PROCESSO DE PLANEAMENTO TERRITORIAL

Conteúdos:
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Introdução Base Legal /Conceitos Objectivos Caracterização do Sistema de Gestão Territorial Processo de Elaboração Plano Distrital de Uso da Terra, PDUT Estrutura Metodológica da Elaboração do Plano Distrital de Uso da Terra e de Pormenor.

Introdução

A elaboração de planos urbanos? Territoriais? tem em vista estabelecer uma referência legal/normativa capaz de servir de directriz para o processo de planeamento/gestão territorial. Planear as acções de um Governo Distrital ou o ordenamento do processo de crescimento de uma cidade é, em linhas gerais, um procedimento semelhante ao que utilizamos em nossas decisões e acções individuais ou familiares. O processo de planeamento é muitas vezes resumido em quatro verbos: conhecer, compreender, julgar, actuar ou intervir.

Conceitos
Plano de Ordenamento Territorial:

é o documento estratégico, informativo e/ou (pode ser só informativo?) normativo, que tem como objectivo essencial a produção de espaços ou parcelas territoriais socialmente úteis, estabelecido com base nos princípios e nas directivas do ordenamento do território.

Conceitos(Cont.)
Sistema de Gestão Territorial: é o quadro geral do âmbito das intervenções no território, operacionalizado através dos instrumentos de gestão territorial, e hierarquizado aos níveis nacional, provincial, distrital e municipal.

Conceitos(Cont.)

Território:

é a realidade espacial sobre a qual se exercem as interacções sociais e as do homem com o meio ambiente e que tem a sua extensão definida pelas fronteiras da nação.

Cont.
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Solo Rural: é a parte do território nacional exterior aos perímetros urbanos. Solo Urbano: é toda a área compreendida dentro do perímetro dos municípios (cidades e vilas) e das povoações (sedes de postos administrativos e localidades), legalmente instituídas.

Cont.
Zoneamento: é a operação de gestão territorial que qualifica e divide o território em áreas vocacionadas referencialmente para determinadas actividades de carácter económico e/ou social.

Objectivo Geral do OT

Assegurar a organização do espaço nacional e a utilização sustentável dos seus recursos naturais, estabelecendo as condições legais, administrativas, culturais e materiais favoráveis ao desenvolvimento social e económico do país, à promoção da qualidade de vida das pessoas, e à protecção do meio ambiente.

Objectivos específicos
 

Garantir o direito à ocupação actual Requalificar as áreas urbanas de ocupação espontânea, degradadas, ou como resultado de ocupações de emergência Identificar e valorizar as potencialidades das actividades socio-económicas e culturais Garantir a preservação do equilíbrio ecológico,

Objectivos específicos - Cont.
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 

Garantir a defesa, a preservação e a valorização do património, Compatibilizar e articular as políticas e estratégias ambientais e de desenvolvimento sócio-económico, Optimizar a gestão dos recursos naturais para o seu uso e proveitamento, Garantir a gestão dos conflitos de interesses, privilegiando sempre o acordo entre as partes.

CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO TERRITORIAL

A nível nacional, definem-se as regras gerais da estratégia do ordenamento do território, as normas e as directrizes para as acções de ordenamento, provincial, distrital e municipal, e compatibilizam-se as políticas sectoriais de desenvolvimento do território; A nível provincial, definem-se as estratégias de ordenamento do território da província, integrando-as com as estratégias nacionais de desenvolvimento económico e social, e estabelecem-se as directrizes para o ordenamento distrital e municipal. A nível distrital, elaboram-se os planos de ordenamento do território da área do distrito e os projectos para sua implementação, reflectindo as necessidades e aspirações das comunidades locais, integrando-os com as políticas nacionais e de acordo com as directrizes de âmbito nacional e provincial. A nível municipal, estabelecem-se os programas, planos e projectos de desenvolvimento e o regime de uso do solo urbano de acordo com as leis vigentes.

Instrumentos de gestão territorial a nível Provincial

Planos Provinciais de Desenvolvimento Territorial, de âmbito provincial e interprovincial que estabelecem a estrutura de organização espacial do território da província, ou de duas ou mais províncias que constituam regiões integradas, identificando as grandes unidades territoriais de vocação diferenciada, a distribuição das actividades económicas, as redes urbanas e as infra-estruturas de âmbito provincial.

