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INFÂNCIA

Amamentação protege bebê


contra a asma
DA REPORTAGEM LOCAL

Amamentar os bebês exclusivamente no peito até os seis meses


pode protegê-los contra a asma, sugere estudo com 7.000 crianças
e adolescentes entre seis e 15 anos, feito na Universidade de
Sunderland (Reino Unido).

O aleitamento materno também foi relacionado a uma menor


incidência de doenças alérgicas -aqueles amamentados de sete a
nove meses apresentavam menos casos de tosse.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o leite


materno seja a fonte exclusiva de alimento do recém-nascido nos
primeiros 180 dias de vida, não só porque o leite materno contém
todos os nutrientes necessários como também porque o protege de
doenças infecciosas e crônicas.

"Crianças amamentadas tiveram menores taxas de prevalência de


asma, rinite e eczema, e o efeito foi mais evidente em meninos do
que em meninas", explicou o médico Mohammad Shamssain, que
coordenou o estudo.

Para o professor de pediatria da Santa Casa Cid Pinheiro, o estudo


reforça a importância da amamentação exclusiva até os seis meses
como fator de proteção ao bebê. "Além de fortalecer o vínculo
emocional com a mãe."

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd2010200802.htm

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Como reconcililar a alimentação com


a saúde?
17/06/2008

Entrevista com Xavier Leverve, médico e especialista em


nutrição humana no Inra (Instituto Nacional de Pesquisa
Agronômica da França)

Laetitia Clavreul e Catherine Vincent

Le Monde - Para lutar contra a má alimentação, que alimentos


deveriam ser favorecidos no futuro? Quais deveriam ser proibidos?
Xavier Leverve - A resposta não se formula nesses termos. A
própria essência da alimentação é de ser complexa. Além do
discurso de marketing dos industriais, não é tão fácil comer menos
gordura, menos açúcar ou menos sal. Como todos os
comportamentos importantes para a sobrevivência das espécies, o
comportamento alimentar apresenta restrições muito fortes. Somos
condicionados desde sempre a gostar de açúcar, gordura e sal,
porque nosso organismo tem necessidade biológica deles.

LM - O que fazer então para combater a obesidade, cujo avanço


observamos em todos os lugares do mundo?
Leverve - A onda de obesidade a que assistimos atualmente é sem
dúvida um fenômeno inédito na história da humanidade, que, no
entanto, já teve outras fases de abundância alimentar. Portanto,
esta não explica tudo. As mudanças globais dos nossos modos de
vida também têm um impacto sobre o excesso de peso, como têm
sobre outras afecções degenerativas (diabetes, doenças
cardiovasculares, cânceres) ligados em parte ao meio ambiente. E
essas mudanças se referem tanto aos nossos gastos energéticos
(locomoção, aquecimento) quanto à maneira como nos
alimentamos.

LM - Então é o nosso comportamento que precisamos modificar,


mais que os alimentos?
Leverve - Exatamente. Não podemos dissociar o que está no prato
do que está fora do prato. Um alimento como o "foie gras" [fígado
de ganso gordo] é considerado ruim para a saúde, mas se você o
comer três ou quatro vezes por ano terá menos conseqüências do
que o consumo cotidiano de um alimento "saudável" como o pão,
que se torna vetor de outros alimentos (queijos, embutidos, etc.).

De maneira geral, tudo o que consiste em demonizar ou santificar


este ou aquele alimento é um mau procedimento. É preciso re-situar
a relação entre saúde e alimentação em um contexto mais global. A
melhor maneira de queimar gorduras não é privar-se de gorduras: é
ter uma contração muscular prolongada, ou seja, uma atividade
física constante. Ao fazer esporte, você ao mesmo tempo mudará
outras coisas: não comerá mais do mesmo modo, fumará menos...
Em uma sociedade que evolui para o conforto e a facilidade, são as
regras sociais propriamente ditas que devemos reconsiderar para
evoluir na direção do "comer bem".

