Cultura do Abacaxizeiro

(Ananas comosus L.)

DESTAQUE DA CULTURA:
 5ª fruteira tropical em área colhida no mundo e 3ª no Brasil;  Principais países produtores: Tailândia, Filipinas, Brasil, China e Índia.  É cultivado na Ásia, África, América  BRASIL: • Produtividade baixa = 25 a 35 t/há, outros países = 50 a 60 t/há; • Consumo percapita = 11 Kg/hab/ano (baixo) • 49% da produção: Paraíba, Bahia e Rio Grande do Norte.

CENTRO DE ORIGEM:  América do Sul: BRASIL (Zona central e sul e Amazônia, Argentina e Paraguai.

Origem do termo:  Tupi ibacati (iba = fruto; cati = cheirar, recender): fruto que cheira
Fruto símbolo das regiões tropicais  Características organolépticas agradáveis a visão, ao olfato e ao paladar, reconhecido valor nutritivo e qualidades terapêuticas;

CARACTERÍSTICAS DO FRUTO: Forma: cilíndrica ou cônica Rebentos na base e coroa de folhas no ápice. POLPA: Amarela a amarelo-pálida (branca), sucosa, aromática, leve acidez; Rica em açúcares (75% do peso fresco), sais minerais (cálcio, fósforo, magnésio, potássio, sódio, cobre, iodo e vitaminas (C, A, B1, B2, Niacina) 100g de polpa contém 52 calorias; enzima bromelina

DESCRIÇÃO DA PLANTA

 TIPO: Arbusto ereto, semi-ereto e horizontal (1,2 a 1,3m de altura);
 RAÍZES  Adventícias, axilares e subterrâneas (até 15cm de prof.)  CAULE  Haste, talo ou eixo principal: com gemas (cicatrizes de folhas)

 FOLHAS:  40 a 80 e igual nº de gemas, tipo calha em espiral em torno do caule
 FLORES: 150 a 200 flores

 FRUTOS:100 a 200 frutos pequenos (bagas) colados em torno do eixo.
 Cada folha: uma gema, e pelos na parte inferior (tricomas).

VARIEDADES

SMOOTH CAYENNE  (70% da produção mundial)  Fruto atraente, cilíndrico,  peso entre 1,5 a 2,5 Kg,  casca amarelo-alaranjada,  polpa rica 13 a 19ºBrix e maior acidez  (para industrialização e exportação)
 planta robusta, porte ereto, folhas sem espinhos  sensível a murcha  clima quente e úmido: fruto frágil

PÉROLA:  Mais Cultivada no Brasil.  espinhos nos bordos das folhas longas  FRUTO:  Cônico (peso = 1,0 a 1,5 Kg)  casca amarela, polpa branca sucosa  Brix 14 a 16ºBrix e pouco ácido, apreciado para mesa.  pedúnculo longo (30cm)  Produz muitos filhotes (10 a 15) presos ao pedúnculo (base do fruto).  Tolerante a murcha associado à cochonilha e suscetível à fusariose (Fusarium subglutanis)

PEROLERA Plantada acima de 1500m de altitude (Colômbia e Venezuela)  Resistente a fusariose;  FRUTO:  cilíndrico 1,8Kg  casca amarela,  13ºBrix  Apresenta pedúnculo longo (pode haver tombamento)

JUPI: Semelhante a pérola, porém fruto cilíndrico(preferência). Difundida em Tocantins No nordeste (PA, PE) aparece em mistura em lavouras de pérola

PRIMAVERA  Coletada na região Amazônica;  Resistente a fusariose  Folhas verdes com faixas  FRUTO:  cilíndrico com peso 1,3 Kg  casca amarela  polpa branca e 13ºBrix.  Produção precoce de rebentões (1 a 2) e filhotes (7 a 10).  Não se desenvolve com stres hídrico.  Desvantagem: Fruto não é adequado para consumo em estádio avançado de maturação

SOLO  Textura média ou leve (boa aeração e drenagem)  Áreas planas de até 5% declividade  Ph entre 4,5 a 5,5
LIMITANTES PARA CULTURA: Alta pluviosidade (umidade excessiva) Má drenagem dos solos Altas ou baixas temperaturas Diferenciação natural: temperaturas e insolação baixas, umidade excessiva: amarelecimento da polpa.

