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Disciplina: Química de Biomoléculas Professor: Dr.

Edson Rodrigues Filho

Alunas: Natália Stranghetti Kátia Carnier Heloisa B. R. Asenha


São as unidades fundamentais das proteínas; Existem 22 aminoácidos diferentes, que são obtidos à partir da hidrólise das proteínas naturais.

Todos Possuem:
 Um carbono central α (alfa), quase sempre

assimétrico;  Ligados a este carbono central, um grupamento carboxila, um grupamento amina e um átomo de hidrogênio;  O quarto ligante é um radical chamado genericamente de "R", responsável pela diferenciação entre os 20 AA. É a cadeia lateral dos aminoácidos.

Exemplo: AA Glutamina .Fórmula geral da estrutura de um AA.

A principal propriedade é a polaridade.  São agrupados em famílias. segundo as propriedades do Grupo “R”. .

 Centro quiral ocorre em duas diferentes formas isômericas:  Levógiro e Dextrógiro (CONFIGURAÇÃO).  Uma solução de AA que desvia a luz plano polarizada para a esquerda é um L-AA . Em sua maioria possuem um Carbono assimétrico  Um centro quiral.

formando íons dipolares. O grupamento amina ioniza-se em solução aquosa aceitando próton e adquirindo carga positiva. . Os aminoácidos são ANFÓTEROS:  Em solução aquosa.   O grupamento carboxila ioniza-se em solução aquosa liberando próton. e adquirindo carga negativa. comportam-se como ácido e como base.

 Este comportamento depende do pH do meio aquoso em que o aminoácido se encontra:  Em meio ácido tendem a aceitar prótons.  Em meio básico. tendem a doar prótons. comportando-se como ácidos e adquirindo carga negativa. . adquirindo carga positiva.

.O valor de pH onde as cargas elétricas do aminoácido se igualam e se anulam chama-se ponto isoelétrico ou pH isoelétrico.

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As Macromoléculas mais importantes;
Representam 20% do peso de uma célula; Existem proteínas extremamente raras!
 Ex: receptores de insulina [ hormônio protéico]  Apenas 20 mil por célula;

Já outras proteínas são abundantes!
 Ex:Actina- 5x108 unidades por célula ;

Exemplo:
 Toxina Diftérica- proteína obtida de uma bactéria- Corynebacterium
diphteriae ( que causa difteria);

▪ 58 kD (D= unidade de medida da massa molecular de uma partícula
definida como 1/12 da massa do átomo do 12C unidade de massa atômica- ou seja, 1D= 1 unidade da massa molecular); ▪ Cadeia polipeptídica de 535 aminoácidos, constituída por duas subunidades ligadas por pontes de dissulfeto;

- Toxina Diftérica-modelo atômico retirado do Software *

-modelo molecular retirado do software* .

-Modelo atômico colorido dos aminoácidos da proteína .

Apenas 20 aminoácidos constituem todas as as proteínas que existem nos organismos vivos! .

chegando à média de 400 kD!! !  . não são chamados de proteínas .tripeptídeo 4 aminoácidos . Polímeros de aminoácidos menores. Uma proteína pode ter até centenas de aminoácidos.tetrapeptídeo N aminoácidos -oligo ou polipeptídeo  Geralmente. usamos o termo proteína para designar certas moléculas com um número superior a 100 aminoácidos.dipeptídeo 3 aminoácídos . são chamados de peptídeos!     2 aminoácídos .

Vamos isolar um peptídeo da toxina Diftérica? Conformação espacial .

Estrutura plana .

Representação atômica .

Representação atômica .

Vamos isolar os dois últimos aminoácidos da cadeia e completar os Hidrogênios! .

Achando os carbonos alfa! .

Quais desses grupos estão envolvidos na ligação peptídica? .

Para que aconteça os aminoácidos devem se ligar a uma molécula que se chama RNA transportador .

perde-se a Hidroxila. N (da amina) ataca o C (da carboxila) e a ligação acontece! .Ativa o aminoácido .

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Lê-se a proteína sempre do N-terminal para o C-terminal! .Em nossa estrutura. a amino-t é a Glicina e o carboxi-t é a Serina ( tem a carboxila livre).

Agora entende-se que estas unidades se ligam pela ligação peptídica! .

