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21/08/2011

CURSO PREPARATORIO FMS Radiologia
Prof. Heládio Neiva de Castro Especialista em Radiologia pela UERJ Mestrando em Patologia Bucal pela SLM - Campinas heladio@heladio.com

Programa do concurso
 

Histórico
Físico alemão (1845-1923) Experimentos com raios catódicos (Tubos de crookes);  8 de novembro de 1895;  Iluminar uma placa com platino cianureto de bário;  Ampola envolta em papel negro;  Ambiente escuro.
 

Biossegurança e Proteção radiológica. Radiografia e revelação. Exames Radiográficos usados na prática odontológica: 1- Técnicas radiográficas intrabucais: a) Periapical (paralelismo); b) Interproximal; c) Oclusal. 2- Técnicas radiográficas extrabucais: a) Radiografias Panorâmicas; b) Anatomia radiográfica dentomaxilomandibular; c) Imagenologia em Trauma de Face.

RÖNTGEN, W C. ON A NEW KIND OF RAYS. Science 14 February 1896: 227231.DOI:10.1126/science.3.59.227

Imagens do laboratório:

Primeira radiografia

Hand mit Ringen: a primeira de Wilhelm Röntgen referente a mão de sua esposa, tirada em 22 de dezembro de 1895 e apresentada ao Professor Ludwig Zehnder, do Instituto de Física da Universidade de Freiburg, em 1 de janeiro de 1896.

Ana Bertha

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1ª Radiografia Odontológica
Em 22 de novembro de 1895 o Dr Otto Walkhoff realizou a primeira radiografia dentária da sua própria boca, utilizando uma placa fotográfica de vidro envolta em papel preto; submeteu-se a uma exposição de 25 minutos.

Filme Odontológico
Em 1896 o Dr W.J. Morton (NY) fez a primeira radiografia dentária com filme radiográfico em rolo. Em 1913 foi criado o primeiro filme emulsionado em uma só face com nitrato de celulose (Kodak). Em 1919 surge um filme com folha de chumbo, envelope e cantos arredondados.
 1923

– filme com duas velocidades: regular e extra-rápido  1924 - foi introduzida a base de acetato de celulose.  1926 – filme “bite-wing”.  1960 – filme com base de poliéster.  1967 – Poly-Soft X-Ray Film Packed (envelope confortável).

Produção de Raio X
Os raios x são produzidos pela energia de conversão, quando um elétron com alta energia cinética, proveniente de um filamento, colide com o ânodo.
Raio x

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A produção dos Raios X

No choque com o ânodo, a maior parte da energia é transformada em Raios X por meio de três fenômenos: Radiação característica; elétron salta da camada mais externa para mais interna, perdendo energia Efeito de Bremsstrahlung (Radiação de frenamento): o elétron passa próximo ao núcleo, desviando a trajetória, desacelerando e perdendo energia

1.

2.

3.

Choque Nuclear: elétron choca-se com o núcleo e produz maior quantidade de energia.

Propriedades dos Raios X
 Propaga em

Propriedades dos Raios X
 Penetra em

linha reta de 300.000 km/s  É divergente  Não sofre influência de campos elétricos e magnéticos  Sensibiliza chapas fotográficas
 Velocidade

corpos opacos sofre em condições normais reflexão e refração  Produz ionização nos sistemas biológicos  Produz fluorescência e fosforescência em diversas substâncias
 Não

Ao atravessar a matéria, o átomo:
 Radiação

Ionizante: tem a propriedade de remover elétrons orbitais de um átomo

 I) Absorção  II)

fotoelétrica

Espalhamento de Compton Espalhamento Não Modificado

 III)

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21/08/2011 I) Absorção fotoelétrica  Quando um II) Espalhamento de Compton  Quando parte fóton colide com um átomo. Fatores interferem na Radiossensibilidade a) b) c) Classificação de Ellinger  Linfócitos  Eritoblastos  Granulócitos  Mieloblastos  Células  Células Metabolismo Celular > Metabolismo > Radiossensibilidade Vascularização > Vascularização > Radiossensibilidade Vizinhança Tecidos necrosados podem introduzir células necrosadas na circulação. sem perda de energia cinética. Epiteliais Endoteliais  Células do Tecido Ósseo  Células do Tecido Nervoso  Células do Tecido Muscular 4 . sendo tóxicas. perdendo toda sua energia cinética. III) Espalhamento Não Modificado  Quando um Unidades de Medida Exposição R (Röntgen) Absorção rad C/Kg (Coulomb/Kg) Gy (Gray) Efeito Biológico rem Sv (Sievert) fóton incidente tem sua trajetória alterada pela energia de ligação nuclear. da energia é utilizada para deslocar um elétron e o fóton incidente é deslocado na sua incidência em trajetórias angulares. agindo à distância.

