You are on page 1of 61

Panorama da

competição mundial:
oportunidades e
ameaças para a
indústria brasileira

Cláudio Marinho
Porto Marinho Ltda.

Oficina Estratégica do Sistema
SEBRAE/Indústria
Qual é o contexto
internacional para a
formulação de
políticas de apoio às
micro e pequenas
empresas no Brasil?
2
A nova geoeconomia global
4
998
Fliplog

997
Africa

995
Americ
Infant survival rate up to 1 (per

as
990
Republic of Korea Arab
1960 countri
1,000 live births)--

es
980 China
970
1960 Asia

950 Europa

900
Brazil
800
1960
India Japan
1911 1920
560
308 1 000 3 000 5 000 10 000 20 000 60 000
GDP per capita in 1995 international dollars Log

1910
1909
1908
1907
1906
1905
1904
1903
1902
1901
1900
1919
1918
1917
1916
1915
1914
1913
1912
1911
1959
1958
1957
1956
1955
1954
1953
1952
1951
1950
1949
1948
1947
1946
1945
1944
1943
1942
1941
1940
1939
1938
1937
1936
1935
1934
1933
1932
1931
1930
1929
1928
1927
1926
1925
1924
1923
1922
1921
1920
2001
2000
1999
1998
1997
1996
1995
1994
1993
1992
1991
1990
1989
1988
1987
1986
1985
1984
1983
1982
1981
1980
1979
1978
1977
1976
1975
1974
1973
1972
1971
1970
1969
1968
1967
1966
1965
1964
1963
1962
1961
1960
O Brasil no Contexto Mundial
Países com área Países com população
> 5 milhões de km2 > 150 milhões

Bangladesh

Rússia Nigéria

EUA Paquistão

Brasil Indonésia
Austrália Índia
China

Japão
Canadá

México
Espanha
França
Países baixos
Itália
Alemanha
O Brasil é um Reino Unido Países com PIB
Coréia do Sul
> USD 600 bilhões
Grande País
Fonte: MIC (Brasil & Parceiros 2005)
National Geographic Brasil, 1/06/2007
13
Será que dá, Brasil?
Expansão da área agrícola brasileira

NORDESTE
NORTE

CENTRO-OESTE

SUDESTE

SUL
Fonte: ANFAVEA, 2004
28
Cidades com mais de 50 mil hab
em 1970

Clélio Campolina Diniz, CEDEPLAR/UFMG
Cidades com mais de 50 mil hab em 2000

Clélio Campolina Diniz, CEDEPLAR/UFMG
Aglomerações com mais de 1
milhão hab em 2000

Clélio Campolina Diniz, CEDEPLAR/UFMG
Microrregiões com mais de 5 mil emp
ind em 2002

Clélio Campolina Diniz,
Clusters, APLs….
Competição internacional
de regiões, de clusters
em cadeias de valores
globais, em que a
inovação é cada vez mais
o fator determinante da
competitividade das
empresas 34
A territorialização da
política industrial
através dos APLs
resgata a política de
desenvolvimento
seqüestrada pelos
macroeconomistas – e o
Sebrae tem tudo a ver
com esse resgate. 43
Pernambuco: Centros
Tecnológicos e Arranjos
Produtivos Locais
Centros Tecnológicos: uma estratégia de
difusão tecnológica orientada para
clusters econômicos
Atração de Investimento

Novos Produtos e Processos Novos Negócios

Transferência Propriedade Incubação de Parques
de Tecnologia Intelectual Empresas Tecnológicos

Inovação Tecnológica Empreendedorismo

Educação Profissional

Infra-estrura e Suporte: Telecomunicações, Internet, Espaço para
Capacitação, Educação a Distância, Laboratórios Específicos,
Incubadoras, Escritório de Negócios, etc.
Cluster de Artesanato
Cluster do Gesso
no Araripe
Cluster de Design
Agências Estaduais: Sindicato e
AD-DIPER, Associações:
FACEPE,
Centro Equipamentos de CONDEPE, etc.
SIDUGESSO, etc.

