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O leite é prejudicial?

NUTRIÇÃO – ALIMENTOS – LEITE – DIABETES – OBESIDADE – CÂNCER – ALERGIAS – BARRIGA – OTITES DE REPETIÇÃO EM CRIANÇAS – OSTEOPOROSE – CANSAÇO – FRAQUEZA MILK A - Z Leite de A à Z Robert Cohen Argus, Englewoods Cliffs, New Jersey, EUA, 2001, 63 p MILK THE DEADLY POISON LEITE - O veneno mortal Robert Cohen Argus Publishing, Englewood Cliffs, NJ, EUA, 1998, 317 p

Seguindo as letras do alfabeto (A para alergias, D para diabete, O para osteoporose, etc.) o autor descreve os problemas causados pelo leite e termina o livro com um teste

A promoção do leite se deve à indústria de laticínios. Entretanto, provas científicas mostram que o leite é perigoso para a saúde. Os riscos são agravados pela introdução de hormônios como o rBST e a epidemia da "vaca louca". www.notmilk.com

Leite - Um alimento não muito perfeito
Muitos dos medicamentos que encontramos nas prateleiras das farmácias - comprimidos para dor de cabeça, descongestionantes, antihistamínicos, laxantes - se destinam a combater reações adversas que ignoramos serem causadas pelo consumo de leite e lacticínios. As explicações estão no livro "Milk - The Deadly Poison" (Leite - o veneno mortal) de Robert Cohen. Mais informações você encontra no site de Robert Cohen www.notmilk.com

De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, quase 40% da alimentação do norte-americano comum consiste de leite e lacticínios! Somando leite, queijo, manteiga e outros lacticínios, o norte-americano comum está ingerindo diariamente a mesma quantidade de colesterol contida em 53 fatias de bacon. Em um ano, isso equivale a 19.345 fatias de bacon e, ao longo de 52 anos, ao colesterol contido em um milhão de fatias de bacon! O leite contém proteínas em abundância! Cerca de 80% dessas proteínas são caseína, a mesma cola usada para montar móveis e para fixar o rótulo na garrafa de cerveja. O Dr. Spock, o maior pediatra dos Estados Unidos, considerava a caseína como principal causa de mucosidade, congestão e dores de ouvido na infância. Câncer? Há estudos que a indústria de laticínios se recusa a divulgar - provas mantidas em segredo, mais importantes do que aquelas que a indústria de cigarros acabou revelando. Milhares de substâncias causam câncer, mas um hormônio que você produz naturalmente é fator-chave no desenvolvimento do câncer humano, principalmente do câncer de mama. Há milhões de hormônios no reino animal, mas apenas um é exatamente igual nas duas espécies. Esse hormônio, denominado IGF-1 (insulin-like growth factor), é igual em seres humanos e vacas. Ao tomar um copo de leite de 360ml, você está dobrando a quantidade desse hormônio no organismo – um hormônio descrito em periódicos científicos como o fator-chave para o desenvolvimento e a proliferação do câncer. • • • • • • • O leite contribui para doenças do coração. O leite é fonte insignificante de cálcio. Um hormônio do leite é fator-chave em todo câncer humano. O leite reduz a eficácia dos antibióticos. A pasteurização não funciona. O consumo de leite tem ligação com bronquite e asma. Uma proteína do leite causa diabete.

A indústria de laticínios gasta centenas de milhões de dólares para convencer os consumidores. Um aditivo do leite causou câncer em animais de laboratório e a FDA, o órgão que

