You are on page 1of 9

A Aritmancia

para a escola de
hoje

Historia da Aritmancia:
A Aritmancia foi criada pelo bruxo Diofante de Alexandria.
Ele nasceu em 325 d.M., e foi muito poderoso, sendo
temido por bruxos das trevas de sua época. Foi ele quem
primeiro mediu a distância do efeito de um feitiço, baseado
nos que existiam na época.
Ele ganhava a vida dando conferências sobre o assunto,
junto com a sua esposa Hipatia, também uma aritmântica
muito conhecida. A única pista para descobrir a duração de
sua vida, e o ano de sua morte, encontra-se num poema de
Hipatia, escrito pouco antes da morte desta, em março de
415 d.M.
No dia de sua morte, em Alexandria, cidade que fazia parte
do Império Romano do Oriente, surgiu, no meio de uma
multidão que perambulava pelas ruas da cidade, um grupo
de desordeiros, que, aparentemente sem nenhum motivo,
arrancou-a de uma carroça, e, com afiados golpes de
concha de ostra, a assassinou.
Na realidade, estes desordeiros eram bruxos das trevas
disfarçados, que, como não conseguiram atingir Diofante,
se vingaram em Hipatia, matando-a com conchas de ostras
banhadas numa poção mortal.
Básicamente Arimancia
A aritmancia (do grego arit, que significa « números », e
mância, que significa « profecia “) foi usada por mais de
2000 anos por os magos e feitiçeiros para ajudar as
pessoas a analizar e desvendar o seu talento e os seus
pontos fortes, superar obstáculos e encontrar o caminho
para o futuro”. Também conhecida por numerologia, a
aritmância baseia-se em 2 idéias.
1- O nome de uma pessoa contêm pistas importantes
acerca do seu carácter e destino.
2- Cada número entre 1 e o 9 possuem um significado
único que pode ajudar a compreender as coisas.
Número de Carácter:
Há 3 números de chave que se podem tirar de um nome:
1- Número do Carácter
2- Número do Coração
3- Número social
A Aritmancia como forma de cálculos, foi criada pelo bruxo
Diofante de Alexandria. Este nasceu em 325 D.m., e foi
muito poderoso, sendo temido por bruxos das trevas da sua
época.
Foi ele quem primeiro mediu a distância do efeito de um
feitiço, baseado nos que existiam na época.
Ganhava a vida a dar conferências sobre o assunto, junto
com a sua esposa Hipatia, também uma aritmântica muito
conhecida. A única pista para descobrir a duração da sua
vida, e o ano da sua morte, encontra-se num poema de
Hipatia, escrito pouco antes da morte desta, em março de
415 D.m.
No dia da sua morte, em Alexandria, cidade que fazia parte
do Império Romano do Oriente, surgiu, no meio de uma
multidão que perambulava pelas ruas da cidade, um grupo
de desordeiros, que, aparentemente sem nenhum motivo,
arrancou-a de uma carroça, e, com afiados golpes de
concha de ostra, assassinou-a.
Na realidade, estes desordeiros eram bruxos das trevas
disfarçados, que, como não conseguiram atingir Diofante,
vingaram-se em Hipatia, matando-a com conchas de ostras
banhadas numa poção mortal.
Abaixo, o poema de Hipatia. Leia-o e decifre o enigma,
descobrindo em que ano morreu Diofante de Alexandria.
“Merlin concedeu-lhe ser um menino pela sexta parte de
sua vida, e somando uma duodécimo parte a isto cobriu-lhe
as faces de penugem. Ele acendeu a lâmpada nupcial após
uma sétima parte, e cinco anos após seu casamento,
concedeu-lhe um filho. Ai! Infeliz criança tardia; depois de
chegar à medida da metade da vida de seu pai, o Destino
frio o levou.
Depois de se consolar de sua dor durante quatro anos com
a ciência dos números, a sua vida se findou.”
Aritmancia
Aritmancia é um método para ler a sorte em números e
nomes. Ao contrário de outros métodos de predizer o
futuro, a aritmancia não é baseada na interpretação de
imagens nebulosas ou na atribuição de um sentido a
rabiscos ou formas acidentais, mas sim em regras muito
claras e em cálculos matemáticos.
A aritmancia (dos termos gregos arythmo, que significa
"número", e mancia, que significa "Profecia") tem sido
usada por mágicos e magos há mais de dois mil anos para
ajudar as pessoas a analisar e desenvolver suas forças e
seus talentos, superar obstáculos e traçar seus caminhos
futuros. Também conhecida como "numerologia", a
aritmancia se baseia em duas idéias muito antigas. A
primeira é que o nome de uma pessoa contém indícios
importantes de seu caráter e do seu destino. A segunda,
antecipada há mais de 2.500 anos pelo sábio grego
Pitágoras, é que cada número entre 1 e 9 tem um
significado especial, capaz de contribuir para a
compreensão de todas as coisas. Os que acreditam em
aritmancia combinaram essas duas idéias e, ao longo dos
séculos, desenvolveram muitos sistemas complexos para
converter nomes em números e analisar os resultados.
Segundo um dos sistemas mais usados, há três números
fundamentais que podem ser extraídos do nome de uma
pessoa - o Número do Caráter, o Número do Coração e o
Número Social. O resultado deve ser interpretado conforme
uma tabela que contém significados preestabelecidos. Esse
sistema era amplamente conhecido na Idade Média e ainda
é utilizado hoje em dia. Requer apenas uma pena,
pergaminho e a capacidade de somar e de soletrar as
palavras.
O primeiro passo para analisar um nome é convertê-lo em
uma série de números. Atribui-se a cada letra do alfabeto
um valor numérico entre 1 e 9, segundo a seguinte tabela:
1 2 3 4 5 6 7 8 9
A B C D E F G H I
J K L M N O P Q R
S T U V W X Y Z
Como você deve perceber, as letras A, J e S tem o valor 1.
Já B, K e T, o valor 2, e assim por diante. Para analisar um
nome, escreva-o e, abaixo de cada letra, anote o valor
numérico correspondente. Como exemplo, vamos analisar o
nome de Nicholas Flamel, o alquimista medieval que criou a
Pedra Filosofal, usando a ortografia original do nome para
cálculos de numerologia:
N I C H O L A S F L A M E L
5 9 3 8 6 3 1 1 6 3 1 4 5 3
Depois de escrever todos os números, faça a soma. Neste
caso, o resultado é 58. Segundo os métodos da aritmancia,
quando a soma ultrapassa 9 - o que geralmente acontece -,
o resultado deve ser “reduzido” para um único algarismo,
somando os números do resultado mais de uma vez, se
necessário. Desse modo, 58 é reduzido para 13 (5 + 8 =
13). O resultado final – que por sua vez é reduzido para 4 –
é chamado de Número do Caráter. Esse número indica o
tipo geral de personalidade da pessoa, segundo um sistema
de interpretações que será explicado a seguir.
O número seguinte a ser extraído é o Número do Coração,
que se refere à vida interior da pessoa e supostamente
indica os desejos e temores que se mantêm ocultos para
outras pessoas. O Número do Coração é a soma de todas as
vogais do nome, reduzidas a um só algarismo.
N I C H O L A S F L A M E L
9 6 1 1 5
Esses números somados dão 22, que é reduzido para 4 (2 +
2 = 4). Nesse exemplo, o Número do Coração e o Número
do Caráter são idênticos, mas nem sempre será assim.
O terceiro número é o Número Social, que se refere à
pessoa pública, a face que a pessoa revela para o mundo
externo. O Número Social é determinado pela soma das
consoantes do nome.
N I C H O L A S F L A M E L
5 3 8 3 1 6 3 4 3
Nesse caso, a soma é 36, que se reduz para 9 (3 + 6 = 9).
De posse dos Números do caráter, do Coração e Social (4,
4, 9), é possível agora esboçar um retrato da pessoa,
utilizando uma tabela de traços de personalidade positivos
e negativos, tradicionalmente associados a cada número.
Esses traços derivam, em parte, das idéias de Pitágoras,
mas também sofreram influências de muitas outras
pessoas.
O Significado dos Números
UM: Esse é número do indivíduo. Os Uns são
independentes, firmes e determinados. Estabelecem um
objetivo e persistem nele. São líderes e inventores. Os Uns
acham difícil trabalhar com outras pessoas e não gostam de
receber ordens. Podem ser egocêntricos, egoístas e
dominadores. Muitas vezes preferem ficar sós.
DOIS: O dois representa interação, comunicação mútua,
cooperação e equilíbrio. Os Dois em geral têm uma
natureza imaginativa, criativa e meiga. Paz, harmonia,
compromisso, lealdade e honestidade são suas
características. Mas o dois também introduz a noção de
conflito, de forças opostas e os lados contrastantes das
coisas: noite e dia, bem e mal. Os Dois podem ser
reservados, melancólicos, inibidos e indecisos.
TRÊS: O três representa a idéia de completude ou
totalidade, como nas tríades “passado-presente-futuro” e
“mente-corpo-espírito”. Os Pitagóricos consideravam o três
o primeiro número “completo” porque, como três pedrinhas
dispostas em fila, ele tem um princípio, um meio, e um fim.
O número três indica talento, energia, índole artística,
humor, e desinibição social. Os Três muitas vezes têm boa
sorte, são despreocupados, ricos e muito bem-sucedidos,
mas também podem ser dispersos, suscetíveis e
superficiais.
QUATRO: Como uma mesa apoiada firmemente nas quatro
pernas, o número quatro indica estabilidade e firmeza. Os
Quatros gostam de trabalhar duro. São práticos, confiáveis
e sem complicações; preferem à lógica e a razão aos vôos
da fantasia. São bons para a organização e para cumprir
tarefas. A exemplo do ciclo das quatro estações, eles
também são previsíveis. Podem ser teimosos, desconfiados,
exageradamente práticos e propensos a acessos de raiva.
Os conflitos possíveis no caso do dois são duplicados no
quatro.
CINCO: Cinco é o número da instabilidade e do
desequilíbrio, que indica mudança e incerteza. Os Cincos
são impelidos a muitas coisas ao mesmo tempo, mas não
se comprometem com nada. São atrevidos, ativos e
dispostos a correr riscos. Gostam de viajar e encontrar
pessoas, mas não conseguem ficar muito tempo num
mesmo lugar. Os cincos podem ser presunçosos,
irresponsáveis, irascíveis e impacientes.
SEIS: o seis representa harmonia, amizade e vida em
família. Os seis são leais, confiáveis e amorosos. Adaptam-
se facilmente. Saem-se bem no magistério e nas artes, mas
em geral não tem sucesso nos negócios. São, por vezes,
propensos a fofocas e à vaidade. Os pitagóricos encaravam
o seis como o número perfeito porque era divisível por dois
e também por três, e era ao mesmo tempo a soma e o
produto dos primeiros três algarismos (1 + 2 + 3 = 6 ; 1 x 2
x 3 = 6).
SETE: Perspicazes, sensatos e inteligentes, os Setes gostam
de trabalhos difíceis e de desafios. Muitas vezes são sérios,
estudiosos e interessados em tudo que é misterioso. A
originalidade e a imaginação são mais importantes do que o
dinheiro e os bens materiais. Os setes também podem ser
pessimistas, sarcásticos e inseguros. O sete às vezes é
considerado um número místico ou mágico por causa de
sua associação com os sete dias bíblicos da criação e com
os sete corpos celestes da antiga astronomia (Sol, Lua,
Mercúrio, Vênus, Marte, Saturno e Júpiter).
OITO: O oito indica a possibilidade de grandes sucessos nos
negócios, nas finanças e na política. Os Oitos são práticos,
ambiciosos, dedicados e trabalhadores. Também podem ser
invejosos, gananciosos, dominadores e ávidos por poder.
Supõe-se que o oito seja o mais imprevisível dos números e
que possa indicar tanto o cume do sucesso quanto o fundo
do poço do fracasso; o potencial para ir a ambas as
direções está presente desde o início.
NOVE: Representa a completude e a perfeição em seu mais
alto grau, pois é o número “completo”, o três, expresso três
vezes (3 x 3 = 9). Os noves dedicam-se a servir os outros,
muitas vezes como professores, cientistas e filantropos.
Firmemente determinados, trabalham de forma incansável
e são uma inspiração para os demais. Mas também podem
ser arrogantes e esnobes quando as coisas não andam do
seu jeito.
À luz dessas interpretações, podemos agora dizer que
Nicholas Flamel (4, 4, 9) é uma pessoa trabalhadora e
prática. Para resolver os problemas, adota um ponto de
vista prático. É emocionalmente estável, mas pode ter, no
íntimo, alguma raiva ou desconfiança. É emocionalmente
estável, mas pode ter, no íntimo, alguma raiva ou
desconfiança. A face que mostra para o mundo, porém, é a
de um filantropo generoso. Por fim, podemos acrescentar
alguns retoques finais a esse retrato, votando à serie
original de números, para verificar que, além daquilo que já
sabemos, Flamel é uma pessoa que busca a perfeição, tem
capacidade de ganhar dinheiro com facilidade e, quando
está ocupado com alguma coisa, faz isso com
determinação. A maior parte dessas características parece
coincidir, de forma surpreendente, com o alquimista. No
entanto, como acontece com a maioria dos sistemas de
adivinhação, quanto mais coisas soubermos de antemão a
respeito da pessoa, mais fácil será para nós escolher as
melhores interpretações, entre várias possíveis. O
verdadeiro desafio consiste em criar o retrato de uma
pessoa sem ter a vantagem de um conhecimento prévio.
Assim como a astrologia, a aritmancia também pretende
ser um sistema capaz de determinar os dias favoráveis e
desfavoráveis. Em geral os dias favoráveis são aqueles que
correspondem ao Número de Caráter da pessoa. Aconselha-
se, por exemplo, que uma personalidade oito marque coisas
importantes, como começar um negócio ou casar-se, no dia
8, 17 ou 26 do mês (números que podem ser reduzidos a
8). Uma vez que todo nome ou palavra pode ser convertido
em um numero, a aritmancia é usada também para revelar
“afinidades ocultas” entre pessoas, lugares e coisas. A
teoria por trás disso é que as palavras e nomes com o
mesmo valor numérico estão relacionados e se aproximam
naturalmente. Desse modo, um dois será compatível de
forma mais amigável com outro dois. Os cincos devem
preferir morar em uma cidade cujo nome se reduza para 5,
e assim por diante. Exceção os casos amorosos onde se
recomenda ligar o Número do Caráter de alguém ao seu
Número do coração. Embora não seja recomendado que se
aja assim, quase todas as decisões da vida podem ser
tomadas “à luz dos números”, desde os amigos a que nos
unimos até os alimentos do café da manha.