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EPÍSTOLA DE

PAULO AOS
COLOSSENSES
Por: Bruno Santos
AUTOR DA CARTA
 Autor: Paulo (e Timóteo)

 ―Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, e
o irmão Timóteo―. (Cl 1:1)

 “Eu, Paulo, escrevo esta saudação de próprio punho.
Lembrem-se das minhas algemas. A graça seja com
vocês.‖ (Cl 4:18)

DATA E LUGAR
 É provável que Paulo tenha escrito esta carta durante
sua primeira prisão romana, por volta de 60 d.C. ou 61
d.C.

 ―Ao mesmo tempo, orem também por nós, para que
Deus abra uma porta para a nossa mensagem, a fim de
que possamos proclamar o mistério de Cristo, pelo qual
estou preso. (Cl 4:3)

 ―Eu, Paulo, escrevo esta saudação de próprio punho.
Lembrem-se das minhas algemas. A graça seja com
vocês.‖ (Cl 4:18)


TEMA DA CARTA


“A supremacia de Cristo”
TEXTOS CHAVES:
Colossenses 3:11
―Nessa nova vida já não há diferença entre grego e judeu,
circunciso e incircunciso, bárbaro e cita, escravo e livre,
mas Cristo é tudo e está em todos. ‖
(Colossenses 3:11 - NVI)

―No qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão
nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém
Cristo é tudo em todos.‖
(Colossenses 3:11 - RA)

Classificação da Carta


Cristologia (doutrina de Cristo)

A Cidade de Colossos
 Colossos era uma cidade importante, situada nas
proximidades do rio Meander, no vale do Lico e, por isso,
acompanhava a principal rota comercial que ligava as
cidades da Frígia, no leste, com Éfeso, no oeste.
 Os registros históricos indicam que essa cidade desfrutava
de imensa riqueza e prestígio, nos tempos antigos (anterior
a 400 a.C.).
 Graças a seus interesses comerciais, Colossos havia sido
uma cidade cosmopolita importante, que incluía diferentes
elementos religiosos e culturais.
A Cidade de Colossos II
 A população judaica devia-se em parte a Antíoco III, que
fixou cerca de dois mil judeus da Mesopotâmia e da
Babilônia nessa área, em torno do ano 200 a.C. Observa
G.L. Munn que "ao redor de 62 a.C. os judeus do vale do
Lico eram tão numerosos que o governador romano proibiu
a exportação de dinheiro destinado a pagar o imposto do
templo."
 Conforme Cícero, haveria uns dez mil judeus residentes
naquela área da Frígia.
 A importância de Colossos como cidade diminuiu nos
períodos helenístico e romano.

A Cidade de Colossos III
 Na época do apóstolo Paulo, era a cidade menos
importante da área.
 Registram os historiadores que ela havia sido severamente
devastada por um terremoto em 61 d.C. e, diferentemente
das cidades vizinhas de Laodicéia (cerca de dezesseis
quilômetros a oeste), e Hierápolis (cerca de vinte e cinco
quilômetros), Colossos jamais foi reconstruída.
 O local havia sido completamente abandonado em torno
do século oitavo d.C, e até hoje nenhuma obra
arqueológica foi realizada em suas ruínas.
Fundação da Igreja
 Pouco se sabe a respeito da fundação da igreja colossense.
O livro de Atos não registra especificamente uma visita que
Paulo houvesse realizado a Colossos, embora alguns
eruditos como Bo Reicke tenham sugerido que o apóstolo
poderia ter ido a essa cidade e a outras do vale do Lico,
em sua terceira viagem missionária.
 Teria sido quando Paulo passou "sucessivamente pela
província da Galácia e da Frígia" (18:23) e "pela estrada do
interior" a caminho de Éfeso (19:1).
 Para Reicke, isto significa os vales do Lico e do Meander,
que teriam sido acessíveis pela estrada comercial que
ligava Colossos à Antioquia da Pisídia.

Fundação da Igreja II
 Se isto for verdade, Paulo poderia ser considerado o
fundador da igreja. Ele conhece vários membros da
congregação (4:7-17; Filemom); os que não o conhecem
pessoalmente (2:1) poderiam ser novos convertidos.
 As evidências internas da epístola induzem o leitor a crer
que os colossenses haviam ouvido as boas-novas pela
primeira vez da parte de Epafras (1:7), que era de
Colossos (4:12), e se tornara um dos colaboradores de
Paulo no vale do Lico (4:13).
 É possível que Epafras tenha ouvido o ensino de Paulo em
Éfeso, tenha-se convertido ao cristianismo e voltado para
sua terra a fim de fundar ali uma igreja
Fundação da Igreja III
 De acordo com esta reconstrução, Paulo estaria
relacionado — indiretamente — à fundação dessa igreja.
 Dir-se-ia o mesmo a respeito de outras igrejas que foram
fundadas como resultado de seu ministério em Éfeso ("de
modo que todos os que habitavam na Ásia ouviram a
palavra do Senhor Jesus, tanto judeus como gregos", Atos
19:10).
Divisão da Carta
 Como já é comum no estilo paulino, a epístola apresenta
duas partes: doutrina (cap. 1 e 2) e aplicação prática (3 e
4). Paulo mostra de modo bastante consciente o valor do
conhecimento e da experiência.
 Precisamos também valorizar as duas coisas, as quais
precisam andar juntas (Os.4.6; Tg.1.22). O conhecimento
isolado é inútil. Na oportunidade em que puder ser
aplicado, então torna-se proveitoso. Se conhecermos a
doutrina mas não a colocarmos em prática, a mesma será
inútil.
 Por outro lado, a busca da experiência por parte de quem
despreza o conhecimento, torna-se uma aventura perigosa.
Quem busca apenas experiências espirituais e não quer
aprender nada sobre Deus e sobre a bíblia, poderá,
eventualmente, ter uma experiência com o inimigo e ser
enganado.

