23/07/2014 1 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 1 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 1 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 1 23/07/2014 1 23/07/2014

1
REDES INDUSTRIAIS


SEMANA 12 – PROTOCOLOS
INDUSTRIAIS E PREDIAIS
23/07/2014 2 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 2 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
PROTOCOLOS INDUSTRIAIS
 LAN em ambientes administrativos:
redes corporativas
 LAN em ambientes industriais:
barramentos de campo ou Fieldbus
 Os tipos de redes dependem dos
protocolos utilizados.
 LAN, MAN, WAN
23/07/2014 3 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 3 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Redes Industriais – Barramento de Campo -
Fieldbus
 Surgiram da necessidade de interligar
equipamentos usados nos sistemas de
automação.
 Compartilha recursos e base de dados que
passaram a ser únicas
 É usual saber a necessidade da taxa de
taxa de transmissão de bits e
dispositivos utilizados para depois
especificar o protocolo utilizado.
23/07/2014 4 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 4 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Redes Industriais
 Requerem
 Modularidade
 Confiabilidade
 Interoperabilidade: capacidade dos sistemas
abertos trocarem informações entre eles, mesmo
quando fornecidos por fabricantes diferentes.
 Interconectividade: maneira como os
computadores de fabricantes diferentes podem se
conectar.
 Portabilidade: capacidade de um software rodar
em plataformas diferentes.
 Grande desempenho
23/07/2014 5 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 5 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI

Idealização do Fieldbus
 Rede multiponto digital para conectar
dispositivos de campo e controle a longa
distância por apenas um barramento (dois
fios), economizando cabeamento.
 Em alguns casos permite fazer o controle no
local da aquisição, e atuação dos processos,
ou seja, no próprio sensor e atuador,
minimizando os problemas de comunicação e
falhas de equipamentos.

23/07/2014 6 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 6 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Histórico do Fieldbus
 Fabricantes, na maioria americanos passaram a usar o
MODBUS da MODICON como padrão.
 Na Europa, o PROFIBUS da SIEMENS é adotado
como padrão.
 O MODBUS e o PROFIBUS tornam-se abertos por
acordos entre os fabricantes europeus.
 Na década de 1980 a ISA reuniu uma comissão e
criou o SP50 onde o interesse é criar um padrão único
mundial. Barrado pelo interesse dos diversos
fabricantes.
 Em 1992, Fisher-Rosemount, YOKOGAWA e
Siemens, 3 dos maiores fabricantes de CLP e com
protocolos compatíveis do mercado criam o ISP
(Interoperable Systems Project).
23/07/2014 7 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 7 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Histórico do Fieldbus
 Também em 1992 a Honeywell, Allen-
Bradley e outros (facção da SP50) criam o
Worldfip com o mesmo objetivo do ISP.
 Em 1993 o ISP e o Worldfip foram unificados
para criar o Foundation Fieldbus (FF), um
padrão que até hoje, apesar das inúmeras
aplicações e dos vários fabricantes, está por
ser totalmente definido e testado.

23/07/2014 8 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 8 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Fieldbus – 3 Categorias
 Nível mais Baixo: redes de dispositivos simples tais
como sensores/atuadores em nível de bit (do tipo
E/S). Ex.: AS-i, SERIPLEX, INTERBUS-S,
PROFIBUS-PA, HART.
 Nível Médio: redes de controladores (comunicação
serial entre dispositivos – CLP) de campo. Ex.: CAN,
Lonworks, DeviceNET, PROFIBUS-DP.
 Alto Nível: redes de controladores (mestres) para
controles e instrumentação mais sofisticada
(inteligentes). Ex.: SP50-H2, Ethernet Industrial,
PROFIBUS-FMS.
 Obs.: Existem integração entre protocolos como com
PROFIBUS (PA, DP, FMS) e a integração Ethernet
com PROFIBUS (Profinet)
23/07/2014 9 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI



NÍVEIS DE COMUNICAÇÃO NA AUTOMAÇÃO
23/07/2014 10 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 10 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Níveis dos Protocolos Industriais