Instrumentos de gestão territorial a nível Distrital

Planos Distritais de Uso da Terra, de âmbito distrital e interdistrital - que estabelecem a estrutura da organização espacial do território do distrito ou de dois ou mais distritos, com base na identificação de áreas para os usos preferenciais, tendo em conta o povoamento urbano e rural e as áreas de titularidade ou ocupação das comunidades locais, em conformidade com a legislação de terras, as redes de infra-estruturas e a localização das actividades económicas e dos equipamentos colectivos de âmbito distrital, de acordo com a estrutura de organização espacial do território da província.

Instrumentos de gestão territorial a nível Municipal

Planos de Estrutura Urbana – que estabelecem a organização espacial da totalidade do território do município, os parâmetros e as normas para a sua utilização, tendo em conta a ocupação actual, as infra-estruturas e os equipamentos sociais existentes e a implantar e a sua integração na estrutura espacial regional; Os Planos Gerais e, ou Parciais de Urbanização – que estabelecem a estrutura e qualificam o solo urbano, tendo em consideração o equilíbrio entre os diversos usos e funções urbanas, e definem as redes de transporte, comunicações, energia e saneamento, e os equipamentos sociais, com especial atenção às zonas de ocupação espontânea como base sócio-espacial para a elaboração do plano; Os Planos de Pormenor – definem o carácter da forma urbana e das zonas de expansão, dentro dos limites da área municipal,

Contraste entre uma cidade Com POT e a Outra Desordenada

PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DISTRITAL DE USO DA TERRA Art. 5 e 35 do RLOT)

Estrututa
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Conceito do Guião Metodológico Para quem é o Guião Conceito de PDUT Objectivos do PDUT Processo para a elaboração do PDUT Estrutura do PDUT

O CONCEITO DE PLANO DISTRITAL DE USO DA TERRA – PDUT (nº 4. Art.10 da LOT)
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instrumento de ordenamento territorial, de âmbito Distrital e inter – distrital Estabelece a estrutura de organização espacial do território de um ou mais distritos; Identifica áreas para usos preferenciais Define normas e regras; Observar ocupação do uso do solo; Observar utilização dos recursos naturais.

Porquê um PDUT? (Artigo 33-RLOT)
• Materializar as estratégias do desenvolvimento territorial do PPDT • Dar pormenor aos princípios e aos modelos de Δ distrital, definidos a nível provincial; • Estrutura a distribuição dos assentamentos humanos, das infraestruturas e dos equipamentos, no território do distrito; • Define parâmetros que devem reger a relação territorial dos municípios com o

O que deve conter, no mínimo, um PDUT?
Formulação de objectivos gerais e específicos  Inventário da situação existente no âmbito geográfico do território onde é aplicável o referido instrumento;  Análise e diagnóstico dos dados recolhidos na fase do inventário;  Elaboração e avaliação de alternativas;

O que deve conter o PDUT? (cont.)
Decisão sobre quais as alternativas aplicáveis;  Monitorização da implementação das disposições constantes no PDUT;  Revisão sistemática das disposições do PDUT;  Enquadramento legal do Plano (LOT, RLOT e LOLE,)

Publicação do despacho com:
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TdR; Metodologia adoptar para coordenação no distrito; Composição da comissão a ser formada para a sua elaboração; Atribuições a serem conferidas aos órgãos responsáveis pela sua elaboração; Prazos para a sua elaboração.

MODELO DE COORDENAÇÃO NA ELABORAÇÃO DO PDUT

PDUT DINAPOT
Parecer de Conformidade Art. 11 RLOT

DPOT

GP (c) Art 13, LOT)

GD Equipe de Elaboração (Consultoria)
Ligação Comissão Criada
Órgão Consultivo

C Consultivo Distrital
CC, SC,SP, OM´s, Parceiros,

Audiência Pública

DSPI

RSDAE

RSDSMAS

RSDETJ

Autarquia

Outros

ESTRUTURA METODOLÓGICA DA ELABORAÇÃO DO PLANO DISTRITAL DE USO DA TERRA

Diagnóstico da situação
– –


Análise dos dados Biofísicos Avaliação das características Sócio-económicos Análise de dados da população Determinação do Potencial de Desenvolvimento Formulação de Estratégias Elaboração de Cenários Definição de Prioridades

Elaboração de Propostas do Plano


O Que permite a Fase do Diagnóstico
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Identificar: Oportunidades de desenvolvimento com melhores perspectivas em termos de produtos e mercados para o distrito; Problemas de natureza territorial, social e ambiental; Cenários de desenvolvimento hipóteses e prérequisitos; Propostas de uso de terra.

