Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho

REGIMENTO INTERNO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO

Aprovado pela Resolução Administrativa nº 1295/2008, com alterações dos Atos Regimentais nºs 1/2011, 2/2011 e 3/2012 e Emendas s Regimentais nº 1/2011, 2/2011 e 3/2012.

Brasília 2012

Ministro JOÃO ORESTE DALAZEN – Presidente Ministra MARIA CRISTINA IRIGOYEN PEDUZZI – Vice-Presidente Ministro ANTONIO JOSÉ DE BARROS LEVENHAGEN – Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho

Comissão Permanente de Regimento Interno Ministro EMMANOEL PEREIRA (Presidente) Ministro FERNANDO EIZO ONO Ministro JOSÉ ROBERTO FREIRE PIMENTA Ministro MAURÍCIO GODINHO DELGADO (suplente)

B823r Brasil. Tribunal Superior do Trabalho (TST) Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho: aprovado pela Resolução Administrativa nº 1295/2008, com alterações dos Atos Regimentais nºs 1/2011, 2/2011 e 3/2012 e Emendas Regimentais nºs 1/2011, 2/2011 e 3/2012 - Brasília : Tribunal Superior do Trabalho, 2012. 153 p. 1. Tribunal Superior do Trabalho - Regimento – Brasil. 2. Brasil - Tribunal Superior do Trabalho. I. Título CDU 347.998.72(81)

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SUMÁRIO

LIVRO I DO TRIBUNAL

TÍTULO I Do Tribunal, da sua composição, dos seus Ministros ............ 15 CAPÍTULO I Do Tribunal (arts. 1º e 2º) ............................................... 15 CAPÍTULO II Da Composição e da Investidura (arts. 3º ao 6º) ................ 15 CAPÍTULO III Dos Ministros ................................................................. 17 Seção I Da Posse e das Prerrogativas (arts. 7º ao 10) ..................... 17 Seção II Das Férias, das Licenças, das Substituições e das Convocações (arts. 11 ao 19) ............................................................. 18 Seção III Da Convocação Extraordinária (art. 20) ............................. 21 Seção IV Da Aposentadoria (arts. 21 ao 27) .................................... 21 Seção V Da Disponibilidade e da Aposentadoria por Interesse Público (art. 28) ....................................................................... 22 TÍTULO II Da Direção .................................................................... 23 CAPÍTULO I Dos Cargos de Direção, da Eleição, da Posse e da Vacância (arts. 29 ao 33) ............................................................. 23 CAPÍTULO II Da Presidência e da Vice-Presidência ................................. 24 Seção I Das Disposições Gerais (art. 34) ....................................... 24 Seção II
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Das Atribuições do Presidente (art. 35) .............................. 25 Seção III Da Vice-Presidência (arts. 36 e 37).................................... 29 CAPÍTULO III Da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho ..................... 30 Seção I Das Disposições Gerais (art. 38) ....................................... 30 Seção II Das Atribuições do Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho (arts. 39 ao 41) .............................................................. 30 CAPÍTULO IV Da Polícia do Tribunal (arts. 42 ao 44) ............................... 30 CAPÍTULO V Da Representação por Desobediência ou Desacato (art. 45) .. 31 CAPÍTULO VI Da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho (art. 46) ............ 31 CAPÍTULO VII Das Comissões ............................................................... 32 Seção I Das Disposições Gerais (arts. 47 ao 50) ............................. 32 Seção II Da Comissão de Regimento (arts. 51 e 52) ......................... 33 Seção III Da Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos (arts. 53 ao 55) .............................................................. 33 Seção IV Da Comissão de Documentação (arts. 56 e 57) ................... 34 TÍTULO III Da Organização e da Competência..................................... 36 CAPÍTULO I Da Organização (arts. 58 ao 66) ....................................... 36 CAPÍTULO II Da Competência ............................................................. 39 Seção I Das Disposições Gerais (art. 67) ....................................... 39
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Seção II Da Competência do Tribunal Pleno (art. 68) ....................... 39 Seção III Da Competência do Órgão Especial (art. 69) ....................... 41 Seção IV Da Competência da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) (art. 70) .............................................................. 43 Seção V Da Competência da Seção Especializada em Dissídios Individuais (art. 71)........................................................ 45 Seção VI Da Competência das Turmas (art. 72) ............................... 46 Seção VII Da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho - ENAMAT (arts. 73 e 74) .............. 47 Seção VIII Do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (art. 75) ......... 48 Seção IX Das Disposições Gerais (arts. 76 e 77) .............................. 48 CAPÍTULO III Da Presidência das Sessões ............................................. Seção I Da Presidência do Tribunal Pleno, do Órgão Especial e das Seções Especializadas (art. 78) ........................................ Seção II Da Presidência das Turmas (arts. 79 e 80) ......................... Seção III Das Atribuições do Presidente de Turma (art. 81) ................ 49 49 49 50

TÍTULO IV Do Ministério Público do Trabalho (arts. 82 ao 85) ............... 51

LIVRO II DOS PROCESSOS E DA JURISPRUDÊNCIA

TÍTULO I Dos Processos................................................................ 53 CAPÍTULO I
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Do Registro e da Classificação (arts. 86 ao 88) .................... 53 CAPÍTULO II Da Distribuição ............................................................... 53 Seção I Das Disposições Gerais (arts. 89 ao 97) ............................. 53 Seção II Das Disposições Especiais (arts. 98 ao 105) ........................ 56 CAPÍTULO III Do Relator e do Revisor (arts. 106 e 107) ........................... 57 CAPÍTULO IV Das Pautas (arts. 108 ao 113) .......................................... 59 CAPÍTULO V Das Sessões .................................................................. 61 Seção I Do Funcionamento dos Órgãos (arts. 114 ao 120)................ 61 Seção II Das Disposições Gerais (arts. 121 ao 139) .......................... 62 Seção III Da Participação dos Advogados (arts. 140 ao 145) ............... 69 Seção IV Das Disposições Especiais (art. 146) .................................. 70 Seção V Das Deliberações em Conselho (arts. 147 ao 149) ............... 71 Seção VI Das Sessões Solenes (arts. 150 e 151) .............................. 71 Seção VII Das Decisões e da Sua Publicação (arts. 152 ao 155) ........... 72 TÍTULO II Da Jurisprudência ........................................................... 73 CAPÍTULO I Da Uniformização da Jurisprudência (arts. 156 ao 158) ........ 73 CAPÍTULO II Das Súmulas (arts. 159 ao 166) ........................................ 76 CAPÍTULO III Dos Precedentes Normativos e das Orientações Jurisprudenciais
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... 83 TÍTULO IV Dos Processos em Espécie .................. 190 ao 195) ............................................ 87 7 ........................ 81 Seção II Das Notificações e dos Editais (arts..................... 201 ao 208) .............................................. 167 ao 173) .....................REVOGADOS) .......................... 176) .............. 87 Seção III Dos Conflitos de Competência e de Atribuições (arts......... 85 Seção I Do Habeas Corpus (arts...............(arts........ 81 Seção I Das Disposições Gerais (art.............................. 81 CAPÍTULO I Dos Atos e Formalidades ..................................................................................... 185 e 186) .... 81 CAPÍTULO II Dos Prazos (arts................ 85 CAPÍTULO I Dos Processos Sobre Competência ....... 177 ao 182) . 85 Seção II Da Reclamação (arts.............................. 83 CAPÍTULO IV Das Audiências (arts......................... 183 e 184) ........................................ 187 ao 189) ... 82 CAPÍTULO III Dos Dados Estatísticos (arts. 196 ao 200 . 174 e 175)80 TÍTULO III Dos Atos Processuais ........................ 78 CAPÍTULO IV Da Divulgação da Jurisprudência do Tribunal (arts.......................

..................................................................... 88 Seção I Do Mandado de Segurança (arts. 94 CAPÍTULO IV Dos Recursos das Decisões Proferidas no Tribunal ....... 88 Seção II Da Ação Rescisória (arts.... 241 ao 243)........ 226) ........... 91 CAPÍTULO III Dos Recursos ............................................................. 237 e 238)98 Seção V Do Agravo (arts.......... 94 Seção III Do Agravo de Instrumento (arts................................ 227 ao 230) .....................CAPÍTULO II Das Ações Originárias ................ 96 Seção II Dos Embargos Infringentes (arts... 93 Seção I Do Recurso Ordinário (arts............. 224 e 225) ................... 96 Seção III Do Agravo Regimental (arts.................................................... 93 Seção II Do Recurso de Revista (art..... 239 e 240) ...................... 99 8 ............ 213 ao 218).......... 97 Seção IV Do Pedido de Concessão de Efeito Suspensivo (arts..... 96 Seção I Dos Embargos (art............. 231) . 99 Seção VI Dos Embargos de Declaração (arts. 235 e 236) ............................ 232 ao 234) .............................. 209 ao 212) ....... 90 Seção III Dos Dissídios Coletivos (arts.... 219 ao 223) ...........

255 ao 259)......... 269 ao 272) ................ 102 Seção IV Da Habilitação Incidente (arts.... 106 CAPÍTULO V Da Execução. 100 CAPÍTULO I Da Declaração de Inconstitucionalidade de Lei ou de Ato Normativo do Poder Público (arts..................................................... 105 CAPÍTULO IV Da Restauração de Autos (arts............ 252 ao 254) ......TÍTULO V Das Outras Espécies de Processos ............ 107 9 ....................... 103 Seção V Dos Impedimentos e das Suspeições (arts............ 103 CAPÍTULO III Dos Recursos para o Supremo Tribunal Federal ........... 105 Seção II Do Agravo de Instrumento (arts. 273 ao 277) ......... 244 ao 249) ....................... 101 Seção II Da Suspensão de Liminar e de Antecipação de Tutela (art.................................. 251)102 Seção III Das Medidas Cautelares (arts...... 250) ................. 278 ao 280) ...... 101 Seção I Da Suspensão de Segurança (art....... 100 CAPÍTULO II Dos Processos Incidentes .......................... 105 Seção I Do Recurso Extraordinário (arts......................... 266 ao 268) ... 260 ao 265) ...................... 107 Seção I Das Disposições Gerais (arts......................

.............................................................. 281 ao 283) .. 111 ANEXO I Ato Regimental nº 1/2011 ................... 109 TÍTULO II Das Disposições Finais .............. 110 CAPÍTULO II Das Resoluções do Tribunal (arts......... 292 e 293) ..... 109 CAPÍTULO III Do Gabinete dos Ministros (arts............ 108 CAPÍTULO I Da Secretaria do Tribunal (arts... 291) .......................... 296 ao 298) ......................... 294 e 295) ............... 107 LIVRO III DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E DAS DISPOSIÇÕES FINAIS TÍTULO I Dos Serviços Administrativos .... 299 ao 307) ...........Seção II Da Execução contra a Fazenda Pública (arts.............. 110 CAPÍTULO I Das Emendas ao Regimento (arts.................... 284 ao 290) ........... 111 CAPÍTULO III Das Disposições Finais e Transitórias (arts....................115 ANEXO II Emenda Regimental nº 1/2011 ................118 ANEXO III Ato Regimental nº 2/2011 ................................... 108 CAPÍTULO II Do Gabinete do Presidente (art..121 10 .........................

....................................................... 129 11 ..............122 ANEXO V Ato Regimental nº 3/2012 ..............ANEXO IV Emenda Regimental nº 2/2011 ........... 126 ÍNDICE TEMÁTICO REMISSIVO .............. 124 ANEXO VI Emenda Regimental nº 3/2012 .........................................................

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Maria de Assis Calsing. Presidente do Tribunal. João Oreste Dalazen. Antônio José de Barros Levenhagen. Lelio Bentes Corrêa. Maurício Godinho Delgado e Kátia Magalhães Arruda e o Ex. Vantuil Abdala. Dr.mo Sr. Procurador-Geral do Trabalho. Fernando Eizo Ono.mos Srs. Otávio Brito Lopes. Emmanoel Pereira. Maria Cristina Irigoyen Peduzzi. Rosa Maria Weber Candiota da Rosa. João Batista Brito Pereira. sob a Presidência do Ex. Carlos Alberto Reis de Paula. Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho. Ministros Milton de Moura França. Guilherme Augusto Caputo Bastos. RESOLVE aprovar o novo texto do Regimento Interno da Corte. Dora Maria da Costa.mo Sr.TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA N. em sessão extraordinária hoje realizada. Alberto Luiz Bresciani de Fontan Pereira. Ives Gandra da Silva Martins Filho. José Simpliciano Fontes de Faria Fernandes. Aloysio Corrêa da Veiga. VicePresidente.º 1295/2008 O EGRÉGIO PLENO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO. presentes os Ex. Horácio Raymundo de Senna Pires. nos termos a seguir transcritos: 13 . Márcio Eurico Vitral Amaro. Luiz Philippe Vieira de Mello Filho. Pedro Paulo Teixeira Manus. Ministro Rider Nogueira de Brito.

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o Presidente do Tribunal convocará o Pleno para. a lista conterá o número de Magistrados igual ao das vagas mais dois. DA SUA COMPOSIÇÃO. com sede na Capital da República. 4. dentre os Juízes da carreira. § 2.º 291. órgão de cúpula da Justiça do Trabalho.º Para preenchimento de vaga de Ministro. pelo voto secreto e em escrutínios sucessivos.º Na hipótese de haver mais de uma vaga a ser preenchida. Art. sua jurisdição e a importância social do exercício jurisdicional. 1. os nomes para a formação da lista tríplice a ser encaminhada ao Presidente da República. integrantes dos Tribunais Regionais do Trabalho.º O Tribunal compõe-se de vinte e sete Ministros. nomeados pelo Presidente da República após aprovação pelo Senado Federal. escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco anos e menos de sessenta e cinco. publicada no DJ de 3 de novembro de 1981. de 16 de outubro de 1981.LIVRO I DO TRIBUNAL TÍTULO I DO TRIBUNAL. 2. simboliza a Justiça do Trabalho como órgão do Poder Judiciário. § 1. tem jurisdição em todo o território nacional. CAPÍTULO II DA COMPOSIÇÃO E DA INVESTIDURA Art. serão observados os seguintes critérios: 15 . 3.º Na votação para escolha dos nomes dos Juízes que integrarão a lista.º A bandeira do Tribunal. DOS SEUS MINISTROS CAPÍTULO I DO TRIBUNAL Art. escolher. destinada aos Juízes da carreira da Magistratura do Trabalho. instituída pela Portaria n. Art.º O Tribunal Superior do Trabalho.

que escolherá. a seguir. primeiramente. para a escolha do nome que integrará a lista. b) se houver empate entre dois Juízes que tenham obtido. o segundo. pelo voto secreto da maioria absoluta 16 .º O Presidente do Tribunal. para o primeiro. II – a maioria absoluta necessária para a escolha do nome é metade mais um do número de Ministros que compõem a Corte no momento da votação. far-se-á. III – não alcançada. sucessivamente.escolhido um nome. e. dará imediata ciência à Procuradoria-Geral do Trabalho e ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. 5. e.I – os nomes serão escolhidos em voto secreto e em escrutínios sucessivos. será realizada nova votação. 6. para formação e encaminhamento de lista sêxtupla ao Tribunal. no primeiro escrutínio. para o preenchimento das vagas aludidas no artigo anterior. o quarto nome integrante da lista. proceder-se-á a nova votação. individualmente. ocorrendo vaga destinada a membro do Ministério Público do Trabalho e a advogado militante. na qual concorrerão os dois Juízes mais votados. adotar-se-ão como critérios de desempate. e. os que integrarão a lista tríplice a ser encaminhada ao Presidente da República. o terceiro. a votação para o desempate. sendo escolhido em cada escrutínio aquele que obtiver votos da maioria absoluta.º O Tribunal Pleno. Art. a) na hipótese de empate. Art. e IV . dentre os nomes que a compõem. número de votos inferior ao alcançado por outro Juiz. eventualmente. respectivamente. o tempo de investidura dos Juízes no Tribunal Regional e o tempo de investidura na Magistratura do Trabalho. fica excluído dos escrutínios subsequentes Juiz da mesma Região. a maioria absoluta. assim. sucessivamente. Persistindo o empate.

e 17 . o estabelecido nos incisos do § 2. em escrutínios secretos e sucessivos.ser brasileiro. escolherá.º do art. por compromisso formal em sessão solene do Tribunal Pleno. assinado pelo Ministro Presidente e pelo empossado.º Aplica-se.de seus membros. será formada uma lista tríplice para cada uma das listas sêxtuplas encaminhadas. .º No ato da posse. a bem cumprir os deveres do cargo. § 1. sendo lavrado pelo Secretário do Tribunal Pleno um termo.contar mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade.º Se para as vagas o Tribunal receber lista única dos indicados a mais de uma vaga. no que couber.Somente será dada posse ao Ministro que haja comprovado: I .º CAPÍTULO III DOS MINISTROS Seção I Da Posse e das Prerrogativas Art. ou perante o Presidente. o Ministro obrigar-se-á. formará uma só lista com o número de candidatos igual ao das vagas mais dois. os nomes que integrarão a lista tríplice a ser encaminhada ao Presidente da República. 7. 4. Parágrafo único. § 3. II . em livro especial. de conformidade com a Constituição e as Leis da República.º Na hipótese de haver mais de uma vaga a ser preenchida por membro do Ministério Público ou por advogado. à votação para escolha dos integrantes da lista tríplice. § 2.

º No período correspondente às férias coletivas ou ao recesso judiciário. para efeitos legais e regimentais. 10. Após a concessão da aposentadoria. Os Ministros informarão na Presidência seu endereço. Parágrafo único. e V .º A antiguidade dos Ministros.pela nomeação. salvo no exercício de atividade profissional.pela posse. Art. o Presidente do Tribunal poderá dar posse ao Ministro nomeado. Seção II Das Férias.pelo tempo de serviço público federal. devendo o ato ser ratificado pelo Pleno. para eventual convocação durante as férias e 18 . 9. é regulada: I . Art. na forma da lei. III .pela idade. das Substituições e das Convocações Art. IV . Parágrafo único.pelo tempo de investidura na Magistratura da Justiça do Trabalho. Os Ministros gozarão férias nos meses de janeiro e julho. os Ministros conservarão o título e as honras correspondentes ao cargo.III . 11. Os Ministros do Tribunal receberão o tratamento de Excelência e usarão nas sessões as vestes correspondentes ao modelo aprovado. II . 8.satisfazer aos demais requisitos legais. Art. das Licenças. quando houver empate pelos demais critérios.

o Vice-Presidente e o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho. antes da licença. A licença é requerida pelo Ministro com a indicação do prazo e do dia do início.º O Ministro licenciado pode reassumir o cargo. e II . Nas ausências ou impedimentos eventuais 19 . mediante prévia comunicação formal ao Presidente do Tribunal. Art. A acumulação de férias somente ocorrerá mediante prévia autorização do Órgão Especial e deverá ser registrada nos assentamentos funcionais do Ministro. antes do término do prazo. se não houver contra-indicação médica. Art. 12. se a necessidade do serviço judiciário lhes exigir a contínua presença no Tribunal. facultado o fracionamento dos períodos. poderá ser concedido afastamento ao Ministro. o Ministro licenciado poderá proferir decisões em processos de que. § 1. para que lhe seja reconhecido o direito de posterior fruição. haja pedido vista. Art. Parágrafo único. pelo prazo máximo de dois anos. A critério do Órgão Especial. Art. sem prejuízo de seus direitos. 14. O Presidente.feriados. o Ministro somente poderá reassumir o cargo.realização de missão ou serviços relevantes à administração da justiça. 13. ou que tenham recebido o seu visto como Relator ou Revisor. poderão acumular férias para fruição oportuna. § 3.º Salvo contra-indicação médica.º Se a licença for para tratamento da própria saúde. 15. § 2. vencimentos e vantagens para: I frequência a cursos ou seminários de aperfeiçoamento e estudos. entendendo-se que desistiu do restante do prazo.

e. ou. pelo Ministro mais antigo presente na sessão. pelo Vice-Presidente. pelo mais antigo dentre os seus membros. nos afastamentos definitivos. O Presidente do Tribunal poderá. e. II – o Vice-Presidente. pelo Vice-Presidente. III . V . na ausência de ambos.qualquer dos membros das Comissões. pelos Ministros. pelos Ministros. Art. pelo Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho. em ordem decrescente de antiguidade. em ordem decrescente de antiguidade. ou. pelo Presidente. mediante escrutínio secreto e pelo voto da maioria absoluta dos seus membros. 20 . em ordem decrescente de antiguidade. Parágrafo único. Nas ausências temporárias. 17. 18.o Presidente da Turma.o Presidente da Comissão. Art. (Incluído pelo Ato Regimental nº 3/2012) Art. O Relator é substituído nas hipóteses e formas previstas na Seção I do Capítulo II do Título I do Livro II.o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho. e. o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho e os Ministros. 16. por período superior a trinta dias. escolhidos pelo Órgão Especial.ou temporários. em caso de urgência. pelo respectivo suplente. O Juiz convocado atuará exclusivamente em Turma da Corte. seguindo-se. IV . na ausência desse. em seqüência. para a substituição de Ministro afastado. e VI . e quando inviável a imediata reunião do Órgão Especial. convocar Juiz de Tribunal Regional do Trabalho. pelo Presidente.o Presidente do Tribunal. a substituição no Tribunal far-se-á da seguinte maneira: I . na ausência desse. em seqüência. os Ministros serão substituídos por Juízes de Tribunal Regional do Trabalho. ad referendum deste.

o Presidente do Tribunal. Seção III Da Convocação Extraordinária Art. sessão extraordinária para julgamento de ações de dissídio coletivo. O paciente. 22. Durante o período de férias. 21. 19. mandado de segurança e ação declaratória alusiva a greve e que requeiram apreciação urgente. na hipótese do parágrafo único do artigo anterior.Art. II . para orientar-se na escolha. o Presidente do Tribunal nomeará curador ao paciente.por ato de ofício do Presidente do Tribunal. com antecedência de quarenta e oito horas. O processo administrativo de aposentadoria compulsória de Ministro da Corte deverá ser iniciado trinta dias antes que esse complete os setenta anos. Na sessão do Órgão Especial que decidir a convocação. sem prejuízo da defesa que esse queira apresentar. 20. pessoalmente ou por procurador constituído. e III . Seção IV Da Aposentadoria Art. Art. deverá ser afastado imediatamente do exercício do 21 . Em se tratando de incapacidade mental. poderá convocar. Art. Parágrafo único. os Ministros deverão ter cópias das nominatas dos Juízes que compõem os Tribunais Regionais do Trabalho. para que a publicação possa se dar na data da jubilação. Na aposentadoria por invalidez.em cumprimento a deliberação do Tribunal. 23. ou o seu substituto. o processo respectivo terá início: I .a requerimento do Ministro.

por dois anos consecutivos. Na hipótese de não contar o Tribunal.cargo. ad referendum do Órgão Especial. Art. em escrutínio secreto e pelo voto da maioria absoluta dos seus membros. ao todo. Art. assegurada a ampla defesa. A junta médica competente para o exame a que se referem os arts. O Ministro que. Parágrafo único. Art. integrem o Quadro de Pessoal do Tribunal. relativos à perda do cargo. 24. ao requerer nova licença para igual fim. Parágrafo único. dos quais dois. no que couber. justificadas as faltas do Ministro no referido período. 26. para os devidos fins. o Presidente do Tribunal comunicará imediatamente a decisão ao Poder Executivo. para tratamento de saúde. com dois dos seus médicos em exercício. na Coordenadoria de Saúde do Tribunal. Aplicam-se ao processo de disponibilidade ou aposentadoria. afastar-se. 22 . Art. dentro de dois anos. 27.º 35/79. por motivo de interesse público. a disponibilidade ou a aposentadoria de Ministro do Tribunal. Concluindo o Órgão Especial pela incapacidade do Magistrado. A recusa do paciente a submeter-se à perícia médica permitirá o julgamento baseado em quaisquer outras provas. no mínimo. na ocasião. 28. devendo ficar concluído o processo no prazo de sessenta dias. por seis meses ou mais. 25. deverá submeter-se a exame por junta médica para verificação de invalidez. providenciará a indicação de médicos de outros órgãos públicos para integrar a junta. o Presidente. as normas e os procedimentos previstos na Lei Complementar n. 23 e 24 será indicada pelo Órgão Especial e formada por três médicos. Seção V Da Disponibilidade e da Aposentadoria por Interesse Público Art. até decisão final. O Tribunal Pleno poderá determinar.

em que concorrem os Ministros mais antigos da Corte. 31. e os eleitos tomarão posse em sessão solene na data marcada pelo Tribunal Pleno. § 2. o Vice-Presidente e o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho serão eleitos por dois anos. A Presidência. aos demais eleitos. 29.º Se a vacância do cargo de Presidente ocorrer antes do término do respectivo mandato. DA POSSE E DA VACÂNCIA Art. mediante escrutínio secreto e pelo voto da maioria absoluta. proibida a reeleição. O Presidente. em número correspondente ao dos cargos de direção. e tomarão posse em sessão solene. dar-se-á posse. a eleição será para todos os cargos e realizada nos trinta dias seguintes (ao da vacância).se a impossibilidade for de caráter temporário. por fato superveniente à eleição. em sessão extraordinária do Tribunal Pleno. caberá ao Vice-Presidente a regência provisória do Tribunal e a convocação da sessão extraordinária a que se referem o caput e este parágrafo. Nessa hipótese. DA ELEIÇÃO. Na impossibilidade da posse de qualquer dos eleitos na data estabelecida. na data marcada pelo Tribunal Pleno. a realizar-se nos sessenta dias antecedentes ao término dos mandatos anteriores. observar-se-á o seguinte: I . 30. e. preenchidos mediante eleição. § 1. ao remanescente. Art. Art. 23 .º Os remanescentes mandatos dos demais exercentes de cargos de direção extinguir-se-ão na data da posse dos novos eleitos. a Vice-Presidência e a Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho são cargos de direção do Tribunal. na data marcada.TÍTULO II DA DIREÇÃO CAPÍTULO I DOS CARGOS DE DIREÇÃO.