Divisão da Carta II
 Observe em Colossenses 2.18, que as visões podem
estar ligadas ao engano. Sabemos que Deus também dá
visões (Joel 2.28), mas estas estarão sempre coerentes
com a bíblia. Portanto, o conhecimento será o filtro para
a experiência.
 O conhecimento é a base para o discernimento. Em
Mateus 4, Jesus, ao ser tentado, combateu o inimigo
através da Palavra de Deus, à qual Cristo conhecia de
cor, sabendo também o seu real significado.
 Na parte prática, Paulo dá instruções para os pais,
esposas, maridos, filhos, servos e senhores. Orienta
também em relação à oração, à pureza e liberdade
cristã.

O Problema dos
Colossenses
 Os falsos ensinos que estavam ameaçando a igreja
colossense são melhor descritos como um sistema religioso
sincrético, isto é, uma mistura de elementos religiosos e
filosóficos diversificados, provenientes de culturas
orientais, gregas, romanas e judaicas.
 A Frígia, área em que se localizava a cidade de Colossos,
era a terra de Cibele, a grande mãe e deusa da fertilidade.
Certas descrições das características das heresias
colossenses podem relacionar-se às crenças e costumes
dessa seita popular.
O Problema dos
Colossenses II
 Visto que Paulo não enquadra a heresia colossense de
maneira sistemática, temos que reconstruí-la com base em
algumas palavras e idéias que ele emprega, bem como em
nossa compreensão dos sistemas religiosos de seus dias.
 Os leitores de Paulo já conheciam os pontos básicos de seu
ensino, pelo que se tornava desnecessário que o apóstolo
os descrevesse em minúcias. É possível que a
complexidade do sistema herético teria induzido os cristãos
colossenses a crer que ali estava uma solução melhor para
as esperanças e temores religiosos do povo, em vez do
evangelho simples que haviam ouvido da parte de Epafras.
Os Falsos Ensinos
 Os falsos ensinos tinham vários componentes principais,
todos interligados de várias maneiras:
 Astrologia. Na carta, Paulo adverte seus leitores a
respeito de "os rudimentos do mundo" (stoicheia tou
kosmou, 2:8), "os principados e as potestades" (2:15), e
"culto aos anjos" (2:18).
- No pensamento antigo, Moicheia eram os princípios
básicos ou fundamentais do conhecimento e da criação,
constituindo a totalidade do mundo. Sob a influência do
sincretismo helenístico, inclusive a filosofia de Pitágoras,
estes "rudimentos do mundo" foram promovidos ao status
de "espíritos", personificados como governantes cósmicos,
e divinizados de acordo com todos os demais corpos
astrais do universo.
Os Falsos Ensinos II
 Gnosticismo. Este componente da heresia colossense
pode explicar algumas referências como "filosofias e vãs
sutilezas" (2:8), "tradição dos homens" (2:8), julgamentos
"pelo comer, ou pelo beber" (2:16, 20-22), pessoas
enfatuadas "sem motivo algum na sua mente carnal"
(2:18), "humildade fingida" (2:23), e "severidade para com
o corpo" (2:23).
- Gnosticismo é o nome que se dá a um sistema religioso
complexo, sincrético, em cujo ensino o conhecimento
(gnosis) assume importância crucial. Visto que o
gnosticismo subsiste numa grande variedade de formas,
não há um movimento unificado que possa ser
apropriadamente chamado de gnosticismo. Grande parte
do debate erudito de hoje centraliza-se ao redor da
datação e das doutrinas desta heresia, que confrontou a
Igreja em seus primórdios históricos.
Os Falsos Ensinos III
 Religiões de Mistério. O termo religião de mistério é
nome dado a uma diversidade de credos e práticas que
existiram em certa época, entre o oitavo e o quarto século
a.C. Chamam-se de mistério porque grande parte de seu
ensino e atividades ritualísticas se faziam em segredo.
- Em Colossenses, pode haver uma alusão aos mistérios
nas frases "plenitude da divindade" (2:9), "afetando
humildade" e "baseando-se em visões" (2:18). Os iniciados
nos mistérios receberiam conhecimento e visões especiais
sobre os segredos do universo. Isto, por sua vez, separaria
tais pessoas dos não-iniciados, criando divisões na
sociedade.
Os Falsos Ensinos IV
 Judaísmo Helenístico. As referências à circuncisão
(2:11), a dias santificados, à festa da lua nova, ao sábado
(2:16) e ao culto aos anjos (2:18), definitivamente são
elementos judaicos.
- Entretanto, não se trata do judaísmo ortodoxo da
Palestina; antes, é o judaísmo que sofreu o processo da
helenização. Assim, faz parte da "filosofia" sincrética (2:8)
que ameaçava os cristãos de Colossos. Paulo não seleciona
esse elemento judaico, mas ataca-o juntamente com todo
o sistema.
- A solução paulina para a heresia colossense encontra-se
na aplicação do hino a Cristo (1:15-20), que estabelece a
preeminência de Cristo no universo (cosmicamente), e na
Igreja (eclesiasticamente). Visto ser Cristo superior a todo
e qualquer poder do cosmos (1:15-17; 2:10) e ter,
efetivamente, derrotado esses poderes na cruz (2:15).
Comentário Importante –
I
 Antecedentes
- Paulo nunca tinha visitado Colossos, uma pequena cidade
na província da Ásia, cerca de 160 km de Éfeso. A igreja foi
uma conseqüência de seu ministério de três anos em
Éfeso, por volta de 52 –55 dC (At 19.10; 20.31). Epafras,
um nativo da cidade e provavelmente convertido pelo
apóstolo, talvez tenha sido o fundador e líder da igreja (
1.7-8; 4.12-13). A igreja aparentemente se reunia na casa
de Filemom (Fm 2).


