadas por el señor Barros Arana, para a t e n d e r a cualquier otro sitio, d o n d e u n caso urjente e imprevisto exijiera su a c c i ó n .

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Se dio aviso en el m i s m o sentido al señor Ministro Arjentino en Chile, a fin d e q u e pidiera el c u m p l i m i e n t o llano de lo c o n v e n i d o por los peritos en sus conferencias d e 1 8 9 0 . E l señor Pico hizo la observación a su colega, q u e la aceptó cordialm e n t e , i en tal p u n t o q u e d a r o n p l e n a m e n t e uniformadas las vistas de los peritos sobre las instrucciones. E l señor P i c o lo manifestaba, en la nota 2 4 d e F e b r e r o , d a n d o cuenta d e los últimos incidentes, en estos t é r m i n o s : Tengo el honor i la satisfacción de poner en conocimiento de V. E . que el desacuerdo que existia con el señor Perito Chileno, ha quedado allanado hoi, i que han sido firmadas por ambos peritos las instrucciones que deben llevar las comisiones mistas para la demarcación de la frontera de N o r t e a Sur en la Cordillera de los Andes i en la Tierra del Fuego. V. E. tiene ya conocimiento de las bases de arreglo que el señor Ministro Arjentino me habia hecho conocer, como procedentes de las conferencias habidas entre el señor Perito Chileno i su Gobierno. Sabe también que yo habia manifestado al señor Ministro Arjentino que aceptaba las bases propuestas, reservándome introducir en su discusión modificaciones que recordarán i afirmarán lo ya convenido en el año 1 8 9 0 . Esta aceptación mia fué comunicada por el señor Ministro Arjentino a Valparaíso, en donde se encontraba el señor Perito; i hoi, a medio dia, recibi de este caballero una carta, en la cual, haciendo cumplido honor a la intervención amistosa del señor Ministro Arjentino en este asunto i a la buena voluntad del señor Presidente de Chile i sus Ministros, se felicitaba del resultado a que se habia arribado i me manifestaba la satisfacción que tendría si hoi mismo dejábamos copiadas i estendidas las instrucciones a nuestros ayudantes; anunciándome, al efecto, que estaría en Santiago a las doce i media, del dia. Asistí gustoso a la Oficina Internacional de Limites, en donde me encontré con el señor Perito Chileno, el cual me manifestó las bases que traia preparadas para las instrucciones de las comisiones mistas, que debian trabajar en el estremo Norte de la frontera i en la Tierra del Fuego. Acéptelas yo, como bases, i propuse hacer en ellas las modificaciones que también conoce ya V. E. Estas modificaciones fueron a su vez inmediatamente aceptadas por el señor Perito Chileno; quedando la fórmula jeneral para ambas comisiones aprobadas en los términos siguientes: «Para dar cumplimiento a los artículos I, II, III i IV del Tratado de Límites de 23 de Julio de 1 8 8 1 , los peritos nombrados por la Re-

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pública Arjentina i la República de Chile, han acordado comisionar a los injenieros ayudante para que se trasladen a la Cordillera de los Andes i a la Tierra del Fuego i procedan a demarcar la linea divisoria entre los dos países, con el punto de partida, estension i condiciones convenidas entre los dos peritos en 24 i 29 de Abril i 8 de Mayo de 1890, i a levantar, en los puntos sn que estuvieren de acuerdo, el acta que deben firmar los peritos con arreglo al articulo I del Tratado. Esta delegación se hace para los fines que espresa el articulo III i en virtud de la facultad que confiere a los peritos el articulo IV de la Convención de 20 de Agosto de 1888.» Esta fórmula jeneral debía aplicarse, con sus términos correspondientes, a una i otra comisión mista. La correspondiente a la Tierra del F u e g o , quedó en los términos siguientes: «Para dar cumplimiento a lo estipulado en los artículos III i IV del Tratado de Limites de 23 de Julio de 1881, los peritos nombrados por la República Arjentina i la República de Chile, han acordado comisionar a los injenieros ayudantes don Valentin Virasoro, don Juan A. Martin i don Federico Erdman, por parte de la República Arjentina, i don Vicente Merino Jarpa, don Alberto Larenas i don Carlos Soza Bruna por parte de la República de Chile, para que se trasladen a la Tierra del Fuego i procedan a demarcar la línea divisoria entre los dos países, con el punto de partida, estension i condisiones convenidas entre los dos peritos en 8 de Mayo de 1890; i a levantar, en los puntos en que estuvieren de acuerdo, el acta que deben firmar los peritos con arreglo al articulo I del Tratado. Esta delegación se hace para los fines que espresa el artículo III i en virtud de la facultad que confiere a los peritos el artículo IV de la Convención de 20 de Agosto de 1888. Santiago de Chile, Febrero 24 de 1892.)) La del N o r t e fué sancionada en la siguiente forma: «Para dar cumplimiento a lo estipulado en los artículos I i IV del Tratado de Límites de 23 de Julio de 18S1. los peritos nombrados por la República Arjentina i la República de Chile han acordado comisionar a los injenieros ayudantes don Julio V. Díaz, don Luis J. Delleipiane i don Fernando L. Dousset, por parte de la República Arjentina, i a don Alejandro Bertrand, don Aníbal Contreras i don Alvaro Donoso, por parte de la República de Chile, para que se trasladen a la Cordillera de los Andes i procedan a demarcar la linea divisoria entre los dos paises con el punto de partida estension i condiciones convenidas entre los dos peritos en 24 i 29 de Abril de 1890; i a levantar en los puntos en que estuvieren de acuerdo, el acta que deben firmar los peritos con arreglo al articulo I del Tratado.

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Esta delegación se hace para los fines que espresa el artículo III i en virtud de la facultad que confiere a los peritos el articulo IV de la Convención de 20 de Agosto de 1888. Santiago de Chile, Febrero 24 de 1892.» V. E . ve que, en el fondo, esta fórmula para las instrucciones, es la misma propuesta por mi, como primera base en la conferencia que tuvo lugar el r2 de Enero último; i que no consiste en otra cosa sino en autorizar a los ayudantes a que fijen la frontera con arreglo a los artículos correspondientes del Tratado i a los convenios celebrados entre los peritos en el año de 1890. El señor Perito Chileno, inmediatamente después de concluido este acuerde, tomó las disposiciones conducentes a la partida de la Sub-comision chilena que debe trabajar en la Tierra del Fuego, en el mas breve plazo posible. El señor Merino Jarpa, que es su jefe, partió hoi para Valparaíso a hacer los aprestos del caso; i manifestó que, si no por el paquete que sale el 27, la comisión partiría por el que le siguiera inmediatamente. Los últimos aprestos de la Comisión mista que ha de trabajar en el Norte, serán dispuestos i arreglados mañana, entre el jefe de la Sub-comision arjentina, ayudante don Julio V. Diaz i el jefe de la Sub-comisión chilena, ayudante don Alejandro Bertrand. El Perito Arjentino c o r r e s p o n d i ó a las atenciones recibidas con un b a n q u e t e , en el cual reinó la mayor cordialidad i en cuyos brindis él i su colega el señor Barros A r a n a dejaron nuevas constancias del alto espíritu d e q u e a m b o s funcionarios se hallaban a n i m a d o s . Las comisiones de a y u d a n t e s partieron en Marzo, en estación harto avanzada. E l 3 d e Abril el señor P i c o falleció r e p e n t i n a m e n t e en Santiago, i este l u c t u o s o suceso causó profunda sensación en los d o s países. Chile dio alto testimonio de respeto i de j e n e r o s o s sentimientos a la memoria del señor Pico i a la R e p ú b l i c a Arjentina, en la forma q u e instruyen los d o c u m e n t o s q u e m a s a d e l a n t e se publican relativos a este infausto a c o n t e c i m i e n t o . P a r a n o e n t o r p e c e r las operaciones c o m e n z a d a s , fui autorizado por el señor P r e s i d e n t e d e la R e p ú b l i c a p a r a asumir m o m e n t á n e a m e n t e las funciones del Perito, respecto de la dirección d e las comisiones arjentinas, i así lo c o m u n i q u é en el acto, o r d e n a n d o c o n t i n u a r las tareas. La inclemencia d e los e l e m e n t o s en las rejiones en q u e o p e r a b a n los

MEMORIA

DEL

DR.

ZEBALLOS

97

obligó a a b a n d o n a r l a s en Abril, a p e n a s c o m e n z a d a s , i de c o m ú n a c u e r do, regresaron a sus respectivos paises, para reunirse en la próxima primavera. D e los trabajos h e c h o s t o m a r o n razón los peritos en su d e b i d a o p o r t u n i d a d i lo q u e ellos c o n v e n g a n q u e d a r á definitivamente establecido en el t e r r e n o . £ 1 G o b i e r n o Arjentino se a p r e s u r ó , e n t r e t a n t o , a n o m b r a r Perito al injeniero jeógrafo d o n Valentín Virasoro, jefe d e servicio técnico de la Comisión d e A y u d a n t e s , en el d e c r e t o q u e sigue: Buenos Aires, Abril 9 de 1892 Estando vacante el puesto de Perito para la demarcación de límites con Chile, i atento lo dispuesto por el artíeulo i.° del Tratado de 23 de Julio de 1881 i lo establecido en la Convención de 20 de Agosto de 1888. El Presidente de la República,
DECRETA:

Nómbrase Perito de la República Arjentina para la demarcación de límites con Chile, al jefe del servicio técnico de la Comisión Arjentina i jefe de la partida de demarcadores de la Frontera en la Tierra del Fuego, injeniero jeógrafo don Valentín Virasoro. ART. 2. Nómbrase jefe de la partida demarcadora de los límites en la Tierra del Fuego al ayudante de la Comisión Arjentina teniente de fragata don Juan A. Martin con el sueldo de que goza. ART. 3. Nómbrase ayudante de la Comisión de Límites para la partida de la Tierra del Fuego, al alférez de navio don José Moneta de la Oficina de Límites Internacionales del Ministerio de Relaciones Esteriores con el sueldo de 200 pesos. ART. 4." Nómbrase segundo jefe de la Oficina de Límites Internacionales al injeniero civil don Pedro Ezcurra con el sueldo de 250 pesos mensuales ART. 5. Los gastos ordenados por este decreto se liquidarán e imputarán en la forma ordenada por los decretos de 16 de Noviembre i 21 de Diciembre de 1891. ART. 6.° Espídase a los nombrados las instrucciones acordadas, comuniqúese, publíquese e insértese en el Rejistro Nacional.
ARTÍCULO PRIMERO.
0 0 0

PEI.LEGRINI

Estanislao

S. Zcballos

E l señor Virasoro trabaja en esta capital con sus a y u d a n t e s i está pronto para trasladarse a Chile en los primeros dias en q u e se a b r a n los caminos do los A n d e s , a fin de proseguir los trabajos de d e m a r c a ción, a n i m a d o del espíritu de c o n c o r d i a que fluye d e los a n t e c e d e n t e s de este a s u n t o .
DOCUMENTOS

7

DOCUMENTO

F

Acuerdos de los Peritos para fijar los puntos iniciales de la demarcación

ESTREMO

NORTE

D E L LÍMITE

ANDINO

" T e r m i n a d a la discusión, q u e d ó a c o r d a d o q u e u n a comisión mista de injenieros trabajaría en la próxima estación seca en la d e m a r c a c i ó n de los límites, d e s d e el Portezuelo o Paso d e San F r a n c i s c o , q u e se halla situado entre los grados 2 6 i 2 7 d e latitud meridional, a v a n z a n d o d e s d e este p u n t o hacia el Sur. " C o n referencia a la elección d e este p u n t o d e partida en el trabajo, se acordó por a m b o s señores Peritos, dejar constancia d e la siguiente declaración: Q u e al fijar en el Paso d e San F r a n c i s c o el principio d e los trabajas d e deslinde, no quieren significar q u e sea ese lugar el est r e m o N o r t e d e la frontera q u e separa a Chile d e la R e p ú b l i c a A r j e n tina, sino q u e él e s u n p u n t o de d i c h a frontera; q u e si el trabajo de demarcación no se prolonga por ahora m a s al N o r t e d e ese lugar, es con objeto d e no tocar el territorio d e soberanía boliviana s o m e t i d o a la lei chilena p o r el P a c t o d e tregua d e 4 d e Abril d e 1 8 8 4 , el cual n o podria en ningún caso ser afectado por el T r a t a d o d e límites d e 1 8 8 1 ni p o r la C o n v e n c i ó n d e 1 8 8 8 ; i q u e a m b o s señores Peritos e n t i e n d e n q u e el estremo norte d e la frontera q u e separa a sus íespectivos países, solo p o d r á ser fijado definitivamente por arreglos posteriores celebrados entre las tres naciones limítrofes en d i c h o p u n t o estremo.u (Conferencia c e l e b r a d a en 2 9 d e Abril d e 1 8 9 0 . Acta suscrita p o r los señores Diego Barros Arana i Octavio Pico, Peritos por parte d e Chile i d e la R e p ú b l i c a Arjentina, r e s p e c t i v a m e n t e ) .

IOO

DOCUMENTO

F

ESTREMO

NORTE

DEL

LÍMITE

EN

LA

TIERRA

DEL

FUEGO

" L a línea divisoria d e b e r á tener por estremo norte el c a b o Espíritu S a n t o i prolongarse al Sur v e r d a d e r o hasta el canal Beagle, siendo a m o j o n a d a en t o d a su estension según las reglas establecidas anteriorm e n t e , ii (Conferencia de 8 d e M a y o de 1890. — Acta suscrita por los señores Barros A r a n a i Pico.

DOCUMENTO

G

1.—Bases para instrucciones a los ayudantes presentadas por el Perito arjentino señor don Octavio Pico, al Perito chileno don Diego Barros Arana.

Santiago,
SEÑOR PERITO:

Enero

13 de

iSp2

C o n motivo d e las instrucciones q u e d e b í a n darse a la C o m i s i ó n mista arjentina-chilena e n c a r g a d a de la demarcación de límites al Norte, convinimos en las bases jenerales de esas I n s t r u c c i o n e s ; i al presentar a V. S., en proyecto, el acta d e ese acuerdo, c o m o es de práctica, fueron ellas c o n s i g n a d a s en la forma siguiente: P r i m e r a . — L a aplicación estricta del artículo primero del T r a t a d o de Límites de 1 8 8 1 , q u e dice: " E l límite entre la R e p ú b l i c a Arjentina i Chile es de N o r t e a Sur, hasta el paralelo 5 2 de latitud, la Cordillera de los A n d e s . La línea fronteriza correrá en esta estension por las c u m b r e s m a s elevadas de dichas cordilleras q u e dividan las aguas, i pasará por e n t r e las vertientes q u e se d e s p r e n d e n a un lado i otro.n S e g u n d a . — C u a n d o las c u m b r e s mas elevadas d e la Cordillera d é l o s A n d e s se presenten en la forma d e mesetas o altiplanicies, se buscará por m e d i o de la nivelación los p u n t o s mas altos de dichas m e s e t a s i por ella correrá la línea divisoria. A estas bases yo m e permití agregar en el acta las q u e siguen: T e r c e r a . — A u n c u a n d o estas u otras cualesquiera c u m b r e s mas elevadas de dichas cordilleras sean inaccesibles, serán siempre el límite real de las dos naciones. C u a r t a . — S i se presentara el caso previsto por el T r a t a d o , de encontrar valles formados por la bifurcación d e la Cordillera, i en q u e n o sea clara la línea divisoria de las aguas, la Comisión mista levantará un

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DOCUMENTO G

p l a n o exacto de los hechos i lo someterá al juicio i decisión d e los señores Peritos, sin dejar en el terreno estudiado señal alguna definitiva d e límite. Así r e d a c t a d o el acto q u e tuve el agrado d e presentarle, i leida por V. S , sin observación alguna, se sirvió V. S. manifestarme, sin e m b a r go, q u e para evitar t o d o jénero d e d u d a s i dificultades q u e podrían ocurrir, convenia presentar c l a r a m e n t e q u e la línea d e frontera a establecer debería ser siguiendo la división de las aguas, a u n c u a n d o para ello hubiese q u e apartarse d e las m a s altas c u m b r e s . C o n tal motivo, m e creí en el caso d e significar a V. S. q u e , en mi opinión, no p o d i a aplicarse ese criterio a la letra del T r a t a d o d e 1 8 8 1 , i q u e por el contrario, creia q u e principalmente d e b í a m o s a t e n e r n o s a lo establecido en la primera parte del artículo i.° ya citado, en el q u e la regla jeneral es, q u e las mas altas c u m b r e s d e la Cordillera d e los A n d e s son las q u e d e t e r m i n a n la línea divisoria e n t r e a m b a s naciones. Manifesté asimismo a V . S. q u e esta opinión mía era t a m b i é n 'a espresion del criterio oficial d e mi G o b i e r n o i la d e distinguidos estadistas d e mi pais, i la misma q u e tenia u n o d e los autores del T r a t a d o , el doctor B e r n a r d o d e Irigóyen, Ministro d e R e l a c i o n e s Esteriores en aquella época; i q u e n o faltaban t a m p o c o a u t o r i d a d e s chilenas en su apoyo. V. S. se creyó obligado a insistir en sus a r g u m e n t o s para d e m o s t r a r q u e la interpretación q u e d e b e darse al T r a t a d o de 1 8 8 1 , es la que V. S. le asigna; q u e ante t o d o , d e b e a t e n d e r s e a la división de las aguas, aun c u a n d o en algunos casos fuera necesasio apartarse d e las m a s altas c u m b r e s , c o m o tendría q u e s u c e d e r al dejar el gran cerro del A c o n c a g u a en el territorio arjentino en q u e se e n c o n t r a b a . E n t r e las opiniones q u e favorecían la mía en la interpretación del Tratado ( 7 ) , cité a V. S. u n a chilena. Estoi seguro q u e ella ha d e merecerle gran consideración; hela aquí: E n nota del P l e n i p o t e n c i a r i o chileno, fecha 10 d e N o v i e m b r e d e 1874, c o n t e s t a n d o el oficio del M i nistro Boliviano d e igual fecha, en q u e a c o m p a ñ a b a la Lei d e la a s a m b l e a boliviana aprobatoria del T r a t a d o d e Agosto del m i s m o a ñ o con algunas aclaraciones, se decia lo siguiente: " A los escrupulosos i suspicaces q u e h a n e c h a d o en cara a V . E. q u e ha c e d i d o n u m e r o s o s territorios d e Bolivía a c e p t a n d o la redacción del artículo i.°, conven i e n t e seria decirles q u e la R e p ú b l i c a de Chile no p r e t e n d e encerrarse entre su m a r i su cordillera, para o b t e n e r t o d o lo q u e a m b i c i o n a : su
j

( 1 ) Obsérvese que el señor Pico reconoce aquí la necesidad de interpretar el

Tratado,

INTERPRETACIÓN

DEL

TRATADO

paz, su bienestar i su progreso U n protocolo especial para esplicar lo mismo q u e esplico en las palabras q u e a c a b o d e consignar en esta nota, me parece escusado. Basta, a mi juicio, el q u e yo declare c o m o lo hago, q u e mi G o b i e r n o e n t i e n d e p o r su límite oriental en la p a r t e del desierto d e Atacama, solo las mas altas cimas de la Cordillera i no otra cosa. C r e o q u e esta declaración es b a s t a n t e [clara i n o dejará lugar a d u d a s , etc.ii E s t e i m p o r t a n t e d o c u m e n t o lleva la firma d e l Plenipotenciario chileno en la época citada, señor d o n Carlos W a l k e r Martínez. E n consecuencia, siendo tan diferente el criterio c o n q u e respectiv a m e n t e c r e e m o s q u e debe, aplicado el T r a t a d o d e 1 8 8 1 , i c o n s i d e r a n d o u n o i otro inútil ya t o d a discusión al respecto, creo d e mi d e b e r limitarme a consignar estos h e c h o s dirijiendo a V . S. la p r e s e n t e n o t a ; i ponerlos en c o n o c i m i e n t o del G o b i e r n o arjentino, c o m o h a q u e d a d o c o n v e n i d o , á fin d e q u e éste, d i l u c i d a n d o el p u n t o en la forma q u e lo juzgue m a s c o n v e n i e n t e por su parte, resuelva sobre el particular.
—OCTAVIO

R e i t e r o a V . S. las seguridades d e mi mayor consideración i estima. PICO.—/uan I. Ochagavia, Secretario.

2.—Comunicación del Perito chileno al Perito arjentino, osponiendo la interpretación jeográflea del Tratado
Santiago,
SEÑOR PERITO:

18 de Enero

de

i8g2

H e tenido el h o n o r d e recibir la n o t a d e V . S . d e fecha 1 3 d e l c o rriente, en q u e , e s p o n i e n d o la discusión t e n i d a ese dia, m e r e c u e r d a la dificultad suscitada sobre la intelijencia del artículo i.° del t r a t a d o de límites, i e s p o n e los fundamentos d e su opinión sobre la materia. D e b o c o m e n z a r mi contestación por establecer los h e c h o s preliminares d e esa discusión. C o n arreglo a lo q u e h a b í a m o s h a b l a d o el día anterior, V . S . m e presentó el 1 3 d e e n e r o un proyecto d e instrucciones q u e d e b í a n darse a los injenieros e n c a r g a d o s d e la d e m a r c a c i ó n en la p a r t e n o r t e de la línea divisoria. D e s p u é s d e u n a rapidísima lectura, i r e s e r v á n d o m e para consultar d i c h o proyecto a los injenieros d e esta c o m i s i ó n , que d e b e n t o m a r p a r t e en ese trabajo, a fin d e introducir en él las modificaciones d e detalle q n e se creyesen necesarias, manifesté a V . S . que creia indispensables la i n t r o d u c c i ó n d e otro artículo d e s t i n a d o a

104

DOCUMENTO

G

evitar e n t o r p e c i m i e n t o s i dificultades en el trabajo, i a confirmar las reglas jenerales q u e d e b e n seguirse en t o d o el d e s e m p e ñ o d e nuestra comisión. E s p u s e e n t o n c e s a V . S. q u e d e b i e n d o correr la línea de d e m a r cación por las c u m b r e s mas elevadas d e las cordilleras q u e dividen las aguas i por e n t r e las vertientes q u e se d e s p r e n d e n a u n lado i otro, era c o n v e n i e n t e declarar q u e los injenieros d e m a r c a d o r e s no tomarían en c u e n t a los picos, alturas i c a d e n a s q u e están fuera de la línea divisoria d e las aguas. Creia, señor Perito, q u e esta proposición, fundada en la letra i en el espíritu del tratado del a ñ o d e 1881, n o suscitaría la m a s p e q u e ñ a objeción ni la m a s r e m o t a dificultad. La negativa de V. S. fundada en las palabras "las c u m b r e s mas elevadas de dichas cordilleras", sin tomar en c u e n t a la proposición limitativa i esplicativa del m i s m o T r a t a d o q u e solo se refiere a las c u m b r e s m a s elevadas q u e dividen las aguas, fué para mi, d e b o declararlo con lealtad, una verdadera sorpresa. C o m o V. S. en esa conferencia, i d e s p u é s de su apreciable nota q u e contesto, ha insistido en esa opinión, d e b o consignar aqui las razones q u e tuve ayer i q u e t e n g o hoi para diferir del parecer de V. S. V. S. m e permitirá entrar en ciertas consideraciones jenerales q u e talvez p u e d e n parecer ociosas e intempestivas, pero que, en mi sentir, a y u d a n a robustecer la opinión q u e yo he sostenido. L a forma ideal d e u n a cadena d e m o n t a ñ a s , o si se quiere, la construcción elemental d e ella, es la de un t e c h o de dos aguas, ángulo diedro, cuya arista o línea de intersección de los dos planos laterales, forma la cresta c u l m i n a n t e , de la cual van bajándose g r a d u a l m e n t e sus flancos o costados hasta j u n t a r s e con las tierras bajas. P e r o esta es solo la forma ideal. L a m a s lijera esploracion en el terreno, basta para d e m o s t r a r q u e n o existen c a d e n a s de m o n t a ñ a s en q u e este a l i n e a m i e n t o n o r m a l de las cimas se e n c u e n t r e en p a r t e alguna con u n a regularidad jeométrica. Ofrecen éstas, por el contrario, un a g r u p a m i e n t o de macizos, de cad e n a s i de contrafuertes e s t e n d i d o s en diversos sentidos en q u e n o se p u e d e reconocer la dirección de las crestas sino d e s p u é s d e largos i prolijos estudios. C o n frecuencia se halla q u e las m a s altas cimas n o están situadas en la cresta misma. La ciencia, sin e m b a r g o , ha b u s c a d o i ha e n c o n t r a d o un arbitrio b a s t a n t e sencillo para establecer la línea divisoria en ese laberinto de cerros q u e se cruzan o corren casi paralelos sin o r d e n ni regularidad. " L a arista d e una c a d e n a de m o n -

INTERPRETACIÓN

DEL

TRATADO

lañas, dice Arago, es n a t u r a l m e n t e la línea de división d e sus aguas q u e bajan p o r sus costados ¡ corren hacia dos valles diferentes.n U n o de los m a s insignes jeógrafos de n u e s t r o siglo, A d r i a n o Balbi, en el capítulo I I d e su "Tratado de Jeografíau, dice a este respecto lo que sigue: "Se mira c o m o c a d e n a principal d e un g r u p o o de un sistema cualquiera d e m o n t a ñ a s , aquellas cuyos costados o p u n t o s c u l m i n a n t e s dan n a c i m i e n t o a grandes corrientes de a g u a . " I mas a d e l a n t e agrega: " E l n o m b r e de arista (en las m o n t a ñ a s ) se aplica a l a intersección obtusa o a g u d a de los planos q u e forman los dos costados d e u n a cadena, línea q u e d e t e r m i n a la división de las aguas de los lados opuestos i q u e es la cima de la m o n t a ñ a , n E s t a línea, necesariamente curva o q u e b r a d a , fácil de descubrir i d e señalar, c a m b i a r á frecuentemente de altitud i d e azimut. P o d r á talvez pasar por u n a •marisma o por un lago q u e vierta sus aguas para sus dos lados o p u e s tos, pero en ningún caso podrá cortar un arroyo o un rio. El d e r e c h o internacional ha a d o p t a d o este principio para la aplicación del límite d e los paises. "Si el límite d e un estado es una cordillera, dice don A n d r é s Bello, en sus Principios de Derecho Internacional, parte primera, capítulo I I I , párrafo 2°, la línea divisoria corre por sobre los p u n t o s mas e n c u m b r a d o s d e ella, p a s a n d o por e n t r e los manantiales d e las vertientes q u e d e s c i e n d e n a un lado i al otro.n Para n o agrupar en este p u n t o mayor c a n t i d a d de citaciones, m e limitaré a copiar aqui el artículo 297 del Derecho Internacional Codificado de Bluntschli, q u e dice así: " C u a n d o dos paises están separados por una c a d e n a de m o n t a ñ a s , se a d m i t e en la d u d a , q u e el cordón superior i la línea divisoria de las aguas forman el límite." N o creo necesario recordar a V. S. los pactos de límites ajustados en los últimos años e n t r e algunas de las n a c i o n e s mas cultas i civilizadas del m u n d o , en q u e se ha a d o p t a d o la línea de división de las aguas c o m o la línea de d e m a r c a c i ó n en las c a d e n a s de m o n t a ñ a s . E s cierto q u e en algunos paises c o n s i d e r a c i o n e s especiales fundadas en una remota tradición o en c o n d i c i o n e s etnolójicas, no se ha o b servado esa regla en t o d o su rigor. E n una prolija descripción científica de los Pirineos, escrita por M. Elíseo R e c l u s , este distinguido jeógrafo deplora q u e por causas de ese orden no se haya seguido rigor o s a m e n t e en la d e m a r c a c i ó n de límites entre E s p a ñ a i Francia, la línea natural de la separación de las aguas. E n el caso particular de los límites e n t r e Chile i la R e p ú b l i c a Arjentina, este sistema de d e m a r c a c i ó n está perfectamente r e c o n o c i d o i s a n c i o n a d o d e s d e los t i e m p o s coloniales.

DOCUMENTO

G

El libro m a s sólido i f u n d a m e n t a l q u e se conozca sobre la jeografia del s e g u n d o d é estos países, es sin disputa la Descripción República Arjentina Física de la por el d o c t o r d o n J e r m a n B u r m e i s l e r , director del

m u s e o público de B u e n o s Aires. Allí, en el capítulo i.° del libro I I , dice t e x t u a l m e n t e a este respecto lo q u e sigue: " L a frontera o c c i d e n tal de la R e p ú b l i c a Arjentina está mejor fijada q u e la del norte. E s la misma q u e existia en t i e m p o de los españoles entre el virrreinato de la Plata i el g o b i e r n o d e C h i l e . C r e a d o el n u e v o virreinato se elijió con intelijencia la línea de separación de las hoyas hidrográficas c o m o límites político?, i se atribuyó al estado del Plata t o d o el pais i todas las m o n t a ñ a s cuyas aguas corren al este. Chile, por el contrario, t o d a la red hidrográfica q u e se vacia al oeste.t> E s t a d e m a r c a c i ó n natural i tradicional h a sido a c e p t a d a sin discusión por los d o s países; i c u a n d o se han suscitado d u d a s en algún p u n t o , ha sido solo p o r q u e no se conocía p r e c i s a m e n t e la línea divisoria de las aguas. E n la larga cuestión d e límites sostenida entre a m b o s países d u r a n t e m a s de treinta años, en q u e se c a m b i a r o n por u n a i otra p a r t e c e n t e n a r e s de c o m u n i c a c i o n e s , se h a r e c o n o c i d o por los dos lados, d e la m a n e r a mas clara i t e r m i n a n t e , i c o m o un h e c h o incuestionable, q u e en toda la estension territorial en q u e la cordillera de los A n d e s sirve d e frontera e n t r e los dos paises, la línea divisoria pasa por las mas altas c u m b r e s q u e dividen las aguas, c o r r i e n d o por e n t r e las vertientes q u e se d e s p r e n d e n de un lado i de otro. C o n el objeto de n o alargar esta nota i de no fatigar la atención de V. S. con un recargo d e citaciones, me limitaré a decirle q u e el señor don Félix Frias, enviado estraordinario i ministro p l e n i p o t e n c i a r i o de la R e p ú b l i c a Arj e n t i n a en Santiago, en oficio de 2 0 de S e t i e m b r e d e 1 8 7 3 , d e s p u é s de citar varios d o c u m e n t o s en su apoyo, confirmó esta declaración: " E l acuerdo g o b i e r n o d e Chile ha e n t e n d i d o , c o m o t o d o el m u n d o , de tuvo

con u n a regla i n t e r n a c i o n a l u n i v e r s a l m e n t e a d o p t a d a , q u e c u a n d o u n a m o n t a ñ a o cordillera separa dos paises, el límite entre ellos lo m a r c a n en sus c u m b r e s la caida de las aguas.u C o n c e p t o s semejantes a este se e n c u e n t r a n con frecuencia en los d o c u m e n t o s e m a n a d o s del g o b i e r n o arjentino q u e se h a n d a d o a luz, i en m u c h o s otros q u e p e r m a n e c e n inéditos i q u e podria citar en mi apoyo, sí, c o m o he dicho mas arriba, n o temiera fatigar la de V. S. Pero aun c u a n d o no existiesen estos a n t e c e d e n t e s jeográficos, jurídicos e históricos, basta citar literalmente el artículo i.° del t r a t a d o de 2 3 de Julio d e 1 8 8 1 , para d e m o s t r a r q u e la cuestión está clara i atención

INTERPRETACIÓN

DEL

TRATADO

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definitivamente resuelta. Dice así: " E l límite entre Chile i la R e p ú b l i c a Arjentina es de norte a sur, hasta el paralelo c i n c u e n t a i dos d e latitud, la cordillera de los A n d e s . La línea fronteriza correrá en esa estension por las cumbres mas elevadas de dichas cordilleras que dividan las aguas, i pasará por entre las vertientes que se desprenden a un lado i otro. Las dificultades q u e pudieran suscitarse por la existencia d e ciertos valles formados por la bifurcación de la cordillera, i en q u e no sea clara la línea divisoria de las aguas, serán resueltas a m i s t o s a m e n t e por dos peritos n o m b r a d o s u n o p o r c a d a parte, n Del tenor claro e indiscutible de este artículo, en q u e se ha c u i d a d o de repetir tres veces, en las c'áusulas q u e dejo subrayadas, la regla d e demarcación por la línea divisoria de las aguas, se d e s p r e n d e n natural e i n d e s t r u c t i b l e m e n t e las consecuencias q u e siguen: i.° D e b i e n d o pasar la d e m a r c a c i ó n ^ ? - las cumbres mas elevadas que dividan las aguas, es claro i fuera de toda cuestión q u e n o d e b e ni p u e d e pasar por las c u m b r e s de las cordilleras, por elevada q u e sean, que no dividan las aguas. E s esto, señor perito, lo q u e pido q u e se d e clare en las instrucciones que se d e b e n dar a los injenieros para evitar entorpecimientos i dificultades. 2.° D e b i e n d o pasar la d e m a r c a c i ó n por entre las vertientes q u e se d e s p r e n d e n a un lado i a otro, es claro i fuera de toda cuestión q u e esa línea no d e b e ni p u e d e coitar ninguna vertiente, sea rio o simple arroyo, lo q u e no podria cumplirse si hubiera d e a d o p t a r s e cualquier otro sistema de demarcación, i sobre t o d o el de b u s c a r las mas altas c u m b r e s absolutas q u e con frecuencia se hallan en los costados o faldas orientales u occidentales de la m o n t a ñ a , i separadas u n a s d e otras por distancias considerables atravesadas por rios i por arroyos. 3 . La única dificultad que prevee el tratado en la d e m a r c a c i ó n d e límites, es la q u e podria suscitar la existencia de valles interiores d e cordillera en q u e no sea clara la línea divisoria de las aguas, i p a r a este caso el t r a t a d o m i s m o estatuye q u e la dificultad sea resuelta por los peritos, cuyo d e b e r no es ni p u e d e ser otro q u e buscar la línea divisoria de las aguas.
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V. S. m e dice en la nota q u e t e n g o el h o n o r de contestar, q u e n o es ésta la intelijencia q u e da al tratado el d o c t o r don B e r n a r d o d e Irigóyen, ministro de relaciones esteriores de la R e p ú b l i c a Arjentina en la época en q u e se celebró ese p a c t o . M e es s u m a m e n t e p e n o s o el entrar a o c u p a r m e de este a r g u m e n t o , pero m e creo obligado a ello. V. S. sabe q u e sirviendo yo el cargo de ministro plenipotenciario d e Chile en la R e p ú b l i c a Arjentina en 1 8 7 6 , tuve el h o n o r de t o m a r parte di-

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recta en la preparación del tratado de límites; i q u e en 1 8 8 1 , c o m o ájente confidencial del g o b i e r n o de Chile, m e c u p o la satisfacción d e verlo t e r m i n a d o i s a n c i o n a d o . E n este d o b l e carácter p u e d o declarar a V. S. q u e el p e n s a m i e n t o claro i esplícito del g o b i e r n o de Chile al ajustar este pacto, fué, en este p u n t o , el establecimiento de la línea divisoria d e las aguas c o m o la única m a n e r a racional i práctica d e dividir las cordilleras. V. S. sabe q u e las relaciones q u e e n t o n c e s cultivé con el señor Irigóyen fueron cordiales i amistosas, i q u e conservo la mas alta idea de la lealtad, de la ilustración i de la intelijencia de ese distinguido c a ballero. C u a n d o oí a V. S. invocar el testimonio del s e ñ o r Irigóyen p a r a dar con él una diversa intelijencia al tratado de límites, e s p e r i m e n t é una dolorosa sorpresa, por c u a n t o n o podia imajinarme q u e un negociador tan intelijente i tan e s p e r i m e n t a d o c o m o el señor Irigóyen, hubiera p o d i d o proponer, convenir i sancionar la forma d a d a al referido artículo, q u e espresa una idea d i a m e t r a l m e n t e opuesta a la q u e ahora se le atribuye; es decir que el señor Irigóyen, q u e r i e n d o q u e la d e m a r c a ción se hiciera por las c u m b r e s mas elevadas de los A n d e s , h u b i e r a elejido o a c e p t a d o u n a redacción según la cual esa línea d e b e hacerse por la separación de las aguas. P o r otra parte, a u n q u e yo estaba p r o f u n d a m e n t e c o n v e n c i d o d e q u e el señor Irigóyen patrocinaba i apoyaba e n t o n c e s la idea q u e se consignó en el tratado, c o m o también la misma forma en q u e está e s t a m p a d a en el artículo i.°, i a u n q u e a pesar de mi e d a d avanzada no be p o d i d o observar que mi memoria se debilite m u c h o , creí q u e no tenia base suficientemente segura para rectificar este h e c h o . H o i d e b o asegurar a V. S. q u e aquella aseveración n o descansa mas q u e en una infidelidad de r e c u e r d o . H e consultado mi correspondencia particular de aquella época i las notas privadas q u e yo t o m a b a d e s p u é s de cada incidente de aquella laboriosa negociación, i estas piezas me han confirmado en el hecho incuestionable de que en 1 8 7 6 , en 1 8 7 7 i en 1 8 7 8 , el E x c m o . Presid e n t e de la R e p ú b l i c a Arjentina, d o n Nicolás Avellaneda, i el señor d o n B e r n a r d o de Irigóyen, ministro de relaciones esteriores, tenían en este p u n t o la opinión fija de q u e la d e m a r c a c i ó n d e b i a hacerse por la línea divisoria d e las aguas. E n una de mis conferencias con el señor Irigóyen, b u s c a n d o la m a nera de espresar mejor esta idea, abrimos el libro del señor d o n A n d r é s Bello, i t o m a m o s de él u n pasaje q u e trasladamos casi t e x t u a l m e n t e al

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DEL

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proyecto de tratado. D e b o agregar a V. S. q u e otros dos ministros de relaciones esteriores d e la R e p ú b l i c a Arjentina con quienes tuve q u e tratar estos asuntos, los doctores Elizalde i M o n t e s d e Oca, m e espresaron e x a c t a m e n t e la m i s m a opinión, lo q u e no d e b e estrañar a V. S. p o r q u e esa opinión era la d e los h o m b r e s públicos m a s distinguidos de aquel pais, según ha p o d i d o verlo V . S. por la citación q u e he h e c h o de d o n Félix Frías, i según p o d r á confirmarlo por las referencias q u e t e n d i é q u e hacer en la prosecución de esta nota. V. S. ha creído hallar u n a opinión q u e favorece la intelijerícia q u e V. S. da a este artículo del tratado, en ciertas palabras copiadas d e una nota q u e con fecha 10 de N o v i e m b r e d e 1874 p a s a b a al g o b i e r n o d e Bolivia el ministro plenipotenciario de Chile d o n Carlos W a l k e r Martínez. A este respecto me limitaré a observar a V. S. q u e el docum e n t o citado se refiere única i esplícitamente a la parte del desierto de Atacama, d o n d e existe real i efectivamente una línea d e altas cimas q u e separaba a Chile d e la altiplanicie o p u n a boliviana de A t a c a m a , rejion en la cual hai u n a complicada ramificación del divortium aquarum, de m a n e r a q u e , por escepcion, allí d o n d e las aguas propias d e las altiplanicies n o se vacian al océano, se creyó m a s seguro designar las altas cimas q u e n o ofrecían a m b i g ü e d a d i consagraban el límite tradicional. P e r o a h o r a voi a presentar a V. S. opiniones mas claras, m a s precisas i mas d e t e r m i n a d a s , no de u n o sino d e varios estadistas arjentinos respecto del valor tradicional i jurídico d e la línea divisoria de las aguas en la d e m a r c a c i ó n d é límites con Chile. E n S e t i e m b r e de 1871 los señores don B a r t o l o m é Mitre, d o n B . Vallejos, d o n J u a n H e r r e r a , d o n José M . Arias i don J. E . T o r r e n t , q u e formaban la comisión d e límites del s e n a d o de la R e p ú b l i c a Arjentina, " d e s p u é s de n u m e r o s a s conferencias en q u e se espusieron las diversas cuestiones sometidas a su cometidou, propusieron u n proyecto de lei q u e dividía i limitaba entre sí los territorios nacionales q u e n o formaban parte de las provincias de la confederación, i q u e d e b í a n q u e d a r sometidas a la jurisdicción esclusiva de la a u t o r i d a d nacional. A h í se p r o p o n í a la creación d e cuatro territorios o g o b e r n a c i o n e s al sur del rio Negro, i se señalaban los límites d e cada u n o de ellos. A todos cuatro, señor Perito, se les asigna ahí c o m o límite occidental la línea divisoria de las aguas de la cordillera de los Andes. E s t a referencia, q u e c o m p r u e b a a m p l i a m e n t e lo q u e digo m a s arriba, n o necesita c o m e n t a r i o alguno. E n 1888, es decir, siete a ñ o s d e s p u é s d e s a n c i o n a d o el t r a t a d o d e

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límites, ha visto la luz pública en B u e n o s Aires un volumen d e 7 5 0 pajinas titulado Jeografía de la República Arjenlina, por F. Latzina, q u e he visto mui r e c o m e n d a d o por la prensa de B u e n o s Aires i de varias provincial de esa República, i q u e según creo recordar, ha m e recido u n gran premio d e honor. R e c o r r i e n d o ese libro, he hallado en las pajinas 3 8 4 , 3 9 6 , 4 0 9 , 4 9 0 , 4 9 4 , 4 9 7 i 4 9 9 , q u e se dice espresam e n t e q u e las provincias de M e n d o z a , San J u a n i Rioja, así c o m o las gobernaciones de N e u q u e n , d e Rio N e g r o , d e C h u b u t i d e S a n t a Cruz, están separadas d e Chile, por el lado occidental, por el divortium aquarum de las cordilleras, esto es por la línea divisoria de las aguas establecida clara i d e t e r m i n a d a m e n t e en el t r a t a d o d e t 8 8 i . Por lo d e m á s , el señor Latzina no h a c e en este p u n t o mas q u e repetir con otras palabras lo q u e antes q u e él habia escrito el ilustre sabio d o n J e r m a n Burmeister. P o r a ñ a d i d u r a agregaré a V. S. q u e las ventajas de la línea divisoria d e las aguas para la demarcación de límites d e los territorios, ha sido reconocida por otro célebre estadista arjentino al tratarse d e u n a cuestion mui diferente. D e s d e t i e m p o atrás las provincias de C ó r d o b a i de San Luis m a n t e n í a n u n r cuestión de límites provincial, i q u e r i e n d o resolverla n o m b r a r o n arbitro de la cuestión al P r e s i d e n t e de la R e p ú blica. El jeneral d o n Julio A. Roca, q u e d e s e m p e ñ a b a este alto cargo, dio su fallo arbitral el 2 6 de N o v i e m b r e d e 1 8 8 3 , i en este d o c u m e n t o hallamos las palabras q u e siguen: " P o r el Este, la sierra g r a n d e de C ó r d o b a , por la línea divisoria d e sus aguas, d e s d e el n a c i m i e n t o del arroyo Piedra Blanca hasta d o n d e empieza el arroyo de la Palmilla." E l ilustrado jeneral R o c a , al estampar en su fallo esa resolución, no hacia mas q u e reconocer el sano i fundado principio de jeografía q u e estoi s o s t e n i e n d o al pedir el c u m p l i m i e n t o fiel del artículo i.° d e nuestro tratado de límites. Sírvase creer, señor Perito, q u e al sostener con tanta fijeza la d e marcación de límites en la cordillera según el tratado de 1 8 8 1 , por la línea divisoria de las aguas, n o m e m u e v e la idea ni la ilusión de ensanchar por ese m e d i o el d o m i n i o territorial de Chile. A u n q u e las faldas orientales de los A n d e s chileno-arjentinos i los contrafuertes q u e d e ellos se d e s p r e n d e n son h a s t a a h o r a m u c h o m e n o s c o n o c i d o s q u e las faldas i los contrafuertes del lado occidental, s a b e m o s q u e en los primeros, c o m o s u c e d e con frecuencia en todas las c a d e n a s de m o n t a ñ a s , se levantan b a s t a n t e lejos del c o r d ó n central, alturas mui considerables, q u e seria forzoso t o m a r en c u e n t a si se h u b i e r a n d e buscar para la d e m a r c a c i ó n las c u m b r e s m a s elevadas. Mui segura-

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DEL

TRATADO

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m e n t e , siguiendo esta regla d e demarcación, la línea d e límites, lejos de correr al o c c i d e n t e de los A n d e s , privando a Chile, por ejemplo, d e u n a gran porción del territorio d e la provincia d e L l a n q u i h u e i hasta d e p a r t e del golfo de Reloncaví, c o m o lo he visto d i b u j a d o en algunos m a p a s arjentinos de data reciente, iria a pasar a m u c h o s k i l ó m e t r o s al oriente del c o r d ó n central d e esa cordillera. C r e o inútil señalar d e s d e luego los p u n t o s en q u e hubiera de suceder esto. L o q u e busco al sostener la d e m a r c a c i ó n por la línea divisoria de las aguas, es el c u m p l i m i e n t o estricto i leal del t r a t a d o d e 1 8 8 1 . E s e pacto, en cuya elaboración m e tocó formar parte, tuvo por objeto p o n e r un t é r m i n o razonable i pacífico a u n a larga i enojosa cuestión d e límites, restablecer la mas perfecta a r m o n í a e n t r e los d o s pueblos, i fijar reglas claras i practicables para la d e m a r c a c i ó n d e las líneas fronterizas, d a n d o a cada cual lo eme le c o r r e s p o n d í a . L a razón q u e tuvieron los negociadores d e T 8 8 1 para t o m a r c o m o límite d e d e m a r cación en las cordilleras la línea divisoria d e las aguas, es la m i s m a q u e r e c o m i e n d a n los b u e n o s principios de jeografía i d e d e r e c h o internacional. E s esa, en efecto, una línea única, fácil d e definir, de hallar en el terreno i d e d e m a r c a r , d e s i g n a d a por la naturaleza misma, i n o sujeta a a m b i g ü e d a d e s ni a errores. El curso d e las aguas es u n a circunstancia continua, esencial, inm u t a b l e , característica e i n h e r e n t e a u n a rejion; mientras q u e la m a y o r o m e n o r elevación d e un pico es algo accidental q u e n o afecta en n a d a a la configuración d e la comarca circunvecina, i q u e está sujeta a e r r o res en la fijación d e su altura. P u e d e decirse que, c u a n d o se h a t r a t a d o d e medir la elevación de cada uno d e los altos picos d e la tierra a cuya cima n o ha p o d i d o llegar el h o m b r e , o ha llegado con g r a n d e s dificultades, se han a s i g n a d o tantas m e d i d a s diferentes c u a n t o s han sido los observadores q u e han e m p r e n d i d o el trabajo; i por m a s q u e esas diferencias n o son en m u c h a s ocasiones de g r a n d e importancia, siempre habría q u e tomarlas en c u e n t a al fijar la limitación d e dos países sobre la base de las alturas absolutas de la m o n t a ñ a o d e sus contrafuertes q u e separan u n país de o t r o . E n nuestro caso, i t r a t á n d o s e d e u n a c a d e n a d e m o n t a ñ a s , la p a r t e d e s c o n o c i d a o mal esplorada hasta ahora, i q u e con sus contrafuertes, m i d e en m u c h o s p u n t o s algunos c e n t e n a r e s de kilómetros de espesor, la d e m a r c a c i ó n por las mayores alturas absolutas, i m p o n d r í a un trabajo de siglos, estaría espuesta a los mayores errores, i conduciría en último resultado a a b s u r d o s insostenibles. ¿Seria posible, señor Perito, q u e en el caso n o hipotético sino seguro, d e hallarse dos c u m b r e s de eleva-

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cion mas o m e n o s igual, situadas a gran distancia una de otra i en las faldas opuestas de la m o n t a ñ a , se hiciera pasar la línea d e oriente a poniente o de poniente a oriente, i q u e d e p e n d i e s e el d o m i n i o de u n a estensa zona territorial d é l a diferencia d e u n o s pocos m e t r o s de mayor altura o del error de una visual? La verdad, señor Perito, es q u e las espresiones cumbres de cordillera, puntos culminantes, mas altas cimas, etc., o b e d e c e n a la idea jeneral de q u e existe u n a linea-de alturas q u e coincide con la división de las aguas, p o r q u e así la figuran los m a p a s i planos de uso c o m ú n ; pero el estudio en detalle d e las m o n t a ñ a s , i e s p e c i a l m e n t e el de los A n d e s , d e m u e s t r a n q u e ni existe tal linea de altas cumbres, ni se hallan todas éstas, ni siquiera la mayor parte, en el c o r d ó n divisorio de las aguas. El trazado d e u n a línea q u e recorriese las c u m b r e s m a s elevadas de las cordilleras produciría, si fuese posible verificarlo, el resultado j e o gráfico m a s imprevisto i estraordinario. ¿ C ó m o se uniría e n t r e sí esas c u m b r e s q u e están tan caprichosa i d e s i g u a l m e n t e r e p a r t i d a s en el c o r d ó n central i en a m b o s costados de la cadena? C a d a vez q u e m e he h e c h o esta p r e g u n t a después de oir la opinión d e V . S., n o h e hallado otra contestación q u e la d e q u e se buscarían líneas jeográficas q u e uniesen esos puntos, c o r t a n d o a c a d a paso el c o r d ó n central i las vertientes q u e d e él se d e s p r e n d e n , los valles, rios ¡ brazos d e mar, acaso villas o ciudades, i violando, en una palabra, a c a d a paso el espíritu i la letra del T r a t a d o de límites a q u e d e b e m o s dar c u m p l i miento. A d e m a s , ¿cuáles serian esas altas c u m b r e s q u e se p r e t e n d e r í a n unir? ¿serian t o d a s las de las cordilleras, fuera cual fuese su distancia a la línea divisoria de las aguas? E n tal caso la línea d e mayores alturas nos llevaría con la misma seguridad d e s d e los nevados de San F r a n cisco en el paralelo d e 2 7 hasta la c u m b r e de F a m a t i n a , en plena provincia arjentina de la Rioja, c o m o nos obligaría tal vez a partir el archipiélago de los C h o n o s en la latitud d e 4 5 .
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P a r a evitar tan a b s u r d o s resultados ¿se fijaría un límite d e distancia a la línea divisoria d e las aguas? P e r o ¿qué circunstancia natural, q u é razón de lójica, q u é estipulación del t r a t a d o nos guiaría p a r a fijar ese límite? D e s d e la c u m b r e m a s elevada de los A n d e s , el cerro d e A c o n c a g u a q u e se halla a 10 kilómetros del divortium aqttarum, en tierra arjentina hasta el volcan C a l b u c o q u e se interna sesenta k i l ó m e t r o s en territorio chileno, i el cerro P a y e n q u e está ciento treinta kilómetros al oriente d e la división de aguas en la provincia d e M e n d o z a , p o d r í a m o s

INTERPRETACIÓN

DEL

TRATADO

" 3

formar una lista n o i n t e r r u m p i d a d e c u m b r e s q u e k i l ó m e t r o por kilóm e t r o se van a p a r t a n d o d e dicha división a u n o i otro lado. I n o se nos p u e d e ocultar q u e la esploracion del t e r r e n o nos haria c o n o c e r m u c h a s otras c u m b r e s q u e a u m e n t a r í a n a u n la perplejidad. E n v e r d a d , señor Perito, q u e basta e n u n c i a r estas dificultades p a r a c o m p r e n d e r q u e n o habrían p o d i d o escapar a la penetración de aquel de los autores del t r a t a d o m e n c i o n a d o por V. S., si h u b i e s e t e n i d o en su m e n t e la idea q u e V. S. le atribuye ahora, i se hace t a n t o m a s i m p o sible de esplicar q u e admitiese c o m o tínica dificultad digna d e ser prevista en el tratado, el caso en q u e por bifurcación d e la cordillera no fuese clara la línea divisoria de las aguas, caso i n c o n g r u e n t e con el trazado de una frontera por las cimas m a s elevadas, q u e formen o n o formen parte del divortium aquarum. E n r e s u m e n , señor Perito, el tratado de límites d e 1 8 8 1 , al cual t e n e m o s la misión de dar c u m p l i m i e n t o , nos señala c o m o única línea fronteriza hasta el paralelo de 5 2 , la que corre por las cumbres de las cordilleras que dividen las aguas; evita t o d a a m b i g ü e d a d e s t i p u l a n d o que esa línea ha d e pasar por entre las vertie?ites que se desprenden a un lado i otro, nos prescribe resolver a m i s t o s a m e n t e la única dificultad q u e p u e d e presentarse, c u a n d o no sea clara ¿a línea divisoria de las aguas. E n presencia del sentido tan categórico d e esas cláusulas n o p u e d o prescindir de p r e g u n t a r m e , q u é interés, q u é utilidad, q u é b e n e ficio para cualquiera d e nuestras dos naciones, hai en buscar una interpretación forzada q u e n o p u e d e sostenerse sin hacer caso omiso del significado de las palabras i de la coordinación d e las ideas; interpretación contraria a la q u e todos los jeógrafos i tratadistas han d a d o a este i a otros pactos análogos.
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Si el t r a t a d o nos ha abierto este c a m i n o tan fácil i llano q u e n o ofrece m a s q u e una dificultad d e escasa importancia q u e él prevee i cuya solución indica, ¿por q u é e m p e ñ a r n o s en m a r c h a r fuera d e vía que nos traza la práctica jeneral i d o n d e nos alumbraría la ciencia jeográfica, para caminar al través de escollos i tropiezos d e t o d o jénero? ¿Con q u é objeto, si el tratado nos indica una línea q u e p u e d e d e t e r m i narse a la simple inspección del terreno, i en el caso mas c o m p l i c a d o , por u n a nivelación entre p u n t o s accesibles, con q u é objeto, repito, iríamos a sustituirla por una línea s u b o r d i n a d a a las mas c o m p l i c a d a s operaciones d e nivelación jeodésica de n u m e r o s í s i m o s picos nevados? Creo h a b e r d e m o s t r a d o en las pajinas anteriores q u e la d e m a r c a c i ó n de límites por la línea divisoria d e las aguas, a d e m a s de ser la q u e ha establecido clara i t e r m i n a n t e m e n t e el t r a t a d o de 1 8 8 1 , es la única
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práctica i posible al ejecutar la operación sobre el terreno. L a idea d e practicar esa d e m a r c a c i ó n por las mayores alturas absolutas, n o solo es contraria al espíritu i a la letra del T r a t a d o , sino q u e es jeográficam e n t e irrealizable. N o trepido en declarar q u e esa p r e t e n d i d a d e m a r c a c i ó n es una q u i mera jeográfica, sostenida, es verdad, en escritos i m a p a s de fecha reciente, a los cuales n o p u e d o c o n c e d e r la m e n o r a u t o r i d a d ni u n propósito serio, c o m o t a m p o c o p u e d o acordarlo a otra q u i m e r a j e o gráfica q u e veo sostenida en los m i s m o s escritos i en los mismos mapas. M e refiero a los p r e t e n d i d o s puertos arjentinos en el Pacífico, q u e c o n t r a el espíritu i la letra del T r a t a d o , vendrían a interrumpir i cortar la c o n t i n u i d a d del territorio chileno. S o b r e este p u n t o se h a n h e c h o i se han r e h e c h o m a p a s , d á n d o s e sus autores u n trabajo tan í m p r o b o c o m o inútil, que, c o m o la cuestión jeográfica q u e con ellos se p r e t e n d e suscitar, n o h a b r á d e conducir hoi, ni m a ñ a n a , ni n u n c a a u n resultado práctico. Soi por esto de opinión, señor Perito, de q u e d e b e m o s dar d e m a n o a estas cuestiones resueltas clara i t e r m i n a n t e m e n t e en el tratado de I 8 8 Í , i de q u e i n s p i r á n d o n o s en los sentimientos d e cordialidad, de a r m o n í a i de respeto a ese p a c t o q u e V. S. m e ha espresado en m u c h a s ocasiones, i q u e yo le he d e m o s t r a d o con h e c h o s evidentes en acuerdos anteriores, prosigamos t r a n q u i l a m e n t e nuestros trabajos cuya t e r m i n a ción está destinada a m a n t e n e r i a consolidar las b u e n a s relaciones e n t r e chilenos i arjentinos. T e n g o el h o n o r d e suscribirme de V. S. con t o d a consideración.
DIEGO BARROS ARANA

3.—Contestación del Perito Arjentino a la nota anterior
Santiago, Enero ig de 1892

T e n g o el h o n o r d e dirijirme a V . S. avisándole q u e he recibido la estensa nota q u e , con fecha de ayer, h a tenido por c o n v e n i e n t e dirijirme, esplicando su m o d o d e e n t e n d e r el T r a t a d o d e límites; i q u e m e complaceré en contestar, si mi G o b i e r n o , al cual envió u n a copia, cree q u e d e b a reabrir la discusión en esta forma, d e s p u é s d e las declara-

INTERPRETACIÓN

DEL

TRATADO

ciones tan firmes i d i a m e t r a l m e n t e opuestas c a m b i a d a s el 1 3 del c o rriente ( 1 ) . C o n este m o t i v o t e n g o el h o n o r d e suscribirme d e V . S. con t o d a consideración a t e n t o i seguro servidor. — O C T A V I O P i c o . — J u a n I. Ochagavia, secretario. Al señor Perito Chileno para la demarcación de límites entre ¿a Repiíblica Arjentina i Chile, don Diego Barros Arana.