d) Não tem função específica. o vácuo é necessário para que: a) Os elétrons possam circular livremente entre o cátio e o anódio. 5 . b) A energia dos raio X produzidos não seja aumentada c) A mA seja a menor possível d) Se possa ter boa nitidez da imagem A principal função do óleo que envolve o tubo de raio X na cúpula é: a) Lubrificar o tubo de raio X. c) Dissipar o calor do tubo de raio X. b) Proteger o tubo de raio X contra choques mecânicos.21/08/2011 Questões: Não é encontrado no tubo de raio X: a) Anódio b) Coletor eletrônico c) Filamento d) Ar e) Cátion Questões: Não é encontrado no tubo de raio X: a) Anódio b) Coletor eletrônico c) Filamento d) Ar e) Cátion Na produção do raio X no interior do tubo. b) A energia dos raio X produzidos não seja aumentada c) A mA seja a menor possível d) Se possa ter boa nitidez da imagem Na produção do raio X no interior do tubo. b) Proteger o tubo de raio X contra choques mecânicos. c) Dissipar o calor do tubo de raio X. d) Não tem função específica. o vácuo é necessário para que: a) Os elétrons possam circular livremente entre o cátio e o anódio. A principal função do óleo que envolve o tubo de raio X na cúpula é: a) Lubrificar o tubo de raio X.

a velocidade dos elétrons e o numero de elétrons emitidos dependem. a velocidade dos elétrons e o numero de elétrons emitidos dependem. respectivamente: a) Da miliamperagem e quilovoltagem b) Da quilovoltagem e miliamperagem c) Da temperatura do filamento e miliamperagem d) Da miliamperagem e tipo de material do filamento e) Do tempo de exposição e quilovoltagem  No tubo de raio X.21/08/2011 De que depende a energia que fornece aceleração aos elétrons no tubo de raio X? a) Da tensão (quilovoltagem) aplicada ao tubo de raio X b) Da corrente eletrica aplicada ao catódio c) Do tipo de material que constitui o filamento d) Do grau de aquecimento do filamento e) Do tamanho do ponto focal  De que depende a energia que fornece aceleração aos elétrons no tubo de raio X? a) Da tensão (quilovoltagem) aplicada ao tubo de raio X b) Da corrente eletrica aplicada ao catódio c) Do tipo de material que constitui o filamento d) Do grau de aquecimento do filamento e) Do tamanho do ponto focal  No tubo de raio X. respectivamente: a) Da miliamperagem e quilovoltagem b) Da quilovoltagem e miliamperagem c) Da temperatura do filamento e miliamperagem d) Da miliamperagem e tipo de material do filamento e) Do tempo de exposição e quilovoltagem   Os a) b) c) d) e) raios X são: Ondas de rádio Raios cósmicos Ondas eletromagnéticas Luz visível Ondas elétricas  Os a) b) c) d) e) raios X são: Ondas de rádio Raios cósmicos Ondas eletromagnéticas Luz visível Ondas elétricas 6 .

 7 . b) determinístico somático. c) determinístico somático e estocásticos somático e genético. c) determinístico somático e estocásticos somático e genético. e) determinístico somático e genéticos e estocástico genéticos. b) determinístico somático. d) estocástico somático e genéticos. o mais sensível aos raios ionizantes é o: A) nervoso B) muscular C) sanguíneo D) epitelial E) conjuntivo  28 -Dos tecidos abaixo.21/08/2011 A maior quantidade de radiação produzida num tubo de raio X é do tipo: A) Radiação característica B) Radiação de alta energia C) Radiação de baixa energia D) Radiação de frenamento (bremsstrahlung) E) Radiação luminosa A maior quantidade de radiação produzida num tubo de raio X é do tipo: A) Radiação característica B) Radiação de alta energia C) Radiação de baixa energia D) Radiação de frenamento (bremsstrahlung) E) Radiação luminosa  28 -Dos tecidos abaixo. d) estocástico somático e genéticos. e) determinístico somático e genéticos e estocástico genéticos.  127-Marque a alternativa correta quanto à classificação dos efeitos deletérios da radiação ionizante: a) determinístico somático e genético. o mais sensível aos raios ionizantes é o: A) nervoso B) muscular C) sanguíneo D) epitelial E) conjuntivo 127-Marque a alternativa correta quanto à classificação dos efeitos deletérios da radiação ionizante: a) determinístico somático e genético.

