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Espectro de raios X
Os raios X foram descobertos acidentalmente
por W. C. Roentgen em 1895 quando ele
estava trabalhando com tubos de raios
catódicos.
Devido a natureza desconhecida desses
raios penetrantes foi denominado raio X.
raios X corresponde a radiação
eletromagnética de comprimentos de onda
ao redor de 0.1 a 10 A
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História do raio X
O primeiro raio-X foi
tirado da mão de sua
esposa mas um ano
depois, em 1986, já era
amplamente aplicado em
medicina tornando-se
uma das grandes
descobertas do século
XX.
Em 1916 raios-X já
eram usados para
inspecionar
cargas de navios.
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Produção de raio X
O filamento de tungstênio
é aquecido pela passagem
de corrente ( I< 80 mA) e
emite elétrons

Elétrons são acelerados por
uma diferença de potencial
(DV=20 kV ou 30 kV) entre
o filamento (catodo) e um
eletrôdo de Cobre (anôdo).
Válvula - produção de raio-X
 Ao atingirem o ânodo de cobre os elétrons
são freados bruscamente, emitindo radiação e
ionizando os átomos de cobre.
 O processo é como um efeito foto-elétrico
invertido.
 Radiação eletromagnética emitida tem vários
cumprimentos de onda.
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Espectro de raio-X do
Cobre
 Componente continua – bremsstrahlung.
 Componente discreta – ionização do átomo
de Cobre (fenômeno de fluorescência).
 Mínimo bem definido para uma dada energia
dos elétrons, l
min.
l
min
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 O fóton de menor comprimento de onda,
l
min
, seria emitido quando o elétron
perdesse o máximo (toda) de sua
energia cinética durante a colisão (K´=0).
Parte continua do espectro -
Bremssstrahlung
K
K
elétron

núcleo
Fóton de
bremsstrahlung
Efóton = hu = K – K´

Efóton = hc/l = K – K´
energia inicial do eletron K = eV = hc/l
min
determinando l
min
constante. de Planck
h = eVl
min
/c
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Parte discreta do
espectro de raio X
Elétrons do catodo (filamento) se chocam com
os elétrons dos átomos arrancando-os.
A energia do
fóton é dada
pela
diferença de
energia das
órbitas.
No processo de recombinação
Emissão de fóton
Idéia de órbitas
Niels Bohr
e-
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Postulado de Bohr
• elétrons se movem em órbitas
circulares em torno do núcleo.

• apenas certas órbitas discretas de
energia são permitidas (estados
estacionários).

• os elétrons que se movem numa dessas
órbitas não emitem radiação.

• o momento angular L associado a essa
órbita é um múltiplo inteiro de h, L=nh.

• ao saltar de uma órbita para outra o
elétron solta uma energia E=hv

Mais detalhes experiência do átomo de hidrogênio
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Os números quânticos
Na notação espectroscópica usamos as letras
s,p,d,f,h...para especifificar os valores de
l = 0, 1, 2, 3, 4, 5…., respectivamente.
Conventionalmente, as camadas são
designadas pelas letras K,L,M...
K , n =1
L , n =2
M , n =3
As sub-camadas correspondem aos
valores de l .
n=4, N
n=3, M
n=2, L
n=1, K
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notação espectroscópica.








De acordo com a mecânica quântica uma
descrição completa de um estado dos
elétrons requerem 4 números
quânticos, n, l, ml e ms.
Símbolo Nome
n número quântico principal
l número quântico orbital
m
l
número quântico magnetico
m
s
número quântico de spin
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Átomos com muitos
elétrons
Devido ao Princípio de Exclusão de Pauli dois
elétrons não podem ter um mesmo conjundo
de números quânticos (n,l,m
l
,m
s
).’ (Wolfgang
Pauli, 1929).

Por exemplo a órbita n =1 (camada K) pode
ter no máximo 2 elétrons.
n l m
l
m
s
1 0 0 +1/2
1 0 0 -1/2


Símbolo Valores permitidos
n n=1,2,3,4,…

l l=0,1,2,3,…,(n-1)
m
l
-l, -l+1,…..,(l-1),+l projeção de L
m
s
+1/2 and -1/2 projeção de s.
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preenchimento
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Ionização e De-excitação
e-
n=4, N
n=3, M
n=2, L
n=1, K
K series
L series
M series
K
a

K series
L
a

L series
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l
min
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Como medir
Equipamento para medidas de espectro de raio-X
Lei de Bragg para selecionar os
comprimentos de onda.

Contador Geiger para medir quantidade de
fótons (raio-X)

Medir quantidade de fótons em função de 2q
LiF
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Cristal de LiF
Funciona como uma
rede de difração
Raio-X incidente
Raio-X refletido
q
q
q
Lei de Bragg para
determinar l
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Conversão de em
l = 2d sen(q)
Para que haja
interferência
construtiva
Para n=1
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Contador Geiger
Raio-X
refletido
q
q
q
Fenda
3mm
Geiger
Raio X de comprimento
de onda dado pela lei
de Bragg
escalímetro
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Detector Geiger
O feixe de raios X interage com a janela de
entrada e com o gás do contador Geiger
predominantemente através do efeito foto-
elétrico.

A energia depositada no detector provoca uma
descarga de avalanche e o pulso elétrico
produzido é contado num escalímetro.
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Espectro de raio – X em
função da energia
l
min
 Medir número de fótons com o
escalímetro e com o detector
Geiger em função de q.
 Transformar q em l , l = 2d sen(q)
 Transformar l em E, Efóton = hc/l
 Obter espectro de raio – X em
termos de energia.
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Experiência de Absorção
e Fluorescência
Medir a absorção de raio-X de um material
em função da energia do raio-X incidente.
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absorção
O processo de interação predominante dos
raios-X com a matéria de um absorvedor é o
efeito fotoelétrico.
I
0
= intensidade
inicial
I
T
= intensidade
transmitida
Raio-X incidente
A = I
0
/I
T
= absortância
A assortância decresce com o aumento da
energia do fóton.

Mas existem descontinuidades de salto
correspondentes ao aumento da absorção
quando a energia do fóton ultrapassa a
energia de ligação de cada camada eletrônica
do elemento absorvedor.
absorvedor
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0
-5
-8
Energia
de ligação
(keV)
Emissão Absorção
Fluorescência
absorção e re-emissão de raio-X
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