You are on page 1of 224

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco apresenta

Parecer Prévio sobre as Contas do Governo Estadual Exercício 2008

Copyright  Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco Conselheiros: Severino Otávio Raposo Monteiro – Presidente Fernando José de Melo Correia – Vice-Presidente Maria Teresa Caminha Duere - Corregedora Valdecir Fernandes Pascoal – Diretor da Escola de Contas Carlos Porto de Barros - Ouvidor Marcos Coelho Loreto Romário Dias Pereira Auditor Geral: Luiz Arcoverde Cavalcanti Procurador Geral: Cristiano da Paixão Pimentel Diretor Geral: Osvaldo Gouveia de Oliveira Diretora Geral Adjunta: Taciana da Mota Silveira Coordenador de Controle Externo: Maria Luciene Cartaxo Fernandes Bezerra Conselheiro Relator: Fernando José de Melo Correia Equipe Técnica: Cláudio Soares de Oliveira Ferreira (Coordenador) Fernando Raposo Gameiro Torres Almeny Pereira da Silva Gilson Castelo Branco de Oliveira Maria Elizabeth Heráclio do Rêgo Freire Rogério de Almeida Fernandes Sandra Inojosa de Andrade Lira e Valdevino Alves dos Santos Filho

• Esta versão está em formato Power Point;

• Para visualizar as informações utilize as setas do teclado, tecle
“enter” ou simplesmente clique com o botão esquerdo do mouse;

• A qualquer momento você pode voltar ao Sumário para acessar
outro tópico, basta clicar na palavra Sumário sempre presente no canto direito inferior da tela;

• Para saber o significado de determinada sigla ou termo técnico • Quaisquer dúvidas ou sugestões enviar email para:
raposa@tce.pe.gov.br; almeny@tce.pe.gov.br; valdevino@tce.pe.gov.br; rogério@tce.pe.gov.br; mefreire@tce.pe.gov.br e gilsoncastelo@tce.pe.gov.br

empregado, volte ao sumário e clique em Siglas ou Termos Técnicos;

Sumário

Gestão Orçamentária.  4. ATENÇÃO Para abrir diretamente o tópico escolhido.Introdução.Quadro Resumo do Cumprimento de Limites.  5.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados.Gestão Administrativa.  11.Publicidade Governamental  12.  8. basta clicar nele. Para retornar ao Sumário.  9.Gestão Financeira.Sistema Estadual de Previdência.Educação.  15. .  14. clique no canto inferior direito da tela.Apresentação. Patrimonial e Fiscal.Conclusão.Parecer Prévio e Recomendações 2008 e  Siglas e Termos Técnicos.Saúde.  3.Assistência Social. 1.  2.  10.  6.Conjuntura Econômica.  7.  13.

br . Ressaltamos. verificando como estão sendo aplicados os recursos públicos. obtida na página do Tribunal de Contas na internet: www. . referente ao exercício de 2008.Obedecendo ao disposto no artigo nº 48 da Lei de Responsabilidade Fiscal. Acreditamos que esta simplificação possibilita uma maior integração do cidadão com a administração estadual. para alcançar seus objetivos. Sumário .pe. cujo processo foi protocolado no Tribunal de Contas sob o n° TC 0901756-2. no link “ Relatório de Contas de Governo”. que esta versão.tce. objetivando conscientizar os cidadãos da importância de acompanhar a execução das ações governamentais. usa uma linguagem simples. o que.gov. apresentamos mais uma versão simplificada do Parecer Prévio sobre a Prestação das Contas do Governo do Estado. evitando os termos essencialmente técnicos e. Desde o exercício de 2001. Na seção “De Olho nas Contas”. Aqueles que precisarem de informações mais aprofundadas podem e devem consultar a versão completa deste trabalho. acarretará profundas melhorias nos resultados da aplicação das políticas públicas. em alguns casos. o Tribunal de Contas de Pernambuco edita versões simplificadas dos Pareceres Prévios das Contas do Governo em cada exercício. certamente. não desce a detalhes que não são relevantes em um trabalho como este.

por meio do Parecer Prévio. o Tribunal de Contas devolve o processo para a Assembléia Legislativa. por sua vez. seja emitida sua opinião.Prestar contas é uma obrigação natural de quem administra recursos públicos. que a remete. após a emissão do devido Parecer Prévio pelo Tribunal de Contas do Estado. Ministério Público Estadual. o julgamento se realiza na Assembléia Legislativa. conforme dispõe o artigo 30 da Constituição Estadual. Sumário . ao Tribunal de Contas para que seja analisada e. no processo de Prestação de Contas do Governo do Estado. Portanto. Após a emissão do Parecer. Assembléia Legislativa do Estado. A Constituição Federal determina que a Prestação de Contas do Governo do Estado seja encaminhada primeiramente à Assembléia Legislativa. com base nessa análise. A fiscalização das contas públicas deve ser executada pelos seguintes Órgãos: • • • • Tribunal de Contas do Estado. Sistema de Controle Interno de cada Poder e Órgão. que deverá proceder ao seu julgamento.

Serviços     Comércio X Indústria Importações X Exportações Emprego Formal Desemprego nas Regiões Metropolitanas Sumário .3.Indústria Análise por setor da economia .Agricultura Análise por setor da economia .Conjuntura Econômica    Cenário Econômico 2008 Participação do PIB Estadual na Região Nordeste Participação setorial no PIB Estadual    Análise por setor da economia .

6 2003 2004 2005 2006 2007 2008 4.(Brasil x Pernambuco) 8 6 5.1 2 0 -2 Brasil Pernambuco Desde 2005.1 4 % 5.7 1.2 4 6.8 4.7 5.9 5.Conjuntura Econômica Cenário Econômico 2008 Evolução do PIB .2 5.1 3.2 -0.2003 a 2008 . o Estado de Pernambuco vem crescendo acima da média nacional Fonte: CONDEPE/FIDEM – “DESEMPENHO MACROECONÔMICO DE PERNAMBUCO NO 4° TRIMESTRE E EM 2008 Sumário .

9% PE é a 2ª maior economia do nordeste Bahia 31.Conjuntura Econômica Participação do PIB Estadual na Região Nordeste Rio Grande do Norte 6.4% Alagoas 5.4% Paraíba 6.1% Sergipe 4.8% Ficando atrás somente da BA Fonte: CONDEPE/FIDEM – PRESS RELEASE – Economia Pernambucana – 2006 Sumário .1% Maranhão 9.2% Pernambuco 17.1% Ceará 14.9% Piauí 4.

2% Setor de serviços é o principal componente do PIB Estadual Fonte: Agência CONDEPE/FIDEM Sumário .6% Agricultura Indústria Serviços 73.Conjuntura Econômica Participação setorial no PIB Estadual 5.2% 21.

7%. No acumulado do ano (período de janeiro a dezembro de 2008) a atividade da agropecuária apresentou um crescimento de 6.Conjuntura Econômica Análise por setor da economia . Desempenho Macroeconômico de Pernambuco no 4º trimestre e em 2008 Sumário .Agricultura No 4º trimestre de 2008.5%. quando comparado ao mesmo período de 2007. a agropecuária pernambucana. Fonte: CONDEPE/FIDEM. apresentou um pequeno decréscimo de 0.

Desempenho Macroeconômico de Pernambuco no 4º trimestre e em 2008 Sumário .Conjuntura Econômica Análise por setor da economia . Fonte: CONDEPE/FIDEM.Indústria A indústria pernambucana apresentou.4% em relação a 2007. taxa de crescimento de 6. No acumulado anual. no 4º trimestre de 2008.5%. no último trimestre de 2008. quando comparado com o quarto trimestre de 2007. Destaque A Construção civil cresceu 17. a atividade industrial do Estado revela uma elevação de 8.1%.

no quarto trimestre de 2008. Fonte: CONDEPE/FIDEM.3%. para atividade de Serviços foi de 6. uma taxa de crescimento de 5. quando comparado com o mesmo trimestre de 2007.Serviços A atividade de serviços do Estado de Pernambuco apresentou. No acumulado anual. a taxa de crescimento em 2008. Desempenho Macroeconômico de Pernambuco no 4º trimestre e em 2008 Sumário .1%.Conjuntura Econômica Análise por setor da economia .

IBGE % A Indústria apresentou ritmo de queda na produção % 2008 Sumário .Conjuntura Econômica COMÉRCIO X INDÚSTRIA Volume de vendas comércio varejista de Pernambuco 220 200 180 160 140 120 100 80 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2007 2008 O comércio varejista encerrou o ano com tendência de acomodação Produção Física Industrial de Pernambuco 180 160 140 120 100 80 60 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2007 Fonte: CONDEPE/FIDEM.

000 - Exportação Importação As exportações se apresentaram relativamente constantes Fonte: Secretaria de Comércio Exterior – SECEX.000 200.000 250.000 100. Elaboração: Agência CONDEPE/FIDEM Sumário .000 50. as importações apresentaram acelerado ritmo de declínio Balança Comercial de Pernambuco 300.000 150.Conjuntura Econômica Importações X Exportações A partir de outubro.

204 empregos formais. ou seja. O Nordeste. por sua vez.923/65 Sumário .Conjuntura Econômica Emprego Formal O Brasil gerou 1. O Estado de Pernambuco contribuiu com 26% deste total (nordeste). gerou 203. o que representou quase 76% do total dos empregos gerados em Pernambuco.800 empregos.949 empregos.617 empregos. Fonte: CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Lei nº 4. A região metropolitana do Recife gerou 39.452. 52.

exercício 2008 8% 6% 4% 5.923/65 Sumário . Fonte: CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Lei nº 4. Geração de Empregos Formais . superando as médias do país e do nordeste.19%).82% 6.24%.: PE só não gerou mais empregos formais que o Estado do Maranhão (7.Conjuntura Econômica Emprego Formal Brasil x Nordeste x Pernambuco As admissões formais no Estado superaram as demissões em 6.24% 2% 0% Brasil Nordeste Pernambuco OBS.01% 4.

945 9.29% 4.395 8.exercício 2008 25% 23.90% 4.Principais Atividades Econômicas do Estado de Pernambuco .90% Geração de Empregos Formais .83% 4. Utilidade Pública Administração Pública Extrativa Mineral EMPREGOS GERADOS 21.Conjuntura Econômica Geração de emprego formal por atividade 95% de todo emprego gerado no Estado se concentram nessas quatro áreas ATIVIDADE ECONÔMICA Serviços Construção Civil Comércio Indústria de Transformação Agropecuária Serviços Ind.29% 23.83% Fonte: CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Lei nº 4.820 912 911 128 92 VARIAÇÃO 6.37% 4.37% Destaque: Construção Civil 20% 15% 10% 5% 0% Construção Civil Serviços Industria de Transformação Comércio 6.90% 1.87% 4.923/65 Sumário .597 10.64% 0.70% 7.

5 10 7.Região Metropolitana do Recife 2ª maior taxa de desemprego entre as regiões pesquisadas 30 27.5 % Salvador Recife Distrito Federal São Paulo Porto Alegre Belo Horizonte 2003 2004 2005 2006 2007 2008 20 17.5 25 22.5 exercícios Fonte: DIEESE Sumário .Conjuntura Econômica Desemprego nas Regiões Metropolitanas .5 15 12.

Conjuntura Econômica Desemprego nas Regiões Metropolitanas Percentual de redução do desemprego entre 2003 e 2008 60% 50% 40% % 30% 51% 33% 28% 16% 28% 33% 20% 10% 0% Recife Belo Horizonte Distrito Federal Porto Alegre Salvador São Paulo A Região Metropolitana do Recife ofereceu a menor taxa de redução do desemprego dentre as regiões pesquisadas Fonte: DIEESE Sumário .

4. Gestão Administrativa  Estrutura do Poder Executivo  Modernização da Gestão Pública  Modelo de Planejamento e Acompanhamento da Gestão  Despesa com Pessoal e Encargos Sociais  Contabilização das encargos sociais despesas com pessoal e  Despesas com Terceirização e Estagiários Sumário .

Gestão Administrativa Estrutura do Poder Executivo (1/2) Em 2008. Sumário . ocorreram pouquíssimas mudanças na estrutura administrativa do Estado. Principais Alterações: • Criação da Ouvidoria Geral do Estado em outubro de 2008. sendo criada a sua Comissão de Liquidação Extrajudicial. engenharia e fiscalização de trânsito da EMTU para o Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco .375/07.205/07 com as alterações da Lei nº 13.CTM. • Concedida Autonomia Administrativa e Funcional Defensoria Pública a partir de julho de 2008.DETRAN/PE e da gestão do Sistema de Transportes Público de Passageiros para o Consórcio de Transporte da Região Metropolitana do Recife . • Extinção das atividades da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos – EMTU a partir de setembro de 2008. • Transferência das atividades de planejamento. mantendo-se basicamente o que foi definido na Lei nº 13.

 Pacto Pela Vida (gestão articulada com demais órgãos/entidades envolvidas).  Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da Zona da Mata PROMATA. esta Secretaria além de ser responsável pelo planejamento do Estado.estrutura em Áreas de Baixa Renda da Região Metropolitana do Recife – PROMETRÓPOLE. em 2008.  Chapéu de Palha. constatou-se que.Gestão Administrativa Estrutura do Poder Executivo (2/2) No que tange às alterações ocorridas na estrutura da Secretaria de Planejamento e Gestão .  Programa de Infra .SEPLAG.  Núcleo Técnico de Operações Urbanas – NTOU.  Parcerias Público Privadas – PPP. era responsável também pela gestão de programas do governo:  Programa Modernizando a Gestão Pública. Sumário .  Programa de Apoio ao Pequeno Produtor Rural de Pernambuco – PRORURAL.  Programa Nacional de Apoio à Modernização da Gestão e do Planejamento dos Estados – PNAGE.

saúde e educação. receita. A seguir são apresentadas informações das demais áreas. há informação de que houve um ganho com a redução de despesas de R$ 106.Gestão Administrativa Modernização da Gestão Pública (1/9) Esse programa vem sendo executado pelo Governo do Estado de Pernambuco. atuando nas áreas de despesa. No caso da despesa.82 milhões (meta contratual era de R$ 70 milhões) e que 100 % das ações foram concluídas. segurança. através do convênio com a OSCIP Movimento Brasil Competitivo – MBC. Sumário . por exemplo. tendo por objeto a conjugação de esforços e recursos para execução da modernização da gestão pública.

2 bilhões (ganho real de R$ 249.8 milhões.8 milhões.MBC: METAS PARA 2008 Crescimento da receita em R$ 335 milhões/ano (crescimento real de R$ 300. 3.0% abaixo da meta estabelecida.9 milhões). 2.R$ 6. Porém. Fonte: Relatório do MBC – mês de referência: novembro/08 Sumário . ainda está 1.7 3.5% em 2. A arrecadação acumulada da Dívida Ativa até apresentou um crescimento de milhões. 25% em relação a 2007. Meta do IPVA – R$ 8. RESULTADOS 2008 O ganho real (acima da inflação e crescimento econômico) realizado foi de R$ 373.2 milhões. Meta do valor de arrecadação do ICMS . IPVA. A arrecadação acumulada do IPVA apresentou um crescimento de 16. relação a 2007. ainda há um desvio negativo de 27% em relação à meta. Dívida Ativa e Repasses: 1. Ganho real no ICMS de R$ 357.R$ 30. Porém. 1.00 milhões) resultante do ICMS. Meta da Dívida Ativa .Gestão Administrativa Modernização da Gestão Pública (2/9) ÁREA: RECEITA Segundo informações do Movimento Brasil Competitivo .

O. Houve dificuldade se obter as bases de dados necessárias à ação (problema decorrente da implantação do e-fisco). • Atualizar a classificação de processos da Dívida Ativa. • Notificar os contribuintes que não quitaram seus débitos com o IPVA com a carta de cobrança. considerando as especificidades de cada uma das Procuradorias Regionais. com a ciência publicada no D.Gestão Administrativa Modernização da Gestão Pública (3/9) ÁREA: RECEITA Situação das Ações Fiscais 4%2% 12% 14% 68% Concluídas Atrasadas Em andamento A iniciar Canceladas Em relação às ações com atraso destacam-se: • Capturar veículos devedores do IPVA através das estações fixas de detectores de avanço de semáforos e controladores de velocidade da PCR. Tal fato só ocorreu em 12/12/08. pois havia a pendência do convênio de cooperação técnica do Estado e Prefeitura do Recife. Sumário .

Afogados da Ingazeira e Serra Talhada.4 para 14.8.5 óbitos. 4. Taxa de mortalidade infantil – 16. Grupos de Doença Fonte: Relatório do MBC – mês de referência: novembro/08 Sumário . de: Arcoverde. Total em Pernambuco de de: Arcoverde. Validação das metas dos indicadores 4. Validação dos planos de ação. com exceção de Saúde. 2.Gestão Administrativa Modernização da Gestão Pública (4/9) ÁREA: SAÚDE Segundo informações do Movimento Brasil Competitivo . Realizado cálculo de APVP > 1 ano e de curto prazo com os gestores dos Mortalidade Infantil de setembro.4 (até setembro). APVP – 51. Reduzir de 56. Ouricuri. Potenciais de Vida Perdidos por Alcançada a meta por grande parte Morte Prematura – APVP para a das regionais da saúde. Reduzir a taxa de Mortalidade 2. Alcançada a meta por grande parte Infantil nas 11 Gerências Regionais das regionais da saúde. 3.2 para 54.5 Anos 1. Planos de ação validados e 3. Ouricuri.MBC: METAS PARA 2008 RESULTADOS 2008 1. com exceção população acima de 1 ano. Ingazeira e Serra Talhada. Afogados da 21. acompanhados.

Gestão Administrativa Modernização da Gestão Pública (5/9) ÁREA: SAÚDE Situação dos Planos de Ação na Saúde 7% 16% Em andamento Concluídas Atrasadas A iniciar 2% 75% Sumário .

47 novembro a redução foi de crimes por 100 mil habitantes até apenas 2.MBC: METAS PARA 2008 RESULTADOS 2008 1. 2.1% contra 12% de dez/2008 (redução de 12%). meta. Câmaras definidas. de Defesa Social. Fonte: Relatório do MBC – mês de referência: novembro/08 Sumário .Gestão Administrativa Modernização da Gestão Pública (6/9) ÁREA: SEGURANÇA PÚBLICA Segundo informações do Movimento Brasil Competitivo . de Administração Prisional e de Prevenção Social. A meta de reduzir o CVLI em 2008 não foi alcançada pelo (Crimes Violentos Letais e Estado de Pernambuco. Definição de Câmaras Setoriais 1. Reduzir o Índice de CVLI 2.94 para 47. Até Intencionais) de 53.

Gestão Administrativa Modernização da Gestão Pública (7/9) ÁREA: SEGURANÇA PÚBLICA Situação das Ações na Área de Segurança Pública 2% 1% 14% 43% Concluídas Atrasadas a Iniciar Canceladas Em andamento 40% Fonte: Relatório do MBC – mês de referência: novembro/08 Sumário .

516 professores. com 64h em atraso e capacitação para técnicos administrativos (meta 1200 horas – 232 horas em atraso). 5. ações de manutenção em 647 escolas. no entanto. bem como dos alunos do EF atendidos no Se Liga e no Acelera. Adequação do quadro de pessoal. 3. 8. Adequação de 75 escolas ao padrão mínimo. Qualificação do servidor.MBC: METAS PARA 2008 1. Implantação de laboratório de informática. sem acesso a internet. [1] EF – Ensino Fundamental [2] EM – Ensino Médio 10. 2. Implantação de escolas de referências. Suporte à aprendizagem. 5.Modernização da Gestão Pública (8/9) ÁREA: EDUCAÇÃO Segundo informações do Movimento Brasil Competitivo . Fornecimento de KIT e livro didático para 100% dos alunos da rede (EF[1] e EM[2]). 4. Implantação do modelo de avaliação. Garantia de transporte escolar para 100% dos alunos. Correção de fluxo. Não houve cumprimento da meta de fornecer merenda escolar para 100% dos alunos da rede (EF). 6. 7. Fonte: Relatório do MBC – mês de referência: novembro/08 . Redução do absenteísmo de professores. reforma das coberta de 250 escolas. Gestão Administrativa RESULTADOS 2008 1. 10. Implantação em atraso em 55 escolas (meta 288) e 81 escolas com laboratório de informática. ainda. 4. 9. Implantação e consolidação do novo modelo de avaliação (bimestral) em 100% das escolas da rede estadual. Não há informação.498 merendeiras. 6. A meta não foi atingida: apenas 58% do cumprimento do currículo mínimo de português e 52% de matemática em 392 escolas. 7. 9. contratação de 2. Capacitação para professores recém-concursados. 8. 2. Cumprimento do currículo mínimo. 3. Reordenamento da rede escolar. Não houve atendimento da meta de certificação dos alunos do EM atendidos pelo Travessia. Implantação de 31 escolas de referência no modelo de gestão. exceto da RMR. Efetivação de 1.

Gestão Administrativa Modernização da Gestão Pública (9/9) ÁREA: EDUCAÇÃO Situação das Ações da Educação 2% 14% 1% 43% Concluídas Atrasadas A Iniciar Canceladas Em andamento 40% Fonte: Relatório do MBC – mês de referência: novembro/08 .

sem aumento de impostos. o Programa Modernizando a Gestão Pública coordenado pela SEPLAG baseia-se na Gestão com Foco em Resultados. redução da criminalidade. a modernização da Gestão Pública é o meio mais eficaz para alcançar os resultados desejados. por fim.Gestão Administrativa Modelo de Planejamento e Acompanhamento da Gestão (1/8) Conforme se verificou. O programa inicialmente desenvolvido para atuar nesses setores foi estendido para as demais áreas do governo. é imperiosa. Educação e Defesa Social. aumento da arrecadação. investindo em processos prioritários de redução de custos. Nesta situação. A busca por um novo modelo de gestão foi assim justificada: “A necessidade de o Governo agir com a máxima eficiência. Sumário . e. priorizando as Secretarias de Saúde. de forma a atender todo o Poder Executivo estadual. sem perda de benefício. O novo modelo recebeu o nome “Todos por Pernambuco” no qual o Governo organiza as iniciativas para estruturar as atividades de suporte e apoio ao processo gerencial em todo o ciclo que vai do diagnóstico às correções de curso. anteriormente. Decidimos pela construção de um Modelo de Gestão para o Governo Estadual que tenha foco em resultados e se constitua no instrumento para busca do Equilíbrio Fiscal Dinâmico”. fazendo mais com menos.

Gestão Administrativa Modelo de Planejamento e Acompanhamento da Gestão (2/8) O novo modelo gerencial do Estado teve. 3. praticamente. Sumário . Definição do modelo de governança → diálogos regionais→ Elaboração do PPA 2008-2011 e LDO para 2008. Elaboração da LOA para 2008 → Estudo e análise de outras experiências em planejamento estratégico (anteriores no Estado e de outros governos) → Construção do modelo integrado de gestão do governo (proposta do Mapa Estratégico) → Definição das metas prioritárias para 2008. 2. três momentos vividos ao longo de 2007 e 2008: 1. Montagem da estrutura do monitoramento (março/08) → Detalhamento das metas e planos de ação (abr/08) → definição das metas para 2009.

e os focos prioritários. consolidada em 2008. abarcando todas as áreas da gestão de forma integrada. obedecendo à premissa da transparência e o controle social das ações da administração estadual.Gestão Administrativa Modelo de Planejamento e Acompanhamento da Gestão (3/8) Para implantar esse modelo a estrutura administrativa foi revisada. desde maio de 2007. que possibilitou o gerenciamento dos dez objetivos estratégicos. Desse movimento surgiu a concepção de atuação baseada no Mapa da Estratégia: Mapa da Estratégia: é ferramenta de planejamento. contemplando a visão de futuro. destacando-se:  a criação do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social (Cedes) que realiza. reuniões mensais e trabalhos técnicos. Sumário .  a instalação de Comitês Regionais (o primeiro já funciona na região do Sertão do Araripe).