32. 24 .º 35/1979). não mais figurará entre os elegíveis. que desempenhará as atribuições a ele delegadas e aquelas previstas nos casos de substituição em razão de férias. Art. Art. 94 e 102. e II . O Ministro impossibilitado de comparecer à sessão de eleição poderá enviar carta ao Presidente do Tribunal. Parágrafo único. ausências e impedimentos eventuais. seja depositado na urna juntamente com o dos Ministros presentes. O Ministro que houver exercido quaisquer cargos de direção por quatro anos. O Presidente do Tribunal exercerá o cargo com a colaboração do Vice-Presidente. da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Lei Complementar n. caput e parágrafo único.em data oportuna. 34. A eleição do Presidente precede à do Vice-Presidente. para que. fechado e rubricado. 33. CAPÍTULO II DA PRESIDÊNCIA E DA VICE-PRESIDÊNCIA Seção I Das Disposições Gerais Art. ou o de Presidente. na qual anexará o seu voto em invólucro à parte. e. se do Vice-Presidente.se a impossibilidade for de natureza definitiva e do eleito Presidente. observado o disposto nos arts. à do Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho. até que se esgotem todos os nomes na ordem de antiguidade. se do eleito para a Corregedoria. a eleição será para esse cargo e para o de Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho. no momento próprio. a eleição será somente para Corregedor-Geral. a desse. proceder-se-á à nova eleição para todos os cargos de direção.

na segunda quinzena do mês seguinte ao término de cada ano de seu mandato.apresentar ao Órgão Especial. na forma da lei. projetos de lei de interesse da Justiça do Trabalho em matéria de sua competência constitucional. II . anualmente. VIII . V . mensalmente.enviar ao Congresso Nacional. com quaisquer autoridades.representar o Tribunal perante os Poderes Públicos e demais autoridades. IV . incumbindo-lhe. ou alterada sua composição.Seção II Das Atribuições do Presidente Art. dos dados estatísticos relativos às atividades jurisdicionais do Tribunal e 25 .corresponder-se. 35. Compete ao Presidente: I . o Relatório Geral da Justiça do Trabalho. VI . no exercício da representação. VII . após aprovação pelo Órgão Especial. cabendo-lhe. até 30 de junho. a tomada de contas do Tribunal Superior do Trabalho.encaminhar ao Presidente da República as listas para preenchimento de vaga de Ministro do Tribunal. observar fielmente as diretrizes estabelecidas pelo Órgão Especial. ainda. observada a hierarquia de funções. IX . no órgão oficial. quando renovada a direção da Corte.dar publicidade.submeter ao Tribunal de Contas da União. em nome do Tribunal. o ato de composição do Tribunal e dos órgãos judicantes. III .solicitar aos Órgãos fazendários a liberação do numerário correspondente às dotações orçamentárias. dar-lhe publicidade. a resenha dos trabalhos realizados no ano anterior e. no início das atividades judiciárias de cada ano.editar.

XVI .zelar pelas prerrogativas e pela imagem pública do Tribunal e dos Ministros e pelo bom funcionamento da Corte e dos órgãos da Justiça do Trabalho. XIV instaurar inquérito quando caracterizado infração de lei penal na sede ou nas dependências do Tribunal. X .impor penas disciplinares aos servidores.dar posse ao Diretor-Geral da Secretaria do Tribunal Superior do Trabalho e ao Secretário-Geral da Presidência e designar seus respectivos substitutos. os atos reputados urgentes.dos Ministros. XV . XVIII . da ordem e da integridade universal da Corte.dar posse aos Ministros do Tribunal.manter a ordem nas sessões. XII . portarias. ordens e instruções. determinando as providências atinentes ao resguardo da disciplina. quando essas excederem a alçada do Diretor-Geral da Secretaria do Tribunal Superior do Trabalho. XIII .comunicar ao órgão competente do Ministério Público a ocorrência de desobediência a ordem emanada do Tribunal ou de seus Ministros. e mandar prender os desobedientes. ad referendum do Tribunal Pleno ou do Órgão Especial. encaminhando os elementos de que dispuser para a propositura de ação penal. XVII . requisitando. adotando as providências necessárias ao seu cumprimento.editar os atos indispensáveis à disciplina dos serviços e à polícia do Tribunal. expedindo atos. 26 . XI . fazendo lavrar o respectivo auto. podendo mandar retirar os que a perturbarem e os que faltarem com o devido respeito.praticar. na sede ou nas dependências. quando necessário. o auxílio de outras autoridades.

XX .conceder diárias e ajuda de custo. do Órgão Especial e das Seções Especializadas.nomear os servidores para os cargos em comissão e designar os servidores para o exercício de funções comissionadas nos Gabinetes de Ministro.conceder licença e férias ao Diretor-Geral da Secretaria do Tribunal Superior do Trabalho. XXI .XIX . sessões extraordinárias para julgamento de ações de dissídio coletivo.expedir atos concernentes às relações jurídicofuncionais dos Ministros e servidores e decidir seus requerimentos sobre assuntos de natureza administrativa. autorizar despesas e expedir ordens de pagamento.designar as sessões ordinárias e extraordinárias do Tribunal Pleno. quando se referirem a processo pendente de distribuição na Corte. XXII . 27 . e dirimir as controvérsias referentes à distribuição. aos Ministros do Tribunal.movimentar os recursos orçamentários e financeiros à disposição do Tribunal. bem como os demais incidentes processuais suscitados. podendo convocar. XXIV . segundo as regras regimentais e resoluções administrativas. mandado de segurança e ação declaratória alusiva a greve ou a situação de relevante interesse público que requeiram apreciação urgente.despachar as desistências dos recursos e das ações.autorizar e homologar as licitações e ratificar as contratações por dispensa ou inexigibilidade de licitação de valor superior ao limite estipulado para o convite. durante as férias coletivas. observadas as normas legais específicas. observados os critérios estabelecidos pelo Órgão Especial. com antecedência de quarenta e oito horas. XXV – determinar a distribuição dos processos. XXIII . XXVI . ao Secretário-Geral da Presidência e aos servidores de seu Gabinete. XXVII .

XXXIII .XXVIII . exonerar e conceder aposentadoria a servidores do Tribunal. os pedidos de liminar em mandado de segurança. encaminhando ao Órgão Especial as questões de caráter relevante. em ação cautelar e sobre outras medidas que reclamem urgência. XXX .decidir sobre cessão de servidores do Tribunal. XXXI .praticar os demais atos de gestão necessários ao funcionamento dos serviços. observado o disposto em ato normativo do Órgão Especial. XXXIV – nomear.delegar ao Secretário-Geral da Presidência. e XXXV . durante as férias e feriados.decidir.decidir os efeitos suspensivos. convocar audiência ofício ou a requerimento de cada uma das Seções pública. demitir. atribuições para a prática de atos judiciários e administrativos. XXXVI – excepcionalmente. bem como pensão aos beneficiários de Ministro ou servidor. assim como despachar os documentos e os expedientes que lhe sejam submetidos. bem como sobre requisições de servidores de outros órgãos. ao Diretor-Geral da Secretaria. ao CorregedorGeral da Justiça do Trabalho ou a Ministros da Corte atribuições as quais esteja impossibilitado de cumprir ou que a conveniência administrativa recomende a delegação. XXIX .delegar ao Vice-Presidente. respeitado o disposto no inciso anterior.dirigir os trabalhos do Tribunal e presidir as sessões do Tribunal Pleno. os pedidos de suspensão de segurança e de suspensão de decisão proferida em ação cautelar inominada e em tutela antecipada. promover. inclusive as cartas previstas em lei. do Órgão Especial e das Seções Especializadas. quando a conveniência administrativa recomendar. de 28 . ao Secretário do Tribunal Pleno e ao Secretário Judiciário. XXXII .

VI – examinar os incidentes surgidos após a interposição de recurso extraordinário. (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) XXXVII – decidir. (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) Seção III Da Vice-Presidência Art. subjacentes a dissídio de grande repercussão social ou econômica. de forma irrecorrível. sobre a manifestação de terceiros. III . pendente de julgamento no âmbito do Tribunal. para ouvir o depoimento de pessoas com experiência e autoridade em determinada matéria. pela maioria de seus integrantes. II . Compete ao Vice-Presidente: I .Especializadas ou de suas Subseções. 36.cumprir as delegações do Presidente. subscrita por procurador habilitado. não concorrendo à 29 . 37.substituir o Presidente e o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho nas férias. V – exercer o juízo de admissibilidade dos recursos extraordinários. em audiências públicas. sempre que entender necessário o esclarecimento de questões ou circunstâncias de fato.(Revogado pelo Ato Regimental nº 1/2011) IV – designar e presidir audiências de conciliação e instrução de dissídio coletivo de competência originária do Tribunal. e VII – apreciar ação cautelar incidental a recurso extraordinário. Art. O Vice-Presidente participa das sessões dos órgãos judicantes do Tribunal. ausências e impedimentos. exceto de Turma.

na última sessão do mês seguinte ao do término de cada ano de sua gestão. 42. no exercício das atribuições referentes à Polícia do Tribunal.distribuição de processos. da ordem e da integridade universal da Corte. das sessões dos órgãos judicantes da Corte. na sede ou nas dependências. relatório circunstanciado das atividades da Corregedoria-Geral durante o ano findo. CAPÍTULO III DA CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIÇA DO TRABALHO Seção I Das Disposições Gerais Art. incumbindo-lhe determinar sua inclusão em pauta. exceto de Turmas. 41. Das decisões proferidas pelo CorregedorGeral da Justiça do Trabalho caberá agravo regimental para o Órgão Especial. A competência do Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho será definida no Regimento Interno da CorregedoriaGeral da Justiça do Trabalho. quando não estiver ausente em função corregedora. Seção II Das Atribuições do Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho Art. CAPÍTULO IV DA POLÍCIA DO TRIBUNAL Art. Art. Art. O Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho não concorre à distribuição de processos. 40. determinará as providências atinentes ao resguardo da disciplina. participando. O Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho apresentará ao Órgão Especial. 38. O Presidente. com direito a voto. 39. 30 .

no exercício da função. provendo-o dos elementos de que dispuser para a propositura da ação penal. Art. aprovado pelo Órgão Especial. 45. No desempenho dessa atribuição. podendo delegar essa atribuição a Ministro da Corte. A Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho. quando necessário. 44. o auxílio de outras autoridades. Na hipótese de desobediência a ordem emanada do Tribunal ou de seus Ministros. e requisitar. no qual é definida a sua organização.Parágrafo único. o Presidente poderá implantar sistema informatizado de controle de acesso às dependências do Tribunal. ou requisitar a instauração de inquérito à autoridade competente. A polícia das sessões e das audiências compete ao seu Presidente. 31 . o Presidente instaurará inquérito. o Presidente poderá proceder na forma desse artigo. Art. 46. Parágrafo único. ou desacato ao Tribunal ou a seus Ministros. administrada por seu respectivo Conselho. Ocorrendo infração de lei penal na sede. CAPÍTULO V DA REPRESENTAÇÃO POR DESOBEDIÊNCIA OU DESACATO Art. o Presidente comunicará o fato ao órgão competente do Ministério Público. CAPÍTULO VI DA ORDEM DO MÉRITO JUDICIÁRIO DO TRABALHO Art. Nos demais casos. administração e composição. é regida por regulamento próprio. ou nas dependências do Tribunal. 43.

(Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) Art.Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos. Art. 48. poderão: 32 . Art. III . cada Ministro poderá ser eleito membro titular da mesma comissão permanente para um único período. § 3° Observado o disposto no § 1° deste artigo. poderão ser instituídas pelo Órgão Especial comissões temporárias. o Diretor e o ViceDiretor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho – ENAMAT. 49. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) § 1º Não integram comissões permanentes os Ministros exercentes dos cargos de direção do Tribunal. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) § 2. São comissões permanentes: I . II . As comissões permanentes colaboram no desempenho dos encargos do Tribunal e são compostas por Ministros eleitos pelo Órgão Especial na primeira sessão subsequente à posse dos membros da direção. Para atender a finalidades específicas. que serão extintas quando cumprido o fim a que se destinavam. admitida sua reeleição para o mandato imediatamente seguinte.Comissão de Documentação. As comissões.º A Presidência das comissões permanentes caberá ao Ministro mais antigo que as compuser. permanentes ou temporárias. 47.CAPÍTULO VII DAS COMISSÕES Seção I Das Disposições Gerais Art. 50.Comissão de Regimento Interno.

I . relativamente a assuntos de sua competência. e II . À Comissão de Regimento Interno cabe: I . por solicitação do Presidente do Tribunal.manter entendimento com outras autoridades ou instituições. sobre os membros mais antigos da Corte. 51. recaindo a escolha. À Comissão de Jurisprudência e de 33 . propondo emendas ao texto em vigor. 53. A Comissão de Regimento é formada por três Ministros titulares e um suplente. do Tribunal Pleno ou do Órgão Especial.sugerir ao Presidente do Tribunal normas de serviço relativas à matéria de sua competência. excluídos os titulares que integram outras comissões permanentes. 47. 54. 47.zelar pela atualização do Regimento. A Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos constitui-se de três Ministros titulares e um suplente. mediante delegação do Presidente do Tribunal. preferencialmente.º do art. Seção III Da Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos Art. e II . e emitir parecer sobre as emendas de iniciativa dos membros da Corte.opinar em processo administrativo que envolva matéria regimental. Art. os membros da direção e aqueles mencionados no § 1º do art. designados pelo Órgão Especial. Seção II Da Comissão de Regimento Art. 52. excluídos os exercentes de cargo de direção e aqueles mencionados no § 1. designados pelo Órgão Especial. Art.

designados pelo Órgão Especial. e V .Precedentes Normativos cabe: I . Art. 56. A Comissão de Documentação é constituída de três Ministros titulares e um suplente. determinando medidas atinentes à seleção e ao registro dos temas para fim de pesquisa. indicando os precedentes que a espelham. III . Seção IV Da Comissão de Documentação Art. extraordinária.propor edição. atualização e publicação da Jurisprudência do Tribunal. e dar parecer nos Incidentes Uniformização. IV . 47. excluídos os titulares das demais comissões. 57. para deliberar sobre propostas edição. À Comissão de Documentação cabe: de e de de de 34 . de Precedentes ou Orientações Jurisprudenciais. 55.inserir as Orientações Jurisprudenciais das Seções do Tribunal que retratem a jurisprudência pacificada da Corte. revisão ou cancelamento de Súmulas. bem como administrar a base de dados informatizada de jurisprudência. II . sugerindo ao Presidente as medidas necessárias ao seu aperfeiçoamento. revisão ou revogação de Súmulas. A Comissão de Jurisprudência e Precedentes Normativos realizará reunião quinzenal ordinária. quando necessário.supervisionar o serviço de sistematização da jurisprudência do Tribunal. os membros da direção do Tribunal e aqueles mencionados no § 1º do art.manter a seleção dos repertórios idôneos de divulgação dos julgados da Justiça do Trabalho. de Precedentes Normativos e de Orientações Jurisprudenciais.zelar pela expansão. Art.

supervisionar a administração da biblioteca do Tribunal. VIII . V . destinada à divulgação de trabalhos doutrinários e jurisprudenciais e ao registro de atos públicos de interesse da Justiça do Trabalho. bem como opinar sobre a aquisição de livros. 174. opinando sobre a manutenção do acervo.I .propor a política de gestão documental do Tribunal. anualmente. modernização e automatização da Coordenadoria de Gestão Documental.manter.acompanhar os procedimentos de eliminação dos documentos constantes do Termo aludido no inciso V deste artigo. IV . contendo dados biográficos e bibliográficos dos Ministros. previstos no parágrafo único do art. sugerindo ao Presidente as medidas necessárias ao seu aperfeiçoamento. III .publicar a Revista do Tribunal.selecionar os acórdãos a serem encaminhados 35 . VI .manifestar-se. e XI . e na atualização legislativa e jurisprudencial de interesse da Justiça do Trabalho. encaminhado pela Coordenadoria de Gestão Documental. caso aprovado. determinando a sua publicação na Imprensa Oficial.orientar a biblioteca na divulgação. VII . com pastas individuais.efetivar o registro e o controle dos repositórios autorizados à publicação da jurisprudência da Corte. II .supervisionar a documentação contida na internet e providenciar a renovação dos conteúdos do sítio do Tribunal. X . na biblioteca. sobre o Termo de Eliminação dos processos judiciais. do acervo bibliográfico.propor alterações na Tabela de Temporalidade e no Plano de Classificação. serviço de documentação para recolher elementos que sirvam de subsídio à história do Tribunal e da Justiça do Trabalho. para os Ministros e seus Gabinetes. IX .

III . O Tribunal funciona em sua plenitude ou dividido em Órgão Especial. Art. IV . 60. Seções e Subseções Especializadas e Turmas. Art.Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho – ENAMAT. II – Órgão Especial. São órgãos que funcionam junto ao Tribunal Superior do Trabalho: I .Tribunal Pleno.Seção Especializada em Dissídios Individuais. São órgãos do Tribunal Superior do 36 . Para a composição dos órgãos judicantes do Tribunal. dividida em duas subseções. Parágrafo único.Seção Especializada em Dissídios Coletivos. podendo exercer o direito de permuta. salvo os 59. e V – Turmas. respeitados os critérios de antiguidade e os estabelecidos neste capítulo. 58. os Ministros poderão escolher a Seção Especializada e a Turma que desejarem integrar. TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO E DA COMPETÊNCIA CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO Art. Trabalho: I . e II – Conselho Superior da Justiça do Trabalho – CSJT.para publicação nas revistas do Tribunal e demais periódicos autorizados.

quatorze Ministros. 61. Art. O Ministros da Corte.º. autorizada pelo art. II – aprovação de Emenda Regimental. 60. nos termos previstos neste Regimento.º. que. II. sendo necessário maioria absoluta quando a deliberação tratar de: I . revisão ou cancelamento de Súmula ou de Precedente Normativo. 62. § 2. Parágrafo único. IV – aprovação. deverão previamente renunciar à Presidência do Colegiado. para fazê-lo. Tribunal Pleno é constituído pelos 37 . O Ministro empossado integrará os Órgãos do Tribunal onde se deu a vaga ou ocupará aquela resultante da transferência de Ministro.Presidentes de Turma.º Será tomada por dois terços dos votos dos Ministros do Órgão Especial a deliberação preliminar referente à existência de relevante interesse público que fundamenta a proposta de edição de Súmula. Art. III – eleição dos Ministros para os cargos de direção do Tribunal.escolha dos nomes que integrarão a lista destinada ao preenchimento de vaga de Ministro do Tribunal. no mínimo. §2. observado o disposto no art. 4. § 1.º Para o funcionamento do Tribunal Pleno é exigida a presença de. Cada Ministro comporá apenas uma Seção Especializada. e V – declaração de inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo do poder público. dispensadas as exigências regimentais.

§ 3. 65. o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho. sendo: o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal. os sete Ministros mais antigos. preferencialmente os Presidentes de Turma. no mínimo. oito Ministros para o seu funcionamento. o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho e mais dezoito Ministros.Art. Os Ministros integrantes do Órgão Especial comporão também outras Seções do Tribunal. Parágrafo único. o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho e mais onze Ministros. § 1. incluindo os membros da direção. 63. Integram o Órgão Especial o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal. O quorum para o funcionamento da Seção Especializada em Dissídios Coletivos é de cinco Ministros. Art. o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho e mais seis Ministros. 64. 38 . e sete Ministros eleitos pelo Tribunal Pleno. A Seção Especializada em Dissídios Individuais é composta de vinte e um Ministros. sendo necessário maioria absoluta quando a deliberação tratar de disponibilidade ou aposentadoria de Magistrado. § 2. mas as deliberações só poderão ocorrer pelo voto da maioria absoluta dos integrantes da Seção.º O quorum exigido para o funcionamento da Seção de Dissídios Individuais plena é de onze Ministros. e funciona em composição plena ou dividida em duas subseções para julgamento dos processos de sua competência.º Haverá pelo menos um e no máximo dois integrantes de cada Turma na composição da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais. Parágrafo único. sendo exigida a presença de. Integram a Seção Especializada em Dissídios Coletivos o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal. Art.º Integram a Subseção I Especializada em Dissídios Individuais quatorze Ministros: o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal. O quorum para funcionamento do Órgão Especial é de oito Ministros.

68. os conflitos de direito sindical. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) Parágrafo único. o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho e mais sete Ministros. Compete ao Tribunal Pleno: I . o Presidente e o 39 . 67. assim como outras controvérsias decorrentes de relação de trabalho. 66.§ 4. em grau originário ou recursal ordinário ou extraordinário. na forma da lei. CAPÍTULO II DA COMPETÊNCIA Seção I Das Disposições Gerais Art. e os litígios relativos ao cumprimento de suas próprias decisões. de laudos arbitrais e de convenções e acordos coletivos. Para os julgamentos nas Turmas é necessária a presença de três Magistrados. por escrutínio secreto. sendo presididas de acordo com os critérios estabelecidos pelos artigos 79 e 80 deste Regimento. sendo exigida a presença de. As Turmas são constituídas. cada uma. as demandas individuais e os dissídios coletivos que excedam a jurisdição dos Tribunais Regionais.eleger.º Integram a Subseção II da Seção Especializada em Dissídios Individuais o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal. Art. Seção II Da Competência do Tribunal Pleno Art. seis Ministros para o seu funcionamento. conciliar e julgar. Compete ao Tribunal Superior do Trabalho processar. no mínimo. por três Ministros.

VIII – julgar os Incidentes de Uniformização de Jurisprudência. o Diretor. VI – opinar sobre propostas de alterações da legislação trabalhista.Vice-Presidente do Tribunal Superior do Trabalho. VII – aprovar. aos Ministros nomeados para o Tribunal. IX – decidir sobre a declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. aos membros da direção e do Conselho Consultivo da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho – ENAMAT. modificar ou revogar. o Vice-Diretor e os membros do Conselho Consultivo da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho – ENAMAT. quando entender que deve manifestar-se oficialmente. III – escolher os integrantes preenchimento das vagas de Ministro do Tribunal. o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho. os sete Ministros para integrar o Órgão Especial. das listas para IV – deliberar sobre prorrogação do prazo para a posse no cargo de Ministro do Tribunal Superior do Trabalho e o início do exercício. os Ministros membros do Conselho Superior da Justiça do Trabalho – CSJT e respectivos suplentes e os membros do Conselho Nacional de Justiça. II – dar posse aos membros eleitos para os cargos de direção do Tribunal Superior do Trabalho. Súmula da Jurisprudência predominante em Dissídios Individuais e os Precedentes Normativos da Seção Especializada em Dissídios Coletivos. quando 40 . em caráter de urgência e com preferência na pauta. V – determinar a disponibilidade ou a aposentadoria de Ministro do Tribunal. inclusive processual.

Compete ao Órgão Especial: I – em matéria judiciária: a) (Revogada pelo Ato Regimental nº 2/2011) b) julgar mandado de segurança impetrado contra atos do Presidente ou de qualquer Ministro do Tribunal. ressalvada a competência das Seções Especializadas. d) julgar os recursos interpostos contra decisão em matéria de concurso para a Magistratura do Trabalho.aprovada a argüição pelas Seções Especializadas ou Turmas. c) julgar os recursos interpostos contra decisões dos Tribunais Regionais do Trabalho em mandado de segurança de interesse de Juízes e servidores da Justiça do Trabalho. e X – aprovar e emendar o Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho. f) julgar os recursos ordinários interpostos contra agravo regimental e mandado de segurança em que tenha sido apreciado despacho de Presidente de Tribunal Regional em precatório. g) julgar os agravos regimentais interpostos contra decisões proferidas pelo Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho. Seção III Da Competência do Órgão Especial Art. e) julgar os recursos ordinários em agravos regimentais interpostos contra decisões proferidas em reclamações correicionais ou em pedidos de providências que envolvam impugnações de cálculos de precatórios. 69. e h) deliberar sobre as demais matérias jurisdicionais 41 .

f) escolher. neste último caso. d) propor ao Poder Legislativo. a criação. b) eleger os membros do Conselho da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho e os das Comissões previstas neste Regimento. o Regimento da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho. h) aprovar a lotação das funções comissionadas do Quadro de Pessoal do Tribunal. assim como a alteração de jurisdição e de sede destes. os Estatutos da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho – ENAMAT e o Regimento Interno do Conselho Superior da Justiça do Trabalho – CSJT. com observância.não incluídas na competência dos outros Órgãos do Tribunal. g) aprovar a lista dos admitidos na Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho. extinção e transformação de cargos e funções públicas e a fixação dos respectivos vencimentos ou gratificações. mediante escrutínio secreto e pelo voto da maioria absoluta dos seus membros. após a deliberação do Conselho Superior da Justiça do Trabalho. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) c) aprovar e emendar o Regulamento Geral da Secretaria do Tribunal Superior do Trabalho. o Regulamento da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho. II – em matéria administrativa: a) proceder à abertura e ao encerramento do semestre judiciário. 42 . extinção ou modificação de Tribunais Regionais do Trabalho e Varas do Trabalho. e) propor ao Poder Legislativo a criação. do disposto nos §§ 1º e 3º de seu artigo 47. Juízes de Tribunal Regional do Trabalho para substituir temporariamente Ministro do Tribunal Superior do Trabalho.

p) julgar os recursos de decisões ou atos do Presidente do Tribunal em matéria administrativa. q) julgar os recursos interpostos contra decisões dos Tribunais Regionais do Trabalho em processo administrativo disciplinar envolvendo magistrado. o) nomear. promover e demitir servidores do Quadro de Pessoal do Tribunal. j) fixar e rever as diárias e as ajudas de custo do Presidente. respeitada a competência das comissões permanentes. À Seção Especializada em Dissídios 43 . estritamente para controle da legalidade. férias e outros afastamentos aos membros do Tribunal. Seção IV Da Competência da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) Art. l) designar as comissões temporárias para exame e elaboração de estudo sobre matéria relevante. e r) examinar as matérias encaminhadas pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho. 70.i) conceder licença. concurso para n) aprovar as instruções dos concursos para provimento dos cargos do Quadro de Pessoal do Tribunal e homologar seu resultado final. m) aprovar as instruções de provimento dos cargos de Juiz do Trabalho Substituto. dos Ministros e servidores do Tribunal.

f) julgar os conflitos de competência entre Tribunais Regionais do Trabalho em processos de dissídio coletivo. nos casos previstos em lei. b) homologar as conciliações firmadas nos dissídios coletivos. g) processar e julgar as incidentais nos processos de dissídio coletivo.em última instância. b) os recursos ordinários interpostos contra decisões 44 . c) convenções coletivas. julgar as ações anulatórias de acordos e d) julgar as ações rescisórias propostas contra suas sentenças normativas. II . julgar: a) os recursos ordinários interpostos contra as decisões proferidas pelos Tribunais Regionais do Trabalho em dissídios coletivos de natureza econômica ou jurídica. quando o conflito exceder a jurisdição de Tribunal Regional do Trabalho. ou rever suas próprias sentenças normativas. de sua competência.Coletivos compete: I – originariamente: a) julgar os dissídios coletivos de natureza econômica e jurídica. ou por qualquer dos Ministros integrantes da Seção Especializada em Dissídios Coletivos. e) julgar os agravos regimentais contra despachos ou decisões não definitivas. proferidos pelo Presidente do Tribunal. e medidas cautelares h) processar e julgar as ações em matéria de greve.

em caráter de urgência e com preferência na pauta.proferidas pelos Tribunais Regionais do Trabalho em ações rescisórias e mandados de segurança pertinentes a dissídios coletivos e em ações anulatórias de acordos e convenções coletivas. Seção V Da Competência da Seção Especializada em Dissídios Individuais Art. À Seção Especializada em Dissídios Individuais. divergência entre as Subseções I e II da Seção Especializada em Dissídios Individuais. e d) os agravos de instrumento interpostos contra despacho denegatório de recurso ordinário nos processos de sua competência. 45 . (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) c) os embargos infringentes interpostos contra decisão não unânime proferida em processo de dissídio coletivo de sua competência originária. na votação. de Orientação Jurisprudencial ou de Súmula. II – à Subseção I: a) julgar os embargos interpostos contra decisões divergentes das Turmas. e b) julgar os agravos e os agravos regimentais interpostos contra despacho exarado em processos de sua competência. quanto à aplicação de dispositivo de lei federal ou da Constituição da República. salvo se a decisão embargada estiver em consonância com precedente normativo do Tribunal Superior do Trabalho. ou com Súmula de sua jurisprudência predominante. compete: I – em composição plena. ou destas que divirjam de decisão da Seção de Dissídios Individuais. os processos nos quais tenha sido estabelecida. em composição plena ou dividida em duas Subseções. 71. julgar.

julgar as ações rescisórias propostas contra suas decisões. ou por qualquer dos Ministros integrantes da Seção Especializada em Dissídios Individuais. 2. Seção VI Da Competência das Turmas 46 . julgar os recursos ordinários interpostos contra decisões dos Tribunais Regionais em processos de dissídio individual de sua competência originária. as da Subseção I e as das Turmas do Tribunal. e 4. nos processos de sua competência. e 2. julgar os agravos e os agravos regimentais interpostos contra despacho exarado em processos de sua competência. 3. e 2. julgar as ações cautelares. julgar os mandados de segurança contra os atos praticados pelo Presidente do Tribunal. julgar os conflitos de competência entre Tribunais Regionais e os que envolvam Juízes de Direito investidos da jurisdição trabalhista e Varas do Trabalho em processos de dissídios individuais. julgar os habeas corpus.III . c) em última instância: 1. julgar os agravos de instrumento interpostos contra despacho denegatório de recurso ordinário em processos de sua competência.à Subseção II: a) originariamente: 1. b) em única instância: 1.

