De acordo com o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde do MS (2007): existiam: 12.000 Laboratórios Clínicos no Brasil Deste total em 2008 , 5525 tinham como proprietário um farmacêutico.

Exames toxicológicos Laboratoriais em geral (médico) Gerenciamento de laboratórios Assessoria em análises clínicas Pesquisa e extensão Garantia e controle de qualidade nos laboratórios clínicos Magistério superior Planejamento e gestão no setor .

forense e ambiental .Bioquímica básica e clínica Hematologia e suas subdivisões Imunologia básica e clínica Endocrinologia básica e clínica Estudo dos líquidos cavitários e derrames Parasitologia básica e clínica Micologia básica e clínica Citologia e citopatologia Biologia molecular Controle externo e interno do laboratório Fisiologia humana Química analítica e instrumental Toxicologia ocupacional.

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fisiológica ou patológica. Ciência investigativa. Estuda materiais orgânicos Parâmetros de referência .Química clínica. ciência que está entre a química e a biologia.

Diagnóstico clínico? Diagnóstico laboratorial? O diagnóstico laboratorial fecha o clínico? O que vem a ser anamnese? .

A investigação bioquímica está em todos mos ramos do laboratório clínico Não é possível separar a Medicina do Laboratório Clínico .

Controle de Qualidade .

Século XX o século do controle de qualidade O que é qualidade??? Adequação ao uso(Juran e gryna) É o que o cliente diz (Feigenbaum) Qualidade não é o que o fornecedor dá. mas o que o consumidor recebe e está disposto a pagar(Peter Drucker) Na realidade qualidade é a satisfação do cliente .

O laboratório clínico deve ultrapassar as expectativas do cliente. custo com REPETIÇÃO DE EXAME Com a qualidade melhorada pode-se diminuir os custos .O Laboratório clínico oferece ou presta serviço e este deve possuir qualidade. Ex custo de calibração para CQ. não atendendo só suas necessidades para ir além da mesma. Quem utiliza laboratório Clínico? Paciente Médico Empresas Quando se fala em CQ não se deve esquecer da palavra CUSTO.

Deve haver infra estrutura física e ambiental adequada Pessoal técnico selecionado e treinado Dispositivos para se mensurar CQ e calibração Reagentes de procedência e qualidade comprovada Limpeza ideal de vidraria Coleta ideal de material Manual de qualidade com documentação completa e atualizada .

ETAPA PRE ANALÍTICA ETAPA ANALÍTICA ETAPA PÓS ANALÍTICA POPS: Procedimento operacional padrão ou Its Instrução de trabalho .

fumo ou outros medicamentos Coleta da amostra: obtenção.Identificação do paciente e da amostra Preparação do paciente: jejum. preparação e armazenamento Descarte do material . uso de álcool. estado nutricional.

duração e complexidade do ensaio.. estabilidade dos reagentes..linearidade Praticidade: volume e tipo de amostra. Qualidade da água Limpeza da vidraria Calibração dos dispositivos de medição do ensaio . exatidão. sensibilidade.Confiabilidade: precisão. segurança pessoal. especificidade.

ou seja. os doentes .Sensibilidade=VP÷VP+FN O teste mede os verdadeiros positivos.

Especificidade=VN÷VN+FP O teste exclui os que não possuem a doença .

Cálculo dos resultados Análise de consistência dos resultados Liberação dos laudos Armazenamento do material e amostra dos pacientes Transmissão e arquivamento dos resultados Consultoria técnica .

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•Responsável por 70% dos erros devido a automação que faz parte da fase analítica .

•Indicação do exame •Redação da solicitação • Preparo do paciente • Coleta dpo material •Acondicionamento. será que ele compreendeu as informações? . preservação e transporte Esta é uma fase multiprofissional O paciente não é um mero agente passivo.

•Muitas vezes somos obrigados a registrar o horário da coleta. •Retirar frascos do Laboratório para coleta domiciliar •Uso ou não do garrote • Tubos com ou sem anticoagulantes • Manter o laboratório em temperatura constante •Variação quanto ao sexo do paciente .

•Variação quanto a idade •Atividade física •Jejum: jejum excessivo não é indicado •Uso de fármacos e de drogas de abuso •Dieta .

Instalação e estrutura física da sala de coleta Recepção e sala de espera Sala de coleta Equipamentos e acessórios Armazenamento de resíduos sólidos .

FALHAS • amostra insuficiente • amostra incorreta amostra inadequada • identificação incorreta • problemas no acondicionamento e transporte • .

DIFERENCIE-O .

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Hemo: sangue Stasis: parada .

Fenômeno para garantir a coagulação .

Inicia na lesão vascular Alteração nas células endoteliais .

.PRIMÁRIA Vasoconstrição: lesão vascular Adesão: aderência das plaquetas à lesão vascular (fator de von Williembrandt) Ativação plaquetária: liberação dos grânulos Agregação plaquetária: trombo branco.

vitronectina.Lisossomas: ácido hidrólico Corpos densos: ADP. Serotoninina. histamina e cálcio Alfa grânulos: fibrinogênio. ATP. fator V. trombospondina e FVW .