CLIMA  Temperatura ideal: 22 e 32ºC (até 40ºC, geadas leves).  Sul: ciclo = 24 meses, no Norte próx. Equador = 12 meses.  Forte relação temp. & florescimento:  Queda temp. noturna = florescimento           Pluviosidade: 1000 a 1500 mm / ano. Baixa transpiração (raíz superficial) Irrigação: regiões com 3 meses de seca e abaixo de 600mm UR= 75% (déficit atrasa crescimento inicial e retarda indução floral) Luminosidade: mínimo: 1200 a 1500 hs/ano, ótimo 2500 a 3000hs/ano. Baixa luminosidade = <frutos, <açúcar e > acidez. Alta luminosidade = queimaduras Ventos: Frios e secos = rachaduras dos frutos e ressecamento das pontas e atrito das folhas.

VEGETAÇÃO E FLORESCIMENTO

Fase vegetativa
± 8 – 14 meses Plantio

Fase reprodutiva
± 7 meses

Fase propaga.
± 6 meses

V____________________V______________________V_____________ Diferenciação floral Colheita Ceva

 CICLO: 12 a 30 meses até produção do 1º fruto, passando pelas fases:

A) vegetativa: do plantio à diferenciação floral B) produtiva: envolve a floração e a frutificação (da dif. Floral à colheita do fruto) C) propagativa: inicia na produtiva, segue-se a colheita do fruto, abrange o desenvolvimento (“ceva”) e a colheita das mudas.

FLORESCIMENTO NATURAL: Planta de dias curtos (depende do efeito cumulativo)
 Quedas de temperatura noturna e nebulosidade prolongada  Ocorre com a maturidade reprodutiva entre o outono e início do inverno  Indução artificial do florescimento: através de fitorreguladores (Etrhel)  A cada 6 semanas após tratamento com indução floral desponta 1 inflorescência avermelhada na roseta foliar.  A floração procede da base para o ápice, 1 ou mais flores se abrem a cada dia durante 3 a 4 semanas.

TIPOS DE MUDAS

COROA: menos usada, acompanha fruto na comercialização FILHOTES: 100 A 300g (mais usada, desenvolvimento uniforme, culturas homogêneas com indução, mais usado na cultivar Pérola) REBENTÃO: 200 A 500g (ciclo curto, indução mais cedo, maior desuniformidade, bico de pato) FILHOTE REBENTÃO (intermediário, limitada produção (2 por planta)).

Etapas do Sistema usual de Propagação do Abacaxi
CEVA (1 a 6 meses após colheita mantém planta mãe) COLHEITA DOS CACHOS seleção e descarte de mudas tipo filhote (abacaxi pérola)

ARMAZENAMENTO Mudas de maior tamanho por alguns meses: em posição vertical na sombra (normal no período seco ou invertida período chuvoso)

Etapas do Sistema usual de Propagação do Abacaxi
RETIRADA DO FRUTO MINIATURA DO FILHOTE (Evita podridões) CURA (1 a 2 semanas) Exposição da base das mudas aos raios solares para cicatrização, eliminar excesso umidade e evitar podridões

 SELEÇÃO: • Tipo • (filhote, rebentão, filhote rebentão) • Peso • (mais precisa, mas trabalhosa) • Tamanho: • 30 a 50cm • (dividir talhões: mudas com 30 a 40cm e de 40 a 50cm) • Mudas de menor tamanho: desenvolvimento inicial lento, pode cair terra na roseta foliar durante capinas • Mudas de maior tamanho: tombamento, florescimento precoce  DESCARTE: podridões, exsudação de resina, lesões devem ser queimadas ou enterradas

TRATAMENTO: imersão por 3 minutos em solução de Parathion metílico 0,05% + espalhante adesivo

Propagação por seccionameto dos caules ou talos
Cortes base e pedúnculo
Cortes transversais (pedaços 10 cm)

Seção tipo 4 / 10 (caule dividido em 4
partes longitudinais com 10 cm cada)

Seleção e descarte

Propagação por seccionameto dos caules ou talos
Plantio em Canteiros 0,10m x 0,10 (100 secões/m2)

Tratamento das secções
Imersão em solução Captam (1200ppm) Monocrotofós (90ml/100l água) 3 a 6 minutos