73. 74. Seção VII Da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho – ENAMAT Art. 47 .os agravos e os agravos regimentais interpostos contra despacho exarado em processos de sua competência. e IV – os recursos ordinários em ação cautelar. dentre outras funções. quando a competência para julgamento do recurso do processo principal for atribuída à Turma. Art. para mandato de dois anos. Os membros eleitos para os cargos de direção da Escola e os do Conselho Consultivo tomarão posse perante o Tribunal Pleno.os recursos de revista interpostos contra decisão dos Tribunais Regionais do Trabalho. em escrutínio secreto. 72. A Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho – ENAMAT é órgão que funciona junto ao Tribunal Superior do Trabalho. regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. II . Compete a cada uma das Turmas julgar: I . Parágrafo único. cabendo-lhe. na forma dos seus estatutos.Art. III . permitida uma recondução. com autonomia administrativa.os agravos de instrumento dos despachos de Presidente de Tribunal Regional que denegarem seguimento a recurso de revista. nos casos previstos em lei. o Vice-Diretor e os membros do Conselho Consultivo da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho – ENAMAT serão eleitos pelo Tribunal Pleno. O Diretor.

75. como órgão central do sistema. e d) a restauração de autos perdidos. b) as ações cautelares incidentais e preparatórias e as demais argüições.representar à autoridade competente. em autos ou documentos de que conhecer. financeira e patrimonial da Justiça do Trabalho. 77. II .Seção VIII Do Conselho Superior da Justiça do Trabalho Art. ainda. e III . e homologar os acordos em processos de competência originária do Tribunal. houver indício de crime de ação pública. orçamentária. O Conselho Superior da Justiça do Trabalho é órgão que funciona junto ao Tribunal Superior do Trabalho. c) os incidentes que lhes forem submetidos. de primeiro e segundo graus. Art. Ao Órgão Especial. Seção IX Das Disposições Gerais Art. A proclamação do resultado da votação será 48 . em se tratando de processo de sua competência. 76. nos processos de sua competência: I – julgar: a) os embargos de declaração interpostos contra suas decisões. quando. decidir sobre pedido de desistência de ação quanto aos processos incluídos em pauta para julgamento.homologar as desistências dos recursos. às Seções Especializadas e às Turmas cabe. com autonomia administrativa. cabendo-lhe exercer a supervisão administrativa.

(Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) 49 .suspensa: I – pelas Seções Especializadas e pelas Turmas. desde que o façam antes da proclamação de sua escolha. ou pelo Ministro mais antigo presente à sessão. do interesse público ou da necessidade de prevenir divergência de julgados. observada a ordem decrescente de antiguidade. sucessivamente. para remessa do processo ao Tribunal Pleno. do Órgão Especial e das Seções Especializadas Art. 78. É facultado aos demais Ministros recusarem a Presidência. O Ministro Presidente do Tribunal presidirá o Tribunal Pleno. pelo Vice-Presidente. vedada a recondução. Seção II Da Presidência das Turmas Art. podendo ser substituído. CAPÍTULO III DA PRESIDÊNCIA DAS SESSÕES Seção I Da Presidência do Tribunal Pleno. 79. até que todos os seus integrantes hajam exercido a Presidência. o Órgão Especial e as Seções Especializadas. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) Parágrafo único. quando se verificar que a maioria respectiva se inclina pelo acolhimento da argüição de inconstitucionalidade de norma em matéria que ainda não tenha sido decidida pelo Tribunal Pleno ou pelo Supremo Tribunal Federal. O Presidente da Turma será o mais antigo dentre os Ministros que a compõem. quando convier o pronunciamento do Tribunal Pleno. por um período de dois anos. II – pelas Seções Especializadas. em razão da relevância da questão jurídica. pelo Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho.

convocar sessões ordinárias e extraordinárias. 80.Art. em qualquer das situações a que se referem os §§ 2° e 3° deste artigo. ressalvada a situação prevista no parágrafo seguinte. o mandato de dois anos a contar da data de sua investidura. apurar os votos e proclamar as decisões. (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) Seção III Das Atribuições do Presidente de Turma Art. (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) § 3° Se a Presidência da Turma vagar por outro motivo.dirigir os trabalhos e presidir as sessões da Turma. por inteiro. o Presidente da Turma será substituído pelo Ministro mais antigo do Colegiado. assumirá o Ministro mais antigo do respectivo Colegiado. hipótese em que ele exercerá. II . observado o critério estabelecido no artigo 79 deste Regimento. III . Na hipótese de vacância do cargo de Presidente de Turma. § 1º Nas ausências eventuais ou afastamentos temporários. propor e submeter as questões. 50 . 81. (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) § 4° Considera-se empossado o sucessor. na mesma data de sua escolha para a Presidência da Turma.indicar o Coordenador da Turma para nomeação pelo Presidente do Tribunal. Compete ao Presidente de Turma: I . a escolha do Presidente dar-se-á na sessão ordinária imediatamente posterior à ocorrência da vaga. dar-se-á na primeira sessão ordinária da Turma que se suceder à posse da nova direção do tribunal. § 2° A escolha do Presidente da Turma.

despachar os expedientes da Turma que excederem à competência dos Relatores. no final de cada mês. TÍTULO IV DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO Art.obrigatoriamente. À Procuradoria-Geral do Trabalho serão remetidos processos para parecer. podendo mandar retirar os que as perturbarem e os que faltarem com o devido respeito e prender os desobedientes. e 51 . quando entender existente interesse público que justifique a sua intervenção. na forma da lei. inclusive os pedidos manifestados após a publicação dos acórdãos. por Subprocuradores-Gerais e por Procuradores Regionais. fazendo lavrar o respectivo auto. nas seguintes hipóteses: I .por iniciativa do Ministério Público. V . mediante sua delegação. e VIII .supervisionar os serviços da Coordenadoria. mediante prévio entendimento. 83. por iniciativa do Relator. VI . O Ministério Público do Trabalho atuará nas sessões do Tribunal representado pelo Procurador-Geral ou. III . recomendar a prévia manifestação do Ministério Público. 82.IV . Estado estrangeiro ou organismo internacional. relatório circunstanciado das atividades da Turma. por sua relevância.encaminhar ao Presidente do Tribunal.manter a ordem nas sessões. Ministro de outra Turma para compor o quorum. quando a matéria.convocar. quando for parte pessoa jurídica de direito público. Art. II . VII .facultativamente.

inclusive a contagem dos prazos processuais a que está sujeito o Ministério Público. restituindo imediatamente os autos ao Tribunal. os dissídios coletivos originários. comunidades e organizações indígenas. caso não exarado parecer na instrução.IV . 84. os mandados de segurança em grau originário ou recursal. Art. após publicado o acórdão e vencido o prazo para as partes.processos de remessa facultativa que exijam urgência no julgamento ou que versem sobre tema pacificado na jurisprudência.º À Procuradoria-Geral do Trabalho serão encaminhados de imediato. será intimado pessoalmente. O Ministério Público. § 2. § 1.por determinação legal. A data da entrega dos autos na Procuradoria-Geral do Trabalho será certificada nos autos para efeitos legais.º Não serão remetidos à Procuradoria-Geral do Trabalho: I . observadas as regras legais especiais e a tramitação preferencial de demandas. e os processos em que forem parte índio. emitirá parecer no prazo legal. os processos nos quais figuram como parte pessoa jurídica de direito público. e II . nas causas em que tenha intervindo ou emitido parecer. O Ministério Público. com a entrega dos autos. as ações civis públicas em que o Ministério Público não for autor. após autuação e distribuição. 52 .processos oriundos de ações originárias nos quais for autora. 85. e os recursos ordinários em mandado de segurança. Parágrafo único. Art. Estado estrangeiro ou organismo internacional.

86. Na hipótese de ajuizamento de ação ou de interposição de recurso não previstos na classificação de que trata o art. Não haverá distribuição de processos aos Ministros nos sessenta dias que antecederem a jubilação compulsória. Após a conferência das folhas. assim como a ordem cronológica do seu ingresso na Corte. o registro e a autuação serão feitos de acordo com a classificação provisória que lhes será dada pelo Presidente do Tribunal. nem a partir da data da apresentação do pedido de 53 . Art. 88. Parágrafo único. os processos serão classificados e autuados. Art. A classificação das ações de competência originária será feita nos exatos termos do requerido pela parte. 86. As petições e os processos recebidos serão registrados no dia de seu ingresso no Tribunal. concorrendo ao sorteio todos os Ministros. de acordo com a tabela aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça. 89. excetuados os membros da direção. CAPÍTULO II DA DISTRIBUIÇÃO Seção I Das Disposições Gerais Art.LIVRO II DOS PROCESSOS E DA JURISPRUDÊNCIA TÍTULO I DOS PROCESSOS CAPÍTULO I DO REGISTRO E DA CLASSIFICAÇÃO Art. 87. Os processos de competência do Tribunal serão distribuídos por classe. observada a competência e composição dos órgãos judicantes.

Art. Parágrafo único. a juízo da parte. Art. poderá ocorrer a redistribuição. No período correspondente às férias dos Ministros. o montante de processos de competência das Seções Especializadas redistribuídos por força do § 2º deste artigo. Art. mediante compensação. observada a compensação e publicidade. documento escrito ou transmissão computadorizada. Art. ainda que ocorram afastamentos temporários. Todos os processos recebidos no Tribunal. § 1. devendo ser fornecidos a cada Ministro integrante do Colegiado. mediante documento escrito ou transmissão computadorizada. As redistribuições autorizadas expressamente neste Regimento serão feitas no âmbito da Secretaria ou da Coordenadoria do Colegiado em que tramita o processo. o Relator ou o novo Ministro Titular da cadeira receberá os processos. não solucionados. todos os dados do repasse de feitos. na hipótese de o Relator afastar-se temporariamente do Tribunal por período superior a 30 dias ou definitivamente. reclamem solução inadiável. 90. Os processos distribuídos aos Ministros permanecerão a eles vinculados. não haverá distribuição de processos. 93. mandado de segurança. Nesse caso. serão distribuídos logo após os registros e as formalidades necessárias à sua identificação. atribuídos ou distribuídos ao Juiz convocado. e em igual número. exceto os de dissídio coletivo. ressalvada a hipótese de mandados de segurança originários. ações cautelares e habeas corpus. ações cautelares e habeas corpus que. ausente o Relator por mais de três dias. 91. contendo todos os dados da distribuição que lhe coube. processos de dissídio coletivo.aposentadoria ao Órgão Especial. 92. Será fornecido a cada Ministro. por ocasião da distribuição. serão atribuídos ao Juiz convocado para substituí-lo. Cessada a convocação.º Os processos de competência das Turmas. pelo respectivo Presidente. observada a posterior compensação. (Redação 54 . independentemente da classe a que pertencerem.

(Incluído pelo Ato Regimental nº 3/2012) Art. de Seção Especializada ou de Subseção. Na hipótese de afastamento temporário. inclusive em relação aos agravos e aos embargos de declaração. porém. ou ao Titular da cadeira. em lugar do afastado. do RITST. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 3/2012) 55 . desde que não haja remoção de Ministro para a cadeira vaga. (Revogado pelo Ato Regimental nº 3/2012) Art. apôs o visto. Se o afastamento do Relator for definitivo. em decorrência de haver assumido cargo de direção do Tribunal. Os processos de competência das Seções Especializadas serão atribuídos ao Titular da cadeira que. (Incluído pelo Ato Regimental nº 3/2012) Art. conforme o caso. a regra do art. vier a integrar a Seção Especializada.º Os processos de competência das Seções Especializadas serão redistribuídos no âmbito dos respectivos Órgãos fracionários. o Relator permanecerá vinculado a tais processos. ao Juiz convocado. O Ministro afastado definitivamente de qualquer Órgão julgador retornará ao Colegiado para relatar os processos em que. em razão de mudança de Turma. serão atribuídos ao Ministro que o suceder no Órgão. 97. Se o afastamento do Relator for definitivo. que. observada. em caso de afastamento definitivo do Relator. conforme o caso. 96. Art. 94. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 3/2012) Parágrafo único. os processos permanecerão vinculados à cadeira vaga. inclusive em relação aos agravos e aos embargos de declaração. assumindo a condição de Relator. o Juiz convocado ou o novo titular. seus processos serão atribuídos.dada pela Emenda Regimental nº 3/2012) § 2. 93. até a data do seu afastamento. vier a integrar a Turma. 95.º Os processos de competência do Órgão Especial. “caput”. em lugar do afastado. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 3/2012) § 3.

101. Na ausência definitiva do Relator ou do Redator do acórdão anterior. o processo será distribuído ao novo titular que vier a integrar o órgão prevento. retornando a novo exame. A ação cautelar será distribuída ao Relator do processo principal. anexado ao processo principal. salvo se a medida for requerida em procedimento preparatório. ou a quem o tenha substituído ou sucedido. 99. O Colegiado que conhecer do processo terá jurisdição preventa para o julgamento dos recursos posteriores interpostos no mesmo processo.Seção II Das Disposições Especiais Art. ou que deveria tramitar. Na ausência definitiva do Relator ou do Redator do acórdão anterior. Aplica-se a regra do artigo anterior à hipótese de processo no qual haja recurso submetido à apreciação do Tribunal em razão de provimento de agravo de instrumento. Art. Art. sempre que possível. (Incluído pelo Ato Regimental nº 3/2012) Art. Art. O processo que tramita na fase de execução será distribuído ao Ministro a quem coube a relatoria na fase de conhecimento. O agravo de instrumento que tramitar. Parágrafo único. será distribuído ao mesmo Colegiado e ao mesmo Relator ou Redator do acórdão. O processo já apreciado por uma das Turmas será distribuído ao mesmo Colegiado e ao mesmo Relator ou Redator do acórdão. devendo os processos tramitar conjuntamente. hipótese em que será sorteado Relator dentre os integrantes 56 . (Redação dada pela Emenda Regimental nº 3/2012) Parágrafo único. observada a competência. 102. será distribuído no mesmo Colegiado e ao mesmo Relator. O processo já apreciado pelo Órgão Especial ou por uma das Seções Especializadas. o processo será distribuído ao Juiz convocado para a vaga ou ao novo titular que vier a integrar o órgão prevento. 100. 98.

Observar-se-á a mesma regra na hipótese de recurso ordinário em ação cautelar. Da distribuição da ação rescisória originária será excluído o Ministro que tenha relatado o processo e/ou redigido o acórdão rescindendo. Art. desde que repute de alta relevância a matéria nele tratada. II . Parágrafo único.promover as diligências necessárias à perfeita instrução dos processos. Caracterizada a urgência do despacho. Os embargos interpostos contra decisão de Turma serão distribuídos entre os Ministros não integrantes do Colegiado prolator da decisão embargada. que será submetida ao referendo do Colegiado na primeira sessão que se seguir. Será designado revisor da ação rescisória o Ministro seguinte ao relator. 104. Compete ao Relator: I . o qual fica prevento para a ação principal. 106. 105.submeter pedido de liminar ao órgão competente. Parágrafo único. À distribuição dos embargos infringentes não concorrerá o Ministro que já tenha atuado no processo como Relator e/ou redigido o acórdão embargado. Art. na ordem decrescente de antiguidade. fixando prazo para o seu cumprimento. CAPÍTULO III DO RELATOR E DO REVISOR Art. concederá ou denegará a liminar. 103.do Colegiado competente para o julgamento da matéria. Art. antes de despachá-lo. 57 .

argüidos pelos litigantes. quando necessário. VIII .delegar atribuições a autoridades judiciárias de instância inferior. XII . Art.decidir por despacho. suscitados em processo que lhe tenha sido distribuído.solicitar audiência do Ministério Público do Trabalho nas hipóteses previstas em lei. nos casos previstos em lei ou neste Regimento. na forma da lei. ou quando entender necessário.indeferir liminarmente ações originárias. V . conforme a competência. IX . Compete ao Revisor: 58 .decidir sobre os pedidos constantes das petições vinculadas a processos de sua competência que não excedam as atribuições do Presidente do Tribunal.III . e/ou da respectiva Presidência.requisitar autos originais.submeter ao órgão julgador. 107.lavrar os acórdãos referentes às decisões proferidas nos processos em que seu voto tenha prevalecido. VII . e XIII . questão de ordem para o bom andamento dos processos. VI . ou negar seguimento a recurso.despachar os pedidos de desistência de ação ou de recurso.processar os incidentes de falsidade. X . IV . salvo quando incluídos em pauta ou quando formulados após a publicação do acórdão. XI .encaminhar os autos de ação rescisória ao Ministro-Revisor. na forma da lei. do órgão julgador. suspeição e de impedimento.

se 59 . embargos de declaração. II . e os incidentes de suspeição.º Nenhum processo poderá ser incluído em pauta sem que dele conste o visto do Relator e do Revisor. conforme o caso. II . que serão apresentados em Mesa pelo Relator. salvo os recursos de revista convertidos em razão de provimento de agravo de instrumento. ressalvadas as seguintes preferências: I . ou em grau recursal. e aprovada pelo respectivo Presidente. Os processos serão incluídos em pauta.sugerir ao Relator medidas ordenatórias do processo em que tenham sido omitidas.º Não haverá julgamento de processo sem prévia inclusão em pauta. bem como posse em cargo de direção. A pauta de julgamento de cada Colegiado será organizada por seu Secretário ou Coordenador. Art. considerada a data de sua remessa à Secretaria ou à Coordenadoria. § 1.º Os processos que versem sobre matéria idêntica ou semelhante poderão ser ordenados em pauta específica para julgamento conjunto. 109. e III . § 3.confirmar.I . completar ou retificar o relatório. pedidos de homologação de acordo formulados em processo de dissídio coletivo originário. os autos à Secretaria ou à CAPÍTULO IV DAS PAUTAS Art.encaminhar Coordenadoria para inclusão em pauta.futuro afastamento temporário ou definitivo do Relator. § 2. 108. se houver.solicitação do Ministro-Relator ou das partes.

na ocorrência de transferência do Relator para outro Colegiado.º Os processos que não tiverem sido julgados na sessão permanecerão em pauta.nos processos submetidos ao rito sumaríssimo e naqueles que tenham como parte pessoa com mais de sessenta anos de idade. e V . § 1. As matérias administrativas sujeitas à deliberação do Órgão Especial constarão de pauta previamente divulgada aos Ministros. Parágrafo único.º Havendo expressa concordância das partes. conflitos de competência e declaração de inconstitucionalidade de lei ou de ato do Poder Público. Para a ordenação dos processos na pauta. mandados de segurança. observar-se-á a numeração correspondente a cada classe. Art. ações cautelares. III . conservada a mesma ordem. A pauta de julgamento será publicada no órgão oficial até a antevéspera da sessão. é necessária a autorização de pelo menos dois terços 60 . Para deliberar sobre matérias não constantes da pauta. ainda.quando a natureza do processo exigir tramitação urgente. exceto quanto àquelas reputadas urgentes ou inadiáveis. 112. aqueles em que é permitida a sustentação oral. Art. com preferência sobre os demais. especificamente os dissídios coletivos. ressalvadas as hipóteses previstas no art. § 2. 109. independentemente de nova publicação. 110. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 2/2011) IV . sendo-lhe vedado deliberar sobre matéria dela não integrante. 111. 109 deste Regimento e. poderá ser dispensada a inclusão do processo em pauta.devidamente justificada. Art. preferindo no lançamento o elenco do inciso III do art.

do Órgão Especial. a segunda da direita. 114. sucessivamente. 118. Art. ressalvadas as hipóteses excepcionais de férias. à direita do Presidente. por convocação do Presidente do Tribunal ou das Turmas. As sessões do Pleno e dos demais órgãos colegiados do Tribunal são públicas. Art. previamente comunicados à Presidência do respectivo Colegiado e à Secretaria ou Coordenadoria. Os processos que não tiverem sido julgados até a última sessão de cada semestre serão retirados de pauta. observada a ordem de antiguidade. Os Ministros comparecerão na hora designada para o início da sessão e não se ausentarão antes do seu término. e o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho. do Órgão Especial e das Seções Especializadas. Art. 113. Nas sessões do Tribunal Pleno. licenças ou afastamentos. Parágrafo único. o Presidente terá assento ao centro da Mesa e os demais integrantes do Colegiado ocuparão os lugares na bancada pela ordem de antiguidade.dos Ministros. com a presença de todos os Ministros. salvo o disposto nos arts. das Seções Especializadas e das Turmas realizar-se-ão. salvo quando autorizados. o Ministro mais antigo. ordinária e extraordinariamente. o Vice-Presidente ocupará a primeira cadeira do Plenário. Art. seguindose assim. As sessões do Tribunal Pleno. CAPÍTULO V DAS SESSÕES Seção I Do Funcionamento dos Órgãos Art. 148 e 149. 116. Nas sessões das Turmas. o Presidente terá assento ao centro da Mesa. O Juiz convocado. Art. 115. 117. a da esquerda. em votação preliminar. nas sessões das 61 . para os procedimentos cabíveis.

Decorrido esse prazo e persistindo as ausências. 62 . que não o integre. Parágrafo único. II – das Seções Especializadas e das Turmas.Turmas. Se não houver número para o funcionamento do Órgão. aguardar-se-á por trinta minutos a formação do quorum. com registro em ata. O representante do Ministério Público do Trabalho participará das sessões. terá assento no lugar seguinte ao do ministro mais moderno. Art. serão observadas as seguintes regras: I – do Órgão Especial. Para a complementação do quorum. será encerrada a sessão. os trabalhos obedecerão à seguinte ordem: I – verificação do número de Ministros presentes. será convocado o Ministro mais antigo. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 3/2012) Art. 122. Seção II Das Disposições Gerais Art. Nas sessões dos órgãos judicantes do Tribunal. 120. tendo assento à Mesa ao lado direito do Presidente. julgamento na seguinte ordem: Os processos serão submetidos a I – os habeas corpus. Art. II – exame de propostas. e III – julgamento dos processos. 121. será convocado Ministro do Tribunal. 119.

123.º Nenhum Ministro poderá se eximir de votar. a partir do mais antigo. Proclamada a decisão. salvo se for o Relator do processo. § 1.º O Presidente ou o Ministro que o estiver substituindo votará por último. os votos serão colhidos. salvo nas hipóteses de impedimento e de suspeição ou de não ter assistido ao relatório ou participado dos debates. Não havendo divergência. prosseguirá a tomada de votos. 64. 62 e no parágrafo único do art. e VI – os demais processos constantes da pauta do dia. salvo as hipóteses previstas nos incisos dos §§ 1. IV – os remanescentes de sessões anteriores. As decisões serão tomadas pela maioria de votos. A votação será iniciada com o voto do Relator. 125. III – os mandados de segurança e as medidas cautelares.º e 2. V – os suspensos em sessão anterior em razão de vista regimental. o Presidente proclamará o resultado. a partir do voto do Relator.II – aqueles em que houver pedido de preferência formulado por advogado até trinta minutos antes da hora prevista para o início da sessão. Art. Esgotada essa ordem. 63 . § 2. Na ocorrência de empate nas sessões do Órgão Especial e das Seções Especializadas. 124. Art. Art. Art. não poderá ser feita apreciação ou crítica sobre a conclusão adotada. 126. prevalecerá o voto proferido pelo Presidente do Tribunal ou pelo Ministro que o estiver substituindo.º do art. em ordem decrescente de antiguidade. Se houver divergência.

modificação ou revogação de Súmula. 129. O representante do Ministério Público do Trabalho poderá usar da palavra. com vista à aprovação. após ultimada. apresentar questão de fato relativa à controvérsia. § 2. 299. Art. o processo será retirado da pauta. Ao Relator poderão ser solicitados esclarecimentos. salvo: I . sendo facultado aos advogados. 127. salvo se houver pedido de vista regimental. Art.quando pender de decisão incidente de uniformização jurisprudencial. e III – enquanto não decidida argüição sobre declaração de inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo do Poder público. podendo retomar a palavra para retificá-lo antes da proclamação. § 1. sendo vedadas as interrupções e pronunciamentos sem prévia autorização do Presidente. em seqüência ao relatório. quando solicitado por algum dos Ministros ou quando entender necessária a 64 . Art. 128. com preferência. relativo à matéria discutida no processo. devendo.º Na hipótese de conversão do julgamento em diligência. quando necessária à decisão da causa. mediante autorização. motivo relevante ou conversão do julgamento em diligência.Art. uma vez iniciado.º Nenhum processo poderá ficar suspenso por tempo indeterminado. O julgamento. prestar esclarecimentos ou se for nominalmente referido. será ultimado na mesma sessão. 130. ser reincluído. 69 e os feitos mencionados no art. II – quando penderem de decisão os incidentes a que se referem as alíneas “a” e “b” do inciso I do art. O Ministro usará o tempo que se fizer necessário para proferir seu voto.

