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• Os gases são altamente compressíveis e ocupam o volume total de seus

recipientes.
• Quando um gás é submetido à pressão, seu volume diminui.
• Os gases sempre formam misturas homogêneas com outros gases.
• Os gases ocupam somente cerca de 0,1 % do volume de seus recipientes.
Gases
Pressão
• A pressão é a força atuando em um objeto por unidade de área:


• A gravidade exerce uma força sobre a atmosfera terrestre:
1 atm = 1,01325 x 10
5
Pa
(Unidades SI: 1Pa = 1N/m
2
, 1N = 1kg m/s
2
)


• A pressão atmosférica é medida com um barômetro: se um tubo é inserido em
um recipiente de mercúrio aberto à atmosfera, o mercúrio subirá 760 mm no
tubo.
• Unidades: 1 atm = 760 mmHg = 760 torr = 1,01325 x 105 Pa = 101,325 kPa.

A
F
P =
A pressão atmosférica e o barômetro
760 mmHg
A pressão atmosférica e o manômetro
• As pressões de gases não abertos para a
atmosfera são medidas em manômetros (um
parente próximo do barômetro).
• Um manômetro consiste de um bulbo de gás
preso a um tubo e m forma de U contendo
Hg:

– Se P
gas
> P
atm
então P
gas
= P
atm
+ P
h

– Se P
gas
< P
atm
então P
gas
+ P
h
= P
atm


• Lei de Boyle: a temperatura constante, o volume ocupado por uma determinada
quantidade (número de mols) de um gás é inversamente proporcional à sua
pressão.
• Boyle usou um manômetro para executar o experimento:
Relação pressão-volume: Lei de Boyle
Relação pressão-volume: Lei de Boyle
• Matematicamente:
V = constante x 1 ou PV = constante ou P
1
V
1
= P
2
V
2

P
• Um gráfico de V versus P é um hiperbolóide.
• Um gráfico de V versus 1/P deve ser uma linha reta passando pela origem.
Relação temperatura-volume: Lei de Charles
• Sabemos que balões de ar quente expandem quando são aquecidos.
• A Lei de Charles explica: o volume de uma quantidade fixa de gás à pressão
constante aumenta com o aumento da temperatura.
• Matematicamente:
V = constante x T ou V = constante ou P
1
= P
2
T T
1
T
2
• Graficamente:

CUIDADO:
T sempre em Kelvin!
Combinação dos volumes: Lei de Gay-Lussac
• Lei de Gay-Lussac de volumes combinados: a uma determinada temperatura e
pressão, os volumes dos gases que reagem são proporções de números inteiros
pequenos.
2H
2
+ O
2
÷ 2H
2
O
Relação quantidade-volume: Lei de Avogadro
• Princípio de Avogrado: volumes iguais de gases diferentes contêm números
iguais de moléculas quando medidos nas mesmas condições de pressão e
temperatura.
Na CNPT:
Relação quantidade-volume: Lei de Avogadro

Considere as três leis dos gases:

• Lei de Boyle

• Lei de Charles

• Lei de Avogrado



Podemos combiná-las em uma
lei geral dos gases:
• Se R é a constante de proporcionalidade (chamada de constante dos gases),
então:

• A equação do gás ideal é:


Equação do Gás Ideal
CUIDADO:
T sempre em Kelvin!
Exercícios
• Lei de Boyle: Russell (4.1 e 4.2 – pág. 151-152)
• Lei de Charles: Russell (4.3 e 4.4 – pág. 154-155)
• Cálculos combinados: Russell (4.5 e 4.6 – pág. 157-158)

• Lei do gás ideal: Russell (4.7, 4.8 – pág. 164)
• Volume molar de um gás ideal: Russell (pág. 165)
na CNPT (condições normais de temperatura e pressão):



Pressões parciais: lei de Dalton
• Uma vez que as moléculas de gás estão tão separadas, podemos supor que
elas comportam-se independentemente.
• A Lei de Dalton: em uma mistura gasosa, a pressão total é dada pela soma das
pressões parciais de cada componente:


• Lei de Dalton:

• Cada gás obedece à equação ideal dos gases:


• Combinando as equações:


• Considere n
i
a quantidade de matéria de gás i exercendo uma pressão parcial
P
i
, então:

onde X
i
é a fração em quantidade de matéria do gás i (n
i
/n
total
).
Mistura de gases e pressões parciais
 + + + =
3 2 1 total
P P P P
|
.
|

\
|
=
V
RT
n P
i i
( )
|
.
|

\
|
+ + + =
V
RT
n n n P 
3 2 1 total
total
P P
i i
X =
Exercícios
• Pressões parciais: Russell (4.10 – pág. 168)
• Estequiometria de Gases: Russell (4.14, 4.15, 4.16 – pág. 184-186)