Comentário Importante –
II
 Características
- Nenhum outro livro do NT apresenta mais
completamente autoridade universal de Cristo ou a
defende tanto cuidado. Combativo em tom e abrupto em
estilo, Colossenses tem uma semelhança próxima com Ef
em linguagem e assunto.
- Mais de setenta dos 155 versos de Ef contêm expressões
que ecoam em Cl. Por outro lado, Cl tem vinte e oito
palavras que não se encontram em mais nenhum outro
lugar escrito de Paulo, e trinta e quatro que não se
encontra em lugar nenhum do NT.

Comentário Importante –
III
 Conteúdo
- Os falsos mestres em Colossos tinha rebatido algumas
das principais doutrinas do Cristianismo, nada menos que a
divindade, a autoridade absoluta e suficiência de Cristo. Cl
apresenta Cristo como o Senhor supremo cuja suficiência o
crente encontra perfeição (1.15-20). Os primeiros dois
capítulos apresentam e defendem essa verdade; os últimos
dois desvendam as implicações práticas.
- A supremacia de Jesus Cristo depende da unicidade dele
com o eterno e amado Filho e Herdeiro de Deus (1.13,15).
Nele habita a totalidade dos atributos, essência e poder
divinos (1.19; 2.9). Ele é a revelação e representação
exata do Pai, e tem prioridade em tempo e primazia em
categoria sobre toda a criação (1.5). A convicção da
soberania absoluta de Cristo impulsionou a atividade
missionária de Paulo (1.27-29).
Comentário Importante –
IV
- Paulo declara a autoridade de Cristo de Três formas
primarias, proclamando, ao mesmo tempo, sua adequação.
Primeiro, Cristo é o Senhor de toda a criação. Sua
autoridade criativa abrange todo o universo material e
espiritual (1.16).
- Cristo merece ser louvado ao invés dos anjos (2.18).
Além disso, não há motivo para temer os poderes
espirituais demoníacos ou buscar supersticiosamente a
proteção deles, pois Cristo neutralizou o poder deles na
cruz (2.15), e os colossenses compartilhavam de seu
triunfante poder de ressurreição (2.20).
- Como soberano e potestade suficiente, Cristo não é
apenas o Criador do universos, mas também o preserva
(1.17), é seu princípio de união e meta (1.16).
com especulações e tradições vazias (2.8,16-18).
Comentário Importante – V
- Em segundo lugar, Jesus é o superior na igreja como seu
Criador e Salvador (1.18). Ele é a vida e líder dela, e a
igreja só deve submeter-se a ele. Os colossenses dever
permanecer arraigados a ele ( 2.6-7) ao invés de se
encantarem com especulações e tradições vazias (2.8,16-
18).
- Em terceiro lugar, Jesus é supremo na salvação (3.11).
Nele somem todas as distinções criadas pelo homem e
caem as barreiras. Ele transformou os cristãos em uma
única família onde os membros são iguais em perdão e
adoção; é ele quem importa, em primeiro e em último
lugar. Portanto, contrário à heresia, não há qualificações
ou exigências especiais para vivenciar o privilégio de Deus
(2.8-20).
Comentário Importante –
VI
- Os caps. 3-4 lidam com as implicações práticas de Cristo
na vida diária dos colossenses. Paulo usa a palavra
―Senhor‖ nove vezes em 3.1-4.18, o que indica que a
supremacia de Cristo invade cada aspecto de seus
relacionamentos e atividades.
Comentário Importante –
VII
 O Espírito Santo em ação
- Cl tem uma única referência explícita ao ES, usada em
associação com o amor (1.8). Alguns sábio também
entendem ―sabedoria e inteligência espiritual‖ em 1.9 em
termos de dons do Espírito.
- Para Paulo, a autoridade de Cristo na vida do crente é a
evidência mais crucial da presença do Espírito
O Propósito da Carta
 Se a razão por que Colossenses foi escrita liga-se ao
relatório de Epafras a respeito dos falsos ensinos que
ameaçavam a igreja, daí se segue que o propósito da carta
foi advertir seus leitores contra essas heresias, e fazê-los