23/07/2014 11 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 11 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Níveis de Redes Industriais
23/07/2014 12 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 12 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Tipos de Equipamento em Cada Nível de
uma Rede Industrial
23/07/2014 13 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 13 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Operação Conjunta: SW Supervisório +
Fieldbus + Instrumentos
23/07/2014 14 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 14 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Níveis do Protocolo
23/07/2014 15 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 15 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Benefícios Econômicos do Fieldbus
•Fieldbus permite baixo
custo de implantação e
manutenção e fácil
expansão da rede.
• Fácil implementação de
um sistema Fieldbus em
um sistema de
automação já implantado
sendo necessário apenas
placas de interface e
conversores AD/DA.

23/07/2014 16 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 16 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Benefícios de Performance do Fieldbus
 Vantagens de
customização e de
obtenção de
informações de mais
baixo nível, devido:
 Utilização de sistemas
abertos.
 Instrumentação de ponta
no caso de redes novas.
 Transmissão apenas de
forma digital.
 Redundância na rede.
23/07/2014 17 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 17 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Principais Protocolos
Industriais e Prediais
Disponíveis no Mercado
23/07/2014 18 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 18 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Protocolo HART
 HART - Highway Addressable Remote Transducer
Protocol
 Lançado pela Rosemount em 1980
 Logo depois, em 1993, foi formada a Hart
Coomunication Foundation , pois o protocolo foi
tornado aberto.
 Hoje mais de 2/3 dos instrumentos inteligentes de
comunicação de dados usam o protocolo HART.
 Usa dois modos de comunicação: comunicação
digital e o tradicional 4-20 mA analógicos usados por
equipamentos de instrumentação tradicional.

23/07/2014 19 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 19 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
www.hartcomm.org

23/07/2014 20 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 20 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Comunicação Analógica + Digital

• Há vários anos, a comunicação de campo
padrão usada pelos equipamentos de controle
de processos tem sido o sinal analógico de
corrente, o miliampére (mA).
•Na maioria das aplicações, esse sinal de
corrente varia dentro da faixa de 4-20mA
proporcionalmente à variável de processo
representada.
•Virtualmente todos os sistemas de controle de
processos de plantas usam esse padrão
internacional para transmitir a informação da
variável de processo.
23/07/2014 21 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 21 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Comunicação Digital + Sinal Analógico
Simultâneo

23/07/2014 22 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI



uP
A
D
D

A

SENSOR 4 ~ 20 mA
Híbrido
(Analógico+ Digital)
CHIP
HART
Instrumento Inteligente HART

HART
23/07/2014 23 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 23 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
O HART sobrepõe o sinal de comunicação digital ao
sinal de corrente 4 a 20 mA

23/07/2014 24 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 24 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
23/07/2014 25 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 25 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
•O Protocolo HART® possibilita a comunicação digital
bidirecional em instrumentos de campo inteligentes sem
interferir no sinal analógico de 4-20mA.
•Tanto o sinal analógico 4-20mA como o sinal digital de
comunicação HART®, podem ser transmitidos
simultaneamente na mesma fiação.
•A variável primária e a informação do sinal de controle
podem ser transmitidos pelo 4- 20mA, se desejado,
enquanto que as medições adicionais, parâmetros de
processo, configuração do instrumento, calibração e as
informações de diagnóstico são disponibilizadas na
mesma fiação e ao mesmo tempo.
• Ao contrário das demais tecnologias de comunicação
digitais “abertas” para instrumentação de processos, o
HART® é compatível com os sistemas existentes.
23/07/2014 26 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 26 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Protocolo HART
 Foi desenvolvido para configuração remota e
diagnóstico. Para que eu pudesse via um computador
trabalhar no loop e configurar/parametrizar um
instrumento.
 O protocolo é Mestre-Escravo em 98% das
aplicações. O direito de acesso ao meio consiste de
um token que passa entre os dispositivos conectando-
os ao canal.
 A camada de aplicação define os comandos,
respostas, os dados digitais e o estado das
informações apoiadas pelo protocolo.


