Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Centro de Recursos e Formação

Jornal Oficial

2009

Editorial

Temos 5 blogs e 1 forum que podem visitar: http://edif.blogs.sapo.pt/ – onde publicamos artigos de opinião e de investigação acerca das nee, deficiência e educação especial. http://cerfapie.blogs.sapo.pt/ – onde

Associação Portuguesa de Investigação Educacional

realizamos formação, promovemos actividades e procuramos criar um centro de recursos para

A apie - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

profissionais da área. http://perrocas.blogs.sapo.pt/ – é um jornal mensal dedicado aos mais jovens, com ideias, novidades, entre outros. http://apie.orangeworlds.com/ – um fórum que pretende ser mais um caminho para a

tem como principais objectivos: proporcionar acções de

formação/sensibilização junto de técnicos, encarregados de

investigação, divulgação, debate e a partilha de conhecimento. http://bolsadeemprego.blogs.sapo.pt/ tem para:

educação e restante comunidade; promover estudo relacionadas especial; a de com investigação e o

como

objectivo

servir

de

apoio

profissionais de ensino, da saúde, assim como escolas, instituições, colégios, entre outros. http://gai.blogs.sapo.pt/ - o GAI - Gabinete de Apoio e de Intervenção apoio on da line; apie com as

problemáticas a educação acções de

dinamizar

valências:

consultório;

intervenção junto de populações especificas: terapêuticas construir, e de pedagógicas, reabilitação; e partilhar

depoimentos e sugestões.

II Cimeira Virtual de Educação Especial A 2ª edição da Cimeira Virtual de Educação Especial organizada pela apie vai decorrer entre Fevereiro e Março de 2009. Para

aplicar

materiais de apoio à educação especial; auxiliar e contribuir para o esclarecimento de todas as

organizarmos esta cimeira convidámos algumas associações, escolas, instituições, profissionais da educação, encarregados de educação e jovens com nee de diversas partes do mundo. Cada entidade participante enviará um artigo acerca de uma temática relacionada com a educação especial. Com esta iniciativa ponte de

problemáticas relacionadas com a educação especial.

Este jornal resumirá o plano de actividades da apie entre Janeiro e Junho de 2009. Nomeadamente, no que diz respeito ao plano de formação, projectos e materiais.

procuraremos

efectuar

uma

conhecimento entre diversos países, onde a partilha, a exposição e a discussão serão fundamentais para o esclarecimento e melhor clarificação das problemáticas relacionadas com a educação especial. Acompanhem e participem na cimeira, leiam todos os artigos e

“naveguem” pelos links. Uma “viagem” em que o objectivo será absorver e expandir

conhecimento.

Autismo e Hipoterapia
Uma combinação terapêutica benéfica e viável?
A ciência hoje em dia modernizou-se imenso mas, existem ainda graves lacunas por resolver. A problemática que envolve a Perturbação do Espectro Autista é um desses casos e afecta muitos dos que a acompanham e seguem pois, ainda não foi encontrada a causa para o surgir desta perturbação do desenvolvimento e por isso, a cura tende a não aparecer. Sabemos que muitos são os indivíduos autistas existentes por todo o mundo mas, qual o método terapêutico mais eficaz para o seu desenvolvimento e melhoria de vida? Para esta pergunta a resposta é ainda uma incógnita. Assim sendo, considerou-se um método de intervenção alternativo existente que parece “dar frutos” (se assim podemos afirmar) por todo o mundo, a Hipoterapia e, realizou-se um estudo científico teórico e prático que visa compreender se a Hipoterapia consiste ou não num método terapêutico eficaz no que concerne às competências gerais de crianças autistas. Antes de apresentarmos a discussão de resultados e conclusões de estudo, descreveríamos de forma sucinta e resumida em que consiste a Hipoterapia e Autismo. Salientaríamos no entanto que, de modo a que os estudo pudesse encontrar-se ao alcance de todos, independentemente do grau de escolaridade ou conhecimentos, gráficos e seus resultados estatísticos não seriam mencionados senão, através de escrita na Discussão de Resultados. O principal propósito desta investigação visava comprovar a eficácia ou não da Hipoterapia como método terapêutico ao nível das competências gerais em crianças autistas. Para tal e, como já havia sido referido, utilizaram-se vários instrumentos de avaliação e estudaram-se 13 crianças que beneficiaram de nove meses de sessões de Hipoterapia. Após a apresentação dos resultados obtidos através das escalas escolhidas (PEP-R, CARS e Folha de Registo de Sessões) e da sua exposição estatística, poderemos chegar a determinadas conclusões que passaríamos a descrever. Comprovou-se de facto que a hipoterapia revela-se benéfica perante este género de população tendo em conta as melhorias consideráveis em áreas referentes às competências gerais dos indivíduos estudados após a prática deste método terapêutico.

Ana Marisa Brito (Psicóloga) - 2007 Ver mais em: http://edif.blogs.sapo.pt/32472.html

Plano de acções 2009
Destinatários: Estas acções de Formação/Sensibilização destinam-se a professores, educadores, psicólogos, técnicos de educação especial, encarregados de educação, terapeutas, estudantes, auxiliares da acção educativa e comunidade em geral.

Janeiro:
Dia 10
“A Educação Sexual na Diferença”
Falar de Educação Sexual é falarmos do nosso corpo, na forma como nos expressamos dos nossos sentimentos e emoções. A Educação Sexual compreende diversos aspectos da sexualidade e das relações que estabelecemos com os outros e connosco (Enquanto seres sexuados e dotados de uma identidade sexual). A Educação Sexual desempenha um papel de extrema importância na promoção da auto-estima, afirmação pessoal e desenvolvimento da personalidade.

Programa da Acção 1ªPARTE Módulo I – A Educação Sexual na Diferença: Educação Sexual na Deficiência Mental; Deficientes Ligeiros; Deficientes Profundos; Objectivos e Conteúdos da Educação Sexual; Tipos de Educação Sexual.