lembrar-se da verdade do evangelho que já haviam
recebido, e na qual agora viviam (1:5).
 Basicamente Paulo está dizendo-lhes que Cristo derrotou
os poderes do mal mediante sua morte na cruz (2:15).
 Isto significa que os falsos ensinos e as leis escravizadoras
provenientes da sabedoria humana, e dos espíritos que
governam o universo (2:8), nenhuma autoridade exercem
sobre os crentes (2:10); a prisão em que antigamente
atormentavam as pessoas, na forma de débitos não-pagos,
foi cancelada (2:14).
O Propósito da Carta II
 Paulo quer que seus leitores entendam esta verdade, pelo
que os leva a lembrar-se de que devem andar na luz das
tradições que receberam sobre Cristo e o evangelho.
 Este fato explica as muitas referências à verdade do
evangelho (1:5, 6, 25-27; 2:8, 9, 12, 13), e as
admoestações a que se compreenda e se viva tal
esperança (1:9, 10, 12, 23, 28; 2:2, 3, 5-7). As exortações
éticas (3:1ss.) constituem um lembrete adicional aos
colossenses, para que vivam em união com Cristo, e sob a
autoridade do Senhor exaltado.
O Propósito da Carta III
 Segundo o modo de Paulo entender o evangelho, não há
lugar para nenhum tipo de exclusivismo. Seu conceito do
"mistério" que ele foi chamado para proclamar é que
judeus e gentios, bem como o universo inteiro, foram
incluídos no plano de Deus de redenção (1:20, 25-29).
 Assim é que ele se regozija porque "em todo o mundo este
evangelho vai frutificando" (1:6, 23). O desejo de Paulo é
que durante seu encarceramento — e também depois —
ele possa continuar sua proclamação desse mistério (4:3,
4)
O Propósito da Carta IV
 Um dos perigos dos falsos ensinos em qualquer
congregação é que eles distorcem o plano de Deus,
transformando-o em exclusivismo.
 Os que seguem as "tradições dos homens" colocam-se no
topo, como elite espiritual iluminada, crendo que sua
sabedoria e legalismo tornam-nos diferentes dos demais
membros do corpo de Cristo.
 Em oposição ao exclusivismo, Paulo é inspirado a escrever
que os crentes já foram circuncidados na união com Cristo
(2:11, 12) e, como resultado de tal união, "não há grego
nem judeu" (3:11; observe GNB: "deixa de existir
quaisquer distinções entre gentios e judeus").
Epístola de Paulo Aos
Colossenses

Início do Estudo:

Capítulos 1 a 4







Toda a Sabedoria e Entendimento
(Colossenses 1:1-12 )


LER O TEXTO NA BÍBLIA







Toda a Sabedoria e Entendimento
(Colossenses 1:1-12 )
 É bem provável que Paulo não conheça estes santos
pessoalmente (1:4,7-9; 2:1). Escrevendo como apóstolo
escolhido por Deus, ele os desafia a ficarem fortes contra
falsos ensinamentos (2:1-4,8,16-19, etc.). A carta aos
colossenses declara claramente que Cristo é Criador (1:16),
Cabeça (1:18; 2:10), e Salvador (1:20-23), e que qualquer
outra doutrina não é nada mais do que "filosofia e vãs
sutilezas" de homens (2:8).
 A esperança pela palavra (1:1-8). Paulo escreve a
esses santos intimamente, como a família. Ele é o irmão
deles, entregando esta mensagem importante na graça e
paz de Deus, o Pai deles (1:1-2).

Toda a Sabedoria e Entendimento
(Colossenses 1:1-12 )
 Paulo e outros irmãos têm orado pelos colossenses desde o
momento que ouviram da conversão deles (1:3-4). Paulo
disse que a sua fé e amor são "por causa da esperança...
preservada nos céus" (1:5). O evangelho ensina sobre a
esperança celestial, e a resposta natural é fé e amor (Rm
10:17; Gl 5:6; 1 Jo 4:9-11).
 Quando Epafras ensinou o evangelho em Colossos, os
irmãos ouviram e entenderam a graça de Deus (1:6-8). A
graça de Deus não é alguma misteriosa bênção reservada
para poucas pessoas escolhidas, mas é revelada no
evangelho para todos que ouvem e obedecem.A graça de
Deus já estava produzindo fruto entre os colossenses, bem
como vinha fazendo no mundo inteiro (1:6).