controla os medicamentos e os alimentos nos EUA, não revela a pesquisa que prova o fato. Fonte: http://www.taps.org.br/Paginas/alimartioa02.html CÁLCIO – O “cálcio” realmente é da maior importância para a saúde e o bem estar do nosso corpo. Embora o leite tenha quantidade significativa do mineral, ele não é a melhor opção. Pode-se conseguir o cálcio consumindo-se vegetais de cor verde escuro, pães e massas com farinha integral, farelo de trigo, soja, os derivados da soja, e muitos outros alimentos riquíssimos no mineral. O grande problema do leite e todos os seus derivados, é devido a uma série de fatores que, torna-o praticamente produto tóxico para o nosso organismo. A pasteurização, a homogeneização, os antibióticos, etc, fizeram do leite, o principal responsável por várias e várias enfermidades. Para uma maior compreensão deste tema, leia o livro “Leite: Alimento ou Veneno?” do pesquisador e cientista Robert Cohen (recentemente lançado no Brasil pela Editora Ground). “Veja também o livro “Alimentação que evita o Câncer e outras doenças” do Dr. Sidney Federmann – Editora Minuano” “A atitude obsessiva de perder peso com muita rapidez é tremendamente prejudicial à saúde. Em simpósio realizado nos Estados Unidos, vários especialistas chegaram a uma conclusão que pode ser considerada estarrecedora: perder peso rapidamente é pior que ser obeso. As agressões que o organismo sofre em função do chamado “efeito sanfona” (emagrecer e engordar sucessivamente) são piores que a própria obesidade. (Dr Turíbio Leite de Barros Neto).” “O gordinho pode ser sadio! Peso em excesso não significa necessariamente saúde ruim. O que prejudica a saúde são os maus hábitos alimentares e a vida sedentária. Cada vez mais estamos perto de afirmar de maneira enfática: “É preferível um gordinho ativo a um magro sedentário!” (Dr. Turíbio Leite de Barros Neto).” “Selecione com critérios os alimentos para o seu dia-a-dia. Os melhores alimentos, aqueles que realmente nos fornecem energia,

vitaminas, minerais e nos proporcionam saúde e vitalidade, são os alimentos naturais, também denominados orgânicos. Devemos evitar ao máximo os alimentos industrializados, principalmente os que em sua composição tenham os perigosos nitritos, nitratos, conservantes, etc... Os alimentos naturais, as frutas e verduras sem agrotóxicos, que foram cultivadas sem agrotóxicos, herbicidas e fertilizantes, são as melhores escolhas. Devemos ter em mente, que as toxinas que vários alimentos possuem, passam para o nosso organismo, e a partir daí, são a causa direta de um grande número de enfermidades.” ------------------------------------

COMIDA DE FICÇÃO CIENTÍFICA
T S Wiley, Antropóloga e teórica médica, com passagem pelo jornalismo investigativo. Trabalha atualmente em pesquisa médica, com especial interesse nas áreas de endocrinologia e biologia evolutiva Os carboidratos não refinados se qualificam como alimentos integrais e os refinados não. Nestes últimos se incluem a farinha branca e todos os tipos de açúcares refinados. Esses alimentos são como drogas! O açúcar refinado, na verdade, nem é alimento coisa alguma. Provavelmente, poderia ser classificado como um aditivo químico. Em 1973, ele Foi declarado um antinutriente pelo mesmo comitê do Senado que calou o Dr. Atkins. Aqui temos uma ironia. O Dr. Atkins atribuiu a obesidade e as doenças cardíacas ao consumo excessivo de carboidratos. O comitê declarou que Atkins era um charlatão e que o açúcar refinado era um antinutriente no mesmo mês. Aqui está a piada: um antinutriente é definido como qualquer substância ou droga com propriedades que sejam, de alguma forma, antagônicas aos nutrientes e interfiram, de alguma forma, na utilização ou metabolização destes. Atkins estava certo. Todos os carboidratos são queimados com a ajuda de enzimas que contêm uma miríade de vitaminas do complexo B. Em conseqüência, quanto mais carboidratos você comer, de mais vitamina B você vai precisar. Carboidratos reais e integrais, tais como verduras, grãos integrais e frutas contêm, todos eles,