Módulo II – Avaliação: Avaliação da acção

2ª PARTE

Módulo III – Estratégias, Critérios e Condições de Realização para Abordar a Educação Sexual: Sexualidade; Expressão de Sentimentos; A Educação Sexual para Alunos com Deficiência; Deficiência vs Sexualidade; A Educação Sexual na Escola.

Módulo IV – Conteúdos/Formas de Intervenção: Adolescência; O corpo; Pais e Professores; Homossexualidade; Contracepção de Emergência; Doenças Sexualmente Transmissíveis; Mães Adolescentes; Assédio Sexual; Aborto; entre outros… (140 páginas de informação).

Módulo V – Actividades e Conteúdos a Desenvolver: Actividades e Conteúdos em Casa, na Pré – Escola, no 1º, 2º, 3º Ciclos, no Ensino Secundário, na Deficiência (200 páginas de informação).

Módulo VI – Depoimento/Alguma Bibliografia Recomendada e Legislação: Depoimento de um Técnico (do Brasil) acerca da Educação Sexual (Colaborador no IC – Intercâmbio de Conhecimento da apie); Bibliografia Recomendada e Legislação.

Módulo VII – PowerPoint Resumo: PowerPoint Resumo denominado: “a Educação Sexual na Diferença”.

Dia 17
“A Deficiência Mental: Níveis e Tipos”
A escola do ensino regular abarca uma diversidade de alunos que devido às suas características heterogéneas dificultam o, já por si, difícil processo de ensino/aprendizagem. Não obstante, a diferenciação pedagógica a par da individualidade que tem o Projecto Curricular de Turma, assim se pretende, deverão constituir-se como factores facilitadores quer do processo de ensino/aprendizagem, quer da integração e, consequentemente, da inclusão da criança diferente. Numa altura em que, cada vez mais, se fala em escola inclusiva, é imperioso que esta instituição, na pessoa do professor e dos demais funcionários, esteja preparada para trabalhar com a diversidade de alunos que a frequentam. É necessária uma mudança ao nível de mentalidades no que concerne à comunidade escolar mas também à comunidade em geral. Como tal, é fundamental que se aposte na formação dos professores e dos demais funcionários/técnicos que participam no processo educativo da criança/jovem.

Programa da Acção

1ªPARTE Módulo I – Exploração de conceitos: Introdução; Deficiência Mental; Inteligência; Quociente de Inteligência.

Módulo II – Avaliação: Avaliação da acção.

2ª PARTE

Módulo III – Níveis e tipos: Caracterização dos vários níveis de deficiência mental; Características evolutivas do deficiente mental.

Módulo IV – O papel do professor/educador no desenvolvimento de programas para crianças deficientes mentais: Etapas educativas; Diagnóstico e sistemas de apoio; Intervenção pedagógica.

Módulo V – Considerações finais: Considerações finais; Sugestões bibliográficas.

Módulo VI – Compilação de textos: Compilação de textos (101 páginas) acerca da temática – deficiência mental – em vários âmbitos, como: sexualidade, carta de direitos, escola, família, entre outros.

Módulo VII – PowerPoint: PowerPoint resumo intitulado – A deficiência mental “Níveis e tipos”.

Dia 24
“PCT vs Adaptações Curriculares”
Todas as crianças com NEE’s “têm direito à educação pública gratuita, a qual se deve revelar adequada às suas necessidades educativas e deve ter lugar no meio menos restritivo possível” (Nielsen, 1999:15). São inúmeras as instituições governamentais que manifestam preocupação com as crianças portadoras de NEE’s, independentemente do maior ou menor grau de severidade que estas apresentam. Desta forma, desde crianças com graves deficiências até às crianças com dificuldades de aprendizagem, todas são actualmente incluídas no ensino regular cabendo ao professor de cada turma responder a essas mesmas crianças e às suas necessidades específicas. Apesar de existir um serviço de educação especial, que paralelamente trabalha com o ensino regular, é imprescindível que o professor titular de turma adeqúe as suas práticas à realidade da turma que lhe é atribuída. É na sequência desta premissa que o professor ao definir as orientações gerais do seu PCT tem de, à partida, definir estratégias e metodologias de trabalho que contribuam quer para a inclusão quer para o sucesso educativo da turma na sua totalidade e não na particularidade de alguns alunos em detrimento de outros que pelas suas características são excluídos das aprendizagens.

Programa da Acção

1ªPARTE Módulo I – Introdução: Introdução; Adaptações Curriculares; Conceito; Currículo regular e currículo especial.

Módulo II – Avaliação: Avaliação da acção.

2ª PARTE

Módulo III – Adaptações Curriculares: Âmbito e tipo de adaptações curriculares; Organização do processo de ensino/aprendizagem; Legislação e adaptações curriculares.

Módulo IV – Projecto curricular de Turma: Introdução; Caracterização da Turma; Desenvolvimento da Acção Educativa; Formas e estratégias de avaliação; Cooperação com a comunidade educativa;

Módulo V – O PCT e as adaptações curriculares: O Projecto Curricular de Turma e o seu enquadramento no Sistema Educativo Nacional e no Processo de Ensino – Aprendizagem; Da necessidade de compreensão dos conceitos à formalização do PCT; O PCT e as competências; O PCT e a diferenciação pedagógica; O PCT e a adequação curricular; O PCT e a gestão flexível; O PCT e as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares; Possíveis materiais a integrar no PCT; - Casos específicos.

Módulo VI – Considerações Finais: Considerações Finais; Conclusão; Referências Bibliográficas.

Módulo VII – Anexos: 12 anexos de documentos a utilizar no processo ensino-aprendizagem (53 páginas).

Módulo VIII – PowerPoint Resumo: PowerPoint resumo intitulado: O PCT versus Adaptações Curriculares.

Módulo IX –PowerPoint: PowerPoint intitulado: Adaptações Curriculares.

Módulo X – Diversos: Artigos e anexos diversos acerca da temática (227 páginas).

