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Gestão da Manutenção
Estudo das Falhas Sistema de Tratamento de Falhas (FMEA)

Profª Ana Maria Bueno

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Introdução as falhas

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Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos

DEFINIÇÃO DE FALHA o Segundo a Norma NBR 5462-1994, “a falha é o término da capacidade de um item de desempenhar a função requerida. É a diminuição total ou parcial da capacidade de uma peça, componente ou máquina de desempenhar a sua função durante um período de tempo, quando o item deverá ser reparado ou substituído. A falha leva o item a um estado de indisponibilidade.”

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Profª Ana Maria Bueno . o Entretanto o equipamento pode estar funcionando numa velocidade menor do que quando era novo ou estar produzindo produtos defeituosos.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos DEFINIÇÃO DE FALHA o Existem duas condições extremas possíveis para um equipamento: o Em perfeitas condições de funcionamento. o Completamente quebrado.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos POR QUE AS FALHAS OCORREM? o Existem muitas causas possíveis para as falhas nos equipamentos. Profª Ana Maria Bueno . o Uso inadequado. De forma simples existem três grandes categorias: o Falta de resistência. o Manutenção inadequada.

as falhas resultarão da aplicação de esforços normais – que os equipamentos não foram projetados para suportar. Profª Ana Maria Bueno . o Neste caso.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos POR QUE AS FALHAS OCORREM? o A falta de resistência é uma característica do próprio equipamento e resulta de deficiências de projeto. erros na especificação de materiais. deficiências nos processos de fabricação e montagem.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos POR QUE AS FALHAS OCORREM? o O uso inadequado significa a aplicação de esforços que estão fora da capacidade do equipamento e pode resultar de erros durante sua operação. o A manutenção inadequada significa que as ações preventivas para evitar a deterioração dos equipamentos são insuficientes ou não estão sendo corretamente tomadas. Profª Ana Maria Bueno .

o Uma falha ocorrerá sempre que a resistência cair abaixo dos esforços a que o equipamento estiver submetido. esta deterioração diminui a resistência do equipamento. o Ao longo do tempo. Profª Ana Maria Bueno . todos os equipamentos estão sujeitos a um grande número de esforços que provocam sua deterioração.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos POR QUE AS FALHAS OCORREM? o Assim que entram em operação.

causando a diminuição de sua resistência. resultando em falha no equipamento. causando aumento do esforço. Falha por projeto deficiente do equipamento. Falha por operação incorreta do equipamento. pois a resistência e o esforço foram incorretamente avaliados As áreas hachuradas indicam que o esforço (E) ultrapassou a resistência (R). Profª Ana Maria Bueno . Não ocorrem falhas.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos A relação entre Esforço e Resistência O projeto do equipamento está correto. pois o maior esforço é menor que a resistência mais baixa. Falha por manutenção deficiente do equipamento.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos o OS MODELOS DE FALHA o A frequência de ocorrência de falhas para um equipamento pode variar de três maneiras diferentes. o Ex: esforços excessivos devido a sobrecargas acidentais. o Frequência constante: é a característica do equipamento cujas falhas são causadas por eventos aleatórios. resultando na aplicação de esforços que excedem a resistência intrínseca do equipamento. erros de manutenção e operação ocorrem numa razão mais ou menos constante. Pode ser constante. crescente ou decrescente. Profª Ana Maria Bueno . ou seja a probabilidade de tais ocorrências não tende a variar a medida que o equipamento envelhece.

implicando a substituição dos componentes e peças por outros mais confiáveis. que estão sujeitas a esforços cíclicos e repetitivos ou que entram em contato direto com a matéria prima. A probabilidade de falha aumenta à medida que o equipamento envelhece. Ocorrem principalmente com as partes dos equipamentos que se deterioram com o tempo. o Probabilidade de ocorrência decrescente: é característica de equipamentos cuja confiabilidade intrínseca aumenta com o tempo.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos o OS MODELOS DE FALHA o Probabilidade de ocorrência crescente: é típica de situações de fadiga de materiais. como no caso da introdução de melhorias nos equipamentos. Profª Ana Maria Bueno . corrosão ou desgaste.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos o O efeito combinado destes três modelos de falha dá origem a um modelo típico de falhas conhecido como a curva da banheira. Profª Ana Maria Bueno .

