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CIPA

COMISSÃO INTERNA
DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES







OBJETIVO:Relatar e observar condições de risco nos ambientes
de trabalho e solicitar medidas para reduzir ou eliminar riscos
existentes.
ORGANIZAÇÃO
*A CIPA é composta por representantes do empregador
(indicados) e dos empregados (eleitos), em igual número, sendo
composta de Titulares e Suplentes e sua quantidade é definida
pelo grau de risco de sua atividade que é definido pelo CNAE
(Classificação Nacional de Atividades Econômicas) e pelo número
de funcionários da empresa. Haverá também um secretário e
seu substituto.

*Os representantes dos
empregadores, titulares e
suplentes serão por eles
designados.




Os representantes dos
empregados, titulares e
suplentes, serão eleitos em
escrutínio secreto, do qual
participem, independentemente
de filiação sindical,
exclusivamente os empregados
interessados.

*O mandato dos membros eleitos
da CIPA terá a duração de um ano,
permitida uma reeleição.

*É vedada a dispensa arbitrária ou
sem justa causa do empregado
eleito para cargo de direção de
Comissões Internas de Prevenção
de Acidentes desde o registro de
sua candidatura até um ano após o
final de seu mandato.

*O empregador designará entre
seus representantes o Presidente
da CIPA, e os representantes dos
empregados escolherão entre os
titulares o vice-presidente.

ATRIBUIÇÕES
Identificar os riscos do processo
de trabalho, e elaborar o mapa de
riscos, com a participação do
maior número de trabalhadores,
com assessoria do SESMT.

Elaborar plano de
trabalho que
possibilite a ação
preventiva na solução
de problemas de
segurança e saúde no
trabalho.

Participar da
implementação e do
controle da qualidade das
medidas de prevenção
necessárias, bem como da
avaliação das prioridades
de ação nos locais de
trabalho.

Realizar periodicamente,
verificações nos ambientes e
condições de trabalho,
identificando situações que tragam
riscos para a Segurança e Saúde
dos Trabalhadores.


CABE AO EMPREGADOR

Proporcionar aos membros da CIPA
os meios necessários ao
desempenho de suas atribuições,
garantindo tempo suficiente para a
realização das tarefas constantes
do plano de trabalho;


CABE AOS EMPREGADOS

Participar da eleição de seus representantes;
Colaborar com a Gestão da CIPA;
Indicar a CIPA ao SESMT e ao empregador situações de Risco e
apresentar sugestões para melhoria nas condições de
trabalho;
Observar e aplicar no ambiente de trabalho as
recomendações quanto a prevenção de acidentes e doenças
decorrentes do trabalho;



COMPETE AO PRESIDENTE DA
CIPA

Convocar os membros para as reuniões da CIPA;

Coordenar as reuniões, encaminhando ao SESMT e ao
empregador, as decisões da comissão;

Manter o empregador informado sobre os trabalhos da CIPA;

Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria;

Delegar atribuições ao Vice – Presidente;


CABE AO VICE PRESIDENTE

Executar as atribuições que lhe foram
delegadas pelo presidente;

Substituir o presidente quando
necessário;



COMPETE AO PRESIDENTE E VICE
PRESIDENTE EM CONJUNTO
Cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para o
desenvolvimento de seus trabalhos;

Coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para que os
objetivos propostos sejam alcançados;

Delegar atribuições aos membros da CIPA;

Promover o relacionamento da CIPA com o SESMT;

Divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores do
estabelecimento;

Encaminhar os pedidos de reconsideração das decisões da CIPA;

Constituir a comissão eleitoral.



COMPETE A SECRETÁRIO DA CIPA

Acompanhar as reuniões da CIPA,
e redigir as atas apresentando-as
para aprovação e assinatura dos
membros presentes;

Preparar a correspondência;

Outras que lhe forem conferidas.

DO FUNCIONAMENTO

A CIPA terá reuniões ordinárias mensais, de acordo com
o calendário preestabelecido.

