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PLENÁRIAS REGIONAIS DE CONSELHOS DE SAÚDE

COORDENADORES ESTADUAIS DA PLENÁRIA DE CONSELHOS DE SAÚDE: •Maria Georgina Pinheiro Martins – Titular •Acataiaçú dos Santos – Suplente Conselho Estadual de Saúde do Maranhão

2009

As Plenárias foram criadas por deliberação do 1º Congresso Nacional de Conselhos de Saúde, que aconteceu em abril de 1995, em Salvador - BA.

pela vinculação orçamentária desses recursos. Em vários momentos. por realização de Conferências de Saúde e. acima de tudo. pelo fortalecimento do controle social. . questões conjunturais e estruturais do setor saúde foram articulados e discutidos nesta instância. Cabe destaque as lutas que ocorreram contra cortes de verbas e por mais recursos para a saúde.Durante todos esses anos foram construídas e fortalecidas por conselheiros de saúde de todo o País.

foi constituída uma Coordenação de Plenária Nacional de Conselhos de Saúde com a finalidade de fazer um intercâmbio entre os Conselhos Municipais. . Estaduais e o Nacional. em 1997.Na IV Plenária Nacional de Conselhos de Saúde. bem como contribuir no encaminhamento das lutas pelo fortalecimento do SUS e do controle social.

analisar obstáculos e avanços da ação dos conselhos de saúde em seus diversos níveis no contexto da conjuntura Distrital e Nacional e propor diretrizes e caminhos para efetivar o controle social do Sistema Único da Saúde do SUS. .A plenária tem como objetivo acompanhar a implantação das deliberações das Conferências de Saúde.

Pacto Pela Saúde no Brasil: O que mudou na visão do Controle Social? .

de 22/02/06 – Portaria GM/MS 204/2007 . 8080/90  Lei nº. 8142/90  Normas Operacionais Básicas – NOB – publicadas em 1991.A DESCENTRALIZAÇÃO NO SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO  Fundamentos jurídicos e normativos:  Constituição Federal de 1988  Lei Orgânica da Saúde nº. 1993 e 1996  Norma de Operacional da Assistência à Saúde – NOAS – publicada em 2001 e republicada em 2002  Pacto pela Saúde – Portaria GM/MS nº 399.

FAZER SUS: TER A OUSADIA DE CUMPRIR E FAZER CUMPRIR A LEI NEM SEMPRE AFIRMADA E GARANTIDA PELAS PORTARIAS E PELA PRÁTICA .

reconhecendo a autonomia dos entes federados articular um novo Pacto Federativo  Promover inovações nos processos e instrumentos de gestão.  Alcançar maior efetividade. . qualificando a gestão. organizando uma rede regionalizada e hierarquizada de ações e serviços.PACTO PELA SAÚDE DESAFIOS DA GESTÃO DO SUS Desafios Desafios  superar a fragmentação das políticas e programas de saúde. eficiência e qualidade da resposta do sistema às necessidades da população.

PACTO PELA SAÚDE PRINCÍPIOS • Respeito às diferenças locais e regionais A diversidade como constitutiva do processo de pactuação e não exceção para modelos prédefinidos. programação e avaliação .(ainda Pendentes no Sistema) de • Qualificação do acesso da população à atenção integral à saúde Redefinição dos instrumentos de regulação. Reforço da organização das regiões saúde.

– Com base nas necessidades de saúde da população/devemos definir as necessidades. • Proposição de um financiamento tripartite. sem forte acompanhamento de CMS) .(ainda há desigualdade de repasses financeiros da União e dos Estados para Municípios e municípios que burlam a aplicação dos 15% de recursos.• Instituição de mecanismos de co-gestão e planejamento regional. • Valorização da cooperação técnica entre os gestores. – Fortalecimento dos espaços e mecanismos de controle social(percebemos que os mecanismos de gestão é que são priorizados).

gov.PACTO PELA SAÚDE 3 DIMENSÕES www.br/dad  Pacto pela Vida  Pacto em Defesa do SUS  Pacto de Gestão .saude.

temporária e sujeita a mudanças conforme o governante de plantão.PACTO EM DEFESA DO SUS  Qualificar e assegurar o SUS como política pública Percebe-se nitidamente que o que vem acontecendo é a visão do SUS como política de Governo.  Repolitização da Saúde como um movimento que retoma a Reforma Sanitária Brasileira .

