99929388.

doc
12.3 COMBINAÇÃO LINEAR
12.3.1 DEFINIÇÃO
Seja V um espaço vetorial real e
ℜ ∈ ∈
n
a ,...,
2
a , a V
n
v ,...,
2
v ,
1
v
1
e
, então
o vetor
n
v
n
a ...
2
v
2
a
1
v
1
a v + + + ·
é um elemento de V e é dito combinação
linear de
n
v ,...,
2
v ,
1
v
.
Exemplo 1
Verifique se o vetor
( ) 7 , 18 , 4 v − − ·

é combinação linear de
( ) ( ) 1 , 4 , 2
2
v 2 , 3 , 1
1
v − ·

− ·

e
.
Para verificar que

v
é C.L. de

1
v
e

2
v
precisamos encontrar escalares
a e b tais que a .

1
v
+ b .

2
v
=

v
2 a 3 b
7 b a 2
18 b 4 a 3
4 b 2 a
· − · ⇒⇒
¹
¹
¹
'
¹
· −
− · + −
− · +
e
Exemplo 2
Mostrar que o vetor v = ( 4,3,-6) não é combinação linear de v
1
= ( 1,-3,2) e
v
2
=( 2,4,-1)
Resolução
Deve-se mostrar que não existem escalares a e b tais que v = av
1
+bv
2
Temos;
( 4,3, -6) = a ( 1,-3,2) + b ( 2,4,-1)
de onde resulta o sistema:
¹
¹
¹
'
¹
− · −
· + −
· +
6 b a 2
3 b 4 a 3
4 b 2 a
Verificamos que este sistema é impossível , logo o vetor v nào pode ser
escrito como combinação linear de v
1
e v
2
.

106
99929388.doc
Exemplo 3
Determine o valor de k, para que o vetor u = ( -1, k, -7) seja combinação linear
de v
1
e v
2
( dado do exemplo 2)
Devemos ter :
u = av
1
+ bv
2
ou
( -1,k,-7) = a ( 1,-3,2) + b ( 2,4,-1)
de onde temos o sistema:
¹
¹
¹
'
¹
− · −
· + −
− · +
7 b a 2
k b 4 a 3
1 b 2 a

Para ser combinação linear, o sistema deve ser possível,
Do qual resulta , k = 13 .
( verifique a resolução deste sistema no capítulo 2, exemplo 7)
Exemplo 4
Seja
( ) ( ) 1 , 0
2
v 0 , 1
1
v ,
2
V · · ℜ · e
então
[ ]
2
v ,
1
v V · pois dado qualquer
vetor
( ) V y , x v ∈ · temos
( ) ( ) 1 , 0 y 0 , 1 x v + · ou seja
2
yv
1
xv v + ·
Exemplo 5
Os polinômios
n
t ,...,
3
t ,
2
t , t , 1
geram o espaço vetorial de todos os polinômios
de grau menor ou igual a n, pois seja um polinômio qualquer
n
t
n
a ...
2
t
2
a t
1
a 1 .
0
a
n
t
n
a ...
2
t
2
a t
1
a
0
a + + + + · + + + +
. Ou seja todo
polinômio pode ser escrito como uma C.L. de
n
t ,...,
3
t ,
2
t , t , 1
.
PROPOSIÇÃO SUBESPAÇO GERADO
Tomemos os vetores
n
v ,...,
2
v ,
1
v
, o conjunto de todas as combinações
lineares de
n
v ,...,
2
v ,
1
v
é chamado de subespaço gerado por
n
v ,...,
2
v ,
1
v
.
Para simbolizá-lo usaremos a notação :
[ ]
n
v ,...,
2
v ,
1
v W ·

EXERCÍCIOS
E3. Sejam os vetores
( ) 2 , 3 , 2 u − ·

e
( ) 4 , 2 , 1 v − ·

em
3

.
a) Escrever o vetor
( ) 2 , 11 , 7 w − ·

como C.L. de

u
e

v
;
b) Para que valor de k, o vetor
( ) k , 14 , 8 − é C. L. de

u
e

v
;

107
99929388.doc
E4. Consideremos no espaço
{ } ℜ ∈ + + · c , b , a / c bt
2
at
2
P
os vetores
t
2
t 2
3
p 2 t
2
p 1 t 2
2
t
1
p − · + · + − · e ,
.
a) Escrever o vetor
7 t 5
2
t 5 p + − ·
como C.L. de p
1
, p
2
e p
3
.
b) Escrever o vetor
7 t 5
2
t 5 p + − ·
como C.L. de p
1
e

p
2.
c) É possível escrever p
1
como C.L. de p
2
e p
3
?
E5. Seja o espaço vetorial M=(2,2) e os vetores
1
]
1