Propagação por seccionameto dos caules ou talos
Início das adubações N(0,20%) K (1,0%)
(6 A 8 semanas após plantio)

Podridão negra

Colheita e transplante Mudas com 25 a 40cm

MICROPROPAGAÇÃO

Cultura de Tecidos I

Propagação Via Cultura de Tecidos II

Mudas Via Cultura de Tecidos III

CORREÇÃO DE SOLO:

pH = 4,5 a 5,5
Plantas de abacaxi cujo desenvolvimentos foram prejudicados pelo cultivo em mancha de solo com pH na faixa alcalina

Plantas de abacaxi cujo desenvolvimentos foram prejudicados pelo cultivo em mancha de solo com pH na faixa alcalina

NUTRIÇÃO

Adubação
Tabela . Adubação do abacaxizeiro de acordo com análise de solo. Nutrientes Kg de N, P2O5 e K2O/ha após o plantio 1° ao 2°mês 5° ao 6°mês 8° ao 9ºmês

Nitrogênio 80 Fósforo no solo(mg/dm³) Até5 80 6—10 60 11—15 40 Potássio no solo (mg/dm3) Até 30 120 31—60 80 61—90 60

110 160 110 80 200 130 100

130

ADUBAÇÃO DE COBERTURA: 2 Aplicações de N E K20 durante o ciclo: 25 kg de N e 30 kg de K20 por hectare (entre a primeira e segunda e segunda e terceira adubação com solo úmidos junto às plantas.)

MICRONUTRIENTES:
Tabela . Micronutrientes sugeridos para aplicação via foliar a partir do 4° mês. Micronutrientes Cobre Zinco Ferro Boro Fonte Sulfato de cobre Sulfato de zinco Sulfato de ferro Bórax Dose (kg/ha) 1a3 1a3 5a15 4

Sulfato de cobre e sulfato de zinco: 2 aplicações (intervalos de 2 meses). Bórax: só deve ser aplicado um mês antes da indução floral. Obs.: deve ser adicionado ao sulfato de cobre uma dose de cal extinta em igual quantidade para eliminar a ação tóxica ao abacaxizeiro. devem ser aplicados em via foliar líquida a partir do 4° mês:

MATÉRIA ORGÂNICA
Tabela . Matéria orgânica sugerida para incorporação por ocasião do plantio. Adubação orgânica Esterco de curral Esterco de galinha Torta de filtro Torta de mamona Quantidade (t/ha) 10 5 15 5

ANÁLISE FOLIAR
AMOSTRAGEM: coletar no mínimo 25 folhas ―D‖, tomadas ao acaso, para cada talhão, sendo no máximo uma folha por planta Pode-se avaliar, para as análises, o terço mediano não clorofilado da zona basal (técnica havaiana) ou a folha inteira (técnica francesa).

MOMENTO: momento da indução do florescimento (com variação de 25 dias) tem sido adotado como estádio principal para a coleta das folhas. Dependendo do objetivo da avaliação a época de coleta pode variar ao longo do ciclo vegetativo da planta (do plantio à indução floral).

Plantio
Fileiras simples: 0,80m x 0,30m (41.600 pls./há -pérola e jupi) Fileiras duplas: 1,20m x 0,40m x 0,30m (41.600 pls./há – mesa) 0,90m x 0,40m x 0,30m (51.200 pls./há – indústria)

Plantio em Sulcos

Plantio em covas

Plantio das mudas

Distribuição das mudas no campo

Operação de plantio

Plantio em curvas de nível

Plantio em camalhões

Tipos de consórcio em uso

Tipos de consórcio em uso

Adubação Aplicação por via sólida

Adubação de cobertura (feita com colheres)

Adubação de cobertura – Adaptação de um funil aclopado a um tubo de plástico rígido de 80cm

Evitar fertilizantes nas folhas superiores (mais novas) ou no olho da planta (roseta central)

Aplicação de fertilizantes por via líquida em plântulas (mais usada para N e K2O)

Evitar: horas mais quentes e o escorrimento excessivo e o acúmulo das soluções nas axilas das folhas

Aplicação de fertilizantes por via líquida

Irrigação:
60 a 100mm/mês Menor exigência de água: até 2º mês 2º ao 5º mês: maior exigência até a maturação e floração Irrigar quando tensiômetro a 15cm der 0,15 bar de pressão.

