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PRODUÇÃO DE PAPEL COM POLPA DE Bambusa vulgaris E DETERMINAÇÃO DAS SUAS PROPRIEDADES FÍSICO-MECÂNICAS

Acadêmicos: Graziele Kern Roso. Cleriston Sidnei Martins Djahill Zwawi Jeferson Alexandre Farias. Pedro Viriato Parigot de Souza Neto Kendra Costa Pereira Soumaya Chida Rafael Henrique Jahnert Vandresen

Profº Dr. Umberto Klock

Muitos anos

INTRODUÇÃO
ESPÉCIE OBJETIVOS BAMBU

Produção do papel

Pouca reserva

Qualidade da celulose
MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS Ciclo curto 10 a 30 toneladas secas de colmos/ha ano

Grandes produtores China e Índia
3 a 5 anos já pode ser utilizado para produção de celulose

Processo Kraft Desvantagem do processo Qualidade do papel

RESULTADOS E DISCUSSÕES
CONCLUSÕES

Qualidade da polpa
Propriedades físico mecânicas

INTRODUÇÃO

ESPÉCIE
OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES

O Bambu é uma planta lenhosa classificada como gramínea, da mesma família da cana-de-açúcar. Seu colmo (caule) é constituído basicamente de fibra (70% do volume) e amido (paredes dos entrenós).

O Bambu é a planta de maior velocidade de crescimento no Planeta, bastando alguns meses desde a brotação à fase adulta, já com 20m ou 30 de altura. Desempenha com eficiência as funções de proteção do solo e seqüestro de carbono, além de fornecer alimento e matéria-prima de qualidade para inúmeras aplicações.

O bambu pode ser colhido sem que se configure devastação da plantação

Objetivos Específicos * Determinar as concentrações e padronizar o Licor Branco. e determinar as propriedades físico-mecânicas do papel branqueado e não branqueado. com e sem refino. alvura.Objetivo Geral INTRODUÇÃO ESPÉCIE Produzir papel através do processo Kraft de cavacos de Bambusa vulgaris não branqueado e branqueado. espessura. * Determinar em laboratório: * As propriedades físicas: gramatura. refinação e densidade aparente para o papel branqueado e não branqueado. utilizando cinco etapas. * Determinar a composição do sistema para a polpação. OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES . * Determinar em cada etapa do processo o rendimento da polpa. * As propriedades mecânicas: resistência à tração. resistência ao arrebentamento e resistência ao rasgo para o papel branqueado e não branqueado.

LICOR NEGRO Definido segundo a norma TAPPI ENSAIOS RESULTADOS E DISCUSSÕES LICOR BRANCO NaOH fenolftaleína Deslignificação dos cavacos Na2S Fenolftaleína e Formaldeído CONCLUSÕES .INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS Materiais MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS Foram utilizadas para a produção de polpa. cavacos de Bambusa vulgaris. material este fornecido por um dos integrantes do grupo. e por conseqüência. para a fabricação de papel.

Processo Alcalino Kraft  SULFATO INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS COZIMENTO Madeira + Licor Branco SOB PRESSAO Digestor rotativo 170ºC até deslignificar Duas cápsulas com 300 g de madeira seca Temperatura medida em intervalo de 15 minutos POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES Composição e concentrações para o cozimento .

Desfibrador de discos INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS Desfibramento Após cozida a polpa foi lavada Retirada o excesso de água Acondicionamento Determinação do rendimento bruto da polpação Pesou-se a polpa acondicionada Teor de umidade Peso seco POLPAÇÃO Rb = (PS polpa / PS madeira ) x 100 FORMAÇÃO DAS FOLHAS Determinação do número kappa ENSAIOS RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES O método utilizado para avaliar o número kappa foi a norma TAPPI .

Branqueamento INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS Oxidativa Peróxido Hipoclorito Clorito Hipoclorito Foram necessárias 7 etapas para branqueamento entre elas POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES .

Amostras branqueadas e não branqueadas INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO 3 amostras de cada Moinho Jokro Testemunhas 15 minutos 30 minutos 45 minutos A polpa branqueada não recebeu o refino de 45 minutos por causa do elevado grau Shoppler FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES Folhas com 200mm de diametro Cada amostra foi colocada no recipiente dosador com 8000 ml de agua 8 folhas por amostra 2g por folha Uma utilizada para o teste de drenagem das fibras 6% de consistência .

Gramatura T220 sp-01 A gramatura foi determinada com a medida da área das folhas não branqueadas e branqueadas de 0. realizadas pelo micrômetro. pesagem em balança analítica de precisão 0.03205m² .7 folhas formadas  Somente 5 foram escolhidas INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS A espessura média foi determinada pelas medidas em cinco posições por folha. Espessura T220 sp-01 ENSAIOS Acondicionadas 25°C (±2°C) e 65% (±2%) ENSAIOS RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES .0001 g.

