Disciplina: História Vc Professor: José Vicente

NOTA:

Nome: Matheus da Silva Valadão Turma: 1ª série do Ensino Médio

Nº 22 Unidade: Crescer Sempre

Império Romano

Coliseu (Anfiteatro Flávio) localizado no centro de Roma.

A Itália é um país é localizado no sul do continente europeu onde é banhado pelos mares Tirreno, Mediterrâneo e Adriático. Por volta de dois mil a.C o centro da península itálica foi sendo ocupada por Italiótas (povos da Europa Central), esses Italiótas eram varias tribos unidas e nômades.

Esses povos eram formados por diversas tribos diferentes tais como os latinos, os sabinos, os úmbrios e os volscos. Por volta de setecentos a.C os gregos fizeram colônias no sul da península, ou seja, pequenas cidades. Por haver essas misturas de diversas tribos influenciaram na formação das características étnicas e culturais da península. Na mesma época chegaria um povo de origem provavelmente asiática que se chamavam Etruscos. Eles eram comerciantes, faziam trocas de produtos, isso fez que os povos se relacionassem passando novos conhecimentos e novos hábitos que ao passar dos anos foi se unificando, ou seja, se formando uma única comunidade mais conhecida como Italianos com sua própria língua, seus próprios conhecimento, hábitos e costumes. Essa mistura também deu origem ao latim, língua falada pelos antigos romanos. Aproximadamente em setecentos e cinqüenta e três a.C foi à data considerada a fundação de Roma que servia como de proteção aos ataques etruscos. Essa necessidade de se defender foi um dos motivos para que os Italiótas fundassem a cidade de Roma e nela foi erguida uma grande muralha como um modo de proteção. A sociedade romana era dividida em três grupos sociais:

Os Patrícios (proprietários das terras férteis) que deviam protegê-la independente da situação. Os conflitos de interesse por essas terras aconteciam quando outros grupos queriam tomar suas terras (genos), onde se predominava a agricultura. Os Patrícios tinham grandes dificuldades de proteger suas terras, pois freqüentemente sofriam ataques aos genos. Os Clientes também moravam nos genos, porém em casas menores, trabalhavam na pecuária e na agricultura onde eram ordenados pelos Patrícios que lhe davam proteção. Os Plebeus comerciantes, artesões, estrangeiros e donos de terras pouco férteis. A economia romana era basicamente baseada na agricultura (produção de alimentos), pecuária (criação de animais) e no artesanato (produção de peças de argila, cerâmica e etc.), mesmo sendo à base de troca o comercio foi fundamental para os Clientes e Plebeus. Eles eram as forças produtivas desta época onde a produção ainda era manufatureira. Em seiscentos e quarenta a.C os Etruscos dominaram Roma, pois ela estava enfraquecida militarmente. Foi o rei Etrusco Tarquínio “o soberbo” que havia sido expulso de Roma em quinhentos e nove a.C. Em quinhentos e nove a.C aproveitando o enfraquecimento dos Etruscos os Patrícios organizaram uma revolta recolocando-os ao poder. Ao perceber que sua antiga forma de segurança não era tão eficiente os Patrícios fundaram as Repúblicas (sistemas com instituições).

A República é dividida em três poderes, o primeiro é o senado que governa, comanda e julga, logo após vem à magistratura que administra, verifica problemas e atua nas soluções e por ultimo a assembléia que legisla e cria leis, essas funções eram exercidas somente pelos Patrícios. A necessidade de se defender também fez com que os Patrícios conquistassem novos territórios para que conseguissem aumentar o número de soldados e arrecadar mais verba tornando o Império mais poderoso. Os romanos levaram mais de duzentos e trinta anos para conquistar toda península itálica. Por ser uma cidade rica havia um tipo de inveja fazendo com que fosse atacada freqüentemente. Roma era uma cidade muito organizada isso fazia com que ela se desenvolve-se com maior velocidade. Esse excesso de conflitos (guerras) influenciaram na geração de um exercito profissional (exercer profissão de soldado), para defender suas riquezas. Os povos conquistados pelos romanos não estavam organizados, o governo construiu estradas para que os soldados pudessem se movimentar sobre a península. A organização das províncias eram feitas da seguinte maneira todos os dominados por Roma se tornavam províncias que eram dominadas pelos Patrícios que eram enviados à elas. Elas eram obrigadas a pagar impostos (moradores), ficando mais rica ,impondo outros exércitos e conquistando novas áreas (territórios). Roma chegou a dominar uma parte do sul da África, Europa, Oriente Médio e Península Itálica. Esta operação foi iniciada em 230 a.C e terminou aproximadamente em 30 d.C.