vitaminas B e minerais em suas cascas externas, como uma espécie de pacote. A farinha branca, cuja casca é descartada durante o refinamento, é o único tipo de farinha usado nos alimentos processados – e vem sem embalagem, no que toca a vitaminas e minerais. Quando você joga fora a parte externa mastigável, fica com açúcar puro. Sem as fibras da cana ou da beterraba, o açúcar refinado é o mesmo tipo de alimento incompleto. Quando você tenta digerir o açúcar refinado ou a farinha branca, não apenas lhe são negadas as vitaminas das quais os produtos foram privados durante o processo de refinamento; você tem que contribuir para o processo com suas reservas de vitaminas B para que a digestão possa ocorrer. O mesmo processo de refinamento remove o germe (semente) e a casca dos grãos integrais (carboidratos complexos) e deixa o pó branco que conhecemos como farinha. É por isso que dizemos que pão e massa não existem na natureza. Tanto o pão quanto as massas são tão refinados quanto uma barra de chocolate. Há 10 mil anos, os grão eram moídos entre pedras. Esse processo consumia a mesma quantidade de energia (ou mais) que era ingerida (comida) ao final do trabalho. Dessa forma, como os fazendeiros originais, o ato de manejar o próprio arado compensava, em termos da energia utilizada, o maior consumo de carboidratos. Mais tarde, as operações de moagem em maior escala, que alimentavam grandes massas humanas, ainda eram movidas a energia humana. Finalmente, as pedras foram substituídas por rolamentos de aço, e a água e, em seguida, o vapor substituíram a força humana. A história sociopolítica do açúcar refinado é inteiramente econômica, e tem como pontos altos a ascensão do Islã, a queda do Islã (foi tudo por causa do açúcar e das cruzadas), a viagem de Colombo, a ascensão do Império Britânico (o açúcar de beterraba refinado, uma fonte mais barata do que a cana, custeou a ascensão), a Guerra Revolucionária, a escravatura no Novo Mundo e, numa relação distante, a bebida (a Rebelião do Uísque e os produtores de rum), a Proibição que se seguiu e a Proibição que o crime organizado provocou. Resultado: o açúcar refinado é de fato muito ruim para as pessoas, mas particularmente bom para os governos e para as empresas que o vendem. Veja bem, esses são os nossos representantes. Até que ponto o açúcar vicia? Que quantidade dele nós consumimos? Quem está ganhando dinheiro alimentando esse nosso hábito?

O quadro não é nada agradável. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos nos informa que, em 1993, o americano médio consumia 75 quilos de açúcar e outros adoçantes naturais por ano. Isso representa um aumento de 20% em relação às estatísticas de 1983. Em 1993, estávamos ingerindo cerca de um quilo e meio por mês, por pessoa. Metade disso vinha do xarope de milho com alto teor de frutose presente nos alimentos processados. Vale mencionar, aqui, que o xarope de milho com alto teor de frutose é seis vezes mais doce que o açúcar, mas isso não significa que a gente esteja ingerindo um sexto dele. Quem está ganhando todo esse dinheiro? O preço internacional do açúcar bruto é a metade do preço doméstico – cerca de 12 centavos de dólar por meio quilo – em comparação com os artificialmente elevados 22 centavos de dólar por meio quilo, cobrados internamente. As cotas limitam severamente as importações. As cotas e os subsídios que mantêm o açúcar importado, que é mais barato, fora dos Estados Unidos custam, na verdade, cerca de US$3 bilhões ao ano. Todos os alimentos processados, especialmente os de baixa caloria, estão cheios de xarope de milho com alto teor de frutose. E todo alimento de baixo teor de gordura é caro, principalmente os vendidos em fast-foods. Entre 1994 e 1999, o mercado de fast´food com baixo teor de gordura explodiu. Só em 1999, a indústria de alimentos processados fabricou mais de 3.500 produtos novos com baixo teor de gordura ou nenhuma gordura. Quase dois terços do açúcar que a gente consome vem dos processados. Sacou o esquema sórdido? Todas as fábricas e os produtores de alimentos dos Estados Unidos foram literalmente reaparelhados para produzir alimentos feitos com gorduras falsas e cada vez mais açúcar. Os analistas estimam que só a nova linha de produtos Healthy Choice pode representar tanto quanto 100 milhões de dólares em vendas anuais. Isso só os novos produtos. A partir de 1988, a Healthy Choice vem crescendo continuamente. A Healthy Choice é controlada pela ConAgra, a segunda maior empresa processadora de alimentos do país depois da Kraft. Só as vendas anuais geradas pela Healthy Choice são estimadas em US$1,3 bilhão. A empresa licenciou a marca Healthy Choice para a Nabisco, a criadora do biscoito sem gordura SnackWell’s. Trinta e dois por cento do volume total de vendas da Nabisco em 1988 foi gerado pelos produtos de baixa ou nenhuma gordura. Só os biscoitos responderam por meio milhão de dólares desse total.