Tração T494 om-01 A resistência à tração é relacionada com a durabilidade e utilidade de um papel.Densidade Aparente INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS Alvura T452 om-02 POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS Espaços preenchidos por ar Influencia nas propriedades físicas e ópticas Da= (G/E)*0.001 Opacidade T429 om-01 ENSAIOS RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES A alvura e a opacidade foram determinadas em um equipamento de fabricação Regmed modelo OP/AL-73. através de uma medida por folha. Os ensaios de tração foram realizados em equipamento Regmed modelo RE/AV-30. .

A resistência ao rasgo mede o trabalho necessário para rasgar o papel. . Para o ensaio foi utilizado o equipamento tipo Mullen. a uma distância determinada Arrebentamento T403 om-02 ENSAIOS RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES A resistência ao arrebentamento é expressa em quilopascal (kPa) e seu índice é calculado com base na relação entre a resistência ao arrebentamento pela gramatura expresso em kPam²/g.INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS Rasgo T414 om-98 A verificação da resistência ao rasgo foi realizada em um aparelho tipo pêndulo Elmendorf.

INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS No cozimento foram adotados os seguintes parâmetros RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES .

0 60.0 120.Os padrões adotados no processo de cozimento estão ilustrados nos gráficos abaixo INTRODUÇÃO 180.0 100.0 40.66 minutos .0 0.0 0 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150 165 180 195 Tempo (minutos) TEMPERATURA E FATOR H PROCESSO KRAFT Temperatura linear até 170º C Para completar a reação e o H ser atingido RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES Após 81 minutos  36.0 80.0 ESPÉCIE Temperatura (ºC) 160.0 140.0 Temperatura OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS 20.

1000 INTRODUÇÃO Velocidade Relativa (K) 900 800 700 600 500 400 300 200 100 0 0 15 30 45 60 75 90 105 120 Fator H ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS 135 150 165 180 195 Tempo (minutos) TEMPERATURA E FATOR H PROCESSO KRAFT Velocidade relativa aumenta exponencialmente com o aumento da temperatura RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES Aumento da temperatura Maior energia para a reação .

Numero Kappa INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS Grau Shoppler Riegler RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES Grau Shoopler aumenta conforme o tempo de refino .

Gramatura Seca INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS Não existe grande influencia do refino e do tratamento Espessura RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES .

00 Espessura (micrometro) 200.00 0' NÃO BRANQUEADO 15' BRANQUEADO 100.00 T 15' 30' 45' RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES Grande Influencia Tempo de refino Tratamento Degradação das fibras e melhor entrelaçamento destas .00 0' BRANQUEADO 150.00 30' NÃO BRANQUEADO 45 NÃO BRANQUEADO 0.00 15' NÃO BRANQUEADO 30' BRANQUEADO 50.INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS 250.

50 0.10 0.00 0' BRANQUEADO 0' NÃO BRANQUEADO 15' BRANQUEADO 15' NÃO BRANQUEADO 30' BRANQUEADO 30' NÃO BRANQUEADO RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES T 15' 30' 45' 45 NÃO BRANQUEADO .Densidade Aparente Maior influencia no tempo de 15’ INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS AUMENTO Maior acomodação das fibras Menor espessura das fibras com o refino Densidade Aparente(g/cm³) 0.20 0.30 0.40 0.

Índice de Tração INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS MENOR Gramatura alta Índice de Tração 80 60 40 20 0 0' BRANQUEADO 0' NÃO BRANQEUADO 15' BRANQUEADO 15' NÃO BRANQUEADO 30'BRANQUEADO 30' NÃO BRANQUEADO T 15' 30' 45' 45' NÃO BRANQUEADO RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES .

Como mostrado no Índice de Tração os resultados conferem que o CAR é um pouco maior na polpa branqueada e ambas variam pouco em relação ao tempo de refino devido a sua gramatura. quando suspensa. CAR 8 0' BRANQUEADO 0' NÃO BRANQEUADO 15' BRANQUEADO 15' NÃO BRANQUEADO 2 0 30'BRANQUEADO 30' NÃO BRANQUEADO T 15' 30' 45' 45' NÃO BRANQUEADO 6 4 RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES . definido como o comprimento de uma tira de papel que. se rompe sob seu próprio peso.CAR INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS A resistência à tração também pode ser expressa pelo chamado comprimento de auto-ruptura (CAR).