Na oportunidade em que lhe caiba votar. o Ministro poderá pedir vista regimental dos autos ou vista em Mesa. 131. hipótese em que este providenciará no sentido de mandar trazê-los à sessão. não estando o Ministro que pediu vista habilitado a votar. será concedido aos Ministros. § 2.intervenção. o julgamento dar-se-á na mesma sessão. para a primeira sessão subseqüente ao término do prazo de dez dias. exceto quando houver solicitação fundamentada do Ministro e com autorização do órgão julgador. sendo os autos previamente encaminhados à Secretaria ou à Coordenadoria respectiva. salvo anterior habilitação do Ministro que a requereu. § 4.º Na data prevista. o processo será adiado para a próxima sessão.º O adiamento do julgamento em razão de vista regimental será registrado em certidão. ficará adiado o julgamento. o processo será apregoado independentemente de devolução dos autos pelo autor do pedido de vista.º O julgamento dos processos com vista regimental poderá prosseguir sem vinculação à Presidência e na ausência 65 . podendo os demais Ministros adiantar seus votos.º Os pedidos de vista regimental formulados por Ministros que se afastaram definitivamente do Tribunal serão desconsiderados. § 6. bem como a data do seu prosseguimento e os votos proferidos.º Apregoado o julgamento do processo na data aprazada. Art. tão logo o Ministro que a requereu se declare habilitado a votar. § 3. § 1. sucessivamente. § 7. a votação iniciará com o voto do Ministro que requereu a vista regimental. Sendo em Mesa. e o julgamento prosseguirá com a repetição do voto do Relator. § 5.º Prosseguindo o julgamento. em sendo regimental.º Na hipótese de mais de um pedido de vista. o prazo de dez dias. mediante autorização do Presidente. em cada caso.

O exame das preliminares prefere ao do mérito. Na hipótese de mais de um recurso com preliminares distintas. e II . a apreciação far-se-á sucessivamente na ordem de preferência ditada pela prejudicialidade.o acolhimento da preliminar. Art. inclusive os vencidos na preliminar. No julgamento dos recursos. Ao reiniciar-se o julgamento. se incompatível com 66 . sem que tenha sido concluído o julgamento. o mérito será examinado após ultrapassada a fase de conhecimento.do Relator. considerados os votos já proferidos e sob a competência do Ministro que primeiro requereu a vista. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) § 10. se este já houver votado sobre toda a matéria. 132. § 9. (Revogado pelo Ato Regimental nº 1/2011) § 12. considerado cada recurso isoladamente. 133. (Revogado pelo Ato Regimental nº 1/2011) Art. ainda que não compareçam ou que não mais componham o órgão. serão computados os votos já proferidos pelos Ministros. esgotando-se com o exame do mérito.º Não participará do julgamento já iniciado ou em prosseguimento o Ministro que não tenha assistido ao relatório ou aos debates. pronunciando-se todos os Ministros.º Na ocorrência de afastamento definitivo do Relator. seguir-se-á o julgamento da matéria principal. este continuará da fase em que se encontrar. ou se a decisão liminar for compatível com a apreciação do mérito. Parágrafo único.rejeitada a preliminar. observando-se nos julgamentos os seguintes critérios: I . § 8. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) § 11. salvo quando se declarar esclarecido.

Permanecendo a divergência. (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) Art. eliminando-se. a maioria de votos. 136. na qual constará: I . que será juntada aos autos. o Presidente proclamará a decisão e. preliminar ou prejudicial de mérito e havendo necessidade de prosseguir no julgamento das questões subsequentes. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) Art. serão as questões submetidas à apreciação. III . o número do processo e o nome das partes e dos advogados que sustentaram oralmente.o nome do Ministro que presidiu a sessão de julgamento.o nome do representante do Ministério Público do Trabalho presente na sessão. duas a duas. havendo várias conclusões parcialmente divergentes. a ser proferido em sessão subsequente. 134. Para apuração da votação. os votos deverão ser somados no que coincidirem. II . com registro dos votos já proferidos e designação da 67 . se vencido o Relator em alguma questão de mérito.o nome do Relator e dos Ministros que participaram do julgamento. Art.o exame da matéria principal. III – vencido o Relator quanto aos pressupostos extrínsecos de admissibilidade do recurso. as que tiverem menor votação e prevalecendo a que reunir.a suspensão do julgamento em razão de pedido de vista regimental. IV . designará redator do acórdão o Ministro prolator do primeiro voto vencedor.a identificação. Findo o julgamento. impedirá o conhecimento do mérito. sucessivamente. V . As decisões proclamadas serão consignadas em certidão. sem possibilidade de nenhuma soma. 135. os autos lhe serão conclusos para elaboração do voto correspondente. por último.

138.a conclusão do julgamento com a indicação dos votos vencidos. em alguma questão de mérito. mês. concluídos os julgamentos. o Presidente encerrará a sessão. No horário regimental.nome do Ministro que presidiu a sessão. devendo. II . ainda. 137. Parágrafo único. devendo ser lavrada a respectiva ata. serão consignados. ano e hora da abertura da sessão. os assuntos tratados na sessão. IV . deverá o seu Presidente designar outro dia para o prosseguimento da sessão.os impedimentos e suspeições dos Ministros para o julgamento.data para o seu prosseguimento.a data da sessão.nomes dos Ministros presentes. se houver. e IX . Na hipótese de remanescer sem julgamento número significativo de processos.a designação do Ministro-Redator do acórdão na hipótese de não prevalecer. Art. VII . das propostas e deliberações. Na ata. o voto do Relator originário. Art. e 68 . mediante o anúncio da deliberação.dia.sumária notícia dos expedientes. considerando-se intimados os interessados. III . V .nome do representante do Ministério Público do Trabalho. a critério do órgão julgador. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) VIII . constar: I . resumidamente. VI .

144. se dirigidos à Presidência no início da sessão. ou que não o apresentar no ato. formulados pelos advogados para os julgamentos de processos. e observará as 69 . ainda que argüida matéria preliminar ou prejudicial. 141. 145. 140. os advogados. Os pedidos de adiamento de julgamento. 143.a identificação dos processos julgados. ou para dirigir-se ao Colegiado. somente serão admitidos se devidamente justificados. A ata será assinada pelo Presidente do Colegiado e arquivada na Secretaria ou Coordenadoria. se tiver havido sustentação oral. poderá ser deferido de forma alternada. encerrar-se-ão trinta minutos antes do início da sessão e serão concedidos com observância da ordem de registro no livro próprio. que lhes será posta à disposição. Seção III Da Participação dos Advogados Art. terão acesso à tribuna. em relação a mais de três processos. nomes das partes e do advogado. A sustentação oral será feita de uma só vez. 139. com o resultado da decisão e os votos vencidos. vestirão beca. Art. O requerimento de preferência formulado por um mesmo advogado. 142. se presente. Nas sessões de julgamento do Tribunal. Na sustentação oral.VI . salvo motivo relevante que justifique o deferimento da juntada posterior. Os pedidos de preferência. Parágrafo único. O advogado sem mandato nos autos. no momento em que houverem de intervir. considerados os pedidos formulados pelos demais advogados. Art. Art. não poderá proferir sustentação oral. Art. com a concordância do Relator e da parte contrária. Art. Art.

o do reclamante.embargos de declaração.º Ao proferir seu voto. em sustentação oral.º Não haverá sustentação oral em: (Redação dada pela Emenda Regimental nº2/2011) I .conflito de competência. em primeiro lugar. sucessivamente. porém. qualquer voto divergente daquele anunciado pelo Relator. II . por dez minutos.º Quando for parte o Ministério Público. podendo haver prorrogação até o máximo de vinte minutos. § 3. § 4.º O Presidente do órgão julgador cassará a palavra do advogado que. ante a relevância da matéria. hipótese em que poderá ocorrer a desistência da sustentação. IV . se ambas as partes o forem.agravo de instrumento. Não desistindo os advogados da sustentação. Havendo. V .º Usará da palavra. por qualquer motivo. § 5. § 2. inadequada. o tempo lhes será proporcionalmente distribuído. o Presidente voltará a facultar a palavra ao advogado desistente.agravo em recurso extraordinário. seu representante poderá proferir sustentação oral após as demais partes.agravo ou agravo regimental interposto contra despacho proferido em agravo de instrumento. o Relator fará um resumo da matéria em discussão e antecipará sua conclusão.seguintes disposições: § 1. sendo-lhe concedido prazo igual ao destas. o advogado do recorrente. Seção IV Das Disposições Especiais 70 . conduzir-se de maneira desrespeitosa ou.º Aos litisconsortes representados por mais de um advogado. ante a antecipação do resultado. o Presidente concederá a palavra a cada um dos representantes das partes. III . § 6.

Seção V Das Deliberações em Conselho Art. 147. e 71 . Vice-Presidente e Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho. Art. Seção VI Das Sessões Solenes Art. ou a Orientação Jurisprudencial. 149.dar posse aos Ministros do Tribunal. no julgamento dos embargos interpostos. As sessões do Tribunal. A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais julgará desde logo a matéria objeto da revista não conhecida pela Turma. o Secretário ou o Coordenador. 150. 148. poderão ser transformadas em Conselho para debate da matéria em apreciação. salvo se o conteúdo recomendar o contrário. II . A sessão também será transformada em Conselho para julgamento de processos sobre os quais a lei exigir sigilo. desde que aprovadas pela maioria. Parágrafo único. caso conclua. as partes interessadas e os respectivos Procuradores.Art.dar posse ao Presidente. Permanecerão em sessão o representante do Ministério Público do Trabalho. Art. 146. que aquele recurso estava corretamente fundamentado em contrariedade a Súmula da Jurisprudência da Corte. O Tribunal Pleno reunir-se-á em sessão solene para: I . A proclamação da matéria deliberada em Conselho será pública. por sugestão do Presidente ou de Ministro da Corte.

Art. 152.o relatório. Os acórdãos serão assinados pelo Relator do processo ou pelo julgador designado para lavrá-lo. no órgão oficial. o resumo do pedido e da defesa e o registro das principais ocorrências do processo. O cerimonial das sessões solenes será regulado por ato do Presidente do Tribunal. Art. Seção VII Das Decisões e Da Sua Publicação Art. que. os dos demais Colegiados terão publicadas apenas a ementa e a parte dispositiva. A republicação de acórdão somente será feita quando autorizada pelo Presidente do Tribunal ou pelo Presidente do Colegiado.celebrar acontecimento de alta relevância. 153.III . a Secretaria ou a Coordenadoria providenciará sua juntada aos autos e. contendo os nomes das partes. Art. São requisitos do acórdão: I . vencido o prazo de recurso para as partes. assinará o Presidente do órgão. Art. 154. pessoa jurídica de direito público. quando for parte o Ministério Público. Parágrafo único. 72 . prolator da decisão. 151. Estado estrangeiro ou organismo internacional. Na ausência dos julgadores mencionados no caput deste artigo.a ementa. II . consignará a tese jurídica prevalecente no julgamento. Publicado o acórdão. 155. Os acórdãos da Seção Especializada em Dissídios Coletivos serão publicados na íntegra. resumidamente. os encaminhará à Procuradoria-Geral do Trabalho. Parágrafo único.

competindo à Seção Especializada apreciar preliminarmente o requerimento. § 3. ou pelo Ministério Público do Trabalho.o dispositivo.os fundamentos em que se baseia a decisão. pressupondo. TÍTULO II DA JURISPRUDÊNCIA CAPÍTULO I DA UNIFORMIZAÇÃO DA JURISPRUDÊNCIA Art. pela parte. § 2. § 4. 156. e IV . A decisão constará de simples certidão. poderá ser apresentada até o momento da sustentação oral. O incidente de uniformização reger-se-á pelos preceitos dos arts. deixará de proclamar o resultado e suscitará o incidente de uniformização de jurisprudência ao Tribunal Pleno. 476 a 479 do Código de Processo Civil. não necessariamente sobre matéria de mérito.º A petição da parte e do Ministério Público.º O incidente será suscitado quando a Seção Especializada constatar que a decisão se inclina contrariamente a reiteradas decisões dos órgãos fracionários sobre interpretação de regra jurídica. § 1.III . divergência jurisprudencial já configurada. 73 . nos dois últimos casos. devidamente fundamentada.º Verificando a Seção Especializada que a maioria conclui contrariamente a decisões reiteradas de órgãos fracionários sobre tema relevante de natureza material ou processual.º O incidente somente poderá ser suscitado por Ministro ao proferir seu voto perante a Seção Especializada.

passando. Caso o Relator originário não componha o Tribunal Pleno. o Tribunal Pleno decidirá sobre a configuração da contrariedade. A decisão do Tribunal Pleno sobre o incidente de uniformização de jurisprudência constará de certidão. o Ministro originariamente sorteado para relatar o feito em que se verifica o incidente de uniformização. § 8. e. o disposto no art. § 10. após. o Ministro que primeiro proferiu o voto prevalecente. se vencido. Observar-se-á. quando do prosseguimento do julgamento. juntando-se o voto prevalecente aos autos. § 7.º Como matéria preliminar.§ 5. § 6. serão conclusos ao Relator para exame e inclusão em pauta. § 9. assegurada às partes a faculdade de sustentação oral por ocasião do julgamento. a deliberar sobre as teses em conflito. As cópias da certidão e do voto deverão ser juntadas ao projeto de proposta formulado pela Comissão de Jurisprudência e Precedentes Normativos para redação final da Súmula ou do Precedente Normativo que daí decorrerá. na qual foi suscitado o incidente. cabendo à Seção Especializada.º A determinação de remessa ao Tribunal Pleno é irrecorrível.º Será Relator no Tribunal Pleno. o feito será distribuído a um dos membros deste Colegiado. 157. aplicar a interpretação fixada.º Os autos serão remetidos à Comissão de Jurisprudência para emissão de parecer e apresentação da proposta relativa ao conteúdo e redação da Súmula ou do Precedente Normativo a ser submetido ao Tribunal Pleno.º As cópias da certidão referente ao incidente de uniformização e do parecer da Comissão de Jurisprudência serão remetidas aos Ministros da Corte. § 11. tão logo incluído em pauta o processo. caso admitida. Art. A decisão do Tribunal Pleno sobre o tema é irrecorrível. no que couber. 156 quanto ao procedimento de revisão da jurisprudência 74 .

será suscitada pela Seção Especializada. A revisão ou cancelamento da jurisprudência uniformizada do Tribunal. § 1. de Orientação Jurisprudencial e de Precedente Normativo. se vencido. objeto de Súmula. apresentar parecer sobre a sua revisão ou cancelamento. ou por proposta firmada por pelo menos dez Ministros da Corte. § 3.º Será relator no Tribunal Pleno o Ministro originariamente sorteado para relatar o feito em que se processa a revisão ou o cancelamento da Súmula. § 2. após o que os autos irão ao Relator para preparação do voto e inclusão do feito em pauta do Tribunal Pleno. 158. ou por projeto formulado pela Comissão de Jurisprudência e Precedentes Normativos. da Orientação Jurisprudencial ou do Precedente Normativo. objeto de Súmula. em trinta dias. deixará de proclamar o resultado e encaminhará o feito à Comissão de Jurisprudência e Precedentes Normativos para. o Ministro que primeiro proferiu o voto prevalecente. Caso o relator originário não componha o Tribunal Pleno.º Verificando a Seção Especializada que a maioria se inclina contrariamente a Súmula. a Orientação Jurisprudencial ou a Precedente Normativo. a Orientação Jurisprudencial ou a Precedente Normativo.º A determinação de remessa à Comissão de Precedentes Normativos e ao Tribunal Pleno é Jurisprudência e irrecorrível. tão logo incluído em pauta o processo. da Orientação Jurisprudencial ou do Precedente Normativo.uniformizada do Tribunal. e do parecer da Comissão de Jurisprudência e Precedentes Normativos serão remetidas aos Ministros da Corte. Art. ao constatar que a decisão se inclina contrariamente a Súmula. de Orientação Jurisprudencial e de Precedente Normativo.º As cópias da certidão referente à revisão ou cancelamento da Súmula. assegurada às partes a faculdade de sustentação oral por ocasião do julgamento. 75 . § 4. o feito será distribuído a um dos membros deste Colegiado.

Art. que a enviará à Comissão de Jurisprudência e Precedentes Normativos para. que será submetido à apreciação do Tribunal Pleno.º A proposta de iniciativa de Ministro. II. Para efeito do disposto nos arts. 159. no exercício da atividade jurisdicional. será consubstanciada em Súmula a jurisprudência predominante do Tribunal Superior do Trabalho.º e 6.º. que será encaminhado ao Presidente do Tribunal para ser submetido à apreciação do Tribunal Pleno. § 2. devidamente instruído.º. 162. deverá ser encaminhada à Comissão de Jurisprudência e Precedentes Normativos. emitir parecer fundamentado e conclusivo. emitirá parecer dirigido ao Presidente do Tribunal 76 . a edição de Súmula independe da observância dos dispositivos regimentais que regem a matéria. 4. firmada por pelo menos dez Ministros da Corte. Art. 160. se acolhida pela maioria absoluta dos membros efetivos da Seção Especializada que apreciou o recurso respectivo. Nos processos que tratem de matéria objeto de incidente de uniformização de jurisprudência. e §§ 3. Quando se tratar de exame de constitucionalidade de lei ou de ato normativo do Poder Público. “a” e “b”. no prazo de trinta dias. § 1. e 896. 161. ou de iniciativa de qualquer Ministro do Tribunal. haverá o sobrestamento do feito até decisão do incidente. será examinada pela Comissão que.º. Da proposta de edição de Súmula formulada pela Comissão de Jurisprudência e Precedentes Normativos resultará um projeto. 894. Art. 5.CAPÍTULO II DAS SÚMULAS Art. 163. no prazo de trinta dias. salvo quanto à exigência relativa à tomada de decisão por maioria absoluta.º A proposta firmada por pelo menos dez Ministros da Corte será encaminhada ao Presidente do Tribunal. Art. A proposta de edição de Súmula. da Consolidação das Leis do Trabalho.

prolatados por maioria simples. O projeto de edição de Súmula deverá atender a um dos seguintes pressupostos: I – três acórdãos da Subseção Especializada em Dissídios Individuais. pelo Tribunal Pleno. O parecer da Comissão de Jurisprudência e Precedentes Normativos deverá conter opinião fundamentada acerca da proposta de edição da Súmula. Art. II – cinco acórdãos da Subseção Especializada em Dissídios Individuais. deverá sugerir o texto a ser editado. prolatados por maioria simples. prolatados por unanimidade. desde que presentes aos julgamentos pelo menos 2/3 (dois terços) dos membros efetivos do órgão. poderá qualquer dos órgãos judicantes. suscitar ou requerer ao Presidente do Tribunal apreciação. sendo três de cada. a Procuradoria-Geral do Trabalho. § 1. instruído com as cópias dos precedentes e da legislação pertinente. de proposta de edição de Súmula. de âmbito nacional. III – quinze acórdãos de cinco Turmas do Tribunal. serão 77 .para ser submetido à apreciação do Tribunal Pleno. § 2. Nesse caso. desde que presentes aos julgamentos pelo menos 2/3 (dois terços) dos membros efetivos do órgão. reveladores de unanimidade sobre a tese.º Os acórdãos catalogados para fim de edição de Súmula deverão ser de relatores diversos. proferidos em sessões distintas. a Comissão de Jurisprudência e Precedentes Normativos.º Na hipótese de matéria revestida de relevante interesse público e já decidida por Colegiado do Tribunal. Na hipótese de acolhimento da proposta. 165. o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil ou Confederação Sindical. 164. ou IV – dois acórdãos de cada uma das Turmas do Tribunal. Art.

que será devidamente instruído com a sugestão do texto.º O projeto será encaminhado aos Ministros para. revisão ou cancelamento de Súmula serão objeto de apreciação pelo Tribunal Pleno. Da proposta de edição de Precedentes Normativos do Tribunal e de Orientações Jurisprudenciais formulada pela Comissão de Jurisprudência e Precedentes Normativos resultará um projeto. considerando-se aprovado o projeto quando a ele anuir a maioria absoluta de seus membros. 166. desde que presentes aos julgamentos pelo menos 2/3 (dois terços) dos membros efetivos do Órgão. reveladores da unanimidade sobre a tese. ou II – cinco acórdãos da Seção Especializada em 78 . Art. a relação dos acórdãos que originaram os precedentes e a indicação da legislação pertinente à hipótese. apresentarem sugestões e/ou objeções pertinentes. a Comissão. deliberará conclusivamente sobre o projeto. 168. 167. § 2. no prazo de quinze dias. preliminarmente. a existência de relevante interesse público. CAPÍTULO III DOS PRECEDENTES NORMATIVOS E DAS ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS Art.dispensados os pressupostos dos incisos I a IV deste artigo. Art. A edição. por dois terços dos votos. § 1. A proposta de Precedente Normativo do Tribunal deverá atender a um dos um dos seguintes pressupostos: I – três acórdãos da Seção Especializada em Dissídios Coletivos.º Vencido o prazo do parágrafo anterior. a exposição dos motivos que justificaram a sua edição. e deliberada. após exame das sugestões e/ou objeções.

desde que presentes aos julgamentos pelo menos 2/3 (dois terços) de seus membros. com numeração própria. Art. ou (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) II – vinte acórdãos da Subseção respectiva prolatados por maioria de dois terços de seus integrantes. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) Art. 170. 169. passará a Precedente Normativo ou Orientação Jurisprudencial. que expressarão a jurisprudência prevalecente. ou II – cinco acórdãos do Tribunal Pleno ou do Órgão Especial. 172. A proposta de orientação jurisprudencial do Órgão Especial deverá atender a um dos seguintes pressupostos: I – três acórdãos do Tribunal Pleno ou do Órgão Especial. A proposta de instituição de nova orientação jurisprudencial da Seção Especializada em Dissídios Individuais deverá atender a um dos seguintes pressupostos: I – dez acórdãos da Subseção respectiva reveladores da unanimidade sobre a tese. reveladores da unanimidade sobre a tese. 173. Art.º 333 do TST quer para o que dispõe o art.º-A do 79 . prolatados por maioria simples. desde que presentes aos julgamentos pelo menos 2/3 (dois terços) de seus membros. desde que presentes aos julgamentos pelo menos 2/3 (dois terços) dos membros efetivos do Órgão. denominar-se conforme o caso. Aprovada a proposta. quer para os efeitos do que contém a Súmula n. Art. Art. 557. e § 1. 171.Dissídios Coletivos. caput. prolatados por maioria simples. Os Precedentes Normativos e as Orientações Jurisprudenciais expressarão a jurisprudência prevalecente das respectivas Subseções. Poderão ser estabelecidos precedentes para o Órgão Especial.

175. os Precedentes Normativos e as Orientações Jurisprudenciais. os Precedentes . e IV – sítio do Tribunal Superior do Trabalho na internet. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1/2011) CAPÍTULO IV DA DIVULGAÇÃO DA JURISPRUDÊNCIA DO TRIBUNAL Art. Parágrafo único. mediante registro. serão publicados por três vezes consecutivas no Diário da Justiça da União ou no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho. II – Revista do Tribunal Superior do Trabalho. As Súmulas. Art. revistas e periódicos registrados de conformidade com o ato normativo editado pela Presidência. realizadas no período mínimo de dezoito meses. Parágrafo único. com a indicação dos respectivos precedentes. dois terços dos integrantes do respectivo órgão fracionário do Tribunal e ter sido proferidos em sessões distintas. observado o mesmo procedimento na revisão e no cancelamento. As Súmulas. pelo menos. São repositórios autorizados para indicação de julgados perante o Tribunal os repertórios. 174. A jurisprudência do Tribunal será divulgada pelas seguintes publicações: I – Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho ou Diário da Justiça da União. além do sítio do Tribunal Superior do Trabalho na internet. III – periódicos autorizados. datados e numerados. Os acórdãos catalogados para fim de adoção de Precedentes Normativos e de Orientação Jurisprudencial deverão ser de relatores diversos correspondentes a.Código de Processo Civil. Parágrafo 80 único.

º 11. com a nota correspondente. conforme o caso. 176. II . e III . Seção II Das Notificações e dos Editais Art. Parágrafo único. a notificação de ordens ou decisões será feita: I . conforme o caso. A critério do Presidente do Tribunal. na correspondência oficial e nas certidões. É exigida a assinatura usual nos acórdãos.por servidor credenciado. Os atos processuais serão autenticados. TÍTULO III DOS ATOS PROCESSUAIS CAPÍTULO I DOS ATOS E FORMALIDADES Seção I Das Disposições Gerais Art. dos Presidentes das Turmas ou do Relator. dos Ministros ou dos servidores para tal fim qualificados.Normativos e as Orientações Jurisprudenciais canceladas ou alteradas manterão a respectiva numeração. ressalvada a hipótese de chancela mecânica e dos procedimentos permitidos pela Lei n. mediante a assinatura ou rubrica do Presidente. com as cautelas necessárias à autenticação da mensagem e do recebimento. 81 .419/2006.por publicação no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho ou no Diário da Justiça da União. tomando novos números as que forem editadas.por via postal ou por qualquer modo eficaz de telecomunicação. 177.

ainda que se trate de procedimento administrativo. será providenciada pela Secretaria ou Coordenadoria do órgão responsável pela publicação. não se interromperá a publicação de acórdãos. § 2. § 1. 183.º Nos casos deste artigo. ou por deliberação do órgão julgador. 179. além do nome das partes. Os editais destinados à divulgação de ato poderão conter apenas o essencial à defesa ou à resposta. 82 . observadas as normas previstas na lei processual. Art. Da publicação do expediente de cada processo constará. com efeito de intimação. Poder-se-á admitir a resposta pela forma indicada no inciso III deste artigo. aplicáveis ao processo do trabalho.Parágrafo único. CAPÍTULO II DOS PRAZOS Art. Art.º O recesso forense e as férias coletivas dos Ministros suspendem os prazos recursais. Art. decisões e despachos no órgão oficial. decorrente de incorreções ou omissões. Art. É suficiente a indicação do nome de um dos advogados. 180. o de seu advogado. quando a parte houver constituído mais de um. 182. ou o constituído substabelecer a outro com reserva de poderes. Art. A contagem dos prazos no Tribunal será feita segundo as normas estabelecidas nas leis processuais. 178. mediante despacho do Presidente do Tribunal ou do Presidente de Turma. os prazos começam ou continuam a fluir no dia de reabertura do expediente forense. conforme o caso. A retificação de publicação no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho ou no Diário da Justiça da União. Nas férias dos Ministros. 181.

os prazos fixados neste artigo poderão ser suspensos. o número de feitos que lhes foram distribuídos ou conclusos no mês. V – quinze dias para justificativa de voto. caracterizada situação excepcional que justifique a medida. Por deliberação do Órgão Especial. os pedidos de vista. Os dados estatísticos relativos às atividades jurisdicionais dos órgãos do Tribunal e dos Ministros serão publicados. Da publicação da estatística deverá constar o nome dos julgadores. bem como os processos pendentes de exame e de inclusão em pauta.Art. em que o prazo é de dez dias. no órgão oficial. 185. e os processos com vista à Procuradoria-Geral do Trabalho. CAPÍTULO III DOS DADOS ESTATÍSTICOS Art. Art. exceto o referente às decisões normativas. 184. mensalmente. os despachos proferidos. os processos julgados. os acórdãos lavrados. 186. e VI – dez dias para vista regimental de processo. II – trinta dias para o visto do Relator. são os seguintes: I – quinze dias para atos administrativos e despachos em geral. Os prazos para os Ministros. IV – quinze dias para lavratura de acórdão. CAPÍTULO IV DAS AUDIÊNCIAS 83 . III – quinze dias para o visto do Revisor. salvo acúmulo de serviço. Parágrafo único.

o disposto no inciso XXXI do mesmo dispositivo. As audiências para instrução de processo da competência originária do Tribunal serão públicas e realizadas nos dias e horários marcados pelo Presidente. sem prejuízo das que entender devam ser indicadas. Parágrafo único. determinando a ordem dos trabalhos e fixando o tempo que cada um disporá para se manifestar. 189. O Ministro que presidir a audiência deliberará sobre o que lhe for requerido. A audiência pública prevista no artigo 35. ou pelo Relator. se for o caso. Será lavrada ata da audiência de instrução e conciliação. 187. Art. (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) III – caberá ao Presidente do Tribunal selecionar as pessoas que serão ouvidas e divulgar a lista dos habilitados. (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) IV – o depoente deverá limitar-se ao tema ou 84 . presente o Secretário da Seção Especializada em Dissídios Coletivos ou os Coordenadores das Subseções Especializadas em Dissídios Individuais. observado. 189-A. e atenderá ao seguinte procedimento: (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) I – o despacho que a convocar será amplamente divulgado e fixará prazo para a indicação das pessoas a serem ouvidas. (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) II – havendo defensores e opositores relativamente à matéria objeto da audiência. pelo Vice-Presidente ou pelo Ministro por eles designado. Ninguém se retirará da sala de audiência a que haja comparecido para dela participar sem permissão do Ministro que a presidir. será garantida a participação das diversas correntes de opinião. Art. Art. 188. incisos XXXVI e XXXVII. conforme o caso.Art. deste Regimento será presidida pelo Presidente do Tribunal.