Dia 31
A intervenção em alunos com x-frágil
A presente acção visa, essencialmente, o esclarecimento do Síndrome de X-Frágil que, ao longo do texto, irá aparecer sob a forma da sigla –“SXF”. Os objectivos prendem-se com dois factores relevantes. Primeiro, o crescente interesse em conhecer a SXF, identificar a sua etiologia e as suas características predominantes e percepcionar formas de intervenção em crianças com SXF; O segundo, numa vertente de aplicação mais prática, visa apresentar estratégias de intervenção e materiais susceptíveis de serem adaptadas às crianças com SXF, identificar estratégias de activação de resiliência bem como identificar estratégias de activação do desenvolvimento em crianças com SXF. No seu todo pretendemos que esta acção seja um contributo positivo para o melhoramento das práticas educativas e um referencial, enquanto instrumento de trabalho, para, de alguma forma, contribuirmos para que crianças portadoras desta síndrome se desenvolvam de modo mais harmonioso e adequado às suas capacidades e limitações.

Programa da Acção

1ªPARTE Módulo I – Breve abordagem - Introdução; Conceito de SXF; Etiologia da SXF; Características da SXF. Módulo II – Avaliação da acção. 2ª PARTE Módulo III – Diagnóstico e tratamento - Diagnóstico e tratamento da SXF. Módulo IV – Activação psicológica e resiliência - Activação Psicológica; Componentes de activação do desenvolvimento psicológico; Resiliência; Factores de desenvolvimento da resiliência – risco e protecção; Áreas de desenvolvimento da resiliência; Fontes de resiliência. Módulo V – Considerações finais - Intervenção pedagógica; O papel do professor; Materiais e estratégias a utilizar; Estratégias de activação do desenvolvimento; Acções destinadas a promover a resiliência. Módulo VI – Estudo de caso - Apresentação de um estudo de caso. Módulo VII – Balanço - Considerações finais; Sugestões bibliográficas; Glossário. Módulo VII – Materiais de apoio Quadros de estimulação e planificações.

UT vs PIT
(Unidades de Transição VS Plano Individual de Transição)
De acordo com o novo decreto-lei, os alunos que beneficiam da educação especial passarão a ser aqueles que apresentem limitações significativas ao nível da actividade e da participação em um ou vários domínios da vida, decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de carácter permanente resultando em dificuldades ao nível da comunicação, mobilidade, aprendizagem, participação social, relacionamento interpessoal e autonomia. Passam a ser medidas de educação especial: o apoio pedagógico personalizado, adequações no processo de matricula, adequações no processo de avaliação, currículo especifico individual e tecnologias de apoio. Aparecem dois novos documentos relacionados com a intervenção: o programa educativo individual (que concentra os apoios

especializados e as formas de avaliação) e o plano individual de transição (dirigido aos alunos com dificuldades na aquisição das competências previstas no currículo regular). Criam-se adequações curriculares específicas, como a leitura e escrita em Braille, a orientação e a mobilidade, o treino da visão e a actividade motora adaptada, assim como o ensino bilingue. Os agrupamentos poderão desenvolver escolas de referência – unidades de ensino estruturado, nomeadamente unidades de intervenção especializada em multideficiência, autismo, baixa visão e surdez. Para além disto, podem também desenvolver parcerias com centros de recursos especializados ou instituições particulares de solidariedade social, no sentido de proporcionar aos alunos todo um conjunto de terapias, equipamentos e valências que poderão não existir na escola. Esta nova conjuntura educativa poderá ser o fim das chamadas unidades de transição para a vida activa, que até aqui têm albergado e apoiado alunos com necessidades educativas especiais na aquisição de

competências essenciais de formação pessoal e de transição para a vida adulta. A verdade é que estes alunos com necessidades educativas especiais não se enquadram no actual contexto das novas escolas de referência. Assim, sempre que os alunos apresentem necessidades educativas especiais que os impeçam de adquirir as aprendizagens e as competências definidas no currículo comum, deve a escola, através da sua equipa multidisciplinar (três anos antes da idade limite da escolaridade obrigatória) complementar o programa educativo individual (PEI) com um plano individual de transição (PIT). Pedro Santos (Professor) - 2008 Ver mais em: http://edif.blogs.sapo.pt/44039.html

Março:
Dia 7
“Equoterapia como Terapia Alternativa”
Um método terapêutico alternativo que revela a importância da interacção entre o cavalo e o homem. Tendo em conta em que consiste a problemática referente á Perturbação do Desenvolvimento Autistíco bem como, a procura de uma terapia e método terapêutico eficaz para a melhoria de vida destes indivíduos, considerou-se a Equoterapia como terapia alternativa e, realizou-se um estudo científico teórico e prático, onde se pretende esclarecer/provar se este mesmo método terapêutico será eficaz ou não para o aumento e melhoria das capacidades gerais de crianças autistas, com idades compreendidas entre os 10 e os 11 anos de idade. Assim, nesta acção de formação, para além da apresentação do mesmo estudo, poderão constatar-se toda a metodologia, participantes seleccionados, instrumentos de avaliação utilizados (e sua descrição), técnicas estatísticas utilizadas, procedimento, resultados, discussão de resultados, conclusões e limites de estudo.

Programa da Acção

1ªPARTE Módulo I – Abordagem Temática: Introdução; Breve Abordagem à Equoterapia; A Equoterapia como Terapia para o Autismo.

Módulo II – Avaliação: Avaliação da acção

2ª PARTE

Módulo III – A Equoterapia: Definição e História da Equoterapia; As Sessões de Equoterapia; Programa de Sessões; Vantagens da Prática; Objectivos a Atingir; Indicações e Contra-Indicações da Prática; Características do Cavalo e Equipamento a Utilizar nas Sessões de Equoterapia.

Módulo IV – A Utilização da Equoterapia nas crianças e jovens com autismo: Equoterapia e Crianças Autistas; Fases de Trabalho; Conselhos Úteis para o Trabalho com Autistas.

