1º AULA

PROF. HÉLDER PACHECO

POLÍTICAS DE SAÚDE NO BRASIL
 5 conjunturas:
-República Velha (1880 a 1930)

-Era Vargas (1930 a 1964) -Autoritarismo (1964 a 1984) -Nova república (1985 a 1988) -Pós constituinte (1989 a 2002)

República Velha (1880 a 1930)
 Doenças transmissíveis (tuberculose, Hanseníase, febre amarela   


 

urbana, varíola...) Criação da diretoria de saúde e nomeação de Oswaldo Cruz Revolta da vacina Controle da Febre Amarela Saneamento dos portos Criação do laboratório Farmaguinhos Modelo de saúde: Sanitarista campanhista: dura até 1960

Era Vargas (1930 a 1964)  Em 1942. criação da SESP  “Saúde centralizada no governo federal”  Criação dos Institutos de aposentadoria e pensão (IAP`s)  Criação do Ministério da saúde em 1953  Transição demográfica: aumenta expectativa de vida. predomínio das doenças da pobreza e aumento das DCNT .

doença de chagas .Tuberculose.Autoritarismo (1964 A 1984)  Privilégio do setor de saúde privado. mediante compra de serviço médico (modelo médico assistencial privatista)  Nesta conjuntura predominavam: . acidente de trabalho.Década de 70 – Epidemia de Meningite . malária.Mortalidade Infantil .

Autoritarismo (1964 A 1984) INPS Responsável Previdência Saúde Segurado e Familiares .

político e funcionários do governo)  juros mínimos e prazo a perder de vista. .  FAS (Fundo de Assistência social)/Caixa Econômica Federal: financiou a ampliação da rede privada (fornecedor privado.# Estreita relação Estado e segmento privado  contratos e convênios. # Quase inexistia controle ou regulação  “cheque em branco”. # Privatização das ações curativas  pagamento por quantidade de atos médicos.

 Década de 70: Tripé da saúde: estado como financiador do sistema. setor privado como maior prestador dos serviços e setor privado internacional como produtor de equipamentos e medicamentos .

6ª CNS (Interiorização da Saúde)  Anos 80 – O Governo Figueiredo elaborou o PREV- SAÚDE ( Programa Nacional de Serviços Básicos de Saúde)  Reforçava as APS (Atenção Primária à Saúde) .Autoritarismo (1964 A 1984) 1977 .

Autoritarismo (1964 A 1984)  Extinguiu o pagamento por unidades de serviços aos privados contratados pelo INAMPS  Possibilitou as AIS (Ações Integrada de Saúde)- 1983 –Não segurados tinham acesso aos serviços previdenciários .

 Tentativa incipiente de descentralização do poder.  Amplia as ações de assistência (serviços previdenciários) para a POPULAÇÃO NÃO CONTRIBUINTE.AIS (AÇÕES INTEGRADAS DE SAÚDE) .1982  Repasse dos recursos do INAMPS para as Secretarias Estaduais de Saúde (para expansão da rede de saúde). .  Gestão ainda no nível federal.

Organização da classe operária do ABC Movimento Sanitário Sociedade organizada Mobilização pelas “DIRETAS JÁ” MOVIMENTO DA REFORMA SANITÁRIA .

Proposta abrangente de mudança social e transformação da situação sanitária  Principais Diretrizes: -Conceito ampliado de saúde -Reconhecimento da saúde como direito de todos e dever do Estado -Criação do SUS -Participação popular (controle social) -Constituição e ampliação do orçamento social (CNS.Nova república ( 1985 a 1988)  REFORMA SANITÁRIA (1986 a 1988): .1987) .

Constitucional – No Governo de José Sarney CONSTITUIÇÃO 1988: “A Saúde é um direito de todos e dever do Estado” .Nova república ( 1985 a 1988)  1988 – SUS.