LM - Por exemplo?
Leverve - Em nossa visão sociológica atual, que vai na direção de
um tempo de lazer maior e a compressão do tempo de trabalho, a
grande refeição torna-se a da noite. Biologicamente, seria preferível
voltar ao regime espanhol: uma boa refeição ao meio-dia, seguida
de uma sesta. O mesmo vale para o café da manhã das crianças:
os pais que trabalham lhe dão uma grande importância, enquanto
sabemos que fisiologicamente as crianças sentem fome mais tarde,
e que uma colação [lanche] por volta das 10 horas seria preferível.

Seria preciso ainda falar sobre as infra-estruturas esportivas na


cidade... Se quisermos reconciliar nossa alimentação e nossa
saúde, devemos mudar nossa visão da sociedade. E não somente
encontrar alimentos pretensamente benéficos ou tirar um pouco de
gordura.

LM - Em termos de alimentação, a "brecha social" não pára de


aumentar. Como, financeiramente, oferecer a todos a possibilidade
de comer amanhã "cinco frutas e legumes por dia"?
Leverve - Enriquecer a ração alimentar de frutas e de legumes é
indiscutivelmente benéfico, no mínimo porque deixamos de comer
outras coisas. Mas é verdade que esses produtos estão cada vez
mais caros. Para superarmos esse limite econômico seria
necessário voltar aos hábitos mais sazonais. Antes da globalização,
comíamos o que havia ao nosso redor: maçãs e pêras no inverno,
outras frutas na primavera. Para estar bem, nosso organismo não
precisa consumir de tudo a todo momento: ele sabe estocar os
elementos de que precisa. Além disso, os legumes têm as mesmas
propriedades frescos (portanto caros), congelados ou em conserva.
Se os industriais do agroalimentar conseguirem tornar seus
produtos tão saborosos quanto os frescos, ganharão o jogo.

LM - No século da globalização, os regimes alimentares vão se


uniformizar em todo o planeta?
Leverve - Provavelmente. Com a rapidez das trocas, as
problemáticas locais já estão se tornando internacionais. Surgida
primeiro nos EUA, e depois na Europa, o aumento da obesidade
está ganhando a Ásia. Com exceção da Coréia do Sul e do Japão
(onde a alimentação continua pouco gordurosa), a maioria dos
países está na verdade modificando sua alimentação. Essa
evolução é estereotipada: quando o nível de vida de uma civilização
aumenta, ela sempre começa a comer mais do que consumia
naturalmente, depois evolui para produtos de origem animal. Assim,
na China não há nada mais chique hoje em dia do que oferecer um
copo de leite como aperitivo... O problema é que os asiáticos têm a
tradição de comer o tempo todo, o que em uma situação de
abundância torna-se rapidamente nocivo. Daí o aumento da
obesidade na China.

LM - Segundo o senhor, como nossa relação com o alimento vai


evoluir?
Leverve - Se alimentar-se ficar mais caro, vamos dedicar uma parte
mais importante de nosso orçamento a esse fim. Se o prazer de
comer se mostrar nocivo demais para a saúde, voltaremos
progressivamente à razão, e deslocaremos nossos prazeres para
outros lugares... Hoje nosso ambiente sociológico e a qualidade
medíocre de certos alimentos contribuem para nos tornar doentes.
Mas aposto que nos adaptaremos espontaneamente a outro modo
de alimentação mais equilibrado... Como os povos sempre fizeram!
Os inuits praticamente só comem proteínas animais e gordura, e
muito poucas frutas e legumes. Enquanto nas regiões pobres da
Ásia, outros só comem arroz, alguns legumes e nunca proteínas
animais... e isso já faz milênios! O que demonstra a capacidade de
nosso organismo de encontrar um compromisso metabólico entre
suas necessidades e aquilo que o ambiente oferece. A alimentação
está no centro da saúde, mas é uma função vital demais, essencial
demais, para me causar pessimismo: com o tempo as nossas
sociedades restabelecerão naturalmente o equilíbrio de seu
comportamento alimentar.

LM - E a idéia de prazer, o que será dela?