Impetrado o habeas corpus. pelo Ministro que presidir a audiência. (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) VII – os casos omissos serão resolvidos pelo Presidente do Tribunal ou. se for o caso. II .nomear advogado para acompanhar e defender oralmente o pedido.ordenar diligências necessárias à instrução do pedido. ainda: I . (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) V – a audiência pública poderá ser transmitida pela TV Justiça.questão em debate. (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) TÍTULO IV DOS PROCESSOS EM ESPÉCIE CAPÍTULO I DOS PROCESSOS SOBRE COMPETÊNCIA Seção I Do Habeas Corpus Art. no prazo que fixar. ou arquivados no âmbito da Presidência do Tribunal. 190. se o impetrante não for bacharel em Direito. quando for o caso. (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) VI – os trabalhos da audiência pública serão registrados e juntados aos autos do processo. o Relator requisitará informações do apontado coator. podendo. 85 . pela Rádio Justiça e pela rede mundial de computadores.

A decisão concessiva de habeas corpus será imediatamente comunicada às autoridades a quem couber cumpri-la. em caso de ameaça de violência ou coação. com emprego dos meios legais cabíveis. serão multados na forma da legislação processual vigente. Art. o Presidente do Tribunal expedirá mandado contra o desobediente e oficiará ao Ministério Público. Opondo-se o paciente. sem prejuízo de outras sanções penais ou administrativas. O carcereiro ou o diretor da prisão. e IV . Parágrafo único. Art. 86 . de parte do detentor ou do carcereiro. bem como o salvo-conduto. o Relator o submeterá a julgamento na primeira sessão da Subseção II Especializada em Dissídios Individuais.III . serão firmados pelo Relator. 194. independentemente de pauta. que embaraçar ou procrastinar o encaminhamento do pedido de habeas corpus. sem prejuízo da remessa de cópia do acórdão. mediante ofício ou qualquer outro meio idôneo. o escrivão.no habeas corpus preventivo. o Presidente do Tribunal adotará as providências necessárias ao cumprimento da decisão. Havendo desobediência ou retardamento abusivo no cumprimento da ordem de habeas corpus. Instruído o processo e ouvido o Ministério Público. Parágrafo único. policial ou militar. 192. A comunicação. o oficial de justiça ou a autoridade judiciária. Art. 191.se convier ouvir o paciente. expedir salvoconduto em favor do paciente. 193. Parágrafo único. Art. coação ou ameaça. Na hipótese deste artigo. determinar sua apresentação à sessão de julgamento. ou as informações sobre a causa da violência. se houver grave risco de consumar-se a violência. para que promova a ação penal. não se conhecerá do pedido. até decisão do feito.

196. e III . o Relator o indeferirá liminarmente. II . O conflito poderá ser suscitado pela parte interessada ou seus representantes legais. 198. e o de atribuições. ou for reiteração de outro com os mesmos fundamentos. 202. Dar-se-á conflito quando: I . pelo Ministério Público do 87 . ou for manifesta a incompetência do Tribunal para dele conhecer originariamente. Quando o pedido for incabível. 200 (Revogado pelo Ato Regimental nº 2/2011) Seção III Dos Conflitos de Competência e de Atribuições Art.houver controvérsia entre as autoridades sobre a reunião ou separação de processos. O conflito de jurisdição ou competência poderá ocorrer entre autoridades judiciárias.ambas as autoridades se julgarem competentes. (Revogado pelo Ato Regimental nº 2/2011) Art. (Revogado pelo Ato Regimental nº 2/2011) Art. Art. Seção II Da Reclamação Art. (Revogado pelo Ato Regimental nº 2/2011) Art. 195.Art. 201. (Revogado pelo Ato Regimental nº 2/2011) Art.ambas se considerarem incompetentes. Art. 203. 197. 199. entre autoridades judiciárias e administrativas.

decidir as medidas urgentes. não podendo a matéria ser renovada na discussão da causa principal. O Relator. terá seu processo iniciado por petição. 206. CAPÍTULO II DAS AÇÕES ORIGINÁRIAS Seção I Do Mandado de Segurança Art. imediatamente. Art. Art. sempre que necessário.Trabalho ou pelos Juízes e Tribunais Regionais do Trabalho. a decisão será comunicada. Cabe mandado de segurança contra ato do Presidente ou de qualquer dos membros da Corte. às autoridades em conflito. sendo facultada ao advogado a declaração de autenticidade dos referidos 88 . 210. quando positivo o conflito. 209. em duplicata. de ofício ou a requerimento de qualquer das partes. O processo de conflito será autuado e distribuído. devendo prosseguir o feito no Juízo ou Tribunal competente. designar um dos órgãos para. Da decisão de conflito não caberá recurso. Art. Art. Art. observada a competência dos órgãos judicantes do Tribunal. inclusive a necessidade de autenticação dos documentos que instruem a ação mandamental. Art. poderá determinar. na hipótese de conflito negativo. observadas para o julgamento as regras referentes à competência dos órgãos judicantes do Tribunal. em caráter provisório. determinará que as autoridades em conflito sejam ouvidas no prazo de dez dias. 207. O mandado de segurança. Proferida. 208. e. 205. O Relator. o sobrestamento do processo. que preencherá os requisitos legais. 204. de competência originária do Tribunal.

em original ou cópia autenticada. Distribuído o feito na forma regimental. Art. Se a autoridade indicada pelo requerente for a coatora. Art. mediante ofício acompanhado da segunda via da petição. far-se-á requisição no próprio instrumento da intimação. no prazo de cinco dias úteis. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 3/2012) § 1. caso seja deferida. quando for relevante o fundamento e do ato impugnado puder resultar a ineficácia da medida. 211. a exibição do documento. 212.º A segunda via da inicial deverá conter as cópias dos documentos que acompanham a primeira via. no prazo legal. ou quando não atendidos os requisitos do artigo anterior. quando não for a hipótese de mandado de segurança. devendo conter. na forma do artigo 830 da CLT. instruída com as cópias dos documentos. dispensadas as informações da autoridade dita coatora.documentos. se manifesta a incompetência do Tribunal.º Afirmado pelo requerente que o documento necessário à prova de suas alegações se encontra em órgão ou estabelecimento público ou em poder de autoridade que lhe recuse certidão. § 1. sob sua responsabilidade pessoal. 89 . ainda. ele solicitará ao Relator que seja requisitada. o Relator determinará a remessa dos autos à ProcuradoriaGeral do Trabalho. § 2. na forma do “caput” deste artigo. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 3/2012) § 2. o Relator mandará ouvir a autoridade dita coatora. autenticadas ou declaradas autênticas.º A petição inicial poderá de plano ser indeferida pelo Relator. a fim de que preste informações. devendo os autos ser remetidos ao Juízo competente. Transcorrido o prazo legal para as informações. a indicação precisa da autoridade a quem se atribua o ato impugnado.º O Relator poderá ordenar a suspensão liminar do ato que deu motivo ao pedido. por ofício.

214. quando regularmente processadas. salvo prova de miserabilidade jurídica do autor. se não preenchidas as exigências legais e não suprida a irregularidade.receber ou rejeitar. III . para o julgamento.submeter a julgamento em Mesa as questões incidentes e as exceções opostas. se a petição I . 216. acompanhada de tantas cópias quantos forem os réus e preenchidos os requisitos da legislação processual compatíveis com o processo do trabalho. Caberá ação rescisória dos acórdãos prolatados pelo Tribunal.Seção II Da Ação Rescisória Art. observadas. A ação rescisória está sujeita ao depósito prévio equivalente a 20% (vinte por cento) do valor da causa. mediante sorteio. Art. A petição inicial será indeferida pelo Relator. Registrada e autuada. II . a petição inicial e as exceções opostas e designar audiência especial para produção de provas. no prazo e nas hipóteses previstas na legislação processual aplicável. A ação rescisória terá início por petição. se requeridas ou se lhe parecerem necessárias. Art.ordenar as citações e intimações requeridas. preencher os requisitos legais: Compete ao Relator. in limine. Parágrafo único. Parágrafo único. dentre os Ministros integrantes da Subseção II Especializada em Dissídios Individuais. e 90 . 213. 215. a ação rescisória será distribuída. Art. as regras alusivas à competência dos Órgãos judicantes da Corte. a um Relator. e designado Revisor o Ministro que a ele se seguir na ordem decrescente de antiguidade no órgão.

Findo esse prazo e tendo sido oficiado. Art. total ou parcialmente. 217. sempre que couber. Feita a citação. § 1. tendo as partes. a representação coletiva será ajuizada no prazo máximo de trinta dias. apresentará a contestação. Parágrafo único.IV . dirigida ao Presidente do Tribunal. da CLT. depois das alegações finais das partes. poderá ser ajuizada a ação de dissídio coletivo. para a instituição de normas e condições de trabalho. Frustrada. permanecerão os autos na Secretaria. no prazo assinalado pelo Relator.dar vista ao Ministério Público do Trabalho. respectivamente. contados da intimação.de natureza econômica. Seção III Dos Dissídios Coletivos Art. para apresentação de razões finais. Ultimada a fase probatória. sob pena de perda da eficácia do protesto. a dos interesses coletivos em negociação promovida autocomposição diretamente pelos interessados ou mediante intermediação administrativa do órgão competente do Ministério do Trabalho. serão os autos conclusos. 220. ao Ministério Público do Trabalho. § 3. a entidade interessada poderá formular protesto judicial em petição escrita. o prazo de dez dias. Art.º Deferida a medida prevista no item anterior. sucessivamente. quando cabível.º Na impossibilidade real de encerramento da negociação coletiva em curso antes do termo final a que se refere o art. Os dissídios coletivos podem ser: I . § 2. ao Relator e ao Revisor. 91 .º. a fim de preservar a data-base da categoria. 219. que não poderá ser inferior a quinze dias nem superior a trinta. 616. 218. Art. o réu.

originários.de natureza jurídica. dispensar a inclusão do processo em pauta. quando inexistentes ou em vigor normas e condições especiais de trabalho. de disposições legais particulares de categoria profissional ou econômica e de atos normativos. da apresentação de recursos ou da publicação do acórdão. Requerida a homologação de acordo em processo de dissídio coletivo. convocar sessão para julgamento do dissídio coletivo.o pedido de homologação de acordo será apreciado pelo Relator originário ou pelo Redator designado para lavrar o acórdão do julgamento já realizado. Para julgamento.II . acordos e convenções coletivas. adotar-se-á o seguinte procedimento: I . quando destinados a reavaliar normas e condições coletivas de trabalho preexistentes. sobretudo na ocorrência ou iminência de paralisação do trabalho. Parágrafo único. para interpretação de cláusulas de sentenças normativas. e cientificando o Ministério Público.de declaração sobre a paralisação do trabalho decorrente de greve. se for caso de urgência. justificando a urgência.de revisão. doze horas. 222. por meio de seus patronos. tudo com antecedência de. 221. o processo será incluído em pauta preferencial. antes ou depois do julgamento. 92 . IV . de instrumentos de negociação coletiva. se for o caso. III . Na hipótese de greve em serviços ou atividades essenciais. poderá o Presidente do Tribunal. pelo menos. notificando as partes. que se hajam tornado injustas ou ineficazes pela modificação das circunstâncias que as ditaram. Art. decretadas em sentença normativa. Art. e V .

ação declaratória. na primeira sessão ordinária subsequente à formulação do pedido. CAPÍTULO III DOS RECURSOS Seção I Do Recurso Ordinário Art. Art.ação cautelar. sendo de igual modo dispensada a prévia inclusão em pauta. Art.ação anulatória. quando o pedido ingressar antes do julgamento do recurso ordinário.o processo será redistribuído a um dos membros do Colegiado.agravo regimental.ação rescisória. É cabível recurso ordinário em: I . ou em sessão extraordinária designada para esse fim. 224. se ausente. tem força de decisão irrecorrível para as partes. abrangendo a totalidade ou parte das pretensões. 223. o Relator. IV . por qualquer motivo. cabendo ao Relator apresentar os autos em Mesa. II . O acordo judicial homologado no processo de dissídio coletivo.o pedido de homologação de acordo será apreciado. III . 93 . independentemente de publicação de pauta. V . 225.II . e III . no prazo legal. Cabe recurso ordinário para o Tribunal das decisões definitivas proferidas pelos Tribunais Regionais do Trabalho em processos de sua competência originária. contado da publicação do acórdão ou de sua conclusão no órgão oficial.

O agravo de instrumento interposto contra despacho denegatório do processamento de recurso de competência desta Corte será autuado e distribuído. 227. interposto na forma da lei. é apresentado no Tribunal Regional do Trabalho e tem seu cabimento examinado em despacho fundamentado pelo Presidente do Tribunal de origem. a Revista do Tribunal Superior do Trabalho. Seção II Do Recurso de Revista Art. as revistas publicadas pelos Tribunais Regionais do Trabalho.habeas corpus.VI . e IX . observada a competência dos órgãos do Tribunal. os sítios do Tribunal Superior do Trabalho e dos Tribunais Regionais do Trabalho na internet e os repositórios autorizados a publicar a jurisprudência trabalhista. 226. conforme o Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho. aplicando-se quanto à tramitação e julgamento as disposições 94 . VIII . São fontes oficiais de publicação dos julgados o Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho. VII . Seção III Do Agravo de Instrumento Art. Parágrafo único.habeas data. o Diário da Justiça da União e dos Estados.dissídio coletivo. O recurso de revista.mandado de segurança. ou pelo Juiz designado para esse fim.

Interposto apenas agravo de instrumento. publicar-se-á a certidão para efeito de intimação das partes. nessa hipótese. 228. e § 2º.º Não sendo conhecido ou provido o agravo de instrumento. Art. § 2. Art.º O processo. será reautuado como recurso de revista. será lavrado um único acórdão. observar-se-á o procedimento do art. se provido o agravo.inscritas nesta Seção. § 2. Art. 95 . permanecendo a numeração constante dos autos principais.º Os autos do agravo de instrumento serão apensados aos do processo principal. com a alteração dos registros relativamente às partes. 230. § 1. § 1. se lhe for dado provimento. que consignará também os fundamentos do provimento do agravo de instrumento. se não for conhecido ou provido o agravo de instrumento. Na hipótese do art. Em se tratando de agravo de instrumento que tramita conjuntamente com recurso de revista. com lavratura de acórdãos distintos. 229. 228. caput. 228. será de imediato julgado o recurso de revista.º Julgado o recurso de revista. dela constando que o julgamento de ambos os recursos de revista dar-se-á na primeira sessão ordinária subseqüente à data da publicação. fluindo a partir da data de publicação do acórdão o prazo para interposição de embargos de declaração e/ou embargos à Seção de Dissídios Individuais. será lavrado o respectivo acórdão. mantida a numeração dada ao agravo de instrumento.

contados de sua publicação. 231. e. Art. Art. na forma da lei. Não atendidas as exigências legais relativas ao cabimento dos embargos infringentes. para ser imediatamente distribuído. no prazo legal. esta juntará o recurso aos autos respectivos e abrirá vista à parte contrária para impugnação no prazo legal. o processo será remetido à unidade competente. ao objeto da divergência. Os embargos infringentes serão restritos à cláusula em que há divergência. Cabem embargos. esta juntará o recurso aos autos respectivos e abrirá vista à parte contrária. 234.CAPÍTULO IV DOS RECURSOS DAS DECISÕES PROFERIDAS NO TRIBUNAL Seção I Dos Embargos Art. Registrado o protocolo na petição a ser encaminhada à Secretaria do órgão julgador competente. Transcorrido o prazo. Parágrafo único. nos processos de Dissídios Coletivos de competência originária do Tribunal. 232. o processo será remetido à unidade competente para ser imediatamente distribuído. contados da publicação do acórdão no órgão oficial. Cabem embargos infringentes das decisões não unânimes proferidas pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos. se esta for parcial. no prazo de oito dias. Transcorrido o prazo. por divergência jurisprudencial. no prazo de oito dias. Parágrafo único. Seção II Dos Embargos Infringentes Art. das decisões das Turmas do Tribunal. para impugnação. 233. Registrado o protocolo na petição a ser encaminhada à Coordenadoria da Turma prolatora da decisão embargada. o Relator denegará 96 .

ressalvada a hipótese do art. observada a competência dos respectivos órgãos. no prazo de oito dias. VIII . antecipação de tutela ou da sentença em cautelar. 239. Seção III Do Agravo Regimental Art.seguimento ao recurso.do despacho do Presidente do Tribunal concessivo de liminar em mandado de segurança ou em ação cautelar. para o Órgão Especial.do despacho do Presidente do Tribunal que conceder ou negar suspensão da execução de liminar. Seções Especializadas e Turmas. do Corregedor-Geral da Justiça do 97 . II . III . VII do despacho do Relator que negar prosseguimento a recurso. VI .do despacho do Presidente do Tribunal proferido em pedido de efeito suspensivo. nas seguintes hipóteses: I . facultada à parte a interposição de agravo regimental.do despacho ou da decisão do Presidente do Tribunal. e IX .das decisões e despachos proferidos pelo Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho. 235. V .do despacho do Presidente do Tribunal que denegar seguimento aos embargos infringentes.do despacho do Presidente do Tribunal que suspender execução de liminares ou de decisão concessiva de mandado de segurança. Cabe agravo regimental.do despacho do Relator que indeferir inicial de ação de competência originária do Tribunal. de Presidente de Turma. IV .

na hipótese de seu afastamento temporário ou definitivo. serão julgados pelo Relator do processo principal. 93. § 2. e. O agravo regimental será concluso ao prolator do despacho. 236. Art. do Vice-Presidente e do Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho. nos processos das Seções Especializadas. serão conclusos.º Os agravos regimentais interpostos contra despacho do Presidente do Tribunal. § 4. ao Ministro que ocupar a vaga. 237. ressalvados aqueles contra os quais haja recursos próprios previstos na legislação ou neste Regimento. proferido durante o período de recesso e férias.º O acórdão do agravo regimental será lavrado pelo Relator.º Os agravos regimentais interpostos contra despacho do Relator. ou redistribuídos na forma dos §§ 1º e 2º do art.º Os agravos regimentais contra ato ou decisão do Presidente do Tribunal. § 1. Seção IV Do Pedido de Concessão de Efeito Suspensivo Art. serão por eles relatados. ao Juiz convocado ou ao Ministro nomeado para a vaga. conforme o caso. ainda que vencido. salvo nos casos de competência específica da Presidência da Corte. que poderá reconsiderá-lo ou determinar sua inclusão em pauta visando apreciação do Colegiado competente para o julgamento da ação ou do recurso em que exarado o despacho. na medida e extensão 98 . desde que interpostos no período do respectivo mandato.Trabalho ou Relator que causar prejuízo ao direito da parte. Os agravos regimentais interpostos após o término da investidura no cargo do prolator do despacho serão conclusos ao Ministro sucessor. O recurso interposto de decisão normativa da Justiça do Trabalho terá efeito suspensivo. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 3/2012) § 3. em relação aos processos de Turmas.

conferidas em despacho do Presidente do Tribunal Superior do Trabalho. Art. 238. O pedido de concessão de efeito suspensivo de recurso em matéria normativa deverá ser instruído com as seguintes peças: decisão normativa recorrida; petição de recurso ordinário, prova de sua tempestividade e respectivo despacho de admissibilidade; guia de recolhimento de custas, se houver; procuração conferindo poderes ao subscritor da medida; e outras que o requerente reputar úteis para o exame da solicitação.

Seção V Do Agravo Art. 239. Caberá agravo ao órgão colegiado competente para o julgamento do respectivo recurso, no prazo de oito dias, a contar da publicação no órgão oficial: I - da decisão do Relator, tomada com base no § 5.º do art. 896 da CLT; II - da decisão do Relator, dando ou negando provimento ou negando seguimento a recurso, nos termos do art. 557 e § 1.º-A do CPC. Art. 240. Para o julgamento do processo, observarse-á o disposto neste Regimento. Seção VI Dos Embargos de Declaração Art. 241. Contra as decisões proferidas pelo Tribunal, e contra os despachos do Relator, provendo ou negando provimento, ou denegando seguimento a recurso, poderão ser interpostos embargos de declaração, no prazo de cinco dias, contados da sua publicação. Parágrafo único. Em se tratando de embargos de

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declaração interpostos contra decisão monocrática, caberá ao Relator apreciá-los por despacho, ou recebê-los como agravo, se entender pertinente, conforme o caso. Art. 242. Registrado o protocolo na petição e após sua juntada, os autos serão conclusos ao Relator da decisão embargada, ressalvadas as situações previstas nos arts. 92 a 96 deste Regimento. Parágrafo único. Não sendo possível a aplicação de nenhuma das regras previstas nos arts. 92 a 96, adotar-se-á critério de competência para a distribuição dos embargos de declaração ao Juiz convocado, na hipótese dos processos das Turmas, ou ao Ministro que tenha ocupado a vaga do antigo Relator, nas Turmas e nas Subseções, e, como último critério, distribuir-se-á o processo entre os integrantes do órgão. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 3/2012) Art. 243. Nos embargos de declaração, a concessão de efeito modificativo sujeitar-se-á à prévia concessão de vista à parte contrária.

TÍTULO V DAS OUTRAS ESPÉCIES DE PROCESSOS CAPÍTULO I DA DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE DE LEI OU DE ATO NORMATIVO DO PODER PÚBLICO Art. 244. A argüição de inconstitucionalidade de lei ou de ato do Poder Público poderá ser suscitada pelo Relator, por qualquer Ministro ou a requerimento do Ministério Público, no curso do julgamento do processo nos órgãos judicantes da Corte, após concluído o relatório. Art. 245. Suscitada a inconstitucionalidade e ouvido o Ministério Público do Trabalho, será submetida à apreciação do Colegiado em que tramita o feito. §
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1.º

Rejeitada

a

argüição,

prosseguirá

o

julgamento. § 2.º Acolhida a argüição suscitada perante o Tribunal Pleno, a matéria será submetida de imediato à apreciação. § 3.º Acolhida a argüição suscitada nos demais órgãos judicantes da Corte, os autos serão remetidos ao Tribunal Pleno. Art. 246. A decisão que declara imprescindível o pronunciamento do Tribunal Pleno sobre a inconstitucionalidade de lei, de disposição nela contida ou de ato normativo do Poder Público não é recorrível. Art. 247. Os procedimentos relativos à remessa do processo ao Tribunal Pleno, à distribuição e ao julgamento da argüição de inconstitucionalidade são regulados pelas normas estabelecidas neste Regimento. Art. 248. A decisão declaratória de inconstitucionalidade de lei ou de ato do Poder Público, observadas as exigências regimentais, motivará a edição de Súmula. Art. 249. Na hipótese prevista no artigo anterior, ocorrendo nova alegação de inconstitucionalidade da mesma lei ou do mesmo ato do Poder Público, não poderão os órgãos judicantes da Corte considerá-la para efeito de encaminhamento do processo ao Tribunal Pleno, salvo se demonstrado que o Supremo Tribunal Federal tenha julgado contrariamente ao decidido pelo Tribunal. CAPÍTULO II DOS PROCESSOS INCIDENTES Seção I Da Suspensão de Segurança Art. 250. O Presidente do Tribunal, na forma da lei, a requerimento do Ministério Público do Trabalho ou da pessoa jurídica de direito público interessada, e para evitar grave lesão à ordem, à

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ou se transitar em julgado.º A suspensão de segurança. e para evitar grave lesão à ordem. § 1. Seção II Da Suspensão de Liminar e de Antecipação de Tutela Art. por despacho fundamentado. em cinco dias. poderá ouvir o autor da ação e o Ministério Público do Trabalho. poderá ouvir o impetrante. à saúde.º O Presidente. enquanto pender de decisão o recurso. em caso de manifesto interesse público ou de flagrante ilegitimidade. proferida em última instância pelos Tribunais Regionais do Trabalho.segurança e à economia públicas.º O Presidente. a requerimento do Ministério Público do Trabalho ou da pessoa jurídica de direito público interessada. pode suspender. Seção III Das Medidas Cautelares 102 .º Aplica-se o disposto neste artigo à sentença proferida em processo de ação cautelar inominada. a execução de liminar ou de decisão concessiva de mandado de segurança. à segurança e à economia públicas. e a da sentença. em cinco dias. poderá. 251. se necessário. nos termos da lei. se necessário. ficando sem efeito se a decisão concessiva da medida for mantida pelo órgão julgador. § 1. por despacho fundamentado. nos casos de ações movidas contra o Poder Público. suspender a execução de liminar ou de antecipação de tutela concedida nas ações movidas contra o Poder Público ou seus agentes. § 2. § 3. § 2. ficando sem efeito se a decisão concessiva for mantida pelo Tribunal ou se transitar em julgado. vigorará enquanto pender o recurso.º A suspensão de liminar e de antecipação da tutela vigorará até a decisão da cautelar. O Presidente.

