Sistema Respiratório

Gabriela Basilio Roberto

Guarapuava, 2014

Respiratório Superior

Rinotomia: incisão da cavidade nasal

Traqueotomia: incisão através da parede
traqueal

Traqueostomia: criação de uma abertura
temporária ou permanente para facilitar o
fluxo do ar

Respiratório Superior

Objetivo geral

◦ Remover; reparar ou ultrapassar as áreas de
obstrução, lesão ou doença
 Síndrome braquiocefálico
 Colapso de laringe
 Trauma
 Paralisia de laringe
 Colapso de traquéia
 Neoplasias
 Corpos estranhos
 Anomalias congênitas

Respiratório Superior  Exame físico ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ Exame à distância Respiração boca aberta Abdução membros torácicos Dificuldade respiratória Inquietude Contenção mínima (posição mais confortável) .

Respiratório Superior  Conduta pré-operatória ◦ Oxigenioterapia  Gaiola de oxigênio  Traqueostomia  Máscara  Entubação endotraqueal ◦ Resfriamento  Ventilador  Bolsas de gelo .

05 mg/Kg (máx. IM ou SC ◦ Diazepan  0.2 – 0.Respiratório Superior   Sedação pode ser benéfica para paciente ansiosos Cães: ◦ Hidromorfona  0. IM ou SC ◦ Acepromazina  0.2 mg/Kg IV ◦ Fentanil mais Droperidol  1ml/ 20 – 40 Kg IV ou 1 ml/10 – 15 kg IM .1 – 0.2 mg/Kg IV.4 mg/Kg IV. 1 mg) IV.02 – 0. IM ou SC ◦ Butorfanol  0.

IM ou SC ** Cautela que pode não causar sedação .2 mg/kg IV ◦ Butorfanol  0.Respiratório Superior  Sedação felinos gravemente sispnéicos ◦ Acepromazina  0.4 mg/Kg IV.2 – 0.05 mg/Kg IV. IM ou SC ◦ Diazepam**  0.

Respiratório Superior  Diagnóstico ◦ Histórico  Sons respiratórios anormais ◦ Tosse. estridor  Intolerância ao exercício  Hipertermia  Taquipnéia/dispnéia/cianose/inquietação/colapso ◦ Sinais clínicos  Secreções nasais (mucopurulentas ou sanguinolentas)  Disfagia  Mudança na voz ◦ Exame físico .

Respiratório Superior  Diagnóstico ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ Exames hematológicos Radiografia Endoscopia Citologia Cultura Biópsia .

5 a 2 mg/Kg IV.Respiratório Supereior Uma dose antiinflamatória de corticosteróide (dexametasona 0.  . usada para evitar edemas pós manipulação cirúrgica ou diagnóstica. IM ou SC).

Respiratório Superior  Anestesia ◦ Pré-oxigenar (2 – 3 min pré-indução) ◦ MPA  hidromorfona/metadona/tramadol ◦ Indução  diazepan seguido de propofol ◦ Manutenção  Isofluorano ou Sevofluorano .

Respiratório Superior  Antibióticos ◦ Alguns casos utilizados profiláticos ◦ Selecionas por cultura ◦ Pequenos procedimentos limpos. IM ou SC TID)  Amoxicilina (22 mg/kg VO BID)  Enrofloxacina (5 mg/Kg VO BID)  Doxiciclina* (5 mg/kg VO ou IV BID) . não são necessários  Ampicilina (22 mg/Kg IV.

Respiratório Superior .

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Respiratório Superior  Traqueotomia ◦ Objetivo  Acesso ao lúmen traqueal ◦ Remover obstruções ◦ Coletar material ◦ Facilitar fluxo de ar .

jugular  vasos tiroidianos  Esôfago ◦ Sutura  Através cartilagens ou apenas ligamentos  Sobrepor esternoiódeo  Subcutâneo e pele  Fios absorvíveis . carótida  v. Traqueotomia ◦ ◦ ◦ ◦ Posicionamento Incisão Separar esternoióideos Cuidado!!!  n. laringianos recorrentes  a.

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 Traqueostomia Temporária ◦ Introduzir tubo na traquéia  Tubos autoclaváveis ou descartáveis ◦ Silicone ◦ Prata ◦ Náilon ◦ ◦ ◦ ◦ Alternativa de fluxo de ar Emergência Curto período de tempo Incisão  Traqueotomia  30 e 50 cartilagem  Sutura  Fios 3-0 ou 4-0 .

 Traqueostomia Permanente ◦ Durante toda vida. ou orifício fechado cirurgicamente ◦ Indicação  Obstruções superiores  Dispnéia grave  Neoplasias  Sem outra forma de tto ◦ Cuidados  Paciente não pode nadar  Vocalização alterada ou ausente  Local higienizado .

 Traqueostomia permanente ◦ Túnel dorsal 30 a 60 cartilagem ◦ Sobrepor o m. esternoióideo  Com pontos “U” ◦ Incisão  3 ou 4 anéis  Largura de 1/3 circunferência  Até a mucosa  Dissecar os anéis  Retirar um segmento de pele adjacente ao orifício  Incisão em I na mucosa  Suturar mucosa e pele  Fios 3-0 ou 4-0 .

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Respiratório superior  Complicações ◦ Obstruções agudas  Edema  Irritação  Aumento da produção de muco  Colapso traqueal ◦ ◦ ◦ ◦ Infecção Lesão de nervos Hemorragia Oclusão do tubo com a flexão do pescoço .

Respiratório inferior  Toracotomia ◦ Incisão da parede torácica  Toracocentese ◦ Punção do tórax .

Respiratório inferior  pré – operatório ◦ Oxigenioterapia ◦ Avaliação geral do paciente  Anestesia ◦ ◦ ◦ ◦ Entubação Ventilação assistida Bloqueio local Analgesia pós – operatória .

Respiratório inferior  Antibióticos ◦ Antibiótico profilático e terapêuticos  Enrofloxacino  Amoxicilina + clavulonato  Cefazolina .

Respiratório inferior  Toracotomia ◦ Indicação  Lesões traumáticas  Emergências  Acesso aos órgãos torácicos .

 Toracotomia ◦ Caudal costelas  Nervos e vasos .

 Toracotomia .

 Toracotomia ◦ Sutura  4 a 8 fios grossos absorvíveis ou não (3 -0 a 2)  Costelas adjacentes  Cruzar as suturas  Intercostais – padrão contínuo  Suturas demais planos  Toracocentese ou dreno  Fechar pele e subcutâneo .

O.Respiratório inferior  Toracocentese com agulha ◦ Indicação  P. tórax  Pneumotórax traumático  Líquido em cavidade torácica .

7.Respiratório inferior  Toracocentese com agulha ◦ Cateter ou escalpe conectado a uma torneira de três vias e uma seringa ◦ 6. a costela ◦ Antissepsia cuidadosa . 8 EIC ◦ Próx. Junção costocondral ◦ Localização: exame físico e raio X ◦ Cuidar vasos prox.

Respiratório inferior  Toracocentese com agulha .

Complicações  Tocacocentese com agulha ◦ Hemorragia ◦ Danos à órgãos torácicos ◦ Infecção .