Leverve - Comer saudavelmente e com equilíbrio não impedirá
saborear de vez em quando um bom copo de conhaque ou uma
sobremesa refinada! Nesse sentido, as pesquisas realizadas em
termos de gastronomia no Inra, assim como na indústria
agroalimentar, também contribuirão para combater a obesidade. E
essas pesquisas poderão nos reservar surpresas. Talvez nos
permitam desenvolver um aprendizado do gosto diferente, ou
modificar nossas aptidões sensoriais. Por que, por exemplo, não
fazer uma mutação genética no açúcar para que se decomponha
melhor?

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

Fonte:

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2008/06/17/ult580u31
42.jhtm

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O doador de órgãos não estava


morto. E agora?
11/06/2008

Jean-Yves Nau

Este é um caso que transita nas fronteiras da vida e da morte. Um


dossiê que suscita emoção e reflexão entre os profissionais da
reanimação médica e entre os responsáveis encarregados das
questões de bioética. Uma situação que os obriga a se perguntarem
quais critérios objetivos permitem afirmar a partir de quando um
doente no qual está sendo praticada uma reanimação pode ser
considerado como um doador de órgãos. E isso, sabendo-se que
esses órgãos, uma vez enxertados, permitirão prorrogar a
esperança de vida de outros doentes.

No início de 2008, em Paris, um homem de 45 anos apresenta, num


local público, todos os sintomas de um infarto do miocárdio maciço.
Mais tarde, será apurada a informação de que, embora soubesse
ser um indivíduo de alto risco cardiovascular, ele não seguia o seu
tratamento. Intervenção quase imediata do SAMU (Serviço de
Assistência Médica Urgente), que confirma o diagnóstico. Uma
reanimação adaptada é implementada menos de dez minutos
depois do acidente cardíaco. Entretanto, ela não permite obter uma
retomada espontânea das batidas do coração. A presença nas
proximidades do grupo hospitalar de La Pitié-Salpêtrière, onde é
possível praticar uma dilatação das artérias coronárias, faz com que
os médicos decidam dar prosseguimento às manobras de
reanimação durante o transporte de emergência rumo ao serviço
especializado. Na chegada ao local, o coração continua sem bater
e, após uma análise rápida do dossiê, a equipe dos cardiologistas
chega à conclusão de que a dilatação coronariana não é
tecnicamente realizável. A partir daquele momento, os médicos
começam a considerar o seu paciente como um doador potencial de
órgãos: um doador que eles costumam chamar de "de coração
parado".

Os desdobramentos do caso estão relatados na ata oficial de uma


reunião do grupo de trabalho dedicado a avaliar as questões morais
que estão em jogo em casos de retiradas de órgãos desta natureza,
um grupo que foi constituído recentemente no quadro do "espaço
ético" da parceria entre a Assistência Pública e os Hospitais de
Paris (AP-HP). Neste documento, consta que os cirurgiões que
poderiam praticar as retiradas de órgãos não estavam
imediatamente disponíveis. Quando eles chegam ao bloco, os seus
colegas já vêm praticando a massagem cardíaca há uma hora e
trinta minutos, sem resultado aparente.

Mas, no exato momento em que eles se preparam para operar, os


médicos, para sua grande surpresa, descobrem que o paciente
apresenta sinais de respiração espontânea, uma reatividade pupilar,
além de um princípio de reação ao estímulo doloroso. "Em outras
palavras, existem 'sinais de vida' - ou seja, um enunciado que
equivale à ausência dos sinais clínicos da morte", explica o texto da
ata. O relatório prossegue: "Depois de várias semanas, durante as
quais surgiram complicações graves, o paciente anda e fala; além
do mais, os detalhes relativos ao seu estado neurológico não são
conhecidos". Não consta precisão alguma em relação ao fato de
saber se este paciente teve ou não conhecimento do projeto de
retirada dos seus órgãos...

Durante aquela mesma reunião, vários outros reanimadores, em


primeiro lugar aqueles que trabalham em equipes dos SAMUs,
evocam situações nas quais "uma pessoa em relação à qual todos
estavam convencidos da morte, acabava sobrevivendo após ser
submetida a manobras de reanimação prolongadas, muito além das
durações habituais, ou até mesmo consideradas como sensatas".
Os interlocutores reconhecem então que tais casos representam
"histórias totalmente excepcionais, mas com as quais nós
chegamos a deparar no decorrer da nossa carreira". Os
participantes sublinham que, se as recomendações oficiais
atualmente em vigor tivessem sido seguidas ao pé da letra, a
pessoa "teria provavelmente sido considerada como falecida". "Esta
situação é uma ilustração impressionante das questões que
persistem no campo da reanimação, das modalidades de
intervenção e dos critérios que permitem chegar à conclusão de que
uma reanimação fracassou", argumentam os especialistas.