CAPÍTULO 1 - DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ACTUAL

1. Caracterização Físico-Geográfica  1.1. Enquadramento Regional  1.2. Localização Geográfica, Limites Administrativos e Divisão Administrativa  1.3. Condições Físico-Naturais e Ambientais

Tabela n º 1- Condições Físico-naturais e ambientais levantamento de dados secundários - Solos
Tema Instituição para recolha de dados Conteúdo/ Elementos Diagnóstico Limitantes Análise Cartografia (Mapas)

Solo

IIAM

solos;

Tipo de

Distribuiç ão geográfica dos solos - Definição do potencial para agricultura - factores climatéricos factores sócioeconómicos. Mecânica dos solos (construção de pequenas e grandes engenharias Pesquisa de aquíferos Estudo

Salinizaç ão Queimadas descontroladas - Erosão - Uso da terra Drenagem

Rendime nto dos solos Capacida de de carga -

-

- Natureza dos materiais superficiais (solos, pedregosidade ) - Permeabilidade dos solos - Pedregosidade - Capacidade de retenção de água

Mapa pedológico Potencial Agrícola

Qualidad e e e sua distribuição no território
-

-

- Potencial agrícola

Inundações/ cheias
desertificação

Materiai s construção e indústrias (areias e argila) Potencial agrícola

Tabela nº 2 - Sensibilidade Ambiental
Tema Instituição para recolha de dados MICOA Florestas IIAM DNA Fauna Solos Biodiversida de Concessões factor es climatéricos factor es sócioeconómicos Conteúdo/ Elementos Diagnóstico Limitantes Análise Cartografia (Mapas)

Sensibi lidade Ambie ntal

Terra

DINATE F

Hidrografia

- Tipo de flora e fauna -

- - uso da terra - .- Sobre exploração - _ Salinização Queimadas descontrolad as Erosão Drenage m Inundações Fiscalização Secas

-

-

Clima Comunidades Topografia Geologia Ocorrências lacustres e suas características;

Ecossistemas e habitats Cadeias de valor Ecoturismo Maneio integrado Índice de sensibilidade ambiental

Área de sensibilidade ambiental Áreas protegidas ou a proteger Área com problemas ambientais

Tabela nº 3 – Riscos Ambientais
Tema Institu ição r dados MICO A DINAT EF IIAM DNA Identificaçã o de áreas ambientalmente sensíveis, com base numa classificação de : o Zonas de risco elevado o Zonas de risco moderadas o Zonas de baixo risco Conteúdo/ Elementos Diagnóstic o Limitantes Análise Cartografia (Mapas)

Riscos Ambien tais

Tipo de flora e fauna Biodi versidade em risco de extinção Áreas de erosão em forma de ravina Zona s de queimadas constantes

- Uso da terra Sobre exploração Salinização Queimadas descontrola das Erosão Drenage m Inundações -

Avaliação de impacto ambiental Planeamento do uso da terra

-

Zonas de riscos ambientais por tipo

Fiscalizaçã

2. Caracterização Sócio-Cultural
2.1. População 2.2. Infra-Estruturas 2.3. Equipamento Social 2.4. Actividades Económicas 2.5. Uso do Solo Actual 2.6. Condicionantes para a Ocupação do Solo 2.7. Síntese de Principais Problemas Potencialidades

Diagnóstico da situação actual

Avaliar o nível de satisfação das necessidades (demanda actual) da população em termos de equipamentos públicas, serviços e infra-estruturas Analisam-se aqui, sempre em função da população a servir por exemplo o seguinte: Educação – Em função da população em idade escolar (cerca de 22% da população total)- para EPC