Módulo V – Estudo acerca da Utilização da Equoterapia com Crianças Autistas: Trabalho de investigação que visa comprovar a eficácia da Equoterapia como método terapêutico ao nível das competências gerais em crianças autistas. Módulo VI – Compilação de Artigos e Bibliografia Recomendada e Sites de Interesse: Artigos acerca da temática (43 artigos); Bibliografia Recomendada e Sites de Interesse (242 páginas).

Módulo VII – PowerPoint Resumo I: PowerPoint acerca da Equoterapia.

Módulo VIII – PowerPoint Resumo II: PowerPoint acerca da Equoterapia

Dia 14
“A inclusão de alunos com necessidades educativas especiais”
De acordo com o novo enquadramento legal
Todos estamos de acordo com o princípio da não discriminação. Mas, desde quando se viu eliminar a discriminação com medidas elas próprias discriminatórias? Que hipótese terá uma criança ou jovem de uma adequada integração/inclusão social, se numa parte tão sensível e determinante da sua vida - O processo educativo escolar - recebeu uma educação segregada? Ou seja, como pode a segregação/exclusão preparar para a integração/inclusão? Quem não concorda com uma cultura de direitos oposta a uma cultura de beneficência? Mas que cultura de direitos pode ser aquela que começa por negar um direito humano fundamental: o direito à educação para todos numa escola pública, democrática, de qualidade e inclusiva?

Programa da Acção

1ªPARTE Módulo I – Introdução ao tema: A escola inclusiva.

Módulo II – Avaliação: Avaliação da acção

2ª PARTE

Módulo III – Abordagem histórica: A escola segregadora e escola inclusiva ao longo dos tempos.

Módulo IV – Critérios de êxito: A inclusão escolar; Suportes: emocional, social, institucional; Cooperação entre alunos e professores; Organização da sala de aula; Contextualização das aprendizagens.

Módulo V – Depoimento real: A chegada de uma criança especial na família; Decepção; Informações gerais.

Módulo VI – Documentação de suporte: CIF – Classificação internacional de funcionalidade; Decreto-lei 3/2008.

Módulo VII – PowerPoint: PowerPoint acerca da aplicação da CIF.

Módulo VIII – Estudo de caso utilizando a CIF: Descrição; Actividades e participação; Roteiro de avaliação; Equipa; Avaliação; Funções do corpo; Factores ambientais.

Módulo IX – Acta da Cimeira Virtual 2008 da apie: Artigos e links (70 páginas) publicados na I CIMEIRA VIRTUAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL 2008, organizada pela apie, onde participaram diversas entidades, alunos, técnicos e encarregados de educação de países como: Portugal, Espanha, Brasil, África do Sul, EUA, Canadá, Chile, Guiné-bissau, entre outros.

Módulo X – Projectos: 7 Projectos em PowerPoint relacionados com a inclusão.

Módulo XI – Necessidades educativas especiais Artigo acerca das necessidades educativas especiais.

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Dia 21
“Autismo – Perda de contacto com a realidade exterior”
O Autismo consiste num distúrbio de desenvolvimento bastante presente nos dias de hoje e cujas definições e abordagens teóricas surgem e variam consoante estudos realizados por pesquisadores de todo o mundo. Em 1943, Leo Kanner (psiquiatra americano) terá sido o primeiro a distinguir um grupo de comportamentos característicos que algumas crianças apresentavam. Esses mesmos comportamentos tinham como origem uma determinada perturbação que, posteriormente viria a ser reconhecida como Síndroma do Autismo (E. Pereira, 1996). No entanto, para podermos proceder à definição do autismo, diversos serão certamente os factores e aspectos que deverão ser o alvo a salientar, visto este consistir num tema que implica ainda a existência de diversas dúvidas e teorias (M. Pereira, 2005). A palavra “autismo” surge devido ao significado grego “autos” ou seja, “o próprio”, sendo “ismo” algo que nos poderá induzir a um estado ou ideia de orientação.

Programa da Acção

1ªPARTE Módulo I – Introdução ao tema: Definição; Características; Causas; Tratamentos.

Módulo II – Avaliação: Avaliação da acção

2ª PARTE

Módulo III – O autismo: Características do autista; A tríade de perturbações no autismo; Prevalência; Causas; Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais; Critérios de diagnóstico para perturbações autisticas e síndrome de asperger.

Módulo IV – Perda de contacto com a realidade exterior: Definição; Incidência; Características; Evolução; Tratamento; Sinais de alerta; Recomendações para o processo ensino-aprendizagem.

Módulo V – Estudo de caso: Anamnese; Desenvolvimento; Actividades; Avaliações; Resultados; Acompanhamento clínico; Opinião dos pais.

Módulo VI – Síndrome do espectro de autismo: Métodos terapêuticos; Teorias de intervenção; Características; Desenvolvimento.

Módulo VII – Autismo e hipoterapia: Uma combinação terapêutica benéfica e viável.

Módulo VIII – Bibliografia e Entidades: Alguma bibliografia e entidades relacionadas com o autismo.

Módulo IX – Autismo: Teacch: PowerPoint intitulado “ Autismo – Teacch”.

Módulo X – Autismo: Sensibilizar e esclarecer: PowerPoint intitulado “ Autismo: Sensibilizar e esclarecer”.

Dia 28
A intervenção em alunos com sindrome de lowe
Tal como preconiza Ferreira (2004), nesta síndrome, como em tantas outras, trata-se de uma perturbação que provoca um atraso global do desenvolvimento psicomotor e que se enquadra, em termos de diagnóstico etiológico, no âmbito das “síndromes de anomalias múltiplas conhecidas” (Ferreira, 2004:706). Esta síndrome, em conjunto com muitas outras conhecidas, engloba uma percentagem significativa de casos que se estima em 15.8 percentuais. Mais do que dá-lo a conhecer pretendemos enriquecer, pessoal e profissionalmente os formandos e, de alguma forma, contribuir para que as crianças com diferenças tenham igualdade de oportunidades, face às crianças ditas “normais”, e ainda promover junto dos professores atitudes conducentes ao sucesso educativo, independentemente da condição específica de cada criança.

