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Engenharia de Petróleo e Gás

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Engenharia de Petróleo e Gás

COMPLETAÇÃO I EMENTA Descrição das tecnologias de completação de poços, os tipos de completação, as etapas de operacionais, os principais componentes e dispositivos da coluna de produção com as respectivas funções para extração de hidrocabornetos do reservatório. OBJETIVO GERAL Ao final da disciplina os alunos estarão aptos a identificar as principais ferramentas que compõem uma coluna de produção.

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Completação I

Prof. Elmar Mourão

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade I – Conceitos Gerais de Completação 1.1 Definição e conceitos básicos de completação de poços; 1.2 Análise Geológica; 1.3 Planejamento de poço; Unidade II – Tipos de Configuração de Completação 2.1 Completação Seca e Molhada; 2.2 Métodos de completação; 2.3 Análise das Configurações;

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Completação I

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Engenharia de Petróleo e Gás

Unidade III – Etapas de uma Completação
3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 Procedimentos básicos de acesso ao poço; Colunas Típicas de Completação; Cimentação e Procedimentos da avaliação; Operações de Canhoneio; Funções da Coluna de Produção e equipamentos de superfície; 3.6 Instalação da Coluna de Produção;

Unidade IV -Principais Componentes da Coluna de Produção
4.1 Seleção do "packer" e forças no "tubing“; 4.2 Dispositivos da Coluna de produção; 4.3 Especificação e Funções Operacionais de Chokes e SSSVs (DHSV’s); 4.4 Formação de Corrosão e erosão nos equipamentos; 4.5 Análise de Formações instáveis para Completação de poço; 4.6 Controle de formação de areia e água;
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Completação I Prof. Elmar Mourão

Engenharia de Petróleo e Gás COMPLETAÇÃO I É o conjunto de operações realizadas após a conclusão da perfuração de um poço. para as atividades de injeção de fluidos. Completação destina-se a equipar o poço para produção de óleo ou gás. ou ainda. 5 Completação I Prof. Elmar Mourão . afim de deixá-lo em condições seguras e econômicas de operação.

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás 6 Completação I Prof.

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás 7 Completação I Prof.

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás 8 Completação I Prof.

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás 9 Completação I Prof.

Engenharia de Petróleo e Gás 10 Completação I Prof. Elmar Mourão .

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás 11 Completação I Prof.

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás Módulo Roncador Shutdown Submarino Filmes 12 Completação I Prof.

Engenharia de Petróleo e Gás Estrutura modular .Fixa (estaqueadas) 13 .

Engenharia de Petróleo e Gás Torres Complacentes Compliant Towers – CT 300 – 900 m Estruturas flexíveis Permite completação Seca 14 .

Engenharia de Petróleo e Gás 15 .

Engenharia de Petróleo e Gás Plataforma Fixa de Concreto (Gravidade) 16 .

> Quanto ao número de zonas explotadas. 17 Completação I Prof. Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás Tipos de completação > Quanto ao posicionamento da cabeça do poço. > Quanto ao revestimento de produção.

instalando os respectivos equipamentos na plataforma. Em águas profundas (acima de 1. 18 Completação I Prof. instalados quando se realiza uma completação molhada. em sistemas chamados de Árvore de Natal Molhada (ANM). os equipamentos de cabeça de poço são posicionados no fundo do mar. No caso de águas rasas é possível trazer a cabeça de poço para a superfície. Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás Tipos de completação Quanto ao posicionamento da cabeça do poço Em se tratando de poço onshore a cabeça do poço fica na superfície. o posicionamento da cabeça de poço dependerá da lâmina d’água. Já em poço offshore.000 metros de lâmina d’água).

Elmar Mourão . Árvore de Natal Seca 19 Completação I Prof.Engenharia de Petróleo e Gás Equipamentos de cabeça de poço onshore Completação molhada Equipamentos de cabeça de poço offshore em plataforma instalada em águas profundas Equipamentos de cabeça de poço offshore em plataforma instalada em águas rasas.

na forma abaixo: 20 Completação I Prof. com liner canhoneado ou rasgado e/ou com revestimento canhoneado. Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás Quanto ao revestimento de produção A completação pode ser a poço aberto.