Levantamento de dados sócio-económica - Saúde
Tema
Instituiç ão para recolha de dados MIS AU Admi nistração do Distrito IN E

Element os
Unidad es sanitárias Uni dades de apoio (armazén s) Ass entament os humanos Áre a de influência

Diagnóstico

Limitantes

Análise

Cartografia ( Mapas )

Saúde

Número e evolução das unidades sanitárias Número de camas Estado de conservação Capacidade instalada Classificaçã o das unidades sanitárias Distribuiçã o territorial das unidades Situação das doenças endémicas e de

Distribuiç ão das unidades Profission ais qualificados Meios de diagnóstico Alojamen to para o pessoal médico e paramédico Distância a percorrer para acesso ao estabelecimento de ensino

Nível de satisfação das camas para a procura Nível de satisfação para o atendimento materno-infantil Número e qualidade das unidades sanitárias pelo tamanho da população

Distribuiç ão das unidades sanitárias Densidad e da rede hospitalar Área de cobertura

Tabela 5: Cenários de Desenvolvimento - Pecuária
Cenários
Elementos Diagnóstico Limitantes Análise Plano Cartografia (Mapas) -

Desenv olvime nto na base da Pecuár ia

- Terra -Pastagens - Água - Gado - Infrasanitárias

- Tipos e Tamanho das manadas - Distribuição territorial manadas Sectores envolvidos e peso de cada um deles (Empresarial, familiar) Importância economia do Distrito

Plantas infestantes Doenças endémicas (tripanossomíases) Pragas Cultura local Qualidade das pastagens Ciclos climáticos desfavoráveis (secas) Conflito animais selvagens/gado (transmissão de doenças)

- Aptidão ecológica para criação dos diferentes tipos de gado - Capacidade de carga animal Produtividade animal Infra-estruturas sanitárias “versus” crescimento das manadas Contribuição da pecuária no desenvolvimento do distrito Segurança alimentar e nutricional local

-

Minimização das limitantes Fomento pecuário Crescimento das manadas Expansão das pastagens Intensificaçã o pecuária Melhoria da qualidade de gado (adaptabilidade ao clima, produção de leite, peso das carcaças, carne) Aumento dos níveis nutricionais da

Aptidão ecológica para a criação de gado Distribuiçã o relativa das manadas Densidade real das manadas no território Cabeças de gado por família Distribuiçã o territorial das classes de pastagens Distribuiçã o de infra-

Exemplo: Cenário de desenvolvimento
Cenários Elemento s - Terra - Água - Solos Clima Vegeta ção Comu nidades Diagnóstico - Uso da terra - Tipos de florestas e sua localização - Espécies florestais com valor Biodiversid ade - Concessões florestais - Exploração florestal Contribuiçã o das florestas na economia do Distrito - Modos de vida das comunidades - Áreas comunitárias

Limitantes
- Acesso à terra Sobreexploração Queimadas descontroladas Licenciamento simples Fiscalização

Análise
- Ecossistemas e habitats Cadeias de valor na exploração florestal Maneio florestal Sustentabilidade da exploração florestal Valorização do potencial florestal Uso integrado da floresta e dos recursos florestais madeireiros e nãomadeireiros

Plano
- Monitoria do recurso florestal Exploração sustentável da floresta Transformação dos recursos florestais Expansão das áreas florestais Plantaçõe s florestais Opções de maneio sustentável Melhoria da qualidade da floresta -

Cartografia (Mapas)
Estrutur a da vegetação Unidade s florestais Unidade s de maneio Espécies florestais dominantes (com valor comercial) Concess ões florestais Áreas comunitárias

Desenvo lviment o com base em Floresta s

ZONA 1

ZONA 2

ZONA 3

IDENTIFICAR ÁREAS PRIORITÁRIAS
ZONA 4

FOCAR OS RECURSOS PÚBLICOS AQUI PARA PROVAR E REGISTRAR DIREITOS LOCAIS

Estrutura Metodológica Elaboração do Plano Pormenor

da De

1.

