Tecnologia de Engrenagens

Prof. Marcos Gemaque
mgemaque@hotmail.com
Módulo 1
 TIPOS DE ENGRENAGENS
 LEI GERAL DO ENGRENAMENTO
 PARÂMETROS GEOMÉTRICOS
 EVOLVENTES
 PROCESSOS DE FABRICAÇÃO
2
Módulo 2



 MEDIÇÃO DOS DESVIOS ISOLADOS
 MEDIÇÃO DOS DESVIOS DE CONJUNTO
3
Módulo 1
 TIPOS DE ENGRENAGENS
 LEI GERAL DO ENGRENAMENTO
 PARÂMETROS GEOMÉTRICOS
 EVOLVENTES
 PROCESSOS DE FABRICAÇÃO
4
Tipos de engrenagens
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DENTES HELICOIDAIS
ENGRENAGENS CÔNICAS
DENTES RETOS
ENGRENAGENS
HIPERBOLÓIDICAS
DENTES CURVOS
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Tipos de engrenagens

Engrenagens cilíndricas
DENTES RETOS






















Coroa

pinhão
CARACTERÍSTICAS

- Empregada em larga escala.

- Rendimento elevado - 98 a 99%.

- Ruidosas em altas velocidades.

- Transmitem ao eixo somente cargas
radiais.











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Tipos de engrenagens

Específico
CREMALHEIRAS
CARACTERÍSTICAS

- Se assemelha a engrenagens
cilíndricas de raio infinito.

- Forma básica de ferramentas de
usinagem.
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Módulo 1
 TIPOS DE ENGRENAGENS
 LEI GERAL DO ENGRENAMENTO
 PARÂMETROS GEOMÉTRICOS
 EVOLVENTES
 PROCESSOS DE FABRICAÇÃO
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V1 02P
 1

01P 02 A2
V1 02P
 2 2

2
 2
Cinemática do engrenamento
Lei geral do engrenamento
1.01C 2.02C V1 101P(1), V2 202P(2)
Agrupando (1) e (2)
1
2
 .
V2 01P
V1
V2
.
01A 1 02P

0 P
01A 1

02P
02 A2
V1
Vn

V2
Vn
0 A
01A 1
.
V2 01P
 1
02 A2
01A 1
0 C
01C
02 A2
01A 1
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Cinemática do engrenamento
Lei geral do engrenamento
Ângulo de pressão

Ângulo de
pressão
F’
F
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Módulo 1
 TIPOS DE ENGRENAGENS
 LEI GERAL DO ENGRENAMENTO
 PARÂMETROS GEOMÉTRICOS
 EVOLVENTES
 PROCESSOS DE FABRICAÇÃO
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Parâmetros geométricos
Passo
circular (p)
Dedendo
Ângulo de
pressão
Largura do dente
Adendo
Fillet
MÓDULO
m=d/z=p/
F’
Altura
Altura de
trabalho
F
total
Espessura do dente na
corda da circunferência
primitiva
Diâmetro
primitivo
Folga na
raiz
Adendo
Diâmetro de
base
Diâmetro
externo
Adendo
da corda

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Flecha
Espessura do
dente na
circunferência
primitiva
Módulo 1
 TIPOS DE ENGRENAGENS
 LEI GERAL DO ENGRENAMENTO
 PARÂMETROS GEOMÉTRICOS
 EVOLVENTES
 PROCESSOS DE FABRICAÇÃO
14
P'
Evolventes
P
Db
15
P'
Evolventes
P
Db
16
EVOLVENTES


O
Ângulo de
pressão, 
Circunferência base

Circunferência
primitiva





Linha primitiva



Circunferência
primitiva
Linha de centro
Circunferência base
17
Evolventes
C
PROPRIEDADES



- O raio da evolvente no ponto c é
igual ao segmento da geratriz CP'.

- A tangente à evolvente é normal à
geratriz correspondente.

- O Arco CP é igual ao segmento CP'.
18
Evolventes
CARACTERÍSTICAS

- Usinagem com ferramentas
mais simples.

- 1/2 = cte, mesmo variando
as distâncias entre os centros
das engrenagens.