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é possível reduzir a frequência de ocorrência de falhas no início da operação dos novos equipamentos. Profª Ana Maria Bueno .UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos o Colocando em prática o método de prevenção de manutenção.

Profª Ana Maria Bueno . instalação e manutenção. fabricação. Algumas medidas podem reduzir ou até mesmo eliminar esse tipo de ocorrência: o Melhorar continuamente o projeto dos equipamentos – eliminando na origem as causas fundamentais das falhas. por meio da implantação de sistemas de garantia da qualidade. o Melhorar a qualidade da fabricação e instalação dos equipamentos.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos o Na prática essas ocorrências de inicio de operação são causadas por problemas de projeto. o Iniciar o treinamento dos operadores e técnicos de manutenção com antecedência para evitar erros de operação e manutenção no período inicial de funcionamento do equipamento.

o Muitas falhas não estão relacionadas com aspectos materiais e podem ser encontradas em atitudes e habilidades das pessoas – quando não são cumpridos os procedimentos padrão de manutenção e operação. Resultando em “falhas induzidas pelas pessoas”. Profª Ana Maria Bueno .UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos o AS CAUSAS FUNDAMENTAIS DAS FALHAS o As falhas nos equipamentos raramente possuem uma única causa fundamental – geralmente são causadas pela intervenção de várias causas fundamentais menores.

tentando prever as “falhas induzidas pelas pessoas”. a supervisão e o moral. principalmente o treinamento. Profª Ana Maria Bueno . o Os aspectos humanos devem ser levados em conta no projeto de novos equipamentos. mas a sua probabilidade de ocorrência pode ser afetada por vários fatores.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos o AS CAUSAS FUNDAMENTAIS DAS FALHAS o “Confiabilidade humana” – este termo é utilizado em situações em que as pessoas afetam a segurança e confiabilidade dos equipamentos. o Os erros humanos podem ser difíceis de quantificar.

o Sujeira.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos o AS CAUSAS FUNDAMENTAIS DAS FALHAS o Algumas categorias de causas fundamentais de falhas que são encontradas num grande número de empresas: o Lubrificação inadequada. o Folgas. o Todas as pessoas que trabalham com manutenção devem desenvolver sua capacidade de investigar as causas em várias dimensões. o Operação incorreta. (observação no local e um melhor conhecimento dos mecanismos por trás das falhas) Profª Ana Maria Bueno . objetos estranhos e condições ambientais desfavoráveis.

o Essas técnicas variam desde simples inspeções visuais até inspeções com o uso de aparelhos mais sensíveis e sofisticados.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Entendendo como ocorrem as falhas nos equipamentos o CONCEITO DE FALHA POTENCIAL o Muitas falhas não ocorrem repentinamente. Profª Ana Maria Bueno . mas se desenvolvem ao longo do tempo. o Outro período desde o aparecimento do sinal da falha até sua ocorrência. são identificados dois períodos de tempo: o Entre uma condição normal até o aparecimento de um sinal da falha. o Exemplo: ocorrência de uma trinca pode não comprometer o funcionamento do equipamento durante um tempo mas no caso de vazamento de combustível pode provocar um incêndio.

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muitos departamentos de manutenção se tornaram especialistas em “correr atrás dos problemas” depois que eles ocorrem. o Como consequência. muito do trabalho ainda tem girado em torno da ocorrência de falhas nos equipamentos.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas o No dia a dia dos departamentos de manutenção em várias empresas. Profª Ana Maria Bueno . o Pode-se dizer que estes departamentos de manutenção se aprisionaram em um círculo vicioso de falhas e se sentem incapazes de encontrar uma saída.

