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CÓDIGO DE POSTURAS DE SAQUAREMA

LEI Nº 03 DE 14 DE JANEIRO DE 1977

CÓDIGO DE POSTURAS
Título I - Disposições Gerais Capítulo I - Disposições Preliminares - art. 1º ao 4º Capítulo II - Das Infrações e das Penas - art. 5º ao 15º Capítulo III - Auto de Infração - art. 16º ao 21º Capítulo IV - Do Infrator - art. 22º ao 23º Título II - Da Higiene Pública Capítulo I - Disposições Gerais - art. 24º ao 26º Capítulo II - Da Higiene das Vias Públicas - art. 27º ao 35º Capítulo III - Da Higiene das Habitações - art. 36º ao 43º Capítulo IV - Da Higiene da Alimentação - art. 44º ao 53º Capítulo V - Da Higiene dos Estabelecimentos - art. 54º ao 60º Título III - Da Polícia de Costumes, Segurança e Ordem Pública Capítulo I - Da Moralidade e do Sossego Público - art. 61º ao 68º Capítulo II - Dos Divertimentos Públicos - art. 69º ao 84º Capítulo III - Dos Locais de Culto - art. 85º ao 88º Capítulo IV - Do Trânsito Público - art. 89 ao 96 Capítulo V - Das Medidas Referentes aos Animais - art. 97º ao 109º Capítulo VI - Da Extinção de Insetos Nocivos - art. 110º ao 112º Capítulo VII - Do Empachamento das Vias Públicas - art. 113º ao 122º Capítulo VIII - Da fabricação, Comércio, Transporte e Emprego de Inflamáveis e Explosivos - art. 124º ao 126º Capítulo IX - Das Queimadas e dos Cortes de Árvores e Pastagens - art. 127º ao 134º Capítulo X - Da Exploração de Pedreiras, Cascalheiras, Olarias, Dépositos de Areia e Saibro - art. 135º ao 145º Capítulo XI - Dos Muros e Cercas - art. 146º ao 150º Capítulo XII - Dos Anúncios e Cartazes - art. 151º ao 159º Título IV - Do Licenciamento dos Estabelecimentos Industriais e Comerciais Capítulo I - Do Licenciamento dos Estabelecimentos Industriais e Comerciais. Seção I - Das Indústrias e do Comércio Legalizado - art. 160º ao 165º Seção II - Do Comércio Ambulante - art. 166º ao 169º Capítulo II - Do Horário de Funcionamento - art. 170º ao 172º Capítulo III - Seção Única - Disposição Final - art. 173

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Lei nº 03 de 14 de janeiro de 1977. Institui o Código de Posturas de Saquarema e de outras Providências. O Prefeito do Município de Saquarema, Estado do Rio de Janeiro, faz saber que a Câmara Municipal de Saquarema decretou e sanciona a seguinte Lei:

TÍTULO I
Disposições Gerais

CAPÍTULO I
Disposições Preliminares Art. 1º - Fica instituído o Código de Posturas do Município de Saquarema, Estado do Rio de Janeiro. Art 2º - Este Código tem como finalidade instituir as medidas de política administrativa, a cargo do Município, em matéria de higiene pública, de bem estar público, da localização e do funcionamento de estabelecimentos comerciais, industriais e prestadores de serviços, bem como as correspondentes relações jurídicas entre o Poder Público Municipal e o Município. Art. 3º - Ao Prefeito e aos servidores públicos municipais, em geral, compete fazer cumprir as prescrições deste Código. Art. 4º - Toda pessoa física ou jurídica, sujeita às prescrições deste Código, fica obrigada a facilitar, por todos os meios, a fiscalização municipal no desempenho de suas funções legais.

CAPÍTULO II
Das Infrações e das Penas Art. 5º - Constitui infração toda ação ou omissão contrária às disposições deste Código ou de Leis, Decretos, Resoluções ou Portarias em vigor no Município, no uso de seu poder de polícia. Art. 6º - Será considerado infrator todo aquele que cometer, mandar, constranger ou auxiliar alguém a praticar infração e, ainda os encarregados da execução das Leis que, tendo conhecimento da infração, deixarem de autuar o infrator.

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Aplicada a multa. não fica o infrator desobrigado cumprimento da exigência que lhe for determinada. 159 do Código Civil. mediante requerimento devidamente instruído e processado. ou do próprio detentor. 14º . as multas serão cominadas em dobro. o transporte e o depósito. sendo aplicada a importância apurada na indenização das multas e despesas de que trata o artigo anterior e entregue qualquer saldo ao proprietário. 12º .Reincidente é aquele que violar preceito deste Código por cuja infração já tiver sido autuado e punido. II . na forma do art. III . 9º .Art. Parágrafo único .Não são diretamente puníveis das penas definidas neste Código: 4 . além de impor a obrigação de fazer ou desfazer.As penalidade a que se refere este Código não isentam o infrator da obrigação de reparar o dano resultante da infração. será pecuniária e consistirá em multa. a coisa apreendida será vendida em hasta pública pela Prefeitura.A pena. quando a isto não se prestar a coisa ou quando a apreensão se realizar fora da cidade. observados os limites máximos estabelecidos neste Código.Nas reincidências. com relação às disposições deste Código.as circunstâncias atenuantes ou agravantes. Art. não poderão receber quaisquer quantias ou créditos que tiverem com a Prefeitura.a maior ou menor gravidade da infração. Parágrafo único . não paga no prazo regulamentar. Art. coleta ou tomada de preços.Nos casos de apreensão. observadas as formalidades legais. participar de concorrência. 11º .os antecedentes do infrator. 7º . celebrar contratos ou termos de qualquer natureza ou transacionar qualquer título com a Administração Municipal. Art. Art.A penalidade pecuniária será juridicamente executada se imposta de forma regular e pelos meios hábeis quando o infrator se recusar a satisfazê-la no prazo legal. médio ou máximo. 10º . 13º . 8º .Na imposição da multa para graduá-la ter-se-à em vista: I . Parágrafo 1º . poderá ser depositada em mão de terceiros. Art.No caso de não ser reclamado e retirado dentro de 60 (sessenta) dias.A multa.A devolução da coisa apreendida só far-se-à depois de pagas as multas que tiverem sido aplicadas e de indenizada a Prefeitura das despesas que tiverem sido feitas com a apreensão. a coisa apreendida será recolhida ao depósito da Prefeitura. se idôneo. que estiverem em débito de multa.As multas serão impostas em grau mínimo.Os infratores. Parágrafo único . será inscrita em dívida ativa. Art. Art. Parágrafo 2º . Parágrafo único .

CAPÍTULO III Art. idade.sobre aquele que der causa à contravenção forçada. são autoridades para lavrar o auto de infração: os fiscais ou outros funcionários para isso designados pelo Prefeito. Art. Art. 15 . será tal recusa averbada no mesmo pela autoridade que o lavrar. mês.Dará motivo à lavratura de auto de infração qualquer violação das normas deste Código que for levada ao conhecimento do Prefeito ou dos chefes de serviço. a pena recairá: I . 20 .os que forem coagidos a cometer a infração.o nome de quem o lavrou.É autoridade para confirmar os autos de infração e arbitrar multas o Prefeito ou seu substituto legal.sobre o curador ou pessoa sob cuja guarda estiver o louco.Os autos de infração obedecerão a modelos especiais e conterão obrigatoriamente: I . 18 . tutores ou pessoa sob cuja guarda estiver o menor.Sempre que a infração for praticada pôr qualquer dos agentes a que se refere o artigo anterior. 19 . Decretos e Regulamentos do Município. Art.o nome do infrator. sempre que couber a lavratura do auto de infração. sua profissão.Recusando-se o infrator a assinar o auto. ano. 109.o dia.Auto de infração é o instrumento pôr meio do qual a autoridade municipal apura a violação das disposições deste Código e de outras Leis. II .sobre os pais. pôr qualquer servidor municipal ou qualquer pessoa que a presenciar. se houver.Recebendo tal comunicação. Art. III . 17 .I .a disposição infringida. 16 . 21 .a assinatura de quem o lavrou. II . devendo a comunicação ser acompanhada de prova ou devidamente testemunhada Parágrafo único . a autoridade competente ordenará.os incapazes na forma da Lei. III . Art. IV . V . II . Art.Ressalva a hipótese do parágrafo único do art. estado civil e residência. hora e lugar em que foi lavrado. 5 . este quando em exercício. relatando-se com toda clareza o fato constante da infração e os pormenores da ação. do infrator e de duas testemunhas capazes.

