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PRÁTICAS E MODELOS A.A.

DAS BE - DREA

Tarefa 2 (1ª parte)
O Modelo de Auto - Avaliação. Problemáticas e conceitos implicados

Aida Godinho
Turma 1
“Não acredites no que os teus olhos te dizem,
porque te mostram apenas limitações.
Serve-te da tua inteligência e observa,
descobre o que já sabes e descobrirás uma
maneira de voar.”(BACH, Richard)

“Torna-se de facto relevante objectivar a forma como se está a concretizar o
trabalho das bibliotecas escolares, tendo como pano de fundo essencial o seu
contributo para as aprendizagens, para o sucesso educativo e para a promoção
da aprendizagem ao longo da vida. Neste sentido, é importante que cada
escola conheça o impacto que as actividades realizadas pela e com a
Biblioteca Escolar vão tendo no processo de ensino e na aprendizagem, bem
como o grau de eficiência dos serviços prestados e de satisfação dos
utilizadores da BE.” (Modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares)

OBJECTIVOS DA AVALIAÇÃO:

•- Investigar os resultados da acção
•- Analisar o sucesso e impacto dos seus serviços
•- Avaliar e partilhar o impacto das suas acções na comunidade
educativa
VANTAGENS DO MODELO
Identificar os pontos fracos e pontos fortes;
Repensar práticas qualitativas;

Redefinir metas/objectivos definidos a partir dos dados aferidos;

Optimizar o desempenho/intervenção da biblioteca em função do
impacto no processo ensino/aprendizagem;

Envolver a escola

Envolver a comunidade

Formar e informar de melhoras práticas
A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular

A.1.Articulação ao desenvolvimento curricular
A.2. Promoção da literacia da informação

B. Leitura e Literacia

C - Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade

C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento
curricular
C.2. Projecto e parecerias

D -Gestão da Biblioteca Escolar

D.1. Articulação da BE com a escola/agrupamento. Acesso a serviços prestados
pela BE

D.2. Condições humanas e materiais para a prestação de serviços
D.3. Gestão da colecção/da informação
DOMÍNIO A:
- Articulação com os docentes nas áreas curriculares e não curriculares;
-Operacionalização conjunta dos PCT’s através da planificação/elaboração de recursos;

DOMÍNIO B:
-Promover a leitura e literacias através da operacionalização de estratégias conjuntas,
nomeadamente, com os professores do Departamento de Línguas, com o PNL e a RBE;
-Desenvolver actividades/projectos que motivem os alunos para leituras em diferentes
contextos que a biblioteca pode oferecer;

DOMÍNIO C:
-Estreitar a relação entre escola/comunidade, nomeadamente, entre a família, criando
momentos de envolvência e responsabilização que serão determinantes para o processo de
ensino/aprendizagem;
-Criar parcerias com outras entidades locais (CMA, Junta de Freguesia, Biblioteca
Municipal, Santa Casa da Misericórdia, Empresas Comerciais, Museu Municipal, …)
promovendo uma abertura necessária para um conhecimento de um futuro que será para
além da instituição, será para uma sociedade;

DOMÍNIO D:
-Criar mecanismos de boa gestão e organização dos recursos físicos, materiais e humanos
para conseguir por em prática o Plano de Acção traçado;
-Criar uma profícua ligação com os órgãos de gestão da escola, departamentos e
professores para rentabilizar os serviços que a BE pode disponibilizar;
- Prever formação especializada para as pessoas que integram a equipa da BE.
ETAPAS INERENTES AO PROCESSO DE
APLICAÇÃO

Apesar de se avaliar todos os domínios, existe a possibilidade de,
todos os anos, e de forma rotativa, escolher um dos domínios a
dar maior incidência. Após 4 anos de aplicação do modelo, todos
os domínios foram avaliados em pormenor ;
Aferição das áreas/disciplinas mais “críticas” junto da população
educativa e posteriores resultados trimestrais;
Recolha documental de registos de planeamento das actividades
promovidas pela BE em parceria com os titulares de turma;
Levantamento de dados relativos à gestão de recursos da BE;
Recolha de evidências (questionários à população educativa,
análise de actas, relatórios de actividades, PAA, PEE, PCT);
Gestão e interpretação da informação recolhida;
Identificação do perfil de desempenho;
Proposta de um plano de melhoria e sua apresentação aos órgãos
competentes;
Divulgação/comunicação dos resultados;
CONCLUSÕES:
A avaliação adequada do desempenho da BE, deverá permitir aferir
a qualidade, a quantidade e, sobretudo, o impacto na vida da
comunidade educativa, identificando os pontos fracos, facilitando
desta forma uma melhoria dos serviços prestados e rentabilizando
os seus recursos de uma forma mais precisa e alargada.

“No início da vida, cada um nós recebe um bloco de
mármore e as ferramentas necessárias para dele fazer uma
escultura. Podemos arrastá-lo intacto aos nossos pés,
podemos reduzi-lo a pó, ou podemos dar-lhe uma forma
gloriosa.” (BACH, Richard)
GUIA DA SESSÃO Documento Word

TEXTO DA SESSÃO Documento Word

S
chool librarian as teachers: learning outcomes and evidence-based practice Docum

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Modelo de Auto-Avaliação Ficheiro