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Construir um programa comum

“A biblioteca escolar proporciona informação e


ideias fundamentais para sermos bem
sucedidos na sociedade actual, baseada na
informação e no conhecimento. A biblioteca
escolar desenvolve nos alunos competências
para a aprendizagem ao longo da vida e
estimula a imaginação, permitindo-lhes
tornarem-se cidadãos responsáveis.”
“ O Professor transmite os
conteúdos e ajuda a definir
um problema de
aprendizagem - esse é o
ponto de partida – a BE
ajuda a transformar a
informação em
conhecimento. Ambos
trabalham para o mesmo
objectivo final: o
conhecimento.”

Ross
Todd
 Melhorar os níveis de leitura.
 Educar melhores pensadores.
 Proporcionar acesso a fontes de informação em diferentes
formatos.
 Melhorar todas as áreas do currículo.
 Conseguir que estudantes e comunidade educativa
desenvolvam mais conhecimentos e se sintam mais cómodos
com a tecnologia.
 Aumentar a motivação e possibilitar a educação permanente
ao longo da vida.
Investigações enquadram o papel
da BE na escola.

 Mais de 50 anos de investigação e


estudos realizados nos EUA, nos
últimos 10 anos, demonstram que a
qualidade do programa de uma
biblioteca afecta positivamente o
sucesso dos estudantes e da
educação.
 Deve ser encarado como um instrumento de gestão da biblioteca,
necessário para aferir a eficácia desta no cumprimento da sua missão e
dos seus objectivos;

 Não deve ser visto como uma ameaça, mas sim como uma oportunidade;

 Não constitui um fim em si, devendo ser entendida como um processo que
deverá conduzir à reflexão e deverá originar mudanças concretas na
prática;

 Não deve ser confundido com o modelo de avaliação dos docentes;

 Permite a tomada de decisões baseadas em evidências;

 Deverá mobilizar toda a escola, melhorando através da acção colectiva as


possibilidades oferecidas pela Biblioteca escolar.
 Seleccionar o (os) domínio (s) que devem ser avaliados, em cada momento,
justificando a pertinência da escolha.
 Gerir as evidências.
 Comunicar os resultados da avaliação, usando diferentes canais de informação.
 O Relatório de auto-avaliação deve ser discutido e aprovado em Conselho Pedagógico.
 Uma síntese deste relatório deve ser mencionada no relatório de avaliação da escola.
(Impacto da BE na Escola)
 A- Apoio ao Desenvolvimento Curricular (2012/13)
A.1. Articulação da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes.
A.2. Desenvolvimento da literacia da Informação.

 B- Leitura e Literacias (2010/11)

 C- Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à


Comunidade (2011/12)
C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular
C.2. Projectos e parcerias

 D- Gestão da Biblioteca Escolar (2009/10)


D.1. Articulação da BE com a Escola/Agrupamento. Acesso a serviços prestados pela BE
D.2. Condições humanas e materiais para prestação dos serviços
D.3. Gestão da colecção/da Informação
Órgão de
Gestão

Alunos Docentes
Auto
avaliação
da BE

Pessoal não
Pais e E.E.
docente
 Professoras Bibliotecárias ( liderança e motivação de toda a
equipa);
 Direcção Executiva ( forte apoio no sentido de comunicar
eficazmente a toda a comunidade escolar a importância da sua
colaboração neste processo);
 Professores (Colaboração na recolha de evidencias, entrevistas,
inquéritos, registos de observação);
 Alunos (entrevistas, inquéritos, registos de observação);
 Encarregados de educação (Colaboração na recolha de
evidencias, entrevistas, inquéritos, registos de observação);
 Conselho pedagógico ( análise do relatório);
 Outros agentes ( divulgação dos resultados, sugestões);
Conceitos implícitos:
Uma educação para o séc. XXI
 O papel da Escola.
 O papel da BE na Escola.
 O papel de todos os intervenientes:
- Órgão de Gestão
- Docentes
- Professor bibliotecário
- Alunos
- Comunidade Educativa
A Finalidade do Modelo de Auto-Avaliação das
Bibliotecas Escolares

Identificação dos
Auto-Avaliação Pontos Fortes/Fracos
(Ameaças e Oportunidades)

Plano de Melhoria
Com a colaboração de todos é
possível reinventar a escola.

"A principal meta da educação é criar homens que sejam


capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o
que outras gerações já fizeram. Homens que sejam
criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da
educação é formar mentes que estejam em condições de
criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe."
Jean Piaget
“Acredito que as crianças são o nosso futuro.
Ensinemo-las bem e deixemo-las escolher o
caminho.
Mostremos-lhes a beleza que têm dentro de si.
Transmitamos-lhes o significado do orgulho.
E para facilitar,
Deixemos as crianças rir
Lembrando-nos de como nós éramos.”

George Benson, “Greatest Love of them all”


 Texto da 6ª sessão de formação “Práticas e Modelos de Auto-avaliação das Bibliotecas
Escolares” ,

 Scott, Elspeth (2002) “How good is your school library resource centre? An introduction to
performance measurement”. 68th IFLA Council and General Conference August.
<http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/028-097e.pdf> [20/08/2008]

 Todd, Ross (2002) “School librarian as teachers: learning outcomes and evidence-based
practice”. 68th IFLA Council and General Conference August.
<http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/084-119e.pdf> [20/08/2008]

 Johnson, Doug (2005) “Getting the Most from Your School Library Media Program”,

 Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares, RBE, Abril 2008

 Comunicação de Ross Todd na Torre do Tombo - 3 de Novembro de 2008


Trabalho realizado por:
Sofia Isabel F. Labisa P. Afonso
( Nota: Power Point realizado pelas professoras bibliotecárias para o Conselho
Pedagógico 04.11.09 - Escola E.B. 2,3 Prof.ª Diamantina Negrão,)

No âmbito da Oficina de formação:


“Práticas e Modelos de Auto-avaliação das Bibliotecas
Escolares”

RBE
DREALG
Turma 2
19 de Novembro de 2009