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EMPREENDEDORISMO

ESSES MILHÕES QUE MOVEM O MUNDO

Noções Introdutórias

Incorre em equívoco a tese de que o empreendedorismo é uma qualidade de pessoas com conhecimento intelectual muito diferenciado. Afirma Peter Drucker. que: “O empreendedorismo é um comportamento e não um traço da personalidade”. .

agregar fontes de matéria prima e estruturar organizações. capaz de abrir mercados. Empreendedores são grandes inovadores que conseguem enxergar as mudanças e transformá-las em oportunidades de negócios .Um empreendedor é quase um iluminado.

persuasão e capacidade de assumir riscos. O empreendedor tem que ter consciência do seu próprio limite .persistência.Traços comuns de um empreendedor são a iniciativa.

•Empreendedorismo exige permanente disposição para superar problemas e dedicação plena na fase inicial.Uma pessoa que não sabe do que gosta nunca vai ser um empreendedor. • . •Autoconhecimento e auto-estima são essenciais na escolha do tipo de negocio que se pretende montar •Tempo de maturação do negocio nem sempre coincide com o estado de espirito do empreendedor.

Diversas oportunidades de negócio intentados não logram êxito na esfera do lucro Tais experiências fornecem lições para futuras tentativas de empreendimento. .

no sucesso do investimento. de modo positivo.O auto-conhecimento e O condicionamento da autoestima são fatores que influenciam. .

A MOTIVAÇÃO É IMPRESCINDÍVEL .

RETRATO DO EMPREENDEDOR .

AS 27 CARACTERÍSTICAS TÍPICAS DE QUEM TEM INICIATIVA .

O processo visionário é individual. 5.1 . Trabalha sozinho. necessidade de realização. Sabe fixar metas e alcança-las. diferencia-se. 2. É capaz de se dedicar intensamente ao trabalho . 7. Tem iniciativa. autoconfiança. 3. Tem um “modelo” de influencia. 4. . luta contra padrões impostos. Tem perseverança para vencer obstáculos. 6. pois aprende com os próprios erros. Considera o fracasso um resultado como outro qualquer.

Tem alto comprometimento. utilizar e controlar recursos.Cria situações para obter feedback sobre seu comportamento e sabe utilizar tais informações para seu aprimoramento. 11.8 . 13. 9.É um sonhador realista. Tem capacidade de descobrir nichos. crê no que faz.Cria um sistema próprio de relações com empregados. 12. 14. 10. É comparado a um “líder de banda”. .Sabe buscar. mas o que se faz. Tem forte intuição: o que importa não é o que se sabe.

18.Conhece o ramo em que atua. 16. as usa como suporte para alcançar seus objetivos.É orientado para resultados.Cultiva a imaginação e aprende a definir visões. amizades) moderadas. para longo prazo. colaboradores) mais importante que a externa.15. para o futuro. 19. considera a rede de relações internas (com sócios.Tece “redes de relações” (contatos. .Aceita dinheiro como uma das medidas de seu desempenho. É pró-ativo: define o que quer e aonde quer chegar. 20. 17.

21.é influencia as pessoas com as quais lida. mas faz tudo para minimizá-lo. 24. 22.Tem alto grau de “internalidade”.Tem alta tolerância à ambigüidade e à incerteza. 25.Cria um método próprio de aprendizagem: aprende a partir do que faz.Mantém um alto nível de consciência do ambiente em que vive.É inovador e criativo. Traduz seus pensamentos em ações. gosta do risco. i. 23. usando-a para detectar oportunidades. 26.Assume riscos. . 27.

JOGO ARRISCADO SETE ERROS QUE O EMPREENDEDOR DEVE EVITAR .

Não reconhecer a concorrência. 6. Desejo de lucro rapidamente. Preço baixo como estratégia de entrada no mercado. . 7.1. Perfeccionismo: idéia não está “pronta”. 5. 2. é muito tarde ou muito cedo. 4. Paranóia: não mostrar a idéia com medo de que ela seja roubada. Impaciência: “30 dias ou arrebenta”. Paixão pelo produto. 3.

O ALTO ÍNDICE DE MORTALIDADE DAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS NO BRASIL NEGÓCIOS SÃO FECHADOS QUASE NA MESMA PROPORÇÃO EM QUE SÃO ABERTOS .

FATORES DETERMINANTES 1. falta de uma análise das dificuldades do mercado. . ausência de critérios para a abertura de um negócio. 2.

capacitação e crédito para os empreendedores. 5. falta de orientação. . falta de uma previsão acerca do futuro do negócio. baixo nível de informação. 4.3.

FECHAMENTO DAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 BRASIL ITÁLIA E.U m U pEmpresas que fe j r’ portas em até 48 m .U.E.

A FORÇA DAS EMPRESAS DE MENOR PORTE NA ECONOMIA BRASILEIRA I + 5 4 I B 4 K I Y 3 b I p 2 y I ‡ 1 C En tr e 1 9 9 0 e 1 9 9 9 ƒ @ N T o ta l d e E m p r e s ƒ X ( f M ic r o e P e q u e n a s ƒf ¡ .

1999 TOTAL DE EMPRESAS MICROS E PEQUENAS .Representação das Micros e Pequenas Empresas em Relação a Criação de Novas de Empresas em 1999 500000 400000 300000 200000 100000 0 Representação das Micros e Pequenas Empresas em relaçao ao total de empresas .

M ic r o s e P e q u e n a s Em p r e s a s P o rc e n ta g e m d e e m p re g o s g e ra d o s p e la s M ic ro s e P e q u e n a s E m p re s a s n o B ra s il .Percentual de Empregos Gerados pelas Micros e Pequenas Empresas no Brasil 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Em p r e g o s .

B. BRAS ILEIRO M ic ros e P e que na s Em pre s a s .Micros e Pequenas Empresas em Relação ao P.B. Brasileiro 20% 15% 10% 5% 0% P .I.I.

30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% m RýoValor Bruto da Produção In q`Ž Micros e Pequenas .Micros e Pequenas Empresas em Relação do Valor Bruto da Produção Industrial no País.

Fornecedores do Estado 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Fornecedores do Estado M icros e P equenas .

00 600.00 200.00 800.00 1.00 § ‹n©Distribuição das Micros e P «ÉEmpresas po Ì“ R´ ̺ Ìá h Ì«)CENT Ì/.200.00 0. .00 400.Distribuição das micros e pequenas empresas no Brasil 1.000.

No âmbito Estadual. em 1999 H H : H ^ H  H ¤ H Ç H ë H H 1 Y j SÃO PAULO RIO GRANDE DO SUL MINAS GERAIS SANTA CATARINA BAIHA Distribuição da Micros e Pequenas Empresas por Estado .