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HIPERDIA

 Fernanda Maria Freire  Janielly Maria Barbosa Da Silva  Maria Célia De Oliveira

Introdução
O Sistema HiperDia tem por finalidades permitir o monitoramento dos pacientes captados no Plano Nacional de Reorganização da Atenção à Hipertensão e ao Diabetes Mellitus, e gerar informação para aquisição, dispensação e distribuição de medicamentos de forma regular e sistemática a todos os pacientes cadastrados.

.Introdução  Pela Portaria nº 371/GM Em 04 de março de 2002. por um Plano de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus.

 Garantir . isumos a todos pacientes cadastrados e acompanhados.  Gerar informações para aquisição dispensação e distribuição de medicamentos de forma sistemática.Objetivos principais  Facilitar o monitoramento de pacientes cadastrados no plano nacional de reorganização da atenção a hipertensão arterial e ao diabetes Mellitus.

. .Proposito do Programa  Gerar informações: .Próprio Ministério da Saúde.Gerentes locais.Gestores municipais e estaduais. .

 Gestor  Gestor Municipal: Aderir ao Programa Nacional de Assistência Farmacêutica à Hipertensão Arterial e ao Diabetes Mellitus. Assessorar os municípios na adesão ao Programa.Responsabilidades  Gestor Federal: Coordenar o Plano Nacional de Reorganização a Atenção à Hipertensão Arterial e ao Diabetes Mellitus. Estadual: Coordenar o Plano Estadual de Hipertensão e Diabetes Mellitus. através do Termo de Adesão .

 Desenvolver atividades em grupo.  Sempre atuar na cardiovasculares.  Capacitar os Agentes Comunitários de Saúde para realizar a busca destes pacientes.Atuação do enfermeiro da UBS no Programa Hiperdia  Manter o sistema atualizado. prevenção de complicações .

o enfermeiro deverá fazer uma análise mensal.Atuação do enfermeiro da UBS no Programa Hiperdia  Manutenção dos níveis pressóricos e glicêmicos normais. se os cuidados estão sendo realizados com sucesso.  Após lançarem os dados no sistema. .

COMO CONHECER O NÚMERO DE PACIENTES PORTADORES DE HA E DM? QUAIS OS SISTEMAS? .

Ficha SSA2. associações com gestação. impossibilidade de quantificar o n° de pacientes( HA e DM). Ficha PMA2.Sistemas SIAB: Ficha A. SIM HIPERDIA . SIH/ SIA: AIH/BPA. (Sem valor epidemiológico. Ausência de informações sobre tipo de DM. apresenta o % de atendimentos). Ficha B.

Sistemas  SIAB – Sistema de informação da atenção básica.  FICHA SSA2 – Contendo o número de pacientes hipertensos e diabéticos cadastrados. UBS ou outros serviços.  FICHA A – Dados referidos pela família –não confirmados muitas vezes.  FICHA PMA2 – Contendo o dado da patologia para a qual foi prestado o atendimento. .  FICHA B – Diagnóstico confirmado através de informações da família.

moderado e alto de doença cardiovascular) Classificação de risco  Categoria cardiovascular  Baixo  Moderado  Alto Evento 10%/10 anos 10 a 20%/ 10 anos > 20%/10 anos .Escore de framingham  Utilizando o escore de framingham podemos definir quais são os pacientes que necessitam de maior atenção por parte da equipe de saúde (risco baixo.

Com o acompanhamento poderemos avaliar a evolução desse indicador .Escore de framingham  No cadastro do paciente já será possível calcular o escore de framingham.

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seja por uma avaliação local.  Recursos humanos e materiais  Protocolos de atendimento (lembrando das urgências e emergências) – prioridades visando o agendamento das consultas e visitas domiciliares (escore de framingham....)  Sadt  Ambulatório(s) de especialidades . distrital ou municipal. podemos planejar ações.Escore de framingham A partir das informações fornecidas pelo hiperdia. seqüelas.

Escore de framingham  Transporte sanitário  Fluxos  Educação continuada e feed-back  Grupos educativos  Grupos de atividade física  Avaliação da adesão ao tratamento .

Viabilizar a obtenção dos percentuais  Faixa Etária  Raça  Escolaridade  Sedentarismo  Sobrepeso/obesidade  Antecedentes familiares  Absenteísmo  Seqüelas  Tabagismo .

Benefícios  Orientar os gestores públicos na adoção de estratégias de intervenção que permitam a modificação do quadro atual.  Garantir os medicamentos padronizados. .  Conhecer o perfil epidemiológico da hipertensão arterial e do diabetes mellitus na população.

Terapia medicamentosa. Atividade física regular.  Controle do Alcoolismo. Mudança de hábitos alimentares. . Controle do Tabagismo.ADESÃO AO TRATAMENTO      Aceitação e compreensão da patologia.

Ministério da Saúde. Ministério da Saúde.Departamento de Atenção Básica.Referencias  BRASIL. Departamento de Atenção Básica. Departamento de Atenção Básica. . Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde. Hipertensão arterial sistêmica para o Sistema Único de Saúde / Ministério da Saúde. 2006.  BRASIL. 2006. Diabetes Mellitus / Ministério da Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.