(1) Documento G-l.

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1.—Informe i relación del comisionado chileno relativos a la demarcación en el Faso de San Francisco en 1392

Santiago,
SEÑOR PERITO:

24 de Mayo de 1892

E n conformidad a lo dispuesto p o r V. S . en su oficio de F e b r e r o 2 5 del corriente año, h e p r o c e d i d o , en u n i ó n d e los d e m á s a y u d a n t e s d e esta Sub-comision i d e la S u b - c o m i s i o n arjentina, a iniciar las operaciones de d e m a r c a c i ó n d e los límites con la vecina R e p ú b l i c a i paso a dar cuenta a V. S. d e los resultados d e nuestra primera espedicion. T e n i e n d o presente q u e , según lo d i s p o n e el artículo 8 . ° del convenio de 1 8 8 8 , los gastos d e d e m a r c a c i ó n d e b e n ser c o s t e a d o s en c o m ú n p o r ambos países i d e s e a n d o procurar la posible e c o n o m í a , se c o n v i n o con el jefe de la S u b - c o m i s i o n arjentina en q u e t o d o s nos trasladaríamos d e Copiapó a la cordillera en animales alquilados por c u e n t a d e la S u b comisión chilena hasta e n c o n t r a r una tropa d e o c h e n t a i cinco muías i veinticinco p e o n e s q u e traia d e s d e San J u a n los víveres, t i e n d a s d e c a m p a ñ a i d e m á s e l e m e n t o s d e la Sub-comision arjentina i a la cual se le habia i m p a r t i d o o r d e n d e avanzar por el paso d e S a n F r a n c i s c o hasta las borateras d e Maricunga. Según datos del jefe arjentino, señor Diaz, d i c h a espedicion d e b i a salir de San J u a n el 8 d e Marzo, i necesitaba d e veinte a veinticinco dias para llegar al p u n t o designado. R e s e r v a n d o , pues, el t i e m p o necesario para organizar en C o p i a p ó nuestra propia espedicion, ñjatnos para e m b a r c a r n o s en Valparaíso con destino a Caldera el 1 2 d e M a r z o .

E n ésta (Santiago), contraté, antes de salir, en carácter d e e c ó n o m o i m a y o r d o m o , a d o n J u a n A. R e c a b á r r e n , con el sueldo de cien pesos mensuales, i un sirviente con c i n c u e n t a pesos. Se proveyó t a m b i é n a la comisión d e cajas d e trasporte, m o n t u r a s i provisiones, en ésta i en Valparaíso; d e allí se d e s p a c h a r o n i g u a l m e n t e diez p i r á m i d e s d e fierro con d e s t i n o a C o p i a p ó . L l e g a d o s a C o p i a p ó el 1 5 d e Marzo, m e o c u p é p r i n c i p a l m e n t e de buscar v a q u é a n o s i de adquirir o alquilar los animales necesarios para el trasporte d e a m b a s Sub-comisiones, lo q u e ofreció algunas dificultades por ser estos e l e m e n t o s mui escasos. El jefe arjentino, señor Díaz, envió el 1 8 de Marzo u n d e s p a c h o telegráfico al p u e b l o d e Tinogasta, para t e n e r algún indicio de la fecha en q u e podría llegar la j e n t e que e s p e r a b a de San J u a n . Creíase q u e ésta habría t o m a d o el c a m i n o que pasa por ese p u e b l o . D e s g r a c i a d a m e n t e n o se o b t u v o contestación. Por mi parte envié con el mismo objeto, el 2 5 de Marzo, un mensajero por el paso d e San Francisco hasta la estancia del Cazadero, esperando q u e éste e n c o n t r a s e la espedicion arjentina. Mientras tanto, según los datos a q u e he a l u d i d o , esa espedicion debia estar en la cordillera, a m a s tardar, en los primeros días d e Abril. N o p u d i e n d o presumir mayor demora, d e t e r m i n a m o s salir de C o p i a p ó el i.° d e ese m e s . E n efecto, ese dia nos trasladamos en ferrocarril hasta P u q u i o s , i d e allí h i c i m o s a muía dos j o r n a d a s hasta el pie de la cordillera d e Maricunga. E n este lugar e n c o n t r a m o s de regreso al mensajero enviado d e Copiapó, el cual n o habia t e n i d o noticia alguna de la j e n t e i de la tropa d e muías d e la Sub-comision arjentina. L o a v a n z a d o de la estación no nos permitía mayor d e m o r a , si q u e ríamos dejar empezadas las operaciones q u e íbamos a practicar. Seguim o s por tanto a v a n z a n d o con algunos c o n t r a t i e m p o s i n h e r e n t e s a los viajes por estas rejiones. El 8 de Abril p a s a m o s el portezuelo d e San F r a n c i s c o ; i fuimos a establecer nuestro c a m p a m e n t o en la vega del m i s m o n o m b r e , a u n o s veinte kilómetros al oriente del referido paso. E r a el d e s e o c o m ú n de las Sub-comisiones hacer la determinación d e la posición jeográfica del portezuelo d o n d e se iba a iniciar la d e marcación. A fin de p o d e r practicar las operaciones necesarias, dimos principio a la construcción de u n a ruca d e piedra, d o n d e p o d r í a m o s alojar u n a o dos noches. F u é sin e m b a r g o necesario s u s p e n d e r esta operación a causa d e dos nevadas consecutivas q u e cayeron en losdias 12 i 13. Mientras tanto, el dia 1 2 habia regresado n u e s t r o mensajero. Se habia a d e l a n t a d o hasta cerca de Chaschuil sin o b t e n e r noticia alguna

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acerca d e las muías, víveres i equipajes q u e esperaba la S u b - c o m i s i o n arjentina. L a escasez d e nuestros elementos, causada por este atraso, así c o m o la crudeza del ftio i las repetidas nevadas, no nos p e r m i t í a n esperar mas t i e m p o los q u e debía recibir la S u b c o m i s i ó n arjentina. Creí p o r esto c o n v e n i e n t e p r o p o n e r q u e a p r o v e c h á s e m o s el p r i m e r dia d e b u e n tiempo, para hacer en el terreno la d e m a r c a c i ó n del p u n t o inicial d e la línea fronteriza, i limitar las operaciones jeográficas a lo q u e el t i e m p o permitiese. E s t a indicación e n c o n t r ó cierta resistencia de parte del jefe d e la Sub-comision arjentina. M e dio éste a e n t e n d e r q u e c o n s i d e r a b a indispensable la fijación exacta d e latitud i lonjitud d e c a d a lindero. P o r mi parte, f u n d á n d o m e en q u e el t r a t a d o de 1881 i la c o n v e n c i ó n d e 1888 solo hablan de demarcar- en el terreno la línea fronteriza establecida en el primero de esos pactos, espresé q u e , a u n q u e la Sub-comision chilena abrigaba los mejores deseos de reunir el mayor acopio posible de datos jeográficos, a fin de cooperar al progreso de las ciencias, n o se creía autorizada p a r a d e m o r a r o s u s p e n d e r la operación esencial d e la demarcación material de los p u n t o s de límites, por el solo h e c h o d e q u e n o fuese posible reunir los datos jeográficos c o m p l e t o s relativos a esos m i s m o s p u n t o s . A t e n d i e n d o a mis razones, se decidió esperar un dia favorable para proceder a la operación inicial de la d e m a r c a c i ó n , hasta q u e regresase el mensajero q u e fué enviado a F i a m b a l á para contratar muías q u e trasportaran hasta T i n o g a s t a a la Sub-comision arjentina. F e l i z m e n t e el dia 15 d e Abril a m a n e c i ó d e bonanza. H a b i é n d o s e derretido la nieve del c a m i n o nos fué posible trasladarnos al portezuelo con los i n s t r u m e n t o s necesarios para d e t e r m i n a r altitudes, t o m a r a r r u m b a m i e n t o s i fijar la latitud del lugar. N o h a b i e n d o los suficientes elementos de trasporte no se habia p o d i d o traer ningún lindero d e fierro. U n a vez d e t e r m i n a d o por simple inspección el p u n t o d e separación de las p e n d i e n t e s en el portezuelo, se erijió ahí u n hito provisorio de piedra, d e s d e el cual se t o m a r o n cuatro vistas fotográficas q u e c o r r e s p o n d e n a los r u m b o s a p u n t a d o s en el acta q u e m e n c i o n a r é mas adelante. A u n q u e la d e t e r m i n a c i ó n material del p u n t o en el t e r r e n o n o dio marjen a la m e n o r dificultad, ni el jefe de la S u b - c o m i s i o n arjentina opuso objeción alguna a las consideraciones en que yo fundaba la elección del p u n t o d e límite, n o sucedió lo m i s m o c u a n d o llegó el m o • m e n t ó d e redactar el acta q u e d e b í a m o s levantar en c u m p l i m i e n t o d e

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las instrucciones, q u e nos fueron impartidas de e o n u n a c u e r d o por los peritos, con fecha 24 d e F e b r e r o de 1892. E n efecto, h a b i é n d o l e p r e s e n t a d o un b o r r a d o r d e acta, el delegado del perito arjentino me manifestó q u e n o podia aceptar mi redacción en la parte en q u e d i c e : " P a r a d e t e r m i n a r el m e n c i o n a d o p u n t o , h e m o s tenido presente el artículo primero del tratado de límites d e 23 de J u l i o de 1881, en c u a n t o estipula q u e la línea divisoria pasará por entre las vertientes q u e se d e s p r e n d e n a un lado i otro,, i h e m o s a t e n d i d o igualmente a las definiciones topográficas, según las cuales un paso o portezuelo d e u n a c a d e n a de m o n t a ñ a s es una depresión de la línea divisoria de las aguas d o n d e tienen s u o r i j e n c o m ú n dos valles opuestos i cuya situación precisa tiene su espresion gráfica en la tanjencia de las dos curvas d e nivel de m e n o r cota q u e pasan d e u n lado a otro en las c u e n c a s de dichos valles. 11 Invité al señor Diaz para q u e formulara sus objeciones, si alguna tenia q u e hacer, a los términos q u e yo empleaba, i aun a q u e las hiciera constar por escrito en el acta; m e respondió s o l a m e n t e q u e n o creía necesario q u e se hiciese en el acta referencias al tratado d e límites, por c u a n t o así solo se conseguiría renovar las dificultades que esta misma cuestión había suscitado entre los señores peritos. H a b i e n d o insistido el q u e suscribe en q u e creia necesario dejar constancia de q u e se habia p r o c e d i d o a aplicar e s t r i c t a m e n t e la parte del tratado q u e afecta al p u n t o q u e h a b í a m o s d e t e r m i n a d o , se llegó al a c u e r d o de insertar las dos actas, agregándoles los resultados jeográficos o b t e n i d o s en c o m ú n , i asi se hizo. Aquí_. creo necesario, señor Perito, para justificar la alta confianza con q u e V. S. se ha servido h o n r a r n o s a mi i a mis c o m p a ñ e r o s , con cuyo a c u e r d o he procedido siempre, esplayar los motivos q u e m e hicieron a d o p t a r e insistir en la redacción del citado párrafo del acta; p u n t o de la mayor importancia, por c u a n t o la forma q u e se a d o p t e h a b r á de servir en cierto m o d o de n o r m a o p r e c e d e n t e a las d e m á s , i acerca del cual n o habíamos recibido mas instrucciones q u e la d e dar cumplim i e n t o al artículo primero del tratado de límites. D i c h o artículo primero dice q u e "la línea fronteriza correrá por las c u m b r e s mas elevadas d e las cordilleras q u e dividan las aguasn i que npasará por entre las vertientes q u e se d e s p r e n d e n a un lado i otro.n , H a í aquí dos estipulaciones bien claras i q u e r e s p o n d e n a u n a nece. sidad evidente. T o d o c o r d ó n de m o n t a ñ a s se c o m p o n e de p u n t o s al: t e r n a t i v a m e n t e altos i bajos; c o m o los dientes d e una sierra, con cuyo

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n o m b r e se le designa frecuentemente. E n t r e los p u n t o s altos o c u m bres, el tratado o r d e n a elejir aquellas " q u e dividan las aguasu, i en los puntos bajos, pasos o portezuelos ( q u e son el orijen d e los valles i rios), o r d e n a q u e la línea pase upor entre las vertientes q u e se d e s p r e n den a un lado i o t r o . " E n el caso q u e nos o c u p a se trataba d e fijar el límite en un p o r t e zuelo, i por eso he creído i creo q u e es indispensable citar la cláusula del tratado q u e e v i d e n t e m e n t e se refiere a estos p u n t o s . C r e o i g u a l m e n t e indispensable dejar constancia espresa d e q u e al fijar un portezuelo, n o se ha e n t e n d i d o elejir un p u n t o mas o m e n o s vago por conveniencias de tránsito u otras a q u e se refiere sin m e n c i o narlas el acta de la Sub-comision arjentina, sino q u e se p r o c e d e con arreglo a preceptos bien definidos. P o r esto b u s q u é u n a definición q u e c o m p r e n d i e r a no solo la c o n c e p c i ó n teórica de lo q u e es un p a s o o portezuelo en una c a d e n a de m o n t a ñ a s , sino t a m b i é n la m a n e r a gráfica c o m o q u e d a d e t e r m i n a d o en un p l a n o con curvas de nivel, p o r q u e dicha definición c o m p r e n d e t o d o s los casos q u e pudieran presentarse en lo sucesivo, i n d i c a n d o al m i s m o tiempo la m a n e r a de salvar t o d a d u d a respecto al sentido del d e s a g ü e d o n d e no haya corriente material de agua. N o he c o n s i d e r a d o atendible la objeción de q u e el e m p l e o innecesario de ciertas espresiones q u e usa el t r a t a d o , solo serviría para r e n o var las dificultades q u e se habían suscitado entre los peritos, por c u a n t o d e n t r o de nuestra misión d e b í a m o s , a mi juicio, dar por no existentes esas dificultades, i proceder tan solo con arreglo a nuestras c o m u n e s instrucciones, a d a r c u m p l i m i e n t o estricto al artículo p r i m e r o del trat a d o de 1881. P o r otra parte, el e m p l e o d e las espresiones a que m e refiero, n o es mió. Se halla en los tratados de topografía, lo q u e viene a p o n e r mas en claro el manifiesto sentido de los términos del T r a t a d o . E s t a diverjencia acerca de p u n t o s tan capitales habría venido a hacer mas imposible, sino no lo hubiera sido ya por causas distintas i m a t e riales, la prosecución de nuestras tareas. E n consecuencia, se dio por t e r m i n a d o el trabajo de la t e m p o r a d a . L a j o r n a d a tan penosa de cruzar la cordillera e n t r e M a r i c u n g a i la vega de San Francisco, nos indujo a efectuar la vuelta de la espedicion a C o p i a p ó por otro b o q u e t e situado m a s al sur, en el oríjen del valle d e Cazadero. A cargo de esa espedicion iria el tercer injeniero, señor D o n o s o , mientras el infrascrito a c o m p a ñ a d o del señor C o n t r e ras, hacia su regreso a Santiago por tierra, p a s a n d o por el b o q u e t e d e Uspallata. N o s decidió a optar por este c a m i n o la invitación de los

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njenieros arjentinos en cuya c o m p a ñ í a h a r í a m o s el viaje hasta Mendoza por ferrocarril, e m b a r c á n d o n o s en C h u m b i c h a , provincia d e C a t a m a r c a , en la cual nos h a l l á b a m o s . E n t r e otras ventajas esta c o m b i n a c i ó n ofrecía la d e d a r n o s a c o n o cer el c a m i n o del valle de C a z a d e r o i el paso d e los Patos, con los datos q u e había q u e traer el señor D o n o s o , i d e tener informes personales acerca d e las vías d e comunicación, i de los recursos d e los valles próximos a la cordillera en la provincia de C a t a m a r c a , d o n d e será c o n v e n i e n t e proveerse de víveres frescos i muías d u r a n t e las próximas e s p e d i c í o n e s . El d i e c i o c h o d e Abril recibíamos en la estancia de C a z a d e r o la sensible nueva del fallecimiento del Perito arjentino, señor Pico, i al dia siguiente nos s e p a r a m o s de nuestra espedicion q u e regresó a C o p i a p ó a cargo del señor D o n o s o , a d o n d e llegó el 2 2 , fecha en q u e nosotros en c o m p a ñ í a de la Sub-comision arjentina llegábamos a Tinogasta. D e allí nos trasladamos en mensajería a la estación terminal de C h u m b i c h a d o n d e t o m a m o s el ferrocarril en la n o c h e del 2 5 con destino a Córdoba. E s t a n d o en esa ciudad, el G o b i e r n o Arjentino tuvo a bien honrarnos con una invitación, por c o n d u c t o del injeniero señor Diaz, para visitarla capital federal de la R e p ú b l i c a . A c e p t a d a con deferencia esta invitación, i h a b i e n d o sabido q u e p r o n t o llegarían a B u e n o s Aires los restos del señor Pico, c'reimos q u e nos correspondía dar una prueba de la participación q u e t o m á b a m o s en el d u e l o q u e m o t i v a b a esta p é r d i d a en la vecina R e p ú b l i c a , i con el a s e n t i m i e n t o del Ministerio d e R e l a c i o n e s Esteriores, p e r m a n e c i m o s en B u e n o s Aires hasta el 8 del corriente, en cuya fecha se verificaron los funerales del señor Pico. N o s es grato, señor Perito, manifestar a V. S. q u e d u r a n t e nuestra p e r m a n e n c i a en la capital arjentina, h e m o s sido objeto de las mas delicadas a t e n c i o n e s personales d e parte del P r e s i d e n t e de la R e p ú blica, i del señor Ministro d e R e l a c i o n e s Esteriores, quien o r d e n ó a d e m a s , q u e se nos diese libre pase por los ferrocarriles para los viajes d e ida i vuelta. E m p r e n d i d o el regreso el 9 del corriente, cruzamos sin dificultad la cordillera por la vía d e Uspallata, i llegamos a Santiago el 1 4 . Por su parte, el señor D o n o s o , d e s p u é s de arreglar los asuntos pendientes i c u e n t a s d e la C o m i s i ó n en C o p i a p ó , se e m b a r c ó en Caldera i llegó a ésta el dia 3 del corriente. Para terminar, señor Perito, m e es satisfactorio darle la seguridad d e q u e tanto el q u e suscribe c o m o sus colegas d e comisión se han

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m a n t e n i d o en las mejores i mas cordiales relaciones con los injenieros d e la S u b - c o m i s i o n arjentina en los cuales nos h e m o s c o m p l a c i d o en hallar c u m p l i d o s caballeros e intelijentes m i e m b r o s d e n u e s t r a profesión. A d j u n t o hallará V. S. los siguientes d o c u m e n t o s a n e x o s al p r e s e n t e oficio. A . — A c t a orijinal d e la erección del l i n d e r o provisorio del p a s o d e San F r a n c i s c o , a c o m p a ñ a d a d e c u a t r o vistas fotográficas. B . — C u e n t a d o c u m e n t a d a d e los gastos d e la espedicion. C . — D i a r i o d e viaje detallado. D . — C o p i a i traducción de a l g u n a s definiciones topográficas de textos estranjeros en apoyo d e la fórmula e m p l e a d a en el acta. E . - — P l a n o del portezuelo d e San F r a n c i s c o . D i o s g u a r d e a V. S.
ALEJANDRO BERTRAND

Al señor don Diego Barros Arana mites.

Perito chileno en la Comisión de Li-

2.—Acta de erección del lindero de San Francisco E n la cordillera d e los A n d e s , a q u i n c e d e Abril d e mil o c h o c i e n t o s n o v e n t a i dos, los abajos firmados, m i e m b r o s d e las Sub-comisiones chileno-arjentinas, h a b i e n d o establecido d e c o m ú n a c u e r d o en el p a s o d e S a n F r a n c i s c o el mojón o hito q u e servirá d e a r r a n q u e o p u n t o d e partida p a r a los trabajos sucesivos d e d e m a r c a c i ó n d e límites e n t r e a m b a s R e p ú b l i c a s , se r e u n i e r o n en la fecha arriba i n d i c a d a para r e d a c tar el acta respectiva, c o n v i n i e n d o en q u e c a d a u n a d e las d o s S u b - c o misiones la formularia por s e p a r a d o , a fin d e c o m p a r a r l a s i p o n e r s e d e a c u e r d o en c u a n t o a sus t é r m i n o s con escepcion en la q u e hai c o m p l e t a conformidad. continuación: » E n c u m p l i m i e n t o d e las instrucciones c o n s i g n a d a s e n el a c t a de delegación d e facultades q u e han h e c h o en favor d e los infrascritos los señores Peritos por p a r t e d e la R e p ú b l i c a Arjentina i C h i l e ( 1 ) , para p r o c e d e r a la d e m a r c a c i ó n d e los límites e n t r e a m b a s R e p ú b l i c a s , con fecha veinticuatro d e F e b r e r o del c o r r i e n t e a ñ o , nos h e m o s t r a s l a d a d o al paso o portezuelo d e San F r a n c i s c o , con fecha q u i n c e del p r e s e n t e ( 1 ) Insertas en el Documento E, páj. 93. d e la p a r t e t é c n i c a , E n esta virtud, la Sub-comision

chilena p r e s e n t ó a la S u b - c o m i s i o n arjentina el acta q u e se t r a s c r i b e a

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mes, para d a r principio a nuestro trabajo con la fijación del p u n t o q u e d e b e o c u p a r el primer hito o l i n d e r o q u e ha d e colocarse en d i c h o paso, en virtud del a c u e r d o d e los señores Peritos, d e fecha veintinueve de Abril d e mil ochocientos noventa. " P a r a d e t e r m i n a r el m e n c i o n a d o p u n t o , h e m o s t e n i d o p r e s e n t e el artículo primero del T r a t a d o de Límites d e veintitrés d e J u l i o d e mil ochocientos o c h e n t a i uno, en c u a n t o estipula q u e la línea divisoria pasará por entre las vertientes q u e se d e s p r e n d e n a un l a d o i otro, i h e m o s a t e n d i d o igualmente a las definiciones topográficas, según las cuales un paso o portezuelo d e una c a d e n a de m o n t a ñ a s es una d e presión de la línea divisoria de las aguas d o n d e tienen su oríjen com ú n dos valles opuestos, i cuya situación precisa tiene su espresion gráfica en la tanjencia de las dos curvas de nivel de m e n o r cota q u e pasan de u n lado a otro, en las cuencas d e dichos valles. " L a s dos c u e n c a s principales q u e separa el portezuelo d e San F r a n cisco son la de L a g u n a V e r d e por el lado de Chile, i la d e la Vega d e San F r a n c i s c o por el lado de la R e p ú b l i c a Arjentina, existiendo a d e mas entre estas dos, p e q u e ñ a s c u e n c a s sin desagüe efectivo, pero q u e en virtud de las consideraciones anteriores han sido consideradas tributarias de la Vega de San Francisco, por ser los pasos q u e la separan d e esta última más bajos q u e aquel mas i n m e d i a t o a la L a g u n a V e r d e , d o n d e h e m o s erijido un lindero provisorio, cuya posición en el terreno ha sido d e t e r m i n a d a por azimutes verdaderos dirijidos a las c u m b r e s Circunvecinas, de las cuales se sacaron cuatro vistas fotográficas." P o r su p a r t e la S u b c o m i s i ó n arjentina presentó el acta q u e en seguida se t r a s c r i b e :
1

" E n la cordillera d e los A n d e s , a q u i n c e d e Abril de mil ochocientos noventa i dos, r e u n i d o s los abajos firmados, m i e m b r o s de la S u b - c o m i siones arjentina i chilena, e n c a r g a d o s de fijar la línea de frontera entre ambas' naciones en la parte norte d e ella, con el objeto d e dar cumplim i e n t o a las instrucciones q u e les han sido d a d a s por los señores Peritos, con fecha veinticuatro d e F e b r e r o del corriente año, i de conform i d a d con lo a c o r d a d o por los m e n c i o n a d o s señores Peritos en veintinueve d e Abril d e mil o c h o c i e n t o s noventa, según consta del acta lab r a d a en la c i u d a d de Santiago en la fecha citada, que en copia legalizada t e n e m o s a la vista, se t r a s l a d a r o n al paso o portezuelo de San F r a n c i s c o para d e t e r m i n a r el p u n t o de partida, i e n c o n t r a n d o en éste lugar varios puntos q u e a p a r e n t e m e n t e reunían iguales condiciones de elejibilidad, se practicó un r e c o n o c i m i e n t o previo i se c o m p a r a r o n las

EL

LINDERO

DE

SAN

FRANCISCO

respectivas alturas por m e d i o del b a r ó m e t r o a igualdad

de temperatucomo

ras, r e s u l t a n d o q u e el p u n t o m a s e l e v a d o i el q u e m a s convenia

p u n t o d e partida, era el q u e se hallaba situado en la p a r t e , central del portezuelo q u e se e n c u e n t r a mas al oeste, p r ó x i m a m e n t e , o sea el m a s i n m e d i a t o al territorio chileno, el q u e , por consiguiente, fué elejido c o m o divisorio d e la frontera, i se o r d e n ó levantar allí un hito o m o j ó n en la forma q u e fué c o n v e n i d a p o r los señores Peritos en el c i t a d o a c u e r d o d e veintinueve d e Abril d e mil o c h o c i e n t o s n o v e n t a . E n c o n secuencia pasaron a d e t e r m i n a r el referido p u n t o en q u e se ha c o l o c a d o un hito o m o j ó n número uno, en la forma s i g u i e n t e s

C o n f r o n t a d a s estas dos actas, i no p u d i e n d o las S u b - c o m i s i o n e s llegar a un a c u e r d o sobre sus t é r m i n o s , h a n c o n v e n i d o dejarlas subsistentes, s o m e t i é n d o l a s a la decisión d e los señores Peritos, i en insertar a c o n t i n u a c i ó n los datos en q u e están d e a c u e r d o , q u e sirven para la d e t e r m i n a c i ó n d e la posición del primer hito o m o j ó n c o l o c a d o en el paso d e San Francisco, i q u e son c o m o sigue: L a t i t u d del lugar: 2 6
O

5 2 ' 4 5 " Sud.

A z i m u t e s v e r d a d e r o s del m i s m o p u n t o c o n relación a las alturas notables q u e se tenian a la vista: A z i m u t d e la línea f u n d a m e n t a l : P u n t o A ( 1 ) (cerro sin n o m b r e ) N 3 1 0 " 2 3 ' E;
n B ( 1 , ..
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356«
15
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5

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Letra D „ i. 11
11 11 11 11

(cerro d e San F r a n c i s c o ) N 1 3 3 ) N ) N ) N ) N ) N ) N ) N
133 137 144 ( ( .1 11

2 ' E;
27' 30' 27'

O

E; E, E; E; E;
K;

O

O

(cerro I n c a h u a s i (cerro del Azufre (cerro L a g u n a V e r d e (cerro L a g u n a V e r d e (cerro L a g u n a V e r d e
0

) N 179
203 222 223 223

O

2 7 ' E;
41' 17' 10' 37'

O

O

O

O

E. mm.:
0

Presión b a r o m é t r i c a en el lugar del m o j ó n : 4 3 1 del mercurio del b a r ó m e t r o + 9 c ; temperatura

temperatura
A 0

esterior + 6 c; id. en
O

el portezuelo mas al este del m o j ó n : 4 3 3 , 2 m m . ; + 7 c. i + 3 c. T e m p e r a t u r a d e ebullición del agua en el lugar del m o j ó n : 8 4 , 9 c.

( 1 ) Las letras se refieren a los puntos fijados en las fotografías del terreno.

126

DOCUMENTO

H

Variación magnética de la aguja: 1 2 4 7 ' hacia el este. Hacemos también constar que por lo avanzado de la estación i el mal tiempo, no ha sido posible determinar la lonjitud ni proceder a la colocación del mojón definitivo.
o

Hecha por duplicado en la fecha i lugar arriba indicados. Alejandro Bertrand.—Julio V. Díaz.—Aníbal Contreras P.—Luis F. Dellepiane.—ALVARO Donoso Grille.—Fernando L. Doussel.n

DOCUMENTO

K

1.—Instrucciones impartidas a la Sub-comisión mista revisora del hito de San Francisco

E s p r e s a n d o el artículo 8 . ° del p r o t o c o l o de i.° d e M a y o , q u e el P e rito arjentíno hizo p r e s e n t e que, para firmar con c o m p l e t o c o n o c i m i e n t o d e causa el acta d e 1 5 d e Abril d e 1 8 9 2 , por la cual u n a S u b comisión mista chileno-arjentina señaló en el terreno el p u n t o d e partida d e la d e m a r c a c i ó n d e límites en la cordillera d e los A n d e s , creia indispensable hacer un n u e v o r e c o n o c i m i e n t o d e la localidad, i h a b i é n d o s e resuelto por el m i s m o protocolo q u e se practique la revisión d e lo ejecutado i que, caso d e e n c o n t r a r s e error, se traslade el hito d o n d e debió ser colocado, según los términos del tratado d e límites; los Peritos han c o n v e n i d o dar c u m p l i m i e n t o a lo dispuesto en la forma siguiente: E l Perito Arjentino impartirá a la comisión d e su d e p e n d e n c i a las instrucciones al respecto, d e b i e n d o estas instrucciones ser firmadas también p o r el Perito chileno, a los efectos d e q u e la Sub-comision d e este pais c o a d y u v e en c u a n t o se estime necesario para la mejor espedicion. E l jefe d e la Sub-comision arjentina i el jefe d e la Sub-comision chilena presentarán a sus respectivos Peritos un informe q u e esplique los trabajos i resultados d e la revisión, e s p r e s a n d o todos los p u n t o s en q u e estén conformes o disconformes c o n sus f u n d a m e n t o s . Los Peritos resolverán si el hito colocado ha d e ser o n o trasladado. T e r m i n a d a s las operaciones d e revisión, la Sub-comision mista p r o c e d e r á al trabajo de la d e m a r c a c i ó n c o n t i n u a n d o hacia el sur.

128

DOCUMENTO

K

I n s t r u c c i o n e s del Perito Arjentino para su comisión de estudio: Se harán los estudios de r e c o n o c i m i e n t o i d e verificación en la rejion en q u e está colocado el hito provisorio, i en las partes de la cordillera d o n d e se crea conveniente o necesario para d e t e r m i n a r el p u n t o de partida de la d e m a r c a c i ó n , con arreglo al t r a t a d o de límites i al p r o t o c o l o del i.° d e M a y o del presente año. L o s planos e informes serán elevados a c o n o c i m i e n t o d e los Peritos por la Comisión mista, a fin d e q u e estos resuelvan dar c u m p l i m i e n t o a la última parte del artículo 8 . ° del referido p r o t o c o l o de 1 8 9 3 . U n a vez t e r m i n a d o s los estudios para resolver definitivamente el p u n t o conforme a lo estipulado en d i c h o artículo del protocolo, la S u b - c o m i sion mista de estudios pasará a ser S u b - c o m i s i o n d e m a r c a d o r a , contin u a n d o la d e m a r c a c i ó n hacia el sur, i sujetándose en sus procedim i e n t o s a las reglas establecidas en las instrucciones d a d a s para la d e m a r c a c i ó n en la cordillera insertas a n t e i i o r m e n t e . (Acta d e la conferencia c e l e b r a d a por los Peritos señores Barros A r a n a i Q u i r n o Costa en Santiago d e Chile el i.° de E n e r o d e 1 8 9 4 . )

2. — Informo i relación del comisionado chileno respecto a la revisión del lindero de San Francisco
Santiago,
SEÑOR PERITO:

Mayo 10 de 1894

E n c u m p l i m i e n t o de las instrucciones de i.° de E n e r o del presente año, impartidas a las Sub-comisiones del norte, t e n g o el h o n o r de dar c u e n t a a V. S. de los trabajos de revisión efectuados en la rejion del l í m i t e i fuera de ella, i d e los resultados q u e de dicha revisión se d e s prenden. Conforme al espíritu de las instrucciones, fué la Sub-comision arjentina la q u e formuló el plan d e los trabajos q u e se efectuaron, limit á n d o s e la Sub-comision chilena a p r e s t a r l e su c o n c u r s o en la ejecución material de ellos. E s t o s trabajos fueron los q u e se espresan en seguida. Se midió d i r e c t a m e n t e , en las vegas d e San Francisco, una base de 2 5 1 5 m e t r o s i con ella se fijaron dos c u m b r e s elevadas, situadas hacia el oriente, i distantes u n a de otra 5 3 2 3 metros.

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DEL

LINDERO

DE

SAN

FRANCISCO

I29

E s t o s dos p u n t o s constituyeron u n a nueva base i e s t a c i o n á n d o s e a l t e r n a t i v a m e n t e en ellos i en los estremos d e la base m e d i d a , se fijaron t o d a s las c u m b r e s visibles; las q u e a su vez sirvieron para fijar u n a n u e v a base o l a d o al oeste del P a s o d e San Francisco, i ésta a su t u r n o sirvió para fijar n u e v a s c u m b r e s . C o n t i n u a n d o d e igual m o d o , hasta la cuesta de S a n t a R o s a o M a ricunga, se fijaron tres lados mas i todas las c u m b r e s q u e d e s d e sus e s t r e m o s se divisaban. Se t o m a r o n a d e m a s , en cada estación, vistas fotográficas d e t o d o el horizonte. T a n t o en el c a m p a m e n t o arjentino c o m o en el c h i l e n o , se hicieron diversas observaciones para d e t e r m i n a r la latitud i la lonjitud de los respectivos lugares, relacionándose éstos con los e s t r e m o s de la b a s e medida. P a r a conectar ésta con el portezuelo d e San F r a n c i s c o , se hizo el levantamiento d e u n a línea poligonal que, p a r t i e n d o d e u n o de los estreñios d e la base m e d i d a , t e r m i n a b a en el hito erijido en 1 5 de Abril d e 1892 por los señores B e r t r a n d i Díaz. L o s lados de esta línea fueron m e d i d o s con c a d e n a i los ángulos con brújula. Se hicieron a d e m a s observaciones hipsométricas en a m b o s c a m p a mentos, en el portezuelo d e San Francisco, en el paso d e Las P e l a d a s , •en el d e M a r i c u n g a i en otros p u n t o s . T a l e s son, señor Perito, los trabajos p r o p u e s t o s por los injenieros arjentinos i efectuados en c o m ú n por a m b a s C o m i s i o n e s . El resultado d e los primeros trabajos, i mas todavía de la simple inspección del t e r r e n o en los alrededores del P a s o d e San F r a n c i s c o , se e n c u e n t r a c o n s i g n a d o en el acta de fecha 7 d e M a r z o último (1), i confirma en todas sus partes el acta d e 1 5 de Abril del a ñ o 92 en c u a n t o a la ubicación del hito erijido en aquella época por la S u b comisión mista chileno-arjentina: esto es q u e d i c h o hito está colocado en el portezuelo d e San F r a n c i s c o i q u e las dos c u e n c a s principales q u e é s t e separa son la d e la L a g u n a V e r d e p o r el lado d e Chile i la d e las Vegas d e San F r a n c i s c o por el lado d e la R e p ú b l i c a Arjentir.a. E n vista d e este resultado, en t o d o conforme con los a c u e r d o s s u b sistentes de los señores peritos, la S u b - c o m i s i o n chilena creyó llegad o el caso, c o n s i d e r a d o por las instrucciones d e i.° d e E n e r o , d e d a r por t e r m i n a d o s los estudios i e m p e z a r los trabajos d e d e m a r c a c i ó n ,
(1) 3.
a

pieza de este Documento.

DOCUMENTOS

9

13°

DOCUMENTO

K

s i g u i e n d o hacia el sur. L o s a y u d a n t e s arjentinos no a c e p t a r o n , sin embargo, la opinión d e la Sub-comision chilena i e s t a m p a r o n en el a c t a a q u e m e he referido, la declaración t e r m i n a n t e d e q u e , a pesar d e Iosresultados o b t e n i d o s c o n la revisión, creían q u e el hito erijído por la Comisión mista del a ñ o 92, no estaba c o l o c a d o en c o n f o r m i d a d c o n los tratados d e límites. A u n q u e fueron invitados a ello, los a y u d a n t e s n o nos dieron a conocer los fundamentos d e esa declaración, q u e envuelve u n v e r d a d e r o cargo a la Comisión mista del a ñ o 92, d e la cual formaba parte u n o d e los mismos a y u d a n t e s arjentinos q u e hoi suscribe tal declaración. M a s todavía, solicitaron nuestro c o n c u r s o para llevar los estudios hasta la cuesta d e Santa R o s a o Maricunga, situada u n a s 25 leguas m a s o menos, hacia el oeste del Paso d e S a n F r a n c i s c o , i fuera, por consiguiente, d e la rejion del límite. El infrascrito hizo notar q u e tales estudios, no siendo p e r t i n e n t e s a nuestro cometido, r e t a r d a b a n sin p r o v e c h o la d e m a r c a c i ó n d e los límites q u e , según el artículo 7 d e ! protocolo d e M a y o del 93, debe ser el objeto principal de la Comisión Pericial. A parte d e q u e , existiendo b u e n o s planos d e la localidad, el croquis o l e v a n t a m i e n t o a grandes rasgos q u e í b a m o s h a c i e n d o , tendría bien p o c o valor científico. Accedí, sin e m b a r g o , a las instancias d e los injenieros arjentinos, en obseq u i o a la b u e n a intelijencia q u e siempre reinó entre a m b a s C o m i siones. P a r a p r o b a r q u e el hito a q u e se refiere el acta d e 15 d e Abril d e 1892, está c o l o c a d o en conformidad c o n los a c u e r d o s d e los señores peritos i con las estipulaciones del tratado d e límites, citaré, a n t e todo, u n a parte del acta d e 29 d e Abril d e 1890, firmada p o r a m b o s peritos, q u e t e x t u a l m e n t e dice lo q u e sigue: ' q u e d ó a c o r d a d o q u e u n a C o m i sión mista d e injenieros trabajaría en la próxima t e m p o r a d a seca en la d e m a r c a c i ó n d e los límites, d e s d e el Portezuelo o P a s o d e S a n Francisco, q u e se halla situado e n t r e los g r a d o s 26 i 27 d e latitud sur, a v a n z a n d o d e s d e este p u n t o hacia el sur.n I agrega todavía la m i s m a acta: " q u e al fijar en el P a s o d e S a n F r a n c i s c o el principio d e los trabajos d e deslinde, n o quieren significar q u e sea ese lugar el estremo norte d e la frontera q u e separa a Chile d e la R e p ú b l i c a Arjentina, sino q u e él e s u n p u n t o d e d i c h a fron-

tera."
E s t o s a c u e r d o s o declaraciones d e los señores P e r i t o s , sirvieron d e b a s e a las instrucciones q u e con fecha 24 d e F e b r e r o d e 1892 se impartieron a las Sub-comisiones del norte.

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DEL

LINDERO

DE

SAN

FRANCISCO

N ó t e s e a h o r a q u e t a n t o en el acta de 1 5 d e Abril de 1 8 9 2 , c o m o en el acta de 7 d e Marzo del a ñ o actual, consta q u e el hito erijido en aquella é p o c a se e n c u e n t r a colocado en el sitio l l a m a d o Paso o P o r t e zuelo de San F r a n c i s c o , i q u e su latitud d e 2 6 5 2 ' 4 5 " está a d e m a s c o m p r e n d i d a entre los límites d e latitud q u e el acta d e los s e ñ o r e s P e ritos señala.
O

N o hai pues, d u d a alguna de q u e la C o m i s i ó n mista del a ñ o 9 2 procedió al fijar en el terreno el p u n t o d e partida d e la d e m a r c a c i ó n de los límites, conforme a las instrucciones q u e le dieron los Peritos de común acuerdo i por escrito. E l a c u e r d o de los señores Peritos para e m p e z a r los trabajos d e d e marcación por el P a s o de San Francisco, i la declaración precisa d e que éste, según el art. i.° del tratado del 8 1 , es un p u n t o de la frontera entre Chile i la R e p ú b l i c a Arjentina, se funda en el e s t u d i o p r e v i o que ellos hicieron d e aquella parte d e la cordillera, sobre los m a p a s i descripciones jeográficas existentes, i n o ha sido d e r o g a d o por otro a c u e r d o o tratado de fecha posterior, sino antes bien, confirmado p o r los trabajos de las S u b - c o m i s i o n e s mistas del a ñ o 9 2 i 9 4 . E n efecto, en el acta d e la Comisión mista de! a ñ o 9 2 , se espresa que para d e t e r m i n a r el p u n t o de partida d e la d e m a r c a c i ó n , d o n d e según la m i s m a acta se colocó el hito o mojón número uno, se ha t e n i d o presente el art. i.° del t r a t a d o de límites de 2 3 d e Julio d e 1 8 8 1 i las definiciones topográficas d e lo q u e es un paso o portezuelo en u n a c a d e n a de m o n t a ñ a s . E n el acta de 7 d e Marzo último se espresa q u e el hito, cuya situación se nos o r d e n ó verificar, está c o l o c a d o en el lugar q u e topográfic a m e n t e d e b e llamarse Paso o Portezuelo de San F r a n c i s c o . Según las reglas de la Topografía un paso o portezuelo es u n a d e presión d e la línea divisoria de las aguas, d o n d e tienen su oríjen d o s valles opuestos (2). L o s dos valles q u e , según la misma acta citada, separa el P o r t e z u e lo d e San Francisco, son el de la L a g u n a V e r d e por el lado d e C h i l e i el d e las Vegas d e San F r a n c i s c o por el lado de la R e p ú b l i c a A r jentina. A h o r a bien, la c u e n c a de la L a g u n a V e r d e es tributaria de la c u e n ca d e Maricunga, i ésta a su vez tiene su d e s a g ü e jeográfico en la h o y a del rio chileno C o p i a p ó , en virtud de ser los pasos q u e las s e p a r a n m u c h o mas bajos q u e el Paso d e San F r a n c i s c o , c o m o p u e d e verse en
( 2 ) Véase Apéndice P . I .

132

DOCUMENTO

K

el plano adjunto, cuyas indicaciones e s t á n b a s a d a s en datos t o m a d o s en c o m ú n por a m b a s C o m i s i o n e s . P o r igual razón la c u e n c a d e las Vegas de San F r a n c i s c o es t r i b u taria de la hoya hidrográfica del rio arjentino C a z a d e r o . E n c o n s e c u e n c i a el Portezuelo d e San F r a n c i s c o , d o n d e está coloc a d o el hito, objeto de la revisión a c o r d a d a por el art. 8 . ° del p r o t o colo de M a y o del 9 3 , separa las vertientes que se desprenden a uno i otro lado i es, por consiguiente, un punto de la frontera entre Chile i la R e p ú b l i c a Arjentina, en conformidad con el art. i.° del t r a t a d o del 8 1 i del protocolo del 9 3 i con la declaración de los señores Peritos d e 2 9 de Abril de 1 8 9 0 . Dios g u a r d e a V. S . — A n í b a l Conlreras P. Al señor don Diego Barros Arana, Perito chileno de Límites cotí la República Arjentina. en la Demarcación

4. -Actas de la Sub-comision revisora del límite en el paso de San Francisco, fechas 7, 9 i 14 de Marzo de 1394
« E n las Vegas d e San F r a n c i s c o a siete días del m e s d e Marzo de mil ochocientos noventa i cuatro, r e u n i d o s en el c a m p a m e n t o arjentino los a y u d a n t e s q u e constituyen la S u b - c o m i s i o n mista d e estudios d e límites chileno-arjentina, encargada de operar en las Cordilleras de A t a c a m a , a c o r d a r o n dejar constancia en una acta de los trabajos ejec u t a d o s i de los a c u e r d o s t o m a d o s hasta hoi. i.° H a b i é n d o s e r e u n i d o los a y u d a n t e s citados en el c a m p a m e n t o chileno, el dia veinte i dos de F e b r e r o del corriente a ñ o , se resolvió efectuar en los alrededores del Paso d e San F r a n c i s c o las siguientes operaciones d e estudio: A . La Sub-comision arjentina llevaría u n a medición lineal a brújula i c a d e n a d e s d e la estación " i n , principio de u n a base ya m e d i d a en la V e g a de San F r a n c i s c o por dicha Sub-comision i cuya estension es dos mil quinientos q u i n c e metros, hasta el mojón provisorio c o l o c a d o p o r los señores Diaz i B e r t r a n d en Abril d e mil o c h o c i e n t o s noventa i d o s . — B . Las dos Sub-comisiones d e b i a n efectuar u n a triangulación, valiéndose d e la base ya citada, d e t o d o s los cerros i c u m b r e s mas n o t a b L b d e los a l r e d e d o r e s del lindero, a fin d e determ i n a r la posición i alturas d e e l l o s . — C . T o m a r vistas fotográficas d e t o d o el círculo en las estaciones q u e se c o n s i d e r e n de i m p o r t a n c i a . — D . H a c e r observaciones hipsométricas en el c a m p a m e n t o arjentino i e n

REVISION

D E L LINDERO

D E SAN

FRANCISCO

el sitio d o n d e está colocado el hito provisorio, para p o d e r tener la p r e sión atmosférica absoluta d e los respectivos lugares i d e d u c i r d e ella las alturas sobre el m a r d e todos los p u n t o s visados. 2 . T e r m i n a d o s d e c o m ú n a c u e r d o los estudios e n u m e r a d o s en el artículo anterior, se e n c o n t r ó q u e el mojón colocado p o r la S u b - c o m i síon mista en Abril d e mil ochocientos n o v e n t a i d o s está efectivamente en lo q u e se llama el Paso de San Francisco, i en lo q u e a juicio d e las Sub-comisiones actuales d e b e l l a m a r s e t o p o g r á f i c a m e n t e
0

Paso o Portezuelo de S a n Francisco.
Se e n c o n t r ó igualmente q u e las d o s c u e n c a s o valles principales q u e separa el Portezuelo d e S a n F r a n c i s c o son el d e la L a g u n a V e r d e por el occidente i el d e la Vega d e San F r a n c i s c o por el oriente. 3 . Q u e apesar d e los resultados o b t e n i d o s i c r e y e n d o la S u b c o m i sión arjentina q u e el p u n t o d o n d e está c o l o c a d o el a n t e d i c h o hito provisorio, n o está conforme con lo q u e m a n d a el t r a t a d o d e mil o c h o cientos o c h e n t o i u n o i el P r o t o c o l o d e p r i m e r o d e M a y o d e mil o c h o cientos noventa i tres, necesita para p o d e r informar c o n conciencia, según lo m a n d a n las instrucciones, estender los estudios m a s al oeste de lo ya hecho, i pide por lo t a n t o , a la C o m i s i ó n chilena su cooperación para la prosecución d e estos estudios. 4 . La S u b comisión chilena por su parte espuso q u e , en vista d e los resultados q u e se d e s p r e n d í a n d e los estudios d e revisión hechos, creia llegado el caso c o n t e m p l a d o por las instrucciones de c o n t i n u a r la d e m a r c a c i ó n hacia el sur, d á n d o s e por t e r m i n a d o s los estudios d e revisión. F u n d a esta creencia en q u e , la razón q u e tuvo el señor Perito Arjentino para no firmar el acta d e q u i n c e d e Abril d e mil o c h o cientos noventa i dos, i q u e ha m o t i v a d o la revisión, no p u d o ser otra que la d u d a d e si el hito c o l o c a d o por la Comisión Mista estaba o n o en el Paso d e San F r a n c i s c o , q u e el señor Perito habia d e c l a r a d o un p u n t o de la frontera entre Chile i la República Arjentina.
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E s t a t e r m i n a n t e declaración d e a m b o s Peritos ha sido c o r r o b o r a d a por los estudios i trabajos d e la Comisión mista d e mil ochocientos noventa i dos q u e declara en sus actas h a b e r colocado el hito provisorio d e conformidad c o n el t r a t a d o d e límites d e mil o c h o c i e n t o s ochenta i u n o , cuyo espíritu en nada altera el Protocolo d e M a y o del noventa i tres. E n vistas d e las razones espuestas, la Comisión chilena estima c o m pletamente innecesaria la prosecución d e los trabajos d e estudios; pero declara al m i s m o t i e m p o q u e no tiene i n c o n v e n i e n t e en seguir c o a d y u v a n d o a ellos si la Comisión Arjentina insiste en continuarlos.

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5 . Se a c o r d ó c o n t i n u a r hacia el oeste, i a p e d i d o d e la C o m i s i ó n arjentina, los trabajos d e estudio, i firmar la presente a c t a por d u p l i c a d o . — Vice?ite E. Montes.— Aníbal Contreras P.—Fernando L. P)ousset.—Alvaro Donoso G. A nueve d e Marzo d e mil ochocientos n o v e n t a i cuatro, r e u n i d o s los ayudantes q u e forman la S u b - c o m i s i o n mista d e estudios en la d e marcación d e límites e n t r e las R e p ú b l i c a s Arjentina i Chile, el Jefe d e la S u b comisión Arjentina manifestó la imposibilidad en q u e se hallaba, a causa del mal estado d e su salud, d e c o n t i n u a r en p e r s o n a los estudios empezados, i pidió, por esta razón, a la Sub-comision chilena aceptara, en su representación, para proseguir los estudios hasta la cuesta d e Santa Rosa, al a y u d a n t e , T e n i e n t e d e Fragata d o n F e r n a n d o L. Dousser. Al m i s m o t i e m p o espresó el Jefe d e la S u b - c o mision Arjentina, q u e si no había i n c o n v e n i e n t e por parte d e la S u b comision chilena, autorizaría al ausiliar alférez d e Navio d o n Luis A l m a d a para firmar el acta en q u e se diesen por t e r m i n a d o s los trabaj o s d e la presente t e m p o r a d a . La Sub-comision chilena manifestó su a s e n t i m i e n t o a t o d o lo espresado por el Jefe d e la Sub-comision A r jentina. Se a c o r d ó firmar por duplicado, la presente acta. — Vicente E. Montes.—Aníbal Contreras P.—Fernando L. Donsset.—Alvaro Donoso G. A catorce de M a r z o d e mil ochocientos noventa i cuatro, r e u n i d o s los abajo firmados, m i e m b r o s d e la Comisión d e Límites entre las R e públicas d e Chile i Arjentina, la S u b - c o m i s i o n Arjentina e s p u s o

q u e c o n c e p t u a b a s u f i c i e n t e s l o s trabajos d e e s t u d i o s efect u a d o s , i, por su parte, los daba por t e r m i n a d o s , d e c l a r a n d o , a d e m a s , clausurados los trabajos d e la presente t e m p o r a d a . — L a S u b c o m i s i ó n chilena manifestó q u e ella, antes q u e la Sub-comision Arjentina, habia creído concluidos los trabajos d e estudio, p o r las razones q u e ha espresado en otra a c t a . — E s t a n d o d e a c u e r d o a m b a s Sub-comisiones en dar por totalmente clausurados los trabajos d e la actual t e m p o r a d a , se convino dejar constancia d e ello en dos actas iguales.'—Fernando L. Donsset.—Aníbal Contreras P.—Luis E. Almada.—Alvaro Donoso G.

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1.—Primer 'borrador de instrucciones para las comisiones de ayudantes que deben demarcar la línea divisoria en las Cordilleras, propuestas por el Perito chileno en 1893.