As reuniões ordinárias serão realizadas durante o
expediente normal da empresa e em local apropriado;

As reuniões terão atas assinadas pelos presentes com o
envio de cópias para todos os membros;

As atas ficarão no estabelecimento à disposição dos
Agentes da Inspeção do Trabalho – AIT;

As decisões da CIPA serão
preferencialmente por consenso.
Não havendo consenso, e
frustradas as tentativas de
negociação direta ou com
mediação, será instalado processo
de votação, registrando-se a
ocorrência na ata da reunião.

O membro titular perderá o
mandato, sendo substituído por
suplente, quando faltar a mais de
quatro reuniões ordinárias sem
justificativa.

No caso de afastamento definitivo
do presidente, o empregador
indicará o substituto, em dois dias
úteis, preferencialmente entre os
membros da CIPA.

No caso de afastamento definitivo
do vice-presidente, os membros
titulares da representação dos
empregados, escolherão o
substituto, entre seus titulares, em
dois dias úteis.

DO TREINAMENTO

A empresa deverá
promover
treinamento para
os membros da
CIPA, titulares e
suplentes, antes da
posse.

O treinamento de CIPA em
primeiro mandato será realizado
no prazo máximo de trinta dias,
contados a partir da data da posse.

O treinamento da CIPA deve conter:

O estudo do ambiente e condições de trabalho.

Análise de acidentes e doenças do trabalho.

Noções sobre doenças decorrentes de exposição aos riscos
existentes.
Noções sobre a Síndrome da imunodeficiência Adquirida –
AIDS.

Noções sobre legislação trabalhista e previdenciária.

Princípios gerais sobre higiene no trabalho.



DO PROCESSO ELEITORAL

Compete ao empregador convocar
eleições para escolha dos
representantes dos empregados na
CIPA, no prazo mínimo de 60
(sessenta) dias antes do término
do mandato em curso.

A empresa estabelecerá
mecanismos para comunicar o
início do processo eleitoral ao
sindicato da categoria profissional
O Presidente e o Vice Presidente da
CIPA constituirão dentre seus
membros, no prazo mínimo de 55
(cinqüenta e cinco) dias antes do
término do mandato em curso, a
Comissão Eleitoral – CE, que será a
responsável pela organização e
acompanhamento do processo
eleitoral.

Nos estabelecimentos onde não
houver CIPA, a Comissão Eleitoral
será constituída pela empresa.

O processo eleitoral observará as
seguintes condições:
Publicação e divulgação de edital,
em locais de fácil acesso e
visualização, no prazo mínimo de
45 (quarenta e cinco) dias antes do
término do mandato em curso;

Inscrição e eleição individual,
sendo que o período mínimo para
inscrição será de quinze dias;

Liberdade de inscrição para todos
os empregados do
estabelecimento,
independentemente de setores ou
locais de trabalho, com
fornecimento de comprovante;

Garantia de emprego para todos os
inscritos até a eleição;

Realização da eleição no prazo
mínimo de 30 (trinta) dias antes do
término do mandato da CIPA,
quando houver;

Realização de eleição em dia
normal de trabalho, respeitando os
horários de turnos e em horário
que possibilite a participação da
maioria dos empregados.
O voto é secreto.
Apuração dos votos, em horário
normal de trabalho, com
acompanhamento de
representante do empregador e
dos empregados, em número a ser
definido pela comissão eleitoral
Faculdade de eleição por meios
eletrônicos;

Guarda, pelo empregador, de todos
os documentos relativos à eleição,
por um período mínimo de cinco
anos.

Acidente do Trabalho (Conceito
Prevencionista)

São todas as ocorrências
indesejáveis, que interrompem o
trabalho e causam, ou tem
potencial para causar ferimentos
em alguém ou algum tipo de perda
à empresa ou ambos ao mesmo
tempo.