¸

·
1
]
1

¸

·
1 0
2 1
2
V ,
1 1
0 1
1
V

e
1
]
1

¸

·
1 2
1 0
3
V
escrever o vetor
1
]
1

¸

·
5 0
8 1
V
como C.L. dos vetores v
1
, v
2
e
v
3
.
E6. Sejam os vetores
( ) ( ) ( ) 0 , 1 , 2
3
v 2 , 0 , 1
2
v 1 , 2 , 1
1
v − − · · − · e ,
.
Expressar cada um dos vetores
( ) ( ) ( ) 0 , 0 , 0 w 3 , 2 , 0 v , 1 , 4 , 8 u · · − · e como
C.L de
3
v ,
2
v ,
1
v
E7. Expressar o vetor
( )
4
6 , 4 , 4 , 1 u ℜ ∈ − − ·
como C.L. dos vetores
( ) ( ) ( ) 0 , 0 , 1 , 1
3
v 2 , 1 , 1 , 0
2
v , 0 , 1 , 3 , 3
1
v − · − · − · e
.
Respostas:
E3.
a) w=3u-v
b) k=12
c) 16a +10b-c=0
E4.
a) p=3p
1
+2p
2
+p
3
b) impossível
c) não é possível
E5.
V= 4v
1
+3v
2
-2v
3
E6.
u=3v
1
– v
2
+2v
3
v=v
1
+ v
2

w= 0v
1
+

0v
2
+0v
3
E7. V = -v
1
+3 v
2
+2v
3

108
99929388.doc
12.4 VETORES LINEARMENTE DEPENDENTES E LINEARMENTE
INDEPENDENTES
DEFINIÇÃO: Seja V um espaço vetorial e
{ } V
n
v ,...,
2
v ,
1
v A ⊂ ·
.
Consideremos a equação
0
n
v
n
a ...
1
v
1
a · + +
(I), onde 0 simboliza o vetor
nulo.
Sabemos que se
0
n
a ...
2
a
1
a · · · ·
a igualdade (I) se verifica obviamente,
tal solução é dita trivial.
Se a equação I não admitir somente a solução trivial , isto é, se existirem
escalares não todos nulos
n
a ,...,
2
a ,
1
a
tais que
0
n
v
n
a ...
2
v
2
a
1
v
1
a · + + +
,
o conjunto A é dito L.D.
Caso contrário, o conjunto é dito Linearmente Independente ( L. I ).
Exemplos
Verifique se os conjuntos abaixo são L.I ou L. D.
1) No espaço vetorial
3
V ℜ ·
tomemos
{ }
3
v ,
2
v ,
1
v A ·
onde
( ) ( ) ( ) 1 , 3 , 2
3
v 2 , 0 , 1
2
v , 3 , 1 , 2
1
v − · − − · − · e
.
Resolução:
Vamos determinar a solução do sistema
0
3
cv
2
bv
1
av · + +
( ) ( ) ( ) ( )
( ) ( ) ( ) ( ) 0 , 0 , 0 c , c 3 , c 2 b 2 , 0 , b a 3 , a , a 2
0 , 0 , 0 1 , 3 , 2 c 2 , 0 , 1 b 3 , 1 , 2 a
· − + − − + −
· − + − − + −
¹
¹
¹
'
¹
· + −
· − −
· + −
0 c b 2 a 3
0 c 3 a
0 c 2 b a 2
Resolvendo o sistema temos: a = 3, b = 4 e c = -1
Como existem escalares , a, b ,c não simultaneamente nulos, tais que
0
3
cv
2
bv
1
av · + +
, pela definição A é L.D.

109
99929388.doc
2) No espaço vetorial das matrizes colunas 3x1 ,
{ }
3
e ,
2
e ,
1
e A ·
onde
1
1
1
]
1

¸

·
1
1
1
]
1

¸

·
1
1
1
]
1

¸

·
1
0
0
3
e
0
1
0
2
e
0
0
1
1
e e ,
.
Vamos determinar a solução do sistema
0
3
ce
2
be
1
ae · + +
1
1
1
]
1

¸

·
1
1
1
]
1

¸

1
1
1
]
1

¸

·
1
1
1
]
1

¸

+
1
1
1
]
1

¸

+
1
1
1
]
1

¸

1
1
1
]
1

¸

·
1
1
1
]
1

¸

+
1
1
1
]
1

¸

+
1
1
1
]
1

¸

0
0
0
c
b
a
0
0
0
c
0
0
0
b
0
0
0
a
0
0
0
1
0
0
0
1
0
0
0
1
a

c. b. .
daí temos a = 0, b = 0 e c = 0
Verificamos assim que o sistema
0
3
ce
2
be
1
ae · + +
admite somente a
solução trivial a=b=c=0 , logo o conjunto
{ }
3
e ,
2
e ,
1
e A ·
é L.I.
3) No espaço vetorial
4
V ℜ ·
,
{ }
3
v ,
2
v ,
1
v A ·
sendo os vetores
( ) ( ) ( ) 2 , 4 , 0 , 0
3
v 1 , 3 , 5 , 0
2
v , 4 , 3 , 2 , 2
1
v − · − · · e
.
Queremos encontrar a solução do sistema
0
3
cv
2
bv
1
av · + +
( ) ( ) ( ) ( )
( ) ( ) ( ) ( )
0 0 . 2 0 0 . 4 c 2 b a 4
0 c 0 c . 4 0 . 3 0 . 3 0 c 4 b 3 a 3
0 b 0 b 5 0 b 5 0 . 2 0 b 5 a 2
0 a 0 a 2
0 , 0 , 0 , 0 c 2 , c 4 , 0 , 0 b , b 3 , b 5 , 0 a 4 , a 3 , a 2 , a 2
0 , 0 , 0 , 0 2 , 4 , 0 , 0 . c 1 , 3 , 5 , 0 . b 4 , 3 , 2 , 2 a
· − + · − +
· ⇒⇒ · + − ⇒ · + −
· ⇒ · ⇒ · + ⇒ · +
· ⇒⇒ ·
· − + − +
· − + − +
Vemos que o sistema
0
3
cv
2
bv
1
av · + +
admite apenas a solução trivial.
Logo A .e L.I.

