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ELETROMAGNETISMO

Até o final do século XVII, vários relatos
descreviam a magnetização de barras de ferro,
colheres e facas devido a raios ou faíscas
elétricas. Isso indicava que havia uma ligação
entre os fenômenos elétricos e magnéticos.
Também contribuíam para reforçar essa
possibilidade as teorias que explicavam o
magnetismo à semelhança da eletricidade.
Mas só depois da invenção da pilha por
Alessandro Volta (1795) que possibilitou a
geração de correntes elétricas mais duradouras,
que o físico dinamarquês Hans Christian Oersted
verificou uma relação entre a eletricidade e
magnetismo
P
I
L
H
A

1
,
5

V

P
I
L
H
A

1
,
5

V

QUANDO UMA CORRENTE ELÉTRICA PERCORRE
UM CONDUTOR, ELA CRIA EM TORNO DESTE UM
CAMPO MAGNÉTICO
P
I
L
H
A

1
,
5

V

P
I
L
H
A

1
,
5

V

LINHAS DE FORÇA
QUANDO UMA CORRENTE ELÉTRICA PERCORRE
UM CONDUTOR, ELA CRIA EM TORNO DESTE UM
CAMPO MAGNÉTICO
P
I
L
H
A

1
,
5

V

P
I
L
H
A

1
,
5

V

UMA BÚSSOLA
COLOCADA PRÓXIMO
A UM CONDUTOR
PERCORRIDO POR CORRENTE
A
A
O CONDUTOR ATRAI A AGULHA DA BÚSSOLA.
A
O CONDUTOR ATRAI A AGULHA DA BÚSSOLA.
A
O SENTIDO DO CAMPO MAGNÉTICO
DEPENDE DO
SENTIDO DA CORRENTE ELÉTRICA
I
O SENTIDO DO CAMPO MAGNÉTICO
DEPENDE DO
SENTIDO DA CORRENTE ELÉTRICA
A
I
1.Condutor Retilíneo
d . 2
i .
B
0
t
µ
=
Onde:
µ
0
= permeabilidade magnética
µ
0
= 4t.10
-7
T.m/A
LEI DE AMPÈRE
FORÇA ENTRE CONDUTORES PARALELOS
d 2
i i
F
2 1 0
t
· · · µ
=

d
i
B e
d
i
B
t
µ
t
µ
2 2
2 0
2
1 0
1
·
=
·
=
As forças que agem nos fios tem intensidades iguais e
constituem o par ação e reação. Se os correntes tiverem o
mesmo sentido, os fios se atraem. Se as correntes tiverem
sentidos opostos, os fios se repelem
Onde:
R = Raio da
espira
.
2.
O
i
B
R
µ
=
2.Espira circular
Onde:
l = comprimento do
solenóide
l
i . . N
B
0
µ
=
R 2
i . . N
B
0
µ
=
4.Solenóide
3.Bobina chata
onde:
N= Nº de espiras
POLARIDADE
DO CAMPO
MAGNÉTICO
S
N
SENTIDO DAS LINHAS DE FORÇAS
N
S
INVERTENDO O SENTIDO DA CORRENTE
COMO AUMENTAR O
CAMPO MAGNÉTICO
DE UMA BOBINA
600 Espiras
AUMENTANDO O NÚMERO DE ESPIRAS
DA BOBINA
AUMENTA O CAMPO MAGNÉTICO
1.200 Espiras
A
AUMENTANDO A CORRENTE ELÉTRICA
COLOCANDO UM NÚCLEO DE FERRO NO
INTERIOR DA BOBINA
O NÚCLEO DE FERRO CONCENTRA AS
LINHAS DE FORÇA DO CAMPO MAGNÉTICO
Permeabilidade e Suscetibilidade Magnética
M B B
0 0
  
µ + =
) 1 (
0
_ + µ = µ
MATERIAIS SUSCETIBILIDADE MAGNÉTICA (_) A 300 K
Diamagnéticos
Cobre -9,8 . 10
-6