um relatório circunstanciado.Compete à Prefeitura zelar pela higiene pública. 22 . das habitações particulares e coletivas. o qual será intimado a recolhê-la dentro do prazo de 5 (cinco) dias. cocheiras e pocilgas. apresentará o funcionário competente. da alimentação. devendo fazê-la em requerimento dirigido ao Prefeito. CAPÍTULO II Da Higiene das Vias Públicas Art. incluindo todos os estabelecimentos onde se fabriquem ou vendam bebidas e produtos alimentícios e dos estábulos. sugerindo medidas ou solicitando providências a bem da higiene pública. a saúde e o bem estar da população. TÍTULO II Da Higiene Pública CAPÍTULO I Disposições Gerais Art.CAPÍTULO IV Art. 27 . favoráveis ao seu desenvolvimento social e ao aumento da expectativa de vida. 6 . Art.Julgada improcedente. quando o mesmo for da alçada do governo municipal ou remeterá cópia do relatório às autoridades federais e estaduais competentes. 26 .O infrator terá prazo de 7 (sete) dias para apresentar defesa.Em toda inspeção em que for verificada irregularidade. 24 .A fiscalização sanitária abrangerá especialmente a higiene e limpeza das vias públicas. 25 . Art. 23 . praças e logradouros públicos será executado diretamente pela Prefeitura ou por concessão.O serviço de limpeza de ruas. Parágrafo único .A Prefeitura tomará as providências cabíveis ao caso. visando a melhoria do ambiente. Art. quando as providências necessárias forem da alçada das mesmas. ou não sendo a defesa apresentada no prazo previsto será imposta a multa ao infrator.

A lavagem ou varredura do passeio e sarjeta deverá ser efetuada em hora conveniente e de pouco trânsito.queimar. com lixo. Art. de indústrias que. sem as precauções devidas. pela natureza dos produtos. valas. 33 . 7 . Parágrafo 1º . VI . quaisquer materiais que possam comprometer o asseio das vias públicas. materiais velhos ou quaisquer detritos.É proibido fazer varredura do interior dos prédios. 28 . Art.É expressamente proibida a instalação. pelas matérias-primas utilizadas. 35 . pelos combustíveis empregados ou por qualquer outro motivo. Art. 168. varrer lixo ou detritos sólidos de qualquer natureza para os ralos dos logradouros públicos. fontes ou tanques situados nas vias públicas. por qualquer forma.conduzir para a cidade. lixo ou quaisquer corpos em quantidades capaz de molestar a vizinhança. vilas ou povoações do Município. parágrafo 1º.lavar roupa ou banhar-se em chafarizes. danificando ou obstruindo tais servidões. IV .Os moradores são responsáveis pela limpeza do passeio e sarjeta fronteiriças à sua residência. a instalação de estrumeiras ou depósitos em grande quantidades. fica terminantemente proibido: I . Art.Art. 34 . de estrume animal não beneficiado. senão à distância de 500 (quinhentos) metros das ruas e logradouros públicos. III . a limpeza das águas destinadas ao consumo público ou particular. doentes portadores de moléstias infecto-contagiosas. 29 . e bem como despejar ou atirar papéis anúncios. V . Art.Para preservar de maneira geral a higiene pública.A ninguém é lícito. 31 . dentro do perímetro da cidade e povoações. sob qualquer pretexto. Código Tributário. dos terrenos e dos veículos para a via pública. sob a alíquota de 10 (dez) a 50% (cinquenta por cento).aterrar vias públicas.conduzir. possam prejudicar a saúde pública. Art. 32 . Art.É proibido comprometer. reclames ou quaisquer detritos sobre o leito de logradouro públicos.Na infração de qualquer artigo deste capítulo. será imposta a multa de acordo com o art. salvo com as necessárias precauções de higiene e para fins de tratamento.É absolutamente proibido. sarjetas ou canais das vias públicas. II . impedir ou dificultar o livre escoamento das águas pelos canos. mesmo nos próprios quintais. Parágrafo 2º .Não é permitida. 30 .consentir o escoamento de águas servidas das residências para a rua. em qualquer caso.

vilas e povoados. banheiro e privadas em número proporcional ao de seus moradores. de 5 (cinco) em 5 (cinco) anos. apartamentos e prédios de habitação coletiva deverão ser dotados de instalação incineradora e coletora de lixo. prédios e terrenos. que possam expelir.Não serão permitidas nos prédios da cidade. Art. providos de abastecimento d’água. as palhas e outros resíduos de casas comerciais.Nenhum prédio situado em via pública. 40 . esta convenientemente disposta. Parágrafo único . de oficinas ou de materiais de construção. Art.O lixo das habitações será recolhido. Parágrafo único . terão altura suficiente para que a fumaça. 42 . Art. salvo exigências especiais das autoridades sanitárias. não incomodem os vizinhos. dentro dos limites da cidade.As chaminés de qualquer espécie de fogões de casas particulares.Não serão considerados como lixo resíduos de fábricas. pantanoso ou servindo de depósito de lixo. folhas e galhos dos jardins e quintais particulares. em vasilhas apropriadas providas de tampas. dotada de rede de água e esgoto. 36 . hotéis e de estabelecimentos comerciais e industriais.Não é permitido conservar água estagnada nos quintais ou pátios dos prédios situados na cidade.Não é permitida a existência de terrenos cobertos de mato. abertura ou manutenção de cisternas. 41 .As residências urbanas ou suburbanas deverão ser caiadas e pintadas. 37 . Art.Os proprietários ou inquilinos são obrigados a conservar em perfeito estado de asseio os seus quintais. no mínimo. 38 . Parágrafo 2º . os entulhos provenientes de demolições. para ser removido pelo serviço de limpeza pública. poderá ser habitado sem que disponha dessas utilidades e seja provido de instalações sanitárias. pensões.Os prédios de habitação coletiva terão abastecimento d’água. Parágrafo 1º .CAPÍTULO III Da Higiene das Habitações Art. Art. 8 . das vilas e dos povoados. perfeitamente vedada e dotada de dispositivos para limpeza e lavagem. as matérias excrementícias e restos de forragem das cocheiras e estábulos. Art. Parágrafo único .As casas. pátios. vilas e povoados.As providências para o escoamento das águas estagnadas em terreno particular compete ao respectivo proprietário. bem como terra. os quais serão removidos à custa dos respectivos inquilinos ou proprietários. de qualquer natureza. a fuligem ou outros resíduos. de restaurantes. 39 .

44 . Art.A inutilização dos gêneros não exime a fábrica ou estabelecimento comercial do pagamento de multas e das demais penalidades que possam sofrer em virtude da infração. rigorosamente. excetuados os medicamentos.Para os efeitos deste Código. parágrafo 1º do Código Tributário. que será feita diariamente.Não será permitida a produção. Art. o comércio e o consumo de gêneros alimentícios em geral.É proibido utilizar-se para outro qualquer fim os depósitos de hortaliças. determinará a cassação da licença para o funcionamento da fábrica ou casas comerciais. 45 .A reincidência na prática das infrações previstas neste artigo. em colaboração com as autoridades sanitárias do Estado. Art.as frutas expostas à venda serão colocadas sobre mesas ou estantes.as gaiolas para aves serão de fundo metálico para facilitar a sua limpeza. considera-se gêneros alimentícios. severa fiscalização sobre a produção. Parágrafo único . CAPÍTULO IV Da Higiene da Alimentação Art. Parágrafo 2º . destinadas a ser ingeridas pelo homem.Na infração de qualquer artigo deste capítulo será imposta a multa correspondente ao valor de 20 (vinte) a 60% (sessenta por cento) referente ao art. 43 . que devem ser consumidas sem cocção.Parágrafo único . deverão ser observados o seguinte: I . 168. 46 .A Prefeitura exercerá. a crédito da Prefeitura. no mínimo. Parágrafo único . exposição ou venda de gêneros alimentícios deteriorados. adulterados ou nocivos à saúde. legumes ou frutas. 9 .Em casos especiais. os quais serão apreendidos pelo funcionário encarregado da fiscalização e removidos para o local destinado à inutilização dos mesmos. as chaminés poderão ser substituídas por aparelhamento eficiente que produza idêntico efeito. todas as substâncias sólidas ou líquidas.o estabelecimento terá para depósito de verduras.Nas quitandas e casas congêneres. III . Parágrafo 1º . II . poeira e quaisquer contaminações. além das disposições gerais concernentes aos estabelecimentos de gêneros alimentícios. falsificados. de ombreiras das portas externas. limpas e afastadas 1 (um) metro. recipiente com dispositivos de superfície impermeável e à prova de moscas.

