OPERADOR DE EMPILHADEIRA

Instrutor: Cleitson Freitas
Técnico de Segurança do Trabalho Registrado no MTE sob
Nº 806- DRT-RN
Consultoria e Assessoria em Segurança do Trabalho
“A segurança no trabalho é um dever de todos”.
OPERADOR DE EMPILHADEIRA
• Pessoa responsável pela organização,
realização de manutenções previstas em
empilhadeiras seguindo as normas de
segurança, higiene, qualidade e meio
ambiente.
• Realiza preparação de movimentação de
cargas e as movimentam .

Consultoria e Assessoria em Segurança do Trabalho
“A segurança no trabalho é um dever de todos”.
PROPÓSITO
• A Norma Regulamentadora (NR) 11 do
Ministério do Trabalho e Emprego, cuja
redação foi dada pela Portaria 3214/78,
estabelece em seu item 11.1.5, que todo
operador de equipamento com força motriz
própria devem participar de treinamento
específico, dado pela empresa, que o
habilitará para realizar esse trabalho.


Consultoria e Assessoria em Segurança do Trabalho
“A segurança no trabalho é um dever de todos”.
OBJETIVO
• Capacitar os participantes a operar de forma
segura e eficiente empilhadeiras,
uniformizando procedimentos para inspeção,
manutenção e conservação destes
equipamentos.
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INTRODUÇÃO

• O bjetivo desse programa é capacitar
operadores de empilhadeiras para
movimentação de cargas internas na Acyole
Distribuidora.

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• As empilhadeiras podem ser classificadas de
duas maneiras: quanto ao abastecimento
enquanto às características, como podem
também ser movida à combustão interna ou
elétrica.

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CLASSIFICAÇÃO DAS EMPILHADEIRAS
Quanto ao abastecimento
• A gasolina - é a empilhadeira que mais polui o ambiente;
• A álcool - polui menos que a gasolina;
• A diesel - apresenta menor poluição que o álcool e a
gasolina;
• A GLP (gás liquefeito de petróleo) - polui menos que os
três anteriores, por ser mais perfeita a queima do
combustível;
• A Eletricidade - não apresenta poluição por não haver
combustão.
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Quanto as características
• Mecânica Normal - possui câmbio com conversor de
toque;
• Mecânica Normal com acoplamento fluido - facilita
as operações e diminui a quantidade de mudanças
de marcha ao sair e ao parar;
• Pedal de freio por controle de aproximação e pedal
monotrol. Obs: Cada um dos tipos de empilhadeiras
acima citados é escolhido pela empresa de acordo
com as suas necessidades.
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PRINCIPAIS FABRICANTES