O revestimento é colocado até a fase anterior das zonas produtoras. A principal desvantagem é a falta de seletividade. 21 Completação I Prof. As principais vantagens são a maior área aberta ao fluxo e a redução dos custos de revestimento e do canhoneio. Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás • A Poço Aberto (a) Quando o poço é colocado em produção com as zonas produtoras abertas. gás etc). que impede futuras correções quando há produção de fluidos indesejáveis (água. Utilizada somente em formações muito bem consolidadas. com pouco risco de desmoronamentos.

em seguida. As principais vantagens e desvantagens da completação com liner rasgado são similares às do poço aberto. O poço é perfurado até a profundidade final e. 22 Completação I Prof. é descido o revestimento de produção até o fundo do poço. posicionando o tubo rasgado em frente às zonas produtoras. Finalmente. Com Revestimento Canhoneado (c) É o tipo de completação mais utilizado atualmente.Engenharia de Petróleo e Gás • Com Liner Rasgado ou Canhoneado (b) O liner pode ser descido rasgado. Elmar Mourão . o revestimento é canhoneado defronte dos intervalos de interesse. ou então cimentado e posteriormente canhoneado nas zonas de interesse. sendo posteriormente cimentado o espaço anular entre os tubos de revestimento e a parede do poço.

da superfície até próximo à formação produtora. através de uma ou mais colunas de produção descidas no poço. • Completação Seletiva (b) Há apenas uma coluna de produção.Engenharia de Petróleo e Gás > Quanto ao número de zonas explotadas • Completação Simples (a) Realizada quando uma única tubulação metálica é descida no interior do revestimento de produção. equipada para permitir a produção de duas zonas ou uma das duas alternadamente. 23 Completação I Prof. •Completação Múltipla (c) Usada quando deseja-se produzir ao mesmo tempo duas ou mais zonas ou reservatórios diferentes. Elmar Mourão .

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás 24 Completação I Prof.

torna-se necessária a utilização de árvore de natal molhada. > Instalação dos equipamentos de superfície Instalação da cabeça de produção e o BOP (Blow Out Preventer). assim como os equipamentos da cabeça do poço deverão ser submarinos. com árvore de natal e equipamentos de gás lift. Em águas profundas. que são os equipamentos necessários para permitir o acesso ao interior do poço com a segurança necessária para execução das demais fases. 25 Completação I Prof. Em águas rasas pode-se ter a cabeça de poço e a árvore de natal seca instaladas na superfície. Elmar Mourão . Após essa operação a completação passa a ser similar à completação dos poços terrestres. etc.Engenharia de Petróleo e Gás Etapas de uma completação Atividades referentes a uma completação típica de um poço marítimo.

Engenharia de Petróleo e Gás 26 Completação I Prof. Elmar Mourão .

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás > Coluna cisalhada Coluna de perfuração após o BOP acionar. 27 Completação I Prof.

28 Completação I Prof. para deixar o interior do revestimento de produção gabaritado e em condições de receber os equipamentos necessários. Após o condicionamento do revestimento de produção. Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás > Condicionamento do poço Nesta fase é descida uma coluna com broca e raspador. se houver vazamentos. bem como os restos da operação de cimentação. A broca é utilizada para cortar os tampões de cimento e tampões mecânicos do interior do poço. a estanqueidade é testada com o fluido de completação sob pressão e feitas correções.

Prejuízo no controle dos reservatórios e estimulações mal sucedidas > Avaliação da qualidade da cimentação São utilizados perfis acústicos. Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás O prosseguimento das operações no poço sem a observação deste requisito pode gerar os seguintes problemas: Produção de fluídos indesejáveis Testes de avaliação das formações incorretos. Essa atividade é realizada com uma ferramenta de Perfilagem Ultra-Sônica USIT. que medem a aderência do cimento ao revestimento e do cimento à formação. 29 Completação I Prof.

através de cabos condutores. antes de atingir dois receptores: um a três pés.Engenharia de Petróleo e Gás O sistema usado para perfilagem acústica é composto basicamente por um emissor e dois receptores. emitindo pulsos sonoros de curta duração que se propagam através do revestimento. e outro a cinco pés do emissor. Aí são reconvertidos em impulsos elétricos e enviados para a superfície. 30 Completação I Prof. Elmar Mourão . cimento e formação. O emissor é acionado por energia elétrica. além de um circuito eletrônico para o processamento do sinal.