- A direção da força entre os
dentes permanece invariável.




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Módulo 1
 TIPOS DE ENGRENAGENS
 LEI GERAL DO ENGRENAMENTO
 PARÂMETROS GEOMÉTRICOS
 EVOLVENTES
 PROCESSOS DE FABRICAÇÃO
20
Com ferramenta de forma


Fresa módulo


Brochamento
MÉTODOS DE FABRICAÇÃO





Geração


Fresa caracol


Cremalheira de corte


Engrenagem de corte
Sem retirada de cavaco


Fundição



Por gravidade


Sob pressão



Forjamento



Extrusão e Trefilação


Laminação


Forjamento em matriz


21
Geração
MÉTODOS DE FABRICAÇÃO
Com ferramenta de forma


Fresa módulo


Brochamento



CARACTERÍSTICAS
- Jogo de fresa. Um para
cada módulo.
- Tempo de usinagem
elevado. Poucas peças.
- Engrenagens de baixa
qualidade e baixa
velocidade periférica.
Sem retirada de cavaco

































FRESADORA UNIVERSAL
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MÉTODOS DE FABRICAÇÃO





Geração
Sem retirada de cavaco Com ferramenta de forma
Forjamento


Extrusão e Trefilação


Laminação



Forjamento em matriz

CARACTERÍSTICAS
- Mínimo de perda de material.
- Custo justificado pela produção.
- Conformação após aquecimento: grandes deformações,
menores esforços e boa qualidade metrológica
dimensional.
- Conformação sem aquecimento: contrário do anterior,
exceto pela ótima qualidade metrológica dimensional.

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Módulo 2



 MEDIÇÃO DOS DESVIOS ISOLADOS
 MEDIÇÃO DOS DESVIOS DE CONJUNTO
24
Módulo 2



 MEDIÇÃO DOS DESVIOS ISOLADOS
 MEDIÇÃO DOS DESVIOS DE CONJUNTO
25
Desvio na
forma do
Dente
(Perfil)
Desvio na
distribuição
dos passos
(Divisão)
Medição dos desvios isolados
Desvio na
direção
dos dentes
(Flanco)
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Principais causas dos erros isolados
 Forma defeituosa do perfil da ferramenta de
conformação ou de usinagem;
 Não concordância entre o eixo da engrenagem e o eixo
do mandril.
 Deformações oriundas do processo de tratamento
térmico;
 Deficiente lubrificação durante o processo de usinagem;
 Excesso de vibração da máquina de usinagem; e
 Uso de ferramentas com o gume de corte gasto ou
danificado.




27
DESVIOS DE PASSO
28
Desvios de passo
Desvio de passo simples
• A menos que especificado em
contrário, o setor sobre o qual
se avalia Fpk não deve ser
maior que 1/8 da
circunferência de referência.
• 2 ≤ k ≤ z/8


Desvio de
passo
acumulado
Fp: Desvio de passo total.
Amplitude máxima de Fpk
medido sobre toda
circunferência de referência.
ISO 1328-1
29
Desvios de passo
Instrumentos de medição
INSTRUMENTO DEDICADO À MEDIÇÃO DE PASSO DE BASE
MÁQUINA DE MEDIR POR COORDENADAS
30
Instrumento dedicado à medição do passo de base
Funcionamento perfeito implica
em flancos dos dentes
equidistantemente distribuídos ao
longo da circunferência de base.
Uma distribuição desigual
ocasionará uma variação da relação
de transmissão do par de
engrenagem.
Como conseqüência ocorrerá
esforços anormais e irregularidades
nos deslocamentos das partes
móveis.
31
Verificação do passo
Maquina de Medir por Coordenadas



Resolução
0,5 m

Incerteza de Medição
(1,7 + L(mm)/230) m






DEA Mistral
32
MICROMETRO (m)
33
Maquina de Medir por Coordenadas

Resolução
0,05 µm
LEITZ REFERENCE
Incerteza de Medição
(0,6 + L(mm)/600) m
34
Desvios de passo
Valores das medições
Diagrama de desvio de passo simples
Diagrama de desvios de passo acumulado e total
35
 fpt  35
DESVIOS DE PASSO