Processo Pterigóide do Osso Esfenóide 10. “W” Sinusal 4. Cartilagem Nasal MANDÍBULA 1 3 5 4 2 2 6 7 10 7 4 8 1 10 9 REGIÃO DE MOLARES SUPERIORES 1. Cortical (Assoalho) e Extensões do Seio Maxilar 3. Forame Mentual 7. Conchas Nasais Inferiores 18. Linha Milohióidea 4. Túber da Maxila 8. Hâmulo Pterigóideo 10. Seio Maxilar 4 6 3 8 7 2 11 5 2. “W” Sinusal 4. Septo Nasal 16.21/08/2011 MAXILA 13 17 15 16 20 19 18 1 ANATOMIA RADIOGRÁFICA DENTO-MAXILO-MANDIBULAR NA INCIDÊNCIA PERIAPICAL 1 1 8 7 6 5 3 2 4 11 6 3 5 4 2 1 12 13 2 4 12 14 4 9 10 1. Sutura Intermaxilar 19. Canal da Mandíbula 3. Assoalho da Cavidade Nasal 5. Fóvea Submandibular 6. Hâmulo Pterigóideo 10. Forame Cego 9. Processo Coronóide da Mandíbula 11. Processo Zigomático da Maxila 6. Forame Incisivo 20. Espinha Nasal Anterior 17. “W” Sinusal 4. Túber da Maxila 8. Seio Maxilar 2. Linha Oblíqua 2. Sombra do Osso Zigomático 7. Sombra do Osso Zigomático 7. Túber da Maxila 8. Processo Pterigóide do Osso Esfenóide 9. Sombra do Osso Zigomático 7. Assoalho da Cavidade Nasal 5. Processos Genianos 10. Processo Zigomático da Maxila 8 6 5 11 1 3 3. Canais Nutritivos 12. Seio Maxilar 2. Processo Zigomático da Maxila 6. Protuberância Mentual 8. Processo Coronóide da Mandíbula 11. Processo Zigomático da Maxila 6. Canais Nutritivos 9 10 4 1. Assoalho da Cavidade Nasal 5. Sombra do Osso Zigomático 7. Cortical (Assoalho) e Extensões do Seio Maxilar 3. Cortical (Assoalho) do Seio Maxilar 6 8 1 5 2. Seio Maxilar 1. Túber da Maxila 2 7 10 9 2 8. Processo Pterigóide do Osso Esfenóide 9. Base da Mandíbula 5. Fosseta Mirtiforme 15. Processo Coronóide da Mandíbula 8 . Processo Coronóide da Mandíbula 11. Canais Nutritivos 1. Processo Pterigóide do Osso Esfenóide 9. “Y” Invertido de Ennis 13. Canais Nutritivos 7 10 2 6. Cortical (Assoalho) e Extensão para Túber do Seio Maxilar 5. Fossas Nasais 14. Hâmulo Pterigóideo 10.

21/08/2011 8 8 11 2 9 7 7. Seio Maxilar 2. Sombra do Osso Zigomático 11. “W” Sinusal 6. “Y” Invertido de Ennis 11. Cortical (Assoalho) e Extensão para Alveolar do Seio Maxilar 4. Sombra do Osso Zigomático 10 7. Túber da Maxila 10 10. Seio Maxilar 2. Seio Maxilar 1. Seio Maxilar 2. Assoalho da Cavidade Nasal 5. Assoalho da Cavidade Nasal 5. Cortical (Assoalho) do Seio Maxilar 6 1 4 2. Processo Coronóide da Mandíbula 11. Fossas Nasais 1 11 3 2 2 4. Túber da Maxila 11. Hâmulo Pterigóideo 10. Canais Nutritivos 12. Cortical (Assoalho) do Seio Maxilar 4. Canais Nutritivos 8. “W” Sinusal 4 4 1 1. Hâmulo Pterigóideo 1. Assoalho da Cavidade Nasal 2 4. Canais Nutritivos 9 . Processo Pterigóide do Osso Esfenóide 9. Assoalho da Cavidade Nasal 5. “W” Sinusal REGIÃO DE PRÉ –MOLARES SUPERIORES 4 6 5 1 3 2 12 1. “Y” Invertido de Ennis 13. Processo Zigomático da Maxila 6. Processo Zigomático da Maxila 6. “W” Sinusal 4. Assoalho da Cavidade Nasal 1 7 3 2 9 3. Canais Nutritivos 4 1 11 3 1. Túber da Maxila 8. Sombra do Osso Zigomático 11. Canais Nutritivos 12. Cortical (Assoalho) e Extensões para Túber e para Alveolar do Seio Maxilar 3. Processo Coronóide da Mandíbula 4 6 5 7 1. Cortical (Assoalho) e Extensões do Seio Maxilar 3. Seio Maxilar 2. Cortical (Assoalho) e Extensão para Alveolar do Seio Maxilar 3. Seio Maxilar 6 5 12 11 2 2. Sombra do Osso Zigomático 7. Processo Pterigóide do Osso Esfenóide 9. Processo Zigomático da Maxila 6.