00 5.00 Maior acomodação das fibras 0' BRANQUEADO RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES 15.00 10.00 0.00 T 15' 30' 45' 0' NÃO BRANQUEADO 15'BRANQUEADO 15' NÃO BRANQUEADO 30' BRANQUEADO 30' NÃO BRANQUEADO 45' NÃO BRANQUEADO .Índice de Rasgo INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS AUMENTO Maior variação Maior o tempo de refino Índice de Rasgo 20.

00 1.00 2.00 4.00 0.00 Maior acomodação das fibras 0' BRANQUEADO 0' NÃO BRANQUEADO 15' BRANQUEADO 15' NÃO BRANQUEADO 30' BRANQUEADO 30' NÃO BRANQUEADO RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES 3.00 5.Índice de Arrebentamento INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS AUMENTO Maior o tempo de refino Índice de Arrebentamento 6.00 T 15' 30' 45' 45 NÃO BRANQUEADO .

00 Opacidade .00 90.00 40.00 0.00 75.Alvura e Opacidade INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS Alvura 80.00 20.00 T 15' 30' 45' 15' NÃO BRANQUEADO 30' BRANQUEADO 30' NÃO BRANQUEADO 45 NÃO BRANQUEADO Não Branqueado Transparência Alvura RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES 85.00 0' BRANQUEADO 0' NÃO BRANQUEADO 15' BRANQUEADO Branqueado Transparência Alvura Opacidade Opacidade 100.00 80.00 0' BRANQUEADO 0' NÃO BRANQUEADO 15' BRANQUEADO 15' NÃO BRANQUEADO 30' BRANQUEADO 30' NÃO BRANQUEADO T 15' 30' 45' 45 NÃO BRANQUEADO 95.00 60.

m²/g) •Peso Especifico Aparente (g/cm³) RESULTADOS Propriedades físico-mecânicas RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES DESLIGNIFICAÇÃO ALCALINA RÁPIDA PARA PRODUÇÃO DE CELULOSE QUÍMICA DE Bambusa Vulgaris . Barrichello e Foelkel (1975) .Comparação INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS •Comprimento de auto-ruptura (Km) •Índice de Estouro (Kpa.m²/g) •Índice de Rasgo (mN.

pela diferença de métodos e unidades de medidas existentes entre as normas. .INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS TAPPI (Professional organization dedicated to the pulp and paper industries) Ensaios Índice Arrebentamento Índice Rasgo Comprimento de Auto-ruptura Peso Especifico Aparente N TAPPI T403 om-02 T414 om-98 T494 om-01 T220 sp-01 N TAPPI T220m-60 T220m-60 T220m-60 T220m-60 RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES *Não foi possível fiel comparação dos ensaios de arrebentamento e rasgo.

63 30’ 4.41 40’ 0.41 RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES Peso Especifico Aparente (g/cm³) GRAU DE REFINO Peso Especifico Aparente (g/cm³) .422 15’ 0.3 45 4.4955 GRAU DE REFINO ENSAIOS 0’ --------0’ 0.29 20’ 0.35 30’ 0.8512 6.3094 5.88 4 15’ 3.INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS GRAU DE REFINO 0’ 20’ 30’ 40’ Comprimento de auto-tuptura (Km) GRAU DE REFINO Comprimento de auto-ruptura (Km) --------0’ 1.504 45 0.492 30’ 0.

97 0’ 20’ 30’ 40’ 0’ 15’ 30’ 45’ RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES .5 -----------22.70 11.2 316.68 36.m²/g) Índice de rasgo (mNm²/g) 7.68 12.64 3.71 3.3 34.3 277.INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS Grau de Refino Índice de estouro Índice de rasgo Grau de Refino Índice de estouro (Kpa.82 -----------220.25 12.27 1.66 2.

Ensaios mecânicos INTRODUÇÃO Ensaios ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS Papel branqueado ENSAIOS Índices Papel não branqueado mais resistente Grau de entrelaçamento das fibras Características mecânicas Capacidade de resistência individual de cada fibra Maior numero de etapas na sua confecção RESULTADOS E DISCUSSÕES Queda no grau de polimerização CONCLUSÕES .

Propriedades mecânicas INTRODUÇÃO ESPÉCIE OBJETIVOS MATERIAIS E MÉTODOS POLPAÇÃO FORMAÇÃO DAS FOLHAS ENSAIOS Branqueamento e quebra das cadeias de celulose CAR Em 30 ‘ e 45 ‘ Aumentam com refino de 0-15’ de tração e rasgo aumentam muito pouco Queda para o papel não branqueado Aumenta conforme o refino Afeta a maioria das propriedades RESULTADOS E DISCUSSÕES Tempo de refino Maior influencia entre 0 e 15’ CONCLUSÕES .

OBRIGADO PELA ATENÇÃO!!! .