Irrigação por gotejamento

Irrigação por microaspersão

Sistema mais recomendado (formato e distribuição das folhas)

Irrigação por aspersão convencional

Irrigação por pivô Central

Irrigação

por autopropelido

Excesso de água no solo

Falta de água no solo

Estresse hídrico em abacaxizeiro

Métodos de controle de Plantas daninhas

HERBICIDAS MAIS UTILIZADOS Diuron (1,6 a 3,2 Kg i.a./há)

Ametryn + simazine (2,4 a 3,2 Kg/há)
após plantio (30 a 60 dias) e 90 a 12 dias entrelinhas.

Tabela 1 - Principais herbicidas usados na cultura do abacaxizeiro Nome Químico Diuron Diuron Diuron + Bromacil Formulação PM 80 % SC 50 % PM 80 % Dose (kg ou litros do produto comercial por ha) 2,0 – 4,0 3,2 – 6,4 2,0 – 4,0

Ametryn + Simazine
Ametryn Simazine Simazine
- Fonte: Frutas do Brasil 2000

SC 50 %
SC 50 % PM 80 % SC 50 %

4,0 – 8,0
4,0 – 6,0 2,5 – 5,0 40,0 – 8,0

Fitotoxidez por herbicida

Indução floral artificial no abacaxizeiro
Momento: Folha D= 80cm e 70g (plantas desenvolvidas com 7 a 14 meses)

Aplicação via sólida: Dose: 1,0 a 2,0g carbureto cálcio/planta centro da roseta em dias nublados ou chuvosos Horário: à noite (20hs e 5hs) Repetição: 2 a 3 dias após a primeira aplicação.

Indução floral artificial no abacaxizeiro

Aplicação via líquida: Solução de carbureto: 500g carbureto/150litros água Dose: 50ml da solução por roseta foliar, período seco Solução de Ethephon 10 a 20ml do produto em 100 litros de água + 30g cal virgem e uréia a 2%. Dose: 50ml da solução/planta

FLORESCIMENTO
Ciclo vegetativo ± 8 – 14 meses Plantio Ciclo reprodutivo ± 7 meses Diferenciação floral Colheita V________________________V____________________________V

FLORESCIMENTO

Fig. 3 – Diagrama da planta: da indução floral ao fechamento das flores.
I = Indução do florescimento (aplicação do carbureto) II = Surgimento da inflorescência na roseta foliar III = abertura das primeiras flores IV = fechamento das últimas flores

Ilustração: Gildefran A. D. de Assis

Florescimento x idade da planta

Floração uniforme

 Desbaste de mudas na cultura do abacaxi
 A eliminação do excesso destas mudas: aumento significativo do peso médio do fruto e do vigor das mudas que permanecem na planta.  Recomendação:  1. Desbastar as mudas do tipo filhote menos desenvolvidas e localizadas muito próximas de outras mudas ao longo do pedúnculo que sustenta o fruto;  2. Manter-se as mudas mais vigorosas. Deve-se deixar apenas em torno de quatro a seis filhotes por planta. Época: 90 a 100 dias após a indução da floração

 De preferência, deve-se eliminar as mudas do lado do sol nascente, de modo a favorecer o crescimento daquelas que ficam do lado do sol poente, que poderão, assim, ajudar na proteção dos frutos contra a queima-solar.

DOENÇAS
FUSARIOSE Fusarium subglutanis

FUSARIOSE: Ocorre em todas as partes do abacaxizeiro. MUDAS (disseminação) SINTOMAS: Goma na muda e no fruto. Odor característico da fermentação de açúcar. Folhas amareladas e de consistência flácida. CONTROLE: Variedade resist. Mudas sadias; Eliminar as plantas e frutos com os sintomas da doença; Controle químico: iniciar 40- 45 dias após a indução floral, com 4 a 6 pulverizações de 7 em 7 dias até o fechamento total das flores.
Creolina (ácido cresólico): 500mL/100L

PODRIDÃO DO OLHO
Phytophthora nicotiana var. parasitica

em solos sujeitos a encharcamento ou mal drenados
CONTROLE: evitando-se solos encharcados, calagem excessiva do solo, e, plantio das mudas sobre camalhões Fungicidas recomendados:
Aliette (fosetyl) 100 g/100L Captan 480 (captan) 1-2 L/100 L

PODRIDÃO NEGRA DO FRUTO
Chalara (Thielaviopsis) paradoxa

ocorre com freqüência por ocasião da colheita do fruto.
CONTROLE: deve ser feito por ocasião da colheita, tendo-se o cuidado de pincelar a base do fruto com uma solução dos fungicidas:Captan ou Bayleton (triadimefon) .