Doença Profissional -> Entende-se
por doença profissional, aquela
inerente ou peculiar a
determinado ramo de atividade,
dispensando a comprovação de
nexo causal.

A doença do trabalho diferencia-
se da doença profissional em
vários pontos. Ela resulta de
condições especiais em que o
trabalho é exercido e com ele
relaciona-se diretamente. Sendo
uma doença genérica (que
acomete qualquer pessoa), exige
a comprovação do nexo causal, ou
seja, o trabalhador deverá
comprovar haver adquirido a
doença no exercício do trabalho.

Causas de Acidentes do Trabalho

ATOS INSEGUROS
Relacionados com falhas humanas


CONDIÇÕES INSEGURAS
Relacionadas com as condições de
trabalho


Causas Favoráveis a Ocorrência de
Acidentes

Inadaptação entre o homem e função
Sexo, agressividade, QI, percepção, coordenação motora;
Fatores circunstanciais
Problemas familiares, emoções, tabagismo, alcoolismo, doenças;
Desconhecimento
Seleção ineficaz, falha e/ou falta de treinamento adequado.
Desajustamento
Problemas com a chefia e colegas de trabalho, clima de insegurança, política salarial e
de promoção.
Personalidade
Conduta da pessoa, sua maneira de ser (machismo, exibicionismo, desatenção,
brincadeiras impróprias, falta de liderança, autoritarismo).
Na construção e na instalação da empresa
Pisos irregulares, ruído, vibrações, falta de ordem e limpeza, instalações impróprias,
iluminação e ventilação insuficientes.


Nas máquinas
Localização inadequada, falta de proteções específicas,
principalmente em suas partes móveis, defeitos, falta
de manutenção preventiva e corretiva.
Proteção do trabalhador
Proteção insuficiente e/ou inadequada, EPI inadequado
ou danificado.
Outros fatores Contributivos
Uso incorreto ou falta de EPI, ferramentas inadequadas
ou defeituosas, falta de sinalização de segurança ou
desobediência a elas, falta de normas de segurança ou
descumprimento das mesmas, falta de supervisão,
horas extras excessivas, excesso de confiança,
nervosismo, incapacidade física para o trabalho/ etc.
TIPOS DE ACIDENTES DO
TRABALHO


Acidente Pessoal: É aquele sofrido
pelo empregado no desempenho
de suas tarefas habituais, no
ambiente de trabalho ou fora
deste, desde que esteja a serviço
do empregador.

Acidente de Trajeto: É o acidente
sofrido entre a residência e o local
de trabalho ou do local de trabalho
até a residência, desde que o
trabalhador não saia de seu trajeto
habitual.

Acidente Material: É o acidente
que causa danos materiais à
empresa, apenas máquinas,
equipamentos, veículos,
ferramentas e etc.

Incidente: Aquele que não provoca
lesões e danos materiais, porém
apresenta potencial para causar
danos e lesões.

ANÁLISE DO ACIDENTE

Serão investigadas todas as causas do acidente ocorrido,
independente do seu tipo, com objetivo de listar todas as falhas
ocorridas, determinar medidas que eliminem cada uma delas, e
evitar que outro acidente ocorra com as mesmas conseqüências
ou até maiores.
O local deve permanecer sem alteração, para que as condições
no momento do acidente sejam perfeitamente identificadas pela
comissão encarregada da investigação do mesmo. Essa comissão
deverá ser nomeada pelo presidente da CIPA, dela fazendo parte
o encarregado do setor onde ocorreu o acidente, membros da
CIPA e membros do SESMT e o próprio acidentado.
Até a chegada da comissão, o encarregado deve iniciar a coleta
de dados que servirão como ponto de partida para um exame
completo.