OPERACIONES

PRELIMINARES

i.° El jefe de c a d a sub-comision se proveerá d e todos los planos i •descripciones q u e existan relativos a la zona en q u e ha d e operar. Llevará los i n s t r u m e n t o s q u e estime necesarios, c o n repuesto de aquellos q u e sirven p a r a m e d i r alturas. 2 . ° F o r m a r á d e a n t e m a n o un p r e s u p u e s t o d e los gastos de su e s p e dicion, q u e presentará al P e r i t o respectivo para arbitrar los fondos q u e h a n d e ser puestos a su disposición. 3 . L o s dos jefes d e cada sub-comision mista formarán de a c u e r d o •un plan d e trabajos para la t e m p o r a d a , i u n a lista aproximada de los p u n t o s en q u e se p r o p o n g a n colocar hitos. T e n d r á n por n o r m a q u e d e b e colocarse un hito en c a d a p u n t o d e la línea divisoria d e las aguas •donde la cruce un c a m i n o o s e n d e r o , i en c a d a p a s o de la m i s m a q u e •sea susceptible d e servir c o m o p u n t o d e c o m u n i c a c i ó n entre a m b o s paises. 4 . E n vista d e la lista anterior, a p r o b a d a por a m b o s Peritos, se proveerá c a d a comisión mista d e las pirámides de fierro q u e han d e servir d e hitos, en el n ú m e r o necesario. Estas pirámides serán llevadas hasta un lugar d e s d e d o n d e se p u e d a h a c e r su repartición e n t r e los diversos p u n t o s a m o j o n a d o s d u r a n t e u n a temporada. L o s jefes d e c a d a s u b - c o m i s i o n mista resolverán en c a d a caso c o n .
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la aprobación d e los peritos, si conviene colocar hitos provisorios od e s d e luego las pirámides, según las facilidades d e acarreo q u e ofrezcan los caminos i el c o n o c i m i e n t o q u e se tenga de las localidades.
OPERACIONES EN E L
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TERRENO

5 . S i e n d o según el T r a t a d o i los acuerdos d e los Peritos, la línea, divisoria de las aguas la q u e d e b e servir d e frontera entre los dos países, la demarcación del límite q u e d a r e d u c i d a a la fijación de los p u n tos accesibles d e esta línea, o sea pasoso portezuelos. 6." E n las rejiones d e la cordillera d o n d e es c o n s t a n t e i a p a r e n t e el curso de las aguas, la simple inspección del t e r r e n o permitirá a los c o m i s i o n a d o s el fijar con precisión los p u n t o s d e s e p a r a c i ó n de las vertientes. 7 . E n las rejiones d o n d e las q u e b r a d a s sean h a b i t u a l m e n t e secas, se hará un estudio de los declives del t e r r e n o para e n c o n t r a r cada p u n t o d e separación u oríjen d e los valles opuestos. 8.° D o n d e aparezca u n o o m a s valles u hoyas sin desagüe material, se practicará u n a nivelación e n t r e las diversas salidas d e d i c h o valle u hoya, para localizar su desagüe topogrífico i d e t e r m i n a r a q u é sistema hidrográfico pertenece. 9 . D o n d e se presenten en la rejion divisoria d e las aguas, mesetas 0 p a n t a n o s en los cuales no se p u e d a establecer por m e d i o del nivel u n a línea d e separación m a r c a d a entre a m b a s vertientes, o d o n d e se e n c u e n t r e n manantiales, ríos o lagos q u e desagüen hacia a m b o s países,, se levantará u n plano d e t o d a la rejion d u d o s a , recojiendo todas las indicaciones q u e p u e d a n servir de base para efectuar u n a división e q u i tativa i amistosa. io.° En cada p u n t o d o n d e haya de fijarse un hito, sea q u e se coloque u n o provisorio o d e s d e luego la p i r á m i d e de fierro, se t o m a r á n r u m b o s a los p u n t o s mas notables del horizonte, i vistas fotográficas para individualizar el lugar.
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E n seguida se r e d a c t a r á u n a acta en la q u e conste entre q u é valleso p u e s t o s sirve d e separación el p u n t o elejido, i todos los d e m á s d a t o s 1 circunstancias pertinentes. E s t a acta será firmada por todos los a y u d a n t e s d e la comisión mista.
TRABAJOS JEOGRÁFICOS I METEREOLÓJICOS

I I . ° C a d a sub-comision llevará u n rejistro de t e m p e r a t u r a s i presión atmosférica, para a n o t a r :

INSTRUCCIONES

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LOS

AYUDANTES

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a) b) cada c)

L a s t e m p e r a t u r a s máximas i m í n i m a s d e cada c a m p a m e n t o . L a presión atmosférica por b a r ó m e t r o d e mercurio, i a n e r o i d e e n p u n t o c u l m i n a n t e , paso etc. La t e m p e r a t u r a d e ebullición del agua en los mismos.

d) L a s indicaciones jeolójicas, b o t á n i c a s u otras observaciones q u e ocurran. i 2 . ° Se observará por medio d e alturas meridianas la latitud en cada hito i c a m p a m e n t o . 1 3 . Se d e t e r m i n a r á n las lonjitudes p o r ocultaciones de estrellas, d o n d e fuere esto posible. 1 4 . P o r m e d i o d e los e l e m e n t o s anteriores i d e azimutes c o n v e n i e n tes t o m a d o s a las c u m b r e s nevadas i notables de la cordillera, se tratará de formar un e n c a d e n a m i e n t o de triángulos q u e relacionen entre sí los diversos puntos d e la línea fronteriza.
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2.—Instrucciones para los Ayudantes a_ue deben demarcar la línea divisoria entre la República de Chile i la República Arjentina en la cordillera de los Andes.
OPERACIONES PRELIMINARES

A R T Í C U L O P R I M E R O . E l jefe d e c a d a S u b - c o m i s i o n llevará un ejemplar del tratado d e límites d e 2 3 d e J u l i o d e 1 8 8 1 i del protocolo d e i.° de M a y o de 1 8 6 3 , q u e son la lei s u p r e m a de la d e m a r c a c i ó n ; i otro ejemplar de la c o n v e n c i ó n de 2 0 d e Agosto d e 1 8 8 S . Se proveerá igualmente dicho jefe de todos los planos i descripciones q u e existan relativas a la zona en q u e ha d e operar, así c o m o de los i n s t r u m e n t o s q u e estime necesarios con respuesto d e aquellos q u e sirven para m e d i r alturas. A R T . 2 . F o r m a r á d e a n t e m a n o u n p r e s u p u e s t o de los gastos d e su espedicion, q u e presentará al perito respectivo para arbitrar los fondos q u e h a n de ser puestos a su disposición. A R T . 3 . Los jefes d e c a d a S u b - c o m i s i o n mista formarán de acuerdo un plan d e trabajos para la t e m p o r a d a , e irán f o r m a n d o u n a lista aproximada d e los p u n t o s d o n d e se p r o p o n g a n colocar hitos. B u s c a rán en el terreno la línea divisoria i harán la d e m a r c a c i ó n por m e d i o d e hitos d e las condiciones a n t e r i o r m e n t e c o n v e n i d a s ; c o l o c a n d o u n o e n c a d a paso o p u n t o accesible d e la m o n t a ñ a , q u e esté situado en la
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línea divisoria, l e v a n t a n d o u n acta de la operación en q u e se señale el f u n d a m e n t o de ella i d e las i n d i c a c i o n e s topográficas para r e c o n o c e r •en t o d o t i e m p o el p u n t o fijado, aun c u a n d o el hito hubiera desaparec i d o por la acción del t i e m p o o los a c c i d e n t e s atmosféricos. A R T . 4 . E n vista d e las listas a n t e r i o r e s , a p r o b a d a s por a m b o s p e ritos, se proveerá cada comisión mista d e las p i r á m i d e s d e fierro q u e h a n d e servir d e hitos en el n ú m e r o necesario. E s t a s pirámides serán llevadas hasta un lugar d e s d e d o n d e se p u e d a hacer su repartición e n t r e los diversos p u n t o s a m o j i n a d o s d u r a n t e una temporada. L o s jefes de c a d a Sub-comision mista, decidirán para cada caso con la a p r o b a c i ó n de los peritos, si c o n v i e n e colocar hitos provisorios o •desde luego las pirámides, según las facilidades de acarreo q u e ofrezcan los c a m i n o s i el c o n o c i m i e n t o q u e se tenga de las localidades.
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OPERACIONES

EN

EL

TERRENO

A R T . 5 . H a b i e n d o q u e d a d o a c o r d a d o por el artículo 1." del proocolo del i.° de M a y o último, q u e los Peritos i las Sub-comisiones q u e hayan d e operar en la cordillera de los A n d e s , t e n d r á n por n o r m a invariable de sus p r o c e d i m i e n t o s el principio establecido en la primera p a r t e del artículo r . ° d e l t r a t a d o d e 1 8 8 1 , estas S u b - c o m i s i o n e s investig a r á n la situación en d i c h a cordillera del e n c a d e n a m i e n t o principal d e los A n d e s p a r a buscar en él las mas elevadas c u m b r e s q u e dividan las aguas i señalarán .en sus partes accesibles la línea fronteriza haciéndola pasar por entre las vertientes q u e se d e s p r e n d e n a un lado i a otro.
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A R T . 6.° E n las rejiones d o n d e según lo previsto en la s e g u n d a parte del artículo i.° del t r a t a d o de 1 8 8 1 i 3 . del protocolo d e 1 8 9 3 , n o fuera clara la línea divisoria d e las aguas por la existencia de ciertos valles formados por la bifurcación de la cordillera, los comisionados ejecutarán las operaciones topográficas necesarias para o b t e n e r los datos que d e t e r m i n e n la condición jeográfica de la d e m a r c a c i ó n m e n c i o n a d a por el citado artículo 3 . del protocolo, i consignarán esos datos en un p l a n o q u e presentarán a los peritos p a r a los efectos del m i s m o artículo.
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A R T . 7 . E n c a d a p u n t o d o n d e haya d e fijarse un hito, sea q u e se c o l o q u e uno provisorio o d e s d e luego la p i r á m i d e d e fierro, se t o m a r á n r u m b o s a los p u n t o s mas notables del horizonte i vistas fotográficas para individualizar el lugar. E n seguida se redactará una acta en la
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INSTRUCCIONES

A

LOS

AYUDANTES

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q u e c o n s t e entre q u e valles o p u e s t o s sirve d e separación el p u n t o elej i d o i t o d o s los d e m á s datos i circunstancias pertinentes. E s t a acta s e r á firmada por t o d o s los a y u d a n t e s d e la comisión mista.
TRABAJOS JEOGRÁFICOS I METEOROLÓGICOS

A R T . 8.° C a d a Sub-comision llevará u n rejistro para anotar: a. L a s t e m p e r a t u r a s máximas i m í n i m a s de c a d a c a m p a m e n t o . b. L a presión atmosférica por b a r ó m e t r o s d e m e r c u r i o i a n e r o i d e , en c a d a p u n t o c u l m i n a n t e , paso, e t c . C. L a t e m p e r a t u r a d e ebullición del agua en los m i s m o s p u n t o s . d. Las indicaciones jeolójicas, botánicas, u otras o b s e r v a c i o n e s q u e ocurran i q u e fuese posible recojer, sin perjuicio d e los trabajos d e demarcación. A R T . 9 . Se observará por m e d i o de alturas m e r i d i a n a s la latitud en cada hito i c a m p a m e n t o . A R T . 10. Se d e t e r m i n a r á n las lonjitudes por ocultaciones d e estrellas u otros m é t o d o s , d o n d e fuere esto posible. A R T . 1 1 . P o r m e d i o d e los elementos a n t e r i o r e s i d e azimutes conv e n i e n t e m e n t e t o m a d o s a.las c u m b r e s n e v a d a s i notables d e las c o r d i lleras, se formará en c u a n t o sea posible un e n c a d e n a m i e n t o de t r i á n gulos q u e relacionen entre sí los diversos p u n t o s d e la línea fronteriza conforme a lo estipulado en el artículo 7 . del p r o t o c o l o d e 1893.
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E n e r o i°. de 1 8 9 4 . — - D I E G O B A R R O S A R A N A . — N . Q U I R N O C O S T A . — Lindor Pérez G., Secretario i n t e r i n o . — J u a n I. Ochagavía, Secretario.

3.—Declaraciones de los Peritos relativas a las Instrucciones
E n el acta de la conferencia c e l e b r a d a el 1 . " d e E n e r o d e 1894, el P e r i t o chileno consignó la siguiente declaración: " Q u e a u n q u e la cordialidad i b u e n a a r m o n í a con q u e se han rean u d a d o las operaciones d e d e m a r c a c i ó n le h a c e n esperar q u e n o se suscitarán en el terreno dificultades acerca d e la intelijencia q u e d e b e darse a las instrucciones a c o r d a d a s , cree d e su d e b e r declarar q u e p o r las palabras " e n c a d e n a m i e n t o principal de los Andesn, e n t i e n d e la línea no i n t e r r u m p i d a d e c u m b r e s q u e dividen las aguas, i q u e forman la separación d e las hoyas o rejíones hidrográficas tributarias del A t l á n t i c o por el oriente i del Pacífico por el occidente, e s t a b l e c i e n d o

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así el límite entre los dos países según los principios de la Jeografía, el T r a t a d o d e Límites i la opinión d e los m a s d i s t i n g u i d o s jeógrafos d e u n o i otro país. El Perito chileno agregó q u e p e r s u a d i d o c o m o estaba d e q u e en presencia d e las i n s t r u c c i o n e s copiadas m a s arriba, no hab r á n éstos de dar oríjen a desintelijencia, debía acelerarse la salida d e as Sub-comisiones de injenieros a y u d a n t e s para aprovechar la p r e s e n t e e s t a c i ó n , ir E l P e r i t o arjentino c o n t e s t ó : " Q u e l a m e n t a b a la insistencia de su colega en querer establecer la definición de lo q u e e n t i e n d e por " e n c a d e n a m i e n t o principal d e los A n d e s n , p u e s ello n o e n t r a b a en las facultades de los Peritos, q u e eran s i m p l e m e n t e d e m a r c a d o r e s de la línea fronteriza e n t r e los dos países, con la sola a m p l i t u d d e facultades q u e en d e t e r m i n a d o caso les a c o r d a b a la s e g u n d a parte del artículo i.° del T r a t a d o de 1 8 8 1 . Q u e felizmente d u r a n t e las n u m e r o s a s conferencias q u e h a b i a n celeb r a d o d e s d e el 24 d e D i c i e m b r e último, para la confección d e las instrucciones a las Sub-comisiones d e m a r c a d o r a s , n o habian e n c o n t r a d o i n c o n v e n i e n t e q u e n o h u b i e r a n vencido para la aplicación en su letra i en su espíritu del referido T r a t a d o i Protocolo aclaratorio del r.° d e M a y o del corriente a ñ o . Q u e si llegare el caso de q u e dichas S u b comisiones al operar sobre el terreno sintieran la necesidad d e definiciones precisas d e algún t é r m i n o o cláusula de los ajustes internacionales vijentes, t o d o ello sería a p t o d e los respectivos gobiernos, d e q u i e n e s d e p e n d í a n los Peritos. Q u e , a d e m a s , d e b i e n d o operarse por Sub-comisiones, i siendo un h e c h o existente i único el e n c a d e n a m i e n t o principal en la cordillera d e los A n d e s , i e s t a n d o sujetas todas las operaciones de aquellos, sin escepcion alguna, a la aprobación d e los Peritos, sin la cual n u n c a t e n d r í a n efecto definitivo, q u e d a b a n éstos en actitud d e subsanar cualquier error q u e se cometiera, q u e en t o d o caso seria d e h e c h o i sin m e n o s c a b o por esto del d e r e c h o de soberanía territorial de c a d a país q u e afirma d e un m o d o s o l e m n e el artículo 2.< del P r o t o c o l o de i.° d e M a y o q u e es lei s u p r e m a p a r a l a s dos naciones. Q u e era, pues, en virtud d e estas consideraciones q u e n o d e b í a ocuparse d e las palabras e m p l e a d a s por el Perito chileno para definir el " e n c a d e n a m i e n t o principal d e los A n d e s » , n o p u d i e n d o por esto considerar lo q u e habia de m a s i d e m e n o s en la definición presentada, i, sobre todo, c u a n d o n o se habia p r o d u c i d o en los h e c h o s n i n g u n a dificultad q u e le[indujera a consultar a su G o b i e r n o , ni era p r o b a b l e q u e se produjera, en lo q u e su distinguido colega t a m b i é n estaba d e acuerdo."
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INSTRUCCIONES

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AYUDANTES

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T e r m i n ó manifestando el P e r i t o arjentino q u e creia, c o m o su colega, q u e la aplicación d e las instrucciones q u e h a b í a n firmado no daria orijen a dificultad alguna, i q u e d e b i a acelerarse la salida d e las S u b comisiones d e injenieros a y u d a n t e s para a p r o v e c h a r la p r e s e n t e estación, lo cual había sido u n a n h e l o d e su parte d e s d e el dia en q u e llegó a Santiago, o b e d e c i e n d o en ello a los deseos reiterados d e su G o b i e r n o , i a lo manifestado por u n o i otro en la última p a r t e del artículo 7 . ° del P r o t o c o l o de i.° d e M a y o . C o n este c a m b i o d e opiniones t e r m i n ó la conferencia i firmaron los señores Peritos la p r e s e n t e a c t a . — D I E G O B A R R O S A R A N A . — N . Q U I R N O C O S T A . — L i n d o r Pérez G., secretario interino.—-Juan I. Ochagavia, secretario."

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1.—Acta de erección del lindero del Faso de las Damas

L o s q u e suscriben, jefes i a y u d a n t e s de las respectivas S u b - c o m i s i o nes d e Límites d e la Sección del C e n t r o , por parte de Chile i d e la R e pública Arjentina, r e u n i d o s en la cordillera de los A n d e s con fecha o c h o de M a r z o de mil ochocientos noventa i cuatro, i t e n i e n d o p r e s e n te las instrucciones q u e les h a n sido i m p a r t i d a s por a m b o s Peritos c o n fecha 4 d e de E n e r o pasado, así c o m o las estipulaciones del T r a t a d o d e 1881 i Protocolo d e 1893 alli m e n c i o n a d a s , h a n a c o r d a d o erijir un hito en el p u n t o del e n c a d e n a m i e n t o principal de los A n d e s q u e divide las aguas, c o m u n m e n t e l l a m a d o Paso de ¿as Damas, del rio T o r d i l l o . E n conformidad al artículo 7 . de nuestras instrucciones,
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p u n t o q u e sir-

ve d e c o m u n i c a c i ó n entre el valle C h i l e n o d e Tinguiririca i A r j e n t i n o dejamos

constancia en esta acta de q u e en el m e n c i o n a d o Paso d e las D a m a s se a p a r t a n d o s vertientes q u e fluyen, la occidental al cajón del m i s m o n o m b r e , afluente del rio Tinguiririca, i la oriental al arroyo abajo el rio T o r d i l l o . Se h a n t o m a d o los r u m b o s , vistas fotográficas i d e m á s d a t o s q u e previenen las instrucciones para fijar la posición jeográfica del lugar, será firmada por los infrascritos cuyos resultados se consignarán en un c o m p l e m e n t o d e esta acta, q u e c u a n d o se hayan h e c h o i verificado precisión los cálculos necesarios para dar a estos resultados la mayor q u e fuere posible. T e n i e n d o p r e s e n t e las g r a n d e s dificultades d e t r a s p o r t e p a r a la t r a s lación de las piezas d e fierro q u e c o m p o n e n los hitos definitivos a e s t e denomin a d o d e la Línea, q u e r e u n i é n d o s e con el de las Choicas forman m a s

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p u n t o de la cordillera, h e m o s a c o r d a d o erijir un hito provisorio d e pied r a q u e p e r m a n e c e r á c o m o señal de d e m a r c a c i ó n hasta ulterior resolución de los Peritos. H e c h a por c u a d r u p l i c a d o a o c h o días del m e s d e Marzo de mil o c h o cientos noventa i cuatro.— Alejandro Bertrand.—Luis F. Dellepiane.— C. Soza Bruna.—.S. Velazco Lugones.

2.—Acta de erección del lindero del paso de Santa Elena
Los q u e suscriben, jefes i a y u d a n t e s de las respectivas Sub-comisiones de límites de la sección del centro, por p a r t e de Chile i de la R e pública Arjentina, reunidos en la cordillera de los A n d e s con fecha diez i ocho de Marzo de mil o c h o c i e n t o s noventa i cuatro, i t e n i e n d o presentes las instrucciones q u e les han sido impartidas por a m b o s P e ritos con fecha cuatro de E n e r o pasado, así c o m o las estipulaciones del T r a t a d o d e 1881 i P r o t o c o l o d e 1893, allí m e n c i o n a d a s , h a n acord a d o erijir un hito en el p u n t o del e n c a d e n a m i e n t o principal de los A n d e s q u e divide las aguas, d e n o m i n a d o Paso de Santa Elena, p u n t o q u e sirve de c o m u n i c a c i ó n e n t r e el valle chileno d e T e ñ o i el a r j e n tino de Valle H e r m o s o . E n conformidad al artículo 7 . d e nuestras instrucciones, dejamos constancia en esta acta, q u e a p r o x i m i d a d d e este P a s o se a p a r t a n d o s vertientes q u e fluyen, las occidentales al cajón d e las Zorras, afluente del m e n c i o n a d o rio T e ñ o , i las orientales a la q u e b r a d a o cajón d e S a n t a E l e n a , q u e al salir al Valle H e r m o s o , forma r e u n i d o con el rio del C o b r e el rio G r a n d e . Se han t o m a d o los r u m b o s , vistas fotográficas i d e m á s datos q u e previenen las instrucciones para fijar la posición jeográfica del lugar, cuyos resultados se consignarán en u n c o m p l e m e n t o d e esta acta q u e será firmada por los infrascritos c u a n d o se hayan h e c h o i verificado los cálculos necesarios para d a r a estos resultados la mayor precisión q u e fuere posible.
0

T e n i e n d o presente las grandes dificultades d e trasporte para la traslación de las piezas d e fierro q u e c o m p o n e n los hitos definitivos, a este p u n t o de la cordillera, h e m o s a c o r d a d o erijir u n hito provisorio d e piedra q u e p e r m a n e c e r á c o m o señal d e la d e m a r c a c i ó n h a s t a ulterior resolución d e los P e r i t o s . H e c h a por c u a d r u p l i c a d o a diez i o c h o dias del m e s d e M a r z o d e

ACTAS

DE

ERECCIÓN

DE

LINDEROS

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mil o c h o c i e n t o s noventa i c u a t r o . — ( F i r m a d o s ) . — A l e j a n d r o —Luis F. Dellepiane, — C. Soza Bruna.—S. Velazco Lugones.

Bertrand.

3.—Acta de erección del lindero del Paso de Heigolil
L o s q u e suscriben, jefes i a y u d a n t e s de la 4 . Sub-comision chilenoA

arjentina de límites, reunidos en la cordillera d e los A n d e s , con fecha veinticuatro de F e b r e r o de mil o c h o c i e n t o s n o v e n t a i cinco, i t e n i e n d o presente las instrucciones impartidas por a m b o s Peritos, con fecha cuatro de E n e r o de mil o c h o c i e n t o s n o v e n t a i cuatro, así c o m o las estipulaciones del T r a t a d o d e mil o c h o c i e n t o s o c h e n t a i u n o i P r o t o colo de mil o c h o c i e n t o s noventa i tres, allí m e n c i o n a d a s , han a c o r d a d o erijir un hito en el p u n t o del e n c a d e n a m i e n t o principal de los A n d e s punto que arjenq u e divide las aguas, c o m u n m e n t e llamado Paso de Reigolil, tino d e i'Puelmarin. E n conformidad al artículo 7 . se a p a r t a n dos vertientes, q u e rimunon
0

sirve d e c o m u n i c a c i ó n e n t r e el valle chileno de "Reigoliln i el de nuestras instrucciones,

hacemos

constar q u e e n las p r o x i m i d a d e s del m e n c i o n a d o paso d e " R e i g o l i l " fluyen: la occidental al estero de " C u a la hoya del rio " T o l t e n n ; i la cuyas aguas se vacian en el rio " M a i c h i n n , afluente del rio

" P u c o n n o i'Minetúen perteneciente

oriental q u e cae al lago " P i l h u e n el cual se d e r r a m a p o r el rio d e su n o m b r e en el lago " Ñ o r q u i n c o n , de este ú l t i m o nace el rio " P u e l m a ri 11, afluente del " A l u m i n é " , q u e lleva sus aguas al " L i m a y n con el nombre de Collon-Curán. Se han t o m a d o los datos q u e previenen las instrucciones para fijar la posición jeográfica del lugar, cuyos resultados se consignarán en un c o m p l e m e n t o d e esta acta, q u e será firmada por los infrascritos c u a n d o se hayan h e c h o i verificado los cálculos para dar a estos resultados la mayor precisión q u e fuera posible. T e n i e n d o p r e s e n t e lo a c o r d a d o por los Peritos, h e m o s erijido un hito de piedra que p e r m a n e c e r á c o m o señal d e la d e m a r c a c i ó n . H e c h a por c u a d r u p l i c a d o a veinticuatro de F e b r e r o d e mil o c h o c i e n tos noventa i c i n c o . — E r n e s t o Riso Patrón. - Gtiillermo S. 2° Frick.—Luis ¡orje Fontana.—L. Mac-Carthy.

DOCUMENTOS

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4.—Acta de erección del lindero de Las Leñas
Los q u e suscriben, jefes i a y u d a n t e s de la s e g u n d a Sub-comision chileno-arjentina de límites, r e u n i d o s en la cordillera de los A n d e s con fecha cuatro d e Marzo d e mil ochocientos noventa i cinco, i t e n i e n d o p r e s e n t e las instrucciones q u e les han sido impartidas por a m b o s Peritos con fecha 4 de E n e r o de mil ochocientos noventa i cuatro, así c o m o las estipulaciones del T r a t a d o de mil o c h o c i e n t o s o c h e n t a i uno i P r o t o c o l o de mil ochocientos noventa i tres i C o n v e n c i ó n d e veinte de Agosto de mil ochocientos o c h e n t a i ocho, han a c o r d a d o erijir u n hito en el p u n t o del e n c a d e n a m i e n t o principal de los A n d e s q u e divide las aguas d e n o m i n a d o Paso de las Leñas, p u n t o q u e sirve de c o m u n i c a c i ó n e n t r e el valle chileno d e las L e ñ a s i el arjentino del Cajón A n c h o . E n conformidad al artículo 7." d e nuestras instrucciones, dejamos constancia en esta A c t a de q u e a p r o x i m i d a d d e este paso se apartan las vertientes q u e fluyen: las occidentales al rio d e las L e ñ a s afluente del C a c h a p o a l i las orientales a los ríos Atuel, hacia el Sur, i Barroso al Nor-este, afluente el último del D i a m a n t e . P a r a fijar la posición jeográfica del lugar se han t o m a d o los r u m b o s , vistas fotográficas i d e m á s datos q n e previenen las instrucciones, cuyos resultados se consignarán en un c o m p l e m e n t o de esta Acta, q u e será firmada por los infrascritos c u a n d o se hayan h e c h o i verificado los cálculos necesarios para dar a estos resultados la mayor precisión q u e fuere posible. T e n i e n d o presente lo a c o r d a d o por los Peritos h e m o s erijido un hito d e piedra q u e p e r m a n e c e r á c o m o señal de la d e m a r c a c i ó n . H e c h a por d u p l i c a d o a cuatro dias del mes de Marzo d e mil o c h o cientos n o v e n t a i c i n c o . — Víctor Caro Tagle.—Pedro P. Pico.—Luis A. Bolados R.—Jacinto Anzorena.

5.—Acta de cesación de trabajos de la 2. Sub-comision
a

E n la costa del arroyo C a u q u e n s i t o , paraje d e n o m i n a d o L a Calera, a nueve de Marzo de 1 8 9 5 , los abajo firmados, jefes respectivos de las Sub-comisiones arjentina i chilena de límites n ú m e r o dos, d e s p u é s de practicadas sobre la costa del rio de Las L e ñ a s en los lugares " E l Yesón i " L a Placillan, las observaciones a s t r o n ó m i c a s necesarias para

ACTAS

DE

ERECCIÓN

DE

LINDEROS

H7

d e t e r m i n a r la situación jeográfica del hito provisorio colocado en el Paso de las Leñas o del Atravieso, i d e consultar sobre la posibilidad de c o n t i n u a r los trabajos d e d e m a r c a c i ó n , el señor C a r o T a g l e m a n i festó deseos de continuarlos por tener ya sus trabajos t e r m i n a d o s hasta el antiguo paso d e Molina i creer q u e el t i e m p o se lo permitiese por lo q u e respecta al lado d e Chile; i el señor jefe d e la Sub-comision arjentina espuso que, efectivamente veia a d e l a n t a d o s los trabajos d e la Subcomision chilena q u e para evitar malas interpretaciones sobre este p u n t o d e s e a b a hacer constar q u e dicha Sub-comision no habia principiado sus tareas d e s d e el hito internacional d e Las D a m a s , i q u e a m a s habia utilizado trabajos a n t i c i p a d o s d e s d e d i c h o hito hasta San F e r n a n d o i d e aquí hasta R a n c a g u a por el valle central; q u e c o n s i d e . raba mui i m p o r t a n t e estudiar por el lado de la Arjentina la topografía del territorio c o m p r e n d i d o e n t r e el paso d e Las L e ñ a s i el q u e llaman de Molina, pero q u e a t e n d i e n d o a la opinión i esperiencia d e las j e n t e s q u e ocupan los valles m a s elevados a u n o i otro l a d o d e la cordillera quienes, d e s d e el q u i n c e del corriente m e s i a veces antes de esa fecha retiran sus g a n a d o s por t e m o r d e los t e m p o r a l e s de nieve, m a s temibles i frecuentes del lado d e la Arjentina, creia p r u d e n t e desistir por a h o r a d e ese estudio i dar p o r t e r m i n a d o s los trabajos de d e m a r c a c i ó n c o m o efectivamente los d a b a por e=ta t e m p o r a d a . E n este estado i h a b i e n d o visitado el paso q u e llaman d e M o l i n a q u e es a p e n a s accesible por el lado d e Chile, resolvimos dejar c o n s tancia d e lo o c u r r i d o firmando a m b o s la p r e s e n t e . — Víctor Caro Tagle. •—Pedro P. Pico.

APÉNDICE

P-i

Definiciones topográficas relativas a orografía, hidrografía e hipsometría

Estrado del T R A T A D O DF. T O P O G R A F Í A por el coronel de ejército, comandante del cuerpo de E . M . don Julián SITARES Inclán, profesor de la academia de dicho cuerpo, Madrid, 1 8 7 9 . (Los números de figuras se retiren a la lámina anexa I - A )
FORMAS I CARACTERES DEL TERRENO

22. Si dirijimos u n a rápida ojeada hacia el interior d e un c o n t i n e n t e o d e u n a isla, vemos por el pronto un sistema d e alturas i d e p r e s i o nes tan c o m p l i c a d o , q u e parece un i n m e n s o caos en d o n d e n o existe enlace alguno entre los m o v i m i e n t o s d e la superficie del suelo. N a d a , sin e m b a r g o , se e n c u e n t r a aislado sobre la tierra, pues la naturaleza presenta siempre relaciones i analojías fáciles d e d e t e r m i n a r , siendo d e tal clase las q u e existen e n t r e los e l e m e n t o s del suelo, q u e las m a sas tienen la m i s m a fisonomía q u e los detalles, i d e s c e d i e n d o d e las jeneralidades a las circunstancias particulares, se p u e d e n seguir las d e p e n d e n c i a s sucesivas d e cada p a r t e . P a r t i e n d o d e los límites de un c o n t i n e n t e o d e una isla, se observa que d e s d e la costa el t e r r e n o se eleva g r a d u a l m e n t e hacia el interior hasta u n a cierta serie o c a d e n a d e alturas, i traspasadas éstas desciende el suelo s i m é t r i c a m e n t e hasta la opuesta costa. T o d o c o n t i n e n t e o isla puede, por lo tanto, considerarse c o m o c o n s t i t u i d o por d o s grandes planos de p e n d i e n t e contraria o vertientes, q u e en jeneral se r e ú n e n por sus p u n t o s superiores en una arista dirijida en sentido d e la mayor dimensión d e la isla o c o n t i n e n t e , i cuya arista recibe el n o m b r e d e divisoria de aguas ( 1 )
(1) Obsérvese bien que cuando dice simplemente divisoria de aguas, tratándose

!5°

APÉNDICE

P - l

C a d a u n o d e estos "planos d e p e n d i e n t e jeneral se d e s c o m p o n e en vertientes secundarias d e t e r m i n a d a s por lineas divisorias d e s e g u n d o orden, perpendiculares u oblicuas a la c a d e n a principal, c a d a u n a d e las cuales separa d o s vertientes secundarias opuestas i se dirije hacia la costa d e s c e n d i e n d o g r a d u a l m e n t e . Sigúese d e aquí, q u e estas divisorias d e s e g u n d o orden dirijen d o s a dos, la u n a hacia la otra, vertientes secundarias q u e van a e n c o n t r a r s e en sus p u n t o s m a s bajos según u n a linea llamada vaguada o thahveg (cam i n o del valle). E s t a línea es la dirección q u e llevan las aguas, q u e nacen en la divisoria principal i corren en la vertiente jeneral siguiendo sus líneas d e m á x i m a p e n d i e n t e . L a masa d e agua d e esta vaguada se llama rio. El c o n j u n t o d e d o s vertientes secundarias q u e por su intersección forman u n a vaguada, constituye u n valle c o n la p a r t e q u e interceptan d e la vertiente principal. U n v a l l e principal t i e n e s u orijen e n

la divisoria d e primer o r d e n i s u fin e n la c o s t a marítima;
sus flancos son las mismas vertientes secundarias. C a d a vertiente secundaria se d e s c o m p o n e en vertientes d e tercer orden i éstas se hallan d e t e r m i n a d a s por líneas divisorias t a m b i é n d e tercer orden, cada u n a d e las cuales, m a s o m e n o s paralela a la línea principal d e alturas, separa d o s vertientes opuestas i d e s c i e n d e grad u a l m e n t e hasta morir en la vaguada principal. Las intersecciones d e estas vertientes d e tercer o r d e n d e t e r m i n a n thalvvegs secundarios, q u e caen en el principal bajo un ángulo a g u d o o r d i n a r i a m e n t e , i llevan al caudal del rio masas d e agua secundarias q u e reciben el n o m b r e d e afluentes. El c o n j u n t o d e d o s vertientes d e tercer orden q u e se u n e n por un thahveg secundario, constituye un valle d e s e g u n d o o r d e n . Las vertientes d e tercer orden se d e s c o m p o n e n a su vez i d e la m i s m a manera, d a n d o n a c i m i e n t o a vaguadas d e tercer o r d e n i así sucesivamente hasta llegar al p e q u e ñ o b a r r a n c o surcado p o r insignificante arroyo. El c o n j u n t o d e t o d o s los valles recorridos p o r el rio i sus afluentes d e primero, s e g u n d o i tercer o r d e n , etc., constituye lo q u e se llama una cuenca.

23. D e e s t a s c o n s i d e r a c i o n e s f u n d a m e n t a l e s c o n c l u i m o s q u e la dirección d e l a s a g u a s indica el r e l i e v e d e l a s t i e -

de un continente o isla, se refiere necesariamente a la principal o s e a la divisoria de

aguas continental o insular.

DEFINICIONES

TOPOGRÁFICAS

rras, i r e c í p r o c a m e n t e , existiendo siempre un a c u e r d o inalterable entre las divisorias i las vaguadas. P o r lo d e m á s , conviene advertir q u e c u a n t o dejamos espuesto resp o n d e t a n solo a ideas jenerales e n c a m i n a d a s a d e t e r m i n a r el enlace q u e existe siempre entre las elevaciones i depresiones del suelo, sin q u e en m a n e r a alguna d e b a e n t e n d e r s e c o m o absoluto e invariable. 24. A u n c u a n d o las o n d u l a c i o n e s del t e r r e n o q u e se e n c u e n t r a n sobre la superficie terrestre son s u m a m e n t e variadas, nos fijaremos en cierto n ú m e r o d e formas características, i n d i c a n d o su n o m e n c l a t u r a i representación p o r m e d i o d e curvas horizontales. Se designan bajo el n o m b r e d e monte o montaña, las alturas q u e p r e s e n t a n una elevación considerable. El p u n t o m a s elevado d e u n a m o n t a ñ a se llama cima o vértice, si bien el primer n o m b r e se aplica j e n e r a l m e n t e a las alturas d e primer o r d e n ; la parte mas baja o sea la q u e establece el c o n t a c t o c o n los terrenos q u e la rodean, recibe el n o m b r e d e base o pié, i las superficies laterales q u e constituyen las p e n dientes d e s d e la cima hasta la base son conocidas por faldas, flancos, laderas o vertientes. Aun c u a n d o las m o n t a ñ a s en su estructura p r e s e n t a n infinidad d e variedades, se distinguen, sin e m b a r g o , cierto n ú m e r o d e tipos j e n e r a les a lo q u e se refieren las formas múltiples q u e se ofrecen en la naturaleza. Asi se llama pico la m o n t a ñ a d e forma cónica i m u i elevada, i aguja la cima q u e se prolonga en punta. A escepcion d e los picos d e orijen volcánico q u e son c ó n i c o s o prismáticos i se distinguen por su estructura regular, no hai, por regla jeneral, m o n t e s aislados en m e d i o d e las llanuras; casi siempre las m o n t a ñ a s se presentan en gran n ú m e r o i se enlazan e n t r e si, b i e n agrup á n d o s e algunas veces circularmente a l r e d e d o r d e u n vértice central c o n s t i t u y e n d o asi un macizo, o bien s u c e d i é n d o s e sobre u n a larga línea q u e t o m a e n t o n c e s el n o m b r e d e cadena. Se d a el d e colina o mogote a las alturas aisladas d e 50 a 300 m e t r o s d e elevación. L a altura aislada, ya sea m o n t a ñ a o mogote, se representa en el plano por una serie d e curvas c e r r a d a s (fig. 1), cuyas cotas crecen a m e d i d a q u e las secciones van siendo m a s p e q u e ñ a s . Si c o n s i d e r a m o s u n a c a d e n a d e m o n t a ñ a s o línea d e alturas m a s o me'nos importantes, s a b e m o s ya q u e la línea formada por la intersección d e sus dos vertientes, r e c i b e el n o m b r e d e divisoria d e a g u a s , N o está siempre perfectamente m a r c a d a dicha línea, pues a

veces n o s e n c o n t r a m o s c o n u n a z o n a d e t e r r e n o s i n arista
a p a r e n t e i d o n d e solo se c o n o c e la existencia d e la divisoria por l a s

APÉNDICE

P-I

d i r e c c i o n e s o p u e s t a s q u e s i g u e n l a s a g u a s . C u a n d o la superficie de que se trata alcanza bastante elevación i sus bordes limitan pendientes m a s o m e n o s r á p i d a s , se la llama meseta, que en p e q u e ñ o vendrá a ser un m o n t e o pico t r u n c a d o (representado en la forma que es presa la fig. 2 ) . 2 5 . S i e n d o las d i v i s o r i a s d e a g u a s i las vaguadas líneas principales en que d e b e m o s fijar muí p a r t i c u l a r m e n t e nuestra atención c u a n d o se intenta espresar el relieve, t o d a v e z q u e s u e x i s t e n c i a i m p r i m e p a r t i c u l a r fisonomía a l t e r r e n o , c a r a c t e r i z a n d o , p o r d e c i r l o a s í , s u s f o r m a s , estudiemos cuáles son las p r o p i e d a d e s que distinguen estas dos especies de líneas, con su c o n o c i m i e n t o veremos después q u e es s u m a m e n t e sencillo dibujar sobre el plano la forma de las secciones horizontales. 26. Divisorias de aguas.—Queda i n d i c a d o q u e estas líneas se hallan constituidas por la intersección d e dos vertientes s i g u i e n d o e n j e n e r a l s u s p u n t o s m a s e l e v a d o s . C o m o la reunión de a m b a s vertientes forma una superficie convexa, resulta que de todas las direcciones q u e parten de un p u n t o d a d o de la divisoria, la q u e sigue esta línea es la de m e n o r p e n d i e n t e c u a n d o se mira el t e n e n o de arriba a abajo, lo cual nos prueba que las aguas pluviales al caer sobre la superficie del terreno se separan d e dicha línea para verter a derecha e izquierda, justificándose de este m o d o p l e n a m e n t e el n o m b i e con q u e se la distingue. Sí, por el contrario, se examina el terreno de abajo a arriba, resulta la dirección d e la divisoria m a s inclinada sobre ei horizonte q u e la de otra línea cualquiera p a r t i e n d o de un p u n t o t o m a d o sobre aquella. Ahora bien; puesto q u e la divisoria de aguas es la d e m e n o r pendiente entre las líneas del terreno q u e partiendo del m i s m o p u n t o de la curva horizontal i siguiendo direcciones próximas a la intersección de a m b a s vertientes van a detenerse en la sección horizontal inmediat a m e n t e inferior, se d e d u c e con facilidad que a la divisoria corresponderán (fig. 3) los p u n t o s salientes (D, L, M, N , ) de las curvas, q u e presentarán su concavidad hacia la parte mas elevada. 27. Vaguadas.—Según q u e d a dicho, estas líneas se hallan determinadas por la intersección de dos vertientes opuestas que al reunirse forman una superficie cóncava a q u e se da el n o m b r e de valle. Caracterizan las vaguadas o líneas de reunión de las aguas las dos propiedades q u e siguen; si se las mira en dirección d e s c e n d e n t e , resultan de mayor inclinación por debajo de la horizontal que las líneas inmediatas de derecha e izquierda: i si se examinan de abajo a arriba son d e

DEFINICIONES

TOPOGRÁFICAS

l

53

p e n d i e n t e m e n o r q u e las d e m á s líneas q u e parten d e u n o d e sus puntos. E n vista d e esto fácilmente se veria q u e las proyecciones d e las curvas horizontales tienen sus p u n t o s salientes sobre el thalweg, volviendo su c o n c a v i d a d hacia la parte d e s c e n d e n t e del valle en la forma q u e i n d ú a n las figuras 4 , 5 i 6, d e las cuales la p r i m e r a se refiere a un valle d e fondo plano; la s e g u n d a a un valle d e fondo cóncavo, i la tercera a un valle en forma d e barranco, cuyo n o m b r e se aplica a u n a c o r t a d u r a abierta en la ladera d e u n a m o n t a ñ a , d e tal m o d o q u e son p r ó x i m a m e n t e verticales las vertientes q u e la limitan. 2 8 . Depresiones en las divisorias; puertos. — L a divisoria d e a g u a s , q u e sigue la cresta d e u n a c a d e n a d e alturas o m o n t a ñ a s , esp e r i m e n t a b r u s c a s d e p r e s i o n e s q u e reciben el n o m b r e d e p u e r t o s i señalan los punios de paso natural de una a otra vertiente. Se p u e d e n definir t a m b i é n j t o m é t r i c a m e n t e estos pasos, d i c i e n d o que son los p u n t o s m a s elevados d e la intersección d e dos elevaciones convexas. C o n s i d e r e m o s dos superficies de esta naturaleza representadas por curvas horizontales: su intersección se d e t e r m i n a r á u n i e n d o por una curva CPD (fig. 8 ) . L a s dos superficies formarán por lo tanto al cortarse dos valles, cuyas vaguadas serán DP i CP i el p u n t o /-'mas elevado, o sea el c o m ú n a a m b o s thalwegs, m a r c a r á el p u e r t o o paso d e u n a a otra vertiente. C o m o por otra parte este p u n t o P es el m a s bajo de la divisoria APD, resulta q u e se halla en la unión d e dos p e n d i e n t e s a s c e n d e n t e s PA i PB, i d e otras dos d e s c e n d i e n t e s PC i PD. E n la naturaleza las proyecciones d e las curvas horizontales no se cortan en ángulos tan a g u d o s c o m o espresa la figura 7 , sino q u e ord i n a r i a m e n t e aparece el terreno en las inmediaciones de un puerto e n la forma q u e indica la figura 9 . Para definir mejor las desigualdades del suelo, s u p o n e m o s trazado p o r el p u n t o i u n plano horizontal, a u n q u e su cota no sea múltiple d e la equidistancia: j e o m é t r i c a m e n t e cortará este plano las dos superficies según dos curvas horizontales q u e vendrán a tocarse en P, conforme muestra la figura 9 , pero c o m u n m e n t e el puerto es una superficie plana o especie d e meseta horizontal, q u e corta las dos superficies a s c e n d e n t e s según las curvas nin i pq, i las d e s c e n d e n t e s según las líneas mp i nq (fig. 6 ) . D e esta manera se obtiene un cuadrilátero curvilíneo d e cota 3 3 , q u e se representa d e puntos, p o r q u e es u n a sección intermedia entre las dos curvas horizontales 3 0 i 3 5 q u e se hallan trazadas en el plano.
3

LIT.

ALEMANA

SANTIAGO

M O N E D A

25

P

N.

£0/0ÑA.

!

Zìi.''

:I

APÉNDICE

P-2
a

Estracto del T R A T A D O D E TOPOGRAFÍA por don Isidro Giol i Soldevilla.—3. edición.—Madrid, 1884.—(Los números de figuras se refieren a la lámina I-B)

(Capítulo I I I : D e la superficie terrestre i su representación jeométrica)
141. FORMACIÓN I ASPECTO DE LA SUPERFICIE TERRESTRE.—Es

m u i p r o b a b l e q u e la corteza del elipsoide terrestre se formase por enfriamientos sucesivos d e capas c o n c é n t r i c a s , i q u e la fuerza espansiva d e las partes todavía fluidas, q u e el calórico central dilataba en el interior d e la masa, produjera l e v a n t a m i e n t o s en las partes sólidas d e la superficie, alterara la h o m o j e n e i d a d q u e ésta p r e s e n t a b a , i facilitara el movimiento d e las aguas situad.is en la superficie del globo. E s t a m a s a d e aguas, c r e c i d a con la d e las lluvias, h u b o de abrirse paso a través d e los o b s t á c u l o s q u e se o p o n í a n a su marcha, i s u r c a n d o el suelo, c o n t r i b u y ó con su acción erosiva a modificar la superficie t e rrestre, i m p r i m i é n d o l a por g r a d o s el variado a s p e c t o con q u e hoi se presenta a nuestra c o n s i d e r a c i ó n , q u e le h e m o s a t r i b u i d o . 142. Las p o r c i o n e s d e la superficie terrestre, q u e en virtud de lo L a parla B B ' espuesto p r e s e n t a n n n a elevación notable, r e l a t i v a m e n t e a los t e r r e n o s c i r c u n d a n t e s , h a n recibido el n o m b r e j e n é r i c o d e montañas. te A (fig. 1 0 ) ; mas elevada d e u n a m o n t a ñ a se llama su cima,
CC falda, ladera, vertiente o flanco d e la m o n t a ñ a .

sin perder por eso la forma jeneral

m a s i n m e d i a t a al suelo q u e la r o d e a pié o base, i la superficie lateral . C u a n d o una m o n t a ñ a se p r e s e n t a aislada, p o d e m o s c o m o un c o n o mas o m e n o s irregular, lateral. considerarla superficie

i e n t o n c e s la c i m a será vér-

tice del cono, en pié d e la base del mismo, i la falda su

APÉNDICE

P-2

Si la m o n t a ñ a termina en una superficie m a s o m e n o s p l a n a AB (fig. I T ) , en cuyo caso p u e d e considerarse c o m o un c o n o truncado, la superficie A B . q u e sustituye a la cima, recibe el n o m b r e de meseta, i el de paramera c u a n d o es muí estensa i elevada. C i t a r e m o s c o m o ejemplo la paramera de Avila. Si la cima es aguda, c o m o la d e la figura í 2 se llama pico i aguja siempre que es aguda i p r o l o n g a d a (fig. 13). Las m o n t a ñ a s m e n o s elevadas se llaman cerros, colinas i oteros, por su respectivo orden d e s c e n d e n t e de altura sobre los terrenos colindantes. 1 4 3 . R a r a vez se presentan las m o n t a ñ a s aisladas c o m o las que a c a b a m o s de c o n s i d e r a r ; pues a c o n s e c u e n c i a del levantamiento, ya indicado, d e diferentes porciones de la corteza sólida del globo, los terrenos elevados debieron t o m a r u n a forma análoga a la del sólido A B N M (fig. 1 4 ) , p r e s e n t a n d o una arista superior A B , q u e se llama la cresta, i p u e d e c o m p a r a r s e con el caballete de un tejado, una base M N , i cuatro faldas, dos mayores A B N O , A B P M que se designan con el n o m b r e de vertientes, i dos m e n o r e s A M O , B N P , q u e se denominan esiremidades. L a acción enérjica i continua de las aguas alteró la forma de la cresta A C (fig. 1 5 ) , segregando las porciones m, n, i p r e s e n t a n d o así c o r t a d u r a s o depresiones, a las cuales bajando las aguas de las porciones o, p, q n o segregadas, i c o n t i n u a n d o su acción erosiva, dieron oríjen a otros tantos surcos, q u e partiendo de las primitivas depresiones s, t, c o n d u c í a n las aguas a otras localidades mas bajas del terreno. Estas m o n t a ñ a s reciben el n o m b r e de cordilleras o sierras. La línea osptq, q u e sustituye a la cima se llama divisoria; p o r q u e divide las aguas pluviales; dirijiéndolas por las g r a n d e s vertientes opuestas. Los p u n t o s mas altos o,p, q, conservan el n o m b r e de cimas, i a los mas bajos s, t se les llama depresiones o gargantas. 144. Las grandes porciones de terreno mas bajas q u e las m o n t a ñas, i hacia las cuales corren las aguas, que éstas recojen, se llaman en jeneral llanuras. C u a n d o tienen m u c h a estencion se llaman páramos, i en algunos países sábanas o pampas. Si son en una eslension regular valles, i vegas o cañadas si la tienen m e n o r . Las mas notables depresiones de las cordilleras p r o p o r c i o n a n el paso mas fácil i p r o n t o de un valle a otro, i se llaman puertos i desfiladeros c u a n d o son mui bajos i están flanqueados por cimas escarpadas. 145. Las aguas corrientes q u e aparecen en la supeiflcie terrestre se designan con los n o m b r e s de ríos o arroyos. Los rios corren por el

DEFINICIONES

TOPOGRÁFICAS

157

fondo d e los valles o p o r lo m a s bajo d e las llanuras, i reciben las aguas d e los rios d e orden inferior i las d e los arroyos. L a s aguas d e éstos p r o c e d e n d e manantiales o fuentes i siguen su curso e n r i q u e c i d a s c o n t o d a s las q u e se r e ú n e n d e otras corrientes d e o r d e n inferior. L a s aguas pluviales q u e n o se evaporan ni son absorbidas p o r el suelo, siguen las vertientes d e las m o n t a ñ a s , i a u m e n t a n el c a u d a l d e los rios o arroyos. T o d o el t e r r e n o q u e envia sus aguas corrientes a u n rio, constituye lo q u e se llama su cuenca, hoya o rejion hidrográfica. L o s rios secundarios i los arroyos tienen t a m b i é n su cuenca d e u n o r d e n inferior. T o d o rio va a parar a otro d e un orden superior o al mar. E n el primer caso la reunión d e a m b o s rios se llama su co>ifluencia, i el rio d e m e n o r importancia, por la estension d e su curso o p o r el caudal d e sus aguas, se llama afluente del rio principal. Si el rio llega hasta el mar, se llama ría la parte d e su corriente próxima a la costa, i desembocadura el paraje q u e e n c u e n t r a al m a r en la línea d e la costa. Las aguas n o corrientes q u e c u b r e n u n a porción d e la superficie d e un c o n t i n e n t e o d e u n a isla, se llaman lagos i laguuas si son d e corta estension. Pantanos son los parajes en q u e el terreno está encharcado. constantemente

146. R E L I E V E D E L T E R R E N O . — L a configuración d e un terreno a c c i d e n t a d o parece a primera vista un a g r u p a m i e n t o confuso d e m o n t a ñ a s i u n a serie d e llanuras, surcadas todas por rios i arroyos ramificados sin sujeción a lei alguna d e t e r m i n a d a ; pero u n a observación d e t e n i d a da a conocer ciertas leyes, q u e rijen en la forma q u e presenta el terreno, i son consecuencias d e las q u e h a n presidido a su formación. T a m b i é n se h e c h a d e ver la posibilidad d e someter los accidentes' q u e caracterizan su forma a u n a fácil clasificación i nomenclatura. Al m a r afluyen los grandes rios, q u e recojen las aguas d e c u e n c a s separadas entre sí p o r las cordilleras d e primer orden.

L a línea tirada por l a s c i m a s d e d e p r e s i o n e s d e la cordillera, e s u n a divisoria d e primer orden. A veces la divisoria está formada por u n a llanura, o p r o p i a m e n t e d i c h o , u n a paramera, q u e sustituye a la serie d e cimas i depresiones d e la cordillera. Los rios, d e q u e a c a b a m o s d e hacer mención, atraviesan las grandes llanuras. A ellas van a reunir sus aguas los d e s e g u n d o orden, entre cada dos d e los cuales hai u n a divisoria d e s e g u n d o orden.