Os objetivos estão orientados pela área de Conforme o Mapa da encarregados Estratégia possibilitou atuação do governodito e nãoanteriormente. destacados nas caixas vermelhas do programa de trabalho governo. desenho a seguir.Gestão Administrativa Modelo de Planejamento e Acompanhamento da Gestão (4/8) O Mapa Estratégico tem quatro perspectivas que se articulam: Social. privilegiando assim. Infra-estrutura e Fiscal. . Mapa da Estratégia Econômica. a programação em vez da instituição executora. mais pela vinculação aos órgãos de executar o o gerenciamento de dezdo objetivos estratégicos.

e também adota a sua estruturação através do ciclo do PDCA: Sumário . denominado Todos por Pernambuco – Gestão Democrática e Regionalizada tem o foco em resultados. utiliza a gestão por processos.Gestão Administrativa Modelo de Planejamento e Acompanhamento da Gestão (5/8) Todos por Pernambuco – Gestão Democrática e Regionalizada O Modelo.

que o governo não constituiu novo arcabouço legal que viesse a substituir as orientações contidas na LCE n° 49/03. e da intenção de solucioná-los. Apesar do reconhecimento do problema da falta de conexão plena entre o planejamento estratégico e os instrumentos de planejamento e orçamentação. os conceitos utilizados pelo governo na definição de suas prioridades para o exercício de 2008.Gestão Administrativa Modelo de Planejamento e Acompanhamento da Gestão (6/8) A metodologia adotada procurou estabelecer as devidas conexões entre a orientação estratégica e a programação contida no PPA/2008-2011. Sumário . de forma imediata. É importante destacar. de fato. uma vez que o regramento em vigor não se encontra atualizado para regulamentar o novo modelo implantado. executada por meio de suas leis orçamentárias anuais. ainda. o que dificultou a execução da nova metodologia. findaram por não permitir. foram prioritários na execução orçamentária para o exercício. a identificação de quais programas.

no “portal da transparência”. da mesma forma como no exercício de 2007. não se encontram disponíveis nos sistemas de processamento e execução da despesa. Monitoramento e transparência – O monitoramento e transparência previstos no novo modelo. que teve como objetivo definir resultados a serem alcançados.Segundo informações da Secretaria de Planejamento e Gestão.Gestão Administrativa Modelo de Planejamento e Acompanhamento da Gestão (7/8) Termo de Desempenho . Sumário . durante o exercício de 2008. não foi assinado nenhum termo de desempenho dentro da administração direta e nem contratos de gestão dentro da administração indireta. nos termos da contratualização prevista pelo Art. ou mesmo no sítio da SEPLAG. monitorados e avaliados. 66 da Lei Complementar nº 049/03.

LDO e LOA. instrumento básico ao controle. cuja execução orçamentária pode ser acompanhada no sistema de execução orçamentária e financeira do Estado. PPA. Sumário .Gestão Administrativa Modelo de Planejamento e Acompanhamento da Gestão (8/8) Conclusão: Não obstante o esforço e o empenho do governo em monitorar as ações governamentais. de muitos dos dados divulgados pela administração e compromete a transparência. Esse fato prejudica a relação imprescindível entre a execução orçamentária e o alcance das metas estabelecidas. observou-se que o planejamento estratégico continua sem correspondência explícita e direta com os instrumentos formais de planejamento e orçamentação. por parte do controle externo. impede a verificação. em vez das instituições. privilegiando a programação. ou no “portal da transparência”.

Na sua composição estão as despesas com remuneração dos servidores ocupantes de cargos efetivos. Despesas com pessoal e encargos sociais – Em 2008.transporte (R$ 50. há ainda as despesas indiretas relacionas a pessoal. classificadas no grupo 3 – Outras Despesas Correntes.36 milhões). 35 milhões). cabendo destacar os seguintes gastos realizados em 2008:     diárias . bem como os encargos respectivos. Sumário . incluindo funções gratificadas e vantagens pessoais.alimentação/refeição (R$ 130. auxílio . contratados por tempo determinado e empregados públicos das empresas integrantes do Orçamento fiscal. Despesas Indiretas – Além daquelas.Gestão Administrativa Despesas com Pessoal e Encargos Sociais Os gastos com pessoal e encargos sociais consomem a maior fatia dos recursos arrecadados.pessoal militar (R$ 71. e vale . as despesas com pessoal e encargos sociais alcançaram aproximadamente R$ 7 bilhões.79 milhões).43 milhões). diárias .pessoal civil (R$ 58. cargos em comissão.

Nesse caso. Defensoria Pública e HEMOPE não registram essa despesa na conta devida. somente o Ministério Público e Defensoria Pública não registram essa despesa na conta devida. Em relação ao pessoal militar. Em relação ao pessoal militar. Contabilização dos cargos em comissão: houve considerável avanço em 2008. Para tanto. pois a conta existente para registro dessa despesa no Sistema efisco passou a ser utilizada pela maioria das Unidades Gestoras.Gestão Administrativa Contabilização das despesas com pessoal e encargos sociais (1/2) Em face da imposição fiscal pela manutenção das despesas com pessoal em determinados patamares. Apenas o Ministério Público. a contabilidade deve dispor de contas específicas. cuja utilização correta torna possível o seu registro e monitoramento. torna-se cada vez mais importante a obtenção dos seus custos. das funções gratificadas: Sumário . deixaram de fazer tais registros a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiro Militar. Contabilização Aqui também houve progresso nos registro das despesas com as funções gratificadas. deixaram de efetuar tais registros a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiro Militar.

Sumário .Gestão Administrativa Contabilização das despesas com pessoal e encargos sociais (2/2) Encargos Sociais: permanece a dificuldade em obter dados segregados dos encargos sociais referentes aos → cargos em comissão. as respectivas contribuições ao INSS. → empregados públicos. por exemplo. visto que as contas existentes. e → contratados temporariamente. como. para registro desses encargos agrupam as despesas com pessoal de todos esses servidores. no sistema e-fisco.

10 milhões). Despesas com estagiários [1]. a saber: Locação de mão-de-obra (elemento de despesa 37) utilizada principalmente para a contratação de mão-de-obra nos setores de limpeza e conservação (R$ 115.71 milhões). utilizados principalmente para a contratação de mão-de-obra no apoio administrativo.76 milhões) Sumário .Gestão Administrativa Despesas com Terceirização e Estagiários As despesas com terceirização e estagiários complementaram a força de trabalho do Estado em 2008. Serviços de terceiros prestados por pessoa jurídica (elemento de despesa 39).81 milhões).32 milhões) e vigilância ostensiva (R$ 59.43 milhões. que totalizaram R$ 17. técnico e operacional (R$ 110. apoio administrativo. técnico e operacional (R$ 30. [1] Registradas nas contas: 333903608 (R$ 6.67 milhões) e 333903925 (R$ 10.

PPP Sumário . Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados  Relações do Estado Com o Terceiro Setor – OS´s e OSCIP´s  Organizações Sociais – OS´s  Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIPS  Controle e Delegados Regulação dos Serviços Públicos  Parceria Público – Privada .5.

Alimentar de Pernambuco – CEASA/PE Associação Instituto de Tecnologia de Pernambuco – ITEP Associação Movimagem Pernambuco .873 DATA 14/11/06 19/06/07 19/06/07 19/06/07 24/03/08 05/05/08 DATA 19/06/07 07/08/07 07/08/07 07/08/07 13/12/07 03/01/08 08/04/08 17/12/08 Até o final de 2008. dos Direitos Humanos.751 DECRETOS DE QUALIFICAÇÃO/ RENOVAÇÃO 30. Promoção.672 30. Proteção ao Resgate da Cidadania .161 31. conforme anexo IV. 39 entidades já tinham sido qualificadas como OSCIP pelo Governo do Estado.674 31.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Relações do Estado Com o Terceiro Setor – OS´s e OSCIP´s Em 2008.639 32.543 30.857 30. [2] Única Entidade Qualificada como OSCIP em 2008.673 30.547 31.275 31.546 31. Sumário .ORGA[2] Movimento Pernambuco contra o Crime – MPCC Movimento Agreste Contra o Crime – MACC [1] DECRETOS DE RENOVAÇÃO 29.OS ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO. 6(seis) OS´s e 8(oito) OSCIP´s compuseram o Sistema Integrado de Prestação de Serviços Públicos Não Exclusivos: ORGANIZAÇÃO SOCIAL – OS Associação Pró Ensino de Excelência de Pernambuco – PROCENTRO Associação Casa do Estudante de Pernambuco – CEP Associação Núcleo de Gestão do Porto Digital Centro de Abast.UJ Organização pelo Desenv.545 30. No entanto.544 30.OSCIP [1] Fundação Alice Figueira de Apoio ao IMIP Centro de Ação Administrativa e Desenvolvimento Social e Urbano – CADES Desenvolvimento Social Humano Tecnológico – DSHT Instituto Empreender – IE Universidade da Juventude . apenas as que tiveram a sua qualificação renovada e vigente em 2008 se encontraram compondo o Sistema Integrado de Prestação de Atividades Públicas Nãoexclusivas. Fonte: Ofício Conjunto SAD/SECGE nº 04 de 24 de março de 2009.

29% corresponderam a valores repassados por conta dos contratos de gestão vigentes. mediante dispensa e inexigibilidade.85 milhões da Secretaria de Educação – SEDUC. e atividades necessárias à criação de projetos educacionais (fonte: Efisco/2008). ou 71%. nos montantes respectivos de R$ 47.63 milhões foram repassadas pela Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária – SARA. enquanto.96 milhão oriundos da SEDUC [1]. O valor contratado pelo Estado com OS´s totalizou R$ 67.99 milhões.09 milhões Sumário .20 milhões foram para a CEASA – OS.08 milhões e R$ 10. mediante contratação direta. sendo R$ 2. R$ 57. e o restante através de contratação direta. Desse total.12 milhões. R$ 38. Tecnologia e Meio Ambiente – SECTMA. através do Porto Digital. foram despesas baseadas em contratação direta. Destaca-se ainda desse total gasto em 2008 com as OS´s (Anexo VI). A segunda entidade que mais recebeu recursos em 2008 foi o Núcleo de Gestão do Porto Digital – OS. [1] Histórico da Nota de Empenho: Valor empenhado p/gestão e desenvolvimento científico tecnológico.08 milhões. e contrato de gestão.02 milhões. aproximadamente R$ 19. R$ 1. R$ 48. ou seja. R$ 4. e R$ 7.28 milhões provenientes do contrato de gestão com a Secretaria de Ciência. Na composição dos gastos com contratação direta da CEASA.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Organizações Sociais – OS´s em 2008.

ou seja. a contratação direta de OS´s. sem a intermediação de contrato de gestão. observase que houve uma tendência de manter. na execução orçamentária de 2008. R$ milhões 70 60 50 40 30 20 10 0 2006 2007 2008 Repasses para OS´s Contratação Direta Contrato de Gestão Exercícios Sumário .Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Organizações Sociais – OS´s Comparando-se o valor total contratado com OS’s pelo Estado em 2008 (R$ 67.09 milhões) com o dois últimos exercícios (2006 e 2007).

R$ 10.62 milhões.81%) por conta dos Termos de Parceria vigentes. 71% do total. totalizou R$ 10.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados OSCIP’s .07 milhão do HEMOPE. R$ 7. Do total repassado por termo de parceria. ou R$ 6. e contratação direta.FES e R$ 1. entre recursos oriundos de termos de parceria. o total repassado pelo Estado para as OSCIP´s pertencentes ao Sistema Integrado de Prestação de Serviços Públicos não Exclusivos do Estado. Sumário . A Fundação Alice Figueira de apoio ao IMIP foi a OSCIP que mais recebeu recursos estaduais.Organização da Sociedade Civil de Interesse Público A) OSCIP´s pertencentes ao Sistema Integrado de Prestação de Serviços Públicos não Exclusivos do Estado Em 2008.64 milhões. sendo praticamente (99.56 milhões.48 milhões foram oriundos do Fundo Estadual da Saúde .

Universidade da Juventude IE .Instituto Empreender Sumário .Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados OSCIP’s A) OSCIP´s pertencentes ao Sistema Integrado de Prestação de Serviços Públicos não Exclusivos do Estado Os recursos foram distribuídos da seguinte forma entre as OSCIP´s: Repasses para OSCIP´s pertencentes ao Sistema 17% 2% 2% 8% I MIP MPCC MACC UJ IE 71% Fonte: e-fisco 2008 IMIP .Instituto Materno Infantil de Pernambuco MPCC .Movimento Agresta contra o Crime UJ .Movimento Pernambucano contra o Crime MACC .

o único firmado foi celebrado pela EMPETUR com a OSCIP Instituto Empreender. 18. o qual determina que a escolha da OSCIP para a celebração de termo de parceria deve ser feita. Como em anos anteriores.743/00. inc. Parágrafo único. VI da Lei 11. No tocante a celebração de novo Termo de Parceria. por meio de publicação de edital de concursos de projetos pelo órgão estatal parceiro. tendo ocorrido apenas a publicidade da homologação da seleção no DOE de 04. sem observância ao artigo 17. descumprindo o art.2008 . parágrafo único da Lei 12.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados OSCIP’s A) OSCIP´s pertencentes ao Sistema Integrado de Prestação de Serviços Públicos não Exclusivos do Estado Termos de Parceria Em 2008 foram assinados vários Aditivos aos Termos de Parcerias com Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público. Sumário .973/05.10. obrigatoriamente. o Governo do Estado não deu a correta publicidade dos Termos firmados com as OSCIP´s.

000. para a realização de curso para o fortalecimento das capacidades individuais e institucionais de lideranças juvenis e dos atores envolvidos na elaboração. implementação e monitoramento de planos. Sumário . visando apoiar o Programa Observatório de Juventude. por intermédio da Secretaria Especial de Juventude e Emprego – SEJE firmou “convênios” com a OSCIP Universidade da Juventude: Em R$ 1. estratégias e programas de juventude em todos os níveis de governo. 16.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados OSCIP’s A) OSCIP´s pertencentes ao Sistema Integrado de Prestação de Serviços Públicos não Exclusivos do Estado Além dos Termos de Parcerias/Aditivos mencionados. o Estado de Pernambuco.00 TERMO 1º TA ao Convênio 019/07 [1] 2º TA ao Convênio 019/07 3º TA ao Convênio 019/07 Convênio nº 021/2008 DATA 20/02/2008 23/05/2008 15/09/2008 01/10/2008 OBJETO Prorrogação do prazo de vigência em 90 dias Prorrogação do prazo de vigência em 90 dias Aporte Financeiro Cooperação recíproca técnica e financeira entre os convenentes.000.00 VALOR Fonte: Documentação anexa ao Ofício Conjunto SAD/SECGE Nº 04/2009 [1] Objeto do Convênio 019/2007: Cooperação técnica e financeira.00 150.

Tecnologia e Serviços Associação Serviço de Tecnologia Alternativa – SERTA Instituto Brasileiro Pró-Cidadania Sociedade Assistencial Saravida Centro de Excelência em Tec.982.144.714.930.00 14.21 3.000.36 636.292.052. de Software do Recife – SOFTEXRECIFE Instituto do Vinho do Vale do São Francisco . foram contratadas e receberam recursos do Governo estadual.257.32 546.462.324.00 124.658.Desenvolvimento.61 Nota: Essas contratações ocorreram com base em fundamentação jurídica diversa da aplicada aos termos de parceria.IMP Instituto de Neuropsicologia Aplicada . conforme quadro resumo abaixo: Em R$ 1.961.258.00 OSCIP Instituto de Apoio Técnico Especializado à Cidadania – IATEC Instituto Maurício de Nassau .200. verificou-se que várias OSCIP´s.12 2.000.60 857. Sumário .Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados OSCIP’s B) OSCIP´s não pertencentes ao Sistema Integrado de Prestação de Serviços Públicos não Exclusivos do Estado Da consulta realizada no Sistema e-fisco.00 5. embora não mais pertencentes ao Sistema Integrado de Prestação de Serviços Públicos não Exclusivos do Estado. baseadas na lei n° 8.00 8.666/93.INAP Instituto Marcos Freire do Cabo de Stº Agostinho TOTAL VALOR R$ 1.00 15.VINHOVASF Instituto dos Magistrados de Pernambuco .

973/05. Os resultados atingidos devem ser analisados pelo Comitê de Monitoramento e Avaliação da Secretaria de Administração. Sumário . •Agência Reguladora de Pernambuco – ARPE.743/00 alterado pela Lei 12. o acompanhamento dos instrumentos de ajuste deve ser efetuado pelos: • Órgãos parceiros. e •Órgão de Controle Interno do Estado.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados OS’s e OSCIP’s dos Contratos de Gestão e Termos de Parcerias Acompanhamento Conforme se depreende do artigo 22 da Lei 11.

Sumário . conforme slide a seguir.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados OS’s - Acompanhamento pelos Órgãos Parceiros A Resolução TC nº 20/2005 obriga as OS´s a demonstrarem em comparativo específico as metas propostas no contrato de gestão com os resultados alcançados em sua execução. Esse demonstrativo deve integrar a a prestação de contas do órgão parceiro. verificou-se que apenas a SECTMA cumpriu parcialmente tal dispositivo. Em 2008. enviada anualmente ao Tribunal de Contas.

A SECTMA não fez análise comparativa entre metas propostas e resultados alcançados.000. Núcleo de Gestão do Porto Digital – NGPD: Das metas para o ano de 2008. 20% não conseguiram os resultados pretendidos. Associação Movimagem Pernambuco .00 para Movimagem por conta do Contrato de Gestão vigente. através do e-fisco que a SECTMA transferiu R$ 705.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados OS’s - Acompanhamento pelos Órgãos Parceiros Prestação de contas da SECTMA . 60% atingiram as metas. 3. 64% encontravam-se em andamento e 16% encontravam-se paralisadas. 20% superaram as metas propostas.consta Relatório de Termo de Desempenho dos Contratos de Gestão – 2008. Associação Instituto de Tecnologia de Pernambuco – ITEP: Dos indicadores estabelecidos para 2008. 2.Embora conste no Relatório que não houve repasse de verbas públicas em 2008. constatou-se. onde pode-se destacar: 1. 20% alcançaram o estágio de concluídas. Sumário .

[1]  Prestação de contas da Secretaria de Agricultura .há informação de que o contrato de gestão entre a referida Secretaria e a OS Porto Digital encontrava-se em fase de Tomada de Contas Especial (Processo nº 001/2008). e o Plano Estratégico de Ação relativo aos exercícios de 2008 .apresentou cópia do contrato de gestão assinado com a Casa do Estudante.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados OS’s - Acompanhamento pelos Órgãos Parceiros Prestações de contas de outros órgãos parceiros:  Prestação de Contas da Secretaria de Desenvolvimento Econômico . o 1º TA assinado com a CEASA. nenhum relatório de execução das metas do contrato. Sumário . no entanto.  Prestação de contas da Secretaria de Educação . não apresentando.apresentou tão somente o contrato de gestão.451/06. [1] Decisão TC nº 1.2009. Demonstrações Contábeis de encerramento do exercício.

Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados OSCIP’s . Esses demonstrativos devem integrar a prestação de contas do órgão parceiro.Acompanhamento pelos Órgãos Parceiros A Resolução TC nº 20/2005 obriga as OSCIP´s a demonstrarem em suas prestações de contas a totalidade das operações patrimoniais bem como os seus resultados alcançados. conforme slide a seguir. Sumário . enviada anualmente ao Tribunal de Contas. Em 2008. verificou-se que os órgãos parceiros não cumpriram a referida Resolução.

inexiste documentação da OSCIP Fundação Alice Figueira. Fonte: Prestações de Contas relativas ao exercício de 2008 Sumário .  Prestação de contas da SES . anexando apenas cópia do 5º termo de parceria assinado com a OSCIP Instituto Empreender. Caso este que vem se repetindo ano após ano.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados OSCIP’s .não constam informações referentes às contas das OSCIP´s: MACC e MPCC.não apresentou nenhum documento exigido pela Resolução nº 20/2005.  Prestação de contas da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos .Acompanhamento pelos Órgãos Parceiros Em resumo.  Prestação de contas da Secretaria Especial de Juventude e Emprego . constatou-se:  Prestação de contas do HEMOPE – foram anexados documentos em que se solicita e reitera pedido para que a Fundação Alice Figueira envie a sua prestação de contas. não ficou comprovada qualquer supervisão ou acompanhamento por parte da SES.

Sumário . o acompanhamento pelos órgãos parceiros das OS’s e OSCIP’s foi deficiente e que os mesmos não cumpriram as exigências contidas na Resolução TC nº 20/05. Observa-se que essa ausência de prestação de contas é inclusive motivo que enseja a instauração de tomada de contas especial nos termos da Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Acompanhamento pelos Órgãos Parceiros Conclui-se que em 2008.

ARPE O trabalho da ARPE com relação às Organizações Sociais – OS´s. ao recebimento e/ou análise das prestações de contas destas entidades relativas ao exercício de 2007.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Acompanhamento pela Agência Reguladora de Pernambuco . Sumário . bem como análise de minuta de contrato e/ou termos aditivos. principalmente. resumiuse. durante o exercício de 2008.

Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados
OS’s Acompanhamento pela Agência Reguladora de Pernambuco - ARPE
1. Casa do Estudante de Pernambuco – CEP
Principais Observações da ARPE - Fiscalização Especial (período de 29 a 31/10/08) Da análise da documentação  Ausência do Relatório de Execução do Contrato de Gestão, que deveria conter “comparativo específico das metas propostas com os resultados alcançados” conforme disposto na Lei 11.743/00 e alterações (art. 14 § 3º, V);  Ausência dos Anexos do Contrato de Gestão, em especial os Planos de Trabalho referentes ao Contrato de Gestão e Primeiro Termo Aditivo;  Ausência do Balanço Social do exercício de 2007;  Ausência de resposta sobre as determinações e recomendações emitidas em 2007;  Ausência das Atas de reuniões do Conselho de Administração da CEP/OS realizadas no exercício de 2007;  Ausência da ata de reunião, realizada em 2008, para a aprovação da Prestação de Contas de 2007, conforme estabelecido no Estatuto CEP/OS;  Apresentação incompleta dos extratos bancários. Da fiscalização do contrato de Gestão/Plano de Ação:  Falta de um planejamento estratégico institucional;  Falta de entrosamento entre a direção da CEP/OS e os gestores do Contrato de gestão da Secretaria de Educação;  Ausência de monitoramento da execução do Contrato de Gestão por parte da Secretaria de Educação.
Fonte: Ofício ARPE – DP nº 041/2009

Sumário

Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados
OS’s Acompanhamento pela Agência Reguladora de Pernambuco - ARPE
2. CEASA/OS
Principais Observações da ARPE - Análise de Minuta de Termo Aditivo ao Contrato de Gestão para atender demanda da SES.