23/07/2014 27 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 27 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Protocolo HART
 Topologia ponto-a-ponto: simultâneo
analógico e digital e ponto-a-ponto
somente digital.
 Cadeia Multidrop – somente digital
 O SDCD é ligado com 1 par de fios
para cada instrumento no ponto a
ponto.
23/07/2014 28 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 28 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Arquitetura convencional ponto a ponto
23/07/2014 29 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Modo Multidrop HART
 Os dispositivos trocam seus dados e valores medidos
digitalmente, somente via protocolo HART (frequencia).
 A corrente serve apenas para alimentar os dispositivos a 2 fios
a 4 mA.
 Até 15 dispositivos podem ser conectados em paralelo através
de um par de fios.
 O comprimento do cabo depende de características do
produto/cabo individualmente.
 O mestre distingue o dispositivo de campo através de seu
endereço que varia de 1 a 15.
 Válvulas de controle não podem ser utilizadas no modo
multidrop pois os sinais de controle para válvulas são
transmitidos no padrão 4 a 20 mA.
23/07/2014 29 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
23/07/2014 30 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Modo Multidrop - HART
23/07/2014 30 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
23/07/2014 31 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 31 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Pontos Fortes e Fracos do HART
 Posso perder o HART (frequência) e o
meu sistema de controle continua a
funcionar (4-20mA)
 Distância no ponto a ponto –
dependendo somente da Lei de Ohm.
Saio com 24 V e o meu instrumento
funciona com 18 V (queda de até 6 V).
 Custo do instrumento mais barato que o
fieldbus. Dependendo do port do projeto.
 Posso escolher: pto a pto ou rede.
 Simples é pto-a-pto (4 a 20 mA) para
projeto e manutenção.
 Com 4 a 20 eu continuo operando e com
HART mantenho a
configuração/diagnose.
 Exige pessoal com menor capacitação
(multiteste)
 Velocidade: para monitoração de
controle.
 Custo: infra-estrutura para 1 cabo
para cada instrumento. Ex.: 30.000
instrumentos exigem 30.000 pares.
No FieldBus seriam 3000 pares.
 Em geral não é usado com rede.
Velocidade baixa e custo alto.
 Para sair de projetos HART e ir
para protocolos Digitais a equipe
deve encarar desafios.
 HART é mais voltado para plantas
de processo e pessoas mais
conservadoras.
23/07/2014 32 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 32 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
MODBUS
 A princípio era um protocolo proprietário criado pela
MODICON em 1978 visando o uso em seus próprios
dispositivos.
 Atualmente a MODICON autorizou seu uso por um
grande número de fabricantes passando a ser um
protocolo aberto.
 O MODIBUS é baseado no modelo mestre-escravo.
 O mestre e os escravos estão ligados sobre uma
rede bidirecional do tipo barramento.
 Todos os escravos recebem questões do mestre
porém sómente o escravo endereçado responde ao
mestre.
 É possível haver 1 mestre e 247 escravos
(endereços de 1 a 247)
23/07/2014 33 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 33 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
MODBUS
 Em 1990 a Schneider lançou a versão ModBus/TCP
que usa a Ethernet.
 Organização : http://modbus-ida.org/
 Alimentação de 5 Volts DC
 As estações podem ser endereçadas por software ou
por chaves
 Distância máxima 400 m ( com FO até 3.300 m )
 Em geral liga instrumentos a 4 fios. Muito pouco a 2
fios. Um par para energia e 1 par para comunicação.
 Já foi desenvolvido com a idéia de rede.
23/07/2014 34 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 34 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
MODBUS
 Usa 1 par de fios de comunicação com terminadores
nas extremidades (trabalham com energia)
 O ModBus possui o nível físico RS 485 (até 32
estações Mestre e Escravo) mais popular ou RS 422,
RS423, RS 442.
 Começa em 1200 bps e chega até 56 kbps.
 Conforme o tipo de ModBus os quadros possuem
formato de comandos diferentes.
 Endereça Mestre e Escravo por chave ou software.
 Distância máxima do Mestre até o último escravo de
400 m (sem repetidor), com FO até 3300 m.
23/07/2014 35 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 35 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
MODBUS
23/07/2014 36 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 36 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Topologia a 2 fios

