Marcel Mauss

(1872Ŵ1930)
A Lradlcão lrancesa
de AnLropoloala
ÞrofŦ Cabrlel CŦ Alvarez
MeLodo LLnoaráflco
Lmlle uurkhelm
1838Ŵ1917
Discípulo de Saint Simon
Formado na École
Normale Supérieure
Da divisão do trabalho
social, 1893;
Regras do método
sociológico, 1895;
O suicídio, 1897;
As formas elementares
de vida religiosa, 1912;
arl Marx
(1818Ŵ1883)
A ideologia alemã, 1845-1846;
Manifesto comunista, 1848
O 18 brumário de Luís
Bonaparte, 1852
Grundrisse, 1857-1858;
O Capital: crítica da economia
política (Livro Ì: O processo de
produção do capital), 1867
Max Weber
(1864Ŵ1920)
A ética protestante e o
espírito do capitalismo,
1904-1905
Economia e Sociedade
Ciência e Política : duas
vocações.
uclen evvŴ8ruhl
(1837Ŵ1939)
oberL PerLz
(1881Ŵ1913)
Lmlle uurkhelm
1838Ŵ1917
lormas elemenLares da vlda
rellalosa Ŵ
lormas elemenLares
laLo soclal
1oLalldade
valores
CaLeaorlas do esplrlLo humano
CrlLlca a anLţ a parLlr de enouvler
e PamellnŦ
CaLeaorlas do enLendlmenLo
W anL (1724Ŵ1804)
uados do senslvel (aprlorl)
W Lspaco
W Lempo
CaLeaorlas do enLendlmenLo
W CuanLldade
W Cualldade
W eacão
W modalldade
W MeLodo
AnaLomla comparada
llloloala
laLo soclal (soclal x soclal)
laLo soclal LoLal
W 1radlcão culLural
CaLeaorlas
W ArlsLóLelesť subsLânclaţ quanLldadeţ
qualldadeţ relacãoţ luaarţ Lempoţ esLadoţ
háblLoţ acão e palxãoŦ
W Classlflcacão
W 1oLalldadeţ espacoţ Lempo
W uádlvaţ pessoaţ Lecnlcas do corpo
W ulrelLa/esquerda
W MorLe
W laLo soclal LoLal
W 1radlcão culLural
W LLnoarafla/LLnoloala
Manuel d´LLhnoaraphle (Marcel
Maussţ 1947)
W Cbservar e classlflcar os
fenômenos soclals
W A Leorla oferece um valor
heurlsLlcoţ de descoberLa
W Cs faLos soclals são de
abordaaem hlsLórlcaŤ os
fenômenos soclals são
ouLro fenômenoţ à luz do
ldeal e da rearaŦ
W LLnoarafla comparada
como comparacão de
faLos e não de culLurasŦ
ulflculdades da enqueLe
eLnoaráflca
W ulflculdades sub[eLlvas
W Þerlao da observacão superflclal
W ulflculdades maLerlals
lalso apelo das lnformacões consclenLes
Colecão e caLaloaacão dos ob[eLosŦ um caLaloao
de encanLamenLos e um dos melhores melos de
consLrulr um caLáloao de rlLuals
Þrlnclplos de observacão
W Lxpor os faLos soclals como são observadosŦ
LvlLar hlpóLeses hlsLórlcas ou ouLras que são
perlaosas e lnuLelsŦ
W MeLodo fllolóalcoŦ Coleclonar as varlanLes e
comparar
W £xoostlvlJoJeŦ -ão neallaenclar nenhum
deLalheŦ (x exŦ na preparacão de uma pocãoţ
noLar a as condlcões de qualldade e as parLes
das ervas máalcas)Ŧ
W -ão só descrever Lodoţ mas proceder a uma
anallse profundaŦ LsLudar a lexlcoaraflaţ as
relacões enLre as classes nomlnals e os
ob[eLosŤ fenômenos [urldlcosţ anlmals
heráldlcosţ eLcŦ lnLerdlcões rlLualsŦ
W Llaborar aráflcos e mapas
W evanLar o parenLescoţ com árvores
aenealóalcasţ com as nomenclaLuras de
parenLescoŦ
MeLodos de observacão
W LnqueLe exLenslva (crlLlca caráLer superflclal)Ŧ
W LLnoarafla lnLenslva
1rôs ou quaLro anos para o esLudo lnLenslvo de