 A Secretaria de Administração deve incorporar através de Termo Aditivo ao Contrato
de Gestão os objetivos definidos no Capítulo I, inciso VII do Estatuto Social da CEASA, “fazer toda a logística de recepção, guarda, conservação, expedição e transporte de... medicamentos e afins, sob seus cuidados, por meios próprios ou terceirizados”;

 É imprescindível que se obtenha parecer da PGE para analisar a viabilidade da
dispensa de licitação referente à contratação da CEASA/OS, para exercer as atividades inerentes à Secretaria de Saúde.

Fonte: Ofício ARPE – DP nº 041/2009

Sumário

Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados
OS’s Acompanhamento pela Agência Reguladora de Pernambuco - ARPE
3. Núcleo de Gestão do Porto Digital – NGPD: Relatório de análise da Prestação de Contas de 2007, não enviado ao TCE, pela ARPE.

4. Instituto Tecnológico de Pernambuco – ITEP
Principais Observações da ARPE A ARPE ressalta que não recebeu cópia do Termo Aditivo firmado em 30/11/2007, bem como não foi demandada para participar de nenhuma reunião porventura realizada com a finalidade de cumprir a determinação constante na Subcláusula Terceira da Cláusula Oitava do referido termo (proceder ao acompanhamento e avaliação do grau de atendimento das metas); Os balanços de 2006 e 2007 do ITEP OS não foram encaminhados para a ARPE, nem os relatórios financeiros se encontram disponibilizados eletronicamente (art. 15, VI do Decreto nº 23.046 de 19/02/2001); Também não foram encaminhados os relatórios de monitoramento e avaliação; A prestação de contas de 2007 foi recebida apenas em 12/08, não havendo análise da mesma; Não foi possível a ARPE se posicionar sobre a execução do contrato de gestão, pois o ITEP/OS não cumpriu com as disposições legais e contratuais, relativas ao controle e fiscalização da ARPE.
Fonte: Ofício ARPE – DP nº 041/2009

Sumário

Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados
OS’s Acompanhamento pela Agência Reguladora de Pernambuco - ARPE
5. Associação Movimagem Pernambuco
Principais Observações da ARPE - Análise do Processo de Prestação de contas de 2007.  Ausência de Relatórios de Execução das Ações para o exercício de 2007;  Pagamentos identificados com uma série de interrogações;  Foram pagas passagens para o Rio de Janeiro/RJ e São Luis/MA, bem como diária de hotel, em nome de pessoa cujo vínculo com a entidade não foi identificado.  Comparando-se o total de despesas apresentado na Prestação de Contas com as cópias dos pagamentos anexadas ao Processo encontrou-se a diferença de R$ 37.763,83.  Encontradas irregularidades nas Notas fiscais de refeições;  Não foi identificada uma política de controle do uso dos telefones celulares (4). Principais Observações da ARPE - Contrato de gestão Movimagem /SECTMA:  Durante o exercício de 2007 a Movimagem passou por impasses que culminaram com a descontinuidade das ações previstas no Contrato de Gestão: em atendimento ao Estatuto Social houve a necessidade de renovação dos representantes do Governo do Estado no Conselho de Administração. Os sócios fundadores e o representante da Fundação Roberto Marinho também foram desligados do Conselho.  Dificuldades de relacionamento da direção da MOVIMAGEM com a do DETELPE. A falta de um claro entendimento sobre as responsabilidades a serem assumidas e sobre os papéis institucionais do DETELPE E MOVIMAGEM/OS também interferiu nas atividades da OS.  De acordo com o Contrato de gestão (vigência até dezembro de 2007) as despesas para 2007 deveriam ser objeto de Termo Aditivo. Esse documento não foi apresentado à ARPE pela MOVIMAGEM.

Fonte: Ofício ARPE – DP nº 041/2009

Sumário

Assim. sequer. a atuação da ARPE voltará a acontecer de maneira mais pró-ativa e sistemática. na prática.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados OSCIP’s Acompanhamento pela Agência Reguladora de Pernambuco . não foram. que as modificações indicadas pelo Grupo de Trabalho instituído para revisão do Sistema de Prestação de Atividades Não-Exclusivas do Estado não produziram efeitos. pelas publicações de extrato no Diário Oficial do Estado. Segundo a Agência as entidades não encaminharam as respectivas prestações de contas.” Sumário . conforme exposto por aquela Agência através do Ofício DP nº 041/2009: “Ressalta-se que se tem conhecimento. de Termos de Parceria e aditivos sem que tenham sido formalizados processos para análise da ARPE”. os Termos de Parceria assinados. Ainda. não houve. encaminhados para a ARPE. Em alguns casos. análise de nenhuma prestação de contas relativa ao exercício de 2007 por parte da ARPE. a ARPE afirma: “verificou-se.ARPE Em relação às OSCIP´s. no exercício de 2008. em 2008.

Sumário . igualmente ao ano anterior. diferentemente do explicitado nos Decretos de qualificação/renovação de titularidade das OS´s. publicados no exercício de 2008. a Secretaria Especial da Controladoria Geral do Estado. Em 2008. não há menção ao acompanhamento/fiscalização que deve ser feito pelo controle interno do Poder Executivo. Nos Decretos de qualificação/renovação de titularidade das OSCIP´s. não realizou nenhum trabalho de acompanhamento da execução dos contratos de gestão e nem dos termos de parceria.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Acompanhamento pela Secretaria Especial da Controladoria Geral do Estado.

Sumário . quadrimestralmente. inclusive com a incorporação de temas alvos de recomendações do Tribunal de Contas do Estado. foi realizado.973/05. 22. § 1º da Lei 11. confirmam as dificuldades para análises dos resultados das OS e OSCIPs. em 2008. Constata-se que houve descumprimento do Art. o Secretário de Administração em conjunto com o Secretário Especial da Controladoria do Governo Estadual.743/00 alterada pela Lei 12. Pode-se afirmar que apesar da previsão legal de que o Comitê de Monitoramento e Avaliação da Secretaria de Administração deveria analisar. nada. as relações com o Terceiro Setor foram amplamente discutidas pelo Grupo de Trabalho específico com o intuito de proceder à proposição de nova sistemática de acompanhamento das relações. Ainda segundo o citado ofício. bem como a fragilidade dos controles estabelecidos. os resultados atingidos com a execução dos instrumentos de ajuste (contratos de gestão e termos de parceria).Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Acompanhamento pelo Comitê de Monitoramento e Avaliação da Secretaria de Administração Através do Ofício SAD/SCGE nº 04/2009.

58 milhão no controle de qualidade. o Governo do Estado.00 Sumário . através da ARPE.00 2006 2. constata-se uma queda significativa.00 1.50 1. em termos reais: Evolução dos gastos com controle de qualidade.50 3.00 0.50 R$ milhões 2. realizou R$ 1. tarifas e preços das atividades reguladas. Comparando o montante executado em 2008 com o despendido nos dois anos anteriores.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Controle e Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Concessões Públicas) No exercício em análise. tarifa e preço dos serviços delegados 3 Anos 2008 2 2007 1 0.01 milhões. muito embora tivesse autorização orçamentária da ordem de R$ 7.

 Energia: Como conseqüência da celebração de novo convênio de cooperação entre ARPE/ANEEL.  Subvenção econômica das unidades consumidoras de baixa renda e acerca da qualidade da concessionária (aguardando defesa da CELPE até janeiro de 2009). Sumário . envolveu regulação nas áreas de energia. informadas através do Ofício ARPE – DP nº 041/2009. conforme exposto anteriormente. transporte. saneamento e gás. ao longo de 2008. e. terceiro setor.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Controle e Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Concessões Públicas) As atividades desenvolvidas pela Agência. ocorreram as seguintes fiscalizações:  Fornecimento de energia elétrica e o Programa de Eficiência Energética. que em ambos os casos resultou em multa à Companhia Energética de Pernambuco – CELPE (em recurso na ANEEL). assinado em 12/03/2008.

e da eficiência das estações de tratamento de esgotos.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Controle e Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Concessões Públicas)  Saneamento: Foram fiscalizadas 06 gerências regionais da Companhia Pernambucana de Saneamento . quanto à multa de R$ 44. a sua gerência metropolitana de esgoto. Foi feito monitoramento mensal da qualidade da água.GNV). por não ter informado à agência a redução do fornecimento do combustível. e a unidade do Distrito Estadual de Fernando de Noronha. comercial e postos de Gás Natural Veicular . com demonstração de insuficiência tarifária. A decisão foi proferida em primeira instância e a decisão do recurso estava prevista para o início do ano de 2008. Sumário . e por não ter pedido autorização para aplicar medidas de inibição do consumo.13. análise do processo de revisão tarifária referente ao período de junho de 2008 a maio de 2009.Compesa. como o lacre de metade das bombas de Gás Natural Veicular (GNV). também. A agência atuou. no relatório da ARPE. no processo de homologação das tarifas propostas pela Copergás. no ano anterior. imposta à Copergás. Por fim.  Gás: Fiscalização das Estações Rebaixadoras de Pressão – ERP´s de gás natural (92 clientes) [1]. Registra-se a inexistência de referência.127. [1] Residencial. industrial. principalmente os relacionados às perdas (totais e de faturamento). Também foi realizado o acompanhamento dos indicadores operacionais da Compesa.

foi homologado o reajuste tarifário do Sistema de Transporte Público de Passageiros da Região Metropolitana do Recife – STPP/RMR e determinada a aquisição/substituição de 340 ônibus. que. e procedeu ao acompanhamento da legislação referente ao Conselho Superior de Transporte Intermunicipal – CSTI. visando à criação do Consórcio de Transportes da Região Metropolitana do Recife – CTM. a partir de 2008. No exercício em questão. a ARPE.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Controle e Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Concessões Públicas)  Transportes Sistema de Transporte Intermunicipal . foi instituído no âmbito da ARPE. ainda não tinha sido de fato executada até o exercício de 2008.embora a fiscalização seja competência da ARPE desde sua criação. iniciou o planejamento da fiscalização regulatória desse sistema de transporte. Sumário . A ARPE participou do Comitê de Transição da EMTU/Recife para a empresa Grande Recife Consórcio de Transporte. A regulação deste Sistema será realizada pelo CSTM – Conselho Superior de Transporte Metropolitano. com a finalidade de reduzir a idade média da frota. teve contatos com o grupo encarregado da implantação da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal – EPTI. durante o período de 12 meses. apenas. Transporte Metropolitano .

para a exploração do terminal de contêineres. durante 30 anos. embora a regulação das PPP. com a cessão de uso de espaço para exploração comercial.282/2007. Sumário . manutenção e administração de terminais rodoviários. pela ARPE.  Outros Não há informação quanto à fiscalização. conforme dispõe a Lei Estadual nº 13. pela Agência. IV.13. foi prolatada decisão judicial em primeira instância suspendendo as atividades da ARPE junto ao TECON SUAPE. Em outubro de 2008. em 2007. seja de competência da ARPE. em seu Art. A Procuradoria Geral do Estado entrou com recurso cabível e estava aguardando um novo julgamento. Ressalta-se que após emissão. no exercício de 2008. no Estado de Pernambuco. da execução do contrato existente entre o Governo do Estado e o TECON SUAPE S/A.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados  Transportes (continução) Terminais Rodoviários Intermunicipais de Passageiros – análise do Edital de Concorrência nº 015/2008 da Secretaria de Transportes e o respectivo contrato referente à concessão de serviço público para operação. análise do reajuste das Tarifas de Embarque dos Terminais Rodoviários de Pernambuco. Também não existe informação no que tange a fiscalização das Parcerias PúblicoPrivadas – PPP. de relatório de fiscalização regulatória.

Sumário .00% 10.00% 30. o único contrato de Parceria Público Privada em execução. em conformidade com o Relatório de acompanhamento do Comitê Gestor do Programa em Pernambuco – CGPE.00% 45.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Parceria Público – Privada .00% 25.PPP Em 2008. O cronograma de atividades previsto e realizado até dezembro de 2008.00% 20. Execução da PPP Praia do Paiva 50. no Estado. é evidenciado no quadro a seguir.00% 35.00% 15.00% 40.A.00% 5. era o Contrato CGPE-001/2006 cujo objeto é a exploração da Ponte de Acesso e Sistema Viário do Destino de Turismo e Lazer Praia do Paiva pela Concessionária Via Parque S.00% Via Parque* Ponte** Praças de pedágio Previsto Realizado Fonte: Relatório de Acompanhamento do desempenho das obras da Via Parque e Ponte do Paiva – Anexo 01 do Ofício CGPE nº 004/2009.00% 0.

C.01 milhões. Ag. não havendo. portanto.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Parceria Público – Privada . A conta garantidora é mantida com 20% dos recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – CIDE incidente sobre a importação e comercialização de petróleo e seus derivados. Os dois blocos de fundação situados nas margens da ponte tiveram sua execução re-planejada para o final do primeiro trimestre de 2009. desmatamento e terraplenagem. Sumário . Em outubro foram concluídos os serviços preliminares.C nº 5034359. e a terraplenagem ficou para ser concluída em janeiro de 2009. o saldo constante em aplicação financeira – CDB. cumprimento da meta estabelecida.Os serviços de execução das fundações da Ponte foram iniciados em fevereiro de 2008 e concluídos em outubro de 2008. ao final do exercício de 2008.PPP Contrato CGPE-001/2006: exploração da Ponte de Praia do Paiva Via parque: Os serviços de construção foram iniciados em fevereiro de 2008 com a execução de limpeza de terreno. 1001. Banco Real ABN AMRO BANK. Conforme o extrato do Banco Real. A Garantia do contrato da PPP Praia do Paiva está sendo prestada através da conta garantia instituída no banco detentor da conta única do Estado. era de R$ 4. Ponte de Acesso .

PPP Demais Projetos constantes do Programa Estadual de PPP • Complexo Prisional de Pernambuco .Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Parceria Público – Privada . Da mesma forma como ocorreu com o projeto do Sistema de Saneamento Básico do Projeto Praia do Paiva. contemplando estudo de modernização da emissão da Carteira de Identidade.Em 10/04/08 o CGPE excluiu da carteira de Projetos a Duplicação da Rodovia PE-60.A licitação do Projeto do Centro Integrado de Ressocialização de Itaquitinga foi concluída. O Governo executará a obra através do DER e com recursos próprios. o Governo decidiu ser de responsabilidade da própria Compesa. homologada e adjudicada em 2008.Estudos e Projeto Básico entregues em 2008.Em 2008. No início de 2009 estava em fase de preparação para a assinatura do contrato. ainda encontrava-se na • Duplicação da PE-60 . Sumário . Sanitário das Bacias Litorâneas da RMR . • Sistema de Saneamento Básico da Região Metropolitana e Esgotamento fase de Estudos de Viabilidade e Projeto Básico com data limite para sua conclusão em 06/07/2009. • Projeto Expresso Cidadão . que em 2007.

O Secretário Executivo do CGPE emitiu. autorização de Estudos de Viabilidade e Projeto Básico. • Projeto de Parceria Público-Privada Cidade da Copa . secretário de Turismo. Vale ressaltar que as duas PPP´s em andamento no Estado (Praia do Paiva e Centro Integrado de Ressocialização de Itaquitinga) já atingem 98% do limite de 1% da RCL.Em 2008.PPP Demais Projetos do Programa Estadual de PPP (continuação) • Unidade PPP (Hospitais de Emergência) . a qual não foi autorizada pelo CGPE. • Projeto de Transporte Público de Passageiros utilizando VLT (veículo leve sobre trilhos) ou VLP (veículo leve sobre pneus) – Houve Estudo de Viabilidade e Projeto Básico. no entanto.Gestão e Controle dos Serviços Públicos Delegados Parceria Público – Privada . em 2008.Em 2008 o empreendedor solicitou prorrogação de prazo para apresentação dos Estudos. • Centro de Convenções de Pernambuco . este projeto foi retirado do Programa. não foi autorizado pelo CGPE. em 29/10/2008. por solicitação do • Ampliação de Gasodutos em Pernambuco .Não houve agente empreendedor interessado e o projeto continua em processo de apresentação para o setor privado. Sumário . assim o Estado aguarda o aumento deste limite para viabilizar novas PPP´s.

LDO    Lei Orçamentária Anual .GESTÃO ORÇAMENTÁRIA   Plano Plurianual .LOA Alterações Orçamentárias Receitas Orçamentárias   Despesas Orçamentárias Aplicação Recursos Vinculados:  Fundo de Erradicação da Pobreza– FECEP.6. Sumário .PPA Lei de Diretrizes Orçamentárias .  CIDE combustíveis e demais vinculações determinadas pela Constituição Estadual.

por sua vez. • Índice de residências atendidas com saneamento básico.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Plano Plurianual 2008-2011 Plano Plurianual – PPA é o instrumento legal que dá publicidade e transparência aos programas que o governo pretende implantar. devem possuir indicadores que demonstrem a situação encontrada pela gestão e o quanto ela vai querer melhorar esse resultado. Sumário . para resolver total ou parcialmente os problemas encontrados pela gestão e/ou atender as demandas da sociedade. Exemplos: • Índice de mortalidade infantil no Estado. num período de quatro anos. o PPA deve ser organizado por programas cujos objetivos explicam o que se pretende alcançar (Ex: Reduzir a mortalidade infantil). • Índice de desenvolvimento humano – IDH em determinada região de desenvolvimento. Para cumprir seu papel. Os programas. durante cada ano do PPA. • Índice de abandono da escola no ensino médio da rede estadual.

PPA 2008-2011 Lei 13. de 01/10/07 2008 Primeiro ano do PPA 2008-2011 Segundo ano da atual gestão. O PPA apresentou.306.000 refeições por mês). O PPA 2008-2011 não apresentou indicadores para seus programas. A Ação é a parte do programa de governo que é executada diretamente (Ex: Fornecimento de merenda escolar a alunos do ensino médio) Produto é o resultado da execução da ação (Ex: refeição fornecida) Meta é quantidade desse produto a ser realizada no período (Ex: 8.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Plano Plurianual. Sumário . para as ações (integrantes de cada programa) os produtos a serem gerados e as metas a serem alcançadas.

GESTÃO ORÇAMENTÁRIA O PPA pode ser facilmente acessado no sítio da secretaria de Planejamento e Gestão na internet: www.br Veja modelo no próximo slide .gov.pe.seplag.

segundo segundo as as Regiões Regiões de de •Relatório de programa. •Modelo de gestão democrático e regionalizado. meta. •Relatório de estimativa dos custos dos programas. produto. •Relatório de programa. segundo o órgão executor para o exercício 2009/2011. segundo o órgão executor. produto e meta. ação. meta. . segundo o órgão executor. •Orientação estratégica do governo. Desenvolvimento para o exercício 2009/2011. •Relatório de estimativa dos custos dos programas. para o período 2009/2011. •Relatório de programa. ação. para o período 2008. ação. Desenvolvimento. produto e meta. para o exercício 2008. segundo o órgão executor para o exercício 2008. •Diagnóstico da realidade encontrada. produto. •Relatório de programa. ação.•Visão estratégica das Regiões de Desenvolvimento.

Sumário .PPA 2008-2011 Lei 13.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Plano Plurianual.306. bem como as principais propostas e programas estruturadores por elas sugeridos. de 01/10/07 A participação da sociedade representando as mais diversas regiões de desenvolvimento se deu através do preenchimento de cadernos que permitiram verificar o melhor e o pior serviço na avaliação das comunidades locais.

7 Educação Saúde .Aumentar o efetivo policial.Investir em saúde. .7 mil / ano IDH Mort.7 01 – Sertão de Itaparica 122. .376 R$ 2. adutoras e açudes).Qualificação dos atuais servidores e contratação de novos.Contratação de profissionais para educação. aquisição de viaturas. . .502.Desenvolvimento do cultivo de mamona.Construção. .Estrada Mirandiba à Floresta. principalmente para saúde.705 22.Transnordestina.246 R$ 6. .0 mil / ano 0.Coleta de lixo e reciclagem .Aumentar o efetivo policial.7 . Ampliação do tratamento de esgotos. 04 – Sertão Central 164.Inclusão no projeto da Ferrovia Transnordestina.9 48. ampliação.0 22. Inf. educação. .620 32. . . .876 R$ 6.Implantação de ações de convivência com a seca. .657 29.603 0.1 49.5 DETRAN Segurança 03 – Sertão do Araripe 295. segurança e agropecuária.9 mil / ano 0.0 24.Investimento em esgotamento sanitário. .8 mil / ano 0. Mort.4 Educação Saúde 05 – Sertão do Pajeú 297.Qualificar o efetivo policial.Pavimentação das estradas estaduais da região.1 mil / ano 0.640 28.Qualificação profissional para jovens. aparelhamento da rede de abastecimento de água. .6 mil / ano 0.2 DETRAN Saúde Fonte: PPA 2008-2011 Sumário . .GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Visão Estratégica das Regiões de Desenvolvimento.Ampliar o abastecimento e o tratamento de água.708 28.RD (slide 1/3) cc População PIB per capita R$ 5.Ampliação do abastecimento de água (poços artesianos. . .846 R$ 2. .670 29. 54.4 24.4 Educação Segurança 02 – Sertão do São Francisco 397. Resultado dos Cadernos (demandas das RDs) Melhor Serviço Pior Serviço Principais Propostas Propostas Estruturadoras PERNAMBUCO 8.Conclusão das obras da adutora do Pajeú. .800 R$ 2.Ampliar o abastecimento de água. / Homic .investimentos em projetos agropecuários (caprinovinocultura) .Tratamento de esgoto.

633 31.Capacitar / qualificar e aumentar o efetivo policial.2 Educação Segurança 07 – Agreste Meridional 621.502. Mort. .RD (slide 2/3) Resultado dos Cadernos (demandas das RDs) cc População PIB per capita IDH Mort.705 22.7 mil / ano 0. . Inf. 09 – Agreste Setentrional 501.603 R$ 5. Implantação de escola técnica. .2 mil / ano 0.172 R$ 3.Intensificação da assistência técnica às atividades produtivas locais / capacitação.9 mil / ano 0.7 36.Capacitar / qualificar o efetivo policial.8 44.Contratação e capacitação de pessoal na área de saúde PSF. / Homic. .3 DETRAN Saúde .Apoio à agricultura familiar.Fortalecimento da agropecuária e da indústria.576 R$ 3. .0 Educação Segurança .733 R$ 2.3 24.Desenvolvimento da Indústria e da agropecuária.636 21. Fonte: PPA 2008-2011 Sumário . .7 32.Ampliação do hospital regional e melhoramento de emergências.998 R$ 2.7 mil / ano 0. .3 Educação Segurança 08 – Agreste Central 1. Melhor Serviço Pior Serviço Principais Propostas Propostas Estruturadoras PERNAMBUCO 8. 06 – Sertão do Moxotó 189.Melhorar qualidade do ensino e investir na infraestrutura das escolas.Implantação de um pólo industrial e turístico. .Contratação de médicos para os hospitais regionais. .Incentivo à cadeia produtiva do leite. .634 27.incentivo ao produtor rural e implantação de centro de pesquisa.Desenvolvimento econômico (agricultura e pecuária leiteira.Criação de política agropecuária para agricultura familiar.Contratação de médicos em áreas específicas da saúde. indústria) com geração de emprego.598 32. .5 mil / ano 0.7 54. . . .7 .Ampliação do abastecimento d’água (construção de barragem/cisterna).000.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Visão Estratégica das Regiões de Desenvolvimento.