APÉNDICE

P-2

L o s ríos de este orden reciben a su vez las aguas de los de tercero, los cuales tienen su c o r r e s p o n d i e n t e divisoria; i así c o n t i n u a n d o hasta un n ú m e r o indefinidos d e estes órdenes, los últimos de los cuales están constituidos por las p e q u e ñ a s corrientes q u e forman las aguas pluviales en las mas p e q u e ñ a s q u e b r a d a s del t e r r e n o . H a r e m o s , sin e m b a r g o , mas palpable esta c'aficacion p a r t i e n d o de dos rios o arroyos A, A ' (fig. 16), d e un m i s m o orden cualquiera, situados a uno i otro lado de una cordillera, q u e presenta la cresta o divisoria D D , formada por u n a serie alternativa de cimas i de depresiones. D e estas depresiones parten las corrientes d e s e g u n d o o r d e n a, a . El terreno c o m p r e n d i d o entre dos de estas corrientes es una cordillera d e s e g u n d o orden, cuya cresta o divisoria dd parte de la cima c o m p r e n d i d a e n t r e las depresiones en q u e nacen los arroyos a i a'.
1

Las cordilleras de s e g u n d o o r d e n reciben por lo jeneral el n o m b r e d e ramales o estribaciones de la principal, i siguen u n a dirección próx i m a m e n t e normal a ésta; o b s e r v á n d o s e q u e se acercan tanto mas a serlo, c u a n t o m e n o s inclinadas al horizonte es la divisoria principal. D e cada una de las divisorias de s e g u n d o o r d e n dd, d'd'... parten las divisorias i las corrientes de tercer o r d e n , p r ó x i m a m e n t e normales a las respectivas divisorias i corrientes del s e g u n d o ; de las del tercero se derivan las de cuarto o r d e n ; i así c o n t i n u a n d o hasta los órdenes inferiores. 147. Las dos vertientes L., L ' de una m i s m a divisoria D D , llevan el n o m b r e d e laderas, i las dos laderas L ' i L" c o r r e s p o n d i e n t e s a dos divisorias contiguas D D , D ' D ' d e un m i s m o orden, forman la cuenca del rio o arroyo A, el cual viene a ser la intersección de las dos vertientes o laderas, i recibe el n o m b r e d e valle o talweg; palabra del a l e m á n i q u e significa camino del valle. La ladera L" se llama derecha con respecto al arroyo A, i la L ' es la ladera izquierda del m i s m o arroyo; d e n o m i n a c i o n e s referidas a la posición d e sus márjenes, respecto a un o b s e r v a d o r q u e las recorriese en la dirección d e la corriente. L o q u e a c a b a m o s d e establecer es jeneral para todas las corrientes, cualquiera q u e sea el o r d e n a q u e p e r t e n e z c a n . 1 4 8 . L o s talwegs de los ó r d e n e s primeros forman los lechos d e los rios i arroyos d e aguas c o n s t a n t e s ; los d e los ó r d e n e s m e d i o s los arroyos q u e solo las tienen en invierno; i los d e los últimos solo c o n d u c e n las p r o c e d e n t e s de las lluvias. L a r e u n i ó n de las divisorias de todos los órdenes constituye el sis-

DEFINICIONES

TOPOGRÁFICAS

159

tema orográfico

d e la rejion o terreno q u e s e describe topogíafleamente
el sistema hidrográfico de la m i s m a .

i la de los talwegs

La d e t e r m i n a c i ó n i representación de los dos sistemas en sus posiciones relativas d a a conocer por c o m p l e t o la forma d e la superficie terrestre de la estension q u e se c o n s i d e r a .

A. Bertrand - E s t u d i o t é c n i c o de la demarcación del Limite Chileno Arjentino. Pl. I

F i g .

16.

Ji.Boloña
L I T . ALEMANA SANTIAGO M O N E O » 2 5 "

•-••\

APÉNDICE
a

P-3

E s t r a d o del Cu uso D E T O P O G R A F Í A por el comandante de injeníeros don Lorenzo

Gallego Carranza.—2. edición.—Toledo, 1S91.—(Con la lámina I-C)

(Capítulo II, Estructura del Terreno)

34.

ESTUDIO

DEL

TERRENO I

FORMA

QUE

AFECTA.—Para

efectuar

el e s t u d i o del terreno, es necesario d e a n t e m a n o p o d e r r e c o n o c e r las diversas formas q u e afecta, así c o m o la m a n e r a d e estar r e p r e s e n t a d a s en los p l a n o s . Al e x a m i n a r u n a porción algo c o n s i d e r a b l e d e terreno, son t a n t a s i tan irregulares las diversas formas q u e afecta en las diferentes p a r t e s d e su superficie, q u e n o p a r e c e posible e n c o n t r a r relaciones e n t r e u n a s i otras, ni e n t r e ellas i figuras j e o m é t r i c a s conocidas, así c o m o t a m p o c o n o m b r e s p a r a distinguirlas. L a observación hace, sin e m b a r g o , q u e m i r á n d o l a s con d e t e n i m i e n t o i p r e s c i n d i e n d o d e lijeras irregularidades, distintas en c a d a caso, se vea q u e t o d a s ellas p u e d a n reunirse en d o s graneles grupos, q u e son: superficies llanas i superficies onduladas. indica, Se r e c o n o c e n las primeras, p o r q u e c o m o su n o m b r e ya lo

sino son v e r d a d e r a s partes planas, p r e s e n t a n pliegues u o n d u l a c i o n e s tan p e q u e ñ a s q u e p u e d e n pasar d e s a p e r c i b i d a s ; i las segundas, o sean las onduladas, presiones. E n c a d a g r u p o existen formas variadas q u e reciben n o m b r e s diversos, i m u c h a s veces distintos para u n a misma, según la localidad; pero p e b i e n d o ser c o n o c i d a s por la Jeografía
DOCUMENTOS

son c o n o c i d a s p o r q u e se elevan o están m a s bajas q u e las

a n t e r i o r e s ; r e c i b i e n d o r e s p e c t i v a m e n t e los n o m b r e s d e elevaciones o de-

descriptiva, n o se i n d i c a r á n
II

aquí, l i m i t á n d o s e ú n i c a m e n t e a d a r idea d e las formas i a c c i d e n t e s ele-

IÓ2

APÉNDICE

P-3

m e n t a l e s q u e p u e d e n entrar en la p e q u e ñ a estension d e t e r r e n o q u e abarca u n plano topográfico. 3 5 . F o r m a s e l e m e n t a l e s d e l t e r r e n o . — E n los planos topográficos existen partes d e terreno, cuyas formas variadas se necesita reconocer para saberlas representar en el dibujo, e i n v e r s a m e n t e , u n a vez allí representadas, saber d e d u c i r las c o r r e s p o n d i e n t e s del t e r r e n o . L a reducción d e estas formas irregulares a formas j e o m é t r i c a s sencillas i ya conocidas, es el m e d i o m a s a d e c u a d o para conseguirlo, p u e s t o q u e e s t u d i a d a s las p r o p i e d a d e s d e las formas jeométricas, será fácil d e d u c i r las d e las irregulares correspondientes. E n el Sistema d e Acotaciones se h a c e ver lo q u e se e n t i e n d e por planos q u e se cortan f o r m a n d o - a r i s t a o gotera; así c o m o el m o d o d e reconocerlos c u a n d o se d a n o se trazan sus horizontales; i con esto será fácil d e m o s t r a r q u e , t o d a forma elemental del terreno, p u e d e ser estud i a d a c o m o u n sistema d e d o s planos q u e al cortarse forman arista o gotera, puesto q u e toda elevación o depresión, e n t r a n t e o saliente, p u e d e asimilarse al caso d e d o s planos, c o r t á n d o s e del m o d o i n d i c a d o . 3 6 . E l e v a c i o n e s o s a l i e n t e s . — T o d a ondulación del terreno q u e presente su c o n v e x i d a d al lado del observador, se llama saliente (*); i si se imajinan d o s planos q u e se corten formando arista, p o d r á n ser la representación j e o m é t r i c a a p r o x i m a d a d e esta forma del terreno. E n efecto, si en u n saliente cualquiera d e éste se sustituyen sus d o s costados p o r d o s planos P i P' (fig. 17) q u e se apoyen sobre ellos; estos planos se cortarán f o r m a n d o arista, i el saliente q u e d a r á sustituid o por el sistema d e estos planos i r e d u c i d o para su estudio a u n a form a jeométrica. Si se trazan las curvas horizontales del saliente i d e las horizontales d e la m i s m a cota del sistema d e planos P, P', la figura d e la d e r e c h a h a c e ver la d e p e n d e n c i a q u e existe entre cada curva i las horizontales c o r r e s p o n d i e n t e s d e los planos, siguiendo estas horizontales direcciones a p r o x i m a d a s a las d e aquéllas, escepto e n la arista, en cuya p a r t e la forma del t e r r e n o se e n c u e n t r a r e d o n d e a d a a causa d e la acción contin u a de las aguas i d e m á s influencias atmosféricas a q u e el t e r r e n o se halla siempre sometido. L a d e p e n d e n c i a e n t r e la forma j e o m é t r i c a i la del t e r r e n o se ve d e m o s t r a d a ; i b a s t a r á s o l a m e n t e tener la precaución d e r e d o n d e a r la p a r t e c o r r e s p o n d i e n t e a la arista, para t e n e r c o m p l e t o el paso d e la forma jeométrica a la del saliente.
(*) Los franceses llaman croupe del alemán Krop, que significa protuberancia. En castellano algunos traducen grupa i denominan así a los salientes o formas convexas.

DEFINICIONES

TOPOGRÁFICAS

3 7 . Divisoria divisoria

de las aguas.—La

arista q u e j e o m é t r i c a m e n t e es u n a

recta A B i en el t e r r e n o es en jeneral una línea curva a !>, se la llama de ¿as aguas, puesto q u e es la línea q u e separa las aguas q u e flancos. Esta c a y e n d o sobre el saliente corren por c a d a u n o d e sus facilidad, i es la siguiente: »La divisoria d e las aguas es la línea d e m e n o r p e n d i e n t e q u e p u e d e trazarse en u n a vertiente o flanco del saliente." E n efecto, en la c a r a / * , la oblicua q u e mas se separa d e la p e r p e n d i c u l a r Ap, d e m á x i m a p e n d i e n t e , es la A m i s m o s u c e d e en la cara
38. Modo de reconocer

línea goza d e u n a p r o p i e d a d n o t a b l e q u e la h a c e ser r e c o n o c i d a cor,

o sea d e la línea Lo
las

B q u e n o es otra q u e la divisoria, la

cual, s i e n d o la m a s larga, es, por tanto, la d e m e n o r p e n d i e n t e . P'.
un saliente i su divisoria.—Observando

horizontales d e los planos i las curvas horizontales c o r r e s p o n d i e n t e s , se nota q u e éstas, a m e d i d a q u e van a u m e n t a n d o sus costas, van s i e n d o envueltas por las otras, p r e s e n t a n d o todas eüas su c o n c a v i d a d hacia la parte a s c e n d e n t e ; siendo éste el carácter distintivo del saliente, i el m e d i o d e r e c o n o c e r estas formas en los planos. La división d e un saliente es mui fácil d e reconocer en el terreno. E n efecto, para el q u e d e s d e el alto A del saliente quiera bajar por él, la línea d e m e n o r p e n d i e n t e será la divisoria, p u e s t o q u e e n t r e las líneas q u e pasan por A sobre las dos vertientes, la A B es la mas larga, c o m o se ve en la figura al c o m p a r a r l a con las Ap A p'... etc., luego p o d r á ser r e c o n o c i d a por el o b s e r v a d o r al mirar hacia abajo, si busca con la vista en las i n m e d i a c i o n e s del saliente el c a m i n o mas largo A B i m e n o s pendiente. P a r a u n o b s e r v a d o r c o l o c a d o en la p a r t e B i q u e quiera subir por el saliente, se verifica la inversa, p u e s por cualquiera d é l a s d o s vertientes q u e quiera hacerlo, siempre la B A será la mas corta, c o m o se vé comp a r á n d o l a con las B b, B b', B b", etc.: luego la divisoria mirada d e abajo hacia arriba se p r e s e n t a r á c o m o la línea m a s corta i d e m a y o r p e n d i e n t e para subir, lo cual hará se p u e d a e n c o n t r a r con facilidad.
'39. ENTRANTES.—

Peco/ida,

vaguada

o thahveg.—Toda

ondulación

q u e p r e s e n t e su c o n c a v i d a d al lado del observador, se llama en jeneral entrante (fig.
18.)
x

o valle,

i si se imajinan

d o s planos q u e se cortan f o r m a n d o

gotera, ésta será la representación j e o m é t r i c a q u e m a s se le a p r o x i m e L o s d o s planos P i P son los c o s t a d o s o vertientes, i la intersección

A B q u e forma la gotera es u n a línea q u e recoje las aguas q u e caen ¡

IÓ4

APÉNDICE

P-3

se llaman recojida, terreno.

vaguada

o línea d e ihalweg

(*) d e la forma del

L a s curvas horizontales se d e d u c i r á n a n á l o g a m e n t e q u e en el saliente, i la línea de recojida o v a g u a d a a b q u e d a r á en la p a r t e r e d o n y

deada.
4 0 . Modo de reconocer un entrante i su recojiia. — Observando la

dirección de las horizontales en los planos q u e forman gotera i record a n d o la regla d e d u c i d a en el Sistema d e A c o t a c i o n e s , se verá q u e al sustituir las horizontales por las curvas, las de mayor cota envolverán a las otras, lo cual hará reconocer t o d o e n t r a n t e del terreno. R e s p e c t o a la vaguada, tiene u n a p r o p i e d a d inversa de la divisoria i q u e sirve para reconocerla. E n efecto, esta línea a b, es la de m e n o r p e n d i e n t e , i, por lo t a n t o , la m a s larga para el o b s e r v a d o r q u e la mira d e s d e su p u n t o mas bajo /', c o m o se vé en la figura; i, por el contrario, la de m a y o r p e n d i e n t e o la mas corta, para el q u e mira d e s d e la parte superior a. Las dos formas elementales q u e se h a n i n d i c a d o son las únicas q u e existen, pues todas las d e m á s p u e d e n s i e m p r e reducirse a estas c o m binadas de infinidad de m a n e r a s diferentes, q u e es c o m o se e n c u e t r a n en el terreno, puesto q u e aisladas n o p u e d e n existir.
41.
FORMAS COMPUESTAS.—

Union

de dos salientes.—Dos

sistemas

de p l a n o s P i P' P Q i P'

Q i Q' que, al unirse, forman arista, c o m o se vé en

la figura 19, dan lugar a otros dos salientes formados p o r los planos Q' q u e se c o r l a n t a m b i é n en arista. Si de estas formas j e o m é t r i c a s se pasa a las del terreno, se o b t e n d r á la r e p r e s e n t a d a a la d e r e c h a por las curvas r e d o n d e a d a s en las aristas, la cual no es otra cosa q u e la r e p r e s e n t a c i ó n d e un mogote o colina lada; primera forma c o m p u e s t a de las elementales. convexas Q i Q ais-

E l examen de la figura hace ver con facilidad q u e las curvas de cota inferior envuelven s i e m p r e a las superiores i todas ellas son hacia el exterior. 42. nes, Union de dos entrantes.—Dos sistemas d e planos P i P' (fig. 2 0 ) f u m a n d o gotera, al unirse en un p u n t o a de sus intersecciod a n lugar a otros dos e n t r a n t e s , o b t e n i é n d o s e a n á l o g a m e n t e al una forma t a m b i é n c o m p u e s t a i d e fácil determinación, caso anterior, la forma del t e r r e n o q u e es la r e p r e s e n t a c i ó n d e hoya o embudo:

puesto que su carácter distintivo es el de q u e las curvas de cota supe-

(") Thahv;-g, palabra alemana que sigñfica camino del valle.

DEFINICIONES

TOPOGRÁFICAS

rior envuelven siempre a las inferiores, i todas ellas son convexas al esterior.
43. Otro caso de unión de salientes o entrantes.—Dos salientes o

d o s e n t r a n t e s p u e d e n t a m b i é n unirse d e otra m a n e r a distinta d e la indicada anteriormente. Sean, en efecto (fig. 21), los dos salientes P P''i P Q i P' Q Q' q u e se oponen p o r sus aristas, los cuales tienen el p u n t o a c o m ú n . Los p l a n o s Q' al cortarse, d a n lugar r e s p e c t i v a m e n t e a las goteras a tu i a n f o r m a n d o dos e n t r a n t e s , cuyas líneas d e recojida setán las a m i a 7i. E l c o n j u n t o d e los d o s salientes con los e n t r a n t e s forma un punto
paso a n á l o g o al col o puerto.

de

El paso d e esta figura jeométríca al del terreno n o d e b e r á presentar dificultad, s a b i e n d o la representación d e las elementales, sobre t o d o , si se b a n trazado las horizontales d e los planos, i se ha t e n i d o c u i d a d o d e t o m a r solo la parte d e éstas hasta las nuevas líneas d e recojida a m i a n, c o m o s u c e d e en la 3 0 d', en la q u e se ha prescindido d e la parte
dd'.

E n la parte a existirá u n a p e q u e ñ a planicie, c o m o se ve en a a' a"

a"
1

d e la otra figura, la cual será el resultado d e r e d o n d e a r las c u a t r o aristas q u e p a r t e n d e d i c h o p u n t o ; planicie q u e existe en el terreno, form a d a p o r las tierras q u e arrastran las lluvias i vientos a lo largo d e los salientes q u e forman el p u n t o d e p a s o .
44. Otra manera de fonnarse el puerto. —Se. c o m p r e n d e q u e , si en

vez d e ser el sistema d e los d o s planos f o r m a n d o arista, h u b i e s e sido el d e los P el puerto, Q i P' Q' f o r m a n d o gotera, se tendría del m i s m o m o d o i d e Q c o n Q', p u e d e n estar p u e s t o q u e las intersecciones d e P c o n P'

h u b i e s e n d a d o los d o s salientes. D e a q u í se d e d u c e , q u e un punto de paso o un puerto foimados por dos salientes q u e se o p o n e n sus aristas c o r t á n d o s e en un p u n t o , o p o r d o s e n t r a n t e s q u e , r e u n i é n d o s e sus líneas d e recojida en u n p u n t o , se o p o n e n t a m b i é n estas líneas. E l p u n t o a p r e s e n t a u n a particularidad n o t a b l e q u e le h a c e distinguir d e t o d o s los d e m á s . P a r a el q u e recorra el terreno por la divisoria d e s d e r a s, es el p u n t o m a s bajo d e t o d a ella, i para el q u e !e recorra por las líneas d e recojida d e aguas, d e m a n es el p u n t o m a s alto. Las curvas q u e r e p r e s e n t a n el p u e r t o tienen la forma q u e se ve en la figura, s i e n d o el resultado d e la c o m b i n a c i ó n d e la distinta c u r v a t u ra d e los salientes i d e los e n t r a n t e s . D e r a la curva c e r r a d a a"
1

a'",

las d e cota inferior van e n v o l v i e n d o a las otras; d e s a a a s u c e d e lo

166

APÉNDICE

P-3

m i s m o , pero o p o n e n su curvatura a las del saliente primero, de a a'" a m las curvas de cota inferior son envueltas por las otras, así c o m o de a a" a n, i estas curvas de los e n t r a n t e s se o p o n e n t a m b i é n su curvatura.
45. R E P R E S E N T A C I Ó N JEOMÉTKICA D E U N T E R R E N O C U A L Q U I E R A . —
1

Las formas e l e m e n t a l e s de salientes i e n t r a n t e s h a n d a d o lugar por c o m b i n a c i o n e s sencillas i en p e q u e ñ o n ú m e r o , a las formas c o m p u e s t a s ya e x a m i n a d a s c o m o el mogote o colina, la hoya i el pimío de paso o puerto. Las c o m b i n a c i o n e s de m a y o r n ú m e r o p u e d e n d a r oríjen a todas las formas c o m p u e s t a s por c o m p l i c a d a s q u e sean, p u e s t o q u e s i e m p r e estarán formadas por varias e l e m e n t a l e s ; i en cada caso se p o d r á d e s c o m p o n e r la superficie irregular del t e r r e n o en u n a serie de e n t r a n t e s i salientes en q u e c a d a u n o será u n a forma e l e m e n t a l d e las c o n o c i d a s i fácil, por consiguiente, de representar.
46. C O M P A R A C I Ó N E N T R E LAS FORMAS TOPOGRÁFICAS I JEOGRAFI-

C A S . — L a observación de las formas e s t u d i a d a s i su c o m p a r a c i ó n con las g r a n d e s o n d u l a c i o n e s q u e p r e s e n t a la superficie terrestre, las cuales son estudiadas por la Jeografía, h a c e n ver la gran analojía q u e existe entre unas i otras, n o siendo las primeras sino u n a r e p r o d u c c i ó n en p e q u e ñ o de las segundas, puesto q u e las grandes elevaciones q u e en éstas constituyen las c a d e n a s de m o n t a ñ a s con sus c i e s t a s i divisorias i q u e forman el sistema orográfico d e u n a provincia, de una na< ion, etc., así c o m o las depresiones q u e constituyen los valles con fus vaguadas o thalwegs i q u e forman el sistema hidrográfico; están aquí sustit u i d o s por los p e q u e ñ o s salientes c m sus c o r r e s p o n d i e n t e s divisorias por los p e q u e ñ o s entrantes con s-us vaguadas i c o m b i n a d a s bajo mil m o -

dos diversos para dar siempre lugar a u n a forma c o m p u e s t a , r e p r o d u c ción en p e q u e ñ o d e alguna d é l a s c o n o c i d a s por la Jeogiafía. U n a diferencia g r a n d e existe, sin e m b a r g o , e n t r e u n a s formas i otras relativamente a su r e p r e s e n t a c i ó n , i es la d e b i d a a la escala d e los planos, sobre los cuales se ejecuta. L a s g r a n d e s o n d u l a c i o n e s de la superficie t e n e s t r e r e p r e s e n t a d a s en los m a p a s jeográficos, están indicadas en jeneral por signos convencionales en vista de la imposibilidad de hacerlo d e otra m a n e r a a causa de la p e q u e n e z de las escalas; las c a d e n a s de m o n t a ñ a s , los g r a n d e s valles i cuencas se reconocen por u n a línea q u e r e p r e s e n t a la cresta o divisoria o la v a g u a d a o thalweg i sin mas detalles, mientras q u e en los planos topográficos se acaba de indicar el m e d i o de representación e m p l e a d o , por el cual p u e d e n estudiarse hasta los menores pliegues u o n d u l a c i o n e s q u e p r e s e n t e d terreno.

APÉNDICE

P-4

Estrado de la introducción al Curso de Topografía en la Universidad de Chile

E n la digresión p r e c e d e n t e ( i ) solo h e m o s h a b l a d o de las formas jen erales d e la tierra, sin t o m a r en c u e n t a las desigualdades locales de su superficie; éstas, en efecto, siendo e n t e r a m e n t e irregulares, n o p u e d e n intervenir en un c o n c e p t o de c o n j u n t o , i sus relieves no son t a m p o c o b a s t a n t e p r o n u n c i a d o s para influir sobre este c o n j u n t o , d e s d e q u e las m o n t a ñ a s m a s altas n o alcanzan a la q u i n t a parte de la m e d i d a del a c h a t a m i e n t o total de la tierra. N o pasa lo m i s m o en el d o m i n i o de la t o p o g r a f í a : siendo un p l a n o topog'áfico c o m p l e t o una descripción gráfica de una porción cualquiera de la superficie terrestre, su confección c o m p r e n d e , no s o l a m e n t e la c o m b i n a c i ó n de cierto n ú m e r o d e puntos, sino t a m b i é n la descripción física de aquella superficie, es decir, de sus relieves, d e los cursos de agua q u e la surcan, i del e s t a d o d e su suelo, a r e n o s o , p e d r e g o s o árido o c u b i e r t o d e vejetacion. C o n v i e n e , pues, antes d e e n t r a r a u n a clasificación jeneral de los l e v a n t a m i e n t o s , recordar algunas definiciones, m e n c i o n a r algunos térm i n o s usuales, i dar un golpe de vista jeneral a los caracteres de u n terreno, c o n s i d e r a d o c o m o c a m p o de acción de la Topografía, así c o m o se lo h e m o s d a d o a los del planeta c o n s i d e r a d o c o m o c a m p o d e acción de la Jeodesia. El estudio del relieve del t e r r e n o h e c h o en vista de u n a representación en el papel, q u e produzxa la impresioyi de ese relieve, sea por me-

(i) La referencia alude al § 4 de la "Introducción,, publicada en los Anales de la

Universidad de Junió, 1894.

i68

APÉNDICE

P-4

dio d e vistas perspectivas o del s o m b r e a d o en los planos, es lo q u e se d e n o m i n a la orografía (¿pos, m o n t a ñ a ) ; m a s c u a n d o se h a c e ese estudio con el objeto d e indicar en el dibujo las a'turas de un gran n ú m e r o d e p u n t o s sobre un p l a n o d e referencia, se le da el n o m b r e de hipsomelria (í/yy-o?, altura). L a orografía d e una rejion m o n t a ñ o s a tal c o m o se le presenta al viajero q u e recorre el tahveg (thal, valle; weg, c a m i n o ) o vaguada d e u n valle, es decir, en proyección vertical, ofrece el aspecto de una séiie d e siluetas, q u e ya destacan n e t a m e n t e unas sobre otras, ya se confund e n v a g a m e n t e según q u e el brillo, dirección e inclinación d e los rayos solares a c e n t ú a n mas o m e n o s sus relieves, i q u e la t r a n s p a r e n c i a 0 el estado b r u m o s o de la atmósfera permita p r o d u c i r s e con mayor o m e n o r i n t e n s i d a d las gradaciones d e la perspectiva aérea. Pero si el o b s e r v a d o r se eleva hacia una c u m b r e d o m i n a n t e , a m e d i d a q u e la proyección vertical se va t r a n s f o r m a n d o en horizontal, irá a d q u i r i e n d o u n a ¡dea m a s i m a s exacta de la configuración del t e r r e n o q u e tiene a la vista: las crestas a p a r e n t e s se d e s v a n e c e n u n a s tras otras, 1 a s u m i e n d o su v e r d a d e r a proporción, pasan a ser los dorsos jeneralm e n t e a p l a n a d o s de simples puntillas d e cerro q u e m a r c a n las o n d u laciones sucesivas del valle. Si el viajero ha ido a s c e n d i e n d o p o r alguna q u e b r a d a o valle s e c u n dario, llegará hasta un p u n t o d o n d e comienza el d e s c e n s o hacia otro valle, i allí podrá observar q u e se e n c u e n t r a sobre la arista d e separac i ó n d e dos superficies d e p e n d i e n t e contraria q u e se llama las vertientes de la c a d e n a d e cerros o m o n t a ñ a s , por c u a n t o las aguas q u e allí caen, vierten hacia el fondo d e los valles opuestos. U n a estación semej a n t e es mui a p r o p i a d a para darse c u e n t a d e lo e s t r e c h a m e n t e ligada q u e se halla la orografía de u n a rejion, con el estudio del curso de sus aguas o sea su hidrografía (uSwp, a g u a ) ; pues la intersección d e las vertientes, q u e forzosamente ha de ser u n a línea c o n t i n u a , forma al m i s m o t i e m p o el d o r s o del e n c a d e n a m i e n t o q u e separa los valles laterales, dorso q u e constituye la línea divisoria de las aguas entre a m b o s valles. Estas divisiones de aguas son líneas j e n e r a l m e n t e m u i sinuosas i d e d o b l e curvatura, q u e tienen p u n t o s c u l m i n a n t e s i depresiones, siendo estas últimas los p u n t o s d e paso naturales e n t r e u n valle i otro, llamad o s por esto puertos secos, portezuelos, portillos, boquetes, etc., según la localidad.

L o s e n c a d e n a m i e n t o s principales d e m o n t a ñ a s d e u n a isla o continente, separan jeneralmente a g u a s qne no s e

DEFINICIONES

TOPOGRÁFICAS

s u e l v e n a j u n t a r , i d e s a g u a n d i r e c t a m e n t e e n el m a r a d i s ­
t i n t o s l a d o s de la isla o c o n t i n e n t e , q u e así q u e d a dividido p o r las líneas d e vertientes d e estos e n c a d e n a m i e n t o s en grandes rejiones .hidrográficas. Estas rejiones hidrográficas son s u b d i v i d i d a s en cuencas и hoyas hidrográficas especiales a cada rio por las intersecciones d e las veitientes d e los contrafuer/es o estribos del e n c a d e n a m i e n t o principal, i estas hoyas d e los rios principales p u e d e n considerarse a su vez s u b d i ­ vididas en otras secundarias, terciarias, etc., q u e c o r r e s p o n d e n a sus afluentes. P u e d e decirse, por consiguiente, q u e la orografía d e u n a rejion q u e d a d e t e r m i n a d a , n o por los mayores relieves del terreno, sino p o r :sus contornos hidrográficos, c o m o son las divisorias d e agua i las va­ guadas. E n efecto, d e s d e las rejiones d e fragosa cordillera d o n d e los valles s o n encajonados, las laderas cortadas por barrancos, d o n d e las cimas d e las m o n t a ñ a s se destacan en forma d e picos i picachos inaccesibles; p a ­ s a n d o por la rejion m e d i a n a m e n t e a c c i d e n t a d a d o n d e los c o r d o n e s d e •cerros vienen a r e m a t a r a l t e r n a t i v a m e n t e a u n o i otro lado del valle, f o r m a n d o rinconadas, d o n d e las c u m b r e s son morros r e d o n d e a d o s ; h a s t a la rejion d e las p e n d i e n t e s suaves, d o n d e el rio desenvuelve sus ­sinuosidades entre lomajes i colinas q u e r e m a t a n en o n d u l a c i o n e s insen­ s i b l e s ; i las planicies i pampas q u e forman horizontes c o m o el m a r ; e n t r e estos límites estreñios, decimos, los caracteres orográficos pasan por todos los grados posibles d e s d e la definición m a s precisa a la m a ­ yor vaguedad. N o s u c e d e lo m i s m o c o n los caracteres hidrográficos; sea q u e se trate de un torrente o d e un m a n s o rio, los p u n t o s d e par­ t i d a i d e llegada, o sea d e separación i d e reunión d e las aguas, q u e ­ d a n deslindadas por c o n t o r n o s p e r f e c t a m e n t e fijos, i a u n q u e falte la presencia d e las aguas para q u e esos c o n t o r n o s sean perceptibles a la vista, serán s i e m p t e suceptibles d e ser d e t e r m i n a d o s p o r los p r o c e d i ­ m i e n t o s d e la topografía.

LIT.

ALEMANA

SANTIAGO

M O N E OA

25

P

N.

Boloña

APÉNDICE Q - i
Estratigrafía de los Andes

(Estrado de la feografía Física de la República de Chile por A. Plssis)
SISTEMAS E S T R A T IC R Á F IC O S

Las investigaciones de los jeólogos sobre el oríjen de las m o n t a ñ a s , d a t a n a p e n a s d e m e d i o siglo a esta parte. D e s p u é s d e un profundo est u d i o sobre la estructura de los Alpes, fué c u a n d o el señor Elie d e B e a u m o n t sentó la base de esa ciencia q u e ha t o m a d o d e s p u é s el n o m b r e de estratigrafía. Ya se ha visto, por lo q u e precede, el i m p o r t a n t e papel q u e han dese m p e ñ a d o las masas plutónicas en la estructura jeolójica de Chile; así pues, sean cuales fueren las causas q u e han i m p e d i d o esas poderosas masas d e s d e el interior de la tierra hacia la superficie, el caso es q u e n o han p o d i d o llegar allá sino r o m p i e n d o la capa supeiíicial. Las estratas, horizontales, en un principio, han d e b i d o ser enderezadas, por a m b o s lados de las grandes rasgaduras q u e esas rocas han c e g a d o ; i estas estratas, así e n d e r e z a d a s , s o n las q u e han formado el primer trazado d e las cordilleras d e m o n t a ñ a s . Resulta d e estos hechos, q u e el eje d e las grandes masas plutónicas, la línea de estratas enderezadas, i en fin, el eje de la cordillera de m o n t a ñ a s q u e constituyen, d e b e n estar o r i e n t a d a s en una m i s m a dirección, i a este c o n j u n t o de líneas o r i e n t a d a s del m i s m o m o d o , se d a el n o m b r e de sistema estratigráfico.
SISTEMA COLOMBIANO

E l sistema estratigráfico m a s antiguo q u e ha dejado huellas en Chile, se refiere a la inyección de las rocas graníticas; la gran masa de grani-

172

APÉNDICE

Q-

[

to q u e se estiende d e s d e la cordillera d e N a h u e l v u t a hasta la provincia d e C u r i c ó , sigue p o c o m a s o m e n o s la orientación nor-este; el arco d e círculo m á x i m o q u e pasa por los d o s estreñios de esta masa, forma con el m e r i d i a n o un ángulo al nor-este d e 26° 30'. E s t a orientación es t a m b i é n la q u e siguen las estratas, la d e la costa d e Chile, d e s d e la b a h í a d e A r a u c o hasta Valparaíso, i en fin la d e la cordillera marítima d e s d e los p a n t a n o s d e L u m a c o hasta el Tinguiririca. Si se prolonga hacia el norte el arco d e círculo m á x i m o q u e pasa por Arauco i Valparaíso, siguiendo así esa parte d e la costa d e Chile, se ve q u e va a j u n t a r s e c o n la cordillera d e los A n d e s , cerca del cerro d e Azufre, i q u e d e s d e e s t e p u n t o la cordillera sigue e x a c t a m e n t e la dirección d e este arco. E n fin, el eje d e la cordillera d e los A n d e s , d e s d e el volcan d e Chillan hasta T u p u n g a t o , sigue a u n la m i s m a dirección. T a l e s son las tres g r a n d e s líneas q u e trazan, sobre la superficie d e Chile, la dirección del s i s t e m a c o l o m b i a n o : pero estas líneas no son únicas, pues se nota a u n un gran n ú m e r o d e rasgaduras m a s p e q u e ñ a s q u e tienen la m i s m a o r i e n t a c i ó n : tal es la línea d e m o n t a ñ a s q u e se estiende d e s d e la hacienda d e San Diego, en la provincia d e Santiago, hasta el cerro d e la C h a p a q u e cierra, hacia el sur, el valle d e Llimachí i pasa por las m o n t a ñ a s d e la Pa'milla, la cuesta de Zapata, T a p i h u e i M a r g a - m a r g a ; otra m e n o s estensa q u e va d e s d e la costa d e P r a d o hacia C h i ñ i h u e , i en fin, la d e las m o n t a ñ a s q u e se estienden entre el M a i p o i el R a p e l , d e s d e el O r c o n d e piedra hasta San P e d r o , así c o m o gran n ú m e r o d e ramas d e los A n d e s , q u e se h a n indicado ya en la parte q u e trata d e la orografía. Ya se h a visto q u e los granitos fueron inyectados hacia fines d e la é p o c a siluriana, siendo p o r consiguiente a esta época a q u e d e b e referirse la formación d e una parte d e la cordillera d e los A n d e s así c o m o la •cadena marítima. E l l e v a n t a m i e n t o q u e tuvo lugar en aquella época ha h e c h o un gran papel en la configuración d e la América del Sur. Si d e s p u é s d e h a b e r trazado en u n globo el círculo q u e sigue la cordillera d e A t a c a m a i la costa d e Chile hasta A r a u c o , se traza un s e g u n d o círculo t a n j e n t e a la costa del Brasil, d e s d e P e r n a m b u c o hasta el c a b o d e San T o m é , este círculo v e n d r á a cortar al primero a los 6 9 4' de latitud sur i 1 4 8 18' d e lonjitud occidental ( J ) , i este sitio parece pues •ser el p u n t o d e converjencia d e todas las g r a n d e s líneas q u e trazan el relieve d e este c o n t i n e n t e . E n efecto, hacia este p u n t o viene a pasar el círculo q u e sigue el eje d e la cordillera d e C o l o m b i a , el q u e sigue el
o o 1

(*) Pissis tomaba por oríjen el meridiano de Paris.

FORMACIÓN

I

ESTRUCTURA

I»E

LOS

ANDES

173

curso del P a r a g u a y , entre el Rosario i Corrientes, el de la cordillera m a r í t i m a del Brasil, d e s d e el lago de los P a t o s hasta Santos, i en fin, el de la c a d e n a de m o n t a ñ a s que se estiende d e s d e la costa i el valle del rio San F r a n c i s c o . H a i q u e notar t a m b i é n q u e las dos grandes rejiones volcánicas de Chile, la del desierto de A t a c a m a i la q u e e m p i e z a con los volcanes del Maipo, se hallan colocadas sobre este sistema.
SISTEMA CHILENO

Siguiendo en el m a p a jeolójico de Chile la distribución d e las r o c a s sieníticas, se ve que, en varias localidades, siguen la misma orientación q u e los granitos; pero en el mayor n ú m e r o de casos están dispuestas p a r a l e l a m e n t e al eje principal de los A n d e s chi'enos, es decir, al d e la parte q u e se estiende d e s d e el volcan Chillan hasta el estrecho de M a gallanes i cuya dirección se r e p r o d u c e e n t r e el T u p u n g a t o i el cerro d e Azufre. Así pues, ya se ha visto que las sienitas h a b í a n sido inyectadas d e s p u é s del granito i d u r a n t e el depósito de las capas de arenisca roja. Las estratas de esta formación, siempre fuertemente enderezadas, siguen la misma orientación q u e las sienitas i forman una gran parte d e las crestas m a s elevadas de los A n d e s chilenos. A esta época, p u e s , d e b e referirse el primer trazado de esa alta cordillera de m o n t a ñ a s . Si, c o m o se ha h e c h o en el sistema c o l o m b i a n o , se traza, en un globo, el círculo m á x i m o q u e sigue el eje de esta cordillera, d e s d e su estrem o sur hasta el volcan de Chillan, se ve q u e se aleja de él en el intervalo c o m p r e n d i d o entre este volcan i el T u p u n g a t o , pero q u e , d e s d e este p u n t o , sigue de nuevo hasta la e n t r a d a del desierto d e A t a c a m a , d o n d e se aleja de n u e v o , pero en la parte occidental del desierto, se nota u n a p e q u e ñ a c a d e n a de m o n t a ñ a s q u e se halla sobre su prolongación i es la q u e comienza en el C e r r o - N e g r o e s t e n d i é n d o s e d e s d e allí hasta L i m o n - V e r d e ; mas hacia el norte pasa este círculo entre el nevado d e Sorata i el m o n t e Illimani, d o n d e se ven aparecer aun las rocas sieníticas. O t r o círculo q u e pasa por Arica i el cabo Pilares, sigue la costa d e Chile con notable regularidad hasta Chilcé i en seguida esa larga hilera de is^as q u e se estiende hasta el estrecho de Magallanes i no es m a s q u e la continuación de la cordillera marítima. El espacio c o m p r e n d i d o entre estos dos círculos, abraza toda la parte occidental de Chile, p u d i é n d o s e notar q u e la c a d e n a marítima, el valle lonjitudinal i las principales crestas de los Andes, le son p i r a l e l a s : sobre estas líneas se hallan situadas t a m b i é n las principales m i n a s de Chile.

i74

APÉNDICE

Q-I

L o s dos círculos q u e a c a b a m o s de describir, van a cortarse cerca del e s t r e c h o de Belle-Ile, siendo de notar q u e otros dos círculos q u e pasan por este p u n t o , el u n o sigue el curso superior del Paraguai i el otro la cordillera occidental de la C o l o m b i a . E n este h u s o esférico es d o n d e se halla c o m p r e n d i d o uno d e los círculos de la t r a m a p e n t a g o nal del señor Elie d e B e a u m o n t , el q u e forma, con el m e r i d i a n o d e Valdivia, u n ángulo d e 8 4 3 ' 2 7 " al noreste.
O

Así es c o m o se d e b e hacer referir a la época de la arenisca colorada, n o solo el oríjen d e los A n d e s Chilenos, sino t a m b i é n la de la parte n o r t e de la cordillera marítima, así c o m o los principales rasgos q u e caracterizan el relieve de Chile.
SISTEMA PERUANO

I n d e p e n d i e n t e m e n t e d e las direcciones q u e a c a b a n d e indicarse, se n o t a aun en Chile, tanto en las estratas c o m o en las m a s a s plutónicas, gran n ú m e r o d e crestas de m o n t a ñ a s d o n d e tienen las estratas u n a orientación e n t e r a m e n t e diferente d e las dos q u e preceden. E s t a dirección se distingue sobre t o d o en la cordillera de D o ñ a Ana, asi c o m o en la p e q u e ñ a cordillera q u e va del M o r r o d e Chañarcillo al C e r r o - B l a n c o i se la vuelve a hallar aun en la p a r t e superior del valle de M a i p o , d o n d e las capas de las m o n t a ñ a s d e San P e d r o N o l a s c o i d e San Lorenzo, p r e s e n t a n la m i s m a dirección, es decir, la del N . 3 0 O. E l e n d e r e z a m i e n t o de estas estratas p a r e c e referirse a la inyección de los pórfidos cuarzíferos. E n efecto, se ve a esta roca formar un p o d e r o s o d i q u e q u e sigue la m i s m a dirección d e s d e el a n t i g u o c a m i n o d e C o p i a p ó a C h a ñarcillo hasta la base del M o r r o , volviendo a aparecer d e s p u é s la misma roca en los Frailes i C e r r o - B l a n c o i por fin en t o d a la cordillera a q u e p e r t e n e c e n esas m o n t a ñ a s . Se ha visto, por otra parte, q u e las estratas e n d e r e z a d a s p o r estos pórfidos, c o m p r e n d í a n a la vez el terreno jurásico i la p a r t e inferior del t e r r e n o c r e t á c e o . H a c i a esta última época se d e b e , pues, hacer referir la formación d e las m o n t a ñ a s q u e siguen esta dirección. M u c h o s valles d e Chile se refieren a este sistema, cuya orientación se vuelve a hallar, ya sea en las profundas c o r t a d u r a s d e la cordillera d e los A n d e s , ya en los valles q u e d e s e m b o c a n en el m a r ; tales son, e n t r e otros, el valle d e M a i p o d e s d e su d e s a g ü e hasta C o n c u m e n , el d e R a p e l d e s d e el m a r hasta L l a l l a u q u e n i del Tinguiririca q u e forma su c o n t i n u a c i ó n ; en fin, m a s hacia el sur, el valle d e Bio-Bío d e s d e C o n c e p c i ó n hasta N a c i m i e n t o .
O

Las aristas p r o d u c i d a s p o r este l e v a n t a m i e n t o h a n ido a cortar en va-

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rios p u n t o s las q u e se refieren al sistema chileno. Ambas acciones se h a n sobrepuesto i r e s u l t a n d o d e ello, t a n t o en la cordillera d e los A n d e s c o m o en la de la costa, cerros d e m a y o r altura q u e los de las partes q u e n o h a n sido sometidas a este d o b l e l e v a n t a m i e n t o . E n efecto, e n estos p u n t o s de e n t r e c r u z a m i e n t o d e estos dos sistemas, es d o n d e se hallan los macizos m a s elevados d e los A n d e s , tales c o m o los d e D o ñ a A n a , los del M e r c e d a r i o , del A c o n c a g u a i del T u p u n g a t o . L a orientación d e este sistema estratigráfico es la m i s m a q u e la d e las cordilleras del Perú, c o r r e s p o n d i e n d o t a m b i é n al gran eje de la meseta boliviana, d o n d e se ve a los pórfidos cuarzíferos d e s p u n t a r por m u c h o s p u n t o s i formar m o n t a ñ a s alineadas en esta dirección. Las líneas estratigráficas d e Chile q u e se refieren a este sistema, n o d e b e n ser, pues, m a s q u e la prolongación d e u n a acción m u c h o m a s intensa q u e se ha manifestado en el P e r ú i en Bolivia. E l círculo q u e sigue el eje d e los A n d e s del Perú, d e s d e la paralela d e P i s c o hasta Paita, va a pasar mui cerca de la c i u d a d d e G u a t e m a l a ; así pues, si d e s d e este p u n t o se trazan otros dos círculos de los cuales u n o vaya a parar al c a b o San R o q u e i el otro a C o n c e p c i ó n , se ve q u e este último sigue e x a c t a m e n t e el curso del Bio-Bío, m i e n t r a s q u e el otro forma la costa noreste d e la A m é r i c a del Sur, i los d e m á s círculos trazados en este h u s o , cuya cima estaría en G u a t e m a l a , c o r r e s p o n d e n a la líneas notables del c o n t i n e n t e s u d - a m e r i c a n o i de la A m é r i c a central, sobre t o d o el círculo q u e p a s a por P a n a m á i q u e da la orientación de las costas d e la A m é r i c a central. Clvle ofrece aun huellas de u n c u a r t o sistema estratigráfico, cuya orientación no ha p o d i d o ser d e t e r m i n a d a con toda la exactitud n e c e saria a causa de la poca estension q u e p r e s e n t a n las localidades d o n d e ha p o d i d o observarse. E s t e sistema cuya orientación es casi d e oeste a este, c o r r e s p o n d e a la inyección d e las hiperstenitas, i se refiere, p o r consiguiente, al intervalo c o m p r e n d i d o e n t r e el depósito d e la arenisca colorada i la del t e r r e n o jurásico. Varias d e las cordilleras trasversales d e Chile, siguen esta d i r e c c i ó n ; tal es p a r t i c u l a r m e n t e aquella sobre la cual se halla la c a m p a n a d e Quillota i se estiende d e s d e el cuello d e S a n - P e d r o hasta las m o n t a ñ a s d e C h a c a b u c o . El valle por d o n d e corre el rio del Volcan, en la provincia d e Santiago, i el d e la Laja, siguen i g u a l m e n t e la m i s m a dirección. . T a l e s son los cuatro sistemas estratigráficos cuya existencia ha sido reconocida, p e r o los l e v a n t a m i e n t o s son en m a y o r n ú m e r o : las g r a n d e s

APÉNDICE

Q-r

r a s g a d u r a s p r o d u c i d a s por la llegada d e estas primeras masas p l u t ó n i c a s , han formado las primeras c o m u n i c a c i o n e s establecidas e n t r e la superficie i el interior de la tierra, s i e n d o por allí por d o n d e h a n salido a luz; las rocas q u e les h a n s u c e d i d o . C u a n d o se estudia la disposición de las m a s a s traquíticas en las cordilleras d e Chile, se ve q u e estas r o c a s a c o m p a ñ a n casi s i e m p r e las sienitas i forman g r a n d e s líneas q u e les son paralelas, siguiendo así el eje de los A n d e s en t o d a su lonjitud: n o es solo cerca del eje d o n d e se las halla, pues, en a m b a s pero vertientes

d e esta gran cordillera, forman largos rastros q u e les son paralelos. E n fin, se las ve d e s p u n t a r , de trecho en trecho, en el valle lonjitudinal o en su prolongación, d e s d e la A r a u c a n í a hasta el desierto d e A t a c a m a , d e tal m o d o , q u e dichas rocas han p e n e t r a d o casi en todas partes la p o d e r o s a masa de los terrenos estratificados. Si se considera q u e las capas del t e r r e n o jurásico q u e han d e b i d o formarse en el fondo del mar, se manifiestan hoi dia a una altura de m a s d e 5 , 0 0 0 metros, se t e n d r á u n a idea del l e v a n t a m i e n t o q u e se h a efectuado d u r a n t e la inyección d e estas rocas, l e v a n t a m i e n t o acaso el mayor q u e ha h a b i d o en el globo. Las estratas de los t e r r e n o s levantados se dirijen casi c o n s t a n t e m e n te hacia el este, lo q u e i n d u c e a considerar al valle lonjitudinal, c o m o el eje d e esa inmensa rasgadura del cual serian solo los bordes la cresta de los A n d e s : acaso ha h a b i d o t a m b i é n u n h u n d i m i e n t o del suelo en la parte situada al oeste, o a lo m e n o s es lo q u e p a r e c e resultar d e la dilección de la costa que, c o m o ya se sabe, es paralela al eje de los A n d e s , i de la posición de las estratas d e la cordillera marítima q u e se dirijen igualmente hacia el este. La época en q u e se han efectuado estos a c o n t e c i m i e n t o s , p ar ece cor r e s p o n d e r á ! fin del p e r í o d o cretáceo. E n efecto, no se e n c u e n t r a en los A n d e s n i n g u n a huella del terreno cretáceo superior, ni t a m p o c o del ter r e n o terciario, m i e n t r a s q u e los terrenos jurásicos i cretáceo inferior s e dejan ver en n u m e r o s o s p u n t o s ; las traquitas, sin e m b a r g o , n o h a n salido t o d a s al m i s m o tiempo, pues las del valle lonjitudinal son las mas antiguas, m i e n t r a s q u e las mas crecientes se hallan cerca d e la cima d e l o ; A n d e s : t o d o parece, pues, indicar q u e los m o v i m i e n t o s del suelo q u e han c o n t r i b u i d o a la formación de la cordillera d e los A n d e s , h a n c o n t i n u a d o d u r a n t e un largo período. A fines d e la época terciaria, ha h a b i d o c o m o u n a recrudescencia de la acción volcánica; la e n o r m e conglomeradesconocida c a n t i d a d de materias q u e ha sido proyectada i forma los pacios, indican, en las fuerzas volcánicas u n a intensidad

dos de p ó m e z i traquita i el suelo s o c a v a d o i t r a s t o r n a d o en largos es-

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177

hasta entonces. E j e r c i e n d o su acción principal sobré las r a s g a d u r a s q u e c o r r e s p o n d e n al sistema chileno, las d e los d e m á s sistemas han sid o e n s a n c h a d a s al m i s m o t i e m p o i p e n e t r a d a s t a m b i é n por las materias volcánicas, p u e s siempre en el p u n t o d o n d e se e n c u e n t r a n estas diferentes clases d e rasgaduras es d o n d e se hallan huellas d e mayor actividad. T o d o i n d u c e , pues, a creer q u e por este t i e m p o es c u a n d o la cordillera de los A n d e s llegó a su último desarrollo i q u e a él hai q u e referir el gran r o m p i m i e n t o d e los hielos q u e arrastró consigo, por t o d o el valle lonjitudinal, los restos a r r a n c a d o s a las m o n t a ñ a s d e los Andes, así c o m o los m o v i m i e n t o s q u e h a n elevado e n c i m a de las aguas las capas terciarias q u e se ven escalonadas t o d o a lo largo d e la costa. E s t a gran crisis, c o m o ya d e j a m o s d i c h o a n t e r i o r m e n t e , ha t e r m i n a d o con la formación d e los conos volcánicos i parece q u e d e s d e dicha época el suelo d e Chile n o ha e s p e r i m e n t a d o otros m o v i m i e n t o s d e gran intensidad. Si se echa una ojeada retrospectiva sobre los f e n ó m e n o s q u e se acaban d e indicar, se ve, d e s d e luego, a las rocas graníticas producir, en las épocas mas remotas, ¡os primeros l e v a n t a m i e n t o s del suelo, i formar en el actual solar d e Chile u n a primera cordillera d e m o n t a ñ a s dirijida poco mas o m e n o s del noreste al suroeste; luego llegan las sienitas, i el suelo, levantado en la dirección del sur al norte, d e l í n e a las primeras formas d e la cordillera d e los A n d e s , en seguida, a m e d i a d o s de la época en q u e se d e p o s i t a b a n los terrenos cretáceos, t i e n e lugar el tercer levantamiento, q u e e n d e r e z a n d o las estratas en la dirección del n o r t e - n o r o e s t e al sur-sureste, forma las principales ramificaciones d e esta cordillera, así c o m o los altos macizos d e q u e se d e s p r e n d e n . E n fin, a principios d e la época terciaria, se efectúa el gran l e v a n t a m i e n t o q u e c o r r e s p o n d e al d e r r a m e d e las rocas traquíticas i q u e c o n t i n ú a d u r a n t e t o d o este p e r í o d o : e n t o n c e s es c u a n d o a d q u i e r e el relieve d e Chile t o d a su forma definitiva, la cima d e los A n d e s llega a su mayor altura i se trazan definitivamente la cordillera m a r í t i m a i los c o n t o r n o s d e ¡a costa. C o m o se ve, la gran cordillera d e Chile resulta d e varios levanta-

m i e n t o s q u e han t e n i d o lugar en épocas mui lejanas u n a s de otras, i cuyos efectos, s o b r e p o n i é n d o s e , h a n llevado las g r a n d e s masas q u e la forman a la altura q u e t i e n e hoi día. U n o d e estos levantamientos, q u e parece h a b e r o b r a d o mas p a r t i c u l a r m e n t e sobre Chile, i al q u e h e m o s d a d o el n o m b r e d e sistema chileno, es el q u e i m p r i m e su principal carácter al relieve d e esta rejion. L o s d e m á s han o b r a d o e s p e c i a l m e n t e
DOCUMENTOS 12

APÉNDICE

Q-I

s o b r e otras partes de la América del Sur, i los efectos que han p r o d u c i d o sobre Chile no son mas q u e las últimas manifestaciones de un m o vimiento q u e se operaba en otra parte con u n a g r a n d e intensidad; así, el levantamiento d e las e s t r a t a s en la dirección del sistema colombiano, no es m a s q u e la c o n t i n u a c i ó n del q u e ha p r o d u c i d o las cordilleras d e C o l o m b i a i u n a parte de las c a d e n a s d e m o n t a ñ a s del Brasil; las q u e siguen la dirección n o r - n o r o e s t e d e b e n solo esta posición a la prolongación hacia Chile del gran l e v a n t a m i e n t o q u e ha p r o d u c i d o las cordilleras del P e t ú i la cordillera oriental de Bolivia: a esta circ u n s t a n c i a d e b e la altiplanicie boliviana su g r a n d e elevación, pues ocupa p r e c i s a m e n t e el espacio d o n d e van a e n c o n t r a r s e las tres zonas q u e c o n t i e n e n estos sistemas estratigráficos. D e s p u é s del gran desarrollo de fuerzas volcánicas q u e han producid o los c o n g l o m e r a d o s d e p ó m e z i las masas d e retinita ,i d e obsidiana, el suelo de C h i l e n o ha e s p e r i m e n t a d o m a s q u e m o v i m i e n t o s parciales i d e poca estension con relación a las erupciones volcánicas, movimientos q u e se manifiestan por los t e m b l o r e s d e tierra cuya intensidad p a rece q u e va d i s m i n u y e n d o . Sin e m b a r c o , las g r a n d e s masas dislocadas n o han r e c o b r a d o t o d a v í a su posición d e equilibrio, manifestándose en toda la costa d e Chile u n m o v i m i e n t o mui lento, pero c o n t i n u o : los p u e r t o s disminuyen de p r o f u n d i d a d poco a poco i se ven a descubiert o b a n c o s de c o n c h a s d e oríjen mui reciente, así c o m o rocas agujeread a s por m o l u s c o s l i t o d o m o s q u e hoi dia se elevan a seis u o c h o m e t r o s sobre el nivel de las m a s altas m a r e a s . E n la parte de la costa, sobre todo, q u e se estiende e n t r e C o n c e p c i ó n i el d e s a g ü e del M a u l e , es d o n d e p u e d e observarse la m a r c h a d e este l e v a n t a m i e n t o ; las rocas h o r a d a d a s por estos p e q u e ñ o s mo'uscos, forman los escollos q u e bord e a n la costa, i se ven las cavidades q u e han c a v a d o d e s d e la cima d e estas rocas hasta el nivel del mar, d o n d e trabajan aun los m i s m o s a n i males: hai, p u e s , huellas d e u n l e v a n t a m i e n t o lento i c o n t i n u o . L a acción d e éste p a r e c e estar m u c h o m a s p r o n u n c i a d a en el norte q u e en el sur d e Chile; bajo el paralelo d e L e b u n o se halla ya ningún vestijio d e ella i y e n d o m a s al sur parece, al contrario, q u e una parte del suelo se baja; en la costa del golfo d e R e l o n c a v í se e n c u e n t r a n raices d e á r b o l e s q u e están b a ñ a d a s por las aguas de la p l e a m a r . M u c h a s islas del archipiélago d e C h i l o é están cubiertas d e u n c o n g l o m e r a d o e n t e r a m e n t e s e m e j a n t e al t e r r e n o d e trasporte q u e forma la m e s e t a d e L l a n q u i h u e , lo cual p r u e b a q u e , en otra época, estas islas d e b i e r o n estar u n i d a s al c o n t i n e n t e .