252. ocorrendo o falecimento de uma das partes. 255. e decidirá. se contestado o pedido. 259. O pedido cautelar será apresentado ao Presidente do Tribunal e distribuído ao Relator do processo principal. o Relator do feito.Art. em seguida. 253. Seção V Dos Impedimentos e Das Suspeições Art. O Relator. o qual ficará prevento para a ação principal. Quando incertos os sucessores. salvo se a medida for requerida em procedimento preparatório. Art. A habilitação requerida em processo incluído em pauta para julgamento será decidida pelo Colegiado. Art. ou à parte. A tramitação do processo no Tribunal observará as disposições da lei processual civil. Art. Seção IV Da Habilitação Incidente Art. será processada na forma da lei processual. pessoalmente. A habilitação incidente. a citação far-se-á por edital. se não estiver representada no processo. facultará às partes sumária produção de provas. dentre os integrantes do Colegiado competente. 257. 256. no que aplicáveis. caso em que será sorteado. O procedimento cautelar pode ser instaurado antes ou no curso do processo principal e deste é sempre dependente. A citação far-se-á na pessoa do Procurador constituído nos autos. em cinco dias. 260. Art. mediante publicação no órgão oficial. 254. a habilitação. Art. Os Ministros declarar-se-ão impedidos ou 103 . 258. Art.

para sua redistribuição. 261. se houver. e dirigida ao Relator do processo. continuará vinculado ao processo. Parágrafo único. Vencido o prazo. devendo constar da ata e da certidão. Parágrafo único. Reconhecida a suspeição do Relator. o processo será redistribuído pelo Presidente do órgão julgador entre os demais Ministros que o compõem. 264. reconhecendo a suspeição argüida. o Relator ordenará o processo. e o processo será redistribuído. 104 . por despacho. Art. declarar-se-ão nulos os atos praticados pelo Ministro recusado. não aceitando a suspeição.suspeitos nos casos previstos em lei. que será autuado em separado. e acompanhada de prova documental e rol de testemunhas. 265. 263. e. Se feita na sessão de julgamento. na forma regimental. submeterá o processo à Presidência do Colegiado. o Relator mandará ouvir o Ministro recusado. Art. a argüição será verbal. observada oportuna compensação. ficando sua apreciação suspensa até a solução do incidente. determinará a juntada da petição aos autos. Conclusos os autos. O Ministro. Parágrafo único. indicando os fatos que a motivaram. Art. Na suspeição ou no impedimento do Relator. no prazo de cinco dias. com ou sem resposta. O Relator. em petição assinada pela parte ou por procurador com poderes especiais. Art. na forma regimental. com designação de Relator. colhendo as provas requeridas. A suspeição ou o impedimento do Relator ou Revisor serão declarados por despacho nos autos. 262. A argüição de suspeição deverá ser suscitada até o início do julgamento. Art.

266. contados de sua publicação no órgão oficial.CAPÍTULO III DOS RECURSOS PARA O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Seção I Do Recurso Extraordinário Art. Art. Seção II Do Agravo de Instrumento Art. abrir-se-á vista ao agravado. § 2.º A petição do recurso extraordinário será juntada aos autos após transcorrido o prazo legal sem a interposição de recurso de competência do Tribunal Superior do Trabalho. para apresentação de contraminuta. de imediato. 270. nos termos da Constituição da República. 268. do Tribunal para exame da Art. 269. podendo. Formado o instrumento. os autos serão conclusos ao Vice-Presidente admissibilidade do recurso. § 1. Cabe agravo de instrumento contra despacho denegatório do recurso extraordinário. Art. 105 . Findo o prazo das contra-razões. Cabe recurso extraordinário das decisões do Tribunal proferidas em única ou última instância. Os processos julgados pelo Tribunal Superior do Trabalho só serão restituídos à instância originária quando findo o prazo de interposição do recurso extraordinário para o Supremo Tribunal Federal. 267. no prazo de dez dias.º O recurso será interposto em petição fundamentada. vista dos autos à parte contrária para apresentação das contrarazões no prazo de quinze dias. por igual prazo. abrindo-se. no prazo de quinze dias da publicação do acórdão ou de suas conclusões no órgão oficial.

Art. 271. Os autos devidamente preparados serão conclusos ao Vice-Presidente do Tribunal. será lavrado acórdão e. as normas do Código de Processo Civil. Art. 276. de outras peças dos autos principais. Art. Julgada a restauração. O Relator determinará as diligências necessárias. 277. no Tribunal. podendo. com documentos novos. CAPÍTULO IV DA RESTAURAÇÃO DE AUTOS Art. 272. de Art. O julgamento de restauração caberá ao Colegiado no qual tramitava o processo desaparecido. 274. que reformará ou manterá o despacho agravado. solicitando. em igual prazo. no prazo de cinco dias. Parágrafo único. ordenar a extração e a juntada. se o mantiver. Reencontrado o original. O pedido de restauração de autos será apresentado ao Presidente do Tribunal e distribuído ao Relator do processo desaparecido ou ao seu substituto. apensando-se106 . será aberta vista ao agravante. Art. O agravante e o agravado poderão. Aplicam-se à restauração autos. que serão extraídas e juntadas aos autos no prazo de três dias. 275. informações e cópias autenticadas a outros Juízos e Tribunais. Parágrafo único. respectivamente. se preciso for. a minuta e a contraminuta. nele prosseguirá o feito. Apresentado documento novo pelo agravado. 273. após publicado no órgão oficial. requerer o traslado de outras peças além das exigidas pelo Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. A restauração de autos far-se-á de ofício ou a pedido de qualquer das partes ou do Ministério Público do Trabalho.conforme o caso. instruir. Art. o processo seguirá os trâmites normais.

279. notificados ou delegados a quem os deva praticar. 282. adotar-se-á. Nas execuções processadas pelas Varas do Trabalho ou por Juízo de Direito investido de jurisdição trabalhista. à legislação processual. 281. à autoridade competente ou entidade requisitada. determinados. CAPÍTULO V DA EXECUÇÃO Seção I Das Disposições Gerais Art.quanto às suas decisões e ordens. fundada em decisão proferida contra a Fazenda Pública. Art. Art. o procedimento 107 . Na execução por quantia certa. A execução atenderá. Seção II Da Execução contra a Fazenda Pública Art. Os atos de execução poderão ser requisitados. o precatório será encaminhado ao Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da jurisdição. no que couber. quando excederem à competência do Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho ou dos Presidentes de Turma. que o dirigirá. No âmbito do Tribunal. mediante ofício.lhe os autos reconstituídos. Art. Art. no que couber. ou se referirem a matéria administrativa. 278. 283.quanto às decisões dos órgãos do Tribunal. o procedimento fixado em Instrução Normativa do Tribunal. e II . A execução competirá ao Presidente: I . 280.

nomeado em comissão pelo Presidente. Art. cônjuge. 284. O horário de expediente no Tribunal Superior do Trabalho será estabelecido por Resolução Administrativa. aplica-se no Tribunal o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. inclusive. 285. 287. seu funcionamento e as atribuições do Diretor-Geral. incumbindo-lhe a direção dos serviços judiciários e administrativos do Tribunal. Art. salvo se servidor ocupante de cargo de provimento efetivo das carreiras judiciárias. aprovada pelo Órgão Especial. por iniciativa do seu Presidente. Ressalvada a existência de regulação legal especial. bem como das Unidades Administrativas. 108 . de qualquer dos Ministros do Tribunal. A organização da Secretaria do Tribunal. até o terceiro grau. constarão do Regulamento Geral. Art. A Secretaria do Tribunal é dirigida pelo Diretor-Geral. companheiro ou parente. Não poderá ser nomeado para cargo em comissão ou designado para função gratificada. caso em que a vedação é restrita à nomeação ou designação para servir junto ao Ministro determinante da incompatibilidade. LIVRO III DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E DAS DISPOSIÇÕES FINAIS TÍTULO I DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS CAPÍTULO I DA SECRETARIA DO TRIBUNAL Art. em atividade. 286.alusivo ao precatório constará de ato expedido pelo Presidente. Art. dos Secretários e dos Coordenadores. bacharel em Direito. 288.

Parágrafo único. As atribuições do SecretárioGeral. devendo a escala de férias dos servidores ser organizada de modo a atender ao respectivo funcionamento. dos Assessores e das assessorias diretamente subordinadas ao Gabinete da Presidência constam do Regulamento Geral. 289. § 1. Durante as férias dos Ministros e no período de recesso. 290. estando sujeitos a controle de freqüência. de conformidade com as escalas estabelecidas. nomeado em comissão. observado o intervalo entre os turnos de trabalho. CAPÍTULO II DO GABINETE DO PRESIDENTE Art. § 2. ficam suspensas as atividades judicantes do Tribunal. dos Secretários. O Gabinete do Presidente será chefiado pelo Secretário-Geral da Presidência. podendo ser convocados sempre que houver interesse da Administração.º Os servidores ocupantes de cargo em comissão e submetidos ao regime de integral dedicação ao serviço estão excepcionados da regra desse artigo. CAPÍTULO III DO GABINETE DOS MINISTROS 109 .º Os agentes de segurança dos Ministros permanecem à disposição.Art. Os servidores devem gozar férias no mesmo período dos Ministros. do Chefe de Gabinete. os serviços administrativos e judiciários nas Secretarias e nos Gabinetes. sempre que possível. Art. para o exercício das funções de direção e assessoramento jurídico. Parágrafo único. Os servidores do Tribunal cumprirão 35 (trinta e cinco) horas de trabalho semanal. no entanto. 291. prosseguindo. bacharel em Direito. com controle de freqüência e horário.

e II – Ato Regimental. bacharéis em Direito. nos termos da lei e deste Regimento. que poderão exercer função comissionada. Art.auxiliares da confiança do Ministro. e III . observadas a duração legal e as peculiaridades do serviço. que suprime e/ou acrescenta dispositivo. Compõem os Gabinetes dos Ministros: I . 295. Parágrafo único.assessores. TÍTULO II DAS DISPOSIÇÕES FINAIS CAPÍTULO I DAS EMENDAS AO REGIMENTO Art. que introduz modificações no texto. Os atos de competência do Tribunal Pleno. comum a todos os servidores da Corte. nomeados em comissão. bem como a fruição das férias. obedecem à seguinte nomenclatura: I – Emenda Regimental. Art. será determinado pelo Ministro. 293.um Chefe de Gabinete. bacharel em direito. O horário do pessoal do Gabinete. Os atos mencionados no artigo anterior 110 . fixada em Resolução Administrativa aprovada pelo Órgão Especial.Art. 292. de natureza regimental. 294. As atribuições do Chefe de Gabinete dos Ministros e dos assessores constam do Regulamento Geral. atendida a exigência do controle de freqüência e horário. observada a lotação numérica. II .

296. Os atos de competência do Tribunal. 299. na classe de Resolução. Na classe de Resolução Administrativa.serão numerados em séries próprias. 298. Art. CAPÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 300. e. Art. Compete ao Órgão Especial apreciar os ficaram com julgamento suspenso na extinta Seção feitos que Administrativa. e II . seguida e ininterruptamente. As Resoluções Administrativas e as Resoluções serão numeradas em séries próprias. 297. enquadram-se as regulamentações sobre pessoal (Magistrados e servidores). CAPÍTULO II DAS RESOLUÇÕES DO TRIBUNAL Art. seguida e ininterruptamente. as deliberações referentes à aprovação de Instrução Normativa. funcionamento e atribuições das unidades do Tribunal e de seus servidores. 111 . Art. nos termos deste Regimento.Resolução Administrativa. Súmulas e Precedentes Normativos. organização e administração dos órgãos da Justiça do Trabalho. normativos ou individuais. o processo será autuado como agravo de instrumento em recurso de revista e recurso de revista . de acordo com a matéria disciplinada.Resolução. independentemente do ano de sua edição. Quando o agravo de instrumento tramitar nos autos principais em que haja recurso de revista da outra parte.AIRR e RR e receberá um único número. obedecem à seguinte nomenclatura: I .

300 e 301. no julgamento do recurso de embargos interposto em data anterior à vigência da Lei n. haverá a redistribuição no âmbito do Colegiado a um dos seus integrantes. as normas de lei complementar alusiva à Magistratura Nacional. O processo será distribuído ao Relator do recurso de revista sobrestado. Parágrafo único. Art. Art. bem como as Resoluções. aprovado pela Resolução Administrativa n. caso conclua. as do Direito Processual Civil. Fazem parte integrante deste Regimento. 305. Quando o agravo de instrumento for processado nos autos principais. Se o Relator não se encontrar em exercício no órgão prevento. 304. 301. Instruções Normativas. se não for conhecido ou provido o agravo de instrumento.º 112 .496/2007. Resoluções Administrativas e Emendas Regimentais. que aquele recurso estava corretamente fundamentado em violação de dispositivo de lei federal ou da Constituição da República. Art. as estabelecidas pela Consolidação das Leis do Trabalho e legislação complementar e. salvo se incompatíveis com o Direito Processual do Trabalho. nos quais se encontra sobrestado julgamento de recurso de revista da outra parte. será de imediato julgado o recurso de revista. Art. 303. no que lhes for aplicável. A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais julgará desde logo a matéria objeto do recurso de revista não conhecido pela Turma. Em quaisquer situações previstas nos arts. 306. subsidiariamente. 302.Art. Revoga-se o Regimento Interno publicado em 27 de novembro de 2002. Art. O Regulamento Geral da Secretaria do Tribunal constitui parte integrante deste Regimento. com lavratura de um único acórdão. na autuação do processo será considerado o número originário do recurso de revista sobrestado e observada a classe de agravo de instrumento em recurso de revista e recurso de revista (AIRR e RR).º 11.

Este Regimento entrará em vigor na data de sua publicação. (Incluído pelo Ato Regimental nº 1/2011) Art. e todas as demais disposições regimentais. 306-A. segundo o estabelecido no § 4° do mesmo dispositivo regimental. na redação que lhe foi dada pela Emenda Regimental nº 1/2011.908/2002. em qualquer dos casos. nos termos do § 3° do artigo 80 do Regimento. A escolha do Presidente de cada Turma. RIDER DE BRITO Ministro Presidente do Tribunal Superior do Trabalho 113 . se for o caso. dar-se-á na Sessão imediatamente subsequente à posse da nova direção do Tribunal ou. de acordo com os critérios estabelecidos nos artigos 66 e 79 deste Regimento. Art. 307. de 24 de maio de 2011. considerando-se empossado o sucessor. Sala de sessões. 24 de abril de 2008.

114 .

131 do RITST. Guilherme Augusto Caputo Bastos. Fernando Eizo Ono.. 80 e o inciso III ao art.. 35. Walmir Oliveira da Costa. Alberto Luiz Bresciani de Fontan Pereira. Rosa Maria Weber Candiota da Rosa. Revoga o inciso III do art. convocar audiência pública. [. Augusto César Leite de Carvalho. presentes os Ex.ANEXO I ATO REGIMENTAL Nº 1. 133 do RITST. Lelio Bentes Corrêa. Vice-Presidente. Aloysio Corrêa da Veiga. Maria de Assis Calsing. Renato de Lacerda Paiva. 189-A e 306-A ao RITST. 47. O EGRÉGIO PLENO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO. 3º e 4° ao art. o § 3º ao art. Pedro Paulo Teixeira Manus. Dora Maria da Costa. 1º Ficam acrescidos os incisos XXXVI e XXXVII ao art. João Oreste Dalazen.] XXXVI – excepcionalmente... pela maioria de seus integrantes.] [. Luiz Philippe Vieira de Mello Filho. em sessão extraordinária hoje realizada. Acrescenta os arts. Márcio Eurico Vitral Amaro. sob a Presidência do Ex. Horácio Raymundo de Senna Pires.mo Sr. Mauricio Godinho Delgado.mo Sr. Ives Gandra Filho. para ouvir o 115 . de ofício ou a requerimento de cada uma das Seções Especializadas ou de suas Subseções. Subprocurador-Geral do Trabalho. os §§ 2°. nos seguintes termos: Art. 3º e 4° ao art. 80 e o inciso III ao art.mos Srs. Milton de Moura França. 36 e os §§ 11 e 12 do art. 133 do Regimento Interno desta Corte. nos seguintes termos: “Art. os §§ 2°. Emmanoel Pereira. Carlos Alberto Reis de Paula. Presidente do Tribunal. 35. Ministros Maria Cristina Irigoyen Peduzzi. José Roberto Freire Pimenta e Delaíde Miranda Arantes e o Ex. 35. 47. RESOLVEU aprovar o presente Ato Regimental. Kátia Magalhães Arruda. DE 24 DE MAIO DE 2011 Acrescenta os incisos XXXVI e XXXVII ao art. o § 3º ao art. Luiz Antônio Camargo de Melo. Dr. João Batista Brito Pereira.

80. subjacentes a dissídio de grande repercussão social ou econômica. 189-A. incisos XXXVI e XXXVII.. o disposto no inciso XXXI do mesmo dispositivo. 2º Ficam acrescidos os arts. de forma irrecorrível. em audiências públicas.. na mesma data de sua escolha para a Presidência da Turma. II – havendo defensores e opositores relativamente à matéria objeto da audiência. XXXVII – decidir... hipótese em que ele exercerá.. por inteiro. e atenderá ao seguinte procedimento: I – o despacho que a convocar será amplamente divulgado e fixará prazo para a indicação das pessoas a serem ouvidas.. ressalvada a situação prevista no parágrafo seguinte.] III – vencido o Relator quanto aos pressupostos extrínsecos de admissibilidade do recurso. os autos lhe serão conclusos para elaboração do voto correspondente.] [. se for o caso. dar-se-á na primeira sessão ordinária da Turma que se suceder à posse da nova direção do tribunal.. nos seguintes termos: “Art. admitida sua reeleição para o mandato imediatamente seguinte. “ Art. subscrita por procurador habilitado.. [. preliminar ou prejudicial de mérito e havendo necessidade de prosseguir no julgamento das questões subsequentes. § 3° Se a Presidência da Turma vagar por outro motivo. III – caberá ao Presidente do Tribunal selecionar as pessoas 116 . [. 133. A audiência pública prevista no artigo 35. observado o critério estabelecido no artigo 79 deste Regimento.. a ser proferido em sessão subsequente.] [. o mandato de dois anos a contar da data de sua investidura.. § 4° Considera-se empossado o sucessor.] § 2° A escolha do Presidente da Turma. em qualquer das situações a que se referem os §§ 2° e 3° deste artigo. 47.” “Art. será garantida a participação das diversas correntes de opinião.” “Art. observado. a escolha do Presidente dar-se-á na sessão ordinária imediatamente posterior à ocorrência da vaga.. sempre que entender necessário o esclarecimento de questões ou circunstâncias de fato.depoimento de pessoas com experiência e autoridade em determinada matéria. deste Regimento será presidida pelo Presidente do Tribunal.] [.” “Art.. sobre a manifestação de terceiros. [.] § 3° Observado o disposto no § 1° deste artigo. pendente de julgamento no âmbito do Tribunal. 189-A e 306-A ao Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho. cada Ministro poderá ser eleito membro titular da mesma comissão permanente para um único período.

que serão ouvidas e divulgar a lista dos habilitados, sem prejuízo das que entender devam ser indicadas, determinando a ordem dos trabalhos e fixando o tempo que cada um disporá para se manifestar; IV – o depoente deverá limitar-se ao tema ou questão em debate; V – a audiência pública poderá ser transmitida pela TV Justiça, pela Rádio Justiça e pela rede mundial de computadores; VI – os trabalhos da audiência pública serão registrados e juntados aos autos do processo, quando for o caso, ou arquivados no âmbito da Presidência do Tribunal; VII – os casos omissos serão resolvidos pelo Presidente do Tribunal ou, se for o caso, pelo Ministro que presidir a audiência.” “Art. 306-A. A escolha do Presidente de cada Turma, de acordo com os critérios estabelecidos nos artigos 66 e 79 deste Regimento, na redação que lhe foi dada pela Emenda Regimental nº 1/2011, de 24 de maio de 2011, dar-se-á na Sessão imediatamente subsequente à posse da nova direção do Tribunal ou, se for o caso, nos termos do § 3° do artigo 80 do Regimento, considerando-se empossado o sucessor, em qualquer dos casos, segundo o estabelecido no § 4° do mesmo dispositivo regimental.” Art. 3º. Ficam revogados os §§ 11 e 12 do art. 131 e o inciso III do art. 36 do Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho. Art. 4º. O presente Ato Regimental entrará em vigor na data de sua publicação. Ministro JOÃO ORESTE DALAZEN Presidente do Tribunal Superior do Trabalho

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ANEXO II

EMENDA REGIMENTAL Nº 1, DE 24 DE MAIO DE 2011 Altera a redação dos artigos 47, caput e § 1º; 66; 69, II, “b”, 70, II, “b”; 79, caput e parágrafo único; 131, §§ 9º e 10; 135, 136, inciso VII; 171, incisos I e II, e 173, parágrafo único, do Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho. O EGRÉGIO PLENO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO, em sessão extraordinária hoje realizada, sob a Presidência do Ex.mo Sr. João Oreste Dalazen, Presidente do Tribunal, presentes os Ex.mos Srs. Ministros Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, Vice- Presidente, Milton de Moura França, Carlos Alberto Reis de Paula, Ives Gandra Filho, João Batista Brito Pereira, Renato de Lacerda Paiva, Emmanoel Pereira, Lelio Bentes Corrêa, Aloysio Corrêa da Veiga, Horácio Raymundo de Senna Pires, Rosa Maria Weber Candiota da Rosa, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, Alberto Luiz Bresciani de Fontan Pereira, Maria de Assis Calsing, Dora Maria da Costa, Pedro Paulo Teixeira Manus, Fernando Eizo Ono, Guilherme Augusto Caputo Bastos, Márcio Eurico Vitral Amaro, Walmir Oliveira da Costa, Mauricio Godinho Delgado, Kátia Magalhães Arruda, Augusto César Leite de Carvalho, José Roberto Freire Pimenta e Delaíde Miranda Arantes e o Ex.mo Sr. Subprocurador-Geral do Trabalho, Dr. Luiz Antônio Camargo de Melo, RESOLVEU aprovar a presente Emenda Regimental, nos seguintes

termos:

Art. 1º Os artigos 47, caput e § 1º; 66; 69, II, “b”, 70, II, “b”; 79, caput e parágrafo único; 131, §§ 9º e 10; 135, 136, inciso VII; 171, incisos I e II, e 173, parágrafo único, do Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho passarão a vigorar nos seguintes termos: “Art. 47. As comissões permanentes colaboram no desempenho dos encargos do Tribunal e são compostas por Ministros

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eleitos pelo Órgão Especial na primeira sessão subsequente à posse dos membros da direção. § 1º Não integram comissões permanentes os Ministros exercentes dos cargos de direção do Tribunal, o Diretor e o Vice-Diretor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho – ENAMAT.” “Art. 66. As Turmas são constituídas, cada uma, por três Ministros, sendo presididas de acordo com os critérios estabelecidos pelos artigos 79 e 80 deste Regimento.” “Art. 69. Compete ao Órgão Especial: [...] II – em matéria administrativa: [...] b) eleger os membros do Conselho da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho e os das Comissões previstas neste Regimento, com observância, neste último caso, do disposto nos §§ 1º e 3º de seu artigo 47.”. “Art. 70. À Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) compete: [...] II – em última instância, julgar: [...] b) os recursos ordinários interpostos contra decisões proferidas pelos Tribunais Regionais do Trabalho em ações rescisórias e mandados de segurança pertinentes a dissídios coletivos e em ações anulatórias de acordos e convenções coletivas.” “Art. 79. O Presidente da Turma será o mais antigo dentre os Ministros que a compõem, por um período de dois anos, vedada a recondução, até que todos os seus integrantes hajam exercido a Presidência, observada a ordem decrescente de antiguidade. Parágrafo único. É facultado aos demais Ministros recusarem a Presidência, desde que o façam antes da proclamação de sua escolha.” “Art. 131. [...] [...] § 9.º Não participará do julgamento já iniciado ou em prosseguimento o Ministro que não tenha assistido ao relatório ou aos debates, salvo quando se declarar esclarecido. § 10.Ao reiniciar-se o julgamento, serão computados os votos já proferidos pelos Ministros, ainda que não compareçam ou que não mais componham o órgão.” “Art. 135. Findo o julgamento, o Presidente proclamará a decisão e, se vencido o Relator em alguma questão de mérito, designará
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Os acórdãos catalogados para fim de adoção de Precedentes Normativos e de Orientação Jurisprudencial deverão ser de relatores diversos correspondentes a.. realizadas no período mínimo de dezoito meses.] I – dez acórdãos da Subseção respectiva reveladores da unanimidade sobre a tese. em alguma questão de mérito.” “Art. 173.. [.” Art..” “Art.” “Art.. dois terços dos integrantes do respectivo órgão fracionário do Tribunal e ter sido proferidos em sessões distintas.] [. pelo menos. 171. 2º..] Parágrafo único. ou II – vinte acórdãos da Subseção respectiva prolatados por maioria de dois terços de seus integrantes. Ministro JOÃO ORESTE DALAZEN Presidente do Tribunal Superior do Trabalho 120 .] VII – a designação do Ministro-Redator do acórdão na hipótese de não prevalecer. [... 136.redator do acórdão o Ministro prolator do primeiro voto vencedor. A presente Emenda Regimental entrará em vigor na data de sua publicação.. [. o voto do Relator originário.

presentes os Ex. Mauricio Godinho Delgado.ANEXO III ATO REGIMENTAL Nº 2. 199 e 200 do Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho. O presente Ato Regimental entrará em vigor na data de sua publicação. Eduardo Antunes Parmeggiani.mos Srs. 198.mo Sr. objeto do Processo Administrativo Nº 502. Art. José Roberto Freire Pimenta e Delaíde Miranda Arantes e o Ex. Alberto Luiz Bresciani de Fontan Pereira. 198. sob a Presidência do Ex. Ministros Maria Cristina Irigoyen Peduzzi. RESOLVEU aprovar o presente Ato Regimental.935/2011-6. nos seguintes termos: Art. Dora Maria da Costa. Vice-Procurador-Geral do Trabalho. Ministro JOÃO ORESTE DALAZEN Presidente do Tribunal Superior do Trabalho 121 . Vice-Presidente. Maria de Assis Calsing. Carlos Alberto Reis de Paula. Emmanoel Pereira. Horácio Raymundo de Senna Pires. Fernando Eizo Ono. Kátia Magalhães Arruda. Dr. Ficam revogados a alínea “a” do inciso I do artigo 69 e os artigos 196. em sessão extraordinária hoje realizada. DE 15 DE SETEMBRO DE 2011 Revoga a alínea “a” do inciso I do artigo 69 e os artigos 196. Rosa Maria Weber Candiota da Rosa. Presidente do Tribunal. Ives Gandra Filho. 1º. Lelio Bentes Corrêa. Considerando a proposta da Comissão de Regimento Interno desta Corte. O EGRÉGIO PLENO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO. 197. João Oreste Dalazen. Milton de Moura França. Renato de Lacerda Paiva. Luiz Philippe Vieira de Mello Filho.mo Sr. 197. 199 e 200 do RITST. 2º.

mandados de segurança. Ministros Maria Cristina Irigoyen Peduzzi.mo Sr. Dr.quando a natureza do processo exigir tramitação urgente. conflitos de competência e declaração de inconstitucionalidade 122 . O EGRÉGIO PLENO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO. ações cautelares. em sessão extraordinária hoje realizada. Luiz Philippe Vieira de Mello Filho. Kátia Magalhães Arruda. Mauricio Godinho Delgado. do Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho passam a vigorar com a seguinte redação: “Art.mos Srs. Considerando a proposta da Comissão de Regimento Interno desta Corte. objeto do Processo Administrativo Nº 502. Rosa Maria Weber Candiota da Rosa. Ives Gandra Filho.. Lelio Bentes Corrêa. Milton de Moura França.. José Roberto Freire Pimenta e Delaíde Miranda Arantes e o Ex.. nos seguintes termos: Art. Emmanoel Pereira.] III . Vice-Procurador-Geral do Trabalho.] [. sob a Presidência do Ex. § 5º. Maria de Assis Calsing. Dora Maria da Costa. 1º Os artigos 109. 109. Eduardo Antunes Parmeggiani. João Oreste Dalazen. presentes os Ex. inciso III e 145. Horácio Raymundo de Senna Pires. especificamente os dissídios coletivos. do Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho. inciso III e 145. Fernando Eizo Ono. Alberto Luiz Bresciani de Fontan Pereira. Carlos Alberto Reis de Paula. DE 15 DE SETEMBRO DE 2011 Altera a redação dos artigos 109. Presidente do Tribunal.ANEXO IV EMENDA REGIMENTAL Nº 2.. Renato de Lacerda Paiva.mo Sr. § 5º. RESOLVEU aprovar a presente Emenda Regimental.935/2011-6. [. Vice-Presidente.