. • Promoção da Cidadania como estratégia de mobilização social – construir uma agenda positiva do SUS no imaginário popular • Os conselhos e o movimento social devem estabelecer esta Agenda e apresentar à sociedade e ao Poder Público. para além das fronteiras da Saúde.• Não está sendo promovido e estabelecido indicadores para a massificação do SUS.

assim o monitoramento almejado não se efetiva na prática. visando o Controle Social autônomo e desvinculado.PACTO EM DEFESA DO SUS  Ter os conselhos de saúde como espaço estratégico para construção e monitoramento do Pacto pela Saúde Não existe registrado. uma legislação que resgate a Responsabilidade Sanitária dos Gestores. .

• Garantia de financiamento de acordo com as necessidades do sistema • Enquanto não houver compreensão de que os recursos são públicos e devem ser aplicados com ações e serviços de saúde.Devemos definir onde serão alocados. não adianta ter aumento de recursos. .

 Regionalização – Deverá ser estabelecida não com base em Mapas e Geografia e sim conforme a real situação dos municípios. . sua atuação fronteiriça.PACTO DE GESTÃO DIRETRIZES  Descentralização – Não pode significar desresponsabilização. as dificuldades de acesso.

• Financiamento – São poucos os recursos? há devolução dos recursos?Quem é o verdadeiro gestor do Fundo de Saúde? • Planejamento – Inicia-se na base municipal?está sintonizado com o Plano Municipal de Saúde? Prevê um relatório de gestão com Prestação de contas trimestral por meio de audiência pública? .

levou a discussão no Conselho de Saúde correspondente? Quais são os parâmetros utilizados?  Regulação – Esse é um dos principais papeis do Estado.PACTO DE GESTÃO DIRETRIZES  Programação Pactuada Integrada – Quem pactuou. está sendo feito de forma respeitosa e sem eliminar importantes ações assistenciais? .

• Participação e Controle Social – Todos os Conselhos de Saúde conhecem a Portaria GM/MS 3060/2007 e 2588 de 30 de outubro de 2008 – que regulamenta a forma de repasse de recursos para esta e outras atividades e ações? Porque o repasse ainda não está sendo feito Fundo a Fundo? • O Conselho conhece a Resolução do CNS 363/2006 sobre a Educação Permanente para o Controle Social no SUS? .

• Gestão do Trabalho – Como está sendo nossa atuação no combate a precarização do Trabalho em saúde. estabelecido pela Mesa Nacional de Negociação no SUS. vem sendo observados? • Educação na Saúde – As comissões de integração Ensino/Serviço estão sendo implantadas conforme Portaria GM/MS 1996/2007 ? .Cargos e Salários no SUS. de quem é este papel?Os princípios e diretrizes para o Plano de Carreiras.

PACTO DE GESTÃO Avanços  Instituição da assinatura do Termo de Compromisso de Gestão considerando que todos os gestores são plenos na sua responsabilidade .

abre a possibilidade de um novo movimento de pactuação apontando permanente para uma qualificação Temos medo do Estado continuar só passando qualificar atribuições.• Marca a adesão. . mas devemos as permanentemente conselheiras(os) para romper com a lógica de domínio e tratar todos com igualdade de oportunidades.

como eixo estruturante do processo de descentralização • Romper com administrativa a lógica política .PACTO DE GESTÃO Avanços  Regionalização solidária e cooperativa.

são espaços de pactuação.– Reconhecer região de saúde como espaço de produção da saúde em um dado território – organização da rede de atenção e enfrentamento dos problemas coletivos – Colegiados de Gestão Regional – Comissões Intergestores Bipartite ou Tripartite. conforme lei federal 8.142/90 . mas quem delibera são os Conselhos de Saúde.

abraçar a vida e viver com paixão. perder com classe e vencer com ousadia. porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante” Charles Chaplin .“Bom mesmo é ir a luta com determinação.