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Espinha Nasal Anterior 20 18 17. Seio maxilar 2. Canais Nutritivos 12. Espinha Nasal Anterior 18 18. Espinha Nasal Anterior 18. Espinha Nasal Anterior 4 4. Fossa Nasal 14. Canais Nutritivos 2. Forame Incisivo 20. Assoalhos das Cavidades Nasais 13 15 13 4. Sutura Intermaxilar 20. Septo Nasal 19 18 20 18. Seio maxilar 13 11 1 1. Fossas Nasais 15. Fossas Nasais 15. Cortical (Assoalho) do Seio Maxilar 12 2 2 11. “Y” Invertido de Ennis 13. Assoalhos das Cavidades Nasais 16 4 13. Fossas Nasais 15. Fossa Nasal REGIÃO DE INCISIVOS CENTRAIS SUPERIORES 13 15 17 13 15 13 4. Cortical (Assoalho) do Seio Maxilar 14 11. Assoalhos das Cavidades Nasais 4 13. Sutura Intermaxilar 20 18 19. Sutura Intermaxilar 19. Septo Nasal 16. Fosseta Mirtiforme 12. “Y” Invertido de Ennis 13. Cartilagem Nasal 20 13. Septo Nasal 16. Cartilagem Nasal 11 . Assoalhos das Cavidades Nasais 4 4 4 19 16 16. Sutura Intermaxilar 20. Septo Nasal 16 4 13. Conchas Nasais Inferiores 18. Forame Incisivo 20. Fossas nasais 16 15. Cartilagem Nasal 16.21/08/2011 13 1 11 12 1. Cartilagem Nasal 13 15 13 4.

Linha Oblíqua 2.21/08/2011 17 13 4 15 17 13 4. Linha Oblíqua 3 3 2. Septo Nasal 16. Sutura Intermaxilar 19. Canal da Mandíbula 4. Fóvea Submandibular 2 6 6. Assoalhos das Cavidades Nasais 13. Linha Milohióidea 4. Linha Milohióidea 3. Cartilagem Nasal 1 1 1. Canal da Mandíbula 2 2. Forame Mentual 5 4 12 . Canal da Mandíbula 3. Linha Oblíqua 1. Base da Mandíbula 2 5 17. Linha Oblíqua 1 16 19 20 18 15. Conchas Nasais Inferiores 18. Base da Mandíbula 5. Fóvea Submandibular 20. Base da Mandíbula 4 REGIÃO DE PRÉ-MOLARES INFERIORES 1 1. Forame Incisivo 4 5. Canal da mandíbula 2 3. Linha Milohióidea 4. Fossas Nasais 4 REGIÃO DE MOLARES INFERIORES 1. Espinha Nasal Anterior 3 2.

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Canais Nutritivos 7 9 8. com vitalidade pulpar. Forame Cego 10 10 7. Base da Mandíbula 4. Canais Nutritivos 8 02-Uma radiografia do 10 pré-molar inferior esquerdo. Base da Mandíbula 7. percebemos que os ligamentos periodontais apresentam-se obscurecidos. Protuberância Mentual 8. Esta imagem sugere: A) forame mentoniano B) granuloma apical C) lesão periapical D) cisto radicular ‡ 92-Ao interpretamos uma radiografia do segundo molar superior. Forame Cego 9. Processos Genianos 10. mostra uma área radiolúcida no ápice radicular.21/08/2011 REGIÃO DE INCISIVOS INFERIORES 4. A estrutura responsável por esse fato é o: A) ângulo da maxilar B) processo zigomático C) forâmen palatino anterior D) forâmen palatino mediano 15 . com vitalidade pulpar. Processos Genianos 8 7 9 4 8 4 ‡ 8. mostra uma área radiolúcida no ápice radicular. Protuberância Mentual 9. Esta imagem sugere: A) forame mentoniano B) granuloma apical C) lesão periapical D) cisto radicular ‡ 02-Uma radiografia do 10 pré-molar inferior esquerdo. Processos Genianos 9 10 10. Forame Cego 9.