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não associados à proteínas e têm intensa atividade biológica!  Estão envolvidos em um grande número de processos fisiológicos! . Muitos peptídeos ocorrem em forma livre na matéria viva.

algas e soja. Definição:Peptídeos Bioativos (PBA)  São fragmentos de proteínas que exercem uma determinada atividade ao interagirem com células específicas no organismo. em diversas áreas da pesquisa. ovos. . desencadeando respostas bioquímicas e fisiológicas.  Têm sido isolados de diversos alimentos de origem animal e vegetal como: carnes.

 A sequência de aminoácidos nos peptídeos e polipeptídeos que confere a ação e os efeitos biológicos destes. uma com 30 resíduos de aminoácidos outra com 21. Hormônios:  Insulina= 2 cadeias peptídicas. .

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 Antibióticos  Ex: Gramicidina S.. .  É um ciclodecapeptídeo: uma estrutura de anel composto por cinco aminoácidos diferentes. cada um usado duas vezes dentro da estrutura.é um antibiótico eficaz contra algumas bactérias.

especialmente de potássio. alterando a permeabilidade da membrana citoplasmática bacteriana. empregado contra bacilos gram-positivos.  . Age como detergente catiônico. pneumococos. estreptococos. Antibiótico polipeptídico isolado de culturas do Bacillus brevis. produzindo alterações na concentração intracelular dos cátions.

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    Primária Secundária Terciária Quaternária .

 Sentido da escrita : amino terminal  carboxila terminal. . Sequencia de AAs ao longo da cadeia peptídica que é determinada geneticamente.

  Conformação local de um porção do polipeptídio. .Alta estabilidade destas estruturas. Duas organizações estáveis – Enrolamento da cadeia ao redor do eixo e a interação lateral de segmentos de uma cadeia polipeptídicas ou outras cadeias. Estabilização de ambas por Ligações de Hidrogênio .

 Volume dos grupos Rs.hélice  H de um Aa liga-se a carbonila da 4° unidade peptídica subsequente  Restrições:  Repulsão ou atração eletrostática entre os Aas sucessivos e os grupamentos Rs. α .  Interação entre as cadeias laterais dos Aas. Nitrogênio sem capacidade para participar de uma ligação de H com ou AA devido a falta de um H  Glicina: possui flexibilidade conformacional maior do que a dos demais residuos de Aas ácidos.  Ocorrência de resíduos de Prolina e Glicina  Prolina : Nitrogênio em anel não rotacionável. podendo assumir diversos tipos de enovelamento .

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  Folha β pregueada Ligação de H entre unidades peptídicas entre segmentos distantes de uma mesma cadeia .

 Descreve o desdobramento final da cadeia polipeptídica por interação de regiões com estrutura regular (Folha β pregueada e α .estabelecidas pelos grupos R de AAs polares com ou sem carga ▪ Interações Hidrofóbicas – formam entre as cadeias laterais hidrofóbicas dos AAs reduzindo a área apolar exposta ao solvente e repelindo moléculas de água ▪ Interações Salinas e Iônicas – interação entre grupos de cargas opostas aminoácidos ácidos ( Glu e Asp) e básicos (Arg. His e Lis) ▪ Ligações Dissulfeto – formadas por duas ligações de Cisteína por uma reação de oxidação .hélice ou sem estruturas definidas)  Estruturas distantes de uma mesma cadeia podem aproximar-se e interagirem através de ligações não – covalentes entre as cadeias laterais de resíduos de AAs ▪ Ligações de Hidrogênio .

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 Domínio é uma secção da proteína com uma determinada estrutura terciária é o que confere a capacidade de realização de uma tarefa química/ física especifica ou para a ligação ao um dado substrato em outra função  Interior hidrofóbico e superfície externa polar  Dois tipos: ▪ Ligado por um segmento flexível de cadeia polipeptídica ▪ Domínios separados por fenda estreita  Flexibilidade – importante para que a proteína ligue-se eficientemente a outros compostos .

possibilitando a construção de grandes estruturas ▪ Ex: α-queratina . Perante sua forma:  Globulares ▪ Uma ou mais cadeias polipeptídicas organizadas numa forma final semelhante a uma esfera ▪ Funções dinâmicas (ex: transporte) e geralmente solúveis  Fibrosas ▪ Apresentam forma alongada ▪ Geralmente insolúveis com papel estrutural ▪ Formadas por associações de repetidas de estruturas protéicas .