Engenharia de Petróleo e Gás Falha de cimentação Sensores e transmissores ultra-sônicos 31 Completação I Prof. Elmar Mourão .

Os canhões são cilindros de aço com furos nos quais se alojam as cargas. criando os canais de fluxo. Elmar Mourão . o cimento e a formação. A explosão gera jatos de alta energia que atravessam o revestimento. realizada com a utilização de cargas explosivas moldadas para esta operação. Estando o canhão posicionado em frente do intervalo desejado. 32 Completação I Prof. um mecanismo de disparo é acionado para detonar as cargas.Engenharia de Petróleo e Gás > Canhoneio Perfuração do revestimento na área de interesse.

Engenharia de Petróleo e Gás 33 Completação I Prof. Elmar Mourão .

através de válvulas especiais (válvulas de gas-lift).Engenharia de Petróleo e Gás > Instalação da coluna de produção Constituída basicamente por tubos metálicos. Possibilitar a circulação de fluidos para o amortecimento do poço > Colocação do poço em produção A surgência dos fluidos na superfície pode ser induzida por válvulas de gas-lift. com as seguintes finalidades básicas: Conduzir os fluidos produzidos até a superfície Permitir a instalação de equipamentos para elevação artificial. 34 Completação I Prof. O gás é injetado inicialmente no espaço anular. onde são conectados os demais componentes. passando posteriormente para o interior da coluna. de forma controlada. Elmar Mourão . Esse método trabalha com a gaseificação do fluido do interior da coluna como forma de reduzir sua pressão hidrostática.

> Mandril de gas-lift Equipamento para alojar a válvula que permitirá a circulação do gás do espaço anular para a coluna de produção. ou fundo do mar. 35 Completação I Prof. que tem a função de fechar o poço em casos de emergência.Engenharia de Petróleo e Gás Principais componentes de uma coluna de produção > Tubo de produção É o componente de maior consumo e custo em uma coluna de produção. Elmar Mourão . > Liner Tubulação de revestimento externo que protege a coluna de produção das paredes do furo do poço. Usado para conduzir a produção desde à formação até à superfície ou para o gas-lift no sentido contrário. > Válvula de segurança de subsuperfície (DHSV) Equipamento posicionado cerca de 30 m abaixo da superfície. > Redução Conexão usada para permitir o acoplamento entre componentes de diâmetro diferentes.

Engenharia de Petróleo e Gás > Junta telescopia (TSR) Equipamento que absorve a expansão ou contração da coluna. > Packer hidráulico ou de produção Promove o fechamento do espaço anular entre o tubo de revestimento e a coluna de produção. quando necessário. 36 Completação I Prof. causadas pelas variações de temperatura. com o objetivo de realizar o tamponamento temporário desta coluna. Permitir a produção seletiva de várias zonas por uma única coluna. Elmar Mourão . pelo espaço anular (gas-lift). > Niple Instalado no fundo da coluna de produção com o objetivo de alojar o tampão mecânico (shear-out). com os seguintes objetivos: Proteger o revestimento contra pressões de fluidos corrosivos Possibilitar a injeção controlada de gás. numa determinada profundidade. válvula de retenção > Shear-out Equipamento instalado no fundo da coluna de produção.

Engenharia de Petróleo e Gás 37 Completação I Prof. Elmar Mourão .

38 Completação I Prof. Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás Equipamentos de superfície São os equipamentos responsáveis pelas seguintes atividades: Ancoragem da coluna de produção Vedação entre a coluna e o revestimento de produção Controle do fluxo de fluidos na superfície > Cabeça de produção Carretel com dois flanges e duas saídas laterais. Em uma das saídas laterais geralmente é conectada a linha de injeção de gás (em poços equipados com gas-lift) e na outra a linha de matar (kill line). O flange inferior fica apoiado na cabeça do revestimento de produção e o superior recebe a árvore de natal. para um eventual amortecimento do poço.