uma LrlboŦ
CrlLlca a carlcaLuras eLnoaráflcas Ŷ esLudos parclalsŦ
Þlano de esLudo de uma socledade
W Morfoloala soclal
W llsloloala soclal
W lenômenos aenerals
W Morfoloala soclal
uemoarafla
Ceoarafla humana
Lecnomorfoloala
W llsloloala soclal
1ecnlcas
LsLeLlca
Lconomla
ulrelLo
ellalão
Clônclas
W lenômenos Cenerals
lnaua
lenômenos naclonals
lenômenos lnLernaclonals
LLoloala coleLlva
MeLodos de observacão
W Mlssão de pesqulsa
W !ornal de rouLe (dlárlo de campo)
W lnvenLárlos
W llchas descrlLlvas
uso e fabrlcacão do ob[eLoţ acompanhado de
anexo foLoaráflco e anexo clnemaLoaráflco (ob[eLo
em movlmenLo)Ŧ
W MeLodo aenealóalco
ÞermlLe remonLar 100 a 130 anos com quaLro
aeracõesţ lncluslve locallzacões aeoaráflcasŦ
Sub aruposţ Lrlbosţ clãsţ fraLrlasŦ
MeLodo aenealóalco conslsLe em desenhar a
aenealoala dos lndlvlduos censadosŦ Cs nomes
dos parenLes e dos allados aparecerá
lmedlaLamenLeŦ Se recuperam as hlsLorlas
lndlvldualsţ os Lermos de parenLescoŦ
Morfoloala Soclal
W uma socledade e um arupo soclalţ aeralmenLe
nomeado por slm mesmo e pelos ouLrosţ mals
ou menos arandeţ pode conLer arupos
secundárloţ no mlnlmo de dolsţ vlvendo
ordlnarlamenLe num luaar deLermlnadoţ com
uma llnauaaemţ uma consLlLulcão e sobreLudo
uma Lradlcão que lhe e próprlaŦ
uma CaLeaorla do LsplrlLo
Pumanoť a nocão de Þessoaţ a de
ºLu"Ŧ
W Marcel MaussŦ 2003Ŧ ºuma caLeaorla do
LsplrlLo Pumanoť a nocão de pessoaţ a de Lu"Ŧ
ln nl–lo e Aott½–loŦ São Þauloť Cosac
Ǝ -alfvŦ ż1938Ž
W A ldela de ºpessoa"ţ do ºLu"ţ como uma das
caLeaorlas do esplrlLo humano que suralu e
cresceu ao lonao dos seculosţ (ou se[aţ não e
lnaLa)Ŧ
W CaLeaorlas do esplrlLo humanoŦ
W ÞonLo de parLldaţ llsLa de caLeaorlas
arlsLoLellcasŦ
W ,ooo (como causalldade)Ŧ
W Côneroţ Lodoţ Lempoţ espacoţ subsLâncla
W ÞreŴlóalco (evvŴ8ruhl)
llŦ C ½etsoo–em e o luaar da
pessoa
W Þueblo Zunl
(lrank PamllLon
Cushlna)Ŧ
LxlsLôncla de um
numero
deLermlnado de
prenomes por
clãŤ deflnlcão do
papel exaLo que
cada um
desempenha na
flauracão do clãţ
e expresso por
esse nome
W -ome do clãţ parLe do LoLemţ hlerarqula
W º(ŦŦŦ) os Lermos de parenLescoţ (ŦŦŦ) são
dlsposlLlvos para deLermlnar a poslcão ou
auLorldade relaLlva como slanlflcados pela
relacão de ldadeţ mals velho ou mals novoţ da
pessoa LraLada ou referlda pelo Lermo de
parenLesco"Ŧ
W SlsLema de ordenamenLo para cerlmônlaţ
rlLualsţ conselhoŦ
W C clã e concebldo
como consLlLuldo
de um nett oomet
Je ½essosţ na
verdade
personaaensŤ eţ por
ouLroţ o papel de
Lodos esses
personaaens e
realmenLe flaurarţ
cada um por sua
parLeţ a LoLalldade
preflaurada do clãŦ
&ma noção de pessoa, do
individuo, confundido com
seu clã mas já destacado
dele, pela máscara, por seu
titulo, sua posição, seu
papel, sua propriedade, sua
sobrevivência e seu
reaparecimento na terra
num dos seus descendentes
dotados das mesmas
posições, prenomes, títulos,
direitos e funções
Mauss, 2003:375.