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  Associação de duas ou mais cadeias polipeptídicas para compor uma proteína funcional É mantida por ligações não covalentes entre subunidades que podem ser iguais ou diferentes .

Mudanças menos drásticas do que a desnaturação Inativam as proteínas Mutação através da substituição de AA em uma posição critica na molécula Ex: Substituição nas cadeias β da Hemoglobina. de um resíduo de Glutamato. por Valina = Distorção das Hemácias (Anemia Falciforme) .

menor estrutura maior a força centrífuga ▪ Quando a proteína localiza-se apenas em uma das frações obtidas – fracionamento celular . Passo Inicial:  Liberação da proteína do material biológico onde ela ocorre  Rompimentos destas estruturas ▪ Diversas Metodologias ▪ Fracionamento celular . tamanho.solubilidade.. .purificação inicial ▪ Uma vez conseguido um extrato contendo a proteína esta pode ser separada de outras substancias e proteínas por combinação de diversos métodos . . carga elétrica.centrifugação do extrato celular em diversas velocidades (progressivamente maior) ..

 Próximos Passos  Cromatografia ▪ Solubilidade – precipitação pela adição de sais ou solvente orgânicos  Tipos ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ Coluna Exclusão (filtração em gel) Diálise Troca iônica Afinidade  HPLC .

 Principal técnica .

Tamanho.  Fase móvel – solução tamponada . Afinidade de ligação Outras propriedades.    Diferença de cargas.

 Proteínas maiores migram mais rapidamente do que as menores ▪ Grandes demais para penetrar nos poros . Exclusão de tamanho  Filtração em gel  Fase estacionaria: polímero que têm ligações cruzadas com poros de um determinado tamanho .

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 Separa proteínas de solvente através da diferença de tamanho destas  “Bolsa” .membrana semipermeável  Solução tamponada  Membrana – passagem de sais e tampão mas retenção das proteínas .

 Troca catiônica  Matriz solida possui grupos carregados negativamente  Proteínas de carga liquida positiva migram mais lentamente do que as de cargas iônicas negativas  Interação com a fase estacionaria  Troca catiônica  Processo inverso .

. Proteínas retidas – ligam-se a ligantes da matriz.  Separação de acordo com a especificidade de ligação.  Remoção através de ligante livre.  Ficam retidas.

 Espalhamento da difusão de bandas proteicas.  Aumento da resolução. “Cromatografia liquida de alta eficiência”  Bombas de alta pressão. .  Aceleração do movimento das moléculas.

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utilização de pequenas quantidades de material . Em um mesmo pH proteínas apresentam cargas liquidas diferentes – velocidade de migrações diferentes quando submetidas a um campo elétrico  Suporte sólido (papel ou gel) – evita a mistura das proteínas por convecção .

São dissociadas pela exposição à pH extremos ou soluções salinas com alta concentração. . Em seguida as cadeias polipeptídicas são separadas com base no tamanho ou carga. as subunidades sempre são unidas por ligações de hidrogênio.   No caso de heteromultímeros.

. Se for intercadeia. Clivagens de pontes S-S intracadeia (Cys-Cys). elas são eliminadas no primeiro passo com ácido perfórmico ou 2betamercaptoetanol.

. Clivagem da cadeia polipeptídica em pequenos fragmentos e determinação da composição e sequencia de AA (método de Edman).

 Espectrometria de massa  Determinação das massas de fragmentos correspondendo a aminoácidos. TOF.  MALDI. retirados sequencialmente da proteína. Massas Tandem  Detecta modificações covalentes: .

 Espectrometria de Massas Modificação Fosforilação Hidroxilação Metilação Acetilação Aumento de Massa (Da) 80 16 14 42 Glicosilação 162 .

. Pontes dissulfeto são covalentes e só podem ser rompidas por agentes redutores. uma proteína pode ter pontes dissulfeto formada a partir de dois resíduos do aminoácido Cys (cisteína). como 2-mercapto-etanol.  Além dos laços não covelentes.

B A .

 A síntese de proteínas é um processo que ocorre em todas as células do organismo. nos ribossomos. . mais precisamente.

Síntese de Peptídeo Automatizado.  Vantagens em comparação com outros métodos. . entre eles: Ativação do grupo Carboxila.   Uma variedade de métodos têm sido desenvolvidos para sintetizar proteínas.

