Faculdade Ingá

HELOISA HELENA VIEIRA OLYNTHO TOKUNAGA

PIESC I SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - SUS

MARINGÁ 2012

Como todos os movimentos e alterações ocorrendo na área da saúde é criado pela Constituição de 1988 o SUS. promovido pela OMS com o tema “Saúde para todos no ano de 2000”. alem da equidade e participação da comunidade. Mas todas essas medidas adotadas pelo pais estavam entrando em esgotamentos devido a corrupções ao pagamento de pensões e outros. pensões e assistências médicas dos trabalhadores. passou pelo Sanitarista Oswaldo Cruz com a campanha da vacina. Contudo em 1983 a sociedade civil reivindicou novas políticas sociais que assegurassem o direito a cidadania incluindo a saúde. até que em 1953 é criado o Ministério da Saúde. que unificadas deram origem as IAPs. Nesta Constituição foi incorporada propostas sanitaristas como a Seguridade Social que tinha como objetivo universalidade da cobertura de atendimento. Inicia-se assim a Política de Saúde no Brasil. Inicialmente tem-se as Santas Casas que atendiam quem não tinha recursos para pagar médicos particulares. posteriormente teve a criação das CAPs. porem as IAPs passam novamente por um processo de unificação ficando agora denominadas de INPS – que passa a gerir todas as aposentadorias. . Dessa maneira foram sendo criadas medidas de prevenção e reabilitação das doenças que prejudicavam o pais em suas transações comerciais.SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE –SUS 1 Breve histórico Começa-se pensar em saúde e em seus cuidados com a necessidade de promover uma diminuição do numero de doenças dos portos do pais. uniformidade e equivalência de benefícios e serviços. Porem em meados da década de 70 inicia-se o movimento sanitarista e iniciam-se as discussões sobre as APS no Congresso de Alma Ata . uma vez que estas interferiam diretamente nas relações comerciais e na economia do pais.

Também cuida dos recursos financeiros que receberá do governo que deverá ser alocado previamente. O gestor municipal quando quiser ampliar sua própria capacidade resolutiva. Nestes municípios há diferentes níveis de complexidade portanto.estas são duas: a gestão plena da atenção básica e a gestão plena do sistema municipal.1 As responsabilidades O SUS é. um município pode encaminhar indivíduos para outro município caso o atendimento que necessite não esteja disponível em seu município. psicológicos de laser entre outros. físicos. equidade e integralidade nos serviços e ações de saúde. avaliação e auditoria dos prestadores de serviços de saúde localizados em seu município. que estão insculpidas na NOB/96 e são as seguintes: a) Responsabilidades dos municípios .2 Sistema Único de Saúde – SUS 2. O SUS passou por normatizações importantes denominadas de Normatizações Operacionais Basicas – NOBs. sendo a de 1996 a que ate hoje vigora no pais. pode requerer ao gestor estadual que parte dos recursos alocados pelo município vizinho seja encaminhado a ele. regionalização e hierarquização da rede e participação social. assim o município acessa a responsabilidade e recebe recursos fundo a fundo e também se responsabiliza pela totalidade do serviço de saúde. Isto porque a saúde anteriormente era considerada o estado de não doença e agora sua conotação passa a ser a qualidade de vida do individuo em seus aspectos cognitivos. . portanto. mas este encaminhamento deve ser de comum acordo entre os gestores municipais. mas também apresenta normas operacionais que são: descentralização dos serviços. O funcionamento do SUS é de responsabilidade direta de seus gestores. Estes gestores são responsáveis pelo controle. é um sistema de saúde de abrangência nacional. a representação material de uma nova concepção da saúde do pais. O SUS apresenta princípios doutrinários que são: universalidade. que coexiste em subsistemas municipais e estaduais.

c) Responsabilidade da União – o gestor federal acumula pra si quatro papeis importantes que são: exercer a gestão do SUS. Este também traz que o indivíduo tenha assistência a saúde não só a imediata.3 – Principio da Equidade .2. promover condições e incentivar os gestores do sistema municipal a conformar o SUS – estadual. aos idosos. no âmbito nacional. desenvolver recursos humanos entre outros. Um desafio da implantação deste esta na necessidade de humanização dos serviços prestados e das ações realizadas pelo SUS. 2. .Este garante que o individuo ou um grupo deve receber atenção a saúde de forma a atender suas necessidades individuais. promover as condições e incentivar os municípios a darem atenção a saúde de seus munícipes. Assim tem-se como exemplo deste principio as ações aos jovens com a AIDS.b) Responsabilidade dos Estados – os Estados apresentam quatro funções que são: a gestão do SUS no âmbito estadual. 2. assim como este deve conceder ações que lhe garanta. bem como as existentes nas ações e serviços de saúde. mas áquelas de cunho preventivo. integração e a modernização dos sistemas municipais compondo o SUS-Estadual.2.1 – Princípio da Universalidade . mesmo que estes sejam a minoria dentro de uma população. assumir provisoriamente as gestão em saúde dos municípios que ainda não tomaram para si a responsabilidade de atenção a saúde e por fim o mais importante é a função de promover a harmonia.2 – Principio da Integralidade . devem ser alocadas em bancos de dados e assumirem características como: as informações devem ser informatizadas.Este diz respeito a necessidade de reduzir as disparidades regionais e sociais existentes no pais.2. apresentar um financiamento.Este principio ressalta que a saúde é direito de todos e deve ser assegurada pelo Pode Público. 2.2 Os princípios 2. Porem todas as ações dos gestores. integração e modernização dos sistemas estaduais para compor o SUS – Nacional e exercer as funções as normatizações e a coordenação de todas as esferas do SUS –Nacional. incentivar e promover a harmonização. as mulheres as crianças e também aos homens. sejam eles municipais ou estaduais.

2. contratados ou conveniados.5 – A participação e o controle populacional .6 – Descentralização na saúde estas podem ser feitas dês tres formas que são: as transferências de recursos . pelo Fundo Nacional de Saude aos municípios. por pagamento direto aos prestadores de serviços estatais ou privados. não há necessidade de montar hospitais ou locais com tais especializações. desde que apresentem as faturas dos serviços prestados.porem estes conselhos.a eficácia e a efetividade do SUS . principalmente os municipais devem ser trabalhado o aspecto de qualificação dos conselheiros de saúde para que exerçam suas atribuições de forma eficaz e efetiva. mesmo que os recursos para isto sejam escassos. de forma regular e automática. Para melhor prestar os atendimentos dos SUS deve-se considerar a união.4 – Principio da regionalização e hierarquização da rede. organização e a parceria entre os municípios e os estados. 2.Este esta diretamente relacionado as gestores. estados e Distrito Federal. pois estes devem garantir a eficiência .2. 2.2. das ações e dos serviços de saúde . basta parcerias com outros municípios que atendam tais procedimentos. estados e nacional.È obrigatório a participação da população no SUS . sendo que esta participação é feita pelos Conselhos de saúde existentes nos municípios. . E por fim o estabelecimento de convênios e instrumentos similares com órgãos interessados em financiamentos de projetos específicos na área de saúde. pois não são em todas as regiões que há a necessidade de cirurgias cardíacas ou estas são escassas então.2.

2000.3 Referencia BRASIL. SECRETARIA EXECUTIVA. Sistema Único de Saúde (SUS): princípios e conquistas. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Brasilia –DF. Ministério da Saúde. . Secretaira Executiva.