-oroesLe Amerlcanoť akluLlţ
1lllnaţ Palda
W SlsLema soclal e
rellaloso no qualţ
numa lmensa Lroca
de dlrelLosţ de
presLacõesţ de
bensţ de dancasţ de
cerlmônlasţ de
prlvllealosţ de
poslcõesţ as
pessoas e os arupos
soclals são
slmulLaneamenLe
saLlsfelLos
W vôŴse mulLo
nlLldamenLe comoţ
a parLlr das classes
e dos clãsţ
ordenamŴse as
ºpessoas
humanas"ţ e comoţ
a parLlr desLas
ordenamŴse os
aesLos dos aLores
num dramaŦ
W Mas desLa vezţ o
drama e mals do que
esLeLlcoŦ L rellalosoţ
e ao mesmo Lempo
cósmlcoţ mlLolóalcoţ
soclal e pessoal"
(Maussţ 2003ť376)
W 8asLa maLar seu
possuldor Ŷ ou
apoderarŴse de um
dos aparaLos do
rlLualţ vesLesţ
máscarasŴ para
herdar seus nomesţ
seus bensţ seus
caraosţ seus
anLepassadosţ sua
pessoa Ŷno senLldo
pleno da palavraŦ
W Mascaras com
porLlnholas revela
várlos seres (LoLens
superposLos) que o
porLados da máscara
personlflcaŦ
W º1udo e
brasonadoţ
anlmadoţ faz
parLe da ½etsoo
do proprleLárlo e
da famlllaţ da res
de seu clã"
@tem ½esŦ
AusLrálla
W Clã ou LoLem e
represenLado pela
especle anlmal e
não pelos
lndlvlduosŦ Sob seu
aspecLo homemţ
ele e o fruLo das
reencarnacões dos
esplrlLos dlspersos
que renascem
perpeLuamenLe no
clãŦ
W As máscaras Lemporárlas são slmplesmenLe
cerlmônlas de máscaras não permanenLesŦ
-elasţ o homem fabrlcaŴse uma personalldade
sobreposLaţ verdadelra no caso do rlLualţ
flnalda no caso do [oaoŦ
W Um |menso número con[unto de soc|edades chegou
á nocão de personagemţ de pape| cumpr|do pe|o
|nd|v|duo em dramas sagradosţ ass|m como e|e
desempenha um pape| na v|da fam|||arŦ
lllŦ A ½etsoo laLlna
W -ocão de ½etsoo
laLlnať máscaraţ
máscara Lráalcaţ
máscara rlLualţ máscara
ancesLralŦ
W uuas socledades a
lnvenLaram para
dlssolvôŴlaŦ A lndla
bramânlca e budlca e
Chlna anLlaaŦ
A lndla
W Abomkotoţ a fabrlcacão
do euŦ Abom ƹ Lu (eao)Ŧ
W C omkbvoţ consldera
que o ºLu" e alao
llusórloŦ C 8udlsmo
decreLava ser esse
apenas um composLoţ
dlvlslvelţ separável do
skooJbo e buscava seu
anlqullamenLo no
monaeŦ
Chlna
W A ordem dos nasclmenLosţ a
hlerarqula e os [oaos das
classes soclals flxam os
nomesţ a forma de vlda do
lndlvlduoţ sua ºface"Ŧ
W C nomeţ o mlo–ţ e um
coleLlvoţ e uma colsa vlnda
de alhuresť o anLepassado
correspondenLe o usouţ
asslm como volLara a usáŴlo o
descendenLe do porLadorŦ
lvŦ A ½etsoo
W omanosţ laLlnos
W A ºpessoa" e mals do que um elemenLo de
oraanlzacãoţ mals do que um nome ou dlrelLo
a um personaaem e a uma máscara rlLualţ ela
e um faLo fundamenLal do dlrelLoŦ
W !urlsLasť há somenLe as ½etsooeţ as tes e as