A porção da molécula que não contêm um AA é chamada de Grupo Prostéico.  Proteínas conjugadas ou heteroproteínas são aquelas que liberam por hidrólise outros componentes químicos em adição aos aminoácidos. .

As proteínas conjugadas são classificadas de acordo com a natureza química de seus grupos protéicos.
 Lipoproteínas contém lipídios;
 Glicoproteínas contém açúcares.

Conformação nativa = molécula mais estável
 Equilíbrio das interações no interior da molécula e entre

esta e seu meio

Ao adicionar alterações físicas/químicas = desnaturação
 Destruição da configuração nativa (quebra das ligações não covalentes) – cadeia polipeptídica fica distendida

 

Principal = Temperatura Outros
 pH  Sabões e detergentes  Solventes Orgânicos polares (ligação de H)

Irreversível
 Quando as proteínas se tornam insolúveis

x

  Renaturação – reassumem a conformação nativa Exemplos  Chaperoninas – catálise da hidrólise de ATP .

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A Ptialina (ou Amilase salivar) .

resultando no aumento da velocidade da reação e possibilitando o metabolismo dos seres vivos. 99% dos catalisadores biológicos são enzimas!  Isso é conseguido através do abaixamento da energia de ativação necessária para que se dê uma reação química. .

uma vez que perderam um hidrogênio do amino-terminal (N-terminal). até um tamanho de 2.500 resíduos! São extremamente regioseletivas e estereoseletivas com os substratos que irão atuar. Os aminoácidos numa estrutura peptídica são normalmente chamados resíduos.   . As enzimas são proteínas  Podem ter um tamanho desde 62 resíduos* de aminoácidos.

. Ex: Desidrogenases. Liases  Atuam na remoção de molécula de água. Transferases  São aquelas enzimas que tem como finalidade realizar a translocação de grupos funcionais como grupamento amina. Ex: Descarboxilase. Oxidoredutases  São responsáveis por efetuar a transferência de elétrons. Ex: Peptidases Ligases  São responsáveis por formar novas moléculas através da união de duas já pré-existentes.     Hidrolases  São aquelas enzimas que se associam a moléculas de água para promoverem a quebra das ligações covalentes. gás carbônico e amônia. o que podemos definir como oxi-redução. carbonila.Ex: Sintetases. fosfato. carboxila. a partir da ruptura de ligações covalentes. Ex: Quinase. de uma molécula para outra.

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a enzima é inativa . São pequenas moléculas orgânicas ou inorgânicas que podem ser necessárias para a função de uma enzima – Associação  Estes não estão ligados permanentemente à molécula da enzima mas. na ausência deles.

que atuam em conjunto com as enzimas. São compostos orgânicos. ▪ Atuando de maneira intermediária aos dois extremos acima citados. .  Podem atuar segundo 3 modelos: ▪ Ligando-se à enzima com afinidade semelhante à do substrato. ▪ Ligando-se covalentemente em local próximo ou no próprio sítio catalítico da apoenzima. quase sempre derivados de vitaminas.

    Reações extremamente rápidas Ocorre no interior dos limites de uma cavidade na enzima .Sítio Ativo O Substrato liga-se a este sítio Centro ativo contornado por resíduos de Aas cujos grupos Rs ligam-se ao substrato e catalisam a sua transformação .

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  Enzimas  catalisadores extraordinários e específicos .grupos funcionais de E ▪ Formação de ligações covalente com o substrato ativando para reação. ▪ Transferência de um grupo do substrato para a enzima. De onde vem a energia que diminue drasticamente a Ea?  Reações S.diminuição da Ea .  Interações não-covalentes E-S ▪ Formação de interações fracas do complexo ES ▪ Liberação de energia .

 Fatores que afetam a velocidade de reação:  Concentração do substrato (Michaelis-Menten)  pH  Enzimas só funcionam em um pH ótimo. .  Fora desse pH a atividade diminui.

cumprem um papel importante na regulação de reações.  Campo aberto para farmacologia  Inseticidas – inibidores enzimático como principio ativo  Podem ser de dois tipos:  Reversíveis ▪ Competitivos ▪ Não competitivos  Irreversíveis ▪ Inativação definitiva da enzima – compostos organofosforados (inespecificidade) . São constituintes normais ou não das células e.  Diminuem a atividade enzimática.