• Komatsu
• STILL
• Clark
• Mitsubishi
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CONCEITOS
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Estabilidade Frontal:
• ponto de apoio,
• princípio da alavanca;
Estabilidade Lateral:
• centro de gravidade,
• base,
• centro de carga;
ESTABILIDADE FRONTAL
Ponto de apoio
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A empilhadeira foi construída de maneira tal que o seu
princípio de operação é o mesmo de uma "gangorra".
Assim sendo, a carga colocada nos garfos deverá ser
equilibrada por um contrapeso igual ao peso da carga
colocada no outro extremo, desde que o "ponto de
equilíbrio" ou centro de apoio esteja bem no meio da
gangorra.
ESTABILIDADE FRONTAL
Ponto de apoio
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Entretanto, podemos, com um mesmo contrapeso,
empilhar uma carga mais pesada, bastando para isso
deslocar o "ponto de equilíbrio" ou centro de apoio' para
mais próximo da carga.
CONTRAPESO
Assim sendo, é muito importante saber qual a
distância do centro das rodas até onde a carga é
colocada.
ESTABILIDADE FRONTAL
Princípio da alavanca
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Este applet mostra uma alavanca simétrica com alguns
corpos de peso de 1.0 N. Os braços da alavanca estão
divididos por retângulos coloridos; cada retângulo
corresponde a 0.10 m. A alavanca está em equilíbrio
quando o applet é iniciado.
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ESTABILIDADE LATERAL
Centro de gravidade
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•Todas as coisas existentes possuem um centro de gravidade, este ponto é o que
proporciona o equilíbrio de um objeto que garante um movimentar seguro.
•Em uma empilhadeira, o seu ponto central de gravidade está localizado mais ou
menos na altura do motor que fica abaixo do banco do operador, agora, quando a
mesma está carregada, o centro de gravidade se desloca para frente e para cima
mais nunca poderá ultrapassar qualquer um dos lados do triangulo de
estabilidade.
•Esse deslocamento si dá devido a combinação do centro de gravidade da
máquina e do centro de carga gerando um “centro de gravidade combinado”.
•Ao movimentar a carga no sentido vertical esse centro combinado também se
elevará verticalmente mas, jamais poderá fugir deste triangulo.
ESTABILIDADE LATERAL
Centro de gravidade
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ESTABILIDADE LATERAL
Base
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Um outro ponto muito importante sobre empilhadeiras,
que todo operador deve conhecer é a ideia de
“estabilidade lateral” ou seja, como operar a máquina
sem correr o risco de que ela tombe para os lados. Para
se entender bem como funciona a estabilidade lateral, é
necessário o conhecimento das ideias de base e de
centro de gravidade.
ESTABILIDADE LATERAL
Base
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A base da empilhadeira é feita
em três pontos e em forma de
um triangulo. Dois deles estão
na parte frontal da
máquina,onde estão localizadas
as rodas de tração. O terceiro
ponto é a união entre o chassi e
o eixo de direção, que é
formado por um pino montado
no meio do eixo de direção e
fixado no chassi,permitindo que
as rodas de direção
acompanhem as irregularidades
do piso.
ESTABILIDADE LATERAL
Base
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No momento em que a empilhadeira
passa sobre uma pedra, ou um buraco
e o fio prumo do centro de gravidade
cai fora da base, a empilhadeira tomba
com a maior facilidade. Por isso se
recomenda que a carga seja
transportada com pouca elevação (15
a 20cm do piso) e inclinada para trás
somente o suficiente para acomodar a
carga nos garfos.
ESTABILIDADE LATERAL
Centro de carga
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Caso o peso da carga exceda a capacidade nominal
da empilhadeira ou o centro de carga esteja além do
especificado para ela, poderá ocorrer um desequilíbrio
e consequentemente o tombamento, com sérios
prejuízos tanto para o equipamento como para a carga
e também para o operador.
ESTABILIDADE LATERAL
Desequilíbrio da gangorra
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A capacidade da empilhadeira é dada pelo peso
e pela distância do centro de carga.“D” é a
distância tomada à partir da face anterior dos
garfos até a interseção de duas diagonais que
determinam o centro de gravidade “G” à qual vai
determinar o centro de carga “Q”.
ESTABILIDADE LATERAL
Desequilíbrio da gangorra
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Centro de carga fora do
especificado 70cm
ESTABILIDADE LATERAL
Equilíbrio da gangorra
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Os fatores que influem no equilíbrio de uma “gangorra”
são pesos utilizados em seus extremos e as distâncias
desses pesos em relação ao “centro de apoio” ou
“ponto de equilíbrio”. Como não se pode variar o peso
próprio de uma empilhadeira, nem a posição de seu
centro de gravidade em relação ao centro das rodas
dianteiras, ficamos limitados a procurar o equilíbrio
somente escolhendo adequadamente as dimensões e
peso da carga e sua posição sobre os garfos.
ESTABILIDADE LATERAL
Equilíbrio da gangorra
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CARGA C/A TORRE NA VERTICAL
TORRE INCLINADA PARA TRÁS
TORRE INCLINA DA P/FRENTE
PARTES DA EMPILHADEIRA
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• Motor;
• Transmissão;
• Embreagem;
• Diferencial;
• Chassis e contrapeso;
• Sistema hidráulico;
• Sistema de elevação;
• Pneus;
• Comandos e instrumentos do painel.
PARTES DA EMPILHADEIRA
Motor
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Conjunto de força motriz do veículo que também
movimenta as bombas hidráulicas e o câmbio mecânico
ou hidramático.
PARTES DA EMPILHADEIRA
Transmissão
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É o conjunto que permite a mudança automática
das marchas de velocidade. Atualmente, nos
modelos mais modernos, estão sendo utilizadas
transmissões banhadas à óleo (semi automática) e
transmissão hidrostática.
PARTES DA EMPILHADEIRA
Pedais