.conflito de competência. Não haverá sustentação oral em: I ..agravo de instrumento. II .” “Art.] [. Ministro JOÃO ORESTE DALAZEN Presidente do Tribunal Superior do Trabalho 123 .] § 5º.” Art.agravo em recurso extraordinário... A presente Emenda Regimental entrará em vigor na data de sua publicação. 2º. III .de lei ou de ato do Poder Público. IV .embargos de declaração. 145. [.agravo ou agravo regimental interposto contra despacho proferido em agravo de instrumento. V .

ANEXO V ATO REGIMENTAL Nº 3. Dr. Ficam acrescidos o parágrafo único ao art. O Juiz convocado atuará exclusivamente em Turma da Corte. Milton de Moura França. Luiz Philippe Vieira de Mello Filho. Aloysio Corrêa da Veiga. Lelio Bentes Corrêa. Walmir Oliveira da Costa. 99. o parágrafo único ao art. sob a Presidência do Excelentíssimo Ministro João Oreste Dalazen.. “Art. 1º.mo Sr. VicePresidente.. Kátia Magalhães Arruda. Maurício Godinho Delgado.. Márcio Eurico Vitral Amaro. objeto do Processo Administrativo Nº 500. do RITST. Augusto César Leite de Carvalho. Pedro Paulo Teixeira Manus. Luís Antônio Camargo de Melo. em sessão extraordinária hoje realizada. o parágrafo único ao art. 93. José Roberto Freire Pimenta e Delaíde Miranda Arantes e o Ex. 96 e o parágrafo único ao art. 99. Acrescenta o parágrafo único ao art. o § 3º ao art. 96 e o parágrafo único ao art.” “Art.] Parágrafo único. Ministros Maria Cristina Irigoyen Peduzzi. 17. Revoga o art. 93.] 124 . DE 6 DE FEVEREIRO DE 2012. Horácio Raymundo de Senna Pires. [. 93. O EGRÉGIO PLENO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO. RESOLVEU aprovar o presente Ato Regimental. Carlos Alberto Reis de Paula. presentes os Ex. o § 3º ao art. Procurador-Geral do Trabalho. Considerando a proposta da Comissão de Regimento Interno desta Corte. Renato de Lacerda Paiva.mos Srs. Guilherme Augusto Caputo Bastos.361/2012-7. 17. nos seguintes termos: Art. do RITST. Emmanoel Pereira. [. Maria de Assis Calsing. Dora Maria da Costa. João Batista Brito Pereira. Alberto Luiz Bresciani de Fontan Pereira. Fernando Eizo Ono. 17. Ives Gandra da Silva Martins Filho.. 94 do RITST. Presidente do Tribunal.

o Relator permanecerá vinculado a tais processos.. Na hipótese de afastamento temporário. Na ausência definitiva do Relator ou do Redator do acórdão anterior. inclusive em relação aos agravos e aos embargos de declaração..[. o processo será distribuído ao Juiz convocado para a vaga ou ao novo titular que vier a integrar o órgão prevento. 99. do RITST.. observada. “caput”.. [.] Parágrafo único. 94 do Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho. Art. O presente Ato Regimental entrará em vigor na data de sua publicação.” Art.. a regra do art.] § 3º Os processos de competência do Órgão Especial. Os processos de competência das Seções Especializadas serão atribuídos ao Titular da cadeira que.” “Art. vier a integrar a Seção Especializada. 2º. porém. Ministro JOÃO ORESTE DALAZEN Presidente do Tribunal Superior do Trabalho 125 . em caso de afastamento definitivo do Relator. serão atribuídos ao Ministro que o suceder no Órgão. O processo já apreciado por uma das Turmas será distribuído ao mesmo Colegiado e ao mesmo Relator ou Redator do acórdão. em lugar do afastado. 3º. Fica revogado o art. 96.” “Art. [..] Parágrafo único. 93.

Dora Maria da Costa.ANEXO VI EMENDA REGIMENTAL Nº 3. Maria de Assis Calsing. inclusive a necessidade de autenticação dos documentos que instruem a ação mandamental. José Roberto Freire Pimenta e Delaíde Miranda Arantes e o Ex. §§ 1º e 2º. §2º e 242. O EGRÉGIO PLENO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO.mos Srs. Alberto Luiz Bresciani de Fontan Pereira. que preencherá os requisitos legais. Kátia Magalhães Arruda. Luís Antônio Camargo de Melo. 97. Renato de Lacerda Paiva. Ives Gandra da Silva Martins Filho. Guilherme Augusto Caputo Bastos. de competência originária do Tribunal. “caput” e § 1º. terá seu processo iniciado por petição. §§ 1º e 2º. 93. 1º Os artigos 210. 93. Aloysio Corrêa da Veiga. presentes os Ex. parágrafo único. 97. 118. O mandado de segurança. Horácio Raymundo de Senna Pires. Lelio Bentes Corrêa. Márcio Eurico Vitral Amaro. sendo facultada ao 126 . sob a Presidência do Excelentíssimo Ministro João Oreste Dalazen.361/2012-7. RESOLVEU aprovar a presente Emenda Regimental. Fernando Eizo Ono. João Batista Brito Pereira. Ministros Maria Cristina Irigoyen Peduzzi. 210. Considerando a proposta da Comissão de Regimento Interno desta Corte. Maurício Godinho Delgado. 118. Walmir Oliveira da Costa. Augusto César Leite de Carvalho. 96. Milton de Moura França. §2º e 242. do Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. do Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho. em duplicata. 99. em sessão extraordinária hoje realizada. nos seguintes termos: Art. 236. 99. Pedro Paulo Teixeira Manus. objeto do Processo Administrativo Nº 500. “caput” e § 1º. VicePresidente. Emmanoel Pereira. 236. Dr. Carlos Alberto Reis de Paula.mo Sr. Procurador-Geral do Trabalho. parágrafo único. Presidente do Tribunal. Luiz Philippe Vieira de Mello Filho. DE 6 DE FEVEREIRO DE 2012 Altera a redação dos artigos 210. 96.

na hipótese de seu afastamento temporário ou definitivo. atribuídos ou distribuídos ao Juiz convocado. O processo já apreciado pelo Órgão Especial ou por uma das Seções Especializadas. conforme o caso. apôs o visto.” “Art.” “Art. Os agravos regimentais interpostos contra despacho do Relator. devendo conter.] [. não solucionados. em decorrência de haver assumido cargo de direção do Tribunal. inclusive em relação aos agravos e aos embargos de declaração. o montante de processos de competência das Seções Especializadas redistribuídos por força do § 2º deste artigo.. na forma do artigo 830 da CLT.] § 1º. na hipótese de o Relator afastar-se temporariamente do Tribunal por período superior a 30 dias ou definitivamente. § 2º. O Juiz convocado. O Ministro afastado definitivamente de qualquer Órgão julgador retornará ao Colegiado para relatar os processos em que. Os processos de competência das Seções Especializadas serão redistribuídos no âmbito dos respectivos Órgãos fracionários. Os processos de competência das Turmas. ainda. ao Juiz convocado. na forma do “caput” deste artigo.advogado a declaração de autenticidade dos referidos documentos. A segunda via da inicial deverá conter as cópias dos documentos que acompanham a primeira via. será distribuído ao mesmo Colegiado e ao mesmo Relator ou Redator do acórdão. autenticadas ou declaradas autênticas. o processo será distribuído ao novo titular que vier a integrar o órgão prevento.] § 2º. [. 97. 236. nas sessões das Turmas. a indicação precisa da autoridade a quem se atribua o ato impugnado. Cessada a convocação. desde que não haja remoção de Ministro para a cadeira vaga. § 1º. Na ausência definitiva do Relator ou do Redator do acórdão anterior.” “Art. serão 127 .. serão atribuídos ao Juiz convocado para substituí-lo. vier a integrar a Turma. até a data do seu afastamento. 118. mediante compensação. que. [.” “Art. e em igual número.. em lugar do afastado.” “Art.. retornando a novo exame. sob sua responsabilidade pessoal.” “Art. Se o afastamento do Relator for definitivo. seus processos serão atribuídos.. o Relator ou o novo Ministro Titular da cadeira receberá os processos. 93. terá assento no lugar seguinte ao do ministro mais moderno. 99.. ou ao Titular da cadeira. 96.

.] Parágrafo único. conforme o caso.] [. nas Turmas e nas Subseções.. em relação aos processos de Turmas. nos processos das Seções Especializadas.. ao Ministro que ocupar a vaga. e. na hipótese dos processos das Turmas. 93. Não sendo possível a aplicação de nenhuma das regras previstas nos arts. [.” Art. ou redistribuídos na forma dos §§ 1º e 2º do art.conclusos. 242. A presente Emenda Regimental entrará em vigor na data de sua publicação. e. 92 a 96. ou ao Ministro que tenha ocupado a vaga do antigo Relator. Ministro JOÃO ORESTE DALAZEN Presidente do Tribunal Superior do Trabalho 128 .. como último critério. ao Juiz convocado ou ao Ministro nomeado para a vaga. distribuir-se-á o processo entre os integrantes do órgão. adotar-se-á critério de competência para a distribuição dos embargos de declaração ao Juiz convocado.” “Art. 2º.

“b) . parágrafo único) . I. caput) . V) .cabimento de recurso ordinário (art. 76. 235. 225. parágrafo único) Ação Anulatória .propositura (art. 93.procedimento (arts.redistribuição (art. parágrafo único) . caput) .distribuição (art. “b”) Ações Originárias 129 .revisor (art. 218. 225.cabimento de recurso ordinário (art. parágrafo único) .cabimento de recurso ordinário (art.pauta: preferência (art.relator: competência (arts.Índice Temático Remissivo A Ação Cautelar .°) Ação Declaratória . XIII. 109. 214. I) . XXIX.º) . 225. e 251.competência do Vice-Presidente: ação cautelar incidental a recurso extraordinário (art. I. 214. 213. §1. parágrafo único) . e 216. II) .distribuição de recurso ordinário (art. 36.alusiva a greve: convocação extraordinária para julgamento (art. 251.razões finais (art.remessa: relator e revisor (art. 106. 35.competência: julgamento (art. III e IV) .competência do Presidente: suspensão de decisão (arts. 20) . 70.competência: originária (art. VII) .petição inicial: indeferimento (art. caput) . III) Ação Rescisória . II.citação e contestação (art. 72.cabimento (art. IV) . 213. parágrafo único) .distribuição (art.julgamento: ordem (art.competência: recurso ordinário (art.cabimento de recurso ordinário (art.suspensão de execução da liminar ou da antecipação de tutela (art. “c”) . 122. 217) . 252. II. 102.julgamento dos recursos ordinários em ação cautelar (art.distribuição (art.agravo regimental: despacho concessivo de liminar (art. III) .competência do Presidente: férias e feriados (art. IV) . XXX) . III) . I. caput) . 253 e 254) . 105.depósito prévio (art. 215) . 105. 218. 35. 70. 102. caput) . § 1. 225.

106.temporário: substituição do Presidente de Turma (art. caput.jornada: controle de freqüência (art.nome na certidão: sustentação oral (art. 17 e 18) .sustentação oral (art.requisitos (art. VI) . 220. II.publicação da estatística (art. caput) . 2. 96. parágrafo único) . caput) .assinatura (art.º. 217 e 218) dissídio coletivo (arts.º e 6.publicação nas férias dos Ministros (art. 5.republicação (art.º.juntada aos autos (art.lavratura: relator (art.publicação (art. 4.definitivo: relator (arts. 215.cabimento (art.°) . 93.agravo regimental: afastamento do relator (art. 222 e 223) indeferimento liminar pelo relator (art.beca (art.substituição (arts. 144) Afastamento . 221. parágrafo único) . I. 214. I) . 95. parágrafo único) .acórdãos distintos: agravo de instrumento e recurso de revista ( art.º) . 80.assinatura usual (art. 140. caput e parágrafo único) .º e 3.temporário: relator (art. § 2.publicação (art. § 8. 2. 289. 153.pedidos de preferência: prazo e concessão (arts. 209. 216.º. 154) . caput e parágrafo único. 93. 106. 14. III e IV) . XI) mandado de segurança (arts. 127) . 143) . 3. §§ 1.pedido de adiamento (art. §§ 1. 219. 145.concessão (art.sustentação oral: ausência de mandato (art.º.- ação rescisória (arts. 236. 136. 140.°.apresentação de questão de fato (art. §§ 1. I e II) 130 . parágrafo único) Agente de Segurança de Ministro . 155. 179) . 141 e 142) . 97 e 131.º. 186) . 239.acesso à tribuna (art. § 2. 211 e 212) Acórdão . caput. 230) . I e II) . 210. 2. 152.°) . 176. 153.seleção para publicação (art.º) . 182) .º e 3. 213.°) Agravo . XI) Advogado .º. 57.

145. IV) .°. 227) . 2.º.aposentadoria por interesse público: Ministro (art. I. 101 e 227) .aposentadoria compulsória de Ministro: procedimento (art.assento nas sessões (arts. e parágrafo único.distribuição de processos (art. caput. 10. 9. 105. 26. Agravo Regimental . 3. VIII e IX) . 236.cabimento: decisões proferidas pelo Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho (art. caput.aposentadoria por invalidez de Ministro: procedimento (arts. I.Ministro: conservação de título e honras (art.º e 3.designação de revisor: ação rescisória (arts.distribuição (arts. §§ 1.competência (art.º. parágrafo único) . 2. 235.distribuição: tramitação conjunta com recurso de revista (art.cabimento de recurso ordinário (art. V) . 116 e 117) . 145.julgamento (art. 241. 225. 68. V. § 5. caput.procedimento: tramitação conjunta com recurso de revista (arts. III. caput.sustentação oral: ausência (art. 60. 24. parágrafo único) . §§ 1. 301. caput) . 22.º) . 40) . II. VII.º. 23. 271 e 272) . 251.autuação: tramitação conjunta com recurso de revista (arts. 240) .cabimento (art. parágrafo único) . § 5. 230 e 302) . 300 e caput) . 35.sustentação oral: ausência (art. II. parágrafo único) Aposentadoria . parágrafo único) 131 ..critérios (art. VI.composição dos Órgãos judicantes do Tribunal (art.cabimento (art. III.embargos de declaração: hipótese de conversão (art.º e 2. §§ 1. 25.°) . 28.º e 4.º) 301.°) Antiguidade .º) Agravo de Instrumento . parágrafo único. 89.sustentação oral: ausência (art. caput e parágrafo único.suspensão (art. 229.° e 2.competência: concessão de aposentadoria a servidores do Tribunal (art. caput e parágrafo único) . XXXIV) .procedimento (art. I. IV.°. caput. IV e V) . §§ 1. 145. 269. § 5.contra despacho denegatório de recurso extraordinário (arts. 228.procedimento (art. e 214. 270. II e III. 21) .º) Antecipação da Tutela . e 27) .

caput) Ato Regimental .autenticação (art.Vice-Presidente: substituição (art. 120.Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho: substituição (art.suspeição ou impedimento: registro (art. II) . parágrafo único) . 15. 188. parágrafo único) Assento . 15. III) . e 80. e 292. caput) Atribuições (vide Competência) .assinatura e arquivamento (art. 15. 139) .designação e presidência (art.relator: julgamento de processos com vista regimental (art. caput e parágrafo único. VI) .encerramento da sessão (art. V e VI) . 189 e 189-A) Ausência . I) .quorum (art. 285. 176. e 36.Presidente da Comissão: substituição (arts. 118 e 119) Assinatura . 291.definição (art. V) . 117.exigência: acórdãos. 116.polícia (art. Secretário-Geral da Presidência. parágrafo único) .relator/redator designado: assinatura de acórdão (art.lavratura (art.Presidente: substituição (arts. caput.nas sessões (arts. 189) . 138. II) 132 . 131.substituição de Ministro: período superior a trinta dias (art. IV) . 15. 152. IV. parágrafo único) Audiência . parágrafo único) . 294.Regulamento Geral: Diretor-Geral. Chefes de Gabinetes e Assessores (arts. Coordenadores. IV. 63. 17) . I.membro da Comissão: substituição (art. correspondência oficial e certidões (art. I. 261. parágrafo único.conteúdo (art. 44) . 176. 36.Presidente de Turma: substituição (art. 15.procedimento: processo da competência originária do Tribunal (arts. 187. caput) . II III.audiência de instrução e conciliação (art. 137. Secretários. 295) Atos Processuais .. § 7. parágrafo único) Ata .numeração (art.°) . 15.

31. 86 e 88) B Bandeira . X e XI) .hipótese (art. 86) Comissão . parágrafo único) Citação . 228) . IV e V) . I e II) .temporária (art.competência originária (art.permanente (art. II) Certidão . §§ 1. 2. 256 e 257) Classificação das Ações .agravo de instrumento em recurso de revista e recurso de revista: tramitação conjunta (art. 50. II. II e III) . caput.de Jurisprudência e de Precedentes: reuniões (art. VI.provisória (art. I e II) . caput.eleição (art.de Regimento: composição e competência (arts.atribuição suplementar (art. IX.º e 3º.conteúdo (art. IV.habilitação incidente (arts. 88) .ação rescisória (arts. 47.procedimento (arts. 29) .Autuação .tabela do Conselho Nacional de Justiça (art. 48) Competência .Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho (art. I. 56 e 57. VII.de Documentação: composição e competência (arts.de Direção (art.°) C Cargo . 87) . II. VII. 53 e 54.do Tribunal (art. 51 e 52.º.elegibilidade (art. 39) 133 . III. III.agravo de instrumento em recurso de revista e recurso de revista tramitação conjunta: publicação para efeito de intimação das partes (art. I. 136. e 49. VIII e IX) Chancela Mecânica . 33) . VI. II. 301) . I. I.de Jurisprudência e de Precedentes Normativos: composição e competência (arts. 2. V. V. 55) . IV. 176. VIII. III. 216 e 217) .

Seção Especializada em Dissídios Individuais: Subseção II (art. 43. VIII. 34. “c”. 35. caput) . XX. XVI. II. XXVII. IV. II. II e III) . VI e VII) Composição . 67) . “j”. 66. II. caput) .Tribunal Pleno (art. “l”. 3 e 4) .Tribunal Superior do Trabalho (art. “d”. II e III) . IV. “e”. 60. XXIII. “a”. “a”.Órgão Especial: matéria administrativa (art. 64. “b”. XVII. XI.Seção Especializada em Dissídios Coletivos: em última instância (art. I. 69. caput e parágrafo único. “i”. XXXII. “d”. 81.Seção Especializada em Dissídios Individuais: composição plena (art.Turmas (art. e 278.Seção Especializada em Dissídios Individuais: Subseção II: em última instância (art.possibilidade de escolha: Seção Especializada e Turma (art.Polícia do Tribunal (arts .Presidente (arts. “b”. I. “q” e “r”) . “a”. 60. I. caput e parágrafo único. XXVI. XXII.Seção Especializada em Dissídios Individuais: Subseção I (art. VII e VIII) . 65. XV. VI. 107. IX. “n”. I. “b”. XII. § 4. caput) .Seção Especializada em Dissídios Individuais: Subseção II: em única instância (art. VIII. I e II) . 71. IV. II. XXIV. 106. X. V. “b”. 1. 2. VIII.Seção Especializada em Dissídios Coletivos: originária (art. Seções Especializadas e Turmas (art. IV. 1 e 2) . “o”. I. caput) 134 . “e”. VI.Seção Especializada em Dissídios Coletivos (art. “h”. “b”. caput e parágrafo único.Relator (art.Órgão Especial (art. III. I) . III. 72. parágrafo único) . “a”. “e”. 65. XXX. VII. “c”. XIV. e 44) . XIII. III. 62. III. 68. V. XXI. XXIX. 42. XVIII. 70. XXVIII. “f”. II. III. III. 65. 3. III.remanescente: Órgão Especial. I. 70. II. 71. 1 e 2) . “f”. II. IV.Revisor (art. “c”. “p”.º) . “a” e “b”) . “d”. 71. “m”. 34 e 36. §§ 2.Tribunal Superior do Trabalho (art. 69. I. X. “c”.Vice-Presidente (arts. III. I. caput) .Seção Especializada em Dissídios Individuais: Subseção II: originária (art.Seção Especializada: Ministros (art. II. “g” e “h”) . “c”. 42. VI. XXV. “a”. I. XIX. V. III e IV) . e “d”) . XI. VI. 63. “g” e “h”) .º e 3. 71.Órgão Especial: matéria judiciária (art. VII. “g”.Seção Especializada em Dissídios Individuais: Subseção I (art.Presidente de Turma (art. XXXIV e XXXV. XII e XIII) . “f”. caput) . V.Turmas (art. IX. II. V. “c e “d”.Seção Especializada em Dissídios Individuais: composição plena (art. IX e X) . “b”.º) ..º) .Tribunal Pleno (art. XXXIII. VII. I. XXXI. 76. 71.

conceito (art.autuação de processos: tabela (art.sessão: dissídio coletivo: greve em serviços ou atividades essenciais (art. I. 108.decisão irrecorrível (art.sessão extraordinária: Vice-presidente (art.sessão extraordinária: férias (art. 114.férias e feriados: endereço dos Ministros (art. 5.°) . 11. 18 e 19) . § 1.comunicação da decisão (art. 205 e 206) . 81. 207) . 20) . caput) Coordenador . parágrafo único) . 208) . 221.suscitante (art. caput e parágrafo único) Conselho Superior da Justiça do Trabalho . 202.hipóteses (art.suscitante (art.eleição (art.Relator: competência (arts. 204) . 204) .autuação e distribuição (art. 203) Conselho da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho . 208) .Coordenador da Turma: indicação (art. parágrafo único) . caput) .conceito (art. 145.autuação e distribuição (art. 46) Conselho Consultivo da ENAMAT . 148) 135 . 207) .hipóteses (art. 86) Conselho Federal da OAB .administração (art. 203) .ciência de vaga de ministro (art. I) .decisão irrecorrível (art. 17.Conflito de Competência .sustentação oral: ausência (art.comunicação da decisão (art. I.sessões: Presidente do Tribunal ou das Turmas (art. II e III) . § 5.°) Conflito de Atribuição . 74. II e III) . 205 e 206) .funcionamento e competência (art.Relator: competência (arts. 202.°) Convocação .afastamento de Ministro (arts.permanência na sessão para deliberações em Conselho (art. 201) . 30. 75) Conselho Nacional de Justiça .organização da pauta de julgamento (art. 201) .

82) .Seção Especializada em Dissídios Coletivos: composição (art.eleição (art.Presidente (art. 12. e 247) . 50.maioria de votos (art. II) . § 2.° e 4. II e III) .Subseção I Especializada em Dissídios Individuais e Subseção II da Seção Especializada em Dissídios Individuais: composição (art.º. e parágrafo único) . II) Deliberação . 39 e 236. 148 e 149) . 65. caput e parágrafo único) .apresentação: relatório circunstanciado (art.Ministério Público do Trabalho (art.declaração (art. § 1. XXXI e XXXII) . III) Delegação .º. 182) Declaração de Inconstitucionalidade . 38) .°. 36. IX) .Súmula: edição (arts. III) .°. 248 e 249) . 32. 15. 35.°) 136 . 13.acumulação de férias (art. V) .maioria absoluta (art. 68. 129. 138.°) .Ministro licenciado (art. 41) .Órgão Especial: composição (art.procedimento (arts. caput e parágrafo único. § 1º) . 31. 246) .distribuição de processos (art. 64) . V) . 245. 65. 63) .eleição: ordem (art.competência (arts. 2.º e 3.impossibilidade da posse (art.substituição: Ministro Presidente do Tribunal (art.certidão (art.Corregedor-Geral . caput) .comissões (art. I e II) . §§ 2.Vice-Presidente (art. 123) . 62. §§ 1. 40) . 244) . 147.em Conselho (arts.publicação: férias (art.substituição (art. 136. I.maioria absoluta: Seção Especializada em Dissídios Individuais (art. parágrafo único) .argüição (art. § 1.preferência: pauta (art. 109. 30) . III. 78) D Decisão .suspensão de processo (art.irrecorribilidade (art. § 1.ata: consignação (art.notificação (art.°) . I. 177. II.agravo regimental (art.