# IMPEACHMENT DE COLLOR (final de 1992)  retomada dos ideais da Reforma. . # GOVERNO DE ITAMAR FRANCO # Permitiu a transição dos municípios de prestador a executor do sistema de saúde.

com a expansão do neoliberalismo. # Segmentos da classe média e trabalhadores de melhor nível  seguros ou planos de saúde à medida que se deterioravam os serviços públicos de saúde . em mais desajuste social: desemprego.GOVERNO DE FHC # PLANO REAL (1994): resultou. violência e piora das condições de vida.

 Proposta de 847 para 3. (ESF).FHC: “1997: O ANO DA SAÚDE NO BRASIL”  Comprometendo-se com a mudança do modelo de atenção através do PSF.500 Equipes de saúde da Família  Foi implantado o PAB (Piso de Atenção Básico) para custear ações de atenção básica .

ANTES DO SUS
 centralização dos recursos e do poder na esfera federal;
 ações voltadas para a atenção curativa e medicamentosa;  serviços exclusivos para contribuintes;  não participação da comunidade;

HOJE COM O SUS
 Sistema único de saúde baseado no modelo cubano e

canadense (princípios);
 Ações voltadas para prevenção, promoção, proteção e

reabilitação da saúde;
 Investimento

nas ações preventivas: PACS (ESTRATÉGIA DE REFORMA INCREMENTAL);

e

PSF

HOJE COM O SUS
 Controle social: Conselhos e Conferências de Saúde;  Processo de MUNICIPALIZAÇÃO;  Novo MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE (vai além da

relação hospedeiro e agente etiológico).

1988 Título VIII Da Ordem Social Capítulo II Da Seguridade Social Seção II Da Saúde .Sus na constituição .

garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção.1988  Art. 196 .Sus na constituição . .A saúde é direito de todos e dever do Estado. proteção e recuperação.

também. nos termos da lei. devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e. sobre sua regulamentação. 197 . fiscalização e controle. cabendo ao Poder Público dispor. Art.São de relevância pública as ações e serviços de saúde. por pessoa física ou jurídica de direito privado. .

 Art.descentralização. . III .atendimento integral.participação da comunidade. com direção única em cada esfera de governo. organizado de acordo com as seguintes diretrizes: I . 198 . com prioridade para as atividades preventivas. sem prejuízo dos serviços assistenciais.As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único. II .

195. O Sistema Único de Saúde será financiado. . nos termos do art. do Distrito Federal e dos Municípios. além de outras fontes.Parágrafo único. da União. com recursos do orçamento da seguridade social. dos Estados.

§ 2º .É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. § 1º . segundo diretrizes deste. mediante contrato de direito público ou convênio. . Art.É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País.As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde. 199 . salvo nos casos previstos em lei. § 3º . tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos.

200 . nos termos da lei: II .Ao sistema único de saúde compete.executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica. III . Art.ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde. além de outras atribuições. . bem como as de saúde do trabalhador.

142 – Participação da comunidade na gestão do sistema e transferências intergovernamentais de recursos Decreto 7.CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988 Lei 8. assistência à saúde e articulação interfederativa . proteção. recuperação da saúde.401/2011 LEI 141/2012 2011 NOB NOB NOB NOAS COAP Lei 8.080 Lei 8.508 LEI 12. planejamento da saúde. organização e funcionamento dos serviços Lei 8.142 1990 1991 1993 1996 2001/2002 2006 PACTO PELA SAÚDE DECRETO 7.508 – Organização do SUS.080 – Promoção.

LEI 8080/90 .

PRINCÍPIOS E DIRETRIZES ◦ Universalidade. . ◦ Equidade. ◦ Integralidade.

canalizando maior atenção aos que mais necessitam. sem distinções ou restrições. de acordo com as necessidades de cada um. .  Integralidade – o SUS deve oferecer a atenção necessária à saúde da população.  Equidade – o SUS deve disponibilizar recursos e serviços com justiça. Universalidade – O SUS deve atender todos. promovendo ações contínuas de prevenção e tratamento aos indivíduos e às comunidades. sem qualquer custo. em quaisquer níveis de complexidade. oferecendo toda a atenção necessária.