de modo que a mercadoria seja inteiramente resguardada da poeira e 10 .zelarem para que os gêneros expostos a venda não estejam deteriorados nem contaminados e se apresentem em perfeitas condições de higiene. II . cortadas ou em fatias. é proibido tocá-los com as mãos sob pena de multas.terem os produtos expostos à venda conservados em recipientes apropriados.terem carrinhos de acordo com os modelos oficiais da Prefeitura. de ingestão imediata.As salas de preparo dos produtos com as janelas e aberturas teladas e à prova de moscas. sendo a proibição extensiva à freguesia. Art. desde que não provenha de abastecimento com água potável. terá que ser isenta de qualquer contaminação. Art. Parágrafo 2º . II . Art. sob pena de multa e de apreensão das referidas mercadorias.manterem-se rigorosamente asseados.É proibido ter em depósito ou exposto à venda: I .aves doentes.O piso e as paredes das salas de elaboração dos produtos revestidos de ladrilhos até a altura de 2 (dois) metros.legumes.As fábricas de doces e de massas. devidamente vistoriados pela Prefeitura. Parágrafo 1º .Os vendedores ambulantes de gêneros alimentícios. Art. doces.O gelo. III . IV . deverão observar ainda os seguintes: I . Art. 49 .Ao vendedor ambulante de gêneros alimentícios. II . V . 52 . refrescos.Os vendedores ambulantes de alimentos preparados não poderão estacionar em locais em que seja fácil a contaminação dos produtos expostos à venda.frutas não sazonadas.usarem vestuário adequado e limpo. que serão inutilizadas. deverá ser fabricado com água potável isenta de qualquer contaminação. 48 . só será permitida em carros apropriados. caixas e outros receptáculos fechados. hortaliças.Os vendedores ambulantes não poderão vender frutas descascadas. de ingestão imediata. as refinarias. padarias.A venda ambulante de sorvetes. 51 . 47 . frutas ou ovos deteriorados. III .Toda a água que tenha de servir na manipulação ou no preparo de gêneros alimentícios. destinado ao uso alimentar.Art. confeitarias e os estabelecimentos congêneres deverão ter: I . além das prescrições deste Código que lhes são aplicáveis. Parágrafo 3º . 50 . para protegê-los de impurezas e de insetos. pães e outros gêneros alimentícios. guloseimas.

é obrigatório: I . as partes das vasilhas destinadas à venda de gêneros alimentícios de ingestão imediata. casas de saúde e maternidades.a existência de uma lavanderia com água quente e instalação completa de desinfecção. de preferência uniformizados. Art. blusas brancas apropriadas rigorosamente limpas. 54 . restaurantes. IV . sob qualquer hipótese. além das disposições gerais deste Código. confeitos e biscoitos.Nos salões de barbeiros e cabeleireiros. Art. Art.Na infração de qualquer artigo deste capítulo será imposta a multa correspondente ao valor de 10 (dez) a 50% (cinquenta por cento) do referente art. de modo a preservá-los de qualquer contaminação. 168. III . III . não sendo permitida.Os estabelecimentos a que se refere o artigo anterior. Art. 55 . a lavagem em baldes. Parágrafo 1º . bares.O acondicionamento de balas. 58 deste Código.É obrigatório que o vendedor ambulante justaponha. sob pena de multa e de apreensão das mercadorias. II . botequins e estabelecimentos congêneres deverão observar o seguinte: I . poderá ser feito em vasilhas abertas. de acordo com o art.a louça e os talheres deverão ser guardados em armários com portas e ventilados. tonéis ou vasilhames. durante o trabalho. é obrigatório o uso de toalhas e golas individuais. não podendo ficar expostas à poeira e à moscas. parágrafo 1º do Código Tributário.Os hotéis. 53 .a instalação de necrotérios. 11 .Os oficiais ou empregados usarão. convenientemente trajados. rigorosamente e sempre. cafés. 57 .a lavagem da louça e dos talheres deverá fazer-se em água corrente. Parágrafo 2º .Nos hospitais.a existência de depósito apropriado para roupa. 56 .a higienização da louça e dos talheres deverá ser com água fervente.os açucareiros serão de tipo que permitam a retirada do açúcar sem o levantamento da tampa. providos de envoltórios. são obrigados a manter seus empregados ou garçons limpos. II .os guardanapos e toalhas de uso individual.da ação do tempo ou de elementos molésticos de qualquer espécie. V . Parágrafo único . que lhes forem aplicáveis. CAPÍTULO V Da Higiene dos Estabelecimentos Art.

60 . 58 . TÍTULO III Da Polícia de Costumes.IV .a instalação de uma cozinha com. no mínimo. respectivamente. a exposição de gravuras. três peças destinadas. Art. 168. até a altura mínima de 2 (dois) metros. Todas as peças terão pisos e paredes revestidas de ladrilhos. Segurança e Ordem Pública CAPÍTULO I Da Moralidade e do Sossego Público Art. livros.É expressamente proibida às casas de comércio e aos ambulantes. ou nas povoações do município devem além da observância de outras disposições deste Código que lhes forem aplicáveis e obedecer ao seguinte: I .A instalação dos necrotérios e das capelas mortuárias será feita em prédio isolado. VI .possuir depósito para forragens isolados da parte destinada aos animais e devidamente vedado aos restos.conservar a distância mínima de 2 (dois) metros a construção e a divisa do lote. a qual deve ser diariamente removida para a zona rural.Na infração de qualquer artigo deste capítulo. revistas ou jornais pornográficos ou obscenos. a depósito de gêneros. distante no mínimo 2 (dois) metros das habitações vizinhas e situadas de maneira que seu interior não seja devassado ou descortinado. II .A reincidência na infração deste artigo determinará a cassação da licença de funcionamento. VII . V . ao preparo da comida. 61 .possuir muros divisórios com 2 (dois) metros de altura mínima. 59 . IV . separando-os dos terrenos limítrofes.possuir sarjetas de revestimento impermeável para as águas residuais e sarjetas de contorno para águas das chuvas.As cocheiras e estábulos existentes nas vilas.obedecer a um recuo de pelo menos 20 (vinte) metros de alinhamento do logradouro. parágrafo 1º do Código Tributário.possuir depósito para estrume à prova de insetos e com a capacidade para receber a produção de 24 (vinte e quatro) horas. Art. 12 . Parágrafo único . Art. III .manter completa separação entre os possíveis compartimentos para empregados e a parte destinada aos animais. à distribuição da comida à lavagem e esterilização de louças. será imposta a multa correspondente ao valor de 20 (vinte) a 60% (sessenta por cento) do referido art.

Art. a despeito da aplicação de dispositivos especiais. chispas e ruídos prejudiciais a rádio-recepção. Parágrafo único . por ocasião de incêndios ou inundações. salvo os toques de rebates. escolas. Art.os de buzinas. as correntes parasitas.os de motores de explosão desprovidos de silenciosos ou com estes em mau estado de funcionamento. 63 . II . IV . exceto nos locais designados pela Prefeitura. Art. III .Os proprietários do estabelecimento em que se vendem bebidas alcoólicas serão responsáveis pela manutenção da ordem dos mesmos. as oscilações de alta frequência. nas reincidências.a propaganda realizada com alto-falantes. Art. sem licença das autoridades. córregos ou lagos do Município.É expressamente proibido perturbar o sossego público com ruídos e sons excessivos.As instalações elétricas só poderão funcionar quando tiverem dispositivos capazes de eliminar ou pelo menos reduzir. 62 . sujeitarão os proprietários à multa. asilos e casas de residência. II . cinemas ou estabelecimentos e outros por mais de 30 (trinta) segundos após as 22 (vinte e duas) horas. Parágrafo único . tímpanos. bombas e demais fogos ruidosos. 67 . antes das 7 (sete) e depois das 20 (vinte) horas. conventos e capelas. deverão trajarse com roupas apropriadas.Não serão permitidos banhos nos rios. 66 . 13 . VI . 65 . ao mínimo. até as 7(sete) horas. Parágrafo único .os batuques. clarins.É proibido executar qualquer trabalho ou serviço. cornetas e outros. bumbos.As desordens. Art.Excetuam-se das proibições deste artigo: I . nas proximidades de hospitais. que produza ruído.os tímpanos. 64 . quando em serviço. congados e outros divertimentos congêneres. sem prévia autorização da Prefeitura. sinetas ou sirenes dos veículos de assistência. podendo ser cassada a licença para seu funcionamento. os sinos com alto-falantes não poderão tocar antes das 7 (sete) e depois das 22 (vinte e duas) horas.Os participantes de esportes e banhistas. campainhas ou quaisquer outros aparelhos. diretas ou induzidas. por ventura verificado nos referidos estabelecimentos. VII .os de morteiros. Art. não apresentarem diminuição sensível das perturbações. Corpo de Bombeiros e Polícia.os de apitos. como próprios para banhos ou esportes náuticos. tambores. Parágrafo único . silvos de sirene de fábrica.os produzidos por arma de fogo.As máquinas e aparelhos que. V .Nas igrejas.os apitos das rondas e guardas policiais. algazarra ou barulho. evitáveis como: I .