Territorio conquistado por Roma. Por volta de 250 a.C o número de prisioneiros de guerra trazidos de outras províncias e transformados em escravos era grande, isso ocorria por causa das guerras de conquistas, a maioria dos escravos eram comprados por grandes proprietários de terra. Aumentando a quantidade de escravos os Patrícios colocavam-os para fazer todo o trabalho fazendo que os Plebeus ficassem desempregados isso causou uma revolta contra os Patrícios, os Plebeus começaram praticar crimes, então desenvolveu-se a política do pão e circo para controlar essa revolta. Os romanos começaram investir nos circos (grandes espetáculos) para atrair a peble, esses espetáculos aconteciam no Coliseu. Nos espetáculos ocorriam lutas de gladiadores, corridas de bigas e sacrifícios humanos, lá se alimentavam de pães e se divertiam.

Cinqüenta d.C os romanos decidiram encerrar com as guerras de conquista. Duzentos d.C começaram surgir problemas causados pelo fim das guerras de conquista, provocando falta de escravos fazendo que eles fossem mais valorizados, ou seja, o preço em que eram comprados

aumentou,aumentando também o custo da produção que era colocada no preço dos alimentos os encarecendo.

Local onde ocorriam os espetáculos. Essa falta de alimento causou uma crise em que todos se revoltaram sobre os Patrícios que tomaram a decisão de encerrar as guerras de conquistas que causou todo este problema. Critico sobre os Patrícios penalizaram a peble e outros grupos sociais como Plebeus e Clientes. Esse descontentamento da população deu influência às revoltas nas províncias, ou seja, não queriam mais obedecer Roma. O aumento na cobrança dos impostos, também influenciou nessas revoltas. Quando as províncias começam a revoltar, o exercito tiveram que sair das fronteiras para conter as revoltas que aconteciam internamente enfraquecendo os sistemas de proteção das fronteiras. Isso possibilitou a infiltração (invasão) dos bárbaros a Roma. Com dificuldade de arrecadar dinheiro Roma não conseguiu aumentar seu exercito não conseguindo manter a mesma extensão territorial, derrubando o governo interno e gerando os feudos que seriam comandados pelos Patrícios. Neste período também houve a ruralização da economia romana. O imperador se converteu para cristão para usar a religião como arma de controle à sociedade.

Formação do ocidente medieval O ocidente medieval nasceu da queda do Império Romano, onde o enfraquecimento do sistema de proteção das fronteiras possibilitou a infiltração dos bárbaros. Com dificuldade de arrecadar dinheiro o Império Romano não conseguiu aumentar seu exercito, não conseguindo manter a mesma extensão territorial, além de fazer com que houvesse a queda do governo central, daí surgindo os feudos. Roma era totalmente dependente das outras províncias, pois os alimentos e escravos vinham delas. O império passou a ser prejudicado pela falta de comida, escravos e outros utensílios e ferramentas, além de não receber os devidos impostos, enfraquecendo o Exército Romano. Os povos bárbaros (diversas tribos diferentes) como hunos, vândalos, lombardas, visigodos e godos se comunicavam com um modo de idioma gutural e eram tratados como povos inferiores pelos romanos, além de serem generalizados. Às vezes os bárbaros serviam como libertadores, pois os clientes estavam cansados de obedecer o império que os exploravam. Os hunos atacavam e desapareciam. Os romanos temiam os invasores pelo modo que atacavam violentamente, deixando diversos mortos e feridos, pois tinham um extinto totalmente selvagem. Os hunos começaram a invadir o império e praticar crimes. Depois de um tempo os hunos passaram a se sedentarizar e quando o império era atacado pelos hunos, os clientes fugiam e passavam a trabalhar com eles, formando uma espécie de província. Por volta de 450 d.C os bárbaros passaram a se instalar no Império Romano, ou seja, modificaram suas atitudes ao perceber que quando