110
99929388.doc
EXERCÍCIOS
E8. Verificar se são L.I ou L.D os seguintes conjuntos:
) 2 , 2 ( M
9
6
3 4
2 1
) a
12 -
3
, ⊂
¹
;
¹
¹
'
¹
1
]
1

¸


1
]
1

¸

− −
onde M(2,2) é o espaço vetorial
das matrizes 2x2
( ) ( ) { }
( ) ( ) ( ) { }
4
0 , 0 , 0 , 1 , 0 , 0 , 1 , 2 , 3 , 0 , 1 , 1 ) c
2
3 , 1 , 1 , 2 ) b
ℜ ⊂ − − −
ℜ ⊂ −

{ }
2
P
2
x 7 x 4 3 ,
2
x 3 x 2 ,
2
x x 2 1 ) d ⊂ + − + − − +
E9. Considere dois vetores ( a,b) e ( c,d) no plano. Se ad – bc ≠ 0, mostre
que eles são LI.
E10. Determine se os seguintes vetores em
3

são LD ou não.
a) ( 1,-2,1) ; ( 2,1,-1) ; ( 7, -4, 1 )
b) ( 1 ,-3 , 7 ) ; ( 2, 0 ,-6 ) ; ( 3, -1, -1) ; ( 2, 4, -5 )
c) ( 1,2,-3) ; ( 1, -3, 2) ; ( 2, -1 5 )
E11. Determine se u , v e w são linearmente dependentes, sendo:
1
]
1

¸



·
1
]
1

¸

·
1
]
1

¸

·
1
]
1

¸

·
1
]
1

¸

·
1
]
1

¸

·
0 4
5 1
w
2 2
1 3
v
1 3
2 1
u ) b
0 0
1 1
w
1 0
0 1
v
1 1
1 1
u ) a

, ,
Respostas:
E8. a) LD b) LI c) LI d) LD
E10 a) LD, b) LD, c) LI
E11 a) LI b) LD

111
99929388.doc
Enunciaremos agora um importante resultado que nos dará mais uma
característica importante de um conjunto LD.
TEOREMA: “Um conjunto
{ }
3
v ,
2
v ,
1
v A ·
é LD se, e somente se, pelo
menos um desses vetores é combinação linear dos outros.
Demonstração: Se A é LD, então por definição existem
n
a ,...,
2
a ,
1
a
não
todos nulos tais que
0
n
v
n
a ...
1
v
1
a · + +
.
Suponha que
i
a
seja diferente de zero; então isolando
i
v
i
a
temos:
i
a
n
v
2
a
...
i
a
2
v
2
a
i
a
1
v
1
a
i
v
n
v
n
a ...
2
v
2
a
1
v
1
a
i
v
i
a
− − −

·
− − − − ·
Assim,
i
v
é combinação linear de
n
v ,...,
2
v ,
1
v
.
Por outro lado, assumamos que em um conjunto
n
v ,...,
2
v ,
1
v
, um vetor
i
v

seja combinação linear dos demais, então:
n
v
n
a ...
2
v
2
a
1
v
1
a
i
v + + + ·
De onde temos:
0
n
v
n
a ...
2
v
2
a
1
v
1
a
i
v ) 1 ( · + + + + −
, logo o sistema
0
n
v
n
a ...
1
v
1
a · + +

admite uma solução não trivial, o que pela definição nos dá que
n
v ...
2
v ,
1
v
é
LD.

112
99929388.doc
12.5 BASE
12.5.1 DEFINIÇÃO
Um conjunto
{ }
3
v ,
2
v ,
1
v B ·
V ⊂ é base de um espaço vetorial V se:
i) B é LI
ii) B gera V ( ou seja , qualquer vetor de V pode ser escrito com C.L. de B)
Exemplos:
a) B={ ( 1,1) , ( -1, 0) } é base de
2

.
De fato:
i) B é LI, pois se a(1,1) +b(-1,0) = ( 0,0) então
(a - b) , a) = ( 0, 0)
a - b=0 ⇒b=0
a=0
ii) B gera
2

, pois seja ( x,y )


2

, queremos achar a e b , tais que
(x,y) = a (1,1)+b( -1, 0)
(x,y) = ( a – b, a)
x = a –b ⇒ x = y - b⇒ b= y – x
y = a
Assim, ( x, y ) = y ( 1,1) + ( y - x) (-1,0)
b) B = { ( 1,0) , ( 0,1) } é base de
2