Roteiro de uma boa investigação:
Quando ocorreu? (data e hora)
Onde ocorreu? (especificando o setor ou seção)
Quais foram as conseqüências (lesões, danos materiais)?
Qual serviço que era executado no momento do acidente?
Houve treinamento adequado?
Quanto tempo de experiência tinha na tarefa?
Foi o primeiro acidente ocorrido nas mesmas circunstâncias?
Houve socorro adequado?
Quais as causas que contribuíram direta ou indiretamente para a
ocorrência do acidente? (verificar página anterior);
Determinar a causa principal e as causas secundárias;
Determinar uma medida para solucionar cada uma das causas,
determinando prazo para tal.
Classificação dos Acidentes
Quanto as suas Conseqüências:

Acidente Sem Afastamento – É o acidente em
que o acidentado pode exercer sua função
normalmente, no mesmo dia do acidente ou no
dia seguinte, no horário regulamentar. Portanto,
não entra nos cálculos das taxas de freqüência e
gravidade.

Acidente Com Afastamento – É o
acidente que provoca a
incapacidade temporária,
incapacidade permanente ou
morte do acidentado.

Incapacidade Temporária – É a perda
da capacidade de trabalho por um
período limitado de tempo, nunca
superior a um ano. Ocorre nos casos
em que o acidentado, depois de algum
tempo afastado do serviço, volta ao
mesmo, executando suas funções
normalmente como o fazia antes do
acidente.

Incapacidade Parcial e
Permanente – É a diminuição, pelo
resto da vida, da capacidade de
trabalho, que sofre redução parcial
e permanente; Exemplo:perda de
um dos olhos e perda de um dos
dedos.


Incapacidade Total e Permanente
– É a invalidez incurável, quando o
acidentado perde a capacidade
total para o trabalho.


A CAT – Comunicação de Acidente do Trabalho deverá ser feita
em seis vias, com a seguinte destinação:
1
a
via
INSS
2
a
via
EMPRESA
3
a
via
SEGURADO OU DEPENDENTE
4
a
via
SINDICATO DA CLASSE
5
a
via
SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS)
6
a
via
DELEGACIA REGIONAL DO TRABALHO (DRT)



CAMPANHAS DE SEGURANÇA


Campanha de Segurança são eventos
voltados para a educação e
sensibilização dos funcionários,
transmitindo conhecimentos sobre
segurança e saúde no trabalho.







Os eventos mais comuns e que
envolvem a CIPA são:

I-
Semana
Interna de
Prevenção de
Acidentes do
Trabalho - SIPAT;


II- Campanha Interna de Prevenção
da AIDS - CIPAS;

III- Antitabagismo - cabe também à
CIPA, recomendar que em todos os
locais de trabalhos se adotem
medidas restritivas ao hábito de
fumar.

O CUSTO DO ACIDENTE

Aspectos Sociais, Políticos e Econômicos
O Brasil, até o ano de 1994, era o
recordista mundial em acidente de
trabalho. Este fato é alarmante e
preocupante pois, o acidente do trabalho
não causa transtorno e prejuízos apenas
para o trabalhador e sua família, mas
também para a empresa e toda sociedade.

Para o TRABALHADOR, o acidente pode causar:
Sofrimento Físico e Psíquico;
Incapacidade (Permanente ou Temporária) para
o trabalho;
Dificuldades financeiras para si e sua família
(normalmente, o valor que se recebe do INSS
não corresponde à totalidade do salário).


Para a EMPRESA, o acidente pode trazer:
Interrupção do trabalho para socorro do acidentado:
Interrupção do trabalho para observação e comentário do ocorrido;
Gastos com primeiros socorros, transporte e assistência do acidentado;
Danificação ou perda de máquinas, equipamentos e ferramentas;
Parada e conseqüente perda de produção;
Atraso na entrega de produtos e/ou serviços acarretando desgaste c/ clientes;
Desgaste com autoridades e com a imagem da empresa;
Queda na produtividade dos outros trabalhadores;
Queda nos níveis de motivação dos outros trabalhadores;
Gastos com investigação sobre as causas do acidente;
Custo de treinamento com o substituto do acidentado.