3 52.8 40.502.1 Educação Segurança .22 mil / ano 0. .150 R$ 3.783 16. .Promover a geração do emprego e renda.Informatizar escolas e capacitar professores.Promover ações que melhores o ensino público.603 0.Capacitar / qualificar e aumentar o efetivo policial.7 mil / ano IDH Mort.525 R$ 8.Aparelhar e aumentar o efetivo policial. Melhor Serviço Pior Serviço Principais Propostas Propostas Estruturadoras PERNAMBUCO 8. .626 19. Inf.2 Não consta este tipo de informação no anexo III Fonte: PPA 2008-2011 Sumário .RD (slide 3/3) Resultado dos Cadernos (demandas das RDs) cc População PIB per capita R$ 5. .7 .305 R$ 4.0 72. Mort.650 23.5 mil / ano 0.9 mil / ano 0.9 Chapéu de Palha Saúde 11 – Mata Norte 569.incentivar o desenvolvimento sustentável (agricultura familiar e pesca) 10 – Mata Sul 693. . 12 – Região Metropolitana 3.705 22.648.Investir em educação profissional.Intensificar o desenvolvimento do setor industria para aumentar a geração de emprego. / Homic. .7 54.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Visão Estratégica das Regiões de Desenvolvimento.

de 01/10/07 Segundo informações da Secretaria de Planejamento e Gestão. para que a comunidade saiba o que está sendo feito em relação aos seus pleitos. No entanto.PPA 2008-2011 Lei 13. esses cadernos estão sendo monitorados periodicamente. o que dificulta o seu acompanhamento por parte do controle externo e da sociedade em geral.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Plano Plurianual. Sumário .306. esses dados ainda não estão plenamente relacionados com a execução orçamentária.

Estão relacionadas despesas  A LDO/08 não apresentou a relação dos programas à melhoria nos prioritários extraídos do PPA. também não foram traçadas metas de alcance de resultados. indicadores estabelecidos no PPA  Observou-se que. como não houve indicadores no PPA. Sumário . fixando metas de resultados e metas fiscais a serem alcançadas com a execução dos orçamentos. de 01/10/2007 A LDO tem o papel de orientar a elaboração da Lei orçamentária Anual.  A LDO/08 apresentou todos os requisitos exigidos tanto pela relacionadas Constituição Federal.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Lei de Diretrizes Orçamentária-LDO 2008 Lei 13.307.Estão quanto pela Lei de Responsabilidade com receitas e Fiscal.

GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Orçamento Fiscal: Apresenta toda a receita e despesa da administração direta + autarquias fundações Lei Orçamentária Anual+.LOA 2008 + fundos +empresas públicas e sociedades de economia mista Lei 13. atendendo aos requisitos da legislação pertinente. de 04/12/2007 dependentes (pelo conceito da LRF) A Lei Orçamentária estima a receita e com base nela. A LOA 2008 estimou a receita e fixou a despesa em Orçamento de Investimento das Empresas : Apresenta R$ 13. Em Pernambuco.55 apenas a para programação de investimentos e suas fontes de milhões o Orçamento de Investimento das financiamento para as empresas públicas e sociedades de Empresas . é composta do Orçamento Fiscal e do Orçamento de Investimento das Empresas.22 bilhões para o Orçamento Fiscal e R$ 461. autoriza a despesa para o exercício seguinte.342. economia mista dependentes (conceito da LRF) Sumário .

foi superior em 55% à média da quantidade editada nos três últimos exercícios (666). prejudicam o seu acompanhamento e controle. Sumário . a quantidade de decretos e leis (1.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Alterações Orçamentárias 2008 Em 2008 foi observado um volume significativo no número de créditos suplementares abertos durante o exercício. revelando necessidade do aperfeiçoamento do processo de planejamento e orçamentação. porém em excesso. Embora o volume de recursos movimentados não tenha sido muito superior aos anos anteriores. As alterações fazem parte da execução orçamentária.034). 55% a mais que a média dos 3 exercícios anteriores. referentes a alterações orçamentárias editados em 2008.

46 milhões.90 bilhões.21 bilhões • Especiais (incluem nova programação à LOA) = R$ 32. e • Superávit Financeiro (saldo do ano anterior) = R$ 176. • Excesso de Arrecadação (aumentam a previsão de receita feita na LOA)= R$ 1.10 bilhão. • Operações de Crédito(empréstimos não previstos na LOA) = R$ 372.70 milhões. • Convênios (não previstos na LOA) = R$ 696.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Alterações Orçamentárias 2008 Créditos adicionais abertos em 2008: • Suplementares (reforçam programação já existente na LOA) = R$ 5. Sumário .10 milhões.53 milhões Fontes utilizadas para abertura desses créditos em 2008: • Anulação (remanejam programação na LOA)= R$ 2.

13 10.900.00 565.289. entre outras. receitas patrimoniais.00 13.077.365.50 Prevista 13.474.00) 12. de serviços.375.793.00 (1.985. Sumário .300.100.794. Corrente Rec.728. 9.67 8.16 555.348.09 (1.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Receitas Orçamentárias 2008 Receitas Arrecadadas X Receitas Previstas 2008 Total Rec.96 (1.337.468.400. Corrente após deduções (1) Total Rec.13 Receita Corrente: tributos.600.254. entre outras.93) 13.991. alienação de bens.00) Δ% realiz/prev.658.97 14. Receita de Capital: operação de crédito.913.872. Capital (2) Receita Total (1) + (2) Receita de todas as fontes (em R$1.78) 8.261. Corrente Deduções da Rec.951.224.327.00 Realizada 15.891.327.

00 14.00 11. recuperada em 2008.00 13.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Receitas Orçamentárias 2008 O gráfico abaixo demonstra a tendência de crescimento real da arrecadação.00 10.2008 em preços constantes (com o efeito FUNDEB) Valores em R$ bilhões 15.00 12.00 2004 2005 2006 2007 2008 Exercícios Sumário . Evolução da Receita 2004 . observando-se uma queda na taxa de crescimento em 2007.

316.065.697.521.00% Industrial Serviços Transf.669.819.166.957.09 14.38 15. Contribuições: Receitas decorrentes das contribuições sociais do servidor e da parte patronal (governo do Estado).440.837.29 0.700.21% 21.285.57 591.921.00 56.83% 1.292.517.44% 0.032.240.957.633.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Principais Receitas Arrecadadas em 2008 Discriminação RECEITAS CORRENTES Tributárias Destaque pra ICMS Contribuições Patrimonial Agropecuária Tesouro 10.000.50 485.812.599.284.440.838.68 169.208.980.120.119.01% 1.20% 13.707.62 214.20% 30.872.13 0.791.61 0.19 555.700.277.736.468.76 0.316.58 919.62 6.25% 47.52 591.445.753.356.562.235.00 41.256.356.208. repassado.33 6.55 181.47 54.291.058.63 1.322.161. recebidas + contas redutoras) Total das receitas com o efeito das contas redutoras do FUNDEB 7.186.53 2.97% 1.05 - Outras Fontes 3.412.244.375.97 213.08 3.065.135.160.565.245.39% 0.777./Financiamentos Transferências de Capital Outras Receitas de Capital Receita total arrecadada em 2008 Efeito FUNDEB (transf.06 11.02% 0.02 210.350.26 4.68 3.00 3.628.984.00 3.44 44.558.29) 14.335.652.930.679.42 (491.965.944.687.06 14.434.00 124.941.895.887.60 164. obrigatoriamente.48 282.447.32 3.081.941.913.327.348. Correntes (excluídas as.721.229.186.369.708.235.508.502.114.06 Todas as fontes 14.095.75% 1.214.468.00 2.06 %/total 96.791.073.838.391.63 0.86 67.523.831. pela União.69 70.517.941.887.22 148.99 205.699.83 3.68 177.55 160.339.38% 100% FPE: Parcela correspondente ao Estado de Pernambuco no Fundo de Participação dos Estados e Distrito Federal.406.550.909.114.50 1.00% 1.557.115.36 213.83 3.650.482.45 7.98% 41.29) 10.43 6.343.027. Sumário .161.521.09 2.373.840.925.90% 0.794.79 (491. recebidas do FUNDEB) Destaque para o FPE Outras Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL Operações de Crédito Alienações de Bens Amortização Empréstimos.50% 3.240.55 222.433.

00 1.03% da receita total.00 4.00 3.00 6.00 2. somadas representam 63.00 2004 2005 2006 ICMS FPE 2007 2008 Em R$ bilhões Sumário .GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Receitas Orçamentárias 2008 As receitas arrecadadas pelo Estado relativas ao ICMS e o FPE (receita de transferência da União). O quadro abaixo demonstra o comportamento dessas receitas no período de 2004 a 2008 Evolução das receitas de ICMS e FPE no período de 2004 a 2008 (valores constantes) 7.00 5.

Período 2004 a 2008 (valores constantes) Em R$ milhões 250.83.00 200.700. foi bem maior que em anos anteriores. aonde se destacam as operações de crédito.00 150.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Receitas Orçamentárias 2008 As receitas de capital tiveram uma participação de menos de 4% na receita total. R$ 213. cujo montante arrecadado em 2008.00 50. Evolução das Receitas de Operação de Crédito .208.00 100.00 2004 2005 2006 2007 2008 Sumário . conforma gráfico a seguir.

18% Obs: Por imposição legal.46 milhões (serviço prestado ou bem entregue. mas não pago em 2008) Restos a Pagar Não Processados = R$ 92.94 bilhões. pois é contabilizada como dedução de receita. incluindo as despesas empenhadas mas não pagas no exercício: Restos a Pagar Processados = R$ 490.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Despesas Orçamentárias 2008 A despesa total foi de R$ 13.40 milhões (serviço ainda não prestado ou bem ainda não entregue em 2008) Restos a Pagar/Despesa Total = 4.42 milhões. não está computada como despesa a “Perda para o FUNDEB” (diferença entre o que o Governo do Estado enviou e o que recebeu do FUNDEB) no valor de R$ 560. Sumário .

25 R$ 2. pagamento da dívida.738.53 R$ 316.29% 5. Encargos Especiais Saúde Previdência Social Educação R$ 3.265.61% 75.78 R$ 199.37% 2.27% 2.241.508.359.228.977.42% 2. Engloba transferências constitucionais aos municípios.82 R$ 336.40 25.700.17% 16.43% Sumário .983.172.033.41 R$ 1.370.154.551.157.865.84 R$ 297.33 R$ 330.779.22% 4. entre outras de menor valor.957.74 R$ 1.119.617.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Despesas Orçamentárias 2008 Despesa por Função de Governo (Em R$ milhões) Esta função agrega as despesas que não influem naquele momento no alcance dos resultados dos programas de governo.109.00% 2.073.696.534.18% da despesa total Segurança Pública Administração Judiciária Legislativa Transporte Direitos da Cidadania Saneamento Agricultura R$ 1.066.08% 14.918.925.916.34% da despesa total 95.74 R$ 557.479. contribuição patronal complementar.13% 1.53 8.50 R$ 726.19% 11.

06 5.31 278.JUROS DA DÍVIDA 3 – OUTRAS DESPESAS CORRENTES 4 .515.520.78 9.39 11.61 100.00 4.095.939.80 % 51.28 741.920.432.536.395.61 2.69 10.901. Sumário .474.033.21 405.00 3.775.17 1.999.15 636.05 0.334.901.66 199. as outras despesas de custeio.74 3.02 448.30 462.212.026.26 100.89 2.518.938. Os investimentos voltaram a crescer bem como houve um incremento substancial na participação das inversões financeiras (recursos alocados nas empresas estatais para investimentos).663.33 % 51.45 100. alcançando 36.000.181.74 35.84 279.46 3.035.02 257.21 2.12 478.98 2006 5.42 59.016.519.53 480.469. acima dos 35%.610.625.116.19 4.961.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Despesas Orçamentárias 2008 GRUPO DE DESPESA 1.64 4.051.06% em 2008.075.398.161.PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS 2.821.527.233.846.82 35.649.442.387.00 Nos últimos anos as despesas com pessoal e encargos sociais estabeleceram-se no patamar de 51%.335.00 5.050.32 2.291.85 3.583.95 0.260.826.32 413.061.66 2007 6.843.255.284.133.44 35.089.92 % 50.203.54 4.469.504.73 4.368.476.222.951.845.491.INVESTIMENTOS 5 – INVERSÕES FINANCIROAS 6 .17 36.07 13.34 2008 7.38 % 52.333.71 76.602.229.35 342.AMORTIZAÇÕES Despesa total Todas as Fontes 2005 4.86 1.505.09 6.35 100.691.57 268.036.

Observa-se que esses dois últimos não contribuem diretamente para a consecução dos objetivos dos programas finalísticos do governo.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Pessoal e Encargos Sociais As despesas com pessoal e encargos sociais representam mais da metade do total despendido nos últimos exercícios. aqueles que se traduzem em atendimento à população. a participação dos ativos. destacando. A seguir apresenta-se um gráfico com a composição das despesas de pessoal em 2008. Sumário . representando mais de 40% do total.31% As despesas com inativos e pensionistas têm um peso relevante no total despendido com pessoal. Inativos 33.42% Pensionistas 8. inativos e pensionistas.27% Ativos 58. Importante destacar que essa despesa não tem reflexo direto na aplicação das políticas públicas relacionadas à segurança. É importante esclarecer que o montante despendido com esse grupo de despesa contempla tanto os servidores ativos quanto os inativos e pensionistas do Estado. educação e saúde.

865.704.734.945.367.422.988.48 .65 46.444.634.372.798.501. diárias e despesas com locomoção para servidores civis e militares.071.525. aquisição dos diversos materiais de consumo.932.00 201.24 165.921.56 72.986.439.877.105.111.972.885.867.994.71 71.671. entre outras. telefonia fixa e móvel.093.745.14 2.622.74 63.154.46 19.609.988.314.50 37.018.91 59.227.609.359.648.16 80.336.82 308.65 62.754.27 1.724.32 34.238.423.144. Dentre estes gastos citam-se os relativos à contratação de empresas prestadoras de serviços de limpeza e vigilância.537.13 270.47 177.433.03 972.23 1.32 2.59 292.933.392.911.501.671.687.03 1.992.830.36 14.80 438.861.925.480.57 7.Manutenção da Máquina Administrativa O grupo de despesa “outras despesas correntes” contempla as despesas com a manutenção da máquina administrativa.601.967.08 53.900.556.440.413.004.29 1. Essas despesas são constantemente alvo de normatização na tentativa de reduzi-las ou controlá-las.398.640.573.094.745.60 239.89 52.09 19.303.29 60.342.446.23 1.450.40 32. água e esgoto.329.753.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Outras Despesas Correntes .19 383.638.770.447.43 693.418.775.930.531.30 67.868.91 82.806.400. Rubrica Diárias-civil Diárias-militar Material de Consumo Material de Distribuição Gratuita Passagens e Despesas com Locomoção Serviços de Consultoria Outros Serviços de TerceirosPessoa Física Locação de Mão-de-obra Outros Serviços de TerceirosPessoa Jurídica TOTAL 2004 40. recuperação e manutenção do patrimônio público.47 11.58 23.20 Realizado em valores correntes 2005 2006 2007 47.80 62.66 349.51 4.411.084.899.793.076.919.093.432.72 1.35 39.552.66 2008 58.903. pagamento de despesas com fornecimento de energia elétrica.797.696.228.976.44 67.723.884.30 73.350.981.81 327. aluguéis.596.406.510.852.289.

76% 2005 30. tendo aumentado a sua participação em relação ao ano anterior.04% 2007 28.31 milhões sendo oferecidos pela Secretaria de Defesa Social. inserem-se ainda as despesas com transferências.78 milhões. para o exterior.04 milhões por meio do programa Chapéu de Palha administrado pela Secretaria de Planejamento e Gestão. Participação da Manutenção da Máquina Administrativa na RCL 2004 28. quanto para instituições privadas. • Outros auxílios financeiros a pessoa física (transferência de renda) = R$ 22. entre outros) = R$ 13. Sumário . • Outros benefícios assistenciais (auxílio-funeral. estes gastos não se referem diretamente à manutenção da máquina administrativa. FACEPE e UPE. Excluindo-se essas despesas do referido grupo observou-se que em 2008 o custeio da máquina administrativa representou 29. Entretanto.Manutenção da Máquina Administrativa No grupo de despesa “outras despesas correntes”.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Outras Despesas Correntes .84 milhões transferidos pela Secretaria Especial de Juventude e Emprego e R$ 3.90% 2008 29. R$ 4. maiores gastos nos Encargos Gerais do Estado sob supervisão da Secretaria de Administração e Tribunal de Justiça.39 milhões transferidos para pessoas desenvolverem atividades culturais patrocinadas pela FUNDARPE. assim como os benefícios a pessoas.61% Os benefícios concedidos a pessoas foram assim distribuídos em 2008: • Auxílio financeiro a estudantes (bolsas de estudo e de pesquisa) = R$ 5.61% da Receita Corrente Líquida. sendo R$ 13. seja para outras esferas de governo. conforme se observa no quadro a seguir.27 milhões.24% 2006 31.

Em 2008 foram despendidos R$ 480. Sumário .31 milhões no PORTO do RECIFE. Saúde .75 milhões.58 milhões e DER (R$ 3.87 milhões.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Amortização As despesas com amortização referem-se à diminuição do estoque da dívida pública. considerando a dívida interna e a externa Inversões Financeiras Em 2008 foram realizadas despesas com inversões financeiras no montante de R$ 342. para os seguintes órgãos: Sec. Administração (R$ 2.FES (R$ 4.  A Secretaria das Cidades fez inversões financeiras na EMTU no valor de R$ 7.53 milhões.81 milhões).93 milhões). • Aumento de capital social realizado pelos seguintes órgãos:  A Secretaria de Desenvolvimento Econômico fez inversões em SUAPE no valor de R$ 83. Defesa Social (R$ 3. Fazenda (R$ 2.60 milhões).  A Secretaria de Recursos Hídricos fez inversões financeiras na COMPESA no valor de R$ 228.28 milhões). Planejamento e Gestão (R$ 548 mil).51 milhões e de R$ 2.33 milhões nesse item. assim distribuídos:  Aquisição de imóveis R$ 17.53 milhões.

848.22% 6.150.595.Direitos da Cidadania 2 .059.617.626.84% 9.76 68.413.91% 2.22% 5.009.Ciência e Tecnologia VALOR 117.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Investimentos O volume de investimentos realizados em 2008.Habitação 14 .74% 10.51% 80.690.94 14.871.169.99 73.90 milhões.57% 1.Administração 6 .Transporte 10 .01% Sumário .47% 3.Agricultura 4 .43% 116.Saúde 15 .495.066.409.63% 1.900.Saneamento 20 .04 28.993.48 8.82 19.062.Gestão Ambiental Demais Funções 21.148.75% 6.044.78% 3.982.49 46.Urbanismo 17 .37 % 15.72 27.235.43 40.934.86% 9.693.129.809.545.10% 2.073.338.17 16 .07 11.Indústria 18 . constantes do orçamento fiscal. sendo direcionados para as seguintes funções: FUNÇÃO 12 .85% 15.812.174.991.77% 42.Educação 26 .81 2. foi da ordem de R$ 741.433.Segurança Pública 23 .35% 1.01 61.19 9.Judiciário 22 .Comércio e Serviço 19 .11 50.

025.FUNDEB 241 .Operações de Crédito 102 e 242 .Recursos de Compensação Financeira Valor (em R$1.958.784.158.Recursos do Funcultura 105 .931.065.064.26 5.339.55% 2.775.67% 0.51 41.340.57% 5.553.27 118.729.Recursos da CIDE 119 e 120 .534.333.20 % 45.003. Bingos e Loterias 0. indireta 255 .45 6.772.889.535.86% 2.53% 0.139.Recursos Próprios da Adm.04 396.85% 0.Recursos do FECEP 118 .866.Recursos do FDS 244 .060.79 47.Recursos Operac.Recursos Diretamente Arrecadados 109 .55 41.77% 0.352.62 74.Recursos do SUS 106 .Convênios 116 .00 248 .75 21.234.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Fontes de Recursos que financiaram os INVESTIMENTOS em 2008 101 .04% 0.39% 4.066.36% 5.Recursos Capitados para Aumento de Capital 245 .95% 10.38 11.Recursos do FURPE 104 .180.08 4.84% 1.00% .00) 339.982.312.904. Conta Única 246 .Salário Educação 249 .84 21.00 285.80% 15.Recursos Proveniente de Jogos.62 2.045.10% 6.Recursos Ordinários do Tesouro 103 .67% 0.999.05% 0.99 712.

GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Despesas por Modalidade de Aplicação de Recursos A modalidade de aplicação de recursos é uma informação gerencial que identifica quem está aplicando os recursos públicos. Em 2008 foram transferidos R$ 156. R$ 31.  As transferências à União totalizaram R$ 46. Sumário .  As transferências a entidades privadas referem-se a repasses de recursos do orçamento do Estado para que a iniciativa privada realize atividades de interesse comum.34 milhão para entidades com fins lucrativos.53 milhões foram relativos à devolução de saldo de convênios. aproximadamente 85% dos recursos foram aplicados diretamente pelo Estado.  Em Pernambuco.  Os recursos destinados a entidades privadas com fins lucrativos foram repassados integralmente pela FUNDARPE como concessão de patrocínios para diversos projetos culturais.74 milhões para entidades privadas sem fins lucrativos e R$ 1. dos quais R$ 8.17 milhões foram devolvidos por impugnação. por meio de seus órgãos da administração direta e indireta em 2008. Deste total.60 milhões.

Patrimônio Vivo. R$ 78.71 mil. R$ 1.90 milhões.17 milhões para entidades assistidas pelo PRORURAL.33 milhões.  Assessoria Jurídica Organizações Populares – GAJOP. responsável por R$ 72. R$ 16. R$ 2. e Organizações de Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP. sendo R$ 21.78 milhões.69 milhões. R$ 26. R$ 618. Sumário . onde destaca-se o FES-PE. R$ 23.  Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico – R$ 3. Cultural e Educacional.37 milhões.  Auxílios a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos.  Instituições de Caráter Assistencial.74 milhões destas transferências.  Auxílio de Incentivo .GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Despesas por Modalidade de Aplicação de Recursos  Os recursos destinados a entidades privadas sem fins lucrativos foram repassados para:  Organizações Sociais – OS.07 milhões.  Instituições de Caráter Assistencial ou Cultural.83 milhões.

10 milhões.42 relativos a transporte escolar e o restante para obras em escolas municipais. por meio de convênios.82 milhões para as prefeituras e fundos municipais de saúde. As transferências feitas de forma voluntária. onde destacam-se. pela relevância do valor transferido:  Fundo Estadual de Saúde – FES-PE que transferiu R$ 67. Os convênios com os municípios do Estado foram feitos por diversos órgãos. referem-se a transferências constitucionais e legais.  PROMETRÓPOLE. alcançaram o valor total de R$ 172. R$ 25.  Secretaria das Cidades. R$ 14.  Secretaria de Educação. destinados a Olinda e Recife Sumário . portanto de caráter compulsório e que estão detalhados em tópico específico desta apresentação. sendo R$ 26.32 milhões.15 milhões.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Os recursos transferidos aos municípios. na sua quase totalidade. R$ 30.06 milhões.

