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Revisiting the liver in human yellow fever: Virus

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induced apoptosis in hepatocytes associated with
TGF-b, TNF-a and NK cells activity
(QUARESMA et al, 2006)
Géssica Valéria Rocha Ferro
Thiago Barata
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ
PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA PARASITÁRIA NA AMAZÔNIA
IMUNOPATOLOGIA
BELÉM, PA
2013
Febre Amarela
• Arbovírus
• Família: Flaviviridae
• Gênero: Flavivírus
• Partícula com 50nm de
diâmetro, com capsídeo
icosaédrico.
• Genoma: RNA fita simples
não segmentado,
polaridade positiva com
10.862 nucleotídeos.





Fonte: MACHADO, 2007 (adaptado de Strauss, 2001 e
http://www.answers.com/topic/yellow-fever)
Epidemiologia
• No mundo (2009)
Fonte: OMS
Epidemiologia
• No Brasil (áreas de risco e cobertura vacinal,
de 1997 a 2008)

Fonte: SVS/MS
Ciclo Epidemiológico
• Hospedeiro
– Silvestre: Primatas não humanos
– Urbana: Homem
• Vetores
– Silvestre: gêneros Haemagogus e Sabethes
– Urbana: Aedes aegypty
• Modo de transmissão: Picada de mosquitos infectados
• Período de incubação: 3 a 6 dias, após a picada do mosquito.

Fonte: SVS/MS
Aspectos Clínicos
• Manifestações clínicas: febre,
calafrios, cefalalgia, lombalgia,
mialgias generalizadas,
prostração, náuseas e vômitos (3
dias)
• Remissão: declínio da
temperatura e diminuição dos
sintomas, provocando uma
sensação de melhora no paciente
(horas-1 a 2 dias)
• Período Toxêmico: reaparecem a
febre, a diarreia e os
vômitos,caracteriza-se pela
instalação de quadro de
insuficiência hepato-renal,
acompanhado de manifestações
hemorrágicas.

Diagnóstico
• Isolamento e identificação viral (cultivos celulares)
• Detecção de antígenos virais e/ou ácidos nucléicos
virais
– Imunofluorescência, Imunohistoquímica, Hibridização in
situ e Reação em cadeia da polimerase com transcrição
reversa (RT-PCR), seguida de sequenciamento
nucleotídico.
• Histopatológico
• Testes Sorológicos
– MAC-ELISA, Inibição da hemaglutinação (IH), Fixação do
complemento, Neutralização (TN).
Tratamento e Vacina
• Não existe tratamento específico.
• É apenas sintomático.
• A vacina contra a febre amarela (17DD) é elaborada com o
vírus vivo atenuado, sendo produzida inclusive no Brasil
(Rio de Janeiro).
• É aplicada por via subcutânea na região deltóidea (braço).
Em 95% das pessoaso efeito protetor ocorre uma semana
após a aplicação e confere imunidade por 10 anos.
• Está incluída nos Calendários de Vacinação e pode ser
utilizada a partir dos 9 meses de idade
• Deve ser aplicada, pelo menos, dez dias antes de qualquer
viagem para áreas de risco, no Brasil ou no exterior.
Referências
• BRASIL. Manual de vigilância epidemiológica da febre amarela – Brasília :
Ministério da Saúde : Fundação Nacional de Saúde, 1999.

• BRASIL. Situação epidemiológica das zoonoses de interesse para a saúde pública.
Boletim Eletrônico Epidemiológico. Secretaria de Vigilância em Saúde, Ano 10,
nº2.Abril, 2010.

• CENTRO DE VACINAÇÃO DE ADULTOS. Vacina contra a febre amarela (17DD).
Disponível em: <ww.cva.ufrj.br/informacao/vacinas/fam-v.html> Acesso em: 19 de
junho de 2013.

• MACHADO, T.G.C. Expressão da proteína do envelope do vírus da Febre Amarela
em células de inseto. Dissertação de Mestrado em Patologia Celular. Faculdade de
Ciências da Saúde da Universidade de Brasília. Brasília,2007.

• VASCONCELOS, P.F da C. Febre Amarela. Revista da Sociedade Brasileira de
Medicina Tropical 36(2):275-293, mar-abr, 2003.