Profª Ana Maria Bueno . que precisa de tratamento adequado para que não volte a ocorrer. o que permite tomar todas as contramedidas necessárias para bloquear estas causas e evitar a reincidência da falha. o O princípio básico para a eliminação definitiva de qualquer falha nos equipamentos é a identificação precisa das suas causas fundamentais. o Quando esse princípio não é plenamente entendido fecha-se o círculo vicioso das falhas.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas o Toda falha é sempre um acontecimento indesejável e deve ser considerado uma situação anormal.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas O círculo vicioso das falhas Profª Ana Maria Bueno .

com o único objetivo de retornar o equipamento ás condições de operação o mais rapidamente possível. Profª Ana Maria Bueno . remover o sintoma significa tomar somente uma AÇÃO CORRETIVA. o Neste contexto.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas o Tradicionalmente a atuação de muitos departamentos de manutenção tem se limitado somente à eliminação dos sintomas da falha.

o mais rápido possível – visa simplesmente a remoção do sintoma. Ação de bloqueio da causa fundamental: em seguida é preciso tomar contramedidas para bloquear as causas fundamentais da falha.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas O que fazer diante da falha? o Quando o equipamento falha e a produção é interrompida. o Ação planejada e deve ser viabilizada por meio do 5W1H. para evitar sua reincidência. existem dois tipos de ação que devem ser tomadas: o Ação corretiva: reparo imediato do equipamento. o Profª Ana Maria Bueno .

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Sistema de tratamento de falhas

o ROMPENDO O CÍRCULO VICIOSO DAS FALHAS o Para romper o círculo vicioso das falhas nos equipamentos é preciso colocar em prática um método de tratamento de falhas nos equipamentos;

o Um sistema de tratamento de falhas é uma estrutura de gerenciamento de informações sobre falhas e das ações subsequentes; o Cada empresa deve elaborar os procedimentos operacionais padrão, detalhando o 5W1H (O que, por que, quando, onde, quando e como) para cada uma das seguintes etapas do macrofluxograma do sistema de tratamento de falhas.
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Sistema de tratamento de falhas

o Macrofluxograma do Sistema de Tratamento de Falhas

Busca das causas fundamentais

A identificação das causas fundamentais deve ser seguida do estabelecimento das contramedidas

Plano de ação 5W1H

Ciclo PDCA para melhorias
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Sistema de tratamento de falhas

Detecção e relato das falhas o o Relatar falha é algo muito tarde; O operador deve ser treinado para detectar e relatar principalmente os sinais das falhas – devem manter ligados seus sentidos (visão, audição, olfato e tato). Quando operador detecta uma anomalia ou uma falha, a etapa seguinte é contatar a equipe de manutenção e solicitar o reparo do equipamento o mais rápido possível.

o

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UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas Como tomar ações corretivas confiáveis o É fundamental que as ações corretivas sejam confiáveis. o Profª Ana Maria Bueno . pois reparos mal realizados ou incompletos podem comprometer todo esforço de buscar e bloquear a causa fundamental das falhas. Uma das maneiras de avaliar as ações corretivas é medir o tempo gasto para reparar os equipamentos . Este tempo é o decorrido entre a falha e o término do reparo.

Em seguida as equipes de manutenção dão continuidade a investigação. o Neste processo de investigação das causas fundamentais. Profª Ana Maria Bueno . o que contribui para a redução do tempo de reparo.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas Como buscar as causas fundamentais das falhas o o Conhecer os fatores que levam a ocorrência de falhas significa romper o círculo vicioso das falhas. as ferramentas mais importantes são o conhecimento técnico e a observação direta. A investigação inicial das causas fundamentais é feita pelo operador da produção.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas Como buscar as causas fundamentais das falhas o Esta observação é feita utilizando o “Princípio dos 3 Gen”: que significa ir ao local da ocorrência (Genba)... observar o equipamento (Genbutsu) e o fenômeno (Gensho)... as regulagens e trocas estão sendo feitas de acordo com os critérios estabelecidos?. o Os principais aspectos a serem observados na busca das causas fundamentais são: o o Padronização da Manutenção (Existem padrões de inspeção? A periodicidade e os critérios de inspeção estão definidos?..) Cumprimento dos padrões de manutenção (As inspeções.) Profª Ana Maria Bueno .

.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa o o o o Condições de Operação dos equipamentos (Existem procedimentos padrão para operar os equipamentos – manual de operações?) Ambiente de operação dos equipamentos (O ambiente de operação dos equipamentos é favorável?) Evidências das peças danificadas (As especificações dos equipamentos estão disponíveis?) Outros (erro na compra de peças de reposição? As condições de manuseio e armazenamento das peças de reposição são favoráveis?.) Profª Ana Maria Bueno ..