Diagrama de desvio de passo simples
4
9
23
z3


z1
A partir do
diagrama
de fpt
5
4
3 2
1
-5
1
13
17
6
36
DESVIOS DE PASSO

Diagrama de desvios de passo acumulado e total
Fp3
K=3
13
35 A partir do
diagrama
de Fpk
44
48
O
R
I
G
E
M
Fpk=35
37
Desvio na espessura do dente
Instrumentos de medição
MICRÔMETRO DE DISCO
CALIBRE DE CURSOR DUPLO
38
Micrômetro de disco
 Medida da corda abrangendo vários dentes da engrenagem
cilíndrica.
 Medidas executadas nas proximidades da circunferência primitiva.
 Número de vãos é uma função do ângulo de pressão e do número
de dentes.
 Leitura similar ao micrômetro convencional.
 Notável amplitude da medida.

39
C1
Calibre de cursor duplo




 Medição da espessura de
dentes retos e helicoidais bem
como pinhões cônicos.
 Mede-se a corda da
espessura do dente a partir do
topo.
 Medição da espessura do
dente sobre uma superfície
cilíndrica de raio r qualquer e
em particular sobre o
circunferência primitiva.
 O cursor C1 deverá ser
fixado num valor
correspondente ao módulo da
para que a
C2
engrenagem
medição da corda seja
realizada no diâmetro primitivo.




40
DESVIOS DE PERFIL
41
Desvios de perfil
É a discrepância que existe
entre o perfil real nos flancos dos
dentes e a curva da evolvente
traçada com um círculo de base
teórico, concêntrico com a
engrenagem.
Um desvio de perfil do dente
provoca efeitos em todos os
outros desvios. Daí sua
importância e a freqüência
de sua verificação.

42
DESVIOS DE PERFIL
Os defeitos de forma dos dentes
podem consistir:
• Em uma curva irregular que se
afasta da envolvente pura.
• Circunferência de base
descentralizada.
 Frequentemente, deve-se somente as
discrepâncias da envolvente pura.
 Na prática, de um modo geral, coexistem
ambos os defeitos.



43
Desvios de perfil
Instrumentos de medição





MÁQUINA DE MEDIR POR COORDENADAS





PROJETOR DE PERFIL





 INSTRUMENTO DE REPRODUÇÃO DE EVOLVENTE
INSTRUMENTAÇÃO DEDICADA
44
Máquina de medir por coordenadas
45
PROJETOR DE PERFIL
Simples.

Qualquer perfil.

Comparação da imagem
projetada com a forma exata
desenhada em escala
proporcional.

Incerteza grande.
46
Instrumento de reprodução de evolvente
LIMITAÇÃO
fabricação do disco 2 para
cada


47
 Necessidade de
diâmetro de base.
Instrumentação dedicada
Tarefa específica de medição de
engrenagem.
Possuem níveis de incerteza menores
para este tipo de medição que as
máquinas de medir por coordenadas não
dedicadas.
48
DESVIOS DE FLANCO
49
Desvios de flanco
50
Desvios de flanco
51
Módulo 2



 MEDIÇÃO DOS DESVIOS ISOLADOS
 MEDIÇÃO DOS DESVIOS DE CONJUNTO
52
Medição dos desvios de conjunto


Medição dos desvios
de posição dos flancos
dos dentes.


Características
 Rapidez.
 Indicado no recebimento
de engrenagens fabricadas
em série.
 Várias características
superpostas.
53
rb2  1  z2 i 
Desvio composto tangecial
Características
Devido a falha de fabricação,
Engrenagem
em inspeção

Master
Gear

Z1
Z2 2

ocorre defasagem angular.

Mais recomendado, tendo a
preferência na indústria.

Se os perfis e/ou flancos são
extensivamente modificados,
ocorre interferência neste
rb1 2 z1



2
parâmetro.
 ,
1 2.
z2
z1
2
54
DESVIO COMPOSTO RADIAL
Características
 São medidas as
Master
Gear
Engrenagem
em inspeção
da distâncias variações
entre eixos.
Simples construção.

 Fácil operação.

 Testes rápidos.

 Mais robusta.
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Tecnologia de Engrenagens





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