Toda a Sabedoria e Entendimento
(Colossenses 1:1-12 )
 Oração pela sabedoria (1:9-12). Embora que esses
irmãos estivessem produzindo fruto, Paulo sabia que
corriam risco de serem induzidos abandonar a verdade
(veja 2:8).
 Como santos de Deus, esses precisavam não somente
receber o evangelho em verdade, mas também devem
ficar firmes na verdade de Cristo, não se desviando (veja
2:6-7; Efésios 4:11-16; Gálatas 1:6-9; Judas 3). Paulo
respondeu à necessidade deles com oração:


Toda a Sabedoria e Entendimento
(Colossenses 1:1-12 )
 que transbordem de conhecimento da vontade de
Deus (1:9). A vontade de Deus foi livremente revelada no
evangelho (1 Co 2:6-13; Ef 3:3-5). É o dever do cristão
conhecer e viver de acordo com essa vontade (1 Pe 3:15).
 Paulo orou que esses recebessem "pleno
conhecimento", edificando sobre o que já foi ensinado
"em toda a sabedoria e entendimento espiritual". O
evangelho não é uma revelação da sabedoria humana,
mas a revelação da mente espiritual de Deus (1 Co 1:18-
20; 2:1-13). Portanto, Paulo não ora por seu entendimento
intelectual do evangelho, mas por um entendimento
espiritual mais profundo.

Toda a Sabedoria e Entendimento
(Colossenses 1:1-12 )
 a fim de viverem de modo digno do Senhor (1:10).
Diferente da pessoa que tem apenas um entendimento
intelectual do evangelho, aquela que o entende espiritual-
mente terá uma vida transformada. Não é aquele que
apenas conhece o evangelho, mas a pessoa que o pratica
que crescerá em discernimento espiritual para agradar ao
Senhor (Ef 5:10,17; Fl 1:9-10; Hb 5:13-14).
 O discernimento espiritual produzirá um povo que conhece
o Senhor, produz o fruto de boas obras (Ef 2:10), é
fortalecido pelo poder dele, e que lhe agradece pela
herança celestial.

Em Cristo, Toda a Plenitude
(Colossenses 1:13-29)


LER O TEXTO NA BÍBLIA







Em Cristo, Toda a Plenitude
(Colossenses 1:13-29)
 Tendo orado que os santos de Colossos crescessem em
toda sabedoria e em pleno conhecimento (1:9-12), Paulo
cumpre sua parte, os ensinando da plenitude de Cristo.
 Plenitude no trabalho (1:13-14). É somente pelo
trabalho de Cristo que Deus nos liberta do reino de
Satanás. Quem estiver em Cristo já mudou de cidadania e
não serve mais "o império das trevas", antes serve no
"reino do Filho" (1:13; Ef 2:19; Fp 3:20).
 Cristo nos faz cidadãos deste reino quando pela obediência
dele recebemos a remissão dos pecados (1:14; At 2:37-38;
Ef 1:3-7). Portanto, qualquer que recebe remissão dos
pecados, já faz parte do reino de Cristo, e não espera um
futuro reino milenar.
Em Cristo, Toda a Plenitude
(Colossenses 1:13-29)
 Plenitude do estado (1:15-23):
 Em relação a Deus (1:15): Cristo é "a imagem do Deus
invisível". Olhando para Cristo, podemos ver Deus em
forma humana (veja João 14:8-9; Filipenses 2:5-8). O
escritor de Hebreus descreveu Cristo como "o resplendor
da glória e a expressão exata" do ser de Deus (Hebreus
1:3).
 De Cristo, João contou: "o Verbo era Deus" e "o Verbo se
fez carne e habitou entre nós" (João 1:1, 14). E em Cristo
"habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade"
(Colossenses 2:9). Cristo é plenamente Divino. Cristo é
Deus.
Em Cristo, Toda a Plenitude
(Colossenses 1:13-29)
 Em relação à criação (1:15-17): Sendo Deus, Cristo é
também Criador. Ele não é criatura, mas sempre existia
desde o princípio (Jo 1:1).
 Ele é chamado "primogênito" porque "nele foram criadas
todas as coisas" (1:16).
 O ponto é que Cristo é superior a qualquer criatura, seja
homem, animal, ou ser celeste. Cristo é o porque da
criação – "Tudo foi feito por meio dele e para ele" (1:16).
Sem Cristo, nada poderia subsistir (1:17; Hb 1:3).
Em Cristo, Toda a Plenitude
(Colossenses 1:13-29)
 Em relação à igreja (1:18-23): Na sua morte e
ressurreição, Cristo recebeu de Deus Pai toda a autoridade
para ser "a cabeça" da igreja (1:18; Mt 28:18). Pelo seu
sacrifício, ele trouxe paz e reconciliação para toda a criação
(1:19-20).
 Esta paz e reconciliação estendem para todos que eram
inimigos "pelas...obras malignas" mas que agora
permanecem na fé do evangelho "que foi pregado a
toda criatura debaixo do céu" (1:21-23). Deixaremos
somente ele nos guiar pela sua palavra, o evangelho.
Porém, aqueles que não permanecem no evangelho, não
serão achados "santos, inculpáveis e irrepreensíveis"
(1:22; 2 Jo 9).
Em Cristo, Toda a Plenitude
(Colossenses 1:13-29)
 Plenitude na eficácia (1:24-29). A mensagem do
evangelho, pela qual Paulo sofria com alegria, era "para
dar pleno cumprimento à palavra de Deus" (1:24-25).
O evangelho revela a resposta de Deus que foi ainda
oculta nas revelações às gerações passadas.
 Esta resposta é "Cristo em vós, a esperança da glória"
(1:26-27). O evangelho de Cristo adverte e ensina todo
homem, a fim de apresentar "todo homem perfeito em
Cristo" (1:28).
 Cristo, pelo seu sacrifício e seu evangelho, é o único que
tem o poder de glorificar, aperfeiçoar, e salvar todo
homem. Devemos a ele nossa lealdade.
Em Cristo, Todos os Tesouros
(Colossenses 2:1-19)