parágrafo 1º sem prejuízo da ação penal cabível no Código Tributário. VI .Deverão possuir material de pulverização de inseticidas. Art. legível à distância e luminosa. será instituído com a prova de terem sido satisfeitas as exigências regulamentares. 69 . III . IX .O requerimento de licença para funcionamento de qualquer casa de diversão. em caso de emergência. sem distinção de sexo.Em todas as casas de diversões públicas serão observadas as seguintes disposições. VIII .os bebedouros automáticos de água filtrada deverão estar em perfeito estado de funcionamento.durante os espetáculos deverão as portas conservar-se abertas vedadas apenas com reposteiros ou cortinas. móveis ou quaisquer objetos que possam dificultar a retirada rápida do público. 14 . 71 . 70 . VII .as portas e os corredores para o exterior serão amplos e conservar-seão sempre livres de grades. Art.os aparelhos destinados à renovação do ar deverão ser conservados e mantidos em perfeito funcionamento. quando se apagarem as luzes da sala. nem à partir das 18 (dezoito) horas.O mobiliário será mantido em perfeito estado de conservação. referentes à construção e higiene do edifício. sendo obrigatória a adoção de extintores de fogo. em locais visíveis e de fácil acesso. e procedida a vistoria policial. Parágrafo único .todas as precauções necessárias serão tomadas para evitar incêndio. além das estabelecidas pelo Código de Obras: I .É proibido aos espectadores. nos dias úteis. 68 . X .as instalações sanitárias serão independentes para homens e mulheres. 168 .as salas de entrada como as de espetáculo serão mantidas higienicamente limpas. IV . são os que se realizarem nas vias públicas ou em recintos fechados de livre acesso ao público. para efeitos deste Código.não poderão funcionar aos domingos e feriados.Divertimentos públicos. será imposta a multa correspondente ao valor de 40 (quarenta) a 100% (cem por cento) do valor referente ao art. de forma suave.todas as portas de saída serão encimadas com a inscrição “saída”. V . assistir aos espetáculos de chapéu à cabeça ou fumar no local das funções. Art. Parágrafo único .Nenhum divertimento público poderá ser realizado sem licença da Prefeitura.Na infração de qualquer artigo deste capítulo. II . CAPÍTULO II Dos Divertimentos Públicos Art.

ainda.Em caso de modificação do programa ou do horário. circos ou salas de espetáculos serão reservados quatro lugares.só poderão funcionar em pavimentos térreos. Art. III . Parágrafo 1º .A armação de circos de lona ou de parques de diversões só poderá ser permitida em certos locais. 15 . circo ou sala de espetáculos. devem. 78 .A autorização de funcionamento dos estabelecimentos de que trata este artigo.As disposições deste artigo aplicar-se-ão inclusive a competições esportivas. cinema. 73 . entre a saída e a entrada dos espectadores. quando possível. fácil e direta comunicação com as vias públicas. 76 .os aparelhos de projeção ficarão em cabines de fácil saída.Em todos os teatros. não havendo.Para funcionamento de cinemas serão ainda observadas as seguintes disposições: I . II . Art. de maneira que assegure saída ou entrada franca sem dependência da parte destinada à permanência do público. mais que as indispensáveis comunicações de serviço. 75 . para as quais se exija o pagamento de entradas. hermeticamente fechado. decorrer lapso de tempo suficiente para o efeito de renovação do ar. a juízo da Prefeitura. Art. Art. não poderá existir maior número de películas do que as necessárias para as sessões de cada dia e.Para funcionamento de teatros. o empresário devolverá aos espectadores o valor integral da entrada. que não tiverem exaustores suficientes.a parte destinada ao público será inteiramente separada da parte destinada aos artistas.Não serão fornecidas licenças para a realização de jogos ou diversões ruidosas. Art. Art. não podendo os espetáculos iniciar-se em hora diversa da marcada. 72 . em locais compreendidos em área formada por um raio de 50 (cinquenta) metros de hospitais. entre as duas. casas de saúde ou maternidades. 79 . deverão ser observadas as seguintes: I . incombustível. II .no interior das cabines. devem elas estar depositadas em recipiente especial. construídas de materiais incombustíveis. não poderá ser concedida por prazo superior a 1 (um) ano.Os bilhetes de entrada não poderão ser vendidos por preço superior ao anunciado e em número excedente da lotação do teatro. encarregados da fiscalização. Art. Parágrafo 1º .Art. 74 .a parte destinada aos artistas deverá ter.Nas casas de espetáculo de sessões consecutivas. que não seja aberto por mais tempo que o indispensável ao serviço.Os programas anunciados serão executados integralmente. Parágrafo 2º . destinados às autoridades policiais e municipais. 77 . além das demais disposições aplicáveis deste Código.

168. ou as realizadas em residências particulares. ou atrair água ou outra substância que possa molestar os transeuntes.Fora do período destinado aos festejos carnavalescos. em caso contrário. no sentido de assegurar a ordem e a moralidade dos divertimentos e o sossego da vizinhança.É expressamente proibido. como garantia de despesa com a eventual limpeza e recomposição do logradouro. 81 . Parágrafo 4º . Parágrafo único . bailes ou festas de caráter público dependem.Na localização de “dancings”. poderá a Prefeitura exigir. as despesas feitas com tal serviço. Parágrafo único . Art.O depósito será restituído integralmente se não houver necessidade de limpeza especial ou reparos e. salvo com licença especial das autoridades.Na infração de qualquer artigo deste capítulo. 168. Art. pelas autoridades da Prefeitura. em todas as suas instalações. de prévia licença de Prefeitura. em sua sede. Art.Parágrafo 2º . um depósito até o máximo de 3 (três) valores referentes ao art. só poderão ser franqueados ao público depois de vistoriados. 84 . 83 . embora autorizados. ou neles colocar cartazes.As igrejas. poderá a Prefeitura estabelecer as restrições. ou estabelecimentos de diversão noturna. de qualquer natureza. poderá a Prefeitura não renovar a autorização de um circo ou parque de diversões. durante os festejos carnavalescos. 80 . por isso. se o julgar conveniente. para realizar-se. 82 . a Prefeitura terá sempre em vista o sossego da população. ou obrigá-los a novas restrições ao concederlhes a renovação pedida. serão deduzidas do mesmo. Art.Os circos e parques de diversões. será imposta a multa correspondente ao valor de 10 (dez) a 40% (quarenta por cento) do valor referente ao art.Os espetáculos. 85 . CAPÍTULO III Dos Locais de Culto Art. Parágrafo único . parágrafo 1º do Código Tributário.A seu juízo. que julgar convenientes. Parágrafo 3º . 16 . devem ser respeitados sendo proibido pichar suas paredes e muros. Art. a ninguém é permitido apresentar-se mascarado ou fantasiado nas vias públicas.Para permitir armação de circos ou barracas em logradouros públicos.Excetuam-se das disposições deste artigo as reuniões.Ao conceder a autorização. os templos e as casas de culto são locais tidos e havidos por sagrados e. parágrafo 1º do Código Tributário. apresentarse com fantasias indecorosas. sem convites ou entradas pagas levadas a efeito por clubes ou entidades de classe.