 Participação social – é um direito e um dever da sociedade participar das gestões públicas em geral e da saúde pública em particular. é dever do Poder Público garantir as condições para essa participação.  Descentralização – é o processo de transferência de responsabilidades de gestão para os municípios. definidor de atribuições comuns e competências específicas à União. assegurando a gestão comunitária do SUS. aos estados. . atendendo às determinações constitucionais e legais que embasam o SUS. ao Distrito Federal e aos municípios.

o meio ambiente. o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais. entre outros.Conceito de  Art. o transporte. os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País. a renda. o trabalho. o saneamento básico. . 3º A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes. a educação. a moradia. a alimentação.

estaduais e municipais. devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício. da administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público.  O dever do Estado não exclui o das pessoas. 2º .  Art.O conjunto de ações e serviços de saúde. da família. das empresas e da sociedade. prestados por órgãos e instituições públicas federais. . constitui o Sistema Único de Saúde-SUS.A saúde é um direito fundamental do ser humano. Art. 4º .

6º Estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS): a) de vigilância sanitária. IV . c) de saúde do trabalhador.• Art. . III .a vigilância nutricional e a orientação alimentar.a participação na formulação da política e na execução de ações de saneamento básico. II . e d) de assistência farmacêutica.a ordenação da formação de recursos humanos na área de saúde. b) de vigilância epidemiológica.

V . do desenvolvimento científico e tecnológico.a colaboração na proteção do meio ambiente VI .a formulação e execução da política de sangue e seus derivados.o incremento.a fiscalização e a inspeção de alimentos. em sua área de atuação.a formulação da política de medicamentos. X . XI . equipamentos e imunobiológicos VIII . . água e bebidas para consumo humano.

.universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência. exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema.preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral.integralidade de assistência.  III .CAPÍTULO II Dos Princípios e Diretrizes  I .  II . individuais e coletivos. entendida como um conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos.

 IV . sobre sua saúde. às pessoas assistidas.  V . . a alocação de recursos e a orientação programática.direito à informação.divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário. sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades.  VI .  VII .igualdade da assistência à saúde.

 X . meio ambiente e saneamento básico. . b) regionalização e hierarquização da rede de serviços de saúde.descentralização político-administrativa. com direção única em cada esfera de governo: a) ênfase na descentralização dos serviços para os municípios. em nível executivo.participação da comunidade.  IX .integração. das ações de saúde. VIII .

organização dos serviços públicos de modo a evitar duplicidade de meios para fins idênticos. e  XIII . na prestação de serviços de assistência à saúde da população.capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência. XI .  XII . do Distrito Federal e dos Municípios. materiais e humanos da União.conjugação dos recursos financeiros. tecnológicos. . dos Estados.

§ 2º . as ações e os serviços de saúde que lhes correspondam. 10º . . técnicas e práticas voltadas para a cobertura total das ações de saúde. o Sistema Único de Saúde-SUS poderá organizar-se em distritos de forma a integrar e articular recursos. da Direção e da Gestão  Art.CAPÍTULO III Da Organização. em conjunto.No nível municipal.Os Municípios poderão constituir consórcios para desenvolver.

 Parágrafo único . 12º . subordinadas ao Conselho Nacional de Saúde.As comissões intersetoriais terão a finalidade de articular políticas e programas de interesse para a saúde. integradas pelos ministérios e órgãos competentes e por entidades representativas da sociedade civil. cuja execução envolva áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de Saúde-SUS. Art. .Serão criadas comissões intersetoriais de âmbito nacional.

Direção nacional do sus  Formular  Definir  Estabelecer  Coordenar  Elaborar .

epidemiológica. alimentação e saúde do trabalhador .Direção estadual do SUS  Promover a descentralização para os municípios  Prestar apoio técnico e financeiro para os municípios  Coordenar em caráter complementar: vigilâncias sanitária.

Direção municipal do sus  Participar do planejamento. programação e organização da rede regionalizada e hierarquizada do sus em articulação com sua direção estadual  Formar consórcios intermunicipais  Colaborar com a união e os estados na vigilância sanitária de portos. bem como controlar e avaliar sua execução . aeroportos e fronteiras  Celebrar contratos e convênios.