I) .habeas corpus: diligências (art. 76.conversão do julgamento (art. 180) Diligência . 45) . § 1. 175) . “a” e “b”) . 35.fonte oficial de publicação (art. 4. XVI.publicação: Súmulas. 285) .°. XXXII) .divulgação: jurisprudência (art. XXVI) .notificação: ordens ou decisões (art. I) . 69. 190. 35. 131. 194. II) Diretor-Geral da Secretaria . II.°) . “j”) Diário da Justiça da União . 35. I) .instrução dos processos (art. I) .julgamento (arts.competência: Presidente (art.comunicação (art. Precedentes Normativos Jurisprudenciais (art. 129. 174. caput) Diárias .concessão (art.fixação e revisão (art.retificação de publicação (art.competência: Presidente (art. 177.notificação: ordens ou decisões (art.Desacato . XXIV) . parágrafo único) . III. II) . 35. 106.fonte oficial de publicação (art. 226. XX.divulgação: jurisprudência (art.°. 124. § 11) Desobediência . XVIII.eleição: Ministro (art.publicação: Súmulas.habeas corpus (art. II) Desempate . § 2. 175) .retificação de publicação (art. 177. parágrafo único) . 174. 226.Secretaria do Tribunal (art. 284) Dissídio Coletivo 137 e Orientações e Orientações . 180) Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho .competência do Presidente: comunicação (art.comunicação (art. 45) Desistência .atribuições: Regulamento Geral (art. Precedentes Normativos Jurisprudenciais (art. XV) .homologação (art.

e 223) julgamento (art. II. I. 29) . 95. 109. 31. 90) homologação de acordo (arts. 28.afastamento: relator (arts.por interesse público: Ministro (art.inelegibilidade (art.procedimento (arts. IV e V) distribuição: férias (art. 2.vinculação (art. 231.comparecimento: impossibilidade: envio de voto (art. caput e § 3.º e 2. caput.cargos de Direção (art. parágrafo único) . e 97) . caput e parágrafo único) . 93. II e III.embargos (art.cabimento (art. caput) . caput e parágrafo único) pauta: homologação de acordo (art.votação (arts. 237) .Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho (art. III. e 32. 92 e 93. caput e parágrafo único.º.º) . 93. 222. 221. caput) . caput e parágrafo único) Divergência . 89.º) . 63. caput. caput) classificação (art. 74.posse: impossibilidade (art. 32.instrução: peças (art.competência: Tribunal Pleno (art. 220. caput e parágrafo único) Distribuição . 30. 38) .quorum: maioria absoluta (art. I e II) . 181) Efeito Suspensivo . I. caput) .°) pauta: preferência (art. parágrafo único) 138 . III) protesto judicial (art. 219.férias (art. §§ 1.agravo regimental (art. 219. V) .procedimento (arts.º e 3. 99. § 2.º) Disponibilidade . § 2.divulgação (art. 232.Vice-Presidente (art. 68.membros da ENAMAT (art. e 91.redistribuição (arts.º. 108. §§ 1. 235. caput. 33) . 238) Eleição . 96. 37) . V) .embargos infringentes (art. parágrafo único) . caput e parágrafo único.Prevenção (art. 126 e 134) E Edital .- ajuizamento (art. 90) .

- quorum: maioria absoluta do Tribunal Pleno (art. 62, § 1.°, III) - vacância (arts. 30, §§ 1.º e 2.º, e 31, I e II) Embargos - cabimento (art. 231, caput) - competência (art. 71, II, “a”) - distribuição (art. 104) - julgamento: recurso de revista (arts. 146 e 303) - procedimento (art. 231, parágrafo único) Embargos de Declaração - cabimento (art. 241, caput) - competência (art. 76, I, “a”) - decisão monocrática: apreciação pelo relator (art. 241, parágrafo único) - efeito modificativo: vista à parte contrária (art. 243) - procedimento (art. 242, caput e parágrafo único) - sustentação oral: ausência (art. 145, § 5.º) Embargos Infringentes - agravo regimental (art. 234) - cabimento (art. 232, caput e parágrafo único) - distribuição (art. 103) - procedimento (art. 233) Emenda Regimental - definição (art. 294, I) - quorum: maioria absoluta (art. 62, § 1.°, II) Empate - eleição: vaga de Ministro: juiz de carreira (art. 4.°, § 2.°, III, “a” e “b”) - sessão: Órgão Especial e Seções Especializadas (art. 124) Enamat (Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho) - comissões permanentes (art. 47, § 1.°) - competência (art. 73) - eleição (art. 74, caput) - estatuto: competência Órgão Especial (art. 69, II, “c”) - funcionamento (arts. 59, parágrafo único, I, e 73) - posse (art. 74, parágrafo único) Estatística - competência: publicidade (art. 35, IX) - dados estatísticos (arts. 185 e 186) Execução - atos de execução (art. 279)
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competência: Presidente (art. 278, I e II) Fazenda Pública (arts. 281, 282 e 283) precatório (art. 282) precatório: procedimento (art. 283) procedimento (art. 280)

F Férias - acumulação (art. 12, caput e parágrafo único) - agravo regimental: julgamento (art. 236, § 3.°) - competência: Órgão Especial (art. 69, II, “i”) - competência: Presidente (art. 35, XX) - distribuição: processos (art. 90) - endereço de Ministro: indicação (art. 11, parágrafo único) - período (art. 11, caput) - posse de Ministro (art. 8.°) - publicação de acórdãos, decisões e despachos (art. 182) - servidores (art. 290, parágrafo único, e art. 293) - sessão extraordinária: convocação (art. 20) - suspensão: atividades judicantes (art. 290, caput) - suspensão: prazos (art. 183, §§ 1.° e 2.º) Fonte Oficial de Publicação - relação (art. 226, parágrafo único) Freqüência - controle: gabinete (art. 293) - servidor (art. 289, caput, §§ 1.º e 2.º) Função comissionada - aprovação da lotação: competência (art. 69, II, “h”) - horário e freqüência (art. 289, § 1.º) - nomeação: competência (art. 35, XIX) G Gabinete - Ministro: composição (art. 292, caput, I, II e III, e parágrafo único) - Ministro: horário do pessoal (art. 293) - Presidente (art. 291, caput e parágrafo único) Greve - pauta (art. 221, parágrafo único) - Seção Especializada em Dissídios Coletivos: competência originária (art. 70, I, “h”) - sessão extraordinária (art. 20) H Habeas Corpus
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-

atos: relator (art. 190, caput, I, II, III, IV) comunicação (art. 192, caput e parágrafo único) desobediência (art. 194, caput e parágrafo único) distribuição (art. 90) embaraço e procrastinação do pedido (art. 193) indeferimento liminar (art. 195) julgamento (art. 71, III, “a”, 4) ordem: julgamento (art. 122, I) preventivo (art. 190, IV) procedimento (art. 191, caput e parágrafo único) recurso ordinário (art. 225, VII)

Habilitação - citação (arts. 256 e 257) - decisão (art. 259) - incidente (arts. 255, 256, 257, 258 e 259) - produção de provas (art. 258) Horário - audiência (art. 187, caput) - encerramento de sessão (art. 137, caput) - expediente (art. 288) I Incapacidade - mental (arts. 22, parágrafo único, 23, 24 e 26) - Ministro: comunicação (art. 27) Incidente - falsidade, suspeição e impedimento (art. 106, IV) - julgamento (art. 68, VIII) - parecer (art. 55) - sobrestamento (art. 159) - uniformização da jurisprudência (arts. 156, 157 e 158) Inconstitucionalidade - argüição (art. 244) - declaração (art. 68, IX) - irrecorribilidade (art. 246) - procedimento: declaração (arts. 245 e 247) - Súmula: edição (arts. 248 e 249) Inquérito - instauração (art. 43, caput e parágrafo único) Instrução Normativa - integração (art. 305)

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160) .º. 131.º) Jurisdição . 6. parágrafo único) .assento: sessões (art. II) .º. II) J Juiz convocado . III) .ata (arts. XX) 142 .advogado: acesso à tribuna (art. 93. 11. 137.uniformização (arts. 57. “i”) . 17.º. 126. 4.divulgação (art. 157) .revisão (art. caput e parágrafo único.º.suspensão: resultado da votação (art. § 2. 8.Ministério Público do Trabalho (art. 3. 125.º. 134.º e 12. 143) .registro: Comissão de Documentação (art. 54 e 55) . 127. 156.sigilo (art. IV.º.vista regimental (art. 130) . 136) . 83.°) Jurisprudência .Comissão de Jurisprudência (arts.disponibilidade e aposentadoria (art. 118) . II.processos remanescentes (art. 128.competência: Presidente (art. 174) . 251) . 133.competência: Órgão Especial (art. 10.° e 3. 141 e 142) .suspensão: liminar e antecipação de tutela (art. 28) .sessões: ordem (art. 123. 5. 69.convocação (arts.suspensão da proclamação do resultado (art. 7.certidão (art. 135) . 137. 140) . 169 e 173) . caput.ordem (art. 122.pedido de preferência (arts. 157 e 158) L Licença . parágrafo único) . III.substituição: relator (arts.Súmula (art. 121.procedimento (arts.pedido de adiamento (art. 132.Tribunal Superior do Trabalho (art.º. §§ 1.º. 124. II.º.encerramento (art. 53. 77. 35. 138 e 139) . 9. IX) . 129. V e VI) . caput) . I.precedente (arts.º.°. 147. 1.º) . 77) . 18 e 19) Julgamento .remessa: Procuradoria Geral do Trabalho (art.Interesse Público . 2. §§ 1.

procedimento (art.requerimento (art. IV. 35.sustentação oral (art. 84) .parecer (art. 209) .assento do representante nas sessões (art. 273) .julgamento: manifestação (art. XXVII) . 210.parecer: Procuradoria-Geral do Trabalho (arts.º e 2.°) .º e 2.parecer: prazo (art.mandado de segurança: remessa (art. caput.º) . §§ 1.atuação (art. caput e §§ 1.º e 2. §§ 1. 138.suspensão (art.°. 6.estatística (art.°) M Mandado de Segurança .. 85. caput e §§ 2. 250) .suspensão da liminar ou da antecipação de tutela (art. 13.º) Medida Cautelar (vide Ação Cautelar) Ministério Público do Trabalho .recurso ordinário (art.deliberações em Conselho: permanência (art.º) . 69. 154) . II. 20 e 35.º e 3. 82) .ata (art.conflito: competência e atribuição: suscitante (art. 130) .°) .°) Lista .certidão (art. 156. 211.tríplice: votação (art.intimação (art.cabimento (art.competência: Pleno: Ministros (art.º) . 250.º. 2. III) . §§ 1.competência: Órgão Especial: Ordem do Mérito (art.instrução: início (art. 68.°) .sessão extraordinária (arts. 251.suspensão de segurança (art. 145. II.º e 2. caput e parágrafo único) . “g”) .vaga de Ministro (art. III) . 186) . XXX) .competência: Presidente (art. 251) . 83. 83.restauração de autos (art. IV) .º) .publicação: acórdão: remessa (art.distribuição: férias (art. 148) . 119) . 136.incidente de uniformização: suscitante (art. III. § 1. IX) . 5°) 143 .sêxtupla: formação (art. §§ 1. caput. 203) .suspensão: execução (art. § 4.º) Liminar . e 212) . 225.tríplice: formação (art. 90) . I.º e 3. 5. 212) . § 2. 4.

31. 289 e 290) . 46) Ordem dos Advogados do Brasil . 287.acumulação de férias: autorização (art. e 66) Órgão Especial .vaga de Ministro: Conselho Federal (art. 61) .comissões temporárias (art. 17. I) .º) . 65.competência (arts. 3. 21.férias (arts.posse: procedimento e requisitos (art. 24.Comissão de Documentação: designação de Ministros (art. 22. 15.posse: integração nos órgãos do Tribunal (art. 25.Secretaria do Tribunal (arts.Tribunal: composição (art.°) Organização .complementação do quorum (art.º. 8. 62. “b”. 60.º) .competência residual: Seção Administrativa (art. 120. 7.posse: férias (art. 297) .vaga: Juiz da carreira (art. 14) .Resolução Administrativa (art. 61. 10) .Tribunal (arts.previsão (art. 23. 5.Ministro . 48) . 4.º) .direção: eleição. 12. 9º) . 26. 18 e 19) . 58.vaga: Ministério Público do Trabalho e advogado (art.vaga: votação (art.aposentadoria (arts.Comissão de Jurisprudências e de Precedentes Normativos: designação de Ministros (art. 63) 144 . “c” e “g”) .º) .afastamento de Ministro: concessão (art.Comissão de Regimento: designação de Ministros (art.procedimento (art. 30. 6. 64. 53) . caput e parágrafo único) . parágrafo único) .substituição (art. 59. 288.prerrogativas (art. 51) . 69. 13) .prazos (art.º) N Notificação . 5. 184) . 177) O Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho . 11 e 12) . II. 16. posse e vacância (arts. 69 e 76) . 27 e 28) . 284.antiguidade: critérios (art. 32 e 33) . 29. 299) .licença (art. 285. 286. 56) .afastamento: Órgão Especial (art.eleição: competência (art. 14) .composição (art. 63.

matéria administrativa (art. II.ordenação (art.. parágrafo único) . caput e parágrafo único) . 184.numeração (art. 43.presidência (art. 173) .proposta de orientação jurisprudencial: pressupostos (art. 171) . 110) . 30. 44) . 170. 175.incapacidade de magistrado (art. 113) Petição . parágrafo único) . 63. III. caput. 109.composição (art. I e II) . caput) .inquérito (art.publicação (art. 288) .prazos para Ministros: suspensão (art. IV e V) . 169) . 60) .pauta: matéria administrativa (art.matérias não constantes da pauta (art. 108) .organização (art.º) 145 .proposta: pressupostos: Órgão Especial (art. 112) . caput) .providências: Presidente (art. 42. 121) Orientação Jurisprudencial . §§ 1. parágrafo único) Posse . 42. 109.junta médica: indicação (art. parágrafo único) Órgãos Judicantes .Órgão Especial (art. 27) .efeitos (art.quorum de funcionamento (art.requisição de auxílio (art.retirados: processos (art. 167) . 175.preferências (art. 170) . caput) .aprovação (art. 112.cargos de direção (art. I. 78) . 172) . caput) P Pauta . parágrafo único) .publicação (art.inclusão: processos (art. caput. 111) .registro (art. 86) Polícia do Tribunal . 26) . 112.competência: sessões e audiências (art.proposta: pressupostos: Seção Especializada em Dissídios Individuais (art.horário do Tribunal: Resolução Administrativa (art.sessão: ordem (art.º e 2.proposta: tramitação (art.

III. caput) . 81 e 306-A) .Ministros (arts. § 2. 31. 47.º. 34 e 35) Prevenção . I) férias ou recesso (art. 167.recursal: suspensão (art. 33. 80. e 184.do Pleno. 60.º.º. 167.julgamento (art.encaminhamento: procedimento (arts. 30. 101) .º) . 84. V e VI) .ocorrência: recursos posteriores (art. § 1. caput. 32. 173. caput) critério de antiguidade (art.- cargos de direção: impossibilidade na data estabelecida (art. caput.execução (art. 9.º) . 173.Ministério Público: parecer (arts. 183. parágrafo único) .º) . 167. 183.proposta de edição (art. I.Ministros: suspensão (art. II.°) prorrogação do prazo: Tribunal Pleno (art. 100) . 175. 7. § 1.contagem (art. I e II) . 78) . parágrafo único) . 31.agravo de instrumento (art. 7. § 1. IV) requisitos (art.prazo: análise do projeto por Ministro (art.das comissões permanentes (art. 133.numeração (art. 29. caput. IV.agravo de instrumento: provimento (art. II e III) Prazo .do Tribunal (arts. 282 e 283) Precedente Normativo .ação cautelar (art. parágrafo único) .das Turmas (arts. 102. parágrafo único) . § 2. 167. I e II) Presidente . 168. Órgão Especial e Seções Especializadas (art.exigência (art. caput e parágrafo único) . § 2. 68. 184.deliberação (art.efeitos (art. e 85.processo: novo exame (art. 79. parágrafo único) .º) Precatório .denominação e numeração (art. 8. caput) .°. 99. I. I e II) compromisso (art. 175.publicação (art. caput) .°) .pressupostos (art. 172) . parágrafo único. 98. 98. caput e parágrafo único) Procuradoria-Geral do Trabalho (vide Ministério Público do Trabalho) Protesto Judicial 146 . caput) Preliminar .

fontes oficiais (art. I. 62. 63. 4. caput. § 2. 180) Q Quorum .ENAMAT (art. §§ 1. parágrafo único) .advogado: mais de um (art.º e 3.fonte oficial de publicação (art.estatística (arts. 146 e 303) . parágrafo único) . 66. 185 e 186) . 108. parágrafo único) .°. e parágrafo único) .citação: habilitação incidente (art. 111) . 307) . 64.eleição: direção (art. 74) Recurso de Revista . 2.cabimento (art. I) . 8. §§ 1.pauta de julgamento (art.do Regimento: vigência (art. 226. 256) . 182) .º) . II.competência: Turma (art.Seção Especializada em Dissídios Coletivos (art.°) . 177.suspensão: prazo (art.Turma (art. 226.Seção de Dissídios Individuais (art. caput) 147 . §§ 1.°) Recondução . II e III) R Recesso . e 154) . 153.votação: lista tríplice (art.º) .º e 2.edital (art.Órgão Especial (art.posse: Ministro (art. 28) . I) .complementação: sessão (art.conteúdo (art.procedimento (art. caput.julgamento: embargos (arts. §§ 1. § 1.férias (art.°. 65.pauta (art.disponibilidade e aposentadoria (art.lista sêxtupla (art.º) .°) Publicação . 183. parágrafo único) .° e 4.. 219. 6. parágrafo único) . 153.retificação (art. caput) Recurso Extraordinário .notificação de ordens ou decisões (art. caput. 266. 181) . 120.°.° e 2.º) .º.Tribunal Pleno (art. 226.acórdão (arts. parágrafo único) . 179) . 178) .republicação de acórdão (art. I. 72.cabimento (art. 30) . § 2.

36. e 292. parágrafo único) .º. 95. 69. 152. 266. § 2. 96. § 1. §§ 1. 305) .afastamento temporário (art.º) restituição à instância originária (art.Regimento: parte integrante (art.redação do acórdão (art.º) procedimento: prazo (art. I. parágrafo único) . “e” e “f”) lL.agravo (art. 1) .proibição (art.assinatura do acórdão (art. 2. 304 e 305) . e 97) .procedimento (arts. 92 e 93. VI e VII) exame da admissibilidade (art. 268) Recurso Ordinário . III. 291.parte integrante (arts.competência: Turmas (art.cabimento (arts. caput e parágrafo único. 306) . Secretários.competência: Órgão Especial (art.Secretaria do Tribunal (art. 155.ocorrências: acórdão (art. 93.pedidos de preferência (art.º. 29) Regimento Interno . 266. IV) .classificação (arts. II) .- competência: Vice-Presidente (art. 239) 148 . 83.atribuições: Secretário-Geral.°) Redator Designado .° e 3. § 1. 135) Redistribuição . §§ 2.afastamento definitivo (arts.Ministério Público do Trabalho: remessa (art.revogação (art. “c”.competência: Subseção II Especializada em Dissídios Individuais (art. 93. 72.º) Reeleição . 224 e 225) .vigência (art. Chefe de Gabinete.petições e processos (art. 285) Relator . Assessores e assessorias (arts. 87 e 88) . 141) . 307) Registro . § 2. 86) Regulamento Geral .º e 3º) . 267) procedimento: contra-razões (art. 71. parágrafo único.

190 e 191) .suspeição ou impedimento (arts. 81. 106) . caput e parágrafo único. 16) . § 6. caput e parágrafo único.. 305) .preferência (art. e 265) .sobrestamento do processo (art.Relatório Geral da Justiça do Trabalho (art. 174.º) Relatório .substituição (art. 234) . 152) . II) . VII. caput e parágrafo único. 142) Resolução .habeas corpus: competência (arts.conflito de competência e atribuições (art.inconstitucionalidade de lei (art.habeas corpus: indeferimento liminar (art. 126. 195) . 297) Restauração de Autos . caput e parágrafo único.embargos de declaração (arts.julgamento: voto vencido (art. 264.º) .prazo (art. 156.º) .incidente de uniformização (art.restauração de autos (arts.Turma (art. VIII e IX. 241 e 242) . 296.Corregedoria-Geral (art. caput. 108.º) . 263.prevenção (arts. 127) . 99. 206) .argüição de inconstitucionalidade de lei ou de ato do Poder Público (art. 275) 149 . 244) .embargos infringentes (art. I e II) .nomenclatura (art. 155. 244) . 135) .competência (art. 274 e 275) . 211 e 212) . 205) . 261. 35.assinatura: acórdãos (art.votação (art. caput e § 2.agravo regimental (arts.esclarecimentos (art. caput e § 1.pedidos de adiamento (art. VII) Repositório Autorizado .pauta: visto (art. § 4.relação (art. 235. VIII) .resolução administrativa e resolução: enquadramento (art.redistribuição (art. e 236.acórdão (art. 184.Regimento: parte integrante (art. II) .º) .mandado de segurança (arts. 93. § 1. 101 e 102) . 41) . 298) .competência: relator (art. parágrafo único) Requerimento . 143)l .numeração (art.

162) .competência: comissão (art.°) .competência: Vice-Presidente (art.horário de expediente (art. 55) . 285) .º) .jurisprudência dominante (art. 286) . 290.Regime Jurídico: aplicação (art. VII) .exame de constitucionalidade (art. 287) .aprovação: Tribunal Pleno (art. 290.prazo (art.organização (art. § 1. 261) S Secretaria do Tribunal . II e III.pauta: visto (art. caput e parágrafo único) Sessão Solene . 288) . 291. 108. 15.membros da comissão (art.Presidente da Turma (art.ação rescisória (art. XXXII) .suspeição ou impedimento (art. 161) . 105. 276 e 277) . I. 184. 15.férias: servidor (art. 166) .atos judiciários e administrativos: delegação do Presidente (art.deliberação (art. caput) Secretário-Geral da Presidência ..direção (art. e 34) . I. 160) 150 .competência (art.competência: Tribunal Pleno (art. §§ 1. 289.procedimento (art. VI) . 107) . parágrafo único) . 150.Presidente da Comissão (art. 15.Gabinete do Presidente (art. 36. 274. III) .julgamento (arts. 15. III) . parágrafo único) .de ofício ou a pedido (art. 284) . IV) Súmula .membros da direção do Tribunal (arts.Ministro (arts.suspensão: atividades judicantes (art. III) .cargo em comissão: nomeação (art. II e III.Tribunal Pleno (arts. 68.edição: projeto (art.º e 2. caput e parágrafo único) Revisor . 35. 273) .decisão declaratória de inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo (art. V) . caput. e 151) Substituição . 17 e 18) . 248) . 54.freqüência e horário (art.

138. IV. III. 2. caput e §§ 1. §§ 1.°) . § 2.atos: nomenclatura (art. 140.pauta: preferência (art.Ministério Público (art.ata: consignação (art. § 5. 5.°) . § 2.impossibilidade: ausência de mandato (art. XXIX) . I.º. 158. § 3.renovação (art.análise de inconstitucionalidade (art. 145.º) Sustentação Oral .º) . V.nulidade dos atos praticados (art. 131. 126.°) Suspensão de Segurança .°. 262) . 156. IV) . 62. agravo de instrumento. 165) publicação / numeração (art. §§ 9.º. 110) . 260) .cabimento (art. “d”) .competência: relator (art. caput e parágrafo único) sobrestamento do feito (art. 250.º e 2.impossibilidade: embargos de declaração. 246) 151 .composição (art. e 164) projeto: pressupostos (art. 250. § 1.º. II. 35. caput) .reconhecimento (art.revisão ou cancelamento da jurisprudência (art. III.momento: argüição (art. 71. 145. 265) .- procedimento: proposta (arts. VI) . conflito de competência.° e 6. 263) . 245.competência: Subseção II Especializada em Dissídios Individuais (art. VII. 159) Suspeição . 261) .º) .° e 5. 145. agravo e agravo regimental (art. 294) .declaração (art. 3. 175. II. §§ 3. parágrafo único) T Tribunal Regional do Trabalho .º) .°) .º. 250. 264) . § 4.manifestação: impetrante (art.competência (art. “b”. 163.manifestação: Ministro (art. 69.°) . 2) Tribunal Pleno . VIII.° e 11) .competência: Órgão Especial (art.procedimento (art.vigência da decisão (art. 106.uso de beca (art.procedimento (art. IX e X) .competência (art. caput) .votação (art. 68. 4.inconstitucionalidade de lei ou ato normativo: decisão irrecorrível (art.incidente de uniformização da jurisprudência (art. § 2. 144) . VI.

69. 69. 120. IV e V. 79. XXIX) . e 80. e 31. 247 e 249) quorum (art. 80) Vara do Trabalho . II) . II. 36. 166) Turma . II.°) U Uniformização de Jurisprudência (vide Incidente) V Vacância .cargo de direção (art. I. caput e parágrafo único. II. parágrafo único) .complementação: quorum (art.º.competência: Presidente (art. “e”) Vice-Presidente .acumulação de férias (art. 114) . 114 e 115) sessão solene (art.competência (art. 2) Vencimento . 35.eleição (art. 116) . II e III) Súmula: apreciação (art. III. “b”. caput) .sessão (art.dos cargos de direção (art.competência (arts. “b”. 66. II. I e II) 152 . 62. 30. 29) . 251.constituição e presidência (art. §§ 1. III. I. 37) . caput. caput e parágrafo único) .- presidência (art.º e 3.competência: Órgão Especial (art. e 2. II. VI e VII) .assento (art.suspensão (art. I. “a”. I.º.impossibilidade da posse (art. 150. 77. “d”) .°. I. parágrafo único) . 66.presidência (arts. II e III) . IV. 12) .competência: Subseção II Especializada em Dissídios Individuais: conflito de competência (art. 78) procedimento da argüição de inconstitucionalidade (arts.distribuição de processos (art. § 1. V.competência: Órgão Especial: propositura de fixação de vencimento (art.do cargo de Presidente de Turma (art.eleição: ordem (art. “c” e “d”. III e IV. III. I) Tutela Antecipada . 31. 76. I e II) . 30) . §§ 1.votação: suspensão do resultado (art. 32. 71.º) sessão (arts.quorum (art. 2. 72.

15. §§ 1.º.- participação nas sessões (art. 37) recurso extraordinário: exame da admissibilidade (art. 6. 131.julgamento: procedimento (arts. 129.suspensão do resultado (art. 4. § 2.°.prazo (art. 184. 5.procedimento (arts. 4.° e 8. VI) Votação .lista tríplice (art. 30. I e II) Vista em Mesa / Vista Regimental . 126 e 134) .°.°. I e II) 153 . 267) regência provisória (art. caput.º.estatística (art. 77.°) substituição (art. § 1. 7. parágrafo único) .pauta: matérias não constantes (art. 2. 112. 3. II e III.º. 186) .°.°.º) . “a” e “b”) .

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