23/07/2014 37 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Exemplo de Rede ModBus
23/07/2014 38 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 38 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Protocolo Mestre-Escravo
23/07/2014 39 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 39 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Comunicação em uma rede MODBUS
23/07/2014 40 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 40 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Modelo de Aquisição/Resposta usado no
MODBUS
23/07/2014 41 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 41 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Modelo de Aquisição/Resposta usado
no MODBUS
23/07/2014 42 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 42 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
23/07/2014 43 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 43 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Modos de Mensagem
 O formato dos quadros de comunicação
entre Mestre e Escravos pode ser feito nos
modos:
 MODBUS ASCII (American Standard Code for
Information Interchange) -transmite dados
codificados em caracteres ASCII de 7 bits.
Mensagens legíveis porém consome mais
recursos de rede.
 MODBUS RTU (Remote Terminal Unit) – Os
dados são transmitidos em formato binário de 8
bits. Cada byte contém 2 caracteres hexadecimais
de 4 bits cada.
23/07/2014 44 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 44 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Formato do Quadro usado no MODBUS-RTU

23/07/2014 45 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 45 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Modos de Mensagem
 O modo RTU é chamado de ModBus-B ou ModBus Binário e é
o modo preferencial.
 O ModBus Plus e o ModBus/TCP são outras variações do
protocolo MODBUS.
 MODBUS/TCP (sobre Ethernet) – Dados encapsulados no
formato binário em quadros para a utilização do meio físico
Ethernet. O mecanismo MAC é o CSMA/CD e as estações
utilizam o modelo Cliente-Servidor.
 Permite muito mais endereços de RS-485
 O uso de múltiplos Mestres
 Velocidade de Transmissão na ordem de Gbps.
 MODBUS Plus – versão ainda mantida sob o domínio da
Schneider Electric e só pode ser implantada sob licença deste
fabricante. Possui vários recursos adicionais.
23/07/2014 46 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 46 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Modos de Mensagem

23/07/2014 47 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 47 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Formato do Frame usado no MODBUS/TCP

23/07/2014 48 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 48 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
23/07/2014 49 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 49 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
23/07/2014 50 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23/07/2014 50 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Pontos Fortes e Fracos do ModBus
 Simples – fácil trabalhar
 Infra estrutura simples
(rede ModBus mais
simples que a Ethernet)
 Opção de trabalhar com
TCP/IP
 Aplicação indicada:
Pequena troca de
dados.
 Velocidade, se eu tenho
necessidade de
velocidade maior.
 Existência de várias
versões.
 Distância pequena
(alcanço) sem
repetidor.
 Conectar no máximo 32
equipamentos (RS 485)
23/07/2014 51 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI



Protocolos Digitais de Comunicação

Tipos de
Controles
C
o
n
t
r
o
l
e

L
ó
g
i
c
o

C
o
n
t
r
o
l
e

d
e

P
r
o
c
e
s
s
o

Equipamentos Simples Equipamentos Complexos
Tipos de Equipamentos
• Sensorbus
– Baixo Custo, Alta Velocidade, Comunicação a nível
de Bit (push buttons, limit switches, etc.)
– Instrumentos Multiplexados em um único nó
– Pequeno em tamanho (distância)

SENSORBUS
23/07/2014 52 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI



Protocolos Digitais de Comunicação

DEVICEBUS
SENSORBUS
Tipos de
Controles
C
o
n
t
r
o
l
e

L
ó
g
i
c
o

C
o
n
t
r
o
l
e

d
e

P
r
o
c
e
s
s
o

Equipamentos Simples Equipamentos Complexos
Tipos de Equipamentos
• Devicebus
– Alta Velocidade, Comunicação a nível de Byte,
Equipamentos Discretos Complexos
– Pode suportar variáveis analógicas e comunicação peer-
to-peer
23/07/2014 53 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI



Protocolos Digitais de Comunicação

• Fieldbus
– Digital replacement of 4-20 mA signals
– Power and signal on 2-wires
– Supports Intrinsic Safety
Tipos de
Controles
C
o
n
t
r
o
l
e

L
ó
g
i
c
o

C
o
n
t
r
o
l
e

d
e

P
r
o
c
e
s
s
o

Equipamentos Simples Equipamentos Complexos
Tipos de Equipamentos
FIELDBUS
DEVICEBUS
SENSORBUS
23/07/2014 54 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI



Protocolos Digitais de Comunicação

FIELDBUS
DEVICEBUS
SENSORBUS
- Foundation
Fieldbus

- Profibus PA

Tipos de
Controles
C
o
n
t
r
o
l
e

L
ó
g
i
c
o

C
o
n
t
r
o
l
e

d
e

P
r
o
c
e
s
s
o

Equipamentos Simples Equipamentos Complexos
Tipos de Equipamentos
- CAN
- DeviceNet
- LonWorks
- Profibus DP
- Interbus
- ASI
- LonWorks
- Seriplex
23/07/2014 55 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI



Controle de
Processo &
Diagnosticos
Controle
Lógico
Contínuo & Batch
Packaging,
CCM
Discretos
Manufatura,
Packaging
Variáveis de
Processo
Diagnosticos e Controle
Contínuo & Batch
Simple Devices
Complex Devices
Mapa de aplicações
típicas
23/07/2014 56 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI



23/07/2014 57 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Plantas de Processo - Considerações
 Plantas de Processo usam controle de
pressão, vazão, temperatura, botoeiras,
válvulas, sensores.
 Equipamentos simples: botoeiras e válvulas.
 Complexidade Média: CPM inteligente que
mede e monitora o desempenho de seus
indicadores. Ex.: Cálculo do vlume
 Equipamento mais complexo: instrumento de
controle de processo e instrumentação.
23/07/2014 58 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Tipos de Medição
 Um instrumento é um dispositivo utilizado para medir, indicar, transmitir
ou controlar grandezas de sistemas físicos.
 Conjunto de variáveis medidas: pressão, temperatura, nível, densidade,
viscosidade, pH, corrente elétrica, tensão elétrica, indutância,
capacitância, frequência, vazão, volume, etc.
 Sinais de Saída do instrumento que mediu do tipo analógicos:
 Tensão: 1-5 V 0-5 V 0-10 V Corrente: 0-20mA 4-20mA 8-40mA
 Pneumáticos: 3-15 PSI 20-100 kPa 6-30 PSI
 Sinais Digitais: transmitidos por protocolos do tipo
 MODBUS, Profibus
 Protocolo HART Protocolo SMART Fieldbus
 Controle de Processos
 Elétrica, Mecânica, Computação: Mecatrônica
 Controle de Processos
 Sistema de controle (definição):
 Interconexão de componentes formando uma configuração que fornece
um desempenho desejado. U(s) Entrada de referência (set-point); Y(s)
Saída do sistema; G(s) - Planta.
 Sistema de controle em malha fechada: O sinal de saída é realimentado
na entrada e o controlador processa o erro E(s) e atua no sinal de
entrada da planta U(s).
23/07/2014 59 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Categorias de Protocolos
 Primeira Categoria, Categoria de Bus (Sensorbus) –
protocolos de baixo custo, alta velocidade,
comunicação a nível de bit. Ex.: porta aberta=0, porta
fechada=1.
 Segunda Categoria (Device Bus) – válvulas,
botoeiras até COM inteligentes. Comunicação a nível
de byte. Consigo ter noção de que a comunicação
digital está correta. Usa detecção de erro. Consigo
informar algumas variáveis analógicas. Trabalha com
vários bytes.
 Terceira Categoria (Fieldbus) – hoje em dia qualquer
protocolo digital é chamado fieldbus. Protocolos
voltados para equipamentos mais complexos.
Trabalha a nível de dados.
23/07/2014 60 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Categorias de Protocolos
 No Brasil, a maioria das aplicações
estão na:
 1ª Categoria – ASi (bit)
 2ª Categoria – CAN (byte), Interbus (Porto
de Paranaguá). O CAN pode ser usado no
carro para ler os sensores (ASTRA, FIAT)
 3ª Categoria: Fieldbus Foundation,
Profibus PA. Monitora e controla variáveis
analógicas.
23/07/2014 61 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Padronização de Protocolos
 Protocolos abertos (não são proprietários) – Existe
uma fundação que coordena e tem vários
fabricantes.
 Pode ser escrito via normas.
 De país: ABNT, DIN, ISA, etc. Ex.: ASi, DeviceNet, Profibus
PA não são protocolos mundiais.
 Mundial: IEC (Comissão de Eletrotécnica Internacional –
sede em Bruxelas. EX.: IEC 61158, norma mundial de
protocolo, engloba FF, Profibus, ControlNet (antigo),
Profibus-DP, P-Net (?), Interbus-S, SwiltNet (?), WorldFIP
(França).
 Obs – Profibus DP e DeviceNet são praticamente iguais. Só
que Profibus DP é mundial e DeviceNet não é.