permitir a descida de ferramentas dentro da coluna de produção. quando aberta. o fluxo de óleo do poço. com a finalidade de permitir. Normalmente a ANM é equipada com duas válvulas mestras (uma inferior manual e uma superior com acionamento hidráulico). de controlar o fluxo do poço direcionando a produção para a linha de surgência. Elmar Mourão . duas laterais (uma normal e outra com acionamento pneumático).Engenharia de Petróleo e Gás > Árvore de natal convencional (ANC) Equipamento de superfície constituído por um conjunto de válvulas tipo gaveta. As válvulas mestras têm a função de fechamento do poço. Já a válvula de pistoneio tem a função de. de forma controlada. além de uma válvula manual de pistoneio. As laterais. 39 Completação I Prof.

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás > Árvore de natal molhada (ANM) Instalada no fundo do mar. um conjunto de linhas de fluxo e um sistema de controle. interligados a um painel de controle na plataforma. 40 Completação I Prof. constituída por um conjunto de válvulas tipo gaveta.

e direciona esta produção para a plataforma via raiser. o fluxo segue no sentido contrário. Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás > Manifold submarino Equipamento que recebe a produção da árvore de natal molhada (proveniente do poço) por meio das linhas de produção de fluxo. Quando se trata de injeção de fluidos no poço. 41 Completação I Prof.

> Estimulação Objetiva aumentar o índice de produtividade ou injetividade do poço. além de eliminar falhas mecânicas no revestimento ou na cimentação. > Recompletação Visa substituir as zonas que não estão mais em produção por outras que têm potencial. 42 Completação I Prof. visando manter ou melhorar a produtividade do poço. Elmar Mourão . > Restauração Atividades que visam restabelecer as condições normais de fluxo do reservatório para o poço. > Avaliação Visa diagnosticar as causas da queda de produtividade do poço.Engenharia de Petróleo e Gás Intervenções em poços Durante a vida produtiva de um poço é necessário realizar intervenções abaixo. > Limpeza Atividades executadas no interior do revestimento de produção visando limpar o fundo do poço ou substituir equipamentos de subsuperfície . ou mesmo avaliar as zonas que não se encontram em produção. objetivando um maior rendimento.

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás Conexão Vertical Descendo BOP Revestindo Interior do Poço 43 Completação I Prof.

a mesma situação de abandono também pode ocorrer após a completação. ANP Perfuração 44 Completação I ANP Abandono ANP Completação Prof. Elmar Mourão . para posterior completação. o poço geralmente é abandonado temporariamente.Engenharia de Petróleo e Gás Ao término da perfuração.

Elmar Mourão . 45 Completação I Prof.Engenharia de Petróleo e Gás Condicionamento do poço Condicionar o revestimento do poço. preparando-o para receber os equipamentos de completação.

46 Completação I Prof. Um raspador também é descido para condicionar o revestimento.Engenharia de Petróleo e Gás É descida uma coluna com broca na extremidade para cortar os tampões de cimento no interior do revestimento. Elmar Mourão . preparando-o para receber os equipamentos de completação. É utilizada água do mar (adensada com sal caso necessário) e tampões viscosos nessa operação.

a coluna de trabalho anterior é retirada e trocada. um raspador e um condicionador da “boca” do liner – cuja função é preparar esse ponto crítico para a passagem dos equipamentos. 47 Completação I Prof. Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás Para o corte do tampão de cimento no interior do liner. sendo descida uma broca.

Engenharia de Petróleo e Gás A mesma coluna que realizou o condicionamento do liner é utilizada para trocar a água do mar por Fluído de Completação. Elmar Mourão . 48 Completação I Prof.

Engenharia de Petróleo e Gás Instalação da Coluna de Produção A coluna de produção é uma tubulação de aço de pequeno diâmetro que transporta o fluído produzido da formação até a cabeça do poço no fundo do mar. A coluna de produção é composta de tubos lisos. e ainda segmentada. enquanto na completação submarina. Elmar Mourão . esta coluna termina ao nível da árvore de natal molhada. a coluna de produção estende-se até a superfície. filtros e centralizadores. Pode-se dispor a coluna de forma solidária. no caso de campos de petróleo Offshore. Em sistemas com completação seca. soldada ou rosqueada. 49 Completação I Prof. telescópica ou não.