Para a SOCIEDADE, o acidente pode
causar:
Perda temporária ou permanente da
mão-de-obra produtiva;
Aumento no número de dependentes
da coletividade;
Aumento de determinados impostos e
de taxas de seguro;
Aumento do custo de vida.

Podemos concluir, então, que um
acidente de trabalho acarreta custos
diretos e custos indiretos para o
acidentado, para a empresa e para o
país. Segundo alguns especialistas, o
custo indireto é 04 vezes superior ao
custo direto. Percebe-se, portanto
que os acidentes de trabalho causam
à nação prejuízos maiores aos que
conseguimos notar. Daí a
preocupação de sermos um dos
países com maior número de
acidentes de trabalho em todo o
mundo.

RISCOS PROFISSIONAIS

Os riscos profissionais, podem ser definidos como
sendo quaisquer agentes, presentes no local de
trabalho e capazes de afetar a saúde dos trabalhadores,
a segurança, a produtividade, a eficiência e a qualidade
de vida e do trabalho, estes riscos decorrem das
condições adversas inerentes ao ambiente ou ao
próprio processo operacional são mais variadas
atividades profissionais.


OS RISCOS SÃO CLASSIFICADOS EM:

Riscos Operacionais – São as condições inseguras
relativas ao processo operacional, como por exemplo,
máquinas sem proteção, pisos escorregadios.
Empilhamentos inadequados, etc.
Riscos Ambientais – São as condições inseguras
relativas ao ambiente de trabalho, como por exemplo, a
presença de gases e vapores tóxicos, o ruído, o calor
intenso, etc.

CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS

Os riscos ambientais estão
divididos em três grupos:

Riscos Químicos, são
representados por um grande
número de substâncias que põem
contaminar o ambiente de
trabalho.


Riscos Físicos, são representados
por fatores do ambiente de
trabalho que podem causar danos
à saúde, sendo os principais: o
calor, o ruído, as radiações, o
trabalho com pressões anormais,
as vibrações e a má iluminação.

Riscos Biológicos, são
representados por uma variedade
de microorganismos com os quais
o trabalhador, pode entrar em
contato, segundo o seu tipo de
atividade e que podem causar
doenças.


Os riscos operacionais, estão
divididos em dois grupos:
Riscos Ergonômicos, são estudados pela
ergonomia, que é a ciência que estuda formas
de adaptação confortável e produtiva, entre as
condições de trabalho, máquinas, ferramentas e
posto de trabalho às características físicas e
psicológicas do ser humano. Sendo estes riscos
aqueles fatores que prejudicarem a adaptação
objetivada pela Ergonomia.
Riscos de Acidentes, É toda e
qualquer situação de risco que
possa contribuir para a ocorrência
de acidentes, gerando uma série
de lesões nos trabalhadores, como
cortes, fraturas, escoriações,
queimaduras, dentre outras.

Vias de Entrada dos Materiais
Tóxicos no Organismo
Três são as formas pelas quais as
substâncias tóxicas podem
penetrar no organismo humano.

Inalação: quando se está num
ambiente contaminado, pode-se
absorver uma substância nociva
por inalação, isto é,pela respiração.


Via cutânea (contato com a pele): a
pele pode absorver certas
substâncias se houver contato,
mesmo que por poucos instantes.
Dessa forma, as substâncias podem
atingir o sangue e causar dano à
saúde.

Por Ingestão: ingestão acidental de
substância contaminada, com quantidades
não visíveis de bactérias por exemplo.
Recomenda-se, portanto, que não se
façam às refeições no próprio posto de
trabalho. E que o trabalhador não vá para
o refeitório, ou para casa, sem antes
efetuar um asseio mínimo, lavando mãos e
rosto com água e sabão.