. inativando-a.Inibidores Enzimáticos • Aspirina (inibidor irreversivel) • Transfere seu grupo acetil para o grupo OH de um resíduo de seria da molécula de cicloxigenase. • Sem prostaglandinas processos de inflamação acentuados. • Enzima responsável pela catalise da primeira reação da via de síntese de prostaglandinas (regulação de processos fisiológicos).

Neste caso. o inibidor não pode ser desligado da enzima por aumento da concentração de substrato (em contraste com o que acontece na inibição competitiva).Inibição competitiva - O inibidor e o substrato competem pela enzima. ou seja. Se uma enzima produz um determinada substância em demasia. Os inibidores podem agir como parte do mecanismo de retroalimentação. no início da via que a produz. Inibição não-competitiva - Inibição mista - . nunca se ligam ao sítio ativo. causando a redução ou paragem da produção da substância quando esta se acumula. não se podem ligar ao mesmo tempo à enzima. Os inibidores são muitas vezes semelhantes ao substrato da enzima! Ligam-se à enzima ao mesmo tempo que o substrato. isto é. essa substância poderá agir como inibidor da enzima.

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levando a alterações estruturais que podem tornar a enzima mais rápida ou mais lenta (moduladores positivos e negativos. respectivamente).   São moléculas que unem enzimas e aumentam sua atividade! Podem também ser definidos como substâncias. as chamadas enzimas regulatórias. . mas que não sejam o catalisador de uma reação enzimática ou uma das substâncias do substrato que aumente a taxa de reação enzimática. Esta forma de regulação requer a presença de moléculas (moduladores alostéricos) que vão interagir com as enzimas. * Regulação alostérica – É a forma mais rápida de regulação específica de apenas determinadas enzimas. Estas moléculas estão freqüentemente envolvidas na regulação alostérica* de enzimas no controle do metabolismo.

. Não realizam transformações químicas e sim regulam as atividades de outras proteínas. que regula o metabolismo da glicose. Como exemplo. a insulina.

quebradiço.Via oral Indicações – Pantogar Perda difusa de cabelos (perda de cabelo por razões desconhecidas). Alterações degenerativas na estrutura de cabelo (cabelo enfraquecido.Pantogar®  Queratina. Desordens no crescimento das unhas (unhas quebradiças. cabelos danificados pela luz do sol e radiação UV. prevenção do aparecimento de fios brancos. rachadas e pouco maleáveis).Uso adulto ou pediátrico (crianças maiores de 12 anos) . . opaco e sem cor). sem vida. fino. cistina e associações . não-maleável.

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Elizabeth P.2. por ser uma proteína plasmática de relevância.L.A Afonso.L contendo diferentes concentrações de soro albumina bovina (0.Villamil.Agostinho.2]. com intuito de verificar a viabilidade de aplicação deste aço em próteses ortopédicas. Objetivo: estudar o comportamento eletroquímico por impedância e cronoamperometria do aço UNS S31254 (desenvolvido especialmente para resistir a meios contendo alto teor de íons cloreto) em meio de NaCI 0. se forma uma camada de proteínas adsorvidas na sua superfície [1.C. Zehbour Panossian.11 mol. Resumo É bem aceito quando um metal é imerso em ambiente fisiológico.20 e 200 mg. Ruth F.Influência de albumina no comportamento eletroquímico do aço UNS S31254 por Espectroscopia de Impedância Eletroquímica Monica L. A albumina .G Arêas. Silvia M. Entender a interação destas macromoléculas com as superfícies metálicas é de suma importância para prever o sucesso ou insucesso de um dado material utilizado em implantes ortopédicos.L). . tem despertado grande interesse.

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Bayardo Baptista. TORRES. 1994.). Collins Pierina S.). 1984.. 5. .et Al. et. 1917-. 7 ed. Sao Paulo: Atheneu. MURRAY.). Lodi (Trad. Editora Unicamp.. Principios de bioquimica. H. http://www. Bioquímica básica. 763 p. 232 LEHNINGER.net/lnribeiro/aminocidos-e-protenas MARZZOCO.1. Bonato (Coord. COLLINS. 2.). . Introduçao a Métodos Cromatográficos – Gilberto Braga.slideshare. Robert K. c1990. 279p. 4. Tomoko Higuchi (Coord. Ezequiel Weisbich (Trad. 1993. Carol H.R. Rio de Janeiro: Guanabara. Sao Paulo: Sarvier. Carol. W. 3. Albert Lester. [Harper's biochemistry].al. Harper: Bioquimica. Anita.