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Seção III

Consolidação das Leis do Trabalho – Arts. 415 a 432
programa de aprendizagem desenvolvido sob orientação de entidade qualificada em formação técnico‑profissional metódica. c § 1 o com a redação dada pela Lei n o 11.788, de 25-9-2008. § 2o Ao menor aprendiz, salvo condição mais favorável, será garantido o salário mínimo hora. c § 2 o com a redação dada pela Lei n o 10.097, de 19-12-2000. § 3o O contrato de aprendizagem não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anos, ex‑ ceto quando se tratar de aprendiz portador de deficiência. c § 3 o com a redação dada pela Lei n o 11.788, de 25-9-2008. § 4o A formação técnico‑profissional a que se refere o caput deste artigo caracteri‑ za‑se por atividades teóricas e práticas, metodicamente organizadas em tarefas de complexidade progressiva desenvolvidas no ambiente de trabalho. c § 4 o com a redação dada pela Lei n o 10.097, de 19-12-2000. § 5o A idade máxima prevista no caput deste artigo não se aplica a aprendizes portado‑ res de deficiência. § 6o Para os fins do contrato de aprendiza‑ gem, a comprovação da escolaridade de aprendiz portador de deficiência mental deve considerar, sobretudo, as habilida‑ des e competências relacionadas com a profissionalização. c §§ 5 o e 6 o acrescidos pela Lei n o 11.180, de 23-9-2005. § 7o Nas localidades onde não houver oferta de ensino médio para o cumprimento do dis‑ posto no § 1o deste artigo, a contratação do aprendiz poderá ocorrer sem a frequência à escola, desde que ele já tenha concluído o ensino fundamental. c § 7 o acrescido pela Lei n o 11.788, de 25-9-2008. § 1 o As frações de unidade, no cálculo da percentagem de que trata o caput, darão lugar à admissão de um aprendiz. c Parágrafo único transformado em § 1 o pela Lei no 10.097, de 19-12-2000. § 2 o Os estabelecimentos de que trata o caput ofertarão vagas de aprendizes a adolescentes usuários do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE) nas condições a serem dispostas em instrumentos de cooperação celebrados entre os estabelecimentos e os gestores dos Sistemas de Atendimento Socioeducativo locais. c § 2 o acrescido pela Lei n o 12.594, de 18-12012 (DOU de 19-1-2012), para vigorar 90 dias após a sua publicação. cionais de Aprendizagem não oferecerem cursos ou vagas suficientes para atender à demanda dos estabelecimentos, esta po‑ derá ser suprida por outras entidades qua‑ lificadas em formação técnico‑profissional metódica, a saber: c Caput com a redação dada pela Lei n o 10.097, de 19-12-2000. c Port. do MTE no 2.755, de 23-11-2010, dispõe sobre a realização de cooperação ou parcerias entre entidades sem fins lucrativos para o desenvolvimento e a execução dos programas de aprendizagem. I – Escolas Técnicas de Educação; II – entidades sem fins lucrativos, que te‑ nham por objetivo a assistência ao adoles‑ cente e à educação profissional, registra‑ das no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. c Incisos I e II acrescidos pela Lei no 10.097, de 19-12-2000. § 1o As entidades mencionadas neste artigo deverão contar com estrutura adequada ao desenvolvimento dos programas de apren‑ dizagem, de forma a manter a qualidade do processo de ensino, bem como acompanhar e avaliar os resultados. § 2o Aos aprendizes que concluírem os cur‑ sos de aprendizagem, com aproveitamento, será concedido certificado de qualificação profissional. § 3 o O Ministério do Trabalho e Emprego fixará normas para avaliação da competên‑ cia das entidades mencionadas no inciso II deste artigo. c §§ 1 o a 3 o acrescidos pela Lei n o 10.097, de 19-12-2000. rá ser efetivada pela empresa onde se rea‑ lizará a aprendizagem ou pelas entidades mencionadas no inciso II do artigo 430, caso em que não gera vínculo de emprego com a empresa tomadora dos serviços. c Caput com a redação dada pela Lei n o 10.097, de 19-12-2000. a a c) revogadas. Lei n o 10.097, de 19‑12‑2000. Parágrafo único. VETADO. Lei no 10.097, de 19‑12‑2000.

Da aDmissão em emprego e Da Carteira De trabalho e previDênCia soCial

Art. 415. revogado. Dec.‑lei n o 926, de
10‑10‑1969. de 3‑8‑1971. 24‑10‑1989.

