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ANTHRAX IN CATTLE IN SOUTHERN BRAZIL: 1978-2006

Aluna: Amanda Costa Amorim da Silva Medicina 6º periodo

produz esporos • Possibilidade de crescimento saprófitos não estabelecido • Condições ideais • Flutuam sobre a agua . encapsulada. gram positivo. aeróbica.Introdução • Doença infecciosa altamente fatal • Bacillus anthracis.

Introdução • Uso potencial em guerra biológica e terrorismo • Ameaça a saúde publica • Endêmica em todo o mundo • Controlada em áreas endêmicas mediante vacinação sistemática das espécies mais vulneráveis .

no sul do Rio Grande do Sul. a partir de janeiro de 1978 a março de 2006. Brasil .Objetivo • Relatar os surtos de antraz.

Materiais e Métodos • Revisão dos Registros do Laboratório Diagnostico Regional da UFP. de Janeiro de 1978 a março de 2006 • Espécimes enviados por veterinários ou coletados pelo autor em visita as regiões afetadas • Dados do município e época de ocorrência da doença. Rio Grande do Sul. idade. raça dos animais afetados e uso de vacinas contra o antraz nas fazendas .

Materiais e Métodos • Numerados os surtos de 1 a 10 em ordem cronológica • Dados climáticos na área de ocorrência obtidos pelo INMET-2006 • Esfregaço de sangue e cultura do agente em gelose de sangue de ovino 5% .

Resultados . nos municípios na fronteira com o Uruguai .epidemiológicos • Todos os surtos ocorreram em bovinos na região sul e sudeste do estado.

Resultados .epidemiológicos • Dez focos de antraz identificado das espécimes • 0.2% das espécimes bovinas recebidas • causando 267 mortes em uma população de risco de 6.605 cabeças .

Resultados .epidemiológicos .

epidemiológicos • Cinco surtos ocorreram entre janeiro e março • Três focos entre maio e julho • Dois focos em outubro e novembro .Resultados .

sugerindo a forma superaguda da doença .4 e 8 o gado apresentou a forma aguda da doença • Edema subcutâneo de pescoço e outras regiões do corpo • Dispneia • incoordenação • Anorexia • Temperatura superior a 40ºC e com morte dentro de 6-48 horas • Nos demais focos. foram encontrados mortos.Resultados – sinais clínicos • Nos focos 3.

encontravam se com sangue escuro e não coagulado nos orifícios naturais. apresentando postura típica de “cavalete” .Resultados – Patologia • Gado mortos.

coloração amarelada ou escura . • Baço amaciado e ampliado com aspecto liquido gelatinoso • Fígado moderadamente aumentado.Resultados – Patologia • Necropsia realizada em casos da forma aguda da doença sem suspeita de carbúnculo hemático e com diagnostico prévio de febre da carraça • Graves hemorragias difusas dos tecidos subcutâneos e membranas serosas.

liso. com aparência granular de vidro – 24 a 48 horas de incubação aeróbica a 37ºC . cinzento. seco. lisas. isoladas ou em cadeias • Em ágar sangue. 4-5mm.Resultados – Diagnostico • Esfregaço do sangue demonstra hastes Gram positivas. colônias não-hemoliticas.

Discussão • O numero de focos entre 1978 a 2006 é de baixa importância econômica na região • Ocorrência na região sul e sudeste do Rio Grande do Sul sugere que o gado deva ser cuidado anualmente • A falta de vacinação pode ter sido responsável pela ocorrência de casos primários após a exposição a uma fonte primaria .

Discussão • Aumento no numero de focos relatados também na Argentina e no Uruguai nos últimos 3 anos (2003-2005). sugere outras condições epidemiológicas para esse aumento • Surtos de carbúnculos são frequentes em países tropicais e subtropicais. com elevado índice pluviométrico .

Discussão .

Discussão • Comuns nas grandes mudanças climáticas. sujeitas a inundações e usadas alternadamente para o cultivo de grãos e o pastoreio . sempre com temperaturas acima de 15ºC • A doença ocorreu em terras baixas e planícies.

. Campus Universitário s/n. RS 96010-900.L.P. Laboratório Regional de Diagnóstico.L. Ladeira S. Brazil .Bibliografia • Schild A. Priebe A.S. Anthrax in cattle in southern Brazil: 1978-2006.R.. Pesquisa Veterinária Brasileira 26(4):243-248. 2006.. Soares M. Universidade Federal de Pelotas...B. & Riet-Correa F. Faculdade de Veterinária. Pelotas. Sallis E. Almeida M.V.P.. Schramm R.