Tecnológico Mineração

Sondagem

Mineradoras Investimento
Tecnologia
Explosivos e Outros
e Atração de Investimento
Artesanato de Gesso

Processos
Insumos
Design de
Empreendimentos
Novos P roduto s e Processos Novos Negócios

Transferência Propriedade Incubação de Parques
Argila de Capeamento e de Tecnologia Intelectual Empre sa s Tecnológico s Componentes de Gesso
Produtos Derivados Inovação Tecnológica Fabricas de
Empreendedorismo

Componentes
Educação Básica e Técnico-
Marketing e Relações
profissionalizante
Públicas
Design, rótulos e
Infra-estrura e Suporte: Telecomunicações, Internet, Espaço para
Ensino
embalagem
Profissionalizante
Capacitação, Educação a Distância, Laboratórios Específico s,
Incubadoras, Escritório de Negócio s, etc.
Moldes e Máquinas
Calcinadoras Especializadas
Laboratórios para Normas
Análise do Gesso
Oportunidades Técnicas Aplicadores

Fornos, Equipamentos
e Manutenção Industrial
P&D, Educação: Normas Técnicas,
ITEP, Qualidade e
Universidades, Certificação
SENAI, etc.

Gargalos
Cluster de Metalurgia, Cluster da Construção Civil
Equipamentos e
Manutenção Industrial
Clusters Horizontais: Informática,
Telecomunicações, Transporte e
Logística
Centro Tecnológico da Moda - Caruaru
Centro Tecnológico do Gesso - Araripina
Porto Digital

to da nova economia digital de Pernambuco
Porto Digital

102 empresas instaladas

+3.000 postos de trabalho em TIC e áreas
afins

O maior parque tecnológico urbano do
Brasil

Governança corporativa do APL

Responsabilidade social coletiva

Pernambuco
Desenvolvimento de uma Agenda Estratégica
para o Setor de “IT Off-shore Outsourcing”

Relatório final

Brasília, 24 de novembro de 2005
Perfil dos parques tecnológicos brasileiros

Principais parques tecnológicos do Brasil
Parque de Uberaba Porto Digital de Recife
No de Empresas: 48 No de Empresas: 86
Faturamento: ~R$ 40 MI Faturamento: R$ 240 Mi
Foco: Biotecnologia, Energia, Foco: Software
TI Universidade: UFPE
Universidade: Uniube
Parque de Alta Tecnologia
de São Carlos
No de Empresas: 70
Faturamento: N/A Parque do Rio
Foco: Tecnologia em geral No de Empresas: 16
Universidade: UFScar Faturamento: R$ 60 Mi
Parque Tecnológico Foco: TI, Meio ambiente e
Alfa de Florianópolis Petrópolis Tecnopólis
Energia
No de Empresas: 37 No de Empresas: 52
Universidade: UFRJ
Faturamento: R$ 40 Mi Faturamento: N/A
Foco: Tecnologia Foco: Tecnologia
Universidade: UFSC Universidade: Universidade
Católica de Petrópolis

Conceito de parques tecnológicos
Parque Tecnológico
Pólos e Parques tecnológicos devem possuir quatro da PUC-RS
Pólo de Informática
características principais: de São Leopoldo No de Empresas: 22
• Formar um aglomerado de empresas em diferentes estágios No de Empresas: 25
Faturamento: N/A
Foco: TI, Energia e
de desenvolvimento Faturamento: 130 Mi Biotecnologia
• Estar integrado a uma instituição de ensino e pesquisa Foco: Software Universidade: PUC
• Participar de projetos de inovação conjunta empresas- Universidade: Unisinos
universidade
Nota: Outros Pólos de Tecnologia importantes são os de: Campinas, São José dos Campos, Campina Grande, Brasília e Londrina.
• Possuir
Fonte: estrutura
ANPROTEC, organizacional
Entrevistas sem fimdos
a líderes/membros lucrativo
parques no Brasil, Sites dos parques; análise A.T. Kearney
55/10056/dtp © Copyright 2005, A.T. Kearney. All rights reserved 55
PROAPL - PE
Programa de Apoio à Competitividade dos
APLs em Pernambuco
Programa:
 BR-L1020: Produção e Difusão de Inovações para a
Competitividade de Arranjos Produtivos Locais – APLs (Clusters) em
Pernambuco