é necessário elaborar um plano de ação e verificar seu correto cumprimento.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas Estabelecendo Contramedidas o Para estabelecer contramedidas corretas e eficazes. Para garantir a implementação das contramedidas. o o As contramedidas devem ser elaboradas de modo a eliminar as causas fundamentais de maneira definitiva. (reuniões de acompanhamento) Profª Ana Maria Bueno . dentro dos prazos determinados. é preciso identificar corretamente as causas fundamentais das falhas.

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UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas Introduzindo melhorias o A atuação de muitas equipes de manutenção tem se limitado somente a eliminação dos sintomas de falha. tornando melhores do que antes. Profª Ana Maria Bueno o o . Esta prática ainda é comum em algumas empresas. visando apenas o retorno do equipamento as condições de operação sem demora com mínimos prejuízos com as paradas de produção. Este é o princípio da melhoria contínua. ou “kaizen” dos equipamentos. É importante que as equipes de manutenção se habituem a introduzir melhorias nos equipamentos como resultado da ocorrência de falhas.

8 Profª Ana Maria Bueno .UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas Introduzindo melhorias Colocar figura 4.

o Não existe um padrão para o registro de falha que possa ser usado para qualquer tipo de empresa em qualquer situação. é preciso reverter todas as informações existentes sobre as falhas a analisálas cuidadosamente.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas Como fazer o Registro das falhas o Para romper o círculo vicioso das falhas. de acordo com as suas necessidades. Tendo em vista a facilidade de coleta e as informações realmente necessárias. Profª Ana Maria Bueno . Cada empresa deve elaborar o seu próprio formulário.

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é necessária a revisão pelos supervisores e gerentes do departamento de manutenção no menor prazo possível. Profª Ana Maria Bueno o o .UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas Como fazer o Registro das falhas o o Os relatórios de falha devem ser preenchidos pelos técnicos de manutenção. Dependendo da gravidade o mesmo é encaminhado para os supervisores e gerentes de acordo com a gravidade da influência da falha na produção. Logo após a abertura de um Relatório de falha pelos técnicos de manutenção. Pode se definir “filtros” para revisão dos relatórios (exemplo: todas as interrupções abaixo de quinze minutos serão tratadas no nível técnico de manutenção e não precisam ser relatadas para os níveis superiores).

Profª Ana Maria Bueno . A periodicidade da análise depende da frequência de ocorrência das falhas. Devem ser traçados gráficos de Pareto para a visualização da frequência de reincidência das falhas nos diversos equipamentos sob os seguintes aspectos: o o Número de ocorrências (quantidade de relatórios emitidos) por equipamento e tipo de falha Tempo de parada por equipamento e tipo de falha o Os dados para esta análise são extraídos dos relatórios de falha.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas Analisando os Dados de Falhas o o o A análise dos dados de falhas é feita utilizando os registros de falhas acumulados ao longo do tempo.

o Profª Ana Maria Bueno .UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas Identificando os Problemas Crônicos e Prioritários o o Quais falhas devem ser prioridade para o Giro PDCA de Solução de Problemas? Existem duas alternativas: observando os gráficos de pareto. podemos optar pelas falhas que resultaram em maior número de ocorrências ou naquelas que resultam em um maior tempo de interrupção da produção. Esta análise depende do ponto de vista sob a qual as falhas são analisadas.

13 Profª Ana Maria Bueno .UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Sistema de tratamento de falhas Figura 4.

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Atividade Proposta APS 1 : Sistema de Tratamento de Falhas Parte I • Seleção e descrição do processo produtivo. • Identificação e Análise de falha. • Elaboração do Relatório de falha: descrição da falha; ações corretivas; investigação das causas fundamentais (observação e métodos dos pqs); ações de bloqueio (5W1H);

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FMEA
Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha)

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FMEA
Análise de Modo e Efeitos de Falha É um processo sistemático para avaliação dos modos de falhas e causas associadas ao processo ou projeto de um produto ou sistema. FMEA pode ser resumida nos seguintes tópicos: 1 – Identificação das falhas potenciais. 2 – Determinação dos efeitos potenciais. 3 – Determinação das causas potenciais. 4 – Implantação de ação corretiva.

problemas ou erros potenciais ou conhecidos do sistema. processo e/ou serviço antes que eles cheguem ao usuário. • Um FMEA propriamente conduzido fornece informações auxiliares na redução do risco operacional de sistemas e para evitar que falhas/erros cheguem ao usuário. Profª Ana Maria Bueno .UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa FMEA • Técnica utilizada para definir. projeto. identificar e eliminar falhas.