23/07/2014 62 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI



FOUNDATION
Fieldbus
PROFIBUS –
PA
PROFIBUS
– DP
CAN
(Device Net)
ASI
Single loop
controller
Inverter
Micro-inverter
Control valve
Motor starter
Contactor
Solenoid
Analyzer
Gas chro.
Remote I/O
Barcode
Flow meter
Thermometer
Pressure gage

Encoder
Photo switch
Proximity switch
Limit switch

Sensors
bit byte data
23/07/2014 64 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
www.as-interface.com
Protocolo ASi

23/07/2014 65 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Equipamentos Industriais ASi
23/07/2014 66 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
O que é AS-interface?
 É um simples sistema de rede
desenvolvido para a monitoração e
controle de sinais digitais e
analógicos no nível de campo.
 Trabalha com apenas um par de
fios, onde são transmitidos os dados
e a alimentação para os
equipamentos.
23/07/2014 67 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Cenários Tecnológicos

23/07/2014 68 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
 ABB
 AIRTEC
 Allen-Bradley
 American Microsystems
 Andras Steuerungssysteme
 Asco Joucomatic
 AUCOTEC
 Austria Mikro Systeme
 Baco
 Balluf
 Baumer
 Bihl + Wiedemann
 Brad Harrison /H.F. Vogel
 Bürkert
 Carinthian Tech Research
 Crouzet
 Datalogic
 Dr.-Ing. Hans Jürgen Melhardt
 Egemin NV
 Elasta
 Elektro-Apparatebau Olten
 Endress + Hauser
 ENTRELEC-SCHIELE
 Fachhochschule Solothurn
 Fachhochschule Vorarlberg
 Festo
 Franz Binder
 Friedrich Lütze
 Fuji Electric
 GE Fanuc .
 Gebauer & Griller
 GEMÜ
 Gossen-Metrawatt
 Hans Bernstein
 Harting
 Hilscher
 Hörbiger-Origa
 Idec Izumi Corp.
 ifm electronic
 IMI Norgren Limited
 IMI Norgren-Herion Fluidtronic
 Institut für Informationstechnik
im
 J. Auer
 K. A. Schmersal
 Karl Lumberg
 Kuhnke
 Lachmann & Rink
 Leuze electronic
 Mitsubishi Electric
 MLS Lanny
 Moeller
 Murrelektronik
 Omron Electronics
 Ositech PTY Ltd.
 Pepperl + Fuchs
 Phoenix Contact
 Pilz
 Power Controls Iberica S.L.
 Puls
 Pulsotronic
 R. Stahl Schaltgeräte
 RECHNER
 Hirschmann
 Robert Bosch
 Schneider Electric
 Sense Electronica Ltda
 SEW-EURODRIVE
 Sick
 Siemens
 Sirena S.p.A.
 SMC Pneumatik
 Steinbeis
 Toyoda Machine Works Ltd.
 Trox Technik
 Turck
 VCOM
 VEGA
 Visolux-Elektronik
 Weidmüller
 WERMA Signaltechnik
 Wiechers & Partner

23/07/2014 69 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Análise na escolha da rede Industrial

23/07/2014 70 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
a) Sistemas convencionais; b) Rede AS-i.