II . 17 .Art. deverá ser colocada sinalização vermelha. o livre trânsito de pedestres ou veículos nas ruas.conduzir carros de bois. Parágrafo 1º . Art. para advertência de perigo ou impedimento de trânsito. CAPÍTULO IV DO Trânsito Público Art.Compreende-se na proibição do artigo anterior o depósito de quaisquer materiais. 90 . Art.As igrejas. 91 . nas vias públicas em geral. exceto para efeito de obras públicas ou quando exigências policiais o determinarem.conduzir animais ou veículos em disparada. do que a lotação comportada por suas instalações. vilas e povoados: I . é livre e sua regulamentação tem por objetivo manter a ordem. será tolerada a descarga e permanência na via pública. Art.Nos casos previstos no parágrafo anterior. dos prejuízos causados ao livre trânsito. os locais franqueados ao público deverão ser conservados limpos. passeios. iluminados e arejados. III . a qualquer de seus ofícios. Art. 86 . 92 . Art.É proibido embaraçar ou impedir. 89 . à distância conveniente. a segurança e o bem-estar dos transeuntes e da população em geral. de acordo com as leis vigentes. estradas e caminhos públicos. praças. Parágrafo 2º .conduzir animais bravios sem a necessária precaução. nos templos e nas casas de cultos.Na infração de qualquer artigo deste capítulo será imposta a multa correspondente ao valor de 10 (dez) a 30% (trinta por cento) do valor referente ao art. templos e casas de cultos não poderão conter maior número de assistentes.O trânsito. estradas ou caminhos públicos. por qualquer meio. 93 . Art.Tratando-se de materiais cuja descarga não possa ser feita diretamente no interior dos prédios. os responsáveis pelos materiais depositados na via pública deverão advertir os veículos. que possam incomodar os transeuntes.sempre que houver necessidade de interromper o trânsito. inclusive de construção. claramente visível de dia e luminosa ó noite. Parágrafo único . 168. parágrafo 1º do Código Tributário. com o mínimo prejuízo no trânsito. 87 . IV .atirar à via pública ou logradouros públicos corpos ou detritos. por tempo não superior a 3 (três) horas. 88 .É expressamente proibido danificar ou retirar sinais colocados nas vias.É expressamente proibido nas ruas da cidade.Nas igrejas.

Parágrafo único . Parágrafo único . Art.Art. dentro do prazo máximo de 7 (sete) dias. Art. deverá a Prefeitura efetuar a sua venda em hasta pública. fica marcado o prazo de 90 (noventa) dias. precedida da necessária publicação.conduzir ou conservar animais sobre passeios ou jardins.É proibida a permanência de animais nas vias públicas. Parágrafo único . Art. quando não prevista no Código Nacional de Trânsito. 100 .conduzir. III . pelos passeios. será imposta a multa correspondente ao valor de 20 (vinte) a 100% (cem por cento) do valor referente ao art. volumes de grande porte. parágrafo 1º do Código Tributário.Na infração de qualquer artigo deste capítulo. deste artigo. 99 . para remoção dos animais. a contar da data da publicação deste Código. 97 .Os animais encontrados nas ruas. 168. II .Assiste à Prefeitura o direito de impedir o trânsito de qualquer veículo ou meio de transporte que possa ocasionar danos à via pública. pelos passeios. CAPÍTULO V Das Medidas Referentes aos Animais Art. IV . estradas ou caminhos públicos. 98 . 18 . 94 . Art. veículos de qualquer espécie. no perímetro urbano da sede municipal.conduzir.O animal recolhido em virtude do citado neste capítulo será retirado.É proibida a criação ou engorda de porcos. Art. V .É proibido embaraçar o trânsito ou molestar os pedestres por tais meios como: I . 101 . 95 . em ruas de pequeno movimento.amarrar animais em postes.É igualmente proibida a criação no perímetro urbano da sede municipal de qualquer outra espécie de gado. Art. mediante pagamento da multa e da taxa de manutenção respectiva. árvores.Excetuam-se ao disposto no ítem II.patinar. praças.Aos proprietários de cevas atualmente existentes na sede municipal.Não sendo retirado o animal dentro do prazo. 96 . serão recolhidos ao depósito da Municipalidade. grades ou portas. triciclos e bicicletas de uso infantil. a não ser nos logradouros a isso destinados. carrinhos de crianças ou de paralíticos e.

dentro de 10 (dez) dias. serão apreendidos e recolhidos ao depósito da Prefeitura. devendo retirá-los em idêntico prazo. nos veículos de tração animal. para garantir a segurança dos espectadores. Art 105 .Parágrafo único . ambulantes e visitantes em trânsito pelo Município. será o mesmo sacrificado. excetuando em logradouros para isso designados. na Prefeitura. Parágrafo 3º . Art. é permitida a manutenção de estábulos e cocheiras.Aos proprietários dos cães. se não for retirado por seu dono. Art. Parágrafo 1º . mediante o pagamento da multa e das taxas respectivas. desde que nele não permaneçam por mais de uma semana.Não será permitida a passagem e o estacionamento de tropas ou rebanhos na cidade.Aos proprietários de cães registrados.Os cães. 107 . agir de conformidade com o que estipula o parágrafo único do art.Ficam proibidos os espetáculos de feras e as exibições de cobras e quaisquer animais presos sem as necessárias precauções. 104 . a seu critério.Quando se tratar de animal de raça. 90 deste Código.criar abelhas nos locais de maior concentração urbana. 103 . que forem encontrados nas vias públicas da cidade e vilas. Art. é obrigatória a apresentação de comprovante de vacinação anti-rábica. 106 . mediante licença fiscalização da Prefeitura. 59 deste Código. vaqueiros.transportar.É expressamente proibido: I . a que se refere o art.O cão registrado poderá andar em via pública. 102 . respondendo este pelas perdas e danos que o animal causar a terceiros. 19 . Art. Parágrafo 3º .São isentos de matrícula os cães pertencentes a boiadeiros. 108 .Haverá.criar galinhas nos porões e no interior das habitações . Parágrafo 2º . sem o que serão os animais igualmente sacrificados. o registro de cães. Art. cargas ou passageiros de peso superior as suas forças. III . que poderá ser feita às expensas da Prefeitura.criar pombos nos forros das casas e prédios de residências.É expressamente proibido a qualquer pessoa maltratar os animais ou praticar crueldade contra os mesmos. II . Parágrafo 1º .Tratando-se de cão não registrado. que será feito anualmente mediante o pagamento da taxa respectiva. poderá a Prefeitura. Parágrafo 2º . desde que em companhia de seu dono.Observadas as exigências sanitárias.Os proprietários dos cães registrados serão notificados. tais como: I . Art. a Prefeitura fornecerá uma placa de identificação a ser colocada na coleira do animal.

ferir ou magoar o animal. 20 .castigar com rancor e excesso qualquer animal.transportar animais amarrados à traseira de veículo ou atados um ao outro pela cauda.II .abandonar.o levantar à custa de castigos e sofrimentos. cultivado ou não. 110 . Parágrafo único .praticar todo e qualquer ato.Verificada. parágrafo 1º do Código Tributário. devendo o auto respectivo. VII .Qualquer pessoa do povo poderá autuar os infratores. a existência de formigueiro. será feita a intimação do proprietário do terreno onde o mesmo estiver localizado marcando-se o prazo de 20 (vinte) dias. aleijados. IX . 111 . que será assinado por duas testemunhas. X . extenuados. extenuados. pelos fiscais da Prefeitura. XIII . 168. CAPÍTULO VI Da Extinção de Insetos Nocivos Art.Na infração de qualquer artigo deste capítulo. III .amontoar animais em depósitos insuficientes ou sem água. VI . será imposta a multa correspondente ao valor de 50 (cinquenta) a 200% (duzentos por cento) do valor referente ao art.carregar animais com peso superior a 150 (cento e cinquenta) quilos.usar de instrumento diferente do chicote leve. contusões ou chagas do animal. fazendo. suspensos pelos pés ou asas ou em qualquer posição anormal. 109 . enfraquecidos ou feridos. que acarretar violência e sofrimento para o animal.montar animais que já tenham a carga permitida. com ou sem veículo. XI .empregar arreios sobre partes feridas. que lhes possa ocasionar sofrimento. é obrigado a extinguir os formigueiros existentes dentro da sua propriedade. Art. ser enviado à Prefeitura para os fins de direito. para estímulo e correção de animais. animais doentes.fazer trabalhar animais doentes. ar.conduzir animais com a cabeça para baixo. V . IV . em qualquer ponto. Art. enfraquecidos ou extremamente moles. feridos. XV .martirizar animais para deles alcançar esforços excessivos. sem água e alimento apropriado.obrigar qualquer animal a trabalhar mais de 8 (oito) horas contínuas sem descanso e mais de 6 (seis) horas. XIV .Todo proprietário de terreno. XII . VIII .empregar arreios que possam constranger. XVI . mesmo não especificado neste Código. dentro dos limites do Município.castigar de qualquer modo o animal caído. luz e alimentos. para se preceder o seu extermínio.