LER O TEXTO NA BÍBLIA







Em Cristo, Todos os Tesouros
(Colossenses 2:1-19)
 Tesouros de conhecimento (2:1-7). Paulo falou do seu
trabalho como uma ―grande luta‖ (2:1; Ef 6:10-12; ) com
vários fins:
 “para que tenham toda a riqueza” (2:2-3): Paulo lutava
para o ―conforto‖ dos irmãos e para seu vínculo ―juntamente
em amor‖ (2:2). Muitos pregam que conforto vem pela cura e
pelo dinheiro e que a união vem quando esquecemos da
doutrina.
 Porém, o conforto e a união que Paulo pregava vieram pela
―riqueza da forte convicção do entendimento‖. Devemos ser
―ricos‖ no conhecimento de Cristo, porque somente nele há
tesouros verdadeiros (2:3). Pela palavra dele achamos
verdadeiro conforto e união (Jo 15:10-11)
Em Cristo, Todos os Tesouros
(Colossenses 2:1-19)
 “para que ninguém vos engane” (2:4-7): Sem a
palavra de Cristo, seria fácil ser enganado pelas filosofias e
doutrinas de homens (2:4). Paulo ensinou a verdade do
evangelho entre os Colossenses, e assim teve certeza da
sua ―boa ordem‖ e da sua ―firmeza da fé‖ em Cristo (2:5).
 Paulo os lembrava da necessidade de continuar andando
em Cristo (2:6-7). É Cristo que recebemos ao obedecermos
o evangelho. Se somos ―radicados e edificados e
confirmados‖ na igreja, no pastor, ou numa doutrina que
ensina coisas que Cristo não ensinou, não temos recebido
Cristo.
Em Cristo, Todos os Tesouros
(Colossenses 2:1-19)
 Tesouros de perfeição (2:8-15). Por causa do grande
perigo de engano nas coisas pertencentes a Deus, Paulo
mostra que há perfeição somente por Cristo (2:8):
 Cristo é perfeitamente Deus (2:8-9): Enquanto
homens enganam com as ―filosofias e vãs sutilezas‖ das
suas tradições, Cristo ensina a verdade de Deus, sendo ele
mesmo ―toda a plenitude da divindade‖ (2:9).
Em Cristo, Todos os Tesouros
(Colossenses 2:1-19)
 “nele estais aperfeiçoados” (2:10-15): Deus fez Cristo
o cabeça sobre toda autoridade (2:10; veja Mateus 28:18).
Qualquer autoridade que um homem pode ter, Cristo tem
mais. Por isso, somos aperfeiçoados somente por ele e
pela sua palavra (Ef 4:11-15).
 Para ser aperfeiçoado, é preciso ter a circuncisão espiritual
de Cristo, e não aquela feita por mãos humanas (2:11).
Isto acontece quando somos ―sepultados...no batismo‖.
Assim Cristo ―ressuscita‖, ―dá vida‖, e ―perdoa‖ (2:12-13).
Para perdoar, Cristo removeu por completo ―o escrito de
dívida...encravando-o na cruz‖ (2:14).
Em Cristo, Todos os Tesouros
(Colossenses 2:1-19)
 Este escrito é uma referência à Lei de Moisés, que
condenava pecado mas não oferecia salvação (veja
Hebreus 7:11-19). Somente Cristo triunfou na cruz e
oferece salvação (2:15; Hb 5:7-9).
 Aplicação (2:16-19). Sendo que a perfeição é só em
Cristo, ela não vem pela Lei de Moisés (2:16-17), falsa
humildade, adoração de anjos, ou por visões (2:18). De
fato, qualquer pessoa que não segue somente o que Cristo
ensina nunca terá ―o crescimento que procede de Deus‖
(2:19).
Buscai as Coisas Lá do Alto
(Colossenses 2:20-3:11)