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é o: A) seiomaxilar B) cavidade nasal C) forame incisivo D) apófise coronoide E) côndilo mandibular ‡ 107-0 acidente anatômico que aparece apenas na radiografia panorâmica. não sendo observado nas periapicais.21/08/2011 PANORÂIMCA Reconhecendo os erros mais comuns PANORÂIMCA Reconhecendo os erros mais comuns PANORÂIMCA Reconhecendo os erros mais comuns 107-0 acidente anatômico que aparece apenas na radiografia panorâmica. é o: A) seiomaxilar B) cavidade nasal C) forame incisivo D) apófise coronoide ‡ E) côndilo mandibular TELERRADIOGRAFA LATERAL I Sutura coronal Arco supraciliar rontal F labela G arietal P Sutura escamosa Esfenóide Sutura emporal T Osso lambdóide lacrimal Ouvido ENA externo Maxila Arco zigomático Occipital Ma rocesso zigomático ndíbula orame mentual P do temporal F 20 . não sendo observado nas periapicais.

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21/08/2011 TELERRADIOGRAFA LATERAL I TELERRADIOGRAFA LATERAL I Processo clinóide anterior TELERRADIOGRAFA LATERAL I TELERRADIOGRAFA LATERAL I Processo clinóide posterior Sela Túrcica TELERRADIOGRAFA LATERAL I TELERRADIOGRAFA LATERAL I Seio esfenoidal Seio maxilar 24 .

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PA I TELERRADIOGRAFA FRONTAL .PA I PA DE ADBULA M N Í 6 1 2 6 1 – Côndilo da mandíbula 2 – Linha oblíqua 3 – Canal mandibular 5 5 2 1 4 – Forame mentual 5 – Seio maxilar 3 4 7 6 – Processo mastóide do osso temporal 7 – Coluna cervical PA DE ADBULA M N Í 28 .PA I TELERRADIOGRAFA FRONTAL .21/08/2011 TELERRADIOGRAFA FRONTAL .

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21/08/2011 PA DE SEIO ALAR (WATERS) M XI PA DE SEIO MAXLAR (WATERS) I AXAL I 1 5 6 4 2 3 7 8 10 11 9 7 5 4 6 1 – Espinha nasal anterior AXAL I 2 – Septo nasal 3 – Espinha nasal posterior 4 – Parede lateral da cavidade nasal 5 – Seio maxilar 6 – Osso zigomático 7 – Arco zigomático 8 .Seio esfenoidal 9 – Côndilo da mandíbula 10 – Dorso da sela túrcica 11 – Tubérculo anterior da vértebra atlas AXAL I AXAL I 30 .

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2003 . SOUZA IF. 2001 .Dentre as incidências radiográfica evidenciam fraturas da região condilar. St Louis: Mosby. Imagem em Odontologia . LANGLANDOE. 1994 . VISSER H. 34 .ed . 3. 2000 . 2002 . LANGLAISRP.21/08/2011 77. WHITE SC.A melhor incidência radiográfica para determinar a relação das raízes do pri-meiro molar superior com o seio maxilar denomina-se: A) Hirtz B) Schüller C) periapical D) panorâmica E) lateral oblíqua ‡ 83-A projeção submentovertical (axial de Hirtz) é a técnica de escolha para identifi-car fratura em: A) ossos próprios do nariz B) tuberosidade maxilar C) processo coronóide D) ângulo mandibular E) arco zigomático ‡ 83-A projeção submentovertical (axial de Hirtz) é a técnica de escolha para identifi-car fratura em: A) ossos próprios do nariz B) tuberosidade maxilar C) processo coronóide D) ângulo mandibular ‡ E) arcozigomático 86. Porto Alegre: Artmed.ed . PASLER AF. Princípios de Radiologia Odontológica . São Paulo : Santos. 4. ROSA JE.ed . São Paulo : Artes Médicas. GOAZ PW. WHAITES E. Oral Radiology : principles and interpretation . Radiologia Odontológica . Radiologia Odontológica : procedimentos ilustrados . 2. destacam-se: a) a póstero-anterior da face e a lateral oblíqua b) o perfil absoluto e a lateral oblíqua c) a transorbitária e o perfil absoluto d) a póstero-anterior e a Towne e) a transorbitária e a Towne Referências Bibliográficas ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ FREITAS A. 5.ed . Porto Alegre : Artmed.