De fato:
i) B é LI , pois a( 1,0) + b ( 0,1) = (0,0)
(a , b) = (0,0)
a=0
b = 0
ii) B gera
2

, pois seja ( x ,y)


2

,
(x ,y) = x ( 1,0) + y ( 0,1)
Obs: Tal base é denominada base canônica

113
99929388.doc
c)
¹
;
¹
¹
'
¹
1
]
1

¸

1
]
1

¸

1
]
1

¸

1
]
1

¸

1 0
0 0
,
0 1
0 0
,
0 0
1 0
,
0 0
0 1
é uma base canônica de M (2,2)
De fato:
i)
1
]
1

¸

·
1
]
1

¸

1
]
1

¸

·
1
]
1

¸

+
1
]
1

¸

+
1
]
1

¸

+
1
]
1

¸

0 0
0 0
d b
c a
0 0
0 0
1 0
0 0
d
0 1
0 0
c
0 0
1 0
b
0 0
0 1
a
daí: a= b= c = d= 0
Portanto B é LI
ii) B gera o espaço M (2,2) pois qualquer
) 2 , 2 ( M
d b
c a

1
]
1

¸

pode ser escrito
como
1
]
1

¸

+
1
]
1

¸

+
1
]
1

¸

+
1
]
1

¸

·
1
]
1

¸

1 0
0 0
d
0 1
0 0
c
0 0
1 0
b
0 0
0 1
a
d b
c a
12.6 DIMENSÃO DE UM ESPAÇO VETORIAL
Seja V um espaço vetorial:
Se V possui uma base com n vetores, então V tem dimensão n, e anota-se
dimV = n
Se V não possui base, dimV=0
Se v tem infinitos vetores, então a dimensão de v é infinita.
EXEMPLO
1) dim
2

=2, pois toda base de
2

tem dois vetores.
2) Dim
n

= n
3) Dim M (2,2) = 4 ( sendo M(2,2) matrizes 2x2)
4) Dim P
n
= n+1 P
n
= polinômios de grau n
Enunciaremos aqui sem demonstrar , um importante resultado que nos ajudará
em muitos exercícios.
Se dimV=n, qualquer subconjunto de V com n vetores LI é base de V.
Exemplo: A { ( 0,2) , ( 3,5) } é um subconjunto LI de
2

, logo A é uma base de
2

.

114
99929388.doc
12.7 COMPONENTES OU COORDENADAS DE UM VETOR
Seja
{ }
n
v ,...,
2
v ,
1
v B ·
uma base de V. Tomemos V v ∈ , sendo:
n
v
n
a ...
2
v
2
a
1
v
1
a v + + + ·
Os números a
1
, a
2
, ...,a
n
são chamados componentes ou coordenadas de v
em relação à base B e são representados por:
( )
n
a ,...,
2
a ,
1
a
B
V ·
ou com notação matricial:
1
1
1
1
1
1
1
1
]
1

¸

·
n
a
.
.
.
2
a
1
a
B
V
. Esta matriz é
chamada matriz coordenada de V em relação a B.
Exemplo
Dado v = { 8,6}
2
ℜ ∈
, encontre as coordenadas de v , nas bases:
a) A = { ( 1,0) , ( 0,1) }
b) B = { ( 2,0) , (1,3) }
c) C= { ( 1, -3 ) , (2, 4 ) }
a) v = 8(1,0) + 6 ( 0,1) logo v
A
= ( 8,6)
b) a(2,0) + b ( 1,3) = ( 8,6)
(2

a +b,3b)=(8,6)
¹
'
¹
· ⇒ ·
· +
2 b 6 b 3
8 b a 2
3 a 8 2 a 2 8 b a 2 · ⇒ · + ⇒ · +
Logo v
B
= ( 3,2)
c) a(1,-3) +b(2,4) = (8,6)
(a+2b, -3 a +4b)=(8,6)
¹
'
¹
· + −
· +

¹
'
¹
· + −
· +
6 b 4 a 3
24 b 6 a 3
: temos , 3 por 1 ndo multiplica
6 b 4 a 3
8 b 2 a
L
daí b = 3 e a=2
Logo v
c
= (2,3)

115
99929388.doc
EXERCÍCIOS
E12. Sejam os vetores v
1
=(1,2,3) , v
2
= ( 0,1,2) e v
3
= ( 0,0,1). Mostre que
{ }
3
v ,
2
v ,
1
v B ·
é uma base de
3

.
E13.
a) Mostre que v
1
=(1,2,3) , v
2
= ( 0,1,2) , v
3
=(0,0,1) é uma base de
3

b) Determinar o vetor coordenada e a matriz coordenada de v = ( 5,4,2) em
relação a B.
E14. Verifique quais dos seguintes conjuntos de vetores formam uma base do
2

:
a) { ( 1,2) , ( -1, 3 ) }
b) { ( 3, -6) , ( -4,8) }
c) {(0,0), ( 2,3) }
d) { ( 3,-1) , ( 2,3) }
E15. Quais dos seguintes conjuntos de vetores formam uma base de
3