– ocorrência (frequência) e – facilidade de detecção. Profª Ana Maria Bueno . – gravidade.Método sistemático p/ analisar todas as maneiras em que falhas podem ocorrer • Falhas analisadas quanto a: – efeito. • FMEA identifica ações corretivas que previnam a ocorrência de falhas.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa FMEA .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Tipos de FMEA Existem dois tipos de FMEA: FMEA de projeto é uma metodologia disciplinada para analisar e documentar o processo de desenvolvimento de produto. FMEA de processo o foco do processo de desenvolvimento é na eliminação de causas de variação para obter consistência na execução do processo. realizada pela equipe de desenvolvimento do projeto. .

– Quando da modificação de proj/prod já existentes. . p.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Quando iniciar o FMEA • Assim que informações sobre o sistema.ex. estiverem disponíveis (através. produtos. de QFD ou pesquisa de mercado) • Mais especificamente: – Quando do desenho de novos projetos. etc.. processo. – Quando da melhoria de proj/prod já existentes.. etc.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Quem conduz o FMEA? •Equipe: – específica para cada projeto – multidisciplinar • Condução do FMEA por um único indivíduo pode levar a informações incompletas e avaliações tendenciosas. .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Tabela da FMEA .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Quem conduz o FMEA .

o FMEA consiste na determinação das prioridades .UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Interpretação da FMEA • O objetivo do FMEA é identificar e prevenir problemas potenciais e/ou conhecidos antes que eles cheguem aos usuários • Problemas têm diferentes prioridades • Em sua essência.

• Componentes avaliados usando escalas quantitativas . •Detecção (D) – capacidade de detectar a falha antes que ela chegue ao usuário. •Severidade (S) – gravidade (em termos de efeito) da falha.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Componentes que definem a prioridade de uma falha •Ocorrência (O) – é a frequência de incidência da falha.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Objetivos da FMEA A FMEA consiste de um procedimento indutivo e que tem como principais objetivos: A priorização dos riscos envolvidos. como objeto de análise. A identificação das falhas em potencial ou formas de mal funcionamento de cada componente da função. A avaliação de ações corretivas que eliminem as causas ou reduzam os efeitos dessas falhas ou formas de mal funcionamento. A determinação de suas consequências. efeitos ou riscos envolvidos. . A documentação do processo de análise. produto ou processo.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Exemplo de FMEA Espessura inadequada da camada de proteção CAUSA DA FALHA Oxidado MODO DA FALHA Aparência degradada EFEITOS DA FALHA 59 .

Identifica Modo de Falha 3. Estima Ocorrência 7. Determina Severidade 5. Identifica Método de Controle 8.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Fluxo de execução da FMEA 1. Avalia Efeitos 4. Identifica Causa 6. Determina Detecção 9. Toma Ações Corretivas . Calcula NPR Prioriza 10. Define Produto 2.

. Definir processo: • funções e características do produto/processo • Descrever o produto e seu projeto ou o processo e suas operações. fluxogramas e outras técnicas gráficas.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Etapas para aplicação da FMEA 1. • Incluir cada elemento significante que é provável de falhar. • Identificar o propósito ou função de cada componente ou operação. • Usar diagramas funcionais (blocos). desenhos de projetos.

. tipos de falhas potenciais para cada função. controles atuais. 3. causas possíveis da falha. efeitos do tipo de falha. Identificar Modos de Falhas em Potencial Fase em que o grupo de trabalho discute e preenche o formulário FMEA de acordo com os passos abaixo: 1.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Etapas para aplicação da FMEA 2. 2. 4.

