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infográficos

miniaturização e decodificação de usuários
AUH2814 | FERNANDO PRADO MIRANDA 6806587

estrutura x informação Ao estudar o contraste entre a miniaturização do design e a maximização das escalas pela ótica do data visualization. 1. tanto em atributos físicos propriamente ditos quanto em fluxos em trânsito ao redor do mundo. Estação de captação de energia x gráfico de consumo energético em Manhattan . foi possível explorar a existência de infográficos de complexidade diminuta criados para discutir estruturas complexas e extensas.

Cabos de telecomunicações x gráfico de uso do Facebook ao redor do mundo . Obras de construção do metrô x gráfico de uso de metrôs em grandes metrópoles. 3.estrutura x informação 2.

depara-se com mais uma forma de contraste ao voltar o olhar somente para os infográficos propriamente ditos. . Essa forma de visualização de conteúdo tem se tornado extremamente macroquantidades popular justamente em por abarcar de informacionais formatos complexidade extremamente miniaturizada.informação x visualização No entanto. Um espaço tão diminuto quanto uma página de revista é capaz de carregar informações tão complexas quanto o funcionamento de um colisor de hádrons – dentre outros exemplos.

informação x visualização Uma foto do LHC e o infográfico criado para explicar seu funcionamento. .

informação x visualização A “febre” dos infográficos é tamanha que se transformou em pauta de grandes sites de design e web. .

decodificando usuários Mais recentemente. mediante autorização do usuário e de contar histórias visuais com base em históricos pessoais. Num contexto onde o homem é designado esse papel de corpo informacional. o infográfico passou a desempenhar também um papel de “decodificador de pessoas”. . conforme construímos nossas identidades públicas nos diversos serviços”. Citando Beiguelman em “O Fim do Virtual”: “somos uma espécie de plataforma que disponibiliza informações e hábitos. com o auxílio de aplicativos que utilizam o API de plataformas como o Twitter e o Facebook. aplicações de visualização de informação em diferentes plataformas são capazes de agrupar dados disponíveis.

que vem acompanhado de diversos gráficos gerados somente com a autorização de acesso às informações pessoais.ly gera um monstrinho com base no seu perfil do Facebook. .decodificando usuários Os exemplos são muitos: O Visual. via Facebook Connect.

As imagens da visita são disponibilizadas também em um álbum no Facebook do usuário. gera o vídeo de uma visita a um museu dedicado ao usuário. . também acessa as informações via Facebook Connect. ao invés de um gráfico. aplicativo criado pela Intel. mas.decodificando usuários O Museum of Me.

. com base em médias mundiais. contar detalhes da sua história.decodificando usuários A campanha da Estrella Galicia é ainda mais simples: usa apenas a sua data de nascimento e sexo para.

ao contrário de um usuário preenchendo o perfil da maneira que lhe convém. trata-se de mais uma forma de mediação das redes sociais sobre o jeito com o qual contamos nossas histórias. Ao final do dia. inclusive. A diferença está no fato de que.reflexão final A capacidade de alguns destes aplicativos de levantar informações detalhadas sobre o usuário esbarra. nas discussões propostas por Felix Stalder sobre uma maior transparência de protocolos e algoritmos. . a curadoria está nas mãos de mais um algoritmo responsável por nos decodificar.

O Fim do Virtual STALDER.lucieandsimon.br http://webholic.uk/magazine/archive/2011/10/start/atlas-mapped http://www.is/transparency/web/trans0209takingthetrain.good.br http://awesome.co.wired.com.html http://www. Autonomy and Control in the Era of Post-Privacy http://www. Felix. Giselle.com .com.bibliografia referências BEIGUELMAN.gizmodo.