?
a) (1,1,-1) , ( 2,-1,0) , ( 3,2,0)
b) (1,0,1) , ( 0,-1,2) , ( -2, 1, -4)
c) (2,1,-1) , ( -1, 0 ,1) , ( 0,0,1)
d) (1,2,3) , ( 4,1,2)
e) ( 0,-1,2) , ( 2,1,3) , ( -1,0,1) ( 4, -1, -2 )
E16. Quais dos seguintes vetores formam uma base de P
2
?
2
x x 2 1 ,
2
x x , x 1 ) e
2
x ,
2
x x ,
2
x x 1 ) d
2
x 1 , x 1 , 2 ) c
2
t , t , 1 ) b
1 t 3
2
t , 4 t
2
t 2 ) a
− + − +
+ + +
+ −
+ − − +





E17. Mostrar que o conjunto
¹
;
¹
¹
'
¹
1
]
1

¸



1
]
1

¸


− −
1
]
1

¸



1
]
1

¸

− 5 2
7 3
,
1 1
2 3
,
2 0
1 1
,
0 1
3 2

é
uma base de M (2,2).
E18. Determinar as coordenadas de v = ( 6,2) em relação as seguintes base:
( ) { } { }
)} 0 , 1 ),( 1 , 0 {( d) )} 1 , 0 ),( 0 , 1 {( c)
1 , 2 ),( 2 , 1 ( ) b ) 2 , 0 ,( 0 , 3 a)
· ·
· ·
δ µ
β α
E19. Seja
{ }
2
x , x 2 , 3 A − ·
uma base de P
2
. Determinar o vetor-
coordenada de
2
x 3 x 4 6 v + − ·
em relação a base A .

116
99929388.doc
E20. Determinar a dimensão e uma base para cada um dos seguintes espaços
vetoriais:
( ) { }
¹
;
¹
¹
'
¹
· + ·
1
]
1

¸

· ℜ ∈
c d e c a b ,
d c
b a
) b
x 3 y / z , y , x ) a
Respostas:
E14: a e d
E15. a , c
E16: b,c,d
E18
( ) ) 6 , 2 ( V 2 , 6 v
3
10
,
3
2
V ) 1 , 2 ( V ) a · ·
,
_

¸
¸ −
· ·
δ µ β α
d) c) b)
E19: V
A
= ( 2, -1, -3)
E20: a ) dim 2 , b) dim 2

117

.... v n é chamado de subespaço gerado por v 1 . o sistema deve ser possível..1) então V = [ v 1 ... v n .2 ) como C.1) ou seja v = xv 1 + yv 2 Exemplo 5 Os polinômios 1 . de 1 ..k. o vetor ( − 8 . v 2 .14 ..-3.doc 107 Exemplo 3 Determine o valor de k.2 ) e v = ( − 1 .. t 2 .-7) = a ( 1. Do qual resulta .0 ) + y ( 0 . t n geram o espaço vetorial de todos os polinômios de grau menor ou igual a n. t . o conjunto de todas as combinações lineares de v 1 .2 .... u v → → b) Para que valor de k.99929388. t .. v1 = ( 1 . ( verifique a resolução deste sistema no capítulo 2. t 2 .4. k = 13 . + a n t n . L. de e . Sejam os vetores u = ( 2 . de e . pois seja um polinômio qualquer Ou seja todo a0 + a 1 t + a 2 t 2 + . exemplo 7) Exemplo 4 Seja V = ℜ 2 .2) + b ( 2..L. + a n t n = a0 .. v n . v 2 .4 ) em ℜ 3 . → → → a) Escrever o vetor w = (7 . v 2 ] pois dado qualquer vetor v = ( x . Para simbolizá-lo usaremos a notação : W = [ v 1 .... para que o vetor u = ( -1.−11 .. v n ] EXERCÍCIOS → → E3...1 + a 1 t + a 2 t 2 + . k. v 2 .L. t n . polinômio pode ser escrito como uma C.-1) de onde temos o sistema: a + 2 b = − 1   − 3a + 4 b = k  2 a − b = −7  Para ser combinação linear.. PROPOSIÇÃO SUBESPAÇO GERADO Tomemos os vetores v 1 .. k ) é C.. v 2 . u v . y ) ∈ V temos v = x ( 1 . -7) seja combinação linear de v1 e v2 ( dado do exemplo 2) Devemos ter : u = av1 + bv2 ou ( -1..−3 .0 ) e v 2 = ( 0 .. t 3 . t 3 ..