Caracterização do plano

Estabelecem a concepção detalhada da forma urbana de qualquer área específica do território municipal ou distrital, através de determinção do desenho urbano, tendo em conta, a divisão de lotes, a implantação dos volumes edificados, o traçado das redes de infra-estruturas, a localização de equipamentos, serviços e espaços verdes e arquitetura dos edifícios e espaços exteriores. Os Planos de Pormenor podem adoptar a modalidade de projecto de intervenção em Espaço Rural que estabelecem a estrutura de organização espacial de determinadas áreas rurais, que necessitam de uma intervenção iminente e mais detalhada de planeamento territorial, e definem as medidas e acções prioritárias para o seu desenvolvimento territorial

2.

Âmbito territorial

O âmbito territorial de um Plano de Pormenor dependerá, evidentemente, do próprio tipo e da escala de cada plano. Poderá incluir todo um bairro existente ou a ser implantado, área especial do Centro Urbano, eixos viários, assentamentos espontâneos em zonas de caniços ou mesmo terrenos para construções públicas ou privadas.

3. Agentes envolvidos
Iniciativa • A iniciativa da sua elaboração pode ser tanto de agentes públicos (Conselhos locais, empresas públicas individualmente ou associadas para implantação de deferentes infraestruturas) como agentes privados (empresas imobiliárias, grandes empresas industriais). Elaboração • a elaboração deverá caber aos mesmos agentes responsáveis pela iniciativa. Poderão entretanto ser envolvidos técnicos dos órgãos governamentais, empresas privadas de engenharia, arquitectura e urbanização. • Preparação de insumos e consultas Dependerá de cada tipo de plano ou projecto. No caso de planos e projectos de melhoramento para bairros existentes ou de intervenções localizadas em áreas muito particulares do Centro Urbano, deve ser obrigatória a consulta à população residente e usuária do sítio e da sua vizinhança imediata.

• Monitorização Em princípio, a monitorização deverá ser feita pelos agentes promotores e financiadores do empreendimento. Nos casos em que um Plano de Pormenor integra vários projectos com financiadores ou intervenientes, o Conselho local deverá montar uma unidade de supervisão do conjunto destes projectos.

• Aprovação e enquadramento legal Os Planos de Pormenor deverão ser submetidos a aprovação nos Conselhos Municipais. Os planos de iniciativa das próprias Administrações Locais deverão receber parecer dos órgãos sectoriais com interesse em cada tipo de plano.

Divulgação

O mesmo critério de exposição pública dos planos previstos nas autarquias locais poderá ser utilizado no caso dos Planos de Pormenores, sobretudo nos casos de maior interesse público.

Implementação
A implementação dos Planos de Pormenores constitui-se basicamente em uma actividade de engenharia civil, pública ou privada. A responsabilidade será dos construtores. Deverão ser mobilizadas ainda estruturas de fiscalizaçào de obras públicas ou privadas, conforme o caso, e do governo.

Revisão do Plano

A revisão de um Plano de Pormenor, dada a expectativa de sua implementaçào imediata, deverá se traduzir mais como avaliação de impacto do que propriamente, como revisão e realimentação de processo. A terefa deve caber à Administração Local do Centro Urbano.

4.

Procediementos metodológicos básicos
Etapa 1 – consulta prévia à Administração Local sobre directrizes e exigências para o plano. Etapa 2 – levantamentos de campo na área e avaliaçào preliminar de impacto. Etapa 3 – desenvolvimento do anteprojecto. Etapa 4 – exame preliminar pelo Conselho Municipal Local; Etapa 5 – desenvolvimento do projecto executivo; Etapa 6 – apresentação e aprovação.

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5. Produto final, forma e documentação de apresentação
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Apresentação sucinta dos objectivos, propostas e impactos do plano; Planta geral de situação. Deverá conter curvas de nível, arruamemnto, edificações e infraestruturas existentes no sítio e sua vizinhança imediata. A escala mínima será de 1:2000. Planta. No caso de projecções de edificações, a escala mínima será de 1:200. Pareceres eventualmente dados por órgãos especializados.

Caracterização Físico-Geográfica (1)

Divisão administrativa;

Interdependência com resto da província;
Principais Centros urbanos; Vias de comunicação Constrangimentos para desenvolvimento Actividades da população

OBRIGADO PELA ATENÇÃO

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