1 Tipos de falhas potenciais para cada função O modo de falha é uma demonstração de nãodesempenho ou não-conformidade com a especificação de projeto/processo.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Etapas para aplicação da FMEA 2. . Questões a serem respondidas são: – Como o processo pode falhar em alcançar as especificações. o que o cliente poderia encontrar que seria sujeito a objeções. – Estando fora das especificações.

3 Determinar a severidade (S) Uma avaliação da gravidade do efeito do modo de falha para o cliente. Estimado em uma escala de 1 a 10. ou – quantia de perda econômica. .UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Modo de Falha 2. – extensão do dano. Avaliado quanto a: – segurança. Redução: somente através de alteração de projeto/processo.

5 hora e 1 hora. Fonte: QS-9000 FMEA . ou o Moderado Conforto/Conveniência inoperável(is). Defeito evidenciado por 50% dos clientes. O cliente final deveria ser sempre consultado. 7 6 5 4 3 2 1 Nenhum Sem efeito identificado. Ou 100% dos produtos podem ter que ser sucateados. Itens de ajuste. mas item(s) de Conforto/Conveniência operável(is) com níveis de desempenho reduzidos. ou veículo/item reparado fora da linha mas não vai para o departamento de reparo. legislação governamental com aviso prévio.5 hora. veículo/item reparado no departamento de reparo com um tempo de reparo entre 0. Ou uma parte (menor que 100%) dos produtos podem ter que ser retrabalhados. Acabamento/Chiado e Barulho não-conformes. Acabamento/Chiado e Barulho não-conformes. Cliente muito insatisfeito. Defeito evidenciado por clientes acurados (menos que 25%). Índice de Severi dade Perigoso sem aviso prévio Índice de severidade muito alto quando o modo de falha potencial afeta a segurança na operação Ou pode pôr em perigo o operador (máquina ou do veículo e/ou envolve não-conformidade com a montagem) sem aviso prévio. Ou pequena inconveniência no operador ou na operação. Ou uma parte (menor que 100%) dos produtos podem ter que ser retrabalhados. Ou 100% dos produtos podem ter que ser retrabalhados. mas com níveis de uma parte (menor que 100%) sucateada. O cliente final deveria ser sempre consultado. Índice de severidade muito alto quando o modo de falha potencial afeta a segurança na operação Ou pode pôr em perigo o operador (máquina ou do veículo e/ou envolve não-conformidade com a montagem) com aviso prévio. Itens de Ajuste. Itens de Ajuste. ou o veículo/item reparado no departamento de reparo com um tempo de reparo maior que uma hora. e uma parte (menor que 100%) ser retrabalhada.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Efeito Critério: Severidade do Efeito Esta classificação é o resultado de quando um modo de falha potencial resulta em um defeito no cliente final e/ou na planta de manufatura/montagem. mas item(s) de podem ter que ser sucateados sem seleção. com um tempo de reparo menor que 0. sem sucateamento. ou o Alto desempenho reduzido. Ou os produtos podem ter que ser selecionados. Critério: Severidade do Efeito Esta classificação é o resultado de quando um modo de falha potencial resulta em um defeito no cliente final e/ou na planta de manufatura/montagem. Acabamento/Chiado e Barulho não-conformes. Ou uma parte (menor que 100%) dos produtos Veículo/item operável. ou sem efeito. 10 Índice de Severidade do Efeito Perigoso com aviso prévio 9 Veículo/Item inoperável (perda das funções Muito alto primárias). Baixo Muito baixo Menor Muito menor Veículo/item operável. sem sucateamento. na linha mas fora da estação. sem sucateamento. Defeito notado pela maioria dos clientes (mais que 75%). na linha e dentro da estação. legislação governamental sem aviso prévio.AIAG . 8 Ou os produtos podem ter que ser selecionados e Veículo/Item operável. Cliente veículo/item reparado no departamento de reparo insatisfeito.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Índice de Severidade .