Programa da Acção

1ªPARTE

Módulo I – Introdução - Introdução; Conceito; Etiologia; Características.

Módulo II – Avaliação

2ª PARTE

Módulo III – Segunda Parte

- Diagnóstico; Intervenção Pedagógica.

Módulo IV – Estudo de Caso

- Procedimentos metodológicos; Caracterização do aluno; Historial clínico; História de vida; Comportamento adaptativo; Intervenção pedagógica; Planificações; Estratégias e materiais utilizados; Recomendações

Módulo V – Conclusão - Considerações finais; Bibliografia

Módulo VI – Planificações

- Sugestões de planificações de diversas áreas adaptadas a esta problemática.

Módulo VII – PowerPoint

- Resumo da acção.

Módulo VIII – PowerPoint

- Atraso global do desenvolvimento psicomotor.

Autismo e Psicose Infantil
A presente apresentação trata da distinção Autismo e Psicose e resumidamente coloca as noções contemporâneas que se tem sobre o assunto. Trata-se mais de um resumo para orientar e estimular a pesquisa. Em relação à psicose e ao autismo, a primeira é estudada e tratada a mais tempo, tendo assim maiores referências teóricas e estratégias de tratamento. Já o autismo esta sendo cada vez mais estudado e pesquisado, mas isso ainda é recente. A psicose é vista pela psicanálise como uma estrutura clínica (existem três estruturas de personalidade: Psicose, Neurose e Perversão) e o autismo sendo um agravamento precoce desta estrutura. Mas isso ainda é tema de controvérsias e discussões. Na psiquiatria, o autismo é visto como uma síndrome, ou seja, um conjunto de sintomatologias patológicas, que não possuem uma etiologia definida. A causa não foi isolada ou encontrada, acredita-se que muitos factores sejam responsáveis ao mesmo tempo por tal quadro. Actualmente a psiquiatria denomina o autismo de Transtorno Invasivo do Desenvolvimento (CID 10: F 84.0), por suas características patológicas que retardam ou paralisam o desenvolvimento esperado de uma criança

(Aprendizagem, Relacionamento, etc.).

René Schubert (Psicólogo) - 2007 Ver mais em: http://edif.blogs.sapo.pt/2007/11/

ABRIL2009 2ª Expo Virtual Infanto-Juvenil ABRIL2009
A apie organiza pela 2ª vez em http://perrocas.blogs.sapo.pt/ uma mostra de blogs e sites dedicados aos mais novos. A ideia será navegar pelos links e descobrir caminhos, expressões e novos mundos. Isto porque: PESQUISAR É APRENDER!

Abril:
Dia 4
“A Multideficiência no Contexto Educativo”
Comunicação Alternativa para o Aluno Multideficiente
Perspectivar a educação de alunos com multideficiência é um desafio. A especificidade das suas necessidades educativas requer técnicos com elevado nível de especialização que lhes permitam identificar as suas necessidades, garantindo respostas mais adequadas. Para que estas respostas, em contexto escolar, sejam as mais adequadas os professores precisam fazer formação na área ou então serem apoiados por técnicos especializados nas mesmas. Todavia, a atenção do professor ou técnico nesta área não deverá apenas centrar-se só em actividades práticas, ele deverá, acima de tudo, trabalhar de forma a incluir as crianças multideficientes nos contextos escolares, sensibilizando os demais para a sua presença e promovendo a adaptação da criança ao contexto. Tendo em consideração a especificidade da intervenção por parte do professor ou técnico junto destas crianças a acção que realizamos procura apresentar algumas estratégias/actividades relativas à intervenção pedagógica junto de crianças multideficientes.

Programa da Acção 1ªPARTE Módulo I – Enquadramento Teórico: Definição da Multideficiência; Causa da Multideficiência; Características da Multideficiência; Necessidades dos Multideficientes.

Módulo I A– Avaliação: Avaliação da acção

2ªPARTE

Módulo II – A Comunicação na Criança Multideficiente: A Comunicação na Criança Multideficiente; Comunicação Expressiva; Comunicação Receptiva. Módulo III – O Papel do Professor no Desenvolvimento da Comunicação: Avaliar para Intervir; Planificar a Intervenção; Estimular a Capacidade Comunicativa; Áreas de Intervenção Pedagógica. Módulo IV – Activação Psicológica: Componentes de activação do Desenvolvimento Psicológico; Factores de Desenvolvimento da Resiliência – Risco e Protecção. Módulo V – Formas e Estratégias: Formas e Estratégias de Estimular a Capacidade Comunicativa; Estratégias de Activação da Resiliência; Estratégias de Intervenção nas diferentes Áreas do Processo de Desenvolvimento. Módulo VI – Estratégias, Materiais e Actividades para Desenvolver a Capacidade Comunicativa: Pistas de Informação; Objectos de Referência; Calendários; Interacções Comunicativas; Avaliação; Actividades Práticas. Módulo VII – Conclusão: Recomendações Bibliográficas; Avaliação da Acção. Módulo VIII – PowerPoint Resumo: Resumo da acção. Módulo IX A, B,C,D e E – Materiais de Apoio: Literatura nacional e internacional.

Dia 18
“A importância das actividades aquáticas para as crianças e jovens com nee”
A água é um meio maravilhoso para realizar exercícios e oferece oportunidades estimulantes para os movimentos que não estão dentro dos programas tradicionais de exercícios em solo. A prática da natação ou de actividades aquáticas melhora a capacidade cardiovascular, respiratória, o tónus, a coordenação, o equilíbrio, a agilidade, a força, a velocidade, desenvolve habilidades psicomotoras como a lateralidade, as percepções táctil, auditiva e visual, as noções espacial, temporal e de ritmo, a sociabilidade e a autoconfiança. Deve ser praticada de forma lúdica e recreativa, sem compromisso com as técnicas, para que haja uma adaptação ao meio aquático. Este desporto contribui para desenvolvimento do ser humano integral, nos aspectos cognitivo, emocional e social. Na natação, a criança pode experimentar os movimentos novos que aprende sem traumas de uma queda como: rolar, movimentar pernas e braços – para além disto, a água morna é um aconchegante.
Programa da Acção

1ªPARTE

Módulo I – Introdução: Acto ou desporto de nadar; Depoimento.