correndo por conta dos responsáveis pelas festividades os estragos por acaso verificados. no máximo. até o máximo de 2 (dois) metros. III . 21 . desde que sejam observadas as condições seguintes: I . inclusive demolição quando feita no alinhamento das vias públicas. que deverá ocupar uma faixa de largara. CAPÍTULO VII Do Empachamento das Vias Públicas Art. Parágrafo 2º .Quando os tapumes forem construídos nas esquinas. pelo trabalho de administração. não for extinto o formigueiro. Art.serem aprovados pela Prefeitura.construção ou reparos de muros ou grades de altura não superior a 2 (dois) metros. II . no prazo fixado.Os andaimes deverão satisfazer as seguintes condições: I . quando ocorrer a paralisação da obra por mais de 60 (sessenta) dias. 114 . cívicas ou de caráter popular. III .não causarem danos às árvores. de redes telefônicas e de distribuição de energia elétrica. acrescido de 20% (vinte por cento). cobrando do proprietário as despesas que efetuar. quanto à sua localização. aparelhos de iluminação. Parágrafo único .Poderão se armados coretos ou palanques provisórios nos logradouros públicos. parágrafo 1º do Código Tributário. festividades religiosas. IV .serem removidos no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas.não perturbarem o trânsito público.Nenhuma obra.apresentarem perfeitas condições de segurança. Parágrafo 1º .pinturas ou pequenos reparos. a contar do encerramento dos festejos.Art. II . 168.O andaime deverá ser retirado. 113 . Art. além da multa correspondente ao valor de 30 (trinta) a 100% (cem por cento) do valor referente ao art.Se. 112 .não prejudicarem o calçamento nem o escoamento das águas pluviais.Dispensa-se o tapume quando se tratar de: I . a Prefeitura incumbirse-à de fazê-lo. igual à metade do passeio. as placas de nomenclatura dos logradouros serão neles afixadas de forma bem visível. II . poderá dispensar o tapume provisório. 115 .terem a largura do passeio. para comícios políticos.

CAPÍTULO VIII Da Fabricação. 116 .As bancas para venda de jornais e revistas poderão ser permitidas. 120 . Art. que indicará as posições convenientes e as condições da respectiva instalação. com mesas e cadeiras. a Prefeitura promoverá a remoção. os bancos ou abrigos de logradouros públicos somente poderão ser instalados mediante licença prévia da Prefeitura.É proibido podar. derrubar ou sacrificar as árvores da arborização pública.terem sua localização aprovada pela Prefeitura.apresentarem bom aspecto quanto à sua construção.Uma vez findo o prazo estabelecido no ítem IV. dando ao material removido o destino que entender. é facultado aos interessados promover e custear a respectiva arborização. as seguintes condições: I . sem consentimento expresso da Prefeitura.Os estabelecimentos comerciais podem ocupar.serem de fácil remoção. Art. Parágrafo único . caixas de papéis usados. Art.Nenhum material poderá permanecer nos logradouros públicos. 91 deste Código. Art. 123 . exceto nos caso previstos no parágrafo primeiro do art. 121 .As colunas ou suportes de anúncios. III . 117 . Art.O ajardinamento e a arborização das praças e vias públicas serão atribuições exclusivas da Prefeitura. Art. Art. II .Os postes telegráficos. de forças. 118 . de iluminação. os avisadores de incêndio e de perigo e as balanças para pesagem de veículos só poderão ser colocados nos logradouros públicos mediante autorização da Prefeitura. parte do passeio correspondente à testada do edifício. Art.Nos logradouros abertos por particulares. Comércio e Emprego de Inflamáveis e Explosivos 22 . 122 . 119 . não será permitida a colocação de cartazes e anúncios nem fixação de cabos ou fios.Nas árvores dos logradouros públicos. nos logradouros públicos. desde que satisfaça. sem a autorização da Prefeitura. com licença da Prefeitura.Parágrafo único . cortar. desde que fique livre para o trânsito público uma faixa do passeio de largura mínima de 2 (dois) metros.não pertubarem o trânsito público. IV . as caixas postais.

soltar balões em toda a extensão do Município. IV .A Prefeitura poderá negar a licença se reconhecer que a instalação do depósito ou da bomba irá prejudicar. 7 (sete) metros de largura. 128 . no Código Tributário. III . 127 . palhadas ou matos que limitem com terras de outrem.Art. 129 . nas queimadas. sem prévia autorização da Prefeitura. parágrafo 1º além da responsabilização civil ou criminal do infrator. bombas de gasolina e depósitos de outros inflamáveis fica sujeita à licença especial da Prefeitura.A proibição de que tratam os ítens I. armas de fogo.preparar aceiros de. que poderá inclusive estabelecer.Para evitar a propagação de incêndios observar-se-ão. as medidas preventivas necessárias. buscapés. sem a colocação de sinal visível para advertência aos passantes ou transeuntes.utilizar.A Prefeitura colaborará com o Estado e a União para evitar a devastação das florestas e para estimular a plantação de árvores Art. sem justo motivo. no mínimo. Art. II e III poderá ser suspensa. as exigências que julgar necessárias ao interesse da segurança. CAPÍTULO IX Das Queimadas e dos Cortes de Árvores e Pastagens Art. Parágrafo 1º .fazer fogos ou armadilhas com armas de fogo. II . dentro do perímetro urbano do município.A Prefeitura poderá estabelecer para cada caso.queima de fogos de artifício. 168. a Segurança Pública. Art. Parágrafo 1º . Art.fazer fogueiras. sem tomar as seguintes precauções: I . se for o caso. de algum modo. nos logradouros públicos. bombas.Os casos previstos no parágrafo 1º serão regulamentados pela Prefeitura.Na infração de qualquer artigo deste capítulo.A ninguém é permitido atear fogo em roçadas. mediante licença da Prefeitura. Parágrafo 2º . 125 . será imposta a multa correspondente ao valor de 50 (cinquenta) a 200% (duzentos por cento) do valor referente ao art. Parágrafo 2º . 23 . em dias de regozijo público ou festividades religiosas de caráter tradicional. para cada caso. morteiros e outros fogos perigosos nos logradouros públicos ou em janelas e portas. 124 .É expressamente proibido: I . V . que deitarem para os mesmos logradouros. as exigências que julgar necessárias ao interesse da Segurança Pública. 126 .A instalação de postos de abastecimento de veículos.

24 . se este não for proprietário.A Prefeitura só concederá licença quando o terreno se destinar à construção ou plantio do proprietário.O requerimento de licença deverá ser instruído com os seguintes documentos a) prova de propriedade do terreno. 133 . Art. Parágrafo 2º . c) localização precisa da entrada do terreno. olarias.Na infração de qualquer artigo deste Capítulo. passada pelo proprietário em cartório. que a concederá observando os preceitos deste Código. b) nome e residência do explorador. 132 . Cascalheiras. Art. Art. jardins e parques públicos. CAPÍTULO X Da Exploração de Pedreiras. 136 . Parágrafo 1º . depósitos de areia e de saibro depende de licença da Prefeitura.Fica proibida a formação de pastagens na zona urbana do Município.A licença será negada se a mata for considerada de utilidade pública. 131 . cascalheiras. Olarias Depósitos de Areia e Saibro Art. Parágrafo 2º .Do requerimento deverão constar as seguintes indicações: a) nome e residência do proprietário do terreno. será imposta a multa correspondente ao valor de 10 (dez) a 50% (cinquenta por cento) do valor atribuído pelo art. Parágrafo 1º . b) autorização para exploração. d) declaração do processo de exploração e de qualidade do explosivo a ser empregado ser for o caso. 135 . marcando dia. Art.A exploração de pedreiras. hora e lugar para lançamento do fogo.É expressamente proibido o corte ou a danificação de árvores ou arbustos nos logradouros.A derrubada de mata dependerá de licença da Prefeitura.mandar aviso aos confinantes. 130 . Art 134 . Art.A ninguém é permitido atear fogo em matas.II .A licença será processada mediante apresentação de requerimento assinado pelo proprietário do solo ou pelo explorador e instruído de acordo com este artigo. parágrafo 1º do Código Tributário.Salvo acordo entre os interessados. Parágrafo único . com antecedência mínima de 12 (doze) horas. é proibido queimar campos de criação em comum. terra. 168. no caso de não ser ele o explorador. lavouras ou campos alheios.