APÉNDICE Q - 2
Orografía de los Andes

Estrados i traducidos de la ol ra titulada Dcscriftion géografZuque el Slalis/úque de la Confédcration Argtntine por el doctor -MARTIN DE MOL'SSV)
(TOMO I. P . P . 62-63)

U n o d e los caracteres m a s p r o n u n c i a d o s d e las rejiones arjentinas e?, lo h e m o s dicho, la estraordinaría estension d e los diferentes a*p ctos del suelo, i en consecuencia Ja poca variedad q u e presenta relativamente u n a tan considerable porción d e c o n t i n e n t e . E n c o n t r a m o s esta particularidad en la c a d e n a d e los A n d e s d e s d e el 4 2 hasta el 2 2 . E s t e c o r d ó n jigantesco, q u e a s o m b r a la vista por la altura i la a m p l i t u d d e sus h a c i n a m i e n t o s , es único i d e u n a esc asa a n c h u r a hacia el sur, p e r o ésta a u m e n t a m a s al noite. La e-tension d e sus mesetas, a c r e c e n t á n d o s e con el n ú m e r o d e las serranías ¡ d e sus valles lonjitudinales, viene a formar bajo ¡a zona e q u i n o c c i a l , en Bolivia, esas altiplanicies q u e , a una altura d e 4,000 metros, recuerdan la uniformidad d e las P a m p a s . Es a partir del g r a d o 3 0 , un poco e n c i m a d e la villa d e P a m c h a l , d o n d e la cordillera dobla, d e s p u é s triplica, c u a d r u p ' i c a i a u n sestuplica sus c o r d o n e s paralelos para formar ya el g r a n m a c i z o a n d i n o , d e s p u é s , hacia el oliente, la c a d e n a d e F a m a t i n a , las d e la Rioja, d e A m b a t o , d e Aconquija, i en fin la del A l u m b r e , ú l t i m o contrafuerte oriental al pié del cual comienzan las llanuras a b s o l u t a m e n t e horizontales del C h a c o . Ella c o m p r e n d e así, b.tjo el trópico, u n a a n c h u r a d e 7 grados en lonjitud. '
o o o

C o m o los macizos d e C ó r d o b a i d e San Luis, la c a d e n a d e los A n d e s presenta el fenómeno d e u n escaso declive en sus v e r t i e n t e s orientales, así c o m o del lado occidental las p e n d i e n t e s a b r u p : a s se p r e c i p i -

iSo

APÉNDICE

Q - 2

tan hacia el mar Pacífico, d e j a n d o e n t r e ellas i el o c é a n o el desierto arenoso i llano d e A t a c a m a . Se diria que, siguiendo el m o v i m i e n t o d e rotación del globo, la m a teria semi fluida q u e c o m p o n í a esas masas prodijiosas hubiese venido a a c u m u l a r s e allí, solidificándose para formar el relieve occidental de esta arista m o n t a ñ o s a . L a altitud m e d i a de las mesetas a n d i n a s varia entre 3 , 6 0 0 i 4 , 2 0 0 m e t r o s ; pero un gran n ú m e r o de cimas, q u e conservan e t e r n a m e n t e nieves, sobrepasan esta altura i llegan a 5 , 0 0 0 , 6 , 0 0 0 i aun 7 , 0 0 0 metros: tales son el T r o n a d o r , el cerro d e Villarrica, el D e s c a b e z a d o , el T u p u n g a t o , el Aconcagua, el P o t r o , el B o n e t e , el C a c h i , los nevados de F a m a t i n a , de Aconquija, de Sa'ta i de Jujuy. L o s valles, siempre abiertos d e sur a norte, q u e circunscriben los eslabones de los A n d e s , se d e p r i m e n s u c e s i v a m e n t e a m e d i d a q u e se a p r o x i m a n a la vertiente oriental. La altitud de aquellos q u e son habitados varia entre 2 , 5 0 0 i r , o o o m e t r o s . F u e r a d e los últimos c o r d o n e s orientales, la altura d i s m i n u y e con m u c h a rapidez.
( T O M O I. tv. 180-191)

. — E l sistema jeneral d e las m o n t a ñ a s de la R e p ú b l i c a Arjentina se c o m p o n e de cuatro grupos p e r f e c t a m e n t e caracterizados i aislados los u n o s de los o t i o s : Sistema andino, q u e c o m p r e n d e el c o r d ó n lonjitudinal de los A n d e s d e s d e el e s t r e m o sur del c o n t i n e n t e hasta el trópico. Sistema central, formado de los macizos de C ó r d o b a , d e San L u i s i de sus d e p e n d e n c i a s . Sistema del Sur, c o m p u e s t o d e las p e q u e ñ a s sierras del V o l c a n del T a n d i l , de la Teicta, de G u a m i n i i d e la V e n t a n a en las p r o x i m i d a d e s del. o c é a n o Atlántico.
Sistema de Misiones o brasilero.

V a m o s a examinarlos sucesivamente.
C A P Í T U L O LOS P R I M E R O A N D E S

L o s A n d e s comienzan en el e s t r e m o del c o n t i n e n t e s u d - a m e r i c a n o . L a Tierra del F u e g o n o es sino u n a parte d e s p r e n d i d a d e éste. Bajos al principio, pero p r o f u n d a m e n t e c o r t a d o s por valles a b r u p t o s , a u m e n t a n sucesivamente en a n c h u r a i en altura, i, d e s d e el g r a d o 4 2 , preO

FORMACIÓN

I

ESTRUCTURA

DE

LOS

ANDES

l8l

s e n t a n ya picos d e u n a gran elevación. E s t a m b i é n hacia esta latitud d o n d e se e n c u e n t r a el sistema d e lagos d e q u e h e m o s h a b l a d o hac i e n d o la descripción del gran receptáculo de N a h u e l h u a p i . La sección patagónica de los A n d e s es rnui p o c o conocida. P a r e c e q u e ella es por t é r m i n o m e d i o d e u n a altura m e d i o c r e , m e n t e frió, desplegan u n a p o d e r o s a vejetacion. I n d e p e n d i e n t e m e n t e del c o r d ó n central q u e forma la ari-ta d e este vasto sistema i encierra las c u m b r e s mas elevadas, la c a d e n a de los A n d e s d e s c u b i e en su rejion occidental c o r d o n e s secundarios laterales. Estos, d e s p u é s de h a b e r seguido la costa del o c é a n o d e s d e el g r a d o 2 5 , e n c e r i a n d o así los valles chilenos, vienen a sumerjirse en el
o

1,500 a 1,800 metros, i

cubierta de b o s q u e s , los cuales, bajo un clima h ú m e d o i m e d i a n a -

o c é a n o , en el golfo d e Reloncaví,

por el grado 4 1

o

3 0 ' , i reaparecen

un p o c o m a s al sur para volver a formar, a lo largo d e la costa del c o n t i n e n t e , el archipiélago d e Chiloé, el d e los C h o n o s , la península d e T r e s M o n t a ñ a s , el archipiélago de la M a d r e d e Dios, i en fin esa serie d e islas s u r c a d a s d e profundos canales q u e van a reunirse a las d e la T i e r r a del F u e g o . L a p e n d i e n t e oriental d e los A n d e s , infinitamente m e n o s a b r u p t a q u e la p e n d i e n t e occidental, se d e p r i m e por asientos sucesivos hacia la p a m p a ; pero hai sin e m b a r g o esto d e notable, q u e sus c o r d o n e s mas orientales se elevan b r u s c a m e n t e del llano absoluto q u e yace a sus pies, i q u e n o son p r e c e d i d o s d e aquellas colinas bajas i gradualmente escalonadas q u e sirven de contrafuertes a las g r a n d e s c a d e n a s de la E u r o p a , a los Alpes, por ejemplo. Así vemos e m p i n a r s e a alturas de 2,000 i d e 2 , 5 0 0 metros por e n c i m a de la p a m p a e n t e r a m e n t e llana q u e se e s t i e n d e mui lejos hacia el est?, la sierra Paramillos vincia de Mendoza, la del Pié de Palo,
las d e La Rioja, de Aneaste i de Aconqnija,

en la pro-

en los a l r e d e d o r e s de San J u a n ;
en las provincias de La

Rioja, C a t a m a r c a i T u c u m a n . L a gran meseta central c o m i e n z a hacia los 3 0 grados e n c i m a de J a c h a l , i t s t e n d i é n d o s e s u c e s i v a m e n t e va a formar la de Eolivia mas allá del grado 2 2 . Piste macizo m e d i a n o des0

p r e n d e sobre su c o s t a d o oriental c a d e n a s secundarias q u e llegan a u n a altura tan c o n s i d e r a b l e c o m o la de las principales c u m b r e s . E s de n o tar, a d e m a s , que, a partir del sur de M e n d o z a , estos c o r d o n e s a u m e n t a n s u c e s i v a m e n t e en n ú m e r o a m e d i d a q u e se avanza al norte, s i e m p r e una forma lonjitudinal; así t e n e m o s : En el sur.—La Cordillera, d e s p u é s los c o r d o n e s s e c u n d a r i o s , q u e prolongaciones b o r d e a n el N e u q u e n , la sierra P i l m a - H u i d a , q u e forma el valle del Colorado, la mas oriental del P a y e n i del N e v a d o , cuyas siguiendo

182

APÉNDICE

Q - 2

al n o r t e vienen a espirar cerca del R i o d e M e n d o z a bajo el n o m b r e d e sierra L u l u n t a ; En Mendoza.—La Cordillera central i el c o r d ó n d e Paramillos, q u e t e r m i n a en el rio i r e c o m i e n z a al otro lado para formar la m u r a l l a oriental del valle alto d e T u n u y a n ; Entre Mendoza i San Juan.—La Cordillera C e n t r a l , la Y a l q u e r a i la p r o l o n g a c i ó n d e la los Paramillos, el c o r d ó n d e Z o n d a ; U n p o c o arriba d e San J u a n , la Cordillera, Pié d e P a l o ; Mas allá del grado J2°.—La Cordillera, cuyas m e s e t a s , e s t r e m a d a m e n t e elevadas, se han vuelto i g u a l m e n t e mui a n c h a s , la sierra d e F a m a t i n a , la d e la Rioja; En el.grado 28" — L a m e s e t a p r e c e d e n t e , d e s p u é s las sierras d e A m q u e es la prolongación b a t o i d e Aneaste, i en fin la de A c o n q u i j a , del c o r d ó n d e A n e a s t e hacia el n o r t e : En En el grado el grado 26°.—Los
O

sierra d e T o n t a ! , q u e es la m i s m a d e los Paramillos, d e Villicun, de-

ramales d e s p l e g a d o s en m e s e t a s d e las p r e -

c e d e n t e s sierras c o m o la p e q u e ñ a sierra d e L u m b r e r a s ; 24 , en fin, la m a s oriental, la D e l - A l u m b r e , se agrega a todas las otras, i n t e r p o n i e n d o e n t r e ellos i las mesetas d e J u j u y el valle bajo d e San F r a n c i s c o . A los

pies

del d e s c e n s o d e esta última

c a d e n a c o m i e n z a n las llanuras del C h a c o . N o t e m o s al pasar q u e esta sierra D e l - A l u m b r e está bajo el m i s m o m e r i d i a n o q u e las últimas ramificaciones d e la meseta boliviana hacia el oriente. A este r e s p e c to, bajo el trópico m i s m o , el m a c i z o a n d i n o , c o n s u s d e p e n d e n -

c i a s , n o t i e n e m e n o s d e 7 g r a d o s d e lonjitud e n anchura, e s decir c e r c a d e c o m i l l a s e n línea d e l o e s t e al e s t e .
§ I — D e s c r i p c i ó n jeneral de los Andes.

FORMA

Los Andes,

en el teiritorio arjentino, forman por consiguiente u n

triángulo e s t r e c h o i mui alargado, u n a especie d e e s c u a d r a cuya p u n t a está al sur, la b a s e al n o r t e i el lado m a y o r al este. E l b o r d e occidental d e este gran macizo es el m a s e l e v a d o , así es q u e las p e n d i e n t e s del lado c h i l e n o son e s t r e m a d a m e n t e r á p i d a s . E s t a p a i t e c o n t i e n e asimism o los picos m a s altos; pero se e n c u e n t r a n t a m b i é n en sus c o r d o n e s s e c u n d a r i o s , a los cuales las nieves e t e r n a s q u e los c o r o n a n h a n h e c h o darles el n o m b r e d e fievados. del macizo central d e los Andes,. L a s m o n t a ñ a s d e Chile, fuera

FORMACIÓN

I ESTRUCTURA

DE

LOS

ANDES

183

a f e c t a n i g u a l m e n t e u n a forma lonjitudinal; p e r o c o m o la p e n d i e n t e hasta el o c é a n o es m u c h o m a s rápida i el espacio m a s estrecho, ellos son c o r t a d o s por u n a serie de hoyas escalonadas, al través de las cuales los ríos q u e vienen d e la Cordillera llegan al mar, d e s c r i b i e n d o m u c h a s sinuosidades. L a disposición del terreno es mui diferente d e la del otro l a d o d e los A n d e s . E n efecto, sobre la vertiente oriental, t a n t o fuera d e la c a d e n a p r o p i a m e n t e d i c h a c o m o en los valles c o m p r e n d i d o s e n t r e sus eslabones, el terreno es n o t a b l e por la igualdad d e su superficie, a u n c u a n d o su inclinación es mui sensible.
ASPECTO

El aspecto j e n e r a l de los A n d e s arjentinos tiene por lo d e m á s , u n carácter q u e llama la a t e n c i ó n : es su uniformidad, es la apariencia n o a c c i d e n t a d a del suelo en la mayor parte de esta larga c a d e n a . Diñase que q u e el s o l e v a n t a m i e n t o se ha h e c h o con lentitud; q u e las aguas,

c i e t t a m e n t e h a n c u b i e r t o u n a parte, se h a n retirado a p a c i b l e m e n t e , sin escavar esos valles profundos i recortados tan c o m u n e s en otros s i s t e m a s . I n m e n s a s c a n t i d a d e s d e guijarros r o d a d o s se ven d e s d e luego al pié d e la m o n t a ñ a . E s t o s guijarros desaparecen en seguida bajo u n a capa d e tierra arcillosa casi siempre salina; después, a m e d i d a q u e el valle desc i e n d e , p e r o de una m a n e r a casi i m p e r c e p t i b l e a la vista, el suelo se torna un tanto a r e n o s o ; al fin ni un guijarro se m u e s t r a c u a n d o se está a dos o tres leguas del pié de la sierra, si no es en las mui raras queb r a d a s q u e se e n c u e n t r a n de t i e m p o en t i e m p o . E s t a s condiciones son las de las g r a n d e s llanuras de M e n d o z a i San J u a n , del valle d e F a m a tina, d e los d e T i n o g a s t a i C o p a c a b a n a , d e la hoya de las salinas comp r e n d i d a s entre la sierra de Belén i la de A m b a t o , de la parte inferior del valle d e C a t a m a r c a , de una parte del valle de S a n F r a n c i s c o en el este d e las provincias de Salta i Jujuy. E n c u a n t o a la c a d e n a misma, presenta d e s d e lejos el aspecto d e u n a muralla uniforme, mui elevada, d e un color negruzco, q u e sobrepasa de vez en c u a n d o la cima de un pico nevado. Se c o m p r e n d e , con t o d o , q u e en una estension de 20 grados d e latitud este aspecto d e b e variar en razón del clima.
NIEVES I VENTISQUEROS. SUS LÍMITES

A partir del g r a d o 3 7 ° , y e n d o hacia el sur, el límite d e las nieves p e r p e t u a s baja hasta 3 , 0 0 0 m e t r o s , i sucesivamente d e s c i e n d e m a s . P r e s e n t a ventisqueros q u e son d e s c o n o c i d o s al norte d e esta latitud,

APÉNDICE

Q-2

p o r q u e el clima, m a s h ú m e d o con sus lluvias frecuentes, favorécela acumulación d e nieves cuyo d e r r e t i m i e n t o a l i m e n t a los n u m e r o s o s lagos i cursos d e agua d e esta rejion. H e m o s visto, al hablar del lago de N a h u e l h u a p i , q u e en sus p r o x i m i d a d e s u n n e v a d o ha recibido el n o m b r e del Tronador, en razón del ruido incesante q u e p r o d u c e la caida de las avalanchas. R e m o n t a n d o hacia el norte, las nieves se t o r n a n m e n o s i m e n o s a b u n d a n t e s , a u n q u e la altura m e d i a jeneral se eleva. A escepcion de algunos picos, c o m o el majestuoso Tupungato, cuyo c o n o magnífico está e t e r n a m e n t e c u b i e r t o de nieve en su tercio superior, del gran Aconcagua i algunos otros, la línea de c u m b r e s se despoja casi complet a m e n t e d e nieve en el verano, a u n q u e su altura pasa d e 4 , 0 0 0 metros. Ella no se conserva sino en los fondos bajos r e s g u a r d a d o s , d o n d e los rayos del sol, a u n q u e vueltos casi p e r p e n d i c u l a r e s , n o alcanzan a fundirla. Los otros picos q u e alcanzan e n t r e 5 , 0 0 0 i 6 , 0 0 0 metros, la conservan en sus c u m b r e s ; pero c u a n d o las rocas d e sus cimas son mui e s c a r p a d a s , la nieve se d e s p r e n d e sin cesar, q u e d a n d o a c u m u l a d a en sus fragosidades, d e m a n e r a q u e la cima negra d e la m o n t a ñ a a p a r e c e estriada de a n c h a s fajas d e un b l a n c o resplandeciente, q u e brillan d e un m o d o i n c o m p a r a b l e a la salida i puesta del sol: tales son los cerros de la Piala, de la Iglesia, en la cordillera de M e n d o z a , los nevados d e FamaUna, del Potro, del Bonete, de Cachi, del Castillo Negro, etc., etc.,

s u b i e n d o hasta el trópico. T a m b i é n siguiendo esta línea el c l i m a se h a c e m a s i m a s seco, i las nieves q u e caen en invierno son m e n o s i m e n o s a b u n d a n t e s . T o d o s los vapores de la atmósfera son a b s o r b i d o s por esta e n o r m e m a s a de mont a ñ a s ; pero dejan mui pocas señas d e su paso, pues la evaporación del suelo es mui activa en esas alturas. Las nieves se derriten sin dar casi lugar a corrientes d e aguas, se evaporan sin mojar el suelo. E s t o s vap o r e s en m e d i o del dia se elevan en p e q u e ñ a s n u b e s q u e afectan la forma de husos cónicos, cuyas p u n t a s tecan la m o n t a ñ a mientras q u e la base se confunde con el azul del cielo; diríase q u e son cohetes q u e van a perderse en u n a atmósfera sin fin. E s t a s circunstancias esplican el p e q u e ñ í s i m o n ú m e r o de cursos de agua q u e d e s c i e n d e n d e la cordillera d e s d e el grado 3 2 al trópico, la aridez del desierto d e A t a c a m a i d e un b u e n n ú m e r o d e valles d e los A n d e s . Si a h o r a s u b i m o s a las mesetas cuya altura varia d e 3 , 0 0 0 a 4 . 5 0 0 metros, e n c o n t r a m o s una seq u e d a d de aire d e q u e n a d a p u e d e dar idea; h e m o s visto el higrómetro d e cabello bajar a 5 grados. E l cielo es allí de u n azul c r u d o cuyo brillo fatiga la vista, i la vejetacion se torna c o m p l e t a m e n t e nula.
O

FORMACIÓN

I

ESTRUCTURA

DE

LOS

ANDES

L o s picos d o m i n a n t e s d e los A n d e s p e r t e n e c e n j e n e r a l m e n t e a la ligue deJaite occidental, a aquella q u e separa a Chile d e la R e p ú b l i c a Arjentina. Allí se e n c u e n t r a n el Tupungato ( 6 , 7 1 0 metros), i el Aconcagua ( 6 , 8 9 4 metros), picos m a s altos q u e el C h i m b o r a z o , según el injeniero Pissis, q u e los ha m e d i d o t r i g o n o m é t r i c a m e n t e . Sin e m b a r g o , a p r o x i m á n d o s e a l a meseta boliviana se e n c u e n t r a todavía u n n ú m e r o considerable tan elevados c o m o aquéllos; p e r o tienen u n a forma m a s rebajada q u e los de la rejion chilena. U n cierto n ú m e r o se hallan i g u a l m e n t e en los c o r d o n e s secundarios, tales c o m o el n e v a d o d e F a m a t i n a , d e 6 , 2 9 4 m e t r o s d e altura, el de Aconquija, 4 , 6 9 2 m e t r o s ( C a m p b e l l ) ; el cerro d e la A b r a d e Zenta en el paso del cual nosotros m i s m o s h e m o s hallado 4 , 5 1 3 metros, i q u e sobrepasa todavía este portezuelo en 2 5 0 metros a lo m e n o s . E l límite de las nieves perpetuas es m e n o s bajo d e lo q u e se dice j e n e r a l m e n t e . E n la cordillera de M e n d o z a , bajo el g r a d o 3 2 , h e m o s visto a fines d e febrero d e 1 8 5 7 , t o d a s las líneas iguales hasta alturas d e 4 , 0 0 0 metros, por t é r m i n o m e d i o , perfectamente exentas de nieve; 5 grados mas arriba, a alturas d e 4 , 4 0 0 metros, no había ni u n á t o m o . C e r c a del n e v a d o d e F a m a t i n a , bajo los 2 9 grados, el cerro ferrujinoso d e S a n t o D o m i n g o , de 4 , 5 0 0 m e t r o s d e altura, así c o m o u n a m u l titud d e otras alturas iguales i aun superiores en los alrededores, no lo h a b í a n c o n s e r v a d o t a m p o c o . Bajo el trópico, la sierra d e Zenta, q u e alcanza casi 5 , 0 0 0 m e t r o s en diversos sitios, n o la tiene sino accident a l m e n t e en c a d a estación i se d e s h a c e i n m e d i a t a m e n t e . E s t e límite oscila, p u e s , del g r a d o 3 3 al 2 2 de latitud, entre 4 , 2 0 0 i 5 , 0 0 0 metros. E s t o no quiere decir q u e no se e n c u e n t r e j a m a s nieve u n p o c o m a s abajo: a c a b a m o s d e ver q u e se depositan h a c i n a m i e n t o s en las fragosidades d e las rocas, q u e algunas veces se conservan d e un a ñ o para otro, p e r o t o d a s las cimas inferiores a 5 , 0 0 0 m e t r o s se d e s p e jan c o m p l e t a m e n t e en el verano. Regla jeneral: se p u e d e decir q u e en los A n d e s arjentinos, m a s arriba d e los 3 , 0 0 0 o 3 , 5 0 0 m e t r o s , la lluvia es d e s c o n o c i d a i n o se presenta sino en el estado de nieve o d e granizo. C o n frecuencia aun nieva o llueve en las partes inferiores, m i e n t r a s las c u m b r e s principales q u e dan perfectamente limpias. E s t a s n o reciben por lo d e m á s sino rara vez nieves nuevas, p o r q u e es necesaria u n a perturbación atmosférica c o m p l e t a para q u e la s e r e n i d a d d e las rejiones superiores sea perturbada, lo q u e n o s u c e d e sino con largos intervalos, j e n e r a l m e n t e a la e n t r a d a del invierno, es decir, d e M a y o a J u n i o .
O
O O

i86

APÉNDICE

Q­2

MESETA

DE

LOS

ANDES

L a sección de los A n d e s q u e p e r t e n e c e a las provincias de M e n d o z a i San J u a n n o tiene sino m e s e t a s r e l a t i v a m e n t e estrechas, es decir d e г а з leguas d e a n c h o i a u n m e n o s . Su forma es mas a c c i d e n t a d a , sus valles i q u e b r a d a s son m a s profundos, m a s estrechos. L o s picos son a q u í m a s n u m e r o s o s i elevados. E n suma, tienen u n aspecto m a s al­ pestre, si p u d i e r a emplearse aquí esta espresion. L a sección q u e forma p a r t e de las provincias de la Rioja, Salta i C a t a m a r c a , es, p o r el contrario, j e n e r a l m e n t e a c h a t a d a , a u n q u e su al­ tura ordinaria sea de 4 , 3 0 0 metros, i forma estensas mesetas d e 20 le­ guas mas o m e n o s . Difícilmente se imajina e n c o n t r a r llanos a semejan­ tes alturas. E s , sin e m b a r g o , lo q u e sucede. D e s p u é s d e h a b e r d u r a n t e tres o c u a t r o dias las p e n d i e n t e s que c o n d u c e n se llama el pié de la Cordillera, subido gradualmente

a esas m e s e t a s , se llega al pié de la última c u m b r e , lo q u e en el país p o r q u e la cordillera, p r o p i a m e n t e d i ­ cha, es la arista central d e la c a d e n a d e los A n d e s . U n a p e n d i e n t e b a s t a n t e rápida por entre tierras d e s m o r o n a d a s , p e i m i t e franquear este ú l t i m o escalón, i se llega e n t o n c e s a una especie de llanura d e aridez absoluta, flancos quedan accidentada ondulada por algunas colínas bajas en cuyos

placas d e nieve. El suelo está c u b i e r t o d e guijarros

g a s t a d o s p o r el viento, las nieves i el granizo, p e r o n o por las aguas. L a s c o l i n a s tienen en jeneral un aspecto terroso; de espacio en espa­ cio a l g u n a s r o c a s porfíricas; g r a n d e s masas de piedra surjen del suelo o q u e d a n s u s p e n d i d a s en los flancos de estas tristes laderas. H a c i a el m e d i o de la m e s e t a el terreno es a veces tan p l a n o , q u e el f e n ó m e n o del miraje se deja ver c o m o en la P a m p a ; d e ello h e m o s sido testigos nosotros m i s m o s . E s t a meseta tiene, pues, algunos p u n t o s culminantes,, u n a serie de alturas q u e se escalonan en la dirección ordinaria de sur a norte, i a d e m a s los nevados q u e se levantan a 1,000 o 1,200 metros por e n c i m a del resto. E n las partes mas bajas, especies de circos con. b o r d e s muí p o c o elevados, se forman p e q u e ñ o s lagunajos, casi s i e m p r e salinos; estos lagos desolados están h elad o s u n a p a r t e del a ñ o .
(TOMO I

rv. 205­211}
de Pircas Negras, Pulido i Come­Ca­

— Cordillera ballo.

de Copiapó

i pasos

El valle d e C o p i a p ó m i d e u n a s c i n c u e n t a leguas d e largo d e s d e el p u e r t o de C a l d e r a , s o b r e el O c é a n o Pacífico, hasta la estancia d e Las­

FORMACIÓN

I ESTRUCTURA

D E LOS ANDES

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J u n t a s , d o n d e se r e ú n e n los tres torrentes d e Manflas, Pulido i Jorquera, para formar el p e q u e ñ o rio q u e le d a la vida. E s t o s tres cursos d e agua son d e s g r a c i a d a m e n t e d e poco c a u d a l ; en efecto, las m e s e t a s d e los A n d e s q u e les d a n n a c i m i e n t o son e s t r e m a d a m e n t e secas, i las nieves q u e conservan u n a parte del a ñ o se evaporan antes d e derretirse. Así s o l a m e n t e u n a tercera parte del valle p u e d e ser cultivado. E l agua, del rio C o p i a p ó n o llega n u n c a al m a r i desaparece en las praderas a d o s leguas al oeste d e la c i u d a d . U n c a m i n o d e fierro c o n d u c e hoi de Caldera a Pabellón en u n a estension d e 27 leguas; esta via férrea sirve p r i n c i p a l m e n t e para el trasporte d e los minerales d e cobre, así c o m o para los n u m e r o s o s h a b i t a n t e s i obreros del distrito mineral d e Chañarcillo, tan notable por sus minas d e plata. E s , pues, en P a b e llon d o n d e comienza r e a l m e n t e el viaje d e la cordillera d e C o p i a p ó . D e Pabellón a Almolanes, d o n d e cesan los cultivos, en u n a estension d e 1 2 leguas el c a m i n o es b u e n o i el país muí p o b l a d o . D e e s t e p u n t o se llega a la estancia d e las J u n t a s en d o n d e se presentan d o s s e n d e r o s : el u n o m a s corto, pero muí áspero i difícil, q u e lleva direct a m e n t e , en d o s días, al pié del Paso d e P u l i d o por las Juntas del Potrero i las Ramadas; el otro q u e exije tres dias d e marcha, pero q u e es m u c h o m e n o s p e n d i e n t e i d o n d e la subida es a p e n a s sensible en algunos trechos. E s esta misma formación del c a m i n o lo q u e ha h e c h o decir a m u c h o s q u e la cordillera d e C o p i a p ó era m a s baja q u e la d e M e n d o z a , c u a n d o en realidad ella tiene 5 0 0 o 6 0 0 metros d e m a y o r altura. E l c a m i n o por la estancia d e Jorquera, la Guardia de Castaño,
las Juntas del Cachito i el Peñasco de Diego, es d e 3 6 leguas; es a b u n -

d a n t e e n agua, m o n t e i pastaje, i n o hai sino u n o q u e otro paso difícil i m u i cortos. D e s p u é s d e las J u n t a s del C a c h i t o , d e s d e d o n d e se aparta hacia el sur este un s e n d e r o q u e t e r m i n a en el pié del cerro P u l i d o , i q u e siguen algunas caravanas, se p e n e t r a en un valle m u i plano, el d e los Piuquencs, r o d e a d o d e colinas d e u n a altura m e d i a n a , p e r o cuyo fond o está formado por la m a s a d e la cordillera p r o p i a m e n t e dicha, la cual se c o m p o n e d e cerrillos terrosos, amarillos, a m o n t o n a d o s los u n o s sobre los otros i salpicados d e placas d e nieve. E l paisaje n o t i e n e n a d a d e g r a n d e ni d e pintoresco; el valle está cubierto d e u n a yerba p e q u e ñ a q u e crece en m e d i o d e las efiorecencias salinas d e d e s l u m b r a n t e blancura. U n a gran roca formada d e un c o n g l o m e r a d o rojizo, l l a m a d a P e ñ a s c o d e Diego, señala un lugar d e p a r a d a d o n d e es costumbre detenerse. L o s m u r o s d e piedras secas g r o s e r a m e n t e construidos q u e lo r o d e a n ,

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APÉNDICE

Q - 2

atestiguan el paso d e n u m e r o s o s viajeros q u e h a n b u s c a d o allí u n abrigo. D e s d e este p u n t o se ve al sur u n a e n o r m e cabeza piramidal e s t r e m a d a m e n t e alta, p e r o sin nieve, i q u e la desagregación e s t e r i o r d e sus rocas c u b r e d e u n a c a p a tan espesa d e p e q u e ñ o s d e s m o r o n a m i e n t o s q u e parece p e r f e c t a m e n t e pulida, d e d o n d e le viene su n o m b r e d e Pulido. U n b u e n c a m i n o c o n d u c e al sur d e este m o n t e i se r e ú n e al s e n d e r o m a s c o r t o q u e viene d e las J u n t a s i q u e ya h e m o s i n d i c a d o . Las d o s rutas r e u n i d a s s u b e n la Cuesta del Obispo, q u e es la primera línea d e la cordillera, después, m a s lejos, franquéase el paso l l a m a d o C o m e - c a b a l l o , q u e , según D o m e y k o , está por los 2 9 0 3 0 ' i a 4 , 3 5 6 m e tros d e altitud. E n este p u n t o se está sobre la gran m e s e t a d e los A n d e s . Si se quiere llegar a V i n c h i n a i a la provincia d e la Rioja, se la atraviesa casi d i r e c t a m e n t e d e oeste a este, p a s a n d o sucesivamente el Rio Blanco i el Rio Carneri/o q u e vienen del norte i van a formar el rio d e Jacha!. C u a n d o el t i e m p o es b u e n o , los viajeros q u e v a n a V i n c h i n a pasan al sur d e la Laguna Btava i descienden d e la meseta por el c a m i n o del Peñón, q u e es m u i rápido, pero m a s corto, i q u e c o n d u c e al valle del J a g ü e l ; sin e m b a r g o se escoje o r d i n a r i a m e n t e el d e s c e n s o del Leoncito q u e está m a s al sur, i q u e pasa por el portezuelo délos Pastos Amarillos, ¿as Salinas i la quebrada del Leoncito, mucho menos pendiente i

m e n o s barrida por el viento q u e la del P e ñ ó n . E n c u e n t r a el m i s m o c a m i n o un poco m a s abajo, c u a t r o leguas antes d e l villorrio d e Jagüel, el cual está a o c h o leguas d e V i n c h i n a . Para ir d e C o p i a p ó a la provincia d e San J u a n , se sube igualmente a la meseta a n d i n a por los s e n d e r o s q u e a c a b a m o s d e indicar, i se sigue el c a m i n o d e la Rioja hasta u n a p e q u e ñ a q u e b r a d a llamada Cueva del Pasto Largo, d o n d e hai rocas bajo las cuales se e n c u e n t r a abrigo, forraje para los animales i un poco d e leña. D e s d e este p u n t o el c a m i n o se dirije al sur por el d e s c e n s o d e Pastos Amariilos, i llega a los valles d e Santa Rosa i d e San Guillermo, d e s p u é s a la estancia
d e Pamaliman, a los villorrios d e Angualasla, del Liodeo i a lo d e m á s

del valle d e P i s m a n t a . P o r este c a m i n o la distancia d e C o p i a p ó a San J u a n es todavía d e 2 0 0 leguas; i es s o l a m e n t e d e 150, m a s o m e n o s , si se va tan solo a J a c h a l . E s t a via es m u i frecuentada en el veranoi p o r q u e la población d e la provincia d e S a n J u a n , laboriosa e intelijente, m a n t i e n e un c o m e r c i o c o n s i d e r a b l e con C o p i a p ó , i sus arrieros tienen la reputación d e ser los mejores d e t o d a la cordillera. El valle d e V i n c h i n a se asemeja m u c h o al d e Uspallata, i, c o m o

FORMACIÓN

I

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DE

LOS

ANDES

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éste, se dirije d e n o r t e a sur; pero es m a s p o b l a d o , i por c o n s e c u e n c i a mejor cultivado, gracias a las aguas a b u n d a n t e s q u e le suministra el R i o Bermejo, el cual d e s c i e n d e del n e v a d o del Potro i recorre t o d o el alto valle del Jagüel. L a oficina de a d u a n a s está en Vinchina, q u e n o es todavía m a s q u e un caserío, pero cuya importancia crece d e dia en dia. P o r las R a m a d a s , P u l i d o , C o m e Caballo, el alto de P u c h a - P u c h a i el P e ñ ó n , se p u e d e llegar a V i n c h i n a en seis dias; pero es necesario estar mui bien m o n t a d o ; o r d i n a r i a m e n t e se ponen d e o c h o a nueve p a s a n d o por J o r q u e r a , Pircas N e g r a s i el d e s c e n s o d e Leoncito, para tener un c a m i n o mejor. P a r a llegar de Vinchina a la villa d e F a m a t i n a , el p u n t o comercial m a s i m p o r t a n t e de la provincia, es necesario franquear la prolongación d e la sierra d e este n o m b r e por el paso d e Sañogasta, q u e es mui alto, pero estrecho, i q u e no ofrece peligro alguno. E l c a m i n o q u e lleva a la provincia d e C a t a m a r c a atraviesa estas m i s m a s mesetas, pero u n poco mal norte. D e el P e ñ a s c o de Diego se interna en una q u e b r a d a mui mala, la d e las Pircas N e g r a s , que pasa al este del C e r r o d e P u l i d o . L a subida d e la cordillera comienza a d o s leguas d e allí; no tiene mas d e 3 1 3 metros, i se hace en m e d i o d e d e s m o r o n a m i e n t o s terrosos, cuya ascensión n o p r e s e n t a n i n g u n a especie de dificultad. E n la c u m b r e se est i e n d e la meseta, al principio mui o n d u l a d a , cuyo relieve occidental, límite e n t r e Chile i la Confederación Arjentina, nos ha d a d o u n a altitud d e 4 , 1 4 0 metros. P o r todas partes colinas deprimidas, u n a vista e s t r e c h a d a por cerros desolados. Diversos senderos cruzan esta m e seta s e m b r a d a de e s c o m b r o s gastados por las intemperies, i cuyo color verde en algunos p u n t o s simula una vejetacion a u s e n t e . A l g u n a s cruces d e m a d e r a están sobre de las t u m b a s d e los viajeros q u e han s u c u m b i d o allí, los unos al frió, los otros heridos por el rayo. U n o se apresura en atravesar al p a s o largo d e las muías estos lugares sinies tros. U n poco mas lejos, u n a especie d e e m b u d o encierra una p e q u e ñ a laguna de aguas sulfurosas q u e depositan eflorescencias amarillentas e n sus bordes. Las rocas vecinas n o tienen, por lo tanto, n a d a d e volcánico, i son, c o m o en todas partes en esta meseta, pórfidos d e colores diversos. E l p u n t o c u l m i n a n t e d e la meseta está todavía a seis leguas m a s allá d e la línea p r o p i a m e n t e dicha, es decir, d e la línea d e la cordillera q u e h a c e el límite arjentino. Se llega allí d e s p u é s d e h a b e r p a s a d o el R i o Blanco, n o t a b l e por su valle cubierto de c a r b o n a t o d e soda, i la

A P É N D I C E

Q-2

q u e b r a d a de Barrancas Blancas, así llamada por sus rocas de areniscas blanquecinas, h e n d i d a s de cavidades naturales q u e se j u n t a n . E s t e p u n t o está en el Portezuelo de Barrancas Blancas, colina sobre cuya p e n d i e n t e se pasa i q u e tiene una altura absoluta d e 4,462 metros. D e s d e esta c a b e z a de cerro se abraza toda la meseta d e la cordillera con dos g r a n d e s n e v a d o s : el Potro i el Bonete, al norte, q u e se elevan u n millar de metros sobre el resto, i cuyas g r a n d e s rocas negras están estriadas de nieve d e s d e el pié hasta la c u m b r e . A paitir de este Portezuelo, n o es m a s q u e un llano pedregoso apenas o n d u l a d o , f o r m a n d o algunos surcos lonjitudinales, d o n d e el miraje aparece c o m o en la P a m p a . T a m b i é n se llama a estos llanos las p a m p a s de la cordillera. El suelo es pedregoso en todas partes, i en m u c h a s partes c u b i e r t o d e d e s m o r o n a m i e n t o s de rocas porfíricas rojas, cuyo color brillante forma de lejos e s t e n d i d a s m a n c h a s . L a s e q u e d a d d e esta rejion está por encima de c u a n t o se p u e d e imajinar. L a L a g u n a Brava, lago d e tres leguas de largo por dos de a n c h o , muestra mas lejos, en un pliegue •del terreno, sus aguas, cuya sal se deposita sobre los b o r d e s en capas blancas c o m o la nieve; está helada en una parte del a ñ o . U n a queb r a d a del aspecto mas lúgubre i s e m b r a d a de esqueletos d e anímales, la d e Muías Muertas, la separa de otro lago de igual naturaleza, de forma lonjitudinal, p e r o m e n o s g r a n d e , llamada i g u a l m e n t e laguna de Mutas Muertas. E s t a q u e b r a d a ofrece, sin e m b a r g o , un p i c o de forraje i d e llareta, el c o m b u s t i b l e d e la cordillera; las n u m e r o s a s p e q u e ñ a s murallas d e piedra seca q u e al í se e n c u e n t r a n , p r u e b a n q u e es un vivac frecuentado. E l relieve o r i e n t d de la cordillera está dos leguas mas lejos del portezuelo o paso d e la Estanzuela, d o n d e el descenso comienza. Colinas d e a r e n a p e r f e c t a m e n t e b l a n c a situadas en esta altura, d e m u e s t r a n los c a m b i o s p r o f u n d o s q u e ha e s p e r i m e n t a d o el suelo. D e s d e este relieve oriental a la línea d e Pircas Negras, n o hai menos de 23 leguas; es la a n c h u r a e n t e r a d e la meseta de los A n d e s bajo el g r a d o 2 8 .
0

E l d e s c e n s o r á p i d o , p e t o mui practicable, se h a c e por una queb r a d a sin agua q u e c o n d u c e a un b o n i t o arroyo l l a m a d o Arroyo del Loro, en un p e q u e ñ o valle aun mui elevado, p e r o d o n d e la leña a b u n d a así c o m o el forraje para los animales de carga. E l aspecto de la verdura reposa u n poco la vista d e la espantosa aridez de las altas rejiones que se acaban d e atravesar d u r a n t e seis días. E n este p u n t o n o se ha salido a u n del gran macizo d e los A n d e s ; es necesario franquear la línea de Machaco, c a d e n a r e l a t i v a m e n t e estrecha, paralela a la m e s e t a central i

FORMACIÓN

I

F.STRTJCTUKA

DE

LOS

ANDES

t a n e'evada c o m o ella. N o es sino al otro lado de esta c a d e n a d o n d e •el d e s c e n s o comienza r e a l m e n t e , i d e s d e a q u í u n a nueva j o r n a d a d e marcha c o n d u c e al b o n i t o circo p l a n t a d o de la Ciénega-Redonda, en d o n d e se l a m e n t a el q u e n o haya habitantes, p o r q u e pocos lugares serian m a s favorables para u n a estancia. U n a última línea d e m o n t a ñ a s q u e d a q u e franquear todavía p a r a llegar a los valles de la provincia d e C a t a m a r c a ; es el cordón d e la Troya esclusivamente c o m p u e s t o d e areniscas rojas, i q u e es forzoso atravesar m a r c h a n d o c o n ¡ t a n t e m e n t e en un lecho d e torrente, p o c o r á p i d o por otra parte, q u e se abre paso al través d e esta muralla. L a s vueltas son tales, q u e hai q u e pasar no m e n o s d e 5 8 veces el arroyo e n el espacio d e 3 leguas. E s t e n o m b r e de T r o y a es aplicado a todas las a b e r t u r a s de m o n t a ñ a s estrechas i largas q u e es necesario r e c o r r e r t o m a n d o por s e n d e r o el lecho de los torrentes q u e los han c r u z a d o . El largo c a m i n o q u e a c a b a m o s d e describir r á p i d a m e n t e para dar u n a i d e a d e esta parte d e la cordillera, n o m i d e m e n o s de 1 3 0 leguas, q u e se a n d a n o r d i n a r i a m e n t e en se m a n d a n a Chile. C o m o se ve, la cordillera de C o p i a p ó es m u c h o mas elevada q u e la de M e n d o z a , a u n q u e a la vista parezca m a s baja. Si tiene m e n o s nieve e n el invierno, a causa d e su latitud c o m p r e n d i d a entre los 2 7 i 2 9
o o

i c dias d e m a r c h a corriente. Las

tropas que

d e ínulas e m p l e a n d e 1 2 a 1 3 , i otro t a n t o los arreos d e bueyes

g r a d o s , está espuesta, mas q u e la d e M e n d o z a , a las t e m p e s t a d e s súbitas, a los h u r a c a n e s , q u e son de u n a violencia i n d e s c r i p t i b ' e s o b r e las mesetas i seguidos d e un frió h o r r o r o s o . N i n g ú n abrigo para g u a recerse en u n a estension d e 27 leguas, ni siquiera una roca t a m p o c o ; n i n g u n o se a v e n t u r a a hacer esta travesía sino en t i e m p o b e n i g n o , i felizm e n t e los dias h e r m o s o s no son raros en esta latitud. C o n frecuencia, m i e n t r a s la lluvia i la nieve caen mas abajo, se goza en estas e l e v a d a s mesetas de un cielo s e r e n o . • E n rigor, esta cordillera p u e d e ser f r a n q u e a d a t o d o el a ñ o , pero es m u i peligrosa d e M a y o a N o v i e m b r e , i sobre t o d o en estas dos épocas d e c a m b i o de estación, a causa d e las bruscas variaciones atmosféricas q u e d e ello resultan. Las casuchas de la cordillera de M e n d o z a , imperfectas c o m o son, prestarían i n m e n s o s servicios en la de C o p i a p ó . Ser i a m e n t e , es cosa de construirlas, i hoi día se hacen suscriciones c o n e s t e objeto en Chile i en las provincias a n d i n a s . Pasaje por la cordillera Cruces, del Salado i de Fiambalá.—Se toma desde luego el c a m i n o ordinario d e la cordillera d e San F r a n c i s c o , por Salta. L l e g a d o a las Tres q u e es lo q u e se llama el pié d e la c o r d í -

APÉNDICE

Q- 2

llera, u n o se dirije un p o c o al sur p a r a llegar a la Ciénega

Redonda

d e ahí se s u b e la meseta. Se pasa, i g u a l m e n t e , al sur d e un lago análogo al q u e a c a b a m o s d e describir en el pasaje p r e c e d e n t e , p e r o m e n o s grand e ; se atraviesa un arroyo l l a m a d o Salado, cia un p u n t o d i c h o la Tamberia, a b u n d a n t e s . L a gran i se vuelve a d e s c e n d e r had o n d e el a g u a , el forraje i la leña son

m e s e t a tiene 30 leguas d e a n c h o i presenta el 114 c o m o m á x i m u m . E l c a m i n o

m i s m o aspecto q u e la anterior. D e T a m b e r i a a F i a m b a l á hai 40 leguas; la ruta entera, d e s d e C o p i a p ó , m i d e es d e s p u é s corto, m u i p r a c t i c a b l e , p e r o el agua falta c o n frecuencia, i la poca q u e hai es d e calidad inferior; la meseta, fuera d e esto, es m u i elevada, i las p e q u e ñ a s q u e b r a d a s q u e se e n c u e n t r a n están o b s t r u i d a s por la nieve u n a p a r t e del a ñ o . N i n g u n o t a m p o c o sigue esta ruta, c o m o no sea en F e b r e r o , en M a r z o i a principios d e Abril. Pasaje por la cordillera de San Francisco.—Esta cordillera es la c o n tinuación d e las mesetas p r e c e d e n t e s q u e van s i e m p r e d i l a t á n d o s e hacia el n o r t e . C o m o c a m i n o , ella n o ofrece n i n g u n a dificultad, pero son necesarios d e 18 a 20 dias d e m a r c h a para llegar a Salta. D e s d e l u e g o hai q u e hacer veinte leguas, saliendo d e C o p i a p ó , . por el d e s i e i t o d e A t a c a m a hasta P a i p o t e , único p u n t o d o n d e se p u e d e e n c o n t r a r a l g u n o s recursos para las bestias d e carga; d e s p u é s u n o se interna en los A n d e s por la Cordillera d e las T r e s C r u c e s . L l e g a d o a la meseta, se pasa al
n o r t e d e la Laguna Verde i se atraviesa el Portezuelo de San Francisco,

el p u n t o m a s i m p o r t a n t e del pasaje, a u n q u e esté casi al nivel d e l a llanura d e los a l r e d e d o r e s . E s t a meseta es arenosa i no tiene los llase ennos pedregosos d e las cercanías d e B a r r a n c a s - B l a n c a s i d e la L a g u n a Brava. D e s c e n d i e n d o en seguida al valle d e San Buenaventura, c u e n t r a n algunos recursos i un clima m a s dulce. H a i todavía otra cordillera q u e atravesar, m e n o s larga, es cierto, i m e n o s peligrosa para llegar al valle d e la Laguna-Blanca, en la provincia d e C a t a m a r c a ; a paia juzgar p o r su vejetacion, este valle d e b e t e n e r u n a altura d e 2,800 metros a lo m e n o s . F a l t a q u e pasar la sierra d e Chango-Real llegar al valle d e Aimacha, d e s p u é s al d e Molinos, blado i cultivado. D e M o l i n o s a Salta n o hai m a s d e 45 leguas.n
(TOMO i, P Á J S . 289 1 292)

q u e está t o d o po-

5 . — La vertiente oriental d e la gran meseta arjentina
0

deja d e ser

porfírica, o p o r lo menos los pórfidos azules allí son raros, i son r e e m plazados p r i n c i p a l m e n t e p o r las areniscas, a b u n d a n t e s s o b r e t o d o en las provincias d e la R i o j a i C a t a m a r c a . Así, t o d o el contrafuerte del

FORMACIÓN

I ESTRUCTURA

DE

LOS

ANDES

193

Machaco,

q u e rodea el valle d e T i n a g a s t a , es f o r m a d o d e

areniscas,

q u e atraviesan, sin e m b a r g o , d e t r e c h o en t r e c h o filones d e gneiss, c o m o se p u e d e ver por los gruesos fragmentos d e esta roca q u e s i e m bran el lecho del t o r r e n t e d e la T r o y a . L a c o r d ó n hacia el sur forma la sierra d e F a m a t i n a . 6 . ° — E s t a , c o m p u e s t a d e gneiss i micasquita en su b o r d e n o tiene m a s q u e calizas i c o n g l o m e r a d o s E l n e v a d o d e F a m a t i n a , cuya altura alcanza i pasa d e q u e forman p a r t e del Cerro de la Mejicana,
6,000

p r o l o n g a c i ó n d e este inferior, metros,

arcillosos en su c e n t r o .

p a r e c e ser u n a roca calcárea m u i mezclada d e arcilla. T o d a s las c i m a s m o n t a ñ a atravesada xle n u m e r o s o s filones d e oro, d e plata i d e piritas d e cobre, q u e parecen -venir del n e v a d o m i s m o , son c o n g l o m e r a d o s arcillosos en plena disolución q u e c u b r e u n calcáreo gris azul m u i c o m p a c t o . E s a
4,600

necesario
4,300

n o t a r q u e estos y a c i m i e n t o s metálicos están a q u í a u n a altura d e llenas d e restos d e c o n g l o m e r a d o s

m e t r o s . T o d a s las q u e b r a d a s d e este distrito mineral están arcilíferos, u n i d o s por u n c e m e n t o

calcáreo m u i d u r o . L a s rocas d e esta naturaleza dan a m u c h a s d e est a s alturas u n color a n a r a n j a d o particular, color q u e es c o n s i d e r a d o e n -esta p a r t e d e los Andes c o m o la señal casi cierta d e yacimientos auríferos. N a d a m a s variado, por otra parte, q u e la c o m p o s i c i ó n jeolójica d e la c a d e n a d e F a m a t i n a , d e la cual e s t u d i a r e m o s las m i n a s en su lugar. N o t e m o s s o l a m e n t e el color negro q u e forma p a r t e del m i s m o m a c i zo, q u e es casi e n t e r a m e n t e c o m p u e s t o d e óxido i d e c a r b o n a t o ganga arcillosa. L o s p e q u e ñ o s contrafuertes orientales d e m i c a s q u i t a , ofrecen de fierro, i q u e está atravesado d e filones d e plata d i s e m i n a d o s en u n a esta alta c a d e n a , a u n q u e p e r t e n e c i e n d o al t e r r e n o , es decir formado d e gneiss calcáreos granulosos; las q u e b r a d a s q u e h a n c r u guijazado los t o r r e n t e s se a b r e n en m e d i o d e u n a espesa c a p a d e

rros r o d a d o s q u e r e p r e s e n t a n las m i s m a s rocas d e las m o n t a ñ a s vecinas. E l valle principal o d e F a m a t i n a , así n o m b r a d o por ser el - p u n t o principal del lugar, se e s t i e n d e e n t r e la sierra d e este n o m b r e al oeste i la d e la Rioja q u e forma su p a r e d oriental. N o ofrece ninguna señal d e g r a n d e s revoluciones; las p e n d i e n t e s son suaves, p o c o desga. r r a d a s ; diríase q u e es m a s un valle d e erosión q u e d e solevanta. miento. 7 . — E n su mitad, este valle está a t r a v e s a d o por u n a p e q u e ñ a serie
0

: d e colinas graníticas, las q u e nacen al n o r t e del circo del Ángulo, . l a villa d e . Pituil,
DOCUMENTOS

que

u n e t r a s v e r s a l m e n t e la c a d e n a d e F a m a t i n a a la d e la Rioja, cerca d e i t e r m i n a n en N o n o g a s t a . L a misma formacion.se
13

194

APÉNDICE

Q - 2

r e p r o d u c e tres leguas m a s al este, en la sierra d e la Rioja, c o r d ó n d e c u a r e n t a leguas d e largo i o c h o d e a n c h o , mui a b r u p t o en sus dos costados, i q u e lleva en su c u m b r e u n a a n c h a meseta q u e se eleva 2 , 2 0 0 m e t r o s p o r e n c i m a d e la llanura. E s t a c a d e n a concluye al sur p o r la p u n t a d e los Colorados, así llamada por los cerrillos q u e se levant a n a i s l a d a m e n t e cerca d e su estremidad, cerrillos c o m p u e s t o s d e u n a roca roja formada por u n a arenisca gruesa m u i arcillosa i en plena descomposición. E s t a roca está estratificada h o r i z o n t a l m e n t e i es d e diverso aspecto, d e distinto carácter d e aquellas q u e constituyen la sierra d e la Rioja. El p e q u e ñ o valle, d e u n a legua a lo m a s d e largo i d e 2 0 0 a 3 0 0 m e t r o s d e a n c h o , q u e separa ese g r u p o d e la c a d e n a riojana, establece u n a diferencia completa e n t r e las d o s formaciones. E n efecto, al n o r t e e m p i e za la sierra d e la Rioja, c o m p u e s t a d e rocas d e cristalización granítica, gneiss, micasquitas notables por u n a gran c a n t i d a d d e dislhene, cuarzos en algunas partes m u i p u r o i q u e d a n magnífico cristal d e roca, mientras q u e algunos pasos al sur, d e s p u é s d e este p e q u e ñ o valle se levantan r e c t a m e n t e los cerrillos estratificados d e los colorados, d e u n a composición mineralójica c o m p l e t a m e n t e distinta. E s t e fenóm e n o jeolójico es c i e r t a m e n t e mui notable. L o q u e caracteriza a u n m a s este paraje, es u n a fuente salina q u e sale d e en m e d i o d e las areniscas, en t a n t o q u e las rocas cristalinas d e la sierra d e la Rioja n o dejan pasar sino aguas excelentes, q u e , sobre t o d o la vertiente oriental, d a n n a c i m i e n t o a n u m e r o s a s fuentes llamadas ojos de aguas, cerca d e las cuales se agrupan los h a b i t a n t e s . 8.°— E n los valles d e Tinogasta i d e Copacabana todas las p e q u e ñ a s c a d e n a s secundarias m u i bajas, son igualmente d e rocas d e cristalización c o m o las d e la R i o j a . E s t o s g r a n d e s valles d e forma ovalada están e n c e r r a d o s al oeste p o r los contrafuertes d e la gran cordillera, al n o r t e i al este por los c o r d o n e s q u e se d e s t a c a n i presentan u n a gran v a r i e d a d d e areniscas, d e calcáreos, pero m u i escaso pórfido, t a n a b u n d a n t e s en el c o r d ó n central. E n c u a n t o a calizas sacaroides análogas a las d e la sierra d e C ó r d o b a , n o existen.
9. L a sierra d e Belén, d e p e n d e n c i a del Atajo, hacia el sur, es a u n u n t e r r e n o talcoso d e gneiss i micasquita; sus prolongaciones hacia el n o r t e p e n e t r a n hasta la provincia d e Salta, i constituyen d e s d e luego la sierra d e Chango-real, q u e a u n a altura d e 4 , 0 0 0 m e t r o s presenta e n o r m e s c a n t i d a d e s d e arenas blancas, q u e d e s c i e n d e n al oeste hacia el valle d e la Laguna Blatica i levantan c o n t i n u a m e n t e el suelo. La c a d e n a granítica q u e c i r c u n d a la p a r t e baja del valle d e S a n t a María
0

FORMACIÓN

I ESTRUCTURA

DE

LOS

ANDES

195

i a diversos n e v a d o s , p e r t e n e c e al m i s m o sistema. E s la sierra d e
Quilmes.