16 – seção II – da competência Paragrafo único – A união poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstâncias especiais. . ART. que possam escapar do controle da direção estadual do SUS ou que representem risco de disseminação nacional. como na ocorrência de agravos inusitados à saúde.

 Art. quanto aos aspectos operacionais do Sistema Único de Saúde (SUS). 14-A. . As Comissões Intergestores Bipartite e Tripartite são reconhecidas como foros de negociação e pactuação entre gestores.

Níveis de Organização do Espaço da Gestão Interfederativa do SUS I n t e r f e d e r a t i v a País CIT G e s t ã o Estado CIB Art. 30. As Comissões Intergestores pactuarão a organização e o funcionamento das ações e serviços de saúde integrados em Redes de Atenção Redes de Atenção redes de à atenção 7508) Saúde á saúde. (Decreto à Saúde Regiões de Saúde / CIR Municípi os .

Na hipótese do artigo anterior. as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos terão preferência para participar do Sistema Único de Saúde (SUS). A participação complementar dos serviços privados será formalizada mediante contrato ou convênio. 24. o Sistema Único de Saúde (SUS) poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada. 25.  Parágrafo único. a respeito. as normas de direito público. Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área. .  Art. Art. observadas.

33. e movimentados sob fiscalização dos respectivos Conselhos de Saúde. de outros Orçamentos da União. . Os recursos financeiros do Sistema Único de Saúde (SUS) serão depositados em conta especial. originários do Orçamento da Seguridade Social. em cada esfera de sua atuação. através de seu sistema de auditoria. através do Fundo Nacional de Saúde. além de outras fontes. serão administrados pelo Ministério da Saúde. Art.  § 1º Na esfera federal.  § 4º O Ministério da Saúde acompanhará. os recursos financeiros.

Os cargos e funções de chefia.valorização da dedicação exclusiva aos serviços do Sistema Único de Saúde-SUS. no âmbito do Sistema Único de SaúdeSUS. só poderão ser exercidos em regime de tempo integral. direção e assessoramento.Recursos humanos .  Art. 28.  § 1º Os servidores que legalmente acumulam dois cargos ou empregos poderão exercer suas atividades em mais de um estabelecimento do Sistema Único de Saúde-SUS. .SUS  IV .

perfil epidemiológico da população a ser coberta. Distrito Federal e Municípios. será utilizada a combinação dos seguintes critérios. 35.  III .características quantitativas e qualitativas da rede de saúde na área.  V .  IV . .níveis de participação do setor saúde nos orçamentos estaduais e municipais.desempenho técnico.ressarcimento do atendimento a serviços prestados para outras esferas de governo. segundo análise técnica de programas e projetos:  I .Art.  VII .  II .  VI .previsão do plano quinquenal de investimentos da rede.perfil demográfico da região. Para o estabelecimento de valores a serem transferidos a Estados. econômico e financeiro no período anterior.

O processo de planejamento será ascendente e integrado. compatibilizando-se as necessidades das políticas de saúde com a disponibilidade de recursos financeiros. no âmbito dos planos de saúde. 15.Planejamento do SUS: Pressupostos Art. compatibilizando. as necessidades das políticas de saúde com a disponibilidade orçamentária dos recursos definidas pelos Conselhos de Saúde  Observa as Diretrizes Nacionais estabelecidas pelo CNS e as prioridades  Planejamento da saúde no âmbito estadual feito de forma regionalizada .  Desenvolvido de forma contínua e articulada entre as três esferas de governo – responsabilidade dos entes federados  Ascendente e integrado. ouvidos os respectivos Conselhos.

O SUS tem de. e não da doença. desumanizado.“Nós fizemos a reforma sanitária que criou o SUS. é a promoção da saúde. está errado. em primeiro lugar. mas o núcleo dele. . Qual o fundamento? Primeiro. Temos de entrar no coração deste modelo e mudar. medicalizado. perguntar o que está acontecendo no cotidiano das vidas das pessoas e como eu posso interferir para torná-las mais saudáveis”.