Normalmente são enzimas com exceção dos fatores V e VIII que são glicoproteínas e do fator XIII que é uma transglutaminase* .SECUNDÁRIA Cascata de coagulação Via intrínseca: ativação de contato Via extrínseca: fatores tissulares Ambas as vias formam o coágulo de fibrina Os fatores de coagulação são numerados por algarismos romanos e quando se coloca uma letra significa que o mesmo está ativado.

microbiana Apoptose Diferenciação celular Cascata de coagulação: fusão do fibrinogênio Formação do citoesqueleto da membrana celular .Enzima de múltiplas funções Tissular.

SECUNDÁRIA Cascata de coagulação Via intrínseca Fator VIII. XII Via extrínseca Após a lesão celular Fator III+ Fator VII ativa o IX e X Fator X + fator V ativa a protrombina em trombina Trombina ativa fator V e VII( que ativa o fator XI que ativa o fator IX) O Cálcio é importante . X. IX. XI.

Formação da trombina Fator X é convertido em Fator Xa que transforma protrombina em trombina Funções Conversão de fibrinogênio em fibrina Ativador dos fatores V e VIII e do fator XIII .

Co fatores da coagulação Cálcio Vitamina K .

FXIIa e FIXa Inibidor do fator tissular: inibe FVIIa. .Inibidores da coagulação Proteína C: degrada os Fatores Va e VIIIa Antitrombina: Degrada FXa.

DEFINIÇÃO Também chamado de prova de coagulação .

Quando o mesmo é utilizado? .

No pré cirúrgico No pré tratamento com anti coagulantes Durante o tratamento com anticoagulantes: monitoramento e prevenção de doenças cardíacas .

TS: tempo de sangria: fase celular TC: tempo de coagulação: fase celular Tempo de ativação parcial do tromboplastina (TTP): fase plasmática Tempo de ativação da protrombina (TP): fase plamática Contagem de plaquetas: fase celular Prova do laço (PL) Retração do coágulo .

TS: hemostasia primária TC: hemostasia secundária PL: hemostasia primária . fragilidade capilar ( alto índice de falsos positivos e negativos quando do uso de medicamentos) RC: avalia a função plaquetária. mas é pouco sensível TP: avalia a via extrínseca TTP: avalia a via intrínseca Avaliação plaquetária: fundamental .

As análises clínicas são executas por farmaceuticos. . Estes profissionais são supervisionados e tem seu trabalho validado pelo responsável técnico legal pelo laboratório clínico (RT no Brasil). biomédicos.bioquímicos e médicos. A fiscalização do laboratório fica a cargo da Agencia nacional de Vigilância Sanitária e dos técnicos de nível superior por seus respectivos conselhos profissionais.

proteínas plasmáticas. ácido úrico. lipídeos.BIOQUÍMICA DE SANGUE DE SUBSTANCIAS NÃO ELETROLÍTICAS Glicose. bilirrubinas . ureia. creatinina.

K.BIOQUÍMICA DE SANGUE DE SUBSTANCIAS ELETROLÍTICAS PCO2. Ca. Mg . Na. P.

AST.BIOQUÍMICA DE SANGUE DE ENZIMAS ALT.. DHL.. AMILASE. . GGT. ALDOLASE. LIPASE.

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Método mais utilizados nas investigações biológicas e físico química. Espectrofotômetro analógico e digital Luz visível definir Onda

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O exame de laboratório sempre irá complementar o exame clínico. Fazer o diagnóstico diferencial. Monitorizar o tratamento. Fornecer um prognóstico.

A clínica não coencide com o exame de laboratório. Ex: um soro lipêmico. aumenta a determinação de bilirrubina de um animal não ictérico. Presença de hemoglobinúria sem hemólise in vivo?  .

A CLINICA É SOBERANA .

Unidades Somogyi para Amilase.UNIDADES Muita confusão: Unidade Bodansky:FAL. Unidades Sigma Frankel para ALT e AST. Portanto. ...

UNIDADES Unidade Internacional: é a quantidade de enzima que catalisa a conversão de 1 µMole de substrato ou coenzima/ minuto em condições pré determinadas de temperatura e pH. . mU/ml ou U/L ou U/ml.

37= UI/L Amilase: Unidades Somogyix1.85= UI?L Lipase:Unidade Roe-Bylerx16.UNIDADES FAL: Unidade Bodanskix 5.7=UI/L .

O comprimento de onda é específico para cada substância.. Baseia-se na absorção e transmissão de luz.  Comprimento de onda. Def de luz ( espectro de radiação). Cor. .

.700 nm  Infravermelho: > 700 nm. Ultravioleta:< 400 nm  Visível: 400. Luz monocromática e policromática.

. Ventoinha.Componentes: Emissor de energia.  Lâmpada de tungstênio ou quartzo com argônio ou iodo em forma de gás. Cristal de quartzo sob a forma de prisma para selecionarmos a luz monocromática.

. Conversão da energia luminosa em energia elétrica com o uso de um voltímetro. Cubetas especiais.

mas em vez de prisma o mesmo usa filtros com comprimentos de onda que possuem um espaço entre os mesmos.É idêntico ao espectrofotometro. Ex: filtro verde 500-600 nm(fotocol) 550 nm ( espectro). .

Substância homogênea. As moléculas não podem mudar de estado. obedecem a uma equação do primeiro grau ( reta). .CONDIÇÕES  Fonte monocromática.  São reações lineares.

DEFINIÇÃO A absorção de luz de uma determinada substância é diretamente proporcional a concentração do soluto ou seja quanto mais intensa a cor maior é a concentração desta substância. .

C=DoXFa C= concentração. Do= densidade ótica Fa= fator .