L.L. c ∈ ℜ e p3 = 2t 2 − t .1 ) . dos vetores P2 = at 2 + bt + c / a . a) p=3p1+2p2+p3 b) impossível c) não é possível E5. a) w=3u-v b) k=12 c) 16a +10b-c=0 E4. u = ( − 1 .6 ) ∈ ℜ 4 v 1 = ( 3 .L. p2 = t + 2 a) Escrever o vetor p = 5 t 2 − 5 t + 7 como C.doc 108 E4.−4 . p2 e p3.0 ) .2 ) e v 3 = ( 1 .0 . v 3 E5. Sejam os vetores v 1 = ( − 1 .2 ) e v 3 = ( − 2 . de p1.−1 . v 2 = ( 1 .3 ) e w = ( 0 .0 ) .0 ) como C. Expressar cada um dos vetores u = ( − 8 . v2 e 2 1    v3 .−1 .2 .0 ) . E7.99929388.4 .L de v 1 . v 2 .L. c) É possível escrever p1 como C.−3 .L. b) Escrever o vetor p = 5 t 2 − 5 t + 7 como C.0 .V 2 =  0 1  1 1   0 − 1 1 8 e V3 =   escrever o vetor V = 0 5  como C. Consideremos no espaço p1 = t 2 − 2 t + 1 .2 .−1 . V = -v1 +3 v2 +2v3 .1) . V= 4v1+3v2-2v3 E6.0 .1 . dos vetores v1. { } os vetores Respostas: E3. Expressar o vetor como C.4 . b . v 2 = ( 0 . u=3v1 – v2 +2v3 v=v1 + v2 w= 0v1 + 0v2 +0v3 E7.1 . de p2 e p3 ? 1 0  − 1 2 Seja o espaço vetorial M=(2. de p1 e p2. E6.2) e os vetores V1 =   . v = ( 0 .

0 ) ( 2a .doc 109 12.−1 . o conjunto é dito Linearmente Independente ( L.−2b ) + ( 2c ..−3 .3a ) + ( − b . + a n v n = 0 (I). v 2 = ( − 1 . tal solução é dita trivial. Consideremos a equação a 1 v 1 + . onde 0 simboliza o vetor nulo.3 ) . = a n = 0 a igualdade (I) se verifica obviamente.1) = ( 0 .0 . v n } ⊂ V . v 2 .. b ..v 2 .D. se existirem escalares não todos nulos a 1 . pela definição A é L.3 ) + b( − 1 . b = 4 e c = -1 Como existem escalares .0 .−1 .4 VETORES LINEARMENTE INDEPENDENTES DEPENDENTES E LINEARMENTE DEFINIÇÃO: Seja V um espaço vetorial e A = { v 1 ..D.c não simultaneamente nulos...I ou L.v 3 } onde . Se a equação I não admitir somente a solução trivial .. 1) No espaço vetorial V = ℜ 3 tomemos v 1 = ( 2 . Caso contrário. c ) = ( 0 . Sabemos que se a 1 = a 2 = . D. Exemplos Verifique se os conjuntos abaixo são L. tais que av 1 + bv 2 + cv 3 = 0 ..99929388. isto é.0 )  2 a − b + 2c = 0   − a − 3c = 0  3a − 2 b + c = 0  Resolvendo o sistema temos: a = 3..−3c .−a . Resolução: Vamos determinar a solução do sistema av 1 + bv 2 + cv 3 = 0 a ( 2 .. o conjunto A é dito L...0 .0 . a n tais que a 1 v 1 + a 2 v 2 + .1) .−2 ) e v 3 = ( 2 . + a n v n = 0 .. a 2 . I ).−2 ) + c ( 2 .0 .−3 .. A = {v1 . a.

5 .5 b .( 0 .4 a ) + ( 0 . e 3 }  1 0  0  0  .1 ) e v 3 = ( 0 .I.0 + 5 b = 0 ⇒ 5 b = 0 ⇒ b = 0 3a − 3b + 4 c = 0 ⇒ 3.0 .0 − 3.3 . b ) + ( 0 .0 . e 2 .−3b .doc 110 2) No espaço vetorial das matrizes colunas 3x1 . 3) No espaço vetorial V = ℜ 4 . 0  0   1       Vamos determinar a solução do sistema ae 1 + be 2 + ce 3 = 0  1 0  0  0  0  + b.        0  0   1  0          a  0  0  0   0  +  b  + 0  = 0          0  0   c  0          onde  a  0   b  = 0       c  0      daí temos a = 0.5 .3a .4 . logo o conjunto A = { e 1 .−2c ) = ( 0 .2a . Queremos encontrar a solução do sistema av 1 + bv 2 + cv 3 = 0 a ( 2 .4 ) + b .4 c . e 2 .  1 + c.0 + 4.1) + c .4 ) . v 2 .−3 . b = 0 e c = 0 Verificamos assim que o sistema ae 1 + be 2 + ce 3 = 0 admite somente a solução trivial a=b=c=0 .−2 ) . Logo A .4 . A = { e 1 . v 3 } sendo v 1 = ( 2 .0 .2 .I.( 0 .0 .c = 0 ⇒⇒ c = 0 4 a + b − 2 c = 4.0 + 0 − 2.0 ) 2 a = 0 ⇒⇒ a = 0 2 a + 5 b = 0 ⇒ 2.0 . e 3 } é L. v 2 = ( 0 .2 . e =  1 e e = 0  e1 =   2   3  . 0  = 0  a.0 .0 . A = { v 1 .e L. os vetores .0 = 0 Vemos que o sistema av 1 + bv 2 + cv 3 = 0 admite apenas a solução trivial.−3 .99929388.3 .0 ) ( 2a .−2 ) = ( 0 .

