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Bancos de Dados - Introdução Modelagem de Dados - Conceitos

Mansueto G Almeida Analista de Sistemas Consultor, Professor

Objetivo
Expor de maneira simples os princípios gerais da MODELAGEM de dados.

Metodologia
Exposição do assunto com uso de analogias. Proposição e resolução de conflitos. Estudo de caso.

Recursos Didáticos
Quadro branco, marcadores (preto, azul e vermelho) e apagador. Retroprojetor e transparências.

Resumo da Aula (90 min)
• • • • • • • • Níveis de Abstração para Informações e Dados Da linguagem natural para a linguagem formal Análise Sentencial Conjunto de Entidades (CE) Conjunto de Relacionamentos (CR) Atributos Cardinalidade Grau de um relacionamento

Bibliografia
SETZER, V. W. Banco de dados. São Paulo: Edgard Blücher, 1989.

Bibliografia Complementar
DATE, C. J. Introdução à sistemas de banco de dados. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. SILBERSCHATZ, A. ; KORTH, H. ; SUDARSAN, S. Sistemas de banco de dados. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, Makron Books, 1999. Facunte, Emerson. Delphi 7: Internet e Banco de Dados. Rio de Janeiro, Brasport, 2003. Machado, Felipe Nery Rodrigues. Análise Relacional de Sistemas. São Paulo, Érica, 2001. YOURDON, E. Análise estruturada moderna. Rio de Janeiro, Campus, 1992. McMenamin, Stephen M. Análise Essencial de Sistemas. São Paulo, McGraw-Hill, 1991. MARCO, T. Análise estruturada e especificação de sistemas. Rio de Janeiro, Campus, 1989. DAVID, W. S. Análise e projeto de sistemas - uma abordagem estruturada. Rio de Janeiro, LTC Livros Técnicos e Científicos, 1987. GANE, C; SARSON T. Análise estruturada de sistemas. Rio de Janeiro, LTC - Livros Técnicos e Científicos, 1983.

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Níveis de Abstração para Informações e Dados:
A evolução da humanidade pode ser encarada em parte como um trajeto no sentido da aquisição progressiva da capacidade individual da abstração.

Abstração Método de definição onde o ente (coisa, ser, substância, aquilo que existe ou supomos existir) é definido pelas propriedades que o caracterizam.

Um possível processo de modelagem levando à criação de uma base de dados pode envolver vários níveis de abstração. Representação seres, objetos organismos e fatos dados informais Mundo Real Especificações organização

Modelo Descritivo

descrição das estruturas e transações

dados formais

Modelo Conceitual

estruturas de informações, especificação/manipulação estruturas externas de dados; especificações e programas de manipulação estruturas internas de arquivos/ tabelas e programas interpretáveis

dados (disponíveis) cadeias de bits e bytes

Modelo Lógico

Modelo Interno

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Da linguagem natural para a linguagem formal

Mundo Real
Mundo Real

Linguagem Informal
Linguagem Informal

Análise Sentencial

Linguagem Formal

Banco de Dados

Linguagem natural, geralmente na forma de texto

Linguagem Formal

Banco de Dados

Uso de conjuntos e expressões matemáticas

Análise Sentencial
Transforma a visão “informal e imprecisa” da realidade, que está em linguagem natural (texto), para a linguagem formal (conjuntos matemáticos). Exemplo: Pessoas possuem carros e moram em casas.

Modelo de Entidades e Relacionamentos (MER) Em 1970, Edgard F Codd formulou o Modelo de Dados Relacional. Em 1979, Codd e Chris Date, refinaram este modelo e chegaram ao Modelo Relacional Estendido.

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Conjunto de Entidades (CE)
Conjunto de objetos, concretos ou abstratos, distinguível de outros conjuntos de objetos. (Pessoas, Carros, Residências)

CE Pessoas

{ P1, P2, ... , Pn }

Pessoa com os atributos NOME, DATA DE NASCIMENTO, SEXO, etc.

CE Carros

{ V1, V2, ... , Vn }

Veículo com PLACA, MODELO, COR, ANO DE FABRICAÇÃO, etc.

CE Residências

{ R1, R2, ... , Rn }

Residências com Nº REGISTRO, ÁREA CONSTRUÍDA, etc.

Conjunto de Relacionamentos (CR)
Conjunto de ligações entre elementos de conjuntos de entidades. (Ter, Morar)

Obs.: Para que um CR exista, são necessários CE’s que se relacionem.

CR TER

{ (P1,V1), (P2,V2), ... , (Pn,Vn) }

Pessoas com Veículos

CR MORAR

{ (P1,R1), (P2,R2), ... , (Pn,Rn) }

Pessoas com Residências

Atributos
Propriedades de elementos de conjuntos: entidades (CE's) ou relacionamentos (CR's). (Pessoas. Nome, Carros. Cor, Residências. Endereço)

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Cardinalidade
Representa a freqüência com que um relacionamento acontece.

Relacionamento 1:1 (um para um). Exemplo: Homens casam-se com Mulheres.

Homens

1

Casar

1

Mulheres

Relacionamento 1:N (um para muitos). Exemplo: Funcionários estão lotados em Departamentos.

Funcionários

N

Pertencer

1

Deptos

Relacionamento N:N (muitos para muitos). Exemplo: Alunos freqüentam Disciplinas.

Alunos

N

Frequentar

N

Disciplinas

Atributos de um Relacionamento Esta situação ocorre em relacionamentos N:N (muitos para muitos).

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Grau de um Relacionamento
Indica o número de entidades que se relacionam.

Relacionamento Binário (entre duas entidades). Exemplo: Fornecedor comercializa materiais que são usados em projetos.

Fornecedores

N

Vender

N

Materiais

N
Usar

N
Projetos

Relacionamento Ternário (entre três entidades). Exemplo: Professores ministram disciplinas freqüentadas por alunos. Alunos freqüentam disciplinas ministradas por professores. Disciplinas são ministradas por professores e freqüentadas por alunos.

Professores

Alunos

N

P-A-D

N

N
Disciplinas

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