• Análises adicionais podem ser necessárias para isolar a causa. .UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Etapas para aplicação da FMEA 2. Tentar estabelecer uma lista exaustiva.4 Identificar as causas possíveis da falha • • • Identificar como a falha pode ocorrer Colocar em termos de algo que possa ser corrigido.

cuja consequência é o modo de falha. tempo.alto.tipo. pressão Falta de exatidão dos meios de medição Fechamento / ventilação inadequados Lubrificação inadequada Peça faltante ou montada incorretamente Tolerância inadequada Erro de operação Fadiga Peças defeituosas de fornecedor Induzida pela manutenção . Exemplos de possíveis causas: Torque indevido . descrita em termos de algo que possa ser corrigido ou controlado.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Causa Potencial da Falha Forma pela qual a falha poderia ocorrer. baixo Solda incorreta .

através de alteração de projeto ou processo. • Análises estimadas subjetivamente. Estimar a probabilidade de ocorrência (O) Ocorrência refere-se à probabilidade com que uma causa ou modo de falha venha a ocorrer. . • Análises estatísticas podem ser utilizadas se dados históricos estiverem disponíveis. • Estimado em uma escala de 1 a 10.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Etapas para aplicação da FMEA 3. Redução: prevenindo/controlando causas do modo de falha.

1 por mil peças £ 0.5 por mil peças 0.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Índice de Ocorrência da Falha/Causa Potencial Probabilidade de Falha Muito Alta: Falhas Persistentes Alta: Falhas freqüentes Moderada: Falhas ocasionais Taxas de falha possíveis ³ 100 por mil peças 50 por mil peças 20 por mil peças 10 por mil peças 5 por mil peças 2 por mil peças 1 por mil peças 0.AIAG Índice de Ocorrência 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 .01 por mil peças Baixa: Relativamente poucas falhas Remota: Falha é improvável Fonte: QS-9000 FMEA .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Índice de Ocorrência .

Exemplos: testes.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Etapas para aplicação da FMEA 4. antes do item ser liberado para produção. Identificar os métodos de controle Prevenção: deve prevenir a ocorrência da causa/ modo de falha ou reduzir sua ocorrência Detecção: deve detectar a causa/modo de falha por métodos analíticos ou físicos. testes de protótipos. etc. .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Etapas para aplicação da FMEA 5. e então avalia a probabilidade que o produto continue defeituoso no próximo estágio. Determinar a detecção de um defeito (D) • A probabilidade que os controles correntes do processo irão detectar o modo de falha antes que uma peça ou componente deixe o processo. • Assume que a falha ocorreu. • Ordenar na escala de 1 (quase certamente detectável) a 10 (não há maneira de detectar a falha). Redução: melhorando o planejamento do controle de projeto (atividades de validação/verificação). .

Medição C. ou em medições do tipo passa/nãopassa feitas em 100% das peças depois que deixam a estação. ou em operações subseqüentes por múltiplos níveis de aceitação: fornecer. Peças discrepantes não podem ser feitas porque o item foi feito a prova de erros pelo projeto do processo/produto. x 5 Tipos de Inspeção: A. Não pode passar peça discrepante. x x x 2 Quase Controles certamente certamente detectarão. Controle é alcançado somente com dupla inspeção visual. Detecção de erros na estação (medição automática com dispositivo de parada automática). Não pode aceitar peça discrepante. x x 4 Alta Controles têm boas chances para detectar. x x 3 Muito alta Controles quase certamente detectarão. Controle é alcançado com métodos gráficos. tais como CEP (Controle Estatístico do Processo). Detecção de erros na estação. Controle é alcançado somente com inspeção visual. Detecção de erros em operações subseqüentes. OU medições feitas na preparação de máquina e na verificação da primeira peça (somente para casos de preparação de máquina). Baixa Controles podem detectar. Inspeção Manual Moderadam Controles têm boas ente alta chances para detectar. 1 . x x x x x x Moderada Controles podem detectar. Controles provavelmente não irão detectar. Controles têm pouca Remota chance de detecção. instalar. Controle é baseado em medições por variáveis depois que as peças deixam a estação. Prova de Erro B. selecionar. Índice de Detecção 10 9 8 7 6 Índice de Detecção Causa/Falha potencial Certeza absoluta da não detecção.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Tipos de Inspeção A B C Detecção Quase impossível Muito remota Critério Faixas Sugeridas dos Métodos de Detecção Não pode detectar ou não é verificado. verificar. Controle é alcançado somente com verificação aleatória ou indireta. Controles têm pouca Muito Baixa chance de detecção.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Índice de Detecção .