Módulo II – Avaliação: Avaliação da acção

2ª PARTE

Módulo III – Terapia pela água: Terapia pela água; Água fria; Hidroterapia.

Módulo IV – Pressupostos teóricos: Pressupostos teóricos das habilidades motoras aquáticas básicas para crianças com necessidades educativas especiais; As habilidades motoras aquáticas.

Módulo V – Sequência metodológica: Sequência metodológica de exercícios básicos/introdutórios para alunos com necessidades educativas especiais.

Módulo VI – Efeitos benéficos das actividades aquáticas: Efeitos benéficos das actividades aquáticas para as crianças/jovens portadores de deficiência; Abordagem histórica; Pertinência; Benefícios fisiológicos, psicossociais, cognitivos, terapêuticos; Conclusões.

Módulo VII – Benefícios da natação para alunos com lesão medular: Lesão medular; Objectivos de um Programa de Natação Adaptada; Benefícios da prática da natação aos portadores de lesão medular.

Módulo VIII – PowerPoint: PowerPoint intitulado “Hidroterapia”.

Síndrome de Klippel-Trenaunay
O síndrome de Klippel-Trenaunay é uma doença rara, estando registados cerca de mil casos em todo o mundo - em Portugal estão identificados dois. Trata-se de uma malformação congénita que se dá na 26ª semana de gestação.

A doença caracteriza-se sobretudo por problemas no sistema venoso, assimetria corporal, macrocefalia, gigantismo, manchas no corpo, dificuldades renais e na visão e ligeiro atraso no desenvolvimento intelectual.

Fisicamente, detecta-se pela estatura elevada, um lado do corpo maior que o outro, cabeça muito grande (macrocefalia), testa saliente e olhos encovados. CARACTERISTICAS MEMBROS Congénito ou hipertrofia de recém-nascidos habitualmente, mas ocasionalmente mais do que um membro. A condição envolve uma perna em cerca de 75 % dos casos. A hipertrofia pode não coincidir necessariamente com a área de envolvimento hemangiomático. Paulo Simão (jovem de 19 anos que sofre de Síndrome de KlippelTrenaunay
e de

Síndrome de Proteus)- 2007

Ver mais em: http://edif.blogs.sapo.pt/2007/06/

Maio:
Dia 2
“Formação Pessoal e Preparação para a Vida Activa”
Tendo em conta esta situação e às características da população escolar com nee, verificamos que existe uma grande necessidade em se trabalhar de uma forma mais eficaz a relação dos alunos com o mundo exterior, nomeadamente no que diz respeito à aquisição de competências sociais, independência pessoal e social, assim como uma preparação para o mundo do trabalho, a aquisição dos conhecimentos básicos do mundo que os rodeia e a utilização e compreensão dos serviços existentes. A escola deve proporcionar a aquisição dos conteúdos básicos que permitam o prosseguimento de estudos ou a inserção em esquemas de formação profissional, proporcionando-lhes situações reais de trabalho, bem como facilitar a sua aprendizagem e desenvolvimento de métodos e instrumentos de trabalho, valorizando sempre a vertente prática do trabalho, assim como a comunicação, as relações interpessoais e a cooperação. Nos tempos que correm em que a sociedade apresenta cada vez mais desafios, pressupõe-se preparar os alunos para conseguirem dar resposta às solicitações do presente e do futuro. Deste modo, a escola deverá definir/redefinir a sua filosofia de vida através de um novo empenho para a sua acção futura. A escolha do tema desta acção resume-se à necessidade de proporcionar às crianças e jovens todas as condições necessárias para o seu desenvolvimento e pleno aproveitamento das suas capacidades.

Programa da Acção

1ªPARTE Módulo I – A Integração dos Deficientes na Vida Activa: Problematizando; Projectando; Áreas Vocacionais; Formação; Reflectindo.

Módulo II – Avaliação: Avaliação da acção

2ª PARTE

Módulo III – Abordagem de Projecto: Definições Básicas; A Escola.

Módulo IV – Áreas Vocacionais: Objectivos; Expectativas; Normas de Funcionamento; Tipos; Planos; Exemplos.

Módulo V – Formação: Objectivos; Expectativas; Normas de Funcionamento; Tipos; Planos; Exemplos; Conteúdos.

Módulo VI – Materiais de Suporte: Documentos de utilização para Unidades de Transição para a Vida Adulta, Pré Formação, Áreas Vocacionais e Formação (175 páginas compreendendo grelhas, protocolos, etc.).

Módulo VII – Legislação: Legislação relacionada com a temática (102 páginas compreendendo decretos, cartas, etc.).

Módulo VIII – Análise de Artigos: Compilação de artigos acerca da temática ( relatos , experiências, planificações, etc.).

Módulo IX – Materiais de Apoio à Acção: 157 páginas compreendendo 3 livros relacionados com a temática.

Dia 16
“Terapia Assistida por Animais”
O relacionamento entre a criança/jovem e um animal de estimação é benéfico em vários aspectos da vida social, afectiva e intelectual. Diversos autores têm realizado investigações que nos levam a reconhecer, nos animais, mais um recurso no tratamento de crianças/jovens com problemas emocionais, de aprendizagem, de linguagem ou autistas. Mesmo nos que experimentam situações de stress apenas temporariamente, a companhia de um animal pode contribuir para avaliar a ansiedade e preencher o apoio emocional.
Programa da Acção

1ªPARTE Módulo I – Apresentação da Acção: Os animais e a razão da sua importância; Terapia assistida por animais.

Módulo II – Avaliação: Avaliação da acção 2ª PARTE

Módulo III – Terapia Assistida por Animais: Definição; Destinatários; Equipa multidisciplinar; Programas; Sessões; Objectivos; Áreas de Intervenção; Cuidados; Tipos de Animais; Terapia com cães; Actividade assistida por animais.