50 Completação I Prof. Elmar Mourão . O objetivo desta cauda é permitir o isolamento da formação. efetuada geralmente com coluna de trabalho (drill pipes). possibilitando a retirada apenas da parte superior da coluna no futuro. e assentamento do packer.Engenharia de Petróleo e Gás Packer Descida da cauda de produção. caso seja nescessário.

Packer – elementos para vedação. Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás Holdown – evita que o packer seja jogado para cima. Cunha – evita que o packer escorregue para baixo. 51 Completação I Prof. devido ao peso da coluna ou pressão no escopo no espaço anular do poço.

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Em seguida é descida a parte superior da coluna definitiva de produção, composta de tubos, mandris de gás lift e da camisa do TSR ( Tubing Seal Receptacle – Junta Telescópia). Uma das funções do TSR é compensar o alongamento da coluna devido ao seu aquecimento durante a fase de produção e o encurtamento devido ao esfriamento durante operações de injeção no poço.
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Completação I Prof. Elmar Mourão

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Introdução de Surgência Gás é injetado pelo espaço anular, expulsando o fluído da coluna de produção para fora do poço pelo mecanismo de tubo em “U”, até atingir o primeiro Mandril de Gás Lift. Nesse momento o gás começa a entrar para o interior da coluna de produção, gaseificando e diminuindo a pressão hidrostática no interior da coluna.
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Completação I Prof. Elmar Mourão

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Tubing Conveyed Perforating (TCP) Systems

Uma carga de tiro é colocada na parte superior e / ou inferior do canhão. Este modelo permite cargas explosivas com maior poder de penetração.

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Elite PI-75 Packer

A Elite PI-75 Packer é um conjunto capaz de manter a pressão acima ou abaixo, mais adequados para a produção, injeção e isolamento da zona.

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56 . Aplicando pressão energiza o cilindro hidráulico.Engenharia de Petróleo e Gás CS Ultra Dual Packer O CS Ultra Dual Packer trabalha numa zona nominal de 5.000 psi a 275 ° F. com configuração de montagem com um integrante hidráulico.

mantendo a pressão diferencial integral.000 psi a 350 ° F ou 10. Possui mecanismos de vedação em conexões de rosca.000 psi a 450 ° F.Engenharia de Petróleo e Gás "Extreme Service" Permanent Packer O ES Extreme Permanente Packer trabalha em 15. garantindo resistência à pressão máxima. tornando-a ideal para exigentes aplicações de alto fluxo de produção e exigente. 57 .

Engenharia de Petróleo e Gás M Fluid Control Valve A válvula de controle é adequada para uso em poços de injeção. com pressões de reservatório onde o apoio de baixo da coluna de fluido na tubulação é desejada. A válvula de pressão é acionada para fornecer o controle. Esta válvula é normalmente usada com ferramentas de estimulação seletiva para fornecer controle de fluidos. 58 . Também pode ser utilizada para tratamentos químicos seletivos.

Engenharia de Petróleo e Gás 59 Completação I Prof. Elmar Mourão .

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás 60 Completação I Prof.

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás 61 Completação I Prof.

Elmar Mourão . Ao se lançar a coluna e quando da colocação do Packers. O acabamento é biselado para facilitar a reentrada de ferramentas na coluna de produção.Engenharia de Petróleo e Gás SHEAR-OUT (sub de pressurização) Equipamento instalado na extremidade inferior da coluna de produção. sua função é permitir o tamponamento temporário do poço. 62 Completação I Prof. fazendo o conjunto cair e liberar o fluxo. aumenta-se a pressão da coluna e os parafusos cisalham. duas superiores com diâmetros diferentes e uma inferior tamponada. Composto de três sedes.

Engenharia de Petróleo e Gás 63 .

64 Completação I Prof.Engenharia de Petróleo e Gás HYDRO-TRIP Equipamento instalado na em qualquer da coluna de produção. Sua montagem é semelhante a Shear-out e também ocorre o cisalhamento dos parafusos. sua função também é permitir o tamponamento temporário do poço. Sua vedação também é realizada com esferas lançadas da superfície. Tem como desvantagem não permitir a passagem plena da coluna. fazendo o conjunto encaixar na coluna. Elmar Mourão .