28 Transferências de Origem Constitucional e Legal ICMS IPVA IPI CIDE TOTAL GERAL Fonte: Balanço Geral do Estado .GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Esses valores são auditados em outro Transferências a Municípios processo relativo aos Encargos Gerais do Estado.000.717.071.39 164.466.766.943.375.2008 O Estado ainda transferiu R$ 6.15 5.80 13. UG 290301 Constitucionais e Legais Valor em R$ 1.533.178.244.94 1.881.00 1. Sumário .00 aos municípios decorrentes do Fundo de Desenvolvimento Social – FDS.969.864.484.

e Secretaria de Educação (R$ 7.976.782.372. o total referente às DEAs foi de R$ 20. Restos a Pagar com prescrição interrompida e compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício.02 milhões) Quanto aos investimentos.27 milhões).49 milhões) e IRH (R$ 44. valor bem superior ao realizado em 2007. Instituto de Recursos Humanos (R$ 5.71. as despesas de exercícios anteriores somaram R$ 229. As DEAs relativas às despesas de pessoal e encargos sociais alcançaram o valor de R$ 65. tendo como os maiores responsáveis por estes pagamentos.86 milhões). FUNAFIN (R$ 14.831.03 milhões).55.29 milhões. ficando a maior parte por conta do FES-PE (R$ 61. sendo a maior parcela por conta do DER (R$ 8.887. Despesas de Exercícios Anteriores . Sumário .81 milhões). No tocante às outras despesas correntes.11 milhões) e UPE (R$ 3.192.66. Procuradoria Geral do Estado (R$ 6. Assembléia Legislativa (R$ 10.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Despesas não processadas na época própria.11 milhões).47 milhões). as DEAs atingiram R$ 143.40. que correspondeu a R$ 149. o Tribunal de Justiça (R$ 18.079.DEA Em 2008.81 milhões).347.

Aplicação dos recursos do FECEP: O volume de recursos empenhado no exercício foi de R$ 118.78 milhões. Para financiar a referida despesa foram utilizados saldos financeiros dessa fonte de recursos acumulados em anos anteriores.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Aplicação dos Recursos do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza – FECEP (fonte 0116)  Arrecadação dos recursos do FECEP: os recursos arrecadados como receita do FECEP (fonte 0116) totalizaram R$ 80.28 milhões. Sumário . o que representou 41% a mais do que o inicialmente previsto na Lei Orçamentária.

a destinação de R$ 4.50 milhões recebidos da União. As demais aplicações foram realizadas pelo DER-PE.01 milhões para a conta garantia da PPP da Praia do Paiva.  No entanto.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Aplicação dos Recursos da CIDE Combustíveis em 2008  Recursos Recebidos em 2008: R$ 68.15 milhões. mas em valor inferior ao que determina a legislação vigente. Sumário . tendo obtido R$ 3.  Aplicações em 2008: em relação aos valores aplicados. não foi evidenciada no demonstrativo. o que distorce o saldo final disponível apresentado no demonstrativo. O Governo Estadual repassou a parcela correspondente aos municípios.73 milhões com rendimentos de aplicações financeiras. R$ 61.

203. há informações que constam ao mesmo tempo nos dois demonstrativos. parágrafo quarto. atendendo. assim.697. art. em 2008.GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Demais vinculações instituídas pela Constituição Estadual • Recursos destinados ao fomento das atividades científicas e tecnológicas O Governo estadual aplicou.92 dos seus recursos ordinários (fonte 0101) com ações relacionadas à execução e manutenção de obras de combate às secas. R$ 27. na aplicação dos recursos em execução e manutenção de obras de combate às secas e na Erradicação e Combate à Pobreza. R$ 52. ao mínimo estabelecido pela Constituição Estadual. Sumário .644.002. Portanto. por não excluir da receita de impostos aquelas relativas à formação do FECEP.40 dos seus recursos ordinários (fonte 0101) com ações relacionadas ao fomento das atividades científicas e tecnológicas. O Governo estadual aplicou. em 2008. o que atende ao mínimo estabelecido pela Constituição Estadual .093. • Recursos destinados à execução e manutenção de obras de combate às secas A base de cálculo para esse demonstrativo difere da base para aplicação em fomento das atividades científicas e tecnológicas.

 Há dificuldade para estabelecer e sobretudo acompanhar as metas estabelecidas para as ações  problema cultural. Sumário .GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Observações finais sobre Planejamento x Execução x Acompanhamento x Resultado  Ausência de indicadores para os programas governamentais no PPA sem esses indicadores não há como avaliar o resultado da implantação do programa. Monitoramento e Execução dos Orçamentos  necessidade de promover esta integração.  Necessidade de ampliar as informações do Portal da Transparência avançando pra resultados  maior controle social.  Diferentes níveis de qualidade da proposta orçamentária entre os órgãos  necessidade de melhorar a qualidade de algumas propostas  Falta de integração plena entre as equipes responsáveis pelo Planejamento.  Os Créditos Adicionais não alteram as metas dos produtos estipuladas na LOA  planejamento dissociado da execução orçamentária.

SAÚDE • Sistema Único Interfederativas de Saúde (SUS) – Pactuações • Indicadores de Saúde em Pernambuco • Gestão da Saúde em Pernambuco • Plano Plurianual e Algumas Ações de Consolidação do SUS • Análise dos Gastos na Função Saúde • Verificação da Aplicação dos Recursos de Impostos Destinados à Saúde Sumário .

080/90 LEI N° 8.142/90 MUNICÍPIOS UNIÃO • • • • NOB N° 01/96 NOAS N° 01/2001 NOAS N° 01/2002 PORTARIA 399/GM PACTUAÇÃO INTERFEDERATIVA NOB – Norma Operacional Básica do SUS NOAS – Norma Operacional de Assistência à Saúde Portaria n° 399/GM – Pacto pela Saúde ESTADOS Sumário . Federal de 1988 LEI N° 8.Saúde Sistema Único de Saúde – SUS BASE LEGAL • • • Const.

trazemos para esta apresentação uma sucinta avaliação de alguns indicadores de saúde.Saúde Indicadores de Saúde em Pernambuco Os diversos Sistemas de Informações disponíveis pelo Departamento de Informática do SUS . Neste sentido. [*] Vide Monitoramento de Indicadores de Saúde: Uma Proposta Conceitual e Metodológica. relativos à atenção básica. é de responsabilidade prioritária dos municípios. pouco sabemos do "como estamos e onde vamos chegar" com nossas ações[*]. Sumário . a utilização das informações em saúde para acompanhamento do que está sendo executado pelos diversos níveis de gestão é ainda incipiente. Assim sendo. Manual de Orientações Técnicas. no entanto.DATASUS permitem o acesso a um rico panorama das condições de vida e de saúde da população. Janeiro 2007 . por falta de conhecimento de como “ler” e interpretar os dados e ausência de cultura institucional de avaliação. que dentro da pactuação existente no SUS. Porto Alegre.

Pernambuco 38. saneamento . Está. de menores de 1 ano em dada Destaca-se que principais área no período deos um ano pelo determinantes ( fatores de risco) número total de nascidos da mortalidade infantil são vivos na mesma área e durante aqueles que multiplicando-se definem as o mesmo ano. ano é extremamente às portanto. moradia precária). Tal nacional.4 Nordeste 35. condições de ou vida das famílias por cem. e bem distante das coeficiente é obtido mediante a regiões Sul. renda considerado aceitável pela Organização Mundial de Saúde e educação e ocupação (OMS) é de 10 mortes para (ausência de água encanada e cada mil nascimentos . mil mesmo dez mil.32 0 10 20 30 40 Fonte: IBGE: Síntese dos Indicadores Sociais 2008: Uma análise das condições de vida da população brasileira 2008 Sumário .6 Norte 25 Centro-Oeste 18. e uma vez da região Nordeste.1 Brasil 24.e crianças: de Ressalta-se condições que o índice habitação . acima sensível da taxa condições ambientais. que o infantil muito Estado é um de indicador Pernambuco usado na taxa saúde por apresenta de pública mortalidade refletir condições vida infantil as mais alta quede a taxa de uma população .9 Sudeste 17. no de gráfico.Saúde Indicadores de Saúde em Pernambuco Mortalidade Infantil: O coeficiente mortalidade Observa-se.7 Sul 16. demais que a criança com menos de um regiões brasileiras. Sudeste e Centrodivisão do número de óbitos Oeste. tratada.

em regiões onde haja uma adequada política de atenção básica. O Ministério da Saúde implementou sua Política Nacional de Atenção Básica com intuito de promover o seu fortalecimento no âmbito de todos os entes federados. A saúde pública nas Américas: Medição do Desempenho das Funções Essenciais de Saúde Pública (Fesp). 2001 Sumário . Brasília. A avaliação está entre as Funções Essenciais da Saúde Pública (Organização Pan-Americana da Saúde. criando e aperfeiçoando instrumentos e ferramentas para o monitoramento e avaliação dos serviços e práticas desenvolvidas no SUS. os indicadores de saúde tendem a melhorar substancialmente.Saúde Pernambuco na Política Nacional de Atenção Básica Sabe-se que. [*] Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). 2001)[*] e representa um dos principais pilares para construção e fortalecimento das políticas de saúde.

Nela são analisados quatro indicadores que integraram. o Pacto de Indicadores da Atenção Básica que são utilizados há alguns anos para monitoramento e avaliação no âmbito dessa atenção. o Ministério da Saúde publicou a obra intitulada Análise  Média anual de consultas especialidades básicas. e  Cobertura vacinal da terceira dose de tetravalente em menores de um ano de idade. a saber: Em 2008.Saúde Pernambuco na Política Nacional de Atenção Básica dos Indicadores da Política Nacional de Atenção Básica no Brasil. entre outros instrumentos. médicas por habitante nas  Proporção de nascidos vivos de mães com quatro ou mais consultas de pré-natal. Sumário .  Razão entre exames citopatológicos (cervicovaginais) em mulheres entre 25 e 59 anos e a população feminina nessa faixa etária.

.5 consultas/ano).: O gráfico demonstra o comportamento do indicador Média anual de consultas médicas por habitante nas especialidades básicas nos Estados da Região Nordeste nos anos de 2002 a 2006. Ressalta-se que a Organização Mundial de Saúde preconiza como parâmetro adequado 3. que Pernambuco se encontra numa posição desvantajosa quanto ao cumprimento de metas pactuadas pelos municípios. em toda série histórica. além de estar. Nota.Saúde Pernambuco na Política Nacional de Atenção Básica Média anual de consultas médicas por habitante nas especialidades básicas – 2002/2006 Observa-se.0 consultas/ano. 2008. em níveis abaixo do parâmetro nacional (1. Fonte: Ministério da Saúde: Análise dos Indicadores da Política Nacional de Atenção Básica no Brasil. no gráfico.

2008.2002/2006 Com base neste indicador. verificou-se que. Nota.Saúde Pernambuco na Política Nacional de Atenção Básica Proporção de nascidos vivos de mães com quatro ou mais consultas de pré-natal . não houve adesão significativa dos municípios pernambucanos na busca do atingimento das metas pactuadas com o Estado e União. na Região Nordeste.: O gráfico demonstra o comportamento do indicador Proporção de nascidos vivos de mães com quatro ou mais consultas de pré-natal.7%. nos anos de 2002 a 2006. Salienta-se que a Média nacional para o ano de 2006 foi de 86. . Fonte: Ministério da Saúde: Análise dos Indicadores da Política Nacional de Atenção Básica no Brasil. a despeito de uma melhora dos resultados globalmente em Pernambuco.

Este resultado especialidades básicas. entre Nota : O gráfico demonstra na o outras coisas. negativo implica. de consultas médicas por habitante em especialidades especial. pactuação firmada no conclui-se que os serviços âmbito do Estado de da rede básica ofertados Pernambuco . nos setores nas básicas nos anos de 2002 a 2006. municípios no sentido pelos de atingir a meta anual pernambucanos precisam pactuada de consultas receber atenção médicas uma nas maior . em Diante dos resultados. não comoa esse indicador reflete houve o envolvimento a capacidade da rede necessário os básica em entreprestar municípios diante da assistência individual. 2008.Pernambuco na Política Nacional de Atenção Básica Saúde Percentual de municípios que atingiram a meta da média anual de consultas médicas por habitante nas especialidades básicas 2002/2006 Observa-se que. comportamento do indicador consequente superlotação Percentual de municípios por estados da região Nordeste que das unidades terciárias de atingiram a meta da média anual saúde (hospitais públicos). . de urgência/emergência Fonte: Ministério da Saúde: Análise dos Indicadores da Política Nacional de Atenção Básica no Brasil. toda série histórica.

Fonte: Análise dos Indicadores da Política Nacional de Atenção Básica no Brasil. Seu resultado revela a necessidade do gestor estadual dedicar maior monitoramento também neste âmbito.2008. nos anos de 2002 a 2006. detectando variações geográficas. nos anos de 2002 a 2006. Este indicador é utilizado para analisar a cobertura dos serviços de pré-natal. . além de subsidiar o planejamento e avaliação de políticas de saúde voltadas para a atenção integral à saúde da mulher. temporais e entre grupos sociais. Nota: O gráfico demonstra o comportamento do indicador Percentual de municípios na Região Nordeste que atingiram a meta da proporção de nascidos vivos de mães com quatro ou mais consultas de prénatal.Pernambuco na Política Nacional de Atenção Básica Saúde Percentual de municípios na Região Nordeste que atingiram a meta da proporção de nascidos vivos de mães com quatro ou mais consultas de pré-natal.

Pernambuco na Política Nacional de Atenção Básica Saúde Razão entre exames citopatológicos cervicovaginais em mulheres entre 25 e 59 anos e a população feminina nessa faixa etária 2002 a 2006 O gráfico demonstra o comportamento do indicador Razão entre exames citopatológicos cervicovaginais em mulheres entre 25 e 59 anos e a população feminina nessa faixa etária. nos anos de 2002 a 2006. . (*)Parâmetro Nacional: 0.3 Fonte: Análise dos Indicadores da Política Nacional de Atenção Básica no Brasil. 2008. nos Estados da Região Nordeste (*) Este indicador revela que apesar um baixo comprometimento em todos os Estados nordestinos no que concerne à coleta de material cervico-vaginal para fins de investigação adequada de câncer do colo uterino. uma das principais causas de óbito por câncer em mulheres do país.

Pernambuco na Política Nacional de Atenção Básica Saúde Percentual de municípios por Estado que atingiram a meta da razão entre exames citopatológicos cervicovaginais em mulheres entre 25 e 59 anos e a população feminina nessa faixa etária – 2002/2006 Este indicador revela que. nos anos de 2002 a 2006.2008. Fonte: Análise dos Indicadores da Política Nacional de Atenção Básica no Brasil. Nota: O gráfico demonstra o comportamento do indicador Percentual de municípios por estados da Região Nordeste que atingiram a meta da razão entre exames citopatológicos cervicovaginais em mulheres entre 25 e 59 anos e a população feminina nessa faixa etária. . a despeito deste resultado negativo. percebe-se que o comprometimento dos municípios do Estado praticamente duplicou no período avaliado.

Fonte: Análise dos Indicadores da Política Nacional de Atenção Básica no Brasil.[*] Constata-se o expressivo aumento do percentual de crianças vacinadas no estado de Pernambuco: .Pernambuco na Política Nacional de Atenção Básica Saúde Percentual de crianças vacinadas no estado de Pernambuco 2002/2006 O gráfico demonstra o comportamento do indicador Cobertura vacinal da terceira dose de tetravalente em menores de um ano de idade nos estados da Região Nordeste nos anos de 2002 a 2006.2008 . [*] Parâmetro nacional:≥ 95%.

Fonte: Análise dos Indicadores da Política Nacional de Atenção Básica no Brasil.2008. É possível se observar que Pernambuco superou o parâmetro nacional a partir de 2003. comparada com o parâmetro nacional. .Saúde Pernambuco na Política Nacional de Atenção Básica Cobertura vacinal da terceira dose de tetravalente em menores de um ano de idade nos estados da Região Nordeste nos anos de 2002 a 2006 O gráfico demonstra o comportamento do indicador Cobertura vacinal da terceira dose de tetravalente em menores de um ano de idade nos estados da Região Nordeste nos anos de 2002 a 2006.

articulada. a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária Anual. O referido sistema é representado pela atuação contínua. que cada esfera de governo realize o seu planejamento. Pressupõe. as necessidades e as realidades de saúde locorregionais. observando-se os períodos estabelecidos para a sua formulação em cada esfera de gestão.se de forma a fortalecer e consolidar os objetivos e diretrizes do SUS.Saúde Gestão da Saúde em Pernambuco A Portaria GM/MS nº 3.085. contemplando as peculiaridades. São definidos como instrumentos básicos de planejamento nas três esferas de gestão do SUS: o Plano de Saúde e o Relatório de Gestão. Estes instrumentos devem ser compatíveis com os respectivos Planos Plurianuais. portanto. Estados e Municípios). de 1º de setembro de 2006. articulando. regulamenta o Sistema de Planejamento do SUS. integrada e solidária do planejamento das três esferas de gestão do SUS (União. Sumário .

tampouco o Relatório de Gestão com respectivos resultados das ações implementadas pela pasta. Sumário .  O Relatório de Gestão como o instrumento que apresenta os resultados alcançados e orienta eventuais redirecionamentos que se fizerem necessários. em cada esfera de governo.Saúde Gestão da Saúde em Pernambuco A Portaria em questão define:  O Plano de Saúde como instrumento básico que. o Plano Estadual de Saúde referente ao período 2008-2011. a Secretaria de Saúde de Pernambuco não publicou. norteia a definição da programação anual das ações e serviços a serem prestados. Apesar de sua importância. até a presente data.

de Planejamento e de Administração realizaram um estudo sobre a situação de saúde pernambucana.Saúde Gestão da Saúde em Pernambuco Para inserir quais medidas prioritárias deveriam ser elencadas no PPA 2008-2011. conforme demonstrado a seguir. Nas medidas prioritárias lá elencadas encontra-se a Implantação de um Novo Modelo de Gestão na Secretaria de Saúde. Sumário . A Secretaria passou a ser dividida em seis Secretarias Executivas. Dentre os produtos do Termo de Referência assinado pela SES-PE. as Secretarias de Saúde. referimos o documento denominado Estratégia para a Saúde em Pernambuco 2008-2010. tendo o apoio das empresas Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG) e a TGI Consultoria e Gestão como consultoras contratadas .

Saúde Gestão da Saúde em Pernambuco NOVA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA SECRETARIA DE SAÚDE (6 SECRETARIAS EXECUTIVAS) Secretaria de Saúde Secretaria Executiva de Coordenação Geral Secretaria Executiva de Admin. e Finanças Secretaria Executiva de Regulação em Saúde Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde Secretaria Executiva de Gestão do Trabalho Secretaria Executiva de Educação em Saúde Sumário .

Saúde Gestão da Saúde em Pernambuco O item 4. 2) Identificação das vantagens e desvantagens de aplicação dos modelos analisados. que poderão servir de base para o modelo a ser implantado nos principais hospitais do Estado. 3) Do trabalho Estratégia para a Saúde em Pernambuco 2008-2010. tendo em vista a realidade caracterizada no diagnóstico. Sumário . surgiu a proposta de Projeto de Lei autorizando o Governo do Estado a criar as Fundações Públicas de Direito Privado para os serviços de saúde.3 do Termo de Referência intitulado Alternativa de Modelos de Gestão Hospitalar apresenta como objetivos específicos: 1) Análise dos diversos arranjos institucionais passíveis de aplicação para a gestão hospitalar pública.

Por meio da Lei Ordinária nº 13. com patrimônio e receitas próprias. Em seu art. vinculando-se ao órgão da administração direta competente para gerir a política pública da respectiva área de atuação. sem fins lucrativos. Segundo o artigo 6º. da Constituição Federal. da Constituição Federal. 1º. gozam de autonomia gerencial. na forma do artigo 37. orçamentária e financeira.537. de duração indeterminada.Saúde Gestão da Saúde em Pernambuco O Governo de Pernambuco. os objetos destes contratos de gestão podem ser: a contratação de serviços e/ou fixação de metas de desempenho para a entidade. o Poder Executivo autorizou a instituição da primeira fundação pública. Estas fundações estatais. § 8º. Elas podem celebrar contrato de gestão com o Poder Público. a Lei autoriza sua atuação nas áreas de saúde e de educação profissional e tecnológica. por meio da Lei Complementar nº 126. e integram a administração pública indireta. com sede e foro na Capital e competência para atuação em todo o território do Estado de Pernambuco. na forma da LCE nº126/08. Sumário . XIX. Fundação Estadual de Assistência Hospitalar Josué de Castro. com personalidade jurídica de direito privado. na forma prevista no artigo 37. de 29 de agosto de 2008 estabeleceu critérios para a criação e estruturação de Fundações Estatais de Direito Privado e definiu a área de sua atuação.

A definição das unidades hospitalares e dos serviços médicos vinculados à SES que serão transferidos à Fundação far-se-á de modo gradativo. do Tribunal de Contas do Estado e do Ministério Público Estadual. Sumário . Seu Estatuto ainda não foi aprovado por decreto do Governador até a presente data. em especial à SES. ao Poder Público. Como Fundação Estatal. podendo desenvolver atividades de ensino e pesquisa científica e tecnológica na área de saúde. estará sujeita à fiscalização do sistema de controle interno do Poder Executivo. executar e prestar serviços de saúde em todos os níveis de assistência hospitalar e ambulatorial. mediante Decreto do Governador. no âmbito do Sistema Único de Saúde do Estado de Pernambuco.Saúde Gestão da Saúde em Pernambuco A Fundação Estadual de Assistência Hospitalar Josué de Castro tem como finalidade: supervisionar.

vê-se que. serem implantadas 29 UPAs. depois de concluir as cinco primeiras unidades. Camaragibe. foi a construção de 29 Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs). duas em Jaboatão dos Guararapes e uma em Olinda. No interior. Sumário . Há previsão no PPA. Uma delas. em agosto de 2008. . Paulista. para até 2010. No entanto. Analisando o PPA. pediátricos e traumatológicos – que se somariam às unidades que compõem o sistema único de saúde. Na RMR. uma série de medidas para conter o problema de superlotação nos grandes hospitais da região metropolitana. o Estado planejou a implantação de outras oito a cada semestre. Cabo de Santo Agostinho e Abreu e Lima. serão seis unidades na capital. apresentada como medida prioritária. cada uma das 11 microrregiões será contemplada com pelo menos uma UPA. até o presente momento.centros de urgência para procedimentos clínicos.Saúde Gestão da Saúde em Pernambuco Unidades de Pronto-Atendimento (UPAS) O governo do Estado de Pernambuco anunciou. nenhuma UPA foi inaugurada.

nas regiões de grave precariedade das condições de saúde. indicam a necessidade de realizar investimentos significativos nessa área. realizando significativos investimentos e corrigir as grandes desigualdades regionais Em linhas gerais. deficiência no próprio sistema de saúde pública e a grande disseminação de doenças infectocontagiosas. o Governo de Pernambuco revela que as prioridades nesta área foram destacadas no Saúde Para Todos. mais especificamente presente no Eixo Prioritário 1. saltam aos olhos as desigualdades regionais. Trata-se de uma de suas Diretrizes Gerais. O desafio que se apresenta consiste em melhorar a qualidade de vida dos pernambucanos na área da saúde. Sumário . Além disso. o qual recebe a denominação Democratização do Estado (Estado-Cidadão). de acordo com o PPA 2008-2011.Saúde O Plano Plurianual e Algumas Ações de Consolidação do SUS Os indicadores de saúde pública.