Ordenar o NPR do maior para o menor. Calcular o número de prioridade de risco (NPR) É o produto de Severidade (S). .UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Etapas para aplicação da FMEA 6. Probabilidade de Ocorrência (O) e Detecção de um defeito (D). • NPR= O x S x D A amplitude é de 1 a 1000 com o maior número sendo o modo de falha mais crítico.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa NPR: Número de Prioridade de Risco • NPR = índice de severidade * índice de ocorrência * índice de detecção •Falhas devem ser analisadas sempre que tiverem NPR > 50. Assim. . 1000 -950 = 50. •Lógica de determinação do ponto de corte: – deseja-se atuar sobre 95% das falhas apontadas no FMEA. – O valor máximo de RPN é (10 x10 x10) = 1000. – 95% de 1000 é 950. 50 é o ponto de corte para análise.

. Podem reduzir os índices de: Severidade => revisão do projeto. nesta ordem. através de revisão de projeto. Ocorrência => remoção ou controle de uma ou mais causas/mecanismos do modo de falha.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Ações Recomendadas Quando a severidade for 9 ou 10. Detecção => aumento no número de ações de validação/verificação do projeto (ação indesejável. pois não aborda severidade e ocorrência). a ocorrência e a detecção. desconsidera-se o NPR e assegura-se que o risco seja abordado através dos controles de projeto ou ações corretivas/preventivas. com a intenção de reduzir a severidade. Só então deve-se abordar outros modos de falha.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Fluxograma do FMEA Profª Ana Maria Bueno .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Preenchimento da tabela do FMEA Profª Ana Maria Bueno .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Profª Ana Maria Bueno .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Profª Ana Maria Bueno .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Profª Ana Maria Bueno .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Profª Ana Maria Bueno .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Profª Ana Maria Bueno .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Profª Ana Maria Bueno .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Profª Ana Maria Bueno .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Profª Ana Maria Bueno .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Profª Ana Maria Bueno .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Profª Ana Maria Bueno .

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Profª Ana Maria Bueno .

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Projeto de um ventilador p/ automóveis.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Exemplo de FMEA de Projeto . Profª Ana Maria Bueno .

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Ajuda na 4 Adicionar Laboratório teste A1 acelerado de 28/10/2006 corrosão em 72 Conduzir um DOE para Engenharia Espessura da 25/10/2006 cera 140 Procedimento Engenharia DOE mostra 25% da variação na 6 espessura especificada é aceitável 2 2 24 . e Prazo Resultado das Ações S D Ações O e e Tomadas c v t N P R Vida deteriorada da porta Cobertura de principalmente cera por: Aparência insuficiente insatisfatória 4 sobre a de ferrugem superfície com o passar especificada do tempo. 4 temperatura muito baixa. no processo. 4 Certificação do 1 fornecedor Setup 4 16 80 Cera especificada inapropriada 5 Setup de 5 peças. pressão muito baixa. Função da porta prejudicada. fim 2 da execução do estudo 40 Filtro para montagem com B44 Entrada de ar previne entrada 6 de cera pelas extremidades. Teste de spray padrão antes e depois dos 5 períodos inativos Adicionar avaliação da equipe utilizando 180 equipamento de spray e cera especificada 48 Operações de engenharia e montagem 26/10/2006 Corrosão no interior da porta Camada de óxido imprópria. 6 Cabeça do spray entupida: viscosidade muito alta. Respons. Auditoria para certificação 2 Teste de laboratório usando "pior caso" para cera 3 e tamanho do buraco de aplicação.UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Exemplo Função do processo Requisitos Modo de Falha Potencial Efeito(s) Potencial(is) da Falha(s) S e v Causa(s) e O Mecanismo(s) c Potencial(is) o da Falha(s) r Espessura da cera especificada insuficiente Controles Atuais do Processo D e t N P R Ações Recom.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa Atividade Proposta • Com base no Trabalho que vcs estão elaborando do Sistema de Tratamento de Falhas. . elaborar um FMEA para o processo escolhido.

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