Os fabricantes lhe dirão que só fizera isso em resposta à demanda do público. O que eles não vão lhe dizer é que o xarope de milho com alto teor de frutose é um ingrediente barato que melhora o teor de umidade, dá uma textura boa de mastigar e aumenta a vida de prateleira do produto mais do que qualquer outro tipo de gordura ou óleo. E acredite: se você retirar a gordura dos produtos assados e dos frios, ninguém consegue comêlos, a menos que o teor de açúcar seja dobrado. E quando o teor de açúcar dobra, os fabricantes e os produtores de frutose se dão bem como bandidos. A seguinte notícia foi publicada na edição de 6 de janeiro de 1995 do New York Times: VIGILANTES MATAM VEADOS VICIADOS EM LANCHES Parque Nacional do Grand Canyon, Arizona (AP) – Os vigilantes do parque estão matando mais de duas dúzias de veados que se tornaram viciados em alimentos de má qualidade (junk-food) deixados por visitantes. Treze desses animais foram mortos a tiros, desde o início de dezembro. Os vigilantes planejam matar mais doze, até o final da semana. Os veados se tornaram viciados em lanches e doces e perderam sua capacidade de digerir a vegetação. O chefe da administração de recursos do Parque Nacional do Grand Canyon, David Haskell, chamou o junk-food de “o crack e a cocaína do mundo dos veados”. “Os animais ficaram com a saúde muito precária e quase morreram de fome”, disse ele. O Sr. Haskell afirmou que os músculos de todos os veados atrofiaram, e que os animais ficaram tão mansos que caminharam espontaneamente na direção dos vigilantes que os mataram.

(Fonte: trecho do livro “Apague a Luz!”, páginas 204 a 207). “Apague a luz!” Durma melhor e: perca peso, diminua a pressão arterial e reduza o estresse, Bent Formby e T. S. Wiley, 384 páginas, Rio de Janeiro, Editora Campus, 2000.

Com base em uma pesquisa minuciosa, colhida no National Institutes of Health (Instituto Nacional de Saúde), T.S.Wiley e Bent Formby apresentam descobertas incríveis:os americanos estão doentes de cansaço. Diabetes, doenças do coração, câncer e depressão são enfermidades que crescem em nossa população e estão ligadas à falta de uma boa noite de sono. Quando não dormimos o suficiente, em sincronia com a exposição sazonal à luz, estamos alterando um equilíbrio da natureza que foi programado em nossa fisiologia desde o Primeiro Dia. A obra revela por que as dietas ricas em carboidratos, recomendadas por muitos profissionais da saúde, não são apenas ineficazes, mas também mortais; por que a informação que salva vidas e que pode reverter tudo é um dos segredos mais bem guardados de nossos dias. Com o livro, o leitor saberá que: • perder peso é tão simples quanto uma boa noite de sono • temos compulsão por carboidratos e açúcar quando ficamos acordados depois que escurece • a incidência de diabetes tipo II quadruplicou • terminaremos como os dinossauros, se não comermos e dormirmos em sincronia com os movimentos planetários. T.S.WILEY e BENT FORMBY, Ph.D., são pesquisadores que trabalharam juntos no Sansum Medical Research Institute em Santa Barbara, na Califórnia – o centro de pesquisas de ponta sobre diabetes desde que a insulina foi sintetizada pela primeira vez, lá mesmo, na década de 1920.

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