23/07/2014 71 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Interligação da rede AS-i com outras redes
digitais.


23/07/2014 72 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
REDE AS-INTERFACE


23/07/2014 73 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Viabilidade econômica do sistema AS-i.

23/07/2014 74 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Princípio de Operação
• A rede AS-i possui um mestre (gateway/
master) que é responsável pela
monitoração de todos os escravos.
• Cada escravo possui um endereço, desta
forma, se algum dos escravos entrar em
falha, seu endereço será automaticamente
indicado pelo mestre.

23/07/2014 75 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
23/07/2014 76 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
23/07/2014 77 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
UMA ÚNICA REDE AS-I PODE CONECTAR ATÉ 62 ESCRAVOS!
Com 248 entradas e 248 saídas!
23/07/2014 78 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Master
ÁRVORE
Master
ESTRELA
Master
LINHA COM
RAMIFICAÇÕES
Master
LINHA
23/07/2014 79 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Solicitação do Master
Master
Controle
Escravo
1A

Escravo
2A
Escravo
1B
Escravo
2B
Escravo
2B
Escravo
1B
Escravo
2A
Escravo
1A
Escravo
3B
Escravo
3B
Resposta do Escravo
Tempo de ciclo: 20 ms (dependendo da
configuração)

Escravo
3A
Escravo
3A
Escravos B Escravos A
O master chama os escravos com endereço A e depois B
23/07/2014 80 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Componentes da rede AS-i

• Masters/ Gateways
• Os Masters e Gateways são os “mestres” da rede
AS-I.
• Eles são os responsáveis pelo controle e
monitoração de toda a rede AS-I
 MASTER – É capaz de fazer todo o controle da
rede AS-I, funcionando como um “Mini-PLC”
 GATEWAY – Monitora a rede AS-I e faz a interface
com um protocolo de comunicação superior
23/07/2014 81 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Gateways com interface para:

• Profibus
• Modbus/ TCP
• Modbus RTU
• CANOpen
• DeviceNet
• Ethernet/ IP
• Profinet

Master com interface Serial RS-232/ RS-485

23/07/2014 82 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Arquitetura – Rede AS-i com
Gateway AS-i/ Profibus DP
PLC - Profibus
Gateway AS-i/Profibus
Rede AS-i
23/07/2014 83 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Componentes da rede AS-i
• Fonte AS-i
• As fontes AS-i são
responsáveis pela
alimentação da rede AS-i,
dentre outras funções.
Através do seu circuito e
método de construção, ela
permite que a rede
trabalhe com alimentação
e troca de dados no
mesmo par de fios.
23/07/2014 84 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Fontes de Tensão ASI
• Correntes de até 8A
• Entrada em 24VDC ou 115/230VAC
• Modelos com grau de proteção IP65
(poeira e jato de água)




23/07/2014 85 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Componentes da rede AS-i
 Módulo I/O – são necessários para que sensores e atuadores
comuns, que não possuem o chip AS-i integrado, possam ser
utilizados na rede AS-i.
 Módulos para montagem em campo (IP67) e em painel
(IP20)
 Entradas Digitais para contato seco, sensores PNP, NPN,
NAMUR, 2 fios DC.
 Entradas e saídas analógicas (4… 20mA, 0… 20mA e 0…
10V)
 Saídas digitais à relé e transistor
 Detecção de falhas na saída

23/07/2014 86 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
A alimentação das entradas dos módulos pode ser feita através da
própria alimentação fornecida pela rede AS-I (Cabo Amarelo) ou
através de uma alimentação auxiliar convencional de 24Vdc (Cabo
Preto)

23/07/2014 87 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Módulos de I/O

• Montagem sem ferramentas
• Conexão M12 de metal
• Classe de Proteção IP67
• Fixação em trilho DIN ou direto no campo

23/07/2014 88 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Trilho DIN - Em chapa de aço com 1,0 mm de espessura,
bicromatizado, auxilia na fixação de componentes elétricos.

