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A NATOMIA DE SUPERFÍCIE VOLTADA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM : Útero Gravídico e Relações com Vísceras

ANATOMIA DE SUPERFÍCIE VOLTADA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM:

Útero Gravídico e Relações com Vísceras Pélvicas e Abdominais ao Longo da Gestação

A NATOMIA DE SUPERFÍCIE VOLTADA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM : Útero Gravídico e Relações com Vísceras
A NATOMIA DE SUPERFÍCIE VOLTADA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM : Útero Gravídico e Relações com Vísceras
E QUIPE : Amanda Carolayne Juliana Rafaela Quintela Samara Patrícia

EQUIPE:

Amanda Carolayne
Juliana

Rafaela Quintela

E QUIPE : Amanda Carolayne Juliana Rafaela Quintela Samara Patrícia
  • Samara Patrícia

ÚTERO NORMAL E GRAVÍDICO

Ú TERO NORMAL E GRAVÍDICO
Ú TERO NORMAL E GRAVÍDICO

ÚTERO GRAVÍDICO ECTÓPICA LESIONADO

Ú TERO G RAVÍDICO ECTÓPICA LESIONADO

GRAVIDEZ DO PRIMEIRO TRIMESTRE

O primeiro trimestre da gravidez corresponde ao período que vai desde o início do ciclo menstrual até ao momento da concepção, isto é, as duas semanas iniciais. Como não se sabe a altura exata da concepção, a gestação é contada a partir da data de início da menstruação. Mesmo começando duas semanas após o início da menstruação, essas duas semanas não deixam de ser importantes, sendo essencial seguir as etapas da gravidez e os conselhos de especialistas em termos de cuidados pré-natais.

G RAVIDEZ DO PRIMEIRO TRIMESTRE O primeiro trimestre da gravidez corresponde ao período que vai desde

GRAVIDEZ DO SEGUNDO TRIMESTRE

No segundo trimestre da gravidez , continuam a desenvolver-se os órgãos do feto e o seu crescimento prossegue.

Nesta fase, as mudanças em seu

corpo

são

mais

visíveis,

adaptando-se este para receber o bebê e aconchegá-lo durante os nove meses.

G RAVIDEZ DO SEGUNDO TRIMESTRE No segundo trimestre da gravidez , continuam a desenvolver-se os órgãos

GRAVIDEZ DO TERCEIRO TRIMESTRE

Faltam mais ou menos meses para você dar à luz!

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No terceiro trimestre da gravidez, o crescimento e desenvolvimento do bebê prosseguem, sendo que, em alguns casos, este poderá nascer antes do tempo (parto prematuro) e, assim, sobreviver fora do útero .

Quanto

à

grávida,

o

corpo começa a preparar-se para o

parto, passando por

várias

mudanças, algumas normais

e

outras não tanto (e que devem ser

mencionadas aquando da médica).

visita

G RAVIDEZ DO TERCEIRO TRIMESTRE Faltam mais ou menos meses para você dar à luz !

TÉCNICA PARA MEDIDA DA ALTURA UTERINA

T ÉCNICA PARA MEDIDA DA ALTURA UTERINA

TÉCNICA PARA MEDIDA DA ALTURA UTERINA

  • Posicionar a

gestante

em

Anotar

a

medida,

 

em

decúbito dorsal, com o abdômen

centímetros,

na

ficha

e

no

descoberto;

cartão,

e

marcar

o

ponto

na

  • Delimitar a borda superior da sínfise púbica e o fundo uterino;

  • Por meio da palpação, procurar corrigir a comum dextroversão uterina;

  • Fixar a extremidade inicial (0cm) da fita métrica, flexível e não extensível, na borda superior da sínfise púbica, passando-a entre os dedos indicador e médio. Procederà leitura quando a borda cubital da mão atingir o

fundo uterino;

curva da altura uterina.

T ÉCNICA PARA MEDIDA DA ALTURA UTERINA  Posicionar a gestante em  Anotar a medida,

PALPAÇÃO OBSTÉTRICA

A palpação obstétrica deve ser realizada antes da medida da altura uterina. Ela deve iniciar-se pela delimitação do fundo uterino, bem como de todo o contorno da superfície uterina (esse procedimento reduz o risco de erro da medida da altura uterina). A identificação da situação e da apresentação fetal é feita por meio da palpação obstétrica, procurando identificar os polos cefálico e pélvico e o dorso fetal, facilmente identificados a partir do terceiro trimestre. Pode-se, ainda, estimar a

quantidade de líquido amniótico.

P ALPAÇÃO O BSTÉTRICA A palpação obstétrica deve ser realizada antes da medida da altura uterina.

1ª MANOBRA, LOCALIZA O FUNDO UTERINO. 2º TEMPO, IDENTIFICA A SITUAÇÃO FETAL. 3º TEMPO, DETERMINA A ALTURA DO PÓLIO CEFÁLICO . 4º TEMPO, IDENTIFICA A APRESENTAÇÃO FETAL.

1 ª M ANOBRA , LOCALIZA O FUNDO UTERINO . 2 º TEMPO , IDENTIFICA A

VÍSCERAS ABDOMINAIS

A cavidade abdominal forma a parte superior e principal da cavidade abdominopélvica, a cavidade contínua que se estende entre o diafragma e o diafragma da pelve.

A cavidade abdominal não tem assoalho próprio porque é continua

com a cavidade pélvica.

A pelve

maior

sustenta

e

protege

parcialmente

as vísceras

abdominais inferiores (parte do íleo, ceco e colo sigmoide).

V ÍSCERAS A BDOMINAIS A cavidade abdominal forma a parte superior e principal da cavidade abdominopélvica

a cavidade abdominal

estende-se superiormente na caixa

torácica osteocartilagínea até o 4º

espaço intercostal (f. 2.1). Consequentemente, os órgãos

abdominais mais altos

(baço,

fígado, parte dos rins e estômago)

são protegidos pela caixa torácica.

a cavidade abdominal estende-se superiormente na caixa torácica osteocartilagínea até o 4º espaço intercostal (f. 2.1).

VÍSCERAS PÉLVICAS

A anatomia pélvica pode ser compreendida pelo conjunto de ossos, músculos, ligamentos que formam o assoalho pélvico e seus órgãos, a bexiga, a vagina, o útero e o reto, que determinam a função normal do assoalho pélvico.

A anatomia pélvica pode

ser compreendida pelo conjunto de ossos, músculos, ligamentos que formam o assoalho pélvico e seus órgãos, a bexiga, a vagina, o útero

e o reto, que determinam a função

normal do assoalho pélvico.

V ÍSCERAS P ÉLVICAS A anatomia pélvica pode ser compreendida pelo conjunto de ossos, músculos, ligamentos