C o n t i n u a n d o todavía hacia el norte, esta misma c a d e n a forma pared occidental del valle d e Calchaqui, vados d e Cachi i de Acay, q u e d e b e n sobrepasar d e
6,000

la

i t e r m i n a por los g r a n d e s n e metros, los macizo

d o n d e el R i o - J u r a m e n t o t o m a su curso. E n esta parte r e a p a r e c e n póifidos negros, p o r q u e esta c a d e n a se u n e e n t o n c e s al gran

central d e los A n d e s . H a i m u c h a s rocas e v i d e n t e m e n t e volcánicas, s o b r e t o d o cerca del cerro de Acay. V e r d a d e r o s basaltos se p r e s e n t a n en diferentes partes del valle, p a r t i c u l a r m e n t e en el O r a t o r i o d e la P i e d r a P i n t a d a , d e s p u é s d e la T r o y a (desfiladero) d e la F l e c h a . M a s allá están las mesetas del Despoblado i la Puna d e Jujuy. L a sierra d e Belén tiene yacimientos d e oro, de plata i s o b r e t o d o d e c o b r e .
TOMO

I, rÁjs. 305

1

306

Época

triásica.—De

la m i s m a m a n e r a q u e los mares silurianos i tiempo

carboníferos, el m a r triásico se ha m a n t e n i d o en u n lapso d e

c o n s i d e r a b l e exento de c a m b i o s ; esto está i n d i c a d o por la resistencia d e los depósitos formados en su seno. Al fin de esta época, el enfriamiento d e la costra terrestre trae nuevas r u p t u r a s i p o r c o n s e c u e n c i a solevant a m i e n t o s i h u n d i m i e n t o s nuevos. A estos m o v i m i e n t o s c o r r e s p o n d e la aparición d e las c a d e n a s orientales d e la Cordillera, c o m p u e s t a q u e los constituyen, i en m e d i o d e las cuales a n c h a s h e n d i d u r a s c u m b r e s de la A m é r i c a del Sur. T o d o esto forma el sistema
0 O

del han

c o n j u n t o d e terrenos silurianos, d e v o n i a n o s , carboníferos ¡ triásicos d a d o paso a los picos graníticos del Sorata i del Iilimani, las mas altas boliviano, c o m p r e n d i e n d o la m i t a d oriental de la rejion m o n t a ñ o s a q u e se e s t i e n d e del grado 5 . al g r a d o 2 0 d e latitud sur. M . d ' O r b i g n y h a j u n t a d o allí en su p e n s a m i e n t o t o d a s las c a d e n a s d e J u j u y i d e Salta, situadas al este del valle d e C a l c h a q u i d o n d e la arenisca d o m i n a . D e s p u é s d e este s o l e v a n t a m i e n t o , la A m é r i c a del Sur presenta casi su a n c h u r a actual; pero las d o s g r a n d e s islas q u e la forman están sep a r a d a s por un vasto e s t r e c h o cuyas aguas c u b r e n lo q u e h a llegado a ser la rejion de la p a m p a , o m a s bien la gran llanura del C o n t i n e n t e s u d - a m e r i c a n o . L a emersión del sistema boliviano parece c o r r e s p o n d e r al sesto s o l e v a n t a m i e n t o d e M . E l i e de B e a u m o n t , al sistema Morvan. E n seguida d e la revolución q u e t e r m i n a la época triásica, principia la Época cretácea, cuyos depósitos se ven en C o l o m b i a i en la T i e r r a de

APÉNDICE

Q-2

del F u e g o , es decir en las d o s e s t r e m i d a d e s d e la A m é r i c a del Sur. Son m e n o s a b u n d a n t e s q u e en E u r o p a . S o l e v a n t a m i e n t o s parciales h a n t e n i d o lugar d u r a n t e este p e r í o d o q u e termina por la aparición de la Cordillera de los A n d e s d e s d e el C h i m b o r a z o hasta el estrecho Magallanes. E s t a s dislocaciones del suelo favorecen el Cordillera; ellas llevan a alturas variadas del sistema de desparramalas rocas

m i e n t o d e las rocas porfíricas q u e c o m p o n e n la cresta central de la chileno p e r t e n e c i e n t e s a las épocas p r e c e d e n t e s . L a c a d e n a d e los A n d e s está formada en t o d a su lonjitud i s e p a r a los d o s o c é a n o s ; pero d e b e esper i m e n t a r todavía modificaciones c o n s i d e r a b l e s . E s t o s g r a n d e s movidebe m i e n t o s del suelo h a b r á n sido el oríjen p r i m e r o del d e p ó s i t o de t e r r e n o terciario g u a r a n i a n o , el cual viene a nivelar t o d a la hoya q u e c o n t e n e r u n dia la d e las P a m p a s .

DESCRIPCIÓN

DE

LA

PROVINCIA D E

CATAMARCA

(Tomo I I I , páj. 365)

Situación

astronómica

i límites.—La

provincia d e C a t a m a r c a está

situada al sur d e la de Salta, al oeste de las de T u c u m a n i de Santiago d e l E s t e r o i al sur d e la de la Rioja; confina con Chile por la cresta •occidental d e la m e s e t a d e los A n d e s . Se e n c u e n t r a así c o m p r e n d i d a , por t é r m i n o m e d i o , e n t r e 2 6 2 0 ' i 2 8 3 0 ' d e latitud sur, 6 8 ° i 7 1 ' de
O O

lonjitud oriental, a b r a z a n d o u n a superficie d e cerca d e tres mil quinientas leguas c u a d r a d a s . Sus límites al norte, i c o n la provincia de Salta, son u n a línea q u e cruza las c i m a s d e los N e v a d o s d e Calchaqui, la Sierra m e d a n o s a , la d e C h a n g o - R e a l , i p a s a n d o al n o r t e del valle • d e la L a g u n a Blanca, va a caer al P a s o de San F r a n c i s c o , d o n d e en ; c u e n t r a , al nor-oeste, la frontera d e Bolivia, i al oeste la de C h i l e . Al : sur está s e p a r a d a de la provincia de la R i o j a por otra línea q u e , part i e n d o d e la frontera chilena en C e r r o P u l i d o , atraviesa la meseta de . los A n d e s por la L a g u n a Brava, la bajada d e la Estanzuela, el macizo d e M a c h a c o , el b o r d e austral d e los valles d e la T a m b e r i a i d e la Ciénega R e d o n d a , despu.es, siguiendo la cresta d e las m o n t a ñ a s d e T i n o gasta, pasa por las colinas d e los Cerrillos, la gran Travesía d e los Co lorados, d e P a s í n c h a i d e M a c h i g a s t a , h a s t a e n c o n t r a r el A b r a de C h u m b i c h a , i, c o n t i n u a n d o hacia el este-sur-este, va a caer a la hoya de las Salinas, poco mas o m e n o s .por los 2 9 4 0 ' d e latitud i 6 7 de
O O

lonjitud.

Al noreste, su frontera con el T u c u m a n

c o i n c i d e con el

B a ñ a d o , el A b r a d e S a n t a María, la c u m b r e d e la Sierra s e c u n d a r i a de

FORMACION

I

ESTRUCTURA

DE

LOS

ANDES

197

A c o n q u i j a i el R i o de G u a c r a o San F r a n c i s c o . E n fin, al este, toca a Santiago del E s t e r o p o r u n a línea d e estancias senta i siete d e lonjitud hasta el R i o Albigasta. Hidrografía.—Esta provincia n o tiene sino arroyos d e un curso m u i cada valle, tiene el suyo, i desgraciadaescalonadas, por los se-

r e d u c i d o , en los cuales la totalidad d e las aguas es a b s o r b i d a por la irrigación. C a d a q u e b r a d a , m e n t e n o son tan n u m e r o s o s c o m o seria d e desearlo en interés del pais. L a principal c o r r i e n t e d e agua es la d e Santa María; d e s p u é s vien e n las d e P a c h i n i P i e d r a Blanca, q u e forman el R i o del Valle, el cual riega el valle d e la Capital. L o s torrentes d e la cordillera son poco considerables. N o hai sino un solo lago, i todavía es m u i p e q u e ñ o , es el d e la Laguna Blanca, en ur. alto valle d e la cordillera; d e b a j o d e Colorada. Estos d o s depósitos él se presenta el e s t a n q u e d e la Laguna

d e agua son salados; el valle q u e los encierra es arenoso i los escasos h a b i t a n t e s d e esta rejion afirman q u e h a n sido a n t e s mas e s t e n d i d o s . Orografía.—El sistema orográfico d e C a t a m a r c a es b a s t a n t e c o m plicado. Se divide en dos g r a n d e s fracciones: la u n a d e p e n d i e n t e d e la Cordillera d e los A n d e s , i la otra d e s p r e n d i d a d e la A c o n q u i j a . E s tas dos fracciones El Aconquija Alto i d e Aneaste; están r e u n i d a s por la c a d e n a trasversal del Atajo. Alto, d e s t a c a h a c i a el sur-sur-este las dilatadas c a d e n a s del esta última, q u e n o es sino la prolongación del

va a morir al b o r d e d e la hoya d e las Salinas. Del Aconquija se d e s p r e n d e p a r a l e l a m e n t e a los p r e c e d e n t e s , p e r o al oeste, la Sierra d e Ambato, Punta Negra, que termina los cuales la ligan, por las p e q u e ñ a s colinas de poderosa i de Cerrillos, al sur p o r los cerros d e Mazan

a la Sierra d e Velasco o d e la Rioja. E n t r e las d o s c a d e n a s d e A m b a t o ¡ del Alto, se levanta la d e Gradan, Sierra del Atajo d e Chango Pelen Real q u e nace cerca d e la Capital i va del Aconquija. La de hacia el norte a reunirse, c o m o aquellos, al Clavillo p a r e d austral al circo arenoso d e Los Pozuelos, la L a g u n a B l a n c a

nace del Clavillo i se dirije al oeste, sirviendo así i a las elevadas c a d e n a s q u e encierran

i se j u n t a a los macizos los valles d e de i Colorado,

i d e F i a m b a l á . D e s p r e n d e hacia el sur la Sierra

q u e va a t e r m i n a r por las p u n t a s d e los Cerros Negro

en la gran travesía d e C o p a c a b a n a a Machigasta. c u n d a r i a s d e Machaco i del Cazadero de Fiambala.

El macizo a n d i n o se H e m o s d e s c r i t o ya

e s t i e n d e d e sur a n o r t e con sus altos valles laterales i las c a d e n a s set o d a s esas m o n t a ñ a s . ( V é a n s e los trozos anteriores). Ellas t i e n e n e n jeneral los caracteres d e las d e Salta i d e J u n i n , a cuyos sistemas est a n ligadas.

APÉNDICE

Q-3

La cordillera chileno-arjentina por el doctor Luis Brackeousch, (i)

( D e U.s Anales de la Universidad, Febrero de 1894

Solo un e s t u d i o jeolójico p u e d e resolver las r e l a c i o n e s d e la R e p ú b l i c a A r j e n t i n a ; i a u n q u e los trabajos

orográficas, por m í

sencillas en apariencia, p e r o en realidad c o m p l i c a d a s , d e la p a r t e n o r t e realizados h a s t a hoi día, lleven el sello solo d e g r a n d e s viajes d e reconocimiento

(1) La Revista de la Sociedad feográlica de Berlín publicó, en su tomo X X V I I , cuaderno IV (1892) un estenso artículo de jeografía americana cuyo título es el siguiente: Los portillos de la cordillera entre la República Arjentina i Chile desde el grado 23 hasta el 36 de latitud sur. El autor de este artículo es el doctor Luis Brackebusch, cuyo reciente mapa de la República Arjentina le ha dado notoriedad científica. Acerca de este mapa i de su autor se ha publicado un estudio analítico en el número anterior de los A N A L E S D E L A U N I V E R S I D A D D E C H I L E , pajinas 381-392. Del artículo de la Revista traducimos ahora la primera parte, que es una descripción jeneral de una porción de la cordillera chileno-arjentina. Sin duda, el doctor Brackebusch no ha podido llegar a conclusiones definitivas. El mismo no presenta su trabajo como un estudio completo, para lo cual se habrían necesitado esploraciones mas estensas i minuciosas que las que él ha podido practicar. Sin embargo, en la forma que tienen sus observaciones, ofrecen interés científico, i pueden contribuir a los progresos de la jeografia i de la jeolojía en los dos países. Así, pues, sin aceptar todas sus conclusiones, algunas de las cuales necesitan mas prolija comprobación, publicamos este escrito para darlo a conocer a los lectores de fluestros A N A L E S . Tampoco podemos aceptar los términos intemperantes en que se espresa sobre la carta jeográfica del señor Pissis, términos que debieran estar proscritos de toda discusión científica, i que de ningún modo merece una obra que, a pesar de sus errores de detalle, es un verdadero monumento jeográfico.-—(El Traductor.)

200

APÉNDICE

Q - 3

en este p u n t o d e vista, con t o d o m e h a n p e r m i t i d o formar u n a idea exacta d e las cordilleras q u e m e r e c e r á ser c o n s i d e r a d a u n a n o v e d a d , i q u e en sus g r a n d e s rasgos será la espresion d e la v e r d a d . C o n este objeto i para la d e b i d a intelijencia d e lo q u e voi a esponer, llamo la atención sobre el n u e v o m a p a d e la R e p ú b l i c a Arjentina ( 2 ) q u e representa la constitución orográfica tal c o m o he p o d i d o fijarla en los p u n t o s capitales, en mis viajes en los años 1 8 7 5 a 1 8 8 8 . A d e m a s , para agregar las rejiones q u e aparecen m a s al norte del grado 2 1 latitud sur, ruego al lector consulte el h e r m o s o m a p a K i e p e r t d e la A m é r i c a del S u r o el último m a p a d e Stieler ( 3 ) , en el cual solo no acepto las p l u m a d a s cruzadas d e las m o n t a ñ a s al este d e C o c h a b a m b a , p o r q u e , a mi juicio, hai aquí u n a o n d u l a c i ó n del terreno cuyo eje lonjitudinal coincide casi c o n la línea meridiana, d e m a n e r a q u e todas las m o n t a ñ a s al través d e S u c r e i Tarija hacia Jujui i O r a n (en la R e p ú blica Arjentina) representan u n a serie d e c a d e n a s paralelas q u e en diversos lugares son i n t e r r u m p i d a s por g r a n d e s rios c o m o el rio G r a n d e , P i l c o m a y o , rio Pilaya, P r e s c i n d a m o s d e t o d o el c o n j u n t o d e m o n t a ñ a s al oriente, e imajin é m o n o s el c o r d ó n d e m o n t a ñ a s d e s d e O r u r a q u e está bien m a r c a d o por los cerros A s a n a q u e ( 5 , 1 3 3 m . ) , M i c h a g o ( 5 , 3 0 0 m . ) , C h o r o l q u e ( 5 , 6 2 4 m . ) , cerro G r a n a d a s (por lo m e n o s 6 , 0 0 0 m . ) hasta el n e v a d o C h a c o . T e n e m o s con esto la c o n t i n u a c i ó n d e la cordillera deleste (llam a d a en Solivia cordillera real) q u e se estiende m a s al n o r t e paralela a la costa del Pacífico en dirección d e noroeste a sureste. E s t a (v. mi m a p a ) se c o n t i n ú a por el n e v a d o d e Cachi, la cordillera d e los Patos, los n e v a d o s del D i a m a n t e i los nevados de la L a g u n a Blanca, la sierra del T o l a r ( M o r a d o , C o l o m é , Fraile), i se estiende hasta Tinogasta, volviendo a aparecer otra vez al sur a u n a altura d e 4 , 0 0 0 metros c o m o sierra d e Velasco para desaparecer d e s p u é s p o c o a p o c o c o m o sierra de los L l a n o s i sierra de S a n Luis, en la llanura baja. H a s t a los nevados d e la L a g u n a Blanca esta gran c a d e n a d e s d e Bolívia es t í p i c a m e n t e a n d i n a ; i p o r eso en a d e l a n t e la llamaré Cordillera
principal oriental del norte. L a Cordillera principal occidental se p u e d e

reconocer fácilmente en el m a p a de Stieler. Se e s t i e n d e a lo largo de

(a) Mapa fie la República Arjentina por el doctor L . Brackebusch 1/1,000,000: I (parle norte) lám. 9; II (parte sur) lám. 4. En comisión de la casa L . Friederic h s e n i C , , Hamburgo. La carta jeolójica del noroeste de la República Arjentina aparecerá en poco tiempo mas. (Esta nota i las siguientes son del Dr. Brackebusch), (3) Stieler Iiand-Atlas, nueva edición, láminas 8995 (1890).
a

FORMACIÓN

I

ESTRUCTURA

DE

LOS

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t o d a la costa del Pacífico. Solo d e s d e el norte d e A t a c a m a (en el M i ñ o , 5 , 5 2 0 m.) se aparta u n p o c o mas d e la costa i se estiende por el Licancaur ( 6 , 0 0 0 m.), M i ñ i q u e s ( 6 , 0 0 0 m.), Llullailaco ( 6 , 6 0 0 m.), C h a c o , Bolsón, Cerro Bravo, Volcan de C o p i a p ó al P o t r o . A las c a d e n a s paialelas occidentales q u e se estienden del P o t r o hasta T r o n q u i t o s al norte. San R o m á n ha d a d o r e c i e n t e m e n t e el n o m b r e d e cordillera d e Darwin, del m i s m o m o d o q u e a la cordillera q u e se estiende d e s d e el volcan de C o p i a p ó hacia el norte por Maricunga, C o d o c e d o , cerro Bravo, D o ñ a I n é s , Bolsón, C h a c o , L o s Sapos, Varas e Imilae, el n o m b r e d e cordillera d e D o m e y k o . ( C o n s i d e r a m o s el t r e c h o d e s d e el volcan d e C o p i a p ó hasta el volcan C h a c o c o m o perteneciente a la cordillera principal occidental.) D e s d e el P o t r o sigue por la cordillera del Inga, T a guas, Chivato, Bañitos, D e i d a d , Agua N e g r a , T ó r t o l a s a la cordillera del A g u a Negra, i en seguida a la cordillera d e D o ñ a R o s a . D e s d e aquí disminuye la altura c o n s i d e r a b l e m e n t e , d e m a n e r a q u e en parte se halla casi c o m p l e t a m e n t e desprovista d e nieve en el verano. Solo en las latitudes d e m a s al sur, se vuelve a cubrir d e nieve a consecuencia del clima m a s riguroso. Al mismo t i e m p o . a p a r e c e n c o n o s aislados de mayor elevación mas al sur; pasa por la c u m b r e , el T u p u n g a t o , el M a i p o al P l a n c h ó n , i finalmente se p i e r d e en frente de la rejion insular d e la parte sur d e Chile. E n t r e esta cordillera principal del este i del oeste, se estiende hasta los nevados d e la L a g u n a Blanca la llamada alta Meseta de Solivia, cuya parte sur d e s d e el g r a d o 2 3 ha sido t o m a d a en posesión por C h i l e . P e r o la espresion meseta p u e d e dar lugar a errores. N o es de ninguna m a n e r a una superficie elevada plana, q u e se estiende entre las dos cordilleras principales, sino q u e otra vez t e n e m o s aquí un t e r r e n o o n d u l a d o manifiesto, cuyos pliegues corren d e sur a norte. Bajo el g r a d o 2 7 , latitud sur, se corta d e r e p e n t e la meseta m e n c i o n a d a i aparece en c a d e n a s aisladas manifiestas. L a primera es la sierra del T o l a r (llamada e r r ó n e a m e n t e en los m a p a s Galumpaja, p o r q u e este es el n o m b r e de un p e q u e ñ o distrito), que ya h e m o s m e n c i o n a d o c o m o c o n tinuación sur de la cordillera principal oriental del norte en su trayecto sur con sus interrupciones respectivas. E n s e g u n d o lugar sigue la c a d e n a en su mayor parte desprovista d e nieve en el verano, formada de esquistas arcillosas, q u e p r i n c i p i a n d o d e s d e el Diablito corre p o r San B u e n a v e n t u r a , la Palca, las P l a n c h a d a s hasta el cerro Negro i alcanza en el F a m a t i n a , cubierto de nieve, u n a altura considerable ( 6 , 2 0 0 m.), para d e s c e n d e r otra vez i desaparecer c o m p l e t a m e n t e u n poco al sur del g r a d o 3 0 , cerca d e P a g a n z o (piza-

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rras antiguas c r i s t a l i n a s ) Según el lenguaje d e los arjentinos, t o d a la c a d e n a al sur d e B u e n a v e n t u r a n o forma p a r t e d e las cordilleras. E l cordón lonjitudinal q u e sigue al oeste, q u e está formado princip a l m e n t e de pizarras cristalinas, comienza en el n e v a d o d e San F r a n cisco, c o n t i n ú a en la sierra del Cazadero, el P o t r e r o G r a n d e (al p o n i e n t e del Valle H e r m o s o d e V i n c h i n a ) , hasta la sierra d e U m a n g o ( H u m a n g o ) i d e ahí por M a z al este d e G u a n d a c o l al cerro R a j a d o . E n seguida presenta capas mas recientes en parte de la e d a d del "rhát» i mas i mas t o m a el carácter d e u n a meseta, q u e se agrega al c o r d ó n del F a m a t i n a i se e s t i e n d e al p o n i e n t e d e Ischigualasto a la sierra del P e ñ ó n (aquí otra vez se e n c u e n t r a n pizarras cristalinas antiguas), C h a ves i d e la H u e r t a . E s t a c a d e n a casi se p i e r d e c o m p l e t a m e n t e en la planicie, p e r o se levanta otra vez m a s al sur en las sierras d e Guayaguas, Cantantal, Ormijadas, J i g a n t e i r e m a t a en el Alto P e n c o s o , en las llanuras d e la provincia d e San L u i s . E n toda esta c a d e n a n o se observa vestijio a l g u n o del carácter d e la cordillera a n d i n a . La c a d e n a q u e sigue al oeste comienza al n o r o e s t e del n e v a d o d e San F r a n c i s c o . E s formada d e pizarras i c o n t i n ú a en los n a c i m i e n t o s del Cazadero, el Alto M a c h a c o , C u m i c h a n g o , Leoncito, D e s c u b r i m i e n t o , para disolverse en u n a serie d e c a d e n a s paralelas, d e las cuales la q u e está mas al este, llamada sierra de Villicum, se estiende a San J u a n , mientras q u e la elevación principal está en la sierra del T i g r e ( n o sé si pertenece aquí el c o r d ó n aislado, l l a m a d o P i é d e P a l o ; p r o b a b l e m e n t e es solo u n a ramificación d e la sierra d e la H u e r t a ) en la sierra del T o n t a l i Paramillo ( 4 ) . T o d o este c o n j u n t o l l a m a d o por Stelzner " A n t e - c o r d i l l e r a " , por Burmeister " P r o cordillera» i "Contra-cordilleran, p o r Strobel " P r e cordilleran ( n o m b r e s q u e solo tienen u n valor local, motivo por el cual m e parece inútil una discusión sobre la preferencia d e u n o de estos n o m b r e s ) , r e m a t a cerca de C a c h e u t a , al sur de M e n d o z a ; p e r o p r o b a b l e m e n t e c o n t i n ú a en las m o n t a ñ a s al este d e S a n Carlos i m a s al sur d e San Rafael en las c a d e n a s del n e v a d o i C a c h a h u e n , A n c a M a h u i d a , sierra V a l c h e t a i sierra J e n e r a l R o c a . T a m p o c o t o d a esta c a d e n a se considera c o m o parte d e las cordilleras. M a s al p o n i e n t e del n e v a d o d e San F r a n c i s c o viene del norte u n a

(4) Bajo el punto de vista jeolójico tal vez será mas exacto considerar como continuación de esta cordillera la serranía de montañas que principia desde el cerro Overo i se estiende al través de los cerros Bayos, Nuco, Chacay, Minas, Vutamallan i Paulauco.

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cordillera (llamada p o r San R o m á n cordillera de C l a u d i o Gay), q u e m u e s t r a al principio rocas volcánicas, i c o n t i n ú a por T r e s C r u c e s i Patos, el n e v a d o del B o n e t e , el E s t a n z u e l o , el P e ñ ó n ( d e s d e aquí granito con fragmentos d e esquitas arcillosas), por los P a s t o s Amarillos hasta el alto del C a c h i p a y a . C o n esta c a d e n a se j u n t a al p o n i e n t e u n a altiplanicie, q u e se p u e d e observar d e s d e la L a g u n a Brava ( q u e ya forma parte d e la cordillera) en u n a estension d e 5 0 0 kilómetros al sur. L o s llanos d e L a g u n i t a V e r d e , S a n t a Rosa, San Guillermo, C h i n guillas, T u d u m , T o c o t a , Calingasta, Yalguaraz i Uspallata n o son otra cosa q u e la c o n t i n u a c i ó n d e una gran altiplanicie q u e solo d e vez en c u a n d o es i n t e r r u m p i d a por grandes rios (rio B ' a n c o , San Guillermo, Palca, c u r s o inferior d e los r e u n i d o s rios de la Sal i del Valle del Cura, C a s t a ñ o i Calingasta) q u e se h a n abierto un c a u c e (cañón) profundo. E s t á cubierta en g r a n d e s estensiones de gruesas capas d e a r e n a (íipios?), algunas colinas aisladas se levantan por aquí i acullá, í solo d o n d e estos rios o sus afluentes siguen u n curso torcido en los cajones, j e n e r a l m e n t e mui angostos, se r e c o n o c e n las formaciones d e la b a s e p r o p i a m e n t e tal (granito, pórfiro de cuarzo, s e d i m e n t o s paleosóricos i mesozoicos). E s t a altiplanicie, q u e es u n o d e los fenómenos m a s interesantes d e la A m é r i c a del Sur, i al m i s m o t i e m p o d e u n gran interés para la arqueolojía, p o r q u e todavía hoi se p u e d e reconocer el célebre c a m i n o de los I n c a s , en p a r t e e m p e d r a d o , del cual se servían los p o d e r o s o s s o b e r a n o s del Perú en sus viajes al sur, d e b e tal vez su existencia a u n p o d e r o s o a c c i d e n t e tectónico cuyas causas m a s precisas solo revelarían n u m e r o s o s trabajos d e detalle. Bajo este p u n t o d e vista, los estudios h e c h o s por mí son solo estudios de introducción, p o r q u e primero h e t e n i d o q u e investigar el carácter jeolójico en jeneral d e las m o n t a ñ a s q u e se estienden al este i al oeste, i fijar la dirección del declive q u e en a d e l a n t e (por el c a m i n o d e los I n c a s ) llamaré Meseta de los Incas. L a parte norte c o r r e s p o n d e al curso del rio Blanco, q u e vierte sus aguas al este del R o d e o , al través de u n profundo valle trasversal en J a c h a l , la parte sur al rio Calingasta (respec. Castaño), q u e atraviesa i g u a l m e n t e la c a d e n a del este en un profundo cajón trasversal hacia San J u a n . E n t r e los dos sistemas d e rios, la altura d e la meseta llega a cerca d e 2 , 5 0 0 metros. H e recorrido los dos valles, pero n o h e arrib a d o todavía a una solución satisfactoria sobre su formación. L a queb r a d a d e J a c h a l tiene una lonjitud de 2 0 kilómetros; i c o m o el rio en la e n t r a d a (cerca de las T r a n c a s ) está cerca de 1 , 6 3 0 m e t r o s , i a la salida (en P a c h i m o c o ) cerca d e 1 , 3 8 0 metros de altura, tiene u n a caída

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de 2 5 0 metros m a s o m e n o s ( t é r m i n o m e d i o , por lo t a n t o 1 : 8 o ) , al paso q u e la altura d e la línea anticlinal del c o r d ó n q u e atraviesa es a p r o x i m a d a m e n t e d e 3 , 0 0 0 m e t r o s . P o r otra parte, la q u e b r a d a d e San J u a n tiene 3 0 kilómetros d e lonjitud i a la e n t r a d a del rio (Isla) tiene 1 , 3 0 0 metros d e altura, i a la salida p r o p i a m e n t e tal del valle trasversal (el rio corre todavía cerca d e 3 0 kilómetros m a s al sur, antes d e torcer su c u r s o por s e g u n d a vez al este para atravesar otra m o n t a ñ a ) , en Y o c a , 1 , 1 0 0 m e t r o s d e altura, i p o r lo t a n t o u n a caida d e 2 0 0 m e tros o t é r m i n o m e d i o 1 : 1 5 o . La altura d e la línea anticlinal d e la cad e n a atravesada ( c o n t i n u a c i ó n directa d e la anterior) tiene a q u í m a s o menos 3 , 3 0 0 metros. Ni en el u n o ni en el otro valle a p a r e c e n rocas volcánicas (las m o n tañas están formadas d e esquistas arcillosas paleozoicas i d e cales d e m o d e r n a formación) lo q u e c o m o otras veces suele aparecer, i se podría esplicar c o m o un f e n ó m e n o c o n c o m i t a n t e d e una r u p t u r a t e c t ó nica. L a s q u e b r a d a s m e n o r e s q u e bajan en a m b o s valles, al norte i al sur, dejan ver las mismas capas mezóicas q u e forman, a u n q u e solo en parte, el f u n d a m e n t o d é l a meseta d e los I n c a s . C o n s i d e r o q u e esta última h a sido cubierta d e ventisqueros en u n a época anterior. L a s formaciones d e gruesas capas d e a r e n a o piedra q u e yacen encima, son s e g u r a m e n t e restos d e las antiguas morainas del fondo, lo q u e c o m p r u e b a n las formas angulares d e los fragmentos de roca. E l e n o r m e v e n t i s q u e r o ha d e b i d o estar s u s p e n d i d o a la entrada d e los valles trasversales; i h a sido la causa d e la erosión d e ellos. G r a n parte d e las m o r a i n a s fueron sin d u d a arrastradas por el agua corriente por las q u e b r a d a s , c u a n d o el v e n t i s q u e r o se retiraba p o c o a p o c o a las m o n t a ñ a s s u p e r i o r e s — v e r e m o s q u e todavía se e n c u e n t r a n restos—i estos materiales se h a n d e p o s i t a d o en forma d e terrados d e ripios g r a n d e s , q u e se e n c u e n t r a n al norte i al sur d e S a n J u a n en gran c a n t i d a d (algo semejante h a ocurrido en M e n d o z a i m a s hacia el sur). S o b r e este último p u n t o véase a Stelzner a p u n t e s , etc. I, pajina 2 8 5 i siguientes. Al este d e la meseta d e los I n c a s se levanta la cordillera propiamente dicha, q u e a su vez se divide en cordillera del este i cordillera del oeste. D e s d e el c o r d ó n d e T r e s C r u c e s ( c o n t i n u a c i ó n d e la cordillera d e C l a u d i o G a y d e S a n R o m á n ) se estiende, formada en su mayor parte d e pizarras arcillosas i granito resp. d e pórfiro, la cordillera del este d e esta parte sur d e los A n d e s d e la A m é r i c a del S u r p o r el n e v a d o del Veladero (llamado "'Vidal G o r m a z n por San R o m á n ) , la c u m b r e d e las Barrrancas Blancas i el F a n d a n g o hasta las alturas d e Brea, Cara-

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chas, San Guillermito, el Fierro, S a l a d o , Colanguil, C o n c o n t a , Olivares, Ollita, M a n r i q u e , T o t o r a , Ansilta, Aldeco, Espinacito, T i g r e i A c o n c a g u a , P i c h e u t a , Paula, Plata Portillo (oriental), Cruz de Piedra i la Iglesia. Si el c o r d ó n a n i b a m e n c i o n a d o , d e s d e el cerro O v e r o hasta el cerro Palanco, se considera c o m o continuación p r o p i a m e n t e tal d e la cordillera del oeste, en ese caso la cordillera del este terminaría en el Atuel. La altura d e la línea anticlinal d e la cordillera del este es en parte m a y o r q u e la d e la cordillera del oeste o cordillera limítrofe, q u e form a la línea divisoria de las aguas. El reí de los cerros de la América, el A c o n c a g u a (cerca de 7,000 m e t r o s d e altura), está situado en u n a meseta d e u n i ó n e n t r e a m b a s cordilleras, i no pertenece a ninguna d e las dos. M a s arriba ya h e m o s h a b l a d o d e la cordillera del oeste o d e límite. A g r e g a r e m o s todavía algunas palabras sobre la separación hidrográfica d e las dos cordilleras. T o d a la estensron entre las cordilleras principales del n o r t e no tiene d e s a g ü e ; u n gran desierto con n u m e r o s a s estepas salinas, lagunas i llanuras d e arena se estiende e n t r e las dos altas m o n t a ñ a s . C o m p l e t a m e n t e distinto es el carácter de la depresión entre las dos cordilleras principales del sur q u e se acercan m u c h o mas q u e las del norte. A q u í solo son valles longitudinales m a s o m e n o s angostos los q u e separan las dos c a d e n a s , i en los cuales se r e ú n e n las fuentes d e los rios m a s grandes del territorio, para correr hacia el norte o hacia el sur i para r o m p e r en seguida en u n a curvatura, la formidable cordillera del este, f o r m a n d o n u m e r o s o s cajones llenos de cataratas, en su m a y o r parte inaccesibles (5). E s t o s valles, a su vez, se c o m u n i c a n por c o r d o n e s trasversales, t o d o s los cuales parecen ser transitables (mis investigaciones sobre este p u n t o no h a n t e r m i n a d o a u n ) , i p e r m i t e n viajar sin obstáculo alguno a lo largo e n t r e las dos Cordilleras. E n el norte, el rio B l a n c o corre en dirección sur, i se u n e al rio Macho, m u e r t o m a s arriba d e P u c h a p u c h a , q u e nace en el P o t r o i rodea los M o g o t e s en u n a gran curvatura siguiendo su curso primero al sur, i en seguida otra vez al norte. A lo largo d e los valles q u e se le r e ú n e n d e s d e el sur hai un c a m i n o q u e c o n d u c e al valle del rio de la Sal, q u e cor r i e n d o al sur recibe en los Bañitos de la T a g u a s un rio q u e viene del sur

(5) N o he tenido ocasión de pasar por ninguno de estos valles trasversales (para los caballos son inaccesibles), de manera que no puedo dar pormenores acerca df su oríjen.

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(rio d e las T a g u a s ) , i en Jarillal igualmente el rio del valle del C u r a q u e t a m b i é n viene del sur, para atravesar en seguida la cordillera del este. Si se a n d a a c a b i l l o hasta el t é r m i n o del valle del C u r a , se p u e d e , a u n q u e siempre con alguna dificultid, llegar d i r e c t a m e n t e a la rejion del oríjen del rio C a s t a ñ o . El afluente de este rio, q u e está m a s al sur, es el rio Atutía q u e al principio corre en dirección sur, i d e s p u é s de reunirse con otros tributarios (rio Blanco, San L o r e n z o , San F r a n c i s co, M e l c h o r ) r o m p e la cordillera de Ollita. Del rio Atutía se p u e d e llegar otra vez al gran valle d e S a n t a Cruz, q u e todavía n o ha sido e s p l o r a d o por mí, cuyo rio, c o r r i e n d o en dirección sur, forma un afluente principal del rio de San J u a n , d e s p u é s d e h a b e r t o r c i d o su curso entre las cimas d e nieve del A n s i t a i Aldeco corno el R i o C o l o r a d o . D e s d e un tributario lateral q u e viene del sur del rio m e n c i o n a d o , se llega a la rejion d e n a c i m i e n t o del rio d e los Patos, q u e al principio corre t a m b i é n en dirección sur, i pasa s e r p e n t e a n d o e n t r e el E s p i n a c i to i el A c o n c a g u a . D e s d e los afluentes m e r i d i o n a l e s del rio de los P a tos, se p u e d e llegar a través d e la altiplanicie llamada M e s a del V o l can (al este del m o n t e a i s l a d o A c o n c a g u a ) al rio de M e n d o z a ; i d e s d e éste, p a s a n d o por el valle del rio T u p u n g a t o q u e viene del sur al T u nuyan q u e corre en dirección sur i q u e r o m p e la c a d e n a del Portillo. D e s d e u n o de los tributarios meridionales del último d e estos rios, tal vez d e s d e el Duraznito, se p o d r á llegar a la laguna del D i a m a n t e , de la cual sale el rio D i a m a n t e en dirección sur. D e esta m a n e r a es posible viajar casi en línea recta e n t r e dos cordilleras situadas a poca distancia u n a de otra, en su mayor p a r t e c u b i e r tas d e nieve (6) d e s d e el g r a d o 28 hasta 3 5 latitud sur; por t a n t o siete grados de m e r i d i a n o o cerca d e 8 0 0 kilómetros sin e n c o n t r a r (con escepcion d e la P u n t a d e Vacas) una h a b i t a c i ó n , pero siempre agua fresca, leña i pasto en a b u n d a n c i a para el g a n a d o , c o m o a s i m i s m o rica caza de vicuñas i guanacos, patos i gansos. T e n e m o s por t a n t o aquí un contraste con la gran meseta de los I n c a s . Las dos depresiones son formaciones fenomenales de p r i m e r g r a d o . P a r a p o d e r s e esplicar la formación particular d e estos valles d e la m o n t a ñ a , d e b o agregar aun algunas observaciones jeolójicas. P e r o com o aquí n o será mi propósito escribir un t r a t a d o de jeolojía d e las

(6) La formación peculiar de la cordillera es la causa de que para viajar de la Arjentina a Chile casi siempre haya que atravesar dos cordilleras, a no ser que el valle del rio que se abre paso al través de la cadena oriental sea transitable, tal como sucede en Agua Negra i en el rio Mendoza.

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cordilleras (mi m a p a jeolójico p r e s e n t a r á un c u a d r o c o m p e n d i o s o sobre esta materia) solo m e limitaré a d j r una idea jeneral, c o m o asi m i s m o al tratar de los pasos de la cordillera, i solo u n a q u e otra vez t o m a r é en c u e n t a las condiciones jeolójicas, sin entrar en pormenoresL a cordillera del oeste o d e límite p r o p i a m e n t e dicha (7), en su mayor está formada d e rocas mezóicas (areniscas, cal, margo), q u e d e s d e la formación del »rhásn llegan hasta la formación cretácea. E s tas capas, en parte a b u n d a n t e s en petrefactos, son atravesadas p o r n u merosas vetas i diques de rocas eruptivas. Los porfiritos, dioritas, porfirita diorítica, melafiro, diabaso i roca (?) amygdaloide, forman el g r u p o mas a n t i g u o ; a las q u e siguieron después, andesitas anjíticas i amfibólicas, basaltos i en a'gunas partes t a m b i é n vidrios naturales ( o b sidiana, perlita, piedra pómez). Sobre t o d o las tobas de estas masas volcánicas forman g r a n d e s estensiones d e la cordillera del oeste. U n lugar especial o c u p a n todavía e n t r e las rocas eruptivas, los granitos d e e d a d m a s reciente, sobre t o d o las dioritas, las rocas a n d i n a s , " A n d e n g é s t e m e " , de Ste'zner, q u e parece atribuir su oríjen al p e r í o d o terciario. Y o , por mi parte, he llegado a la conclusión d e q u e parte d e estas rocas son d e la época mezosóica; pero iria d e m a s i a d o lejos en este trabajo al entrar en estas cuestiones. L o s jeólogos chilenos, sobre t o d o Pissis, han sentado las teorías m a s estrávagantes sobre la época i el oríjen de las e n o r m e s masas de rocas mezosótcas, teorías q u e están en abierta oposición con los hechos jeolójicos. Según estas teorías, la mayor p a r t e de estas rocas serian primit i v a m e n t e s e d i m e n t o s , m o s t r á n d o s e t o d a la serie de las formaciones jeolójicas d e s d e el c a m b r i u m hasta la cretaíca. E n seguida, dicen, q u e por u n gran proceso d e trasformacion se h a n c a m b i a d o estas p o d e r o s a s masas en nuevos productos. D e esta manera, estos famosos -.pórfiros estratificados" han sido i n t r o d u c i d o s en la literatura, i h a n seguido d e s e m p e ñ a n d o papel mitolójico. Y a autores m a s antiguos, sobre t o d o d o n A. Philippi, repetidas veces han l l a m a d o la atención sobre la e n o r m i d a d i estravagancia de esta
(7) La cordillera chilena de la costa está formada de esquistas cristalinas antiguas atravesadas de rocas antiguo-plutónicas, sobre las cuales (según Steinmann) se han depositado inmediatamente, es decir, sin que las capas paleozoicas formaran un estado intermediario, las capas mezóicas que se mencionarán mas adelante. Dentro de estas últimas aparecen en muchas portes grandes pedazos de granito, resp. de diosila, pero que hasta ahora han sido poco estudiados. En caso de no formar parte de las rocas andinas de Stelzner, deben considerarse ^casi como restos de la montaña fundamental destruida por la denudación.

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teoría, i h a n criticado s e v e r a m e n t e el l l a m a d o m a p a jeolójico por A . Pissis, q u e con una a u d a c i a q u e a s o m b r a , fija límites entre las capas paleozoicas, dyásicas, triásicas, jurásicas i cretáceas d e n t r o d e las rocas sedimentarias i eruptivas d e u n a m i s m a clase i época. El q u e vino a dilucidar este a s u n t o por primera vez, ha sido Stelzner, pero n o p u d o c o n t i n u a r sus brillantes estudios, iniciados con t a n t o éxito, por haber a c e p t a d o u n a colocación en F r i b u r g o , a consecuencia d e la difícil situación q u e se habia p r o d u c i d o en el pais. E s t u d i o s mas i m p o r t a n t e s sobre este p u n t o , d e b e m o s esperar de S t e n i m a n n , q u e d e s p u é s de h a b e r formado parte de la espedicion alem a n a del paso d e V e n u s en el sur d e Chile, se d e d i c ó por algún tiemp o a los estudios jeolójicos en las cordilleras de Chile i d e Bolivia. Al otro lado (al este) de los g r a n d e s valles lonjitudinales entre las dos cordilleras del sur, en lugar de la serie d e capas mezosóicas, de r e p e n t e i sin q u e se e n c u e n t r e vestijio alguno al oeste d e ellas, a p a r e cen rocas paleozoicas en p a r t e ricas en petrefactos, q u e están atravesadas de granito i pórfiros de cuarzo, i n o mui raras veces se e n c u e n t r a n trasformadas en trapes, q u e p a r t i e n d o d e la alta m e s e t a d e Bolivia, participan principalmente en la composición d e la parte austral de la cordillera del este, de su ramificación oriental, c o m o asimismo del fondo de la gran altiplanicie situada e n t r e m e d i o . E n seguida, m a s abajo siguen rocas cristalinas antiguas (sobre t o d o de gneis i antiguas d e granito, pero entre éstas hai algunas formaciones aisladas paleozoicas), q u e llegando a Bolivia, i g u a l m e n t e forman u n a parte de las m o n t a ñ a s , a las q u e h e d a d o el n o m b r e de Cordillera oriental del norte, i q u e mas al sur forman la parte principal en la composición de las m o n t a ñ a s bajas q u e se levantan escarpadas en las llanuras d e la Arjentina media. E n m u c h a s partes, sobre estas formaciones cristalinas antiguas ¡-paleozoicas, se han s o b r e p u e s t o capas mezosóicas cuya edad, en parte • por falta de petrificaciones, n o se ha p o d i d o averiguar. A los grupos de capas arcaicas, se agregan al este, en seguida, en la p a r t e n o r t e del territorio, formaciones paleozoicas grandes, nuevas, q u e a su vez dan lugar a yacimientos mas recientes mezosóicos ( p r o b a b l e m e n t e en su m a y o r p a r t e cretáceos). V o l v a m o s otra vez a la cordillera principal oriental del sur; i resultará en primer lugar el raro f e n ó m e n o de q u e p r i n c i p i a n d o por los elevados valles (al sur del g r a d o 28 latitud sur) n o se ha o b s e r v a d o un solo yacimiento me/.osóico, d e n t r o de la rejion d e las capas paleozoicas atravesadas p o r g r a n i t o i pórfiro d e cuarzo. El declive del Espina-

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cito, d o n d e Stelzner en ¡a cima del paso, a 4,400 ni. d e altura, ha enc o n t r a d o fósiles jurásicos, está situado al oeste del límite de los g r a m os). Solo aparecen al pié d e la cordillera, en el b o r d e occidental i en el fondo d e la gran m e s e t a d e los I n c a s , i se p u e d e n seguir o b s e r v a n d o hacia el este en tanto q u e haya m o n t a ñ a s . P e r o aquí ocurre otro fenóm e n o singular. Al paso q u e las formaciones mezosóicas q u e aparecen al o c c i d e n t e d e la cordillera del este a b u n d a n en c o n c h a s marinas, en los yacimientos mezosóicos al este, hasta hoi dia n o se ha e n c o n t r a d o rastro a l g u n o (8). A mi m e parece q u e estos hechos nos sirven para resolver el prob l e m a de la formación d e la parte sur d e n u e s t r o c o n t i n e n t e . A fines del período arcaico, Chile i la cordillera d e la costa, formaban u n continente, cuyo b o r d e occidental p r i n c i p i a b a a ser b a ñ a d o por el mar paleozoico. D e s d e fines de la época paleozoica, la actual cordillera del este ha formado la corta occidental d e la A m é r i c a del Sur, la cual tenia por delante, al occidente, u n a gran c a d e n a de islas (semejante a las islas del sur d e Chile). L a cordillera del oeste o de límite d e hoi dia, se e n c o n t r a b a en la época mezosóica debajo el mar (algunas islas graníticas aisladas p u e d e n h a b e r salido de la superficie d e las aguas). P o r cualquier a c o n t e c i m i e n t o tectónico a p a r e c i ó poco a poco la cordillera.del oeste o de límite (con m a s d e 5,000 m. d e altura); pero la antigua costa dejó en los altos valles mas arriba n o m b r a d o s sus rastros. L a parte restante i mayor de la R e p ú b l i c a Arjentina p e r m a n e c i ó tierra firme. D u r a n t e el p e r í o d o terciario, una p a r t e del c o n t i n e n t e (la rejion sur del P a r a n á i Patogonia oriental) principia a desaparecer d e bajo del océano. E s t o lo c o m p r u e b a n las formaciones terciarias marinas q u e aparecen, i q u e solo se han o b s e r v a d o aquí, p e r o n o en otra parte en el interior del pais ( 9 ) . D e s p u é s del l e v a n t a m i e n t o posterior
(8) Sobre este punto ya llama la atención Stelzner (apuntes etc. I, pajina 118); solo que aquí habla únicamente de formaciones jurásicas. Yo me permitiría agregarl e "marinas»; porque en los enormes yacimientos de areniscas que están situados en las capas de la formación del "rhatn que aparecen en muchos lugares (de agua dulce), lo considero como formaciones continentales (por agua dulce e influencias eólicas) que corresponden en paite a la época jurásica. (9) Las salinas i lagunas saladas que aparecen en muchas partes del pais, tanto en la llanura como en la parte elevada de las montañas, en tanto que se encuentran en la rejion de que tratamos, no tienen nada que ver con los yacimientos marinos de fcrmacion posterior. Si no fuera así también se encontrarían corchas marinas en los alrededores. Provienen en parte de capas mezosóicas que contienen sal (que han sido marinas en una época anterior) al otro lado de la cordillera principal oriental, cuyas cenizas han sido lavadas para separar las sales alcalíes que contenían. D e esDOCUMENTOS 14

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d e estas rejiones del fondo del mar, resultaron las c o n d i c i o n e s actuales d e la costa d e la R e p ú b l i c a Arjentina. E s t a s o b s e r v a c i o n e s jeolójicas jenerales serán suficientes para el lector. Ellas solo tienen por objeto d a r u n a esplicacion d e las particularidades jeolójicas i topográficas de la parte d e la cordillera d e q u e h e m o s tratado, a las personas q u e n o posean los c o n o c i m i e n t o s jeolójicos necesarios; i en p a r t e c o r r e s p o n d e n a los deseos d e u n o de nuestros primeros investigadores, P . Güssfeldt, q u e en las pajinas 208 i 209 de su o b r a Viaje a los Andes, llama la atención d e los investigadores posteriores, o b s e r v a n d o q u e solo con un estudio sistemático p u e d e resolverse el p r o b l e m a sobre la formación d e las cordilleras. Quizas t a m b i é n el zoólogo i el b o t á n i c o m e p e d i r á n algunos datos sobre sus ciencias respectivas. Al primero le hablaría d e vicuñas, guanacos, p u m a s , biscachas, chinchillas, armadillos i otros mamíferos, del cóndor, gansos silvestres, patos i palomas, loros i colibríes, d e serpientes i g r a n d e s lagartos, d e chinches, pulgas i otros parásitos. Al s e g u n d o , d e yerbas d e la cordillera i arbustos de las altas m o n t a ñ a s q u e (en p a r t e tienen su desarrollo principal d e b a j o d e la tierra) ofrecen al viajero la leña necesaria para calentar su cuerpo aterido d e frió, i para preparar su frugal c o m i d a en las cordilleras. P e r o solo podria comunicarles lo m i s m o q u e ya han referido otros viajeros a n t e r i o r m e n t e . L o s trabajos jeolójicos i topográficos absorbieron d e tal m a n e r a el t i e m p o en mis viajes en las cordilleras, q u e he t e n i d o mui poco t i e m p o d i s p o n i b l e para d e d i c a r m e al estudio d e la naturaleza orgánica. P o r otra parte, estos estudios solo podrían t e n e r u n valor secundario, pues solo zoólogos i b o t á n i c o s d e profesión p u e d e n a este respecto ser útiles a la ciencia, p o r q u e son los únicos aptos para dirijir la atención sobre objetos q u e exijen u n e s t u d i o m a s d e t e n i d o .
tas aguas salinas cuando llegan (o han llegado antes) a lagunas estancadas, se precipita el cloruro de sodio o sulfato de soda, etc. Trataré de probar en otra parte que esto mismo puede aplicarse a las grandes salinas de las provincias de Córdoba, Catamarca, La Rioja i San Luis. En el presente trabajo no me corresponde tratar mas detenidamente estas cuestiones i las que se relacionan con esta materia.