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São dispositivos que auxiliam o comando do veículo
para movimentar, trocar de marcha, diminuir velocidade
e parar.Sempre que pisar no freio, aconselha-se pisar na
embreagem. A empilhadeira elétrica nãotem pedal de
embreagem e, nesse caso, deve-se deixar a alavanca
de mudança em ponto neutro, quando for parar.
PARTES DA EMPILHADEIRA
Diferencial


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É o conjunto de engrenagens que faz as rodas
girarem e conserva o veículo em equilíbrio nas
curvas, permitindo que as rodas traseiras
movimentem-se com velocidades diferentes uma da
outra. No caso das empilhadeiras, esses movimentos
são realizados pelas rodas dianteiras (rodas de
tração).
PARTES DA EMPILHADEIRA
Chassis e contrapeso
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É a estrutura metálica, geralmente de ferro fundido,
que serve de contrapeso para a carga e de proteção
para vários componentes da empilhadeira.
PARTES DA EMPILHADEIRA
Sistema hidráulico

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É o sistema movimentado pela pressão do óleo
hidráulico,proporcionando movimentos aos cilindros
de elevação, inclinação e direção do equipamento.
REGRAS DE OPERAÇÃO CONFORME NR 11
DO MINISTERIO TRABALHO
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EMPILHADEIRA
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Regras simples de Segurança
Antes de iniciar qualquer serviço,
inspecione detalhadamente o
equipamento •

NÃO FAÇA "GATILHOS" NO
EQUIPAMENTO, SÓ OPERE SE O
MESMO ESTIVER EM BOAS
CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO

NÃO OPERE O EQUIPAMENTO SOB
EFEITO DE MEDICAMENTO FORTE
OU BEBIBA ALCOÓLICA


NÃO ANDE SOB OS GARFOS
QUANDO ELES ESTIVEREM
ELEVADOS

NÃO TRANSPORTE PESSOAS EM
HIPÓTESE NENHUMA (CARONAS)

NÃO TRAFEGUE COM BRAÇOS,
PERNAS E CABEÇA FORA DO
EQUIPAMENTO

NÃO PERMITA QUE PESSOAS NÃO
HABILITADA OPEREM O
EQUIPAMENTO.

NÃO CORRA DE FORMA
NENHUMA

NÃO FREIE BRUSCAMENTE,
PRINCIPALMENTE QUANDO
ESTIVER COM A CARGA

NÃO SE DESLOQUE EM RAMPAS
ACENTUADAS, QUANDO
NECESSÁRIO A CARGA DEVE ESTAR
PARA O LADO MAIS ALTO

NÃO ESQUEÇA DE ACIONAR O
FREIO DE ESTACIONAMENTO
QUANDO ESTACIONAR O
EQUIPAMENTO

NÃO TRAFEGUE E NEM ESTACIONE
COM OS GARFOS ELEVADOS

NÃO ELEVE CARGAS MAIS PESADAS
QUE AS INDICADAS E NEM
TRAFEGUE SEM VISIBILIDADE

EMPILHADEIRA
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Quanto ao Check List
Check - List
 Inspeção visual;
 Inspeção Funcional.
Check - Inspeção Visual
• Antes de ligar o equipamento, o operador
deve checar:

Nível de óleo do motor Nível de óleo hidráulico
Nível de óleo de freio Nível de combustível
Nível de água radiador Vazamentos
Danos visíveis Pressão dos pneus
Retrovisores Extintores
Cabos e correntes Água da bateria
Check - Inspeção Funcional
• Antes de iniciar o turno de trabalho, o
operador deve checar:

Instrumentos do painel Buzina
Faróis e lanternas Freios
Controles hidráulicos Direção
Controles de transmissão Embreagem
Demais controles Combustível
Abastecimento do Veículo
 Não é permitido fumar, acender fósforo ou usar
qualquer tipo de chama durante o abastecimento;
 Conserve o motor desligado. O bico da mangueira deve
ficar em contato direto com a boca do tanque;
 Verifique a tampa do tanque, esta deverá estar em boas
condições;
 Lave quaisquer respingos de combustível antes de pôr o
motor em funcionamento
Abastecimento do Veículo
 No abastecimento de veículos à gás:
Feche a válvula do tanque e deixe o motor funcionar até
parar completamente;
Desligue a chave de ignição;
Remova, com cuidado, a conexão de acoplamento;
Retire o cilindro vazio e guarde-o em local apropriado;
Coloque o cilindro cheio;
Faça a conexão corretamente;
Abra a válvula e, com espuma de sabão, certifique-se de
que não há vazamentos;
No fim de cada turno, feche a válvula e espere o motor
parar e, em seguida, desligue a chave de ignição.
Manutenção
 Ao iniciar o turno de trabalho faça um checagem no
veículo. Adote a utilização de um “check-list”;
 Qualquer defeito mecânico ou elétrico observado deve ser
comunicado imediatamente à supervisão;
 Os consertos dos veículos são de responsabilidades da
Manutenção. Portanto, não faça reparos no seu
equipamento, salvo se devidamente autorizado;
 Sempre que tiver que deixar o veículo, abaixe as cargas (se
houver), desça as garras até o solo, desligue o contato e
puxe o freio. Engate a 1a. marcha e/ou calce as rodas se
necessário.
Movimentação de Cargas
Aproxime-se de frente para a carga;
Avalie peso e demais condições da carga;
Conheça a capacidade de seu equipamento;
Verifique inclinação da torre.
Fixe a carga adequadamente;
Proceda o levantamento lentamente e com cuidado;
Use marcha reduzida;
Redobre a atenção ao trabalhar com ajudante.
Elevação de Cargas
 Certifique-se que há espaço suficientemente para
levantar a carga, assim como para manobras;
 Tome cuidado especial com as instalações aéreas, tais
como, tubulações de água, gás, elétricas, etc...
 Observe se a carga está segura, especialmente no caso
de peças soltas;
 Levante a carga um pouco, se ela inclinar para um dos
lados, abaixe-as e acerte o balanceamento;
 Não passe com a carga sobre pessoas e nem permita
que elas passem sob a carga.
Trânsito com Cargas
 Tome cuidado especial com piso molhado, sujo de óleo
ou irregular;
 Observe a altura das portas e passagens;
 Evite solavancos, partidas e freadas bruscas;
 Use marcha-ré sempre que estiver descendo rampas ou
quando a carga impedir a visão à frente;
 Suba as rampas sempre de frente;
 Não erga ou abaixe a carga, nem incline a torre com o
equipamento em movimento;
 Não faça manobras em rampas.
Circulação
 Circule com a carga a uma altura próxima ao solo;
 Diminua a velocidade e buzine ao se aproximar de
cruzamentos ou esquinas sem visão;
 Pare e buzine ao atravessar portas e cruzamentos. Use a
buzina como alerta e somente quando necessário,
evitando assustar os pedestres;
 Respeite a velocidade máxima de 10 Km/h;
 Jamais use a “banguela”;
 Só proceda a reversão com o veículo completamente
parado;
 Conserve as mãos firmes no volante e não coloque
braços e pernas para fora do veículo;
Emergências / Incêndios
Saiba como agir em casos de emergência;
Ao ouvir alarme de incêndio, encoste o veículo em local
seguro, deixando a passagem livre;
Não obstrua os equipamentos de emergência, tais como
hidrantes, extintores, macas e corredores;
Conheça o manejo dos extintores de incêndio;
Nos casos de princípio de incêndio no veículo, peça
ajuda e inicie o combate às chamas utilizando o extintor
próprio ou outro adequado (pó ou CO2 );
Evite incêndios, não fume dirigindo.
Tipos de EPI’s
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 CAPACETE;

 ÓCULOS DE SEGURANÇA;

 BOTA DE SEG. COM BICO DE AÇO;

 PROTETOR AURICULAR.
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Acidentes com Empilhadeira
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Acidentes com Empilhadeira
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Acidentes com Empilhadeira
EXERCICIOS PRÁTICOS
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verificação da manutenção diária pelo operador (conforme
NR11), identificação das partes da máquina, identificação
das alavancas de comando e instrumentos do painel,
operação com maquina parada (reconhecer os
movimentos básicos) operação sem carga (Avante / ré,
slalow grande / pequeno) operação com carga (slalow
pequeno, empilhamento, rampas e outros de acordo com
suas aplicações).