Módulo IV – A Utilização dos Animais como Terapia: Medicamentos do futuro; Intervenção; Fundamentação; Estudos realizados.

Módulo V – Terapias utilizando Animais: Utilização do cão, gato, golfinho, coelho, cavalo, burro, aves, peixes; Definições; Benefícios; Publico Alvo; Intervenção; Áreas de Intervenção; Terapias alternativas.

Módulo VI – PowerPoint Resumo: PowerPoint resumo denominado: “Terapia Assistida por Animais”.

Parcerias: CECOM – Centro de Estudos e Competências Mundiais; ALETAA – Associação Lusitana de Equoterapia e Terapia Assistida por Animais; CRUA – Clube da Rua.

Corpo Docente:

Alberta Dias (Professora); Alda Correia (Professora); Arsénio Lopes (Professor);

Alberto Quintinha (Treinador de Animais); Ana Marisa Brito (Psicóloga); Ana Duarte (Técnica Superior de Educação); Alberto Marques (Monitor de Equitação); António Araújo (Professor); Almerinda Neto (Terapeuta Educacional); Carla Almeida (Terapeuta Ocupacional); Joana Almeida (Educadora Social); José Santos (Professor); Marta Braga (Educadora); Nuno Almerindo (Psicólogo); Nuno Mendonça (Professor); Pedro Santos (Professor); Rafaela Matos (Professora); Rosa Assunção (Psicóloga); Sónia

Rodrigues (Terapeuta Ocupacional).

Forma de inscrição: Para se inscrever na Acção de Formação/Sensibilização, basta enviar para edif@sapo.pt os seguintes elementos: Nome Completo; Zona de Residência; Endereço Electrónico; Indicar em que partes da acção se pretende inscrever (somente na 1ª ou em ambas as partes); Profissão.

Terapia assistida por animais
O relacionamento entre a criança/jovem e um animal de estimação é benéfico em vários aspectos da vida social, afectiva e intelectual.

Existem muitas vantagens que têm sido apontadas como decorrentes desse relacionamento, como: ajudar a desenvolver a capacidade da criança e do jovem de se relacionarem afectivamente com outras pessoas; desenvolver o sentido de responsabilidade na criança ou jovem, que possui um animal que depende dos seus cuidados; favorecer a aprendizagem de factos fundamentais da vida, como o nascimento, a procriação e a morte de uma criatura viva; desenvolver a capacidade para lidar com os aspectos não verbais presentes no relacionamento social, ou seja, aprender a observar e interpretar a linguagem dos gestos, das posturas e dos movimentos, essencial no relacionamento criança ou jovem-animal; ajudar a desenvolver atitudes humanitárias na criança/jovem, em relação ao animal como um ser vivo; despertar a consciência ecológica e a responsabilidade ética da criança/jovem diante da natureza e dos seres vivos. No decorrer dos últimos 15 anos, um novo papel tem sido descoberto para os animais na vida das crianças/jovens. A literatura especializada tem mostrado como eles podem tornar-se auxiliares terapêuticos valiosos no tratamento de vários tipos de problemas físicos e psicológicos infantis/juvenis. Diversos autores têm realizado investigações que nos levam a reconhecer, nos animais, mais um recurso no tratamento de crianças/jovens com problemas emocionais, de aprendizagem, de linguagem ou autistas. Mesmo nas crianças/jovens que experimentam situações de stress apenas temporariamente, a companhia de um animal pode contribuir para avaliar a ansiedade e suprir o apoio emocional. Alberto Paiva (Terapeuta Animal) - 2006 Ver mais em: http://edif.blogs.sapo.pt/33782.html

Materiais
Sebenta número 1:

Contributos para o Estudo da Deficiência Mental

Titulo: Contributos para o Estudo da Deficiência Mental
Autoria: Ana Marisa Brito (Psicóloga); José Santos (Professor); Pedro Santos (Professor) Prefácio: Márcia Andrea Prefácio Científico: René Schubert (Psicanalista - Brasil) Edição: cerfapie - Centro de Recursos e de Formação da apie Ano: 2007 Características: 53 páginas (frente e verso) A4 encadernadas com espiral Preço: Versão impressa: 30 euros (inclui portes de envio) Versão PDF: 15 euros

Sebenta número 2:

Repensar a Formação na Educação Especial

Titulo:

Repensar a Formação na Educação Especial (Projecto de Reestruturação da
Formação)
Classificação: Doc. interno de trabalho/Sebenta de Sensibilização e de Formação Autoria: Pedro Santos (Professor) Prefácio: Paulo Simão Metodologia: Investigação iniciada em 2003 e implementada de 2004 a 2006 Edição: cerfapie - Centro de Recursos e de Formação da apie - 2007 Características: 82 páginas (frente e verso) A4 encadernadas com espiral Preço: Versão impressa: 40 euros (inclui portes de envio) Versão PDF: 15 euros

Sebenta número 3:

I Cimeira Virtual de Educação Especial

Titulo: I Cimeira Virtual de Educação Especial – Acta da Cimeira
Metodologia:

A 1ª edição da Cimeira Virtual de Educação Especial organizada pela apie – Associação Portuguesa de Investigação Educacional decorreu entre Fevereiro e Março de 2008. Convidámos algumas associações, escolas, instituições, profissionais da educação, encarregados de educação e jovens com nee de diversas partes do mundo. Cada entidade participante enviou um artigo acerca de uma temática relacionada com a educação especial. Assim, temos artigos e alguns links que sugerimos, oriundos de países como: Portugal, Espanha, Brasil, África do Sul, Estados Unidos da América, Chile, Guiné-Bissau, França, Canadá, Itália e Argentina.