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E l paso de S a n F r a n c i s c o al t r a v e s de l a c o r d i l l e r a por el doctor Jerman Burmeister

(De las Geogtafhiscke Miitheilungen de Petermann, 1 8 6 4 , páj. 8 6 5 ) E l proyecto d e u n ferrocarril e n t r e C a t a m a r c a i C o p i a p ó a t r a v e s a n d o la Cordillera, h a d a d o la ocasión d e hacer u n e s t u d i o exacto d e los pasos d e esa rejion i d e a u m e n t a r el c o n o c i m i e n t o d e la c o n s t i t u c i ó n d e esa p a r t e d e dicha m o n t a ñ a . E l mérito d e ese p e n o s o trabajo pertenece al señor G u i l l e r m o Wheelwright, contratista d e la línea d e R o s a r i o a C ó r d o b a , i u n o d e los h o m b r e s m a s a g r a d a b l e s i h o n r a d o s q u e yo haya c o n o c i d o . D u r a n t e mi estadía en B u e n o s A i r e s p u s o a mi disposición t o d o s los estudios q u e h a b i a h e c h o , los cuales m e h a n servido d e b a s e para esta descripción del c a m i n o p o r el paso d e S a n F i a n c i s c o , q u e es, d e t o d o s los q u e hai en esta rejion, el q u e p a r e c e ofrecer m a s v e n tajas para u n a via férrea, i c o m o es al m i s m o t i e m p o u n o d e los m e n o s c o n o c i d o s , creo útil describirlo a q u í , T r o y a i la d e B a r r a n c a Blanca c o m o ya lo hice a n t e r i o r m e n t e d e 1 8 6 0 , páj. 3 6 9 i con el paso t a m b i é n recorrido por mí al traves d e las q u e b r a d a s d e la ( Mittheilungen l á m . j ó ) . Se hallará breves d a t o s sobre los otros pasos d e esta parte d e la cordillera, situados m a s al sur, en mi Viaje a los Estados de la Plata, t o m o 2 . , pájs. 2 4 3 i siguientes (1).
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(1) Parece que el profesor Burmeister no sabia que un croquis del ferrocarril proyectado por Wheebvright al traves de la cordillera, con un perfil i un informe del injeniero Flint habia sido publicado en el Boletín de la Sociedad feográfica de L o n dres correspondiente a 1 8 6 1 , p á j . 1 5 5 i * i g s . ; pi.ro i . u i m,... t a |>uo , p u c - • a c u e --. lla publicación se hace casi esclusiva referencia a la construcción del proyectado ferrocarril, mientras que el profesor Burmeister se ocupa mas de la estructura i de

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E l principio del c a m i n o p o r el paso d e San F r a n c i s c o es, por el l a d o arjentino, igual al ya descrito d e la q u e b r a d a de la T r o y a . Se sube por el valle del rio C o p a c a b a n a hasta Anillaco, en cuyo trayecto el establecimiento d e u n ferrocarril n o ofrece dificultad alguna. Arriba d e Anillaco n o se sigue al o e s t e a s c e n d i e n d o el rio Troya, sino q u e se va al n o r t e siguiendo el rio Anillaco (V. los Mittheilungen, 1 8 6 3 , p. 1 1 2 ) hasta F i a m b a l á , situado a r o leguas d e Anillaco, al pié de la c a d e n a oriental q u e limita al valle b a s t a n t e a n c h o del rio Anillaco. Su altitud s o b r e el Pacífico es de 4 , 8 8 0 pies franceses (según el señor E d . Flint, injeniero e n c a r g a d o del e s t u d i o d e este c a m i n o por Wheelwright, mientras q u e otro injeniero, el señor N a r a n j o , q u e recorrió este c a m i n o con el m i s m o objeto i por o r d e n del m i s m o , la estimó en 4 , 8 6 5 pies). C e r c a d e aquí se e n c u e n t r a n las aguas termales de q u e he h a b l a d o en mi viaje ( t o m o 2 . , páj. 2 5 1 ) ; pero n o p e r t e n e c e n a la c a d e n a o c c i d e n t a l , o d e F a m a t i m a , sino a las m o n t a ñ a s metamórficas orientales q u e corren a q u í d e norte a sur, p a r a l e l a m e n t e a la cordillera, i r e m a t a n en el cerro N e g r o , al sur de C o p a c a b a n a . Arriba de F i a m b a l á el rio, q u e d e s d e allí t o m a el n o m b r e de F i a m b a l á , forma un brusco r o d e o hacia el oeste, j u n t o con e' c a m i n o q u e lo a c o m p a ñ a , pues el rio sale aquí, lo m i s m o q u e el d e la T r o y a , d e u n a estrecha garganta d e la m o n t a ñ a ( 2 )
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la topografía de esta parte de los Andes, i, cosa muí importante, hace una comparación entre el paso de San Francisco i otro mas al sur que ha recorrido, desprendiéndose de aquella que los Andes tienen en ambos la misma constitución. En cuanto a las diferencias, en su mayor parte insignificantes, en la salvación de las altitudes, no se da esplicacion alguna. Para la orientación hai que referirse al mapa de Burmeister citado mas arriba i al croquis del periódico ingles, siendo de notar que el cerro de San Francisco, al sur del paso, está situado a unas 20 leguas del cerro Bonete. Constituye, con la cumbre mas sur del cerro del Potro, los puntos mas altos de la planicie oriental de la cordillera, mientras el volcan Copiapó es la cumbre mas elevada de la planicie occidental en esta rejion.—A. P E T E K M A N N . (2) La tal segunda garganta existe, pues, en realidad, contrariando lo que he dicho en los Miitheihmgen de 1863, páj. 111. Las rectificaciones hechas en mi mapa son completadas al mismo tiempo por la descripción del rio Anillaco i de los brazos de sus manantiales, continuado el mismo artículo en vista de datos de Wheelwright, i yo mismo voi a esponer aquí otras correcciones al mapa. Los viajeros que, a falta de investigaciones o de comprobaciones personales hacen sus descripciones basándose en díceres de los habitantes, están espueslos a errores de todas clases, sea porque han entendido mal datos comunmente mui incompletos, sea porque ellos mismos lian sido mal entendidos al hacer sus preguntas. Los lugareños poseen frecuentemente, es cierto, conocimientos mui exactos sobre la dirección de las montañas i de los rios. pero no son siempre capaces de espresarlos con claridad, i mucho menos de comprender los croquis jeográficos que les muestra el viajero. Así fué

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q u e corta a la c a d e n a esquitosa paleozoica, c o n t i n u a c i ó n d e la sierra d e F a m a t i n a . La e n t r a d a de la garganta es b a s t a n t e a n c h a , p o r q u e otro p e q u e ñ o rio p r o v e n i e n t e t a m b i é n del norte, pero c o r r i e n d o en la m o n -

como incurrí en varios errores relativamente al curso de los rios de esta parte de la cordillera; pero después me relacioné con personas mas intelijentes i pude proporcionarme ciatos mas completos que vinieron a rectificar a los anteriores. El rio Jagüel nace, como ya se dijo en la primera rectificación, al pié de la meseta oriental de la cordillera, cerca del cerro Bonete, i corre primeramente al sur en un valle muí estrecho, de paredes abruptas. Poco después se junta con el rio Loro, que antes seguia a su lado la misma dirección al oeste, i ambos reunidos corren, con el nombre de Jagüel, en el valle entre la cordillera i el Alto del Machaco, designado en mi carta como cuesta de la Troya, hacia el sur hasta la aldea de Yaque donde comienza la llanura entre las cordilleras i la sierra Famatina. Un poco mas al sur el rio se acrecenta con el Vinchina, que corre al este (o del este?) cerca de él, después de hacerlo del norte en el estrecho valle entre el Alto del Machaco i la sierra Famatina. En mi viaje no habia visto este rio i por eso no lo tracé en mi mapa; pero mas tarde, el señor Martin de Monssy, cuando su última estadía en Buenos Aires, me informó de su existencia i de su trayecto. Nace, lo mismo que el de la Troya, de las faldas orientales del Alto del Machaco, un poco al sur de aquél, i se junta con el Jagüel arriba de Vinchina, que le da su nombre. De ambos se forma el rio Bermejo, que riega el llano comprendido entre la cordillera i la tierra Famatina i llega hasta cerca de San Juan. El rio Salado, que corre con el Blanco en los valles entre las mesetas oriental i occidental de la cordillera, de norte a sur, no entra, como lo he puesto en mi mapa, por la parte superior del llano ya mencionado entre la cordillera i la sierra Famatina, sin-> que queda durante 5 leguas en el largo valle situado entre las mesetas de la cordillera sin recibir nuevos afluentes. Toma mas lejos el nombre de rio Jachal i se separa de la cordillera en las inmediaciones del paso de Doña Ana, mas o menos por 29 35' S. El paso que he indicado al .través de la meseta oriental de la cordilllera i por el cual yo hacia correr el rio Salado, no existe, por consiguiente, i descansa en un error de parte mía proveniente de datos recojidos mas tarde en Chile, mientras que mí guia, conocedor de la localidad, me habia dicho precisamente durante el viaje que el rio Salado, después de haberse juntado con el Blanco se echaba en el Jachal, es decir, para hablar mas exactamente, que era el mismo rio. No sé tampoco con certeza en qué parte se juntan aquellos dos ríos; pero de todos modos lo hacen al norte del paso de Come-caballos, pues no hallo indicación alguna de que por este paso corra otro río que el Salado. Este corre pues muchas leguas en el mismo estrecho valle sin recibir ningún afluente notable i toma el nombre de Jachal cuando sale de la montaña, i en ella se halla situada en sus orillas la localidad del mismo nombre. Desde allí se dírije hacia el SE. para unirse mas lejos con el rio Bermejo al norte de San Juan. En cuanto al curso superior nada tengo que agregar, pues está en todo conforne con lo que dije en mi viaje. Es probable que el rio Salado del oeste reciba las aguas del volcan Copiapó, i el rio Blanco del este, con el arroyo del mismo nombre las suyas de la falda occidental del cerro Bonete; pero no tengo a este respecto dato alguno.—Bt'U0 o

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t a ñ a misma d e P i e d r a - p a r a d a , se echa aquí en el rio F i a m b a l á ; pero p r o n t o , arriba d e esta boca, se estrecha m u c h o i se bifurca p e n e t r a n d o hacia el N O . i S O . en la m o n t a ñ a . E n a m b o s brazos corren aguas i p e n e t r a n c a m i n o s , i el del N O . , m a s corto, p e r o m a s difícil, constituye un valle b a s t a n t e a n c h o p e r o d e p e n d i e n t e mui fuerte, i t e r m i n a en el N O . en u n a gran roca granítica ais'ada d e n o m i n a d a P i e d r a - p a r a d a , en cuyo pié nace u n arroyo del m i s m o n o m b r e . H a i q u e trepar por u n a cuesta a b r u p t a para ir d e aquí al paso d e San Francisco, c o n d u c i e n d o esa cuesta p r i m e r a m e n t e al valle d e l rio C a s a d e r o , c o n t i n u a c i ó n s u p e rior del F i a m b a l á o Anillaco. E l b r a z o S O , l l a m a d o q u e b r a d a d e Chaschuil, es en su oríjen t a n estrecho c o m o la d e la T r o y a i es d e p e n d i e n t e m u i rápida. E l suelo está lleno d e g r a n d e s i p e q u e ñ o s trozos d e roca al través d e los cuales el rio se a b r e r u i d o s a m e n t e c a m i n o , i murallas a p i q u e formadas por rocas sedimentarias, areniscos arcillosos gris-rojizos lo cierran por amb o s l a d o s . E s t e angosto desfiladero s u b e d u r a n t e 2 leguas, d e s p u é s d e las cuales se e n s a n c h a i principia a describir u n arco hacia el oeste, N O , i en seguida, p o c o a p o c o bien hacia el norte. Cerca d e la curva principal del valle i del rio hai u n o s bajos p a n t a n o s o s r o d e a d o s por algarrobos, lo m i s m o q u e m a s al sur, en la C i é n a g a - r e d o n d a , cerca del rio d e la Troya, cuya c o m a r c a es mui parecida en c u a n t o a sus relaciones c o n la m o n t a ñ a , c o m o q u e n o es otra cosa q u e la c o n t i n u a c i ó n del m i s m o valle e n t r e las d o s c a d e n a s del sistema d e F a m a t i n a , al cual p e r t e n e c e n estos pastoreos o alojamientos. H a i a u n en ese lugar, l l a m a d o A l o j a m i e n t o d e Chaschuil un c a m i n o q u e c o n d u c e hacia el s u r al través del valle i m a s léjrs hacia la C i é n a g a - r e d o n d a para salir en ese p u n t o d e la q u e b r a d a d e la T r o y a . E s cierto q u e la c o n s t r u c ción d e u n ferrocarril tropezaría en ese c a m i n o c o n las mismas dificult a d e s q u e en la q u e b r a d a d e C h a s c h u i l ; ni aquí ni allá podría llevarse a c a b o sin grandes obras accesorias. D e F i a m b a l á al A l o j a m i e n t o d e C h a s c h u i l h a i 12 leguas, i este último se halla según Flint, a 9778 pies franceses sobre el m a r . D e s d e C h a s c h u i l el valle, e s t e n d i d o hacía el sur en dirección a la C i é n a g a - r e d o n d a , se dirije recto hacia el norte, s e p a r a n d o a q u í c o m o allá las d o s c a d e n a s d e la c o n t i n u a c i ó n d e la sierra F a m a t i n a . E s c ó m o d o para el viaje d e subida, tiene b a s t a n t e vejetacion d e arbustíllos cerca d e los sitios pastosos i n m e d i a t o s al rio, i en n i n g u n a parte está i n t e r r u m p i d a por caidas a pique. Se llega así a un lugar d o n d e se tiene, por el este, la e'evada masa granítica d e P i e d r a - p a r a d a , q u e t a m b i é n se estiende a q u í al través del valle i lo vuelve a estrechar

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m u c h o . Allí forma el río grandes saltos q u e abarcan, con i n t e r r u p c i o nes, espacios considerables, i a u n en cierto p u n t o q u e d a dividido e n dos brazos p o r d o s cerritos situados al m e d i o del valle. L o s alrededores d e la P i e d r a - p a r a d a son conocidos con el n o m b r e d e el C a s a d e r o , c o m o t a m b i é n el rio. La distancia a C h a s c h u i l es d e trece leguas i su altitud d e 11,000 pies, según Flint. D e s d e allí h a s t a la represa formada p o r los d o s cerritos hai siete leguas, i la a l t i t u d , según N a r a n j o , es ya d e 12,000 pies. E n ese corto t r e c h o el valle c a m b i a u n p o c o su dirección t o m a n d o n u e v a m e n t e del norte al noroeste para c o n t i n u a r , arriba d e los cerritos, otra vez hacia el norte, i p r o b a b l e m e n t e en esta dirección se halla la c o n t i n u a c i ó n del valle e n el cual corre m a s al sur el rio Jagüel, cuyo valle, según s a b e m o s , separa la cordillera p r o p i a m e n t e dicha del sistema d e F a m a t i n a . E s evid e n t e q u e la q u e la irrupción d e granito, base del macizo d e F a m a t i n a i n o visible m a s al sur, ha p r o d u c i d o ese desvío, o mejor en i n t e r r u p ción en el trascurso del valle, i obligado así el rio, q u e -por la dirección d e su valie debia echarse en el Jagüel, a abrirse c a m i n o al través d e la F a m a t i n a para llegar al llano d e F i a m b a l á . E s d e notar, p o r otra parte, según observación d e N a r a n j o , q u e los q u e viajan h a b i t u a l m e n t e por el paso d e San F r a n c i s c o n o t o m a n n u n c a este c a m i n o m a s largo d e la rejion del C a s a d e r o por Chaschuil sino siempre el mas corto por la sierra vecina a la P i e d r a - p a r a d a , al tiaves del valle del rio del m i s m o n o m b r e , n o o b s t a n t e q u e d e b e ser excesivam e n t e penoso p o r las subidas a b r u p t a s d e las d e n t e l l a d u r a s d e la cuesta. A s c e n d i e n d o el C a s a d e r o , el valle, q u e t o m a e n t o n c e s el m i s m o n o m b r e , c a m b i a p o c o d e aspecto; en partes tiene u n a a n c h u r a considerable, q u e se estima hasta en d o s leguas, i d e vez en c u a n d o bajos p a n t a n o s o s con a r b u s t o s ; pero hai t a m b i é n espacios estrechos i escarp a d o s cubiertos d e piedras r o d a d a s i d e cantos, mientras q u e en las faldas i en el fondo se ve g r a n d e s masas d e a r e n a cerno en el valle del Jagüel. E n jeneral, el informe del señor N a r a n j o es m e n o s favorable q u e el del señor Flint para el e s t a b l e c i m i e n t o d e u n a via férrea; el primero dice q u e en t o d a la distancia d e veinte leguas e n t r e C a s a d e r o i el paso d e San F r a n c i s c o no hai m a s q u e seis a siete practicables, siendo el resto tan lleno d e rocas sueltas i tan desigual q u e las obras accesorias tendrían q u e ser considerables. Se llega así, s i e m p r e sub i e n d o , a u n lugar en q u e dos riachuelos se j u n t a n con el rio principal: u n o , q u e viene del norte, se llama rio San Francisco, i el otro, d e l oeste, rio Losas, i a lo largo d e a m b o s hai c a m i n o s q u e c o n d u c e n a la cuesta d e la m o n t a ñ a .

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APÉNDICE

Q-4

E l valle del rio L o s a s es m a s corto, p e r o m a s p e n o s o a causa d e su p e n d i e n t e mas r á p i d a i d e la mayor altura del atravieso d e la c u m b r e c o n d u c e , entre altas laderas, a dicha c u m b r e , a la cual atraviesa por u n a a n c h a a b e r t u r a , b a j a n d o en u n a depresión llana i estensa situada a r r i b i d e la meseta i en cuya orilla m a s setentrional i m a s baja se halla u n r e c e p t á c u l o de agua b a s t a n t e g r a n d e llamado laguna V e r d e . E! valle del rio San Francisco es la c o n t i n u a c i ó n al norte, en línea recta del rio C a s a d e r o i conserva e n t e r a m e n t e el m i s m o carácter; asc i e n d e con un declive m a s suave i un fondo m a s a n c h o h a s t a un lugar por d o n d e hai q u e pasar el b o r d e oriental d e la meseta d e la cordillera! L o s alrededores c o n t i e n e n m u c h a s costras salinas, pero t a m b i é n a trec h o s bajos p a n t a n o s o s c o n arbustos. Llevan el n o m b r e d e P u n t o d e San F r a n c i s c o i se hallan, según estimación del señor Flint, a 12,446 pies sobre el mar. E s t o c o n c u e r d a b a s t a n t e bien con la m e d i d a q u e he t o m a d o en la laguna Brava del c a m i n o sobre la Barranca Blanca, d o n d e yo m e hallaba a m e d i a altura del s e g u n d o escalón d e la meseta d e la cordillera, a 13,081 pies. D e s p u é s q u e se ha a l c a n z a d o al b o r d e del P u n t o d e San F r a n c i s c o se llega a u n a elevada llanura c u b i e r t a d e cantos i se s u b e por un suave declive en dirección al o e s t e hasta el p u n t o del paso; es la continuación d e la meseta en cuya parte sur se e n c u e n t r a el cerro B o n e t e , i en el sitio d e q u e estamos t r a t a n d o u n a p o d e r o s a mole nevada, el cerro d e San Francisco, q u e q u e d a al sur del c a m i n o entre este paso i el del rio Losas. El terreno es m u i desigual i el establecimiento d e u n a vía seria sin d u d a m u i difícil, a causa d e la fuerte p e n d i e n t e , pues con u n a a n d a d a d e cuatro i m e d i a . l e g u a s a caballo se llega a la cuesta, situada según Flint a 1 5 , 0 2 1 pies i a 1 4 , 9 9 1 según Naranjo, datos q u e p o r s u gran aproximación manifiestan q u e la altura del paso n o d e b e d e n i n g u n a m a n e r a ser tenida por m u i grande. El paso se e n c u e n t r a ya e v i d e n t e m e n t e en la rejion d e los depósitos acuosos c o n s t a n t e m e n t e helados, i la ausencia d e nieve no p u e d e ser atribuida m a s q u e a la pobreza d e esta atmósfera en vapor d e agua i a la radiación del suelo c a l e n t a d o todos los dias por el sol. E n invierno, d e M a y o a Setiembre, o c u r r e n d e t i e m p o en t i e m p o violentos temporales d e nieve, c o m o en todas las mesas d e la cordillera; p e r o al c a b o d e algunos dias la nieve está ya derretida, d e suerte que, por ese lado ningún o b s t á c u l o serio parece a m e n a z a r la practicabilidad d e la vi a. S o l a m e n t e en las gargantas i al pié d e las faldas escarpadas se enc u e n t r a en esta parte d e la cordillera nieve d u r a n t e t o d o el a ñ o , nieve

FORMACIÓN

I

ESTRUCTURA

DE

LOS

ANDES

217

q u e en sitios tiene u n a profundidad de 1 5 pies i p u e d e conservarse d u r a n t e el verano; pero u n a obstrucción completa de los pasos por la nieve, c o m o sucede mas al sur, a la altura d e San J u a n o M e n d o z a n o es aquí d e t e m e r . E n los alrededores del paso, al sur del c a m i n o , en una vasta depresión entre el cerro de San F r a n c i s c o i la c u m b r e del paso hai m u c h o s lagunajos salados parecidos a la laguna Brava, i g u a l m e n t e salada, cerca del c a m i n o entre los cerros E s t a n z u e l o i Bonete, d e m o s t r a n d o esto q u e t o d o este t r a m o de cordillera tiene u n carácter idéntico, t a n t o jeolójico c o m o físico, i e x a c t a m e n t e la misma constitución. E l señor N a r a n j o m e n c i o n a t a m b i é n las florescencias salinas de esta parte de la cordillera. I n m e d i a t a m e n t e debajo del paso se entra en una estrecha garganta, el portezuelo de San Francisco, e v i d e n t e m e n t e h e c h o d e s e c a d o d e un rio, que al principio n o tiene m a s q u e 5 0 0 pasos de anchura, q u e aum e n t a a m e d i d a q u e d i s m i n u y e la p e n d i e n t e , i q u e c o n d u c e descend i e n d o hasta 5 leguas a una depresión a cuyo b o r d e n o r t e se halla la laguna Verde. E s t á r o d e a d a de p r a d e r a s q u e los viajeros a p r o v e c h a n para sus animales; pero la leña fa'.ta c o m p l e t a m e n t e , i no hai otra cosa mas q u e la raiz d e ese c u e r n o d e cabra d e q u e he h a b l a d o ya en mi c o m u n i c a c i ó n anterior q u e p u e d e ser e m p l e a d a c o m o c o m b u s t i b l e . Cerca de la laguna V e r d e el c a m i n o por el paso del rio Loros se j u n t a con el del paso de San F r a n c i s c o i sigue por una meseta c o m p l e t a m e n t e plana p o r unas 1 5 leguas sin interrupción hacia el suroeste. E s t a altiplanicie, d e n o m i n a d a C a m p o de las T r e s Cruces, se halla según el señor N a r a n j o a 1 4 , 0 0 2 pies i termina en un precipicio q u e , c o m o el anterior, está tajado por u n a estrecha garganta c o n o c i d a con el n o m b r e d e portezuelo de T r e s Cruces. Allí ha hallado aun el señor Flint 1 3 , 5 9 3 P ' ^ d e altitud. Se d e s c i e n d e por la q u e b r a d a n o m b r a d a , e n c o n t r á n d o s e por ella m u c h o s obstáculos, formados p o r lo desigual del suelo i los trozos d e piedra q u e l o cubren. A m e d i a altura tiene su fuente un riachuelo, el rio L l a m a s , q u e corre hacia el sur siguiendo la dirección de la q u e b r a d a i q u e a pesar de recibir el c o n t i n j e n t e d e algunos arroyuelos se pierde en el suelo al terminar la q u e b r a d a , d e s pués de un trayecto d e 2 leguas. E s t a rejion, llamada T r e s C r u c e s , tiene a orillas del rio Llamas, 1 1 , 9 3 0 pies según Flint i su fondo es pastoso i con a r b u s t o s .
s

Al salir d e la q u e b r a d a de T r e s C r u c e s se entra a otra llanura d e 7 leguas en lá cual el establecimiento d e u n a via no t e n d r á dificultad alguna. C o r r e s p o n d e , relativamente al resto de lá m o n t a ñ a , á la meseta

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APÉNDICE

Q-4

occidental de la cordillera, del m i s m o m o d o q u e la q u e b r a d a del rio L l a m a s al valle del Salado. E s t e último forma el límite e n t r e las dos altas llanuras, la oriental, q u e va del p u n t o d e San F r a n c i s c o a la queb r a d a de T r e s Cruces, i la occidental, q u e comienza en este último lugar. D i c h a altiplanicie a s c i e n d e d e s d e allí s u a v e m e n t e hacia al oeste, i su p e n d i e n t e d i s m i n u y e p a r c i a l m e n t e , sobre t o d o en su m i t a d occidental, í forma en su oríjen un plano poco inclinado d o n d e no se enc u e n t r a ningún d e p ó s i t o d e agtia, pero sí u n o d e s e c a d o , la laguna Salada (laguna de M a r i c u n g a ) , cuyo grueso depósito d e sal es esplotado o t r a s p o r t a d o a l o m o de muía en 5 dias a C o p i a p ó . Al oeste, detras de la laguna, el suelo se p o n e m a s desigual i es, p a r t i c u l a r m e n t e d u r a n t e las dos últimas leguas, mui áspero i r o q u e ñ o , i por consiguiente, a m e n o s d e g r a n d e s trabajos, p o c o propicio al establecimiento de una via. Se llega así al b o r d e de la meseta occidental, q u e vuelve a estar aquí, según Fiint, a 1 3 , 0 2 2 pies d e altitud; se baja u n a p e n d i e n t e rápida, la cuesta d e los Chilenos, cuya lonjitud n o alcanza a m e d i a legua, i se llega, abajo, a u n a estrecha q u e b r a d a situada a 1 1 , 7 2 4 pies. E s t e lugar presenta, según Fliit, el mayor obstáculo para la via; todos los otros, c o m o la q u e b r a d a T r e s Cruces, el C a s a d e r o , i aun la q u e b r a d a de C h a s c h u i l son, según él, mas allanables, por ser m e n o s lápida la p e n d i e n t e . P e r o t o d a s esas dificultades n o serán mayores aquí q u e en otras vías férreas q u e han sido t e r m i n a d a s r e c i e n t e m e n t e con éxito. E l estrecho valle q u e parte del pié de la cordillera i atraviesa los terrenos m o n t a ñ o s o s a v a n z a d o s d e Chile, está r e d u c i d o en t o d o su trayecto por altas i a b r u p t a s laderas rocosas i su suelo es b a s t a n t e desigual i lleno d e cantos i b l o q u e s , sin un hilo d e agua c o n t i n u a d o en su p a r t e piofunda, sino s o l a m e n t e aquí i allá p e q u e ñ o s manantiales o retazos d e partes. C o r r e en dirección al suroeste con varias fuertes curvas hasta el valle i c a m i n o q u e va d e T r e s P u n t a s a C o p i a p ó , con los cuales se j u n t a cerca de P u q u i o s , t o m a n d o a partir d e allí una dirección mas inclinada al suroeste. E n su aspecto jeneral es e n t e r a m e n t e igual al valle del rio C o p i a p ó , con el suelo i la parte inferior d e las faldas arenosas i las partes altas d e arenisca arcillosa, i n t e r r u m p i d a d e vez en c u a n d o p o r masas eruptivas q u e h a n trasformado en algunos p u n t o s las rocas estratificadas en unos c o m o pórfidos esquitosos. E s t e trecho p e r t e n e c e a la p a r t e m e d i a de la rejion d e P u q u i o s . Su largo total d e s d e la costa h a s t a C o p i a p ó se avalúa en 3 6 leguas, d e las cuales 1 5 para la parte inferior de P u q u i o s a C o p i a p ó . La garganta por la cual d e s c i e n d e la p e n d i e n t e rápida d e la cordillera se llama portezuelo d e los chilenos, i el fin d e la primera parte,

FORMACIÓN

I ESTRUCTURA

DE

EOS A N D E S

2 19

d e u n a legua d e largo, del valle tiene a u n una caida mui rápida; su piso es mui desigual i el establecimiento d e u n a vía iequer¡tia obras considerables. M a s lejos, la p e n d i e n t e es m e n o r ; p e r o se e n c u e n t r a otra dificultad, u n a serie d e p e q u e ñ a s alturas en el m e d i o del valle q u e lo cortan en d o s gargantas q u e corren p a r a l e l a m e n t e ; pero se e n c u e n t r a allí en varios lugares p e q u e ñ o s manantiales i arbustos. U n a legua m a s abajo del lugar d o n d e se j u n t a n d e nuevo las d o s gargantas en un solo valle está situada la estación d e Maricunga, a 9 , 4 7 5 pies; es u n c a m ' p a m e n t o habitual d e los viajeros, q u e e n c u e n t r a n allí agua, pasto i l e ñ a , i unas construcciones d e piedras (pircas) ofrecen r u d i m e n t a r i a s c o m o d i d a d e s . D e s d e allí el valle c o n t i n ú a m a s o m e n o s en línea recta d u r a n t e 4 leguas hasta un lugar semejante l l a m a d o Tapice itas, a 7 , 8 5 0 pies, en seguida del cual forma varias vueltas hasta q u e a las 5 leguas se llega a las i n m e d i a c i o n e s d e las m i n a s ( M o l i n o s ) d e P a i p o t e ; u n a legua antes d e llegar allí se e n c u e n t r a el primer r a n c h o h a b i t a d o , el Bolo, único d e s d e F i a m b a l á . El valle t i e n e aquí una conformación bastante favorable para el establecimiento d e u n a via. Paipote, situado a 5 , 8 6 7 pies d e altitud, está en la actualidad ( 1 , 8 5 4 ) a b a n d o n a d o . D e s d e aquí hasta P u q u i o s hai 8 ^ 3 leguas, i el valle forma en ese lugar hasta la q u e b r a d a d e San A n d r é s u n a fueite vuelta hacia el norte, pero n o p r e s e n t a n i n g u n a dificultad notable. A una legua d e P a i p o t e hai un r a n c h o h a b i t a d o en el cual se p u e d e e n c o n t r a r alojamiento. E s t a primera parte es la peor para la construcción d e un c a m i n o . E n P u quios, d o n d e la q u e b r a d a d e P a i p o t e d e s e m b o c a en el valle d e T r e s P u n t a s existia a n t e r i o r m e n t e u n a especie d e fonda a c t u a l m e n t e e n ruinas; el pasto es mui escaso, pero hai agua i leña. La altitud d e este lugar es 3 , 9 1 5 pies. D e s d e allí un a n c h o pero m u i árido valle c o n d u c e hasta C o p i a p ó , en 1 , 1 3 8 pies, i no.se e n c u e n t r a ya n i n g u n a dificultad para una via férrea. E n lo q u e respecta por fin la conformación j t o g n ó s t i c a d e esta parte d e la cordillera, el señor Flirt ha s u m i n i s t r a d o a ' g u n a s indicaciones q u e la m o n t a ñ a es e n t e r a m e n t e igual a la q u e describí m a s al sur por el c a m i n o d e B a r r a n c a Blanca. L a masa principal está constituida p o r s e d i m e n t o s rojos o parduzcos d e s c o m p u e s t o s p o r los ajentes atmosfé ricos en u n a a r e n a clara q u e c u b r e el sue'o d e todos los valles i la p a r t e inferior d e todas las faldas n o m u i r á p i d a s . Arriba d e las m e s e tas hai pedregales p r o v e n i e n t e s d e los picachos porfíricos o traquíticos dispuestos en línea en los b o r d e s superiores. El granito existe en g r a n d e s masas en el valle del rio Cagadero, cerca d e la P i e d r a - p a r a d a i al oeste d e la c u m b r e d e la cuesta d e los chilenos. E n c u a n t o a las

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APÉNDICE

Q-4

riquezas minerales d e esta parte interior d e Chile hai b a s t a n t e s d a t o s para asegurar ia existencia d e n u m e r o s a s vetas d e cobre, plata i p l o m o q u e atraviesan estos lados .accidentados d e la cordillera; p e r o d e l lado oriental o arjentino n a d a se sabe. E l señor Flint e n c o n t r ó en el paso d e San F r a n c i s c o u n c a t e a d o r en b u s c a d e u n a veta i q u e decia h a b e r hallado u n a d e c o b r e i q u e aseguraba a d e m a s h a b e r d e s c u b i e r t o en las inmediaciones un m a n t o d e carbón d e piedra d e 5 pies. Seria éste un hallazgo i m p o r t a n t e para el ferrocarril p r o y e c t a d o i m u i admisible, pues la m o n t a ñ a al este del paso d e San F r a n c i s c o pertenece según todas apariencias a la formación siluriana, i al oeste d e allí hasta la q u e b r a d a d e T r e s C r u c e s mas bien a la formación devoniana. Seria e n t o n c e s en el límite d e esta formación i del p e r m i a n o , al cual parece pertenecer la meseta occidental de la cordillera d o n d e se hallarían los depósitos carboníferos. Si acaso, c o m o tengo razones para s u p o n e r l o , la q u e b r a d a d e T r e s C r u c e s es análoga a la B a r r a n c a Blanca i si las areniscas claras q u e allí se e n c u e n t r a n p e r t e n e c e n al sistema p e r m i a n o , c o m o su analojía c o n los m i s m o s terrenos d e Bolivia, según la d e s cripción d e F o r b e s (Quarierly Journal geological Society, t o m o 1 7 , , ) parece demostrarlo, la aparición d e la formación d e la hoya e n t r e la q u e b r a d a d e T r e s C r u c e s i el paso d e San F r a n c i s c o seria u n a cosa e n t e r a m e n t e natural, i q u e t a n t o bajo el p u n t o de vista científico c o m o industrial merecería ser a v e r i g u a d o . T o d a esta p a r t e interior d e Chile pertenece jeolójicamente, c o m o F o r b e s i yo lo h e m o s d e m o s t r a d o c o n
O

el e s t u d i o d e los fósiles (Abhandlungen

der Naturforschender

Gosellsi-

baft zu Halle, torno 6 . ° ) , a la formación jurásica, i la c o n t i n u a c i ó n d e la sierra d e F a m a t i n a situada al este d e la cordillera, al g r u p o paleozoico, es decir a la division siluriana inferior, i a u n tal vez a la c a m b r i a n a .

APÉNDICE

R-l

Orografía e hipsometría
Los estudios relacionados c o n la física del g l o b o te-

rrestre, c o m o s u c e d e c o n los estudios científicos d e cualq u i e r a categoría, a d q u i e r e n de dia en d i a u n carácter d e precisión de que antiguamente carecían. P a r a r e s p o n d e r a este carácter, la tepminolojía c o r r e s p o n d i e n t e ha tenido q u e c o n c r e t a r el s i g n i f i c a d o de c a -

d a u n a de sus espresiones, d e n t r o de c a d a r a m a especial en q u e se e m p l e e n , de tal constante para que los manera q u e hai un esfuerzo

t é r m i n o s q u e tenian antes u n a i elástica, la ciencia se ciñan, en

s i g n i f i c a c i ó n mas o m e n o s v a g a c u a n t o lo p e r m i t a el í n d o l e d e

en q u e se les

e m p l e a , a u n a clasificación r a c i o n a ! o natural. ( V . n o t a 3 del texto). N o todos las r a m a s d e u n a m i s m a c i e n c i a son s u s c e p tibles d e la m i s m a p r e c i s i ó n . P o r e j e m p l o , t r a t á n d o s e de los r e l i e v e s terrestres se p o d r á s i e m p r e p r e c i s a r el p u n i u n a bajada, pero nó

to de s e p a r a c i ó n entre u n a subida

el l í m i t e e n t r e u n a p l a n i c i e i un c e r r o . P a r a d i s i p a r la c o n f u s i ó n q u e suele hacerse acerca del alcance q u e se da a a l g u n o s t é r m i n o s usados c o n reía-

222

APÉNDICE

R - I

cion a las montañas i cordilleras, creemos oportuno insertar en este Apéndice algunas nociones jenerales al respecto. La orografía moderna, el estudio completo: razonado de los relieves del globo, se divide en tres ramas bien distintas: la orojenética u oríjen de las montañas, estudio basado esclusivamente en el de las causas jeolójicas: la oroplástica ( i ) , que se reñere a las formas esteriores i típicas de las montañas; la orohidrografía que es el estudio de los declives terrestres en sus relaciones con la circulación de las aguas por su superficie. Las causas orojénicas son las que han producido las termas plásticas, i éstas a su vez son modificadas constantemente por la erosión áctiea. Por esto mismo el orden de secuencia de estos estudios debe de ser necesariamente inverso al de producción de las causas, para ceñirse al precepto científico de ir siempre de lo conocido a lo desconocido, i de estudiar las causas en sus manifestaciones. Las investigaciones orojénicas tienen pues que basarse en el conocimiento las formas plásticas del suelo, i éste a su vez no podrá adquirirse a fondo sin disponer de un buen plano orohidrográjico. Ahora bien, la base primordial de un trabajo de esta clase es el estudio de la kipsometría, cuya forma práctica en el dia es el plano hipsométrico ( 2 ) , última espresion de la topografía, i única representación matemática del terreno.
( 1 ) M o d e l é du sol, t o p o g r a p h i c forms. (2) C o n m a s p r o p i e d a d debiera llamarse hidrográfico; p e r o conservamos la voz hipsométrico por ser la u m v e r s a l m e n t e a d o p t a d a . E l primer m a p a hipsométrico nacional es el de la Suiza, casi t e r m i n a d o a la fecha.

OROGRAFÍA

E

HIPSOMETRÍA

223

En

el p l a n o

hipsométrico s e i n d i c a n l o s n i v e l e s p o r líneas de nivel (3).

medio d e líneas continuas q u e representan los horizontales del terrena i s e llaman E s m u i s e n c i l l o , a u n para l a s p e r s o n a s a j e n a s al e s t u d i o d e la t o p o g r a f í a c o m p r e n d e r b i e n el s i g n i f i c a d o d e l a s c u r v a s d e nivel, el a g u a pues tiene ejemplos prácticos d e ellas Basta suponer que en las riberas d e los mares i lagos.

h u b i e r a c u b i e r t o p o r c o m p l e t o el t e r r e n o , i q u e

al retirarse, fuera d e j a n d o m a r c a d o s e n el s u e l o

la línea

de playa a c i e r t o s i n t e r v a l o s ; e s a s l í n e a s d e p l a y a s e r á n
l a s c u r v a s d e n i v e l , i l o s i n t e r v a l o s e s p r e s a d o s e n altura, la

equidistancia d e d i c h a s c u r v a s .
Creemos q u e bastan e s t a s b r e v e s e s p l i c a c i o n e s para s i n o una b a s e a b s o l u t a -

q u e s e c o m p r e n d a , q u e las tres r a m a s e n q u e h e m o s div i d i d o la orografía, n o t i e n e n mente

matemática, la kipsometría; p u e s para c a r a c t e r i zar las f o r m a s plásticas del t e r r e n o i a v e r i g u a r s u oríjen
hai q u e dejar a n c h o tesis. E f e c t i v a m e n t e , la tecnolojía d e e s t o s tres r a m o s d e e s tudio no nos suministra definiciones q u e s e refiere a la precisas s i n o e n lo c a m p o a la a p r e c i a c i ó n i a la h i p ó -

kipsometría. L a s l í n e a s h i p s o m é t r i c a s s o n : las curvas de nivel; l a s l í n e a s d e máxima i mínima pendiente; las vagtiadas o recojidas; ( 4 ) las divisorias de aguas ( 5 ) .
T o d a s estas líneas s e definen i caracterizan matemá-

(3) C o u r b e s d e niveau, c o n t o u r s lines, iso hypsen. (4) T h a l w e g .
(5) E n francés: ligne, faîte de faîte o ligne ou arête de partage; de partage en des eaux, o simplei mas m e n t e ligne inglés water-parting

p r o p i a m e n t e divide;

en a l e m á n

wasserscheide.

224

APÉNDICE

R-

l

TICAMENTE,

CONSIDERÁNDOLAS DE

COMO

LUGARES JEOMÉTRICOS QUE SON

O EL

INTERSECCIONES

LAS S U P E R F I C I E S H I P S O I N É T R I C A S

saliente
CIONES;

O EN

RELIEVE JENERAL CON

(6)
LAS

I EL

entrante (y).

O

VALLE,

I SUS

COMBINASE DEFINEN

vertientes

A S I M I S M O UN PLANO DE

I DETERMINAN TRICO LOS

TODA PRECISIÓN D E LAS

SOBRE

HIPSOMÉO D E LAS

puntos
LAS

singulares cumbres (8)

LÍNEAS O

DIVISORIA

VAGUADA:

I LOS

pasos

PUERTOS LOS LOS EN

(9);

confluencias

I LAS E N

simas

(FONDOS) LA

( V É A N S E

APÉNDICES RELIEVES LOS SE

P-I
HACE

A

P-4).
I LAS

HIPSOMETRÍA DE LAS

unión

DE

POR

MEDIO

divisorias de

de aguas

pasos
DE

o
LAS

puertos vaguadas.
D E MIENTO VALLE O

soluciones

continuidad,

POR

MEDIO

TAL D E

MANERA CERROS ASÍ NO DE

QUE

LA

continuidad
NO SER

DE

UN

ENCADENANINGÚN VALLE

CONSISTE COMO LA

EN

cortado
DE UN

POR

RIO, EN

continuidad
POR UNA

RIO O

CONSISTE L A RRENO TORNOS

SER

CORTADO

SERRANÍA. DEL TE-

BASE ES LA

DIVISIÓN U

I CLASIFICACIÓN H I P S O M É T R I C A HIDROGRÁFICA FIJARSE D E ( 1 0 )

cuenca

HOYA I

CUYOS

CON-

P U E D E N

DEFINIRSE EL

MATEMÁTICAMENTE. LAS

MIENTRAS TERRENO SI

TANTO BIEN DE

ESTUDIO

formas
M A S

plásticas

DEL I

UN

INTERÉS

MUCHO NO NOS LA

INMEDIATO EN SU

PINTORESCO NOLOJÍA

QUE SU

HIPSOMETRÍA

OFRECE

TEC-

NADA EL

áz

SEMEJANTE:

D E S D E ( 1 2 ) ,

loma,
LA

collado, montaña,

cosie-

lina

( 1 1 ) ,

cerro,

monte

HASTA

(6) C r o u p e . (7) Versañts, watersheds. (8) S o m m e t s . (9) Cois, e n s e l l e m e n t s . ( r o ) Bassin. (11) E n francés colline, bulle; en a l e m á n büheln; en hummock. ( 1 2 ) Moni; hügel, berg; hill, mount. ingles hillock,

OROGRAFÍA

E

HIPSOMETRÍA

225

rra

( 1 3 ) , l a s cadenas,

encadenamientos

i cordilleras

(14),

l a n o m e n c l a t u r a orográfica

n o t i e n e e s p r e s i o n p r e c i s a ni

o b e d e c e a u n a clasificación rigurosa. E n b á l d e l o s autores alemanes dividen medio i superior los terrenos montañosos en inferior,

( 1 5 ) ; d o n d e t e r m i n a el u n o i p r i n c i p i a el ninguno. trata de clasificar las formas tipos en (nu-

otro, n o lo dice En vano se

a g r u p a m i e n t o s paralelos dos i contrafuertes),

( o c a d e n a s ) e n trasversales irregulares,

macizos

etc; la naturaen

l e z a s e c i ñ e t a n m a l a e s t a c l a s i f i c a c i ó n artificial, q u e

la p r á c t i c a d a r e s u l t a d o s q u e v a r í a n e n o r m e m e n t e c o n la apreciación de cada C o n !a orojenética, observador. para algo mas v a g o todavía. de Se

admite que existen dos causas jeneradoras ves terrestres; el solevantamiento lento jeneral

los relie-

(movimiento termina

de intumescencia,

i persistente hasta que

con fenómenos volcánicos) que rales, i cuya acción de se hace

determina relieves jenesentir especialmente en orojéque moncomunos

c i e r t o s [centros nico

levantamiento; tal (de

i el m o v i m i e n t o

propiamente

naturaleza espasmódico) de

p r o d u c e f r a c t u r a s d e l a r g a e s t e n s i o n , l a s cadenas tañas. Estudiadas estas causas

en sus efectos, se

p r e n d e q u e e s i m p o s i b l e d e s l i n d a r c o n p r e c i s i ó n ni ni o t r o s . F á c i l s e r á

d e c i r e n j e n e r a l q u e la m a y o r e l e v a será

c i ó n d e l o s A n d e s e n B o l i v i a q u e e n el s u r d e C h i l e d e b i d o a la acción de un solevantamiento es una arista

jeneral, i que de fractura

el c o r d ó n o c c i d e n t a l

andino

( 13)

Montagne;

mountain;

gebirge.

(14)

Chaînes;

ranges.

(15) Niederes,

Mittel

u n d Hochgebirge.

S O N K L A R . — A l l g e m e i n e Oro15

graphie. Wien, 1873.
DOCUMENTOS

226

APÉNDICE

R - I

debida

a u n a a c c i ó n orojénica

mas o menos moderna;

p e r o s e r i a v a n o i n t e n t o tratar d e localizar l o s e f e c t o s d e e s t a s c a u s a s e n c a d a p l i e g u e del t e r r e n o ( 1 6 ) . S e c o n c i b e q u e a u m e n t a r á n d e p u n t o las d i f i c u l t a d e s si s e q u i e r e n localizar l o s e f e c t o s d e v a r i a s c a u s a s cas, c a c i ó n e n C h i l e d e la h e r m o s a t e o r í a d e las cadenas tigráficas distinguir del célebre Elie de Beaumon. entre los efectos de dos causas orojéniestrac o m o lo p r e t e n d í a P i s s i s ( 1 7 ) c o n la p r e m a t u r a apliS i e s difícil diferentes,

c u á n t o m a s n o s e r á analizar la s u p e r p o s i c i ó n d e v a r i a s causas semejantes. D e d ú c e s e d e t o d a s e s t a s c o n s i d e r a c i o n e s q u e las ú n i cas l í n e a s definidas
hipsométricas, sean

o d e f i n i b l e s del t e r r e n o s o n l a s l í n e a s
curvas de nivel, divisorias o vagua-

das,

tan fáciles d e s e ñ a l a r e n el t e r r e n o c o m o

d e trazar en cuenMientras

e n un p l a n o h i p s o m é t r i c o . cas hidrográficas, tanto habrá

Por complicada que sea una

rejion m o n t a ñ o s a , e s s i e m p r e p o s i b l e dividirla no se podria afectuar d e d o s m o d o s
ñ a s f o r m a n nudos, macizos o cadenas,

c o n a r r e g l o a r e g l a s tan s e g u r a s q u e diversos.
o

m u c h a s o p i n i o n e s a c e r c a d e si e s a s m o n t a combinaciones

d e é s t o s , así c o m o las soluciones

para d i s c e r n i r las uniones

plásticas

i

de continuidad

d e las d i v e r s a s p a r t e s .

O b s é r v e s e b i e n q u e n o influye para n a d a e n la d e t e r -

( 1 6 ) A aquellas personas q u e , sin profundizar la materia, deseen formarse idea d e las dificultades q u e envuelve un estudio d e esta clase, a c o n s e j a m o s la lectura d e la interesantísima Crónica científica q u e acerca d e los trabajos jeolójicos d e D ' O r b i g n y i d e Pissis en la A m é rica del Sur, p u b l i c ó d o n I g n a c i o D o m e y k o en el t o m o I d e la Revista
de Ciencias i Letras d e S a n t i a g o , en 1 8 5 6 ( p p . 3 5 8 a 3 8 9 ) .

( 1 7 ) Apéndice Q-I.

OROGRAFÍA

E

HIPSOMETRÍA

227

m i n a c i o n d e las líneas hipsorn étricas del t e r r e n o , la e x i s tencia a c t u a l es la c a i d a no tiene mas d e su c a u s a aguas; meteórica determinante que importantísima como causa, d e las

i n t e r v e n c i ó n en e s a d e t e r m i n a c i ó n , q u e el

facilitarla r e v e l a n d o con su c u r s o el trazo m a t e r i a l d e las v a g u a d a s . E n su a u s e n c i a e s e t r a z o s e d e t e r m i n a sin dificultad por u n a s c u a n t a s m e d i d a s h i p s o m é t r i c a s . d e s d e q u e las c u r v a s d e nivel indican con cota d e c a d a una d e ellas, en su p u n t o es de E n efecto,

su trazo el q u e o c u p a r í a n l a s a g u a s en la c u e n c a , c u a n d o a l c a n z a r a n a la altura o e v i d e n t e q u e la s a l i d a el local la u b i c a c i ó n de primera curva (contando de abajo para

a r r i b a ) q u e s e s a l e d e la c u e n c a indica

del d e s a g ü e , s e a q u e é s t e t e n g a o no luese punto sino en el c a s o d e q u e la tal En

g a r materialmente. N o cabe pues duda alguna acerca de c u r v a s a l g a d e la c u e n c a p o r v a r i a s p a r t e s diferentes.

e s e c a s o , si el d e s n i v e l e n t r e dos c u r v a s s u c e s i v a s es g r a n de, h a b r á l u g a r a e s t u d i a r las c u r v a s i n t e r m e d i a s , o en otros t é r m i n o s h a c e r u n a n i v e l a c i ó n brales d e salida, e n t r e los d o s umn i v e l a c i ó n q u e r e v e l a r á cuál es el m a s d e un así en

bajo ¡ verdadero desagüe topográfico. E n r e s u m e n , v e m o s q u e el e s t u d i o hipsométrico terreno puede practicarse q u e el e s t u d i o plástico ñas depende con r i g o r i precisión

su c o n j u n t o c o m o en c a d a uno d e sus d e t a l l e s , m i e n t r a s d e las f r a g o s i d a d e s d e las m o n t a n e c e s a r i a m e n t e del p r i m e r o , i dista m u c h o d e las c a u s a s o r i j i n a r i a s d e producido i

de p o d e r s e s o m e t e r a u n a clasificación tan r a z o n a d a . E n c u á n t o al e s t u d i o orojénico e s o s r e l i e v e s , d e las é p o c a s en q u e se han S o l o la hipsometría,

d e su m a t e r i a q u í m i c a , e s t á t o d a v í a en la infancia. p a r t e d e la o r o g r a f í a q u e nos es

228

APÉNDICE

R-

I

mas accesible,

e s t a m b i é n la q u e

nos puede

suministrar

l í n e a s n a t u r a l e s , c o n t i n u a s i p e r f e c t a m e n t e d e f i n i d a s i fáciles d e ubicar en dad alguna de virtud de reglas jenerales, sin necesihechos jéograficos, alguno como (18).

anticiparse

a los sin

se ha querido hacer creer ( 1 8 ) D o c u m e n t o E , páj. 8 3 .

fundamento

APÉNDICE

R-2

Conjuntos hipsome'tricos (*) del macizo andino

(Van anexos los planos II i III)

L a e s p r e s i o n tan f r e c u e n t e m e n t e e m p l e a d a p o r M o u s s y d e " m a c i z o andinon c o m o e q u i v a l e n t e d e " c o r d i l l e r a d e los A n d e s , ii no t i e n e , c o m o t o d a e s p r e s i o n p u r a m e n t e d e s c r i p t i v a , m a s q u e un v a l o r r e l a t i v o . A s í al h a b l a r del ancho d e l m a c i z o a n d i n o , no s e p o d r í a p r e c i s a r e s t a d i de altitud, e n t r e lo q u e c o n s i d e r a m o s c o m o

m e n s i ó n e n u n a latitud d a d a , sin c o n v e n i r d e a n t e m a n o
en un límite

el m a c i z o i lo q u e c o n s i d e r a m o s ntitdadde

como zócalo. L a

conti-

e s t e m a c i z o d e p e n d e r á t a m b i é n d e la e l e c c i ó n

del plano d e zócalo, p u e s h a b r á u n a s o l u c i ó n d e conti-

(*) Asi c o m o se nos h a a t r i b u i d o la invención del divortium continental, en previsión del caso en q u e se nos quisiera atribuir t a m b i é n la invención d e estos rasgos hipsotnétricos peñérales, d e c l i n a m o s anticip a d a m e n t e ese h o n o r . El gran jeógrafo R e c l u s h a a d o p t a d o este sis. t e m a d e s d e la publicación d e la obra preliminar d e su m o n u m e n t a l Jeografía " L a T e r r e n ( 1 8 6 7 ) , en cuyo t o m o I, la p l a n c h a I X r e p r e s e n t a la Hipsomeiría de la Europa. E n el t o m o X V I I I d e la m e n c i o n a d a J e o grafía se hallará en la pajina 2 5 , el c o n j u n t o h i p s o m é t r i c o titulado " E s q u e l e t o d e los Andesn i en el t o m o X I X , al final, un h e r m o s o m a p a h i p s o m é t r i c o d e la América Meridional ( 1 8 9 4 ) .

230

APÉNDICE

R-2

n u i d a d si este p l a n o e s t á a un n i v e l s u p e r i o r a c u a l q u i e r a d e los p a s o s o p o r t e z u e l o s . E l Pl. II d e m u e s t r a la f o r m a d e d i s t r i b u c i ó n d e las. dentro del macizo de la cumbres superiores a 5,000 metros tros d e a l t i t u d . Creemos que

a n d i n o ' a l N . del g r a d o 3 4 s o b r e una b a s e d e 3 , 0 0 0 m e la s i m p l e i n s p e c c i ó n e s t e c r o q u i s d e c o n j u n t o d e m u e s t r a sin c o m e n t a r i o s

falta d e s e n t i d o j e o g r á f i c o d e q u e a d o l e c e n las e s p r e s i o nes d e q u e t a n t o se a b u s a : " l a s c u m b r e s m a s e l e v a d a s , H " l a l í n e a d e las m a y o r e s marcada. a l t u r a s , u si no s e r e l a c i o n a n de las a g u a s q u e e s t á allí con la d i v i s o r i a c o n t i n e n t a l

Menos s e n t i d o

t o d a v í a tiene la e s p r e s i o n " e j e j e n e r a l

d e la d e m a r c a c i ó n , 11 p u e s t o q u e , c o m o s e v e , la linea d e frontera se. c o m p o n e , en j e n e r a l , d e trozos p r ó x i m a m e n t e p a r a l e l o s al m e r i d i a n o , unidos p o r o t r o s trozos, diculares u oblicuos sobre aquél. S i en e s t e p l a n o 4,000 Este metros, último se intercala la c u r v a d e n i v e l los III. de se dibujarían plano, aisladamente cuyos macizos perpen-

q u e s e s u c e d e n d e n o r t e a sur, c o m o en el p l a n o especialmente

contornos

h i p s c m é t r i c o s son los d e 2 , 0 0 0 i 4 , 0 0 0 m e t r o s s o b r e el m a r , h a c e v e r q u e en r e a l i d a d nen, no d e c a d e n a s las c o r d i l l e r a s s e c o m p o una sucesión de paralelas, sino de

macizos cuya mayor dimensión varia de sentido, i cuyos p u n t o s d e c o n t a c t o son los pasos o b o q u e t e s d e los A n d e s . se v e r á con claridad E n cualq'uiera d e a m b o s p l a n o s cizo o e s l a b ó n ,

q u e si s e b u s c a la l í n e a d i v i s o r i a d e a g u a s d e c a d a m a g u i á n d o s e ú n i c a m e n t e por sus cumbres d o m i n a n t e s , no s e o b t i e n e n sino trozos de l í n e a s c o r t a d a s sin c o n e x i ó n a l g u n a u n a s con o t r a s .