0 .D os seguintes conjuntos:  1 2  6   3 a )  .-3) . ( 3. Considere dois vetores ( a. a) ( 1.-2. ( 2. 1 ) b) ( 1 . ( 1. ( 2. ( 7.I ou L. ( 2. b) LD. -4. Determine se os seguintes vetores em ℜ 3 são LD ou não.1) . ( 1 .12 − 9   − 4 − 3 das matrizes 2x2 b ){ ( 2 .−1 . v e w são linearmente dependentes.0 .2 ) onde M(2. -1) . E10 a) LD b) LI c) LI d) LD  3 − 1 v=  2 2   1 − 5 w=  − 4 0  a) LD. E10. 2) . 0 . -1. Determine se u .0 )} ⊂ ℜ 4 3 − 4 x + 7 x 2 ⊂ P2 { } E9.doc 111 EXERCÍCIOS E8. v = 0 1   1 1   0 0  1 2 b )u =    3 1 Respostas: E8.−1) . ( 1 . Se ad – bc ≠ 0. 7 ) .0 ) . mostre que eles são LI. -3. c) LI b) LD E11 a) LI .2. d ) 1 + 2x − x2 . -5 ) c) ( 1.b) e ( c.-1) .0 . Verificar se são L. ( 2. w=  . 4.3 )} ⊂ ℜ 2 c ){ ( − 1 . 2 − x + 3x2 .-3 .−1 .2) é o espaço vetorial .3 ) .1.     ⊂ M ( 2 .d) no plano.-6 ) . ( 2 .99929388. -1 5 ) E11.0 . sendo: 1 1 1 0  1 1 a )u =  .

+ a n v n = 0 admite uma solução não trivial. v n . Demonstração: Se A é LD.. v 2 ... v 2 . então isolando a i v i temos: a i v i = −a 1 v 1 − a 2 v 2 − .... um vetor v i seja combinação linear dos demais. Suponha que a i seja diferente de zero.. v 3 } é LD se..... − 2 n ai ai ai Assim. TEOREMA: “Um conjunto A = { v 1 . + a n v n = 0 ... + a n v n De onde temos: ( −1 )v i + a 1 v 1 + a 2 v 2 + . o que pela definição nos dá que v 1 ...99929388... v n .doc 112 Enunciaremos agora um importante resultado que nos dará mais uma característica importante de um conjunto LD. Por outro lado.v n é LD. a 2 . v i é combinação linear de v 1 .. então: vi = v i = a 1 v 1 + a 2 v 2 + . pelo menos um desses vetores é combinação linear dos outros. v 2 . ... a n não todos nulos tais que a 1 v 1 + . então por definição existem a 1 .... e somente se.. v 2 . logo o sistema a 1 v 1 + . assumamos que em um conjunto v 1 .. + a n v n = 0 .. − a n v n a v − a1v 1 a 2 v 2 − − .

0) (a .y) = a (1.b) . queremos achar a e b . pois a( 1. y ) = y ( 1.5 BASE 12.1) .1) = (0.0) então (a .y) = x ( 1.0) = ( 0.0) + y ( 0.1 DEFINIÇÃO Um conjunto B = { v 1 . De fato: i) B é LI. ( -1.1) Obs: Tal base é denominada base canônica .0) . ( x.y ) ∈ ℜ 2 .x) (-1.y) = ( a – b. qualquer vetor de V pode ser escrito com C.b⇒ b= y – x y=a Assim. ( 0. de B) Exemplos: a) B={ ( 1.5. tais que (x. 0) a . a) = ( 0.1)+b( -1. v 2 . (x .0) b) B = { ( 1.doc 113 12.b=0 ⇒b=0 a=0 ii) B gera ℜ 2 . pois seja ( x.1) + ( y . 0) } é base de ℜ 2 .y) ∈ ℜ 2 . pois se a(1.1) +b(-1. b) = (0.0) + b ( 0. pois seja ( x .99929388.0) a=0 b=0 ii) B gera ℜ 2 . a) x = a –b ⇒ x = y . v 3 } ⊂ V é base de um espaço vetorial V se: i) B é LI ii) B gera V ( ou seja .L.1) } é base de ℜ 2 De fato: i) B é LI . 0) (x.

qualquer subconjunto de V com n vetores LI é base de V. EXEMPLO 1) dim ℜ 2 =2. 0 0  0  De fato: i) 1 0  0 a  + b 0 0 0   1  0 0  0 0   .2) . ( 3.2) 0   1 0  0 1        1 0 0  0 0  0 0   + c  1 0  + d 0 1  = 0 0  0        a c  0 0   b d  = 0 0      daí: a= b= c = d= 0 Portanto B é LI a ii) B gera o espaço M (2. Exemplo: A { ( 0. 2) Dim ℜ n = n 3) Dim M (2. dimV=0 Se v tem infinitos vetores. e anota-se dimV = n Se V não possui base.doc 114   1 0  0 c)   .6 DIMENSÃO DE UM ESPAÇO VETORIAL Seja V um espaço vetorial: Se V possui uma base com n vetores. logo A é uma base de ℜ2 . . . Se dimV=n.2) pois qualquer  b a c  1 0  0 1  0 0  0 como   = a 0 0  + b 0 0  + c  1 0  + d 0 b d         c ∈ M ( 2 . então a dimensão de v é infinita.5) } é um subconjunto LI de ℜ 2 .2) matrizes 2x2) 4) Dim Pn = n+1 Pn = polinômios de grau n Enunciaremos aqui sem demonstrar .  é uma base canônica de M (2. então V tem dimensão n.2 ) pode ser escrito d  0 1  12.2) = 4 ( sendo M(2.99929388. um importante resultado que nos ajudará em muitos exercícios. pois toda base de ℜ 2 tem dois vetores.