Mapa de Risco

O Mapa de Risco tem como objetivos, reunir as
informações necessárias para visualizar a exposição dos
funcionários aos agentes nocivos presente no ambiente
de trabalho; possibilitar, durante a sua elaboração, a
troca e divulgação de informações entre os
trabalhadores, bem como, estimular a participação, dos
mesmos, no esforço da CIPA em melhorar as condições
de trabalho.
Os riscos serão representados graficamente, através de
bolas e cores, para informar aos trabalhadores os riscos
existentes no ambiente de trabalho.




Pequeno- Quando os agentes existem no ambiente, com concentração
ou intensidade que capacidade de agressão às pessoas
possam ser considerada desprezível
Médio- Quando as condições agressivas dos agentes estiverem
abaixo dos limites toleráveis para as pessoas, mas
causem desconforto.Com ou sem proteção
individual ou coletiva
Grande- Quando a concentração, intensidade, tempo de exposição
estejam acima dos limites de tolerância e não há proteção
individual ou coletiva eficiente, e comprovadamente,
os agentes estejam afetando a saúde
do trabalhador.
PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
A Norma Regulamentadora - NR 9

estabelece a
obrigatoriedade da elaboração e implementação, por
parte de todos os empregadores e instituições que
admitam trabalhadores como empregados, do
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA,
visando à preservação da saúde e da integridade física
dos trabalhadores, através da antecipação,
reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da
ocorrência de riscos ambientais existentes ou que
venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em
consideração a proteção do meio ambiente e dos
recursos naturais.


PCMSO - Programa de Controle
Médico de Saúde Ocupacional

PCMSO, com o objetivo de promoção
e preservação da saúde do conjunto
dos seus trabalhadores. O PCMSO
deverá ser planejado e implantado
com base nos riscos à saúde dos
trabalhadores, especialmente os
identificados nas avaliações previstas
nas demais NR.

O PCMSO deve incluir, entre outros, a realização
obrigatória dos exames médicos:
a) admissional; b) periódico;

c) de retorno ao trabalho; d) de mudança
de função;

e) demissional.

INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

É a detecção de riscos que afetam a saúde do
trabalhador, para determinar medidas preventivas
ou de controle. A eficiência das inspeções de
segurança é o resultado do que é próprio
observar, onde pode estar o risco, quem faz a
observação.



MEDIDAS
DE PROTEÇÃO

Medidas de Proteção Coletiva (MPC)
Sãos as que quando adotadas, neutralizam o
risco na própria fonte, sem a necessidade de
que os empregados utilizem cada um o seu
próprio equipamento de proteção individual. Ex:
exaustores, ventiladores, cancelas, guarda
corpo, Isolamento acústico de máquinas
ruidosas, etc...

Equipamentos de Proteção
Individual (EPI)
São considerados Equipamentos de
Proteção Individual – EPI, todo
dispositivo de uso individual de
fabricação nacional ou estrangeira,
destinado a proteger a saúde e a
integridade física do trabalhador.

Certificado de Aprovação
Todo EPI deverá apresentar, em
caracteres indeléveis e bem
visíveis, nome comercial da
empresa fabricante ou importador,
e o número de CA.


Obrigações do empregador

Obrigações do empregado

NOÇOES BÁSICAS DE
PRIMERIOS SOCORROS

Primeiros socorros, são todas
as medidas que devem ser
tomadas de imediato para
evitar agravamento do estado
de saúde ou lesão de uma
pessoa antes do atendimento
médico.

Ações do Socorrista
Isolar a área, evitando o acesso de curiosos;
Observar a vítima, verificando alterações ou ausência de
respiração, hemorragias, fraturas, colorações diferentes da pele,
presença de suor intenso, expressão de dor;
Observar alteração da temperatura, esfriamento das mãos e/ou
pés;
Manter a calma, assumindo a liderança do atendimento;
Procurar que haja comunicação imediata com hospitais,
ambulâncias, bombeiros, polícia se necessário.

A atitude do
socorrista pode significar a vida ou
a morte da pessoa socorrida!