Edição: cerfapie - Centro de Recursos e de Formação da apie Ano: 2008 Caracteristicas: 75 páginas (frente e verso) A4 encadernadas com espiral Preço: Versão impressa: 40 euros (inclui portes de envio) Versão PDF: 15 euros

Sebenta número 4:

Perrocas

Titulo: Perrocas (Compilação de fichas para a educação especial)
Classificação: Doc. interno de trabalho/Sebenta de Sensibilização e de Formação Autoria/Coordenação: Ana Marisa Brito (Psicóloga); José Santos (Professor); Pedro Santos (Professor) Metodologia: As 100 fichas são todas de carácter lúdico e visam o desenvolvimento global da criança/jovem, trabalhando a motricidade fina, a coordenação, a atenção, a memória, a capacidade de raciocínio, a percepção visual, a cognição, a leitura, a expressão oral e escrita, o raciocínio lógico-matemático, entre outras coisas.

Edição: cerfapie - Centro de Recursos e de Formação da apie Ano: 2008 Caracteristicas: 106 páginas A4 encadernadas com espiral Preço: Versão impressa: 60 euros (inclui portes de envio) Versão PDF: 20 euros

Jogo 1

Jogo de parafusos e porcas

Produção/Design: cerfapie - Centro de Recursos e de Formação da apie Utilidades: Ideal para trabalhar a motricidade fina e a coordenação. Ano: 2004 Características: Jogo de 5 parafusos e 5 porcas de diferentes dimensões e características. Medidas: 30 cm de comprimento por 19 cm de largura Preço: 80 euros (inclui portes de envio)

Jogo 2

Jogo de números

Produção/Design: cerfapie - Centro de Recursos e de Formação da apie Utilidades: Ideal para trabalhar a atenção, memória, cognição e associação. Ano: 2003 Características: Jogo de números até 50 com cartões plastificados. Medidas: 40 cm por 40 cm Preço: 80 euros (inclui portes de envio)

GAI - gabinete de apoio e de intervenção
Este gabinete de apoio e de síndromes, perturbações do atraso outros. Este intervenção está a funcionar em três valências diferentes: desenvolvimento, psicomotor, entre

gabinete de apoio e de intervenção Permanente permanente, serve de apoio às crianças A equipa multidisciplinar intervém junto de crianças e jovens com necessidades educativas especiais, tais como: autismo, síndromes, perturbações do desenvolvimento, atraso psicomotor, entre outros. Este gabinete de apoio e de Realizado no blog: desde On-line propicia e jovens uma com nee e

intervenção

especializada mais acessível junto da população.

intervenção

permanente,

serve

http://gai.blogs.sapo.pt/ Setembro de 2008.

como um apoio às actividades escolares e visa o

desenvolvimento global da criança ou jovem com necessidades Algumas áreas de Intervenção:

educativas especiais. Psicologia; Psicomotricidade; Esporádico Musicoterapia; Apoio ao estudo; Terapia pela arte; Terapia Realizado esporadicamente assistida por animais; Hipoterapia; Educação Especial; Outras Terapias (como a musicoterapia, natação, etc).

noutros locais em espaços cedidos para o efeito. Aqui, a equipa

multidisciplinar intervém junto de uma população carenciada,

nomeadamente crianças e jovens com necessidades tais como: educativas autismo,

especiais,

Novas parcerias
Consultório - Drª Ana Marisa Brito - Entidade parceira no Algarve: Este consultório, da responsabilidade da Drª Ana Marisa Brito, oferece uma diversidade de serviços, tais como: Acompanhamento e Avaliação Psicológica de Crianças, Adolescentes, Adultos e Séniores; Apoio Psicológico; Problemas de Aprendizagem, Comportamentais e de Desenvolvimento; Distúrbios

Alimentares; Toxicodependência; Violência Doméstica; Orientação a Pais ou Encarregados de Educação; Orientação Vocacional; Sessões de Hipoterapia; Sessões de Terapia Assistida Por Animais. CONSULTAS: Horário: 2ªs, 3ªs,5ªs,6ªs-Feiras e Sábados, hora estabelecida após marcação por telefone. Desconto de 20% nas consultas de 2ªFeira. Marcação de consultas deverá ser efectuada por telefone. Consultório em Portimão (perto das Finanças): Rua Comandante Carvalho Araújo, Lote 25, 1ºF 8500 582 Portimão Telefone: 282484126 Telemóvel: 96 354 63 64 Fax: 282482061 Email:

anamarisabrito@gmail.com http://www.anamarisabrito.com/

Consultório - Drª Ana Sousa - Entidade parceira em Lisboa: Áreas de Intervenção: Psicoterapia Infantil, Adolescentes e Idosos. Intervenção Terapêutica ABA (Crianças com Perturbações Globais de Desenvolvimento), Avaliação Psicológica. Dr.ª Ana Sousa Av. de Roma nº 39 - 4º Fte - Lisboa (Junto à estação de Metro de Roma) Telemóveis: 933153491/963621768 Email:anasousapsicologa@gmail.com http://anasousapsicologa.blogspot.com

Consultório - Drª Sónia Pereira - Entidade parceira em Paço de Arcos: O Projecto Crescer & Aprender surgiu em 2005 e foi acolhido pelos Bombeiros Voluntários de Paço de Arcos. Realizamos consultas de avaliação psicológica, reeducação da dislexia e psicoterapia de apoio a preços bastante acessíveis, por serem proporcionais aos rendimentos do agregado familiar (desde 10 euros por consulta). Estamos disponíveis para atender a criança na própria escola (zonas de Oeiras, Paço de Arcos, Amadora e Almada), sem qualquer custo adicional. Morada: Av. Senhor Jesus dos Navegantes Contacto: 91 412 84 34 contacto@consultorio-psicologia.com http://www.projectocresceraprender.blogspot.com/

Consultório - Drª Laura Silva - Entidade parceira em Paredes: Intervir - Apoio Psicopedagógico e Psicológico. Este consultório, da responsabilidade da Drª Laura Silva, oferece uma diversidade de serviços. Para mais informações contacte: Drª Laura Silva Rua do Calvário nº96, loja 7 4580 Paredes 913476369 email: gabinete.psicologia.laura.silva@gmail.com

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