OROGRAFÍA

E

HIPSOMETRÍA

231

E s s e n s i b l e q u e la falta d e d a t o s a l t i m é t r i c o s suficientes no nos p e r m i t a p r e s e n t a r él q u e las c o n d i c i o n e s de siquiera para un croquis del de m a c i z o a n d i n o al sur' del g r a d o 3 8 , d e m o s t r a r con

ubicación d e la d i v i s o r i a

a g u a s en n a d a c a m b i a ni p i e r d e su i m p o r t a n c i a por el h e c h o d e q u e h a y a c u m b r e s n e v a d a s al p o n i e n t e d e ella. L a c o m p a r a c i ó n h a r i a v e r q u e con el m i s m o d e r e c h o s e p u e d e escluir d e los A n d e s las del m a c i z o d i v i s o r i o , c o m o los están al O r i e n t e . L o s c o n t o r n o s h i p s o m é t r i c o s j e n e r a l e s d e estos planos, e s t á n b a s a d o s en la p a r t e chilena sobre, el las cartas i p u b l i c a d o en sus plano el h i p s o m é t r i c o f o r m a d o con j e ó g r a f o A . Peiermann, de Pissis, por c u m b r e s del H o r n o p i ren, M i c h i n m á v i d a i C o r c o v a d o q u e están al O c c i d e n t e de Aconquija, Famatina, M a i n r i q u e , la R a m a d a , el N e v a d o , C e r r o P a y e n , etc., q u e

"Mitthei-

l u n g e n n en 1 8 7 5 , a la e s c a l a d e 1 : 1 , 5 0 0 . 0 0 0 . E s t e p l a n o c o n t i e n e c u r v a s d e nivel d e 5 0 0 en 5 0 0 m e t r o s d e s d e la línea d e costa h a s t a la d e 6 , 5 0 0 m e t r o s s o b r e el m a r . L a parte arjentina nuestro diseño, la h e m o s tomado del m a p a escala
n e

hipde ~
c l t R

sométrico de Dr. Brackebusch,

a la m i s m a

p u b l i c a d o en J u l i o d e 1 8 9 3

s

d o s u M i t t h e i l u n g e n n del I n s t i t u t o J e o g r á f i c o d e G o t h a . E s t e m a p a tiene las c u r v a s d e nivel d e 2 0 0 , 5 0 0 , 1 , 5 0 0 , 2,400, 3,000, 4,500, 5,000, 5,500 i 7,000 s o b r e el m a r . 1,000 metros

A. Bertrand

Estudio técnico de la demarcación del Limite Chileno Arjentino
64"

Pl. II.

26°

27°

Santiago ctei\l¡stem

28?

30

CONJUNTO H1PS0MÉTRIG0
MACIZO ANDINO
SHH>HHh •

. ». g%

DEL l i l i

f l f t IttJP J

81 i I I

H

Indicación de las linea» del nivel de 8000 i 5000 metros sobre el mar d e s d e la PUNA DE ATI CAMA hasta SA3ÍTIAWO.
ESCALA 1: 3 . 0 0 0 . 0 0 0

SOTA.- El espacio de color ROSA está a mas de 3000 metros i e l de color ROJO a mas de 5000 metros sobre el nivel del mar.
J33?

64'
Jf
LIT. ALEMANA SANTIAGO WONEDA 2 5 P.

Bolorta,

B

e

r

t

r

a

p

d

• E s t u d i o t é c n i c o d e l a d e m a r c a c i ó n d e l L i m i t e O h i l e n o A r j e n t i n o . P l , III
6ÍÍ

1

72
R. F>ET°™<*
X

Conjunto Hipsométrico
D E L

•.Pvrl'Ya/le/T

"Papudo

Y
Ma

- MACIZO ANDINO
Indicación de l a s lineáis de n i v e l de $000 i 4 0 0 0 luciros sobre e l mar desde e l ACONCAGUA hasta Ion orljen del B 1 0 - B I 0 . ESCALA 1: 8,000,000
' Melfgilla.

(MENDOZA]

Sí»*'

Y San Car/es

34^
¿San Juan. 34?

SIR. FERN

»San Rafael •'ßutm'
.dt*

35?

VICHT* VtuyueiT\

Carico

.Constitución. 'Tcrlcec

SAN

MARTIN

ADO

ISA".

Cattjju

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Uto

P.La

•CHI/TAN.
falcaAua.no

Psy en

37'
m

Yambeì

Àivcuco
v C/iGsmcUctl

"¿os Anieles

Si Velli

P.*/fntuàt>

SOTA.- El espacio de color ROSA eistá a mas de 2000 metros i el de c o l o r

Cañete

flngioL
lolipflíi

ROJO a mas de 4000 m e t r o s sobre el niyel del mar.

74 ?

72*
M O N E O » 2 5 P.

70°-

69?

LIT.

A L E M A N A

S A N T I A G O

N. Bato r i o .

APÉNDICE

R-3

Los macizos ánimos del Mercenario, del Aconcagua i del Tupungato

(Anexo el Pl. IV)

L a rejion a n d i n a q u e s e e s t i e n d e e n t r e el M e r c e n a r i o i el v o l c a n d e S a n José, es d e las m a s f r e c u e n t a d a s i m e j o r c o n o c i d a s ; p o r e s t o la p r e s e n t a m o s c o m o un e j e m plo i l u s t r a t i v o en d e t a l l e d e la i m p o s i b i l i d a d d e h a l l a r en los A n d e s o t r a línea continua tal de las aguas. Esta q u e la divisoria continendivisoria que aparece señalada e inequívoca,
de separar

allí con u n a s u c e s i ó n d e c r u c e s d e c o l o r n e g r o , es, c o m o s e h a d e m o s t r a d o en el t e x t o , única
q u e en cada uno de sus puntos debe

puesto
las ver-

tientes

q u e s e a p a r t a n h a c i a uno i o t r o o c é a n o . IV, s e nos o f r e c e el e j e m p l o d e tres en q u e las c u m b r e s o r i e n t a l e s bifurson

E n tan c o r t o t r e c h o d e los A n d e s , c o m o el q u e r e p r e s e n t a el P l . caciones orogáficas

tanto o m a s e l e v a d a s q u e las d e la a r i s t a d i v i s o r i a ; i v é s e t a m b i é n q u e si s e t r a t a r a d e l o c a l i z a r la " d i r e c c i ó n j e n e ral del macizo d o m i n a n t e u s e r i a n e c e s a r i o b u s c a r su u b i cación en e s t e t r e c h o al o r i e n t e del divortium h e c h o r e f e r e n c i a a la bifurcación andina, cuyo aquarum. contraE n las notas 4 3 , p á j . 5 2 ; i 48, p á j . 5 6 del t e x t o , h e m o s

234

APÉNDICE

k - 3

fuerte m a s e l e v a d o , l l a m a d o

el

Espinacito i La

es

el q u e s e selínea

e s t i e n d e e n t r e los c e r r o s Mercenario

Ramada nía

ñ a l a d o s en n u e s t r o p l a n o , i a la a p l i c a c i ó n d e d e las c u m b r e s esplorador mas

e l e v a d a s n h e c h a s o b r e el m a p a d e l por la R e d a c c i ó n del Boletín del

Güssfeldt

Instituto Jeográfico A r j e n t i n o ( i ) . Ú l t i m a m e n t e , en un a r t í c u l o p u b l i c a d o p o r el i n j e n i e r o a r j e n t i n o don E m i l i o B . G o d o i en La nos Aires (reproducido mas adelante Nación en el de BueApéndice

( i ) E n el t o m o X I I d e d i c h o Boletín, entrega c o r r e s p o n d i e n t e a N o v i e m b r e i D i c i e m b r e d e 1 8 9 1 , se r e p r o d u c e u n o d e los planos c o n t e n i d o en el libro del Dr. P a u l Güssfeldt (Reise in der Andes von Chile und Arjentina in 1882-188]), i en las pájs. 3 4 8 i 3 4 9 se lee la siguiente " a d v e r t e n c i a " : " E l límite e n t r e las R e p ú b l i c a s Argentina i d e Chile en la rejion q u e r o d e a al pico del Aconcagua, es u n o d e los p r o b l e m a s q u e tienen q u e resolver los d e m a r c a d o r e s q u e llevan a c t u a l m e n t e al t e r r e n o la aplicación del t r a t a d o d e 1 8 8 r . "¿La línea pasará por el m i s m o pico del Aconcagua, es decir, seguirá las mas elevadas c u m b r e s d e los A n d e s , o bajará d e ellas, para seguir el divorlia aquarum, q u e en este p u n t o no coincide con dichas cumbres? " T a l es el p r o b l e m a . L o e n u n c i a m o s s i m p l e m e n t e . N o cree la J u n t a Directiva del Instituto Jeográfico Arjentino o p o r t u n o intervenir en u n a discusión técnica i q u e d e b e ser resuelta en el t e r r e n o m i s m o por los Peritos, d e a c u e r d o c o n el criterio d e sus gobiernos. L a discusión en tal caso podria perturbar la obra conciliatoriamente e m p r e n d i d a . " D e l lado d e Chile ha sido e s t u d i a d o el p r o b l e m a p o r el sabio alem á n Güssfeldt, i de su libro h a c e m o s , p o r vía d e ilustración, los estractos del texto i m a p a adjuntos. L a línea roja, agregada por nosotros al p l a n o d e Güssfeldt, es la d e las c u m b r e s m a s elevadas. Si la oportunid a d llegara, discutiremos a m p l i a m e n t e el c a s o . " Sólo nos resta agregar q u e la línea roja a q u e se refiere el final del párrafo preinserto, u n e la c u m b r e del cerro Aconcagua c o n la d e s i g n a d a con el n o m b r e d e la Ramada en n u e s t r o plano, f o r m a n d o un p e q u e ñ o á n g u l o hacia el oriente del 7 0 m e r i d i a n o .
o

OROGRAFÍA

E

HIPSOMETRÍA

2

3S

S-l)

s e h a c e t a m b i é n r e f e r e n c i a a e s t e p u n t o i dice q u e "la humilde cerrillada del p o paso I V se v é el n o m b r e d e

el límite d e b e p a s a r por niente, ii d o n d e en el pl. Valle Hermoso, d e la R a m a d a .

i no p o r s o b r e las " e l e v a d a s c u m b r e s i i

A

Bertrand

- E s t u d i o técnico d e la d e m a r c a c i ó n del Limite Chileno Arjentino.

P1.IV.

L;T

ALFMANA SANTIAGO MONEDA 2 5 f

APÉNDICE

R-4

Hipsometría preliminar de la rejion Andina del San Francisco

(Anexo el P1. V)

L o s datos hipsométricos i altimétricos recojidos c o r d a n t e s p a r a q u e s e a p o s i b l e f o r m a r un p l a n o m é t r i c o definitivo del m a c i z o andino

hasta hipsolas

la fecha no son t o d a v í a b a s t a n t e s ni s u f i c i e n t e m e n t e conque separa

n a c i e n t e s d e n u e s t r o rio d e C o p i a p ó d e las d e los rios a r jentinos Guanchin i Jahuel. Sin embargo, esos mismos datos permiten formular d e u n a m a n e r a g r á f i c a los p r i n c i p a l e s r a s g o s d e e s a h i p s o m e t r í a , p u e s si bien la altura o c o t a a b s o l u t a d e las c u r v a s no p u e d e c o n s i d e r a r s e c o m o e x a c t a , s e les p u e d e atribuir, sí, un v a l o r r e l a t i v o p e r f e c t a m e n t e d e t e r m i n a d o . E s t o s e d e m u e s t r a con el s i g u i e n t e c u a d r o c o m p a r a t i v o d e alturas o b t e n i d a s por d i v e r s o s o b s e r v a d o r e s en d i v e r sas ocasiones:

2 8
3

APÉNDICE

R-4

Flint
18S5

San Román
1886-88

Comisión mixta
1892

Comisión. hipsómetro —
1894

V e g a s de San F r a n c i s c o . . . P a s o d e San F r a n c i s c o Umbral de Laguna Verde U m b r a l de T r e s C r u c e s . . .

4,100 4,880

4>°3

8

4,073 4,717

3, 93
8

4,870

4,607

4,547 4)445 4,200

4,536

? ?
4,000

4,3 °
2

4,54° 4,090

?
3,95
2

Este

c u a d r o d e m u e s t r a q u e , a p e s a r d e las d i v e r j e n que existen respecto en-

cias h a s t a d e m a s d e 2 0 0 m e t r o s

d e altitud a b s o l u t a del p a s o d e S a n F r a n c i s c o , no c a b e n d u d a s a c e r c a del s e n t i d o d e los d e s n i v e l e s r e l a t i v o s T r e s Cruces i Maricünga. E n n u e s t r o p l a n o h e m o s a d o p t a d o , en j e n e r a l , las alturas m e d i d a s con b a r ó m e t r o d e m e r c u r i o en r e p e t i m o s q u e las m a y o r e s d i v e r j e n c i a s obtenidos Hemos cizo a n d i n o 4,300 hasta hoi, no introducirían 1892; pero e n t r e los d a t o s ningún cambio tre e s e p a s o i los u m b r a l e s d e L a g u n a V e r d e , c a m p o d e

m a t e r i a l en la f o r m a i s e n t i d o j e n e r a l d e las c u r v a s . s u p u e s t o q u e la b a s e del zócalo s e halla metros del g r a n m a entre vaguadas a u n a altitud c o m p r e n d i d a la c o n t i n u i d a d d e las

i 4,400

s o b r e el m a r , p o r q u e e s la sufii hemos considerado

ciente para establecer (o thalwegs) c o m o cumbre Las

en a m b a s v e r t i e n t e s

todo lo q u e p a s a d e 5 , 0 0 0 m e t r o s . e f e c t u a d a s en e s a rejion no son i prolijas para que podamos exactaprecisas

triangulaciones

suficientemente

p r e t e n d e r q u e la d i s t r i b u c i ó n d e las c u m b r e s s e a

OROGRAFÍA

E

HIPSOMLTRÍA

2

39

mente

la q u e a p a r e c e en el d i b u j o .

L o único q u e s e h a

q u e r i d o m a n i f e s t a r es q u e el c a r á c t e r d e e s a distribución no es el de c o r d o n e s lonjitudinales (de norte a s u r ) c o m o s e p r e t e n d e , i q u e , aun c u a n d o lo p e r m i t i e r a el T r a t a d o ( q u e no lo p e r m i t e ) , s e r i a v a n o intento tratar d e zar los Andes jeógrafos admiten localien uno s o l o d e los tales c o r d o n e s , q u e los tan solo, c o m o lo h a h e c h o el a u t o r

d e e s t e e s t u d i o , en o b s e q u i o al orden q u e es n e c e s a r i o o b s e r v a r en las d e s c r i p c i o n e s . L a s p e r s o n a s q u e q u i e r a n t o m a r s e el t r a b a j o d e comp a r a r los d i f e r e n t e s d a t o s j e o g r á f i c o s q u e en el t e x t o , o c u r r i e n d o tuación del cordillera; p a r a la base variará macizo a sus fuentes, nuestro plano hipsométrico andino, hemos citado reconocerán que como

r e p r e s e n t a r e a l m e n t e la siq u e es p a r a M o u s s y ,

p a r a todo j e ó g r a f o , lo q u e c o r r e s p o n d e al c o n c e p t o d e el c o n t o r n o d e lo q u e s e l l a m a el m a c i z o v a del zócalo, i la c o o r d i n a c i ó n d e las c u m b r e s (o altitud) que se les variacior i a r á n e c e s a r i a m e n t e s e g ú n la cota (o altitud) q u e s e elija también s e g ú n la cota

a s i g n e a éstos c o m o límite inferior; p e r o e s a s no h a r í a n sino c o n f i r m a r el c o n c e p t o j e n e r a l .

nes, fáciles de i n t e n t a r p a r a c u a l q u i e r d i b u j a n t e d e m a p a s P a r a a q u e l l o s no a c o s t u m b r a d o s a i n t e r p r e t a r los cont o r n o s h i p s o m é t r i c o s , r e c o r d a r e m o s q u e su significación práctica es fácil d e e n t e n d e r , m e d i a n t e una sencilla o p e ración m e n t a l : C o n c i b a m o s s u m e r j i d a b a j o el m a r la rejion q u e r e p r e s e n t a n u e s t r o m a p a , e i m a j i n e m o s un d e s c e n s o p a u l a t i n o d e las a g u a s . L a s p r i m e r a s c u m b r e s a s o m a r í a n en f o r m a d e islas, i é s t a s s e irian r e u n i e n d o , b a j a d o el nivel d e las aguas hasta que, habiendo h a s t a el q u e a c t u a l m e n t e

240

APÉNDICE

R-4

está a 5,00c

m e t r o s s o b r e el m a r , p r e s e n t a r í a n

dichas

c u m b r e s el a s p e c t o d e g r u p o s i n s u l a r e s c o m o lo indican las m a n c h a s r o j a s del plano. B a j a n d o m a s i m a s el n i v e l
d e las a g u a s ptmtos de paso de ¿as vertientes establecería irian qtiedando en seco s u c e s i v a m e n t e surjiendo del los otra los ( b o q u e t e s o p o r t e z u e l o s ) e n t r e una i q u e . irian la continuidad
San

mar, i así se en
etc.

del m a c i z o a n d i n o
Francisco, los Patos,

p a s o s d e las Lozas,

S i i m a j i n a m o s n u e v a m e n t e e s t a c i o n a r i o el d e s c e n s o a la a l t u r a d e la línea r o j a , a 4 , 3 0 0 i pico d e m e t r o s s o b r e el nivel actual del o c é a n o , s e v e r í a c l a r o q u e la continuid a d d e e s a l í n e a n o q u e d a i n t e r r u m p i d a ni al o c c i d e n t e
ni al o r i e n t e del paso de San Francisco, por mas que a

a m b o s l a d o s f o r m e n o j o s i s i n u o s i d a d e s c o m o las d e las
vegas de San Francisco, Laguna Verde, Laguna negro

Francisco,
p e r o el Paso maría ya

etc., q u e s e r i a n otras t a n t a s b a h í a s i n t e r i o r e s ;
de San Francisco entre separaría mar. las agitas i forun istmo uno i otro

Bajando

m a s el n i v e l d e las a g u a s , irian de que hemos hablado,

quedando

l l e n o s con ellas los g r a n d e s r e c i p i e n t e s q u e f o r m a r á las bahías interiores el p l a n o ( * ) . diseñándose s u s orillas i d e r r a m e s p o r las l í n e a s azules i n d i c a d a s en

(*) T e m i e n d o q u e se presente en la R e p ú b l i c a Arjentina nuestro e s t u d i o d e desagües topográficos o umbrales de derrame c o m o invención nuestra, nos a p r e s u r a m o s a m o s t r a r un e s t u d i o e n t e r a m e n t e análogo, ¡ncluido p o r R e c l u s en el t o m o X V I I I d e su Jeografía Universal, acomp a ñ á n d o l o con u n p l a n o del lago T i t i c a c a i su hoya hidrográfica, d o n d e a p a r e c e s e ñ a l a d o con u n r a y a d o especial el nivel q u e tendrían las aguas para salir p o r el u m b r a l o d e s a g ü e : »La Bolivie, privée d e son versant occidental, n'a plus d ' é c o u l e m e n t q u e vers l'Atlantique, par l ' A m a z o n e ou p a r le système plateen, et la

OROGRAFÍA

E

HIPSOMETRÍA

241

p a r t i e d e s eaux pluviales t o m b é e s sur le plateau s'évapore en entier •sans r e t o u r n e r à la mer. T o u t e f o i s il n'en fut pas ainsi à u n e é p o q u e géologique p r o b a b l e m e n t assez r a p r o c h é e . L a dépression d e l'altiplanicie était o c c u p é e p a r un lac d e d i m e n s i o n s supérieures à celles d e s p l u s g r a n d s d e l ' A m é r i q u e d u N o r d et de l'Afrique centrale. A cette é p o q u e , le relief des A n d e s , d e m o i n d r e h a u t e u r , ne devait pas e m p ê c h e r la précipitation d e s fortes pluies sur le plateau, ou bien, ce q u i parait très plausible, le climat local était b e a u c o u p plus h u m i d e . La •cuvette é n o r m e s'était emplie, et m ê m e on a pu r e c o n n a î t r e un d e s a n . •ciens niveaux d e l ' é t e n d u e lacustre. L e long des m o n t a g n e s qui d o m i n e n t les plaines d ' O r u r o o n aperçoit d e loin, à q u e l q u e s m è t r e s a u dessus d e l à base, u n e c o r n i c h e b l a n c h â t r e qui se poursuit vers le nord à plus d e 3 2 0 k i l o m è t r e s et qui paraît avoir été d é p o s é e par les eaux.
Une seule issue se présentait pour l'épanchement de cette médilerranée sus-

pendue

a plus

de 4.000 mètres

au-dessus

de la mer. L a b r è c h e d e s m o n -

tagnes o ù s'est assise la ville d e L a Paz, et où naît l'une d e s maîtresses b r a n c h e s d u Beni, recevait le t r o p plein d e la m e r intérieure et le roulait vers l ' A m a z o n e . L e plus g r a n d lac d e la T e r r e alimentait le plus g r a n d fleuve, et son défilé d e sortie passait à la b a s e d e l'un d e s m o n t s Tes plus élevés du N o u v e a u d e s s u s du T i t i c a c a et à
Géographie Universelle,
4 4 0

M o n d e . Le

seuil

de partage,

d'après les
(RECLUS,

m e s u r e s d e Mfnchin, serait à 4 0 8 1

m è t r e s d'altitude, à 1 5 7 mètres au-

mètres au-dessus de La P a z . H

t o m . X V I I I , pâg. 6 4 1 . )

(DOCUMENTOS

16

A . B e r t r a n d - E s t u d i o t é c n i c o d e l a d e m a r c a c i ó n del L i m i t e C h i l e n o A r j e n t í n o
— — — — • • « • • • • ^ ' " ^ • • • • • • • M M » » — — i M M i n

Pl.V.
n M

• PRELIMINAR •

de los valles de primer orden que tienen su orijen ei\ el

PASO DE SAN FRANCISCO
i desaguan

B7.

30

U -

ALEMANA S A N T I A G O

MONEDA

2 5 P,

APÉNDICE

S

La divisoria continental de aguas aceptada por jeógrafos e injenieros arjentinos

I.—Artículos del ¡njeniero don Emilio B. Godoi, miembro del Instituto Jeográfico de Buenos Aires i de la Comisión especial del Atlas de la Confederación en 1883.

111 poco <lc orografía (De La Nación de Buenos Aires trascrito por Za Libertad Electoral del 1 6 de Febrero) El c o n t i n e n t e s u d - a m e r i c a n o se e s t i e n d e e n t r e d o s o c é a n o s . P r e s c i n d a m o s del m a r C a r i b e q u e lo b a ñ a por el n o r t e i recibe el t r i b u t o d e las c u e n c a s hidrográficas del O r i n o c o i el M a g d a l e n a . L a s aguas d e este c o n t i n e n t e son tributarias d e d i c h o s o c é a n o s i s e distinguen en atlánticas i pacíficas. C u a l q u i e r a q u e sea la forma en q u e dichas aguas se p r e s e n t e n en la superficie del c o n t i n e n t e ; cualquiera q u e sea el p u n t o d e d i c h a superficie en q u e se las considere, q u e d a n sujetas a la clasificación esencial d e aguas atlánticas o aguas pacíficas, según el d e s t i n o q u e las pendientes continentales les i m p o n e n . Las aguas fluviales, d e s d e q u e caen sobre un p u n t o del c o n t i n e n t e , directo, se e n c a m i n a n a su destino siguiendo un r u m b o m a s o m e n o s

m a s o m e n o s tortuoso, retrógrado, a veces, p e r o s i e m p r e s u b o r d i n a d o a u n a de las dos p e n d i e n t e s jenerales del c o n t i n e n t e , q u e d a n d o por el h e c h o clasificadas c o m o tributarias del O c é a n o A t l á n t i c o o del O c é a n o Pacífico i caracterizado d i c h o p u n t o c o m o p e r t e n e c i e n t e a u n a u o t r a b a n d a continental.

244

APÉNDICE

S

D o q u i e r a q u e exista el continente, existen forzosamente a m b a s bandas, a m b a s vertientes, atlántica la una, pacífica la otra, haya o n o haya cordillera para el vulgo d e los observadores. P o d e m o s s u p o n e r el c o r d o n c o n t i n e n t a l tan e m p e q u e ñ e c i d o c u a n t o se quiera en altura ( c o m o para q u e s u c e d e en ciertas latitudes) o tan amplificado c u a n t o se quiera en anchura ( c o m o s u c e d e en otras); pero las lluvias atlánticas no se confundirán j a m a s con las pacíficas i t a m p o c o es posible q u e se confundan las c o m a r c a s q u e las reciben i les d a n d e s t i n o a u n o u otro o c é a n o . Para q u e esa confusion p u e d a t e n e r lugar, es necesario q u e los o c é a . nos se confundan, q u e el c o n t i n e n t e desaparezca entre ellos, q u e haya u n estrecho, una solución d e c o n t i n u i d a d del c o n t i n e n t e o una terminación del m i s m o . C u a n d o es una c a d e n a d e m o n t a ñ a s el límite c o n v e n i d o entre dos países, es m e n e s t e r q u e a m b o s pueblos sean mui díscolos o mui e m brollones para q u e n o se e n t i e n d a n en la d e m a r c a c i ó n material de d i c h o límite. El trabajo está h e c h o por la naturaleza. E s necesario q u e los h o m b r e s se aparten d e la observación d e los h e c h o s para q u e haya cuestión. L a línea divisoria es c o n t i n u a , a u n c u a n d o la cordillera n o lo sea; es c o n t i n u a m i e n t r a s hai c o n t i n e n t e . E s necesario d e t e r m i n a r l a por p u n t o s . N o p o d e m o s t e n e r la pretension d e fijar éstos a c a d a kilómetro. Ni es necesario. E n 5 0 0 leguas bastan 5 0 p u n t o s i hai mayor n ú m e r o d e ellos d e inc o n t r o v e r t i b l e ubicación. E l c o n t i n e n t e es c o m o un edificio d e dos aguas. El mojinete es la cordillera q u e en jeneral forma la c u m b r e r a o p a r t e m a s alta del edificio, sin q u e esto se o p o n g a a q u e haya u n a asta d e b a n d e r a de cada l a d o q u e n o d e b e confundirse con la línea divisoria. T o d a c u m b r e separa aguas, pero n o d e b e m o s confundir las c u m b r e s q u e la separan d e n t r o d e casa con las c u m b r e s q u e las separan e n t r e n u e s t r a casa i la vecina. N o hai q u e confundir el asta d e b a n d e r a con el mojinete. L a noción d e las altas c u m b r e s i n t r o d u c i d a s c o m o condición para b u s c a r los p u n t o s d e la línea divisoria, es peligrosa p o r q u e c o n d u c e a i n d e t e r m i n a c i o n e s d e h e c h o q u e n i n g u n a discusión hará d e s a p a r e c e r , i q u e solo la concesión voluntaria de u n o u otro interesado podría salvar, d e j a n d o portillos en el criterio, por d o n d e p u e d e escurrirse m a -

ARTÍCULOS

DEL

1NJENIER0

GODOI

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ñ a ñ a la ventaja alcanzada hoi, o, lo q u e es mas seguro, p r o v o c a n d o conflictos tanto m a s serios c u a n t o mas informal i destituido d e s e n t i d o es el criteiío q u e se p r e t e n d a aplicar. E s peligroso sustituir al criterio d e la c e r t i d u m b r e el criterio ventajero, i a esto c o n d u c e n las v a g u e d a d e s d e criterio. Y a no será cuestión de c o m p r o b a r h e c h o s sino ensayar vivezas, i en la c o n t i e n d a de averiguar cuál es el mas vivo, se va d e carrera a resolver cuál es el m a s fuerte. El mojinete del c o n t i n e n t e tiene r u m b o jeneral d e norte a sur, p e r o n o es recto; es sinuoso; tiene inflexiones q u e en algunas partes m o d i fican su r u m b o hasta aproximarlo a la dirección perpendicular. Del mojinete se d e s p r e n d e n valles s e p a r a d o s por c a d e n a s s e c u n d a rias normales a la dirección p e r p e n d i c u l a r . Del mojinete se d e s p r e n d e n valles separados por c a d e n a s secundarias n o r m a l e s a la dirección de aquél. Estas c a d e n a s secundarias, q u e forman c o m o las hileras d e tejas d e un t e c h o , corren en jeneral al naciente o al p o n i e n t e , pero d o n d e el mojinete se desvia del r u m b o jeneral, ellas t a m b i é n cambian d e r u m b o i llegan a veces a confundirse con el m e r i d i a n o . E n t r e las c a d e n a s secundarias están los rios d e una i otra b a n d a . L o s p u n t o s de a r r a n q u e d e dos c a d e n a s secundarias opuestas p u e d e n coincidir, i en tal caso el mojinete presenta un p u n t o de m á x i m a altura. E n t o n c e s ocurre igual coincidencia en el n a c i m i e n t o d e los opuestos valles i el mojinete ofrece una depresión o p u n t o d e mínima altura, l l a m a d o paso o portezuelo. M i e n t r a s esta leí, q u e es jeneral, n o ofrece escepciones, presenta el mojinete un p u n t o c u l m i n a n t e e n t r e dos portezuelos, un portezuelo entre dos p u n t o s culminantes, p r o d u c i é n d o s e así las o n d u l a c i o n e s del mojinete en sentido vertical. C u a n d o u n a c a d e n a s e c u n d a r i a d e un lado c o r r e s p o n d e a un valle d e otro, el mojinete p r e s e n t a j e n e r a l m e n t e un p u n t o d e inflexión en q u e el r u m b o jeneral del sistema se modifica. E n t r e la R e p ú b l i c a Arjentina i Chile hai mas d e q u i n i e n t o s p o r t e zuelos q u e son otros tantos p u n t o s incontrovertibles de la línea que se trata de d e t e r m i n a r . E n t r e cada dos d e estos portezuelos contiguos o sucesivos, q u e d a n las altas c u m b r e s c o r r e s p o n d i e n t e s al a r r a n q u e de a m b a s c a d e n a s sec u n d a r i a s ; q u e d a el macizo central c o r o n a d o por la línea d e c u m b r e q u e une los dos pasos i en la cual descuella el p u n t o m á x i m o o sea el pico mas alto q u e presenta la cordillera entre a m b o s portezuelos.

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N o es raro el caso en q u e d i c h o pico n o es mas alto. Sucede, algunas veces q u e otra, e n c o n t r a r en u n a d e a m b a s c a d e n a s secundarias, c u m b r e s mas altas q u e en el mojinete m i s m o ; v e r d a d e r o s palos de b a n d e r a (*) q u e unas veces se p r e s e n t a n d e n u e s t r o l a d o i otras veces (las m e n o s ) del lado del vecino. E s t a s c u m b r e s escéntricas separan aguas ¿\ q u é c u m b r e no las separa? P e r o ¿ q u é aguas separan estas c u m b r e s ? El ser cumbres altas que separan aguas no les da d e r e c h o a figurar c o m o p u n t o s d e la línea divisoria. E s t a s c u m b r e s altas dividen aguas d e dos o mas arroyos tributarios de un m i s m o rio i son parte d e una misma c u e n c a hidrográfica q u e se vierte directa o i n d i r e c t a m e n t e en u n o u otro o c é a n o . D i c h a s c u m b r e s están, pues, d e n t r o de u n o u otro territorio i n o en la línea divisoria, p o r mas q u e sean c u m b r e s altas i dividan aguas. P u e d e haber casos en q u e ofrezca dificultades, pero j a m a s discusión, el averiguar si un p u n t o d a d o p e r t e n e c e o no a la línea divisionaria. H e dicho q u e el mojinete ofrece o n d u l a c i o n e s i que por efecto d e ellas hai sitios en q u e t o m a r u m b o casi p e r p e n d i c u l a r a su dirección jeneral. D o n d e tal sucede, las c a d e n a s s e c u n d a r i a s q u e se d e s p r e n d e n norm a l m e n t e a l a principal, se dirijen en r u m b o norte-sur i j e n e r a l m e n t e alcanzan escepcional altura i ofrecen ejemplos d e picos c o r o n a d o s d e nieves eternas q u e i n d u c e n a considerar la c a d e n a secundaria c o m o u n a continuación d e la principal. A m b a s faldas d e esta c a d e n a s e c u n d a r i a d a n oríjen a torrentes q u e se dirijen unos al poniente, otros al naciente. E s t a circunstancia c o n t r i b u y e a dar a la ilusión casi la consistencia d e una c e r t i d u m b r e . P e r o si seguimos el curso d e los arroyos occidentales, nos convenc e m o s q u e son tributarios de rios orientales i forman parte de la c u e n c a hidrográfica del Paraná. P u e d e ocurrir q u e la tarea material de seguir el c u r s o d e dichos arroyos ofrezca dificultades i se haga en igual g r a d o difícil fijar el carácter de la c a d e n a secundaria q u e les da oríjen. P e r o esos casos serán muí raros i por mas dificultades q u e presenten, p u e d e anticiparse q u e ellas serán siempre salvables m e d i a n t e el e m p l e o d e h o m b r e s c o m p e tentes. ¿I quiénes son esos h o m b r e s ? (*) Podrían compararse con las chimeneas especialmente los volcanes.

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N o son historiadores c o m o Barros A r a n a ; d o c t o r e s de d e r e c h o c o m o Q u i r n o Costa; injenieros c o m o Virasoro o San R o m á n , o d o c t o r e s en ciencias naturales c o m o M o r e n o . S o n los vaquia?ws, ¿os arrieros h o m b r e s h a b i t u a d o s al tránsito d e las m o n t a ñ a s a l o m o d e m u í a o a pié; q u e n o se a r r e d r a n d e los precipicios p o r q u e están familiarizados con ellos, ni e n c u e n t r a n c a m i n o malo, ni se a m e d r e n t a n de las j o r n a d a s largas, ni d e s m a y a n a n t e las p e n a l i d a d e s d e u n p r o l o n g a d o viaje. La cuestión no tiene n a d a q u e ver con la i m p o r t a n c i a del personaje, ni con su ciencia c o m o jurista o c o m o injenio. La cuestión es cuestión d e p e l a d u r a s . D e s p u é s de resuelto por este h u m i l d e i eficaz p r o c e d i m i e n t o si un p u n t o es o no d e la línea divisoria, llega el t u r n o a los personajes para r e d a c t a r las actas i protocolos; a los albañiles para construir el mojón i a los injenieros, a s t r ó n o m o s i m a r i n o s para d e t e r m i n a r la latitud i lonjitud jeográficas del mojón i el azimut bajo el cual se ven d e s d e el p u n t o , las c u m b r e s A, B i C del mojinete o d e algunas c a d e n a s secundarias. E n t o n c e s llega el t u r n o a los jeógrafos d e t o m a r nota del h e c h o c o m p r o b a d o i a los deseosos d e bélicos conflictos el pesar d e suprimir en su rejistro de discordia u n a p r o b a b i l i d a d d e guerra internacional.

(De La Nación de Buenos Aires del 12 de Marzo) Las fronteras son naturales o d e m a r c a d a s . C u a n d o dos naciones convienen en un límite natural, la d e m a r c a c i ó n es en teoría inoficiosa. La línea divisoria es u n a línea real, c o n t i n u a i constituida por h e c h o s jeográficos. La o b r a d e d e m a r c a c i ó n está h e c h a por la naturaleza. L a obra h u m a n a se r e d u c e a reconocerla c o m o frontera c o n v e n i d a i a constatarla c o m o un h e c h o hidrográfico u orográfico, según sean mares, rios o m o n t e s los q u e la d e t e r m i n a n . L o s límites no naturales se llaman límites d e m a r c a d o s . E s t o s límites consienten líneas rectas i, en jeneral, líneas sujetas en su trazo a leyes j e o m é t r i c a s , f o r m a n d o polígonos con vértices d e m a r c a d o s por la o b r a h u m a n a , a falta d e los h e c h o s q u e dan existencia a los límites naturales.

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L o s n o m b r e s c o n s a g r a d o s d e límites natura/es para los unos i límímites demarcados para los otros, esplican s u f i c i e n t e m e n t e la distinción q u e existe entre ellos i la diferente i m p o r t a n c i a q u e c o r r e s p o n d e a la acción h u m a n a en su fijación. L a línea divisoria c o n v e n i d a entre los territorios arjentino i c h i l e n o en el paralelo 5 2 i m a s al sur h a s t a el t é r m i n o m e r i d i o n a l d e la T i e r r a del F u e g o , es un límite d e la clase d e los límites demarcados. Está sometido ciencia jeodésica lelo jeográfico en (artículos 2 . i 3 .
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a c o n d i c i o n e s a s t r o n ó m i c a s i exije el auxilio de la para su d e t e r m i n a c i ó n , por c u a n t o se ciñe a un parau n a parte de su trazo i a u n m e r i d i a n o en otra parte del t r a t a d o ) .

D e s d e el paralelo 5 2 al norte, el límite c o n v e n i d o es d e la clase d e los límites naturales: la cordillera d e los A n d e s . El artículo i . ° d e l T r a t a d o d e t e r m i n a q u e "la línea fronteriza c o r r e r á p o r las c u m b r e s mas elevadas d e dichas cordilleras q u e dividan las aguas i pasará por e n t r e las vertientes q u e se d e s p r e n d a n a u n lado i otro.n El principal autor, el inspirador d e esta redacción, declara h a b e r tenido en vista, al adoptarla, la regla establecida p o r Bello i por Bluntschli. E s t a regla la espresa Bello c o m o sigue: "Si el límite es u n a cordillera, la línea divisoria corre p o r sobre los p u n t o s m a s e n c u m b r a d o s d e ella, p a s a n d o p o r e n t r e los manantialesd e las vertientes q u e d e s c i e n d e n a un lado i al otro.» ¿ Q u é se e n t i e n d e por los p u n t o s m a s e n c u m b r a d o s d e u n a c o r d i llera? L a p r e g u n t a parece nimia, i es, sin e m b a r g o , f u n d a m e n t a l . E s t a pregunta tiene dos respuestas según el s e n t i d o i o b j e t o con q u e se formula. Si b u s c a m o s los p u n t o s m a s e n c u m b r a d o s en s e n t i d o trasversal, c a d a c a m i n o o c a d a sección trasversal d e la cordillera c o n d u c e a u n o d e esos p u n t o s , q u e se e n c u e n t r a allí d o n d e el c a m i n o o perfil trasversal deja de subir p a r a e m p e z a r a bajar. Si b u s c a m o s los p u n t o s m a s elevados en s e n t i d o lonjitudinal, esta esploracion nos c o n d u c e a las c u m b r e s m a s elevadas d e la c u m b r e r a misma, investigación q u e n o interesa para el o b j e t o . E l c o n j u n t o d e los p u n t o s m a s e n c u m b r a d o s o b t e n i d o s p o r el núm e r o indefinido d e c a m i n o s practicables, o secciones ideales q u e pueden trazarse al través d e la cordillera, constituyen la c u m b r e r a (ligne de faite), línea o n d u l a d a en s e n t i d o vertical, q u e se e s t i e n d e d e sur a

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n o r t e ; accesible en los pasos o p u n t o s m í n i m o s ; inaccesible en t o d o lo d e m á s i p r i n c i p a l m e n t e e n las c u m b r e s m a s elevadas d e la m i s m a cumbrera. E s t a línea "pasa por e n t r e los manantiales d e las vertientes q u e d e s cienden a un lado i al o t r o . " E s t o s manantiales se presentan d e d o s en d o s . A un m a n a n t i a l oriental c o r r e s p o n d e por regla jeneral u n m a n a n t i a l occidental. El p u n t o q u e e n t r e ellos se e n c u e n t r a , es el p u n t o m a s e n c u m b r a d o en sentido transversal, pero es el m e n o s e n c u m b r a d o en s e n t i d o lonjitudinal. E n ese p u n t o se cortan d o s líneas d e importancia continental, la línea del perfil transversal d e la cordillera i la línea del perfil lonjitudinal. D e s d e ese p u n t o , el perfil transversal baja hacia el naciente i hacia el o c c i d e n t e ; el perfil lonjitudinal, por el contrario, s u b e d e s d e ese p u n t o hacia el norte i hacia el sur. E l q u e ha h e c h o alguna vez en su vida el viaje d e cordillera, el q u e la ha t r a s m o n t a d o alguna vez, ha t e n i d o q u e hacerlo por alguno d e los c i n c u e n t a i t a n t o s pasos o boquetes q u e ella presenta; i c u a n d o , sig u i e n d o el c a m i n o , h a a c a b a d o d e subir para e m p e z a r a bajar, le ha dicho el arriero q u e le sirve d e guia "ya e s t a m o s en la c u m b r e n i él h a p o d i d o c o m p r o b a r l o p o r la propia inspección d e los hechos, sea en el acto, sea en la c o n t i n u a c i ó n d e la m a r c h a . Estos p u n t o s m í n i m o s son muí d e t e r m i n a d o s , p o r q u e son accesibles, ofrecen vias practicables para el tráfico i constituyen h e c h o s establecidos i r e c o n o c i d o s p o r el c o n s e n s o universal de propios i estraños. U n i e n d o estos a p u n t e s m í n i m o s q u e o c u p a n el fondo de las ondulaciones d e la c u m b r e r a , existe esta m i s m a línea q u e forma entre ellas las o n d u l a c i o n e s altas d e la línea d e c u m b r e s i pasa por los p u n t o s m a s elevados del perfil lonjitudinal. D e este m o d o la c u m b r e r a (ligue de faite) es u n a línea o n d u l a d a i c o n t i n u a q u e presenta sus p u n t o s m a s bajos en los portezuelos o b o quetes i sus p u n t o s m a s altos en los espacios q u e separan d o s b o q u e tes sucesivos. E s t a línea p u e d e definirse c o m o el perfil lonjitudinal q u e pasa p o r t o d o s los p u n t o s d e c u m b r e s d e t e r m i n a d a s p o r los perfiles t r a n s v e r sales del sistema. L o s portezuelos c o r r e s p o n d e n al a r r a n q u e d e valles o ríos o p u e s t o s ; las partes altas q u e separan dos portezuelos, c o r r e s p o n d e n al a r r a n q u e d e c a d e n a s secundarias o p u e s t a s .

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D i c h o perfil c u l m i n a n t e es la línea q u e el d e r e c h o internacional consagra c o m o límite natural e n t r e dos naciones q u e han c o n v e n i d o en reconocer c o m o frontera de sus jurisdicciones territoriales, una c a d e n a de montañas. Esta línea es c o n t i n u a ; es un h e c h o existente de la naturaleza; tiene p u n t o s accesibles e inaccesibles, p e r o t o d o s ellos reales. M a r c a d o s los accesibles, q u e d a n d e t e r m i n a d o s los inaccesibles. A u n q u e la línea es c o n t i n u a no p u e d e p r e t e n d e r s e hacer su trazo material c o n t i n u o en el terreno, c o n s t r u y e n d o en t o d a su lonjitud u n a muralla china. Ni es posible, ni es necesario. Basta m a r c a r los p u n t o s accesibles d e ella. Las c u m b r e s altas, es decir, las partes altas de la c u m b r e r a , q u e ligan cada dos p u n t o s accesibles, q u e d a n d e t e r m i n a d a s p o r su propia inaccesibilidad. P u e d e n m e n c i o n a r s e c o m o parte de una definición, pero n o c o m o parte de ejecución. El tratado bien e n t e n d i d o , n o a l u d e a ellas; la regla del d e r e c h o internacional t a m p o c o . U n o i otro hablan de los p u n t o s m a s e n c u m b r a d o s de los perfiles trasversales; de los p u n t o s de c u m b r e . E n la cuestión de frontera, poco i m p o r t a q u e el A c o n c a g u a sea mas alto q u e el T u p u n g a t o o vice versa. Atribuir importancia a la c o m p a r a c i ó n d e alturas en sentido lonjitudinal, seria lo m i s m o q u e p r e o c u p a r s e de la bravura del mar c u a n d o él constituye la frontera natural. Esos p u n t o s mas altos d e la c u m b r e r a son por su m i s m a inaccesibilidad los m e n o s i m p o r t a n t e s ( a u n q u e no p o r eso m e n o s reales) del límite internacional; c o m o las costas bravas, en el confín m a r í t i m o , q u e n o se prestan a la fundación de p u e r t o s . El s u p r e m o a r q u i t e c t o los puso allí para los c ó n d o r e s , sin d u d a únicos vivientes q u e se posan sobre ellos sin e s p e r i m e n t a r los m a r e o s del vértigo. P e r o es seguro q u e al hacer aquellas c u m b r e s n o t u v o en vista a los h u m a n o s , o por lo m e n o s a la j e n e r a l i d a d de ellos, p o r q u e si bien los cazadores d e g u a n a c o s suelen escalarlas, el vulgo de los patriotas de elevado i h u m i l d e jaez n o p u e d e ni n o m b r a r l a s sin e m b r o l l a r s e . E s a s altas c u m b r e s p e r t e n e c e n a la línea divisoria d e las a g u a s . • T a m b i é n p e r t e n e c e n a ella las otras partes de la c u m b r e r a , las partes bajas del mojinete, los portezuelos, b o q u e t e s o pasos p o r la cordillera.

ARTÍCULOS

DEL INIENIERO

GODO!

E s a línea o n d u l a d a en sentido vertical i sujeta a mil sinuosidades i caprichos en s e n t i d o horizontal; esa línea formada por el filo o lomo d e las p a r t e s altas i bajas del mojinete, constituye el límite natural d e d o s territorios s e p a r a d o s por u n a cordillera; es lo q u e fijan las reglas d e l d e r e c h o internacional i lo q u e describe el artículo i.° del t r a t a d o de i 8 8 r . Yo n o sé c o m o se llama en griego o en latín, ni rne i m p o r t a saberlo; p a d e z c o d e u n a neurosis q u e podría llamarse onomatofobia, q u e c o n siste en el horror d e los n o m b r e s sustantivos e m p l e a d o s en sustitución d e la sustancia. Constituyen u n m e d i o c ó m o d o d e m e t e r c u c h a r a en lo q u e n o se e n t i e n d e , i lejos d e servir para el fin c o n q u e se inventó el lenguaje, q u e se s u p o n e ha sido para q u e los h u m a n o s se e n t i e n d a n entre sí, s u c e d e q u e los tales n o m b r e s sirven para n o e n t e n d e r s e . Lejos d e mí las líneas sinclinales i anticlinales o sea sinclínicas i a n ticlínicas. Lejos d e mi el divortia aquarum, i el e n c a d e n a m i e n t o central, i la cordillera real, i las mas altas c u m b r e s i t o d o ese fárrago d e n o m b r e s q u e nadie entiende, sin esceptuar a los q u e representan m a s a lo vivo la c o m e d i a de entenderlos. ¿Se bifurca la cordillera f o r m a n d o ojo? ¿ D e t e r m í n a n s e d e tal m a n e r a valles sin salida? L o ignoro. Si en el portezuelo d e U s p a l l a t a entierra u n a muía el casco d e su pata, dejará c o m o vestijio d e su pisada un valle, c o n dos c u m b r e r a s , u n a oriental i otra occidental: i las aguas d e a m b o s mojinetes afluirán a ese valle sin salida, f o r m a n d o u n a vega o un lago, i t e n d r e m o s u n caso d e conflicto. Pero d e j e m o s a las hormigas d e u n a i otra b a n d a q u e lo solucionen i elevemos n u e s t r o espíritu a cosas d e mayor entidad, propias d e dos razas h e r m a n a s , llamadas a sostener el h o n o r d e este a s e n d e r e a d o c o n t i n e n t e del sur. E n el m i s m o portezuelo n o m b r a d o existe la laguna del I n c a , inaccesible, e n c e r r a d a e n t r e d o s mojinetes c u y a s p e n d i e n t e s converjentes le son tributarias. ¿Por d ó n d e desagua? E s i n d u d a b l e q u e lo hace s u b t e r r á n e a m e n t e . ¿Hacia q u é lado? N o vale la p e n a d e averiguarlo i p a r e c e imposible a d e m a s . El valle d e los P a t o s es u n ojo formado por las altas cordilleras d e el E s p i n a c í t o al n a c i e n t e i las h u m i l d e s corrilladas del portezuelo d e Valle H e r m o s o i el portezuelo d e la V u e l t a d e los C a m i n o s p o r el p o n i e n t e . El volcan A c o n c a g u a al sur i el gran cerro del M e r c e n a r i o al n o r t e s o n los n u d o s d e la bifurcación cordillerana q u e da existencia a d i c h o valle.

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Las altas c u m b r e s orientales ( E s p i n a c i t o ) tienen 3,000 metros d e altura sobre d i c h o valle; las cerrilladas q u e lo limitan por el occidente, m i d e n en los portezuelos n o m b r a d o s una altura q u e n o pasa d e 1 sometros. D o s rios nacen en el valle de los P a t o s p o r la falda occidental del Espinacito. Corren o b l i c u a m e n t e al occidente, llegan al pié de los portezuelos i, r e s p e t a n d o la h u m i l d e cerrillada occidental, jiran al oriente, se j u n t a n p a r a formar el rio de San J u a n i atraviesan el Espinacito hacia el n a ciente por u n tajo estrecho d e 3,000 m e t r o s d e altura i d e varios kilóm e t r o s d e desarrollo; tajo tan estrecho, q u e jamas se ha p e n s a d o en llevar por él el c a m i n o . Este, llegado al pié del E s p i n a c i t o d e s p u é s d e h a b e r r e m o n t a d o hasta allí la márjen del rio, se separa de éste i trasm o n t a el E s p i n a c i t o por la m a s alta cuesta en zig zag d e q u e t e n g o conocimiento. El valle d e los P a t o s es nuestro: es decir, c o r r e s p o n d e a la jurisdicción arjentina. H a i a n t e c e d e n t e s a c e p t a d o s q u e así lo establecen, a u n q u e sus dueños son chilenos hoi, i m a ñ a n a p u e d e n ser ingleses. E s t a clara jurisdicción la establecen los p e q u e ñ o s cerrillos o c c i d e n tales i no b a s t a n a conmoverla las e n o r m e s c u m b r e s del gran m a c i z o occidental q u e ligan el gran volcan A c o n c a g u a con el colosal m o n t e del M e r c e n a r i o . I el valle de los P a t o s es el mas valioso i fértil de los valles cordilleranos. M i d e mas d e 200 leguas superficiales i p o s e e p r a d o s naturales p r o vistos de riquísimos pastos i a g u a d a s . ¿ C ó m o trazaríamos e n t r e el A c o n c a g u a i el M e r c e n a r i o la línea divisoria de a m b o s países? P o r las c u m b r e s altísimas del E s p i n a c i t o , d e j a n d o al o c c i d e n t e t o d o el valle d e los P a t o s con las partes occidentales del rio d e San J u a n i de sus afluentes, q u e q u e d a r í a n así c o r t a d o s . ¡No! P o r mas q u e un p r o t o c o l o adicional q u e he visto p u b l i c a d o i d e cuya fiel transcripción d u d o , prevea el caso d e q u e el límite c o r t e rios i partes d e rios (¿Quirno-Barros?) E s t o n o lo p r e t e n d e r á el c h i l e n o ni lo consentiría el arjentíno. H é aquí una d e las divagaciones peligrosas del criterio d e m a r c a t o r i o del límite. ¿ A d o p t a r e m o s la línea recta tirada d e la c u m b r e del M e r c e n a r i o a la d e A c o n c a g u a , línea q u e dividiría p o r m i t a d el valle d e los Patos?

ARTÍCULOS

DEL

INJENIERO

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¡ N o ! La línea reconocida i a c e p t a d a por el c o n s e n s o universal d e propios i estraños es la línea d e los cerillos en q u e están los n o m b r a d o s portezuelos, línea q u e e n t r e g a t o d o el rico valle d e los Patos a la jurisdicción arjentina. E s t e ejemplo, a u n q u e a n o r m a l , pues se aparta del réjimen orográfico d e los A n d e s , no es aislado i basta para hacer c o m p r e n d e r los p e ligros a q u e p u e d e n c o n d u c i r n o s las divagaciones d e criterio en tratados i protocolos. El divoriia aquarum (¡ya se m e escapó esa m a l d i t a locución!) nos favorece al norte, d o n d e todos los valles lonjitudinales son nuestros. E s a m i s m a maldita cosa nos perjudica al sur, d o n d e el mojinete parece hallarse al naciente d e las altas c u m b r e s . N o p o r q u e haya algún E s p í n a c i t o occidental i algún valle de las Gaviotas oriental, sino p o r q u e en la rejion q u e se estiende d e s d e Chiloé hasta el e s t r e c h o de Magallanes, d o n d e la costa a s u m e el carácter glacial (doctor F r a n c i s c o F o n c k ) la cordillera d e c a e i las c u m b r e s insulares i peninsulares t o m a n mayor importancia.

CASOS

DUDOSOS

(De La Nación de Buenos Aires del 22 de Marzo) L a frontera c o n v e n i d a con la vecina R e p ú b l i c a ofrece las d o s clases d e límite q u e el d e r e c h o internacional r e c o n o c e : I . L í m i t e demarcado, del paralelo 52 al sur. I I . Límite natural, de d i c h o paralelo al norte. E n aquella p r i m e r a parte la d e m a r c a c i ó n es esencial; la línea, u n a vez d e m a r c a d a , constituye el límite, a n t e s . d e ello, carece d e existencia real. La operación d e fijarla q u e d ó sujeta a condiciones astronómicas q u e la obra h u m a n a d e b í a realizar p o r m e d i o d e observaciones celestes i cálculos en ellos b a s a d o s . E s t a obra, e n c o m e n d a d a a las ciencias exactas, n o dio lugar a discusiones sobre el s e n t i d o de las palabras, i e s t o basta para esplicar la seguridad con q u e se ha p r o c e d i d o en su ejecución, próxima ya a t e r m i n a r s e definitivamente. E n la otra parte la d e m a r c a c i ó n está h e c h a por la naturaleza. L a línea existe. Se le p o n e n n o m b r e s . L o q u e toca a la acción h u m a n a es reconocerla de a c u e r d o con dichos n o m b r e s , i he a q u í la dificultad. .¡Palabras, palabras! Fijar la hora con respecto al m e r i d i a n o d e G r e e n w i c h o sea la Ion-

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jitud d e u n m e r i d i a n o cualquiera con respecto a d i c h o m e r i d i a n o inicial, es una operación delicadísima, sujeta a las mas refinadas c o r r e c ciones exijidas en la ciencia aplicada; dicha fijación ha sido la o b r a fundamental en el trazo del límite m e r i d i a n o q u e divide la Tierra del F u e g o d e n o r t e a sur. D u r a n t e el trazo d e esta línea h a n sido necesarias repetidas c o m p r o baciones d e carácter a s t r o n ó m i c o i jeodésico, ejecutadas en el t e r r e n o i n c o n m o v i b l e i sereno d e la ciencia por a m b a s Sub-comisiones, sin tropiezo ni d e s a c u e r d o . ¡ N a d a de palabras! N o m e n o s delicada es la d e t e r m i n a c i ó n d e un paralelo terrestre cuyos p u n t o s q u e d a n sujetos a la c o n d i c i ó n d e una altura polar c o n s t a n t e ; esta obra ha sido necesaria para trazar el límite en la parte ceñida al g r a d o 52 d e latitud i q u e d a hecha sin tropiezo ¡No se ha p e r d i d o el t i e m p o en palabras! Llegamos a la otra