roubavam alimento dos romanos rapidamente teriam que roubar novamente, pois o alimento não conseguia supri-los. Por isso passaram a observar o modo de vida dos romanos, entretanto os romanos fizeram com que os bárbaros trabalhassem para eles, além de construir seus reinos. A língua provavelmente falada pelos bárbaros era o latim, língua gerada a partir de mistura de vários dialetos. Os bárbaros que se instalaram em Roma tinham se desenvolvido bastante deixando seu estilo de vida selvagem e passaram a ter grandes influencia na cultura asiática. Traziam consigo técnicas metalúrgicas refinadas, marchetaria, técnica de ourivesaria, arte do couro, e a arte admirável das estepes e seus animais. Haviam sido seduzidos pela cultura dos impérios e sido nutridos pelo saber e o luxo da admiração. Outro fator importante que transformou os invasores foi a religião cristã pela Igreja Apostólica Romana. Em 406 d.C Aécio filho de poderosos romanos passa a viver entre os hunos, onde era tratado como fosse da família, porém não era livre e não podia ir embora, como modo de unificação um príncipe huno vive entre os romanos. Em 422 d.C Teodósio pagava 158k de ouro para os hunos como imposto, e se não pagasse provavelmente seria morto pelos hunos. Em 443 Ugila morre e Bleda assume o poder, porém seu irmão Átila o mata e toma posse do poder, tempo depois Átila cria uma religião onde era cultuado, além de dizer que havia ganho a espada de Marte ( Deus da Guerra) e essa espada faria com que eles não pudessem perder nenhuma guerra. Em 447 forma-se o Império de Átila e o Império Romano passou a pagar aproximadamente 907k de ouro como forma de imposto aos hunos. Um ano após Átila já desejava ser imperador tendo como interesse ter poder e controle sobre o Império Romano. Em 450, Teodósio falece e Marciano seu sucessor para de pagar os devidos impostos.

Os povos bárbaros passaram a se instalar novamente no Império Romano, porém não era mais aquele povo selvagem que vinha de florestas e estepes. Seus deslocamentos influenciaram no seu desenvolvimento, a maior parte das culturas eram de origem asiática. Traziam consigo técnicas metalúrgicas refinadas, marchetaria, técnica de ourivesaria, arte do couro, e a arte admirável das estepes e seus animais. Os hunos passaram a se sedentarizar, formando novos reinos, ou seja, conjunto de feudos com poder centralizado. Ao se fixarem começaram a dominar feudos, além de forçá-los a pagar impostos. Esses reinos deram origem aos atuais países. Outro fator importante que influenciou no modo de ser dos bárbaros foi a religião, embora uma parte permanecesse pagã, outra parte se converte á religião cristã (cristianismo) e começou a obedecer os dez mandamentos da religião. A religião foi um modo de controle na sociedade, onde a igreja com seus mandamentos conseguiam manipular os seus seguidores. Mesmo com a queda de Roma o clero foi a única parte que se mantém até hoje. Os bárbaros não apenas chamavam os romanos para ser conselheiros, também procuravam imitar seus costumes e ceder títulos de cônsules, patrícios e etc. Não se apresentavam como inimigos, mas sim como admiradores das instituições romanas. Diante o enfraquecimento, em 395, antes de sua morrer, Teodósio dividiu o Império Romano entre seus dois filhos, Arcádio ficou com o oriente e Honório com o ocidente. Honório brigou com sua irmã Honória, pois ela tinha engravidado de um escravo de um escravo. O escravo foi punido (morto) e o filho foi provavelmente morto. Honória mandou em meio de uma carta uma proposta a Átila, se ele a libertasse ela se disponibilizaria a casar com ele, assim sendo o Imperador de Roma. Átila recebeu a carta com um bracelete como prova, ele levou este convite a sério e foi a sua procura. O "flagelo de Deus" levou junto consigo seu exercito invadir o império e para fazer com que Honório cumprisse o desejo de