0) . a n ) ou com notação matricial: V B =   .3)  3a + 6 b = 24 :  − 3a + 4 b = 6 daí b = 3 e a=2 .    a n    chamada matriz coordenada de V em relação a B.0) . 4 ) } a) v = 8(1. a2.99929388..1) logo vA = ( 8.2) c) a(1. + a n v n Os números a1.0) + 6 ( 0..6) b) a(2.6) (a+2b.. nas bases: a) A = { ( 1. Tomemos v ∈ V . v 2 .  V B = ( a 1 . (1.an são chamados componentes ou coordenadas de v em relação à base B e são representados por:  a1  a   2  . temos   − 3a + 4 b = 6 Logo vc = (2..6) a + 2 b = 8 ⇒ multiplica ndo L1 por 3 .3b)=(8.7 COMPONENTES OU COORDENADAS DE UM VETOR Seja B = { v 1 ...doc 115 12.. Exemplo Dado v = { 8. ( 0. Esta matriz é  . -3 ) .. sendo: v = a 1 v 1 + a 2 v 2 + ...3) = ( 8.6) 2a + b = 8   3b = 6 ⇒ b = 2 2a + b = 8 ⇒ 2a + 2 = 8 ⇒ a = 3 Logo vB = ( 3. v n } uma base de V.1) } b) B = { ( 2.0) + b ( 1..6} ∈ ℜ 2 .6) (2 a +b.-3) +b(2. a 2 ..4) = (8. . (2. encontre as coordenadas de v .3) } c) C= { ( 1.   .. -3 a +4b)=(8.

a) Mostre que v1=(1.2) .-1. { } .3) . Mostre que B = { v 1 .3) .-1) .2). ( -4. ( 2. t .( 2 .2) . 1 + x2 d )1 + x + x 2 .2. − x2 coordenada de v = 6 − 4 x + 3 x 2 em relação a base A .2) . E13.-1) .1) ( 4.2 ).1) .1.( 0 . ( 0.0). Quais dos seguintes vetores formam uma base de P2? a )2 t 2 + t − 4 .-1) .1.2) e) ( 0.1 )} d) δ = {( 0 . ( 4.2.0.2) e v3= ( 0.1.99929388. -6) .0. Verifique quais dos seguintes conjuntos de vetores formam uma base do ℜ2 : a) { ( 1. 1 + 2x − x2 c )2 .1.0 ) .3) .8) } c) {(0.1) é uma base de ℜ 3 b) Determinar o vetor coordenada e a matriz coordenada de v = ( 5. 0 . ( 2.1) d) (1. Mostrar que o conjunto   .2) .0 ). E19.0) .0. E18. t 2 − 3t + 1 b )1 .  .1. Sejam os vetores v1=(1.2. -4) c) (2. ( 2.1 ). ( 0. -1. ( -1.3) } d) { ( 3.   é   − 1 0  0 − 2   1 − 1   − 2 5   uma base de M (2.2) em relação a B.4. x + x2 . ( -1.( 0 .  2 3  1 − 1 − 3 − 2   3 − 7   E17.2 )} b ) β = { ( 1 . E14.1} c) µ = {( 1 .1).0) b) (1. v2= ( 0.doc 116 EXERCÍCIOS E12. v 3 } é uma base de ℜ 3 . ( 2. Seja A = 3. Quais dos seguintes conjuntos de vetores formam uma base de ℜ 3 ? a) (1. 1. x2 e )1 + x .2. ( -1. Determinar as coordenadas de v = ( 6.3) } E15. v3=(0. -2 ) E16.1) . v2= ( 0.2) em relação as seguintes base: a) α = { ( 3 . ( 3.-1.  .3) .0 )} uma base de P2. x − x2 . Determinar o vetor2x. v 2 . ( -2. t 2 1 − x.( 1 .1.0. 3 ) } b) { ( 3.-1.0.

c.1 ) E20: a ) dim 2 . -3) a )Vα = ( 2 .b = a + c e d = c  c d   Respostas: E14: a e d E15.2 ) d) Vδ = ( 2 . a .6 ) . c E16: b. Determinar a dimensão e uma base para cada um dos seguintes espaços vetoriais: a ){ ( x .   3 3  E19: VA = ( 2. -1.99929388.d E18  − 2 10  b)V β =  .doc 117 E20. z ) ∈ ℜ / y = 3 x}  a b   b )  . b) dim 2 c) v µ = ( 6 . y .