Arts. 416 e 417. revogados. Lei no 5.686, Art. 418. revogado. Lei n o 7.855, de Arts. 419 a 423. revogados. Lei no 5.686,
Seção IV Dos Deveres Dos responsáveis legais De menores e Dos empregaDores. Da aprenDizagem c Dec. n o 5.598, de 1 o-12-2005, regulamenta a contratação de aprendizes.

de 3‑8‑1971.

Art. 430. Na hipótese de os Serviços Na‑

Art. 424. É dever dos responsáveis legais de menores, pais, mães, ou tutores, afas‑ tá‑los de empregos que diminuam conside‑ ravelmente o seu tempo de estudo, reduzam o tempo de repouso necessário à sua saúde e constituição física, ou prejudiquem a sua educação moral. c Lei no 8.069, de 13-7-1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente). Art. 425. Os empregadores de menores
de dezoito anos são obrigados a velar pela observância, nos seus estabelecimentos ou empresas, dos bons costumes e da decên‑ cia pública, bem como das regras de higie‑ ne e segurança do trabalho. c Arts. 154 a 201 desta Consolidação.

Art. 426. É dever do empregador, na hipó‑ tese do artigo 407, proporcionar ao menor todas as facilidades para mudar de serviço. Art. 427. O empregador, cuja empresa ou estabelecimento ocupar menores, será obrigado a conceder‑lhes o tempo que for necessário para frequência às aulas. c Art. 227, § 3o, III, da CF. Parágrafo único. Os estabelecimentos situa dos em lugar onde a escola estiver a maior distância que dois quilômetros, e que ocuparem, permanentemente, mais de trin‑ ta menores analfabetos, de quatorze a de‑ zoito anos, serão obrigados a manter local apropriado em que lhes seja ministrada a instrução primária. c Art. 16 da Lei n o 5.889, de 8-6-1973 (Lei do Trabalho Rural).
contrato de trabalho especial, ajustado por escrito e por prazo determinado, em que o empregador se compromete a assegurar ao maior de quatorze e menor de vinte e quatro anos inscrito em programa de aprendiza‑ gem formação técnico‑profissional metódi‑ ca, compatível com o seu desenvolvimento físico, moral e psicológico, e o aprendiz, a executar com zelo e diligência, as tarefas necessárias a essa formação. c Caput com a redação dada pela Lei n o 11.180, de 23-9-2005. c Dec. n o 5.598, de 1 o-12-2005, regulamenta a contratação de aprendizes. § 1o A validade do contrato de aprendizagem pressupõe anotação na Carteira de Traba‑ lho e Previdência Social, matrícula e frequ‑ ência do aprendiz na escola, caso não haja concluído o ensino médio, e inscrição em

Art. 429. Os estabelecimentos de qualquer

Art. 428. Contrato de aprendizagem é o

natureza são obrigados a empregar e matri‑ cular nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem número de aprendizes equi‑ valente a cinco por cento, no mínimo, e quin‑ ze por cento, no máximo, dos trabalhadores existentes em cada estabelecimento, cujas funções demandem formação profissional. c Caput com a redação dada pela Lei n o 10.097, de 19-12-2000. c Art. 10 da Lei n o 11.180, de 23-9-2005, que institui o Projeto Escola de Fábrica e o Programa de Educação Tutorial – PET, e autoriza a concessão de bolsas de permanência a estudantes beneficiários do Programa Universidade para Todos – PROUNI. c IN da SIT no 72, de 5-12-2007, orienta os Auditores-Fiscais do Trabalho quanto a procedimentos a serem adotados na fiscalização, para que seja dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte o tratamento diferenciado de que trata a LC no 123, de 14-12-2006. a e b) revogadas. Lei n o 10.097, de 19‑12‑2000. § 1 ‑A. O limite fixado neste artigo não se aplica quando o empregador for entidade sem fins lucrativos, que tenha por objetivo a educação profissional. c § 1 o -A acrescido pela Lei n o 10.097, de 19-12-2000.
o

Art. 431. A contratação do aprendiz pode‑

Art. 432. A duração do trabalho do apren‑
diz não excederá de seis horas diárias, sendo vedadas a prorrogação e a compen‑ sação de jornada. c Caput com a redação dada pela Lei n o 10.097, de 19-12-2000. § 1 o O limite previsto neste artigo poderá ser de até oito horas diárias para os apren‑ dizes que já tiverem completado o ensino