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás 65 Completação I Prof.

porem podem ser instalados. F > Seletivo. válvulas de retenção ou registradores. 66 Completação I Prof. utilizado quando a coluna irá possuir somente um.Engenharia de Petróleo e Gás NIPPLES de Assentamento Servem para alojar tampões mecânicos. tantos quanto necessários. podem ser instalados vários. Elmar Mourão . R > Não-Seletivo. Normalmente instalados no final da cauda da coluna.

Engenharia de Petróleo e Gás SLIDING SLEEVE (Camisa deslizante) Possui uma camisa interna que pode ser aberta ou fechada quando necessário. ou 67 Completação I Prof. permitindo a comunicação com o espaço anular. Elmar Mourão . É operado por cabo arame (slick line).

68 Completação I Prof. Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás SLIDING SLEEVE (Camisa deslizante) Também utilizado em completações seletivas.

69 . Quando a pressão de baixo é maior ela se abre.Engenharia de Petróleo e Gás CHECK VALVE Válvula utilizada para impedir o fluxo no sentido descendente (válvula de retenção).

Engenharia de Petróleo e Gás PACKER de PRODUÇÃO Holdown – evita que o packer seja jogado para cima. Packer – elementos para vedação. 70 . Cunha – evita que o packer escorregue para baixo. devido ao peso da coluna ou pressão no escopo no espaço anular do poço.

Engenharia de Petróleo e Gás TSR (TUBING SEAL RECEPTACLE) – Junta Telescópia É utilizada para absorver a expansão ou contração da coluna de produção. 71 . • O mandril. Possui basicamente duas partes independentes: • A camisa externa. Permite ainda a retirada da coluna sem necessidade de remover o Packer e a Cauda.

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VGL (Válvula de Gás-lift) 73 .Engenharia de Petróleo e Gás MGL (Mandril de Gás-lift) Componentes que servem para alojar as válvulas que permitiram a circulação de gás no espaço anular.

é um componente da coluna de produção. DHSV. a mesma permite injeção de fluido para o interior do poço.Engenharia de Petróleo e Gás DHSV (Down Hole Safety Valve) A válvula se segurança de subsuperfície. Qualquer que seja a posição da válvula (aberta ou fechada). Para produzir o poço. a DHSV deve ficar na posição aberta. tendo a função de barreira mecânica de segurança para evitar erupções ou fluxos descontrolados do poço no caso de falhas dos equipamentos de segurança de superfície. 74 . Normalmente a DHSV está na posição fechada.

ou problema que necessite remove-la. • Insertáveis: As insertáveis na coluna. são conectadas diretamente na coluna de produção. apresentam menor restrição ao fluxo e são mais caras que as insertáveis. ter-se que retirar a árvore de natal e coluna de produção. são mais confiáveis. A principal desvantagem reside no caso de mau funcionamento. permitem a substituição sem a necessidade da retirada da coluna.Engenharia de Petróleo e Gás • Enroscada na coluna: As enroscadas na coluna. ou tubing mounted (TM). ou wireline retrievable são instaladas com operação de cabo. 75 .

Quando o poço isolado.Engenharia de Petróleo e Gás DHSV Em poços satélites é instalada 10 m abaixo do mud line. 76 for ser . pode dispensada. Em poços de plataformas fixas é instalada 30 m abaixo do mud line.

Engenharia de Petróleo e Gás Utilizada em laminas d´água profundas. 77 .

dentre eles parafina. areia e borra.Engenharia de Petróleo e Gás Escoamento da Produção O principal desafio desta área é prevenir e corrigir a deposição de materiais indesejáveis que são produzidos. 78 . A deposição destes materiais nas linhas causa os seguintes efeitos não desejados: Perda de produção de óleo Aumento da perda de carga Riscos operacionais Perdas de equipamentos Perda da eficiência de tratamento Riscos ambientais Destes materiais. os dois mais críticos são a parafina (que causa a parafinação) e os hidratos (que causam a “solidificação dos gases”). hidrato.

Engenharia de Petróleo e Gás Hidrato obstruindo tubulação 79 .

Elmar Mourão .Engenharia de Petróleo e Gás 80 Completação I Prof.