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Buscai as Coisas Lá do Alto
(Colossenses 2:20-3:11)
 Na luta contra o pecado a perfeição vem somente por
Cristo (veja 2:1-19). Muitos, porém, insatisfeitos com a
simplicidade disso, criam rígidos regulamentos físicos para
"governar os fiéis" e os mantém "longe do pecado".
 Os fariseus fizeram isto e Jesus os reprovou (Mt 15:1-9).
Hoje alguns continuam seguindo suas próprias regras
físicas como se fossem um meio de purificar a alma. Mas
Paulo mostra aos Colossenses que a purificação só vem
quando morremos com Cristo para uma nova vida
espiritual
Buscai as Coisas Lá do Alto
(Colossenses 2:20-3:11)
 Morremos com Cristo (2:20-23). No batismo somos
"sepultados" com Cristo (veja 2:12; Romanos 6:1-4),
morrendo para o pecado e "para os rudimentos do
mundo" (2:20).
 Estes "rudimentos do mundo" incluem: a lei de
Moisés, com todas as suas sombras "das coisas que
haviam de vir" (veja 2:13-17); as coisas baseadas na
"mente carnal", como "culto dos anjos" e "visões",
as quais não retêm a autoridade de Cristo (veja 2:18-
19); e Ž ordenanças "segundo os preceitos e
doutrinas dos homens" (2:20-22).
Buscai as Coisas Lá do Alto
(Colossenses 2:20-3:11)
 Deus nos revelou "todas as coisas que conduzem à
vida e à piedade" para nos livrar "da corrupção das
paixões que há no mundo" (2 Pe 1:3-4).
 Qualquer outra coisa – regras humanas sobre alimentos,
cortes de cabelo, proibições contra TV, etc. – podem ter
"aparência de sabedoria", mas "não têm valor
algum contra a sensualidade" (2:23).
 Afinal, se um homem não morre com Cristo, ele não vai
deixar de pecar nas coisas sensuais só porque não
assiste a televisão.
Buscai as Coisas Lá do Alto
(Colossenses 2:20-3:11)
 Ressuscitamos com Cristo (3:1-4). No batismo,
somos "ressuscitados" com Cristo "mediante a fé no
poder de Deus" e recebemos "novidade de vida"
(2:12; Rm 6:1-5). Sendo que Cristo vive "assentado à
direita de Deus", nós devemos buscar "as coisas lá
do alto" e pensar "nas coisas lá do alto" (3:1-2).
 Devemos fazer nossas vidas em Cristo, não em
ordenanças (3:3-4). Quando aprendemos a amar Cristo
e viver para ele, então guardaremos os mandamentos
dele sem regras de homens para nos "manter fiel" (Jo
14:15, 21).
 Quando somos fiéis a Cristo e não a regras, seremos
"manifestados com ele, em glória" (3:4).
Buscai as Coisas Lá do Alto
(Colossenses 2:20-3:11)
 A nova vida (3:5-11). A nova vida vem pela mudança
de natureza e não pela mudança de algumas regras
externas. "A natureza terrena" com todas as coisas
pertencentes a ela tem que morrer (3:5). Isto acontece
quando obedecemos a Cristo em amor, sabendo que "a
ira de Deus [vem] sobre os filhos da
desobediência" (3:6).
 Quando amamos a Deus, não queremos decepcioná-lo.
Assim, deixamos de fazer as coisas erradas que fazíamos
antes na velha vida de pecado (3:5-9), e aprendemos a
nos revestir "do novo homem" (3:9-10). A vida deste
novo homem é uma vida espiritual, refletindo o amor e a
santidade do seu Criador (3:10; 1:16).
Fazei-o em Nome do Senhor Jesus
(Colossenses 3:12-4:1)