sua irmã. Honório diz: “Roma não é governado por mulheres, mas por homens”. O Papa Leão I afirma que Átila é o “flagelo de Deus", ou seja, foi enviado para punir os pecadores, a religião usou o momento de caos para aumentar seu poder diante os seguidores, dizendo que quem obedecesse a Igreja seria salvo. Em 450 uma sombra negra de hunos, gépidas e ostrogodos atacam Roma e fazem um grande estrago. Após um ano Roma busca apoio dos bárbaros (godos e burgúndios) contra Átila e os 50 mil hunos. Em seu discurso o "flagelo" diz: - " Vingança é um direito, fúria deleite na matança, alegria do conflito”. Em 451 houve a Guerra de Chalôn nas proximidades da região conhecida como Châlons em Champagne, na Gália, essa guerra foi intensamente violenta onde os hunos foram derrotados pelos romanos com a ajuda dos visigodos. Nesta batalha muitos morreram agonizando (sangue escorrendo pelas feridas) morriam sofrendo muito e gritavam em guerra (se feriam gritando, tripas caindo) caos total. Átila sofreu a primeira derrota, ficou desesperado e sentiu vontade de se matar, os hunos partiram vencidos, porém não acabados. Vitória de Aécio. Por que não eliminaram os hunos? A primeira hipótese é que Aécio não os eliminou por ter vivido entre eles. Segunda hipótese é o fato de que os hunos equilibravam a segurança dos romanos, pois lutavam contra outros bárbaros. Os hunos foram para Roma, pois os romanos ainda se encontravam na França. O império não esperava e estava enfraquecido politicamente e militarmente. Por que Átila desistiu de atacar Roma? A primeira hipótese é que o Papa Leão I conseguiu fazer com que os homens mais fortes da história se ajoelhassem perante a Deus, e assim Átila desistiu de atacar. A Igreja e Átila, detido apenas com palavras?

A segunda hipótese é que os hunos estavam enfraquecidos por fome e pela epidemia de malária. Átila se casou apenas por interesses políticos, se casa com pessoas poderosas de outros territórios. Ele faleceu no dia de seu casamento, estava embriagado e morreu engasgado com seu próprio sangue (hemorragia) na noite de núpcias. Com a morte de Átila houveram diversos conflitos de interesse entre os herdeiros, além do Clero Católico intensificar seu poder. Após a morte de Átila os hunos se uniram com outros povos bárbaros, essa mistura gerou o Ocidente Medieval. A origem do Cristianismo

Quando Jesus nasceu Otávio Augusto era o imperador de Roma, além de ser considerado o "Deus vivo". Jesus iniciou suas pregações e reuniu em torno de si apóstolos e passou a percorrer a Palestina, dizendo que era o Messias esperado e veio para salválos, também dizia que seu reino não era a terra, mas no céu, e que era filho de Deus. Ao afirmar que era filho de Deus, Jesus se tornou suspeito para as autoridades de Roma, pois para os romanos o imperador era considerado o Deus vivo. Assim Jesus foi preso, condenado e crucificado com a autorização do procurador romano Pôncio Pilatos. Após a morte de Jesus os doze apóstolos fundaram uma comunidade onde mantinham os ensinamentos do mestre. A Igreja crescia a cada dia, pregando o evangelho entre os pagãos, nesse trabalho se destaca o trabalho de Paulo um antigo perseguidor de cristãos, que se converteu ao fazer uma viagem a Damasco, exatamente para prender os seguidores de Cristo. Paulo percorreu a Ásia menor, Chipre, Atenas, Corinto, pregando a nova doutrina. Pedro também foi importante na propagação da doutrina. Foi para Roma converter os pobres e escravos, a adesão das pessoas humildes para a religião, pois se consolavam dos sofrimentos.

Os cristãos resistiam o sofrimento com seriedade, na certeza que seriam recompensados com a vida eterna. Esse comportamento atraía cada vez mais os adeptos. Em 313, o imperador romano Constantino decretou o Edito de Milão, uma lei que concedeu o direito de culto ao Clero Católico de Milão, pois percebeu que o cristianismo estava crescendo e preferiu te-los ao seu lado. Após 17 anos consagrou a cidade de Constantinopla para virgem Maria. Em 325 o império estabeleceu o Concilio de Nicéia, onde Constantino organizou o clero para que não houvesse interpretações diferentes sobre os mandamentos e reuniu os chamados "Doutores da Fé". A Igreja passou a receber características de instituição,