Um caso como este não poderia ter ocorrido antes de 2007, quando
a prática das retiradas de órgãos de pacientes "de coração parado"
não estava autorizada na França. Na época, as retiradas de órgãos
eram efetuadas apenas em pessoas em situação de coma
avançado e nas quais a morte cerebral havia sido devidamente
confirmada por exames eletrográficos, neurológicos e radiológicos.

Para enfrentarem a penúria crônica de enxertos disponíveis, os


responsáveis da Agência da Biomedicina decidiram lançar, no
começo de 2007, um programa experimental junto a pessoas cujo
coração acabara de cessar de bater, pois a equipe de intervenção
não conseguira reanimá-las por meio de massagem cardíaca, de
ventilação mecânica, e nem mesmo, em certos casos, por meio de
circulação extra corporal.

Esta iniciativa fora tomada com base em resultados obtidos em


diversos países estrangeiros. A Academia Nacional de Medicina
havia estimado que este protocolo "atende a todas as disposições
éticas e deontológicas", ao passo que os legisladores não haviam
sido procurados para se pronunciarem diretamente sobre este
assunto. Nove equipes hospitalares universitárias estão atualmente
autorizadas a participarem do programa experimental de retiradas
de órgãos de pacientes "de coração parado", em Angers, Bordeaux,
Lyon, Marselha, Nancy, Estrasburgo e, em Paris, nas unidades de
Saint-Louis, La Pitié-Salpêtrière e Bicêtre.

Na prática, as retiradas de órgãos só podem ser efetuadas dentro


das seis horas que se seguem à parada cardíaca inicial, e
respeitando uma série de precauções técnicas e éticas. As
autoridades francesas proibiram, entre outros, as retiradas de
órgãos de pessoas cujo estado de saúde conduziu a uma decisão
médica de suspensão de tratamentos durante a fase de
reanimação, e isso, mesmo quando se sabe que esta categoria
representa a grande maioria dos doadores "de coração parado" na
Holanda, nos Estados Unidos, no Japão, e também no Reino Unido.

"O caso que está relatado no site do espaço ético da AP-HP é o de


um paciente para o qual a morte nunca foi constatada",
argumentam hoje os profissionais junto à Agência da Biomedicina.
"Em primeiro lugar, é necessário lembrar que tudo foi implementado
pelas equipes médicas para salvar o paciente. Além do mais, o
paciente não estava morto, e, portanto, nenhuma constatação de
óbito havia sido efetuada para esta pessoa em estado de parada
cardíaca. Portanto, a retirada de órgãos tendo em vista um enxerto
não poderia ser considerada naquela etapa do atendimento
emergencial do paciente".

Junto à Agência, muitos argumentam que esta prática já está


instaurada há vários anos num grande número de países
estrangeiros. "Na Espanha, por exemplo, a atividade da retirada de
órgãos de doadores falecidos depois de uma parada cardíaca
representa em Barcelona e em Madri respectivamente 20% e 63%
das retiradas efetuadas, com resultados equivalentes àqueles
obtidos com retiradas de órgãos de doadores em estado de morte
encefálica", explicam ainda os profissionais. "Na Holanda, as
retiradas de órgãos de doadores mortos em conseqüência de uma
parada cardíaca representam 30% da totalidade das retiradas de
rins. Outros países, tais como o Reino Unido ou os Estados Unidos,
praticam igualmente retiradas de órgãos deste tipo".

Na França, mais de 13.000 pessoas estão à espera de um enxerto


de órgão, e, em 2007, foram recenseados 231 óbitos diretamente
causados pela ausência de enxertos disponíveis. O programa
experimental de retirada de órgãos em pacientes "de coração
parado" permitiu desde já dispor de cerca de sessenta enxertos
suplementares.

