FUNDAÇÃO EDUCACIONAL JAYME DE ALTAVILA – FEJAL CENTRO UNIVERSITÁRIO CESMAC FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS – FACET

Resistência dos materiais I (Apresentação do curso)
Profª. Jerusa G. A. Santana

Fevereiro/2012

Objetivo do curso

Tornar os estudantes de engenharia aptos a identificar diferentes tipos de estruturas, aplicando a metodologia mais adequada para cálculo dos esforços internos solicitantes e esforços máximos que atuam nas mesmas.

Plano de ensino
Ementa • • • • • • • Morfologia das estruturas; Noções de estaticidade; Ações; Esforços internos solicitantes; Introdução a análise estrutural; Análise das estruturas reticuladas isostáticas; Tensões axiais

Conteúdo programático
1. Revisão de mecânica 1.1 Forças 1.2 Classificação das forças 1.3 Ações : cargas atuantes na estrutura 1.4 Equações de equilíbrio 2. Introdução aos esforços internos solicitantes 2.1 Cálculo dos esforços internos solicitantes: - viga biapoiada com carga concentrada; - viga biapoiada com carga distribuída; - viga em balanço e cargas variadas;

Conteúdo programático
2.2 Equações diferencias de equilíbrio. 2.3 Relação entre carga e esforço cortante, momento fletor e esforço cortante; 3.1 Vigas Gerber; 3.2 Pórticos planos; 3.3 Vigas inclinadas 4. Introdução a treliças planas 4.1 Resolução de treliças pelo método de equilíbrio dos nós; 4.2 Resolução pelo método do processo de equilíbrio das seções;

Conteúdo programático
5. Estudo das tensões axiais em peças e possíveis dimensionamento; 5.1 Descolamento em barras carregadas axialmente. Metodologia Utilizada Predomínio de aulas expositivas Recursos Didáticos Utilizados Quadro e datashow

Avaliação de Aprendizagem
Composta por 3 (três) provas escritas. Poderão ser realizados trabalhos práticos, com apresentação de aula expositiva e/ou trabalho escrito e de acordo com diretrizes adotadas pelo Cesmac. Média necessária para aprovação: 6,0

Prova de reposição – Realizada no final do curso, com todo o conteúdo lecionado.

Informações importantes
As avaliações serão realizadas nas seguintes datas: 1ª A. F.: 19/03, segunda 2ª A. F.: 07/05, segunda 3ª A. F.: 18/06, segunda Reposição/reavaliação: 02/07, segunda

Referência Bibliográfica
• BEER, F. P.; JOHNSTON Jr., E. R.; Eisenberg, E. R. Mecânica vetorial para engenheiros – estática. 7ª ed. Porto Alegre: AMGH Editora, 2006, 621p. • BEER, F. P.; JOHNSTON Jr., E. R. Resistência dos materiais. 3ª. ed. São Paulo: Pearson Education, 1995, 1255p. • HIBBLER, R. C. Estática – Mecânica para engenharia. 10ª ed. São Paulo: Pearson Education, 2008, 540p.; • BOTELHO, M. H. C. Resistência dos materiais para entender e gostar. São Paulo: Editora Bluchera, 2008, 235 p.

Referência Bibliográfica
• HIBBLER, R. C. Resistência dos materiais. 7ª ed. São Paulo: Pearson Education, 2010, 637p.; • MERIAM, J. L; KRAIGE, L. G. Mecânica para engenharia – Estática.v. 1, 6ª ed. Rio de janeiro: LTC, 2009, 364 p. • SUSSEKIND, J. C. Curso de análise estrutural, vol. I. 2ª ed. Porto Alegre: Globo, 1977, 328 p. • MELCONIAN, S. Mecânica técnica e resistência dos materiais. São Paulo: Editora Érica, 2007, 18ª ed., 360 p.

Referência Bibliográfica
• BORESI, A. P; SCHMIDT, R. J. Estática. São Paulo: Thomson, 2003; • SORIANO, H. L. Estática das estruturas. 2ª ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009; • GORFIN, B. OLIVEIRA de, M. M. Estruturas isostáticas, 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1980, 277 p; • ALMEIDA, M. C. F. de,. Estruturas isostáticas. São Paulo: Oficina de textos, 2009, 168 p.