HÉLDER PACHECO .2º AULA PROF.

LEI 8142/1990 .

Conselhos e Conferências .

.

 § 3º.  § 5º .CONASS e o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde CONASEMS terão representação no Conselho Nacional de Saúde.A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências de Saúde será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos .  § 4º .O Conselho Nacional de Secretários de Saúde .As Conferências de Saúde e os Conselhos de Saúde terrão sua organização e normas de funcionamento definidas em regimento próprio aprovados pelo respectivo Conselho. .

4° Para receberem os recursos. VI . Art. de que trata o art. 3° desta lei. IV . Cargos e Salários (PCCS). previsto o prazo de dois anos para sua implantação. os Municípios.contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento. com composição paritária. os Estados e o Distrito Federal deverão contar com: I . .Fundo de Saúde.Conselho de Saúde.Comissão de elaboração do Plano de Carreira.relatórios de gestão V . III . II .plano de saúde.

pelos Estados ou pela União. respectivamente. ou pelo Distrito Federal dos requisitos estabelecidos neste artigo. Parágrafo único . implicará em que os recursos concernentes sejam administrados.O não atendimento pelos Municípios. . ou pelos Estados.

• Assistência Farmacêutica.Financiamento do Sistema Único de Saúde Blocos de Financiamento • Atenção Básica. • Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar. • Gestão do SUS. • Vigilância em Saúde. .

Normas Operacionais Básicas do SUS  Originadas para completar as leis 8080 e 8142  Apresenta questões táticas e estratégicas .

NOB: 91  Busca ordenar a transferência de recursos federais para as instâncias subnacionais do governo (estados e municípios)  Institui o pagamento pela produção de serviços  Inicia-se a municipalização  Começa o processo de degradação do INAMPS  Surge o SIA .

expandir e aperfeiçoar as condições de gestão. surgindo as comissões intergestores  Extinção do INAMPS: “só manda o Ministério da Saúde”  Cria a transferência regular e automática  Habilita municípios como gestores  Surgem as comissões intergestores .NOB: 93  Teve como principal objetivo.

NOB: 96  Redefiniu as responsabilidades entre estados e municípios  Cadastramento da clientela do SUS.  Surgi o PAB (piso da atenção básica). o PPI (programação pactuada e integrada) e o GPAB (gestão plena da atenção básica)  Consolida a municipalização  “O município é quem manda”  Incentiva a ampliação da cobertura de PSF e PAC .

NOAS 01/02  Amplia as responsabilidades dos municípios e cria a GPAB-A (gestão plena da assistência básica ampliada)  Desenvolve a regionalização  Maior autonomia da média e alta complexidade para o estado  PDR: cria as geres: regionais de saúde: município polo .

sem fusão. por consenso .Fundamentos da Regionalização  Atendimento às necessidades da população  Estruturação de Redes por meio de linhas de cuidado  Integração. dos serviços de prestação de assistência à saúde  Aprofundamento do processo de descentralização do SUS  Respeito à autonomia federativa  Fortalecimento da esfera estadual de gestão  Decisões colegiadas.

Vale do São Francisco e Araripe (Regiões de Saúde – VII.IV. X. II. XII) MACRORREGIÃO 2 . V) MACRORREGIÃO 3 .Plano Diretor de Regionalização de Pernambuco Serra Talhada Caruaru Recife Petrolina MACRORREGIÃO 1 .Agreste (Regiões de Saúde . VIII e IX) .I.Sertão ( Regiões de Saúde – VI. XI) MACRORREGIÃO 4 . III.Metropolitana ( Regiões de Saúde .

O BRASIL É O ÚNICO PAÍS COM MAIS DE 180 MILHÕES DE HABITANTES QUE ASSUMIU O DESAFIO DE TER UM SISTEMA UNIVERSAL. PÚBLICO E GRATUITO DE SAÚDE CHEGOU A HORA DE REORGANIZAR O SUS PARA ENFRENTAR NOVOS DESAFIOS .