Modernizar e Qualificar Redes Assistenciais.  Implantar Nova Política de Assistência Farmacêutica.  Consolidar os Princípios Éticos e Organizativos do Sistema Único de Saúde – SUS. em síntese. visam:  Ampliar.  Expandir e Melhorar os Serviços de Assistência à Saúde.  Atender à Demanda de Procedimentos Hemoterápicos no Interior do Estado.Saúde O Plano Plurianual e Algumas Ações de Consolidação do SUS O eixo prioritário Saúde Para Todos elenca vários programas.  Efetivar a Participação e o Controle Social.  Formular. ações e finalidades que. Implementar.  Implementar e Fortalecer as Ações de Vigilância.  Atender a Pacientes Hematológicos e Realizar Procedimentos Hemoterápicos. Coordenar e Monitorar a Política Pública de Saúde da SES. Sumário .  Consolidar e Fortalecer as Políticas de Saúde.

086.46% SUS R$ 829. Fontes de Financiamento da função Saúde .2008 Recursos próprios administração indireta R$123. tem-se que os recursos destinados à saúde foram superiores ao montante inicialmente orçado.24 bilhões.96 bilhão na LOA 2008.875.884.89 37.034.00% Recursos internos do Tesouro R$1.07 1.797.382.04 5.Saúde Análise dos Gastos na Função Saúde A despesa na função Saúde estava orçada em R$ 1.145.74 56. conforme o Balanço Geral do Estado de 2008. A despesa realizada foi de R$ 2.49% Outros R$ 32.05% Fonte: Balanço Geral do Estado 2008 Sumário .256.055. Assim. O Gráfico abaixo apresenta as principais fontes de financiamento da Saúde.

578. 80.000. Pessoal e Encargos Sociais 1. Despesas por grupo na função Saúde Investimentos. em torno de 60% foram oriundos de Recursos próprios (do tesouro e da administração indireta). Deste montante.99 4% 4.00 pouco mais de 0% Outras Despesas Correntes.040.409.45 61% 788.993.367.194. os grupos que mais receberam recursos foram: Outras Despesas Correntes e Pessoal e Encargos Sociais (vide gráfico).494.30 35% Fonte: Balanço Geral do Estado 2008 Sumário .551.Saúde Análise dos Gastos na Função Saúde Do total de recursos que Pernambuco destinou para a Saúde. Inversões Financeiras.

Instituto de recursos Humanos (IRH) e Universidade de Pernambuco (UPE). Secretaria de Saúde (SES). HEMOPE 3% OUTROS 3% FES 51% Fonte: Balanço Geral do Estado 2008 Sumário . conforme exposto no Gráfico abaixo: Despesa da Saúde por Órgão UPE 8% IRH 9% SES 26% .Saúde Análise dos Gastos na Função Saúde Os Órgãos que mais receberam recursos da Saúde foram o Fundo Estadual de Saúde (FES).

74 100.676.00 0.10 0.553.241.982.590.541.07 0.25 7. sub-função.49 0.39 1. 306 125 121 131 124 571 2.185.569.00 0.Saúde Análise dos Gastos na Função Saúde Total empenhado na Função 10 .070.292.40 139.62 1.88 746.835.977.00 % 41.25 1.05 51.623.425.02 0.575.472.648.033.508.15 0. as Subfunções Assistência hospitalar e ambulatorial (302) e Tecnologia da Informação (126) foram as que receberam mais recursos.07 0.54 12. em torno de 75% do montante empenhado.100.917.417.465.553.394.419.26 1.31 10.625.02 260.07 0.40 33.203.00 Sumário .55 33.88 12.89 Do montante destinado à Saúde.213.40 447.Saúde em 2008 Em R$ 1.09 0.78 142.00 6.951.36 6.22 224.00 * A Tabela revela o montante destinado à função Saúde por .228. 126 122 846 303 301 305 Tecnologia da informação Administração geral Outros encargos especiais Suporte profilático e terapêutico Atenção básica Vigilância epidemiológica 421 243 304 128 Custódia e reintegração social Assistência à criança e ao adolescente Vigilância sanitária Formação de recursos humanos Alimentação e nutrição Normatização e fiscalização Planejamento e orçamento Comunicação social Controle interno Desenvolvimento científico Total função saúde Fonte:e-fisco 3.690.01 0.56 Código 302 Subfunção Assistência hospitalar e ambulatorial Total Empenhado 931.66 1.

829.Assistência médica e social Fonte: Balanço Geral do Estado 2008 Sumário .417.00 460.Atendimento à saúde dos servidores beneficiados pelo SASSEPE 0061 .950.73 0486 .126.Gestão da política de saúde do Estado 0141 .517.Modernização das estruturas físicas da rede assistencial de saúde do Estado e Municípios 0173 .525.185.421. Total Empenhado na Sub-função 302 por Programa 0278 .Promoção da saúde .17 197.Saúde Análise dos Gastos na Função Saúde A Sub-função 302 .063.69 58. Em R$ 1.88.65 51.Assistência hospitalar e ambulatorial foi responsável isoladamente por 44% dos recursos aplicados na Saúde: R$ 931.25 142.533. A tabela seguinte apresenta os programas para onde a maior parte dos recursos foram destinados.520.073.

O financeiros.80 .535.Saúde Análise dos Gastos na Função Saúde Observa-se que todos os hospitais estão situados na região metropolitana Ao seDestes.92da milhões. Fonte: Sistema de Informações Hospitalares (SIH)/DATASUS/MS Sumário . ocupando o primeiro e terceiro (SIH ). verificou-se que 271 lugar respectivamente no quesito hospitais que do mais receberam recursos hospitais foram credores dos recursos SUS em 2008 .750.292.960.737.139.03 15. Não obstante comporem a rede complementar. elaborado pelo Ministério Saúde.498.53 10. proceder dosda dados de internação hospitalar do Recife.798.268.75 11.721.83 157.00 Hospital Imip Hospital Hospital Hospital Procape Hospital Hospital Hospital Hospital Hospital Total da Restauracão Português Agamenon Magalhães Oswaldo Cruz Geral Otavio de Freitas das Clinicas Getulio Vargas Barao de Lucena Valor total transferido em 2008 34. Em R$ 1.13 24.363.92 12.833.442.070.403. dois análise fazem parte rede assistencial complementar do gerados por meio do Sistema de Informações Hospitalares Estado: Imip e Hospital Português .157.93 10.03 13.648.743. Procape.184.01 milhões.326. eles receberam R$ 49. Os dez hospitais quatro hospitais que compõem a rede própria estadual: Hospital Barão de que mais receberam recursos foram os seguintes: Lucena.390.89 10.79 14. Este valor corresponde ao volume de recursos destinados a montante repassado foi de R$ 367. Hospital Oswaldo Cruz e Hospital Geral Otávio de Freitas.533.

ou seja. o detalhamento de recursos financeiros liquidados em 2008 no Programa 0524 . Constatou-se que R$ 740.057.Saúde O Plano Plurianual e Algumas Ações de Consolidação do SUS Analisou-se no e-fisco. destinada ao Processamento das Informações dos Sistemas Ambulatorial e Hospitalar para Garantia dos Procedimentos de Média e Alta Complexidade.355. conforme demonstrado na Tabela seguinte Sumário .77% do total destinado ao Programa foram destinados à Atividade 2159 Processamento das Informações dos Sistemas Ambulatorial e Hospitalar para Garantia dos Procedimentos de Média e Alta Complexidade. Evidenciou-se incompatibilidade entre a natureza das despesas liquidadas e a Atividade orçamentária escolhida. 99. vinculada à Sub-função Tecnologia da Informação.Modernização e monitoramento do processo de gestão em saúde.29.

29 1.52 1.339.92 .840. Sub-elemento 33903950 Descrição do Elemento Serviços Médico-Hospitalares.313.63 33903941 33903009 33903004 33904718 29.82 3.Saúde Análise dos Gastos na Função Saúde Atividade 00208.595.791.129.712.54 3.037.365.Intra-Orcamentarias Fornecimento de alimentação preparada Material Farmacologico Gás e Outros Materiais Engarrafados Contribuições Previdenciárias s/Serv.98 33913950 Serviços Médico-Hospitalares.946.044.750.Indenizacoes e Restituicoes TOTAL 104.712. 33903007 33909395 33909293 Fonte: Balanço Geral do Estado 2008 1.637.101260524.17 2.133.49 407.2159 – Processamento das Informações dos Sistemas Ambulatorial e Hospitalar para Garantia dos Procedimentos de Média e Alta Complexidade.044.36 Sumário .503.566.767. Odontológicos e Laboratoriais Valor liquidado 259.280. Odontológicos E Laboratoriais Oper.Terceiros-Pessoa Física e Cooperativas Gêneros de Alimentacao Outras Indenizacoes e Restituicoes DEA .

899.250.679.63 19.90 1.998.242.380.381.18 Total aplicado (entendimento do TCE) .65 1.18 % de aplicações (TCE) Fonte: Balanço Geral do Estado 2008 Nota: RPNP – Restos a Pagar não processados 14.312.561.401. aplicando 14.866.241.36 1.561.37 1.66% dos recursos oriundos de impostos em ações de saúde.175.047.998.Saúde Verificação da Aplicação dos Recursos de Impostos Destinados À Saúde Em 2008 o Governo do Estado de Pernambuco conseguiu alcançar o percentual exigido pela Constituição Federal. conforme demonstrado no quadro abaixo: Total de aplicações (Demonstrativo) (+) RPNP cancelados em 2008 (Demonstrativo) (-) RPNP inscritos em 2008 (+) RPNP inscritos em 2007 e pagos em 2008 Sub total das aplicações (TCE) (-) Ações não relacionadas à saúde 1.242.053. Base de Cálculo (TCE) Total aplicado (entendimento do TCE) 8.755.08 7.267.476.017.28 2.66% Sumário .750.

EDUCAÇÃO  Fundamentos Legais  Números da Rede Estadual  Indicadores Educacionais  Planejamento e Orçamento  Financiamento da Educação  Aplicação de Recursos de Impostos em Manutenção e Desenvolvimento do Ensino  Aplicação de Recursos do FUNDEB  Informações Adicionais sobre o Ensino Básico  Informações Adicionais sobre o ensino Superior Sumário .8.

visando ao pleno desenvolvimento da pessoa. será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade. 205 – A educação.” Sumário . direito de todos e dever do Estado e da família.Educação Fundamentos Legais CF Constituição Federal LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação PNE Plano Nacional De Educação PEE Plano Estadual de Educação “Art. seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

. Educação Infantil (crianças de 0 a 6 anos)... Educação Especial (portadores de necessidades especiais) Sumário .. Ensino Médio (jovens de 15 a 18 anos). .... 6......................... ensino médio” 4.... Ensino Superior (jovens a partir de 18 anos) e 7......... VI – assegurar o ensino fundamental 3..... 2...Educação Fundamentos Legais CF Constituição Federal LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação PNE Plano Nacional De Educação PEE Plano Estadual de Educação Define os–níveis de ensino: “Art.... Educação o de Jovens e Adultos (de 15 a 24 anos)... com prioridade........... e oferecer........... Ensino Fundamental (crianças de 7 a 14 anos)......... 5... Educação Profissional (para o mercado de trabalho).... 10 Os Estados incumbir-se-ão de: 1..

Educação de Jovens e Adultos: erradicar o analfabetismo urbano e rural até 2009. Sumário . Educação Infantil: expandir p/ 30% creche (de 0 a 3 anos) e 80% pré-escola (de 4 a 6 anos) até 2009. 2. 4.Educação Fundamentos Legais CF Constituição Federal LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação PNE Plano Nacional De Educação PEE Plano Estadual de Educação Algumas Metas Acordadas nos Planos Nacional e Estadual 1. Ensino Médio: expandir oferta de vagas para até 2009 atender todos os egressos do ensino fundamental. 3. Ensino Fundamental: expandir o atendimento a crianças de 6 a 14 anos.

Educação Números da Rede Estadual • Nº de ESCOLAS = cerca de mil. • Nº de Servidores = cerca de 45 mil vínculos. • Nº de ALUNOS = cerca de um milhão. • Nº de GEREs (Gerências Regionais) = 17 Sumário .

que demonstram a situação preocupante do ensino público ofertado pelas redes estadual e municipal do nosso Estado Sumário .gov. revelam a situação da educação no ambiente em que se quer analisar. presentes na seção números da educação.br apresentava números desatualizados dos indicadores que espelham a situação da educação em Pernambuco. A página da Secretaria de Educação na internet www. apresentam-se os indicadores.educacao.Educação Indicadores Educacionais Os indicadores educacionais são registros imprescindíveis para acompanhamento. controle e sobretudo avaliação da qualidade do ensino prestados à população.pe. obtidos na citada página da internet. A título de ilustrar a situação do Estado de Pernambuco no âmbito da educação. cujos números são referentes ao ano de 2005 e 2006. Em conjunto. Os dados disponibilizados ainda são do censo escolar realizado em 2006.

7% 17.6% 70.7% 12.pe.11% 75.2% 23.08% 15.95% Abandono 7.5% 17.br Sumário .30% 14.educacao.24% 76.58% 8.54% Aprovação 70.3% 8.4% 69.4% 66.1% 15.Educação Indicadores Educacionais RENDIMENTO ESCOLAR (Dados de 2005) REDE PÚBLICA Ensino Fundamental Aprovação Média Nacional Estadual Rede Estadual PE Média Nacional Municipal Rede Municipal PE 79.14% Ensino Médio Reprovação 12.5% 68.2% 22.49% 9.52% Reprovação 13.4% 8.43% Fonte: Página da internet da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco www.gov.63% Abandono 17.

em 2008 o Estado de Pernambuco contribuiu com R$ 560. Além dessas despesas.42 milhões para a formação do FUNDEB dos seus municípios.Educação Planejamento e Orçamento Para alcançar os objetivos estratégicos traçados no PPA 2009-2012 na área de educação Governo desenvolve três linhas de atuação: • Ampliar a qualidade da educação pública. isto é: a diferença entre o que o Governo Estadual recebeu e repassou para o referido fundo.62 bilhão.80 bilhão. Sumário . concentrando: • Os programas relacionados à educação básica na Secretaria de Educação • Os relativos ao ensino superior na Universidade de Pernambuco – UPE.22 bilhão. A LOA 2008 fixou como dotação inicial para a função educação o valor de R$ 1. A Lei Orçamentária para 2008 distribuiu as ações voltadas para a área de educação entre diversas unidades orçamentárias. • Ampliar o acesso à educação e • Valorizar a cultura. tendo sido executadas despesas no valor de R$ 1. aumentado-a ao longo do exercício para R$ 1.

27% Operações de crédito 1.Educação Financiamento da Educação As principais fontes de financiamento da função educação foram as seguintes: Rec. Sumário . Internos do Tesouro 32.87% FUNDEB 60.43% Convênios 3.75% Obs: A fonte FUNDEB é formada por recursos internos do Tesouro Estadual Fonte: e-fisco 2008.33% Outras 0.35% Salário Educação 1.

As despesas custeadas com o salário-educação no valor de R$ 21. cujas despesas ficaram a cargo da administração direta. Também foram gastos recursos de convênios relativos ao ensino superior. seguido pelo ensino médio.84 milhões foram destinados majoritariamente ao ensino fundamental.51 milhões foram aplicadas preponderantemente no ensino fundamental.80 milhões.71 milhões financiaram diretamente os diversos níveis de ensino. As despesas financiadas com recursos de convênios a fundo perdido. embora. Esses convênios beneficiaram a educação básica. Registra-se que também houve aplicação desses recursos na educação especial.Educação Financiamento da Educação • Os recursos do FUNDEB no valor de R$ 982.16 milhões. sua aplicação tenha sido estendida aos demais níveis da educação básica: educação infantil e ensino médio.96 milhões. firmados com a União. Os recursos internos do Tesouro R$ 524. no valor de R$ 2. provenientes em sua maioria de recursos do Fundo Nacional de Educação FNDE. a partir de 2007. celebrados entre a União e a UPE. R$ 50. sobretudo o fundamental. Também financiou uma pequena parcela das despesas com a educação de jovens e adultos. superior e médio. • • • Sumário . totalizaram R$ 52.

foram provenientes de financiamento junto ao Banco Mundial – BIRD destinados ao Programa “Educação de Qualidade . em sua quase totalidade. • • Sumário . O ensino superior também recebeu recursos provenientes do Sistema Único de Saúde . ao ensino superior. no valor de R$ 21.20 mil. relacionado ao ensino fundamental.SUS. em virtude de cooperação técnica. no valor de R$ 12. também oferecidos por essa instituição. tendo o resto sido aplicado nos níveis de ensino médio e fundamental.EDUQ”.Educação Financiamento da Educação • As aplicações dos recursos provenientes dos serviços educacionais prestados pela UPE. e ao Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID para educação de jovens e adultos na zona rural. no valor de R$ 658.98 milhões foram destinadas.80 milhões. As despesas financiadas com recursos de operações de crédito.

208.21 R$ 11.474.912.476.401.80 R$ 41.474. Total das aplicações (Demonstrativo) (+) cancelamento de RPNP oriundos de 2007 (demonstrativo) ( -) RPNP inscritos em 2008 (+) RPNP inscritos em 2007 e pagos em 2008 Sub total das aplicações (TCE) R$ 2.89 R$ 2.593.99 25.27 R$ 28.84 > 25.875.28 R$ 2.502.84% RPNP – Restos a Pagar Não Processados  Valores empenhados mas não reconhecidos ainda pela administração.696. Sumário .65 R$ 2.63 R$ 39.947.00 ( -) Ações não relacionadas à manutenção e desenvolvimento Cumpriu o que do ensino determina a Constituição Total aplicado (entendimento do TCE) Base de cálculo (TCE) Total aplicado (entendimento do TCE) % de aplicações (TCE) R$ 8.99 25.190.Educação Verificação da Aplicação dos Recursos de Impostos Destinados à Manutenção e ao Desenvolvimento do Ensino.018.575.018.027.218.375.804.190.679.899.555.

Educação
Aplicação de Recursos de Impostos na Educação Básica (infantil + fundamental + médio)
Os recursos para a formação do FUNDEB estadual (fonte 0109) alcançaram o montante de R$ 995.195.726,92, corretamente demonstrado na prestação de contas.
De acordo com dados do e-fisco 2008, os valores classificados como despesas com pessoal e encargos sociais financiados com recursos do FUNDEB totalizaram R$ 837.216.780,31, representando 84,13% do valor recebido pelo Fundo, atendendo a exigência legal.

Sumário

Educação
Informações Adicionais sobre o Ensino Básico
Matrículas na rede estadual Creche (0 a 3 anos) Pré-Escola (4 a 6 anos) 349 5.377

Fundamental Regular
Médio Educação Especial Jovens e Adultos Ensino Profissional TOTAL
Fonte: www.educacao.pe.gov.br

461.664
369.753 6.431 101.527 17.756 962.857

Sumário

Educação
Informações Adicionais sobre o Ensino Básico Unidades de Ensino por Gerência Regional - GRE
GRE
01- Recife Norte;

Qtd
92

GRE
07 - Mata Sul;

Qtd
35

GRE
13 - Sertão do Alto Pajeú;

Qtd
45

02 - Recife Sul;
03 – Metropolitano Norte; 04 – Metropolitano Sul; 05 - Mata Norte; 06 - Mata Centro;

104
115 105 62 40

08 - Litoral Sul;
09 - Vale do Capibaribe; 10 - Agreste Centro Norte; 11 - Agreste Meridional; 12 - Sertão do Moxotó; Ipanema;

17
39 64 60 103

14 - Sertão do Submédio São Francisco;
15 - Sertão do Médio São Francisco; 16- Sertão Central; 17- Sertão do Araripe.

72
84 37 31

Sumário

Educação
Informações Adicionais sobre o Ensino Básico Pessoal na SEDUC
Dentre as Secretarias, a de Educação possui um dos maiores contingentes da força de trabalho de Estado com aproximadamente 45 mil vínculos, sendo 35.725 efetivos, 9.861 de contratados temporariamente e 7 servidores com vínculo celetista. Mesmo com um número expressivo de servidores efetivos, o quadro de pessoal da Secretaria de Educação ainda não se revela suficiente para atender a demanda apresentada, levando a constantes contratações de pessoal temporário. Em 2008 foram gastos pela Secretaria de Educação cerca de R$ 1,11 bilhão com pessoal e encargos sociais, dos quais R$ 677,65 milhões com pessoal efetivo e R$ 65,71 milhões com contratos temporários. Do restante da despesa destaca-se a contribuição complementar ao FUNAFIN, no valor de R$ 234,64 milhões, que referese ao déficit entre o que é arrecadado (contribuições dos segurados e patronal) e o que é pago aos ex-servidores da educação.

Sumário

foram realizados gastos com vales-transporte concedidos. com auxíliosalimentação. da ordem de R$ 26. estagiários e contratos para prestação de serviços de apoio técnico e operacional não estão computados neste grupo de despesa. pois por se tratarem de contratos terceirizados.9 milhões. Além dessas despesas diretas. R$ 4.Educação Informações Adicionais sobre o Ensino Básico Pessoal na SEDUC Os serviços de limpeza e vigilância. classificam-se no grupo “outras despesas correntes”.8 milhões e os contratos para prestação de serviços de apoio técnico e operacional.4 milhões.2 milhões. as despesas com estagiários. cerca de R$ 11. e as bolsas de capacitação que alcançaram cerca de R$ 10 milhões.9 milhões. Em 2008 os serviços de limpeza e vigilância atingiram cerca de R$ 59. da ordem de R$ 10. Sumário .

 Também foi implantado o décimo quarto salário por meio do Bônus de Desempenho Educacional – BDE.500 professores concursados foram efetivados.300. Também foram distribuídos bônus no valor de R$ 2.00 para cerca de 26. softwares educacionais e acessórios.00. encaminhada à Assembléia Legislativa por ocasião da abertura dos seus trabalhos.498 merendeiras e 1.8 milhões.  Em 2008 foram contratadas 2.168 vagas entre educadores de apoio.  Foi realizado concurso para preenchimento de 3. foram realizadas no âmbito da educação as seguintes ações:  Em setembro de 2008 foi implantado em Pernambuco o Piso Salarial Nacional para Professores no valor de R$ 950. totalizando R$ 28.Educação Informações Adicionais sobre o Ensino Básico Pessoal na SEDUC Conforme informações constantes do Relatório das Ações do Governo 2008.000 professores a fim de adquirirem computadores. Sumário . a título de incentivo financeiro para os profissionais das escolas que alcançassem as metas pactuadas com a Secretaria de Educação. técnicos e assistentes.