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL JAYME DE ALTAVILA – FEJAL CENTRO UNIVERSITÁRIO CESMAC FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS – FACET

Introdução

Profª. Jerusa G. A. Santana Disciplina: Resistência dos materiais I

Fevereiro/11

Bibliografia básica:

• BEER, F. P.; JOHNSTON Jr., E. R.; EISENBERG, E. R. Mecânica vetorial para engenheiros – estática; • HIBBLER, R. C. Resistência dos materiais; • BOTELHO, M. H. C. Resistência dos materiais para entender e gostar.

1.0 Resistência (definição) Ramo da mecânica que estuda as relações entre as cargas externas aplicadas a um corpo deformável e a intensidade das forças internas que agem neste corpo.

1.1 Desenvolvimento histórico • Galileu (início do séc. XVII) – Experimentos para estudar os efeitos de cargas sobre hastes e vigas de diferentes materiais; • Saint-Venant, Poisson, Lamé e Navier (início do séc. XVIII) “Resistência dos materiais”.

2.0 Importância da resistência dos materiais para a engenharia

Análise e projeto de estruturas e componentes mecânicos sujeitos a diferentes tipos de carregamentos. Esta análise e projeto implica em:

1. Determinar as tensões e deformações de uma dada estrutura; 2. Dimensionar a estrutura de modo que não ocorra falha quando esta for solicitada;

Exemplos de esforços que atuam nas estruturas
Força normal do ar
Tensão de tração na película da bola

Momento fletor no trampolim

Partenon (Grécia) – Forças normais e tensão de compressão em cada coluna

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL JAYME DE ALTAVILA – FEJAL CENTRO UNIVERSITÁRIO CESMAC FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS – FACET

Revisão de mecânica

Disciplina: Resistência dos materiais Profª. Jerusa G. A. Santana

Fevereiro/2012

Bibliografia básica

• BEER, F. P.; JOHNSTON Jr., E. R.; EISENBERG, E. R. Mecânica vetorial para engenheiros – estática; • HIBBLER, R. C. Resistência dos materiais; • BOTELHO, M. H. C. Resistência dos materiais para entender e gostar.

1. Forças (definição) Ação de um corpo sobre outro. Pode ser exercida por contato direto (quando empurramos uma parede) ou à distância (forças gravitacionais, elétricas ou magnéticas).

2. Classificação das forças 2.1.1 Forças externas – Representam a ação de outros corpos sobre um determinado corpo rígido. Podem ser divididas em: • Forças ativas – Correspondem às cargas que atuam sobre uma estrutura;

• Reativas – Atuam em um ponto específico (vínculos ou apoios) e tendem a impedir a movimentação do corpo. São consequência das forças ativas; 2.1.2 Forças internas – Mantêm juntas as partículas que formam o corpo rígido; 2.1.3 Forças de contato – Produzida por contato físico direto. Exemplo: força exercida em um corpo por uma superfície de apoio; 2.1.4 Forças de corpo – Gerada em virtude da posição de um corpo dentro de um campo de forças, tal como campo gravitacional, elétrico ou magnético;

3. Momento de uma força (torque) em relação a um ponto 3.1 Definição – Tendência de rotação de um corpo em torno de um eixo. 3.2 Aplicação prática do conceito de momento

Tubo Chave de grifo

M =Fd
Em que: M = momento; F = força aplicada; d = braço da alavanca (distância perpendicular do eixo até a linha de ação da força; r = vetor que liga o ponto A contido no eixo O-O ao ponto de aplicação da força; α = ângulo formado entre as linhas de ação do vetor r e a força F.

3.3 Características do vetor momento Módulo: Produto da força pelo braço da alavanca ( M = F d ); Direção: Perpendicular ao plano formado pela força e por d; Sentido: De acordo com a regra da mão direita; Classificação: vetor móvel ou deslizante coincidente com o eixo
→ →

3.4 Unidade no sistema internacional

M =Fd

Força (F ) – N (Newtons); distância (d ) – m Momento (M) – N.m

3.5 Convenção de sinais para o momento de uma força • Momentos no sentido anti-horário – Sinal positivo (+); • Momento no sentido horário – Sinal negativo (-).

MO = momento de F em relação a um ponto O

Exercícios 1. Determine o momento da força de 800 N em relação ao ponto A e em relação ao ponto O.

Resp: MA = - 606 , 22 N.m; MO = -356,22 N.m

2. Calcule o momento da força de 250 N na manopla da chave inglesa em relação ao centro do parafuso.

Resp: MO = 46,4 N.m -

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