ontloesŦ
W LLlmoloalsLas
laLlnosŦ 9etsoo
vlndo de
½et/sooteŦ
MáscaraŦ
LLrurlaţ (eLruscos)
W Mascaras de
ancesLrals
W 9etsooeţ máscaras e nomesţ
dlrelLos lndlvlduals a rlLosţ
prlvllealosŦ
W ual à nocão de pessoa há
somenLe um passoŦ
W ulrelLo do paLer de maLar seus
fllhosţ seus solţ Lraduzem a
aqulslcão da persona pelos
fllhosţ alnda em vlda do palŦ
W 1odos os homens llvres de oma foram cldadãos romanosţ
Lodos Llveram ½etsoo clvllţ alauns LornaramŴse ½etsooe
rellalosasŤ alaumas máscarasţ nomes e rlLuals permaneceram
llaados a alaumas famlllasŦ
W Cldadão romano Llnha dlrelLo ao omeoţ ao
½toeomeo e ao n–omemţ que sua –eos lhe
aLrlbulŦ
W 9teomemţ Lraduz ordem de nasclmenLo (exŦ
Þrlmusţ Secundus)
W -ome (nomenŴnumen) saarado da –eosŦ
W c–omeoţ sobrenomeţ (não apelldo)Ŧ -ão
havla o dlrelLo de Lomarţ de usar o prenomem
de ouLra aens que não a suaŦ
W cognomenţ
tem outra
h|stór|aţ
acabouŴse por
confund|r o
cognomenţ o
sobrenomeţ
com a ¯f–ţ a
máscara de cera
mo|dada sobre
a face do
ancestra|
mortoŦ
W Senado romano concebeuŴse como composLo
por um numero deLermlnado de ½ottes que
represenLavam as pessoasţ as lmaaens dos seus
anLepassadosŦ
W ÞaralelamenLeţ a palavra ½etsooţ
personaaem arLlflclalţ máscara e papel da
comedla e da Lraaedlaţ represenLando o
embusLeţ a hlpocrlsla Ŷo esLranho ao ºLu"Ŵ
prosseaula seu camlnhoŦ Mas o caráLer
pessoal do dlrelLo esLava fundadoţ e ½etsoo
Lambem havla se Lornado slnônlmo da
verdadelra naLureza do lndlvlduo (Mausţ
2003ť 389)Ŧ
A pessoať faLo moral
W Crecla
W LsLólcosţ moral volunLarlsLaţ moral
volunLarlsLaţ podla enrlquecer a nocão
romana de pessoaŦ
W A palavra noooĪnġĞ Llnha o mesmo senLldo
que ½etsoo máscaraţ e pode slanlflcar
Lambem o personaaem que cada um quer serţ
seu caráLerţ a verdadelra faceŦ
W -o seculo ll anLes de nossa eraţ adqulre o
senLldo de ½etsooŦ
W LsLendeŴse a palavra noooĪnġĞ ao lndlvlduo
em sua naLureza nuaţ arrancada Loda máscaraţ
conservandoŴseţ em conLraposlcãoţ o senLldo
do arLlflcloť o senLldo do que e a lnLlmldade
dessa pessoa e o senLldo do que e
personaaemŦ
W LnLre o secŦ ll AŦCŦ a secŦ lv uŦCŦ noooĪnġĞ
será Lão somenLe personaŦ
W Se acrescenLa o senLldo moral ao senLldo
[urldlco ţ um senLldo de ser consclenLeţ
lndependenLeţ auLônomoţ llvreţ responsávelŦ
W A consclôncla moral lnLroduz a consclôncla na
concepcão [urldlca do dlrelLoŦ
A pessoa crlsLã
W loram os crlsLãos que flzeram da pessoa moral
uma enLldade meLaflslcaţ depols de Lerem
senLldo sua forca rellalosaŦ