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Fazei-o em Nome do Senhor Jesus
(Colossenses 3:12-4:1)
 A nova vida em Cristo não é feita somente pelo despojo
de algumas coisas erradas. Muitas pessoas até poderiam
parar de beber, fumar, roubar, adulterar ou cometer
outros pecados, mas isto, em si, não as tornaria cristãs.
Mesmo se deixassem de fazer qualquer pecado desde
agora até as suas mortes, mas não se revestissem "do
novo homem" segundo a imagem de Cristo (veja
Colossenses 3:10), elas não alcançariam a salvação!
 O que importa não é a quantidade de coisas erradas
deixadas para trás, e sim a obediência ao Senhor.
Fazei-o em Nome do Senhor Jesus
(Colossenses 3:12-4:1)
 "Revesti-vos...como eleitos de Deus" (3:12-17).
Paulo fala da nova vida em Cristo como um
"revestimento". Assim como uma mudança de roupa
seria óbvia no corpo, a vida cristã deve se tornar
aparente no comportamento.
 Diferente de roupa, que só cobre o corpo por fora, o
revestimento em Cristo é feito de ações (veja Apocalipse
19:7-8) que são o resultado de mudanças internas.
Fazei-o em Nome do Senhor Jesus
(Colossenses 3:12-4:1)
 A natureza do cristão imita a natureza de Cristo (3:12-14;
veja Romanos 8:29; 2 Pedro 1:3-4). O cristão não
aproveita ou usurpa outros, mas age de acordo com "a paz
de Cristo" (3:15; veja 1 Co 6:1-11).
 "A paz de Cristo" é o que nos dá acesso ao Pai juntos num
só corpo (Ef 2:13-18). Quem age de acordo com esta paz
ensina a verdade de Deus, a qual promove união
verdadeira (Jo 17:17-21).
 "A palavra de Cristo" habita "ricamente" no cristão (3:16).
A reação natural desta convivência é que o cristão "instrui"
e "aconselha" de acordo com a sabedoria verdadeira (Tg
3:17), e que ele louva a Deus, dando ações de graças.
Fazei-o em Nome do Senhor Jesus
(Colossenses 3:12-4:1)
 O cristão faz tudo "em nome do Senhor Jesus" (3:17).
Isto não quer dizer que ele fala sempre "em nome de
Jesus" antes de fazer algo, mas que ele tem a cautela de
viver sempre de acordo com a vontade do Senhor.
 Devemos pensar muito bem antes de fazer qualquer
coisa que não podemos afirmar ser a vontade de Cristo.
Isto se aplica na adoração ou em qualquer outro aspecto
da vida.
 O cristão se reveste da vontade de Cristo, e não da sua
própria vontade ou da dos homens!
Fazei-o em Nome do Senhor Jesus
(Colossenses 3:12-4:1)
 Aplicações individuais (3:18 - 4:1). A vida cristã também
imita o serviço do nosso Senhor, que procurou servir ao invés
de ser servido (Mt 20:26-28). Paulo destaca este serviço nos
vários papéis da vida.
 No lar, a mulher cristã serve ao marido pela submissão, e o
marido cristão serve a mulher com amor (3:18-19; Ef 5:22-
31). Os filhos servem aos pais pela obediência, e os pais
servem aos filhos pela maneira de criá-los (3:20-21; Ef 1-4).
 No emprego, o trabalhador cristão serve ao chefe com
trabalho honesto e bem feito, mesmo quando o chefe não
está olhando (3:22-25). O chefe cristão também serve ao
trabalhador, pagando um salário justo e exigindo alvos
atingíveis (4:1).
A Graça Seja Convosco
(Colossenses 4:2-18)


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A Graça Seja Convosco
(Colossenses 4:2-18)
 Exortação à oração (4:2-6). Paulo começou a carta
falando das suas orações constantes pelos irmãos de Colossos
(Cl 1:3, 9), e a terminou exortando a eles que continuassem
também em oração, "vigiando com ações de graças" (4:2).
 Paulo mesmo precisava das orações dos irmãos Colossenses:
ele estava na prisão por causa da pregação de Jesus (4:3).
Porém, ao invés de pedir orações a favor das suas algemas,
Paulo pensava numa coisa mais urgente – a pregação da
palavra de Cristo (4:3-4)!
 Paulo se preocupava com a vontade de Deus antes de sua
própria vontade. Como Paulo, devemos orar que Deus nos dê
oportunidade e coragem para cumprirmos a vontade dele!
A Graça Seja Convosco
(Colossenses 4:2-18)
 Enquanto os Colossenses oravam pelo sucesso de Paulo no
evangelho, estes também precisavam "pregar" pelo seu
comportamento e por suas palavras, aproveitando
oportunidades de "responder a cada um" (4:5-6; 1 Pe 3:15).
 É necessário que a vida do cristão e as palavras dele sejam
de acordo com a verdade. Isto exige dele muita oração e
estudo cuidadoso da palavra de Deus.
 Notícias de Paulo (4:7-9). Desejando aliviar os corações
preocupados, Paulo enviou Tíquico e Onésimo com "o
expresso propósito" de falar da situação dele e dos outros
presos conhecidos por eles. Paulo podia ter segurado estes
dois "irmãos amados" para servirem a ele mesmo na prisão
(Fm 13).
A Graça Seja Convosco
(Colossenses 4:2-18)
 Saudações pessoais (4:10-18): A família de Deus é
caracterizada por seu amor (Jo 13:35), e todos os irmãos que
estavam com Paulo enviaram seu amor na forma de
saudações individuais (4:10-14).
 A saudação de Epafras devia ter sido particularmente tenra
para eles ouvirem, sendo que ele era mesmo um membro da
igreja em Colossos, e que ele tinha ensinado a eles muito no
evangelho (1:7).
 Paulo relatou o cuidado especial que Epafras teve para com
os irmãos, e como ele se esforçou sempre em oração por eles
e por outros (4:12-13). Sem dúvida, Paulo conheceu e amou
os irmãos Colossenses através do que ele ouviu deles pela
boca de Epafras.
A Graça Seja Convosco
(Colossenses 4:2-18)
 Por fim, Paulo enviou suas próprias saudações escritas em
amor por sua própria mão, desejando a eles a graça de
Deus, e lembrando dos irmãos em outros lugares que iriam
ler esta carta também (4:15-18).
 Mesmo que as cartas contenham informação pessoal para
as pessoas imediatas, elas foram escritas sob a inspiração
do Espírito Santo, e assim precisam ser lidas pelas igrejas
como autoridade de Deus (4:16; veja 2 Pe 1:19-21; 3:14-
16; 1 Co 7:17; 14:33, 37).
DÚVIDAS???













FIM!