Pernambuco
Tipo Inovação
BID ($) $ 10 M
Local (US $) $ 6.7 M
Contraparte Governo do Estado (SECTMA): $ 1.7 M - Sebrae-PE: $ 3.0 M e
Execução 30 meses
Gesso
Confecçoes
Vinho, uva e derivados
APLs TIC-Tecnologia da Informação e Comunicação
Produção Cultural
Leite e derivados
Caprinovinocultura
PROAPL - PE
Programa de Apoio à Competitividade dos
COMPONENTE 1
APLs em Pernambuco
Desenvolvimento de Modelo Público-Privado de Apoio à Melhoria de
Competitividade de APLs;

• Diagnóstico e Plano de Ação para melhoria da competitividade dos APLs de TIC,
Produção
Cultural, Laticínios, Caprino-ovinocultura e Vinho, Uva e Derivados concluídos até o
final do 1º Ano do programa;
• Diagnóstico do uso e necessidades da TIC nos APLs, até o final do 1º.ano do
programa;

COMPONENTE 2
Implementação de Planos de Melhoria da Competitividade de APLs

• Executar as ações do Plano de Ação para a melhoria da competitividade do APL do
Gesso financiadas pelo programa, ao longo dos 3 (três) anos de sua execução.
Focando os projetos em melhoria da:

2) Governança
3) Capital Humano
4) TIB e Inovação
5) Infra-Estrutura
6) Meio-ambiente e desenvolvimento social
7) Mercado e Exportações
PROAPL - PE
Programa de Apoio à Competitividade dos
APLs em Pernambuco
COMPONENTE 3
Implementação de Aplicações Estratégicas de Tecnologia de Informação e
Comunicação para
APLs; e

• Estruturação dos recursos para atendimento e suporte de TIC aos APLs, segundo demanda do
diagnóstico, até o final do 1º.ano;

• Concepção e Desenvolvimento da arquitetura de aplicações do CRP - Cluster Resources
Planning, até o final do 2º.ano;

COMPONENTE 4

Sistema de Acompanhamento e Avaliação e de Identificação e Divulgação das
Lições Aprendidas do Programa.
• Implementação e implantação do modelo, sistemas e práticas de monitoramento até o final do
9º.mês do programa
Estrutura executiva - PERNAMBUCO

Mutuário
ESTADO DE PERNAMBUCO
B
Direção Estratégica
I CONSELHO GESTOR
SECTMA, SEBRAE PE, FIEPE E ITEP

D
COORDINAÇÃ0 E ADMINISTRAÇÃO GERAL TÉCNICA E FINANCEIRA
UNIDADE GESTORA DO PROGRAMA
–UGP (ITEP) O
U
T
R
A
S
PARCEIROS CO
E
- XECUTORES
E
SEBRAE PE- FIEPE
G N
T
I
D
L A
ENTIDADES DEGOBERNANÇALOCALAPL’S (CDTS) D
E
P S
1 2 3 4 5 6 7
O que o Sebrae pode fazer
mais?
• Pode aprofundar os estudos das
cadeias de valor globais para
identificar aquelas em que o Brasil
ainda tem chance de engatar
• Pode identificar os APLs mais
competitivos e em condições de
upgrade funcional em cadeias de
valor globais
• Pode ajustar a política de capacitação
empresarial das MPEs a esse novo
quadro, passando para uma segunda
Cláudio Marinho
cmarinho@gmail.com
www.scribd.com/people/view/1207
6