23/07/2014 89 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Travamento rápido SPEEDCON M12


23/07/2014 90 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
IP67 – protejido contra poeira e efeitos de
imersão temporária em água.
 Conectores circulares com
grau de proteção IP67,
padrão M8 com 3 e 4 pólos
e M12 com 3, 4 ou 5 pólos,
para sensores e atuadores,
com contato a ouro (0.25
µm), conexao à mola e à
parafuso, reto ou angular,
todo plástico, shieldado ou
com rosca metálica.
 Podendo ser fornecido já
injetado com o cabo em
poliuretano nos seguintes
padrões: M8 com 3 e 4 pólos
e M12 com 3, 4, 5 e 8 pólos.
Rede AS-i - Transportadora de Latinhas
(sensores)
23/07/2014 91 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
23/07/2014 92 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Módulos de I/O

• Grau de proteção IP68/ IP69K
• Ideal para aplicações onde existam processos de limpeza
• Indicação visual de falhas nas saídas
• Instalação em qualquer posição, devido ao seu formato
arredondado

23/07/2014 93 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Módulos de I/O

• Módulo compacto para aplicações descentralizadas
• 1 entrada e 1 saída por módulo
• Montagem em espaços reduzidos
• Grau de proteção IP68/ IP69K (poeira e imersão contínua em
água)

23/07/2014 94 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Sensores Inteligentes AS-i
• Utilização direto na rede AS-I, pois possuem chip AS-I integrado
• Não necessitam de Módulos I/O
• São vistos como um nó da rede
23/07/2014 95 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Sensor ou atuador com AS-i embutido.


23/07/2014 96 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Módulo 2E/2S para sensores/atuadores
convencionais.


Sensores Indutivos para Monitoramento de válvulas ON/OFF
23/07/2014 97 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Sensor Indutivo Duplo
 Trabalha em conjunto com ativador acoplado ao eixo da válvula
 Indicação visual de aberto/ fechado através dos leds dos sensores
Fixação no padrão universal NAMUR (30x80mm ou 30x130mm)
Saída para solenóides de baixa potência (máx. 26,4V/ 2,5W)
 Alimentação do sensor e da solenóide através da rede AS-i
Repetidores/Terminadores
 Repetidores
 Extensão de rede até 100 metros
 Máximo de 2 repetidores em série em um único segmento.
 Devem trabalhar em conjunto com uma fonte AS-i
 Terminadores
 Otimização e balanceamento do sinal na rede AS-i
 Permite a extensão da rede até 200 metros
23/07/2014 98 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Rede com Repetidores
23/07/2014 99 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Rede com Terminador
23/07/2014 100 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Combinação Repetidores/Terminadores
23/07/2014 101 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Cabos AS-i
23/07/2014 102 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Cabo Chato - Conexão tipo Vampiro
23/07/2014 103 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Vista do corte frontal do cabo AS-i


Cabo AS-i – Imagens Ampliadas
23/07/2014 104 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Cabo AS-i
23/07/2014 105 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Conexão com cabo redondo:
 Cabo simples com dois condutores de Ø1,5mm²
sem necessidade de shield

23/07/2014 106 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Cabos circulares sem blindagem

23/07/2014 107 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Cabos padrões do barramento AS-i


23/07/2014 108 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
a) Acoplamento do módulo ao barramento; b)
Pinos de perfuração


Programador Manual
23/07/2014 109 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
• Permite mudança de endereços dos escravos AS-I
• Verificação de entradas e acionamento de saídas dos escravos para teste
• Mudança e visualização de Parâmetros

Acessórios
23/07/2014 110 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
 Derivadores
 Conectores M12
 Conectores com cabo
 Bases com “vampiro”
Exemplos de Aplicações
23/07/2014 111 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI
Exemplos de Aplicações
23/07/2014 112 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful