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LTA

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Monografia leishmaniose tegumentar Sobre. Ano 2005
Monografia leishmaniose tegumentar Sobre. Ano 2005

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1 INTRODUÇÃO1.1 G
ENERALIDADES
A leishmaniose tegumentar americana - LTA, é uma doença infecciosa, nãocontagiosa, de evolução crônica, causada por protozoário do gênero Leishmania, detransmissão vetorial, que acomete pele e mucosas. É primariamente uma infecçãozoonótica urbana e periurbana, afetando outros animais que não o homem, o qualpode ser envolvido secundariamente, e que se apresenta com característicasclínicas e epidemiológicas diversas em cada área geográfica.
16, 21
Clinicamente é dividida em três grupos: leishmaniose cutânea, que produzexclusivamente lesões cutâneas, ulcerosas ou não, porém limitadas; leishmaniosecutâneo-mucosa ou leishmaniose mucocutânea, caracterizada por formas que secomplicam freqüentemente com o aparecimento de lesões destrutivas nas mucosasdo nariz, boca e faringe e leishmaniose cunea difusa, formas dissiminadascutâneas que se apresentam em indivíduos alérgicos ou, tardiamente, em pacientesque foram tratados de calazar ( forma visceral em que o parasito tem tropismo pelosistema fogocítico mononuclear, acometendo o baço, fígado, medula óssea etecidos linfoides ).
16,21
Pelo menos 10 espécies de Leishmania causam doença no homem, aopasso que várias outras só foram encontradas em animais. Mais de 40 espécies demamíferos silvestres do Novo Mundo já foram encontradas parasitadas in natura;
 
predominam pequenos roedores, marsupiais e desdentados, além de representantesdos primatas e carnívoros.
16, 21
A LTA apresenta ampla distribuição no Brasil, Venezuela, GuianaFrancesa, América Central, nas áreas florestais dos Andes, Suriname, Panamá,Oriente dio, região neotropical e planície litonea do golfo do xico,Guatemala, Belize, Bacia Amazônica e outros. Não só no Brasil, como em outrospaíses do mundo, a LTA constitui problema de Saúde Pública. Sua importânciareside não somente na sua alta incidência, mas também na possibilidade de assumir formas que podem determinar lees destrutivas, desfigurantes e tambémincapacitantes, com grande repercussão no campo psicossocial do indivíduo.
16, 21
Não existem, nas Américas, dados seguros para se avaliar o número depessoas atingidas pela doença. No Brasil, as estatísticas oficiais têm registradoanualmente cerca de 35 mil casos novos, valores estes que não traduzem arealidade, devido às deficiências no sistema de notificação das doençastransmissíveis. Além disso, a assistência médica precária nas zonas rurais faz com oque muitos doentes deixem que o mal se cure espontaneamente, passando semregistro.
16, 21
1.2 S
INONÍMIA
 
DE
L
EISHMANIOSE
 
TEGUMENTAR
 
NO
 
MUNDO
Cravo ou Botão de Biskra, Botão de Touggourt, Botão de Zibans, Botão deLaghouat e Botão d'Ouargla na Argélia; Botão de Tebessa ou de Gafsa na Tunísia;
 
Botão do Nilo no Egito; Botão d'Alep na Siria; Botão de Bagdad ou de Bouchir naArábia; Botão do oriente; Úlcera de Ashkabad ou Botão de Delhi na Índia, Botão dasFilipinas nesse mesmo país; Gafsa na Tunísia; Úlcera de Bagdá no Iraque. NasAméricas também foram descritos vários tipos de ulcerações cutâneas causadas por leishmanias que, como no Velho Mundo, recebiam designações regionais: uta,espúndia, pian bois, úlcera de Bauru, ferida brava, úlcera de los chicleros, baysore.
1,2,8,9,16,20,21
 
1.3 T
RANSMISSÃO
Através da picada de insetos transmissores infectados. Não há transmissãode pessoa a pessoa.
16
1.4 P
ERÍODO
 
DE
 
INCUBAÇÃO
No homem é, em média, de 2 meses, podendo porém apresentar períodosmais curtos (duas semanas) e mais longos (dois anos), após a picada doflebotomíneo infectado.
16, 21

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