CUIDADOS NO FINAL DA VIDA

algo amargo para os jovens. Publilius Syrus . tardia demais para os velhos. • Cada um nasce com alguma coisa que tem mais valor que todas as outras – seu último fôlego. ato ou fato de morrer.DEFINIÇÃO DE MORTE • Término da vida. interrupção de todas as funções vitais. Mark Twain • A morte é uma sorte para as crianças.

• BIOÉTICA: • Em que nível da morte o indivíduo é considerado morto? .Estatísticas Vitais das Nações Unidas • Morte é a cessação das funções vitais sem possibilidade de ressuscitação.

Família e o processo da morte • Redução da taxa de natalidade e da mortalidade ao longo dos anos. .

Instituições de saúde inadequadas..Altas taxas de mortalidade refletem. Desconhecimento de tecnologia para combate e controle dos elementos naturais. . • • • • Condições de vida insatisfatórias.. Limitadas técnicas de controle de doenças.

NEGAÇÃO • Negação da realidade da situação. . • Comentários que refletem o pensamento: “Não é verdade” “Deve haver algum erro” • É um elemento de absorção do choque causado pela informação difícil da existência de uma condição terminal.Etapas da morte • 1. • Enfermeiro: • Aceitar os mecanismos de defesas. • Dialogar se possível.

• Questionamentos sobre estarem ou não fazendo a coisa certa. pouco a pouco. • Causada pelos desejos não satisfeitos e negócios inconclusos na vida. . pela reação da pergunta “Por que comigo?” • Difícil para o acompanhante – vítimas do deslocamento da raiva. • Para o paciente nada está certo.• 2. RAIVA • A reação “Eu não!” é substituído. • Família: • Podem não entender as reações do paciente.

. • Saber receber as críticas.• Enfermeiro: • Deve ajudar a família a compreender a reação do paciente. • Lembrar ao paciente de coisas preferidas podem contrabalancear as perdas antecipadas. • Conversas sobre seus sentimentos com um colega de profissão. • A doença é do paciente e não da família. • Não entender a reação do paciente como afronta pessoal.

Promessas a si mesmos. ou se sentir culpado. • Enfermeiro: • Deve saber que o paciente pode ficar desapontado por não ver atendida sua barganha.• • • • 3. BARGANHA Negociar o adiamento do inevitável. . Promessas a Deus.

• O idoso pode já apresentar várias perdas e depressão – pelas perdas vivenciadas. DEPRESSÃO • Fica claro a realidade da morte.  Estilo de vida.  Passatempos agradáveis. .  Funções do corpo.• 4. exemplos:  Dinheiro poupado durante a vida.

• A família pode precisas de conforto. • Destacar para a família que a depressão pode ajudar o paciente a aceitar sua condição e ter paz. .• Enfermeiro: • As palavras podem não ajudar. confortar e estar perto do paciente que está morrendo são ações valiosas. • Tocar.

Um conforto realista com a morte iminente não nega a presença da esperança. ACEITAÇÃO A luta cessa e chega o alívio. Não deve isolar o paciente do contato humano. .• • • • • 5. Não deve ser confundida com alegria e sim PAZ.

Conforto físico • • • • Dor Sofrimento respiratório Constipação Ingestão nutricional insatisfatória .

Sinais de morte iminente • • • • • • • • • Declínio da pressão sanguínea Pulso rápido e fraco Dispneia e período de apneia Resposta pupilar mais lenta Transpiração abundante Membros frios Incontinência da bexiga e intestino Palidez e manchas na pele Perda da audição e da visão. .

Enfermeiro • Deve expressar os próprios sentimentos sobre a morte dos paciente. .

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