A aquisição dos gêneros alimentícios não perecíveis é realizada pela Secretaria de Educação. Atualmente estas despesas estão inseridas na atividade 2234 – Desenvolvimento de Ações Complementares de Inclusão Educacional. Alimentação Escolar – Creche – PNAC e o de Alimentação Indígena – PNAI. livro didático e outros benefícios materiais necessários à sua aprendizagem. que tem por finalidade garantir às escolas condições de oferecer aos alunos merenda e transporte escolar. Não existe no programa de trabalho da Secretaria de Educação ação específica que contabilize as despesas realizadas com merenda escolar. Sumário . são administrados pela Secretaria de Educação por meio da sua Gerência de Administração da Merenda Escolar e Livros Didáticos – GMLD.Educação Informações Adicionais sobre o Ensino Básico Merenda Escolar O Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE. na maioria das vezes conselhos escolares) de cada escola mediante repasse de recursos provenientes da Secretaria de Educação. em quantidades proporcionais ao número de alunos constantes do censo escolar do ano anterior. sendo entregue a cada unidade de ensino. A aquisição dos gêneros perecíveis é realizada diretamente pelas Unidades Executoras – UEXs (entidades sem fins lucrativos.

dos quais R$ 28.Educação Informações Adicionais sobre o Ensino Básico Merenda Escolar O gasto com merenda escolar em 2008. extraido da referida atividade.4 milhões foram provenientes de recursos ordinários de Tesouro estadual e R$ 21. via classificação econômica da despesa (elemento e subelemento). quase R$ 18 milhões foram repassados a instituições privadas.89 milhões para as Unidades Executoras – UEXs (Conselhos Escolares).4 oriundos de convênios com o Governo Federal (FNDE) Observou-se que. dos quais R$ 10 milhões para a CEASA e R$ 7.8 milhões. Sumário . foi no montante de aproximadamente R$ 49. desses recursos.

Sumário . dentro desse Programa.Educação Informações Adicionais sobre o Ensino Básico Transporte escolar O Programa "A Caminho da Escola" tem a finalidade de reduzir a desigualdade de condições de acesso à escola pública beneficiando alunos residentes na zona rural. aproximadamente R$ 26 milhões. através de uma linha de cooperação técnica e financeira junto às Prefeituras que ofereçam Serviços de Transporte Escolar para os alunos da rede estadual. Em 2008 foram transferidos para os municípios.

o que representou uma despesa no exercício de 2008 de cerca de R$ 5. .4 milhões.028 estabelecimentos de ensino. Em 2008 foram empenhados cerca de R$ 117 milhões na recuperação. alguns são alugados. a rede estadual.105 escolas. foram recuperadas 651 e reformadas as cobertas de 250 escolas.Educação Informações Adicionais sobre o Ensino Básico Instalações Físicas Embora na página da Secretaria de Educação na internet ainda conste o número de 1. foram adequadas ao padrão mínimo 77 escolas. era composta ao final de 2008 por 1. Dentre os imóveis. em 2008. manutenção dos imóveis da rede estadual de ensino e em novas construções. Ainda segundo a mesma fonte de informações. segundo informações da Secretaria de Educação contidas no Relatório das Ações do Governo 2008.

Do total repassado apenas 22.01% foram prestados contas em 2008. As transferências para as GREs são realizadas por meio de repasses financeiros – REFIN. Em 2008 foram repassados às 17 GREs valores em torno de R$ 17 milhões. Também foram repassados valores diretamente para as mais de mil escolas no montante de R$ 26. o Governo tem buscado a sua descentralização por meio de repasses financeiros tanto para as GREs quanto diretamente para as escolas.5 milhões. Escolas e Unidades Executoras Visando otimizar a aplicação dos recursos destinados à educação.Educação Informações Adicionais sobre o Ensino Básico Descentralização dos Recursos para Gerências Regionais.47% prestou contas. dos quais apenas 31. Sumário .

possui campus no interior do Estado com unidades de ensino em Nazaré da Mata. sendo o restante destinado às ações relativas ao ensino. além do Recife. A UPE atua tanto na área educacional quanto na prestação de serviços de saúde através das suas unidades de saúde: Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros – CISAM. Caruaru. Hospital Universitário Osvaldo Cruz – HUOC e o Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco – PROCAPE. Sumário . no Agreste Meridional. Em 2008 a UPE movimentou R$ 288 milhões. sendo o maior gasto em ações de saúde. na região da Mata Norte.Educação Informações Adicionais sobre o Ensino Superior O ensino superior é oferecido pelo Governo do Estado de Pernambuco por meio da Universidade de Pernambuco – UPE que está vinculada à Secretaria de Ciência. Garanhuns. Tecnologia e Meio-Ambiente. R$ 186 milhões. no Agreste Central e Petrolina no Sertão do São Francisco. A UPE.

9. ASSISTÊNCIA SOCIAL  O Sistema Único de Assistência Social A Proteção Social Tipos de Proteção Social Complexidade dos Serviços e Níveis de     Orçamento Estadual da Assistência Social Evolução da Despesa com Assistência Social Sumário .

O SUAS promoveu um novo reordenamento da política de assistência social que passou a ser organizada por tipo de proteção social.NOB SUAS. disciplinou a operacionalização do SUAS.SUAS É um sistema público de caráter não contributivo. Sumário . descentralizado e participativo que tem por função a gestão da assistência social no campo da proteção social brasileira1. 1 A Norma Operacional Básica de Assistência Social . Implantado a partir de 2005. editada em 2005.Assistência Social O Sistema Único de Assistência Social .

Para tanto. benefícios e auxílios ofertados pelo Sistema Único de Assistência Social para redução e prevenção das vicissitudes sociais e naturais ao ciclo da vida. atenções. cuidados. à dignidade humana e à família como núcleo básico de sustentação afetiva. biológica e relacional. em: 1. proteção especial A proteção especial apresenta ainda níveis de complexidade dos serviços: 1. alta complexidade Sumário .Assistência Social A Proteção Social Consiste no conjunto de ações. a proteção social foi hierarquizada por tipo. proteção básica 2. média complexidade 2.

requerem maior estruturação técnicooperacional e atenção especializada com acompanhamento sistemático e monitorado. higienização e trabalho protegido para famílias e indivíduos que se encontram sem referência e. uso de substâncias psicoativas. mas cujos vínculos familiares e comunitários não foram rompidos.moradia. dentre outras. Sumário . ou. dentre ouros) e. em situação de ameaça. alimentação. cumprimento de medidas sócio-educativas. Tipos de Proteção Social Serviços Média Complexidade Atender às famílias e indivíduos com direitos violados. comunitário. privação (precário ou nulo acesso aos serviços públicos. por ocorrência de abandono. Tipos de Proteção Social Serviços Alta Complexidade Garantir proteção integral . ou. Nesse sentido. étnicas. fragilização de vínculos afetivos e de pertencimento social (discriminações etárias. Destinase à população que vive em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza. ou por deficiência. Básica Prevenir situações de risco.Assistência Social e Níveis de Complexidade dos Serviços Especial Prover atenções socioassistenciais às famílias e indivíduos que se encontram em situação de risco pessoal e social. ou. de trabalho infantil. maus tratos. dentre outras). situação de rua. necessitando ser retirados de seu núcleo familiar e.

Assistência Social Orçamento Estadual da Assistência Social A área de assistência social apresentou despesa total de R$ 26. A maior parte dos recursos foi aplicada na Assistência à Criança e ao Adolescente (R$ 15.97% da despesa total. Despesa por Subfunção 0.97% Assistência à Criança e ao Adolescente Assistência ao Idoso Assistência Comunitária Planejamento e Orçamento Formação de Recursos Humanos Outros Encargos Especiais Fonte: Balanço Geral do Estado – Exercício 2008.04 milhões.03 mil). fls.04% 59. equivalente a menos de 1% do total de recursos. 50 Sumário . A menor parcela aplicada na Assistência ao Idoso (R$ 10.58% 0.61 milhões).84% 32.39% 3.18% 3. correspondendo a 59.

000.6 milhões • Na Assistência à pessoa portadora de deficiência.9 milhões 5.000 6. • Na Assistência à Criança e Adolescente.0 mil 7. a despesa sofreu redução acentuada.8 milhões 15. Sumário .000.Assistência Social Evolução da Despesa com Assistência Social Este gráfico apresenta a evolução da despesa com Assistência Social realizada pelo Governo do Estado nas subfunções Assistência à criança e adolescente.6 mil 256.000 4.000.8 milhões).000 8.00 no ano de 2007. quase duplicou em 2008 (R$ 15.00 16. Em 2008.8 mil 83. Assistência à criança e adolescente Assistência à pessoa portadora de deficiência Assistência à pessoa Idosa Fonte: Balanços Geral do Estado – Exercícios 2006.000 10.000.000. a despesa caiu de R$ 703. a despesa total perfez R$ 10 mil. No ano de 2008. Evolução da Despesa com Assistência Social – 2006/2008 por Sunfunção R$ 1.000. à pessoa portadora de deficiência e à pessoa idosa. 2007 e 2008 Nota: Despesa em valor nominal. não houve mais despesa nesta subfunção.000 12.5 mil 900.000 2.000 14.000. caindo de R$ 256. • 0 2006 2007 2008 Na Assistência à pessoa idosa.00 10.48 mil em 2007.000.56 mil em 2006 para R$ 83.91 milhões).61 milhões) em relação ao ano de 2006 (R$ 7.000 703. a despesa executada após sofrer redução em 2007 (R$ 5.80 mil em 2006 para R$ 900.

00 1.00 10.00 256.00 1.00 400. 2007 e 2008 Sumário .050.000. conforme demonstrado no gráfico abaixo.000. na Lei Orçamentária Anual.000.000.10 950.000.030.00 200.000.200.000.000.000.00 0. observou-se ainda que a execução da despesa tem se realizado aquém da despesa orçada.804.000.00 900.56 20.00 600.00 2006 Orçada 2007 Executada 2008 Fonte: Leis Orçamentária Anual e Balanço Geral do Estado – Exercícios 2006.00 800.00 1.Assistência Social Evolução da Despesa com Assistência Social Na subfunção Assistência ao Idoso. Evolução da Despesa da Assistência Social destinado à Assistência ao Idoso Despesa Orçada X Despesa Executada Exercícios 2006/2008 R$ 1.

Patrimonial e Fiscal • • • • • • • • • • Disponibilidade de Caixa Restos a Pagar Superávit Financeiro Dívida Ativa Receita Corrente Líquida Resultado Primário Gastos de Pessoal Dívida Consolidada 2008 Dívida Consolidada Líquida 2008 Dívida Contratual 2008 Sumário .10.Gestão Financeira.

Gestão Financeira. Patrimonial e Fiscal Disponibilidade de Caixa Sumário .

Gestão Financeira. Patrimonial e Fiscal Restos a Pagar Restos a Pagar Inscritos – 2007 x 2008 % de Restos a Pagar Inscritos em 2007 e pagos em 2008 Fonte: Balanço Financeiro Consolidado . Quadro 12 do Balanço Geral de 2008 e Balanço Financeiro Consolidado – 2007 Sumário .2008.

036.289.253. 40.847. da Lei 9.fisco/2008 Nota: Para fins de cálculo do superávit/déficit financeiro.245.II) 2.092. conforme art.773.998. caput. inc.037.432.Gestão Financeira. apurado com base no Balanço Patrimonial.74 73.622.047.64 Fonte: Balanço Geral do Estado – Exercício 2008 e Sistema e.469. sendo assim. Sumário .54 1.342. visto que estão vinculados ao pagamento de benefícios previdenciários (aposentadorias e pensões). Patrimonial e Fiscal Superávit Financeiro Ativo Financeiro do Estado (-) FUNAFIM Ativo Financeiro do Estado (s/ o FUNAFIN) (I) Passivo Financeiro do Estado (-) FUNAFIM Passivo Financeiro do Estado (s/ o FUNAFIN) (II) Superávit Financeiro do Exercício (I .54 414. III.00 1. da CF c/c o artigo 1º.115. recursos comprometidos. são excluídos os recursos vinculados ao regime próprio de previdência.38 973.717/98.529.472.36 648.

7 7 6. a Dívida Ativa aumentou 50%.exercícios de 2004 a 2008 Sumário .52% .9 8.2 8.47% .4 9.4 6 5 4 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Composição da Dívida Ativa 98.Dívida Ativa Não-Tributária Fonte: Balanços Patrimoniais do Estado . Patrimonial e Fiscal Dívida Ativa Evolução da Dívida Ativa 10 Em bilhões De 2003 a 2008. 9 8 7 7.Gestão Financeira.Dívida Ativa Tributária 1.

exercícios de 2004 a 2008 Sumário .65 45.03 28. Patrimonial e Fiscal Dívida Ativa RECEBIMENTOS DE DÍVIDA ATIVA . a arrecadação cresceu 64% Fonte: Balanços Patrimoniais do Estado .51 25. Em relação ao exercício anterior.EVOLUÇÃO Percentual de Recebimento x Saldo Em Milhões 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 74.58 31.Gestão Financeira.16 2004 2005 2006 2007 2008 Houve um progresso significativo no recebimento dos créditos da dívida ativa no exercício de 2008.

um crescimento de 20. Receita Tributária x Transferências Correntes (comparativo 2008 e 2007) 30.01 bilhões.00% 10.00% 5. Patrimonial e Fiscal Receita Corrente Líquida A Receita Corrente Líquida do Estado no exercício de 2008 foi de R$ 10.00% 15.00% 26.59% Fonte: Relatório Resumido da Execução Orçamentária – 6º bimestre/2008 e Balanço Geral do Estado – exercício 2008 Sumário .Gestão Financeira.54% RCL 20.00% Receita Tributária Transferências Correntes 15.59% em relação ao exercício de 2007.64% 25.00% 20.

Patrimonial e Fiscal Resultado Primário Meta Fiscal Estabelecida na LDO foi alcançada Fonte: Relatório Resumido da Execução Orçamentária – 6º bimestre/2008 Sumário .Gestão Financeira.

Patrimonial e Fiscal Resultado Primário VERSÃO SIMPLIFICADA DO DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL RREO – Anexo VI (LRF. art.Gestão Financeira. inc III) Demonstrativo do Resultado Nominal evidencia uma redução de apenas 154. 53. Quadro 43 do Balanço Geral do Estado – 2008 Sumário . META FISCAL NÃO ALCANÇADA Fonte: Demonstrativo do Resultado Nominal.77 milhões no estoque da dívida fiscal líquida.

Patrimonial e Fiscal Gastos de Pessoal Realizado x Limite Gastos de Pessoal do Estado e dos Poderes encontram-se em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal Sumário .Gestão Financeira.

p.76 p. com exceção da Despesa de Investimento. Sumário .PAF Além dos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. abaixo da meta estabelecida.Gestão Financeira. o Governo de Pernambuco cumpriu as metas estabelecidas para o exercício. por meio do Programa de Ajuste Fiscal. assume compromissos com a União voltados ao equilíbrio das contas públicas. Patrimonial e Fiscal Programa de Ajuste Fiscal . A relação Investimentos/RLR. ficou 1. em 2008. o Governo do Estado. Em 2008.

.gov. Patrimonial e Fiscal Programa de Ajuste Fiscal .portaldatransparencia.Gestão Financeira.PAF Fonte: Documento obtido no portal da transparência (www.br).pe.

.portaldatransparencia.br).Gestão Financeira.pe.gov. Patrimonial e Fiscal Programa de Ajuste Fiscal .PAF Fonte: Documento obtido no portal da transparência (www.

Patrimonial e Fiscal Programa de Ajuste Fiscal .br).gov. .portaldatransparencia.PAF Entre a série 2004-2008.Gestão Financeira.pe. Fonte: Documento obtido no portal da transparência (www. o exercício de 2006 foi o único em que a meta estabelecida foi alcançada.

Gestão Financeira e Patrimonial
Dívida Consolidada 2008
A Dívida Consolidada consiste em obrigações que o Estado possui cujo período de pagamento ultrapassa mais de um ano. Em 2008, a dívida consolidada do Estado (R$ 5,04 bilhões) foi composta pela dívida contratual, que representou 97,34%, e por parcelamentos de contribuições sociais (INSS e REFIS), ISS e FGTS efetuados por alguns órgãos da administração indireta, que representaram os 2,66% restantes.

Sumário

Gestão Financeira e Patrimonial
Dívida Consolidada Líquida 2008
A Dívida Consolidada líquida consiste na dívida consolidada deduzida do ativo disponível e dos haveres financeiros. Para o exercício auditado, temos o seguinte cálculo.
ESPECIFICAÇÃO DÍVIDA CONSOLIDADA SALDO EM 31/12/2008 5.043.634.153,99

DEDUÇÕES
Ativo Disponível Haveres Financeiros ( -) Restos a Pagar Processados

794.210.432,16
1.424.327.699,91 317.771.122,31 (947.888.390,06)

DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA
RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (RCL) % da (DCL) sobre a (RCL) < até 200%>

4.249.423.721,83
10.010.230.658,72 42,45 %

Em 2008 essa dívida correspondeu a 42,45% da RCL. Desta forma o Estado de Pernambuco esteve enquadrado no limite estabelecido pela Resolução do Senado Federal n° 40/2001, que é de 200%. Sumário

Gestão Financeira e Patrimonial
Dívida Contratual 2008
Em R$ 1,00
Divida Contratual Saldo em 31/12/07 (em Real) 4.298.804.601,03 Captações em 2008 (em Real) 117.565.740,50 Atualizações monetárias (em Real) 398.490.965,96 Variação Cambial (em Real) Amortizações (em Real) (440.202.407,51) Saldo em 31/12/2008 (em Real) 4.374.658.899,98

Interna

Externa
Total

318.008.460,24
4.616.813.061,27

95.642.960,33
213.208.700,83

38.038.005,10
436.528.971,06

126.141.570,75
126.141.570,75

(43.001.756,20)
(483.204.163,71)

534.829.240,22
4.909.488.140,20

R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$

86,21 milhões referentes à Barragem de PIRAPAMA (BNDES) 31,22 milhões referentes ao PROMATA (BID); 26,71 milhões referentes ao PRODETUR II (BNB); 25,85 milhões relativo ao PROMETRÓPOLE (BIRD); 20,80 milhões relativos ao PRORURAL II (BIRD); 17,77 milhões referentes à educação (BIRD); 4,64 milhões destinados ao Programa de Saneamento PROSANEAR I e II (CEF).

Sumário

11. Publicidade Governamental

 Limites de Gastos com Publicidade  GASTOS COM PUBLICIDADE EM 2008

Sumário

ESTÃO EXCLUÍDOS DO REFERIDO LIMITE OS SEGUINTE GASTOS • Publicação. ADMINISTRAÇÃO INDIRETA  1% da receita própria da entidade do ano anterior atualizada pelo IPCA. aprovadas pelo Conselho Estadual de Turismo. legalmente obrigatória. • Campanhas educativas relativas à regulação e fiscalização dos serviços públicos delegados. segurança do trânsito.Publicidade Governamental Limites de Gastos com Publicidade ADMINISTRAÇÃO DIRETA  1% da Receita Corrente Líquida do ano anterior atualizada pelo IPCA. • Campanhas educativas nas áreas de saúde pública. Sumário . defesa e preservação ambiental e de prevenção à violência. de quaisquer atos administrativos. • Campanhas de publicidade que objetivem a promoção do turismo no Estado de Pernambuco. inclusive no Diário Oficial do Estado.

839.00 13. Estadual Campanhas de caráter institucional Divulgação Oficial Campanhas de reg.: Inclui os Poderes Executivo.40 56.032.447.96 5.941.35 3.908.910.34 9.910.02 4.426.736.479.904. Sumário .873.35 5.037.25 6. A maior parte desses recursos foi alocada na Secretaria da Casa Civil (R$ 23.162.25 34.839.795. no total de R$ 29.00 6.633.96 900. corresponderam a mais da metade (53%) da despesa com publicidade.32 29.631.6 milhões.542.77 Obs*.795.022.87 Campanhas destinadas à promoção do turismo Campanhas Educativas Total Geral Direta * Indireta Total 24. e fisc.723.Publicidade Governamental GASTOS COM PUBLICIDADE EM 2008 Valores em Reais Adm.723.87 282.839.122.845.909.792.37 21.4 milhões) que concentra os gastos com publicidade e propaganda da administração direta . Tribunal de Contas e Ministério Público As campanhas institucionais (divulgação das realizações administrativas dos órgãos públicos). dos serviços públicos delegados 282. Legislativo e Judiciário.

22. portanto. Esse valor correspondeu a 1% da RCL de 2007 atualizada pelo IPCA do ano de 2008. a determinação legal.395.920/05. Sumário .356. representando 0. cumprindo.74.29% da RCL 2007 atualizada. conforme determina a Lei 12. DIRETA LIMITE 1% DESPESA REALIZADA 0.29%. Para apuração dos gastos considerados na Administração Direta há a necessidade de serem somadas as despesas com campanhas publicitárias de cunho institucional da referida administração com as despesas em campanhas educativas e de regulação de serviços públicos delegados da administração indireta financiadas com recursos do Tesouro. os gastos com publicidade da administração direta foram inferiores ao limite estabelecido.298. Desta forma.908. GASTOS COM PUBLICIDADE ADM.Publicidade Governametal GASTOS COM PUBLICIDADE EM 2008 O limite para despesas com publicidade (institucional) da Administração Direta em 2008 foi de R$ 87. Essa soma alcançou o montante de R$ 25.

65%). Sumário .97%).09%). Esse valor corresponde a 1% da receita própria do ano anterior de cada uma atualizada pelo IPCA do ano em análise. As demais cumpriram a determinação legal. CONDEPE/FIDEM (3.47%). Em 2008 as entidades da Administração Indireta que ultrapassaram o limite estabelecido foram FUNAPE (1. EMPETUR (10.51%).Publicidade Governamental GASTOS COM PUBLICIDADE EM 2008 Os limites para despesas com publicidade (institucional) da Administração Indireta são individualizados por entidades.06%) e ECPBG (1. DETRAN (1. FUNASE (3.

839. Sumário .542. Valor despendido. São estes: Divulgação oficial: Gastos realizados por todos os órgãos do governo no intuito de tornar público os atos administrativos. quase que na sua totalidade pela EMPETUR. Valor despendido em 2008. gastos estes realizados. R$ 5.845.35.Publicidade Governamental GASTOS COM PUBLICIDADE EM 2008 Além dos gastos com publicidade institucional. Promoção do Turismo: Despesas destinadas à divulgação das potencialidades turísticas do Estado. R$ 13.96.795. o Estado promove outras despesas na referida área que se excetuam do limite definido pela Lei. em 2008.

00.37 milhões.87. Campanhas relacionadas à Regulação e Fiscalização de Serviços Públicos Delegados: Realizadas pela ARPE. Sumário . Os valores gastos por área foram:  Segurança e Prevenção à Violência no Trânsito: R$ 6.27 mil.  Preservação Ecológica: R$ 12. Esse valor representou 12.910. em 2008 alcançou o montante de R$ 282.  Saúde: R$ 35.723.Publicidade Governamental GASTOS COM PUBLICIDADE EM 2008 Campanhas Educativas: Destinadas a orientar a população sobre temas relacionados à melhoria da qualidade de vida.25.30% da despesa total com publicidade.022. Em 2008 foram gastos R$ 6.

12.SISTEMA ESTADUAL DE PREVIDÊNCIA

 O Modelo Previdenciário do Estado  Estágio de Implementação  Avaliação Atuarial (em 2008)  Projeções Déficit Atuariais: Evolução do

 Recenseamento Previdenciário
Sumário

Sistema Estadual de Previdência
O Modelo Previdenciário do Estado ( LC nº 28/2000)
FUNAPE
Fundação criada para gerir o sistema de previdência estadual, a qual estão vinculadas os fundos FUNAFIN e FUNAPREV

Regime de repartição simples: as contribuições dos servidores ativos, aposentados e pensionistas financiam os atuais benefícios de aposentadoria e pensão.

Regime de capitalização: as contribuições dos servidores ativos são acumuladas e capitalizadas com os rendimentos de aplicações, para fazer face ao pagamento de seus benefícios futuros.