a critério da Prefeitura. de uma bandeira à altura conveniente para ser vista à distância. Art. 142 . Art. Parágrafo 3º . ou evitar a obstrução das galerias de águas. 137 . II .Ao conceder as licenças.toque por 3 (três) vezes com intervalos de 2 (dois) minutos. o explorador será obrigado a fazer o devido escoamento ou a aterrar as cavidades.a jusante do local em que recebem contribuições de esgotos.c) planta da situação. 138 .quando possibilitem a formação de lodaçais que causarem. III . em torno da área a ser explorada. 143 . contendo a delimitação exata da área a ser explorada com localização das respectivas instalações e indicando as construções.Quando as escavações facilitarem a formação de depósito de águas. de uma sineta e o aviso em brado prolongado. IV . os mananciais e cursos d’água situados em toda faixa de largura de 100 (cem) metros. 25 . 141 . dando sinal de fogo.Não será permitida a exploração de pedreiras na zona urbana.A instalação de olarias nas zonas urbanas e suburbanas do Município deve obedecer às seguintes prescrições: I . antes da explosão.içamento. Art. I . 144 . logradouros. com o intuito de proteger propriedades particulares ou públicas. com indicação de relevo do solo por meios de curvas de nível.É proibida a extração de areia em todos os curso de água do Município. os documentos indicados nas alíneas c e d do parágrafo anterior.declaração expressa da qualidade do explosivo a empregar. Art. d) perfil do terreno em 3 (três) vias. II . II . Art.A Prefeitura poderá. Art. por qualquer forma.as chaminés serão construídas de modo a não incomodar os moradores vizinhos pela fumaça ou emanações nocivas. Art.intervalo mínimo de 30 (trinta) minutos entre cada série de explosões.O desmonte das pedreiras pode ser feito a frio ou a fogo. a Prefeitura poderá fazer as restrições que julgar convenientes. Art.No caso de se tratar de exploração de pequeno porte poderão ser dispensadas. 139 .Os pedidos de prorrogação de licença para a construção da exploração serão feitas por meio de requerimento e instruídos com o documento de licença anteriormente concedido. determinar a execução de obras no recinto da exploração de pedreiras ou cascalheiras. 140 . a estagnação das águas.A exploração de pedreiras a fogo fica sujeita às seguintes condições: I . a qualquer tempo. à medida que for retirando o barro.

Os proprietários de terrenos são obrigados a murá-los e cercá-los no prazos fixados pela Prefeitura.cercas de arame farpado com 5 (cinco) fios. salvo acordo expresso entre os proprietários. Parágrafo único . III . 149 . de algum modo. devendo em qualquer caso ter uma altura mínima de 1 (um) metro e 60 (sessenta) centímetros. Art. no mínimo. e 1(um) metro e 40 (quarenta) centímetros de altura. 145 .Correrão por conta exclusiva dos proprietários ou possuidores. CAPÍTULO XI Dos Muros e Cercas Art. muralhas ou qualquer obra construída às margens ou sobre leitos dos rios. cabritos. será imposta a multa correspondente ao valor de 50 (cinquenta) a 200% (duzentos por cento) do valor referente ao artigo 168. serão fechados com: I . porcos e outros animais que exijam cercas especiais. 168. 148 . de espécie vegetal. em partes iguais. para despesas de sua construção e conservação.Os terrenos da zona urbana serão fechados com muros ou com grades de ferro ou madeira assentes sobre alvenaria. Art.Será aplicada multa correspondente ao valor de 20 (vinte) a 50% (cinquenta por cento) referentes ao art. 150 . Art. 588 do Código Civil. além da responsabilidade civil e criminal que couber o Código Tributário.III .Os terrenos rurais. na forma do art. parágrafo 1º do Código Tributário a todo aquele que: 26 .cercas vivas. adequadas e resistentes. Art.Serão comuns os muros e cercas divisórias entre propriedades urbanas e rurais.telas de fios metálicos com altura mínima de 1 (um) metro e 50 (cinquenta) centímetros. devendo os proprietários dos imóveis confinantes concorrer. possam oferecer perigo a pontes. Art. 146 . II . carneiros. 147 .quando. a construção e conservação das cercas para conter aves domésticas. parágrafo 1º.Na infração de qualquer artigo deste Código.

154 . ainda que mudo. que embora apostos em terrenos ou prédios de domínio privado.Os pedidos de licença para publicidade ou propaganda por meio de cartazes ou anúncios deverão mencionar: 27 . V . alto-falantes e propagandistas. bem como nos lugares de acesso comum.de alguma forma prejudiquem os aspectos paisagísticos da cidade.contenham incorreções de linguagem. veículos ou calçadas.fazer cercas ou muros em desacordo com as normas fixadas neste capítulo. tapumes. assim como feita por meio de cinema ambulante. placas.pelo seu número ou má distribuição. 152 . crenças e instituições. IV . suspensos. emblemas. afixados ou pintados em paredes. os anúncios.danificar. distribuídos. monumentos cívicos. na obrigatoriedade deste artigo. VII . dependem de licença da Prefeitura. Parágrafo 2º . forem visíveis dos lugares públicos. letreiros. salvo aquelas que. muros. quadros. por meio de amplificadores de voz.pela sua natureza provoquem aglomerações prejudiciais ao trânsito público. II . Parágrafo 1º . II . III .A exploração dos meios de publicidade nas vias e logradouros públicos. Art. VI . seus panoramas naturais.Incluem-se ainda.Não será permitida a colocação de anúncios e cartazes quando: I .façam uso de palavras em línguas estrangeiras. por qualquer meio. Art. 153 . CAPÍTULO XII Dos Anúncios e dos Cartazes Art.obstruam. por insuficiência do nosso léxico. processo ou engenho. cercas existentes. está igualmente sujeita à prévia licença e ao pagamento da taxa respectiva. anúncios e mostruários. programas.sejam ofensivas à moral ou contenham dizeres desfavoráveis a indivíduos. sujeitando o contribuinte ao pagamento da taxa respectiva.A propaganda falada em lugares públicos. Art. 151 . a ele se hajam incorporado. feitos por qualquer modo. luminosos ou não. prejudiquem o aspecto das fachadas.Incluem-se na obrigatoriedade deste artigo todos os cartazes. históricos e tradicionais. sem prejuízo da responsabilidade civil ou criminal que no caso couber. painéis. interceptem ou reduzem o vão das portas e janelas e respectivas bandeiras.I .

168.as inscrições e textos. TÍTULO IV Do Funcionamento do Comércio e da Indústria CAPÍTULO I Do Licenciamento dos Estabelecimentos Industriais e Comerciais SEÇÃO I Das Indústrias e do Comércio Legalizado 28 . parágrafo 1º do Código Tributário.Os panfletos ou anúncios destinados a serem lançados ou distribuídos. sempre que tais providências sejam necessárias para seu bom aspecto e segurança. III . II . V . nem maiores de 30 (trinta) centímetros por 45 (quarenta e cinco) centímetros. Art.I . além do pagamento da multa prevista nesta lei.Desde que não haja modificações de dizeres ou de localização. Art. não poderão ter dimensões menores de 10 (dez) centímetros por 15 (quinze) centímetros.a natureza de material de confecção. Art. 158 . 157 . 159 . Parágrafo único .as cores empregadas. 155 . nas vias públicas ou logradouros.Tratando-se de anúncios luminosos.Os anúncios e letreiros deverão ser conservados em boas condições.Os anúncios encontrados sem que os responsáveis tenham satisfeitos às formalidades deste capítulo. até a satisfação daquelas formalidades.Na infração de qualquer artigo deste capítulo será imposta a multa correspondente ao valor de 30 (trinta) a 100% (cem por cento) do valor atribuído ao art. 156 .a indicação dos locais em que serão colocados ou distribuídos os cartazes ou anúncios. Art. renovados ou consertados.as dimensões. Parágrafo único . poderão ser apreendidos e retirados pela Prefeitura. os pedidos deverão ainda indicar o sistema de iluminação a ser adotado. IV .Os anúncios luminosos serão colocados a uma altura mínima de 2 (dois) metros e 50 (cinquenta) centímetros do passeio. os consertos ou reposições de anúncios e letreiros dependerão apenas de comunicação escrita à Prefeitura. Art.