Água -9,1 . 10
-6

Bismuto -1,7 . 10
-5

Diamante -2,2 . 10
-5

Prata -2,6 . 10
-5

Ouro -3,6 . 10
-5

Silício -4,2 . 10
-5

Paramagnéticos
Magnésio 1,2 . 10
-5

Cálcio 1,9. 10
-5

Alumínio 2,3 . 10
-5

Tungstênio 6,8 . 10
-5

Nióbio 2,6 . 10
-4

Ferromagnéticos
Ferro doce 5,5 . 10
3

Permalói® (55% Fe + 45% Ni) 2,5 . 10
4

Mumetal®
(16% Fe + 77% Ni + 5% Cu + 2% Cr)
1,0 . 10
5

Histerese Magnética
ELETROÍMÃ
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O MESMO CAMPO MAGNÉTICO DE UM ÍMÃ
POSSANTE PODEMOS CONSEGUIR COM
UM PEQUENO ELETROÍMÃ
2.3.1- Campainha
2.4- RELÉ
2.4- RELÉ
2.4- RELÉ
2.4- RELÉ
2.4.2– Tipos de relés
2.4.3- Pesquisa de defeitos em bobinas de relés
35
Considere um condutor reto, de comprimento L, movendo-
se com velocidade v em um campo B uniforme, originado,
por exemplo, por um ímã .
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA E CORRENTE
INDUZIDA
Elétrons livres deslocam-se para a extremidade inferior do
condutor da figura, ficando a outra extremidade eletrizada com
cargas positivas. As cargas dos extremos originam o campo
elétrico E e os elétrons ficam sujeitos, também, a uma força
elétrica Fe, de sentido contrário ao da magnética.
Como os elétrons
acompanham o movi-
mento do condutor, eles
ficam sujeitos à força
magnética Fm.
Façamos esse condutor deslizar sobre outro, fixo, dobrado em
forma de U, onde se adapta um amperímetro A , para indicar o
sentido da corrente. Desse modo tem-se um circuito fechado, e a
ddp entre os terminais do condutor móvel determinará a passagem
de uma corrente denominada corrente induzida. Esse fenômeno é
semelhante àquele que ocorre no interior de um gerador elétrico.
A ddp estabelecida corresponde a uma força eletromotriz
que, nesse caso, é chamada tem induzida (c), relacionada
com a intensidade do vetor indução magnética B.
.
. . . 90 . . .
.
.
Fm Fe vB
l
qvB sen qE l Bv
vB E
U
vB
d
c
c
= =
° = ¬ =
=
=
A energia elétrica é gerada pelo trabalho realizado por um agente
externo.
Para manter a corrente induzida, devemos manter a velocidade v. A
passagem da corrente i pelo condutor móvel no campo magnético B
determina neste a força magnética Fm. Para manter a velocidade
constante (aceleração nula, força resultante nula), devemos aplicar,
no condutor, uma força externa F
E
que equilibrará a força magnética
F’.
Unidade no S.I.
| ¬ Wb(Weber)
. .cos B A =
N ¬ reta normal à área
da espira
A ¬ área delimitada
pela espira
o ¬ ângulo entre a
normal(N) e o campo
magnético( ).
| ¬ fluxomagnético
O fluxo magnético, através de uma espira, é uma grandeza
relacionada com o número de linhas do campo de indução
magnética que atravessam a área dessa espira.
FLUXO MAGNÉTICO
Sempre que ocorrer uma variação de
fluxo magnético através de um circuito,
aparecerá, nesse circuito, uma fem
induzida.
Lei de Faraday
LEI DE LENZ
t
N
A
Au
· ÷ = c
4.3– GERADOR ELEMENTAR DE CORRENTE CONTÍNUA
VALOR EFICAZ E VALOR MÉDIO DA CORRENTE ALTERNADA
cmed = 0,637 . cp
2
2 .
max
EF
c
= c
Pm = cEF . iEF
4.5– CORRENTES DE FOUCAULT
5– OUTROS DISPOSITIVOS ELETROMAGNÉTICOS
5.1- TRANSFORMADORES
2
1
2
1
N
N
=
c
c
5.2- INDUTORES
L f 2 X
L
· · t =
5.3- ALTO-FALANTES DE BOBINA MÓVE
1.invólucro metálico
2.ímã permanente
3.radiador acústico
(cone)
4.suporte flexível do cone
5.bobina presa ao cone
6.dispositivo de acerto do
centro da bobina
(entretela)
7.terminais da bobina
5.4– BOBINAS DE INDUÇÃO