FUNAFIN
(implantado em 2000)

FUNAPREV
(Não Implantado)

Fundo que paga as atuais aposentarias e pensões, e as dos servidores considerados inelegíveis para o FUNAPREV.

Fundo ao qual se vincula os servidores elegíveis, com expectativa de se aposentar a partir de 5 anos, contados da implantação total do sistema.

Sumário

Sistema Estadual de Previdência
Estágio de Implantação
O modelo concebido para o Sistema de Estadual de Previdência, na LC nº 28/2000, ainda não foi implementado, na íntegra, restando:

 A consolidação da FUNAPE, como unidade gestora do

sistema, centralizando a concessão e pagamento dos benefícios previdenciários de todos Poderes, inclusive as aposentadorias do Tribunal de Justiça, Assembléia Legislativa, Ministério Público e Tribunal de Contas que permanecem sob a gestão desses órgãos.  A instituição do FUNAPREV - Fundo de Aposentadorias e Pensões dos Servidores do Estado de Pernambuco mediante a segmentação de massas previdenciárias e adoção do regime de financiamento de capitalização.

Sumário

Sistema de Previdência Estadual Avaliação Atuarial (em 2008): o Déficit

-

R$ 35,76 bilhões

=

R$ 21,28 bilhões

Ativo

Atuarial

Passivo
Atuarial (Projeção do valor das aposentadorias

Déficit
Atuarial

(Projeção do valor das contribuições s/remuneração, aposentadoria e pensão + Comp. Financeira)

e Pensões concedidas e a conceder)

Fonte: Avaliação atuarial elaborada em 2008, originada da base cadastral de dez/2007.

Sumário

08 bi 1. de 2008 pico 1.000 1. caso a Receita Corrente Líquida não cresça na mesma proporção.000 1.Sistema Estadual de Previdência Projeções Atuariais: Evolução do Déficit Anual Evolução do Déficit Previdenciário 2008/2041 R$ 1.000.000.400.600. Sumário .00 1. atingindo o ápice em 2033 (R$ 1.000.000 1.800.000.000 1.60 bi  Observa-se que o déficit previdenciário (receitas previdenciárias – despesas previdenciárias) começa a crescer em 2012.000. constante no RREO/6º bim.60 bilhão).200. Esse quadro de crescimento poderá exigir maior esforço do Tesouro.000 2008 2013 2018 2023 2028 2033 2038 2041 Fonte: Balanço Geral – Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Próprio de Previdência do Estado.000.

Dentre outros resultados. determina a realização de recenseamento previdenciário abrangendo todos os aposentados e pensionistas. Obs. Como no anterior (em 2000).Sistema de Previdência Estadual Recenseamento Previdenciário Em 2008. os servidores dos demais Poderes. o Estado espera com este recenseamento:  elaborar cadastro único do funcionalismo. II. inc. abrangendo servidores do Poder Executivo e pensionistas de todos os Poderes. 9º.  atualizar a base cadastral para o estudo atuarial da FUNAPE. art. Tribunal de Contas e Ministério Público não foram recadastrados.  identificar pagamentos indevidos. cargos. possíveis acumulações de  aperfeiçoar a compensação financeira junto ao INSS. no mínimo a cada 5 anos.887/04.: A lei Federal 10. empregos ou funções públicas. o Estado realizou o recenseamento previdenciário. Sumário .

56% 6.85% 1.72 Valor (em Reais) LIMITES: LRF/RESOLUÇÃO DO SENADO E CONSTITUCIONAIS % comprom.00% 2.378.39 49.987.175.00% 2.432.82% 2.12 167.658.00% 1.55% Sumário .21% 4.296.160.472.35 Observações (Ativo Financeiro .417.564.90% 46.69% 60.665.Passivo Financeiro) Meta prevista na LDO R$ 410.00 Meta prevista na LDO (R$ 361.48% 5.468.70% 1.230.00% 1.40 124.23 400.900.47 246.974.64 733.713.00) Resultado Nominal Receita Corrente Líquida Itens Despesa com Pessoal (DP): (154.89) 10.252.46% 1./2008 Geral Prudencial Despesas com Pessoal Total: Poder Legislativo Assembléia Legislativa Tribunal de Contas Tribunal de Justiça Ministério Público Poder Executivo 4.44% 1.316.769.00% 49.000.17 121.25% 1.00% 57.010.37% 1.56 4.778.67% 41.173. % DP/RCL Limites LRF 3º q.310.094.404. Quadro Resumo de Cumprimento de Limites RESULTADO FINANCEIRO E FISCAL Itens Superávit Financeiro Resultado Primário Valor (em Reais) 648.601.540.00% 3.000.13.

99 995.474.700.208.998.83 23.13.04 Não houve (em Reais) 2.561. de impostos 25.190.721.18 84.31 1.726.13% 14.13% 0.780.66% 60% 12% Sumário .216.144.294.195. Senado nº 43/2001 200% da RCL 16 % da RCL 22% da RCL 7% da RCL Limites Constitucionais 25% Remuneração de Magistério Saúde (Ações Públicos) e Serviços 837.84% CUMPRIDO % Dívida/RCL 42.92 % aplicado da Rec.45% 2.018.83 213.23% Limites LRF/Resol. Quadro Resumo de Cumprimento de Limites Dívida: Dívida Consolidada Líquida Operações de Crédito Garantias e contragarantias Antecipação de Receita Orçamentária – ARO Educação e Saúde: Educação (Manutenção e Desenvolvimento do Ensino) FUNDEB (em Reais) 4.423.249.242.

artigo 3º) 14/04/08 05/06/08 05/08/08 03/10/08 03/12/08 03/02/09 Sumário . art 52) 29/03/08 (Lei Estadual 30/05/08 1º quadrimestre 05/06/08 05/06/08 10/06/08 29/05/08 30/05/08 11/06/08 2º Q 30/05/08 3º Q 30/07/08 30/09/09 2º quadrimestre 03/10/08 03/10/08 30/09/08 08/10/08 01/10/08 08/10/08 4º Q 27/09/08 5º Q 30/01/09 3º quadrimestre 03/02/09 03/02/09 03/02/09 29/01/09 05/02/09 03/02/09 6º Q 30/01/09 Consolidado (do Estado) RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 28/11/08 Envio ao TCE (Res. § 2º) Consolidado (do Estado) Poder Executivo Assembléia Legislativa Tribunal de Contas Tribunal de Justiça 1º quadrimestre 30/05/08 30/05/08 28/05/08 29/05/08 29/05/08 2º quadrimestre 27/09/08 27/09/08 30/09/08 30/09/08 27/09/08 3º quadrimestre 30/01/09 30/01/09 29/01/09 28/01/09 30/01/09 Ministério Público Envio ao TCE 12. art. Quadro Resumo de Cumprimento de Limites RELATÓRIOS DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL Publicação (LRF. TC nº 10/2005.600/04.39) Poder Executivo Assembléia Legislativa Tribunal de Contas Tribunal de Justiça Ministério Público 1º Q Publicação (LRF.13. artigo 55.

Manteve o crescimento de sua arrecadação e conseguiu incrementar a sua poupança corrente.O ano de 2008 foi atípico na história recente. Quanto ao Resultado Primário. observando os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. O Resultado Nominal. e um maior volume de captações mediante operações de crédito. pois marcou o início de um novo ciclo da economia mundial. a renda e o emprego. impactado pelo crescimento da dívida fundada. bons indicadores econômicos. desvalorização cambial. quanto na consolidação dessa fonte. Pernambuco obteve. acelerado a partir de 2007. com as demais fontes de recursos. Sumário . tanto na Lei de Diretrizes Orçamentárias. No cenário local. em 2008 o Estado conseguiu superar as metas de superávit estabelecidas. Apesar da queda das taxas de juros internacionais. tanto na fonte tesouro. novamente. e as metas estipuladas dentro da LDO. quanto no Programa de Ajuste Fiscal. por sua vez ficou abaixo da meta estabelecida na LDO. e do Programa de Ajuste Fiscal. cujo comportamento foi influenciado pelo aumento da inflação. os efeitos da crise não se fizeram sentir de imediato. Desta forma. No Brasil. mas no quarto trimestre de 2008 começou haver reversão no ciclo ascendente de crescimento por que passou a economia brasileira. Pernambuco consolida-se como detentor de continuado e persistente esforço fiscal. os seus reflexos não se fizeram sentir na mesma intensidade em relação à expansão do crédito e ao aumento do consumo e investimento. A partir daí surgiram incertezas crescentes quanto ao futuro da economia que implicaram na revisão das metas de crescimento e a reavaliação de investimentos. A crise financeira que abalou os mercados internacionais tomou uma dimensão global e passou a impactar fortemente as variáveis reais da economia como a produção. o que tem resultado em melhora contínua no desempenho da gestão financeira e orçamentária do Estado.

bem como dos recursos repassados à iniciativa privada. ou em outros instrumentos. Aliás. realizadas ao longo de 2007/2008. é preciso avançar disponibilizando. entre outros. informações acerca dos recursos transferidos por meio de convênio a prefeituras municipais.Isso não obstante o esforço do governo pela ampliação dos instrumentos garantidores da transparência pública. Essas iniciativas visando ampliar a transparência pública em Pernambuco. LDO e LOA. até a utilização obrigatória de sistemas de processamento da despesa. por meio de contratos firmados com OSs. como o Portal da Transparência. passaram a contar com importante reforço mediante a edição da lei complementar federal nº 131. para que os diversos segmentos da sociedade envolvidos possam exercer o seu papel de fiscalizador. Sumário . com informações disponibilizadas em tempo real. que vão desde a promoção de audiências públicas antecedentes à elaboração do PPA. onde estão disponíveis informações acerca da despesa realizada pelos órgãos estaduais. No entanto. OSCIPs. que introduziu importantes alterações na lei de responsabilidade fiscal. conselhos escolares. no mesmo Portal. contribuindo para a efetividade das aplicações de tais recursos. apresentando o montante transferido e a correspondente finalidade. ressalva-se que a transparência está definida nos instrumentos de planejamento como premissa da ação governamental: “Transparência na Gestão e Controle Social da Ação do Governo”.

CONSIDERANDO que os Relatórios Resumidos da Execução Orçamentária e os Relatórios de Gestão Fiscal. e 75. e as considerações acerca do relatório técnico apresentadas pelo Governo do Estado de Pernambuco. Sumário . fazendo recomendações acerca das áreas abordadas no relatório técnico. Sendo assim. CONSIDERANDO o teor do Relatório Técnico. Senhor EDUARDO HENRIQUE ACCIOLY CAMPOS. previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal e no PAF – Programa de Ajuste Fiscal pactuado com o Governo Federal. Constituição Estadual. e 24. artigo 30. Embora esta seja uma versão simplificada. à unanimidade. CONSIDERANDO que foram observados os limites de endividamento e de despesas com pessoal. referentes ao exercício financeiro de 2008. financeira e patrimonial dos Poderes Executivo. foram elaborados e publicados tempestivamente pelos Poderes e Órgãos autônomos (MP e TCE). em que recomenda à Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco a APROVAÇÃO das contas do Excelentíssimo Governador do Estado de Pernambuco. § 2º. instrumentos de transparência exigidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. em sessão ordinária realizada no dia 23 de setembro de 2009. está escriturado conforme os preceitos de contabilidade pública e expressa os resultados da gestão orçamentária. encontram-se transcritas nos slides a seguir. PARECER PRÉVIO EMITIU o Tribunal de Contas do Estado. CONSIDERANDO que o Balanço Geral do Estado. CONSIDERANDO que as Contas do Poder Executivo. presente às fls. as recomendações não foram modificadas. inciso I. artigos 2º. Legislativo e Judiciário e dos órgãos autônomos: Ministério Público e Tribunal de Contas. e 212). atinentes ao exercício financeiro de 2008. para não comprometer o seu teor. 402 a 659. artigos 198.600/04. retratado nos Balanços Orçamentário. PARECER PRÉVIO. inciso I.VOTO DO RELATOR CONSIDERANDO o disposto na Constituição Federal. foram prestadas pelo Governador do Estado ao Poder Legislativo Estadual no prazo e nas condições exigidas pela Constituição do Estado. inciso I. às fls. artigos 71. Financeiro e Patrimonial e nos Demonstrativos das Variações Patrimoniais. CONSIDERANDO a observância dos limites constitucionais para aplicação de recursos em ações e serviços públicos de saúde e manutenção e desenvolvimento do ensino (Constituição Federal. e Lei Nº 12. 668 a 722.

Que o Controle Interno do Estado. combinado com o artigo 61.1. 4. parágrafo único. da Lei nº 8. na sua função de auxiliar do controle desenvolvido pela ARPE e Órgãos Parceiros. inciso VI. inciso VII. 2. Nas contratações diretas de OSs com base no artigo 24. da Lei n° 8.666/93. ainda. ambos da Lei Estadual nº 11. deve-se observar a compatibilidade do objeto contratado com o contrato de gestão vigente. combinado com o artigo 61. quanto dos respectivos termos aditivos. parágrafo único. na forma do que dispõe o art. da Lei n° 11. 5. na imprensa oficial do Estado. observando-se. parágrafo único. inciso VI. da Lei nº 11. na forma do que dispõe o artigo 14. tanto dos extratos de Contrato de Gestão.666/93. alínea “d”. Sumário . Que os órgãos parceiros passem a exigir que as OSCIPs e OSs apresentem as suas prestações de contas conforme as normas estabelecidas pela Resolução TC nº 020/2005 do TCE-PE. criando e desenvolvendo os mecanismos necessários ao acompanhamento e à fiscalização dos Contratos de Gestão e Termos de Parceria. inciso VI. e 10. da Lei nº 12. na Imprensa Oficial do Estado. as disposições contidas nos artigos 5°.666/93. caput. 22.743/00. inciso XXIV.973/05. Providenciar a publicação resumida. centralize informações. Providenciar a publicação resumida.743/00. da Lei n° 8. 3. quanto dos respectivos termos aditivos. na forma do que dispõe o artigo 18. tanto dos extratos de Termos de Parceria.743/00.

Quando da análise pelo órgão central de planejamento. inclusive por meio de concurso público para os cargos relacionados às suas atividades. reclassificando as despesas ocorridas no primeiro semestre. inclusive. Nos demonstrativos de aplicação de recursos de impostos em Manutenção e Desenvolvimento do Ensino e Ações Universais de Saúde. Determinar que. Sumário . Que seja dada continuidade às ações necessárias à estruturação do quadro de pessoal da ARPE. 9. 7. contabilizem.6. as despesas com cargos comissionados e funções gratificadas. Ajustar as fontes de recursos orçamentários com vistas a melhorar o controle da despesa dos restos a pagar não processados e possibilitar a elaboração dos demonstrativos de aplicação de recursos de impostos em ações de saúde e manutenção e desenvolvimento do ensino. observar atentamente se o produto das ações e suas metas guardam conformidade entre si e com os recursos estimados. das propostas de programação remetidas pelos órgãos integrantes da administração para a revisão do PPA para 2010 e da Loa 2010. 8. nas contas específicas existentes. a partir do segundo semestre de 2009. bem como fazer a inclusão dos Restos a Pagar não Processados inscritos no exercício anterior e liquidados e pagos no exercício em questão. as Unidades Gestoras explicitadas no relatório técnico. não considerar como aplicação as despesas inscritas ao final do exercício em Restos a Pagar não Processados. nos moldes previstos pela STN. 10.

da forma mais conveniente. 12. por meio do programa de trabalho relativo a Pernambuco. Evidenciar no demonstrativo da CIDE. Os resultados alcançados devem ser apurados com base no conjunto de indicadores que retratam a situação de saúde mais recente possível da elaboração dos documentos. 13. inclusive comunicando essa reserva ao Ministério dos Transportes. buscando diminuir o número de usuários que transitam de um ponto a outro do sistema de saúde. Tais instrumentos de gestão devem apresentar os resultados alcançados com as ações e orientar redirecionamentos que se fizerem necessários. Promover a organização das ações de planejamento das ações de saúde ─ e assim seguir o disposto na Portaria GM/MS nº 3085/2006 (que regulamenta o Sistema de Planejamento do SUS) ─ com vistas à efetivação do SUS no Estado. Aperfeiçoar a comunicação social do SUS. Sumário .11. bem como o Relatório Anual de Gestão. tornando mais transparentes os fluxos que devem norteá-los para solução dos seus problemas de saúde. com ênfase no desenvolvimento dos instrumentos básicos de planejamento: Plano Estadual de Saúde e a respectiva Programação Anual de Saúde. de modo a promover a orientação dos seus usuários. a aplicação dos recursos na conta garantia da PPP da Praia do Paiva.

Aperfeiçoar o Relatório Anual de Gestão do Fundo Estadual de Assistência Social de forma a evidenciar as ações propostas e realizadas e as respectivas metas previstas e alcançadas. especialmente nas que se referem às campanhas educativas. Sumário . 15.14. 16. física e financeiramente. em relação ao que foi estabelecido no Plano Plurianual e na Lei Orçamentária Anual – LOA. Gerências Regionais e Unidades Executoras dentro do cronograma previsto. Efetuar os repasses às escolas. Observar a classificação das despesas nos subelementos. a fim de dar condições de operacionalizar as prestações de contas dentro das exigências legais.

SIGLAS SIGNIFICADO ATI Agência de Tecnologia da Informação BID Banco Interamericano de Desenvolvimento BIRD Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento -Mundial CEAGEPE Companhia de Abastecimento e de Armazéns Gerais do Estado de Pernambuco CEASA Central de Abastecimento CELPE Companhia Energética de Pernambuco (privatizada em 2000) CIDE Contribuição de Intervenção sobre o Domínio Econômico DETRAN Departamento Estadual de Trânsito EMPETUR Empresa de Turismo de Pernambuco FECEP Fundo estadual de Erradicação da Pobreza FES Fundo Estadual de Saúde FPE Fundo de Participação dos Estados FUNAPE Fundação de Aposentadorias e Pensões dos Servidores do Estado de Pernambuco FUNAFIN Fundo Financeiro de Aposentadorias e Pensões dos Servidores do Estado de Pernambuco FUNAPREV Fundo de Aposentadorias e Pensões dos Servidores do Estado de Pernambuco FUNDEF Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério GERE Gerência Regional de Educação GERES Gerência Regional de Saúde HEMOPE Fundação de Hemoterapia e Hematologia de Pernambuco ICMS Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços IMIP Instituto Materno Infantil de Pernambuco IE Instituto Empreender IOF Imposto sobre Operações Financeiras IPI Imposto sobre Produtos Industrializados IPSEP Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Pernambuco IPVA Imposto sobre Veículos Automotores IRH Instituto de Recursos Humanos de Pernambuco Continua no slide seguinte Sumário .

SIGLAS ITCD KFW LAFEPE LDO LOA LRF MACC MPCC MPS NOAS OS OSCIP PPA PROMATA RCL RGF RPPS RREO SEDUC SES SIAFEM SUS TCE. de 04 de maio de 2000 Movimento Agresta contra o Crime Movimento Pernambucano contra o Crime Ministério da Previdência Social Normas Operacionais de Saúde Organização Social Organização da Sociedade Civil de Interesse Público Plano Plurianual Programa de Desenvolvimento Sustentável da Zona da Mata Receita Corrente Líquida Relatório de Gestão Fiscal Regime Próprio de Previdência Social Relatório Resumido da Execução Orçamentária Secretaria de Educação e Cultura Secretaria Estadual de Saúde Sistema de Administração Financeira para Estados e Municípios Sistema Único de Saúde Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco Universidade da Juventude Universidade Federal de Pernambuco Universidade de Pernambuco Sumário .PE UJ UFPE UPE SIGNIFICADO Imposto obre Transmissão Causa Mortis e Doação Kreditanstalf für Wiederaufbau (Banco Alemão) Laboratório Farmacêutico de Pernambuco Lei de Diretrizes Orçamentárias Lei Orçamentária Anual Lei de Responsabilidade Fiscal – Lei Complementar Federal nº 101.

Instrumento jurídico-formal de compromisso firmado entre o Governo e as entidades da administração indireta. Valor autorizado pelo Poder Legislativo. obtida através de projeções atuariais calculadas para um período de 75 anos ou até a extinção do Regime Próprio de Previdência Social. Diferença negativa entre a totalidade do ativo atuarial (receita de contribuições sobre remuneração. Movimentação de dinheiro que passa pelos cofres do Estado Demonstração das entradas e saídas de dinheiro do caixa Avaliação Atuarial Contrato de Gestão Déficit Atuarial Defícit Financeiro (previdenciário) Dotação Orçamentária Empenho Execução Financeira Fluxo de Caixa Sumário . bem como pelas OS. patronal. Estudo técnico elaborado a partir de dados estatísticos. aposentadorias e pensões. e as despesas previdenciárias (aposentadorias e pensões) em um exercício financeiro. e demais legislação previdenciária vigente. Diferença negativa entre a totalidade das receitas previdenciárias. As avaliações atuariais dos RPPS deverão ser elaboradas com observância as normas previstas no anexo I. constante na Lei Orçamentária e em suas alterações.992/99. garantindo a continuidade do pagamento dos benefícios cobertos pelo regime. que servirá de limite para empenhar naquela despesa Fase da despesa pública em que a administração reserva parte da dotação orçamentária para determinado credor. inclusive repasses patronais.TERMO TÉCNICO Amortização EXPLICAÇÃO Pagamento de parte do valor original do empréstimo mais as suas atualizações monetárias. e compensação financeira) e o passivo atuarial (despesas c/ aposentadorias e pensões concedidas e a conceder). que tem por objetivo avaliar o plano de custeio do regime próprio de previdência para que este se mantenha equilibrado. da Portaria MPS nº 4.

Instrumento formal de compromisso firmado entre o Governo e as entidades da adm. pelo menos os benefícios de aposentadoria e pensão por morte previstos no artigo 40 da Constituição Federal. estabelecido no âmbito de cada ente federativo. conforme combinado no contrato Forma de financiamento em que o Estado toma dinheiro emprestado a determinado credor nacional ou internacional. dependendo da nova situação atuarial. Fase da despesa pública em que a administração reconhece a prestação do serviço ou a entrega do bem. por lei. anualmente.TERMO TÉCNICO Incorporação de Ativos Liquidação EXPLICAÇÃO Acréscimos no Ativo não relacionados com a execução do orçamento. que assegure. direta. Instrumento jurídico-formal de compromisso firmado entre o o Governo e as OSCIPs Operação de Crédito Provisão Matemática Previdenciária Receita Corrente Líquida Regime Próprio de Previdência Social Termo de Desempenho Termo de Parceria Sumário . sendo atualizada. para maior ou menor. quando da elaboração de nova avaliação atuarial. calculada a partir de avaliação atuarial inicial. Todas as receitas de natureza corrente menos as transferências constitucionais aos municípios e as duplicidades Sistema de previdência. tais como inscrição e atualização da dívida ativa e recebimento de doações. Esta provisão refere-se ao valor atual da obrigação líquida total do RPPS para com todos os seus segurados e dependentes. a servidor titular de cargo efetivo ou vitalício. resultante da diferença entre as projeções do fluxo de pagamento dos benefícios (aposentadorias e pensões concedidas e a conceder) e do fluxo de entrada de recursos (receitas de contribuições e compensação financeira).

7600 FAX 81 3181-7649 www.pe. Recife/PE CEP 50050-000 PABX 81 3181.Direitos exclusivos desta edição reservados pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco Rua da Aurora. Boa Vista.gov.br Sumário . 885.tce.