W Þassaaem da nocão de ½etsooţ bmem
lovestlJ Je om estoJţ à nocão de homem
slmplesmenLeţ de pessoa humanaŦ
W A nocão de pessoa moral se lmpunha a Lodas
as personalldades flcLlclas que chamamaŴmos
alnda com esse nome de ½essos mtolsť
corporacõesţ fundacões rellalosasţ eLcŦ
W º!á não solsţ um frenLe ao ouLroţ nem [udeuţ
nem areaoţ nem escravoţ nem llvreţ nem
homemţ nem mulher pols Lodos omţ Ėţ em
!esus CrlsLo" (CalaLasţ 3ţ 28)Ŧ
W º!á não solsţ um frenLe ao ouLroţ nem [udeuţ
nem areaoţ nem escravoţ nem llvreţ nem
homemţ nem mulher pols Lodos omţ Ėţ em
!esus CrlsLo" (CalaLasţ 3ţ 28)Ŧ
W LsLava colocada a quesLão da unldade da
pessoaţ da unldade da lare[aţ em relacão à
unldade de ueusţ ĖŦ
W Dolto lo ttes ½etsoosţ omo ½etsoo lo Joos
oototos (Conclllo de -lcea)Ŧ
W A parLlr da nocão de oo que a nocão de
½esso e crladaţ (ŦŦŦ) a propóslLo das pessoas
dlvlnasţ mas slmulLaneamenLe da pessoa
humanaţ subsLâncla e modoţ corpo e almaţ
consclôncla e aLoŦ
W Caslodoroť 9etsoo Ŷ sobstootlo totlools
loJlvlJooŦ A pessoa e uma subsLancla raclonal
lndlvlslvelţ lndlvldualŦ
vllŦ A pessoaţ ser pslcolóalco
W CaLeaorla do Luţ ldenLlflcarŴse com o conheclmenLo
de slţ com a consclôncla pslcolóalcaŦ
W uescarLesŦ c–lt et– somŦ
W ,vlmeots sentótls (sénŦ \vll e \vlll)Ŧ Ooestõ
JoJo lbetJoJe loJlvlJooţ Jo nosnlêonlo loJlvlJoo e
J Jltelt Je nmoolnotŴse Jltetomeote nm JeosŦ
W ltmõs ,tóvlsţ ½otltoosţ wesevoosţ ½letlstosŦţ
Nsõ Je ½esso ƹ £oŤ £o ƹ o nosnlêonloŦ
W PumeŦ -a alma havla apenas esLados de
consclônclaţ percepcõesŦ A nocão de Lu como
caLeaorla fundamenLal da consclônclaŦ
W anL (pleLlsLa)Ŧ C Lu lndlvlsslvelŦ Colocou a
quesLão de saber se o ºLu" e uma caLeaorlaŦ
W llLche fez da caLeaorla do ºLu"ţ condlcão da
consclôncla e da clônclaŦ
W ºLu"ţ eco das ueclaracões dos ulrelLosŦ
Conclusão
W ue uma slmples mascarada à mascaraŤ de um
personaaem a uma pessoaţ a um nomeţ a um
lndlvlduoŤ desLe a um ser com valor meLaflslco
e moralŤ de uma consclôncla moral a um ser
saaradoŤ desLe a uma forma fundamenLal do
pensamenLo e da acãoŤ fol asslm que o
percurso se reallzou (Maussţ 2003ť397)Ŧ
W Cuem pode mesmo dlzer que essa ºcaLeaorla"ţ
que Lodos aqul acredlLamos esLabelecldaţ sera
sempre reconheclda como LalŦŦŦŦ
Slamund lreud
(1836Ŵ1939)
Andre 8reLon
1896Ŵ1966
1916 Ŷ uadalsmo
1924 Ŷ ManlfesLo
SurreallsLa
AnLonlne ArLaud
(1896Ŵ1948)
W Cuem pode mesmo dlzer que essa ºcaLeaorla"ţ
que Lodos aqul acredlLamos esLabelecldaţ será
sempre reconheclda como LalŦŦŦŦ

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