PODRIDÃO AQUOSA DO FRUTO
Erwinia ananas

MANCHA-NEGRA
Penicillium funiculosum

Frutos com queimadura solar

Proteção mecânica dos Frutos

PRAGAS
Cochonilha
Dismicocus brevipes
CONTROLE: mudas sadias e ou tratadas; destruição de restos de cultura; tratamento aos 30 e 1 80 dias após o plantio das mudas; controle preventivo c/ aplicação de inseticidas fosforados.
Inseticidas recomendados:

para 100 L de água: Kival (vamidathion)330 g Bravik 600 (Parathion methil) 135 Ml Folisuper 600 BR (Parathion methil) 100 mL

Broca do fruto
Thecla basalides

SINTOMA: formando as galerias, surge uma exsudação gomosa, incolor e pouco consistente, que em contato com o ar toma-se escura.

CONTROLE: A rotação de culturas; A aplicação de inseticida preventivo 40-45 dias após a indução floral, em 3 aplicações a intervalos de 15 dias: Para Dosagem para 100 L de água: Sevin 850m (carbryl PM) 150 g Sumithion 400 (fenitrothion PM) 200 g Dipel (B. thuringiensis PM) 60 g

Broca do talo
Castinia icanus

SINTOMAS: folhas seccionadas na região basal, folhas meristemáticas mortas, presença de dejetos, surgimento de rebentos laterais e de uma substância gomosa. CONTROLE: É recomendado a destruição da planta, porque não existe controle químico capaz de controlar a praga.

Colheita

Tratamento: corte do pedúnculo a 2cm e solução tiabendazol a 1%

seleção

tratamento póscolheita

FRUTOS TIPO A: 1,7 a 2,0 Kg FRUTO TIPO B: 1,5 a 1,7 Kg FRUTO TIPO C: 1,2 a 1,5 Kg FRUTO TIPO D: 0,9 a 1,2 Kg

Embalagem e transporte

Final de colheita (Soca)

Coeficientes técnicos de produção de 1,0 ha de abacaxi cv. Pérola, não irrigado, no espaçamento 1,20 x 0,40 x 0,35m, com 35.714 plantas/ha. Especificação A. INSUMOS • Mudas • Uréia • Calcário dolomítico • Superfosfato simples • Cloreto de potássio • Formicida • Carbureto de cálcio y • Fungicida • Espalhante-adesivo • Herbicida • Inseticida-acaricida-cupinicida B. PREPARO DO SOLO • Roçagem • Encoivaramento • Destoca • Aração • Gradagem Unidade mil saco kg saco saco kg kg kg ou L litro litro litro h/d h/d h/d h/t h/t Quantidade 40 10 1.000 06 06 01 20 05 02 04 05 20 05 25 04 02

Coeficientes técnicos de produção 1,0 ha de abacaxi cv. Pérola, não irrigado, no espaçamento 1,20 x 0,40 x 0,35m, com 35.714 plantas/ ha.
Unidade Quantidade

C. PLANTIO • Marcação, coveamento e plantio • Seleção e tratamento de mudas D. TRATOS CULTURAIS • Limpas (10) • Aplicação de fertilizantes (03) • Aplicação de formicida • Aplicação de carbureto de cálcio • Aplicação de fungicida e inseticida • Amontoa (02) • Desbaste de mudas • Aplicação de etefon • Aplicação de herbicida E. COLHEITA E BENEFICIAMENTO - Colheita / beneficiamento F. PRODUÇÃO ESPERADA • Frutos das classes3e4 • Frutos da classe 2 • Frutos da classe 1

h/d h/d h/d h/d h/d h/d h/d h/d h/d h/d h/d h/d frutos frutos frutos frutos

20 11 100 15 01 05 16 08 04 03 03 30 27.500 11.000 11.000 5.500

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