Cassada a licença.o local em que o requerente pretende exercer sua atividade.Não será concedida a licença.o ramo do comércio ou da indústria. provados motivos que fundamentarem a solicitação.A licença de localização poderá ser cassada: I .quando se tratar de negócio diferente do requerido. a bem da higiene. leiterias.o montante do capital investido. Art.Para efeito de fiscalização. hotéis. será sempre procedida de exame no local e de aprovação da autoridade sanitária competente. Art. Parágrafo 2º . 163 . 164 . Art. que verificará se o novo local satisfaz as condições exigidas. III . 162 . SEÇÃO II Do Comércio Ambulante 29 .O requerimento deverá especificar com clareza: I . confeitarias. restaurantes. o proprietário do estabelecimento licenciado colocará o alvará de localização em lugar visível e o exibirá à autoridade competente sempre que esta o exigir. Parágrafo único .por solicitação de autoridade competente. o estabelecimento será imediatamente fechado. 33 deste Código.Nenhum estabelecimento comercial ou industrial poderá funcionar no Município sem prévia licença da Prefeitura. cafés.A licença para o funcionamento de açougues.se o licenciado se negar a exibir o alvará de localização à autoridade competente. quando solicitado a fazê-lo. expedida em conformidade com que preceitua este capítulo. da moral ou do sossego e segurança pública. pensões e outros estabelecimentos congêneres. II . Art. aos estabelecimentos industriais que se enquadrem dentro das proibições constantes do art.Poderá ser igualmente fechado todo estabelecimento que exercer atividades sem a necessária licença. padarias.Art. 160 .Para mudança de local de estabelecimento comercial ou industrial deverá ser solicitada a necessária permissão da Prefeitura. IV . Art. 161 . III . 165 . Parágrafo 1º .como medida preventiva. concedida a requerimento dos interessados mediante pagamento dos tributos devidos. bares. II . dentro de perímetro urbano.

razão social ou denominação sob cuja responsabilidade funciona o comércio ambulante.A abertura e o fechamento dos estabelecimentos industriais e comerciais no Município obedecerão aos seguintes horários observados os preceitos da legislação federal. que será concedida de conformidade com as prescrições da legislação fiscal do Município que preceitua este Código. 166 . bem como nos feriados locais. Art. 30 . estabelecimentos que se dediquem as atividades seguintes: impressão de jornais. quando decretados pela autoridade competente. II . serviço de transporte coletivo ou a outras atividades que.Na infração de qualquer artigo desta seção. que regula o contrato de duração e as condições de trabalho. além das penalidades fiscais cabíveis do Código Tributário. nas vias públicas e outros logradouros.Da licença concedida deverão constar os seguintes elementos essenciais. CAPÍTULO II Do Horário de Funcionamento Art. além de outros que forem estabelecidos: I . Parágrafo 1º .Art.impedir ou dificultar o trânsito nas vias públicas ou outros logradouros. sejam estendidas tal prerrogativa. III . 168 . I .O exercício do comércio ambulante dependerá sempre de licença especial. frio industrial.Será permitido o trabalho em horários especiais. Art. 169 .É proibido ao vendedor ambulante.O vendedor ambulante.residência do comerciante ou responsável. Parágrafo único .transitar pelos passeios conduzindo cestos ou outros volumes grandes. produção e distribuição de gás. a juízo da autoridade federal competente. 167 . II . laticínios.número de inscrição. purificação e distribuição de água. 168. 170 . Art. feriados nacionais.para a indústria de modo geral: a) abertura e fechamento entre 6 (seis) e 17 (dezessete) horas nos dias úteis. III . produção e distribuição de energia elétrica. inclusive aos domingos. parágrafo 1º. ficará sujeito à apreensão da mercadoria encontrada em seu poder. fora dos locais previamente determinados pela Prefeitura.estacionar. sob pena de multa: I . será imposta a multa correspondente ao valor de 20 (vinte) a 60% (sessenta por cento) do valor referente ao art. b) nos domingos e feriados nacionais. não licenciado para o exercício ou período em que esteja exercendo a atividade.nome. serviço telefônico. os estabelecimentos permanecerão fechados.

b) nos domingos e feriados . aves e ovos: a) nos dias úteis . Art. 31 .no mesmo horário.Por motivo de conveniência pública poderão funcionar em horários especiais os seguintes estabelecimentos: I . legumes. b) aos domingos e feriados .das 6 (seis) às 12 (doze) horas.das 6 (seis) às 22 (vinte e duas) horas.restaurantes.varejistas de frutas. botequins.das 8 (oito) às 22 (vinte e duas) horas. b) nos domingos e feriados .das 6 (seis) às 22 (vinte e duas) horas. V . VI .das 5 (cinco) às 18 (dezoito) horas.das 5 (cinco) às 18 (dezoito) horas.O Prefeito Municipal poderá.das 6 (seis) às 20 (vinte horas).das 7 (sete) às 22 (vinte e duas) horas.das 7 (sete) às 17 (dezessete) horas.das 5 (cinco) às 24 (vinte e quatro) horas.agências de aluguéis de bicicletas e similares: a) nos dias úteis . o encerramento poderá ser feito às 22 (vinte e duas) horas. b) nos domingos e feriados .açougues e varejistas de carnes frescas: a) nos dias úteis . sinucas e bilhares: a) nos dias úteis . para os estabelecimentos que estiverem de plantão obedecida a escala organizada pela Prefeitura.das 7 (sete) às 12 (doze) horas. b) nos sábados e vésperas de feriado. II .das 8 (oito) às 20 (vinte) horas.das 7 (sete) às 24 (vinte e quatro) horas. ítem I.charutarias e “bombonieres”: a) nos dias úteis .das 5 (cinco) às 22 (vinte e duas) horas.padarias: a) nos dias úteis .das 5 (cinco) às 22 (vinte e duas) horas. VII . IV . verduras. mediante solicitação das classes interessadas.para o comércio de modo geral: a) abertura às 8 (oito) horas e fechamento às 18 (dezoito) horas nos dias úteis.das 5 (cinco) às 12 (doze) horas. massagistas e engraxates: a) nos dias úteis .cafés e leiteiras: a) nos dias úteis . Parágrafo 2º .II . b) nos domingos e feriados .farmácias: a) nos dias úteis . VIII . b) nos dias previstos na letra b. b) nos domingos e feriados . X .das 6 (seis) às 20 (vinte) horas.barbeiros. 171 . III .das 5 (cinco) às 12 (doze) horas. b) aos domingos e feriados . cabeleireiros. bares. IX . b) nos domingos e feriados .das 5 (cinco) às 12 (doze) horas. XI . b) nos domingos e feriados . prorrogar o horário dos estabelecimentos comerciais até as 22 (vinte e duas) horas.mercearias: a) nos dias úteis . os estabelecimentos permanecerão fechados.distribuidores e vendedores de jornais e revistas: a) nos dias úteis . na última quinzena do ano.

XII . b) nos domingos e feriados . cabarés e similares .As farmácias. XV .carvoarias e similares: a) nos dias úteis . poderão em caso de urgência.“dancings”.Este Código entrará em vigor 60 (sessenta) dias após a sua publicação.casas de loterias: a) nos dias úteis . quando fechadas.das 20 (vinte) às 2 (duas) horas do dia seguinte. XIV .das 7 (sete) às 12 (doze) horas.lojas de flores e coroas: a) nos dias úteis . 172 . Parágrafo 2º . XIII . b) nos domingos e feriados .das 7 (sete) às 22 (vinte e duas) horas. 168. 32 .das 6 (seis) às 12 (doze) horas.Quando fechadas.b) nos domingos e feriados . Parágrafo 3º . b) nos domingos e feriados . parágrafo 1º do Código Tributário CAPÍTULO III SEÇÃO ÚNICA Disposição Final Art. XVI . Prefeitura Municipal de Saquarema Saquarema. Parágrafo 1º .das 8 (oito) às 14 (quatorze) horas. será observado o horário determinado para a espécie principal.das 8 (oito) às 20 (vinte) horas. 173 .As infrações resultantes do não cumprimento das disposições deste capítulo. tendo em vista o estoque e a receita principal do estabelecimento.Para o funcionamento dos estabelecimentos de mais de um ramo de comércio. RJ.os postos de gasolina e as empresas funerárias poderão funcionar em qualquer dia e hora. atender ao público a qualquer hora do dia e da noite.das 6 (seis) às 18 (dezoito) horas. 14 de janeiro de 1977. Art. serão punidas com multa correspondente ao valor de 30 (trinta) a 100% (cem por cento) do valor referente ao art. as farmácias deverão afixar à porta uma placa com indicação dos estabelecimentos análogos que estiverem de plantão.das 5 (cinco) às 18 (dezoito) horas. revogadas as disposições em contrário.