Constantino estava moldando o cristianismo e decidiu que todos os bispos deveriam obedecer o Bispo de Roma, e esse Bispo de Roma era o Papa. Em 391, Teodósio aboliu definitivamente o paganismo e o cristianismo passou a ser a religião oficial do Império Romano, fazendo com que o clero aumentasse seu poder. A igreja possuía um grande acumulo de dinheiro (dízimo), melhorando, reformando e construindo novas igrejas, além de construir monastérios (moradia para os monges). A Igreja oriental condenou o uso de imagens que eram usadas pela Igreja do Ocidente, pois isto era idolatria, ou seja, adoração as imagens, porém o Papa Gregorio disse: -” As imagens são as escritas para quem não sabe ler". Em 1054 Miguel Cerulário deu origem a Igreja Ortodoxa de Constantinopla, além de separar as Igrejas a do Oriente (Ortodoxa) onde o Papa fica em Constantinopla e a Ocidental.

O Islamismo Por volta do ano 650 d.C a Península Arábica era dividida em aproximadamente 300 nações (tribos e clãs) diferentes, onde o poder ainda

não era centralizado e cada uma das nações tinham suas próprias leis, pois não eram unificados ( não havia nenhum tipo de união ou poder centralizado entre eles). Tinham praticas religiosas diferentes onde acreditavam em Deuses diferentes, que eram cultuados por eles (politeísmo), adorando centenas de divindades. Por existir essas diferentes religiões, haviam conflitos constantes, onde grande parte era por guerras de conquistas e sobre discussões sobre religiões. Eram pastoreiros trocavam de local junto com seus rebanhos. Em Meca, cidade localizada no centro-oeste da Arábia, havia uma pedra escura que era considerada sagrada e que chamava a atenção dos turistas. Erguiram em torno da pedra uma Caaba (templo). Todas as religiões arábicas acreditavam que Meca era a cidade sagrada. Ela se tornou um grande centro de comercio, que era reforçada pelo politeísmo, pois grande parte do comercio era dada pela venda de imagens e artesanatos desses diversos Deuses, além da venda de animais para sacrifício. Maomé nasceu em 570 e desde pequeno trabalhou como comerciante, fazendo com que tivesse contato com todas as religiões se tornando conhecedor delas. Aos seus 40 anos Maomé disse aos familiares que recebeu revelações divinas do Anjo Gabriel. Daí passou a divulgar uma nova religião o Islamismo ou Muçulmanismo. A novidade de Maomé era que esses diversos Deuses não existiam e que único e verdadeiro Deus era Alá e ele era seu único profeta, centralizando o poder. Isso provocou a reação dos sacerdotes de Meca, pois além de atacar a religião que eles representavam, afetaria o comercio que os rituais politeístas geravam na cidade. Obrigado a deixar Meca, Maomé se refugiou em Yatrib, pois estava perseguido pelos Coraixitas (comandantes do comercio em Meca), está fuga foi nomeada Hégira palavra árabe que significa emigração e também marca o

inicio do calendário muçulmano. Maomé chegou a Yatri e sua religião expandiu, expandiu tanto que passou a liderar a cidade, que se passou a chamar Medina “a cidade do profeta". Conseguiu unir o poder religioso com o poder político. Maomé disse que o Islamismo teria que se expandir pelo mundo inteiro, ou seja, proclamar a Jihad (guerra santa). Voltou para Meca destruindo todos os outros deuses ídolos da Caaba. A partir daí o Islamismo se tornou uma religião única que passou a se expandir intensamente em Meca, "os inimigos de Alá tem que morrer". Quando morreu o território foi dividido e passou a ser controlado pelos califas. A Jihad começou na Arábia passou dominando todo o norte da África e atravessaram até chegar a Península Ibérica, onde só foi vencida em 732 derrotados pelos francos. Foram os árabes que introduziram as idéias matemáticas, como a álgebra, os números decimais e os números hindo-arabicos, além de trazer diversos pensadores matemáticos. Trouxeram métodos que melhoraram as vidas sociais com a criação da medicina e alguns remédios. Os árabes descreveram as características de algumas doenças e as nomearam, para facilitar a identificação e tratá-las. Desenvolveram métodos para tratamento e cirurgia para os olhos, além de desenvolver tratamento para a tuberculose. O Império Carolíngio Na região da atual França habitavam diversas tribos Franco-Germanicas (Francos e Germanos) sedentarizados. Por volta de 490, Clovis líder de uma tribo dos francos, deu inicio a um estado razoavelmente organizado. Consegui dominar toda a área da atual França, tendo apoio da Igreja, pois se converterá ao cristianismo.