Tradução: Jean-Yves de Neufville

Fonte:

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2008/06/11/ult580u31
32.jhtm

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* sono-reparador: devemos dar uma atenção especial ao sono-
reparador. Escureceu, ir pra cama! Ou seja, fugir da luz artificial, o
máximo possível. O ideal é dormir 9 horas e meia – no mínimo –
todas as noites (segundo a pesqusiadora T S Wiley). O quarto deve
estar bem escuro, nada de abajur, ou pequenas luzes acesas
durante a noite. Também devemos evitar líquidos algumas horas
antes de ir dormir, para evitar acordar durante a noite, porque, ao
acendermos a luz, interrompemos a fabricação de “melatonina”,
fundamental para reparar o equilíbrio de nosso organismo, durante
o período de sono.
É interesssante a leitura do livro “Apague a Luz!”, durma
melhor e: perca peso, diminua a pressão arterial e reduza o
estresse; T S Wiley e Bent Formby, Ph.D. – Editora Campus, 2000.

EDITORA CAMPUS
Ligue grátis: 0800-265340
e-mail: info@campus.com.br
www.campus.com.br

http://www.livrariasaraiva.com.br/

"A vida é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio é


preciso se manter em movimento". (ALBERT EINSTEIN, em
carta ao filho Eduardo, em 5/2/1930)

“A atitude obsessiva de perder peso com muita rapidez é


tremendamente prejudicial à saúde. Em simpósio realizado nos
Estados Unidos, vários especialistas chegaram a uma conclusão
que pode ser considerada estarrecedora: perder peso rapidamente
é pior que ser obeso. As agressões que o organismo sofre em
função do chamado “efeito sanfona” (emagrecer e engordar
sucessivamente) são piores que a própria obesidade. (Dr Turíbio
Leite de Barros Neto).”

“O gordinho pode ser sadio! Peso em excesso não significa


necessariamente saúde ruim. O que prejudica a saúde são os maus
hábitos alimentares e a vida sedentária. Cada vez mais estamos
perto de afirmar de maneira enfática: “É preferível um gordinho ativo
a um magro sedentário!” (Dr. Turíbio Leite de Barros Neto).”

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Livros recomendados::

“Homeopatia e Medicina, Um Novo Debate”, François Choffat,


326 páginas, Edições Loyola, São Paulo, SP, 1996.

“Tratado de Homeopatia”, Pierre Cornillot; tradução Jeni Wolf. –


616 páginas, Porto Alegre: Artmed, 2005.

“Homeopatia” Medicina para o Século XXI, Dana Ullman,


Prefaciado pelo Dr Ronald W. Davey Médico de S.M. a Rainha
Elizabeth II, Editora Cultrix, São Paulo, SP.

“Medicamentos: ameaça ou apoio à saúde?”, Marilene Cabral do


Nascimento, Rio de Janeiro, Editora Vieira & Lent 2003.

“A Menopausa e os Segredos dos Hormônios Femininos”, Dr.


José Carlos Brasil Peixoto (médico homeopata), 104 páginas.
Pedidos diretamente ao autor pelo e-mail swjcbp@portoweb.com.br

No final de 2004 foi publicado o livro A Menopausa e os Segredos dos


Hormônios Femininos, do médico gaúcho José Carlos Brasil Peixoto.
O autor, que compartilha da linha clínica e filosófica do falecido Dr. John
R. Lee, apresenta "uma visão à luz da ecologia humana", como ele
próprio descreve a obra em seu subtítulo. Pedidos: diretamente ao autor
(swjcbp@portoweb.com.br). Uma leitura imperdível. O livro também se
encontra à venda na livraria Bamboletras do Shopping Guion Center e na
farmácia Amplo Espectro (amploespectro@cpovo.net), de Porto Alegre.
A Menopausa e os Segredos dos Hormônios Femininos - 104 páginas,
ISBN 85-87455-54-0 (comentário do site: www.novatrh.cjb.net)
O livro pode ser solicitado para remessa para qualquer local do Brasil,
pelo correio, pelo preço de capa de R$ 22,00, mais taxas de remessa,
R$ 5,00, com entrega como carta registrada.

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