Com essa dominação Clovis começou a cobrar impostos às pequenas tribos, impondo o cristianismo como religião obrigatória elas, além de não deixar cultuar outros Deuses , evitando as revoltas, pois os mandamentos eram contra todo tipo de violência, pacificando todo o território, tornando-os tementes a Deus, ou seja, tentavam evitar os pecados para ele não ficar irado com o mesmo. Clovis se converteu em 496. Em 511 Clovis falece e passam o poder para seus herdeiros, crescendo os Merovíngios, juntamente com a religião. Em meados do século VII, a Dinastia Merovíngia, ou seja, família se mantém no poder hereditariamente, neste caso os Merovíngios, começou a declinar , pois nos "reis indolentes" não tinham a mesma capacidade administrativa. A partir de 650 os administradores do palácio (Major Domus) passaram a se destacar. Um desses destaques foi Carlos Martel que governou de 714 a 741 e conquistou prestigio e poder. Carlos Martel foi comandante da vitória dos francos contra os árabes na Batalha de Poitier, se tornando mais importante que o próprio Rei. Em 751, Pepino “o breve" deu o golpe de estado e tomou o poder, passando para Dinastia Carolíngia. Pepino se aliou a Igreja Católica, fazendo um acordo com o clero, cedendo o Vaticano para o Papa, que vai ao Império Franco e diz que Pepino governasse o Império. Expandindo o clero e pacificando também. Com o apoio da igreja, Pepino passa a ser obedecido, continua expandindo o território dos francos e entra em guerra contra os lombardos no norte da Itália Em 771, Carlos Magno, filho de Pepino tomou posse do poder, ainda continuando com as guerras de conquistas e expandindo o território Carolíngio (conquistaram um vasto território). No natal do ano 800, a Igreja coroou Carlos Magno como Imperador, representando a tentativa do renascimento do Império Romano.

Do ano 300 ao 800 ocorreu a transição do feudalismo e por volta do ano 800 a Europa começa a se organizar o sistema feudal, onde é um modo de se proteger. Carlos Magno ficou marcado na história, pois teve a grande idéia de poder centralizado. Estava sempre presente para administrar os locais conquistados, conferia o trabalho de seus empregados e não gostava de mandar alguém se pudesse comparecer. Conseguia comandar a sociedade com suas leis e com a cobrança de impostos. Magno estimulou a produção artística e intelectual, fundando escolas de filosofia, teologia, matemática, latim, além de copia de textos antigos, preservando a cultura. Magno falece em 814.

Características Feudais

Os feudos eram grandes territórios, onde eram governados pelos nobres, cada feudo tinha seu direito de legislar e cobrar impostos conforme suas idéias. Os feudos eram divididos em classes, onde os nobres e o clero tinham maior poder sobre os feudos, já os servos apenas cumpriam ordens. Além disso, os feudos eram unidades auto-suficientes, onde quase não havia comercio. Os feudos eram atacados freqüentemente pelos bárbaros, que invadiam para saquear riquezas e vende-las para os mercadores, os ataque aconteciam de madrugada para pegar os romanos desprevenidos. A presença do clero era fundamental nos feudos, pois servia como modo de segurança, onde pacificava com o poder da palavra de Deus, já os nobres tinham códigos de conduta para se comunicar sem que os bárbaros entendessem, facilitando os modos de defesa. Para os nobres era melhor morrer lutando do que ser visto como um covarde. Quando o nobre é proprietário de muitas terras, ele ordena um vassalo (soldado submisso ao senhor feudal) com documento (contrato de vassalagem) para cuidar da terra, pois não conseguem administrar todas elas.

Os cavaleiros que recebessem o documento têm posse de todas as riquezas e devem defender o território de qualquer modo e esse e cavaleiro era escolhido por meio de torneios o Senhor Feudal escolhia o vencedor para tomar posse das riquezas.

Fonte da batalha de Chalôn: http://historia.abril.com.br/politica/hunos-furia-veiogalope-434556.shtml

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